Logo Passei Direto
Buscar

Car 1 - Questoes

User badge image
Ryan Neves

em

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Paciente sexo feminino, 27 anos, deu entrada no pronto-socorro referindo palpitações taquicárdicas associada a mal-estar. A avaliação apresentava PA: 126 × 74 mmHg, FC: 180 bpm, FR: 16 ipm, SatO2: 98%. Paciente realizou seguinte eletrocardiograma: O tratamento mais indicado para esse paciente, dentre os abaixo, é:
atropina endovenosa em flush.
amiodarona endovenoso.
cardioversão elétrica sincronizada.
manobra de valsalva.
A) atropina endovenosa em flush.
B) amiodarona endovenoso.
C) cardioversão elétrica sincronizada.
D) manobra de valsalva.

No tratamento medicamentoso das arritmias cardíacas é recomendável a prevenção de efeito pró-arrítmico evitando-se
amiodarona em menos de 1 hora.
procainamida em dose acima de 1 mg/min.
utilizar mais de uma droga antiarrítmica juntas ou em sequência.
lidocaína em bolus.
administrar adenosina rapidamente.
A) amiodarona em menos de 1 hora.
B) procainamida em dose acima de 1 mg/min.
C) utilizar mais de uma droga antiarrítmica juntas ou em sequência.
D) lidocaína em bolus.
E) administrar adenosina rapidamente.

A hipertrofia de ventrículo esquerdo pode ser detectada no eletrocardiograma utilizando-se os critérios de Sokolof, que são definidos por
R de V5 ou V6 + S de V1 > 35 mm.
R de V5 + V6 ou S de V1 ≥ 30 mm.
R de V5 + S de V1 ≥ 35 mm.
R de V5 e V6 + S de V1 > 45 mm.
R de V5 ou V6 + S de V1+V2 > 35 mm.
A) R de V5 ou V6 + S de V1 > 35 mm.
B) R de V5 + V6 ou S de V1 ≥ 30 mm.
C) R de V5 + S de V1 ≥ 35 mm.
D) R de V5 e V6 + S de V1 > 45 mm.
E) R de V5 ou V6 + S de V1+V2 > 35 mm.

to afirmar que evidencia:
A) fibrilação atrial; a cardioversão elétrica está indicada na emergência.
C) fibrilação atrial; são fatores de risco: hipertensão, diabetes e apneia do sono.
B) taquicardia ventricular; a anticoagulação está contraindicada.
D) taquicardia ventricular; a depressão é um fator de risco comum.
E) fibrilação atrial; ablação por cateter nunca está indicada.

Durante partida de futebol, jogador caiu desacordado, necessitando atendimento imediato da equipe médica. Considerando que você é o médico responsável, analise as assertivas abaixo, numerando de 1 a 4 de acordo com a melhor sequência para o atendimento desse caso. ( ) Garantir via aérea. ( ) Checar responsividade. ( ) Iniciar compressões. ( ) Checar pulso. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

A) 4 - 2 - 1 - 3
B) 1 - 3 - 4 - 2
C) 2 - 4 - 3 - 1
D) 2 - 1 - 4 - 3

Assinale a alternativa que configura o elemento-chave para o sucesso da reanimação e aumento na probabilidade de sobrevivência.

A) Iniciação rápida das manobras de RCP.
B) Tempo para desfibrilação.
C) Rapidez na intubação.
D) Brevidade na identificação do ritmo cardíaco.

Considere um paciente masculino, 68 anos, antecedentes prévios de infarto agudo do miocárdio e hipertensão arterial sistêmica. Encontra-se internado na UTI há 2 dias devido à sepse de foco urinário. Subitamente apresenta um episódio de taquiarritmia com QRS alargado com duração superior a trinta segundos, frequência cardíaca em torno 200 bpm, pressão arterial 120/60 mmHg. Assinale a alternativa correta em relação à taquiarritmia descrita acima.

A) O tratamento indicado é a adenosina.
B) Estatisticamente é mais provável tratar-se de uma taquicardia ventricular.
C) A pressão arterial estando normal descarta a possibilidade de taquicardia ventricular.
D) Se a origem desta taquicardia for supraventricular, o comportamento esperado é mais maligno quando comparado à origem ventricular.
E) Não é necessária a diferenciação entre taquicardia ventricular e taquicardia supraventricular com aberrância de condução, pois o tratamento será o mesmo para os dois tipos.

Durante o atendimento à parada cardiorrespiratória, o acesso venoso profundo está contraindicado. A explicação que fundamenta tal recomendação é:

A) Piora do prognóstico neurológico por interrupção das compressões torácicas.
B) Maior risco de ocorrência de pneumotórax.
C) Dificuldade técnica no acesso venoso central.
D) Maior incidência de punção de vasos arteriais.

Durante fase inicial de uma cirurgia de revascularização miocárdica, antes da abertura esternal, o anestesiologista observa, no monitor cardíaco, que no traçado da curva do pulso venoso jugular, apenas a onda a (presente anteriormente) não é mais observada. Ao olhar o traçado eletrocardiográfico no monitor cardíaco, mais provavelmente aparecerá:

A) Bloqueio atrioventricular de 3º grau.
B) Bloqueio atrioventricular de 2º grau tipo II (2:1).
C) Bradicardia sinusal.
D) Fibrilação atrial.

Paciente em recuperação, na UTI, na 1ª hora após revascularização miocárdica, em ventilação mecânica, com marcapasso temporário. Seu médico cardiologista resolve testar o grau de dependência do marcapasso epimiocárdico, que está em 70 bpm e com captura ventricular adequada. Ao ser desligado o gerador do marcapasso, o médico verifica, no monitor que o gráfico do pulso venoso jugular passa a demonstrar uma onda a "em canhão". Ao olhar para o monitor cardíaco, ele observa que o traçado eletrocardiográfico passou a demonstrar a presença de

A) Bradicardia sinusal
B) Flutter atrial
C) Bloqueio atrioventricular total.
D) Bloqueio 1 grau.

