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<p>REVISÃO TEORIAS E TÉCNICAS PSICOTERÁPICAS:</p><p>Freud e a Psicanálise:</p><p>A Histeria</p><p>• Do grego hystéra que significa útero final do século XIX</p><p>• Convulsões que simulam epilepsia;</p><p>• Falas delirantes;</p><p>• Paralisias em regiões do corpo que não eram explicadas pela neurologia;</p><p>• Alterações de sensibilidade de fala;</p><p>• Alterações de visões, entre outros.</p><p>•Freud e Breuer argumentaram que os histéricos sofrem por haverem sufocado a memória</p><p>dos eventos que originaram a doença. É preciso, então, trazer à luz esses traumas,</p><p>inicialmente por meio da hipnose.</p><p>O USO DA HIPNOSE</p><p>•Criada por James Braid – por muito tempo foi chamada de Braidismo.</p><p>•O hipnotizador sugestiona o sujeito a fixar o olhar em algo, ou simplesmente ordena que</p><p>sinta sono e feche os olhos.</p><p>•O fator sugestivo da hipnose colocou em dúvida sua funcionalidade, obter um conjunto de</p><p>sintomas por meio de seu poder de sugestão sobre o paciente.</p><p>O abandono da hipnose como sugestão</p><p>• Na Hipnose o poder está no médico e não no paciente, o médico passa a dispor do corpo</p><p>do sujeito.</p><p>•Remove sintoma e não a causa dele, poderá se transformar em outro sintoma diferente</p><p>•Representações traumáticas permaneciam ativas no inconsciente.</p><p>•As resistências não eram removidas</p><p>O método catártico</p><p>● Tem o propósito de lembrar de uma situação traumática.</p><p>● Descoberta da transferência.</p><p>● Através do processo de catarse ocorre a ab-reação da carga emocional.</p><p>ab-reação: descarga emocional pela qual um indivíduo</p><p>se liberta do afeto que acompanha a recordação de um</p><p>acontecimento traumático [Pode ser provocada, por</p><p>exemplo, por hipnose, ou ocorrer de forma espontânea</p><p>no decorrer do processo psicoterápico.].</p><p>O método de associação livre</p><p>•Freud percebeu que era possível acessar conteúdos traumáticos e que provocavam a</p><p>histeria sem o uso da hipnose abandonando-a em 1896</p><p>•Abandono das perguntas diretivas.</p><p>•Valoriza as falhas, erros, enganos e os sonhos.</p><p>•Deixar livre o curso das associações para que fosse possível ao paciente estabelecer</p><p>novas conexões de modo a alcançar o campo do recalcado.</p><p>Mecanismos de defesa:</p><p>No id predominam-se os chamados “processos primários” onde não há síntese de idéias,</p><p>impera o “princípio do prazer”.</p><p>No ego, pelo contrário, a associação de idéias está sujeita a condições rigorosas, às quais</p><p>chamamos de “processos secundários”,</p><p>Os impulsos do id não tem gratificação garantida, sendo-lhes exigidos que respeitem os</p><p>“princípios da realidade”, além de terem de se adequar às leis éticas e morais presentes no</p><p>superego, o qual procura controlar o comportamento do ego.</p><p>Nessa dinâmica do aparelho psíquico, o ego revela-se produtor de recursos para enfrentar</p><p>idéias ou afetos dolorosos ou insuportáveis, procura se proteger quanto às exigências</p><p>instintivas, e então o mesmo vive na busca de intermediar todos os conflitos existentes,</p><p>algumas vezes é bem sucedido outras, porém, se demonstra ineficaz, serão suas técnicas</p><p>que neste módulo iremos estudar, a isso damos o nome de “Mecanismos de Defesa”</p><p>Anna Freud 1936, revela nove métodos (regressão, repressão ou recalque, formação de</p><p>reação, isolamento, anulação, projeção, introjeção, inversão contra o eu e reversão) e</p><p>apresenta a sublimação como o décimo, pertencendo ao estudo da mente “normal”.