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Exame Físico e Fundamentos Gerais de Enfermagem - FGV

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Questões resolvidas

(Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) A posição em que o paciente permanece em decúbito dorsal, com o tronco elevado a um ângulo de 45° graus, é denominada

a) Sims.
b) Prona.
c) Fowler.
d) Litotomia.
e) Trendelenburg.

(Câmara dos Deputados/FGV/2023) Acerca da ausculta pulmonar, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa: (_) O murmúrio vesicular é um som suave e grave auscultado em toda a extensão do tórax, com maior intensidade nas bases pulmonares. É mais forte e prolongado na fase inspiratória e mais audível na região anteroposterior do tórax. (_) Os estertores finos são sons agudos de curta duração audíveis no início da inspiração e ao longo da expiração, que se modificam com a tosse e não são influenciados pela mudança de posição. Podem ser audíveis na DPOC e em bronquiectasias. (_) A sibilância é dita monofônica quando não pode ser distinguida nem isolada de outras sibilâncias em um mesmo ponto de escuta. As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente:

a) V - V - V.
b) F - F - F.
c) V - F - V.
d) F - V - V.
e) V - F - F.

(TJ-SC/FGV/2018) Ao realizar a ausculta pulmonar em uma criança, o enfermeiro observou a presença de sons contínuos, de alta tonalidade, semelhantes a um assobio, ouvidos durante a inspiração e a expiração, e que desapareciam com a tosse. O tipo de som e uma possível causa são, respectivamente:

a) sibilos - pneumonia.
b) estertores rudes - bronquite.
c) sibilos - broncoespasmo.
d) estertores finos - asma.
e) atrito pleural - secreções.

(TCE-TO/FGV/2022) Na ausculta pulmonar de um paciente, o enfermeiro ouviu ruídos adventícios descontínuos, ásperos e úmidos, que sofriam alteração com a tosse, possivelmente formados pela presença de secreções nos brônquios. Esses sons são denominados

a) estridores.
b) atritos pleurais.
c) murmúrios vesiculares.
d) estertores.

Em relação aos sons respiratórios, é correto afirmar que:

a) sibilos são auscultados habitualmente na expiração.
b) atrito pleural apresenta ausculta de estalido fraco e agudo.
c) crepitações finas corresponde a som semelhante a assobio.
d) roncos são sons descontínuos de estalidos, semelhante de quando se esfregam fios de cabelo, uns contra os outros.
e) crepitações grossas são sons contínuos e suaves.

Um paciente com hiperpneia apresenta uma respiração:

a) lenta e profunda.
b) rápida e profunda.
c) lenta e superficial.
d) rápida e superficial.
e) irregular e superficial.

Os sinais vitais são quantificados mediante avaliações numéricas e comparados a parâmetros tidos como normais, que podem variar de acordo com a idade, peso, sexo e saúde do paciente. A frequência respiratória é o número de respirações que uma pessoa realiza por minuto. Entre as alterações dos ritmos respiratórios encontra-se aquela que se caracteriza por inspirações ruidosas seguida de apneia em inspiração, expiração ruidosa e apneia em expiração. Essa alteração é conhecida por:

a) Cheyne-Stokes.
b) Kussmaul.
c) Biot.
d) Ortopneia.

Paciente apresenta um padrão respiratório cíclico, em que a frequência e a profundidade da respiração aumentam e em seguida diminuem até que ocorra um período de apneia, como representado na figura abaixo. Esse padrão respiratório corresponde a:

a) hiperpneia.
b) taquipneia.
c) respiração de Biot.
d) respiração de Kussmaul.

Na ausculta cardíaca, o foco aórtico acessório localiza-se no(a):

a) 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno;
b) 2º espaço intercostal esquerdo, junto ao esterno;
c) base do apêndice xifoide, ligeiramente para a esquerda;
d) 3º espaço intercostal, linha paraesternal esquerda;
e) 5º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular.

Durante a ausculta cardíaca de um paciente, o enfermeiro ouviu o som correspondente à primeira bulha cardíaca. Assinale a opção que apresenta as especificidades desse som.

a) É mais audível no foco tricúspide com o paciente em decúbito lateral esquerdo e pode ser representada por ''TU''.
b) É um ruído protodiastólico de baixa frequência que se origina da vibração da parede ventricular distendida pela corrente sanguínea que penetra na cavidade durante o enchimento ventricular rápido.
c) É um ruído débil que ocorre no fim da diástole ou pré-sístole e pode ser ouvida mais raramente em crianças e adultos jovens normais.
d) É constituído por 4 grupos de vibrações, porém só são audíveis as originadas pelo fechamento das valvas aórtica e pulmonar.
e) É um som mais grave, audível no ápice do coração, correspondendo ao fechamento das valvas mitral e tricúspide e marca o início da sístole.

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Questões resolvidas

(Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) A posição em que o paciente permanece em decúbito dorsal, com o tronco elevado a um ângulo de 45° graus, é denominada

a) Sims.
b) Prona.
c) Fowler.
d) Litotomia.
e) Trendelenburg.

(Câmara dos Deputados/FGV/2023) Acerca da ausculta pulmonar, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa: (_) O murmúrio vesicular é um som suave e grave auscultado em toda a extensão do tórax, com maior intensidade nas bases pulmonares. É mais forte e prolongado na fase inspiratória e mais audível na região anteroposterior do tórax. (_) Os estertores finos são sons agudos de curta duração audíveis no início da inspiração e ao longo da expiração, que se modificam com a tosse e não são influenciados pela mudança de posição. Podem ser audíveis na DPOC e em bronquiectasias. (_) A sibilância é dita monofônica quando não pode ser distinguida nem isolada de outras sibilâncias em um mesmo ponto de escuta. As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente:

a) V - V - V.
b) F - F - F.
c) V - F - V.
d) F - V - V.
e) V - F - F.

(TJ-SC/FGV/2018) Ao realizar a ausculta pulmonar em uma criança, o enfermeiro observou a presença de sons contínuos, de alta tonalidade, semelhantes a um assobio, ouvidos durante a inspiração e a expiração, e que desapareciam com a tosse. O tipo de som e uma possível causa são, respectivamente:

a) sibilos - pneumonia.
b) estertores rudes - bronquite.
c) sibilos - broncoespasmo.
d) estertores finos - asma.
e) atrito pleural - secreções.

(TCE-TO/FGV/2022) Na ausculta pulmonar de um paciente, o enfermeiro ouviu ruídos adventícios descontínuos, ásperos e úmidos, que sofriam alteração com a tosse, possivelmente formados pela presença de secreções nos brônquios. Esses sons são denominados

a) estridores.
b) atritos pleurais.
c) murmúrios vesiculares.
d) estertores.

Em relação aos sons respiratórios, é correto afirmar que:

a) sibilos são auscultados habitualmente na expiração.
b) atrito pleural apresenta ausculta de estalido fraco e agudo.
c) crepitações finas corresponde a som semelhante a assobio.
d) roncos são sons descontínuos de estalidos, semelhante de quando se esfregam fios de cabelo, uns contra os outros.
e) crepitações grossas são sons contínuos e suaves.

Um paciente com hiperpneia apresenta uma respiração:

a) lenta e profunda.
b) rápida e profunda.
c) lenta e superficial.
d) rápida e superficial.
e) irregular e superficial.

Os sinais vitais são quantificados mediante avaliações numéricas e comparados a parâmetros tidos como normais, que podem variar de acordo com a idade, peso, sexo e saúde do paciente. A frequência respiratória é o número de respirações que uma pessoa realiza por minuto. Entre as alterações dos ritmos respiratórios encontra-se aquela que se caracteriza por inspirações ruidosas seguida de apneia em inspiração, expiração ruidosa e apneia em expiração. Essa alteração é conhecida por:

a) Cheyne-Stokes.
b) Kussmaul.
c) Biot.
d) Ortopneia.

Paciente apresenta um padrão respiratório cíclico, em que a frequência e a profundidade da respiração aumentam e em seguida diminuem até que ocorra um período de apneia, como representado na figura abaixo. Esse padrão respiratório corresponde a:

a) hiperpneia.
b) taquipneia.
c) respiração de Biot.
d) respiração de Kussmaul.

Na ausculta cardíaca, o foco aórtico acessório localiza-se no(a):

a) 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno;
b) 2º espaço intercostal esquerdo, junto ao esterno;
c) base do apêndice xifoide, ligeiramente para a esquerda;
d) 3º espaço intercostal, linha paraesternal esquerda;
e) 5º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular.

Durante a ausculta cardíaca de um paciente, o enfermeiro ouviu o som correspondente à primeira bulha cardíaca. Assinale a opção que apresenta as especificidades desse som.

a) É mais audível no foco tricúspide com o paciente em decúbito lateral esquerdo e pode ser representada por ''TU''.
b) É um ruído protodiastólico de baixa frequência que se origina da vibração da parede ventricular distendida pela corrente sanguínea que penetra na cavidade durante o enchimento ventricular rápido.
c) É um ruído débil que ocorre no fim da diástole ou pré-sístole e pode ser ouvida mais raramente em crianças e adultos jovens normais.
d) É constituído por 4 grupos de vibrações, porém só são audíveis as originadas pelo fechamento das valvas aórtica e pulmonar.
e) É um som mais grave, audível no ápice do coração, correspondendo ao fechamento das valvas mitral e tricúspide e marca o início da sístole.

