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<p>INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS TRIBUTÁRIOS</p><p>ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO TRIBUTÁRIO</p><p>Módulo: Incidência e Crédito Tributário</p><p>Seminário III – Ações Tributárias Antiexacionais: Declaratória, Anulatória e Consignação em Pagamento</p><p>1. Quanto à ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária, pergunta-se:</p><p>a) Quando nasce o interesse processual para sua propositura?</p><p>O art. 19 do CPC/2015 versa que o interesse do autor pode se limitar à declaração da existência, inexistência ou modo de ser de uma relação jurídica (inciso I), ou à declaração da autenticidade ou falsidade de um documento (inciso II). Como reforça Júlio M. de Oliveira (2005, p. 282), a ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária não constitui ou desconstitui nenhum fenômeno jurídico, se destinando tão somente a constatar e declarar a existência (ou o potencial de existência) ou inexistência de relação jurídica entre sujeitos.</p><p>Portanto, o interesse para a propositura da determinada ação nasce quando o sujeito ativo (detentor de direitos) visa demonstrar a inexistência da relação jurídica tributária, e consequentemente, impedir a criação de vínculo abstrato que obrigue o autor a cumprir prestação indevida.</p><p>b) O manejo do referido instrumento processual em momento anterior à constituição do crédito configura questionamento de “lei em tese”? Aponte o que é questionamento de “lei em tese”.</p><p>Não, desde que exista norma geral e abstrata que possa incidir em determinada situação. De acordo com Rodrigo Dalla Pria (2021, sem paginação), é necessário que exista norma tributária vigente, de caráter geral e abstrato, cuja possível aplicação caracterize ameaça de lesão ao contribuinte.</p><p>O questionamento de lei em tese pode ser caracterizado também como o questionamento de norma geral e abstrata, porém sem a existência de risco efetivo de atuação do Fisco.</p><p>c) Há interesse jurídico na sua propositura após a expedição do ato constitutivo do crédito tributário? Em caso afirmativo, quais seriam os efeitos da referida tutela jurisdicional?</p><p>Sim. A ação declaratória pode ser ajuizada concomitantemente com a ação anulatória, por exemplo. A ação anulatória é medida judicial cabível após a constituição do crédito. Porém, como demonstrado por Júlio M. de Oliveira (2011, p. 112), quando ajuizadas simultaneamente, a ação anulatória busca a desconstituição do crédito tributário, enquanto a ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária busca declaração que impeça nova constituição de crédito baseada no objeto da ação anulatória.</p><p>d) O que pode justificar a escolha pela propositura de uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária ao invés de um mandado de segurança preventivo?</p><p>Apesar de ambas serem medidas antiexacionais cabíveis em situações que apresentam risco iminente de autuação indevida, o mandado de segurança se trata de medida excepcional, que exige conjunto probatório e prazos diferenciados.</p><p>Ao contrário da ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária, o mandado de segurança exige provas documentais pré-constituídas para proteger direito líquido e certo, conforme o art. 5º, inciso LXIX da Constituição Federal. Por isso não há a possibilidade de dilação probatória, o que já seria viável na ação declaratória (Castro, 2021, sem paginação). Portanto, o mandado de segurança não é adequado para circunstâncias onde a produção de provas seja necessária.</p><p>Versa o art. 23 da Lei 12.016/2009 que o direito de impetrar mandado de segurança será extinto decorridos cento e vinte dias, contados da ciência do ato impugnado pelo interessado. Logo, passados cento e vinte dias, a medida cabível é a ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária.