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<p>1HIIT | PEDIATRIA – PALS</p><p>è	Introdução</p><p>o Protocolos para reconhecimento e tratamento de</p><p>condições agudas e ameaçadoras a vida</p><p>o BLS – suporte básico de vida</p><p>o PALS: suporte avançado de vida pediátrico</p><p>§	Bradicardia</p><p>§	Parada cardiorrespiratória</p><p>§	Taquicardia</p><p>•	 Obs.: pediátrico até o surgimento de sinais</p><p>da puberdade, meninas  broto mamário</p><p>e meninos  pelos axilares</p><p>o Se esses sinais estiverem presentes-</p><p>seguir ACLS</p><p>è	BLS</p><p>o Cenário extra-hospitalar: Você está no metrô</p><p>e nota uma aglomeração na plataforma. No</p><p>centro, encontra-se uma criança de 4 anos</p><p>desacordada, como você aborda a paciente?</p><p>o Fluxograma de condutas</p><p>o Observações</p><p>§	A maioria das paradas em crianças são por</p><p>hipóxia, então garantir a ventilação é muito</p><p>importante para reverter a parada</p><p>§	Em casos de colapso presenciado (criança</p><p>desmaiou na sua frente), a causa é</p><p>provavelmente cardíaca, assim o ideal é buscar</p><p>o DEA (desfibrilador automático externo)</p><p>§	Pulso: na criança > 1 a, femoral ou carotídeo,</p><p>na criança < 1 ano, braquial</p><p>o Compressão efetiva</p><p>§	Objetivo – manter a perfusão coronariana</p><p>PALS</p><p>§	Comprimir > 1/3 diâmetro anteroposterior</p><p>§	100-120 compressões por minuto. Aguardar o</p><p>retorno do tórax</p><p>§	Minimizar interrupções</p><p>§	Utilizar a técnica dos dois dedos ou</p><p>dois polegares</p><p>•	 Se sozinho o ideal é fazer a dos dois dedos</p><p>com objetivo de facilitar a transição para a</p><p>ventilação.</p><p>§	15 compressões 2 ventilações (2 socorristas),</p><p>ou 30 para 2 (1 socorrista)</p><p>o Ventilação</p><p>§	15:2 ou 30:2</p><p>§	Se via aérea estabelecida (suporte avançado)</p><p>ou parada exclusivamente respiratória, 1</p><p>ventilação a cada 2/3s</p><p>§	Observar a expansão torácica</p><p>§	Abrir via aérea: elevação do queixo</p><p>è	Parada cardiorrespiratória</p><p>o Triângulo</p><p>§	Aparência – estado geral ruim? Largada?</p><p>§	Respiração – sinais de insuficiência</p><p>respiratória</p><p>§	Cor – cianose? palidez?</p><p>o Te comove? MOV + sala de emergência</p><p>(monitorizar, oxigênio, acesso venoso)</p><p>o Identificar a PCR</p><p>§	Fluxograma</p><p>medvideossu</p><p>HIIT | PEDIATRIA – PALS2</p><p>o Observações</p><p>§	Ventilar – ambu, 1 ventilação a cada 2 a 3</p><p>segundos se parada respiratória ou via aérea</p><p>estabelecida na PCR.</p><p>o PCR</p><p>§	Identificada a PCR  iniciar compressões e</p><p>ventilação</p><p>§	Assim que disponível: PÁ NO PEITO!</p><p>•	 Ritmo chocável</p><p>o TV sem pulso</p><p>§	QRS alargado</p><p>o Fibrilação ventricular</p><p>•	 Ritmo não chocáveis</p><p>o AESP</p><p>§	Atividade elétrica organizada,</p><p>sem pulso</p><p>o Assistolia</p><p>§	Protocolo linha reta: CADAGA –</p><p>cabos, ganho, derivação</p><p>è	Fluxograma ritmo chocável</p><p>o Observações</p><p>§	Dado o primeiro choque, já iniciar a RCP,</p><p>NÃO CHECAR RITMO ANTES DE 2</p><p>MIN DE RCP</p><p>§	A carga pode aumentar conforme a</p><p>necessidade de mais ciclos</p><p>§	Considera via aérea avançada para o paciente</p><p>que não está respondendo pós 2o