Prévia do material em texto

<p>www.romulopassos.com.br 1</p><p>Exame Físico e Fundamentos</p><p>Gerais de Enfermagem/FGV</p><p>Quinta-feira, às 20h</p><p>Fonte: Barros (2022) e Potter et al. (2023).</p><p>127 questões comentadas</p><p>www.romulopassos.com.br 2</p><p>1. (Prefeitura de Camocim de São Félix-PE/UPENET/IAUPE/2024) Sobre o Método clínico,</p><p>anamnese e exame físico, leia as afirmações abaixo:</p><p>I. Os procedimentos que constituem as bases do exame são: a entrevista, a inspeção, a palpação, a</p><p>percussão e a ausculta, além do uso de alguns instrumentos e aparelhos simples.</p><p>II. Para realizar o exame físico, são usadas, apenas, as seguintes posições para o paciente: decúbito</p><p>dorsal, lateral D e E, e ventral. Essas posições são indicadas para realizar a avalição completa do</p><p>paciente.</p><p>III. A inspeção pode ser estática e dinâmica. Deve-se providenciar iluminação adequada de</p><p>preferência luz natura. A inspeção frontal é considerada o modelo-padrão para o procedimento.</p><p>IV. Percussão direta, dígito-digital, punho-percussão, com a borda da mão e piparote são técnicas</p><p>de maior interesse para a prática de enfermagem.</p><p>Estão CORRETAS apenas</p><p>a) I e II. c) II, III e IV. e) I, III e IV.</p><p>b) II e III. d) I, II e IV.</p><p>Posições do paciente</p><p>www.romulopassos.com.br 3</p><p>2. (Senado Federal/FGV/2012) A boa postura e a mecânica corporal são muito úteis quando</p><p>pacientes acamados necessitam ser posicionados e movimentados, além de ajudar na promoção</p><p>do conforto. Algumas das posições muito utilizadas pela enfermagem no cuidado a esses</p><p>pacientes são Pronação, Sims e Fowler. No que se refere a essas posições, analise as afirmativas a</p><p>seguir.</p><p>I. Na posição de Sims o paciente deita-se sobre o lado direito do corpo com o joelho esquerdo</p><p>dobrado na direção do peito.</p><p>II. A posição de Pronação é aquela que o paciente se deita sobre o abdome, oferecendo uma boa</p><p>drenagem dos bronquíolos além de alongar o tronco e as extremidades.</p><p>III. A posição de Fowler é especialmente útil para pacientes com dispneia por afastar os órgãos</p><p>abdominais do diafragma.</p><p>www.romulopassos.com.br 4</p><p>2. (Senado Federal/FGV/2012) Assinale:</p><p>a) se somente a afirmativa I estiver correta.</p><p>b) se somente a afirmativa II estiver correta.</p><p>c) se somente a afirmativa III estiver correta.</p><p>d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.</p><p>e) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.</p><p>3. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) A posição em que o paciente permanece em</p><p>decúbito dorsal, com o tronco elevado a um ângulo de 45° graus, é denominada</p><p>a) Sims. c) Fowler. e) Trendelenburg.</p><p>b) Prona. d) Litotomia.</p><p>4. (Prefeitura de Chapecó-SC/FEPESE/2023) Durante a assistência de enfermagem durante os</p><p>exames, é importante que se tenha conhecimento quanto ao correto posicionamento do</p><p>paciente. Sobre esse tema, é correto afirmar:</p><p>a) A posição de Sims é também conhecida como posição ginecológica e é a ideal para a realização</p><p>de exames preventivos.</p><p>b) A posição Fowler é quando o paciente fica posicionado deitado com a cabeceira abaixada.</p><p>c) O decúbito ventral é quando o paciente fica posicionado de barriga para cima.</p><p>d) O decúbito dorsal é quando o paciente fica posicionado deitado de barriga para cima.</p><p>e) A posição Trendelemburg é quando o paciente é posicionado com a cabeceira a um ângulo de 30</p><p>graus.</p><p>www.romulopassos.com.br 5</p><p>Fonte: Barros (2022) e Potter et al. (2023).</p><p>www.romulopassos.com.br 6</p><p>5. (FAMEMA/FGV/2021) Na realização do exame físico torácico de um paciente, recomenda-se</p><p>que seja obedecida a seguinte ordem:</p><p>a) ausculta, percussão, inspeção e palpação.</p><p>b) inspeção, palpação, percussão e ausculta.</p><p>c) percussão, ausculta, palpação e inspeção.</p><p>d) palpação, inspeção, ausculta e percussão.</p><p>6. (Senado Federal/FGV/2022) O exame físico ou avaliação física é parte integrante do histórico</p><p>de enfermagem e tem como técnicas fundamentais inspeção, palpação, percussão e ausculta. A</p><p>percussão consiste em colocar a parede torácica ou abdominal em vibração através de um golpe</p><p>firme, produzindo um som que reflete a densidade da estrutura subjacente. Estes sons, listados</p><p>em uma sequência do menos para o mais denso, são:</p><p>a) Ressonância, hiper‐ressonância, maciez, submaciez e timpanismo.</p><p>b) Submacicez, macicez, timpanismo, ressonância e hiper‐ressonância.</p><p>c) Hiper‐ressonância, ressonância, timpanismo, macicez e submacicez.</p><p>d) Timpanismo, hiper‐ressonância, ressonância, submacicez e macicez.</p><p>e) Macicez, submacicez, ressonância, hiper‐ressonância e timpanismo.</p><p>7. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Durante uma ausculta pulmonar, o enfermeiro ouviu</p><p>estertores rudes. Assinale a opção que indica a descrição desses sons.</p><p>a) Sons de estalido descontínuo, ouvidos ao final da inspiração.</p><p>b) Sons de estalido descontínuo, ouvidos à inspiração inicial.</p><p>c) Sons contínuos, de alta tonalidade, semelhantes a um assobio.</p><p>d) Sons de ruflar profundos e de baixa tonalidade, principalmente na expiração.</p><p>e) Sons ásperos, em estalido, como dois pedaços de couro sendo esfregados entre si.</p><p>8. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Acerca da ausculta pulmonar, analise as afirmativas a</p><p>seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa</p><p>(_) O murmúrio vesicular é um som suave e grave auscultado em toda a extensão do tórax, com</p><p>maior intensidade nas bases</p><p>pulmonares. É mais forte e prolongado na fase inspiratória e mais audível na região anteroposterior</p><p>do tórax.</p><p>(_) Os estertores finos são sons agudos de curta duração audíveis no início da inspiração e ao longo</p><p>da expiração, que se modificam com a tosse e não são influenciados pela mudança de posição.</p><p>Podem ser audíveis na DPOC e em bronquiectasias.</p><p>(_) A sibilância é dita monofônica quando não pode ser distinguida nem isolada de outras</p><p>sibilâncias em um mesmo ponto de escuta.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - V.</p><p>b) F - F - F.</p><p>c) V - F - V.</p><p>d) F - V - V.</p><p>e) V - F - F.</p><p>www.romulopassos.com.br 7</p><p>9. (TJ-SC/FGV/2018) Ao realizar a ausculta pulmonar em uma criança, o enfermeiro observou a</p><p>presença de sons contínuos, de alta tonalidade, semelhantes a um assobio, ouvidos durante a</p><p>inspiração e a expiração, e que desapareciam com a tosse. O tipo de som e uma possível causa</p><p>são, respectivamente:</p><p>a) sibilos - pneumonia.</p><p>b) estertores rudes - bronquite.</p><p>c) sibilos - broncoespasmo.</p><p>d) estertores finos - asma.</p><p>e) atrito pleural - secreções.</p><p>10. (ALMT/FGV/2013) Durante a ausculta do tórax de um paciente, o enfermeiro detectou</p><p>''ruídos adventícios com o timbre relativamente grave, presentes tanto na inspiração quanto na</p><p>expiração e que sugerem secreções nas grandes vias respiratórias com obstrução dos brônquios</p><p>mais calibrosos''. Tal descrição corresponde aos sons de</p><p>a) sibilos.</p><p>b) roncos.</p><p>c) estertores creptantes.</p><p>d) estertores bolhosos.</p><p>e) sopros pulmonares.</p><p>11. (TCE-TO/FGV/2022) Ao realizar a ausculta pulmonar de um paciente adulto, o enfermeiro</p><p>percebeu sons de estalido descontínuos, ouvidos no final da inspiração e que não se</p><p>modificavam com a tosse. Esses sons são denominados:</p><p>a) roncos.</p><p>b) sibilos.</p><p>c) atritos pleurais.</p><p>d) estertores finos ou crepitantes.</p><p>e) estertores grossos ou subcrepitantes.</p><p>12. (TCE-TO/FGV/2022) Na ausculta pulmonar de um paciente, o enfermeiro ouviu ruídos</p><p>adventícios descontínuos, ásperos e úmidos, que sofriam alteração com a tosse, possivelmente</p><p>formados pela presença de secreções nos brônquios. Esses sons são denominados</p><p>a) estridores.</p><p>b) atritos pleurais.</p><p>c) murmúrios vesiculares.</p><p>d) estertores creptantes.</p><p>e) estertores grossos.</p><p>13. (SUSAM/FGV/2014) Durante uma ausculta pulmonar foram detectados sons de estalido</p><p>descontínuos ouvidos no final da inspiração. Assinale a opção que indica a denominação desses</p><p>sons.</p><p>a) Atrito pleural. c) Estertores rudes. e) Estertores finos.</p><p>b) Sibilos musicais. d) Roncos.</p><p>www.romulopassos.com.br 8</p><p>14. (Senado Federal/FGV/2012) Durante o exame físico das estruturas respiratórias inferiores, a</p><p>inspeção do tórax fornece informações sobre a estrutura músculo-esquelética, estado nutricional</p><p>do paciente e função respiratória. No que se refere às principais deformidades do tórax</p><p>associados a doenças respiratórias,</p><p>específica de oxigênio, independente da taxa de</p><p>fluxo de O2, ou seja, aumentando a taxa de fluxo de O2 em uma máscara Venturi, não aumenta a</p><p>concentração de O2 que é entregue.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>a) I, apenas. c) III, apenas. e) I, II e III.</p><p>b) II, apenas. d) I e II, apenas.</p><p>www.romulopassos.com.br 50</p><p>44. (SUSAM/FGV/2014) Em relação à oxigenoterapia, analise as afirmativas a seguir.</p><p>I. Um dos objetivos da oxigenoterapia é manter a PaO2 entre 80-100 mm Hg e a SatO2 de 90 a</p><p>100%.</p><p>II. A medição do cateter de aspiração nasofaríngeo é feita da ponta do nariz ao lóbulo da orelha</p><p>para inserção em lactentes.</p><p>III. O sistema de oxigenação de alto fluxo fornece O2 em fluxos iguais ou superiores ao fluxo</p><p>inspiratório máximo do paciente.</p><p>Assinale:</p><p>a) se somente a afirmativa I estiver correta.</p><p>b) se somente a afirmativa II estiver correta.</p><p>c) se somente a afirmativa III estiver correta.</p><p>d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.</p><p>e) se somente todas as afirmativas estiverem corretas.</p><p>45. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Acerca dos cuidados de enfermagem durante a</p><p>administração de oxigênio, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).</p><p>( ) O oxigênio deve ser administrado sempre umidificado, para prevenir o ressecamento das vias</p><p>aéreas.</p><p>( ) A cânula nasal e o cateter tipo óculos são considerados dispositivos de oxigenoterapia de alto</p><p>fluxo.</p><p>( ) Os materiais usados em oxigenoterapia, como cateter, máscaras e umidificadores, devem ser</p><p>trocados a cada 12 horas para prevenir infecção respiratória.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V – F – V.</p><p>b) F – V – V.</p><p>c) V – F – F.</p><p>d) F – V – F.</p><p>e) V – V – V.</p><p>www.romulopassos.com.br 51</p><p>46. (TJ-AM/FGV/2013) A intubação ou sondagem gastrintestinal (GI) consiste na inserção de um</p><p>tubo flexível no estômago, duodeno ou jejuno. A escolha do tipo de sonda GI varia de acordo</p><p>com o objetivo a ser alcançado. A sonda de reservatório gástrico (salem) é uma sonda radiopaca,</p><p>de plástico transparente e com luz dupla, empregada normalmente para</p><p>a) alimentação enteral.</p><p>b) descompressão gástrica.</p><p>c) realização de exames.</p><p>d) compressão de hemorragia.</p><p>e) lavagem gástrica.</p><p>Sonda de Salem Sonda de Levin</p><p>www.romulopassos.com.br 52</p><p>47. (Prefeitura de Cuiabá-MT/FGV/2015) A sondagem gástrica pode ter várias finalidades, tais</p><p>como descompressão, lavagens e administração de alimentos e medicamentos. Considerando as</p><p>peculiaridades de cada uma dessas finalidades e as sondas de escolha, analise as afirmativas a</p><p>seguir.</p><p>I. A sonda de Salem é uma sonda radiopaca, de plástico transparente e com luz dupla, empregada</p><p>para descomprimir o estomago e mantê-lo vazio.</p><p>II. As sondas de Levin possuem três luzes, sendo duas usadas para insuflar os balões gástrico e</p><p>esofágico. Um tubo é reservado para aspiração ou drenagem.</p><p>III. As sondas nasoentéricas são empregadas para a alimentação. Seu tamanho varia de 160 a 175</p><p>cm, possuindo luz única e extremidade com peso de tungstênio.</p><p>Assinale:</p><p>a) se somente a afirmativa I estiver correta.</p><p>b) se somente a afirmativa II estiver correta.</p><p>c) se somente a afirmativa III estiver correta.</p><p>d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.</p><p>e) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.</p><p>48. (Câmara Municipal do Recife/FGV/2022) A respeito da sondagem gastrintestinal, analise as</p><p>afirmativas a seguir:</p><p>I - O teste do pH do líquido aspirado é a técnica mais apurada para confirmar o posicionamento de</p><p>uma sonda nasogástrica.</p><p>II - Antes da inserção da sonda, o enfermeiro deve avaliar entre outras coisas a integridade da</p><p>mucosa nasal e a capacidade de deglutição e regurgitação do paciente.</p><p>III - A medida NEX determina o comprimento da sonda a ser inserido no paciente e vai do lóbulo da</p><p>orelha ao apêndice xifoide.</p><p>Está correto somente o que se afirma em</p><p>a) I. c) III. e) II e III.</p><p>b) II. d) I e II.</p><p>49. (Câmara Municipal de Aracaju-SE/FGV/2021) O procedimento de sondagem oro/nasogástrica</p><p>e nasoentérica, seja qual for sua finalidade, requer cuidados de enfermagem de maior</p><p>complexidade técnica. Sobre esse procedimento, é correto afirmar que:</p><p>a) a inserção de sonda nasoentérica deve ser feita pelo enfermeiro ou pelo técnico de enfermagem</p><p>devidamente treinado.</p><p>b) após inserção da sonda nasogástrica, o enfermeiro deve solicitar exame radiológico para</p><p>confirmação da localização da sonda.</p><p>c) um dos cuidados de enfermagem ao paciente com sondagem nasoentérica é lavar a sonda com 5</p><p>ml SF 0,9% antes e após administração de dietas e medicações.</p><p>d) durante a passagem da sonda nasogástrica, o paciente deve ser mantido na posição de</p><p>Trendelenburg para facilitar a inserção.