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<p>XXI JORNADA CIENTÍFICA DA UNIVEL</p><p>A inteligência artificial nas relações sociais.</p><p>Cascavel – PR, XX e XX de outubro de 2023.</p><p>ISSN xxxx-xxxx</p><p>XXII JORNADA CIENTÍFICA DA UNIVEL</p><p>A inteligência artificial nas relações sociais.</p><p>Cascavel – PR, 04 e 05 de junho de 2024.</p><p>ANÁLISE DE PATOLOGIA: A UMIDADE E AS INFILTRAÇÕES NAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO</p><p>Milena Eloísa Cintra Hübner[footnoteRef:0] [0: Acadêmica do Curso de Engenharia Civil da Univel – Centro Universitário UNIVEL]</p><p>Rafaella Dassoler Pruzak[footnoteRef:1] [1: Acadêmica do Curso de Engenharia Civil da Univel – Centro Universitário UNIVEL.]</p><p>Karla Fabiula Pagnoncelli Ferreira[footnoteRef:2] [2: Acadêmica do Curso de Engenharia Civil da Univel – Centro Universitário UNIVEL.]</p><p>Thiago Guerra[footnoteRef:3] [3: Orientador: Professor Doutor Thiago Guerra do Curso de Engenharia Civil da Univel – Centro Universitário UNIVEL. ]</p><p>Resumo: Atualmente, a umidade e a infiltração representam uma das principais causas de patologias em edificações de concreto armado na área da Engenharia Civil. Tais manifestações patológicas são consequências de inúmeras falhas durante o processo de execução de obra, acarretando riscos à segurança e à saúde dos seus usuários, assim como prejuízos financeiros. Desta forma, este trabalho propõe-se a realizar uma revisão bibliográfica dos achados científicos referentes ao tema, abordando principais causas e modos de manifestação. Os resultados não trazem um método exato de prevenção, mas autores fazem recomendações de processos ou de instalações de medidas preventivas que podem evitar ou corrigir as patologias apresentadas, tendo um destaque para a impermeabilização como o meio mais efetivo para controle da umidade e da infiltração. Conclui-se que o surgimento das patologias deve-se a negligência durante a execução das obras, e que deve ser dada a devida importância para estudos futuros referentes a temática, buscando orientar profissionais e acadêmicos da área.</p><p>Palavras-chave: Patologia. Concreto. Umidade. Infiltração. Estrutura.</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>A durabilidade dos materiais na Construção Civil, depende da maneira com que são utilizados e quais as alternativas usadas para aumentar a vida útil dos mesmos. Durante a construção, existem alguns processos com relação ao cuidado que se deve ter com os materiais, principalmente quando se trata do cuidado com o contato com a água, tais cuidados, quando negligenciados podem afetar a composição química do material, tornando assim a construção menos durável e eficiente, podendo resultar em algumas ‘doenças’ que prejudicam a edificação.</p><p>As patologias encontradas nas edificações variam de acordo com o processo construtivo e podem ‘nascer’ com a estrutura ou se desenvolver ao longo do tempo. Alguns vícios adquiridos durante a vida pelos pedreiros responsáveis pela construção das edificações, acabam colocando em risco a qualidade e a eficiência da estrutura, já que alguns métodos prejudicam a própria resistência e durabilidade do material.</p><p>Os materiais, quando em contato com a água e com o meio, reagem de diferentes formas. A umidade e as infiltrações nas construções, podem causar danos permanentes na estrutura, tanto que em alguns casos é preciso encontrar alternativas que reforcem a estrutura para que os danos não sejam maiores.</p><p>De acordo com estudos, as patologias derivadas do contato da água com as edificações, seja na forma de vapor, chuva, problemas hidráulicos e em calhas, são as que mais afetam as construções, já que muitas vezes, os problemas demoram a serem percebidos e podem desencadear outras patologias na estrutura como um todo.</p><p>A umidade afeta a parte estrutural, mas em sua grande maioria a parte estética. Tendo em vista que o mofo surge de uma aglomeração de fungos e outras bactérias e que pode ser difícil de ser removido, em alguns casos, após a limpeza e higienização, torna-se necessária uma nova demão de tinta. Já as infiltrações afetam em sua maioria a parte estrutural da edificação, causando problemas como no aço do concreto e na resistência do material, com sua composição química afetada é necessário fazer verificações e encontrar maneiras de contornar ou reforçar a estrutura, para que não apareçam problemas maiores.