</p><p>2. Quanto à ação anulatória de débito fiscal, pergunta-se:</p><p>a) É viável a propositura de ação anulatória para desconstituição de relação jurídica constituída pelo próprio contribuinte com a apresentação de informações ao Fisco no cumprimento de um dever instrumental, no qual foi apurado o valor do tributo devido, mas esse valor ainda não foi pago?</p><p>Sim. As ações anulatórias podem se aplicar a qualquer norma constitutiva de obrigação tributária, não se restringindo somente ao lançamento, regulado pelo art. 142 do CTN (Conrado, 2004, p. 233). Um exemplo é uma ação anulatória para desconstituir crédito tributário de ICMS, com informações originadas de guia de informação e apuração elaborada pelo próprio contribuinte (Oliveira apud Conrado, 2004, p. 235).</p><p>Porém, caso o contribuinte não pague o tributo e sofrer execução fiscal, pode opor embargos do devedor, que possibilita a construção dos mesmos argumentos que em uma ação anulatória (Conrado, 2004, p. 237).</p><p>b) É possível buscar a anulação de crédito tributário que foi inserido em parcelamento, considerando que o sujeito passivo precisou assinar termo de confissão dessa dívida para aderir a esse parcelamento? Sob qual fundamento seria possível questionar esses créditos já confessados?</p><p>Sim. Como Júlio M. de Oliveira (2005, p. 284) acertadamente conclui, a ação anulatória pode, em tese, ser utilizada para apurar vícios em qualquer fase do processo de positivação da norma tributária, desde que o crédito tributário já tenha sido constituído. Segue a mesma lógica jurisprudência do STJ, citada pela Des. Marli Ferreira (Apelação nº 0001386-27.2015.4.03.6109, Tribunal Regional Federal da 3ª Região):</p><p>[Ajuizamento de execução fiscal não impede] "que o devedor exerça o direito constitucional de ação para ver declarada a nulidade do título ou a inexistência da obrigação, seja por meio de embargos ou seja por outra ação declaratória ou desconstitutiva" (CC nº 89.267/SP, rel. Min. Teori Albino Zavascki, j. em 14.11.2007; CC nº 38.045/MA, rel. Min. Eliana Calmon, j. em 12.11.2003)</p><p>Também em consonância entende a Des. Marli Ferreira, na mesma ementa:</p><p>[...] inexiste óbice à insurgência à pretensão fiscal pelas vias ordinária ou mandamental, sob pena de violação ao princípio constitucional do direito de ação. O manejo de uma ação executiva não pode inibir o devedor de ajuizar ação de conhecimento autônoma para declarar a nulidade do título ou a inexistência da obrigação, sob pena de infringência ao princípio constitucional da inafastabilidade do controle jurisdicional, que não faz qualquer distinção.</p><p>Quanto ao fundamento que justificaria a oposição de tal medida, o Min. Luiz Fux (REsp nº 1.133.027/SP) admite que vício contido nos autos de infração (erro de fato) ocasiona a invalidade da confissão, legitimando a ação anulatória.</p><p>c) Qual é o prazo prescricional para a propositura da ação anulatória de débito fiscal? É possível ingressar com ação anulatória de débito após a propositura da ação executiva fiscal? E após o transcurso do prazo para apresentação dos embargos à execução?</p><p>Conforme o art. 1º do Decreto 20.910/1932, o prazo prescricional para a oposição de ação anulatória é de cinco anos.</p><p>Semelhante ao entendimento da resposta à questão anterior, é possível ingressar com a ação anulatória após o início da execução fiscal. A ação pode ser proposta em qualquer fase da positivação da norma tributária, desde que o crédito já tenha sido constituído, como por exemplo em casos em que o lançamento possa ter vício material ensejador de nulidade (Marins, 2014, p. 522). Nesse sentido, reproduzo o entendimento do saudoso Min. Teori Zavascki:</p><p>CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. JUSTIÇA ESTADUAL E JUSTIÇA FEDERAL. PROCESSO CIVIL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXIGIBILIDADE DO DÉBITO. CONEXÃO COM A CORRESPONDENTE EXECUÇÃO FISCAL. ALCANCE DA COMPETÊNCIA FEDERAL DELEGADA (ART. 15, I, DA LEI No 5.010/66). INCLUSÃO DE AÇÕES DECORRENTES E ANEXAS À EXECUÇÃO FISCAL. