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LISTA DE QUESTOES SOI V COM GABARITO

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

A hipótese diagnóstica mais provável é:

A) Comprometimento metastático da coluna lombar.
B) Estenose do canal medular.
C) Fratura vertebral por osteoporose senil.
D) Lombalgia mecânica.

A conduta mais adequada para o caso é:

A) orientar repouso absoluto, compressas mornas locais, manter AINE por tempo prolongado, associar opioide.
B) solicitar radiografia de coluna lombar, manter AINE por período prolongado, associar opioide, encaminhar à fisioterapia.
C) solicitar ressonância magnética de coluna lombar, orientar repouso absoluto, manter AINE por curto período de tempo, associar relaxante muscular.
D) orientar o paciente a manter-se ativo, compressas mornas locais, manter AINE por curto período de tempo, associar relaxante muscular.

da coluna, sinal de Lasègue positivo a 30° à esquerda e dificuldade em realizar a dorso-flexão do pé esquerdo. A hipótese diagnóstica para esse paciente é:
A) Radiculopatia lombar compressiva, provavelmente de S1.
B) Espondilite anquilosante, com acometimento radicular típico da doença.
C) Radiculopatia lombar compressiva, provavelmente de L5.
D) Osteoartrite na coluna vertebral e joelhos, principalmente do MIE.

(PSU, MG, 2013) Em face da ressonância magnética abaixo reproduzida, esperar-se-iam os seguintes achados ao exame clínico de paciente com lombociatalgia aguda:
A) Reflexo aquileu diminuído ou abolido, marcha na ponta dos pés dificultada.
B) Reflexo aquileu diminuído ou abolido, marcha sobre os calcanhares dificultada.
C) Reflexo aquileu preservado, marcha na ponta dos pés dificultada.
D) Reflexo aquileu preservado, marcha sobre os calcanhares dificultada.

(UFCSPA, ES, 2009) Paciente portadora de lombalgia crônica, há 20 anos, consultou por ter sentido, após esforço, forte dor no membro inferior esquerdo seguida de parestesia no dorso do hálux. O exame radiográfico revelou discopatia degenerativa em múltiplos níveis lombares. Devido à piora da dor, cogitou-se hérnia de disco lombar. Que exame de imagem complementar confirmaria a hipótese diagnóstica?
A) Eletroneuromiografia.
B) Radiografia dinâmica da coluna vertebral lombar.
C) Mielotomografia.
D) Ressonância magnética.
E) Cintilografia óssea.

(MULTIVIX, ES, 2018) Homem, 58 anos, obeso, com queixa lombociatalgia de intensidade leve a moderada há 4 semanas. Exame físico sem sinais de déficit neurológico e com força muscular grau V nos membros inferiores. Levando em consideração a principal hipótese diagnóstica, qual é a conduta a ser tomada?
A) Perda de peso, fisioterapia, analgésicos e relaxantes musculares com reavaliação em 4 semanas.
B) Solicitar ressonância magnética.
C) Indicar cirurgia de fusão com aloenxerto ósseo e placa de titânio e parafusos.
D) Indicar cirurgia de laminotomia.
E) Indicar cirurgia de hemilaminectomia.

(HOSPITAL DE OLHOS DE APARECIDA, GO, 2020) Adolescente do sexo masculino, 14 anos, refere dor nas costas há 5 semanas tanto ao jogar voleibol (pratica todos os dias por 3 horas) como em repouso, às vezes piorando em repouso. Já procurou atendimento e o médico disse ser “dor do crescimento” e que as dores vão passar com o tempo. Com bases nessas informações, qual a hipótese diagnóstica?
A) Espondilólise.
B) Doença de Sever.
C) Tumor de vértebras.
D) Artrite reumatoide juvenil.

(PONTÍFICA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2019) No estudo do manguito rotador, frequentemente acometido por lesões que determinam dor no ombro, análises microangiográficas revelam uma área hipovascular (zona crítica de Codman) que se localiza:
A) Na região subacromial proximal.
B) Na região da inserção do infraespinal na pequena tuberosidade.
C) A 3 cm proximal à inserção do supraespinal na grande tuberosidade.
D) Imediatamente proximal à inserção do supraespinal na grande tuberosidade.
E) Na região 2 cm proximal à inserção do infraespinal na pequena tuberosidade.

(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2016) O músculo do manguito rotador que realiza rotação interna do ombro é o:
A) Redondo menor.
B) Redondo maior.
C) Supraespinhoso.
D) Subescapular.
E) Infraespinhoso.

(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2011) Em relação à semiologia do membro superior, é VERDADEIRO:
A) O teste do impacto de Neer é utilizado para avaliar a estabilidade da articulação glenoumeral.
B) O teste de Jobe é a manobra mais adequada para a avaliação das epicondilites mediais.
C) O teste de impacto de Yocum é utilizado para reproduzir o impacto entre a cabeça do úmero e o processo coronoide.
D) O teste de Neer consiste na elevação ativa, abrupta do membro superior no plano da escápula.
E) O teste de Jobe é semelhante ao teste do supraespinhal, porém é realizado com o membro superior em rotação interna e polegar voltado para o chão.

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Questões resolvidas

A hipótese diagnóstica mais provável é:

A) Comprometimento metastático da coluna lombar.
B) Estenose do canal medular.
C) Fratura vertebral por osteoporose senil.
D) Lombalgia mecânica.

A conduta mais adequada para o caso é:

A) orientar repouso absoluto, compressas mornas locais, manter AINE por tempo prolongado, associar opioide.
B) solicitar radiografia de coluna lombar, manter AINE por período prolongado, associar opioide, encaminhar à fisioterapia.
C) solicitar ressonância magnética de coluna lombar, orientar repouso absoluto, manter AINE por curto período de tempo, associar relaxante muscular.
D) orientar o paciente a manter-se ativo, compressas mornas locais, manter AINE por curto período de tempo, associar relaxante muscular.

da coluna, sinal de Lasègue positivo a 30° à esquerda e dificuldade em realizar a dorso-flexão do pé esquerdo. A hipótese diagnóstica para esse paciente é:
A) Radiculopatia lombar compressiva, provavelmente de S1.
B) Espondilite anquilosante, com acometimento radicular típico da doença.
C) Radiculopatia lombar compressiva, provavelmente de L5.
D) Osteoartrite na coluna vertebral e joelhos, principalmente do MIE.

(PSU, MG, 2013) Em face da ressonância magnética abaixo reproduzida, esperar-se-iam os seguintes achados ao exame clínico de paciente com lombociatalgia aguda:
A) Reflexo aquileu diminuído ou abolido, marcha na ponta dos pés dificultada.
B) Reflexo aquileu diminuído ou abolido, marcha sobre os calcanhares dificultada.
C) Reflexo aquileu preservado, marcha na ponta dos pés dificultada.
D) Reflexo aquileu preservado, marcha sobre os calcanhares dificultada.

(UFCSPA, ES, 2009) Paciente portadora de lombalgia crônica, há 20 anos, consultou por ter sentido, após esforço, forte dor no membro inferior esquerdo seguida de parestesia no dorso do hálux. O exame radiográfico revelou discopatia degenerativa em múltiplos níveis lombares. Devido à piora da dor, cogitou-se hérnia de disco lombar. Que exame de imagem complementar confirmaria a hipótese diagnóstica?
A) Eletroneuromiografia.
B) Radiografia dinâmica da coluna vertebral lombar.
C) Mielotomografia.
D) Ressonância magnética.
E) Cintilografia óssea.

(MULTIVIX, ES, 2018) Homem, 58 anos, obeso, com queixa lombociatalgia de intensidade leve a moderada há 4 semanas. Exame físico sem sinais de déficit neurológico e com força muscular grau V nos membros inferiores. Levando em consideração a principal hipótese diagnóstica, qual é a conduta a ser tomada?
A) Perda de peso, fisioterapia, analgésicos e relaxantes musculares com reavaliação em 4 semanas.
B) Solicitar ressonância magnética.
C) Indicar cirurgia de fusão com aloenxerto ósseo e placa de titânio e parafusos.
D) Indicar cirurgia de laminotomia.
E) Indicar cirurgia de hemilaminectomia.

(HOSPITAL DE OLHOS DE APARECIDA, GO, 2020) Adolescente do sexo masculino, 14 anos, refere dor nas costas há 5 semanas tanto ao jogar voleibol (pratica todos os dias por 3 horas) como em repouso, às vezes piorando em repouso. Já procurou atendimento e o médico disse ser “dor do crescimento” e que as dores vão passar com o tempo. Com bases nessas informações, qual a hipótese diagnóstica?
A) Espondilólise.
B) Doença de Sever.
C) Tumor de vértebras.
D) Artrite reumatoide juvenil.

(PONTÍFICA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2019) No estudo do manguito rotador, frequentemente acometido por lesões que determinam dor no ombro, análises microangiográficas revelam uma área hipovascular (zona crítica de Codman) que se localiza:
A) Na região subacromial proximal.
B) Na região da inserção do infraespinal na pequena tuberosidade.
C) A 3 cm proximal à inserção do supraespinal na grande tuberosidade.
D) Imediatamente proximal à inserção do supraespinal na grande tuberosidade.
E) Na região 2 cm proximal à inserção do infraespinal na pequena tuberosidade.

(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2016) O músculo do manguito rotador que realiza rotação interna do ombro é o:
A) Redondo menor.
B) Redondo maior.
C) Supraespinhoso.
D) Subescapular.
E) Infraespinhoso.

(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2011) Em relação à semiologia do membro superior, é VERDADEIRO:
A) O teste do impacto de Neer é utilizado para avaliar a estabilidade da articulação glenoumeral.
B) O teste de Jobe é a manobra mais adequada para a avaliação das epicondilites mediais.
C) O teste de impacto de Yocum é utilizado para reproduzir o impacto entre a cabeça do úmero e o processo coronoide.
D) O teste de Neer consiste na elevação ativa, abrupta do membro superior no plano da escápula.
E) O teste de Jobe é semelhante ao teste do supraespinhal, porém é realizado com o membro superior em rotação interna e polegar voltado para o chão.