Dentre as arritmias conhecidas, qual é a mais comum durante atendimentos de emergência?

A) Extrassistolia ventricular.
B) Taquicardia sinusal.
C) Fibrilação atrial.
D) Taquicardia ventricular.

Atualmente são considerados medicamentos úteis no tratamento da fibrilação ventricular:

A) epinefrina, apenas.
B) amiodarona, apenas.
C) epinefrina e amiodarona, apenas.
D) epinefrina, amiodarona e lidocaína.
E) epinefrina e lidocaína, apenas.

No desfibrilador bifásico, a energia do choque deve ser entre 120 e 200 J na Ressuscitação Cardiopulmonar, conforme as orientações do fabricante. Sendo correto que:

A) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque deve ser administrado com a energia máxima disponível no aparelho.
B) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque nunca deve ser administrado com a energia máxima disponível no aparelho.
C) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque deve ser administrado com a energia mínima disponível no aparelho.
D) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque deve ser administrado com a energia máxima não disponível no aparelho.

Paciente de 55 anos, chega ao pronto socorro trazido por resgate médico. Chega inconsciente e imediatamente é levado para a sala de emergência. Paciente é monitorizado e o ritmo encontrado é o mostrado na imagem. Qual sua conduta?

A) Iniciar expansão volêmica.
B) Verificar pulso.
C) Solicitar exames toxicológicos.
D) Indicar intubação orotraqueal.

glicosamina e condroitina melhoram a dor e evitam dano estrutural, anti-inflamatórios tópicos são contraindicados e hidroxicloroquina está indicada.

B) Na glomerulonefrite lúpica classe IV, 30% de glomérulos são acometidos por proliferação celular na microscopia ótica; diminuição do C3 sérico, mas não do C4, hematúria e proteinúria.
C) Nas crises de enxaqueca resistente ao tratamento com analgésicos (como a dipirona) e anti-inflamatórios (como o cetoprofeno) o próximo passo é utilizar tramadol ou morfina.
D) Entre os fármacos que podem causar taquicardia polimórfica devido ao prolongamento de QT estão os antidepressivos tricíclicos, a azitromicina e fenotiazinas.

Homem de 45 anos de idade, morador de rua, sem comorbidades conhecidas, foi encontrado desacordado em via pública, e encaminhado ao pronto-socorro, sem mais nenhuma informação. Foi realizado um ECG, ilustrado a seguir. Logo após evoluiu com PCR em AESP após 5 minutos da admissão. Qual é a etiologia mais provável do quadro clínico apresentado?

A) Hipocalemia
B) IAM com supradesnivelamento do seguimento ST
C) Tamponamento cardíaco secundário a pericardite aguda
D) Hipotermia

Paciente de 68 anos apresenta quadro progressivo de dispneia. Hoje, apresentou quadro de tontura seguida de síncope. O traçado do ECG está a seguir: Nesse momento, com relação ao diagnóstico e à respectiva conduta, é correto afirmar:

A) bradicardia sinusal, dopamina em infusão contínua.
B) bloqueio atrioventricular de 1º grau, bolus de atropina.
C) bloqueio atrioventricular de 2º grau Mobitz I, bolus de atropina.
D) bloqueio atrioventricular de 2º grau Mobitz II, colocação de marca-passo externo.
E) bloqueio atrioventricular, colocação de marca-passo externo.

Alteração no Eletrocardiograma que evidencia sobrecarga ventricular esquerda. Poderá ser utilizado este Índice para confirmar o diagnóstico, por meio da adição da amplitude da onda R, na derivação aVL, com a amplitude da onda S de V3, sendo positivo quando o valor for maior que 20 e 28 milímetros para mulheres e homens, respectivamente:

A) Índice de Barth.
B) Índice de Romhilt-Estes.
C) Índice de Cornell.
D) Índice de Laureyns.
E) N.D.A.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Paciente sexo feminino, 27 anos, deu entrada no pronto-socorro referindo palpitações taquicárdicas associada a mal-estar. A avaliação apresentava PA: 126 × 74 mmHg, FC: 180 bpm, FR: 16 ipm, SatO2: 98%. Paciente realizou seguinte eletrocardiograma: O tratamento mais indicado para esse paciente, dentre os abaixo, é:
atropina endovenosa em flush.
amiodarona endovenoso.
cardioversão elétrica sincronizada.
manobra de valsalva.
A) atropina endovenosa em flush.
B) amiodarona endovenoso.
C) cardioversão elétrica sincronizada.
D) manobra de valsalva.

No tratamento medicamentoso das arritmias cardíacas é recomendável a prevenção de efeito pró-arrítmico evitando-se
amiodarona em menos de 1 hora.
procainamida em dose acima de 1 mg/min.
utilizar mais de uma droga antiarrítmica juntas ou em sequência.
lidocaína em bolus.
administrar adenosina rapidamente.
A) amiodarona em menos de 1 hora.
B) procainamida em dose acima de 1 mg/min.
C) utilizar mais de uma droga antiarrítmica juntas ou em sequência.
D) lidocaína em bolus.
E) administrar adenosina rapidamente.

A hipertrofia de ventrículo esquerdo pode ser detectada no eletrocardiograma utilizando-se os critérios de Sokolof, que são definidos por
R de V5 ou V6 + S de V1 > 35 mm.
R de V5 + V6 ou S de V1 ≥ 30 mm.
R de V5 + S de V1 ≥ 35 mm.
R de V5 e V6 + S de V1 > 45 mm.
R de V5 ou V6 + S de V1+V2 > 35 mm.
A) R de V5 ou V6 + S de V1 > 35 mm.
B) R de V5 + V6 ou S de V1 ≥ 30 mm.
C) R de V5 + S de V1 ≥ 35 mm.
D) R de V5 e V6 + S de V1 > 45 mm.
E) R de V5 ou V6 + S de V1+V2 > 35 mm.

to afirmar que evidencia:
A) fibrilação atrial; a cardioversão elétrica está indicada na emergência.
C) fibrilação atrial; são fatores de risco: hipertensão, diabetes e apneia do sono.
B) taquicardia ventricular; a anticoagulação está contraindicada.
D) taquicardia ventricular; a depressão é um fator de risco comum.
E) fibrilação atrial; ablação por cateter nunca está indicada.

