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<p>1.</p><p>O autismo com nível 3 de suporte é uma manifestação do espectro autista com grau mais acentuado de</p><p>comprometimento, envolvendo, além das dificuldades na comunicação e na interação social, prejuízos no</p><p>desenvolvimento cognitivo.</p><p>Assinale a alternativa que corresponde especificamente às dificuldades cognitivas da criança com autismo de nível</p><p>3.</p><p>Você acertou!</p><p>A.</p><p>Ter atenção seletiva, aprender de forma implícita, manejar múltiplas fontes de informação e antecipar</p><p>acontecimentos.</p><p>A criança com autismo de nível 3 de suporte tem deficiência intelectual, que pode variar em grau de severidade.</p><p>As principais dificuldades cognitivas associadas a essa deficiência são: dificuldade de aprender na forma implícita,</p><p>dificuldade de atenção seletiva e dificuldade nas funções executivas do cérebro, que envolvem saber manejar</p><p>múltiplas fontes de informação e antecipar acontecimentos.</p><p>Diversas outras dificuldades fazem parte do quadro de TEA, no entanto, não são dificuldades cognitivas, mas</p><p>dificuldades em outras áreas: nas interações sociais; na linguagem e na comunicação e na área comportamental.</p><p>São exemplos dessas dificuldades: falta de contato visual; dificuldade para compreender as intenções das pessoas,</p><p>solicitar ajuda, interessar-se pelos temas de interesse das outras crianças; empatizar com as pessoas, dificuldades</p><p>de compreender e usar a comunicação verbal e não verbal; estereotipias comportamentais; dificuldades para</p><p>controlar os próprios sentimentos e comportamentos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Ter comunicação não verbal, relacionamento interpessoal, contato visual, atenção e concentração.</p><p>A criança com autismo de nível 3 de suporte tem deficiência intelectual, que pode variar em grau de severidade.</p><p>As principais dificuldades cognitivas associadas a essa deficiência são: dificuldade de aprender na forma implícita,</p><p>dificuldade de atenção seletiva e dificuldade nas funções executivas do cérebro, que envolvem saber manejar</p><p>múltiplas fontes de informação e antecipar acontecimentos.</p><p>Diversas outras dificuldades fazem parte do quadro de TEA, no entanto, não são dificuldades cognitivas, mas</p><p>dificuldades em outras áreas: nas interações sociais; na linguagem e na comunicação e na área comportamental.</p><p>São exemplos dessas dificuldades: falta de contato visual; dificuldade para compreender as intenções das pessoas,</p><p>solicitar ajuda, interessar-se pelos temas de interesse das outras crianças; empatizar com as pessoas, dificuldades</p><p>de compreender e usar a comunicação verbal e não verbal; estereotipias comportamentais; dificuldades para</p><p>controlar os próprios sentimentos e comportamentos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>Usar a linguagem verbal, compreender as intenções das pessoas e controlar o próprio comportamento.</p><p>A criança com autismo de nível 3 de suporte tem deficiência intelectual, que pode variar em grau de severidade.</p><p>As principais dificuldades cognitivas associadas a essa deficiência são: dificuldade de aprender na forma implícita,</p><p>dificuldade de atenção seletiva e dificuldade nas funções executivas do cérebro, que envolvem saber manejar</p><p>múltiplas fontes de informação e antecipar acontecimentos.</p><p>Diversas outras dificuldades fazem parte do quadro de TEA, no entanto, não são dificuldades cognitivas, mas</p><p>dificuldades em outras áreas: nas interações sociais; na linguagem e na comunicação e na área comportamental.</p><p>São exemplos dessas dificuldades: falta de contato visual; dificuldade para compreender as intenções das pessoas,</p><p>solicitar ajuda, interessar-se pelos temas de interesse das outras crianças; empatizar com as pessoas, dificuldades</p><p>de compreender e usar a comunicação verbal e não verbal; estereotipias comportamentais; dificuldades para</p><p>controlar os próprios sentimentos e comportamentos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>Brincar sozinha, solicitar ajuda, interessar-se pelos temas de interesse das outras crianças e concentrar-se nas</p><p>atividades.