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<p>Imprimir</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Caro estudante, para a introdução dessa aula, compreenderemos os primeiros passos da Libras na aula</p><p>prática. Libras é possível por meio de interações comunicativas, expressivas e, sobretudo, de entendimento</p><p>cultural linguístico, que envolve a vida cotidiana e a vida escolar formativa. Dessa forma, engajar</p><p>linguisticamente é compreender a nossa função social e histórica enquanto formadores de educadores e fazer</p><p>espaços educativos mais humanos e agregadores de valores. Assim, abordaremos o alfabeto em Libras e a</p><p>soletração rítmica e as diferenças entre datilologia e sinais e compreenderemos a Libras para comunicação</p><p>com os surdos por meio dos cumprimentos.</p><p>ALFABETO EM LIBRAS E SOLETRAÇÃO RÍTMICA</p><p>Para conceituarmos o alfabeto em Libras e a soletração rítmica, é oportuno compreendermos que o alfabeto</p><p>não substitui a Libras, mas faz empréstimos da Língua Portuguesa.</p><p>Figura 1 | Alfabeto manual - Libras</p><p>Aula 1</p><p>OS PRIMEIROS PASSOS DA LIBRAS NA AULA PRÁTICA</p><p>Nesta aula, compreenderemos os primeiros passos da Libras na aula prática. Libras é possível por meio</p><p>de interações comunicativas, expressivas e, sobretudo, de entendimento cultural linguístico, que envolve</p><p>a vida cotidiana e a vida escolar formativa.</p><p>30 minutos</p><p>ASPECTOS LINGUÍSTICOS E CULTURAIS DA LIBRAS</p><p> Aula 1 - Os primeiros passos da Libras na aula prática</p><p> Aula 2 - Fonologia da Libras</p><p> Aula 3 - Morfologia da Libras</p><p> Aula 4 - Diálogo em Libras</p><p> Referências</p><p>105 minutos</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 1/28</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 2/28</p><p>Deve-se identi�car a importância do alfabeto para entender que a datilologia é utilizada para expressar, por</p><p>exemplo, nome de pessoas e topônimos, que é um nome derivado do nome de um lugar ou o estudo de</p><p>nomes de lugares, especi�camente em seus signi�cados, tipologia, uso e origens. Assim, o termo topônimo é</p><p>derivado da palavra grega topos, que signi�ca “região”, e onoma, que signi�ca “nomear”. Dessa forma, marcas</p><p>e outras palavras que não possuem um sinal especí�co devem ser identi�cadas pela datilologia, que é a</p><p>junção das letras do alfabeto.</p><p>Vale ressaltar que a Libras apresenta sua complexidade linguística, que não deve se resumir apenas à</p><p>datilologia, mas que deve ser compreendida em sua importância em algumas ocasiões (local, nome), quando</p><p>não se tem um sinal especí�co para identi�carmos essas palavras. Assim, não queira fazer tudo em</p><p>datilologia, porque cansa e a comunicação não se torna compreensível.</p><p>Vejamos o exemplo a seguir da datilologia e modo sinalizado. Em datilologia: V-O-U  P-A-R-A  C-A-S-A  D-O  M-</p><p>E-U A-M-I-G-O. Agora, veja como é sinalizado em Libras: CASA AMIGO VOU. Percebeu a diferença? Destaca-se</p><p>que, ao utilizarmos as mãos por meio de cada letra do alfabeto, estamos representando o alfabeto das línguas</p><p>orais para tornar compreensível para quem está iniciando a Libras.</p><p>É muito comum o uso do alfabeto para depois se compreender os sinais, ou seja, cada letra ou número é</p><p>representado por con�gurações de mão especí�cas. O alfabeto também é conhecido como datilologia ou</p><p>soletração de palavras que não tenham um sinal especí�co na Libras, mas que é considerado um empréstimo</p><p>linguístico da língua portuguesa. É uma forma de criar comunicações no processo de aprendizado nas inter-</p><p>relações.</p><p>Utilizar apenas o alfabeto manual seria, além de cansativo, muito lento e difícil de entender. Reforça-se que o</p><p>usamos somente em caso de soletrar o seu nome ou de outra uma pessoa; o nome de uma marca de roupa,</p><p>carro ou outros nomes próprios; nomes técnicos relacionados a uma determinada área especí�ca; palavras</p><p>que ainda não possuem um sinal próprio em Libras; perguntar os sinais que ainda não conhecemos; explicar</p><p>ao surdo a forma escrita de uma palavra da língua portuguesa; fazer um sinal, que é a própria soletração da</p><p>palavra em português etc. São exemplo que nos permitem compreender quando usamos o alfabeto dentro da</p><p>própria datilologia em formação de palavras.</p><p>Por outro lado, quando mencionamos sobre soletração rítmica, fazemos referência às palavras expressadas</p><p>em soletração rítmica que se transformam em sinais e que possuem seu ritmo próprio, pois é o timbre das</p><p>palavras em uma soletração com forma e ritmo diferentes.</p><p>Figura 2 | Soletração</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 3/28</p><p>Fonte: SEMEDI, 2013.</p><p>Vejamos os exemplos: OU, VOU e OBA. São palavras que, por meio da soletração, apresentam seus</p><p>movimentos e, por essa razão, isso é conhecido como soletração rítmica.</p><p>Mediante esse contexto de alfabetização e soletração rítmica, oportuniza-se a compreensão para quem está</p><p>aprendendo Libras e, do mesmo modo, para as crianças surdas em processo de aquisição da língua. Tanto as</p><p>crianças surdas quanto os adultos surdos adquirem a língua de sinais no mesmo tempo em que as crianças e</p><p>os adultos ouvintes em ambientes que concentram falantes da língua portuguesa.</p><p>Diante dessa realidade, não somente as crianças surdas de pais ouvintes mas também os adultos surdos em</p><p>realidade em que a sociedade majoritária é ouvinte têm um desa�o, precisando estar em constante luta e</p><p>resistência e conscientizar em nome da empatia, da solidariedade e da aprendizagem linguística e somar com</p><p>as culturas de formação comunicativa.</p><p>DIFERENÇAS ENTRE DATILOLOGIA E SINAIS</p><p>Para interpretar essa aula, precisamos saber que as diferenças entre datilologia e sinais são oportunas à</p><p>medida que o educador saiba diferenciar os processos que serão usados em seus respectivos contextos</p><p>educativos, visto que nem sempre usamos datilologia ou os sinais, pois isso varia de acordo com a estrutura</p><p>comunicativa.</p><p>No entanto, essa é uma realidade pouco observada em diversos ugares do mundo. A</p><p>maioria das crianças surdas (cerca de 95% dessa populaço) nasce em contextos familiares</p><p>de ouvintes que desconhecem a Libras ou têm di�culdades para aceitá-la. Essas crianças</p><p>geral- mente passam por um período sem acesso à língua, o qual poderá ser mais breve</p><p>ou mais longo, a depender das condições familiares de acesso e aceitação da surdez e das</p><p>próprias necessidades de seus �lhos.</p><p>— (CONCEIÇÃO; MARTINS, 2019, s.p.)</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 4/28</p><p>De um lado, temos a datilologia, que é usada para tratar de substantivos próprios, como nomes, marcas,</p><p>lugares e palavras, que não têm sinal conhecido. Nesse sentido, só usamos a datilologia em último caso, de</p><p>modo a não tornar cansativo, pois ela é a junção de letras e palavras por meio do alfabeto da con�guração de</p><p>mão.</p><p>É oportuno destacar que a datilologia não substitui a Libras, pois, se a datilologia ocorresse com base no</p><p>alfabeto letra por letra, a comunicação se tornaria cansativa, demorada e de difícil compreensão, assim como</p><p>perderia o sentido para ser captada a informação.</p><p>A datilologia em soletração pode ser considerada como uma etapa ou um estágio apresentado em forma, em</p><p>ritmo de entendimento, porém não podemos confundir como sinônimo de Libras.