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Questões resolvidas

O dano moral é tema da mais vasta jurisprudência, com diversas súmulas do STJ. Nesse sentido, podemos afirmar:

da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, cabe indenização por dano moral, mesmo quando preexistente legítima inscrição.
não é aceito cumular as indenizações de dano estético e dano moral.
caracteriza dano moral a apresentação antecipada de cheque pré-datado.
pessoas jurídicas não podem ter dano moral.
não é dano moral a simples devolução indevida de cheque.

Sobre a responsabilidade civil, suas regras na legislação, jurisprudência e doutrina, podemos afirmar:

Decidido, no juízo criminal, sobre a autoria de determinado ato, tal questão não poderá ser rediscutida no juízo cível.
Sócio de uma sociedade empresária reponde civilmente de forma objetiva pelos danos causados pela pessoa jurídica.
Os prejuízos decorrentes de caso fortuito afastam o elemento culpa, suprimindo, por isso, a responsabilidade civil de indenizar.
A obrigação de indenizar não é transmissível por herança.
Quem demandar por dívida já quitada, é obrigado a pagar ao demandado o triplo do que houver cobrado.

Sobre as relações de consumo é correto afirmar:

Fabricantes e importadores precisam ofertar de componentes e peças de reposição depois de cessada a fabricação ou a importação do produto, por no mínimo de cinco anos de acordo com o CDC.
Cabem danos morais decorrentes da inscrição indevida de consumidor em cadastro de proteção ao crédito, independentemente da existência prévia de inscrição legítima, por configurar ato ilícito a direitos da personalidade.
Atos lesivos praticados por representantes autônomos de determinado produto ou serviço são de responsabilidade subsidiária dos fornecedores daquele produto ou serviço.
As sociedades controladas e as consorciadas têm responsabilidade solidária.
Em casos de responsabilidade por fato do serviço, inverte-se o ônus da prova independentemente de decisão do magistrado, na modalidade ope legis, conforme entendimento do STJ.

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Questões resolvidas

O dano moral é tema da mais vasta jurisprudência, com diversas súmulas do STJ. Nesse sentido, podemos afirmar:

da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, cabe indenização por dano moral, mesmo quando preexistente legítima inscrição.
não é aceito cumular as indenizações de dano estético e dano moral.
caracteriza dano moral a apresentação antecipada de cheque pré-datado.
pessoas jurídicas não podem ter dano moral.
não é dano moral a simples devolução indevida de cheque.

Sobre a responsabilidade civil, suas regras na legislação, jurisprudência e doutrina, podemos afirmar:

Decidido, no juízo criminal, sobre a autoria de determinado ato, tal questão não poderá ser rediscutida no juízo cível.
Sócio de uma sociedade empresária reponde civilmente de forma objetiva pelos danos causados pela pessoa jurídica.
Os prejuízos decorrentes de caso fortuito afastam o elemento culpa, suprimindo, por isso, a responsabilidade civil de indenizar.
A obrigação de indenizar não é transmissível por herança.
Quem demandar por dívida já quitada, é obrigado a pagar ao demandado o triplo do que houver cobrado.

Sobre as relações de consumo é correto afirmar:

Fabricantes e importadores precisam ofertar de componentes e peças de reposição depois de cessada a fabricação ou a importação do produto, por no mínimo de cinco anos de acordo com o CDC.
Cabem danos morais decorrentes da inscrição indevida de consumidor em cadastro de proteção ao crédito, independentemente da existência prévia de inscrição legítima, por configurar ato ilícito a direitos da personalidade.
Atos lesivos praticados por representantes autônomos de determinado produto ou serviço são de responsabilidade subsidiária dos fornecedores daquele produto ou serviço.
As sociedades controladas e as consorciadas têm responsabilidade solidária.
Em casos de responsabilidade por fato do serviço, inverte-se o ônus da prova independentemente de decisão do magistrado, na modalidade ope legis, conforme entendimento do STJ.