choque</p><p>§	Amiodarona e lidocaína depois do</p><p>terceiro choque</p><p>è	Fluxograma ritmo não chocável</p><p>medvideossu</p><p>3HIIT | PEDIATRIA – PALS</p><p>o Observações</p><p>§	Considerar via aérea precocemente, adrenalina</p><p>é a principal droga nesse caso</p><p>è	Cuidados pós parada</p><p>o Objetivo da RCP é o RCE. Após o RCE,</p><p>cuidados são necessários para limitar danos</p><p>o Reavaliações seriadas ABCDE – UTI</p><p>o Monitorização contínua: SpO2, FC e ritmo,</p><p>EtCO2 se disponível, PA, GCS, temperatura,</p><p>glicemia, Labs e RxTx</p><p>§	Tratar febre agressivamente</p><p>§	Tratar hipotensão agressivamente com fluidos</p><p>ou DVA</p><p>§	Manter SpO2 94 a 99%</p><p>§	Tratar convulsões</p><p>§	Evitar hipoglicemia</p><p>§	Sedativos e ansiolíticos</p><p>è	IOT na RCP</p><p>o Principal causa de parada é hipóxia, logo manter</p><p>uma ventilação efetiva (IOT ou outro método) é</p><p>fundamental</p><p>o Se IOT</p><p>§	De preferência com CUFF</p><p>§	Lâmina reta ou curva? A critério do</p><p>profissional</p><p>§	Tamanho do tubo</p><p>•	 Idade/4 + 4 (ou 3,5 com cuff)</p><p>§	Até quanto introduzir?</p><p>•	 3x o diâmetro do tubo</p><p>§	Não conseguiu?</p><p>•	 Máscara laríngea</p><p>è	Resumo</p><p>è	Bradicardia sintomática</p><p>o FC < 60 BPM</p><p>§	Paciente chocado, hipotenso, com estado</p><p>mental alterado?</p><p>•	 Sim, bradicardia sintomática: SE + MOV</p><p>o Garantir que a via aérea esteja pérvia e iniciar</p><p>ventilação com pressão positiva com O2.</p><p>Ventilar por 30s-1m. Resolveu?</p><p>§	Sim – ABC – manter suporte</p><p>§	Não – Tratar como RCP: massagem</p><p>cardíaca, acesso, adrenalina, considerar</p><p>atropina(dependendo da causa), marcapasso e</p><p>tratar causas</p><p>•	 Checar pulso de 2 em 2 minutos, se</p><p>ausência de pulso  PCR</p><p>•	 Dose da atropina – 0,2mg/kg, pode repetir</p><p>1x. Mínimo de 0,1mg, max 0,5 mg</p><p>è	Taquicardia</p><p>o Varia com a idade</p><p>o Se fora dos parâmetros, levar a SE + MOV e</p><p>ECG de 12 derivações se disponível</p><p>medvideossu</p><p>HIIT | PEDIATRIA – PALS4</p><p>§	Taquicardia sinusal – causas: febre,</p><p>desidratação</p><p>•	 Importante tratar a causa</p><p>•	 Características – Onda P normal, intervalo</p><p>RR variável, bebês < 220 bpm, crianças <</p><p>180 bpm</p><p>§	 Avaliar comprometimento cardiopulmonar</p><p>– hipotenso, chocado, alteração do estado</p><p>mental?</p><p>§	Avaliar duração do QRS</p><p>•	 Estreito (< ou = 0,09 s) – taquicardia</p><p>supraventricular</p><p>o Provável TSV</p><p>§	Ondas P anormais, ausentes, RR fixo,</p><p>bebês >220, crianças > 180</p><p>•	 Largo (>0,9 s)</p><p>o Possível TV</p><p>o Condutas</p><p>§	Fluxograma</p><p>§	Observações</p><p>•	 Doses da adenosina</p><p>o Primeira dose, 0,1 mg/kg, max 6 mg.</p><p>o Segunda dose: 0,2 mg/kg, max 12 mg</p><p>o Cardioversão elétrica – choque cardíaco na</p><p>intenção de “sintonizar” os pulsos elétricos que</p><p>não estão ordenados, “resetar” o coração</p><p>§	OSASCO – mnemônico</p><p>§	O – orientar crianças e familiares</p><p>§	S – Sedar se possível</p><p>§	A – Ambuzar – atenção ao padrão</p><p>respiratório, não é necessário ambuzar sempre.