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<p>LISTA DE QUESTÕES – SOI V – COM GABARITO</p><p>(UFC, CE, 2011) Qual a principal causa etiológica de</p><p>lombalgia em trabalhadores em idade produtiva?</p><p>A) Fratura traumática.</p><p>B) Osteoartrose.</p><p>C) Hérnia de disco.</p><p>D) Espondilolistese.</p><p>E) Musculoligamentar.</p><p>(UDI, MA, 2020) O diagnóstico diferencial de lombalgia é</p><p>amplo e muitas vezes pode ser realizado sem</p><p>propedêutica armada e considerando história clínica e</p><p>exame físico bem apurado. Assinale a opção onde há</p><p>correspondência coerente entre o sinal de alerta em</p><p>lombalgia e a causa potencial para tal achado.</p><p>A) Febre e perda de peso - causas inflamatórias</p><p>B) Rigidez matinal maior que 1 hora - causas traumáticas</p><p>C) Dor com maior intensidade à noite – osteoartrite</p><p>D) Diminuição da força muscular - espondilite ou epifisite</p><p>E) Anestesia em sela - compressão da cauda equina</p><p>(HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, SP, 2018)</p><p>Homem, 78 anos, com dor lombar em pressão, diária e</p><p>contínua nos últimos quatro meses. Quadro se iniciou</p><p>após queda da própria altura e procura atendimento</p><p>médico por persistência dos sintomas neste período.</p><p>Comorbidades: diabetes e câncer de próstata. O exame</p><p>físico é normal. Os sinais de alarme que indicam</p><p>necessidade de exame de imagem lombar neste</p><p>paciente:</p><p>A) Sexo masculino, idade > 50 anos e câncer.</p><p>B) Sexo masculino, dor lombar > 1 mês, trauma e</p><p>diabetes.</p><p>C) Idade > 50 anos, dor lombar > 1 mês, trauma e</p><p>câncer.</p><p>D) Idade > 50 anos, dor lombar > 1 mês, trauma, câncer</p><p>e diabetes.</p><p>E) Idade > 50 anos, sexo masculino, trauma, diabetes e</p><p>câncer.</p><p>(HCFMUSP, SP, 2020) Homem de 42 anos de idade com</p><p>antecedente de hipertensão arterial, apresenta dor</p><p>lombar crônica há cinco anos, após levantar peso no</p><p>ambiente de trabalho. No episódio inicial apresentou dor</p><p>intensa e súbita associada à limitação de movimentos</p><p>que levou a afastamento do trabalho por um período de</p><p>10 dias. Voltou a trabalhar, porém, manteve dor lombar</p><p>contínua, de intensidade leve a moderada com</p><p>irradiação para ambas as coxas de forma difusa e piora</p><p>com esforços. Vários períodos de afastamento laboral</p><p>desde então, sempre com manutenção das queixas. Há 6</p><p>meses refere dor moderada a intensa com irradiação</p><p>para ambos os membros inferiores e grande limitação</p><p>para atividades diárias sem qualquer melhora com uso</p><p>de anti-inflamatórios ou analgésicos. Faz uso eventual de</p><p>tramadol, porém nega melhora significativa. Nega febre</p><p>ou perda de peso. O exame clínico é normal exceto por</p><p>dor à flexão e extensão lombar. O exame neurológico é</p><p>normal. Paciente traz exame de ressonância magnética</p><p>realizado há 2 meses com desidratação discal L4-L5 e L5-</p><p>S1. Discretas protrusões discais nestes níveis sem</p><p>conflito radicular. Qual é a principal hipótese</p><p>diagnóstica?</p><p>A) Lombalgia mecânica comum.</p><p>B) Estenose do canal lombar.</p><p>C) Espondilite anquilosante.</p><p>D) Hérnia discal.</p><p>(HOSPITAL DA AERONÁUTICA DE SÃO PAULO, SP, 2019)</p><p>Homem de 35 anos, sem antecedentes de queda ou</p><p>trauma, refere há 10 dias de dor lombar sem irradiação,</p><p>que melhora quando anda e piora quando dorme. A</p><p>principal hipótese diagnóstica é:</p><p>A) Lombociatalgia.</p><p>B) Espondiloartrite.</p><p>C) Osteoartrite de coluna lombar.</p><p>D) Estenose de canal medular.</p><p>(SECRETARIA MUNICIPAL DE SINOP, MT, 2017) Homem,</p><p>enfermo, 79 anos, queixa-se de dor lombar aguda com</p><p>início há quase 3 semanas. Refere ainda, insônia e perda</p><p>de peso de 5 kg nos últimos 8 meses. Nega melhora da</p><p>dor após uso de anti-inflamatórios não hormonais,</p><p>derivados morfínicos e repouso no leito. A hipótese</p><p>diagnóstica mais provável é:</p><p>A) Comprometimento metastático da coluna lombar.</p><p>B) Estenose do canal medular.</p><p>C) Fratura vertebral por osteoporose senil.</p><p>D) Lombalgia mecânica.</p><p>(SECRETARIA MUNICIPAL DE SINOP, MT, 2018) Paciente</p><p>de 34 anos com queixa de dor lombar, na região glútea e</p><p>nas coxas há 15 dias. Trabalhador braçal em frigorífico.</p><p>Histórico clínico sem outras anormalidades. Apresenta</p><p>sensibilidade, reflexos, mobilidade, trofismo e força</p><p>muscular dos membros inferiores normais. À manobra</p><p>de Lasègue a direita, elevação do membro inferior a 60</p><p>graus na posição supina, refere dor na região lombar. No</p><p>teste de carga axial, a compressão vertical sobre a</p><p>cabeça do paciente desencadeia dor lombar. Assinale a</p><p>alternativa CORRETA em relação ao manejo deste caso:</p><p>A) Solicitar ressonância magnética da coluna lombar para</p><p>investigar os sinais de compressão radicular</p><p>identificados no exame físico.</p><p>B) Solicitar radiografia de coluna lombar para afastar</p><p>fratura e/ou artrose.</p><p>C) Solicitar radiografia de coluna lombar e VHS para</p><p>descartar infecção ou neoplasia.</p><p>D) Solicitar exames complementares não é necessário</p><p>pela suspeita de lombalgia inespecífica aguda.</p><p>E) Recomendar repouso por 30 dias e fisioterapia pois</p><p>tais medidas aceleram a recuperação.</p><p>(UNIEVANGÉLICA DE ANÁPOLIS, GO, 2020) Você, médico</p><p>(a) de uma UBS, depara-se com o seguinte caso: paciente</p><p>de 42 anos, pedreiro, vem ao seu consultório com queixa</p><p>de dor lombar não irradiada há 1 dia. Relata que no dia</p><p>anterior chegou em casa após uma extenuante tarde de</p><p>trabalho, sentou-se no chão para jogar videogame com</p><p>seu filho de 11 anos e ao tentar se levantar ""travou a</p><p>coluna"". Desde então não consegue mantê-la ereta,</p><p>caminha com dificuldade e não encontra posição</p><p>confortável para sentar ou dormir. Tem alívio parcial ao</p><p>repouso e ao uso de anti-inflamatório não esteroide</p><p>(AINE). Nega episódios prévios semelhantes. Ao exame</p><p>físico você constata adoção de posição antálgica (leve</p><p>flexão de tronco), trigger points distribuídos em</p><p>musculatura paravertebral de região lombar e dor</p><p>lombar à manobra de Laségue. A conduta mais adequada</p><p>para o caso é:</p><p>A) orientar repouso absoluto, compressas mornas locais,</p><p>manter AINE por tempo prolongado, associar opioide.</p><p>B) solicitar radiografia de coluna lombar, manter AINE</p><p>por período prolongado, associar opioide, encaminhar à</p><p>fisioterapia.</p><p>C) solicitar ressonância magnética de coluna lombar,</p><p>orientar repouso absoluto, manter AINE por curto</p><p>período de tempo, associar relaxante muscular.</p><p>D) orientar o paciente a manter-se ativo, compressas</p><p>mornas locais, manter AINE por curto período de</p><p>tempo, associar relaxante muscular.</p><p>(UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARÁ, PA, 2018) A.V.S.,</p><p>sexo masculino, 30 anos de idade, solteiro, comparece</p><p>pela primeira vez à Unidade Básica de Saúde (UBS) de</p><p>seu bairro por conta de dor nas costas há 2 dias. Ao ser</p><p>atendido pelo médico, inicia a conversa dizendo que</p><p>gostaria que lhe fosse pedido um raio X da coluna ou</p><p>uma ressonância. O médico pediu detalhes do ocorrido</p><p>e ficou sabendo que A.V.S trabalha como carregador em</p><p>uma embarcação e que sentiu “a coluna travar”,</p><p>enquanto tentava organizar sacos de cimento no chão.</p><p>Já havia tomado, por conta própria, diclofenaco 50 mg, 2</p><p>comprimidos ao dia, sem melhora do quadro. Estava</p><p>preocupado, pois seu tio de 60 anos tinha morrido</p><p>recentemente de câncer cuja investigação se iniciou por</p><p>quadro de dor nas costas. Sobre a queixa trazida pelo</p><p>paciente, do caso clínico acima, é correto afirmar que:</p><p>A) na maioria dos quadros de lombalgia é possível</p><p>identificar a causa específica.</p><p>B) é prudente a solicitação de exames de imagem dado</p><p>ao risco para neoplasia ou doença grave.</p><p>C) se houver piora da dor no período noturno, neoplasia</p><p>precisa ser considerada.</p><p>D) o uso de diclofenaco não faz parte do arsenal</p><p>terapêutico da dor lombar.</p><p>E) o desejo de ser aposentado precocemente não é</p><p>diagnóstico diferencial.</p><p>(HUOL, RN, 2016) Homem de 45 anos, obeso, apresenta</p><p>lombalgia de início recente, de forte intensidade, com</p><p>irradiação para membro inferior esquerdo (face lateral</p><p>da coxa e perna) com parestesia e dificuldade de</p><p>deambular. Ao exame clínico, apresenta postura</p><p>antálgica, marcha prejudicada e dificuldade de realizar</p><p>os movimentos da coluna, sinal de Lasègue positivo a 30°</p><p>com</p><p>efeitos cognitivos e comportamentais. Escolha a</p><p>alternativa correta:</p><p>A) Efeitos cognitivos mais observados são déficits de</p><p>memória, redução da vigilância e lentidão psicomotora.</p><p>B) A carbamazepina e o ácido valproico não tem eficácia</p><p>no tratamento dos transtornos de humor.</p><p>C) Os fármacos antiepilépticos só podem produzir efeitos</p><p>psicotrópicos negativos.</p><p>D) O fenobarbital e os benzodiazepínicos parecem estar</p><p>associados a menos efeitos cognitivos.</p><p>E) Os efeitos cognitivos costumam ser leves quando</p><p>usados em politerapia e doses elevadas.</p><p>(SMA-VR 2015) Paciente do sexo feminino, 35 anos,</p><p>mora sozinha, trabalha como secretária, é separada, não</p><p>tem filhos. Procurou atendimentocom queixa de insônia</p><p>inicial. Faz acompanhamento médico há alguns anos e</p><p>sempre demonstra preocupação quando necessita</p><p>realizar exames ou fazer uso de alguma medicação.</p><p>Relata que sempre foi muito preocupada, mesmo</p><p>quando não tinha problemas. Preocupava-se</p><p>frequentemente com a possibilidade de ter problemas</p><p>de saúde e vir a morrer. Apresenta episódios frequentes</p><p>de cefaleia tensional, que pioram quando se aborrece.</p><p>Diz não ver necessidade de realizar rituais para aliviar as</p><p>preocupações ou as crises espontâneas de medo</p><p>intenso. A paciente sente que seu modo de ser a</p><p>sobrecarrega e, nos últimos meses, tem-se sentido</p><p>cansada e irritada. Nunca usou substâncias ilícitas e não</p><p>lembrou que tivesse outras doenças. Relata que já tinha</p><p>apresentado quadro parecido com esse há 3 anos atrás.</p><p>Exame físico geral e neurológico normais. O diagnóstico</p><p>correto para esse quadro clínico é de transtorno:</p><p>A) obsessivo-compulsivo.</p><p>B) fóbico.</p><p>C) bipolar.</p><p>D) depressivo.</p><p>E) de ansiedade generalizada.</p><p>(SMS-CE 11) Uma senhora de 54 anos, portadora de</p><p>ansiedade generalizada, comparece para consulta por</p><p>intensa dificuldade de memória, redução da capacidade</p><p>laboral e lentidão. Ela usa alprazolam há seis meses na</p><p>dose de 4 mg por dia. Qual das medicações é a mais</p><p>adequada ao seu tratamento?</p><p>A) Naloxona.</p><p>B) Fluoxetina.</p><p>C) Nifedipina.</p><p>D) Clonazepam.</p><p>E) Flumazenil.</p><p>(HUBFS/HUJBB 2012) Uma jovem de 18 anos é trazida ao</p><p>pronto-socorro devido ao início súbito de dor torácica</p><p>com irradiação atípica. Ela está agitada e chorando</p><p>muito. Refere sensação de morte iminente. A pressão</p><p>arterial é de 125 x 80 mmHg, a frequência cardíaca de</p><p>115 bpm e a frequência respiratória de 28 irpm, com</p><p>uma saturação de 100% em ar ambiente. Foi realizado</p><p>um eletrocardiograma que demonstrou taquicardia</p><p>sinusal. Os familiares informam que este não é o</p><p>primeiro episódio, tendo ocorrido cinco outros nos</p><p>últimos dois meses, com investigação inconclusiva nas</p><p>crises anteriores. Diante desse quadro, você orienta os</p><p>familiares que, provavelmente, se trata de:</p><p>A) Síndrome de Brugada.</p><p>B) Síndrome de Wolff-Parkinson-White.</p><p>C) Infarto agudo do miocárdico.</p><p>D) Transtorno de pânico.</p><p>E) Feocromocitoma.</p><p>(HMMG 2015) Quanto aos agentes farmacológicos</p><p>considerados de primeira linha para o tratamento da</p><p>ansiedade da ansiedade social, assinale a alternativa</p><p>CORRETA:</p><p>A) Os diazepínicos são ainda hoje os agentes de primeira</p><p>linha no tratamento da ansiedade (transtorno da</p><p>ansiedade social).</p><p>B) Os diazepínicos e os betabloqueadores são os agentes</p><p>de primeira linha no tratamento da ansiedade</p><p>(transtorno da ansiedade social).</p><p>C) Os inibidores seletivos de recaptação de serotonina</p><p>e os inibidores de recaptação de serotonina e</p><p>noradrenalina são os agentes de primeira linha no</p><p>tratamento da ansiedade (transtorno da ansiedade</p><p>social).</p><p>D) Os betabloqueadores são os agentes de primeira linha</p><p>no tratamento da ansiedade (transtorno da ansiedade</p><p>social).</p><p>(HCG 2020) Paciente de 23 anos, do sexo feminino, sofre</p><p>desde muito cedo de ataques de pânico precipitados</p><p>pela necessidade de fazer exames de sangue, ver</p><p>agulhas, tomar injeções e quando vê sangue. Ela chega a</p><p>ficar dias sem dormir na expectativa de ter que vir a se</p><p>deparar com esse tipo de situação e chega a desmaiar</p><p>em algumas ocasiões, nas quais é exposta a isso. Relata</p><p>que os mesmos sintomas também acontecem na</p><p>presença de alguns animais, tais como lagartas. Nesse</p><p>caso, qual é, respectivamente, o diagnóstico e</p><p>tratamento ideal para tal condição?</p><p>A) Fobia específica e terapia comportamental.</p><p>B) Transtorno de ansiedade generalizada e inibidores</p><p>seletivos de recaptação de serotonina.</p><p>C) Transtorno de pânico e inibidores seletivos de</p><p>recaptação de serotonina e benzodiazepínicos na</p><p>exposição.</p><p>D) Agorafobia e terapia comportamental e</p><p>benzodiazepínico na exposição.</p><p>(HDG 2017) Mulher, 54 anos, obesa, diabética e</p><p>hipertensa mal controlada, em uso irregular dos seus</p><p>medicamentos, queixando-se de sensação de vazio e</p><p>falta de interesse em realizar as atividades antes</p><p>consideradas prazerosas, há cerca de um mês, sendo o</p><p>quadro acompanhado por irritabilidade, ganho de peso,</p><p>aumento acentuado do apetite e sonolência excessiva</p><p>diurna, com sono noturno não reparador. Negou</p><p>pensamentos suicidas. Apresentou choro fácil, com</p><p>nítida labilidade emocional durante a realização da</p><p>anamnese. Estava asseada e parecia abatida. Há seis</p><p>meses, apresentou quadro semelhante, com resolução</p><p>espontânea após dois meses. Diante deste perfil, a</p><p>terapia farmacológica mais indicada nesta situação é:</p><p>A) Venlafaxina.</p><p>B) Escitalopram.</p><p>C) Olanzapina.</p><p>D) Clonazepan.</p><p>E) Amitriptilina</p><p>(UNIRG 2019) Mulher, 40 anos, tem permanecido</p><p>acordada a noite toda nas últimas semanas, fazendo</p><p>serviços domiciliares (lavar roupa, limpar a casa), indo ao</p><p>trabalho no dia seguinte sem apresentar cansaço. Está</p><p>muito agitada e faz compras acima do que o orçamento</p><p>familiar permite. O marido refere também que a esposa</p><p>está com a libido aumentada. Os familiares estão</p><p>preocupados, pois a paciente está muito “intensa e</p><p>acelerada”. Ao ser entrevistada, apresenta fala com fuga</p><p>de ideias e arborização. Além disso, afirma que os</p><p>familiares estão exagerando e que só ela consegue</p><p>resolver tudo porque é a mais habilitada para as funções.</p><p>Não realiza uso de medicações ou drogas ilícitas.</p><p>A hipótese diagnóstica mais compatível é de:</p><p>A) Esquizofrenia;</p><p>B) Transtorno delirante persistente;</p><p>C) Episódio maníaco;</p><p>D) Episódio depressivo.