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<p>Prof. Paulo Sousa</p><p>DIREITO DAS OBRIGAÇÕES –</p><p>SOLIDARIEDADE</p><p>Solidariedade Geral</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>SOLIDARIEDADE</p><p>Obrigação solidária X Obrigação indivisível</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>SOLIDARIEDADE</p><p>Art. 265. A solidariedade não se presume; resulta da lei ou da vontade</p><p>das partes.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>SOLIDARIEDADE</p><p>Art. 266. A obrigação solidária pode ser pura e simples para um dos co-</p><p>credores ou co-devedores, e condicional, ou a prazo, ou pagável em</p><p>lugar diferente, para o outro.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>QUESTÃO OBJETIVA</p><p>Felipe e Ana, casal de namorados, celebraram contrato de compra e</p><p>venda com Armando, vendedor, cujo objeto era um carro no valor de R$</p><p>30.000,00, a ser pago em 10 parcelas de R$ 3.000,00, a partir de 1º de</p><p>agosto de 2016. Em outubro de 2016, Felipe terminou o namoro com</p><p>Ana. Em novembro, nem Felipe nem Ana realizaram o pagamento da</p><p>parcela do carro adquirido de Armando. Felipe achava que a</p><p>responsabilidade era de Ana, pois o carro tinha sido presente pelo seu</p><p>aniversário. Ana, por sua vez, acreditava que, como Felipe ficou com o</p><p>carro, não estava mais obrigada a pagar nada, já que ele terminara o</p><p>relacionamento.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>QUESTÃO OBJETIVA</p><p>Armando procura seu(sua) advogado(a), que o orienta a cobrar</p><p>A) a totalidade da dívida de Ana.</p><p>B) a integralidade do débito de Felipe.</p><p>C) metade de cada comprador.</p><p>D) a dívida de Felipe ou de Ana, pois há solidariedade passiva.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>QUESTÃO OBJETIVA</p><p>João e Maria, casados e donos de extenso patrimônio, celebraram</p><p>contrato de fiança em favor de seu filho, Carlos, contrato este acessório</p><p>a contrato de locação residencial urbana, com duração de 30 meses,</p><p>celebrado entre Carlos, locatário, e Marcelo, proprietário do</p><p>apartamento e locador, com vigência a partir de 1º de setembro de</p><p>2015. Contudo, em novembro de 2016, Carlos não pagou o aluguel.</p><p>Considerando que não houve renúncia a nenhum benefício pelos</p><p>fiadores, assinale a afirmativa correta.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>QUESTÃO OBJETIVA</p><p>A) Marcelo poderá́ cobrar diretamente de João e Maria, fiadores, tendo</p><p>em vista que eles são devedores solidários do afiançado, Carlos.</p><p>B) Marcelo poderá́ cobrar somente de João, tendo em vista que Maria</p><p>não é fiadora, mas somente deu a outorga uxória.</p><p>C) Marcelo poderá́ cobrar de Carlos, locatário, mas não dos fiadores, pois</p><p>não respondem pela dívida do contrato de locação.</p><p>D) Marcelo poderá́ cobrar de João e Maria, fiadores, após tentar cobrar a</p><p>dívida de Carlos, locatário, tendo em vista que os fiadores são devedores</p><p>subsidiários.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>QUESTÃO DISSERTATIVA</p><p>Ana, menor impúbere, é filha de José e Maria, ambos com apenas 18</p><p>(dezoito) anos de idade, desempregados e recém-aprovados para</p><p>ingresso na Faculdade de Direito Alfa. As respectivas famílias do casal</p><p>possuem considerável poder aquisitivo, porém se recusam a ajudá-los no</p><p>sustento da pequena Ana, em razão de desentendimentos recíprocos.</p><p>Destaca-se, por fim, que todos os avós são vivos e exercem profissões de</p><p>destaque. Com esteio na hipótese proposta, responda aos itens a seguir.</p><p>Direito Civil</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p><p>QUESTÃO DISSERTATIVA</p><p>A) Os avós são obrigados a prestar alimentos em favor de sua neta? Em</p><p>hipótese positiva, cuida-se de obrigação solidária? (Valor: 0,65)</p><p>B) A ação de alimentos pode ser proposta por Ana, representada por</p><p>seus pais, sem incluir necessariamente todos os avós no polo passivo da</p><p>demanda? (Valor: 0,60)</p><p>OBRIGADO!</p><p>Prof. Paulo H M Sousa</p>