</p><p>Algumas palavras em Libras acabam nascendo inspiradas justamente nesses sinais soletrados, que são o que</p><p>chamamos de soletração rítmica com aglutinação de letras, por exemplo: V-A-I, V-I, O-I etc. No entanto, para a</p><p>maioria das palavras, existe um sinal especí�co em</p><p>Libras. Assim, os sinais fazem parte da própria Libras, que</p><p>permite maior entendimento para explicar a um surdo o processo de comunicação.</p><p>Os sinais não perdem seu prestígio porque têm o mesmo valor que o português em sua modalidade escrita.</p><p>Então, os sinais são as línguas naturais das comunidades surdas. Ao contrário do que muitos pensam, não são</p><p>mímicas e gestos soltos, isolados, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação, mas são línguas com</p><p>estruturas gramaticais próprias que tiveram a sua origem na Língua de Sinais Francesa. Nessa direção, a</p><p>Língua Brasileira de Sinais não é universal, mas cada país possui a sua própria língua de sinais, a qual vai</p><p>moldando conforme a realidade cultura nacional.</p><p>A língua de sinais também possui expressões que diferem de região para região, o que chamamos de</p><p>regionalismos, e é o que a legitima ainda mais quando se trata de sinais. É importante compreender que os</p><p>sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no</p><p>espaço onde eles são feitos, logo, na língua de sinais, podemos encontrar cinco parâmetros: Con�guração de</p><p>Mão, Ponto de Articulação ou Localização, Movimento, Orientação/Direcionalidade, Expressão Facial e/ou</p><p>Corporal.</p><p>Entende-se como se processa até se legitimarem os sinais; são processos linguísticos e envolvimentos</p><p>culturais que permeiam na realidade cotidiana dos surdos e que envolvem os ouvintes, estimulando-os a</p><p>socializar e adquirir conhecimento linguístico e cultural dos surdos para a efetiva comunicação.</p><p>LIBRAS E A BASE PARA SE COMUNICAR COM OS SURDOS POR MEIO DOS CUMPRIMENTOS EM</p><p>LIBRAS</p><p>A Libras, como base para se comunicar com os surdos, só foi possível graças ao movimento surdo e à</p><p>legitimidade da comunidade surda no Brasil, tendo como meio legal de expressão e de reconhecimento a Lei</p><p>nº 10.436, de 24 de abril de 2002.</p><p>A Libras é um sistema de regras e de elementos gramaticais que permite o processo de comunicação e a</p><p>compreensão de forma efetiva. Nessa direção, ela é uma língua natural, porque surge de forma espontânea,</p><p>conforme a própria necessidade de comunicação dos membros da comunidade surda. Ela é importante à</p><p>medida que é adquirida na interação com os pares, com o trabalho social ativo, para que o seu acesso se faça</p><p>a partir das relações humanas e das necessidades de seus usuários para a liberdade �uida de entendimento.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 5/28</p><p>Assim, os sinais são organizados foneticamente pelos parâmetros que se combinam, na maioria das vezes, de</p><p>forma simultânea, mas, dependendo do contexto, isso só é possível por meio dos cincos parâmetros da</p><p>Libras: Con�guração das Mãos (CM), Movimento (M), Ponto de Orientação (PA), Orientação (O) e Expressão</p><p>Facial e/ou Corporal (EF/C).</p><p>A aprendizagem da Libras, sem sua base, pode não ser um processo simples, já que se trata de aprender uma</p><p>língua de modalidade gesto-visual, mas é oportuno para adentrar culturalmente e historicamente como</p><p>qualquer aprendizagem de língua e percepções de cultura, de modo que a língua faça sentido para os</p><p>envolvidos.</p><p>A Libras não está baseada nos sinalários, mas tem seu contexto que favorece a �uência, o entendimento, a</p><p>interação e a aprendizagem.</p><p>Para os surdos de família de surdos, a Libras é considerada a primeira língua, enquanto o português é a</p><p>segunda língua; já para os ouvintes em processo de aprendizagem da Libras, essa é considerada a segunda</p><p>língua, enquanto o português é a primeira língua. Essa exempli�cação nos permite compreender do que se</p><p>trata e qual comunicação estamos mencionando.</p><p>Assim, escolas e instituições ligadas às comunidades surdas e aos espaços culturais são formas oportunas de</p><p>ampliar a socialização de vivências com os surdos, possibilitando um favorecimento em seu desenvolvimento</p><p>comunitário educativo.</p><p>O processo comunicativo se aprende e se aprimora do básico ao avançado, e tudo isso dependerá de cada</p><p>estudante, de cada pesquisador e de cada envolvido na comunidade surda. Colocaremos, a seguir, alguns</p><p>sinais referentes aos cumprimentos em Libras.</p><p>Figura 3 | Sinais de cumprimentos em Libras</p><p>Fonte: SEMEDI, (2013, p. 57).</p><p>Figura 4 | Sinais de cumprimentos em Libras</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 6/28</p><p>Fonte: SEMEDI (2013, p. 57).</p><p>Figura 5 | Sinais de cumprimento em Libras</p><p>Fonte: SEMEDI (2013, p. 58).</p><p>Figura 6 | Sinais de cumprimento em Libras</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 7/28</p><p>Fonte: Secretaria de Educação (2013, p. 58).</p><p>Figura 7 | Sinais de cumprimento em Libras</p><p>Fonte: SEMEDI, (2013, p. 59).</p><p>Figura 8 | Sinais de cumprimento em Libras</p><p>Fonte: Secretaria de Educação (2013, p. 59).</p><p>Diante desses sinais, vimos os tipos de cumprimentos em Libras que permeiam na contextualização</p><p>sinalizada, ou seja, não são sinais isolados, e é na interação que o envolvimento linguístico e de comunicação</p><p>constituem o entendimento.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 8/28</p><p>VIDEOAULA</p><p>A videoaula “Os primeiros passos da Libras na aula prática em torno da comunicabilidade dos surdos” tona-se</p><p>de extrema relevância à medida que, ao compreender os aspectos linguísticos e culturais, permite-se fazer</p><p>relação com as práticas educativas no processo de formação desses estudantes, relacionando com a realidade</p><p>cotidiana.</p><p> Saiba mais</p><p>Para complementar seus estudos, assista à palestra Trajetória histórica e o embate em torno da</p><p>comunicabilidade dos surdos.</p><p>Videoaula</p><p>Para visualizar o objeto, acesse seu material digital.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Caro estudante, para compreender a Língua Brasileira de Sinais, torna-se necessário identi�car como se</p><p>processou a formação da Libras, ou seja, como o sistema de comunicação e a expressão desses sinais se</p><p>constituíram socialmente em modalidade visuoespacial.</p><p>O desenvolvimento desse estudo por meio das bases teóricas das pesquisas linguísticas permite compreender</p><p>as concepções linguísticas, bem como os aspectos fonológicos, que são contemplados por cincos parâmetros</p><p>da Libras: Con�guração das Mãos; Localizada e/ou Ponto de Articulação; Movimento; Orientação e/ou Direção;</p><p>Expressões Faciais e/ou Corporal. Dessa forma, saber utilizar os aspectos linguísticos característicos da Libras</p><p>permite promover, dentro dos aspectos culturais, a comunicabilidade com os surdos.</p><p>Para aplicar a Libras no modo de se comunicar com os surdos por meio dos cumprimentos, torna-se relevante</p><p>lembrar-se dos cinco parâmetros da Libras e, em seguida, compreender os sinais e contextos de</p><p>cumprimentos, de modo a fazer sentido na vida de quem está se comunicando.</p><p>CONFIGURAÇÕES DE MÃO E LOCALIZAÇÃO E/OU PONTO DE ARTICULAÇÃO</p><p>Aula 2</p><p>FONOLOGIA DA LIBRAS</p><p>Para aplicar a Libras no modo de se comunicar com os surdos por meio dos cumprimentos, torna-se</p><p>relevante lembrar-se dos cinco parâmetros da Libras e, em seguida, compreender os sinais e contextos</p><p>de cumprimentos, de modo a fazer sentido na vida de quem está se comunicando.