</p><p>A Construção Civil como um todo, evoluiu muito ao longo dos séculos, desenvolveu alternativas que aprimoraram o uso de materiais, utiliza a tecnologia para reduzir o tempo de construção e para melhorar a qualidade e eficiência do processo construtivo, encontrou também formas de usar a química a nosso favor ao juntar componentes que tornam as edificações mais resistentes, mas ainda deixa a desejar quando se trata de impermeabilização e os cuidados com a água nas estruturas. É preciso melhorar muito quanto aos processos de impermeabilização e criar alternativas para que a água mesmo que esteja em contato com os materiais não prejudique a estrutura.</p><p>Engenheiros e Arquitetos podem e devem trabalhar juntos, para criar métodos e alternativas que facilitem a prevenção das patologias causadas nas edificações pelo contato com a água.</p><p>2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA</p><p>2.1 PATOLOGIA</p><p>A palavra Patologia é originária das palavras gregas Pathos: doença e Logos: estudos. Portanto é considerado um estudo das doenças, sejam elas na estrutura ou na composição química dos materiais.</p><p>O termo “patologia”, no contexto da “Construção Civil”, está alinhado com a definição encontrada na Medicina, na qual se estudam as origens, os sintomas e a natureza das doenças. Desta forma a patologia seria o estudo das doenças de modo geral, representando um estado ou condição anormal cujas causas podem ser conhecidas ou desconhecidas. (Nascimento, 2021, p. 06)</p><p>Na construção Civil esse estudo se concentra nas origens, nas formas pelas quais se manifestam, nas consequências e nas maneiras ou mecanismos em que ocorrem a degradação do material e da estrutura. As chamadas Patologias ou ‘doenças’ que atingem as construções, surgem de forma silenciosa e necessitam cuidados específicos e direcionados pois tendem a se agravar sem serem percebidas, difíceis de serem notadas e a partir do momento que apresentam características visíveis já estão em estado grave.</p><p>Quando o desempenho do material ou da estrutura se mostra comprometido podemos encontrar as ‘enfermidades’, elas podem surgir ou nascer com a estrutura por problemas técnicos e/ou construtivos, sendo que no processo construtivo alguns vícios resultantes da maneira com que a pessoa desenvolve tais processos durante a construção podem resultar em futuras manifestações patológicas.</p><p>2.2 CONCRETO ARMADO</p><p>O desenvolvimento e crescimento da sociedade trouxe consigo durante a evolução da construção civil uma busca por melhorias e aperfeiçoamentos nas estruturas, para que assim pudessem atender suas necessidades. Com a chegada da Revolução Industrial (final do século XVIII e início do século XIX), o aço passa a ter um grande destaque no ramo da engenharia, sendo utilizado para construir pontes e torres. É nesta época também que o cimento Portland, um material em pó com propriedades aglutinantes, surge e passa a ser consideravelmente usado. O concreto armado então vem da junção dos dois materiais, tornando possível as grandes e magníficas edificações dos tempos modernos.</p><p>2.2.1 Conceito</p><p>Segundo a NBR 12655/2022 (Concreto de Cimento Portland - Preparo, controle, recebimento e aceitação - Procedimento) o concreto é um material formado pela mistura homogênea de cimento, agregado miúdo, agregado graúdo e água, onde pode-se ter ou não a incorporação de aditivos químicos. E em seguida ao processo de cura, o mesmo pode ser utilizado para confeccionar elementos de edificações, como vigas, lajes, pilares e pavimentos, por exemplo.</p><p>Compreende-se que o concreto sozinho possui uma baixa resistência à tração, o que impossibilita a construção de estruturas que exigem um alto desempenho de força e resistência. Visando solucionar este problema, passou a se utilizar barras de aço de maneira sistematizada, o que proporciona resistência à compressão e</p><p>à tração. O concreto pode ser considerado um dos componentes mais utilizado na construção civil como reforço estrutural e por isso a junção desse componente com o aço é tão importante, já que a união entre o concreto e a armadura metálica aumentam consideravelmente a resistência do material as forças aplicadas no mesmo, tornando a edificação mais eficaz.</p><p>O Concreto Armado alia as qualidades do concreto (baixo custo, durabilidade, boa resistência à compressão, ao fogo e à água) com as do aço (ductilidade e excelente resistência à tração e à compressão), o que permite construir elementos com as mais variadas formas e volumes, com relativa rapidez e facilidade, para os mais variados tipos de obra. (Bastos, 2023, p.01 e 02)</p><p>Mas além do aço e do concreto, a aderência exerce papel fundamental para que estes dois componentes possam realizar seus trabalhos da maneira correta. Ela mostra-se essencial e obrigatória para que a construção possua as resistências necessárias à sua estabilização.