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL.</p><p>1. Se é certo de que a propositura de qualquer ação relativa ao débito constante do título não inibe o direito do credor de promover-lhe a execução (CPC, art. 585, § 1o), o inverso também é verdadeiro: o ajuizamento da ação executiva não impede que o devedor</p><p>exerça o direito constitucional de ação para ver declarada a nulidade do título ou a inexistência da obrigação, seja por meio de embargos (CPC, art. 736), seja por outra ação declaratória ou desconstitutiva. Nada impede, outrossim, que o devedor se antecipe à execução e promova, em caráter preventivo, pedido de nulidade do título ou a declaração de inexistência da relação obrigacional.</p><p>2. Ações dessa espécie têm natureza idêntica à dos embargos do devedor, e quando os antecedem, podem até substituir tais embargos, já que repetir seus fundamentos e causa de pedir importaria litispendência.</p><p>3. Assim como os embargos, a ação anulatória ou desconstitutiva do título executivo representa forma de oposição do devedor aos atos de execução, razão pela qual quebraria a lógica do sistema dar-lhes curso perante juízos diferentes, comprometendo a unidade natural que existe entre pedido e defesa.</p><p>4. É certo, portanto, que entre ação de execução e outra ação que se oponha ou possa comprometer os atos executivos, há evidente laço de conexão (CPC, art. 103), a determinar, em nome da segurança jurídica e da economia processual, a reunião dos processos, prorrogando-se a competência do juiz que despachou em primeiro lugar (CPC, art. 106). Cumpre a ele, se for o caso, dar à ação declaratória ou anulatória anterior o tratamento que daria à ação de embargos com idêntica causa de pedir e pedido, inclusive, se garantido o juízo, com a suspensão da execução.</p><p>[...]</p><p>(CC nº 89.267/SP, rel. Min. Teori Albino Zavascki, j. em 14.11.2007)</p><p>Destaca-se também o entendimento do Ministro de que, pelo fato de a ação anulatória ser autônoma, deve ser induzida a conexão entre essa e a execução, visto que ambas possuem a mesma causa de pedir remota, como versa o art. 55, § 2º, inciso I do CPC/2015 (Marins, 2014, p. 521).</p><p>Quanto aos embargos à execução, a ementa também inclui o posicionamento de que, se anteceder os embargos, a ação anulatória substitui estes, tendo em vista a natureza quase idêntica das duas medidas. Portanto, visto que são tão similares, seria redundante ajuizar ação anulatória após a oposição de embargos à execução, tendo em mente que os argumentos dos embargos seriam quase idênticos ao de uma ação anulatória, e que culminariam praticamente no mesmo resultado (Kindlein, 2009, p. 15).</p><p>d) A propositura de ação anulatória depende da realização do depósito do valor do crédito tributário que está sendo discutido?</p><p>O art. 38 da LEF estabelece que a ação anulatória deve estar precedida de depósito preparatório equivalente ao valor do débito, corrigido e acrescido de juros, multa de mora e demais encargos.</p><p>Porém, a aplicação do artigo supracitado foi afastada pela jurisprudência, por não ter sido recepcionado pela Constituição Federal, mais especificamente o art. 5º, inciso XXXV, que versa que “a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito” (REsp 962.838/BA, Rel. Ministro Luiz Fux, 1ª seção, j. em 25/11/2009). Portanto, é possível ajuizar ação anulatória sem o depósito prévio. Mesmo assim, se o propósito for suspender a exigibilidade do crédito para evitar a ação de execução fiscal, pode-se fazer o depósito nos termos do art. 151 do CTN (Oliveira, 2011, p. 107; REsp 1.030.631-SP, Rel. Min. Luiz Fux, j. em 8/9/2009).