</p><p>A criança com autismo de nível 3 de suporte tem deficiência intelectual, que pode variar em grau de severidade.</p><p>As principais dificuldades cognitivas associadas a essa deficiência são: dificuldade de aprender na forma implícita,</p><p>dificuldade de atenção seletiva e dificuldade nas funções executivas do cérebro, que envolvem saber manejar</p><p>múltiplas fontes de informação e antecipar acontecimentos.</p><p>Diversas outras dificuldades fazem parte do quadro de TEA, no entanto, não são dificuldades cognitivas, mas</p><p>dificuldades em outras áreas: nas interações sociais; na linguagem e na comunicação e na área comportamental.</p><p>São exemplos dessas dificuldades: falta de contato visual; dificuldade para compreender as intenções das pessoas,</p><p>solicitar ajuda, interessar-se pelos temas de interesse das outras crianças; empatizar com as pessoas, dificuldades</p><p>de compreender e usar a comunicação verbal e não verbal; estereotipias comportamentais; dificuldades para</p><p>controlar os próprios sentimentos e comportamentos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>Compreender e usar a comunicação verbal e não verbal, empatizar com as pessoas e controlar os sentimentos.</p><p>A criança com autismo de nível 3 de suporte tem deficiência intelectual, que pode variar em grau de severidade.</p><p>As principais dificuldades cognitivas associadas a essa deficiência são: dificuldade de aprender na forma implícita,</p><p>dificuldade de atenção seletiva e dificuldade nas funções executivas do cérebro, que envolvem saber manejar</p><p>múltiplas fontes de informação e antecipar acontecimentos.</p><p>Diversas outras dificuldades fazem parte do quadro de TEA, no entanto, não são dificuldades cognitivas, mas</p><p>dificuldades em outras áreas: nas interações sociais; na linguagem e na comunicação e na área comportamental.</p><p>São exemplos dessas dificuldades: falta de contato visual; dificuldade para compreender as intenções das pessoas,</p><p>solicitar ajuda, interessar-se pelos temas de interesse das outras crianças; empatizar com as pessoas, dificuldades</p><p>de compreender e usar a comunicação verbal e não verbal; estereotipias comportamentais; dificuldades para</p><p>controlar os próprios sentimentos e comportamentos.</p><p>.</p><p>TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento que apresenta três diferentes níveis. A sintomatologia é muito</p><p>variada e, embora as mesmas áreas sejam afetadas, os sintomas são muito específicos para cada criança.</p><p>Por exemplo, uma criança pode alimentar-se apenas de alimentos brancos, outra apenas de alimentos cor-de-rosa,</p><p>e outra pode ter alimentação variada.</p><p>Independentemente do nível, existem duas áreas que estão comprometidas e que definem o diagnóstico de TEA.</p><p>Quais são elas?</p><p>Você acertou!</p><p>A.</p><p>Déficit de interação social e persistente deficiência de comunicação social. Comportamentos repetitivos e</p><p>interesses restritos.</p><p>O TEA afeta duas grandes áreas que são: déficit de interação social e persistente deficiência de comunicação social;</p><p>e comportamentos repetitivos e interesses restritos.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental, alterações na comunicação adaptativa e deficiência da interação</p><p>social são características incluídas nos dois grupos apresentados acima.</p><p>Esses sintomas podem se manifestar em diferentes graus, sendo o diagnóstico realizado com base em três</p><p>classificações, de acordo com a severidade, sendo o nível 1 o mais ligeiro, 2 o nível médio/moderado, e 3 o nível</p><p>mais grave.</p><p>Prejuízo da capacidade de imaginação e de memória de longo prazo, alterações na capacidade de abstração,</p><p>deficiência intelectual e comprometimento psicomotor podem estar presentes, mas não são as áreas que</p><p>diagnosticam o TEA.