</p><p>A NBR 6118:2014, responsável por reger os procedimentos de estruturas de concreto armado, evidencia que o comportamento estrutural das estruturas depende da aderência entre concreto e armadura, nos quais não se aplicam alongamentos iniciais das armaduras antes da materialização dessa aderência.</p><p>Na Figura 1, observa-se a comparação entre uma viga feita de concreto simples e outra de concreto armado.</p><p>Figura 1: Comparação viga de concreto simples e viga de concreto armado</p><p>Fonte: Duarte, 2022.</p><p>As fissuras podem surgir conforme as tensões são geradas, e no caso da viga de concreto simples (a) assim que a primeira fissura surgiu, já houve o rompimento da mesma. Enquanto que na viga de concreto armado (b), a presença do aço aumenta a resistência e evita o rompimento da viga.</p><p>A partir disso, entende-se que o conjunto do aço e do concreto proporciona um resultado satisfatório, e que parte disso é por eles possuírem coeficientes de dilatação térmica semelhantes. Cabe ressaltar que o concreto desempenha função de proteção ao aço, impedindo a corrosão do mesmo. Concreto este que deve ser de boa qualidade para que possa haver a devida proteção.</p><p>2.3 INFILTRAÇÃO</p><p>Na construção civil, podemos definir a infiltração como uma manifestação patológica que surge devido a falta de impermeabilização da estrutura. Problemas em rede hidráulica, caixas d’ água e falhas na cobertura são as principais causas do aparecimento dessa patologia. De acordo com o Fórum da Construção Civil (2017) outra definição para infiltração, é que ela refere-se ao processo pelo qual um líquido penetra nos vazios de um sólido.</p><p>A infiltração pode se manifestar em locais específicos ou se espalhar por toda uma estrutura. E dentro da construção civil, ela é separada em dois tipos: a infiltração de dentro para fora e de fora para dentro. No caso da infiltração de dentro para fora, os problemas são geralmente oriundos de vazamentos na rede hidráulica ou a falta do revestimento adequado em áreas úmidas, como cozinhas, banheiros, lavanderias e etc. Enquanto que na infiltração de fora para dentro o problema pode vir da má drenagem das águas pluviais, umidade excessiva do solo ou ação das águas subterrâneas.</p><p>2.3.1 Tipos de Infiltrações</p><p>· Infiltração por pressão negativa: é aquela causada pela falha da impermeabilização na etapa da construção. A água do solo penetra diretamente nas paredes, o que evidencia a importância de se realizar a impermeabilização de forma correta com o uso de mantas ou membranas.</p><p>Figura 2: Infiltração por pressão negativa</p><p>Fonte: Boeri et al., 2022.</p><p>· Infiltração por intempéries: a maioria das infiltrações se deve por esse tipo, onde a água age diretamente no telhado, paredes e fachadas, se acumulando na infraestrutura ao encontrar qualquer lacuna na vedação. Segundo a NBR 6118 (ABNT, 2014), o cobrimento da armadura em elementos estruturais protege esses intempéries e reduz seus efeitos. Instalações de calhas, uma correta inclinação do telhado, recorrente manutenção nas telhas e aplicação de impermeabilizante nas paredes externas podem ser soluções para evitar tais problemas.</p><p>Figura 3: Exemplo de infiltração por intempéries</p><p>Fonte: Branco, 2021.</p><p>· Infiltração por condensação: este tipo de infiltração ocorre quando a água em estado gasoso entra em contato com alguma superfície fria, retornando assim para o seu estado líquido. Recorrente em locais úmidos com emissões de vapor d’água e peças com pouca ventilação. A infiltração por condensação torna-se preocupante por ter maior penetração em gesso e outros materiais de revestimentos, favorecendo a formação de mofo. Formas de prevenir este tipo de infiltração é melhorar a ventilação dos ambientes e usar revestimentos impermeáveis.</p><p>Figura 4: Exemplo de locais onde a infiltração por condensação pode ocorrer</p><p>Fonte: Ribeiro, 2023.</p><p>· Infiltração por capilaridade: é aquela que vem do solo e é capaz de penetrar entre os poros do concreto e da argamassa, podendo atingir a altura de até um metro em relação ao piso. Se com o tempo, o problema não for solucionado, a infiltração faz com que o material se expanda e cause o rachamento ou descascamento do revestimento.</p><p>Figura 5: Funcionamento da infiltração por capilaridade</p><p>Fonte: Tetrees, 2017.</p><p>2.4 UMIDADE</p><p>A palavra umidade é compreendida e atribuída para locais ou objetos cujos quais é possível de se observar a presença de água em algum de seus estados físicos (sólido, líquido, gasoso). A água em contato com alguns materiais ou a simples presença dela em alguns ambientes, pode causar as mais diversas reações, que por consequência acaba por apresentar algumas patologias.