</p><p>e) a sonda nasoentérica (Dobbhoff) tem calibre fino, fio guia e uma ogiva distal de metal que</p><p>possibilita seu posicionamento na região pós-pilórica.</p><p>www.romulopassos.com.br 53</p><p>(Petrobras/CESPE/CEBRASPE/2024) Julgue o item subsequente, com referência a aspectos</p><p>práticos do trabalho em saúde e em enfermagem.</p><p>50. A manobra de introdução da sonda nasogástrica pode causar sufocamento, cianose, tosse ou</p><p>agitação; nesses casos, é recomendada sua suspensão temporária.</p><p>( ) CERTO ( ) ERRADO</p><p>www.romulopassos.com.br 54</p><p>51. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) A Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) pode ser</p><p>administrada por via periférica ou central conforme a osmolaridade da solução. A via periférica é</p><p>indicada para soluções com osmolaridade até</p><p>a) 500 mOsm/L.</p><p>b) 600 mOsm/L.</p><p>c) 700 mOsm/L.</p><p>d) 800 mOsm/L.</p><p>e) 900 mOsm/L.</p><p>52. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Considerando as disposições acerca dos cuidados na</p><p>administração de Nutrição Parenteral, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a</p><p>verdadeira e (F) para a falsa</p><p>(_) A ANVISA orienta que o equipo para administração de nutrição parenteral total deve ser isento</p><p>de dietilexilftalato (DEHP) e a via de administração deve ser exclusiva.</p><p>(_) Nutrição parenteral com mais de 10% de dextrose ou outros aditivos que resultem em</p><p>osmolaridade final acima de 900 mOsm/L, devem ser administradas por cateter venoso central.</p><p>(_) O enfermeiro deve garantir o registro claro e preciso de informações relacionadas à</p><p>administração e à evolução do paciente, quanto aos dados antropométricos, peso, sinais vitais,</p><p>balanço hídrico, glicemia e tolerância digestiva, entre outros.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - F.</p><p>b) F - F - F.</p><p>c) V - F - V.</p><p>d) F - V - F.</p><p>e) V - V - V.</p><p>53. (TCE-SE/FGV/2015) Ao realizar um cateterismo vesical de demora em um paciente adulto, o</p><p>enfermeiro inflou o balão que fica na extremidade da sonda com cerca de 20 ml de soro</p><p>fisiológico ou água destilada. Esse procedimento é realizado com o objetivo de:</p><p>a) ''ancorar'' a sonda na bexiga.</p><p>b) manter a pressão vesical constante.</p><p>c) evitar a proliferação de bactérias.</p><p>d) promover a lavagem vesical gradual.</p><p>e) facilitar a drenagem de urina.</p><p>54. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Ao realizar o balanço hídrico de um</p><p>paciente adulto, o técnico de enfermagem verificou que, nas últimas 24 horas, o paciente</p><p>eliminou cerca 95mL de urina. Nesse caso, o paciente apresenta</p><p>a) anúria.</p><p>b) oligúria.</p><p>c) disúria.</p><p>d) poliúria.</p><p>e) enurese.</p><p>www.romulopassos.com.br 55</p><p>55. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Na aspiração das vias áreas de um paciente adulto, a</p><p>medição da sonda orotraqueal deve ser</p><p>a) de 14 a 16 cm.</p><p>b) de 12 a 14 cm.</p><p>c) cerca de 10 a 12 cm.</p><p>d) da boca ao meio do esterno.</p><p>e) do lóbulo da orelha à ponta do nariz.</p><p>56. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Acerca das orientações relacionadas à</p><p>aspiração das vias aéreas de um paciente internado, avalie se as afirmativas a seguir são</p><p>verdadeiras (V) ou falsas (F).</p><p>(_) A aspiração orotraqueal é contraindicada em pacientes com traumatismo cranioencefálico.</p><p>(_) Em pacientes intubados que serão aspirados com a mesma sonda deve-se aspirar primeiro o</p><p>tubo endotraqueal, depois, a cavidade nasal, e, por último, a cavidade oral.</p><p>(_) A Cânula de Guedel facilita a aspiração orotraqueal de paciente inconsciente, tornando mais</p><p>fácil o acesso da sonda à traqueia.</p><p>As afirmativas</p><p>são, respectivamente,</p><p>a) F - F - V. c) F - V - V. e) F - V - F.</p><p>b) V - V - V. d) V - F - V.</p><p>57. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Acerca dos procedimentos de enfermagem, analise as</p><p>afirmativas a seguir.</p><p>I. O cateter nasal é considerado um sistema de baixo fluxo e, a máscara facial simples, um sistema</p><p>de médio e alto fluxo.</p><p>II. A ordem recomendada, na aspiração das vias aéreas, é tubo endotraqueal ou cânula de</p><p>traqueostomia, cavidade nasal e cavidade oral.</p><p>III. Na coleta de urina de 24 horas, o paciente deve ser orientado a desprezar a primeira urina do</p><p>dia e coletar todas as subsequentes, finalizando no dia seguinte no horário em que foi desprezada a</p><p>primeira urina.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>a) I, somente. d) I e II, somente.</p><p>b) II, somente. e) II e III, somente.</p><p>c) III, somente.</p><p>58. (Câmara Municipal de Aracaju/SE/FGV/2021) O técnico de enfermagem precisou fazer a</p><p>coleta de sangue de um paciente para realização de hemograma completo e a coleta de urina</p><p>para cultura.</p><p>Nesse caso, é necessário:</p><p>a) orientar jejum de 12 horas para os dois exames.</p><p>b) realizar a coleta da urina 2 horas após a coleta de sangue.</p><p>c) usar frasco com anticoagulante para o hemograma e coletor de urina estéril para a cultura.</p><p>d) orientar jejum de 10 horas para o hemograma e coleta mínima de 50 ml de urina para a cultura.</p><p>e) usar tubo com citrato de sódio para o hemograma e coletor de EAS para a cultura.</p><p>www.romulopassos.com.br 56</p><p>59. (FHEMIG/FGV/2023) Sobre a coleta de materiais para exame, segundo as orientações do</p><p>Ministério da Saúde, assinale a afirmativa correta.</p><p>a) A coleta de secreção uretral deve ser realizada de preferência pela manhã, após a primeira</p><p>micção.</p><p>b) Nos exames de coprocultura, se a amostra não for enviada ao laboratório em 1 (uma) hora, deve</p><p>ser conservada em geladeira a 4°C por, no máximo, 36 horas.</p><p>c) O paciente, para coleta da primeira amostra de escarro, deve estar em jejum mínimo de 6 (seis)</p><p>horas e não realizar higiene oral.</p><p>d) A coleta de urina para urocultura deve ser realizada durante 24 horas, desprezando somente o</p><p>primeiro jato e coletando o restante.</p><p>e) Para coleta de amostra da orofaringe, deve-se coletar swab na área posterior da faringe e</p><p>tonsilas, evitando tocar na língua.</p><p>ORDEM DE TUBOS PARA COLETA VENOSA</p><p>www.romulopassos.com.br 57</p><p>60. (TJ/DFT/FGV/2022) Durante a assistência a um paciente, foi necessário coletar sangue para a</p><p>realização de exames de hematologia clínica. Nesse caso, a coleta deve ser realizada em tubos:</p><p>a) sem aditivo.</p><p>b) com coagulante.</p><p>c) com citrato de sódio.</p><p>d) com fluoreto de sódio.</p><p>e) com EDTA.</p><p>61. (SEE-PE/FGV/2016) Em um procedimento de coleta de sangue é importante que o</p><p>profissional de enfermagem tenha conhecimento a respeito do frasco adequado para cada tipo</p><p>de exame. A esse respeito, relacione os frascos (cor da tampa) ao respectivo tipo de exame.</p><p>1. Amarela 2. Roxa 3. Cinza 4. Azul claro</p><p>(_) Hemograma</p><p>(_) Glicemia</p><p>(_) Teste de coagulação</p><p>(_) Sorologia e bioquímica</p><p>Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.</p><p>a) 2 - 3 - 4 - 1. d) 4 - 3 - 2 - 1.</p><p>b) 1 - 2 - 3 - 4. e) 3 - 1 - 4 - 2.</p><p>c) 2 - 4 - 1 - 3.</p><p>Coleta de Sangue Venoso Periférico</p><p>No adulto, o sangue é geralmente coletado de veias da fossa</p><p>antecubital (Figura ao lado) com agulha e seringa ou tubo a</p><p>vácuo. Dentre as veias da dobra do cotovelo, a veia cubital</p><p>mediana é a preferida, por ser mais grossa e fixada aos</p><p>tecidos subjacentes, mas a cefálica e a basílica são</p><p>igualmente satisfatórias; complicações são mais frequentes à</p><p>punção da veia basílica do que à das demais. Outras veias do</p><p>antebraço podem ser utilizadas, porém, são mais móveis e</p><p>mais difíceis de puncionar. Veias no dorso do pulso ou da</p><p>mão têm fluxo escasso, e a punção facilmente provoca</p><p>hematoma local; o mesmo ocorre na face anterior do pulso,</p><p>onde a punção, além disso, é mais dolorosa e há mais risco</p><p>de dano a estruturas vitais. Veias do pé não são pontos ideais</p><p>para a coleta de sangue, e raramente há necessidade de usá-</p><p>las.</p><p>Fonte: BAIN, J. B., 2016.</p><p>FIGURA: Face anterior do braço</p><p>esquerdo mostrando as veias mais</p><p>adequadas para a punção venosa.</p><p>www.romulopassos.com.br 58</p><p>62. (FHEMIG/FGV/2023) Durante a assistência a um paciente, foi necessário efetuar a coleta de</p><p>sangue para realização de alguns exames laboratoriais. Com base nas orientações acerca desse</p><p>procedimento, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) As veias basílica mediana e a cefálica são as mais utilizadas para a coleta de sangue, sendo que</p><p>a basílica mediana é a melhor opção, pois a cefálica é mais propensa à formação de hematomas.</p><p>(_) Na coleta múltipla com sistema a vácuo, os tubos contendo gel separador podem causar</p><p>interferência nos testes de coagulação e, por isso, os tubos sem aditivos devem ser usados antes</p><p>dos tubos destinados aos testes de coagulação.</p><p>(_) Nas coletas realizadas com seringa e agulha, para transferir o sangue para os tubos de coleta a</p><p>vácuo, deve-se puncionar a rolha e aplicar pressão no êmbolo até preencher um terço do tubo.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) F - V - F.</p><p>b) V - V - F.</p><p>c) F - F - F.</p><p>d) V - V - V.</p><p>e) F - V - V.</p><p>63. (ALETO/FGV/2024) Considerando as normas acerca da coleta de material para exame, analise</p><p>as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) Na coleta de sangue, os tubos sem aditivos devem ser usados antes dos tubos destinados aos</p><p>testes de coagulação.</p><p>(_) A coleta de secreção uretral deve ser realizada, de preferência pela manhã, antes da primeira</p><p>micção ou há pelo menos duas horas ou mais sem ter urinado.</p><p>(_) Se a amostra de coprocultura não for entregue no laboratório em uma hora, deve ser</p><p>conservada em geladeira a 8°C por no máximo 24 horas.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. d) F - V - V.</p><p>b) F - F - F. e) V - V - F.</p><p>c) V - F - V.</p><p>64. (SEAD-AP/FGV/2023) Acerca das orientações e do preparo referentes à fase pré-analítica dos</p><p>exames laboratoriais em pacientes adultos, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a</p><p>falsa.</p><p>(_) Um paciente que fez colonoscopia deve ser orientado a aguardar 10 dias para realizar a coleta</p><p>de PSA (Antígeno Prostático Específico) total ou livre.</p><p>(_) No exame para pesquisa de BAAR, recomenda-se que a amostra de escarro seja coletada,</p><p>preferencialmente, em jejum e que tenha um volume de 10 a 15mL.</p><p>(_) Para a realização dos exames laboratoriais de triglicerídeos, proteína C reativa - PCR, ferritina,</p><p>ureia, creatinina e tempo de atividade de protrombina - TAP, recomenda-se um jejum mínimo de 8</p><p>horas.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V, V e F. c) V, F e V. e) V, V e V.</p><p>b) F, F e F. d) F, V e F.</p><p>www.romulopassos.com.br 59</p><p>65. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Acerca da coleta de materiais para exame,</p><p>assinale a afirmativa correta.</p><p>a) A coleta de swab para o RT-PCR (COVID) deve ser realizada, preferencialmente, nos dois</p><p>primeiros dias de sintomas.</p><p>b) A coleta de sangue que utiliza vários tubos, é recomendado coletar primeiro o tubo com EDTA.</p><p>c) A coleta para urocultura deve ser feita pela manhã, após retenção vesical de 1 hora.</p><p>d) A coleta dos exames de colesterol e triglicerídeos deve ser feita após um jejum mínimo de 4</p><p>horas.</p><p>e) A amostra de sangue para glicose pós-prandial deve ser coletada 2 ou 3 após a alimentação.</p><p>o tórax em barril ocorre:</p><p>a) Quando existe um aumento no diâmetro ântero-posterior do tórax, em consequência da</p><p>hiperinsuflação dos pulmões.</p><p>b) Devido a uma elevação da escápula e a uma coluna vertebral em forma de S, limitando a</p><p>expansão pulmonar.</p><p>c) Como resultado do deslocamento do esterno e aumento do diâmetro ânteroposterior do tórax,</p><p>conhecido também como pectus carinatun.</p><p>d) Quando existe uma depressão na porção inferior do esterno, podendo comprimir o coração e os</p><p>grandes vasos.</p><p>e) Quando há uma diminuição do diâmetro ântero-posterior da caixa torácica, constituindose a</p><p>deformidade congênita mas frequente da parede torácica anterior.</p><p>15. (Prefeitura de Ibirapuitã-RS/FUNDATEC/2024) Durante uma consulta de enfermagem, o</p><p>enfermeiro realiza o exame físico do paciente, sendo a ausculta pulmonar uma de suas ações.</p><p>Assinale a alternativa que descreve corretamente a denominação dos sons pulmonares</p><p>anormais.</p><p>a) Murmúrios vesiculares típicos. d) Sopro adventício.</p><p>b) Ruídos adventícios. e) Murmúrios vesiculares audíveis.</p><p>c) Bulha vesicular.</p><p>16. (UFRJ/PR-4 UFRJ/2023) Sabe-se que a Semiologia trata da investigação e o estudo de sinais e</p><p>sintomas apresentados pelo paciente e a Semiotécnica envolve o estudo e o método das ações</p><p>que sucedem ao exame físico. Em relação aos sons respiratórios, é correto afirmar que:</p><p>a) sibilos são auscultados habitualmente na expiração.</p><p>b) atrito pleural apresenta ausculta de estalido fraco e agudo.</p><p>c) crepitações finas corresponde a som semelhante a assobio.</p><p>d) roncos são sons descontínuos de estalidos, semelhante de quando se esfregam fios de cabelo,</p><p>uns contra os outros.</p><p>e) crepitações grossas são sons contínuos e suaves.</p><p>17. (Prefeitura de Cuiabá-MT/FGV/2015) O enfermeiro, durante a ausculta de um paciente,</p><p>detectou sons de estalido descontínuos ouvidos à inspiração inicial, denominados estertores</p><p>rudes.</p><p>Esses sons estão normalmente associados a um quadro de</p><p>a) pneumonia.</p><p>b) doença pulmonar obstrutiva.</p><p>c) asma brônquica.