</p><p>Sobre a sensopercepção, selecione a afirmativa correta:</p><p>1. Embora seja potencializada pela percepção</p><p>sensorial, estes não são necessários para que</p><p>ocorra</p><p>2. A capacidade de perceber e integrar estímulos</p><p>apresentados aos órgãos dos sentidos é</p><p>fundamental à sensopercepção</p><p>3. Reúne o conjunto de atributos psíquicos que nos</p><p>permitem receber, assimilar, integrar e processar</p><p>informações da realidade.</p><p>a)Somente a 1 está correta</p><p>b)Somente 1 e 2 estão corretas</p><p>c)Somente 2 e 3 estão corretas</p><p>d)Todas as afirmativas estão corretas</p><p>Sobre a sensopercepção, selecione a afirmativa</p><p>INCORRETA:</p><p>a)Processos patológicos da sensopercepção podem</p><p>resultar de lesão/disfunção do receptor, da via de</p><p>condução, do centro cortical ou decorrer de alteração</p><p>psíquica</p><p>b)O paciente depressivo comumente tem uma</p><p>hipoestesia</p><p>c)Em processos como o coma e o sopor, é comum a</p><p>referência de hiperestesia</p><p>d)Alucinose, alucinações, pseudo-alucinações e ilusões</p><p>compõem alterações qualitativas da sensopercepção.</p><p>Sobre a memória, selecione a afirmativa correta:</p><p>1. É a capacidade de registrar, reter e evocar dados</p><p>2. Relaciona-se intimamente com o nível de</p><p>consciência, atenção e interesse afetivo na</p><p>experiência</p><p>3. Os órgãos dos sentidos relacionam-se à um tipo</p><p>de memória específica, a memória sensorial</p><p>a)Somente a 1 está correta</p><p>b)Somente 1 e 2 estao corretas</p><p>c)Somente 1 e 3 estão corretas</p><p>d)Todas as afirmativas estão corretas</p><p>Em relação à orientação, selecione a afirmativa correta:</p><p>1- A orientação dificilmente é afetada em casos</p><p>de danos cerebrais.</p><p>2- A orientação pode ser definida como o</p><p>reconhecimento do espaço, da relação</p><p>de tempo</p><p>e das pessoas.</p><p>3- A capacidade de orientar-se requer a</p><p>integração de capacidades como atenção,</p><p>percepção e memória.</p><p>a)Somente a 1 está correta.</p><p>b)Somente 1 e 2 estão corretas.</p><p>c)Somente 2 e 3 estão corretas.</p><p>d)Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>(GO - SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE GOIÂNIA -</p><p>SCMGO 2022)Em relação às vias diretas e indiretas dos</p><p>gânglios da base, sabe-se que</p><p>A) distúrbios do movimento hipercinéticos resultam de</p><p>aumento da atividade na via indireta.</p><p>B) distúrbios do movimento hipocinético resultam de</p><p>aumento da atividade na via direta.</p><p>C) o efeito fisiológico na via indireta é para aumentar o</p><p>movimento.</p><p>D) distúrbios do movimento hipercinéticos resultam de</p><p>redução de atividade na via indireta.</p><p>(AMRIGS 2021) Paciente apresenta movimentos</p><p>musculares súbitos, de curta duração (< 100 ms),</p><p>bruscos, semelhantes a choque, que</p><p>acontecem em descargas musculares únicas ou</p><p>repetitivas. Como se descreve esses movimentos?</p><p>A) Distonia.</p><p>B) Atetose.</p><p>C) Coreia.</p><p>D) Mioclonias.</p><p>(ENARE - 2024) É considerada uma manifestação clínica</p><p>comum da Doença de Parkinson a</p><p>A) estabilidade postural.hipercinesia.</p><p>B) fasciculação.</p><p>C) hipermobilidade.</p><p>D) rigidez em roda dentada.</p><p>(CENTRO MÉDICO DE CAMPINAS - CMC - 2023) Sobre os</p><p>distúrbios hipocinéticos de movimento assinale a</p><p>alternativa incorreta:</p><p>A) O parkinsonismo é causado por condições que</p><p>reduzem adopamina na via nigroestriatal.</p><p>B) A bradicinesia consiste na redução progressiva da</p><p>amplitude de movimento.</p><p>C) O tremor em repouso é causado por anormalidade</p><p>oscilatória exclusivamente na cápsula interna.</p><p>D) Na rigidez do parkinsonismo não há aumento do tônus</p><p>conforme aumenta a velocidade do movimento.</p><p>(UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SÃO PAULO - UNESP -</p><p>2023) Homem de 60 anos apresenta há dois anos tremor</p><p>no braço direito e dificuldade para fazer os movimentos</p><p>devido a rigidez, com piora progressiva. Queixa-se de dor</p><p>no membro superior direito, perda de olfato e</p><p>constipação intestinal. Acompanhante relatou que ele se</p><p>movimenta muito e fala durante o sono. EF: leve</p><p>bradicinesia, tremor de repouso e rigidez do lado direito</p><p>(mais evidente no membro superior); hipomimia facial e</p><p>anosmia; marcha com arrasto da perna direita e</p><p>diminuição do balanço passivo do braço direito, sem</p><p>instabilidade postural. É correto afirmar.</p><p>A) Hipomimia facial, alteração da marcha, dor e</p><p>hipotensão postural são classificados como sintomas não</p><p>motores da doença.</p><p>B) Os sintomas motores cardinais da doença de</p><p>Parkinson apresentados pelo paciente são: rigidez</p><p>unilateral ou assimétrica e bradicinesia.</p><p>C) Esse paciente apresenta alguns sintomas não motores</p><p>da doença de Parkinson, tais como: hipotensão postural,</p><p>dor, anosmia, transtorno comportamental do sono REM.</p><p>D) A constipação intestinal, o transtorno</p><p>comportamental do sono REM e a anosmia são</p><p>classificados como sintomas pré-motores da doença de</p><p>Parkinson.</p><p>(HOSPITAL ANGELINA CARON - HAC PR - 2023) No que se</p><p>refere à doença de Parkinson (DP), assinale a alternativa</p><p>correta: (TRATADO DENEUROLOGIA DA ACADEMIA</p><p>BRASILEIRA DE NEUROLOGIA, 2A EDIÇÃO, 2019). A fase</p><p>pré-motora apresenta manifestações como distúrbios do</p><p>sono e sintomas neuropsiquiátricos, autonômicos e</p><p>olfativos, surgindo em graus variados após o diagnóstico</p><p>da doença.</p><p>A) No início da doença, é comum surgir a instabilidade</p><p>postural.</p><p>B) A síndrome parkinsoniana é caracterizada pela</p><p>presença de rigidez e de pelo menos um dos seguintes</p><p>sintomas: bradicinesia/confusão mental/instabilidade</p><p>postural.</p><p>C) No momento do diagnóstico da doença, estima-se que</p><p>os pacientes apresentam 50% - 60% de perda neuronal</p><p>da substância negra e 70% - 80% de depleção dopamina.</p><p>D) Como não demonstram danos na via nigroestriatal,</p><p>exames com PET/SPECT falham no diagnóstico</p><p>diferencial de DP em relação a outras doenças, tais</p><p>como tremor essencial e parkinsonismo</p><p>medicamentoso.</p><p>(UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - USP-SP 2024) Paciente</p><p>do sexo masculino, 71 anos, diagnosticado com doença</p><p>de Parkinson há 11 anos. No início desenvolveu somente</p><p>tremor de extremidades, mas evolui com a tríade</p><p>clássica de sintomas: tremor de repouso, rigidez</p><p>muscular e bradicinesia, fechando o diagnóstico.</p><p>Inicialmente, o paciente respondeu bem ao tratamento</p><p>com levodopa e agonistas de dopamina, que ajudaram a</p><p>controlar os sintomas motores, mas houve progressão</p><p>da doença nos últimos 2 anos e o paciente começou a</p><p>apresentar flutuações motoras, com períodos de bom</p><p>controle motor alternados com períodos de piora dos</p><p>sintomas. Nas últimas semanas, vem apresentando</p><p>sintomas psicóticos (por exemplo, acredita que o vizinho</p><p>o está vigiando, que mexe em sua lata de lixo, etc), mas</p><p>são ideias pouco estruturadas. Assinale qual é a afirm</p><p>relacionada a sintomas psicóticos na doença de</p><p>Parkinson.</p><p>A) Ocorre mais no início dos sintomas da doença,</p><p>podendo ser exacerbado com o tratamento da levodopa.</p><p>B) Há relatos de sintomas psicóticos em pacientes com a</p><p>doença, mas são raros (menos de 1% dos casos).</p><p>C) Ocorre em uma frequência semelhante à prevalência</p><p>na população geral, ou seja, por volta de 2%.</p><p>D) Está associado com os estágios mais avançados da</p><p>doença, podendo atingir 20% dos casos.</p><p>(SECRETÁRIA DE SAÚDE DO ESTADO DE GOIÁS - SES-GO</p><p>2022) Um homem de 52 anos apresentou-se ao</p><p>neurologista queixando-se de um tremor. Sua esposa</p><p>havia notado que o sintoma teve início há um ano,</p><p>principalmente quando estava em repouso. Ele também</p><p>reclamou de andar mais devagar, e sua esposa relatou</p><p>que sua voz estava mais suave. Relatou que sua caligrafia</p><p>havia ficado menor e que era saudável e não tinha</p><p>queixas de problemas cognitivos. No exame físico, ele</p><p>tinha um tremor de repouso com frequência moderada</p><p>na mão direita, com leve roda dentada no braço direito.</p><p>Ao exame da marcha, ele tinha uma postura</p><p>ligeiramente flexionada e balançou o braço direito</p><p>menos do que o esquerdo. Qual é o diagnóstico mais</p><p>provável para esse paciente?</p><p>A) Doença de Parkinson idiopática.</p><p>B) Demência com doença do corpo de Lewy (DLB).</p><p>C) Parkinsonismo vascular.</p><p>D) Parkinsonismo induzido por drogas.</p><p>(UEL - 2023) Paciente masculino, 70 anos de idade,</p><p>procura auxílio médico devido a queixa de tremor no</p><p>membro superior direito, principalmente em repouso,</p><p>há 1 ano. Os familiares complementam a história</p><p>referindo alteração da memória nos últimos meses e</p><p>sonolência diurna. Ao exame, além do tremor, detectou-</p><p>se bradicinesia bilateral e rigidez plástica à</p><p>direita.Assinale a alternativa que apresenta,</p><p>corretamente, o melhor tratamento para esse paciente.</p><p>A) Amantadina.</p><p>B) Biperideno.</p><p>C) Levodopa.</p><p>D) Pramipexol.</p><p>E) Rotigotina.</p><p>QUESTÕES – PROVAS ANTIGAS</p><p>OBS: algumas questões estão sem acesso às alternativas</p><p>incorretas.</p><p>1)Um médico clínico é chamado na enfermaria para</p><p>atender paciente do sexo feminino, 64 anos,que</p><p>apresentou agitação súbita e gritando que haveria</p><p>animais em seu quarto e que não sabia onde estava. Ela</p><p>fora submetida a cirurgia ortopédica há três dias, estava</p><p>em uso de várias medicações e não apresentava</p><p>diagnóstico de doença psquiátrica prévia. A enfermeira</p><p>de plantão refere que a paciente estava sonolenta e</p><p>tranquila ao longo do dia.</p><p>Considerando o quadro de Delirium da paciente acima é</p><p>correto afirmar:</p><p>I - Pode ser a única manifestação de doenças</p><p>potencialmente fatais.</p><p>II - O diagnóstico é feito através de exames laboratoriais</p><p>e de imagem.</p><p>III - Apresenta flutuações da cognição no período de</p><p>horas ou dias.</p><p>IV - O tratamento consiste no uso de benzodiazepínicos.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>2) Mulher, 46 anos, bancária e destra, buscou a Unidade</p><p>de Saúde da Família (USF) do bairro devido à dor crônica</p><p>em ombro direito. Ela relata que o problema surgiu há 3</p><p>anos e desde então apresenta episódios de dor intensa,</p><p>fazendo o uso frequente de anti-inflamatórios e</p><p>analgésicos. Nas últimas seis semanas refere que a dor</p><p>aumentou consideravelmente e por isso não consegue</p><p>realizar suas atividades ocupacionais. Ao realizar o</p><p>exame físico, o médico identificou sinal de pinçamento</p><p>positivo e dor ao realizar movimento de rotação do</p><p>ombro. Não foram observados sinais de inflamação local</p><p>ou outros achados clínicos.</p><p>Analise os dados apresentados e identifique qual a</p><p>melhor conduta a ser adotada pelo médico é?</p><p>3)A sensopercepção desempenha um papel</p><p>fundamental na compreensão do mundo ao nosso redor</p><p>e na interação com ele. Ela pode ser afetada por diversas</p><p>condições psicopatológicas, resultando em alterações</p><p>qualitativas e quantitativas.</p><p>Adapatdo de: DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e</p><p>semiologia dos transtornos mentais. Grupo A, 2019.</p><p>Marque a alternativa que descreve corretamente os</p><p>tipos específicos de alterações da sensopercepção.</p><p>4) Uma mulher de 72 anos, que recentemente sofreu</p><p>uma fratura no quadril após uma queda relativamente</p><p>pequena, procura atendimento médico. Ela apresenta</p><p>histórico de menopausa há cerca de 10 anos e possui</p><p>uma dieta pobre em cálcio. O exame de densitometria</p><p>óssea revela uma densidade mineral óssea abaixo da</p><p>média esperada para a idade.</p><p>Com base no caso clinico, qual o processo fisiopatológico</p><p>associado?</p><p>5)Um paciente do sexo masculino, 22 anos, comparece a</p><p>consulta na UBS levado pelos pais apreensivos. Os</p><p>parentes informam que o jovem ao ingerir pequena</p><p>quantidade de álcool fica extremamente agressivo,</p><p>quebrando objetos e lesionando as pessoas ao redor</p><p>como “se não enxergasse quem estava a sua volta”. Logo</p><p>após o episódio, cai em sono profundo e quando se</p><p>recupera “não se lembra de nada do que aconteceu”.</p><p>Com base no caso acima, qual a alteração</p><p>psicopatológica encontrada no paciente?</p><p>7) Paciente, sexo masculino, 5 anos, apresenta febre</p><p>intermitente nos últimos cinco dias. Ele se queixa de dor</p><p>na perna direita e tem tido dificuldade crescente para</p><p>caminhar nos últimos dois dias. Ele tem um histórico de</p><p>queda há sete dias. O exame de suas extremidades</p><p>revela inchaço e sensibilidade na tíbia proximal direita.</p><p>Uma ressonância magnética indica pequena bolsa de pus</p><p>elevando o periósteo e inchaço dos tecidos moles da</p><p>tíbia proximal direita, sugestivo de osteomielite. Realiza-</p><p>se drenagem na área. A vancomicina IV é iniciada e as</p><p>culturas das amostras coletadas crescem para</p><p>Staphylococcus aureus sensível à meticilina.</p><p>Seus antibióticos são alterados de vancomicina para</p><p>oxacilina. Enquanto está no hospital, sua febre diminui e</p><p>sua função retorna. Ele recebe alta com antibióticos</p><p>orais para completar quatro semanas de tratamento.</p><p>Fonte: Adaptado de</p><p>https://www.hawaii.edu/medicine/pediatrics/pedtext/s</p><p>19c04.html , acesso</p><p>em 13/08/2023.</p><p>Considerando o contexto do caso clínico acima, assinale</p><p>a alternativa correta.</p><p>8) Mulher, 38 anos, apresentou problemas de dor</p><p>ocasional no pulso direito e sensações de formigamento</p><p>no polegar, indicador e dedo médio direitos por um</p><p>período de 6 semanas. Os sintomas tiveram um início</p><p>insidioso e progrediram gradualmente ao longo de 6</p><p>semanas, quando a paciente procurou atendimento</p><p>médico. Não havia história de trauma prévio, febre, dor</p><p>articular múltipla ou rigidez matinal. Ela não tinha</p><p>histórico de qualquer outra doença. O sinal de Tinel foi</p><p>positivo para o nervo mediano e o teste de Phalen</p><p>também foi positivo.</p><p>Fonte: Adaptado de</p><p>https://casereports.bmj.com/content/13/11/e236142 ,</p><p>acesso em 13/08/2023.</p><p>Considerando o caso clínico acima, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>9) Uma criança de 7 anos é trazida pelos pais ao pronto-</p><p>atendimento pediátrico após ter sido encontrada em</p><p>casa pelo irmão, caída ao solo, sonolenta e urinada. Os</p><p>pais estão visivelmente preocupados e mencionam que</p><p>o irmão mais velho da criança também teve episódios</p><p>semelhantes na infância.</p><p>Com base na apresentação e no histórico familiar,</p><p>assinale a alternativa que contém os sinais e/ou</p><p>sintomas possíveis de se encontrar em uma criança com</p><p>condição semelhante.</p><p>10) Jovem, mochileira sueca de 23 anos, apresentava um</p><p>histórico de três meses de dor lombar e, mais</p><p>recentemente, dor na perna direita. A hipótese de hérnia</p><p>de disco lombar L5/S1, com radiculopatia S1 associada,</p><p>foi aceita com base em: (i) Presença de distribuição da</p><p>dor ao longo do dermátomo S1; (ii) Reflexo S1 ausente;</p><p>(iii) Fraqueza do miótomo S1; (iv) Correlação entre esses</p><p>achados físicos e os resultados da tomografia</p><p>computadorizada lombar.