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<p>REVISÃO PROVA 01 TEORIA GERAL DO PROCESSO</p><p>AULA 03 – PRINCIPIOS PARTE 01.</p><p>01.Princípio do devido processo legal (Art.5º, LIV da CF) ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal;</p><p>Constitui um sistema de limitações no exercício do poder. Proibindo o legislador e o juiz de ir contra a lei e a CF, e garantindo as partes o devido processo.</p><p>02. Principio da imparcialidade do juiz O juiz compareça ao processo sem qualquer predisposição em prol de um e desfavorável a outro. (Art. 144 e 145 do CPC)</p><p>Princípio do Juiz Natural: Aquele que não e nomeado, ou seja, juiz togado técnico e com competência para julgar as lides.</p><p>se refere à existência de juízo adequado para o julgamento de determinada demanda, conforme as regras de fixação de competência, e à proibição de juízos extraordinários ou tribunais de exceção constituídos após os fatos</p><p>03.Princípio da Igualdade (Isonomia) tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual conforme a sua desigualdade.</p><p>Processo penal. In Dubio Pro Reo (havendo dúvida no processo penal, por falta de provas, a interpretação do Juiz deve ser em favor do acusado.)</p><p>Processo civil / Trabalhista: In Dubio Pro misero (o aplicador da lei deve optar pela hipótese mais favorável ao trabalhador.)</p><p>04.Princípio da paridade de tratamento (CPC 2015: Art. 7º) É assegurada às partes paridade de tratamento em relação ao exercício de direitos e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos ônus, aos deveres e à aplicação de sanções processuais, competindo ao juiz zelar pelo efetivo contraditório.</p><p>05.PrincipipContraditorio e da ampla defesa Art. 5º, LV –aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;”</p><p>Contraditório Audita ou altera parte, informação e possibilita reação (citar a parte, Obrigatório)</p><p>Ampla defesa advém do contraditório (citar a parte, facultativo na área civil; na área penal é obrigatório pois ausência de defesa técnica acarreta nulidade do processo, pois se trata de um bem fundamental a liberdade.)</p><p>06.Principio da Ação ou da demanda ou da iniciativa das partes A jurisdição é inerte, sendo que a “ação” é um direito e um poder das partes em ativar os órgãos jurisdicionais, que exigem uma provocação.</p><p>07. Princípio do impulso oficial (Art. 2º, CPC) O processo começa por iniciativa da parte e se desenvolve por impulso oficial, salvo as exceções previstas em lei.</p><p>08.Pricipio da livre investigação das provas</p><p>Verdade formal (Principio dispositivo):</p><p>Juiz aguarda que as partes requeiram na instrução da causa produção de provas e façam alegações para fundamentar sua decisão final.</p><p>•Contudo, esse princípio não é aplicado no sentido de manter o juiz dependente das partes.</p><p>Quod non est in actis non est in mundo o que não está nos autos (processuais) não está no mundo(jurídico)</p><p>AULA 04 – PRINCIPIOS PARTE 02.</p><p>09.Princípio da cooperação Art.6º Todos os sujeitos do processo devem cooperar entre si para que se obtenha, em tempo razoável, decisão de mérito justa e efetiva.</p><p>10.Princípio da motivação das decisões judiciais A decisão deve ser motivada, sob pena de nulidade. Além de controle da imparcialidade, isso possibilita o recurso das decisões.</p><p>Art. 11, CPC: Todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade.</p><p>Parágrafo único. Nos casos de segredo de justiça, pode ser autorizada a presença somente das partes, de seus advogados, de defensores públicos ou do Ministério Público.</p><p>11.Princípio da Publicidade (Art. 5º, LX, CF) a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem</p><p>Exceções: A) SEGREDO DE JUSTIÇA (Art. 11, CPC, Parágrafo único)</p><p>B) Processo arbitral: Nesse caso o sigilo não é pressuposto, mas é bem comum. Ele restringe a publicidade externa com base na violação do direito fundamental a preservação da intimidade.</p><p>12.Princípio da celeridade processual Máximo de resultados processuais com o mínimo de emprego de meios processuais.</p><p>13.Princípio da eventualidade O princípio da eventualidade exige que o réu formule na defesa todas as alegações que tiver, pois, do contrário, não poderá alegá-las noutro momento.</p><p>EX: Assim, na ação de cobrança, deve o réu alegar que nunca deveu; se admitir que devia, já pagou; e se admitir que não pagou, ocorreu a prescrição.</p><p>14.Principio duplo grau de jurisdição dar as partes a possibilidade de revisão da decisão judicial, caso está não lhe seja favorável.</p><p>15.Preclusão</p><p>(Art. 278, CPC) A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão.</p><p>Art. 507. É vedado à parte discutir no curso do processo as questões já decididas a cujo respeito se operou a preclusão.</p><p>16.Princípio da duração razoável do processo (Art. 4º, CPC) As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa. EX: Tutelas de urgência, julgamento antecipado da lide, sumulas impeditivas de recursos, processo eletrônico.</p><p>17.Princípio fins sociais e exigências do bem comum (Art. 8º, CPC) Ao aplicar o ordenamento jurídico, o juiz atenderá aos fins sociais e às exigências do bem comum, resguardando e promovendo a dignidade da pessoa humana e observando a proporcionalidade, a razoabilidade, a legalidade, a publicidade e a eficiência.</p><p>18.Princípio da proibição da decisão surpresa (Art. 9º e 10º do CPC) Art. 9º Não se proferirá decisão contra uma das partes sem que ela seja previamente ouvida.</p><p>Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica:</p><p>I - à tutela provisória de urgência;</p><p>II - às hipóteses de tutela da evidência previstas no art. 311, incisos II e III ;</p><p>III - à decisão prevista no art. 701 .</p><p>Art. 10. O juiz não pode decidir, em grau algum de jurisdição, com base em fundamento a respeito do qual não se tenha dado às partes oportunidade de se manifestar, ainda que se trate de matéria sobre a qual deva decidir de ofício.</p><p>AULA 04 – PRINCIPIOS PROCEDIMENTAIS.</p><p>01.Princípio da imediação significa que a decisão jurisdicional só pode ser proferida por quem tenha assistido à produção de prova e à discussão da causa entre a acusação e a defesa e que esta seja proferida o mais rápido possível após o término da audiência de discussão e julgamento.</p><p>O princípio não tem significado algum se tratando da prova documental.</p><p>02.Princípio da Concentração se o juiz não se sentir em condições de proferir a sentença na própria audiência, faculta-lhe faze-lo dentro de certo prazo, que, na pratica, quase nunca é observado.</p><p>Nos julgamentos da competência do tribunal do júri, a concentração é a mais absoluta possível, mais que no processo civil e no trabalhista</p>

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