</p><p>d) edema pulmonar.</p><p>e) derrame pleural.</p><p>www.romulopassos.com.br 9</p><p>18. (Câmara de Aracaju-SE/FGV/2021) Ao atender um paciente, o enfermeiro observou que ele</p><p>apresentava um aumento exagerado do diâmetro anteroposterior do tórax-tórax em tonel.</p><p>Esse é um sinal que pode estar presente em pacientes com:</p><p>a) derrame pleural;</p><p>b) aneurisma de aorta;</p><p>c) enfisema pulmonar;</p><p>d) hipertrofia do ventrículo direito;</p><p>e) lesão fibrótica do pulmão.</p><p>Taquipneia</p><p>a respiração é rápida e superficial. Está presente em casos de doenças pulmonares</p><p>restritivas, dor torácica, distúrbios do diafragma e alcalose metabólica, além de</p><p>aparecer em quadros de febre (BARROS, 2016). Maior que 20 respirações/minuto</p><p>(POTTER et al., 2018).</p><p>Bradipneia</p><p>a respiração é lenta e superficial. Ocorre fisiologicamente durante o sono, em atletas.</p><p>Pode ser secundária ao coma diabético e à depressão do centro respiratório, devido ao</p><p>aumento da pressão intracraniana e a intoxicações exógenas (BARROS, 2016). Menos</p><p>de 12 respirações/minuto (POTTER et al., 2018).</p><p>A</p><p>lt</p><p>e</p><p>ra</p><p>çõ</p><p>es</p><p>d</p><p>a</p><p>fr</p><p>eq</p><p>u</p><p>ên</p><p>ci</p><p>a</p><p>re</p><p>sp</p><p>ir</p><p>at</p><p>ó</p><p>ri</p><p>a</p><p>Alterações da frequência respiratória</p><p>Hiperventilação</p><p>frequência e profundidade de respirações aumenta. Algumas vezes, ocorre hipocarbia</p><p>(POTTER et al., 2018).</p><p>Hipoventilação</p><p>frequência respiratória é anormalmente baixa e profundidade de ventilação é</p><p>deprimida. Algumas vezes ocorre hipercarbia (POTTER et al., 2018).</p><p>www.romulopassos.com.br 10</p><p>Alterações da frequência respiratória</p><p>Taquipneia</p><p>Bradpneia</p><p>Apneia</p><p>Hiperpneia</p><p>Hiperventilação</p><p>Hipoventilação</p><p>Suspiro</p><p>Fisiológico</p><p>Inspiração Expiração</p><p>Cheyne-Stokes</p><p>Kussmaul</p><p>Biot</p><p>www.romulopassos.com.br 11</p><p>Platipneia</p><p>é a dificuldade de respirar que aparece quando o paciente passa da posição</p><p>deitada para sentado ou em pé.</p><p>Ortopneia</p><p>é a dificuldade de respirar quando se está deitado, sendo aliviada na posição</p><p>sentada ou em pé.</p><p>Trepopneia</p><p>é a dispneia que aparece em determinado decúbito lateral, como acontece nos</p><p>pacientes com derrame pleural. Nesses casos, o paciente se sente mais</p><p>confortável para respirar em decúbito lateral oposto.</p><p>O</p><p>u</p><p>tr</p><p>as</p><p>a</p><p>lt</p><p>e</p><p>ra</p><p>çõ</p><p>es</p><p>d</p><p>a</p><p>fr</p><p>e</p><p>q</p><p>u</p><p>ên</p><p>ci</p><p>a</p><p>re</p><p>sp</p><p>ir</p><p>at</p><p>ó</p><p>ri</p><p>a</p><p>Outras alterações da frequência respiratória</p><p>Dispneia</p><p>refere-se à sensação subjetiva de respiração difícil ou desconfortável relatada</p><p>pelo paciente ou percebida pelo profissional.</p><p>19. (ALETO/FGV/2024) Um paciente com hiperpneia apresenta uma respiração:</p><p>a) lenta e profunda.</p><p>b) rápida e profunda.</p><p>c) lenta e superficial.</p><p>d) rápida e superficial.</p><p>e) irregular e superficial.</p><p>20. (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) Paciente diabético, descompensado, com insuficiência renal</p><p>crônica, apresenta um padrão respiratório caracterizado por inspirações amplas e rápidas</p><p>seguidas por curto período de apneia, e expirações rápidas e ruidosas, seguidas por outro</p><p>período de apneia. Esse padrão de respiração está representado na figura a seguir.</p><p>Assinale a opção que indica sua denominação.</p><p>a) Respiração de Biot.</p><p>b) Respiração de Cantani.</p><p>c) Respiração de Kussmaul.</p><p>d) Respiração de Cheyne-Stokes.</p><p>e) Respiração dispneica suspirosa.</p><p>www.romulopassos.com.br 12</p><p>21. (TJ-BA/FGV/2015) A respiração caracterizada por amplas e rápidas inspirações interrompidas</p><p>por curtos períodos de apneia, que configura um padrão respiratório profundo e trabalhoso</p><p>associado à cetoacidose metabólica, é denominada:</p><p>a) Cheyne-Stokes.</p><p>b) ritmo de Biot.</p><p>c) Kussmaul.</p><p>d) cíclica.</p><p>e) periódica.</p><p>22. (TRT-MA/FGV/2022) Um paciente deu entrada na unidade de pronto atendimento</p><p>apresentando, entre outros sinais e sintomas, respiração caracterizada por inspirações profundas</p><p>seguidas de um período de apneia e uma expiração rápida e breve, acompanhado por outro</p><p>período de apneia. Essas são características de</p><p>a) taquipneia.</p><p>b) ritmo de Biot.</p><p>c) dispneia suspirosa.</p><p>d) ritmo de Kussmaul.</p><p>e) ritmo de Cheyne-Stokes.</p><p>23. (Prefeitura de Itiquira-MT/IV-UFG/2022) Os sinais vitais são quantificados mediante</p><p>avaliações numéricas e comparados a parâmetros tidos como normais, que podem variar de</p><p>acordo com a idade, peso, sexo e saúde do paciente. A frequência respiratória é o número de</p><p>respirações que uma pessoa realiza por minuto. Entre as alterações dos ritmos respiratórios</p><p>encontra-se aquela que se caracteriza por inspirações ruidosas seguida de apneia em inspiração,</p><p>expiração ruidosa e apneia em expiração. Essa alteração é conhecida por</p><p>a) Cheyne-Stokes. c) Biot.</p><p>b) Kussmaul. d) Ortopneia.</p><p>24. (Prefeitura de Itiquira-MT/IV-UFG/2022) Paciente apresenta um padrão respiratório cíclico,</p><p>em que a frequência e a profundidade da respiração aumentam e em seguida diminuem até que</p><p>ocorra um período de apneia, como representado na figura abaixo</p><p>Esse padrão respiratório corresponde a</p><p>a) hiperpneia.</p><p>b) taquipneia.</p><p>c) respiração de Biot.</p><p>d) respiração de Kussmaul.</p><p>e) respiração de Cheyne-Stokes.</p><p>www.romulopassos.com.br 13</p><p>25. (Prefeitura de Caconde-SP/AVANÇA SP/2024) Um paciente com cetoacidose diabética, que</p><p>está internado na Unidade de Terapia Intensiva, apresenta inspirações rápidas e amplas, seguidas</p><p>por inspirações rápidas com pouca amplitude e curtos períodos de apneia durante a inspiração,</p><p>além de expirações profundas e ruidosas e períodos de apneia expiratória. A figura a seguir</p><p>mostra alteração na frequência e no ritmo respiratório:</p><p>Fonte: adaptada de Barros, et al., 2016.</p><p>Diante do que apresentado, assinale a alternativa que se refere à alteração da respiração</p><p>apresentada por este paciente:</p><p>a) Taquipneia.</p><p>b) Bradpneia.</p><p>c) Hiperpneia.</p><p>d) Respiração de Kussmaul.</p><p>e) Respiração de Cheyne-stokes.</p><p>26. (TCE-SE/FGV/2015) Durante a avaliação de um paciente em estado crítico, vítima de AVC, o</p><p>enfermeiro observou a ocorrência de respiração de Biot (atáxica). Isso significa que o paciente</p><p>apresentava:</p><p>a) oscilações entre respirações superficiais e profundas, seguidas de apneia, que não deve</p><p>ultrapassar 20 segundos.</p><p>b) inspiração profunda e ampla seguida de pausas e expirações curtas</p><p>c) períodos irregulares de apneia e repentinas respirações rápidas.</p><p>d) oscilações entre respirações</p><p>superficiais e profundas com frequência diminuída.</p><p>e) respiração profunda com frequência normal ou aumentada sem períodos de apneia.</p><p>27. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) A ortopneia é caracterizada pela dificuldade</p><p>de respirar quando se está</p><p>a) em pé.</p><p>b) sentado.</p><p>c) deitado.</p><p>d) decúbito lateral direito.</p><p>e) decúbito lateral esquerdo.</p><p>28. (SEA-SC/IBADE/2022) O enfermeiro vai avaliar o ritmo respiratório de um paciente. O mesmo</p><p>apresenta respiração ataxica, irregular, com incursões respiratórias que podem ser lentas e</p><p>rápidas, algumas vezes superficiais ou profundas. No exame físico, o enfermeiro conclui que se</p><p>trata de:</p><p>a) respiração de kussmaul. d) apneia.</p><p>b) taquipneia. e) respiração de Cheyne-Stokes.</p><p>c) respiração de Biot.</p><p>www.romulopassos.com.br 14</p><p>Fonte: Barros (2022) e Hinkle, Cheever e</p><p>Overbaugh (2023).</p><p>Área aórtica</p><p>2º espaço intercostal</p><p>à direita do esterno;</p><p>ÁREA PULMONAR</p><p>2º espaço intercostal</p><p>à esquerda do esterno;</p><p>ÁREA TRICÚSPIDE</p><p>4º e 5º espaços intercostais</p><p>à esquerda do esterno;</p><p>ÁREA MITRAL OU APICAL</p><p>5º espaço intercostal esquerdo</p><p>na linha hemiclavicular;</p><p>*Os quatro focos de ausculta cardíaca tradicionais não correspondem às localizações anatômicas reais das valvas, mas são</p><p>os locais na parede do tórax em que os sons produzidos pelas valvas são mais bem percebidos (Jarvis; Eckhardt, 2020).</p><p>Portanto, existem algumas variações dos pontos de referência das áreas de ausculta na literatura.</p><p>ÁREA AÓRTICA ACESSÓRIA (Ponto de Erb)</p><p>3º espaço intercostal</p><p>à esquerda do esterno.</p><p>Fonte: Barros (2022) e Hinkle, Cheever e Overbaugh (2023).</p><p>ÁREA AÓRTICA</p><p>ÁREA PULMONAR</p><p>ÁREA TRICÚSPIDE</p><p>ÁREA MITRAL OU APICAL</p><p>ÁREA AÓRTICA ACESSÓRIA (Ponto de Erb)</p><p>www.romulopassos.com.br 15</p><p>29. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Assinale a opção que corresponde à correta localização</p><p>das áreas precordiais a serem examinadas em uma avaliação da função cardíaca.</p><p>a) Área aórtica - segundo espaço intercostal à direita do esterno.</p><p>b) Área epigástrica - terceiro espaço intercostal à esquerda do esterno.</p><p>c) Área pulmonar - quarto e quinto espaços intercostais à esquerda do esterno.</p><p>d) Área ventricular direita ou tricúspide - segundo espaço intercostal à esquerda do esterno.</p><p>e) Área ventricular esquerda ou apical - terceiro espaço intercostal à direita do esterno.</p><p>30. (ALEMA/FGV/2023) O foco de ausculta cardíaca situado no 2º espaço intercostal esquerdo,</p><p>junto ao esterno, no qual é possível avaliar os desdobramentos da 2ª bulha cardíaca, é</p><p>denominado foco</p><p>a) mitral.</p><p>b) aórtico.</p><p>c) pulmonar.</p><p>d) tricúspide.</p><p>e) aórtico acessório.</p><p>31. (TJ-RO /FGV/2021) Na ausculta cardíaca, o foco aórtico acessório localiza-se no(a):</p><p>a) 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno;</p><p>b) 2º espaço intercostal esquerdo, junto ao esterno;</p><p>c) base do apêndice xifoide, ligeiramente para a esquerda;</p><p>d) 3º espaço intercostal, linha paraesternal esquerda;</p><p>e) 5º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular.</p><p>32. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Acerca da ausculta e palpação cardíaca, analise as</p><p>afirmativas a seguir:</p><p>I. Na dilatação do ventrículo esquerdo, o ictus cordis apresenta-se desviado para baixo e para</p><p>esquerda, com maior amplitude (propulsivo, deslocando a polpa digital) e maior extensão.</p><p>II. Estalidos e cliques são sons dissonantes e ásperos, audíveis na sístole e na diástole, causados</p><p>pela abrasão das superfícies pericárdicas durante o ciclo cardíaco.</p><p>III. Os sopros sistólicos começam com a primeira bulha, ou logo depois dela, e terminam com a</p><p>segunda bulha, ou logo antes dela.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>a) I, apenas.</p><p>c) III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>b) II, apenas.</p><p>d) I e III, apenas.</p><p>www.romulopassos.com.br 16</p><p>33. (Prefeitura de Balneário Camboriú-SC/FEPESE/2023) Acerca da realização do exame físico</p><p>cardíaco, é correto afirmar:</p><p>a) O local para ausculta do foco mitral, é no quinto espaço intercostal direito.</p><p>b) O local para ausculta do foco aórtico, é no segundo espaço intercostal esquerdo.</p><p>c) O local para ausculta do foco pulmonar, é no segundo espaço intercostal direito.</p><p>d) O local para ausculta do foco aórtico, é no segundo espaço intercostal direito.</p><p>e) O local para ausculta do foco tricuspede, é no quintal espaço intercostal, na linha hemiclavicular</p><p>esquerda.</p><p>B1 - Primeira bulha cardíaca</p><p>Obs.: B1 - pode apresentar o som mais suave durante a inspiração (CURADO, 2017).</p><p>34. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Durante a ausculta cardíaca de um paciente, o</p><p>enfermeiro ouviu o som correspondente à primeira bulha cardíaca. Assinale a opção que</p><p>apresenta as especificidades desse som.</p><p>a) É mais audível no foco tricúspide com o paciente em decúbito lateral esquerdo e pode ser</p><p>representada por ''TU''.</p><p>b) É um ruído protodiastólico de baixa frequência que se origina da vibração da parede ventricular</p><p>distendida pela corrente sanguínea que penetra na cavidade durante o enchimento ventricular</p><p>rápido.</p><p>c) É um ruído débil que ocorre no fim da diástole ou pré-sístole e pode ser ouvida mais raramente</p><p>em crianças e adultos jovens normais.</p><p>d) É constituído por 4 grupos de vibrações, porém só são audíveis as originadas pelo fechamento</p><p>das valvas aórtica e pulmonar.</p><p>e) É um som mais grave, audível no ápice do coração, correspondendo ao fechamento das valvas</p><p>mitral e tricúspide e marca o início da sístole.</p><p>www.romulopassos.com.br 17</p><p>35. (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) Na ausculta cardíaca, a primeira bulha (B1) tem mais intensidade</p><p>e é melhor audível no foco</p><p>a) mitral.</p><p>b) aórtico.</p><p>c) cervical.</p><p>d) pulmonar.</p><p>e) tricúspide.</p><p>36. (FAMEMA/FGV/2021) Na ausculta cardíaca, a primeira bulha (B1) é facilmente perceptível e</p><p>audível na área mitral.</p><p>Essa área situa-se</p><p>a) acima e ao longo da aorta.</p><p>b) sobre o ápice do ventrículo direito.</p><p>c) ao longo da artéria pulmonar.</p><p>d) sobre o ápice do ventrículo esquerdo.</p><p>B2 - Segunda bulha cardíaca</p><p>Obs.: B2: Bulha com som mais claro e distinto, mais alta nos focos aórtico e pulmonar (CURADO, 2017).</p><p>37. (SEAD-AP/FGV/2023) Na ausculta cardíaca, a bulha que representa o fechamento das valvas</p><p>aórtica e pulmonar e tem o timbre mais agudo é denominada:</p><p>a) primeira bulha - B1.</p><p>b) segunda bulha - B2.</p><p>c) terceira bulha - B3.