</p><p>22 minutos</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativida… 9/28</p><p>https://youtu.be/aatRcg5LvmI</p><p>https://youtu.be/aatRcg5LvmI</p><p>Con�guração das Mãos (CM) são formas das mãos que representam um determinado sinal ou pode até ser a</p><p>datilologia (como o alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão direita, para quem</p><p>é destro, ou mão esquerda, para os canhotos), ou pelas duas mãos.</p><p>Vale destacar que a Con�guração das Mãos não se resume somente ao alfabeto, mas são os tipos de posições</p><p>dos dedos e das mãos, assim, observamos as posições na imagem a seguir.</p><p>Figura 1 | Dicionário de Libras (Numerais)</p><p>Fonte: Felipe e Monteiro (2007, pg. 21).</p><p>Diante do exposto, identi�car essas posições dos dedos e da mão é uma forma de veri�car como se processa</p><p>até chegar à de�nição de um sinal. Assim, nessa perspectiva, consideramos como ponto crucial para a análise</p><p>de como sinalizar de forma correta. Dessa forma, trazer essa importância da con�guração das mãos é dar</p><p>sentido à construção de performance, à sinalização, para dar visibilidade a esse processo de comunicação.</p><p>A con�guração pode ser feita pela mão dominante (mão direita, para os destros, e mão esquerda, para os</p><p>canhotos) ou pelas duas mãos, dependendo do sinal. Isso dependerá do que se sinaliza.</p><p>Nos sinais de Homem (Con�guração de Mão em C), Mulher (Con�guração de Mão em A), Biblioteca</p><p>(Con�guração de mão em B) e Papel (Con�guração de Mão em palma e em L), perceberemos o diferencial</p><p>tanto na Con�guração de Mão quanto na localização onde a Con�guração de Mão está composta.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 10/28</p><p>Diante desse contexto explicativo sobre a Con�guração de Mãos, precisamos entender a importância da</p><p>Localização e/ou Ponto de Articulação (L/PA), assim, o segundo parâmetro da Libras é a Localização, ou o</p><p>que podemos chamar de Ponto de Articulação, pois é o lugar onde incide a mão predominante con�gurada,</p><p>ou seja, o local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro (sem</p><p>tocar propriamente no corpo). Ferreira (1995, p. 38) menciona que “os sinais realizados em contato ou</p><p>próximos a determinadas partes do corpo pertencem, muitas vezes, a um campo semântico especí�co,</p><p>organizado a partir de características icônicas”. Vejamos os exemplos de Localização e/ou Ponto de</p><p>Articulação.</p><p>Figura 2 | Localização e/ou Ponto de Articulação</p><p>Fonte: Lacerda, Santos e Martins (2019, p.).</p><p>Observamos que, em “Aprender”, a Con�guração de Mão em C-S �ca localizada na testa; em “Banco”, a</p><p>Con�guração de Mão em B �ca localizada no pescoço; em “Amor”, a Con�guração de Mão em C-S �ca</p><p>localizada no coração. Percebemos que cada sinal apresenta suas características.</p><p>MOVIMENTO E ORIENTAÇÃO E/OU PONTO DE ARTICULAÇÃO</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 11/28</p><p>O terceiro parâmetro a que nos referimos é o Movimento. Alguns sinais são estáticos em um local, enquanto</p><p>outros contêm algum movimento, logo o movimento refere-se ao modo como as mãos se movimentam</p><p>(movimento linear, movimento da forma de seta arqueada, circular, simultânea ou alternada com ambas as</p><p>mãos etc.) e para onde estão movimentando (para frente, em direção à direita, à esquerda etc.).</p><p>O Movimento é outro parâmetro de nível fonológico que constitui o sinal e pode ser executado de diferentes</p><p>formas. Segundo Brito (1995, p.), “o tipo de movimento pode estar nas mãos, pulsos e antebraço quanto à</p><p>direcionalidade do movimento, pode ser unidirecional, bidirecional ou multidirecional”.</p><p>O movimento em sinais apresenta seus movimentos e sua velocidade no movimento e refere-se também ao</p><p>número de repetições de um determinado movimento. Dessa forma, temos as características dos sinais de</p><p>forma em: retilíneo, circular, ondulatório, helicoidal, angular e zigue-zague. Vejamos os exemplos.</p><p>Figura 3 | Características dos sinais</p><p>Fonte: Lacerda, Santos e Martins (2019, p. 91).</p><p>Os exemplos dos movimentos estão expostos nas imagens de Trabalho, Hora 1 e Grá�co. Percebemos a</p><p>diferença no modo em que sinalizará as diferenciações dos movimentos.</p><p>Brito (1995) é uma grande referência na produção acadêmica. Nessa direção, é plausível compreender que um</p><p>dos parâmetros, o Movimento, apresenta suas características no contexto de sinalização, ou seja, na forma da</p><p>mão, no pulso, no antebraço, na direcionalidade e nas diversas formas que são representadas.</p><p>Segundo Quadros e Karnopp (2004), entende-se por maneira a descrição da qualidade, tensão e velocidade do</p><p>movimento; já a frequência refere-se ao número de repetições de um determinado movimento. Existem</p><p>vários tipos de movimentos nos sinais, sendo os mais comuns: retilíneo, circular, ondulatório, helicoidal,</p><p>O movimento é outro parâmetro do nível fonológico que constitui o sinal e pode ser</p><p>executado de diferentes formas. Os movi mentos podem variar em função do tipo, da</p><p>direcionalidade, bem como da maneira e frequência com que são executados. Conforme</p><p>Brito, ‘O tipo do movimento pode estar nas mãos, pulsos e antebraço. Quanto à</p><p>direcionalidade do movimento, pode ser unidirecional, bidirecional ou multidirecional’.</p><p>— (Brito, citado por Quadros; Karnopp, 2004, p. 55)</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 12/28</p><p>angular e zigue-zague.</p><p>O quarto parâmetro é a Orientação/Direcionalidade, que é o plano em direção ao qual a palma da mão é</p><p>orientada. Alguns sinais têm a mesma con�guração, o mesmo ponto de articulação e o mesmo movimento,</p><p>porém se diferem na orientação da mão. Vejamos os exemplos de Trabalhar e Televisão.</p><p>Figura 4 | Orientação e direcionalidade</p><p>Fonte: Lacerda, Santos e Martins (2019, p. 92).</p><p>A orientação da palma da mão pode distinguir um sinal de outro, assim, a palma da mão pode estar orientada</p><p>para baixo, para cima, para o lado, para a frente, para a esquerda ou para a direita; são posições das mãos ou</p><p>da mão, ou seja, ordena por meio dos parâmetros.</p><p>EXPRESSÃO FACIAL E/OU CORPORAL</p><p>O quinto parâmetro diz respeito à Expressão Facial e/ou Corporal, que inclui as expressões faciais, a</p><p>linguagem corporal, os movimentos da cabeça e os olhares e representa o modo de como a pessoa está, por</p><p>exemplo, com raiva de alguém ou de algo. Nem sempre há necessidade de usar os sinais, e sim apenas a</p><p>expressão facial e corporal, que já representam a forma comunicativa.</p><p>Diante do exposto desses cinco parâmetros, para quem está em processo de aprendizagem da Libras, os</p><p>sinais vão fazendo sentido a partir do contexto de comunicação. Nessa direção, os cumprimentos em Libras</p><p>apresentam suas características de formalidade e informalidade em contextos que envolvem tanto os surdos</p><p>e ouvintes ou surdo-surdo etc., ou seja, quando nos encontramos com alguém ou conhecemos uma pessoa,</p><p>as informações básicas de um cumprimento precisa fazer sentido para uma conversa inicial em saudações,</p><p>como: nome, idade, onde mora e o sinal pessoal, que é próprio da identidade surda, que representa uma</p><p>característica física ou comportamental (nessa interação, muitos recebem um novo sinal). Então, é necessário</p><p>conhecer os sinalários de saudações e compreender diálogos de cumprimentos para entender o contexto da</p><p>Libras.