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<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO</p><p>DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS</p><p>DISCIPLINA: TOXICOLOGIA GERAL (FA637)</p><p>RELATÓRIO DOMISSANITÁRIOS CÁUSTICOS</p><p>Álcalis e Ácidos</p><p>DOCENTE: JANE SHEILA HIGINO</p><p>DISCENTE: LAÍS MATIAS DA SILVA</p><p>Recife,</p><p>2024</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Domissanitários, como amaciantes, detergentes, ceras líquidas, polidores,</p><p>limpa-vidros, limpa-pneus, desinfetantes, sabonetes, entre outros, são produtos</p><p>saneantes fabricados pela indústria, destinados à higienização, desinfecção ou</p><p>desinfestação de áreas domiciliares e públicas. Embora sejam amplamente</p><p>utilizados no cotidiano dos brasileiros, muitos desses produtos contêm substâncias</p><p>químicas tóxicas, como soda cáustica, potássica, fenóis, cresóis e hidrocarbonetos.</p><p>Essas substâncias apresentam elevado risco à saúde e podem causar graves casos</p><p>de intoxicação (Souza et al., 2015; Barioni & Profeta, 2021).</p><p>Além disso, produtos de limpeza fabricados de forma artesanal, sem qualquer</p><p>controle de qualidade, são vendidos livremente em feiras e no comércio informal.</p><p>Esses itens frequentemente não possuem rótulos ou informações importantes sobre</p><p>práticas adequadas de fabricação e segurança para o consumidor. Por esse motivo,</p><p>os produtos clandestinos representam riscos adicionais à saúde pública e ao meio</p><p>ambiente (ANVISA, 2013; Pinheiro et al., 2014).</p><p>A estreita relação entre o aumento do consumo de produtos domissanitários e</p><p>os casos de intoxicação doméstica no Brasil deve-se à percepção equivocada de</p><p>que esses agentes químicos possuem baixa ou nenhuma periculosidade.</p><p>Observa-se que, em geral, o consumidor não tem o hábito de ler ou não</p><p>compreende as informações técnicas presentes nos rótulos, especialmente no que</p><p>diz respeito ao uso adequado e à composição química dos produtos de limpeza</p><p>domésticos (Souza et al., 2015; Barioni & Profeta, 2021).</p><p>O conceito de “Álcalis Cáusticos”, representa as substâncias ou materiais</p><p>alcalinos que são corrosivos à pele ou quaisquer tecidos vivos. Os álcalis cáusticos</p><p>ou álcalis fortes possuem ação sobre o homem semelhante à provocada pelo</p><p>hidróxido de soda cáustica (Condensed Chemical Dictionary, Hawley, Ed. 1987). Já</p><p>os domissanitários ácidos possuem um pH inferior a 7 e contêm ácidos como o</p><p>clorídrico ou sulfúrico, sendo empregados na remoção de incrustações e ferrugem.</p><p>No entanto, são igualmente perigosos, podendo causar queimaduras químicas e</p><p>intoxicações respiratórias (ABNT NBR 14725-2:2009).</p><p>As substâncias químicas podem ser absorvidas pelo organismo humano por</p><p>diferentes vias, sendo as principais: a respiratória, em que a inalação de gases é a</p><p>principal forma de entrada; a cutânea ou transdérmica; e a ingestão oral, todas</p><p>representando riscos significativos à saúde (Reviers, 2013). Vieira (2005) também</p><p>mencionou vias menos comuns para a absorção de substâncias químicas, como as</p><p>mucosas oculares, subcutânea, urogenital, dental e parenteral (intramuscular,</p><p>endovenosa, intra-arterial).</p><p>Os produtos domissanitários são responsáveis por serem a terceira maior</p><p>causa de intoxicação por via exógena. As intoxicações acidentais no ambiente</p><p>doméstico estão entre as ocorrências mais frequentes na população infanto-juvenil e</p><p>frequentemente ocupam uma posição de destaque nos serviços de urgência e</p><p>emergência (LIMA et al., 2020). As principais causas de intoxicação por produtos</p><p>domissanitários incluem o armazenamento inadequado, onde esses produtos são</p><p>deixados em locais acessíveis às crianças ou fora de suas embalagens originais,</p><p>aumentando o risco de ingestão acidental. As embalagens atraentes, que muitas</p><p>vezes possuem cores vivas e formatos chamativos, também desempenham um</p><p>papel significativo, pois atraem a atenção das crianças e podem levar à ingestão.</p><p>Além disso, a falta de rotulagem clara e informações compreensíveis sobre o uso</p><p>seguro dos produtos contribui para o uso inadequado. O manuseio impróprio e o uso</p><p>excessivo de produtos de limpeza são outros fatores que aumentam o risco de</p><p>exposição e intoxicação.