</p><p>d) quarta bulha - B4.</p><p>e) quinta bulha - B5.</p><p>www.romulopassos.com.br 18</p><p>38. (TJ-BA/FGV/2015) O exame físico do coração inclui inspeção, palpação e ausculta e pode</p><p>fornecer achados importantes. A respeito desse procedimento, analise as afirmativas a seguir,</p><p>considerando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):</p><p>(_) As pulsações epigástricas intensas podem ser observadas em condições cardiológicas normais e</p><p>dependem das pulsações na croça da aorta.</p><p>(_) A pulsação carotídea normal é facilmente palpável, não é eliminada por compressão e nem</p><p>afetada pelos movimentos respiratórios.</p><p>(_) A retração inspiratória do terço inferior da região esternal e do apêndice xifóide é um indicativo</p><p>de pericardite crônica adesiva (sinal de Wenckbach).</p><p>A sequência correta é:</p><p>a) V - F - F. c) V - V - F. e) V - F - V.</p><p>b) F - V - V. d) F - F - V.</p><p>Ruídos cardíacos anormais</p><p>B3 - Terceira bulha cardíaca</p><p>www.romulopassos.com.br 19</p><p>B4 - Quarta bulha cardíaca</p><p>B4 ("tum") ocorre tardiamente na diástole;</p><p>B4 é auscultada logo antes da B1;</p><p>essa resistência ao fluxo de sangue ocorre em virtude da hipertrofia ventricular;</p><p>causada por hipertensão arterial, DAC, miocardiopatias, estenose aórtica, entre outras</p><p>condições;</p><p>"tum-tum-tá" é o mnemônico usado para imitar esse ruído de galope;</p><p>B4, produzida no ventrículo esquerdo, é auscultada com a campânula do estetoscópio sobre a</p><p>área apical com o cliente em decúbito lateral esquerdo;</p><p>B4, do lado direito → menos comum → mais bem auscultada no foco tricúspide com o cliente</p><p>em decúbito dorsal.</p><p>39. (SEA-SC/IBADE/2022) Durante o exame físico o enfermeiro identificou na ausculta cardíaca</p><p>presença de terceira bulha e turgência de jugular. Esses achados são sugestivos de:</p><p>a) tamponamento cardíaco.</p><p>b) insuficiência cardíaca.</p><p>c) estenose aórtica.</p><p>d) insuficiência cardíaca auscultada no foco tricúspide.</p><p>e) estenose pulmonar.</p><p>40. (TJ-PI/FGV/2015) Ao realizar</p><p>o exame da parede torácica de um paciente, o enfermeiro</p><p>identificou retração inspiratória do terço inferior da região esternal e do apêndice xifoide. Esse</p><p>achado é indicativo de:</p><p>a) hipertrofia do ventrículo direito.</p><p>b) pleuripericardite adesiva posterior (sinal de Broadbent).</p><p>c) aneurisma da croça da aorta.</p><p>d) pericardite crônica adesiva (sinal de wenckebach).</p><p>e) aneurisma da aorta torácica.</p><p>www.romulopassos.com.br 20</p><p>Abdome</p><p>A ordem do exame do abdome difere levemente dos demais (inspeção → ausculta → percussão →</p><p>palpação). Inicia-se pela inspeção seguida da ausculta, pois a palpação pode alterar a frequência e</p><p>as características dos sons intestinais (POTTER et al., 2018). O abdome deve ser dividido em 4</p><p>quadrantes ou 9 regiões:</p><p>41. (TJ-SC/FGV/2018) Durante um exame de palpação abdominal, o paciente se queixou de dor</p><p>na região representada, na figura abaixo, pelo número 3. Essa área corresponde à seguinte</p><p>região:</p><p>Essa área corresponde a seguinte região:</p><p>a) hipocôndrio esquerdo. d) flanco esquerdo.</p><p>b) epigástrica esquerda. e) hipogástrica esquerda.</p><p>c) fossa ilíaca esquerda.</p><p>www.romulopassos.com.br 21</p><p>Palpação</p><p>42. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Durante o exame abdominal de um paciente, o</p><p>enfermeiro realizou a ausculta antes da palpação e da percussão.</p><p>A respeito dessa conduta, é correto afirmar que:</p><p>a) está incorreta, pois a palpação deve sempre preceder a ausculta.</p><p>b) é a conduta recomendada, pois manobras nessa região podem alterar os ruídos intestinais.</p><p>c) está incorreta, pois a percussão deve sempre preceder a ausculta.</p><p>d) está parcialmente correta, pois a ausculta deve preceder a palpação, mas nunca a percussão.</p><p>e) é contraindicada no exame físico do abdome, pois pode mascarar os resultados.</p><p>43. (Prefeitura de Pindamonhangaba-SP/VUNESP/2023) Na avaliação de uma senhora que segue</p><p>internada em uma enfermaria para controle da hipertensão arterial, a paciente menciona dor abdominal.</p><p>Ao conduzir o exame físico do abdome, deve-se seguir uma ordem correta:</p><p>a) coleta de dados, diagnóstico, implementação e avaliação.</p><p>b) palpação, percussão, ausculta e inspeção.</p><p>c) percussão, verificação de sinais específicos, diagnóstico e ausculta.</p><p>d) inspeção, ausculta, percussão e palpação.</p><p>e) inspeção estática, inspeção dinâmica, aferição de temperatura e palpação.</p><p>44. (Prefeitura de Acaiaca-MG/FUNDEP/2023) Leia o texto a seguir.</p><p>O exame físico deve ser realizado na primeira fase do processo de Enfermagem e consiste nas etapas de</p><p>inspeção, palpação, percussão e ausculta, além da utilização de alguns instrumentos e aparelhos. Para</p><p>realização de cada etapa, o examinador utiliza os sentidos, sobretudo a visão, o tato e a audição. Na</p><p>____________, é realizado o golpeamento com um dedo à borda ungueal ou à superfície dorsal da</p><p>segunda falange do dedo médio ou indicador da outra mão, que se encontra espalmada e apoiada na</p><p>região de interesse. O som encontrado em regiões que contenham órgãos parenquimatosos como o</p><p>fígado é chamado ______________.</p><p>Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto anterior.</p><p>a) percussão dígito-digital; maciço c) palpação; submaciço</p><p>b) percussão direta; maciço d) palpação; ruído adventício</p><p>www.romulopassos.com.br 22</p><p>Ex</p><p>am</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>a</p><p>b</p><p>d</p><p>o</p><p>m</p><p>e:</p><p>s</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>d</p><p>ig</p><p>es</p><p>tó</p><p>ri</p><p>o</p><p>Perfuração de víscera oca (Sinal de Jobert)</p><p>Colecistite aguda (Sinal de Murphy)</p><p>Presença de timpanismo durante a percussão do hipocôndrio direito</p><p>Indica o acúmulo de gás abaixo no abdome</p><p>Dor provocada pela palpação do hipocôndrio direito ao fazer uma inspiração profunda</p><p>Essa manobra desperta uma dor inesperada e causa a interrupção súbita da inspiração</p><p>Apendicite</p><p>Sensação dolorosa sentida no quadrante inferior direito após a palpação do</p><p>quadrante inferior esquerdo</p><p>Essa dor pode ser observada no ponto de McBurney, que se encontra entre o</p><p>umbigo e a crista ilíaca anterossuperior</p><p>Sinal de</p><p>Rovsing</p><p>Retirando-se bruscamente a mão (descompressão),</p><p>o paciente experimenta dor aguda e intensa no local do exame</p><p>Compressão lenta e gradual do abdome durante a palpação no</p><p>ponto de McBurney</p><p>Presença de dor ao comprimir o ceco contra a parede posterior do abdome</p><p>(palpação profunda no ponto de MacBurney) enquanto se eleva o membro inferior</p><p>direito esticado</p><p>Sinal de</p><p>Lapinsky</p><p>Sinal de</p><p>Blumberg</p><p>Ex</p><p>am</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>a</p><p>b</p><p>d</p><p>o</p><p>m</p><p>e:</p><p>s</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>d</p><p>ig</p><p>es</p><p>tó</p><p>ri</p><p>o</p><p>Abcesso inflamatório hepático</p><p>Hemorragia retroperitoneal</p><p>Presença de dor intensa durante percussão na região da</p><p>loja hepática, da linha mediana até a linha axilar anterior</p><p>Presença de equimose periumbilical</p><p>Provocada por pancreatite aguda ou ruptura de gravidez ectópica</p><p>Pancreatite necro-hemorrágica</p><p>Sinal de</p><p>Torres-Homem</p><p>Presença de equimose dos flancos</p><p>Indica grave comprometimento do pâncreas</p><p>Câncer da cabeça do pâncreas</p><p>Presença de vesícula biliar palpável e indolor em paciente com icterícia</p><p>Resultante da obstrução prolongada do colédoco terminal</p><p>Fecaloma (Sinal de Gersuny)</p><p>Presença de ligeira crepitação após a palpação da massa intra-abdominal na topografia da sigmoide</p><p>Essa crepitação é causada pelo ar interposto entre a parede intestinal e o fecaloma</p><p>Sinal de Cullen</p><p>Sinal de</p><p>Gray-Turner</p><p>Sinal ou lei</p><p>de Courvoisier</p><p>Exame do abdome: sistema renal</p><p>Sensação dolorosa causada por percussão do ângulo costovertebral</p><p>Indicativo de processos inflamatórios agudos renais ou perirrenais</p><p>Sinal de</p><p>Giordano</p><p>www.romulopassos.com.br 23</p><p>Fonte: Barros (2022), Hinkle, Cheever e</p><p>Overbaugh (2023) e Porto e Porto (2022; 2024).</p><p>45. (SES-MT/FGV/2024) No atendimento a um paciente com dor abdominal sugestiva de irritação</p><p>peritoneal, o enfermeiro realizou a avaliação da região abdominal e a pesquisa de sinais de</p><p>descompressão brusca dolorosa. Nesse sentido, existem alguns sinais semiológicos que podem</p><p>indicar a presença de abdome agudo.</p><p>Acerca desses sinais, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a</p><p>falsa.</p><p>(_) O sinal de Blumberg é caracterizado pela dor intensa no quadrante inferior direito, mais</p><p>especificamente na fossa ilíaca direita, durante a palpação profunda e contínua do quadrante inferior</p><p>esquerdo.</p><p>(_) O sinal do Obturador é realizado com a flexão e a rotação externa da coxa direita, e sugere</p><p>apendicite aguda quando o movimento gera dor na região hipogástrica.</p><p>(_) O sinal de McBurney é positivo quando o paciente, ao ter o hipocôndrio direito palpado,</p><p>interrompe sua respiração devido à dor intensa e profunda.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. b) F - V - F. c) V - F - V. d) F - F - F.</p><p>46. (TJ-PI/FGV/2015) Ao examinar um paciente internado com quadro de dor abdominal aguda, o</p><p>enfermeiro realizou uma compressão no ponto de McBurney seguida de uma descompressão</p><p>súbita. Durante esse procedimento o paciente referiu piora acentuada da dor (sinal de Blumberg).</p><p>A presença do sinal de Blumberg indica um quadro de:</p><p>a) inflamação peritoneal.</p><p>b) diverticulite.</p><p>c) cirrose.</p><p>d) endometriose.</p><p>e) íleo paralítico.</p><p>www.romulopassos.com.br 24</p><p>47. (Senado Federal/FGV/2022) Durante a percussão da região hepática de um paciente adulto,</p><p>foram produzidos sons timpânicos ao invés de maciços, indicando ar livre na cavidade abdominal</p><p>por perfuração de víscera oca. Esse achado é denominado sinal de:</p><p>a) Kehr.</p><p>b) Jobert.</p><p>c) Murphy.</p><p>d) Laffont.</p><p>e) Dunphy.</p><p>48. (TJ-RO/FGV/2021) A respeito do exame físico, é correto afirmar que:</p><p>a) o sinal de Blumberg é positivo quando o paciente apresenta dor no flanco inferior direito ao</p><p>comprimir-se o flanco inferior esquerdo.</p><p>b) o sopro diastólico com estalido é melhor audível com o paciente na posição supina com leve</p><p>inclinação para a direita.</p><p>c) a ausculta abdominal deve ser realizada logo após a percussão, para que as manobras de</p><p>inspeção e palpação não influenciem no peristaltismo.</p><p>d) o sinal de Giordano, utilizado na pesquisa de pielonefrite ou litíase renal, é detectado pela dor à</p><p>percussão costovertebral.</p><p>e) os ruídos respiratórios broncovesiculares são sons respiratórios anormais e descontínuos,</p><p>mais</p><p>intensos na inspiração.</p><p>49. (SEAD-AP/FGV/2023) Ao realizar o exame físico abdominal de um paciente, o Enfermeiro</p><p>identificou sinal de Torres-Homem positivo. Esse sinal é obtido quando:</p><p>a) há dor intensa durante percussão na região da loja hepática, da linha mediana até a linha axilar</p><p>anterior.</p><p>b) ao comprimir-se o abdômen na fossa ilíaca direita, a descompressão brusca desperta uma dor</p><p>aguda.</p><p>c) o paciente suspende a inspiração por dor à compressão do rebordo costal direito (local onde se</p><p>encontra a vesícula biliar).</p><p>d) há dor aguda, em pontada, durante a percussão com a mão em forma de punho no dorso do</p><p>paciente no nível da 11º e 12º costela, com uma mão realizando o amortecimento.</p><p>e) há dor no quadrante inferior direito ao realizar a palpação do quadrante inferior esquerdo do</p><p>abdômen.</p><p>50. (ALEMA/FGV/2023) Um paciente adulto, com dores abdominais e náuseas, apresentou</p><p>durante o exame físico equimose periumbilical.</p><p>Esse achado indica hemorragia retroperitoneal e é denominado sinal de</p><p>a) Cullen.</p><p>b) Murphy.</p><p>c) Blumberg.</p><p>d) Rovsing.</p><p>e) Gray Turner.</p><p>www.romulopassos.com.br 25</p><p>51. (SEMSA/FGV/2022) Paciente adulto, sexo masculino, refere dor abdominal aguda, perda de</p><p>apetite e náusea. Ao exame físico foi observada equimose nos flancos (sinal de e Grey-Turner).</p><p>Esses sinais e sintomas são característicos de</p><p>a) apendicite aguda.</p><p>b) úlcera péptica.</p><p>c) pancreatite aguda.</p><p>d) pneumoperitoneo.</p><p>e) pielonefrite aguda.</p><p>52. (TJ-AM/FGV/2013) O exame físico de um paciente com distúrbios cardiovasculares inclui</p><p>entre outras coisas, a inspeção da aparência geral, monitoramento da PA e do pulso, ausculta do</p><p>coração, do pulmão e palpação do abdome. Na palpação abdominal, o refluxo hepatojugular é</p><p>um achado importante e pode ser demonstrado</p><p>a) pressionando-se firmemente o quadrante superior direito do abdome por 30 a 60 segundos,</p><p>ocasionando um aumento de 1 cm ou mais na pressão venosa jugular</p><p>b) pressionando-se firmemente o quadrante inferior direito do abdome por 30 a 60 segundos,</p><p>ocasionando um aumento de 1 cm ou mais na pressão venosa jugular.</p><p>c) pressionando-se firmemente o quadrante superior esquerdo do abdome por 30 a 60 segundos,</p><p>ocasionando um aumento de 1 cm ou mais na pressão venosa jugular.</p><p>d) pressionando-se firmemente o quadrante inferior esquerdo do abdome por 30 a 60 segundos,</p><p>ocasionando um aumento de 1 cm ou mais na pressão venosa jugular.</p><p>e) pressionando-se firmemente a região mesogástrica por 30 a 60 segundos, ocasionando um</p><p>aumento de 1 cm ou mais na pressão venosa jugular.</p><p>53. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Durante o exame físico abdominal, o paciente referiu</p><p>dor em fossa ilíaca direita (FID) ao ser realizada a palpação profunda no ponto de MacBurney</p><p>com o membro inferior direito estendido e elevado.</p><p>Essa manifestação é denominada sinal de</p><p>a) Murphy.</p><p>b) Lapinsky.</p><p>c) Rovsing.</p><p>d) Lenander.</p><p>e) Blumberg.</p><p>54. (Prefeitura de Passo Fundo-RS/FUNDATEC/2024) O exame físico do abdome é complexo</p><p>devido ao número de órgãos localizados dentro da cavidade abdominal, mas alguns sinais</p><p>identificados ao exame físico podem auxiliar na avaliação. Sendo assim, o sinal caracterizado por</p><p>dor na fossa ilíaca direita após compressão profunda do quadrante inferior esquerdo é conhecido</p><p>como sinal de:</p><p>a) Rovsing. c) Murphy. e) Giordano.</p><p>b) Blumberg. d) Obturador.</p><p>www.romulopassos.com.br 26</p><p>Sinais semiológicos no exame físico</p><p>Ex</p><p>am</p><p>e</p><p>n</p><p>eu</p><p>ro</p><p>ló</p><p>gi</p><p>co</p><p>Tetania</p><p>Sinal de</p><p>Chvostek</p><p>Sinal de</p><p>Trousseau</p><p>Espasmo ou contratura da boca, do nariz e do olho em virtude</p><p>da percussão aguda sobre o nervo facial em frente à orelha</p><p>Espasmo carpopedal induzido pela oclusão do fluxo</p><p>sanguíneo para o braço durante 3 min com o esfigmomanômetro</p><p>Irritação meníngea</p><p>Sinal de</p><p>Kernig</p><p>Dor ao longo do trajeto do nervo isquiático e tentativa de impedir</p><p>o movimento de extensão da perna sobre a coxa após flexão da coxa</p><p>sobre a pelve (em ângulo reto com o paciente em decúbito dorsal)</p><p>Sinal de</p><p>Brudzinski</p><p>Flexão involuntária das pernas e das coxas e expressão</p><p>fisionômica de dor em decorrência da flexão da nuca</p><p>Avaliação do equilíbrio</p><p>Desequilíbrio e forte tendência à queda quando o paciente fecha os olhos</p><p>Indica alterações neurológicas</p><p>Sinal de</p><p>Romberg</p><p>Sinal de</p><p>Lewinson</p><p>Este é um sinal meningorradicular. Avalia se o paciente toca o tórax com</p><p>o mento sem abrir a boca. Se não conseguir tocar o tórax por dor e</p><p>precisar abrir a boca para isto, a prova é considerada positiva.</p><p>55. (TCE-TO/FGV/2022) Paciente de 15 anos deu entrada na unidade de saúde apresentando</p><p>febre, cefaleia intensa, vômito em jato, rigidez da nuca e manchas vermelhas pelo corpo.</p><p>Durante o exame físico, ele apresentou sinal de Brudzinski positivo. Isso significa:</p><p>a) dor ao elevar membro inferior em extensão fletindo-o sobre a bacia;</p><p>b) queda do quadril para o lado da perna levantada quando o paciente está de pé sustentado por</p><p>somente uma perna;</p><p>c) dor lombar que irradia para o lado esquerdo ao elevar o membro inferior direito;</p><p>d) flexão involuntária da perna sobre a coxa e dessa sobre a bacia, ao se tentar fletir a cabeça do</p><p>paciente;</p><p>e) flexão da articulação do joelho, quando a coxa é colocada em certo grau de flexão, relativamente</p><p>ao tronco.</p><p>www.romulopassos.com.br 27</p><p>Avaliação pupilar</p><p>Fonte: Adaptado de UFPE, 2016.</p><p>56. (ALETO/FGV/2024) Durante a avaliação de um paciente, foi identificada anisocoria. Essa</p><p>alteração pupilar é caracterizada por</p><p>a) pupilas com forma anormal.</p><p>b) pupilas com tamanhos diferentes.</p><p>c) diminuição do tamanho pupilar abaixo de 2mm.</p><p>d) dilatação da pupila com reflexo fotomotor negativo.</p><p>e) dilatação da pupila com reflexo fotomotor positivo.</p><p>57. (EBSERH/IBFC/2023) Quando as pupilas apresentam tamanhos semelhantes são chamadas de:</p><p>a) pupilas mióticas</p><p>b) pupilas midriáticas</p><p>c) pupilas anisocóricas</p><p>d) pupilas isocóricas</p><p>e) pupilas reagentes</p><p>58. (TJ-BA/FGV/2015) Um paciente foi internado com quadro de febre, vômito, cefaleia intensa e</p><p>fotossensibilidade. Durante o exame físico o enfermeiro realizou, entre outras coisas, a prova de</p><p>Lewinson. Esse teste é realizado para avaliar:</p><p>a) problemas na marcha.</p><p>b) nível de consciência.</p><p>c) tônus muscular.</p><p>d) rigidez de nuca.</p><p>e) coordenação motora.</p><p>www.romulopassos.com.br 28</p><p>59. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Assinale a opção que corresponde a um</p><p>sinal semiológico que possui várias funcionalidades, podendo ser avaliado em casos</p><p>de suspeitas de irritação meníngea, radiculopatias e hemorragias subaracnóideas.</p><p>a) Kernig.</p><p>b) Murphy.</p><p>c) Romberg.</p><p>d) Blumberg.</p><p>e) Grey-Turner.</p><p>60. (ALETO/FGV/2024) Uma criança com paralisia cerebral apresentou marcha atáxica. Nesse tipo</p><p>de marcha o paciente</p><p>a) Acentua a lordose lombar e inclina o tronco ora para a direita, ora para a esquerda.</p><p>b) Levanta acentuadamente o membro inferior para evitar tropeçar, lembrando o passo do ganso.</p><p>c) Apresenta perda de equilíbrio e de coordenação com tendência a ampliação da base de</p><p>sustentação.</p><p>d) Apresenta um padrão de circundução do membro inferior plégico para fora e para frente.</p><p>e) Apresenta movimentos irregulares, espasmódicos e involuntários em todas as extremidades.</p><p>61. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Durante a avaliação de um paciente, o enfermeiro</p><p>identificou afasia de condução. Esse tipo de afasia é caracterizado pela(o):</p><p>a) repetição de vocábulos (parafasia), acompanhada de dificuldade na escrita.</p><p>b) dificuldade leve ou extrema de compreensão da linguagem e conhecida como afasia de</p><p>Wernicke.</p><p>c) incapacidade de nomear objetos, ainda que o conhecimento de sua utilidade seja preservado.</p><p>d) dificuldade de se expressar pela fala ou pela escrita e classicamente conhecida como afasia de</p><p>broca.</p><p>e) comprometimento da compreensão e expressão da linguagem.</p><p>62. (SES-MT/FGV/2024) Durante o exame físico de um paciente foi evidenciado sinal de Godet</p><p>(cacifo) positivo no membro inferior direito. Isso significa:</p><p>a) Depressão anormal da pele que se forma após a compressão do local.</p><p>b) Dormência na região da panturrilha após elevação do membro.</p><p>c) Diminuição do tempo de enchimento capilar após elevação</p><p>do membro.</p><p>d) Desconforto na panturrilha ao realizar a dorso-flexão do pé.</p><p>A parte 2, com os comentários das demais questões,</p><p>está disponível na Mentoria FGV, para os nossos</p><p>alunos matriculados no Curso Completo.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>http://www.romulopassos.com.br/</p><p>www.romulopassos.com.br 29</p><p>Fundamentos Gerais</p><p>de Enfermagem/FGV</p><p>PROFESSOR IVO SALES</p><p>Vejamos, no esquema a seguir, os tipos de febre segundo Potter et al., 2018:</p><p>*O conceito de febre reincidente foi detalhado para que você compreenda que esse tipo de febre</p><p>também é conhecida como recidivante, recorrente ou ondulante, conforme Potter e colaboradores</p><p>(2018).</p><p>*</p><p>Febre</p><p>contínua</p><p>permanece sempre acima do normal com variações de até 1 °C e sem grandes</p><p>oscilações (PORTO; 2019).</p><p>Outros padrões de febre</p><p>Febre</p><p>irregular ou</p><p>séptica</p><p>picos muito altos intercalados por temperaturas baixas ou períodos de apirexia.</p><p>Mostram-se totalmente imprevisíveis e são bem evidenciadas quando se registra</p><p>a temperatura várias vezes ao dia (PORTO; 2019).</p><p>O</p><p>u</p><p>tr</p><p>o</p><p>s</p><p>p</p><p>ad</p><p>rõ</p><p>es</p><p>d</p><p>e</p><p>f</p><p>e</p><p>b</p><p>re</p><p>Termoplegia</p><p>emergência de calor perigosa com uma alta taxa de mortalidade; decorrente de</p><p>uma exposição prolongada ao sol ou a um ambiente de alta temperatura supera</p><p>os mecanismos de perda de calor do corpo; definida como uma temperatura</p><p>corporal de 40 °C ou mais (POTTER et al., 2018).</p><p>www.romulopassos.com.br 30</p><p>Febre – Hipertermia - Hipotermia</p><p>Fonte: POTTER et al., 2018.</p><p>Hipotermia</p><p>perda de calor durante a exposição prolongada ao frio ultrapassa a capacidade do corpo</p><p>para produzir calor, causando hipotermia</p><p>1. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) A febre caracterizada por temperatura sempre acima</p><p>do normal, com variações de até 1oC, sem oscilações significativas, é denominada:</p><p>a) séptica.</p><p>b) remitente.</p><p>c) recorrente.</p><p>d) contínua.</p><p>e) intermitente.</p><p>2. (ALETO/FGV/2024) Um paciente adulto, atendido em uma unidade de saúde, queixou-se, entre</p><p>outras coisas, de picos de febre intercalados com períodos de temperatura normal (o retorno à</p><p>normalidade aconteceu pelo menos uma vez a cada 24 horas). Nesse caso, o paciente está</p><p>apresentado febre</p><p>a) séptica.</p><p>b) sustentada.</p><p>c) intermitente.</p><p>d) remitente.</p><p>e) contínua.</p><p>3. (TRT-MA/FGV/2022) Um adolescente apresenta há mais ou menos 3 dias febre diária, que</p><p>aparece em alguns momentos do dia, vai embora e depois volta, como um ciclo. Essas são</p><p>características da febre:</p><p>a) irregular.</p><p>b) contínua.</p><p>c) intermitente.</p><p>d) remitente.</p><p>e) recorrente.</p><p>www.romulopassos.com.br 31</p><p>4. (Câmara Municipal de Aracaju-SE/FGV/2021) Criança internada na pediatria de um hospital</p><p>apresenta febre intermitente. Isso significa que:</p><p>a) a temperatura permanece sempre acima do normal com variações de até 1 grau, sem grandes</p><p>oscilações.</p><p>b) a hipertermia é ciclicamente interrompida por um período de temperatura normal.</p><p>c) há hipertermia diária com variações de mais de 1 grau, sem períodos de apirexia.</p><p>d) há períodos de temperatura normal que duram dias até que sejam interrompidos por períodos</p><p>de temperatura elevada.</p><p>e) há picos altos, intercalados por temperatura baixa sem caráter cíclico.</p><p>5. (Prefeitura de Dom Pedrito-RS/FUNDATEC/2024) Os sinais vitais são uma maneira rápida e</p><p>eficiente de controlar e monitorar as condições de um paciente ou identificar problemas e avaliar</p><p>respostas à intervenção. De acordo com o controle de temperatura, assinale a alternativa correta</p><p>que se refere a picos e quedas de febre sem retorno à temperatura normal.</p><p>a) Febre recidivante.</p><p>b) Febre intermitente.</p><p>c) Febre recorrente.</p><p>d) Febre contínua.</p><p>e) Febre remitente.</p><p>6. (Prefeitura de Camocim de São Félix-PE/UPENET/IAUPE/2024) Em relação à evolução da febre,</p><p>assinale a alternativa CORRETA que está relacionada à hipertermia diária, com variações de mais</p><p>de 10C sem períodos de apirexia.</p><p>a) Recorrente</p><p>b) Intermitente</p><p>c) Irregular</p><p>d) Contínua</p><p>e) Remitente</p><p>7. (Prefeitura de Capivari do Sul-RS/FUNDATEC/2024) Assinale a alternativa que indica o termo</p><p>técnico utilizado para descrever o aumento da temperatura corporal acima do normal.</p><p>a) Pirose.</p><p>b) Pirexia.</p><p>c) Dispepsia.</p><p>d) Hipercalemia.</p><p>e) Hiperecplexia.</p><p>www.romulopassos.com.br 32</p><p>Hipotermia</p><p>Vejamos a definição de hipotermia conforme POTTER et al., 2018:</p><p>Classificação de Hipotermia</p><p>Leve 34 °C a 36 °C</p><p>Moderada 30 °C a 34 °C</p><p>Severa/grave/acentuada < 30 °C</p><p>Profunda ≤ 20 °C</p><p>Obs.: A hipotermia terapêutica consiste na redução controlada de temperatura corporal a fim de</p><p>evitar complicações neurológicas em determinadas situações.</p><p>8. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Durante o atendimento a um adolescente,</p><p>verificou-se uma temperatura de 32 °C.</p><p>Esse valor corresponde a uma hipotermia</p><p>a) leve.</p><p>b) moderada.</p><p>c) grave.</p><p>d) severa.</p><p>e) profunda.</p><p>www.romulopassos.com.br 33</p><p>Observações importantes</p><p>NOTA! O pulso carotídeo deve ser palpado apenas no terço inferior do pescoço para evitar</p><p>estimulação do seio carotídeo (estímulo vagal). A palpação de ambos os pulsos carotídeos nunca</p><p>deve ser realizada simultaneamente, pois pode reduzir o fluxo sanguíneo cerebral e resultar em</p><p>perda de consciência (JENSEN, 2013).</p><p>NOTA! Avaliar a frequência apical requer um estetoscópio (POTTER et al., 2018).</p><p>9. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Na rotina assistencial de enfermagem, a</p><p>frequência cardíaca é verificada por meio da aferição das pulsações periféricas, que pode ser</p><p>realizada em diferentes pontos do corpo. Acerca dos locais de verificação do pulso, avalie se as</p><p>afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).</p><p>( ) O pulso pedioso é palpado no dorso do pé, lateralmente ao tendão do extensor longo do hálux.</p><p>( ) O pulso da artéria radial é palpado na parte anterior do cotovelo ou no terço distal do braço, no</p><p>sulco entre o bíceps e o tríceps.</p><p>( ) O pulso apical, ou ictus cordis, é a pulsação do ápice do coração localizado entre o 4º e 5º</p><p>espaço intercostal na linha clavicular média esquerda.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V – F – F. b) F – F – F. c) V – V – V. d) F – V – F. e) V – F – V.</p><p>10. (SES-MT/FGV/2024) Em um paciente adulto, o pulso poplíteo pode ser aferido</p><p>a) atrás do joelho.</p><p>b) no dorso do pé.</p><p>c) abaixo do ligamento inguinal.</p><p>d) no lado interno do tornozelo.</p><p>www.romulopassos.com.br 34</p><p>11. (EsSA/Exército/2023) Escolha a alternativa que preencha adequadamente as lacunas do</p><p>parágrafo abaixo.</p><p>Deu entrada no Hospital Militar um soldado desacordado, apresentando sudorese fria e</p><p>pegajosa, respondendo a estímulos dolorosos e respirando com dificuldade. Ao ________ os</p><p>sinais vitais, o soldado apresentou pulso fraco na artéria ________ e cheio na artéria _________.</p><p>a) consultar, abdominal e pediosa.</p><p>b) observar, pediosa e muscular.</p><p>c) olhar, carótica e frontal.</p><p>d) aferir, abdominal e pediosa.</p><p>e) aferir, radial e carótica.