</p><p>Com relação a umidade, ela pode se manifestar das mais diversas maneiras causando diferentes patologias, que, caso não sejam tratadas ou cuidadosamente acompanhadas, afetam o material e prejudicam tanto a parte estrutural quanto a parte estética.</p><p>Dentre as várias patologias que afetam as edificações, aquelas causadas pela umidade estão entre as que mais degradam as estruturas de concreto armado. Existem várias maneiras que a umidade pode se manifestar, dentre elas, através dos materiais. Quando ela afeta a estrutura física da obra através dos materiais que foram utilizados ao decorrer da construção da mesma (como por exemplo no reboco, na pintura e no aço), esta mesma patologia interfere na durabilidade, e além disso, interfere na saúde do homem (SILVA, 2013).</p><p>A umidade é um dos problemas mais graves, já que relacionada à Engenharia Civil pode favorecer o surgimento de ‘enfermidades’ na estrutura, visto que, a água, quando não utilizada no local e da maneira correta, é um dos principais deteriorantes de boa parte dos materiais presentes na construção, assim podendo comprometer a parte estrutural e gerar prejuízo financeiro, além do risco biológico para as pessoas em seu meio.</p><p>Diversos fatores como o clima de cada região e as variações de temperatura podem influenciar na forma que a umidade afeta as construções, é necessário que saibamos identificar as origens da umidade para só assim, encontrar formas de contornar e resolver as patologias que surgirem.</p><p>Por ter diversas origens e vários meios de entrada na construção, a umidade se torna fator que necessita de maior atenção. Por isso conhecer as portas de entrada, nos coloca um passo à frente, e nos permite antever as patologias que esta traz consigo. (Santana, 2022, p. 02)</p><p>Podemos considerar alguns tipos de umidade de acordo com a sua origem: a umidade de infiltração, tem origem da parte externa, através das trincas e rachaduras e acaba sendo absorvida pelo próprio material; a umidade acidental, é um tipo de umidade ocasionada por acidente, sendo causada por falhas hidráulicas e problemas em encanamentos; a umidade ascensional, se origina do solo e é principalmente vista na parte inferior das paredes, esta é por conta da umidade presente no solo que atinge a estrutura a partir de sua base; a umidade de obra, é aquela que está presente no processo executivo da obra, visível no concreto e nos acabamentos, é o tipo de umidade</p><p>que desencadeia as patologias que dizemos que ‘nascem’ com a estrutura; a umidade por condensação, originada do ar com alta umidade e por conta das baixas temperaturas, como consequência dessa água, que se transforma em vapor, temos a precipitação da umidade.</p><p>Os problemas causados pela umidade nas construções, afetam a estrutura como um todo, tendo em vista que o material das edificações passa a estar prejudicado já que quimicamente são feitos para reagirem entre si e após finalizado o processo, como por exemplo o tempo de cura do concreto, deveriam permanecer secos. Portanto, a umidade desencadeia uma série de manifestações patológicas que podem prejudicar a estrutura por um curto período de tempo ou de forma permanente.</p><p>2.5 MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS</p><p>É perceptível como a água afeta a integridade das estruturas, mas devemos levar em conta que ela também afeta a parte estética das construções, muitas vezes deixando a área afetada com um aspecto não muito agradável. A água é o componente em maior abundância em todo o planeta, ela pode ser encontrada nos seus diferentes estados e alguns pontos como a temperatura do ambiente e o clima das regiões, tem impacto direto sobre a forma como a água age, evaporando até se tornar chuva e até mesmo a umidade presente no ar pode ser considerada, já que a água é o principal agente para o surgimento de umidade e infiltrações.</p><p>Patologias são todas as manifestações cuja ocorrência no ciclo de vida da edificação venha prejudicar o desempenho esperado do edifício e suas partes (subsistemas, elementos e componentes), que pode ser entendida como a parte da engenharia que estuda os sintomas, os mecanismos, as causas e origens dos defeitos das construções civis. São tais problemas construtivos que podem comprometer a integridade estrutural de uma obra. Além disso, a ausência de manutenção pós projeto também é uma das grandes causas que comprometem as estruturas de concreto. (Nascimento, 2021, p. 06).</p><p>Podemos observar algumas fontes de água que possibilitam a umidade e as infiltrações na imagem da Figura 6.</p><p>Figura 6: Fontes de umidade e infiltrações nas edificações</p><p>Fonte: Fuentes, 2020.