</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>Em todo o mundo, aproximadamente 80% das ingestões de cáusticos</p><p>ocorrem em crianças pequenas, geralmente envolvendo pequenas quantidades e</p><p>frequentemente resultando em casos benignos. Em contraste, a ingestão de</p><p>cáusticos em adultos é geralmente intencional e envolve grandes quantidades,</p><p>frequentemente associada a tentativas de suicídio e com potencial para ser fatal.</p><p>Fontes comuns de cáusticos incluem produtos de limpeza, tanto líquidos quanto</p><p>sólidos, utilizados em banheiros e esgotos. Em geral, os produtos industriais são</p><p>mais concentrados do que os produtos residenciais, o que os torna potencialmente</p><p>mais perigosos.</p><p>No Brasil, são registrados anualmente numerosos casos de intoxicação por</p><p>substâncias tóxicas. Em resposta a essa necessidade, o Ministério da Saúde</p><p>identificou, em 1980, a necessidade de criar um sistema nacional para informação e</p><p>documentação em toxicologia e farmacologia. Assim, nesse mesmo ano, foi iniciado</p><p>o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX). A partir de</p><p>1985, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) passou a coordenar a coleta, compilação,</p><p>análise e divulgação dos casos de intoxicação e envenenamento notificados no país</p><p>(FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ, 2021). Os registros são realizados pelos Centros</p><p>de Informação e Assistência Toxicológica (CIATOX), localizados em vários estados</p><p>brasileiros, alguns dos quais fazem parte da Rede Nacional de Centros de</p><p>Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat). As notificações são então</p><p>encaminhadas ao SINITOX, que é responsável pela consolidação e divulgação anual</p><p>dos dados em âmbito nacional (FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ, 2021).</p><p>De acordo com o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas</p><p>(SINITOX), que divulga estatísticas sobre intoxicações humanas, a última medição</p><p>realizada em 2017 no Brasil registrou 76.115 casos de intoxicação. Desses, 7,62%</p><p>foram causados por produtos domissanitários. Além disso, 2.316 desses casos</p><p>envolviam indivíduos com idades entre menores de 1 ano e 14 anos (FUNDAÇÃO</p><p>OSWALDO CRUZ, 2021).</p><p>Crianças de 1 a 4 anos são especialmente vulneráveis a acidentes</p><p>domésticos relacionados à intoxicação por saneantes domissanitários. Diversos</p><p>fatores contribuem para isso, como embalagens atrativas com conteúdos coloridos e</p><p>de aspecto leitoso, além da curiosidade natural das crianças. Esses fatores, aliados</p><p>ao uso inadequado e ao armazenamento impróprio dos produtos, aumentam</p><p>significativamente o número de casos de intoxicação infantil por domissanitários</p><p>(Presgrave, Camacho & Villas Boas, 2009; Rodrigues, 2010; Costa et al., 2020;</p><p>Rodrigues et al., 2021; Barioni & Profeta, 2021).</p><p>Por outro lado, a falta de leitura dos rótulos e o uso inadequado, insuficiente</p><p>ou até a ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) fazem com que as</p><p>crianças não sejam as únicas vítimas em potencial. As faixas etárias mais</p><p>acometidas por acidentes com saneantes domissanitários, após as crianças, são</p><p>indivíduos entre 20 e 39 anos e, em seguida, aqueles entre 40 e 59 anos (Brasil,</p><p>2020; Barioni & Profeta, 2021; Almeida et al., 2021).</p><p>Apesar da enorme diversificação de substâncias à disposiç��o do consumidor,</p><p>é visível uma preponderância de intoxicações por produtos de limpeza doméstica</p><p>como soda cáustica, hipoclorito e derivados de petróleo (Sinitox, 2009). Isso se deve</p><p>ao fato de não serem observadas as normas básicas de segurança por aqueles que</p><p>manuseiam os produtos na limpeza do lar.</p><p>Dados do estudo de FORNI DE ALMEIDA et al. (2022) mostram que os</p><p>acidentes individuais representam 66,52% do total, com 3.860 casos. Os acidentes</p><p>coletivos são muito menos frequentes, com apenas 0,24% e 14 casos registrados.