</p><p>Fonte: Adaptado de</p><p>https://www.raynersmale.com/blog/2015/2/7/lumbar-</p><p>disc-herniation-with-radiculopathy-a-case-study , acesso</p><p>em: 13/08/2023.</p><p>Considerando o caso clínico acima e a estruturação</p><p>morfofisiológica das regiões anatômicas acometidas pela</p><p>condição patológica descrita, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>11) Paciente de 72 anos, sexo feminino, procurou ajuda</p><p>médica referindo tremor na mão direita de início há dois</p><p>anos, com envolvimento da mão esquerda há um ano.</p><p>Afirmou, também, possuir lentidão de movimentos e</p><p>“endurecimento das pernas”. No momento da consulta</p><p>se queixou</p><p>de apatia, sonolência diurna excessiva e sintomas</p><p>depressivos, mas sem queixas cognitivas. No exame</p><p>físico, a paciente exibia um tremor parkinsoniano</p><p>clássico, em repouso, atingindo principalmente as mãos,</p><p>mento, lábios e pés. Apesar de apresentar uma síndrome</p><p>parkinsoniana clássica, a paciente não exibia quaisquer</p><p>sintomas não motores. Após descartar outras hipóteses</p><p>diagnósticas e a possibilidade de um parkinsonismo</p><p>medicamentoso, o tratamento indicado para a paciente</p><p>foi uma associação de levodopa, carbidopa e</p><p>entacapona.</p><p>Com base no mecanismo de ação dos fármacos</p><p>indicados, assinale a alternativa correta:</p><p>12) Mulher, 55 anos, diabética e hipertensa, deu entrada</p><p>no Pronto Socorro após quadro de cefaléia discreta</p><p>holocraniana evoluindo, subitamente, com alteração do</p><p>nível de consciência, desorientação em tempo e espaço,</p><p>desvio de comissura labial e hemiparesia. A tomografia</p><p>de crânio realizada evidenciou: apagamento de sulcos</p><p>corticais e hipodensidades focais.</p><p>Com base na principal hipótese diagnóstica:</p><p>a) Explique a fisiopatologia envolvida no caso da</p><p>paciente destacando cinco eventos fundamentais.</p><p>b) Indique cinco ações necessárias para o plano</p><p>terapêutico da paciente.</p><p>13) O Santo Daime é uma doutrina espiritual fundada na</p><p>década de 1920, em Basileia, no estado do Acre, pelo</p><p>seringueiro Raimundo Irineu Serra. Chamado pelos</p><p>adeptos de Mestre Irineu, ele teve seu primeiro contato</p><p>com a ayahuasca (principal componente do chá do Santo</p><p>Daime) na Amazônia boliviana. O Santo Daime é focado</p><p>no ritual do chá, durante o culto, o Daime é ingerido três</p><p>vezes. Curiosos e adeptos relatam que, durante os</p><p>rituais, sons são ouvidos de forma muito amplificada; um</p><p>ruído parece um estrondo; as imagens e as cores</p><p>tornam-se mais vivas e intensas.</p><p>Qual dos termos, abaixo listados, melhor identifica o tipo</p><p>de alteração sensoperceptiva descrita no relato acima?</p><p>14) Uma mulher saudável de 30 anos, recentemente</p><p>sofreu uma fratura no braço direito devido a um</p><p>acidente de bicicleta. Ela foi submetida a uma cirurgia</p><p>para corrigir a fratura e teve um fixador metálico</p><p>implantado no osso. Cerca de duas semanas após a</p><p>cirurgia, ela começa a sentir dor intensa no local da</p><p>fratura e nota vermelhidão e inchaço ao redor da incisão.</p><p>Com base na situação acima, assinale a alternativa que</p><p>apresenta a complicação que paciente está enfrentando:</p><p>15) Em um hotel o alarme de incêndio foi acionado na</p><p>madrugada e os hóspedes tiveram que evacuar o</p><p>estabelecimento. Um adolescente de 15 anos não</p><p>acordou com o alarme sendo, então, chamado e</p><p>sacudido pela mãe. Percebendo que o filho despertou</p><p>um pouco confuso, a mãe solicitou atendimento médico</p><p>no local e relatou que ele não fez uso de bebidas</p><p>alcoólicas</p><p>ou medicamentos indutores do sono. Ao ser</p><p>avaliado, o paciente já estava lúcido. O médico,não</p><p>observando alterações, explicou para a mãe que o sono</p><p>possui estágios e a dificuldade de despertar e a leve</p><p>confusão tem relação com o estágio do sono que seu</p><p>filho estava.</p><p>Considerando o caso acima:</p><p>a) Cite qual estágio do sono o adolescente se encontrava</p><p>ao ser despertado e o tipo de onda correspondente no</p><p>eletroencefalograma (EEG).</p><p>b) Indique quatro características do sono REM.</p><p>c) Descreva o ciclo circadiano e sua regulação.</p><p>Respostas</p><p>1) I e III, apenas.</p><p>2) Solicitar radiografia do ombro afetado.</p><p>3) Hipersensibilidade olfativa, que resulta em uma</p><p>capacidade aumentada de discriminar odores e é</p><p>frequentemente observada em transtornos do</p><p>espectro autista.</p><p>4) Desequilíbrio entre a reabsorção e formação</p><p>óssea, resultando em ossos suscetíveis à fraturas.</p><p>5) Alteração qualitativa da consciência</p><p>caracterizada por um estreitamento do nível de</p><p>consciência.</p><p>6) Solicitar uma densitometria óssea para avaliar a</p><p>densidade mineral dos ossos, e após confirmação</p><p>tratar com bifosfonatos para inibir a perda óssea.</p><p>7) A antibioticoterapia deve ser instituída o mais</p><p>rápido possível, logo após a coleta do material</p><p>para realização da cultura e antibiograma.</p><p>8) O sexo feminino é considerado fator de risco</p><p>relevante pois as mulheres possuem mais</p><p>chances de desenvolvimento de síndrome do</p><p>túnel do carpo (STC) em comparação aos</p><p>homens.</p><p>9) Convulsões, momentos de ausência e</p><p>movimentos musculares involuntários.</p><p>10) A maioria das condições de hérnia ocorre entre</p><p>L4-L5 ou L5-S1 (caso da paciente). Os principais</p><p>sintomas são lombalgia e lombociatalgia, mas,</p><p>em alguns indivíduos, a hérnia pode ocorrer de</p><p>maneira assintomática.</p><p>11) A levodopa age promovendo o aumento dos</p><p>precursores de dopamina, a carbidopa age</p><p>impedindo a conversão da levodopa em</p><p>dopamina na periferia do SNC e a entacapona age</p><p>inibindo o metabolismo de dopamina.</p><p>12) a) A lesão cerebral isquêmica ocorre por uma</p><p>cascata de eventos que envolve:</p><p>Falta de suprimento sanguíneo para o tecido</p><p>cerebral</p><p>Déficit de glicose</p><p>Hipóxia</p><p>Morte celular (necrose tecidual)</p><p>Formação da zona de penumbra isquêmica</p><p>(tecido cerebral pouco funcionante, mas</p><p>potencialmente recuperável, a depender do fluxo</p><p>sanguíneo residual, duração da isquemia e</p><p>ocorrência da reperfusão tecidual).</p><p>b) Controle glicêmico</p><p>Controle de temperatura</p><p>Manejo pressórico</p><p>Avaliação da trombólise endovenosa</p><p>Terapia com antiagregantes plaquetários e</p><p>anticoagulação na fase aguda</p><p>Terapia endovascular, se necessário.</p><p>13) Hiperestesia.</p><p>14) Infecção no local da cirurgia, possivelmente</p><p>levando à osteomielite.</p><p>15) a) Estágio 3 - sono mais profundo com ondas</p><p>delta;</p><p>Estágio 4 - sono mais profundo, com predomínio</p><p>de ondas delta.</p><p>b) Padrão de movimentos oculares rápidos e</p><p>conjugados (movimentos oculares sacádicos)</p><p>Relaxamento muscular profundo e generalizado</p><p>(atonia muscular), interrompido</p><p>esporadicamente por contrações de pequenos</p><p>grupos musculares</p><p>Irregularidade da frequência cardíaca e débito</p><p>cardíaco</p><p>Irregularidade da frequência respiratória</p><p>Irregularidade da pressão sanguínea</p><p>Ereções penianas totais e parciais</p><p>Instabilidade no sistema nervoso autônomo</p><p>simpático</p><p>Instabilidade do fluxo sanguíneo cerebral.</p><p>c) Os ritmos circadianos são oscilações</p><p>endógenas autossustentadas do ritmo biológico</p><p>no período de um dia de 24 horas (que inclui</p><p>centralmente as oscilações do nível de</p><p>consciência da vigília e do sono).</p><p>A glândula pineal secreta melatonina e funciona</p><p>como oscilador que controla o ritmo sono-vigília</p><p>no período de 24 horas.</p><p>à esquerda e dificuldade em realizar a dorso-flexão do pé</p><p>esquerdo. A hipótese diagnóstica para esse paciente é:</p><p>A) Radiculopatia lombar compressiva, provavelmente de</p><p>S1.</p><p>B) Espondilite anquilosante, com acometimento</p><p>radicular típico da doença.</p><p>C) Radiculopatia lombar compressiva, provavelmente</p><p>de L5.</p><p>D) Osteoartrite na coluna vertebral e joelhos,</p><p>principalmente do MIE.</p><p>(PSU, MG, 2013) Em face da ressonância magnética</p><p>abaixo reproduzida, esperar-se-iam os seguintes</p><p>achados ao exame clínico de paciente com</p><p>lombociatalgia aguda:</p><p>A) Reflexo aquileu diminuído ou abolido, marcha na</p><p>ponta dos pés dificultada.</p><p>B) Reflexo aquileu diminuído ou abolido, marcha sobre</p><p>os calcanhares dificultada.</p><p>C) Reflexo aquileu preservado, marcha na ponta dos pés</p><p>dificultada.</p><p>D) Reflexo aquileu preservado, marcha sobre os</p><p>calcanhares dificultada.</p><p>(UFCSPA, ES, 2009) Paciente portadora de lombalgia</p><p>crônica, há 20 anos, consultou por ter sentido, após</p><p>esforço, forte dor no membro inferior esquerdo seguida</p><p>de parestesia no dorso do hálux. O exame radiográfico</p><p>revelou discopatia degenerativa em múltiplos níveis</p><p>lombares. Devido à piora da dor, cogitou-se hérnia de</p><p>disco lombar. Que exame de imagem complementar</p><p>confirmaria a hipótese diagnóstica?</p><p>A) Eletroneuromiografia.</p><p>B) Radiografia dinâmica da coluna vertebral lombar.</p><p>C) Mielotomografia.</p><p>D) Ressonância magnética.</p><p>E) Cintilografia óssea.</p><p>(MULTIVIX, ES, 2018) Homem, 58 anos, obeso, com</p><p>queixa lombociatalgia de intensidade leve a moderada</p><p>há 4 semanas Exame físico sem sinais de déficit</p><p>neurológico e com força muscular grau V nos membros</p><p>inferiores. Levando em consideração a principal hipótese</p><p>diagnóstica, qual é a conduta a ser tomada?</p><p>A) Perda de peso, fisioterapia, analgésicos e relaxantes</p><p>musculares com reavaliação em 4 semanas.</p><p>B) Solicitar ressonância magnética.</p><p>C) Indicar cirurgia de fusão com aloenxerto ósseo e placa</p><p>de titânio e parafusos.</p><p>D) Indicar cirurgia de laminotomia.</p><p>E) Indicar cirurgia de hemilaminectomia.</p><p>(SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE, PE, 2015) A hérnia de</p><p>disco lombar:</p><p>A) Predomina entre L1 e L2.</p><p>B) Deve ser sempre tratada clinicamente, na fase inicial.</p><p>O tratamento cirúrgico é contraindicado, mesmo que</p><p>haja déficit neurológico não responsivo ao tratamento</p><p>clínico inicial.</p><p>C) Evolui, geralmente, com dor lombar que pode se</p><p>irradiar para parte posterior da coxa e perna, piora ao</p><p>caminhar e às manobras de Valsalva. Melhora ao</p><p>deitar.</p><p>D) Decorre da herniação do ânulo (anel) fibroso externo</p><p>ou do núcleo pulposo numa proporção aproximada de</p><p>meio a meio.</p><p>E) É melhor avaliada pela TC multislice do que pela</p><p>ressonância.</p><p>(HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GETÚLIO VARGAS, AM, 2009)</p><p>Sobre as síndromes dolorosas da coluna tóraco-lombar,</p><p>podemos afirmar que:</p><p>A) A estenose do canal lombar é frequente e atinge</p><p>qualquer faixa etária, mas que atinge preferencialmente</p><p>a população entre 20 a 30 anos.</p><p>B) A hérnia discal lombar é a forma mais frequente de</p><p>hérnia de disco em toda a coluna vertebral e podemos</p><p>dizer que a cirurgia de urgência está indicada na</p><p>síndrome da cauda equina.</p><p>C) Na hérnia discal lombar os níveis de L1- L2 e L2- L3 são</p><p>os mais frequentes, e na hérnia discal torácica são os</p><p>níveis de T7- T8 e T8- T9.</p><p>D) O tratamento da hérnia discal lombar é</p><p>eminentemente cirúrgico, sendo o tratamento</p><p>conservador utilizado apenas em casos mais leves e por</p><p>uma ou duas semanas. Se não melhorar, a cirurgia está</p><p>indicada.</p><p>E) Na síndrome da cauda equina a forma aguda é que</p><p>menos preocupa e sua etiologia é mais frequentemente</p><p>associada aos tumores.</p><p>(HOSPITAL DE OLHOS DE APARECIDA, GO, 2020)</p><p>Adolescente do sexo masculino, 14 anos, refere dor nas</p><p>costas há 5 semanas tanto ao jogar voleibol (pratica</p><p>todos os dias por 3 horas) como em repouso, às vezes</p><p>piorando em repouso. Já procurou atendimento e o</p><p>médico disse ser “dor do crescimento” e que as dores</p><p>vão passar com o tempo. Com bases nessas informações,</p><p>qual a hipótese diagnóstica?</p><p>A) Espondilólise.</p><p>B) Doença de Sever.</p><p>C) Tumor de vértebras.</p><p>D) Artrite reumatoide juvenil.</p><p>(PONTÍFICA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2019) No</p><p>estudo do manguito rotador, frequentemente</p><p>acometido por lesões que determinam dor no ombro,</p><p>análises microangiográficas revelam uma área</p><p>hipovascular (zona crítica de Codman) que se localiza:</p><p>A) Na região subacromial proximal.</p><p>B) Na região da inserção do infraespinal na pequena</p><p>tuberosidade.</p><p>C) A 3 cm proximal à inserção do supraespinal na grande</p><p>tuberosidade.</p><p>D) Imediatamente proximal à inserção do supraespinal</p><p>na grande tuberosidade.</p><p>E) Na região 2 cm proximal à inserção do infraespinal na</p><p>pequena tuberosidade.</p><p>(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2016) O</p><p>músculo do manguito rotador que realiza rotação</p><p>interna do ombro é o:</p><p>A) Redondo menor.</p><p>B) Redondo maior.</p><p>C) Supraespinhoso.</p><p>D) Subescapular.</p><p>E) Infraespinhoso.</p><p>(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PR, 2011) Em</p><p>relação à semiologia do membro superior, é</p><p>VERDADEIRO:</p><p>A) O teste do impacto de Neer é utilizado para avaliar a</p><p>estabilidade da articulação glenoumeral.</p><p>B) O teste de Jobe é a manobra mais adequada para a</p><p>avaliação das epicondilites mediais.</p><p>C) O teste de impacto de Yocum é utilizado para</p><p>reproduzir o impacto entre a cabeça do úmero e o</p><p>processo coronoide.</p><p>D) O teste de Neer consiste na elevação ativa, abrupta do</p><p>membro superior no plano da escápula.</p><p>E) O teste de Jobe é semelhante ao teste do</p><p>supraespinhal, porém é realizado com o membro</p><p>superior em rotação interna e polegar voltado para o</p><p>chão.</p><p>(HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE, RS, 2017)</p><p>Agricultora de 40 anos compareceu à consulta</p><p>queixando- se de dor no punho direito há 1 ano, com</p><p>piora há 6 meses, início de formigamento na ponta dos</p><p>dedos e perda de força para segurar pequenos objetos.</p><p>Por 10 anos trabalhou na colheita de algodão e há 2 anos</p><p>realiza colheita de flores. Recentemente, vem fazendo o</p><p>corte de cerca de 2.000 hastes de plantas/dia. Ao exame</p><p>físico osteomuscular, não se observaram anormalidades</p><p>à inspeção. Os resultados dos testes de Phalen e de Tinel</p><p>foram positivos à direita, e os de Cozen e Mills,</p><p>negativos. Qual o diagnóstico mais provável?</p><p>A) Síndrome do túnel do carpo.</p><p>B) Epicondilite lateral.</p><p>C) Tendinite medial.</p><p>D) Tenossinovite de De Quervain.</p><p>E) Cisto sinovial em punho.</p><p>(SURCE, CE, 2019) Paciente com 45 anos apresenta dor</p><p>na região do ombro esquerdo, progressiva nos últimos 6</p><p>meses. Está relacionada</p><p>com certos movimentos do membro superior,</p><p>principalmente à abdução acima da linha da escápula</p><p>durante prática esportiva e na sua</p><p>atividade laboral, a qual exerce com um pouco de</p><p>dificuldade por causa da dor. Nota também que às vezes,</p><p>à noite, mesmo em repouso, tem</p><p>episódios dolorosos que o incomodam durante o sono ao</p><p>se deitar sobre o ombro. É praticante de basquetebol,</p><p>desde a adolescência. Acerca</p><p>da situação descrita pode se afirmar que:</p><p>A) O paciente tem um diagnóstico de síndrome da</p><p>ruptura de manguito rotador.