Durante partida de futebol, jogador caiu desacordado, necessitando atendimento imediato da equipe médica. Considerando que você é o médico responsável, analise as assertivas abaixo, numerando de 1 a 4 de acordo com a melhor sequência para o atendimento desse caso. ( ) Garantir via aérea. ( ) Checar responsividade. ( ) Iniciar compressões. ( ) Checar pulso. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

A) 4 - 2 - 1 - 3
B) 1 - 3 - 4 - 2
C) 2 - 4 - 3 - 1
D) 2 - 1 - 4 - 3

Assinale a alternativa que configura o elemento-chave para o sucesso da reanimação e aumento na probabilidade de sobrevivência.

A) Iniciação rápida das manobras de RCP.
B) Tempo para desfibrilação.
C) Rapidez na intubação.
D) Brevidade na identificação do ritmo cardíaco.

Considere um paciente masculino, 68 anos, antecedentes prévios de infarto agudo do miocárdio e hipertensão arterial sistêmica. Encontra-se internado na UTI há 2 dias devido à sepse de foco urinário. Subitamente apresenta um episódio de taquiarritmia com QRS alargado com duração superior a trinta segundos, frequência cardíaca em torno 200 bpm, pressão arterial 120/60 mmHg. Assinale a alternativa correta em relação à taquiarritmia descrita acima.

A) O tratamento indicado é a adenosina.
B) Estatisticamente é mais provável tratar-se de uma taquicardia ventricular.
C) A pressão arterial estando normal descarta a possibilidade de taquicardia ventricular.
D) Se a origem desta taquicardia for supraventricular, o comportamento esperado é mais maligno quando comparado à origem ventricular.
E) Não é necessária a diferenciação entre taquicardia ventricular e taquicardia supraventricular com aberrância de condução, pois o tratamento será o mesmo para os dois tipos.

Durante o atendimento à parada cardiorrespiratória, o acesso venoso profundo está contraindicado. A explicação que fundamenta tal recomendação é:

A) Piora do prognóstico neurológico por interrupção das compressões torácicas.
B) Maior risco de ocorrência de pneumotórax.
C) Dificuldade técnica no acesso venoso central.
D) Maior incidência de punção de vasos arteriais.

Durante fase inicial de uma cirurgia de revascularização miocárdica, antes da abertura esternal, o anestesiologista observa, no monitor cardíaco, que no traçado da curva do pulso venoso jugular, apenas a onda a (presente anteriormente) não é mais observada. Ao olhar o traçado eletrocardiográfico no monitor cardíaco, mais provavelmente aparecerá:

A) Bloqueio atrioventricular de 3º grau.
B) Bloqueio atrioventricular de 2º grau tipo II (2:1).
C) Bradicardia sinusal.
D) Fibrilação atrial.

Paciente em recuperação, na UTI, na 1ª hora após revascularização miocárdica, em ventilação mecânica, com marcapasso temporário. Seu médico cardiologista resolve testar o grau de dependência do marcapasso epimiocárdico, que está em 70 bpm e com captura ventricular adequada. Ao ser desligado o gerador do marcapasso, o médico verifica, no monitor que o gráfico do pulso venoso jugular passa a demonstrar uma onda a "em canhão". Ao olhar para o monitor cardíaco, ele observa que o traçado eletrocardiográfico passou a demonstrar a presença de

A) Bradicardia sinusal
B) Flutter atrial
C) Bloqueio atrioventricular total.
D) Bloqueio 1 grau.

Dentre as arritmias conhecidas, qual é a mais comum durante atendimentos de emergência?

A) Extrassistolia ventricular.
B) Taquicardia sinusal.
C) Fibrilação atrial.
D) Taquicardia ventricular.

Atualmente são considerados medicamentos úteis no tratamento da fibrilação ventricular:

A) epinefrina, apenas.
B) amiodarona, apenas.
C) epinefrina e amiodarona, apenas.
D) epinefrina, amiodarona e lidocaína.
E) epinefrina e lidocaína, apenas.

No desfibrilador bifásico, a energia do choque deve ser entre 120 e 200 J na Ressuscitação Cardiopulmonar, conforme as orientações do fabricante. Sendo correto que:

A) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque deve ser administrado com a energia máxima disponível no aparelho.
B) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque nunca deve ser administrado com a energia máxima disponível no aparelho.
C) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque deve ser administrado com a energia mínima disponível no aparelho.
D) Se o socorrista desconhece as orientações do fabricante, o choque deve ser administrado com a energia máxima não disponível no aparelho.

Paciente de 55 anos, chega ao pronto socorro trazido por resgate médico. Chega inconsciente e imediatamente é levado para a sala de emergência. Paciente é monitorizado e o ritmo encontrado é o mostrado na imagem. Qual sua conduta?

A) Iniciar expansão volêmica.
B) Verificar pulso.
C) Solicitar exames toxicológicos.
D) Indicar intubação orotraqueal.

glicosamina e condroitina melhoram a dor e evitam dano estrutural, anti-inflamatórios tópicos são contraindicados e hidroxicloroquina está indicada.

B) Na glomerulonefrite lúpica classe IV, 30% de glomérulos são acometidos por proliferação celular na microscopia ótica; diminuição do C3 sérico, mas não do C4, hematúria e proteinúria.
C) Nas crises de enxaqueca resistente ao tratamento com analgésicos (como a dipirona) e anti-inflamatórios (como o cetoprofeno) o próximo passo é utilizar tramadol ou morfina.
D) Entre os fármacos que podem causar taquicardia polimórfica devido ao prolongamento de QT estão os antidepressivos tricíclicos, a azitromicina e fenotiazinas.