</p><p>O surgimento das manifestações patológicas nas edificações, podem apresentar como fator colaborativo a falta de mão de obra qualificada e os frequentes erros na execução e gerenciamento dos projetos que acabam gerando problemas muito maiores nas Construções Civis. Muitas das patologias encontradas frequentemente, se dão por falta de aprimoramento e até mesmo de atenção que esteja voltada diretamente para ramo do concreto armado e da impermeabilização das estruturas.</p><p>Precisamos levar em conta que a umidade e as infiltrações são problemas que desencadeiam patologias como: mofo, fissuras, trincas, corrosão das armaduras metálicas, descolamento de materiais, lixiviação, carbonatação e agravantes estruturais.</p><p>2.5.1 Mofo</p><p>O mofo, como o que vemos na figura 7, é um acúmulo de fungos que apresentam aparência cinza, esverdeadas ou amareladas nas paredes ou estruturas que podem causar problemas respiratórios aos usuários do ambiente.</p><p>Figura 7: Fontes de umidade edificação</p><p>Fonte: Estadão Imóveis, 2022.</p><p>O mofo se espalha de forma rápida e muito facilmente justamente por ter pouco contato com a luz e pode aparecer por erros no processo construtivo, o excesso de umidade, pela junção do clima e das mudanças na temperatura ou ainda por problemas nos processos de impermeabilização.</p><p>2.5.2 Fissuras, trincas e rachaduras</p><p>Tudo se inicia com uma fissura que evolui para uma trinca e posteriormente para uma rachadura, essa evolução pode desencadear problemas patológicos danificando a estrutura.</p><p>Figura 8: A diferença visual entre as fissuras, trincas e rachaduras</p><p>Fonte: Total construção, 2020.</p><p>As fissuras e as trincas podem aparecer em qualquer local, porém aparecem principalmente junto às bases das paredes e também de forma vertical, essas, são resultado de problemas estruturais da edificação e geralmente tem como alguns dos agentes causadores a sobrecarga, a dilatação e deformação do material. Além dessas falhas durante a execução, materiais de qualidade inferior, falta de manutenção, alguns fenômenos naturais (chuva, ventos, intempéries), falha nas dimensões ao realizar os projetos, também prejudicam a construção. Devemos considerar também a capacidade que o material e a estrutura como um todo, terão de resistir a tensão e a deformação, portanto, as falhas e os outros pontos anteriormente citados, quando combinados, tendem a desencadear as fissuras e trincas e posteriormente patologias relacionadas a umidade e a infiltração.</p><p>Quando essas patologias são afetadas por uma infiltração, se tornam mais perigosas que as fissuras ou trincas causadas por danos estruturais, pois a água se espalha mais rapidamente nessa estrutura e pode desencadear outras enfermidades, aumentando o dano que já existia anteriormente.</p><p>2.5.3 Corrosão das armaduras</p><p>O concreto pode ser considerado como o material mais usado na Construção Civil, é composto por uma mistura de água, cimento e outros agregados, podendo incluir as armaduras metálicas em sua composição. As armaduras de aço servem para trazer a sustentação que o concreto precisa para resistir às deformações causadas pelas forças de tração e compressão.</p><p>Em elementos construtivos, como o concreto, que possui uma armadura de aço, a passagem da água faz com que o componente metálico reaja quimicamente e comece a se desfazer, se degradar. A degradação dos componentes presentes nesse aço do concreto, quando em contato com a água, faz com que o aço a enferruje, corroendo a armadura metálica e posteriormente causando a desagregação ou descolamento desse concreto prejudicado pela armadura corroída.</p><p>Figura 9: Corrosão em armadura de concreto</p><p>Fonte: SILVA, 2018.</p><p>Em estribos o problema da corrosão é mais grave, que por vezes se apoiam diretamente sobre as formas, sem cobrimento suficiente. No entanto, a corrosão se inicia nos locais em que se concentra bastante umidade, onde sofre condensação e em ambientes mais quentes. Esse processo é visível, pois os produtos de corrosão têm coloração vermelho-marrom-acastanhada e por serem solúveis, eles escorrem pela superfície do concreto, manchando-o. (Vasconcelos, 2011, p. 25)</p><p>A corrosão das armaduras de concreto ocorre devido às condições de cobrimento do ferro pela mistura de concreto, ou seja, quanto melhor e mais corretamente for feita a mistura dos compostos do concreto, melhor o material irá se agregar ao aço. A falta desse cobrimento do aço, pode ser causada por agentes agressivos e outras fontes, por isso é necessário identificar suas origens com o objetivo de realizar a proteção desse material. A corrosão da armadura é uma das patologias encontradas mais frequentemente e essa compromete a segurança e a estética da estrutura.