</p><p>Transtorno de atenção e hiperatividade é um outro transtorno do neurodesenvolvimento, que é uma das</p><p>comorbidades mais comuns ao TEA. Porém, não é uma das duas áreas que identificam o autismo.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Transtorno de atenção e hiperatividade. Deficiência de atenção e comunicação social.</p><p>O TEA afeta duas grandes áreas que são: déficit de interação social e persistente deficiência de comunicação social;</p><p>e comportamentos</p><p>repetitivos e interesses restritos.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental, alterações na comunicação adaptativa e deficiência da interação</p><p>social são características incluídas nos dois grupos apresentados acima.</p><p>Esses sintomas podem se manifestar em diferentes graus, sendo o diagnóstico realizado com base em três</p><p>classificações, de acordo com a severidade, sendo o nível 1 o mais ligeiro, 2 o nível médio/moderado, e 3 o nível</p><p>mais grave.</p><p>Prejuízo da capacidade de imaginação e de memória de longo prazo, alterações na capacidade de abstração,</p><p>deficiência intelectual e comprometimento psicomotor podem estar presentes, mas não são as áreas que</p><p>diagnosticam o TEA.</p><p>Transtorno de atenção e hiperatividade é um outro transtorno do neurodesenvolvimento, que é uma das</p><p>comorbidades mais comuns ao TEA. Porém, não é uma das duas áreas que identificam o autismo.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental. Alterações na capacidade de abstração.</p><p>O TEA afeta duas grandes áreas que são: déficit de interação social e persistente deficiência de comunicação social;</p><p>e comportamentos repetitivos e interesses restritos.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental, alterações na comunicação adaptativa e deficiência da interação</p><p>social são características incluídas nos dois grupos apresentados acima.</p><p>Esses sintomas podem se manifestar em diferentes graus, sendo o diagnóstico realizado com base em três</p><p>classificações, de acordo com a severidade, sendo o nível 1 o mais ligeiro, 2 o nível médio/moderado, e 3 o nível</p><p>mais grave.</p><p>Prejuízo da capacidade de imaginação e de memória de longo prazo, alterações na capacidade de abstração,</p><p>deficiência intelectual e comprometimento psicomotor podem estar presentes, mas não são as áreas que</p><p>diagnosticam o TEA.</p><p>Transtorno de atenção e hiperatividade é um outro transtorno do neurodesenvolvimento, que é uma das</p><p>comorbidades mais comuns ao TEA. Porém, não é uma das duas áreas que identificam o autismo.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>Alterações na comunicação adaptativa. Prejuízo da capacidade imaginativa e da memória de longo prazo.</p><p>O TEA afeta duas grandes áreas que são: déficit de interação social e persistente deficiência de comunicação social;</p><p>e comportamentos repetitivos e interesses restritos.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental, alterações na comunicação adaptativa e deficiência da interação</p><p>social são características incluídas nos dois grupos apresentados acima.</p><p>Esses sintomas podem se manifestar em diferentes graus, sendo o diagnóstico realizado com base em três</p><p>classificações, de acordo com a severidade, sendo o nível 1 o mais ligeiro, 2 o nível médio/moderado, e 3 o nível</p><p>mais grave.</p><p>Prejuízo da capacidade de imaginação e de memória de longo prazo, alterações na capacidade de abstração,</p><p>deficiência intelectual e comprometimento psicomotor podem estar presentes, mas não são as áreas que</p><p>diagnosticam o TEA.</p><p>Transtorno de atenção e hiperatividade é um outro transtorno do neurodesenvolvimento, que é uma das</p><p>comorbidades mais comuns ao TEA. Porém, não é uma das duas áreas que identificam o autismo.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental. Deficiência intelectual e comprometimento psicomotor.