</p><p>REGRESSÃO:</p><p>Retornar à fases precoces do desenvolvimento ou ter funcionamento de evitação de</p><p>conflitos e tensões associados ao nível de desenvolvimento atual da pessoa. Freud</p><p>acreditava que o passado infantil permanece sempre em nós, como aparece nessa</p><p>afirmativa de 1915: “Os estados primitivos podem sempre ser reinstaurados. O psíquico</p><p>primitivo é, no seu pleno sentido, imperecível”.</p><p>verifica-se um modo de funcionamento de defesa do ego em que ocorre um retorno a</p><p>formas anteriores do desenvolvimento do pensamento, das relações de objetos e da</p><p>estruturação do comportamento.</p><p>Recalcamento:</p><p>Expulsão de impulsos ou idéias inaceitáveis ou o impedimento de que entrem na</p><p>consciência. A diferença entre recalque e a negação é que o recalque está associado a</p><p>dados sensoriais externos, enquanto, a repressão/recalque está associada a estados</p><p>internos.</p><p>Freud diz que o recalque não é um mecanismo defensivo presente desde o início; só pode</p><p>surgir quando tiver ocorrido uma cisão marcante entre a atividade mental consciente e a</p><p>inconsciente (o recalcamento só está presente a partir da divisão entre sistema</p><p>consciente/pré-consciente e sistema inconsciente).</p><p>O recalcamento como um processo ativo, destinado a conservar fora da consciência as</p><p>representações inaceitáveis. Distinguem-se três níveis nos quais esse mecanismo ocorre: o</p><p>recalcamento primário; recalcamento secundário ou recalcamento propriamente dito; e</p><p>retorno do recalcado</p><p>Recalcamento primário “É o resto de uma época arcaica, individual ou coletiva, em que</p><p>toda representação incômoda (imagens da cena primitiva, de ameaças à vida ou seduções</p><p>pelo adulto) se encontrava automática e imediatamente recalcada, se mantém no ics, sem</p><p>nunca ter-se acesso ao consciente; Para Freud esse “recalque primevo” consiste em negar</p><p>entrada no consciente ao representante psíquico (ideacional) da pulsão. Com isso,</p><p>estabelece-se uma fixação.</p><p>Recalcamento secundário (ou recalcamento propriamente dito) : É um processo que</p><p>pressupõe a clivagem. Ele é efeito do conflito entre o sistema inconsciente e o sistema</p><p>pré-consciente-consciente, sendo que é a partir deste último que ele é exercido.</p><p>•Estabelecido após o domínio da linguagem.</p><p>•Recalca-se o representante ideativo da pulsão.</p><p>•Ocorre o processo de reintegração simbólica com os recalcados originais</p><p>.A clivagem é um mecanismo de defesa descrito por</p><p>Melanie Klein e por ela considerado como a defesa</p><p>mais primitiva contra a angústia. Neste mecanismo,</p><p>há uma cisão tanto a nível do ego, como ao nível do</p><p>objeto primário.</p><p>Retorno do recalcado:</p><p>•Fracasso do recalcamento. Um retorno a consciência de conteúdos já recalcados.</p><p>• Se manifesta através chistes, sonhos, atos falhos, lapsos de memória e etc.</p><p>O retorno do recalcado pode acontecer devido a:</p><p>1) por um enfraquecimento do contra investimento por parte do ego;</p><p>2) por um esforço de pressão pulsional (como ocorre, por exemplo, durante a puberdade);</p><p>3) se uma experiência recente, por sua estreita semelhança com o material recalcado,</p><p>desperta este último (nesse caso, a experiência atual é reforçada pela energia do</p><p>recalcado).</p><p>•Nunca se dá na sua forma original e sem conflito.</p><p>•O material recalcado é invariavelmente submetido à deformação por exigência da censura</p><p>pré-consciente.</p><p>•Deslocamento e condensação são os mecanismos fundamentais desse processo.