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<p>YOUSAFZAI, Malala; LAMB, Christina. Eu sou Malala: a história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã. 1. ed. São Paulo: SCHWARCZ, 2013. 375 p. v. 1. ISBN 978-65-5921-011-4. Kaio Correia dos Reis</p><p>Resenha crítica:</p><p>O livro "Eu Sou Malala", coescrito por Malala Yousafzai e Christina Lamb, conta a história de uma jovem paquistanesa que se tornou um símbolo mundial na luta pelos direitos das meninas e pela educação. O livro, lançado em 2013, relata os eventos que resultaram no ataque dos talibãs contra Malala, que foi baleada na cabeça por uma defensora da educação feminina. O livro também discute a política, a cultura e os conflitos envolvidos no conflito, particularmente no Vale do Swat, onde ela cresceu.</p><p>O Livro de Malala pode ser dividido em três partes: a infância de dela, o período em que ela começou a lutar pelos direitos das mulheres e a ir contra o talibã e por ultimo sua recuperação a ascensão como defensora global dos direitos das mulheres e a pessoa mais jovem a ganhar o premio Nobel da paz. Em sua obra ela da bastante ênfase em sua infância, cultura relações sociais e, é nítido o amadurecimento como pessoa da personagem, como por exemplo, na pagina 81do primeiro paragrafo: “Desde aquele dia nunca mais menti nem roubei”, são fatos que permite ao leitor entender o caráter da personagem e que mais tarde a levara a luta pelos direitos humanos, especificamente as mulheres.</p><p>Acredito que um dos pontos mais importantes da obra é o relacionamento de Malala com seu pai, Ziauddin Yousafzai, um educador que sempre incentivou sua filha a estudar e a se manifestar publicamente. A admiração de Malala por seu pai era tão forte que ela se inscreve em uma competição de oratória acreditando que recuperaria o respeito de seu pai por ter cometido alguns erros outrora, pois no passado seu pai teria sido campeão em oratória em seu tempo e por isso ela fica confiante de que recuperaria o repito de seu pai. Esse apoio familiar foi crucial para que Malala pudesse se tornar uma das vozes mais elevadas na luta pelos direitos das meninas à educação. A obra destaca a importância da educação não apenas como um direito básico, mas como uma ferramenta para a transformação social.</p><p>Do ponto de vista literário, o livro usa uma linguagem simples e direta que pode ser entendida por uma grande variedade de pessoas. A coautoria, a jornalista experiente Christina Lamb, examina o contexto político e histórico do cristianismo.</p><p>A luta de Malala, que resultou no ataque violento no dia "No dia 9 de outubro de 2012, o ônibus em que Malala estava foi parado por membros do Talibã, e três tiros foram disparados contra ela." Fonte "Malala Yousafzai" em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/malala-yousafzai.htm, e a sua recuperação, é uma das partes mais impactantes da obra. Após sobreviver, Malala tornou-se a mais jovem laureada com o Prêmio Nobel da Paz, em 2014.</p><p>Na minha opinião, o livro “Eu sou Malala” é repleto de riquezas culturais e é bastante motivador para aqueles que se interessam pelo ativismo e protestos, para aqueles gostam de biografia e querem conhecer um pouco mais sobre a cultura paquistanesa eu indico fortemente, em geral o livro é muito bom a leitura é bem leve e simples de se entender e me agradou bastante.</p>