</p><p>2.5.4 Descolamento e desagregação de materiais</p><p>Infiltrações e umidades também podem causar a desagregação dos materiais e assim provocar o descolamento de pisos e azulejos, por conta da perda de aderência do material devido às deformações causadas pela absorção da água. O concreto também pode ser afetado nesse caso, quando por exemplo a estrutura metálica passou por processo corrosivo e o material do concreto sofre a perda de aderência, podendo se soltar em blocos ou de maneira gradativa.</p><p>Figura 10: Camadas que constituem o revestimento</p><p>Fonte: Costa, et al. 2019</p><p>Como podemos ver na Figura 10, uma estrutura é composta por camadas e essas camadas podem ser afetadas gradativamente de fora para dentro por ação da umidade. O descolamento e a desagregação dos materiais ocorre devido ao contato da água com os materiais das edificações, esse contato afeta a composição química que por consequência desencadeia essa patologia que afeta a capacidade estrutural da estrutura, mas também esteticamente.</p><p>A desagregação do concreto por exemplo, pode ser causada pela deficiência na qualidade do mesmo, por corromper e contaminar os materiais quimicamente e também em outros aspectos. Essa desagregação de material</p><p>leva a perda da aderência que existe entre concreto e armadura, reduzindo significativamente a qualidade da estrutura, podendo ser responsável pela corrosão e pela carbonatação. Já o descolamento é uma patologia advinda do contato da água no revestimento que podemos encontrar em pisos e azulejos, mas também no reboco, quando a água proveniente da umidade entra em contato com o material e consequentemente ele se descola, resultando em outras patologias como infiltrações e eflorescências.</p><p>2.5.5 Lixiviação e eflorescências</p><p>A simples presença da água pode acabar gerando a lixiviação do concreto. Mas não é o simples contato com a água, durante a hidratação do cimento forma-se um composto chamado de hidróxido de cálcio, ou Ca(OH)2. E esse composto, quando entra em contato com a água, pode acabar sendo dissolvido e carregado para fora da superfície de concreto. Essa ação de carregar os sais para fora da estrutura é chamada de lixiviação e as eflorescências que aparecem na estrutura, aquelas manchas brancas, que também podem surgir em forma de estalactites, são os sintomas desse processo.</p><p>A água que vem da chuva, condensação ou neblina, possui pouca ou nenhuma presença de íons de cálcio, então, ao entrar em contato com o cimento, tem a dissolver os produtos que contém cálcio. O Ca(OH)2, é o produto presente no cimento que tem uma alta solubilidade na água pura. Caso exista um fluxo maior e constante de água, esse processo continua, fazendo com que o material seja carregado para fora do concreto, entrando assim em contato com o CO2(dióxido de carbono) presente na atmosfera e formando a camada de carbonato de cálcio, as eflorescências. Esse processo faz com que o concreto esteja mais suscetível ao acesso de elementos agressivos à estrutura. A forma como essa patologia afeta a construção, pode desencadear o processo de carbonatação, tendo em vista que o material também fica mais vulnerável.</p><p>Desta forma, na construção civil, a lixiviação é um processo patológico que ocorre nas estruturas de concreto, devido à infiltração de água, que dissolve e transporta cristais de hidróxidos de cálcio e magnésio, podendo formar depósitos de sais conhecido como eflorescência. Sendo que estas podem se manifestar nas superfícies de concretos, argamassas, tijolos, pedras e outros materiais porosos.(Oliveira, 2020, p. 02).</p><p>Figura 11: Eflorescência manchas brancas</p><p>Fonte: Pointer, 2018.</p><p>Figura 12: Eflorescência como estalactites</p><p>Fonte: Verly, 2022.</p><p>Desta forma, na construção civil, a lixiviação é um processo patológico que ocorre nas estruturas de concreto, devido à infiltração de água, que dissolve e transporta cristais de hidróxidos de cálcio e magnésio, podendo formar depósitos de sais conhecido como eflorescência. Sendo que estas podem se manifestar nas superfícies de concretos, argamassas, tijolos, pedras e outros materiais porosos.(Oliveira, 2020, p. 02).</p><p>Essa patologia pode acontecer em qualquer tipo de concreto, tanto nas que acabaram de ser executadas quanto nas que possuem uma vida útil já avançada, além de aparecer também em locais como no encontro de azulejos, já que o composto químico é extraído para parte externa e pode afetar os mais diversos locais. Uma das principais causas é a utilização de cimentos que não possuam aditivos, como para impermeabilização e proteção contra umidade. Assim compreendemos a importância de entender sobre os aditivos adicionados no concreto de acordo com suas especificidades.