</p><p>•Os representantes recalcados não somente mantêm sua indestrutibilidade como também</p><p>lutam permanentemente pelo acesso ao sistema pré-consciente-consciente, obrigando este</p><p>último a um dispêndio constante de energia para fazer face à ameaça que tais conteúdos</p><p>representam.</p><p>FORMAÇÃO REATIVA:</p><p>Transformar um desejo ou impulso inaceitável em seu oposto.</p><p>Assim para exemplificar, um pudor exagerado pode estar opondo-se a tendências</p><p>exibicionistas; uma bondade exagerada e despropositada pode decorrer de ímpetos</p><p>invejosos e agressivos; uma obsessão por limpeza e ordem pode estar camuflando uma</p><p>sensação de sujeira interna, e assim por diante</p><p>ISOLAMENTO AFETIVO:</p><p>Em Ïnibições, sintomas e angustias”(1926), Freud descreve o isolamento como um</p><p>mecanismo típico da neurose obsessiva. Isolar um pensamento do outro, um</p><p>comportamento do outro e separar uma idéia de seu estado afetivo associado para evitar</p><p>um turbilhão emocional.</p><p>NEGAÇÃO:</p><p>O sujeito, embora formulando um dos seus desejos, pensamentos ou sentimentos até então</p><p>recalcado, continua a defender-se dele negando que lhe pertença.</p><p>“Não há prova mais forte de que conseguimos descobrir o inconsciente do que vermos o</p><p>analisando reagir com estas palavras: não pensei nisso, ou não (nunca) pensei nisso”.</p><p>PROJEÇÃO:</p><p>Operação pela qual o sujeito expulsa de si e localiza no outro – pessoa ou coisa –</p><p>qualidades, sentimentos, desejos e mesmo “objetos” que ele desconhece ou recusa nele.</p><p>Freud o utilizou a partir de</p><p>1985, essencialmente para definir mecanismos da paranóia.</p><p>projeta num outro sujeito ou num objeto de desejo que provem dele, mas cuja a origem</p><p>desconhece atribuindo a uma qualidade do outro.</p><p>INTROJEÇÃO:</p><p>A introjeção é o processo pelo qual os objetos do mundo são incluídos nas esferas de</p><p>interesses do eu como alvos substitutos de impulsos e afetos. Quando o recalcamento</p><p>incide sobre as experiências mais primitivas e intensas de prazer, seus objetos são</p><p>remetidos ao inconsciente e cria-se uma quantidade de energia livre que precisa buscar</p><p>novos alvos, procurando novos objetos que possam ocupar os lugares dos que foram</p><p>vítimas do recalque.</p><p>RACIONALIZAÇÃO:</p><p>Está ligado ao uso da razão, por parte do sujeito, para apresentar uma explicação coerente,</p><p>do ponto de vista da lógica, ou para encontrar uma justificativa do ponto de vista moral para</p><p>atitudes, comportamentos e crenças inaceitáveis para torná-las toleráveis para si mesmo.</p><p>DISSOCIAÇÃO:</p><p>Seria o rompimento do sentido da continuidade da pessoa nas áreas de identidade, da</p><p>memória, da consciência ou da percepção, como forma de reter uma ilusão de controle face</p><p>ao desamparo e à perda de controle, No analisando, por exemplo, quando, deixa aparecer a</p><p>parte psicótica de sua personalidade.</p><p>SUBLIMAÇÃO:</p><p>É o deslocamento da finalidade instintiva, em conformidade com valores sociais mais</p><p>elevados, pressupõe a existência do superego. Transformar objetivos socialmente ou</p><p>internamente inaceitáveis em outros socialmente aceitáveis.</p><p>A TEORIA PULSIONAL</p><p>•Processo dinâmico que consiste em uma pressão ou força, que faz o organismo tender</p><p>para um objetivo. Segundo Freud, toda pulsão tem sua fonte em uma excitação corporal</p><p>(estado de tensão), o seu objetivo ou meta é suprimir o estado de tensão, que reina na fonte</p><p>pulsional, é no objeto, ou graças a ele que a pulsão pode atingir a sua meta.