</p><p>Os ocupacionais correspondem a 2,55% do total, somando 148 casos. Casos de</p><p>abuso representam 0,10% (6 casos), enquanto erros de administração são</p><p>responsáveis por 0,086% (5 casos). As tentativas de suicídio têm uma</p><p>representatividade significativa, com 12,46% e 723 casos. A violência ou homicídio é</p><p>responsável</p><p>por 0,12% (7 casos), e o uso indevido corresponde a 0,16% (9 casos).</p><p>Esses dados, especialmente os relacionados a tentativas de suicídio, podem</p><p>ser explicados pelo fato de que os produtos domissanitários contêm substâncias</p><p>químicas potencialmente prejudiciais devido ao seu alto potencial tóxico. Em geral,</p><p>esses produtos formam uma categoria com composições bastante variadas,</p><p>incluindo substâncias cáusticas alcalinas e ácidas, desinfetantes, antissépticos,</p><p>solventes, ceras e polidores, entre outros (NASCIMENTO et al., 2021).</p><p>Como a intoxicação por esses produtos geralmente ocorre por ação direta</p><p>local, não há uma dose tóxica específica, pois a concentração e a potência dos</p><p>diversos produtos variam amplamente. Assim, quanto maior a concentração do</p><p>produto em uma solução, maior será o potencial de dano. Além disso, a dose tóxica</p><p>depende não apenas da quantidade e da duração da exposição, mas também do</p><p>agente envolvido, seu pH e a via de contato (aspiração, ingestão ou contato com a</p><p>pele e mucosas) (Prefeitura de São Paulo, 2017).</p><p>Ao avaliar um álcali cáustico, por exemplo, a primeira medida é determinar</p><p>seu pH. Embora essa avaliação seja qualitativa, a mensuração do pH não fornece</p><p>uma quantificação exata da concentração ambiental da substância, mas apenas</p><p>define se ela pode ser classificada como um álcali cáustico. Contudo, é visto que os</p><p>ácidos e os álcalis causam danos distintos quando ingeridos. Os ácidos provocam</p><p>necrose de coagulação, resultando na formação de uma escara que limita danos</p><p>adicionais e afetam mais o estômago do que o esôfago. Em contraste, os álcalis</p><p>causam necrose por liquefação rapidamente, sem formar escara, e o dano persiste</p><p>até que o álcali seja neutralizado ou diluído. Eles tendem a afetar mais o esôfago do</p><p>que o estômago, embora ambos possam ser gravemente comprometidos em casos</p><p>de ingestão de grandes quantidades.</p><p>Pode-se observar que a maior parte dos casos envolveu o contato</p><p>involuntário com produtos, seguido pela inalação de vapores voláteis liberados por</p><p>domissanitários. Nessas ocorrências, foram apontadas queimaduras, alergias e</p><p>diversos sintomas como náuseas, dor de cabeça, vômito e falta de ar, resultantes do</p><p>desconhecimento da forma correta de utilização desses produtos. Por outro lado, a</p><p>ingestão acidental de produtos por crianças está associada à falta de cuidados no</p><p>armazenamento, especialmente quando se trata de líquidos coloridos que atraem a</p><p>curiosidade infantil. Além disso, dois casos isolados e marcantes envolveram</p><p>agressões devido à aspersão de produtos de limpeza corrosivos, como soda</p><p>cáustica (Diabo Verde®) e ácido muriático (HCl diluído), facilmente adquiridos em</p><p>lojas de material de construção. No entanto, não foram relatados óbitos em nenhum</p><p>desses casos (Souza et al., 2015; Barioni & Profeta, 2021).</p><p>3 CONCLUSÃO</p><p>Acidentes envolvendo o hidróxido de sódio (NaOH) não são incomuns e</p><p>podem causar lesões extensas nos tecidos devido à desidratação acentuada das</p><p>células e à inativação das proteínas enzimáticas, resultantes das reações entre esse</p><p>álcali e a pele (FERREIRA et al., 2015). Produtos destinados à limpeza e higiene</p><p>doméstica incluem sabões, desinfetantes, detergentes e similares. Além disso, este</p><p>grupo abrange também água sanitária, soda (cáustica e potássica), fenóis, cresóis e</p><p>hidrocarbonetos (MOREIRA et al., 2015).</p><p>As intoxicações acidentais, que ocorrem principalmente em crianças, podem</p><p>ser evitadas com medidas apropriadas. Portanto, é essencial adotar medidas</p><p>preventivas e educativas, especialmente voltadas para as famílias, com o objetivo de</p><p>conscientizá-las sobre os riscos de acidentes, particularmente as intoxicações</p><p>exógenas. Além disso, é fundamental implementar ações de vigilância sanitária</p><p>sobre os produtos comercializados, que frequentemente apresentam</p><p>recomendações mínimas em suas embalagens (rótulos) sobre grau de toxicidade,</p><p>manuseio e procedimentos a serem seguidos em caso de intoxicações (Ferreira et</p><p>al., 2001).