Homem de 45 anos de idade, morador de rua, sem comorbidades conhecidas, foi encontrado desacordado em via pública, e encaminhado ao pronto-socorro, sem mais nenhuma informação. Foi realizado um ECG, ilustrado a seguir. Logo após evoluiu com PCR em AESP após 5 minutos da admissão. Qual é a etiologia mais provável do quadro clínico apresentado?

A) Hipocalemia
B) IAM com supradesnivelamento do seguimento ST
C) Tamponamento cardíaco secundário a pericardite aguda
D) Hipotermia

Paciente de 68 anos apresenta quadro progressivo de dispneia. Hoje, apresentou quadro de tontura seguida de síncope. O traçado do ECG está a seguir: Nesse momento, com relação ao diagnóstico e à respectiva conduta, é correto afirmar:

A) bradicardia sinusal, dopamina em infusão contínua.
B) bloqueio atrioventricular de 1º grau, bolus de atropina.
C) bloqueio atrioventricular de 2º grau Mobitz I, bolus de atropina.
D) bloqueio atrioventricular de 2º grau Mobitz II, colocação de marca-passo externo.
E) bloqueio atrioventricular, colocação de marca-passo externo.

Alteração no Eletrocardiograma que evidencia sobrecarga ventricular esquerda. Poderá ser utilizado este Índice para confirmar o diagnóstico, por meio da adição da amplitude da onda R, na derivação aVL, com a amplitude da onda S de V3, sendo positivo quando o valor for maior que 20 e 28 milímetros para mulheres e homens, respectivamente:

A) Índice de Barth.
B) Índice de Romhilt-Estes.
C) Índice de Cornell.
D) Índice de Laureyns.
E) N.D.A.