</p><p>•Freud afirma que uma pulsão nunca pode tornar-se objeto da consciência e que mesmo no</p><p>inconsciente ela é sempre representada por uma ideia (Vorstellung) ou por um afeto</p><p>(Affekt).</p><p>Pulsões do ego (autoconservação) e pulsão sexual</p><p>•As pulsões do ego só podem satisfazer-se com um objeto real, o princípio que rege seu</p><p>funcionamento é o princípio de realidade.</p><p>•“Libido do Ego” – investida no ego</p><p>•“libido objetal” o investimento da libido sobre objetos externos.</p><p>•Em 1920 em Além do princípio de prazer Freud unifica as pulsões sexuais e as pulsões de</p><p>autoconservação sob a denominação de “ pulsões de vida” e contrapostas à “ pulsão de</p><p>morte”</p><p>Os destinos da Pulsão</p><p>•Já vimos que uma pulsão tem apenas um objetivo: a satisfação. Vimos também que esta</p><p>não se dá de forma direta e imediata, mas que, por exigência da censura, ela implica</p><p>sempre uma modificação da pulsão.</p><p>Os destinos do representante ideativo</p><p>•Vimos que a pulsão tem dois representantes psíquicos: o representante ideativo</p><p>(Vorstellungrepräsentanz) e o afeto (Affekt), cada um deles obedecendo a mecanismos</p><p>diferentes de transformação.</p><p>•Os destinos do representante ideativo são:</p><p>•1. Reversão ao seu oposto</p><p>•2. Retorno em direção ao próprio eu</p><p>•3. Recalcamento</p><p>4. Sublimação</p><p>● Reversão ao seu oposto Essa reversão pode manifestar-se de duas maneiras:</p><p>como uma reversão do objetivo da pulsão, isto é, uma mudança da atividade para a</p><p>passividade; e como uma reversão do conteúdo, a qual, segundo Freud, encontra-se</p><p>no exemplo isolado da transformação do amor em ódio.</p><p>● A segunda vicissitude, o retorno da pulsão em direção ao próprio eu do indivíduo,</p><p>caracteriza-se essencialmente por uma mudança do objeto, permanecendo</p><p>inalterado o objetivo.</p><p>● Sadismo-masoquismo e Voyeurismo-exibicionismo</p><p>•Segundo Freud, é a seguinte a transformação operada no par de opostos</p><p>sadismo-masoquismo:</p><p>•a) o sadismo consiste no exercício da violência ou poder sobre outra pessoa como objeto;</p><p>•b) esse objeto é substituído pelo próprio eu do indivíduo (mudança de objeto: do outro eu</p><p>para o próprio eu; mudança de objetivo: de ativo para passivo);</p><p>•c) uma outra pessoa é procurada como objeto para exercer o papel de agente da violência</p><p>(masoquismo).</p><p>Pulsões de vida e Pulsões de morte:</p><p>O princípio da realidade era, até então, concebido como um princípio de regulação psíquica</p><p>que impunha à procura de satisfação desvios, paradas, substituições e sobretudo</p><p>renúncias.</p><p>•Ao caminho mais curto do princípio de prazer, o princípio de realidade oferecia o caminho</p><p>mais longo — mas de alguma forma também gratificante — da renúncia.</p><p>• Freud afirma que o estado inicial, ponto de partida de toda a vida, é, o inorgânico.</p><p>“Seremos então compelidos a dizer que o objetivo de toda a vida é a morte” (op. cit., p. 56),</p><p>o retorno ao inanimado.</p><p>•O estado de equilíbrio estável que caracterizava a substância inanimada teria sido rompido</p><p>por ação de forças externas a ela e a vida nada mais seria do que uma tentativa de retorno</p><p>ao equilíbrio original. Há, portanto, em todo ser vivo uma tendência para a morte, que é</p><p>irremediavelmente cumprida.</p><p>•“ o organismo deseja morrer apenas ao seu próprio modo” . É essa tendência inerente a</p><p>todo ser vivo de retornar ao estado inorgânico que Freud chama de pulsão de morte,</p><p>enquanto o esforço para que esse objetivo se cumpra de maneira natural, ele denomina</p><p>pulsão de vida.