</p><p>3. O que caracteriza os institutos da conexão, da continência e da prejudicialidade? Quais dessas relações podem existir entre a ação anulatória de débito, a ação executiva fiscal e os embargos à execução fiscal? Qual é o juízo competente para julgá-las? Deverão ser reunidas para julgamento conjunto? Responder a essa pergunta, com base nas disposições do CPC de 2015 que tratam da modificação de competência (artigos 54 a 63).</p><p>A conexão define a ocorrência de duas ou mais ações com pedido ou causa de pedir comuns, como versa o caput do art. 55 do CPC. Um subtipo de conexão é a conexão por prejudicialidade, que define duas ações em que a decisão em uma delas pode implicar na solução da outra (Didier, 2015, p. 233). Por fim, ocorre continência quando houver correspondência entre as partes e a causa de pedir de duas ou mais ações, porém, o pedido de uma é mais amplo e abrange todas as outras.</p><p>Como já visto em jurisprudências citadas nas questões anteriores, a ação anulatória de débito e os embargos à execução são ações conexas, pois possuem a mesma causa de pedir (CC nº 89.267/SP, rel. Min. Teori Albino Zavascki, j. em 14.11.2007). O que pode induzir a conexão entre a ação anulatória de débito e a ação de execução é a possibilidade de ajuizar a anulatória após o início da execução, visto que ambas possuem a mesma causa de pedir remota, como versa o art. 55, § 2º, inciso I do CPC/2015 (Marins, 2014, p. 521). Conforme o art. 55, § 1º do CPC, as ações conexas devem ser reunidas para decisão conjuntas, a não ser se uma delas já tiver sentença constituída (Súm. 235, STJ).</p><p>Conforme já examinado anteriormente, quando ajuizada antes dos embargos à execução, a ação anulatória engloba estes, podendo ser um exemplo de continência. Conforme o art. 57 do CPC, se a ação continente tiver sido julgada anteriormente, no processo da ação contida será proferida sentença sem resolução de mérito. Caso contrário, as ações serão reunidas.</p><p>A conexão por prejudicialidade pode ser observada entre a ação anulatória de débito e a ação de execução, quando for pago o depósito prévio em sede de ação anulatória, conforme o art. 151 do CTN, que consequentemente suspenderá o trâmite do processo de execução (Kindlein, 2009, p. 14). De acordo com o art. 55, § 3º do CPC, serão reunidos para julgamento conjunto os processos que correm risco de sofrerem com decisões conflitantes ou contraditórias caso sejam decididos separadamente.</p><p>4. Você é procurado pela empresa AZT Foods do Brasil Ltda que lhe apresenta o seguinte caso concreto:</p><p>Em função de sua atividade, a empresa AZT Foods do Brasil Ltda está sujeita ao pagamento de determinado tributo pela venda de seu produto. Nos últimos três anos, em função de algumas dificuldades financeiras, ela não pagou o tributo devido (e sequer informou seus débitos ao Fisco), pretendendo fazê-lo agora por se encontrar em melhores condições financeiras. Contudo, em função do inadimplemento, a confissão do débito para fins de “denúncia espontânea” está sujeita a multa de 45% do valor da operação (venda de seu produto), cuja instituição se deu por ato normativo infralegal. A AZT solicita um parecer e que você deverá apontar:</p><p>a) A estratégia processual (a medida ou medidas judiciais) a ser adotada para a defesa dos seus interesses, devendo ser justificada a opção da(s) medida(s), com a indicação do dispositivo de lei que determina o seu cabimento;</p><p>b) O(s) fundamento(s) jurídico(s) que poderá(ão) ser(em) utilizado(s) para afastar a exigência dessa multa – causa de pedir;</p><p>c) A necessidade, ou não, de efetivação do depósito judicial;</p><p>d) O pedido da ação (ou ações);</p><p>e) O efeito da sentença pretendido com a ação (ou ações).</p><p>A ação adequada para o caso seria a ação anulatória de lançamento, visto que a obrigação tributária já foi constituída.