</p><p>B) A progressão dos sintomas foi decorrente de ruptura</p><p>total de tendão na região do ombro.</p><p>C) O impacto em qualidade de vida deve ser fator</p><p>determinante na escolha do tipo de tratamento.</p><p>D) Deve-se realizar uma tomografia computadorizada</p><p>para decidir a indicação do tratamento cirúrgico.</p><p>(USP RIBEIRÃO PRETO, SP, 2018) Homem de 53 anos</p><p>apresenta dor na região lateral do ombro esquerdo há 3</p><p>meses. Houve aumento progressivo da intensidade da</p><p>dor que hoje o impede de trabalhar como pintor de</p><p>parede. A dor é descrita como profunda, de moderada</p><p>intensidade e que apresenta períodos de melhora</p><p>durante o dia. A pior está relacionada com elevação do</p><p>ombro. O que é correto afirmar?</p><p>A) O tratamento conservador da síndrome do manguito</p><p>rotador (ou ombro doloroso ou pinçamento do</p><p>manguito) é baseado no fortalecimento</p><p>do músculo</p><p>deltoide para compensação da deficiência do manquito</p><p>rotador.</p><p>B) Devido ao alto custo da ressonância magnética, a</p><p>substituição deste exame pela combinação de</p><p>radiografia e ultrassonografia é adequada para</p><p>investigação do quadro descrito.</p><p>C) A positividade dos testes de Neer, Hawkins-Kennedy e</p><p>Yocum, no exame físico, são fortemente sugestivos de</p><p>instabilidade anterior do ombro.</p><p>D) A elevação da cabeça umeral em relação à glenóide</p><p>na radiografia em AP verdadeiro do ombro é típica de</p><p>luxação superior do ombro.</p><p>(UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GO, 2021) As</p><p>afecções do ombro são comuns, e muitas vezes</p><p>provocam grande incapacidade</p><p>funcional. A história clínica, por vezes, é insuficiente para</p><p>o diagnóstico das lesões do manguito rotador. Dessa</p><p>forma, lança-se mão do exame</p><p>físico, com a realização de testes especiais. Para o auxílio</p><p>diagnóstico da síndrome do impacto do ombro, pode-se</p><p>usar o teste de:</p><p>A) Phalen.</p><p>B) Allen.</p><p>C) Neer.</p><p>D) Yergason.</p><p>(HOSPITAL ORTOPÉDICO DE GOIÂNIA, GO, 2019) Sobre</p><p>paciente com quadro de síndrome do túnel do carpo,</p><p>podemos dizer que o nervo</p><p>acometido nessa região é o seguinte:</p><p>A) Ulnar</p><p>B) Radial</p><p>C) Cutâneo lateral</p><p>D) Mediano</p><p>E) Cutâneo medial</p><p>(USP RIBEIRÃO PRETO, SP, 2012) Menino, 7 anos de</p><p>idade, compareceu à emergência com queixa de dor no</p><p>joelho esquerdo e febre há 2 dias. Ao exame: apresenta</p><p>edema difuso em joelho esquerdo e não consegue apoiar</p><p>esse membro no chão. Refere dor à palpação da metáfise</p><p>distal do fêmur, sem derrame articular, e a sua</p><p>temperatura é de 38,5°C. A radiografia mostra edema de</p><p>partes moles na região do joelho. O diagnóstico mais</p><p>provável é:</p><p>A) Artrite séptica do joelho.</p><p>B) Osteomielite do fêmur distal.</p><p>C) Fratura articular do fêmur distal.</p><p>D) Celulite na região do joelho.</p><p>(HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO MATO GROSSO DO SUL –</p><p>MS, 2019) Paciente com 41 anos de idade, feminina,</p><p>refere dor com piora à noite, parestesia em 2o e 3o</p><p>dedos da mão, perda de força. O exame clínico mais</p><p>sensível e específico que pode confirmar sua hipótese</p><p>diagnóstica é:</p><p>A) Durkan</p><p>B) Tinel</p><p>C) Phalen</p><p>D) Jobe.</p><p>(HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE GOIÁS, GO, 2019) A</p><p>alteração mais comum do nervo mediano é a sua</p><p>compressão no punho, denominada síndrome do túnel</p><p>do carpo. Entretanto, existem várias outras afecções que</p><p>acometem o nervo mediano e alguns achados clínicos</p><p>e/ou eletrofisiológicos conduzem ao diagnóstico</p><p>diferencial, como a ocorrência de:</p><p>A) Atrofia do músculo abdutor curto do polegar.</p><p>B) Hipoestesia do primeiro ao terceiro dedos.</p><p>C) Sinal de Tinel na região anterior do punho.</p><p>D) Atrofia dos músculos proximais do antebraço.</p><p>(CENTRO MÉDICO DE CAMPINAS, SP, 2020) Qual das</p><p>manobras semiológicas abaixo é a mais positiva na</p><p>tendinite de De Quervain?</p><p>A) Tinel.</p><p>B) Phalen.</p><p>C) Speed.</p><p>D) Finkelstein.</p><p>(HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE, RS, 2016)</p><p>Bancária de 45 anos veio à consulta queixando-se de dor</p><p>na face radial do punho direito, de início insidioso,</p><p>agravada por movimentos do polegar, abdução e</p><p>extensão do polegar com o punho em flexão e desvio do</p><p>ulnar. Ao exame físico, apresentava dor à palpação local</p><p>sem outras alterações. O teste de Finkelstein foi positivo,</p><p>e os de Phalen e de Tinel, negativos.</p><p>Qual o diagnóstico mais provável?</p><p>A) Epicondilite lateral direita.</p><p>B) Síndrome do túnel do carpo.</p><p>C) Tenossinovite do extensor ulnar do carpo.</p><p>D) Tenossinovite dos flexores radial e ulnar do carpo.</p><p>E) Tenossinovite de De Quervain.</p><p>(HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPR, PR, 2009) Com</p><p>relação à osteomielite hematogênica aguda, é</p><p>INCORRETO afirmar:</p><p>A) Ela é secundária a uma bacteremia. A bacteremia na</p><p>infância está relacionada, entre outros motivos, a otite,</p><p>faringite, sinusite e ao ato</p><p>de escovar os dentes.</p><p>B) O agente etiológico mais frequentemente isolado é o</p><p>Staphylococus aureus.</p><p>C) Ela acomete principalmente a região diafisária dos</p><p>ossos longos.</p><p>D) O osso mais frequentemente acometido é o fêmur</p><p>(27%) e depois a tíbia (22%).</p><p>E) O traumatismo local é um fator predisponente para a</p><p>infecção.</p><p>(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA, SP, 2017) Quais</p><p>os principais agentes que causam osteomielite em</p><p>crianças portadoras de anemia falciforme?</p><p>A) Streptococcus pneumoniae e Staphylococcus aureus.</p><p>B) Staphylococcus aureus e Salmonella sp.</p><p>C) Haemophilus influenzae e Escherichia coli</p><p>D) Neisseria meningitidis e Klebsiella sp.</p><p>(CRER, GO, 2013) Em relação aos métodos de imagem</p><p>mais sensíveis utilizados para diagnosticar paciente com</p><p>sinais clínicos de osteomielite em fase inicial,</p><p>consideramos correto realizar:</p><p>A) ultrassonografia e radiografias convencionais.</p><p>B) radiografias convencionais e cintilografia.</p><p>C) cintilografia e ressonância magnética.</p><p>D) tomografia convencional e ressonância magnética.</p><p>E) densitometria óssea e tomografia computadorizada.</p><p>(SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE LIMEIRA, SP, 2013)</p><p>Em relação à osteomielite na infância é CORRETO afirmar</p><p>que:</p><p>A) O tempo de antibioticoterapia varia de quatro a seis</p><p>semanas. Utiliza-se a normalização da velocidade de</p><p>hemossedimentação como critério para suspensão do</p><p>tratamento.</p><p>B) A invasão do osso a partir de um foco contíguo de</p><p>infecção, usualmente uma celulite, é via mais frequente</p><p>de acometimento ósseo na infância.</p><p>C) O agente etiológico que mais frequentemente</p><p>provoca osteomielite é o Haemophilus influenzae tipo B.</p><p>D) A radiografia é um exame muito útil nos casos de</p><p>osteomielite desde os primeiros dias de doença, sendo</p><p>de extrema importância para o acompanhamento</p><p>precoce e para o rápido tratamento que a doença</p><p>requer.</p><p>(UEL, PR, 2010) A localização mais frequente de</p><p>osteomielite hematogênica no adulto é:</p><p>A) Tíbia proximal.</p><p>B) Coluna vertebral.</p><p>C) Fêmur distal.</p><p>D) Calcâneo.</p><p>E) Úmero proximal.</p><p>(AMP, PR, 2021) Paciente de 46 anos, previamente</p><p>hígido, relata 2 semanas de evolução de dor em coluna</p><p>torácica, contínua, seguida de febre aferida. Quando da</p><p>investigação, realizou ressonância que demonstrou</p><p>alteração de T5 e T6, com hipossinal em T1 com perda de</p><p>definição de corpos e planaltos vertebrais e hipersinal do</p><p>disco e corpos vertebrais em T2. Foi feita punção guiada</p><p>por tomografia que evidenciou cocos gram positivos.</p><p>Considerando a hipótese diagnóstica principal, assinale a</p><p>assertiva correta:</p><p>A) Leucocitose e neutrofilia têm altos níveis de</p><p>sensibilidade diagnóstica.</p><p>B) A biópsia guiada por tomografia tem alta sensibilidade</p><p>e exclui a doença quando negativa.</p><p>C) VHS e proteína c reativa têm baixa sensibilidade, não</p><p>podendo ser usados para excluir a condição.</p><p>D) A tomografia por emissão de pósitrons (FDG-PET)</p><p>apresenta alta acurácia e é alternativa à ressonância.</p><p>E) A radiografia simples apresenta alta sensibilidade na</p><p>detecção da condição, com menor custo em relação à</p><p>ressonância.</p><p>(AMP, PR, 2011) Com relação ao tratamento da</p><p>osteomielite bacteriana da coluna vertebral, é CORRETO</p><p>afirmar que:</p><p>A) A drenagem cirúrgica está indicada na maioria dos</p><p>casos.</p><p>B) O tempo de tratamento com antibióticos adequados</p><p>deve se prolongar, em geral, por 6 a 8 semanas.</p><p>C) A melhora da dor não está relacionada à imobilização</p><p>e repouso no leito.</p><p>D) O tratamento com antibióticos deve ser</p><p>descontinuado mesmo que a melhora dos níveis de VHS</p><p>e PCR, com relação aos valores iniciais, seja < 30%.</p><p>E) Os grandes abscessos epidurais não devem ser</p><p>drenados.</p><p>(UFRJ 2019) Mulher, 27 anos, apresenta dor lombar</p><p>moderada com piora nos últimos meses. Na Ressonância</p><p>Magnética (RM) observa-se:</p><p>A) destruição do disco de L4-L5 com provável abscesso</p><p>perivertebral</p><p>B) focos de impregnação de contraste nos corpos de L1 a</p><p>L5, devendo corresponder a lesões metastáticas</p><p>C) lesões nodulares hiperintensas em T1 e em T2 nos</p><p>corpos de L4 e L5, sugestivas de hemangiomas</p><p>D) redução do espaço discal com esclerosa do platô</p><p>discal</p><p>de L4-L5, por provável artrose degenerativa</p><p>HUPAA/UFAL (questão adaptada): Os Nódulos de</p><p>Heberden são secundários à osteoartrose e ocorrem:</p><p>a) Nos punhos.</p><p>b) Nas interfalangeanas distais.</p><p>c) Nas interfalangeanas proximais.</p><p>d) Na primeira metatarsofalangeana.</p><p>(SMS Piracicaba 2018 (ID 4000116656)) Quais são os</p><p>principais fatores de risco para acidente vascular</p><p>encefálico?</p><p>A) Tabagismo e obesidade.</p><p>B) Diabetes e obesidade.</p><p>C) HAS e hipercolesterolemia.</p><p>D) Fibrilação atrial e estenose de artéria carotídea.</p><p>E) Sexo masculino e ingestão de álcool.</p><p>(UFES 2019) São fatores de risco não modificáveis para</p><p>acidente vascular cerebral.</p><p>A) Evento cerebrovascular prévio, diabetes, uso de</p><p>contraceptivos orais.</p><p>B) Estresse, raça negra, tabagismo.</p><p>C) Sexo feminino, raça negra, hipercoagulabilidade.</p><p>D) Sexo masculino, predisposição genética, raça negra.</p><p>(HUOL UFRN 2018) Um paciente do sexo masculino, 68</p><p>anos de idade, hipertenso de longa data, tabagista por</p><p>50 anos e com diabetes mellitus diagnosticada há 20</p><p>anos, chega ao serviço de pronto-atendimento com</p><p>relato de que, ao ter iniciado atividade física com</p><p>membro superior esquerdo, apresentou tonteira</p><p>seguida por síncope e de que não se recorda bem do que</p><p>aconteceu. Os acompanhantes informaram que ele</p><p>apresentou fala arrastada e desvio da comissura labial.</p><p>Porém, após 6 horas de observação no serviço de pronto</p><p>atendimento, todas as alterações já haviam se</p><p>normalizado. Foram solicitados, à admissão, glicemia</p><p>capilar, que revelou 86 mg/dl; tomografia</p><p>computadorizada do encéfalo, que se mostrou normal e</p><p>duplex scan de carótidas e vertebrais, que revelou</p><p>ateromatose carotídea bilateral com placas ulceradas,</p><p>com inversão de fluxo sisto/diastólico, contínuo, em</p><p>artéria vertebral esquerda. A artéria vertebral direita</p><p>apresentava-se com fluxo ascendente, com velocidade</p><p>normal. A inversão do fluxo na artéria vertebral esquerda</p><p>pode ser explicada pela</p><p>A) oclusão da artéria subclávia esquerda proximal à</p><p>origem da artéria vertebral.</p><p>B) lesão aterosclerótica suboclusiva na origem da artéria</p><p>vertebral.</p><p>C) oclusão da carótida interna esquerda proximal à</p><p>origem da cerebral média.</p><p>D) lesão aterosclerótica suboclusiva em artéria carótida</p><p>interna.</p><p>(SCM São Paulo 2014) Mulher de 42 anos dá entrada no</p><p>serviço de emergência com quadro de febre há quatro</p><p>dias e há 8 horas com déficit no hemicorpo direito. Ao</p><p>exame, apresenta-se com força motora grau 3 em</p><p>hemicorpo direito, sonolenta, com rigidez de nuca,</p><p>ausculta pulmonar sem alterações e cardíaca com</p><p>presença de sopro sistólico 4+/6+ em foco mitral. Sinais</p><p>vitais: PA = 90 x 70 mmHg em ambos os membros</p><p>superiores; FC = 130 bpm; SatO2 = 94% em ar ambiente.</p><p>Realizada tomografia de crânio que evidenciou diversas</p><p>áreas hipoatenuantes, sem desvio de linha média.</p><p>Realizada coleta de líquor que revelou 1.200 células com</p><p>predomínio neutrofílico, glicose = 20 mg/dl e presença</p><p>de cocos Gram-positivos. A paciente apresentava, na</p><p>entrada, hemiparesia associada à hemi-hipoestesia com</p><p>predomínio braquiofacial à direita.Apresentava também</p><p>afasia, porém com compreensão não prejudicada e</p><p>executando ordens simples. Com esta apresentação da</p><p>afasia descrita e do território acometido corresponde a:</p><p>A) Broca e artéria cerebral média.</p><p>B) Wernicke e artéria carótida interna.</p><p>C) Wernicke e artéria cerebral anterior.</p><p>D) Broca e artéria cerebral anterior.</p><p>E) Afasia de condução e artéria cerebral média.</p><p>(HUPD UFMA 2019) Paciente idoso,74 anos, destro,</p><p>hipertenso, diabético tipo II e com sequela de AVE</p><p>isquêmico, é trazido à emergência por cuidadora por ter</p><p>acordado “confuso e esquisito”. Ao exame neurológico,</p><p>o paciente apresenta uma hemiparesia esquerda,</p><p>desorientação direito-esquerda, agrafia, acalculia,</p><p>agnosia digital e afasia motora, além de uma discreta</p><p>paralisia facial, com movimentação ocular e palpebral</p><p>preservadas. Por ser recentemente contratada, a</p><p>cuidadora hesita em descrever o status neurológico</p><p>prévio do paciente, não conseguindo dar pistas de quais</p><p>desses sinais poderiam ser novos. A glicemia capilar é de</p><p>82 mg/dL, e a pressão arterial é de 160 x 80 mmHg. A</p><p>tomografia de crânio revela uma área hipodensa frontal</p><p>direita, compatível com lesão antiga. A respeito desse</p><p>caso, pode dizer- se que:</p><p>A) os achados do exame neurológico são todos</p><p>justificáveis pela lesão isquêmica antiga.</p><p>B) trata-se mais provavelmente de encefalopatia</p><p>metabólica.</p><p>C) o paciente apresenta mais provavelmente nova lesão</p><p>isquêmica.</p><p>D) está indicada punção liquórica para esclarecimento</p><p>diagnóstico</p><p>(HC UFPR 2018) Em relação ao acidente vascular</p><p>encefálico isquêmico, assinale a alternativa que</p><p>apresenta as principais manifestações clínicas típicas de</p><p>envolvimento da artéria cerebral anterior.</p><p>A) Déficit sensorial e/ou motor contralateral, com</p><p>predomínio facial e braquial (face e braço > perna);</p><p>afasia.</p><p>B) Déficit sensorial e/ou motor contralateral, com</p><p>predomínio crural (perna > braço e face); abulia.