</p><p>•São exemplos o ato de trabalhar para ser remunerado, se exercitar para ter saúde, ensinar</p><p>para espalhar conhecimento, sexo, alimentação, trabalhar, entre outros.</p><p>•Tendência do aparelho psíquico a levar a zero a quantidade de excitação nele presente.</p><p>Extinção do desejo humano.</p><p>•Uso de drogas, suicídio, automutilação e etc.</p><p>FASE FÁLICA</p><p>•Nela a oposição entre os sexos é caracterizada pela castração, isto é, pela distinção</p><p>fálico-castrado.</p><p>•A importância da fase fálica está ligada ao fato de que ela assinala o ponto culminante e o</p><p>declínio do complexo de Édipo pela ameaça da castração.</p><p>•No menino – Complexo de Castração</p><p>•Na menina - Inveja do pênis”</p><p>•Na fase fálica o prazer é ainda obtido no próprio corpo, mas este período de</p><p>desenvolvimento é também caracterizado pela tarefa fundamental de encontrar um objeto</p><p>de amor que estabelecerá padrões posteriores de escolha de objeto na vida adulta.</p><p>O complexo de Édipo ocorre na fase fálica normalmente entre os 4 a 6 anos ( a nível</p><p>inconsciente)</p><p>● Tempo pré edipiano</p><p>● Tempo da solidão</p><p>● Tempo do Édipo</p><p>a centralidade do medo do menino está na perda do falo Falo é o nome que se dá à</p><p>representação do pénis</p><p>a centralidade do medo da menina: A dor da privação</p><p>Complexo de Édipo no menino : Desde que nasce, o menino tem na mãe seu primeiro</p><p>objeto de amor, tomando o pai como objeto de identificação. Estes dois tipos de relação</p><p>objetal coexistem até que o menino perceba o pai como um obstáculo para a realização de</p><p>seus desejos, quando tem início a triangulação do Complexo de Édipo. Com o tempo, se</p><p>tiver oportunidade de observar os genitais femininos, por exemplo de sua irmã ou mãe, o</p><p>menino constata que nem todos possuem um pênis, situação ansiogênica que gera uma</p><p>atitude inicial de negação da ausência do pênis, para depois supor que as mulheres o</p><p>tenham perdido em virtude de uma castração . Ao se imaginar ameaçado pelo mesmo</p><p>destino, o menino renuncia à mãe, desinvestindo-a como objeto de seus desejos</p><p>incestuosos, e se volta para o pai em termos mais amistosos.</p><p>Complexo de Édipo na menina:</p><p>. Frente à diferença anatômica entre os sexos, a menina se sente lesada por ser desprovida</p><p>de pênis, e portanto, passa a invejá-lo [5]. Embora a mãe também seja o primeiro objeto de</p><p>amor da menina, esta se ressente pelo fato da mãe não lhe ter dado um pênis, afasta-se</p><p>dela, considerando-a igualmente castrada, e volta sua libido para o pai. Dessa forma a</p><p>inveja do pênis conduz a menina ao Complexo de Édipo em sua forma positiva.</p><p>Quanto ao desenvolvimento psicossexual da menina há dois pontos fundamentais a</p><p>assinalar, em oposição ao desenvolvimento do menino: a mudança da zona erógena do</p><p>clitóris para a vagina e a substituição da mãe pelo pai enquanto objeto de desejo.</p><p>Além disso, vale ressaltar que a fase pré-edípica é essencial para</p><p>a compreensão da</p><p>experiência edípica da menina. Freud distingue duas etapas no Complexo de Édipo</p><p>feminino. A primeira, na qual a mãe ainda é o objeto de amor da criança e o clitóris a zona</p><p>erógena análoga ao órgão genital masculino. Esta fase compreende a etapa pré-edípica, ou</p><p>seja, antecede a triangulação. Na segunda fase temos o Édipo positivo, quando o pai passa</p><p>a ser objeto de amor e a vagina torna-se a zona erógena predominante. Nesta segunda</p><p>fase, a menina toma o pai como objeto amoroso, imaginando obter dele o pênis, antes</p><p>recusado pela mãe.