Prévia do material em texto

<p>6	-	2022	HIAE</p><p>Paciente	sexo	feminino,	27	anos,	deu	entrada	no	pronto-socorro	referindo	palpitações	taquicárdicas	associada	a	mal-estar.	A	avaliação	apresentava	PA:	126	×	74	mmHg,</p><p>FC:	180	bpm,	FR:	16	ipm,	SatO2:	98%.	Paciente	realizou	seguinte	eletrocardiograma:	O	diagnóstico	mais	provável	desse	paciente,	dentre	os	abaixo,	é:</p><p>A)	Taquicardia	supraventricular.</p><p>B)	Fibrilação	atrial	de	alta	resposta	ventricular.</p><p>C)	Flutter	atrial.</p><p>D)	Taquicardia	ventricular.</p><p>7	-	2022	HIAE</p><p>Paciente	sexo	feminino,	27	anos,	deu	entrada	no	pronto-socorro	referindo	palpitações	taquicárdicas	associada	a	mal-estar.	A	avaliação	apresentava	PA:	126	×	74	mmHg,</p><p>FC:	180	bpm,	FR:	16	ipm,	SatO2:	98%.	Paciente	realizou	seguinte	eletrocardiograma:	O	tratamento	mais	indicado	para	esse	paciente,	dentre	os	abaixo,	é:</p><p>A)	atropina	endovenosa	em	flush.</p><p>B)	amiodarona	endovenoso.</p><p>C)	cardioversão	elétrica	sincronizada.</p><p>D)	manobra	de	valsalva.</p><p>8	-	2022	HSL	-	SP</p><p>No	tratamento	medicamentoso	das	arritmias	cardíacas	é	recomendável	a	prevenção	de	efeito	pró-arrítmico	evitando-se</p><p>A)	amiodarona	em	menos	de	1	hora.</p><p>B)	procainamida	em	dose	acima	de	1	mg/min.</p><p>C)	utilizar	mais	de	uma	droga	antiarrítmica	juntas	ou	em	sequência.</p><p>D)	lidocaína	em	bolus.</p><p>E)	administrar	adenosina	rapidamente.</p><p>Questões	da	Apostila</p><p>Realize	as	questões	de	concursos	selecionadas	para	esta	apostila	e	depois	confira	os	comentários	da	nossa	equipe	acadêmica.</p><p>9	-	2022	HSL	-	SP</p><p>A	hipertrofia	de	ventrículo	esquerdo	pode	ser	detectada	no	eletrocardiograma	utilizando-se	os	critérios	de	Sokolof,	que	são	definidos	por</p><p>A)	R	de	V5	ou	V6	+	S	de	V1	>	35	mm.</p><p>B)	R	de	V5	+	V6	ou	S	de	V1	≥	30	mm.</p><p>C)	R	de	V5	+	S	de	V1	≥	35	mm.</p><p>D)	R	de	V5	e	V6	+	S	de	V1	>	45	mm.</p><p>E)	R	de	V5	ou	V6	+	S	de	V1+V2	>	35	mm.</p><p>10	-	2022	HSL	-	SP</p><p>Com	o	intuito	de	promover	diminuição	da	frequência	cardíaca,	em	pacientes	portadores	de	fibrilação	atrial	crônica	NÃO	se	utiliza:</p><p>A)	carvedilol.</p><p>B)	amiodarona.</p><p>C)	anlodipina.</p><p>D)	verapamil.</p><p>E)	digoxina.</p><p>11	-	2022	HSL	-	SP</p><p>Paciente	de	2	anos	de	idade,	com	diagnóstico	de	insuficiência	respiratória	aguda	devido	a	pneumonia	extensa	à	direita,	foi	intubado	sem	intercorrências	pelo	pediatra	que</p><p>utilizou	uma	sequência	rápida	de	intubação.	A	cânula	escolhida	foi	calculada	de	acordo	com	a	idade	do	paciente.	Entre	os	seguintes	métodos,	o	padrão-ouro	para	o	ajuste</p><p>do	posicionamento	da	cânula	traqueal	nesse	paciente	é</p><p>A)	saturação	de	oxigênio	ao	oxímetro	de	pulso.</p><p>B)	radiografia	de	tórax.</p><p>C)	ausculta	pulmonar.</p><p>D)	monitoramento	da	complacência	pulmonar.</p><p>E)	capnografia.</p><p>12	-	2022	SCMSP</p><p>A	habilidade	para	orientar	e	tratar	a	síndrome	do	coração	pós-feriado	na	urgência	depende	de	conhecimento	dos	fundamentos	dessa	síndrome,	também	conhecida	como</p><p>Holiday	Heart	Syndrome.	A	partir	dessa	informação,	assinale	a	alternativa	correta.</p><p>A)	As	arritmias	ventriculares	estão	presentes	na	maioria	dos	casos,	mas	têm	desfecho	benigno.</p><p>B)	A	fibrilação	atrial	é	frequente,	mas,	devido	ao	paroxismo	do	quadro	com	reversão	espontânea,	não	impacta	no	aumento	da	mortalidade.</p><p>C)	A	ingestão	alcoólica	interfere	no	sistema	de	condução	cardíaca	pelo	aumento	da	condução,	justificando	o	mecanismo	de	desenvolvimento	das	arritmias.</p><p>D)	O	acetaldeído	metabólito	do	álcool	demonstra	exibir	propriedades	arritmogênicas,	com	possível	elevação	das	catecolaminas	sistêmicas	e	dos	intramiocárdicos.</p><p>E)	A	relação	dose/resposta	entre	a	quantidade	ingerida	de	álcool	e	o	risco	de	fibrilação	atrial	não	está	comprovada,	se	relacionando	apenas	à	ingesta	alcoólica.</p><p>13	-	2022	SCMSP</p><p>O	posicionamento	correto	do	eletrodo	para	a	derivação	torácica	V4	do	eletrocardiograma	é	no</p><p>A)	quinto	espaço	intercostal,	na	linha	hemiclavicular	esquerda.</p><p>B)	quinto	espaço	intercostal,	entre	a	região	paraesternal	esquerda	e	a	linha	hemiclavicular	esquerda.</p><p>C)	quinto	espaço	intercostal,	na	linha	axilar	média	esquerda.</p><p>D)	quarto	espaço	intercostal,	na	região	paraesternal	direita.</p><p>E)	quarto	espaço	intercostal,	na	região	paraesternal	esquerda.</p><p>14	-	2022	UNIFESP</p><p>Mulher,	28	anos	de	idade,	sem	antecedentes	patológicos,	procurou	PS	com	queixa	de	palpitações	de	início	súbito,	sem	outros	sintomas	associados,	há	1	hora.	Ao	exame</p><p>físico,	PA	=	110	x	70	mmHg,	FC	=	170	bpm,	SpO2	=	99%.	ECG	de	admissão	a	seguir.	Qual	é	o	tratamento	indicado?</p><p>A)	Amiodarona	intravenosa.</p><p>B)	Betabloqueador	intravenoso.</p><p>C)	Cardioversão	elétrica.</p><p>D)	Adenosina	intravenosa.</p><p>15	-	2022	FJG</p><p>Um	paciente	de	48	anos	de	idade	chega	na	emergência	com	quadro	de	fibrilação	atrial	e	assintomático.	