</p><p>Como não se sabe se a execução já teve início ou não, seria recomendável o depósito preparatório equivalente ao valor do débito, corrigido e acrescido de juros e demais encargos, para garantir a suspensão da exigibilidade do crédito tributário ou evitar que a execução tenha início, nos termos do art. 151 do CTN.</p><p>Quanto a multa, esta é fruto de ato normativo infralegal (a confissão do débito), e, portanto, não pode ser exigida, por força dos arts. 97, inciso V, e 113, ambos do CTN.</p><p>5. Na ação de consignação em pagamento, o que extingue a obrigação tributária: a consignação em pagamento; a conversão em renda do valor consignado; a sentença que julga procedente a ação de consignação em pagamento; ou a decisão judicial de procedência da ação transitada em julgado? Fundamente sua resposta.</p><p>Conforme o art. 156, inciso V do CTN, a conversão de depósito em renda extingue o crédito tributário.</p><p>Na sentença que reconhece a procedência do pedido, o valor depositado é convertido em renda (art. 164. § 2º do CTN).</p><p>6. Contribuinte sediado no Estado de São Paulo tem lavrado em seu desfavor auto de infração de ICMS pelo Estado do Mato Grosso (problemas atinentes à documentação fiscal que acompanhava a mercadoria, bem como ao não destaque do diferencial de alíquotas supostamente devido ao Estado do Mato Grosso). Inconformado com essa situação, referido contribuinte lhe procura para que ajuíze ação anulatória, questionando-lhe, nessa ocasião, acerca do foro competente no qual deve ser processada a referida ação. Apresente, de forma fundamentada, sua resposta a esse questionamento, analisando o caso à luz da regra veiculada no parágrafo único do artigo 52 do CPC/2015.</p><p>Tendo em mente que o ICMS é tributo de competência do Estado ou DF, e conforme o art. 52, parágrafo único do CPC, a ação pode ser proposta no Estado de São Paulo (domicílio do autor), no Mato Grosso (ocorrência do ato ou fato), no de situação da coisa, ou na capital do respectivo ente federado.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>Conexão por prejudicialidade. Disponível em: <https://www.dizerodireito.com.br/2015/05/conexao-por-prejudicialidade.html>. Acesso em: 13 set. 2024.</p><p>PRIA, Rodrigo Dalla. Consultor Jurídico. Disponível em: <https://www.conjur.com.br/2022-fev-13/processo-tributario-analitico-possiveis-relacoes-entre-acoes-anulatoria-debito-executiva-fiscal/>. Acesso em: 13 set. 2024.</p><p>BRASIL. Decreto no 20.910, de 6 de janeiro de 1932. , 6 jan. 1932. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/antigos/d20910.htm>. Acesso em: 13 set. 2024</p><p>MONTEIRO, D. Consultor Jurídico. Disponível em: <https://www.conjur.com.br/2021-mai-30/processo-tributario-mandado-seguranca-preventivo-vs-acao-declaratoria-negativa/>. Acesso em: 13 set. 2024.</p><p>SARAIVA, E. Vade Mecum Tributário - Temático - 8a edição 2024. [s.l: s.n.].</p><p>DIDIER, Fredie. Curso de Direito Processual Civil. Salvador, Jvspodium, 2015.</p><p>KINDLEIN, Sabrina. AÇÃO ANULATÓRIA DE LANÇAMENTO E EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL – CONFRONTO. Disponível em: < https://www.ibet.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Sabrina-Kindlein-Ação-anulatória-de-lançamento-e-embargos-à-execução-fiscal-confronto.pdf></p><p>BRASIL. STF. AÇÃO ANULATÓRIA. EXECUÇÃO FISCAL. , 8 set. 2009. Disponível em: <https://processo.stj.jus.br/jurisprudencia/externo/informativo/?aplicacao=informativo&acao=pesquisar&livre=@cnot=010257>. Acesso em: 13 set. 2024</p><p>CONFLITO DE COMPETÊNCIA No 89.267 - SP (2007/0205356-5). , 14 nov. 2007. Disponível em: <https://processo.stj.jus.br/SCON/GetInteiroTeorDoAcordao?num_registro=200702053565&dt_publicacao=10/12/2007>. Acesso em: 13 set. 2024</p><p>OLIVEIRA, J. M. A (des)construção das Normas Tributárias. In: DINIZ DE SANTI, E. M. (Ed.). Curso de Especialização em Direito Tributário. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2005.</p>