</p><p>12. (Prefeitura de Criciúma-SC/FUNDATEC/2024) Ainda sobre sinais vitais, o enfermeiro solicita</p><p>que o técnico de enfermagem verifique o pulso apical de uma criança de 3 anos, que aguarda</p><p>atendimento médico. Qual é o instrumento/equipamento necessário para a realização desse</p><p>procedimento?</p><p>a) Esfigmomanômetro. d) Aparelho com doppler.</p><p>b) Oxímetro de pulso. e) Aparelho sonar doppler.</p><p>c) Estetoscópio.</p><p>13. (Prefeitura de Criciúma-SC/FUNDATEC/2024) O pulso é a delimitação palpável da circulação</p><p>sanguínea percebida em várias partes do corpo, que se constitui como um indicador do estado</p><p>circulatório (Potter, Perry, 2013). Qual pulso é mensurado no sulco entre os músculos bíceps e</p><p>tríceps na fossa antecubital?</p><p>a) Radial. c) Braquial. e) Tibial.</p><p>b) Apical. d) Poplíteo.</p><p>Pulso</p><p>dicrótico</p><p>percebe uma dupla onda em cada pulsação (quando há um excesso de força a</p><p>cada batimento); a primeira, mais intensa e mais nítida, é seguida de outra de</p><p>menor intensidade e que ocorre imediatamente depois.</p><p>Alterações do pulso</p><p>Pulso</p><p>filiforme</p><p>pulso de pequena amplitude e mole, que indica, quase sempre, um colapso</p><p>circulatório periférico, sendo associado a hipotensão arterial com pressão</p><p>convergente (PORTO, 2019).</p><p>A</p><p>lt</p><p>e</p><p>ra</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>u</p><p>ls</p><p>o</p><p>Pulso</p><p>alternante</p><p>ritmo do pulso permanece</p><p>regular, mas a força (amplitude) varia em</p><p>decorrência da alternância de contrações ventriculares fortes e fracas. É mais</p><p>bem palpado com uma leve pressão nas artérias femoral ou radial. Indica</p><p>insuficiência ventricular esquerda e, geralmente, é acompanhado de uma 3ª</p><p>bulha (B3) (BICKLEY; SZILAGYI, 2018). Pode aparecer também na hipertensão</p><p>sistêmica grave, no infarto do miocárdio e no flutter atrial (PAULA et al., 2017).</p><p>Pulso martelo</p><p>d’agua/Corrig</p><p>an</p><p>(também conhecido como colapsante) tem uma amplitude maior do que o</p><p>esperado, um aumento rápido até um pico estreito, seguido de uma queda</p><p>súbita. Causas prováveis: persistência do canal arterial e insuficiência aórtica.</p><p>www.romulopassos.com.br 35</p><p>Pulso</p><p>bigeminado</p><p>ocorrência dos batimentos do pulso em grupos de dois (PAULA et al., 2017).</p><p>Decorre de uma pulsação normal seguida de uma contração prematura</p><p>(BARROS, 2016). A força do batimento prematura é reduzida devido ao tempo</p><p>de enchimento cardíaco reduzido (JARVIS; ECKHARDT, 2020). Está associado a</p><p>distúrbios do ritmo, como: contração ventricular prematura e contração atrial</p><p>prematura (BARROS, 2016; JARVIS; ECKHARDT, 2020).</p><p>A</p><p>lt</p><p>e</p><p>ra</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>u</p><p>ls</p><p>o</p><p>Pulso</p><p>paradoxal</p><p>caracterizado pela diminuição da amplitude das pulsações durante a</p><p>inspiração forçada. É mais bem determinado durante a aferição da pressão</p><p>arterial, uma vez que a leitura diminui 10 mmHg durante a inspiração e</p><p>aumenta com a expiração. Pode estar associado à pericardite constritiva, ao</p><p>derrame pericárdico volumoso e ao enfisema pulmonar. Também está</p><p>presente no broncospasmo grave e na asma aguda (JARVIS; ECKHARDT, 2020;</p><p>PORTO, 2019).</p><p>Observações importantes</p><p>Avalie os pulsos radiais em ambos os lados do sistema vascular periférico, comparando as</p><p>características de cada um. Um pulso em uma extremidade é algumas vezes desigual em</p><p>intensidade ou ausente em muitos estados de doença (p.ex., formação de trombos [coágulos],</p><p>vasos sanguíneos aberrantes, síndrome de costela cervical ou dissecção aórtica). Avalie todos os</p><p>pulsos simétricos simultaneamente exceto para o pulso carotídeo.</p><p>Isocronicidade</p><p>(POTTER et al., 2018)</p><p>14. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Durante o atendimento a um paciente verificou-</p><p>se que ele apresentava dupla onda em cada pulsação, uma mais intensa e nítida e a outra mais</p><p>fraca. Esse pulso é denominado</p><p>a) alternante.</p><p>b) dicrótico.</p><p>c) bigeminado.</p><p>d) paradoxal.</p><p>e) irregular.</p><p>15. (ALETO/FGV/2024) Durante o exame físico um paciente apresentou pulso caracterizado pela</p><p>diminuição da amplitude das pulsações durante a inspiração forçada. Esse pulso é denominado</p><p>a) filiforme.</p><p>b) dicrótico.</p><p>c) bigeminado.</p><p>d) alternante.</p><p>e) paradoxal.</p><p>www.romulopassos.com.br 36</p><p>16. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Uma paciente de 19 anos, internada na</p><p>enfermaria obstétrica, apresentou pulso radial = 50 bpm (batimentos por minuto) e frequência</p><p>respiratória = 30 mrm (movimentos respiratórios por minuto). De acordo com esses dados, é</p><p>possível afirmar que a paciente está</p><p>a) normocárdica e bradipneica.</p><p>b) bradicárdica e taquipneica.</p><p>c) normotensa e dispneica.</p><p>d) bradicárdica e normopneica.</p><p>e) taquicárdica e taquipneica.</p><p>17. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Um paciente internado, com diagnóstico ainda</p><p>inconclusivo, apresenta entre outros sinais e sintomas, febre alta e pulso lento em relação à</p><p>temperatura. Essa manifestação é denominada sinal de</p><p>a) Faget.</p><p>b) Koplik.</p><p>c) Kernig.</p><p>d) Brudzinsk.</p><p>e) Romaña.</p><p>18. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Uma criança de 2 anos, monitorada por oxímetro de</p><p>pulso, apresenta Frequência Cardíaca (FC) = 110 bpm e SatO2 = 98%. Esses valores indicam</p><p>a) FC alta e saturação baixa.</p><p>b) FC normal e saturação normal.</p><p>c) FC baixa e saturação acima do normal.</p><p>d) FC alta e saturação normal.</p><p>e) FC normal e saturação acima do normal.</p><p>19. (Prefeitura de Joinville-SC/IBADE/2024) A verificação do pulso é realizada sobre a artéria</p><p>radial. Contudo, quando o pulso está filiforme, pode-se fazer sobre as artérias mais calibrosas</p><p>como a carótida e a femoral. Filiforme significa:</p><p>a) pulso regular;</p><p>b) pulso taquicárdico;</p><p>c) pulso bradicárdico;</p><p>d) pulso fino;</p><p>e) Pulso fino e bradicárdico.</p><p>www.romulopassos.com.br 37</p><p>20. (UFRR/UFRR/2024) O pulso é a delimitação palpável da circulação sanguínea percebida em</p><p>vários pontos do corpo, que se constitui como um indicador do estado circulatório. Considerando</p><p>isso, relacione a primeira coluna com a segunda e assinale a alternativa que indica a sequência</p><p>CORRETA:</p><p>Coluna I</p><p>1. Taquisfigmia. 3. Pulso dicrótico.</p><p>2. Pulso filiforme. 4. Pulso martelo d’agua/Corrigan.</p><p>Coluna II</p><p>( ) pulso de pequena amplitude e mole, que indica, quase sempre, um colapso circulatório</p><p>periférico, sendo associado a hipotensão arterial com pressão convergente.</p><p>( ) pulso taquicárdico e filiforme.</p><p>1. Taquisfigmia. 3. Pulso dicrótico.</p><p>2. Pulso filiforme. 4. Pulso martelo d’agua/Corrigan.</p><p>( ) também conhecido como colapsante, tem uma amplitude maior do que o esperado, um</p><p>aumento rápido até um pico estreito, seguido de uma queda súbita. Causas prováveis: persistência</p><p>do canal arterial e insuficiência aórtica.</p><p>( ) percebe uma dupla onda em cada pulsação (quando há um excesso de força a cada</p><p>batimento); a primeira, mais intensa e mais nítida, é seguida de outra de menor intensidade e que</p><p>ocorre imediatamente depois.</p><p>a) 4-3-1-2. d) 1-2-4-3.</p><p>b) 2-1-3-4. e) 1-3-4-2.</p><p>c) 2-1-4-3.</p><p>Respiração</p><p>www.romulopassos.com.br 38</p><p>21. (SES-MT/FGV/2024) Um paciente adulto com frequência respiratória de 18 rpm é considerado</p><p>a) bradpneico. c) taquipneico.</p><p>b) ortopneico. d) eupneico.</p><p>22. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Assinale a opção que indica a frequência</p><p>respiratória considerada normal para um paciente adulto em repouso.</p><p>a) 12 – 20 irpm. c) 20 – 30 irpm. e) 30 – 40 irpm.</p><p>b) 16 – 25 irpm. d) 25 – 35 irpm.</p><p>Pressão arterial</p><p>A pressão nas artérias muda com a contração e o relaxamento do coração e tem um mecanismo</p><p>fisiológico de controle complexo, conforme demonstrado no esquema a seguir:</p><p>23. (TJ-DFT/FGV/2022) Considerando a fisiologia dos mecanismos de controle da pressão arterial,</p><p>analise as afirmativas a seguir, indicando V para a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) e F para a(s)</p><p>falsa(s).</p><p>(_) Após qualquer queda aguda de pressão, uma das ações dos mecanismos de controle é o</p><p>aumento da frequência cardíaca e da contratilidade do coração para fornecer maior capacidade de</p><p>bombeamento.</p><p>(_) Entre os mecanismos de controle de pressão que começam a agir em poucos segundos e são</p><p>muito potentes está o mecanismo isquêmico do sistema nervoso central.</p><p>(_) O sistema vasoconstritor da renina-angiotensina faz com que o líquido capilar seja reabsorvido</p><p>pelas membranas capilares dos tecidos para a circulação, elevando o volume sanguíneo e a pressão</p><p>arterial sistêmica.</p><p>A sequência correta é:</p><p>a) F - V - V. c) F - F - F. e) F - F - V.</p><p>b) V - V - F. d) V - V - V.</p><p>www.romulopassos.com.br 39</p><p>24. (ALETO/FGV/2024) A diferença entre as pressões sistólica e diastólica, utilizada como</p><p>marcador de rigidez arterial, é denominada</p><p>a) débito cardíaco.</p><p>b) volume sistólico.</p><p>c) pressão de pulso.</p><p>d) débito sistólico.</p><p>e) pressão arterial média.</p><p>25. (TRT-MA/FGV/2022) A pressão de pulso é a diferença entre a pressão sistólica e diastólica,</p><p>sendo um marcador importante para indicar com que eficiência o paciente mantém o debito</p><p>cardíaco. Uma pressão de pulso considerada normal é aquela entre</p><p>a) 10 e 20 mmHg.</p><p>b) 20 e 30 mmHg.</p><p>c) 30 e 40 mmHg.</p><p>d) 40 e 50 mmHg.</p><p>e) 50 e 60 mmHg.</p><p>www.romulopassos.com.br 40</p><p>Principais etapas para a realização da medição da PA:</p><p>1. Determinar a circunferência do braço no ponto médio entre acrômio e olécrano.</p><p>3. Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital.</p><p>5. Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso radial.</p><p>6. Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula ou o diafragma do estetoscópio</p><p>sem compressão excessiva.</p><p>7. Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PAS obtido pela palpação.</p><p>8. Proceder à deflação lentamente (velocidade</p><p>de 2 mmHg por segundo).</p><p>9. Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase 1 de Korotkoff) e, depois, aumentar</p><p>ligeiramente a velocidade de deflação.</p><p>10. Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase 5 de Korotkoff).</p><p>11. Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e</p><p>depois proceder à deflação rápida e completa.</p><p>12. Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a PAD no abafamento dos sons (fase</p><p>4 de Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero.</p><p>13. Realizar 3 medidas da PA, com intervalo de 1 a 2 minutos; e medidas adicionais somente se as</p><p>duas primeiras leituras diferirem em mais de 10 mmHg. Deve-se registrar em prontuário a média</p><p>das duas últimas leituras da PA, sem “arredondamentos” e o braço em que a PA foi medida.</p><p>26. (Prefeitura de Fortaleza-CE/IBFC/2024) A medição da PA deve ser feita com</p><p>esfigmomanômetro validado, calibrado e preciso, adequa-se a braçadeira à circunferência do</p><p>braço. Assinale a alternativa correta de onde a braçadeira deve estar posicionada durante a</p><p>aferição da pressão arterial.</p><p>a) Posicionada 2 a 3 cm acima da fossa cubital</p><p>b) Posicionada 3 a 5 cm acima da fossa cubital</p><p>c) Posicionada 5 a 6 cm acima da fossa cubital</p><p>d) Posicionada 10 cm acima da fossa cubital</p><p>e) Posicionada 15 cm acima da fossa cubital</p><p>27. (Prefeitura de Caxambu do Sul-SC/FEPESE/2023) Sobre a verificação da pressão arterial,</p><p>é correto afirmar que ao medir a pressão arterial:</p><p>a) deve-se manter o braço do paciente ao nível do coração.</p><p>b) deve-se manter o braço do paciente abaixo do nível do coração.</p><p>c) deve-se manter o braço do paciente acima do nível do coração.</p><p>d) o primeiro som escutado é o da pressão diastólica, ou seja, a pressão máxima.</p><p>e) o último som escutado é o da pressão sistólica, ou seja, a pressão mínima.</p><p>www.romulopassos.com.br 41</p><p>28. (Prefeitura de Vista Gaúcha-RS/FUNDATEC/2023) Ao realizar a medição da pressão arterial, o técnico</p><p>de enfermagem deve observar atentamente as orientações relacionadas ao preparo do paciente, entre</p><p>elas:</p><p>I. Medir a circunferência do braço no ponto médio entre o acrômio e o olecrano.</p><p>II. Sentar o paciente com o braço na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima e as</p><p>roupas não devem garrotear o membro.</p><p>III. O paciente deve estar sentado, com pernas cruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e</p><p>relaxado.</p><p>IV. O paciente deverá estar com a bexiga cheia.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>a) Apenas II. c) Apenas I e II. e) I, II, III e IV.</p><p>b) Apenas III. d) Apenas III e IV.</p><p>29. (Prefeitura de Iraí-RS/FUNDATEC/2024) A aferição da pressão arterial (PA) é uma medida para avaliar</p><p>a saúde cardiovascular e monitorar potenciais problemas relacionados à pressão sanguínea. Referente ao</p><p>procedimento de aferição da PA, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>a) Deve-se explicar o procedimento ao paciente e deixá-lo em repouso de 3 a 5 minutos em ambiente calmo</p><p>e instruí-lo a não conversar durante a medição.</p><p>b) Deve-se colocar o manguito, sem deixar folgas, 5 a 10 cm acima da fossa cubital.</p><p>c) O paciente deve estar sentado, com pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na</p><p>cadeira e relaxado.</p><p>d) O braço deve estar na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima e as roupas não</p><p>devem garrotear o membro.