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<p>AVA 02 – RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>1. Pergunta 1</p><p>0,1/0,1</p><p>Durante o serviço de reparo em uma estação de tratamento de esgoto em que trabalhavam</p><p>dois empregados da sociedade empresária, rompeu-se uma manilha e a casa vizinha à estação</p><p>ficou inundada de esgoto, causando diversos prejuízos à proprietária.</p><p>Nesse caso:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Correta:</p><p>Cabe indenização pela sociedade empresária concessionária, que tem responsabilidade civil</p><p>objetiva, sendo prescindível a comprovação da culpa ou dolo de seus funcionários.</p><p>Não cabe indenização a proprietária, pois não há comprovação de que os funcionários agiram</p><p>com culpa ou dolo.</p><p>Cabe indenização, diretamente, na qualidade de poder concedente, por sua responsabilidade</p><p>civil subjetiva.</p><p>Não cabe indenização a proprietária, pois os funcionários não praticaram ato ilícito, pois</p><p>estavam no estrito cumprimento de seu dever contratual.</p><p>Cabe indenização pela sociedade empresária concessionária, por sua responsabilidade civil</p><p>subjetiva, mediante a comprovação da culpa ou dolo de seus funcionários.</p><p>2. Pergunta 2</p><p>0,1/0,1</p><p>O dano moral é tema da mais vasta jurisprudência, com diversas súmulas do STJ.</p><p>Nesse sentido, podemos afirmar:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, cabe indenização por dano moral,</p><p>mesmo quando preexistente legítima inscrição.</p><p>não é aceito cumular as indenizações de dano estético e dano moral.</p><p>Correta:</p><p>caracteriza dano moral a apresentação antecipada de cheque pré-datado.</p><p>pessoas jurídicas não podem ter dano moral.</p><p>não é dano moral a simples devolução indevida de cheque</p><p>3. Pergunta 3</p><p>0,1/0,1</p><p>Um motorista em velocidade compatível com a via se assustou com um pedestre fora da faixa.</p><p>AVA 02 – RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>O pedestre estava no celular e não viu o carro. Para evitar o atropelamento, o motorista</p><p>desviou e bateu num carro estacionado em local permitido.</p><p>Considerando o caso, assinale a opção correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>A excludente de responsabilidade do fortuito incide em favor do pedestre.</p><p>Correta:</p><p>A conduta do motorista foi lícita; contudo, nessa situação, há obrigação de indenizar o dono do</p><p>veículo</p><p>A responsabilidade civil pelo acidente deve ser imputada diretamente ao pedestre</p><p>A conduta do motorista foi ilícita, razão pela qual surge a obrigação de indenizar o dono do</p><p>veículo estacionado.</p><p>O motorista agiu no exercício regular do direito, razão pela qual não será obrigado a indenizar o</p><p>dono do veículo estacionado.</p><p>4. Pergunta 4</p><p>0,1/0,1</p><p>Adolescente de dezessete anos de idade, pegou escondido o carro do pai para encontrar a</p><p>namorada.</p><p>No caminho atropelou uma pessoa, que pelos ferimentos deixou de trabalhar por dois meses.</p><p>Conforme a doutrina e a legislação acerca da responsabilidade civil, o pai do adolescente:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>será responsável apenas pela indenização de metade dos danos causados.</p><p>é responsável pela reparação civil dos danos causados e poderá reaver do filho a totalidade do</p><p>que houver pago.</p><p>poderá sim ser responsável pela reparação dos danos e terá direito regressivo contra o filho.</p><p>não será responsável pela indenização dos danos, isto porque o adolescente não é</p><p>absolutamente incapaz de exercer os atos da vida civil.</p><p>Correta:</p><p>se responsabilizará pela indenização dos danos causados, porém não poderá reaver do filho o</p><p>que houver pago.</p><p>5. Pergunta 5</p><p>0,1/0,1</p><p>No caso de alguém aprovado nas provas de concurso público que, como requisito para a posse,</p><p>precisava fazer avaliação médica de caráter eliminatório, porém foi atropelado e ficou no</p><p>hospital, perdendo o prazo para fazer os exames e foi eliminado do concurso.</p><p>Diante desta situação, ele faz jus a:</p><p>AVA 02 – RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>danos materiais, mas não há falar-se em danos morais à espécie, por se tratar de mero</p><p>aborrecimento da vida em sociedade.</p><p>danos morais e materiais decorrentes do acidente, mas a possibilidade de aprovação no</p><p>certame não deve ser valorada na quantificação dos danos, por se tratar de mera expectativa</p><p>de direito.