</p><p>Observaremos as expressões faciais de Triste/Tristeza, Alegre/Alegria e Tédio a seguir.</p><p>Figura 5 | Expressões faciais</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 13/28</p><p>Fonte: Dicionário de Libras Online do INES.</p><p>Cada expressão é entoada por</p><p>meio do contexto e nem sempre precisa sinalizar, mas o contexto, às vezes, já</p><p>está incorporado na própria expressão facial. Quadros e Karnopp (2004, p. 60) mencionam que "podem ser</p><p>representadas por movimentos faciais, dos olhos, da cabeça ou tronco e prestam-se a dois importantes</p><p>papéis nas línguas de sinais: marcação de construções sintáticas e diferenciação de itens lexicais".</p><p>Entendemos que as expressões são a base para fazer marcações de sentenças, sejam a�rmativas ou</p><p>negativas, perguntas, orações condicionais e relativas e topicalizações. Isso são as referências especí�cas</p><p>simultaneamente marcadas na interrogação, negação e/ou a�rmação e exclamação utilizada na Libras.</p><p>Assim, no nosso entender, a expressão facial e corporal é de extrema importância porque não basta apenas</p><p>fazer o sinal de triste, mas precisa representar a face de que estamos tristes, se for o caso contextual, e o</p><p>mesmo ocorre com se �zermos o sinal de alegre. A expressão precisa corresponder aos sinais, pois não</p><p>podemos sinalizar triste com a expressão de alegre ou de dor, pois isso não condiz com o entendimento.</p><p>Vale destacar que o surdo presta muita atenção no visual, logo não basta apenas fazer o sinal e não ter</p><p>expressão facial e corporal.</p><p>Ocasionalmente, apenas uma expressão já basta para o surdo compreender, assim, sem expressão, �ca difícil</p><p>o entendimento. Nesse sentido, as expressões facial e corporal são importantes para a vida.</p><p>VIDEOAULA</p><p>O vídeo resumo permitirá a compreensão prática dos sinais em seu desenvolvimento de estudo para além da</p><p>concepção prática. De fato, treinar e incorporar a Libras na prática é, sem dúvida, dar ênfase aos aspectos</p><p>fonológicos, que são contemplados por cincos parâmetros da Libras: Con�guração das Mãos; Localizada e/ou</p><p>Ponto de Articulação; Movimento; Orientação e/ou Direção; Expressões Faciais e/ou Corporal, para as</p><p>percepções das características da Libras.</p><p> Saiba mais</p><p>Para maior aprofundamento, aconselhamos assistir aos vídeos a seguir:</p><p>Aspectos fonológicos da Libras.</p><p>Parâmetros da Libras.</p><p>Videoaula</p><p>Para visualizar o objeto, acesse seu material digital.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 14/28</p><p>https://youtu.be/i49E_tpgmFs</p><p>https://youtu.be/siljA-_dt2U</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Entendendo de que maneira as concepções morfológicas evidenciam como o plural se forma e como o gênero</p><p>é marcado, perceberemos como são processadas as relações entre os sinais. Daí, a morfologia estudar</p><p>isoladamente os sinais, não considerando o contexto da frase, mas a formação de novos sinais, em que são</p><p>envolvidos diferentes processos, como a su�xação, a pre�xação, a composição, entre outros.</p><p>Destarte, este mecanismo é oportuno para compreendermos a formação de sinais e de sinais compostos, as</p><p>incorporações na Libras e a contextualização morfológica enquanto contribuições para a inclusão de</p><p>informações gramaticais e de comunicação que servirão de aporte para um melhor aprofundamento de</p><p>estudos.</p><p>Para compreensão dessa aula, torna-se necessário o acompanhamento desse material em consonância com</p><p>os vídeos das aulas em Libras, pois a ênfase é o acompanhamento das aulas práticas em formação educativa.</p><p>Dessa forma, a observação, o treino e a re�exão para a aplicação prática fazem da realidade de ensino uma</p><p>prática transformadora de ação cultural linguística.</p><p>FORMAÇÃO DE SINAIS E DE SINAIS COMPOSTOS</p><p>Para se compreender a Língua Brasileira de Sinais (Libras), devemos considerar que a formação dos sinais não</p><p>são invenções aleatórias, pois se con�guram enquanto processo de formação em decorrência dos cinco</p><p>parâmetros da Libras: Con�guração de Mão; Localização e/ou Ponto de Articulação; Movimento; Orientação</p><p>e/ou Direção; Expressão Facial e/ou Corporal. Assim, no método fonético, a fonologia, em seu processo,</p><p>permite legitimar a morfologia na con�guração do próprio sinal (estrutura, formação e classi�cação).</p><p>A Libras apresenta léxico com recursos que permitem a criação de novos sinais, que são formados também</p><p>pela adição de um pre�xo ou su�xo. Dessa forma, em contexto, deriva na criação de sinais por meio de nomes</p><p>de verbos, e vice-versa, por meio da mudança no movimento, conforme os exemplos a seguir.</p><p>Figura 1 | Criação de sinais (Sentar, Cadeira, Ouvir e Ouvinte)</p><p>Aula 3</p><p>MORFOLOGIA DA LIBRAS</p><p>A morfologia estuda isoladamente os sinais, não considerando o contexto da frase, mas a formação de</p><p>novos sinais, em que são envolvidos diferentes processos, como a su�xação, a pre�xação, a composição,</p><p>entre outros.</p><p>20 minutos</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 15/28</p><p>Fonte: Choi et al. (2011, p. 25).</p><p>Diante dos sinais “Sentar” e “Cadeira”, exempli�cados, percebemos que eles apresentam a mesma</p><p>con�guração de mão, localização, direção e orientação de mão. Porém, o movimento é diferente, e a</p><p>expressão facial e corporal está neutra. Então, o movimento, por apresentar suas diferenças no modo de</p><p>repetições, muda o verbo ou o sinal de contexto comunicativo.</p><p>Assim também nos sinais de “Ouvir” e “Ouvinte”, em que percebemos que o movimento de fechar e abrir a</p><p>mão, próximo ao ouvido, diferencia cada movimento, em que um é curto e o outro é repetitivo, ou seja,</p><p>podemos perceber como o sinal, em contexto, diferencia o entendimento.</p><p>Há outro contexto na morfologia que se estabelece quando são criados sinais novos, que chamamos de</p><p>composição, isto é, são dois sinais que se combinam dando origem a um novo sinal. Vejamos os exemplos.</p><p>Figura 2 | Composição dos sinais (Escola e Igreja)</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 16/28</p><p>Fonte: Choi et al. (2011, p. 27).</p><p>Conforme observamos nas imagens apresentadas, o sinal de “Escola” é composto pelos sinais de “Casa” mais</p><p>o sinal “Estudar”. Similar interpretação pode ser auferida, também, por procedimento de composição, quando</p><p>sinalizamos a palavra “Igreja”, aqui representada pelo sinal “Casa” mais o sinal “Cruz”.</p><p>Diante do exposto, a língua de sinais reorganiza-se no processo de desenvolvimento do homem, seja numa</p><p>função em especí�co, seja para o desenvolvimento em modo humano e cultural que se constitui na e pela</p><p>língua, ou seja, não é possível que ela seja entendida somente como instrumento comunicativo, mas como</p><p>processo pertencente à própria cultura.</p><p>Para compreender a formação de sinais e de sinais compostos, é necessária a aquisição de línguas pelos</p><p>sujeitos envolvidos no processo de comunicação e a aquisição pela interação com o grupo social de um</p><p>ambiente cultural e linguístico especí�co. Assim, a aquisição da língua de seu grupo social acontecerá pelas</p><p>interações, no contato com os membros mais experientes, a partir da convivência no processo de ensino-</p><p>aprendizagem, materializando a modalidade gesto-visual, que é a única língua possível de ser adquirida nas</p><p>interações sociais para os envolvidos na comunidade surda.