</p><p>C) Déficit sensorial e/ou motor contralateral, com</p><p>predomínio facial e braquial (face e braço > perna);</p><p>negligência hemiespacial contralateral.</p><p>D) Déficit sensorial e/ou motor ipsilateral, com</p><p>predomínio facial e braquial (face e braço > perna);</p><p>afasia.</p><p>E) Déficit sensorial e/ou motor ipsilateral, com</p><p>predomínio crural (perna > braço e face); abulia.</p><p>(UFPA 2020 (ADAPTADA)) Paciente 50 anos sexo</p><p>feminino, com hipertensão mal controlada, trazida ao</p><p>serviço de urgência devido à instalação nas últimas duas</p><p>horas de déficit motor proporcionado à esquerda</p><p>apenas. A paciente encontra-se consciente e orientada,</p><p>não há heminegligência, afasia, evidência de síndrome</p><p>alterna, alteração de sensibilidade ou outros achados. À</p><p>sua chegada ao hospital, realiza-se tomografia</p><p>computadorizada de crânio que não demonstra</p><p>anormalidades. Considerando-se a doença representada</p><p>pelo quadro clínico em questão, o vaso e a estrutura</p><p>encefálica acometida são, respectivamente,</p><p>A) artéria cerebral anterior e córtex frontal direito.</p><p>B) artéria lentículo-estriada e cápsula interna direita.</p><p>C) artéria cerebral anterior e cápsula interna direita.</p><p>D) artéria lentículo-estriada e córtex frontal direito.</p><p>(HDG MG 2019) Os pacientes portadores de doença</p><p>arterial carotídea podem apresentar manifestações</p><p>clínicas com graus variados, exceto:</p><p>A) placas de Hollenhorst.</p><p>B) isquemia cerebral ipsilateral.</p><p>C) ataque isquêmico transitório.</p><p>D) afasia quando ocorre no lado esquerdo.</p><p>E) hematoma cerebral intra parenquimatoso.</p><p>(PUC RS 2017) Homem, 65 anos, hipertenso, apresenta</p><p>acidente vascular isquêmico, comprometendo o lobo</p><p>occipital direito e lesionando as áreas visuais à direita.</p><p>Qual é o achado esperado no exame neurológico?</p><p>A) Amaurose direita.</p><p>B) Amaurose esquerda.</p><p>C) Hemianopsia bitemporal.</p><p>D) Hemianopsia homônima direita.</p><p>E) Hemianopsia homônima esquerda.</p><p>(SUS SP 2016) Paralisia de nervos cranianos, diplopia,</p><p>tontura, náusea, vômitos, disartria, disfagia, soluços,</p><p>ataxia de marcha. Um quadro de acidente vascular</p><p>encefálico isquêmico com tais características clínicas</p><p>provavelmente ocorreria em território vascular de</p><p>artéria:</p><p>A) cerebral anterior.</p><p>B) vertebrobasilar.</p><p>C) cerebral média.</p><p>D) cerebral posterior.</p><p>E) carótida interna.</p><p>(SUS RR 2018) Os acidentes vasculares cerebrais são a</p><p>segunda maior causa de mortalidade mundial e a maior</p><p>causa de invalidez em adultos nos EUA. Sobre os AVCs</p><p>isquêmicos, marque a alternativa CORRETA:</p><p>A) No AVC da artéria cerebral média encontra-se</p><p>fraqueza contralateral e perda sensitiva na face e</p><p>membro superior, além de hemianopsia e desvio do</p><p>olhar para o lado da lesão.</p><p>B) Na oclusão da artéria cerebral anterior podem causar</p><p>hemianestesia ipsilateral completa e dor lancinante.</p><p>C) Na oclusão da artéria basilar ocorre fraqueza do</p><p>neurônio motor inferior</p><p>e déficit sensitivos em MMII.</p><p>D) A oclusão da artéria cerebral anterior está relacionada</p><p>à síndrome do cativeiro.</p><p>(HSL PUC – RS 2009) Paciente apresenta crise</p><p>hipertensiva com perda fugaz dos sentidos.</p><p>Subsequentemente, estabelecem-se hemiplegia</p><p>direita e paralisia de hemilíngua esquerda. Ressonância</p><p>magnética de encéfalo demonstra acidente vascular</p><p>isquêmico. Qual é o diagnóstico topográfico mais</p><p>provável?</p><p>A) Córtex cerebral.</p><p>B) Cápsula interna.</p><p>C) Mesencéfalo.</p><p>D) Ponte.</p><p>E) Bulbo.</p><p>(IFF RJ 2016) Assinale a opção que apresenta o conjunto</p><p>de manifestações clínicas mais provavelmente</p><p>encontradas num paciente acometido por um acidente</p><p>vascular encefálico isquêmico cerebelar.</p><p>A) Disbasia, nistagmo e bradicinesia.</p><p>B) Disartria, disfagia e disfonia.</p><p>C) Hiperreflexia, hipercinesia e disfasia</p><p>D) Ataxia, disdiadococinesia e disartria</p><p>(UFCG PB 2017) Em relação às características clínicas do</p><p>Acidente Vascular Encefálico isquêmico, assinale a</p><p>alternativa INCORRETA.</p><p>A) Oclusão do ramo superior da artéria cerebral média</p><p>do hemisfério dominante provoca afasia de Broca.</p><p>B) Oclusão do ramo inferior da artéria cerebral média do</p><p>hemisfério direito provoca astereognosia à esquerda.</p><p>C) Oclusão dos ramos lenticuloestriatais à esquerda</p><p>provoca hemiplegia facio-braquio-crural proporcionada</p><p>à direita.</p><p>D) Paralisia facial periférica à direita, com hemiplegia</p><p>facio-braquio-crural à esquerda é compatível com lesão</p><p>de tronco encefálico.</p><p>E) Oclusão da artéria cerebelar ântero superior (AICA) à</p><p>direita cursa com ataxia cerebelar no dimídio esquerdo.</p><p>(UNESC ES 2018) O melhor escore para avaliar a</p><p>gravidade clínica de um paciente com AVE isquêmico, e</p><p>que deve ser utilizado antes da</p><p>trombólise química, está relacionado com o seguinte</p><p>termo/sigla:</p><p>A) TIMI.</p><p>B) NIH.</p><p>C) ASPECTS.</p><p>D) CHA2DS2VASC.</p><p>E) MELD.</p><p>(UEPA Belém 2018) Paciente de 27 anos comparece ao</p><p>serviço de urgência queixando-se de cefaleia importante</p><p>há 2 horas. Refere já ter tido quadro semelhante no</p><p>passado. O episódio inicia com sensibilidade à luz e</p><p>tristeza. A dor surge e aumenta progressivamente em</p><p>horas. No momento, dor importante occipital, retro</p><p>orbitária, maior à direita e incapacitante. Há queixa</p><p>importante de náuseas associada ao quadro. O manejo</p><p>imediato deve ser:</p><p>A) Tomografia de Crânio sem contraste</p><p>B) Administração de AINEs, triptanos e antieméticos</p><p>C) Analgesia com opioide e dipirona</p><p>D) Oxigenoterapia</p><p>E) altas doses de corticoides</p><p>(HMTJ SUPREMA MG – 2017) Paciente de 65 anos é</p><p>atendido com história de hipertensão arterial, afasia,</p><p>hemiplegia esquerda, desvio de comissura labial e</p><p>Glasgow 9. A tomografia computadorizada de crânio</p><p>abaixo revela extensa área hipodensa na região</p><p>corticossubcortical parietal direita, com para a região</p><p>nucleocapsular ipsilateral, sem compressão e desvio, e</p><p>estruturas da linha média (ventrículos supratentoriais).</p><p>(Conforme imagem do caderno de questões) Qual o</p><p>provável diagnóstico?</p><p>A) Hemorragia subaracnoide.</p><p>B) Hematoma subdural.</p><p>C) Acidente Vascular Encefálico isquêmico (AVEi).</p><p>D) Acidente Vascular Encefálico hemorrágico (AVEh).</p><p>(HCB - SP 2018) TC de crânio deve ser obtida o quanto</p><p>antes possível em todos os pacientes com AVC, para</p><p>diferenciar entre infarto e</p><p>hemorragia, pois a diferenciação clínica dessas entidades</p><p>pode ser muito difícil. Ocorre que nessa tarde, o corpo</p><p>de bombeiros trouxe à sala de emergência paciente em</p><p>franca insuficiência respiratória aguda, logo após perder</p><p>a consciência e convulsionar. Somente NÃO seria</p><p>compatível o seguinte item abaixo:</p><p>A) AVCs isquêmicos aparecem como áreas hipodensas</p><p>(escuras na TC), diferentemente AVCs hemorrágicos</p><p>aparecem como áreas hiperdensas (claras na TC).</p><p>B) infartos da circulação posterior (tronco cerebral e</p><p>cerebelo) podem ser facilmente visualizados na TC.</p><p>C) entretanto, embora a TC seja sempre anormal nas</p><p>hemorragias, ela pode ser normal nas primeiras 24 horas</p><p>de evolução do infarto.</p><p>D) portanto, devemos interpretar seus achados de</p><p>acordo com o tempo de evolução dos sintomas. Quando</p><p>normal, a TC deve ser repetida após 24 a 48 horas, para</p><p>confirmar o infarto.</p><p>(SURCE 2015) Paciente de 59 anos, sexo masculino,</p><p>destro, evolui com afasia súbita. Ao ser avaliado no setor</p><p>de emergência, obedece a comandos, mas é incapaz de</p><p>repetir palavras, nomear objetos ou formular frases.</p><p>Com base nos dados apresentados, qual das imagens</p><p>abaixo (cortes axiais de ressonância magnética</p><p>ponderada por difusão) representa a alteração mais</p><p>provável para esse paciente?</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>d)</p><p>(UFCG 2015) Um determinado paciente com déficit</p><p>motor focal que se instalou há uma hora, foi submetido</p><p>a uma modalidade específica de RNM encefálica onde foi</p><p>observado presença de “mismatch ”. Isto significa:</p><p>A) Que o AVE é isquêmico, e que há alto risco para</p><p>transformação hemorrágica.</p><p>B) Que o AVE é isquêmico, e que há área de penumbra</p><p>viável.</p><p>C) Que o AVE é hemorrágico.</p><p>D) Que não há lesão vascular isquêmica ou hemorrágica.</p><p>E) Que há sinais de envelhecimento encefálico</p><p>desproporcional a faixa etária do paciente.</p><p>(IAMSPE) Um homem de 35 anos apresenta uma artrite</p><p>aguda monoarticular envolvendo o 1⁰ pododáctilo. Com</p><p>base nessa situação, assinale a alternativa que apresenta</p><p>a principal hipótese diagnóstica:</p><p>a)Artrite reumatoide.</p><p>b)Artrite gonocócica.</p><p>c)Lúpus eritematoso sistêmico.</p><p>d)Traumatismo.</p><p>e)Gota.</p><p>(HCPA) Paciente de 57 anos consultou por dor</p><p>e edema no pé esquerdo com 24 horas de evolução.</p><p>Descreveu episódio semelhante no pé direito há menos</p><p>de 1 ano. Relatou ser portador de</p><p>[hipertensão arterial]2 sistêmica, diabetes melito tipo</p><p>2, dislipidemia e obesidade, em tratamento irregular</p><p>com hidroclorotiazida, enalapril, metformina e AAS.</p><p>Fazia uso diário de aproximadamente 700 ml de cerveja</p><p>há cerca de 5 anos. Informou que o pai era portador</p><p>de espondilite anquilosante. Ao exame físico,</p><p>encontrava-se em bom estado geral, com pressão</p><p>arterial de 156/88 mmHg, temperatura axilar de 37,4°C,</p><p>frequência cardíaca de 88 bpm e frequência respiratória</p><p>de 20 mpm. Havia dor à mobilização passiva, edema e</p><p>intenso eritema na primeira articulação</p><p>metatarsofalângica esquerda. Qual o diagnóstico mais</p><p>provável?</p><p>a)Gota.</p><p>b)Artrite séptica.</p><p>c)Artrite reativa.</p><p>d)Lúpus induzido por droga.</p><p>e)Espondilite anquilosante.</p><p>(UNIOESTE – PR 2016) Paciente de 68 anos do sexo</p><p>masculino, trazido pelo SAMU com relato de que</p><p>durante seu banho, há 2 horas atrás, sentiu um mal-</p><p>estar, com formigamento do lado esquerdo do corpo e,</p><p>logo em seguida, perdeu o movimento do seu braço e</p><p>perna esquerdos. Em seus antecedentes tratava-se de</p><p>um hipertenso, em uso de nifedipina e captopril,</p><p>também diabético em uso de metformina e</p><p>glibenclamida. No pronto-socorro chegou bastante</p><p>torporoso, sudorético, em glasgow 12 (AO = 4, MRM = 5,</p><p>MVR = 3), com hemiplegia esquerda. PA = 180 x 110</p><p>mmHg e FC = 98 batimentos por minuto, arrítmico. A</p><p>carótida direita apresentava um sopro sistólico nítido.</p><p>Sua primeira conduta, na lista abaixo, seria:</p><p>A) Fazer urgentemente uma tomografia de crânio e, se</p><p>ela for normal, seria um candidato à trombólise com</p><p>estreptoquinase ev.</p><p>B) Fazer urgentemente uma tomografia de crânio e, se</p><p>ela for normal, seria um candidato à trombólise com</p><p>rTPA ev.</p><p>C) Fazer urgentemente uma tomografia de crânio e, se</p><p>ela for normal, seria um candidato à anticoagulação com</p><p>heparina ou heparinoides (heparina de baixo peso</p><p>molecular), desde que o ECG revele uma fibrilação atrial</p><p>crônica.</p><p>D) Reduzir a pressão arterial com metoprolol ev.</p><p>E) Fazer uma glicemia capilar, pois pode ser apenas uma</p><p>hipoglicemia.</p><p>(SURCE 2014) Mulher de 47 anos é atendida em pronto-</p><p>socorro por cefaleia. Relata dor em aperto em todo o</p><p>lado esquerdo da cabeça, associada a náuseas, fotofobia</p><p>e fraqueza em braço e perna direitos, quadro</p><p>esse</p><p>precedido por escotomas visuais cintilantes. Diz que</p><p>apresenta cefaleia desde os 17 anos, com frequência de</p><p>2 por mês, principalmente no período perimenstrual.</p><p>Usa alprazolam para síndrome do pânico. Ao exame</p><p>físico, apresenta-se ansiosa e hiperventilando. O exame</p><p>dos nervos cranianos e da sensibilidade estão normais.</p><p>Há diminuição da força em membros do dimídio direito</p><p>(conseguindo vencer resistência leve) com dimídio</p><p>esquerdo normal, hiper-reflexia tendinosa profunda em</p><p>dimídio direito e reflexos normais em dimídio esquerdo.</p><p>Com esse quadro, a paciente foi medicada com</p><p>analgésico e submetida à realização de ressonância</p><p>nuclear magnética de encéfalo, que se mostrou normal.</p><p>Após 2 horas, estava assintomática e o exame físico</p><p>normal. Qual o diagnóstico mais provável da paciente?</p><p>A) Enxaqueca.</p><p>B) Epilepsia focal.</p><p>C) Transtorno conversivo somatoforme.</p><p>D) Acidente isquêmico transitório aterosclerótico.</p><p>(UFPI 2018) Paciente 70 anos, hipertenso e tabagista, foi</p><p>levado ao pronto-atendimento por familiares com</p><p>história de ter iniciado, há pouco</p><p>mais de 24 h quadro agudo de alteração na fala e</p><p>fraqueza no lado direito do corpo. O quadro foi</p><p>precedido por cefaleia com náusea e vômito.</p><p>Ao exame físico: PA 210x120 mmHg, paciente vigil,</p><p>consciente, disártrico (disartria leve), hemiparético à</p><p>direita (hemiparesia grau 4). Baseado no caso clínico</p><p>relatado, assinale a opção que traz a principal hipótese</p><p>diagnóstica.</p><p>A) Encefalopatia hipertensiva.</p><p>B) Ataque Isquêmico Transitório (AIT).</p><p>C) Acidente Vascular Cerebral (AVC).</p><p>D) Hemorragia subaracnoide.</p><p>E) Migrânea com aura.</p><p>(SURCE 2020) Mulher, 66 anos, acompanhada há 6 anos</p><p>devido à doença de Parkinson, em uso de levodopa</p><p>desde o início do acompanhamento. Há 8 meses,</p><p>apresenta movimentos involuntários, inicialmente em</p><p>membros inferiores, depois acontecendo também em</p><p>tronco e membros superiores, iniciados após 90 minutos</p><p>da tomada da levodopa, durando aproximadamente 30</p><p>minutos. Faz uso atual de levodopa/carbidopa 250/25</p><p>mg 1/2 (meio) comprimido em 5 tomadas ao dia</p><p>(intervalo médio de 3 horas entre as tomadas). Nega uso</p><p>de outras medicações ou perda de efeito (rigidez,</p><p>lentificação ou tremor) entre as tomadas. Ao exame</p><p>neurológico, são observados movimentos coreiformes</p><p>em membros inferiores e superiores, além de leve</p><p>rigidez e bradicinesia assimétricas. Qual a melhor opção</p><p>terapêutica para ser associada à levodopa/carbidopa</p><p>nessa paciente para diminuir os movimentos descritos?</p><p>A) Amantadina.</p><p>B) Pramipexol.</p><p>C) Biperideno.</p><p>D) Rasagilina.</p><p>(UFRJ 2015) Menina, 14 anos, relata episódios</p><p>quinzenais de cefaleia frontal unilateral, de moderada</p><p>intensidade, duração média de 12 horas, latejante,</p><p>associada a náuseas e vômitos, precedida de fotopsia</p><p>com duração de 30 minutos. Sobre o tratamento</p><p>imediato nestes casos, pode-se afirmar que:</p><p>A) Naproxeno é o anti-inflamatório de primeira escolha</p><p>nestas situações.</p><p>B) Triptano tem indicação mesmo em casos mais leves.</p><p>C) Antieméticos podem ser úteis na falência da</p><p>medicação habitual.</p><p>D) Topiramato deve ser usado devido à complexidade</p><p>desta apresentação.</p><p>(SISE – SUS TO 2017) A cefaleia é um sintoma comum na</p><p>população brasileira e importante causa de procura por</p><p>atendimento médico. Em relação a essa queixa, pode-se</p><p>afirmar:</p><p>A) A cefaleia é um sintoma mais prevalente em homens</p><p>e apresenta grande impacto no trabalho.