</p><p>e) É necessário certificar-se de que o paciente não está com a bexiga cheia.</p><p>30. (Prefeitura de Criciúma-SC/FUNDATEC/2024) Na Enfermagem, a verificação de sinais vitais é uma das</p><p>atividades mais realizadas nos serviços de saúde. Os dados obtidos através das verificações das</p><p>frequências cardíaca e respiratória, da temperatura corpórea e da pressão arterial norteiam a</p><p>investigação de sinais e sintomas para chegar ao diagnóstico de doenças. Nesse sentido, o que se espera</p><p>saber ao medir a pressão arterial?</p><p>a) A pressão exercida pelo sangue contra a parede das artérias.</p><p>b) A pressão exercida pelo sangue contra a parede das veias.</p><p>c) O fluxo de sangue na circulação.</p><p>d) O fluxo de sangue enviado pelo coração à periferia.</p><p>e) O fluxo de sangue enviado pelo coração à pequena circulação.</p><p>31. (FHEMIG/FGV/2023) Com base nos protocolos de controle e monitoramento dos sinais vitais, analise</p><p>as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) O pulso apical é verificado no ápice do coração, na altura do 5º espaço intercostal esquerdo, e é o mais</p><p>recomendado pra recém-nascidos.</p><p>(_) Um paciente adulto classificado como pré-hipertenso é aquele cuja pressão arterial sistólica varia de 130</p><p>a 139mmHg.</p><p>(_) Um paciente adulto com frequência respiratória de 30 mrm é considerado taquipneico.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. d) F - F - F.</p><p>b) F - V - F. e) F - F - V.</p><p>c) V - F - V.</p><p>www.romulopassos.com.br 42</p><p>31. (FHEMIG/FGV/2023) Com base nos protocolos de controle e monitoramento dos sinais vitais,</p><p>analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) O pulso apical é verificado no ápice do coração, na altura do 5º espaço intercostal esquerdo, e é</p><p>o mais recomendado pra recém-nascidos.</p><p>(_) Um paciente adulto classificado como pré-hipertenso é aquele cuja pressão arterial sistólica</p><p>varia de 130 a 139mmHg.</p><p>(_) Um paciente adulto com frequência respiratória de 30 mrm é considerado taquipneico.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. d) F - F - F.</p><p>b) F - V - F. e) F - F - V.</p><p>c) V - F - V.</p><p>32. (EEAR/Aeronáutica/2023) Avalie as afirmações abaixo e marque V para verdadeiro ou F para</p><p>falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.</p><p>( ) A regulação da temperatura é feita por dois mecanismos: termogênese (eliminação de calor) e</p><p>termólise (produção de calor).</p><p>( ) A pressão sistólica é o pico da pressão sanguínea obtida no interior da aorta e dos vasos</p><p>periféricos durante a contração ventricular.</p><p>( ) O controle hídrico consiste em quantificar todo o volume de líquido ingerido (via oral,</p><p>parenteral e enteral) e eliminado (vias urinárias, pelo trato gastrointestinal, drenos e sondas).</p><p>( ) Idade, qualidade do ar, doenças pulmonares, atividades físicas e estado emocional são fatores</p><p>que afetam a respiração.</p><p>Alternativas</p><p>a) V – F – V – F. b) F – V – F – F. c) V – F – F – V. d) F – V – V – V.</p><p>33. (UFRJ/PR-4 UFRJ/2023) Em relação aos sinais vitais, podemos considerar que:</p><p>a) a unidade de medida de pressão arterial é milímetros de mercúrio e registramos primeiro o valor</p><p>da pressão diastólica e depois o da pressão sistólica, sendo que alguns fatores interferem nesses</p><p>valores, como: idade, estresse, raça e uso de medicamentos.</p><p>b) uma temperatura axilar acima de 37,8° C pode indicar hipertermia e o paciente pode apresentar</p><p>queda da frequência cardíaca, frequência respiratória e a pressão arterial, além de cianose em</p><p>extremidades.</p><p>c) a hipertensão está associada ao espessamento e à perda da elasticidade das artérias, diminuindo</p><p>a resistência vascular que torna-se inversamente proporcional ao fluxo de bombeamento do</p><p>sangue que é aumentado para os órgãos.</p><p>d) num adulto que apresenta um padrão respiratório irregular identificado como bradpneia, o</p><p>número de incursões respiratórias por minuto (irmp) verificado pelo técnico de enfermagem</p><p>deveria estar entre 15 e 20 irmp.</p><p>e) o pulso apical e o radial são os mais utilizados para o exame da frequência cardíaca, sendo o</p><p>apical o escolhido no caso de verificação da frequência cardíaca em lactentes e crianças.</p><p>www.romulopassos.com.br 43</p><p>34. (Prefeitura de Joinville-SC/IBADE/2024) Os sinais vitais são um modo eficiente e rápido de</p><p>monitorar a condição do cliente ou de identificar problemas e avaliar a resposta do cliente a uma</p><p>intervenção. Dentre as variações aceitáveis para Adultos, assinale a alternativa INCORRETA:</p><p>a) temperatura média (axilar/retal): 36,5° a 37,5°C;</p><p>b) pulso: 60 a 100 batidas por minuto;</p><p>c) respirações: 40 a 60 respirações por minuto;</p><p>d) pressão Arterial:Média: <120/80;</p><p>e) pressão de pulso: 30 a 50 mmHg.</p><p>35. (Prefeitura de Palmas-TO/COPESE-UFT/2024) Uma atividade cotidiana do técnico</p><p>de</p><p>enfermagem consiste na aferição dos sinais vitais, sendo necessário um rigor na sua execução a</p><p>fim de obter valores confiáveis que contribua para uma avaliação efetiva do cliente.</p><p>Considerando o contexto acima, analise as afirmativas a seguir.</p><p>I. Para a aferição da pressão arterial do adulto existe um aferidor manual de tamanho único.</p><p>II. A pressão arterial (pa) pode sofrer alterações com a ingesta de cafeína, por isso devo perguntar</p><p>ao cliente se ingeriu café antes de aferir a pa.</p><p>III. A febre pode alterar os demais sinais vitais.</p><p>IV. A dor aguda interfere nos sinais vitais.</p><p>V. A pressão arterial em crianças depende apenas da idade dela.</p><p>35. (Prefeitura de Palmas-TO/COPESE-UFT/2024)</p><p>De acordo com as afirmações acima, assinale a alternativa CORRETA.</p><p>a) Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.</p><p>b) Apenas as afirmativas III, IV e V estão corretas.</p><p>c) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.</p><p>d) Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.</p><p>e) Nenhuma afirmativa está correta.</p><p>www.romulopassos.com.br 44</p><p>Classificação da dor</p><p>*A dor aguda não aliviada pode evoluir para dor crônica.</p><p>*</p><p>Dor mista</p><p>a que decorre por mecanismos nociceptivo e neuropático, conjuntamente.</p><p>Ocorre, por exemplo, em certos casos de dor causada por neoplasias malignas. A</p><p>dor decorre tanto do excessivo estímulo dos nociceptores quanto da destruição</p><p>das fibras nociceptivas (PORTO, 2019; RAJA et al., 2020).</p><p>Dor</p><p>nociplástica</p><p>dor que surge de uma nocicepção alterada, apesar de não haver evidência clara,</p><p>ou ameaça, de lesão tecidual real provocando a ativação de nociceptores</p><p>periféricos, ou evidência de doença ou lesão no sistema somatossensitivo que</p><p>cause a dor. A dor nociplástica é considerada comum e desempenha um papel</p><p>nas condições de dor crônica como fibromialgia, dor lombar, e dor de cabeça</p><p>(PORTO, 2019; RAJA et al., 2020).</p><p>O</p><p>u</p><p>tr</p><p>as</p><p>c</p><p>la</p><p>ss</p><p>if</p><p>ic</p><p>aç</p><p>õ</p><p>es</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>r</p><p>Outras classificações da dor</p><p>A Escala de Faces de Dor – Revisada (EFD-R) apresenta seis desenhos de faces que mostram a</p><p>intensidade da dor, de “nenhuma dor”, à esquerda (0 ponto), à “muita dor”, à direita (10 pontos),</p><p>e pode ser utilizada a partir de 4 a 5 anos de idade.</p><p>Escala de Faces de Dor</p><p>www.romulopassos.com.br 45</p><p>36. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) A avaliação da dor pela equipe de enfermagem é</p><p>um procedimento de fundamental importância na prática da assistência de enfermagem. Sobre</p><p>esse tema, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Na vigência de dor, o paciente é avaliado pela equipe de enfermagem, medidas são</p><p>implementadas e a verificação das ações instituídas deve ocorrer em até três horas.</p><p>b) Na dor crônica, já diagnosticada, cabe ao enfermeiro a verificação e a manutenção para um</p><p>limiar de dor baixo e aceitável para o paciente.</p><p>c) Entre as escalas de avaliação da dor, a escala de faces é a mais utilizada atualmente nas unidades</p><p>hospitalares entre pacientes entre 20 e 40 anos.</p><p>d) Durante a internação ou no período de atendimento, o enfermeiro deve avaliar e mensurar a dor</p><p>apenas nos pacientes com queixas desse sintoma. Essa avaliação deve ser feita a cada 12 horas.</p><p>e) A escala Visual analógica é utilizada para a criança graduar sua dor em intervalos de 0 a 5 ou 0 a</p><p>10, em que 0 significa ausência de dor; e 5 ou 10 respectivamente significam a pior dor imaginável.</p><p>www.romulopassos.com.br 46</p><p>Oximetria de pulso</p><p>Fonte: BRUNNER & SUDDARTH, 2020.</p><p>NOTA! Embora a oximetria de pulso não substitua a gasometria arterial, é efetiva no monitoramento</p><p>de mudanças sutis ou bruscas na SaO2 e pode ser facilmente realizada em casa e em diversos setores</p><p>das instituições de saúde.</p><p>A oximetria de pulso, ou saturação periférica de oxigênio (SpO2), é um método não invasivo para</p><p>monitorar continuamente a saturação de oxigênio da hemoglobina (SaO2).</p><p>A SpO2 normal varia de 95 a 100%.</p><p>Valores inferiores a 90% indicam que os tecidos não estão recebendo oxigênio em quantidade</p><p>suficiente, sendo necessária uma avaliação mais aprofundada do caso.</p><p>A hipoxemia consiste na diminuição da pressão arterial de oxigênio no sangue e, geralmente,</p><p>provoca hipóxia, diminuição no suprimento de oxigênio aos tecidos e às células (HINKLE; CHEEVER,</p><p>2020).</p><p>www.romulopassos.com.br 47</p><p>37. (Senado Federal /FGV/2012) A hipóxia é resultado da diminuição ou falta de oxigênio nos</p><p>tecidos, podendo acontecer na doença pulmonar grave ou na doença extrapulmonar que afeta a</p><p>troca gasosa a nível celular. Os quatro tipos gerais de hipóxia são: hipóxia hipoxêmica, hipóxia</p><p>circulatória, hipóxia anêmica e hipóxia histotóxica. Em relação a hipóxia hipoxêmica, é correto</p><p>afirmar que:</p><p>a) É uma consequência da concentração diminuída de hemoglobina efetiva, o que causa uma</p><p>redução na capacidade de transporte de oxigênio do sangue.</p><p>b) É a que ocorre quando uma substância tóxica interfere com a capacidade dos tecidos de usar o</p><p>oxigênio disponível.</p><p>c) É o resultado da diminuição do nível de oxigênio no sangue, ocasionando a difusão diminuída de</p><p>oxigênio para dentro dos tecidos e pode ser causada por hipoventilação e altitudes elevadas.</p><p>d) É causada quando a pressão do oxigênio tissular está reduzida embora o oxigênio arterial</p><p>permaneça normal, podendo ocorrer após um estado de baixo fluxo como uma parada cardíaca.</p><p>e) É a que resulta da circulação capilar inadequada e pode ser desencadeada pelo débito cardíaco</p><p>diminuído e pela obstrução vascular local.</p><p>38. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) Acerca da oximetria de pulso, avalie se as</p><p>afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).</p><p>( ) Hipotermia, tremores e esmaltes podem dificultar a verificação ou alterar o valor da SpO2.</p><p>( ) Entre os principais locais de instalação dos sensores estão extremidades digitais das mãos e dos</p><p>pés e lóbulos da orelha.</p><p>( ) Os valores de oximetria considerados normais em adultos variam de 92 a 98%.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V – F – V. d) F – V – V.</p><p>b) F – V – F. e) V – V – F.</p><p>c) V – V – V.</p><p>www.romulopassos.com.br 48</p><p>No quadro a seguir, apresentamos as concentrações de O₂ fornecidas com seus respectivos fluxos</p><p>e as cores dos medidores de fluxo.</p><p>www.romulopassos.com.br 49</p><p>39. (FHEMIG/FGV/2023) Assinale a opção que corresponde ao dispositivo mais indicado para um</p><p>paciente adulto, com hipoxemia leve, que necessita receber um fluxo baixo de O2, com</p><p>concentrações que podem variar de 23% a 44%.</p><p>a) Cateter nasal. d) Máscara não reinalante.</p><p>b) Máscara simples. e) Máscara de reinalação parcial.</p><p>c) Máscara de Venturi.</p><p>40. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) O seguinte dispositivo de oxigenação é</p><p>capaz de fornecer uma fração inspirada de oxigênio de até 100% e é indicado para pacientes com</p><p>dispneia moderada ou grave:</p><p>a) cateter nasal. d) máscara não reinalante.</p><p>b) máscara simples. e) máscara de reinalação parcial.</p><p>c) máscara com reservatório.</p><p>41. (SES-MT/FGV/2024) Acerca dos dispositivos utilizados em oxigenoterapia, é correto afirmar</p><p>que</p><p>a) a cânula nasal é um dispositivo de médio fluxo.</p><p>b) a máscara simples pode aumentar a FiO2 até 70%.</p><p>c) a máscara não reinalante possui uma válvula antirretorno.</p><p>d) a máscara de Venturi oferece uma FiO2 que varia de 15 a 40%.</p><p>42. (ALEMA/FGV/2023) Um paciente adulto em tratamento de DPOC, necessita receber</p><p>concentrações exatas de FiO2. Nesse caso, o dispositivo de oxigenoterapia mais indicado é</p><p>a) cateter nasal.</p><p>b) cânula nasal.</p><p>c) máscara simples.</p><p>d) máscara de Venturi.</p><p>e) máscara não reinalante.</p><p>43. (TRT-MA/FGV/2022) Entre os procedimentos de Enfermagem na assistência ao paciente com</p><p>dificuldade respiratória está a oxigenoterapia. A esse respeito analise as afirmativas a seguir.</p><p>I. A máscara com reservatório de oxigênio não reinalante possui uma bolsa inflável acoplada com</p><p>capacidade de armazenar até 1 litro de oxigênio e fornece um fluxo de O2 entre 10 e 15 L/min.</p><p>II. Na assistência a pacientes com suspeita ou confirmação de Covid-19, recomenda-se suplementar</p><p>oxigênio quando a frequência respiratória for maior ou igual a 24irpm, mesmo com uma saturação</p><p>acima de 94%.</p><p>III. A máscara de Venturi fornece concentração</p>

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