</p><p>4 REFERÊNCIAS</p><p>ABNT NBR 14725-2:2009. Produtos químicos – Informações sobre segurança,</p><p>saúde e meio ambiente – Parte 2: Classificação de perigo. Rio de Janeiro:</p><p>Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2009.</p><p>FERREIRA, A.; BORELLI, E.; CASON, A.; SANTOS, F.M.; OLIVEIRA, M.L.F.</p><p>Acidentes infantis domésticos por produtos domissanitários registrados em centro de</p><p>assistência toxicológica da região sul. Espaço para a Saúde, v. 3, n. 1, 2001.</p><p>FIOCRUZ. Fundação Oswaldo Cruz. Sistema Nacional de Informações</p><p>Tóxico-Farmacológicas. Disponível em: http://</p><p>www.fiocruz.br/sinitox/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home. Acessado em: 08 de</p><p>setembro de 2024.</p><p>FORNI DE ALMEIDA, G.; GIOVANNA R. BOLEEIRO; BIANCA A. DIZ; LOUISE T. P.</p><p>PIMENTA; WALKYRIA SIGLER. INTOXICAÇÃO EXÓGENA POR</p><p>DOMISSANITÁRIOS. Revista Intertox de Toxicologia, Risco Ambiental e Sociedade,</p><p>v. 15, n. 3, p. 5-16, 4 out. 2022.</p><p>MOREIRA, R.D.; MORAES, A.C.L.; FRANCO, A.J.R.; MONTEIRO, F.B.; SOARES,</p><p>J.P. M. Intoxicações mais frequentes na infância: fisiopatologia, diagnóstico e</p><p>tratamento. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE SEGURANÇA NA INFÂNCIA E</p><p>ADOLESCÊNCIA, 1, 1998. Anais... Niterói: UFF, 1998.</p><p>MSD MANUALS. Ingestão de cáusticos. Manual MSD, 2024. Disponível em:</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/les%C3%B5es-intoxica%C3%A7%C</p><p>3%A3o/intoxica%C3%A7%C3%A3o/ingest%C3%A3o-de-c%C3%A1usticos#Tratame</p><p>nto_v1118907_pt. Acesso em: 8 sep. 2024.</p><p>NASCIMENTO, T. F. do .; SEIXAS FILHO, J. T. de .; ROCHA, G. H. O. da .; SILVA,</p><p>M. T. .; OLIVEIRA, R. T. D. de .; BARIONI, Éric D. Behavior associated with the</p><p>handling of sanitizers . Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 4, p.</p><p>e20810414022, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i4.14022. Disponível em:</p><p>https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14022. Acesso em: 8 sep. 2024.</p><p>Souza R.O. L., Seixas Filho J. T., Miranda M. G., Carvalho Neto F. M. (2015). O</p><p>Impacto dos produtos domissanitários na saúde da população do Complexo do</p><p>Alemão–Rio de Janeiro. Revista Química nova na escola, 37(2), 93-97.</p><p>VENDRAME. Desmistificando a insalubridade por álcalis cáusticos. Blog Vendrame,</p><p>2023. Disponível em:</p><p>https://vendrame.com.br/blog2/seguranca-do-trabalho/desmistificando-a-insalubridad</p><p>e-por-alcalis-causticos/#:~:text=O%20conceito%20de%20%E2%80%9C%C3%81lcal</p><p>is%20C%C3%A1usticos,1987). Acesso em: 8 de setembro de 2024.</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/les%C3%B5es-intoxica%C3%A7%C3%A3o/intoxica%C3%A7%C3%A3o/ingest%C3%A3o-de-c%C3%A1usticos#Tratamento_v1118907_pt</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/les%C3%B5es-intoxica%C3%A7%C3%A3o/intoxica%C3%A7%C3%A3o/ingest%C3%A3o-de-c%C3%A1usticos#Tratamento_v1118907_pt</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/les%C3%B5es-intoxica%C3%A7%C3%A3o/intoxica%C3%A7%C3%A3o/ingest%C3%A3o-de-c%C3%A1usticos#Tratamento_v1118907_pt</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/les%C3%B5es-intoxica%C3%A7%C3%A3o/intoxica%C3%A7%C3%A3o/ingest%C3%A3o-de-c%C3%A1usticos#Tratamento_v1118907_pt</p><p>https://vendrame.com.br/blog2/seguranca-do-trabalho/desmistificando-a-insalubridade-por-alcalis-causticos/#:~:text=O%20conceito%20de%20%E2%80%9C%C3%81lcalis%20C%C3%A1usticos,1987).</p><p>https://vendrame.com.br/blog2/seguranca-do-trabalho/desmistificando-a-insalubridade-por-alcalis-causticos/#:~:text=O%20conceito%20de%20%E2%80%9C%C3%81lcalis%20C%C3%A1usticos,1987).</p><p>https://vendrame.com.br/blog2/seguranca-do-trabalho/desmistificando-a-insalubridade-por-alcalis-causticos/#:~:text=O%20conceito%20de%20%E2%80%9C%C3%81lcalis%20C%C3%A1usticos,1987).</p><p>https://vendrame.com.br/blog2/seguranca-do-trabalho/desmistificando-a-insalubridade-por-alcalis-causticos/#:~:text=O%20conceito%20de%20%E2%80%9C%C3%81lcalis%20C%C3%A1usticos,1987).</p>