</p><p>O TEA afeta duas grandes áreas que são: déficit de interação social e persistente deficiência de comunicação social;</p><p>e comportamentos repetitivos e interesses restritos.</p><p>Falta de flexibilidade mental e comportamental, alterações na comunicação adaptativa e deficiência da interação</p><p>social são características incluídas nos dois grupos apresentados acima.</p><p>Esses sintomas podem se manifestar em diferentes graus, sendo o diagnóstico realizado com base em três</p><p>classificações, de acordo com a severidade, sendo o nível 1 o mais ligeiro, 2 o nível médio/moderado, e 3 o nível</p><p>mais grave.</p><p>Prejuízo da capacidade de imaginação e de memória de longo prazo, alterações na capacidade de abstração,</p><p>deficiência intelectual e comprometimento psicomotor podem estar presentes, mas não são as áreas que</p><p>diagnosticam o TEA.</p><p>Transtorno de atenção e hiperatividade é um outro transtorno do neurodesenvolvimento, que é uma das</p><p>comorbidades mais comuns ao TEA. Porém, não é uma das duas áreas que identificam o autismo.</p><p>.</p><p>O TEA se caracteriza por uma grande variedade de sintomas nas áreas de comunicação, interação social e</p><p>comportamental. Existem diferentes níveis, classificados como níveis de suporte. De acordo com a severidade dos</p><p>sintomas, o nível 1 é mais leve, o 2 é médio ou de suporte moderado e o 3 é o mais grave.</p><p>O TEA de nível 1 de suporte é uma forma mais branda de autismo, ele se diferencia dos outros níveis de suporte</p><p>em alguns aspectos. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>Ao contrário do que ocorre nos níveis 2 e 3, a pessoa com TEA nível 1 apresenta perturbações no desenvolvimento</p><p>cognitivo.</p><p>Os diferentes níveis do TEA apresentam os mesmos quesitos de diagnóstico, que são dificuldades na interação</p><p>social, na comunicação social e na área comportamental, marcada por comportamentos repetitivos e interesses</p><p>restritos.</p><p>A pessoa que está no nível 1 de suporte do TEA pode ter desenvolvimento normal na fala e não apresentar</p><p>deficiência intelectual, ao contrário dos dois outros níveis em que essas duas áreas estão comprometidas.</p><p>A pessoa do nível 1, apesar de ter desenvolvimento normal da fala, apresenta dificuldades na interação social e</p><p>pode apresentar falta de flexibilidade mental, sintomas comportamentais, limitação de interesses e grande apego à</p><p>rotina</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Ao contrário do que ocorre nos níveis 2 e 3, a pessoa com nível 1 não apresenta dificuldade na interação social.</p><p>Os diferentes níveis do TEA apresentam os mesmos quesitos de diagnóstico, que são dificuldades na interação</p><p>social, na comunicação social e na área comportamental, marcada por comportamentos repetitivos e interesses</p><p>restritos.</p><p>A pessoa que está no nível 1 de suporte do TEA pode ter desenvolvimento normal na fala e não apresentar</p><p>deficiência intelectual, ao contrário dos dois outros níveis em que essas duas áreas estão comprometidas.</p><p>A pessoa do nível 1, apesar de ter desenvolvimento normal da fala, apresenta dificuldades na interação social e</p><p>pode apresentar falta de flexibilidade mental, sintomas comportamentais, limitação de interesses e grande apego à</p><p>rotina</p><p>Você acertou!</p><p>C.</p><p>Ao contrário do que ocorre nos níveis 2 e 3, a pessoa com nível 1 apresenta desenvolvimento normal da fala e não</p><p>apresenta déficit cognitivo.</p><p>Os diferentes níveis do TEA apresentam os mesmos quesitos de diagnóstico, que são dificuldades na interação</p><p>social, na comunicação social e na área comportamental, marcada por comportamentos repetitivos e interesses</p><p>restritos.</p><p>A pessoa que está no nível 1 de suporte do TEA pode ter desenvolvimento normal na fala e não apresentar</p><p>deficiência intelectual, ao contrário dos dois outros níveis em que essas duas áreas estão comprometidas.