</p><p>§	S – Sincronizar</p><p>•	 A carga tem que coincidir com o QRS,</p><p>essa etapa serve para sincronizar com o</p><p>QRS antes de disparar o choque</p><p>§	C – Cardioverter</p><p>•	 Inicial 0,5-1J por Kg</p><p>•	 Seguintes 2J/Kg</p><p>§	Observar</p><p>•	 Existe a possibilidade de evoluir para um</p><p>ritmo de parada, importante ficar atento</p><p>Questões</p><p>1) Um lactente de 6 meses encontra-se arresponsivo e</p><p>sem respirar após a irmã ter-lhe oferecido pipoca.</p><p>Em relação à avaliação circulatória, onde você</p><p>deveria checar o pulso</p><p>A) Punho</p><p>B) Pescoço</p><p>C) Tornozelo</p><p>D) Braço</p><p>medvideossu</p><p>5HIIT | PEDIATRIA – PALS</p><p>2) Segundo as diretrizes da Academia Americana de</p><p>Cardiologia, publicadas em outubro de 2020, a</p><p>relação de compressões e ventilações, na reanimação</p><p>de crianças a partir de 1 ano, até obtenção de via</p><p>aérea avançada, quando realizada por dois ou mais</p><p>reanimadores, é</p><p>A) 15:2</p><p>B) 15:1</p><p>C) 30:2</p><p>D) Sem interrupções, é contínua</p><p>3) Paciente de 1 ano de idade com hidrocefalia e</p><p>derivação reticuloperitonite, foi admitido no</p><p>serviço de emergência com quadro de pneumonia e</p><p>insuficiência respiratória aguda. Iniciado antibiótico</p><p>parenteral e suporte com máscara não reinalante</p><p>15L/O2, porém paciente manteve sinais de</p><p>desconforto respiratório importante e saturação</p><p>84-86%, sendo optado por intubação orotraqueal,</p><p>após sequência rápida de intubação com quetamina</p><p>e rocurônio. Foram feitas 3 tentativas de intubação</p><p>com lâmina tradicional e 3 com videolaringoscópio,</p><p>com visualização mínima da via aérea. Durante as</p><p>laringoscopias, paciente apresentava queda rá[oda de</p><p>saturação até 60%, com recuperação para 92-94%</p><p>após ventilação com bolsa válvula máscara. Qual das</p><p>alternativas abaixo descreve a medida indicada para</p><p>ventilar adequadamente esse paciente.</p><p>A) Realizar cricotireoidostomia por punção</p><p>B) Passar máscara laríngea</p><p>C) Reverter bloqueador neuromuscular</p><p>D) Iniciar ventilação não invasiva</p><p>4) A conduta adequada no suporte de vida em</p><p>pediatria é:</p><p>A) Na presença de dois reanimadores, devem ser</p><p>realizados ciclos de 30 compressões e duas</p><p>respirações para a realização de reanimação</p><p>cardiopulmonar da criança sem via aérea avançada</p><p>B) Até a melhora da perfusão periférica, o pulso</p><p>deve ser reavaliado a cada cinco minutos de</p><p>compressões efetivas</p><p>C) Se houver pulso palpável de 50 batimentos</p><p>por minuto, não há necessidade de realizar</p><p>compressões cardíacas</p><p>D) É aconselhável administrar a dose inicial de</p><p>epinefrina em até 5 minutos depois do início das</p><p>compressões torácicas.</p><p>5) Criança</p><p>de 1 ano, vítima de acidente por submersão,</p><p>é admitida na sala de emergência inconsistente, em</p><p>apneia e sem pulso central. É iniciada massagem</p><p>cardíaca imediatamente, colocado coxim sob o</p><p>ombro, feita aspiração de vias aéreas superiores e</p><p>fornecidas ventilações com bolsa válvula máscara. A</p><p>monitorização cardíaca mostra o seguinte:</p><p>A) Administrar lidocaína 1 mg/kg endovenosa</p><p>B) Realizar cardioversão sincronizada com 1 J/kg</p><p>C) Administrar amiodarona 5 mg/kg