A	melhor	estratégia	terapêutica	nesses	casos	é:</p><p>A)	cardioversão	elétrica	imediata	sem	necessidade	de	anticoagulação</p><p>B)	digital	+	betabloqueador	venoso	e	não	realizar	cardioversão	elétrica</p><p>C)	anticoagulação	preventiva	de	preferência	com	varfarina	em	todos	os	pacientes	mesmo	sem	evidência	de	cardiopatia</p><p>D)	cardioversão	elétrica	após	48	horas	de	anticoagulação	com	heparina	não	fracionada	e	ECO	transesofágico	(sem	evidência	de	trombo)</p><p>16	-	2022	FJG</p><p>De	acordo	com	as	recomendações	atuais,	a	melhor	estratégia	de	desfibrilação	e	de	trombólise,	numa	parada	cardiorrespiratória	(PCR)	em	fibrilação	ventricular,	de	um</p><p>paciente	com	síndrome	coronariana	aguda	com	supradesnivelamento	de	segmento	ST,	é:</p><p>A)	desfibrilação	elétrica	com	200J	+	trombolítico	após	retorno	à	circulação	espontânea</p><p>B)	desfibrilação	elétrica	com	200J	+	trombolítico	+	manobras	de	reanimação	cardiopulmonar</p><p>C)	desfibrilação	elétrica	com	200J	+	manobras	de	reanimação	cardiopulmonar	(RCP)	+	trombolítico	50%	da	dose</p><p>D)	desfibrilação	elétrica	com	200J	após	cinco	minutos	de	manobras	de	reanimação	cardiopulmonar	(RCP)	+	trombolítico	após	retorno	à	circulação	espontânea</p><p>17	-	2022	HNMD</p><p>Paciente	 masculino,	 74	 anos,	 portador	 de	 hipertensão,	 diabetes,	 apneia	 do	 sono	 e	 diagnóstico	 recente	 de	 depressão,	 dá	 entrada	 na	 emergência	 com	 sintomas	 de</p><p>palpitação,	relata	que	apresenta	o	sintoma	há	alguns	dias.	Em	relação	ao	ECG	realizado	na	admissão,	é	correto	afirmar	que	evidencia:</p><p>A)	fibrilação	atrial;	a	cardioversão	elétrica	está	indicada	na	emergência.</p><p>B)	taquicardia	ventricular;	a	anticoagulação	está	contraindicada.</p><p>C)	fibrilação	atrial;	são	fatores	de	risco:	hipertensão,	diabetes	e	apneia	do	sono.</p><p>D)	taquicardia	ventricular;	a	depressão	é	um	fator	de	risco	comum.</p><p>E)	fibrilação	atrial;	ablação	por	cateter	nunca	está	indicada.</p><p>18	-	2022	SUS	-	BA</p><p>Mulher,	 52	 anos	 de	 idade,	 é	 atendida	 pelo	 SAMU	 após	 episódio	 de	 síncope,	 há	 cerca	 de	 uma	 hora	 e	 meia.	 O	 episódio	 foi	 precedido	 por	 mal	 estar	 e	 sensação	 de</p><p>escurecimento	da	visão,	seguido	por	abalos	musculares	presenciados	pelos	familiares.	De	antecedentes	refere	diabetes	mellitus	em	tratamento	irregular.	Ao	exame	físico,</p><p>apresenta-se	afebril,	com	FC:	34bpm,	PA:	86x52mmHg,	SatO₂:	94%,	glicemia	capilar	de	210mg/dL.	Ausculta	cardíaca	com	bulhas	rítmicas,	bradicárdicas,	em	2	tempos,</p><p>sem	sopros.	Ausculta	respiratória	sem	alterações.	Realizado	eletrocardiograma,	com	frequência	cardíaca	de	30bpm	e	ondas	P	dissociadas	dos	complexos	QRS.	Diante	do</p><p>quadro	clínico,	Indique	o	diagnóstico	etiológico	mais	provável	da	síncope.</p><p>19	-	2022	AMRIGS</p><p>Durante	partida	de	futebol,	jogador	caiu	desacordado,	necessitando	atendimento	imediato	da	equipe	médica.	Considerando	que	você	é	o	médico	responsável,	analise	as</p><p>assertivas	abaixo,	numerando	de	1	a	4	de	acordo	com	a	melhor	sequência	para	o	atendimento	desse	caso.	(	 )	Garantir	via	aérea.	(	 )	Checar	responsividade.	(	 )	 Iniciar</p><p>compressões.	(	)	Checar	pulso.	A	ordem	correta	de	preenchimento	dos	parênteses,	de	cima	para	baixo,	é:</p><p>A)	4	-	2	-	1	-	3</p><p>B)	1	-	3	-	4	-	2</p><p>C)	2	-	4	-	3	-	1</p><p>D)	2	-	1	-	4	-	3</p><p>20	-	2022	AMRIGS</p><p>Assinale	a	alternativa	que	configura	o	elemento-chave	para	o	sucesso	da	reanimação	e	aumento	na	probabilidade	de	sobrevivência.</p><p>A)	Iniciação	rápida	das	manobras	de	RCP.</p><p>B)	Tempo	para	desfibrilação.</p><p>C)	Rapidez	na	intubação.</p><p>D)	Brevidade	na	identificação	do	ritmo	cardíaco.</p><p>21	-	2022	SUS	-	BA</p><p>Mulher,	 52	 anos	 de	 idade,	 é	 atendida	 pelo	 SAMU	 após	 episódio	 de	 síncope,	 há	 cerca	 de	 uma	 hora	 e	 meia.	 O	 episódio</p><p>foi	 precedido	 por	 mal	 estar	 e	 sensação	 de</p><p>escurecimento	da	visão,	seguido	por	abalos	musculares	presenciados	pelos	familiares.	De	antecedentes	refere	diabetes	mellitus	em	tratamento	irregular.	Ao	exame	físico,</p><p>apresenta-se	afebril,	com	FC:	34bpm,	PA:	86x52mmHg,	SatO₂:	94%,	glicemia	capilar	de	210mg/dL.	Ausculta	cardíaca	com	bulhas	rítmicas,	bradicárdicas,	em	2	tempos,</p><p>sem	sopros.	Ausculta	respiratória	sem	alterações.	Realizado	eletrocardiograma,	com	frequência	cardíaca	de	30bpm	e	ondas	P	dissociadas	dos	complexos	QRS.	Diante	do</p><p>quadro	clínico,	Indique	o	procedimento	terapêutico	específico	de	escolha	que	pode	ser	realizado	pelo	SAMU,	nesse	caso.</p><p>22	-	2022	UFSC</p><p>Considere	um	paciente	masculino,	68	anos,	ante-	cedentes	prévios	de	infarto	agudo	do	miocárdio	e	hipertensão	arterial	sistêmica.	Encontra-se	internado	na	UTI	há	2	dias</p><p>devido	à	sepse	de	foco	urinário.	