</p><p>B) A enxaqueca é a cefaleia primaria mais prevalente na</p><p>população.</p><p>C) A maioria das cefaleias são classificadas como</p><p>secundárias em serviços de atenção primaria à saúde.</p><p>D) A cefaleia da enxaqueca ocorre em crises que duram</p><p>de 4 a 72 horas.</p><p>(FJG RJ 2019) Com referência ao acidente vascular</p><p>encefálico - AVE, o uso da trombólise venosa usando</p><p>ativador do plasminogênio tecidual recombinante - rtPA</p><p>antes de 4 horas desde o início dos sintomas, tem o</p><p>seguinte objetivo:</p><p>A) diminuir a possibilidade de perda da consciência que</p><p>piora o prognóstico.</p><p>B) aumentar em 30% a chance de o paciente apresentar</p><p>lesões mínimas ou nenhuma lesão.</p><p>C) aumentar em 30% a chance de o paciente não</p><p>apresentar hemorragia intracraniana.</p><p>D) diminuir significativamente a mortalidade.</p><p>(Santa Casa – SP 2016 (ADAPTADA)) Homem, 48 anos,</p><p>sem antecedentes conhecidos, deu entrada no Serviço</p><p>de emergência com quadro súbito de perda de força</p><p>muscular à esquerda há 40 minutos, associado à disartria</p><p>e hemianopsia. Apresentava-se com FC 108bpm, PA</p><p>158x76 mmHg e dextro 108 mg/dl. Foi encaminhado a</p><p>Tomografia de Crânio que não evidenciou sinais de</p><p>sangramento, sendo optado pela trombólise química.</p><p>Qual a droga de escolha neste caso?</p><p>A) Estreptoquinase.</p><p>B) Uroquinase.</p><p>C) Alteplase.</p><p>D) Fondaparinux.</p><p>E) Abciximab.</p><p>(UNIRG TO 2015) Conforme a classificação internacional</p><p>de cefaleias, quais são os critérios diagnósticos de</p><p>migrânea?</p><p>A) Duração de 4 a 72 horas, hemicraniana, pulsátil, forte</p><p>intensidade associada a náuseas, vômitos, fotofobia e</p><p>fonofobia.</p><p>B) Duração de 4 a 72 horas, bilateral, pulsátil, leve</p><p>intensidade associada a náuseas, vômitos, fotofobia e</p><p>/ou fonofobia.</p><p>C) Duração de 1 a 72 horas, hemicraniana, pulsátil, forte</p><p>intensidade associada a náuseas, vômitos, fotofobia ou</p><p>fonofobia.</p><p>D) Duração de 1 a 72 horas, bilateral, pulsátil, leve</p><p>intensidade associada a náuseas, vômitos, fotofobia e</p><p>fonofobia.</p><p>(HUPE UERJ 2020) Mulher de 22 anos procura assistência</p><p>médica em função de cefaleia crônica e recorrente de</p><p>forte intensidade. Informa cefaleia unilateral e pulsátil</p><p>que inicia de forma mais leve e acentua-se com o passar</p><p>das horas, durando mais de 4h na ausência de</p><p>tratamento adequado. Às vezes, o quadro é precedido</p><p>por escotomas, caracterizados como falhas periféricas</p><p>no campo visual. A avaliação sugere migrânea, pois, além</p><p>dos dados apresentados, há:</p><p>A) fonofobia e fotofobia durante as crises</p><p>B) anorexia isolada, sem náuseas ou vômitos</p><p>C) hiperemia conjuntival e miose ipsilateral à dor</p><p>D) alívio da dor ao subir escadas ou fazer atividade física</p><p>similar</p><p>(UNIOESTE – PR 2016) Paciente de 68 anos do sexo</p><p>masculino, trazido pelo SAMU com relato de que</p><p>durante seu banho, há 2 horas atrás, sentiu um mal-</p><p>estar, com formigamento do lado esquerdo do corpo e,</p><p>logo em seguida, perdeu o movimento do seu braço e</p><p>perna esquerdos. Em seus antecedentes tratava-se de</p><p>um hipertenso, em uso de nifedipina e captopril,</p><p>também diabético em uso de metformina e</p><p>glibenclamida.</p><p>No pronto-socorro chegou bastante torporoso,</p><p>sudorético, em glasgow 12 (AO = 4, MRM = 5, MVR = 3),</p><p>com hemiplegia esquerda. PA = 180 x 110 mmHg e FC =</p><p>98 batimentos por minuto, arrítmico. A carótida direita</p><p>apresentava um sopro sistólico nítido. Sua primeira</p><p>conduta, na lista abaixo, seria:</p><p>A) Fazer urgentemente uma tomografia de crânio e, se</p><p>ela for normal, seria um candidato à trombólise com</p><p>estreptoquinase ev.</p><p>B) Fazer urgentemente uma tomografia de crânio e, se</p><p>ela for normal, seria um candidato à trombólise com</p><p>rTPA ev.</p><p>C) Fazer urgentemente uma tomografia de crânio e, se</p><p>ela for normal, seria um candidato à anticoagulação com</p><p>heparina ou heparinoides</p><p>(heparina de baixo peso molecular), desde que o ECG</p><p>revele uma fibrilação atrial crônica.</p><p>D) Reduzir a pressão arterial com metoprolol ev.</p><p>E) Fazer uma glicemia capilar, pois pode ser apenas uma</p><p>hipoglicemia.</p><p>(HEJSN ES 2021) Homem, 67 anos, procura atendimento</p><p>após segundo episódio de perda de força em membro</p><p>superior e inferior direito com recuperação total. Nega</p><p>alteração em expressão de face, fala e sensibilidade. No</p><p>exame físico, apresenta-se hipertenso, sem detecção de</p><p>hipotensão postural, ritmo cardíaco irregular, força</p><p>preservada em membros superiores e inferiores. Qual</p><p>hipótese diagnóstica mais provável a ser considerada</p><p>nesse caso?</p><p>A) Ataque isquêmico transitório.</p><p>B) Acidente vascular isquêmico.</p><p>C) Transtorno conversivo.</p><p>D) Síndrome de Von Recklinghausen.</p><p>E) Hipoglicemia.</p><p>(HCB - SP 2018) Nessa manhã, foi solicitado o seu parecer</p><p>de um paciente com alteração neurológica aguda, que</p><p>havia sido trazido, na noite anterior por familiares, no</p><p>momento que você avaliava o paciente o Neurologista</p><p>também iniciou seu parecer e ambos acabaram por</p><p>considerar importante naquele caso outras avaliações.</p><p>Os exames vasculares de imagem devem ser realizados</p><p>rapidamente para que sejam identificados os pacientes</p><p>com estenoses arteriais importantes e que podem se</p><p>beneficiar com um tratamento cirúrgico por</p><p>endarterectomia ou por angioplastia. Sobre isso, assinale</p><p>a alternativa que apresenta um conceito equivocado.</p><p>A) Ecodoppler de artérias carótidas e vertebrais deve ser</p><p>realizado em todos os pacientes com suspeita de</p><p>ateromas nessas artérias como possíveis fontes de</p><p>embolia cerebral.</p><p>B) O ecodoppler transcraniano é um método que</p><p>permite avaliar o fluxo sanguíneo intracraniano. É um</p><p>importante método complementar para a avaliação da</p><p>hemodinâmica intracraniana em casos de doenças</p><p>cerebrovasculares.</p><p>C) O ECG sozinho, não pode identificar uma fibrilação</p><p>atrial como fonte embólica, pois sua especificidade</p><p>para diagnóstico dessa arritmia é muito baixa.</p><p>D) Avaliação cardíaca por meio de ECG e ecocardiograma</p><p>deve ser considerada nos pacientes com suspeita de</p><p>fontes embólicas do coração ou do arco da aorta.</p><p>(SUS RR 2019) Para o tratamento das crises de migrânea</p><p>de forte a muito forte intensidade, qual dos</p><p>medicamentos abaixo apresenta grau de recomendação</p><p>mais baixo:</p><p>A) Tramadol</p><p>B) Sumatriptano</p><p>C) Diidroergotamina</p><p>D) Cetorolaco</p><p>(UFMT 2017) Homem de 75 anos, com história de</p><p>vertigens recorrentes e zumbidos há mais de 1 ano,</p><p>passou a apresentar dificuldade em deambular há seis</p><p>meses. Vem ao consultório com apoio para marcha, com</p><p>face inexpressiva e fala lentificada. Ao exame físico,</p><p>identificada rigidez simétrica nos 4 membros, humor</p><p>depressivo, porém cognição preservada. Que</p><p>informação da anamnese pode ser mais esclarecedora</p><p>sobre a etiologia desse quadro?</p><p>A) Medicações utilizadas nos últimos meses.</p><p>B) História de familiares com o mesmo problema.</p><p>C) Fatores de risco para doença vascular aterosclerótica.</p><p>D) Patologias que possam fazer compressão medular.</p><p>(HCG GO – 2015) Na fase inicial da doença de Parkinson:</p><p>A) Os anticolinérgicos têm efeito neuroprotetor,</p><p>devendo ser usados precocemente.</p><p>B) A terapia dopaminérgica deve ser feita com o uso de</p><p>levodopaterapia em doses elevadas.</p><p>C) O uso de amantadina leva a edema periférico em</p><p>membros inferiores e maior propensão a alucinações.</p><p>D) A selegilina é fundamental na melhora dos sintomas.</p><p>(HIAE 2015) O uso de oxigenioterapia a 8 L/min, durante</p><p>15 minutos, através de máscara facial tem se mostrado</p><p>efetivo para ataques agudos da cefaleia:</p><p>A) Orgasmica.</p><p>B) Trigeminal.</p><p>C) Hípnica.</p><p>D) Em salvas.</p><p>(UFCG - PB 2016) Qual das seguintes drogas poderá</p><p>eventualmente ser utilizada no tratamento abortivo da</p><p>enxaqueca?</p><p>A) Clorpromazina.</p><p>B) Amitriptilina.</p><p>C) Metisergida.</p><p>D) Propranolol.</p><p>E) Topiramato.</p><p>(FMABC 2017) Paciente de 45 anos, sexo masculino,</p><p>apresenta dor periorbitária de forte intensidade direita,</p><p>com irradiação temporal ipsilateral, em crises e com</p><p>duração de aproximadamente 1 hora. Refere associada</p><p>à dor a presença de lacrimejamento e ptose. Descreve a</p><p>presença de vários episódios de dor, principalmente no</p><p>começo do ano, e depois melhora das mesmas por vários</p><p>meses. Qual o tratamento mais adequado para essas</p><p>crises?</p><p>A) Oxigênio 8L/min por 20 minutos.</p><p>B) Dipirona 1 g/EV.</p><p>C) Tramal 100 mg/EV.</p><p>D) Amitriptilina 25 mg/VO.</p><p>(SUS-SP 2019) O diagnóstico de doença de Parkinson</p><p>baseia-se, fundamentalmente,</p><p>A) no conjunto de achados clínicos e laboratoriais.</p><p>B) nos achados da ressonância nuclear magnética de</p><p>crânio.</p><p>C) nos achados de cintilografia funcional do crânio.</p><p>D) na história e exame físico.</p><p>E) nos achados de PET-CT de crânio.</p><p>(HUBFS/HUJBB 2018) J.M.S., sexo feminino, 38 anos,</p><p>chega ao consultório médico com queixa de “dor de</p><p>cabeça”. Relata que já tem essa dor de cabeça há muitos</p><p>anos. A conduta mais adequada neste caso é:</p><p>A) encaminhar ao especialista, pois cefaleia recorrente é</p><p>um sinal de alarme para encaminhar ao neurologista.</p><p>B) solicitar Tomografia de Crânio, pois cefaleia de longa</p><p>duração é um sinal de alarme para causas secundárias.</p><p>C) solicitar exame de imagem do crânio, mesmo que a</p><p>hipótese diagnóstica seja uma cefaleia primária, com</p><p>intuito de descartar aneurismas.</p><p>D) caracterizar bem a dor, mas, por ser mulher,</p><p>provavelmente trata-se de migrânea, devendo ser</p><p>tratada com AINES para evitar novas crises.</p><p>E) caracterizar bem a dor, mas provavelmente trata-se</p><p>de cefaleia tensional, que é a causa mais comum,</p><p>devendo identificar a causa da tensão para determinar</p><p>o tratamento a longo prazo.</p><p>(PSU MG 2015 - ADAPTADA) Homem de 40 anos queixa-</p><p>se de crises noturnas de dor periorbital, unilateral, de</p><p>forte intensidade, acompanhada de congestão nasal,</p><p>rinorreia e lacrimejamento ipsilaterais, que se iniciaram</p><p>há algumas semanas. Diante desse quadro, assinale a</p><p>afirmativa ERRADA:</p><p>A) Recomenda-se a realização de um exame de imagem</p><p>para avaliar a fossa posterior</p><p>B) A síndrome de Horner (ptose, miose e anidrose) é um</p><p>achado do exame físico.</p><p>C) O consumo de bebidas alcoólicas é um fator</p><p>desencadeante.</p><p>D) Quando não ocorre remissão, é denominada de</p><p>hemicrania contínua.</p><p>(IAMSPE 2020) Homem de 69 anos de idade é atendido</p><p>com o relato de dificuldade para deambular. O quadro</p><p>teve início há dois anos e tem piorado progressivamente.</p><p>Refere também que tem apresentado "esquecimento</p><p>fácil" e tremor de repouso em extremidades. Nega</p><p>cefaleia, tontura, incontinência fecal ou urinária. Exame</p><p>físico: Glasgow: 15; ele anda com passos curtos, tronco</p><p>inclinado para frente, mas não apresenta desequilíbrio</p><p>ou diminuição da força; há uma certa rigidez inicial à</p><p>movimentação passiva dos membros. Em relação à</p><p>principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:</p><p>A) a doença pode cursar com manifestações cognitivas</p><p>ou psiquiátricas.</p><p>B) a sobrevida dos pacientes tratados adequadamente é</p><p>semelhante à população em geral.</p><p>C) insuficiência respiratória é uma manifestação inicial</p><p>frequente.</p><p>D) o diagnóstico de certeza só pode ser feito com</p><p>ressonância magnética de crânio.</p><p>E) paralisia de nervos cranianos pode ser a manifestação</p><p>inicial da doença.</p><p>(HIAE 2020) São típicos da cefaleia em salva (Cluster):</p><p>A) Início gradual, agravado pela atividade física rotineira.</p><p>B) Unilateral em 70%, bifrontal ou global em 30% dos</p><p>casos.</p><p>C) Duração de 30 minutos a 7 dias.</p><p>D) Lacrimejamento ipsilateral e rinorreia.</p><p>E) Paciente prefere ficar em ambiente escuro e</p><p>silencioso.</p><p>(SEMAD Macaé RJ 2017) São características clínicas da</p><p>doença de Parkinson, exceto:</p><p>A) Bradicinesia</p><p>B) Hipotensão ortostática</p><p>C) Macrografia</p><p>D) Rigidez</p><p>E) Congelamento da marcha</p><p>(USP 2018) Homem de 42 anos de idade procura</p><p>atendimento em pronto-socorro por crises de cefaleia</p><p>hemicrânia direita há 7 dias, quando mudou turno de</p><p>trabalho em sua empresa. A dor é lancinante, de forte</p><p>intensidade, com até 4 episódios por dia durando até 1</p><p>hora cada um. No momento com dor de intensidade 10</p><p>(escala 0 a 10). No exame clínico, hiperemia conjuntival</p><p>e sudorese em hemiface, ambos à direita. Pressão</p><p>arterial = 168 x 100 mmHg; frequência cardíaca = 110</p><p>bpm. Qual é a melhor associação de tratamento para</p><p>controle agudo e crônico para o quadro álgico do</p><p>paciente?</p><p>A) Tratamento agudo: oxigênio; tratamento crônico:</p><p>gabapentina.</p><p>B) Tratamento agudo: morfina; tratamento crônico:</p><p>pregabalina.</p><p>C) Tratamento agudo: dipirona; tratamento crônico:</p><p>prednisona.</p><p>D) Tratamento agudo: sumatriptano nasal; tratamento</p><p>crônico: verapamil.</p><p>(PUC RS 2015) Qual das alternativas abaixo é o</p><p>tratamento farmacológico profilático de escolha para a</p><p>cefaleia em salvas?</p><p>A) Amitriptilina.</p><p>B) Propranolol.</p><p>C) Verapamil.</p><p>D) Flunarizina.</p><p>E) Fluoxetina.</p><p>(SMS SJP PR 2017) Paciente de 23 anos queixa-se de</p><p>cefaleia holocraniana, início há 6 meses atrás, com</p><p>duração de até 20 dias por mês e intensidade variável. A</p><p>causa mais comum deste tipo de cefaleia é:</p><p>A) O uso excessivo de analgésicos.</p><p>B) Transtorno depressivo ou de ansiedade.</p><p>C) Cefaleia pós-traumática.</p><p>D) Cefaleia cervicogênica.</p><p>E) Uso excessivo de barbitúricos.</p><p>(UNESP 2016) Homem de 57 anos, hipertenso, apresenta</p><p>cefaleia latejante no hemicrânio direito há dois anos.</p><p>Queixa-se ainda de fotofobia e fonofobia, náuseas e</p><p>tontura acompanhando o quadro álgico. A cefaleia dura</p><p>de 1 a 2 horas, às vezes ocorre por dias seguidos. Fundo</p><p>de olho não mostrou papiledema, atrofia ou neurite, mas</p><p>há alteração que o médico não soube identificar. O</p><p>diagnóstico mais provável e a conduta correta são, nessa</p><p>ordem,</p><p>A) cefaleia relacionada à hipertensão arterial; tratar</p><p>hipertensão arterial.</p><p>B) migrânea; prescrever triptano.</p><p>C) hemicrania contínua; prescrever indometacina.</p><p>D) variante de cefaleia tensional; prescrever</p><p>amitriptilina.</p><p>(SES GO 2016) Na doença de Parkinson, qual é a principal</p><p>deficiência neuroquímica e em que via anatômica ela se</p><p>encontra?</p><p>A) Dopamina – via mesolímbica.</p><p>B) Carbidopa – via nigroestriatal.</p><p>C) Levodopa – via nigrolenticular.</p><p>D) Dopamina – via nigroestriatal.</p><p>(UESPI 2019) A tríade clássica de Parkinson é:</p><p>A) Déficit cognitivo, rigidez bradicinesia.</p><p>B) Tremor de repouso, rigidez e micrografia.</p><p>C) Tremor, bradicinesia e hipotensão ortostática.</p><p>D) Tremor de repouso, rigidez e bradicinesia.