</p><p>INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS</p><p>Para Freud, a essência do sonho é um desejo que fora reprimido durante a infância.</p><p>Partiremos da hipótese de que o sonho pode ser revelador da personalidade humana, que</p><p>nos ajudará a entender a verdadeira identidade do homem, bem como tornará o interior</p><p>oculto da mente acessível a nosso conhecimento.</p><p>● Processo primário</p><p>● Processo secundário</p><p>O acesso à consciência é restrito ao processo secundário</p><p>Ao dormirmos o nosso ego e recalque enfraquecem</p><p>Muitas vezes os nossos sonhos estão ligados a realização de desejos, medos entre outros.</p><p>Trabalho do sonhos Sujeito</p><p>Censurado condensado deslocamento figuração</p><p>elaboração secundária.</p><p>o sonhos passa por todos esses mecanismos para poder ser relatado pelo sujeito.</p><p>O conteúdo manifesto é menor que o latente: o conteúdo manifesto é o produto do trabalho</p><p>do sonho que consiste em não deixar aflorar na consciência algo proibido pela censura;</p><p>enquanto o conteúdo latente é o produto da interpretação do analista em busca do</p><p>verdadeiro significado do sonho.</p><p>Trabalho de interpretação Terapeuta</p><p>● A censura</p><p>refere-se ao conflito psíquico provocado pelo recalque. Nos sonhos ocorre uma</p><p>diminuição do rigor da censura e o aparecimento de sentimentos, representações,</p><p>imagens desagradáveis, que podem ser justificados por um fracasso no processo de</p><p>elaboração onírica.</p><p>● Condensado (comprimido)</p><p>O mesmo é revelado por pequenos pedaços ( os pontos mais importantes segundo</p><p>o inconsciente.</p><p>manifesto é menor que o latente</p><p>● Deslocamento</p><p>Mudança inconsciente das emoções</p><p>(substituição/ mudança)</p><p>● Figuração</p><p>Transforma pensamento em imagem</p><p>● Elaboração secundária</p><p>Modificação do sonho a fim de que ele apareça sob a forma de uma história coerente e</p><p>compreensível.</p><p>QUESTÕES:</p><p>O complexo de Édipo, é um conceito defendido por Freud que se refere a um estágio do</p><p>desenvolvimento psicossexual da criança. Em qual estágio ocorre o complexo de Édipo:</p><p>Alternativas</p><p>A) Genital.</p><p>B) Latência.</p><p>C) Oral.</p><p>D) Fálica.</p><p>E) Anal.</p><p>Resposta: D</p><p>Sobre o Complexo de Édipo, um dos principais conceitos da teoria psicanalítica, pode-se</p><p>AFIRMAR:</p><p>Alternativas</p><p>A) É percebido o Complexo de Édipo apenas no gênero masculino.</p><p>B) O Complexo de Édipo envolve a relação mãe-filho, em nada influenciando as demais</p><p>relações da criança.</p><p>C) O Complexo de Édipo masculino vai ter seu término, concomitantemente com o término</p><p>da angústia de castração no menino.</p><p>D) O Complexo de Édipo é um conceito trabalhado apenas na análise individual, não sendo</p><p>possível foca-lo em grupos.</p><p>Resposta: C</p><p>Segundo a psicanálise, há três sistemas de personalidade: o id, que se origina com o</p><p>complexo de Édipo, a partir da internalização das proibições, do limite e da autoridade; o</p><p>ego, que constitui o reservatório da energia psíquica; e o superego, que é o sistema que</p><p>estabelece o equilíbrio, regido pelo princípio da realidade.</p><p>Alternativas</p><p>Certo</p><p>Errado</p><p>Resposta: Errado</p><p>Ao longo de sua obra, Freud observa a compulsão à repetição de sensações desprazerosas</p><p>que comparecem em determinados fenômenos da vida mental, entre os quais, na</p><p>transferência, na neurose traumática e nas brincadeiras infantis.