</p><p>INCORPORAÇÕES NA LIBRAS</p><p>Outro ponto que precisamos destacar diz respeito às incorporações na Libras, ou seja, ao procedimento que</p><p>se estabelece por meio da criação de novos sinais na Libras que podem ser incorporados por meio de um</p><p>argumento, de um numeral etc. Esses procedimentos são frequentes na Libras, enquanto língua, por causa de</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 17/28</p><p>suas características visuais e espaciais. O próprio modo</p><p>de sinalizar ou expressar em espaço neutro ou</p><p>corporal permite compreender como são legitimadas as diversas formas de incorporação na Libras.</p><p>Podemos citar, como exemplo, o sinal de “Lavar”, que varia na forma contextual e no modo como a</p><p>incorporamos para que esteja em acordo com o objeto (cabelo, prato, roupa) que foi, está ou será lavado.</p><p>Vejamos exemplos.</p><p>Figura 3 | Incorporação na Libras (Sinal de “Lavar”)</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 18/28</p><p>Fonte: Choi et al. (2011, p. 29).</p><p>Percebemos, nos exemplos apresentados sobre a forma de apresentação do verbo lavar, que podemos</p><p>incorporar diversas formas, como lavar os cabelos, lavar prato e lavar roupa, e os sinais são modi�cados para</p><p>apresentarem sinalização especí�ca para cada ação contextualizada.</p><p>Outros exemplos são as incorporações de numerais, que se caracterizam pela mudança na con�guração de</p><p>mão, que simboliza o sinal adequado para expressar a hora, a duração, os dias e os meses em quantidade.</p><p>A incorporação da negação é outro processo na Libras de alteração do movimento do sinal, caracterizado por</p><p>mudança de direção. As formas negativas são realizadas por meio do meneio negativo de cabeça e da</p><p>expressão facial de negação, assim como pelo indicador em sinalização de negação. Vejamos os exemplos.</p><p>Figura 4 | Incorporação da negação na Libras</p><p>Fonte: Choi et al. (2011, p. 27).</p><p>Vimos que, no sinal “Não Querer”, a direção e a orientação da mão mudam, conjuntamente a isso a expressão</p><p>de negativismo faz parte do contexto. O mesmo ocorre com o sinal “Não Gostar”, em que a palma da mão �ca</p><p>para fora. Ambos os sinais, ao incorporarem a negação, apresentam-se em consonância com as expressões e</p><p>os movimentos de negação.</p><p>Embora haja o modo expressivo em contexto de sinalização em suas Incorporações, na Libras são partilhadas</p><p>convenções sociais da comunidade surda para que as diferenças de comunicação partilhem de espaços</p><p>comuns.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 19/28</p><p>Assim, a incorporação está na consciência dos envolvidos, de modo que as condições sociais possam superar</p><p>as barreiras e estabelecer uma comunicação plena de direito e dignidade.</p><p>Desse modo, os efeitos de modalidade nas línguas de sinais correspondem a um remanejamento de</p><p>estruturas resultante da introdução de elementos estrangeiros nos campos mais fortemente estruturados da</p><p>língua, ou seja, incorporar áreas do vocabulário em comunidades bilíngues.</p><p>CONTEXTUALIZAÇÃO MORFOLÓGICA</p><p>Oportuno legitimar que a morfologia estuda a estrutura, a formação e a classi�cação dos sinais em Libras.</p><p>Dessa forma, entendemos que as concepções morfológicas apresentam como o plural se forma, como o</p><p>gênero é marcado, e percebemos as relações entre os sinais, enquanto a sintática sabe onde o sinal se</p><p>encaixa na estrutura e na informação semântica, de modo que apresenta seus signi�cados ou os signi�cados</p><p>do sinal.</p><p>Assim, a morfologia estuda isoladamente os sinais, isto é, não considera o contexto da frase. A formação de</p><p>novos sinais envolve diferentes processos, tais como a su�xação, a pre�xação, a composição, entre outros.</p><p>Diferentemente da Língua Portuguesa, na Libras não há desinências para o uso especí�co de gênero</p><p>(masculino e feminino) e número (plural), mas o sinal utilizado para representar essas marcas é o próprio @,</p><p>que reforça a ideia de ausência. Algumas palavras são monomorfêmicas, isto é, formadas por apenas um</p><p>elemento, um morfema, por exemplo, os substantivos que não podem ser divididos, como sol, pai, mãe e céu.</p><p>Em Libras, temos como exemplo os sinais constituídos com apenas um elemento, tais como AMIG@ [amiga(s)</p><p>ou amigo(s)] e AV@ [avó(s) ou avô(s)].</p><p>Na Libras, em contexto morfológico, há derivação dos nomes de verbos quando ocorre mudança no tipo de</p><p>movimento, isto é, quando produzimos o substantivo, ou quando o movimento é curto, repetido ou expressa</p><p>de forma rápida ou lenta.</p><p>A morfologia estuda a estrutura, a formação e a palavras (na língua portuguesa) ou dos</p><p>sinais (em Libras). Para identi�carmos e compreendermos uma palavra, precisamos contar</p><p>com a informação fonética/fonológica (dominar a pronúncia, com a sequência de sons), a</p><p>informação morfológica (saber como o plural se forma, como o gênero é marcado,</p><p>perceber as relações entre as palavras), a informação sintática (saber onde a palavra se</p><p>encaixa na estrutura) e a informação semântica (compreender o signi�cado ou os</p><p>signi�cados- da palavra).</p><p>— (QUADROS, 2004, p. 33)</p><p>A morfologia estuda isoladamente as palavras, ou seja, não considera o contexto da frase.</p><p>Morfemas são as unidades mínimas de signi�cado que formam as palavras. Eles podem</p><p>ser simples ou complexos (nesse caso, constituídos de mais de um elemento). A formação</p><p>de novas palavras envolve diferentes processos na língua portuguesa, tais como a</p><p>su�xação, a pre�xação, a composição, entre outros.</p><p>— (QUADROS, 2004, p. 37)</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 20/28</p><p>Este mecanismo que apresentamos é necessário para compreendermos o contexto morfológico e suas</p><p>mudanças de um sinal ou de mais parâmetros evidenciados na exploração do espaço, na incorporação e na</p><p>simultaneidade, para a inclusão de informações gramaticais e de comunicação.</p><p>VIDEOAULA</p><p>Para a introdução do nosso vídeo resumo, o conteúdo será importante para que possamos compreender a</p><p>formação de sinais simples e de sinais compostos, incorporações na Libras e contextualização morfológica,</p><p>além de diversos exemplos, de modo a trazerem contribuições que façam sentido tanto para a inclusão de</p><p>informações gramaticais quanto para a comunicação.</p><p> Saiba mais</p><p>Para maior aprofundamento, aconselhamos assistir aos vídeos a seguir:</p><p>Aspectos morfológicos da Libras.</p><p>Verbos em Libras.</p><p>Videoaula</p><p>Para visualizar o objeto, acesse seu material digital.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O objetivo desta aula é compreender que o aprendizado da Libras não leva em conta somente o sinalário de</p><p>modo isolado mas também a vida cotidiana dos surdos, por meio dos sinalários nas inter-relações, entre as</p><p>quais, o ambiente de formação, que está presente na vida estudantil dos surdos e, sobretudo, no tocante à</p><p>importância do professor em preparar a aula, o conteúdo e as informações de ensino. Para isso, o preparo e a</p><p>pesquisa de materiais são oportunos por meio de análise de vídeos, em Libras, no processo educativo dos</p><p>surdos, de modo a contribuir para a ampliação do repertório linguístico tanto do professor quanto do</p><p>estudante e possibilitar diálogo, convivência, criticidade e formação humana.</p><p>VIDA COTIDIANA DOS SURDOS POR MEIO DOS SINALÁRIOS</p><p>Aula 4</p><p>DIÁLOGO EM LIBRAS</p><p>O objetivo desta aula é compreender que o aprendizado da Libras não leva em conta somente o sinalário</p><p>de modo isolado mas também a vida cotidiana dos surdos, por meio dos sinalários nas inter-relações.