Subitamente	apresenta	um	episódio	de	taquiarritmia	com	QRS	alargado	com	duração	superior	a	trinta	segundos,	frequência	cardíaca	em</p><p>torno	200	bpm,	pressão	arte-	rial	120/60	mmHg.	Assinale	a	alternativa	correta	em	relação	à	taquiarritmia	descrita	acima.</p><p>A)	O	tratamento	indicado	é	a	adenosina.</p><p>B)	Estatisticamente	é	mais	provável	tratar-se	de	uma	taquicardia	ventricular.</p><p>C)	A	pressão	arterial	estando	normal	descarta	a	possibilidade	de	taquicardia	ventricular.</p><p>D)	Se	a	origem	desta	taquicardia	for	supraventricular,	o	comportamento	esperado	é	mais	maligno	quando	comparado	à	origem	ventricular.</p><p>E)	Não	é	necessária	a	diferenciação	entre	taquicardia	ventricular	e	taquicardia	supraventricular	com	aberrância	de	condução,	pois	o	trata-	mento	será	o	mesmo	para	os</p><p>dois	tipos.</p><p>23	-	2022	UFES</p><p>Durante	o	atendimento	à	parada	cardiorrespiratória,	o	acesso	venoso	profundo	está	contraindicado.	A	explicação	que	fundamenta	tal	recomendação	é:</p><p>A)	Piora	do	prognóstico	neurológico	por	interrupção	das	compressões	torácicas.</p><p>B)	Maior	risco	de	ocorrência	de	pneumotórax.</p><p>C)	Dificuldade	técnica	no	acesso	venoso	central.</p><p>D)	Maior	incidência	de	punção	de	vasos	arteriais.</p><p>24	-	2022	UFMT</p><p>Durante	fase	inicial	de	uma	cirurgia	de	revascularização	miocárdica,	antes	da	abertura	esternal,	o	anestesiologista	observa,	no	monitor	cardíaco,	que	no	traçado	da	curva</p><p>do	pulso	venoso	jugular,	apenas	a	onda	a	(presente	anteriormente)	não	é	mais	observada.	Ao	olhar	o	traçado	eletrocardiográfico	no	monitor	cardíaco,	mais	provavelmente</p><p>aparecerá:</p><p>A)	Bloqueio	atrioventricular	de	3º	grau.</p><p>B)	Bloqueio	atrioventricular	de	2º	grau	tipo	II	(2:1).</p><p>C)	Bradicardia	sinusal.</p><p>D)	Fibrilação	atrial.</p><p>25	-	2022	UFMT</p><p>Paciente	em	recuperação,	na	UTI,	na	1ª	hora	após	revascularização	miocárdica,	em	ventilação	mecânica,	com	marcapasso	temporário.	Seu	médico	cardiologista	resolve</p><p>testar	o	grau	de	dependência	do	marca-passo	epimiocárdico,	que	está	em	70	bpm	e	com	captura	ventricular	adequada.	Ao	ser	desligado	o	gerador	do	marca-passo,	o</p><p>médico	verifica,	no	monitor	que	o	gráfico	do	pulso	venoso	jugular	passa	a	demonstrar	uma	onda	a	""em	canhão"".	Ao	olhar	para	o	monitor	cardíaco,	ele	observa	que	o</p><p>traçado	eletrocardiográfico	passou	a	demonstrar	a	presença	de</p><p>A)	Bradicardia	sinusal</p><p>B)	Flutter	atrial</p><p>C)	Bloqueio	atrioventricular	total.</p><p>D)	Bloqueio	1	grau.</p><p>26	-	2022	HCG</p><p>Dentre	as	arritmias	conhecidas,	qual	é	a	mais	comum	durante	atendimentos	de	emergência?</p><p>A)	Extrassistolia	ventricular.</p><p>B)	Taquicardia	sinusal.</p><p>C)	Fibrilação	atrial.</p><p>D)	Taquicardia	ventricular.</p><p>27	-	2022	SES	-	DF</p><p>Um	paciente	de	45	anos	de	idade	vem	apresentando	sintomas	de	palpitação,	mal-estar	e	sudorese	profusa	no	decorrer	da	hemodiálise.	Em	cada	sessão,	são	ultrafiltrados</p><p>4	litros	em	duas	horas	e	meia.	Na	última	diálise,	o	paciente	ficou	com	hipotensão	=	85	mmHg	x	40	mmHg,	SatO2	=	94%	em	ar	ambiente	e	frequência	cardíaca	conforme	o</p><p>eletrocardiograma	a	seguir.	Com	base	nesse	caso	clínico	e	nos	conhecimentos	médicos	correlatos,	julgue	o	item	a	seguir.	Provavelmente,	no	período	do	eletro	de	repouso,</p><p>o	intervalo	PR	seja	normal.</p><p>A)	CERTO</p><p>B)	ERRADO</p><p>28	-	2022	SES	-	DF</p><p>Um	paciente	de	45	anos	de	idade	vem	apresentando	sintomas	de	palpitação,	mal-estar	e	sudorese	profusa	no	decorrer	da	hemodiálise.	Em	cada	sessão,	são	ultrafiltrados</p><p>4	litros	em	duas	horas	e	meia.	Na	última	diálise,	o	paciente	ficou	com	hipotensão	=	85	mmHg	x	40	mmHg,	SatO2	=	94%	em	ar	ambiente	e	frequência	cardíaca	conforme	o</p><p>eletrocardiograma	a	seguir.	Com	base	nesse	caso	clínico	e	nos	conhecimentos	médicos	correlatos,	julgue	o	item	a	seguir.	Tratamento	com	sotalol	é	o	padrão-ouro,	no	caso</p><p>desse	paciente,	para	tratamento	em	longo	prazo.</p><p>A)	CERTO</p><p>B)	ERRADO</p><p>29	-	2022	SES	-	DF</p><p>Um	paciente	de	45	anos	de	idade	vem	apresentando	sintomas	de	palpitação,	mal-estar	e	sudorese	profusa	no	decorrer	da	hemodiálise.	Em	cada	sessão,	são	ultrafiltrados</p><p>4	litros	em	duas	horas	e	meia.	Na	última	diálise,	o	paciente	ficou	com	hipotensão	=	85	mmHg	x	40	mmHg,	SatO2	=	94%	em	ar	ambiente	e	frequência	cardíaca	conforme	o</p><p>eletrocardiograma	a	seguir.	Com	base	nesse	caso	clínico	e	nos	conhecimentos	médicos	correlatos,	julgue	o	item	a	seguir.	O	risco	de	morte	súbita	para	esse	paciente	é</p><p>elevado	em	relação	à	população	normal.</p><p>A)	CERTO</p><p>B)	ERRADO</p><p>30	-	2022	SES	-	DF</p><p>Um	paciente	de	45	anos	de	idade	vem	apresentando	sintomas	de	palpitação,	mal-estar	e	sudorese	profusa	no	decorrer	da	hemodiálise.	Em	cada	sessão,	são	ultrafiltrados</p><p>4	litros	em	duas	horas	e	meia.	Na	última	diálise,	o	paciente	ficou	com	hipotensão	=	85	mmHg	x	40	mmHg,	SatO2	=	94%	em	ar	ambiente	e	frequência	cardíaca	conforme	o</p><p>eletrocardiograma	a	seguir.	