</p><p>E) Imobilidade, tremor de repouso e rigidez.</p><p>(SMS SJP PR 2016) A doença de Parkinson é caracterizada</p><p>por manifestações motoras (bradicinesia, tremor de</p><p>repouso, rigidez e instabilidade postural) e por</p><p>manifestações não motoras. Em relação às</p><p>manifestações não motoras, qual está presente em fase</p><p>mais avançada da doença de Parkinson?</p><p>A) Depressão.</p><p>B) Obstipação.</p><p>C) Seborreia.</p><p>D) Demência.</p><p>E) Distúrbios visuoespaciais.</p><p>(SMS SJP PR 2016) Paciente de 75 anos, hipertenso em</p><p>uso de Enalapril 10 mg 12/12 horas há 10 anos, ex-</p><p>tabagista 10 anos maço. Há aproximadamente 6 meses,</p><p>iniciou com quadro de quedas, dificuldade para</p><p>caminhar, lentidão na execução de suas atividades</p><p>básicas, alteração do padrão do sono associada à</p><p>alteração da memória e alucinações visuais frequentes.</p><p>Entre os possíveis disgnósticos, podemos dizer que o</p><p>mais provável nesse caso é:</p><p>A) Demência de Alzheimer.</p><p>B) Demência frontotemporal.</p><p>C) Demência da doença de Parkinson.</p><p>D) Hidrocefalia de pressão normal.</p><p>E) Demência por corpúsculos de Lewy.</p><p>(UNIFESP 2018) Mulher, 63 anos de idade, refere</p><p>dificuldade para andar e para manusear objetos com a</p><p>mão esquerda, sem menção de tremor. Refere também</p><p>sonhos vívidos à noite e constipação intestinal. O marido</p><p>confirma que o braço esquerdo da paciente não balança</p><p>ao andar. Qual o diagnóstico mais provável?</p><p>A) Mielopatia cervical.</p><p>B) Lesão do manguito rotador.</p><p>C) Doença de Parkinson idiopática.</p><p>D) Polineuropatia.</p><p>E) Tremor essencial.</p><p>(HUPD UFMA 2016) Paciente de 46 anos apresenta</p><p>rigidez e lentidão dos movimentos há um ano, relatando</p><p>piora há seis meses, o que tem comprometido suas</p><p>atividades diárias. É diretor de multinacional e sente-se</p><p>constrangido com sua condição clínica. Qual a conduta</p><p>terapêutica MAIS ADEQUADA?</p><p>A) Iniciar agonista dopaminérgico e aumento gradativo</p><p>de dose.</p><p>B) Postergar a introdução de medicação até que haja</p><p>maior comprometimento das atividades de vida diária.</p><p>C) Introduzir biperideno na dose de 2 mg por via oral de</p><p>12/12h.</p><p>D) Administrar selegilina.</p><p>E) Introduzir levodopa/benserazida 200/50 por via oral</p><p>de 4/4h.</p><p>(SUS SP – 2020) A interação medicamentosa entre</p><p>metoclopramida e prometazina aumenta o risco de</p><p>A) efeitos extrapiramidais.</p><p>B) bloqueio neuromuscular.</p><p>C) lesão renal aguda.</p><p>D) sangramento intestinal, úlceras pépticas.</p><p>E) formação de precipitado de cálcio.</p><p>(USP 2018) Homem de 50 anos de idade, empresário,</p><p>apresenta tremores nas mãos desde a juventude, que</p><p>pioraram nos últimos 2 anos. Os</p><p>tremores atrapalham suas atividades profissionais.</p><p>Também sente-se inibido quando almoça com clientes</p><p>ou frequenta festas e jantares, pois os tremores o</p><p>atrapalham para alimentar-se ou ingerir líquidos. Os</p><p>tremores melhoram com o consumo de uma taça de</p><p>vinho, mas não tem o hábito de ingerir bebidas</p><p>alcoólicas, especialmente durante o trabalho. Tem</p><p>dificuldade na escrita. Nos últimos meses, notou</p><p>aparecimento de tremor cefálico e, mais recentemente,</p><p>voz trêmula. Seu avô paterno e um tio apresentaram</p><p>tremor semelhante ao longo da vida. No exame</p><p>neurológico, apresenta tremor de ação postural e</p><p>cinético, assimétrico (maior à direita), nos membros</p><p>superiores. Tem tremor vocal e cefálico. Não há outras</p><p>alterações do exame neurológico. Qual é a principal</p><p>hipótese diagnóstica?</p><p>A) Doença de Parkinson.</p><p>B) Tremor cerebelar.</p><p>C) Abstinência alcoólica.</p><p>D) Tremor essencial.</p><p>(ESPCE 2016) Qual a causa mais comum de hemorragia</p><p>intracraniana?</p><p>A) Angiopatia amiloide.</p><p>B) Hemorragia subaracnoidea.</p><p>C) Transformação hemorrágica de AVE prévio.</p><p>D) Hemorragia intraparenquimatosa hipertensiva.</p><p>(Hospital Pasteur RJ 2017) Mulher, 45 anos, apresentou</p><p>subitamente a pior dor de cabeça da vida, seguida de</p><p>rigidez na nuca e sonolência. AP: HAS, DM e Dislipidemia.</p><p>Exame neurológico: sonolência e rigidez de nuca</p><p>(Glasgow: 14). Qual é a sua principal hipótese</p><p>diagnóstica?</p><p>A) Hemorragia subaracnoide.</p><p>B) Acidente vascular hemorrágico de ponte.</p><p>C) Meningite bacteriana aguda.</p><p>D) Encefalite herpética.</p><p>(UNISA 2009) Paciente é encaminhado ao PS com</p><p>hipótese diagnóstica de surto psicótico. A confirmação</p><p>diagnóstica será dada pela presença característica de</p><p>consciência:</p><p>A) rebaixada, pensamento preservado e juízo/critica</p><p>delirante.</p><p>B) rebaixada, pensamento desorganizado e juízo/critica</p><p>delirante.</p><p>C) preservada, pensamento preservado e juízo/critica</p><p>delirante.</p><p>D) preservada, pensamento desorganizado e</p><p>juízo/critica delirante.</p><p>E) preservada, pensamento preservado e juízo/critica</p><p>preservados.</p><p>(HMAR 2018) Cognição é uma rede complexa de funções</p><p>mentais comandadas pelo cérebro que inclui todas as</p><p>alternativas abaixo, EXCETO:</p><p>A) Atenção</p><p>B) Memória</p><p>C) Aprendizado</p><p>D) Audição</p><p>(UFRN HUOL 2015) No quadro clínico dos pacientes</p><p>portadores de esquizofrenia, entre os sintomas</p><p>psicóticos bem comuns, existe um caracterizado por</p><p>alteração da sensopercepção (alguns autores chegam a</p><p>classificar como alteração da representação), quando o</p><p>paciente tem a certeza de perceber estímulos externos</p><p>na ausência de fator que tenha provocado esses</p><p>estímulos. Essa alteração psicopatológica geralmente</p><p>está associada à prejuízo do juízo crítico da realidade, e</p><p>o paciente põe em dúvida a realidade que o cerca, mas</p><p>não a veracidade do que percebeu. A alteração</p><p>psicopatológica descrita é:</p><p>A) alucinação.</p><p>B) alucinose.</p><p>C) delírio.</p><p>D) ilusão.</p><p>(PUC-PR 2011) Avalie as assertivas como verdadeiras ou</p><p>falsas. Em seguida, assinale a alternativa CORRETA.</p><p>I. Alucinação visual é a percepção deformada</p><p>de um objeto real e presente.</p><p>II. O indivíduo que sente que seu intestino está</p><p>secando, o seu fígado despedaçando, o seu</p><p>cérebro encolhendo está apresentando</p><p>alucinações cenestésicas.</p><p>III. Fabulação é a alteração do pensamento em</p><p>que o indivíduo fica imaginando uma situação</p><p>desejada.</p><p>IV. IV. Não se pode dizer que há diferença entre</p><p>ansiedade e angústia.</p><p>V. V. A impossibilidade de um indivíduo</p><p>entender uma metáfora ou um pensamento</p><p>abstrato é uma alteração do pensamento que</p><p>é chamado “pensamento</p><p>inibido”.</p><p>A) V, V, F, F, F.</p><p>B) F, V, F, F, F.</p><p>C) F, F, V, F, V.</p><p>D) V, F, V, V, V.</p><p>E) V, F, F, V, V.</p><p>(HCG 2014) A esquizofrenia afeta cerca de 1% da</p><p>população em todas as classes sociais e tem notável</p><p>impacto na vida dos pacientes acometidos e de seus</p><p>familiares. Seu diagnóstico é clínico, e os sintomas que</p><p>melhor a descrevem são:</p><p>A) ilusões auditivas, frouxidão de associações,</p><p>rebaixamento do nível de consciência e afeto embotado.</p><p>B) ilusões auditivas e visuais, pensamento delirante,</p><p>pragmatismo comprometido e labilidade do humor.</p><p>C) alucinações auditivas, nível de consciência</p><p>preservado, pensamento delirante</p><p>D) alucinações auditivas e visuais, rebaixamento do nível</p><p>de consciência, pensamento empobrecido e afeto</p><p>embotado</p><p>(UNCISAL 2017) Alteração do conteúdo do pensamento</p><p>ou juízo de realidade presente em transtornos como a</p><p>esquizofrenia:</p><p>A) Neologismo.</p><p>B) Delírio.</p><p>C) Incoerência.</p><p>D) Alucinação.</p><p>E) Roubo do pensamento.</p><p>(IAMSPE SP 2020) Mulher de 25 anos de idade,</p><p>previamente hígida, sem comorbidades, apresenta</p><p>quadro súbito de perda da consciência. Relata que</p><p>estava em ortostase e, de repente, começou a sentir</p><p>sudorese, mal-estar, tontura e desmaiou em seguida.</p><p>Recobrou a consciência rapidamente, cerca de 1 minuto</p><p>após. Glicemia capilar: 72 mg/dL. Exame físico: corada,</p><p>hidratada, afebril; Glasgow: 15, pressão arterial: 100 x 60</p><p>mmHg, pulso: 68 bpm, SatO2: 95%; ausculta cardíaca,</p><p>pulmonar e exame neurológico: normais.</p><p>Eletrocardiograma: normal. Em relação à principal</p><p>hipótese diagnóstica, é correto afirmar:</p><p>A) ataque isquêmico transitório e acidente vascular</p><p>cerebral são causas frequentes da síndrome descrita.</p><p>B) movimentos tônico-clônicos breves (< 0,10</p><p>segundos) podem ocorrer comomanifestação associada</p><p>do quadro.</p><p>C) prolongamento do intervalo QRS (> 0,12 segundos) no</p><p>eletrocardiograma não indica gravidade.</p><p>D) ecocardiograma e teste ergométrico são essenciais</p><p>para a estratificação de risco do quadro.</p><p>E) exames laboratoriais são frequentemente úteis para</p><p>detecção da etiologia do quadro descrito.</p><p>(IJF CE 2010) Qual dos itens seguintes não deve ser</p><p>considerado como causa de convulsões em indivíduos</p><p>maiores de 18 anos?</p><p>A) Convulsão febril</p><p>B) Hipoglicemia</p><p>C) Uso de drogas ilícitas</p><p>D) Insuficiência hepática.</p><p>(SMS Piracicaba 2017) Sobre os tipos de crises</p><p>epilépticas, assinale a alternativa correta.</p><p>A) As crises atônicas são caracterizadas por abalos</p><p>musculares bruscos e arrítmicos, bilaterais e simétricos.</p><p>B) As crises mioclônicas são aquelas associadas à perda</p><p>do tônus muscular da cabeça, do tronco e dos membros,</p><p>levando à queda brusca do indivíduo ao solo.</p><p>C) As crises tônico-clônicas apresentam duas fases bem</p><p>delimitadas: inicialmente, uma flexão do tronco</p><p>seguida de uma extensão tônica de tronco, pescoço e</p><p>membros e, posteriormente, contração clônica dos</p><p>membros.</p><p>D) As crises clônicas são desencadeadas por estímulos</p><p>específicos ou por determinadas atividades.</p><p>E) As crises reflexas são eventos rítmicos rápidos na</p><p>frequência de 1 a 2 Hz.</p><p>(Fund UFT 2016) Paciente masculino, 27 anos de idade,</p><p>sabidamente epilético há cerca de 15 anos, faz uso</p><p>irregular do anticonvulsivante carbamazepina e</p><p>encontra-se há 5 dias sem o uso da medicação. Hoje,</p><p>apresentou episódio agudo de sensação epigástrica</p><p>ascendente, medo e alucinações olfatórias, precedendo</p><p>alterações motoras assincrônicas no membro superior</p><p>direito, porém sem perda da consciência em nenhum</p><p>momento. Pode se dizer que apresentou tipicamente:</p><p>A) crise convulsiva tipo “generalizada precedida de</p><p>aura”.</p><p>B) crise tipo “ausência”.</p><p>C) crise tipo “parcial simples com aura”.</p><p>D) crise tipo “parcial complexa com aura”.</p><p>E) crise tipo “atônica” (atástica).</p><p>(HUPA RS 2019) Associe os tipos de crises epilépticas e</p><p>fenômenos relacionados (coluna da esquerda) às</p><p>respectivas descrições (coluna da direita).</p><p>1 - Crise de ausência típica.</p><p>2 - Crise focal disperceptiva.</p><p>3 - Paralisia de Todd.</p><p>4 - Crise tônico-clônica generalizada.</p><p>5 - Crises mioclônicas.</p><p>( ) Episódios abruptos, com duração de segundos, de</p><p>perda de consciência sem perda do controle postural.</p><p>( ) Início abrupto, sem avisos de contração tônica da</p><p>musculatura corporal; após cerca de 10-20 segundos,</p><p>inicia-se uma fase de superimposição de períodos de</p><p>relaxamento muscular na musculatura tonicamente</p><p>contraída.</p><p>( ) Fraqueza muscular que pode durar de minutos a várias</p><p>horas após uma crise convulsiva. A sequência numérica</p><p>correta, de cima para baixo, da coluna da direita é.</p><p>A) 1 - 2 - 3.</p><p>B) 1 - 3 - 4.</p><p>C) 1 - 4 - 3.</p><p>D) 5 - 2 - 4.</p><p>E) 5 - 4 – 1</p><p>(HCE RJ 2019) Qual é o fármaco de primeira linha usado</p><p>no tratamento das crises convulsivas tônico-clônicas de</p><p>início generalizado?</p><p>A) carbamazepina</p><p>B) ácido valproico</p><p>C) fenitoina</p><p>D) primidona</p><p>E) oxcarbazepina.</p><p>(HIAE 2017) Uma mulher de 31 anos de idade é trazida</p><p>ao pronto-socorro após uma convulsão tônico-clônica,</p><p>generalizada. O episódio durou cerca de um minuto e foi</p><p>associado à perda de consciência. Apresentou breve</p><p>confusão após o episódio. Não há antecedente de</p><p>convulsão, traumatismo craniano, uso de</p><p>medicamentos, febre ou cefaleia, doenças crônicas ou</p><p>história familiar de epilepsia. O exame físico, incluindo</p><p>sinais vitais, é normal. Não apresenta déficits</p><p>neurológicos focais. Os exames laboratoriais estão</p><p>normais e a triagem toxicológica foi negativa.</p><p>Qual é o próximo passo no manejo deste quadro</p><p>convulsivo?</p><p>A) Iniciar medicação antiepiléptica</p><p>B) Realizar punção lombar</p><p>C) Proceder à observação clínica</p><p>D) Realizar ressonância magnética de encéfalo</p><p>E) Solicitar potencial evocado visual ou auditivo.</p><p>(HCG GO 2016 - ADAPTADA) Paciente do sexo masculino,</p><p>de 17 anos, há uma semana começou a apresentar crises</p><p>de “repuxamento”. A mãe relata que pela manhã,</p><p>quando vai acordar o filho para a escola, presenciou</p><p>quatro episódios em que ele fica com corpo todo duro e,</p><p>em seguida, apresenta movimentos repetidos de flexão</p><p>dos braços, por cerca de três minutos. Ela conta que ele</p><p>dorme por mais alguns minutos após a crise e acorda</p><p>sem ter percebido nada. Seu eletroencefalograma</p><p>apresenta complexos espícula-onda lenta irregulares,</p><p>generalizados, com atividade de base normal. No</p><p>momento da consulta, o paciente estava assintomático e</p><p>seus exames geral e neurológico eram normais.</p><p>Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica é:</p><p>A) epilepsia generalizada idiopática.</p><p>B) epilepsia focal sintomática.</p><p>C) epilepsia focal idiopática.</p><p>D) epilepsia generalizada secundária.</p><p>(UEPA Santarém 2018) Dentre os anticonvulsivantes, a</p><p>droga abaixo que NÃO promove redução dos níveis de</p><p>contraceptivos hormonais por indução enzimática</p><p>hepática é:</p><p>A) Carbamazepina</p><p>B) Topiramato</p><p>C) Fenobarbital</p><p>D) Valproato</p><p>E) Oxacarbazepina.</p><p>(Unesp 2014) Mulher de 28 anos, casada, apresenta há 6</p><p>meses crises intensas de mal-estar, caracterizadas por</p><p>taquicardia, dor no peito, tontura, náusea, tremores,</p><p>sudorese, formigamento nas mãos, sensação de desmaio</p><p>e medo de morrer. As crises não têm fatores</p><p>desencadeantes específicos e duram cerca de 20</p><p>minutos. Passou a ter medo de ficar sozinha e só sai de</p><p>casa acompanhada, por ter medo de passar mal. Exame</p><p>físico e subsidiários normais. Os diagnósticos mais</p><p>prováveis e tratamento farmacológico são:</p><p>A) Transtorno conversivo e dissociativo e fobia social;</p><p>diazepam.</p><p>B) Transtorno do pânico e distimia; clorpromazina.</p><p>C) Transtorno conversivo e hipocondria; paroxetina.</p><p>D) Transtorno de somatização e agorafobia; diazepam.</p><p>E) Transtorno de pânico e agorafobia; paroxetina.</p><p>(SMS SJP PR 2015) O objetivo do tratamento da epilepsia</p><p>é garantir a melhor qualidade de vida possível para o</p><p>paciente epiléptico, buscando o melhor controle das</p><p>crises com o mínimo de efeitos adversos, porém, é</p><p>inegável a relação dos farmacos antiepilépticos</p>

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