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<p>Exercício 1:</p><p>Quanto aos vícios de consentimento, assinale a alternativa incorreta:</p><p>A)</p><p>Os vícios de consentimento provocam uma manifestação da vontade não correspondente ao</p><p>íntimo e verdadeiro querer do indivíduo que a manifestou.</p><p>B)</p><p>Há discrepância entre a vontade manifestada e a real intenção.</p><p>C)</p><p>Os vícios de consentimento provocam a nulidade absoluta do negócio jurídico.</p><p>D)</p><p>Os vícios de consentimento provocam a nulidade relativa dos negócios jurídicos.</p><p>E)</p><p>O erro é um dos vícios do consentimento.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)</p><p>Exercício 2:</p><p>Quanto ao erro, assinale a alternativa correta:</p><p>A)</p><p>Todo erro é capaz de viciar o negócio jurídico.</p><p>B)</p><p>O erro é a falsa percepção da realidade.</p><p>C)</p><p>O erro é induzido por outra pessoa.</p><p>D)</p><p>O erro acidental é suficiente para viciar o negócio jurídico.</p><p>E)</p><p>O erro não ocorre em negócios jurídicos gratuitos, como a doação.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B)</p><p>Exercício 3:</p><p>Quanto ao erro substancial, assinale a alternativa correta:</p><p>A)</p><p>Todo erro pode levar à anulação do ato ou negócio jurídico.</p><p>B)</p><p>O erro relacionado a alguma circunstância acessória do objeto é capaz de viciar o negócio</p><p>jurídico.</p><p>C)</p><p>O erro substancial pode recair sobre uma das qualidades essenciais de uma pessoa.</p><p>D)</p><p>O erro substancial deve recair sobre todo o objeto do negócio jurídico e não pode incidir sobre</p><p>apenas uma de suas qualidades essenciais.</p><p>E)</p><p>O erro torna nulo o negócio jurídico.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)</p><p>Exercício 4:</p><p>Assinale a alternativa incorreta:</p><p>A)</p><p>O falso motivo não vicia o negócio jurídico, salvo se nele figurar, expressamente, como razão</p><p>determinante da sua celebração.</p><p>B)</p><p>O erro pode ocorrer de forma pessoal ou através de outros meios de comunicação.</p><p>C)</p><p>O erro de cálculo autoriza apenas a retificação da declaração da vontade.</p><p>D)</p><p>O erro é hipótese legal de vício social.</p><p>E)</p><p>O erro deve ser escusável e substancial.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D)</p><p>Exercício 5:</p><p>Quanto ao erro de Direito, assinale a alternativa correta:</p><p>A)</p><p>O erro de Direito é inadmissível em nosso ordenamento jurídico.</p><p>B)</p><p>O erro de Direito é admissível em nosso ordenamento jurídico.</p><p>C)</p><p>O erro de Direito é admissível em nosso ordenamento jurídico, desde que não implique recusa</p><p>à aplicação da lei e seja o único ou principal motivo do negócio jurídico.</p><p>D)</p><p>O erro de Direito é inadmissível, uma vez que ninguém pode se escusar do cumprimento da</p><p>Lei, alegando o seu desconhecimento.</p><p>E)</p><p>Nenhuma das anteriores.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)</p><p>Exercício 6:</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>A)</p><p>A coação de terceira pessoa nunca vicia negócio jurídico.</p><p>B)</p><p>A coação por conta de terceira pessoa é suficiente para viciar o negócio jurídico,</p><p>independentemente do conhecimento da parte que aproveita da coação.</p><p>C)</p><p>A terceira pessoa não responde civilmente pela prática da coação.</p><p>D)</p><p>Para viciar negócio jurídico a coação da terceira pessoa precisa ser de conhecimento da parte</p><p>que aproveita da coação.</p><p>E)</p><p>A coação de terceiro torna nulo o negócio jurídico.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D)</p><p>Exercício 7:</p><p>A coação:</p><p>A)</p><p>física é causa de invalidade do negócio jurídico.</p><p>B)</p><p>pode ser caracterizada pela ameaça de um exercício regular de direito.</p><p>C)</p><p>pode recair sobre a pessoa que celebra o negócio jurídico, sua família ou seus bens.</p><p>D)</p><p>É causa de nulidade absoluta do negócio jurídico.</p><p>E)</p><p>Nenhuma das alternativas anteriores está correta.