</p><p>Com efeito, em 1920, ele lança mão de um novo dualismo pulsional, a saber:</p><p>Alternativas</p><p>A) eros e autoconservação;</p><p>B) pulsão sexual e pulsão do ego;</p><p>C) libido do eu e libido do objeto;</p><p>D) princípio do prazer e do desprazer;</p><p>E) pulsão de vida e pulsão de morte.</p><p>Resposta: E</p><p>Assinale a opção que mostra como Freud apresenta o modelo topográfico.</p><p>Alternativas</p><p>A) Id, ego e superego.</p><p>B) Consciente, pré-consciente e inconsciente.</p><p>C) Pulsão, complexo de Édipo e repressão.</p><p>D) Pulsão de vida, pulsão de morte e libido.</p><p>E) Relação objetal, inconsciente pessoal e inconsciente coletivo.</p><p>Resposta: B</p><p>Segundo Botega (2012), ao atender pacientes hospitalizados e ouvirmos seus relatos,</p><p>deparamo-nos com mecanismos de defesa frente ao sofrimento imposto pelo adoecimento.</p><p>São mecanismos de defesa:</p><p>Alternativas</p><p>A) negação, coping e regressão.</p><p>B) negação, regressão e deslocamento.</p><p>C) sublimação, ansiedade e deslocamento.</p><p>D) negação, deslocamento e coping.</p><p>E) ansiedade, regressão e sublimação.</p><p>Resposta: B</p><p>Um perfil dos mecanismos de defesa utilizados frequentemente por um paciente é um</p><p>indicador de sua saúde psicológica. Nos casos de psicose, alguns dos mecanismos de</p><p>defesa identificados são:</p><p>Alternativas</p><p>A) identificação, deslocamento e racionalização.</p><p>B) supressão, altruísmo e humor.</p><p>C) introjeção, isolamento afetivo e repressão.</p><p>D) cisão, identificação projetiva e idealização.</p><p>E) sublimação, somatização e atuação.</p><p>Resposta: D</p><p>Melanie Klein sugeriu que, desde o início da infância, as crianças adotam vários</p><p>mecanismos de defesa psíquicos para proteger seu ego contra a ansiedade despertada por</p><p>suas fantasias destrutivas. Assinale a alternativa que indica os mecanismos de defesa</p><p>psíquicos utilizados pelos bebês para controlar tais ansiedades:</p><p>Alternativas</p><p>A) Regressão, introjeção e identificação projetiva.</p><p>B) Projeção, regressão, sublimação e deslocamento.</p><p>C) Formação reativa, dissociação e fixação.</p><p>D) Deslocamento, regressão e fixação.</p><p>E) Introjeção, projeção, dissociação e identificação projetiva.</p><p>Resposta: E</p><p>Sobre os mecanismos de defesa psíquicos, assinale a alternativa correta.</p><p>Alternativas</p><p>A) Introjeção é a ideia de depositar em um objeto do mundo exterior conteúdos</p><p>inconscientes desprazerosos.</p><p>B) Condensação e anulação são sinônimos.</p><p>C) Formação reativa trata-se de um contrainvestimento em uma atitude autorizada, de</p><p>conteúdos afetivos retirados das representações proibidas.</p><p>D) Projeção é a incorporação dos objetos prazerosos.</p><p>E) A clivagem do ego é o principal mecanismo utilizado nas neuroses.</p><p>Resposta: C</p><p>Freud, em A interpretação dos Sonhos, postula a primeira tópica freudiana, isto é, a</p><p>concepção do aparelho psíquico formado por instâncias ou sistemas chamados de:</p><p>Alternativas</p><p>A) recalque e recalcamento.</p><p>B) Instância crítica e instância criticada.</p><p>C) id, ego e superego.</p><p>D) inconsciente, pré-consciente e o consciente.</p><p>E) resistência e repressão.</p><p>Resposta: D</p><p>Com a criação da psicanálise, Freud desenvolveu uma técnica de acesso aos conteúdos</p><p>inconscientes que se tornou essencial na psicanálise como um todo. Qual técnica é essa?</p><p>Alternativas</p><p>A) Massagem.</p><p>B) Interpretação dos sonhos..</p><p>C) Hipnose.</p><p>D) Observação participante..</p><p>E) O divã.</p><p>Resposta: B</p><p>trabalho do sonho - sujeito</p><p>trabalho de interpretação do sonho - terapeuta</p><p>Resposta: certo</p>

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