</p><p>22 minutos</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 21/28</p><p>https://youtu.be/Y616FpUhDCk</p><p>https://youtu.be/KvJZQ6GodBo</p><p>Para melhor conceituar a formação comunicativa entre surdos e ouvintes, é oportuno considerar essa</p><p>expansão a partir da vida cotidiana como fonte produtora de repertório linguístico e de formação nas relações</p><p>sociais, ou seja, no compreender e no partilhar informações nas esferas comunicativas e culturais e/ou nos</p><p>eventos do</p><p>dia a dia, como: no trabalho, na escola, em casa, nas relações comerciais e nos serviços públicos.</p><p>Considerando que o cotidiano dos surdos não pode estar dissociado de sua história de vida e de convivência,</p><p>no contexto em que se encontra, devemos levar em conta as di�culdades e barreiras de acesso a</p><p>oportunidades enfrentadas por eles, no mercado de trabalho, para o desenvolvimento educativo, para a</p><p>formação acadêmica. Porém, como essas barreiras vão, aos poucos, sendo descortinadas e superadas por</p><p>meio da atuação dos próprios surdos, que não retrocedem diante das condições insatisfatórias e desiguais,</p><p>entendemos ser preciso empreender mudanças políticas para eliminar barreiras de atitudes e de</p><p>comunicação concernentes às relações de poder entre surdo e ouvinte.</p><p>A vida cotidiana dos surdos está arraigada com as di�culdades, daí, urge considerarmos a efetivação de</p><p>diretrizes que considerem o respeito às diferenças, às identidades e às culturas como possibilidade para a</p><p>compreensão da realidade de vida dos diversos grupos sociais e linguísticos. Neste sentido, o espaço</p><p>educativo está posto como norte para contribuir para o conhecimento sobre os surdos e as oportunidades</p><p>que estes têm de serem inseridos em algumas esferas de atividade laborais, nas quais os diferentes</p><p>segmentos da população circulam em seu dia a dia.</p><p>Destarte, o projeto bilíngue, nas políticas públicas, deve efetivar o reconhecimento às comunidades surdas,</p><p>seja em seu aspecto linguístico, seja pelas peculiaridades culturais, de modo que o caráter social</p><p>condicionador do desenvolvimento humano de relações entre vida social possibilita efeitos recíprocos de</p><p>igualdade de condições de respeito.</p><p>Compreender cada humano surdo signi�ca identi�car essas peculiaridades linguística-culturais. No que tange,</p><p>especi�camente, à educação, é oportuno o professor saber a língua de sinais e compreender qual o momento</p><p>adequado para se comunicar com grupos de jovens, idosos ou outros segmentos sociais. Haja vista, a Libras,</p><p>em sua forma comunicativa, apresenta suas caracterizações de entendimento e de relações cotidianas, logo</p><p>não se pode ignorar a importância desse ambiente gerador dos sinalários como oportunidade para agregar</p><p>valores à formação.</p><p>Por isso, a formação dos professores não pode ser pensada e estudada às margens das condições culturais</p><p>surdas em seus espaços educativos, mas entrelaçada nas relações das forças culturais, surdas e ouvintes, de</p><p>modo a não se negligenciar a dinâmica do convívio e o desenrolar das práticas sociais para a construção de</p><p>conhecimento individual e/ou coletivo.</p><p>A formação individual se dá em relações que se vinculam por meio da estrutura social de coletivos, de</p><p>personalidade, ou seja, onde a organização da vida humana é da ordem da cultura são construídas e</p><p>transformadas as práticas sociais e educativas ao longo do tempo.</p><p>Assim, nas condições de formação dos estudantes surdos, especi�camente, tomamos como foco suas</p><p>experiências de inserção e participação em algumas esferas da vida e do seu dia a dia em expansão para o</p><p>âmbito de aprendizagem maior, em que estão sendo construídas suas características para con�guração de</p><p>suas diferenças em repertório linguístico.</p><p>ANÁLISE DE VÍDEOS EM LIBRAS</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 22/28</p><p>Todo professor precisa, de modo antecipado, preparar a aula que trabalhará com seus alunos, lecionar os</p><p>conteúdos, pesquisar os sinalários, estudar os princípios norteadores, treinar a aplicação prática e, depois,</p><p>garantir que a aula seja bem fundamentada de conteúdo e de propósitos. Diante desse quadro, então, qual é</p><p>a formatação desse processo? A questão está em como fazer isso. No que se refere às análises, pesquisar</p><p>vídeos de sinais que correspondam à aula não signi�ca apenas assisti-lo, mas explorar o conteúdo de sinais e</p><p>de roteiro prévio do conteúdo, ou seja, ver o que os vídeos em Libras proporcionam em termos de sinais</p><p>conhecidos e/ou desconhecidos. De que modo podemos trabalhar isso? O ideal pausar a imagem e, ao</p><p>mesmo tempo, aprofundar a informação sobre cada sinal destacado no sentido de ampliar o repertório</p><p>linguístico de sinais.</p><p>Para que a dinâmica da apresentação possa ser processada a contento, o professor precisa estabelecer uma</p><p>organização de pesquisa dos dados que foram constituídos durante a prospecção dos conjuntos temáticos e</p><p>por onde serão reproduzidos todos os sinalários que compõem o cenário e a mensagem pretendida.</p><p>Portanto, o docente deve considerar in�nitas possibilidades de aplicação prática daquilo que foi desenvolvido,</p><p>de modo a entender que o que foi prospectado não apenas lhe traga subsídios mas também lhe proporcione</p><p>condições de expandir o potencial cognitivo e informativo como contribuição à sua inserção no trabalho</p><p>educativo e no cotidiano, no sentido de contribuir com a formação dos estudantes para ambientes de</p><p>trabalho para o acesso a serviços de locais públicos e benefícios da cultura escolar.</p><p>Analisar os vídeos em Libras para a inserção em ambientes de trabalho é uma dentre várias modalidade de</p><p>vivenciar a própria realidade com a qual se tem contato, não apenas na condição de professor que quer</p><p>oferecer interações, atenção e oportunizar a importância dos conteúdos, de modo a potencializar as</p><p>capacidades e os talentos dos estudantes surdos, para construir relações interpessoais em dinâmica do</p><p>espaço educativo, mas também como cidadão consciente de sua função social e contributiva para o ser social</p><p>surdo.</p><p>Assim, o local de trabalho é apresentado como mais um espaço em que há desa�o para a implementação de</p><p>uma prática comunicativa, diferenciada, introjetada, no sentido de garantir acesso àqueles brasileiros que</p><p>foram invisibilizados historicamente e, assim, quebrar o modelo ouvinte, submetido ao olhar comparativo ou</p><p>desigual, mas que vai se constituindo no cumprimento de compromissos realizados para seu desempenho</p><p>nos aspectos culturais.</p><p>Considerando que o trabalho digni�ca o homem, de modo que este possa, por meio de suas ações,</p><p>empreender transformação para proporcionar-lhe melhor condição para in�nitas oportunidades. Portanto,</p><p>desde que o trabalho não se transforme em um fardo pesado, como sinônimo de sobrecarga, ele contribui</p><p>para a concretização da dignidade humana, para a realização de seus objetivos e fortalece a autoestima para</p><p>construir novas amizades. Logo, não se pode considerar apenas a importância que o trabalho tem nas vidas</p><p>das pessoas surdas mas também a importância das pessoas que trabalharam e trabalham para que</p><p>tenhamos vida digna, segura, libertária, como é o caso dos educadores e professores que �zeram parte da</p><p>nossa trajetória.