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)</p><p>Exercício 8:</p><p>Sobre as espécies de erros, assinale a alternativa incorreta:</p><p>A)</p><p>Erro substancial ou essencial é aquele que recai sobre circunstâncias e aspectos relevantes</p><p>do negócio.</p><p>B)</p><p>Erro acidental é o oposto ao essencial, ou seja, refere-se à circunstância não determinante,</p><p>secundária.</p><p>C)</p><p>Erro escusável é o erro injustificável, ao qual não se pode desculpar.</p><p>D)</p><p>Erro real é aquele erro efetivo, causando prejuízo concreto para o interessado.</p><p>E)</p><p>Erro obstativo ou impróprio é aquele que tem relevância ao ponto de obstar o negócio jurídico,</p><p>inviabilizando-o.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)</p><p>Exercício 9:</p><p>Quanto aos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta</p><p>A)</p><p>A manifestação de vontade não subsiste, mesmo que o seu autor haja feito a reserva mental</p><p>de não querer o que manifestou e se dela o destinatário tinha conhecimento.</p><p>B)</p><p>No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este não</p><p>é da substância do ato.</p><p>C)</p><p>São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro</p><p>substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das</p><p>circunstâncias do negócio.</p><p>D)</p><p>O erro é substancial quando concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a</p><p>quem se refira a declaração de vontade, mesmo que não tenha influído na vontade de modo</p><p>relevante.</p><p>E)</p><p>O menor, de 16 (dezesseis) e 18 (dezoito) anos, pode, para eximir-se de uma obrigação,</p><p>invocar a sua idade se dolosamente a ocultou quando inquirido pela outra parte, ou se, no ato</p><p>de obrigar-se, declarou-se maior.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)</p><p>Exercício 10:</p><p>Considere as proposições abaixo:</p><p>I. O dolo do representante legal só obriga o representado a responder civilmente até a</p><p>importância do proveito que teve.</p><p>II. Diante de dolo do representante convencional (contrato de mandato), o representado</p><p>responde solidariamente com o representante.</p><p>III. Em caso de dolo bilateral, nenhuma das partes pode alegar o dolo da outra para anular o</p><p>ato, ou reclamar indenização.</p><p>Pode-se afirmar que:</p><p>A)</p><p>Somente I e II são corretas.</p><p>B)</p><p>Somente II e III são corretas.</p><p>C)</p><p>Somente I e III são corretas.</p><p>D)</p><p>Nenhuma das proposições é correta.</p><p>E)</p><p>Todas as proposições são corretas.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)</p><p>Exercício 11:</p><p>Quanto ao dolo, assinale a alternativa incorreta:</p><p>A)</p><p>O dolo principal é aquele que se revela como sendo a causa determinante do ato.</p><p>B)</p><p>O dolo acidental é aquele que, a despeito de sua existência, o ato seria praticado.</p><p>C)</p><p>O dolo apto a gerar a anulabilidade do negócio jurídico deve ser o malus e principal.</p><p>D)</p><p>O dolo acidental, quando muito, pode gerar o dever de indenizar por perdas e danos.</p><p>E)</p><p>O dolo acidental torna anulável o negócio jurídico.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)</p><p>Exercício 12:</p><p>A coação de terceiro:</p><p>A)</p><p>torna nulo o negócio jurídico.</p><p>B)</p><p>torna anulável o negócio jurídico, sempre.</p><p>C)</p><p>não abala o negócio jurídico, que persiste válido.</p><p>D)</p><p>torna anulável o negócio jurídico se a parte beneficiada sabia ou deveria saber da coação de</p><p>terceiro.</p><p>E)</p><p>não ocorre nos atos da vida civil.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D)</p><p>Exercício 13:</p><p>O temor reverencial:</p><p>A)</p><p>Torna anulável o negócio jurídico por coação.</p><p>B)</p><p>Causa a nulidade absoluta do negócio jurídico.</p><p>C)</p><p>Torna anulável o negócio jurídico por erro.</p><p>D)</p><p>Não acarreta anulação do negócio jurídico, porque não gera, em regra, a coação.</p><p>E)</p><p>Nenhuma das anteriores.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D)</p><p>Exercício 14:</p><p>Considere as proposições seguintes e assinale a alternativa correta:</p><p>I. O ato que vicia a vontade pode ser do próprio interessado em viciá-la ou por conta de</p><p>terceira pessoa.