endovenosa</p><p>D) Realizar desfibrilação com 2 J/kg</p><p>6) Lactente de 10 meses é trazido ao pronto</p><p>atendimento por quadro de tosse e coriza há dois</p><p>dias. Ao exame: regular estado geral, acordado,</p><p>chorando, taquipneico, FC = 210bpm, FR = 30</p><p>ipm, PA = 80x40 mmHg, sat = 98%. Paciente</p><p>monitorizada, traçado abaixo</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>A) trata-se de taquicardia supraventricular com</p><p>sinais de instabilidade, está indicada cardioversão</p><p>elétrica sincronizada</p><p>B) Trata-se de taquicardia sinusal, é importante</p><p>tratar o quadro de base</p><p>C) Trata-se de taquicardia supraventricular sem</p><p>sinais de instabilidade, está indicada adenosina</p><p>D) Trata-se de taquicardia sinusal com alargamento</p><p>de QT, é importante dosar o cálcio iônico</p><p>da paciente</p><p>medvideossu</p><p>HIIT | PEDIATRIA – PALS6</p><p>7) Paciente de 15 meses é trazido ao pronto</p><p>atendimento por tosse e coriza há 3 dias, com</p><p>cansaço há 1 dia. Á chegada encontrava-se toporoso</p><p>e pálido, encaminhado a sala de emergência. Na</p><p>sala, criança hiporresponsiva com FC = 30 bpm.</p><p>Monitorização abaixo.</p><p>A) Iniciar RCP, puncionar AVP e realizar adrenalina</p><p>B) Iniciar RCP, puncionar AVP e realizar adenosina</p><p>C) Ofertar O2 com máscara não reinalante e</p><p>colocar marcapasso transcutâneo</p><p>D) iniciar ventilação com dispositivo bolsa-válvula-</p><p>máscara e rever FC</p><p>8) Lactente de 3 meses, com quadro de tosse e</p><p>cansaço há 3 dias, evoluindo com desconforto</p><p>respiratório, é trazido ao pronto atendimento por</p><p>piora do desconforto e prostração. Na triagem</p><p>encontrava-se pálido, com respiração irregular,</p><p>pouco reativo, levado para a sala de emergência.</p><p>Nesse momento realizada a palpação de pulso</p><p>braquial que estava presente e com frequência de 40</p><p>BPM. Iniciada ventilação com bolsa válvula máscara</p><p>e, por manutenção da FC abaixo de 60 BPM,</p><p>iniciada a reanimação cardiopulmonar. Realizada</p><p>monitorização abaixo:</p><p>Quais medicações podem ser utilizadas nesses?</p><p>A) Somente adrenalina</p><p>B) Adrenalina e atropina</p><p>C) Adrenalina e amiodarona</p><p>D) Somente atropina</p><p>9) Lactente de 9 meses é trazido pela mãe com história</p><p>de ter apresentado, subitamente, episódio de palidez,</p><p>arresponsividade e flacidez. Havia ingerido 200</p><p>ml de leite há 40 minutos antes do episódio e não</p><p>apresentava história de febre, vômito ou diarreia. Ao</p><p>EF: T: 35.4c; FR: 45; FC: 250; pulsos periféricos</p><p>finos, perfusão periférica 5”; PA: 64/42mmHg.</p><p>Responde apenas à estímulos dolorosos. Foi</p><p>colocado na sala de urgência, sob máscara de O2</p><p>não reinalante e obtido acesso venoso. O traçado no</p><p>monitor cardíaco mostra complexo QRS estreito.</p><p>Diante desse quadro, qual seria sua conduta?</p><p>A) Desfibrilação imediata</p><p>B) Adenosina em bolus</p><p>C) Compressão de seio carotídeo</p><p>D) Solução salina 20ml/kg rapidamente</p><p>Gabarito</p><p>1- D</p><p>2- A</p><p>3- B</p><p>4- D</p><p>5- D</p><p>6- B</p><p>7- D</p><p>8- B</p><p>9- B</p><p>medvideossu</p>

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