</p><p>2.5.6 Carbonatação</p><p>A Carbonatação é uma reação química, que ocorre com mais frequência em túneis e viadutos de grandes cidades, já que tendem a ter mais fissuras e, por esse motivo, acaba facilitando a entrada de água no interior do concreto. Este é um processo físico-químico entre o CO2 (gás carbônico) presente na atmosfera e os compostos aquosos do cimento. Essa patologia, pode ocorrer por déficits advindos do processo construtivo ou por meio da corrosão do concreto.</p><p>As propriedades do concreto também são definidas pelo processo de execução do mesmo, principalmente a compactação e cura. A compactação deficiente pode intensificar a propagação da frente de carbonatação e a cura influencia diretamente na hidratação e formação da microestrutura do concreto. (Gama, 2021, p.04)</p><p>Essa patologia acontece de fora para dentro da estrutura, já que o gás carbônico se difunde no concreto da mesma forma, na frente carbonatada. A camada passiva, de “proteção”, se desestabiliza quando a frente de pH mais baixa atinge o aço, deixando-o suscetível à corrosão. Quando isso acontece, o material tem uma alteração física</p><p>A consequência mais evidente, além da diminuição da seção do concreto, é a corrosão da armadura, consequentemente sua seção. Além disso, pode provocar a despassivação do aço e sua aderência com o concreto. A corrosão induzida por carbonatação é normalmente associada a uma uniformidade do ataque.</p><p>Nesse processo, a água (H2O) e o hidróxido de cálcio (Ca(OH)2), reagem com o dióxido de carbono, formando o ácido carbônico, com o pH extremamente baixo, essa diferença do potencial hidrogeniônico é que caracteriza a carbonatação. A carbonatação é causada pela excessividade do pH neutro, que faz com que a camada passiva do aço seja quebrada. Isso permite que o concreto tente “proteger” a superfície até o aço, o que é possível notar pela porosidade do concreto, na parte fissurada, como mostra a figura 9.</p><p>Figura 13: Concreto carbonatado</p><p>Fonte: Total construção, 2020.</p><p>O aço e o concreto trabalham muito bem juntos, formando o concreto armado, sendo assim, o concreto com seu potencial hidrogeniônico elevado protege o aço de agentes externos já, quando isso não acontece, ele está propenso à corrosão.</p><p>2.6 ALTERNATIVAS DE RESOLUÇÃO E CORREÇÃO DAS PATOLOGIAS</p><p>Das muitas patologias encontradas nas estruturas das construções, as derivadas da umidade e das infiltrações afetam diretamente os materiais utilizados para construção da estrutura. Podemos dizer que os elementos da Construção Civil são materiais compósitos e que cada material reage diferente a outros componentes químicos, portanto, a maneira que o material reage de acordo com a patologia, interfere diretamente em como a estrutura irá se comportar com relação às deformações advindas da tração e da compressão, mas também na resistência e eficiência das construções.</p><p>As estruturas se comportam de diferentes formas, por isso, é importante realizar o acompanhamento pós obra, para garantir que os problemas encontrados na mesma, possam ser resolvidos o mais breve possível. A forma como o material reage com a patologia que se manifesta, também apresenta a maneira que podemos lidar com elas. É difícil dizer que existe só uma forma de resolver o problema, por isso, é importante analisar qual a melhor forma de resolver, para que não prejudique ainda mais a estrutura e não gere problemas futuros.</p><p>Em nível mundial, ainda não se possui um comum acordo de um mecanismo ou metodologia que possa ser utilizado para realizar a prevenção e a correção de estruturas atingidas por patologias vindas de infiltrações e umidades. Entretanto, compreende-se que existem métodos que são utilizados como alternativas para que essas patologias deixem de atingir com tamanha frequência as edificações, buscando evitar problemas que prejudiquem a vida útil da estrutura e a fim de evitar prejuízos financeiros.</p><p>2.6.1 Impermeabilização</p><p>A NBR 9575.2010 conceitua a impermeabilização como um conjunto de operações e técnicas que tem por finalidade proteger as construções contra a ação degradante de fluidos, vapores e umidade. E esta por sua vez é composta por camadas, que possuem funções específicas. A norma ainda explicita a obrigatoriedade da execução do projeto de impermeabilização, constituído por três etapas sucessivas: estudo preliminar, projeto básico e projeto executivo (ABNT, 2010).</p><p>A impermeabilização é considerada uma etapa importante dentro do processo construtivo, pois ela é uma das etapas realizadas para garantir a qualidade e a durabilidade das estruturas. E ressalta-se que quanto mais</p><p>tarde realizado esse processo, maiores podem ser os prejuízos e custos financeiros.