</p><p>PROCESSO EDUCATIVO DOS SURDOS E DIÁLOGO</p><p>No processo educativo dos surdos, precisa-se considerar que, conforme as di�culdades se manifestam na</p><p>prática educativa, o professor precisa, explícita ou implicitamente, estabelecer diálogo com os estudantes</p><p>surdos nos ambientes de formação de ensino-aprendizagem na relação de tratamento. Essa forma de</p><p>tratamento como uma interação comunicativa da conversa, em dialogicidade, contribui para acabar com os</p><p>preconceitos e trazer re�exão crítica sobre determinadas posturas excludentes diante da interação e das</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 23/28</p><p>trocas empreendidas entre os sujeitos que interagem. Essa ação de reciprocidade entre o enunciado e o</p><p>processo de recepção e percepção da transmissão pretendida faz brotar toda indignação para com a conduta</p><p>excludente e confere signi�cados reais à prática educativa para humanizar a relação e modi�car os meios de</p><p>expressão do pensamento para trazer à luz todos</p><p>os empecilhos ou limitações de vivências e, assim,</p><p>conscientizar para questionar, reivindicar para transformar e estimular a autonomia em defesa do respeito às</p><p>características de personalidade.</p><p>A conscientização no processo educativo é oportuno, mas, para que isso ocorra, é preciso se estabelecer um</p><p>diálogo para se conhecer a realidade contextual e social desse estudante, de modo que cada um possa</p><p>internalizar o discurso proclamado e estabelecer novas experiências diante da diferença de coletivos. Assim,</p><p>promover a dinâmica das relações sociais que considere as ações, as atitudes e os valores de uma pessoa</p><p>surda e leve em consideração sua conduta como se fosse um instrumento, em resistência, para se libertar das</p><p>amarras que a torne ser de segunda categoria e, assim, lhe garanta maior visibilidade, conquista de</p><p>autonomia, cidadania plena e qualidade de vida.</p><p>O diálogo não está somente em saber se comunicar com os estudantes surdos mas também em conscientizá-</p><p>los e conscientizar-se (no caso do professor), conforme o espaço educativo que está sendo abordado e no</p><p>qual as partes interessadas interagem. Dessa forma, avaliando as experiências formativas na escola,</p><p>consideramos ser importante levar em conta caminhos alternativos que fujam do caminho paternalista, mas</p><p>proclamem um ato de coragem para "multiplicar saberes" nos encontros, nas relações com outros surdos e</p><p>com ouvintes por meio de variadas situações.</p><p>Destarte, é necessário que o sujeito surdo seja despertado não apenas para exercer uma ação consciente e</p><p>re�exiva de pertencer ao grupo educativo mas também tenha certeza de que essa conquista não é um sonho</p><p>distante, mas uma realidade que está posta na medida em que ele, enquanto conscientizado, e o professor,</p><p>enquanto conscientizador, articulem resistência para expandir mediante o exercício dialógico por meio do</p><p>pensar, criticar, agir e ressigni�car as concepções normatizadoras. Assim, obter compreensão de que é</p><p>preciso mais políticas públicas e educativas comprometidas com as práticas socioeducacionais, em que todos</p><p>possam se manifestar igualmente e, assim, incentivar para vivenciar interações mediadas pela Libras,</p><p>principalmente as destinadas aos estudantes surdos.</p><p>VIDEOAULA</p><p>A videoaula tem como intuito compreender a Libras não de modo isolado, mas as inter-relações, entre as</p><p>quais, o ambiente de formação presente na vida estudantil dos surdos e, sobretudo, no tocante à importância</p><p>do professor em preparar a aula, o conteúdo e as informações de ensino. Dessa forma, o processo educativo</p><p>dos surdos tem muito a contribuir para a ampliação do repertório linguístico tanto do professor quanto do</p><p>estudante, possibilitando a comunicação e a formação humana.</p><p> Saiba mais</p><p>Para maior aprofundamento, assista aos vídeos a seguir:</p><p>Aspectos morfológicos da Libras.</p><p>Videoaula</p><p>Para visualizar o objeto, acesse seu material digital.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 24/28</p><p>https://youtu.be/Y616FpUhDCk</p><p>Verbos em Libras.</p><p>Aula 1</p><p>BAGAROLLO, M. F.; FRANÇA, D. M. V. R. Surdez, Escola e Sociedade: re�exões sobre fonoaudiologia e</p><p>educação. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2015.</p><p>BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras</p><p>providências. Brasília, DF: Presidência da República, [2023]. Disponível em:</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2010.436%2C%20DE%2</p><p>024%20DE%20ABRIL%20DE%202002.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20a%20L%C3%ADngua%20Brasileira,Art</p><p>. Acesso em: 28 nov. 2022.</p><p>CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999.</p><p>CONCEIÇÃO, B. S.; MARTINS, V. R. de O. (2019). Discursos de pais de crianças surdas: Educação Infantil e a</p><p>presença da Libras. Educação, 44, e95/ 1–24. Disponível em: https://doi.org/10.5902/1984644438319. Acesso</p><p>em: 10 jan. 2022.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. O embate em torno das políticas educacionais para surdos: Federação Nacional</p><p>de Educação e Integração de Surdos. Jundiaí, SP: Editorial PACO, 2015.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Os surdos vão à escola no Brasil: breve histórico. In: CUNHA JÚNIOR, E. P. da; TUMPF,</p><p>M. R.; LINHARES, R. S. de A. (org.). Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira</p><p>língua para surdos na educação bilíngue de surdos: da Educação Infantil ao Ensino Superior. Petrópolis, RJ:</p><p>Arara Azul, 2021. p. 36-51.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Surdos Professores: a constituição de identidades por meio de novas categorias pelo</p><p>trabalho em territórios educativos. 2022. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem) –</p><p>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.</p><p>ERNSEN, B. P. Bullying e surdez no cotidiano escolar. Curitiba, PR: Appris, 2018.</p><p>GESSER, A. Capítulo III: A Surdez. In: GESSER, A. Libras? Que Língua é essa?: crenças e preconceitos em torno</p><p>da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola Editorial, 2009. p. 63-80.</p><p>MANASSÉS, R. A cultura e os artefatos culturais surdos. Volume Línguas de Sinais: Cultura, Educação,</p><p>Identidade. Portugal: Edições Exlibris, 2020.</p><p>MAHER, T. M. Ecos de resistência: políticas linguísticas e línguas minoritárias no Brasil. In: NICOLAIDES, C. et al.</p><p>Política e Políticas Linguísticas. Campinas, SP: Pontes Editores, 2013. p. 117-134.</p><p>QUADROS, R. M. O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF:</p><p>MEC/SEESP, 2004.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>11 minutos</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 25/28</p><p>https://youtu.be/KvJZQ6GodBo</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2010.436%2C%20DE%2024%20DE%20ABRIL%20DE%202002.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20a%20L%C3%ADngua%20Brasileira,Art</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2010.436%2C%20DE%2024%20DE%20ABRIL%20DE%202002.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20a%20L%C3%ADngua%20Brasileira,Art</p><p>https://doi.org/10.5902/1984644438319</p><p>PEREGRINO, G. dos S. Preconceito e Educação: desa�os à escolarização de surdos no século XXI. Curitiba, PR:</p><p>CRV, 2018.</p><p>SÁ, N. R. L. de S. Cultura, Poder e Educação de Surdos. São Paulo, SP: Paulinas, 2006. (Coleção Pedagogia e</p><p>Educação).