</p><p>A pessoa do nível 1, apesar de ter desenvolvimento normal da fala, apresenta dificuldades na interação social e</p><p>pode apresentar falta de flexibilidade mental, sintomas comportamentais, limitação de interesses e grande apego à</p><p>rotina</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>Ao contrário do que ocorre nos níveis 2 e 3, a pessoa com nível 1 apresenta falta de flexibilidade mental e</p><p>movimentos repetitivos.</p><p>Os diferentes níveis do TEA apresentam os mesmos quesitos de diagnóstico, que são dificuldades na interação</p><p>social, na comunicação social e na área comportamental, marcada por comportamentos repetitivos e interesses</p><p>restritos.</p><p>A pessoa que está no nível 1 de suporte do TEA pode ter desenvolvimento normal na fala e não apresentar</p><p>deficiência intelectual, ao contrário dos dois outros níveis em que essas duas áreas estão comprometidas.</p><p>A pessoa do nível 1, apesar de ter desenvolvimento normal da fala, apresenta dificuldades na interação</p><p>social e</p><p>pode apresentar falta de flexibilidade mental, sintomas comportamentais, limitação de interesses e grande apego à</p><p>rotina</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>Ao contrário do que ocorre nos níveis 2 e 3, a pessoa com nível 1 não desenvolve a linguagem e apresenta apego</p><p>exagerado à rotina.</p><p>Os diferentes níveis do TEA apresentam os mesmos quesitos de diagnóstico, que são dificuldades na interação</p><p>social, na comunicação social e na área comportamental, marcada por comportamentos repetitivos e interesses</p><p>restritos.</p><p>A pessoa que está no nível 1 de suporte do TEA pode ter desenvolvimento normal na fala e não apresentar</p><p>deficiência intelectual, ao contrário dos dois outros níveis em que essas duas áreas estão comprometidas.</p><p>A pessoa do nível 1, apesar de ter desenvolvimento normal da fala, apresenta dificuldades na interação social e</p><p>pode apresentar falta de flexibilidade mental, sintomas comportamentais, limitação de interesses e grande apego à</p><p>rotina</p><p>4.</p><p>O TEA já teve diferentes nomes e diferentes explicações para as suas causas. Atualmente, considera-se que se</p><p>trata de um transtorno do neurodesenvolvimento, com três níveis, de acordo com a gravidade dos sintomas, que</p><p>interferem na qualidade de vida. O diagnóstico é baseado em comportamentos, não existindo um exame de</p><p>laboratório que o identifique. Portanto, o estabelecimento de um diagnóstico pode ser demorado.</p><p>Analise o caso descrito a seguir:</p><p>Pedro tem 9 anos e frequenta a escola desde os quatro. Sua linguagem é bastante complexa e articulada para a</p><p>idade. Gosta de fazer apresentações para a turma a respeito de seus temas de interesse, e o estudo das bandeiras</p><p>é o principal.</p><p>Apesar de sua habilidade linguística, apresenta muita dificuldade de comunicação com os colegas, pois não</p><p>consegue estabelecer um diálogo. Sua conversa com os colegas parece-se muito mais com um monólogo em que</p><p>ele não ouve o que os outros falam. Não tem amigos, pois as outras crianças acham que ele é chato, já que não</p><p>sabe escutar, não espera a vez para falar e monopoliza a conversa com os assuntos de interesse próprio.</p><p>Considerando os estudos realizados sobre o TEA, o que se pode supor sobre Pedro?</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>Pedro não pode apresentar o TEA, pois é capaz de reproduzir frases complexas e bem articuladas. Crianças com</p><p>esse transtorno não desenvolvem a linguagem.</p><p>Não se pode fazer um diagnóstico a partir de poucas informações, porém é possível levantar hipóteses diagnósticas</p><p>a serem investigadas.</p><p>Os dados sugerem o quadro de TEA de nível 1, pois esse quadro é marcado pela habilidade linguística, porém</p><p>caracterizada por ser disfuncional e ligada apenas às áreas de interesse da pessoa.</p><p>A fala não tem o objetivo de comunicação e interação social, e sim manifestação dos temas de interesse pessoal.</p><p>Embora fale, não fala "com" e sim "para" outras pessoas.