</p><p>Os impermeabilizantes usados em obras podem ser rígidos ou flexíveis. Os rígidos são indicados para uso em locais com pouca exposição ou variação de temperatura, como banheiros. Enquanto que os flexíveis, prefere-se usar em áreas com maiores movimentações e variações de temperaturas, como lajes, piscinas e etc (Silva, 2022).</p><p>Membranas asfálticas, membranas de poliuretano, manta asfáltica, argamassa polimérica, cristalizantes, cimentos impermeabilizantes, são tidos como principais soluções utilizadas na construção civil, procurando assim proporcionar uma maior durabilidade nas estruturas e segurança aos seus usuários.</p><p>2.6.2 Calhas</p><p>As calhas são definidas como aparelhos destinados a realizar a coleta da água e direcionar para um local pré estabelecido. Assim como também tem função de proteger calçadas, beirais e reboco de paredes externas. Para que elas funcionem de maneira satisfatória é necessário haver um bom dimensionamento do projeto e ter a realização de manutenções e limpezas feitas periódicas, evitando com que apresentem casos de vazamentos e infiltrações.</p><p>2.6.3 Rufos</p><p>Normalmente fabricados em aço galvanizado, os rufos são utilizados para desviar a água, protegendo as estruturas de infiltrações. Podem ser instalados em encontros de paredes, telhados, muros, platibandas e peitoris. Assim como as calhas, mencionadas no tópico anterior, os rufos também precisam de instalação, dimensionamento e inclinação adequados, além de manutenções periódicas.</p><p>2.6.4 Ventilação</p><p>Durante a execução de um projeto é importante estar atento que locais com baixa circulação de ar e propícios a maiores acúmulos de umidade devem ser alocados em posições com boa incidência de luz solar e ventilação, evitando o surgimento das patologias causadas por infiltrações e umidades.</p><p>Locais como banheiros, cozinhas, forros, lavanderias e áreas externas são aqueles que possuem a maior chance de ter a formação de mofos, manchas e bolores. Existem soluções como exaustores e instalação de janelas que podem ser usadas para melhorar a ventilação. O uso de fungicidas, a instalação de placas ou tintas resistentes à proliferação de fungos também pode ser uma alternativa para corrigir problemas causados pelo acúmulo de água em edificações.</p><p>3. CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>O presente artigo promoveu uma revisão bibliográfica a fim de analisar e compreender as manifestações patológicas decorrentes de umidade e infiltrações em estruturas de concreto armado, assim como buscou apresentar suas causas e possíveis métodos de resolução. Visando deixar explícito que tais patologias estão sujeitas a ocorrer durante qualquer etapa da vida útil das edificações, e que ao terem a manutenção e os reparos negligenciados, podem evoluir de modo contínuo e trazer malefícios aos usuários.</p><p>Deixou-se entendido que para realizar o diagnóstico de patologias na construção civil é de fundamental importância conhecer suas características e envolver uma análise geral, realizada por profissionais qualificados, seguindo normas e técnicas, para que possa se haver uma indicação de solução adequada.</p><p>E mesmo que ainda não se tenha um exato protocolo de qual é a melhor via para evitar e corrigir as patologias que tanto a infiltração quanto a umidade causam, estudos realizados por outros autores trazem recomendações para auxiliar neste processo, sendo a impermeabilização a principal delas. Vale destacar que em muitas obras dentro da Engenharia Civil, essa etapa não tem a devida atenção. Em muitos casos o processo de impermeabilização é realizado com materiais de baixa qualidade ou às vezes não chega nem a ser feito, o que com o passar do tempo pode trazer diversos prejuízos.</p><p>Conclui-se que dentro da construção civil, o surgimento de patologias nas estruturas deve-se ao descaso dado em etapas essenciais da execução de uma obra e o descuido com a manutenção. É importante que seja realçado a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a temática para que os dados científicos se mantenham atualizados e que profissionais/acadêmicos da área tenham em mente que o surgimento das patologias apresentadas podem e devem ser evitados, diminuindo o número de prejuízos nas edificações e evitando também prejuízos financeiros.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ABNT. Impermeabilização - Seleção e projeto. NORMA BRASILEIRA, BRASIL, p. 1-14, mai./2010. Disponível em: https://portalidea.com.br/cursos/b4c643996a 5f14eb82d01073f6caf81a.pdf. 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