</p><p>danos morais e materiais decorrentes do acidente, inclusive ao total dos vencimentos a que</p><p>faria jus se tivesse sido investido no cargo.</p><p>danos morais, mas não danos materiais</p><p>Correta:</p><p>danos morais e materiais decorrentes do acidente, inclusive a uma indenização proporcional à</p><p>perda da chance de tomar posse no cargo.</p><p>6. Pergunta 6</p><p>0,1/0,1</p><p>A doutrina e o Código Civil dão tratamento ao tema do abuso de direito. Sobre o assunto é</p><p>correto afirmar que:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Para a caracterização do abuso do direito, há a necessidade da demonstração da existência de</p><p>dolo por parte do agente.</p><p>O abuso do direito pode ser classificado como ato lícito, porém passível de indenização.</p><p>O abuso do direito não necessita de análise de boa-fé objetiva.</p><p>Correta:</p><p>Para haver abuso do direito, é necessário apenas o critério objetivo finalístico.</p><p>Para a configuração do abuso do direito, basta que haja culpa em sentido estrito.</p><p>7. Pergunta 7</p><p>0,1/0,1</p><p>Sobre a responsabilidade civil, suas regras na legislação, jurisprudência e doutrina, podemos</p><p>afirmar:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Correta:</p><p>Decidido, no juízo criminal, sobre a autoria de determinado ato, tal questão não poderá ser</p><p>rediscutida no juízo cível.</p><p>Sócio de uma sociedade empresária reponde civilmente de forma objetiva pelos danos</p><p>causados pela pessoa jurídica.</p><p>AVA 02 – RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>Os prejuízos decorrentes de caso fortuito afastam o elemento culpa, suprimindo, por isso, a</p><p>responsabilidade civil de indenizar.</p><p>A obrigação de indenizar não é transmissível por herança.</p><p>Quem demandar por dívida já quitada, é obrigado a pagar ao demandado o triplo do que</p><p>houver cobrado.</p><p>8. Pergunta 8</p><p>0,1/0,1</p><p>Na hipótese de imóvel em que acontece a prática ilegal de jogos de azar, há caso de</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>dano social.</p><p>dano estético</p><p>responsabilidade objetiva, sendo necessário comprovar a dor, sofrimento e abalo psicológico.</p><p>Correta:</p><p>dano moral coletivo.</p><p>perda de uma chance.</p><p>9. Pergunta 9</p><p>0,1/0,1</p><p>Um médico-cirurgião, empregado de determinado hospital, durante a realização de uma</p><p>cirurgia, amputou a perna do paciente, que, muito abalado, entrou na justiça contra o referido</p><p>médico e o hospital.</p><p>O médico afirmou que havia realizado o procedimento para salvar a vida do paciente e que</p><p>para caracterização de eventual responsabilidade seria preciso comprovada culpa.</p><p>O hospital defendeu não ter nenhuma responsabilidade já que os danos vieram da conduta do</p><p>médico.</p><p>Se houver dano comprovado para a paciente, gerado pela conduta do médico:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>A relação jurídica estabelecida entre paciente e o médico é uma relação jurídica de consumo.</p><p>A responsabilidade civil do hospital é subjetiva, em razão da natureza contratual da relação</p><p>jurídica.</p><p>Correta:</p><p>A responsabilidade civil é objetiva e incidirá somente sobre o hospital.</p><p>é civil a relação jurídica entre paciente e hospital</p><p>só pode ser aferida a responsabilidade do médico mediante a comprovação da culpa.</p><p>10. Pergunta 10</p><p>AVA 02 – RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>0,1/0,1</p><p>Sobre as relações de consumo é correto afirmar:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Fabricantes e importadores precisam ofertar de componentes e peças de reposição depois de</p><p>cessada a fabricação ou a importação do produto, por no mínimo de cinco anos de acordo com</p><p>o CDC</p><p>Cabem danos morais decorrentes da inscrição indevida de consumidor em cadastro de</p><p>proteção ao crédito, independentemente da existência prévia de inscrição legítima, por</p><p>configurar ato ilícito a direitos da personalidade.</p><p>Atos lesivos praticados por representantes autônomos de determinado produto ou serviço são</p><p>de responsabilidade subsidiária dos fornecedores daquele produto ou serviço.</p><p>As sociedades controladas e as consorciadas</p><p>tem responsabilidade solidária</p><p>Correta:</p><p>Em casos de responsabilidade por fato do serviço, inverte-se o ônus da prova</p><p>independentemente de decisão do magistrado, na modalidade ope legis, conforme</p><p>entendimento do STJ.</p>

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