</p><p>O egocentrismo diminui progressivamente ao longo da vida e, aos 9 anos de idade, espera-se que a criança já</p><p>consiga aguardar a vez para falar e consiga estabelecer diálogos sobre diversos assuntos.</p><p>Embora Pedro fale, ele apresenta limitações nas habilidades de comunicação e de interação, pois sua fala se limita</p><p>a tópicos específicos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Pedro apresenta comportamento antissocial próprio de crianças da sua idade, devido ao egocentrismo do</p><p>pensamento.</p><p>Não se pode fazer um diagnóstico a partir de poucas informações, porém é possível levantar hipóteses diagnósticas</p><p>a serem investigadas.</p><p>Os dados sugerem o quadro de TEA de nível 1, pois esse quadro é marcado pela habilidade linguística, porém</p><p>caracterizada por ser disfuncional e ligada apenas às áreas de interesse da pessoa.</p><p>A fala não tem o objetivo de comunicação e interação social, e sim manifestação dos temas de interesse pessoal.</p><p>Embora fale, não fala "com" e sim "para" outras pessoas.</p><p>O egocentrismo diminui progressivamente ao longo da vida e, aos 9 anos de idade, espera-se que a criança já</p><p>consiga aguardar a vez para falar e consiga estabelecer diálogos sobre diversos assuntos.</p><p>Embora Pedro fale, ele apresenta limitações nas habilidades de comunicação e de interação, pois sua fala se limita</p><p>a tópicos específicos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>Pedro não demonstra ter o TEA, pois apresenta habilidade para falar com os colegas.</p><p>Não se pode fazer um diagnóstico a partir de poucas informações, porém é possível levantar hipóteses diagnósticas</p><p>a serem investigadas.</p><p>Os dados sugerem o quadro de TEA de nível 1, pois esse quadro é marcado pela habilidade linguística, porém</p><p>caracterizada por ser disfuncional e ligada apenas às áreas de interesse da pessoa.</p><p>A fala não tem o objetivo de comunicação e interação social, e sim manifestação dos temas de interesse pessoal.</p><p>Embora fale, não fala "com" e sim "para" outras pessoas.</p><p>O egocentrismo diminui progressivamente ao longo da vida e, aos 9 anos de idade, espera-se que a criança já</p><p>consiga aguardar a vez para falar e consiga estabelecer diálogos sobre diversos assuntos.</p><p>Embora Pedro fale, ele apresenta limitações nas habilidades de comunicação e de interação, pois sua fala se limita</p><p>a tópicos específicos.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>Pedro é uma criança egocêntrica, provavelmente por ter sido mimado demais pelos pais, por isso, não sabe</p><p>conversar.</p><p>Não se pode fazer um diagnóstico a partir de poucas informações, porém é possível levantar hipóteses diagnósticas</p><p>a serem investigadas.</p><p>Os dados sugerem o quadro de TEA de nível 1, pois esse quadro é marcado pela habilidade linguística, porém</p><p>caracterizada por ser disfuncional e ligada apenas às áreas de interesse da pessoa.</p><p>A fala não tem o objetivo de comunicação e interação social, e sim manifestação dos temas de interesse pessoal.</p><p>Embora fale, não fala "com" e sim "para" outras pessoas.</p><p>O egocentrismo diminui progressivamente ao longo da vida e, aos 9 anos de idade, espera-se que a criança já</p><p>consiga aguardar a vez para falar e consiga estabelecer diálogos sobre diversos assuntos.</p><p>Embora Pedro fale, ele apresenta limitações nas habilidades de comunicação e de interação, pois sua fala se limita</p><p>a tópicos específicos.</p><p>Você acertou!</p><p>E.</p><p>Pedro pode apresentar o TEA de nível 1, pois tem habilidade linguística, mas sua fala é pouco funcional e fixada</p><p>em interesses restritos.</p><p>Não se pode fazer um diagnóstico a partir de poucas informações, porém é possível levantar hipóteses diagnósticas</p><p>a serem investigadas.</p><p>Os dados sugerem o quadro de TEA de nível 1, pois esse quadro é marcado pela habilidade linguística, porém</p><p>caracterizada por ser disfuncional e ligada apenas às áreas de interesse da pessoa.