</p><p>II. Assim como ocorre no caso de dolo, a coação de terceiro só vicia o ato se a pessoa a</p><p>quem aproveita sabe que a anuência ou manifestação de vontade é viciada por coação.</p><p>III. A fraude contra credores somente ocorre em negócios onerosos.</p><p>IV. A simulação é um vício social que torna anulável o negócio jurídico.</p><p>São corretas:</p><p>A)</p><p>Somente I e II.</p><p>B)</p><p>Somente II e III.</p><p>C)</p><p>Somente I e III.</p><p>D)</p><p>Somente III e IV.</p><p>E)</p><p>Todas as proposições.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A)</p><p>Exercício 15:</p><p>Quanto à fraude contra credores, assinale a alternativa incorreta:</p><p>A)</p><p>A fraude contra credores ocorre quando devedor insolvente, ou na iminência de tornar-se</p><p>insolvente, pratica atos</p><p>suscetíveis de diminuir seu patrimônio, reduzindo desse modo a</p><p>garantia para resgate de suas dívidas.</p><p>B)</p><p>A legislação brasileira exige para a caracterização da fraude contra credores, oriunda de atos</p><p>de transmissão a título oneroso, a presença de um ato capaz de prejudicar o credor, quer por</p><p>levar o devedor ao estado de insolvência, quer por ter sido praticado quando tal estado já</p><p>existia. Deve, ainda, existir, a má-fé, ou seja, a intenção de afastar os efeitos da cobrança.</p><p>C)</p><p>A doação pura é negócio jurídico gratuito e a compra e venda é negócio jurídico oneroso. Se o</p><p>negócio jurídico é gratuito, pode ser anulado por fraude contra credores ainda que o donatário</p><p>esteja de boa-fé.</p><p>D)</p><p>Em se tratando de compra e venda – negócio jurídico oneroso, é necessária a presença de</p><p>dois requisitos: requisito subjetivo, má fé – o devedor e a terceira pessoa (comprador) devem</p><p>ter a intenção de prejudicar os credores; e requisito objetivo – qualquer ato prejudicial ao</p><p>credor por tornar o devedor insolvente ou por ter sido praticado num estado de insolvência.</p><p>E)</p><p>Em se tratando de doação pura, negócio jurídico gratuito, são necessários dois requisitos:</p><p>requisito subjetivo, má fé – o devedor e a terceira pessoa (comprador) devem ter a intenção</p><p>de prejudicar os credores; e requisito objetivo – qualquer ato prejudicial ao credor por tornar o</p><p>devedor insolvente ou por ter sido praticado num estado de insolvência.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)</p><p>Exercício 16:</p><p>São vícios do consentimento, exceto:</p><p>A)</p><p>estado de perigo</p><p>B)</p><p>erro</p><p>C)</p><p>coação</p><p>D)</p><p>dolo</p><p>E)</p><p>representação falsa</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)</p><p>Exercício 17:</p><p>São espécies de coação, exceto:</p><p>A)</p><p>coação absoluta</p><p>B)</p><p>coação acidental</p><p>C)</p><p>coação principal</p><p>D)</p><p>coação moral</p><p>E)</p><p>coação voluntária</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)</p><p>Exercício 18:</p><p>Os defeitos dos negócios jurídicos maculam a manifestação de vontade das partes, a qual,</p><p>como regra, deve ser livre e espontânea, requisitos estes de validade de todos os negócios</p><p>jurídicos. Nesse sentido, é correto afirmar que:</p><p>A)</p><p>O Código Civil prevê seis espécies de vícios: erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão (estes</p><p>cinco são também chamados de vícios do consentimento) e fraude contra credores.</p><p>B)</p><p>Os vícios do consentimento provocam uma manifestação de vontade que corresponde com a</p><p>vontade íntima do agente.</p><p>C)</p><p>O negócio jurídico eivado de tais defeitos é inexistente, a teor do que dispõe o art. 171, II CC.</p><p>D)</p><p>O Código Civil prevê quatro espécies de vícios do consentimento: erro, dolo, coação e estado</p><p>de perigo.</p><p>E)</p><p>A lesão e fraude contra credores são vícios de atos jurídicos, mas não fazem parte dos</p><p>defeitos dos negócios jurídicos, tendo tratamento próprio em legislação extravagante.</p><p>O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A)</p>