</p><p>SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO MATO GROSSO DO SUL (SEMEDI). Curso de Libras, 2013.</p><p>STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis, SC: Editora UFSC, 2013.</p><p>Aula 2</p><p>BAGAROLLO, M. F.; FRANÇA, D. M. V. R. Surdez, Escola e Sociedade: re�exões sobre fonoaudiologia e</p><p>educação. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2015.</p><p>CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. O embate em torno das políticas educacionais para surdos: Federação Nacional</p><p>de Educação e Integração de Surdos. Jundiaí, SP: Editorial PACO, 2015.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Os surdos vão à escola no Brasil: breve histórico. In: CUNHA JÚNIOR, E. P. da; TUMPF,</p><p>M. R.; LINHARES, R. S. de A. (org.). Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira</p><p>língua para surdos na educação bilíngue de surdos: da Educação Infantil ao Ensino Superior. Petrópolis, RJ:</p><p>Arara Azul, 2021. p. 36-51.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Surdos Professores: a constituição de identidades por meio de novas categorias pelo</p><p>trabalho em territórios educativos. 2022. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem) –</p><p>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.</p><p>ERNSEN, B. P. Bullying e surdez no cotidiano escolar. Curitiba, PR: Appris, 2018.</p><p>FERREIRA, L. B.; Por uma gramática de Língua de Sinais. R.J.: Tempo Brasileiro, 1995.</p><p>GESSER, A. Capítulo III: A Surdez. In: GESSER, A. Libras? Que Língua</p><p>é essa?: crenças e preconceitos em torno</p><p>da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola Editorial, 2009. p. 63-80.</p><p>MANASSÉS, R. A cultura e os artefatos culturais surdos. Volume Línguas de Sinais: Cultura, Educação,</p><p>Identidade. Portugal: Edições Exlibris, 2020.</p><p>MAHER, T. M. Ecos de resistência: políticas linguísticas e línguas minoritárias no Brasil. In: NICOLAIDES, C. et al.</p><p>Política e Políticas Linguísticas. Campinas, SP: Pontes Editores, 2013. p. 117-134.</p><p>QUADROS, R. M. O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF:</p><p>MEC/SEESP, 2004.</p><p>PEREGRINO, G. dos S. Preconceito e Educação: desa�os à escolarização de surdos no século XXI. Curitiba, PR:</p><p>CRV, 2018.</p><p>SÁ, N. R. L. de S. Cultura, Poder e Educação de Surdos. São Paulo, SP: Paulinas, 2006. (Coleção Pedagogia e</p><p>Educação).</p><p>STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis, SC: Editora UFSC, 2013.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 26/28</p><p>Aula 3</p><p>BAGAROLLO, M. F.; FRANÇA, D. M. V. R. Surdez, Escola e Sociedade: re�exões sobre fonoaudiologia e</p><p>educação. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2015.</p><p>CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999.</p><p>CHOI, D. et al. Libras: conhecimento além dos sinais. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2011.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. O embate em torno das políticas educacionais para surdos: Federação Nacional</p><p>de Educação e Integração de Surdos. Jundiaí, SP: Editorial PACO, 2015.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Os surdos vão à escola no Brasil: breve histórico. In: CUNHA JÚNIOR, E. P. da; TUMPF,</p><p>M. R.; LINHARES, R. S. de A. (org.). Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira</p><p>língua para surdos na educação bilíngue de surdos: da Educação Infantil ao Ensino Superior. Petrópolis, RJ:</p><p>Arara Azul, 2021. p. 36-51.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Surdos Professores: a constituição de identidades por meio de novas categorias pelo</p><p>trabalho em territórios educativos. 2022. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem) –</p><p>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.</p><p>ERNSEN, B. P. Bullying e surdez no cotidiano escolar. Curitiba, PR: Appris, 2018.</p><p>GESSER, A. Capítulo III: A Surdez. In: GESSER, A. Libras? Que Língua é essa?: crenças e preconceitos em torno</p><p>da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola Editorial, 2009. p. 63-80.</p><p>MANASSÉS, R. A cultura e os artefatos culturais surdos. Volume Línguas de Sinais: Cultura, Educação,</p><p>Identidade. Portugal: Edições Exlibris, 2020.</p><p>MAHER, T. M. Ecos de resistência: políticas linguísticas e línguas minoritárias no Brasil. In: NICOLAIDES, C. et al.</p><p>Política e Políticas Linguísticas. Campinas, SP: Pontes Editores, 2013. p. 117-134.</p><p>QUADROS, R. M. O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF:</p><p>MEC/SEESP, 2004.</p><p>PEREGRINO, G. dos S. Preconceito e Educação: desa�os à escolarização de surdos no século XXI. Curitiba, PR:</p><p>CRV, 2018.</p><p>SÁ, N. R. L. de S. Cultura, Poder e Educação de Surdos. São Paulo, SP: Paulinas, 2006. (Coleção Pedagogia e</p><p>Educação).</p><p>STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis, SC: Editora UFSC, 2013.</p><p>Aula 4</p><p>BAGAROLLO, M. F.; FRANÇA, D. M. V. R. Surdez, Escola e Sociedade: re�exões sobre fonoaudiologia e</p><p>educação. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2015.</p><p>CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. O embate em torno das políticas educacionais para surdos: Federação Nacional</p><p>de Educação e Integração de Surdos. Jundiaí, SP: Editorial PACO, 2015.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 27/28</p><p>Imagem de capa: Storyset e ShutterStock.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Os surdos vão à escola no Brasil: breve histórico. In: CUNHA JÚNIOR, E. P. da; TUMPF,</p><p>M. R.; LINHARES, R. S. de A. (org.). Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira</p><p>língua para surdos na educação bilíngue de surdos: da Educação Infantil ao Ensino Superior. Petrópolis, RJ:</p><p>Arara Azul, 2021. p. 36-51.</p><p>CUNHA JÚNIOR, E. P. da. Surdos Professores: a constituição de identidades por meio de novas categorias pelo</p><p>trabalho em territórios educativos. 2022. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem) –</p><p>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.</p><p>ERNSEN, B. P. Bullying e surdez no cotidiano escolar. Curitiba, PR: Appris, 2018.</p><p>GESSER, A. Capítulo III: A Surdez. In: GESSER, A. Libras? Que Língua é essa?: crenças e preconceitos em torno</p><p>da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola Editorial, 2009. p. 63-80.</p><p>MANASSÉS, R. A cultura e os artefatos culturais surdos. Volume Línguas de Sinais: Cultura, Educação,</p><p>Identidade. Portugal: Edições Exlibris, 2020.</p><p>MAHER, T. M. Ecos de resistência: políticas linguísticas e línguas minoritárias no Brasil. In: NICOLAIDES, C. et al.</p><p>Política e Políticas Linguísticas. Campinas, SP: Pontes Editores, 2013. p. 117-134.</p><p>QUADROS, R. M. O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF:</p><p>MEC/SEESP, 2004.</p><p>PEREGRINO, G. dos S. Preconceito e Educação: desa�os à escolarização de surdos no século XXI. Curitiba, PR:</p><p>CRV, 2018.</p><p>SÁ, N. R. L. de S. Cultura, Poder e Educação de Surdos. São Paulo, SP: Paulinas, 2006. (Coleção Pedagogia e</p><p>Educação).</p><p>STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis, SC: Editora UFSC, 2013.</p><p>03/09/24, 12:41 wlldd_222_u2_lib_lin_bra_sin</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=marcosserpa1999%40gmail.com&usuarioNome=MARCOS+ANTÔNIO+ALVES+SERPA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4250790&ativid… 28/28</p><p>https://storyset.com/</p><p>https://www.shutterstock.com/pt/</p>

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