</p><p>A fala não tem o objetivo de comunicação e interação social, e sim manifestação dos temas de interesse pessoal.</p><p>Embora fale, não fala "com" e sim "para" outras pessoas.</p><p>O egocentrismo diminui progressivamente ao longo da vida e, aos 9 anos de idade, espera-se que a criança já</p><p>consiga aguardar a vez para falar e consiga estabelecer diálogos sobre diversos assuntos.</p><p>Embora Pedro fale, ele apresenta limitações nas habilidades de comunicação e de interação, pois sua fala se limita</p><p>a tópicos específicos.</p><p>A síndrome de Rett é uma desordem rara do desenvolvimento neurológico, que afeta meninas em 99% dos casos.</p><p>Apresenta alguns sintomas que podem ser confundidos com o TEA.</p><p>A síndrome de Rett é provocada por mutações genéticas e tem como principal característica a regressão do</p><p>desenvolvimento do sistema nervoso, acarretando defasagens como:</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>perda de equilíbrio emocional, dificuldades no relacionamento interpessoal e na coordenação motora.</p><p>Na síndrome de Rett, a criança apresenta um desenvolvimento normal até os 6 meses de idade. A partir daí,</p><p>começam a se manifestar a ausência de atividade funcional com as mãos, o atraso significativo no desenvolvimento</p><p>da capacidade de andar e a perda da capacidade de usar a linguagem.</p><p>Há uma regressão do desenvolvimento do sistema nervoso, por isso ocorrem defasagens</p><p>no sistema motor, na</p><p>linguagem expressiva e no uso das mãos.</p><p>Os primeiros sinais da síndrome se manifestam ao final do primeiro ano de vida e o comprometimento das funções</p><p>cognitivas e motoras costuma ser grave a ponto de impedir que o portador leve a vida por conta própria.</p><p>Acontece regressão na coordenação motora, prejuízo nas funções respiratórias, atrofiamento muscular e perda da</p><p>capacidade de se comunicar oralmente.</p><p>A diminuição das funções cognitivas pode afetar a memória de longo prazo e, pela dificuldade de comunicação,</p><p>pode haver isolamento social. No entanto, trata-se de uma regressão de habilidades já desenvolvidas, o que no caso</p><p>do autismo não se desenvolve.</p><p>Falta de empatia, dificuldades no relacionamento interpessoal e falta de equilíbrio emocional não definem o</p><p>diagnóstico da síndrome de Rett.</p><p>Você acertou!</p><p>B.</p><p>perda de habilidade com uso das mãos, perda da habilidade para andar e perda da linguagem.</p><p>Na síndrome de Rett, a criança apresenta um desenvolvimento normal até os 6 meses de idade. A partir daí,</p><p>começam a se manifestar a ausência de atividade funcional com as mãos, o atraso significativo no desenvolvimento</p><p>da capacidade de andar e a perda da capacidade de usar a linguagem.</p><p>Há uma regressão do desenvolvimento do sistema nervoso, por isso ocorrem defasagens no sistema motor, na</p><p>linguagem expressiva e no uso das mãos.</p><p>Os primeiros sinais da síndrome se manifestam ao final do primeiro ano de vida e o comprometimento das funções</p><p>cognitivas e motoras costuma ser grave a ponto de impedir que o portador leve a vida por conta própria.</p><p>Acontece regressão na coordenação motora, prejuízo nas funções respiratórias, atrofiamento muscular e perda da</p><p>capacidade de se comunicar oralmente.</p><p>A diminuição das funções cognitivas pode afetar a memória de longo prazo e, pela dificuldade de comunicação,</p><p>pode haver isolamento social. No entanto, trata-se de uma regressão de habilidades já desenvolvidas, o que no caso</p><p>do autismo não se desenvolve.</p><p>Falta de empatia, dificuldades no relacionamento interpessoal e falta de equilíbrio emocional não definem o</p><p>diagnóstico da síndrome de Rett.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>perda de controle emocional, atrofiamento muscular e perda da capacidade de comunicação oral.</p><p>Na síndrome de Rett, a criança apresenta um desenvolvimento normal até os 6 meses de idade. A partir daí,</p><p>começam a se manifestar a ausência de atividade funcional com as mãos, o atraso significativo no desenvolvimento</p><p>da capacidade de andar e a perda da capacidade de usar a linguagem.</p><p>Há uma regressão do desenvolvimento do sistema nervoso, por isso ocorrem defasagens no sistema motor, na</p><p>linguagem expressiva e no uso das mãos.</p><p>Os primeiros sinais da síndrome se manifestam ao final do primeiro ano de vida e o comprometimento das funções</p><p>cognitivas e motoras costuma ser grave a ponto de impedir que o portador leve a vida por conta própria.</p><p>Acontece regressão na coordenação motora, prejuízo nas funções respiratórias, atrofiamento muscular e perda da</p><p>capacidade de se comunicar oralmente.</p><p>A diminuição das funções cognitivas pode afetar a memória de longo prazo e, pela dificuldade de comunicação,</p><p>pode haver isolamento social. No entanto, trata-se de uma regressão de habilidades já desenvolvidas, o que no caso</p><p>do autismo não se desenvolve.</p><p>Falta de empatia, dificuldades no relacionamento interpessoal e falta de equilíbrio emocional não definem o</p><p>diagnóstico da síndrome de Rett.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>prejuízo das funções respiratórias, dificuldades de relacionamento interpessoal e ausência de memória de longo</p><p>prazo.</p><p>Na síndrome de Rett, a criança apresenta um desenvolvimento normal até os 6 meses de idade. A partir daí,</p><p>começam a se manifestar a ausência de atividade funcional com as mãos, o atraso significativo no desenvolvimento</p><p>da capacidade de andar e a perda da capacidade de usar a linguagem.</p><p>Há uma regressão do desenvolvimento do sistema nervoso, por isso ocorrem defasagens no sistema motor, na</p><p>linguagem expressiva e no uso das mãos.</p><p>Os primeiros sinais da síndrome se manifestam ao final do primeiro ano de vida e o comprometimento das funções</p><p>cognitivas e motoras costuma ser grave a ponto de impedir que o portador leve a vida por conta própria.</p><p>Acontece regressão na coordenação motora, prejuízo nas funções respiratórias, atrofiamento muscular e perda da</p><p>capacidade de se comunicar oralmente.</p><p>A diminuição das funções cognitivas pode afetar a memória de longo prazo e, pela dificuldade de comunicação,</p><p>pode haver isolamento social. No entanto, trata-se de uma regressão de habilidades já desenvolvidas, o que no caso</p><p>do autismo não se desenvolve.</p><p>Falta de empatia, dificuldades no relacionamento interpessoal e falta de equilíbrio emocional não definem o</p><p>diagnóstico da síndrome de Rett.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>deficiência intelectual, regressão da capacidade de ser empático e falta de equilíbrio emocional.</p><p>Na síndrome de Rett, a criança apresenta um desenvolvimento normal até os 6 meses de idade. A partir daí,</p><p>começam a se manifestar a ausência de atividade funcional com as mãos, o atraso significativo no desenvolvimento</p><p>da capacidade de andar e a perda da capacidade de usar a linguagem.</p><p>Há uma regressão do desenvolvimento do sistema nervoso, por isso ocorrem defasagens no sistema motor, na</p><p>linguagem expressiva e no uso das mãos.</p><p>Os primeiros sinais da síndrome se manifestam ao final do primeiro ano de vida e o comprometimento das funções</p><p>cognitivas e motoras costuma ser grave a ponto de impedir que o portador leve a vida por conta própria.</p><p>Acontece regressão na coordenação motora, prejuízo nas funções respiratórias, atrofiamento muscular e perda da</p><p>capacidade de se comunicar oralmente.</p><p>A diminuição das funções cognitivas pode afetar a memória de longo prazo e, pela dificuldade de comunicação,</p><p>pode haver isolamento social. No entanto, trata-se de uma regressão de habilidades já desenvolvidas, o que no caso</p><p>do autismo não se desenvolve.</p><p>Falta de empatia, dificuldades no relacionamento interpessoal e falta de equilíbrio emocional não definem o</p><p>diagnóstico da síndrome de Rett.</p><p>5 de 5 perguntas</p><p>Voltar</p>