Com	base	nesse	caso	clínico	e	nos	conhecimentos	médicos	correlatos,	julgue	o	item	a	seguir.	Cardioversão	é	o	melhor	tratamento	para	manejo</p><p>agudo.</p><p>A)	CERTO</p><p>B)	ERRADO</p><p>31	-	2022	SURCE</p><p>Homem,	70	anos,	procura	atendimento	médico	em	Unidade	Básica	de	Saúde	devido	a	episódio	de	fraqueza	em	hemicorpo	à	direita	e	dificuldade	na	fala,	durante	1	hora,</p><p>que	aconteceram	há	duas	semanas.	Paciente	procurou,	naquela	ocasião,	emergência	médica	onde	fez	tomografia	de	crânio	e	doppler	de	carótidas	e	vertebrais	com	laudos</p><p>normais,	 exames	de	 sangue	que	não	mostraram	alterações,	 e	 eletrocardiograma	que	mostrou	 fibrilação	atrial.	 Paciente	optou	por	não	permanecer	 internado,	 saiu	do</p><p>hospital	sem	nenhuma	prescrição	médica	e	veio	à	consulta	hoje,	devido	ao	""medo	de	sentir	novamente	os	sintomas""	e	querendo	saber	qual	o	melhor	tratamento	que</p><p>deve	fazer	para	evitar	essa	recorrência.	Tem	antecedente	de	febre	reumática	com	necessidade	de	troca	valvar	(válvula	metálica)	há	5	anos,	mas	vinha	em	uso	irregular	de</p><p>suas	medicações.	No	momento	está	 sem	utilizar	nenhuma.	Pulso:	80bpm,	PA:120x80mmHg.	Exame	neurológico	 sem	alterações.	Qual	medicação	está	 indicada	para	a</p><p>profilaxia	secundária,	nesse	paciente?</p><p>A)	Ácido	acetil	salicílico.</p><p>B)	Clopidogrel.</p><p>C)	Apixabana.</p><p>D)	Varfarina.</p><p>32	-	2022	SURCE</p><p>Mulher,	 56	 anos,	 hipertensa	 e	 diabética	 chegou	 na	 emergência	 referindo	 palpitação	 e	 taquicardia	 há	 3	 dias.	 Refere	 episódios	 semelhantes,	 esporadicamente,	 que</p><p>costumam	melhorar	espontaneamente,	porém	o	episódio	atual	não	melhorou,	procurando	então	a	emergência.	Chegou	com	pressão	arterial	=	120	x	80	mmHg,	frequência</p><p>cardíaca	=	140	batimentos	por	minuto	e	o	eletrocardiograma	está	abaixo.	Qual	é	a	melhor	conduta	para	essa	paciente?</p><p>A)	Cloridrato	de	amiodarona	endovenoso	e	ablação	posterior.</p><p>B)	Cloridrato	de	amiodarona	endovenoso	e	anticoagulação.</p><p>C)	Tartarato	de	metoprolol	endovenoso	e	anticoagulação.</p><p>D)	Cardioversão	elétrica	com	100	J	e	anticoagulação.</p><p>33	-	2022	PSU	-	MG</p><p>Mulher	de	66	anos	 relata	vários	episódios	de	perda	 súbita	da	 consciência,	 precedida	de	náuseas,	palidez	 cutânea	e	 sudorese,	 com	 recuperação	 completa	em	até	um</p><p>minuto.	O	primeiro	evento	ocorreu	quando	tinha	22	anos.	O	evento	mais	recente	ocorreu	após	30	minutos	em	ortostatismo	em	local	com	temperatura	ambiente	alta.	É</p><p>portadora	de	hipertensão	arterial	 sistêmica	diagnosticada	há	 três	 anos,	 desde	quando	está	em	 tratamento	 regular	 com	anlodipino	e	 clortalidona.	Ao	exame	 físico,	 na</p><p>posição	deitada:	PA	150/86mmHg</p><p>e	FC	76bpm;	em	ortostatismo:	PA	134/80mmHg	e	FC	92bpm.	O	restante	do	exame	físico	não	apresentou	alterações	significativas.	O</p><p>eletrocardiograma	realizado	na	consulta	pode	ser	visto	abaixo:	Assinale	a	alternativa	que	apresenta	o	exame	MAIS	INDICADO	para	a	propedêutica	dessa	paciente?</p><p>A)	Duplex	scan	das	artérias	cervicais</p><p>B)	Holter	de	24h</p><p>C)	Monitoramento	ambulatorial	da	pressão	arterial</p><p>D)	Teste	de	inclinação	(tilttest)</p><p>34	-	2022	HCPA</p><p>Paciente	de	55	anos	foi	hospitalizada	por	insuficiência	cardíaca,	tendo	evoluído	para	parada	cardíaca.	Exames	laboratoriais	iniciais	indicaram	potássio	de	3	mEq/l	(valor	de</p><p>referência:	3,6-5,2	mEq/l),	magnésio	de	1,2	mg/dl	(valor	de	referência:	1,7-2,1	mg/dl)	e	creatinina	de	0,8	mg/dl	(valor	de	referência:	0,6-1,3	mg/dl).	O	eletrocardiograma</p><p>reproduzido	abaixo	mostra	o	ritmo	inicial.	Com	base	nas	informações,	assinale	a	alternativa	que	contempla	o	tratamento	apropriado	para	a	paciente.</p><p>A)	Choque	sincronizado	e	reposição	de	potássio	e	magnésio</p><p>B)	Choque	sincronizado	e	reposição	de	potássio	e	bicarbonato</p><p>C)	Choque	não	sincronizado,	reposição	de	magnésio	e	administração	de	furosemida</p><p>D)	Choque	não	sincronizado	e	reposição	de	magnésio	apenas</p><p>35	-	2022	UNINOVE</p><p>Um	socorrista	carrega	o	desfibrilador,	e	outro	reinicia	as	compressões	torácicas,	até	o	dispositivo	estar	pronto	para	desfibrilar.	Os	procedimentos	corretos	estão	listados	na</p><p>alternativa:</p><p>A)	Realiza-se	prévio	aviso	para	todos	se	afastarem	e,	imediatamente	após	o	choque,	as	compressões	torácicas	não	devem	ser	reiniciadas,	sendo	mantidas	continuamente</p><p>por	2	minutos,	ao	fim	dos	quais	todos	devem	se	afastar	do	paciente	para	que	o	ritmo	seja	reavaliado.</p><p>B)	Realiza-se	prévio	aviso	para	todos	se	afastarem	e,	imediatamente	após	o	choque,	as	compressões	torácicas	devem	ser	reiniciadas,	sendo	mantidas	continuamente	por</p><p>2	minutos,	ao	fim	dos	quais	todos	devem	se	afastar	do	paciente	para	que	o	ritmo	seja	reavaliado.</p><p>C)	Realiza-se	prévio	aviso	para	todos	se	afastarem	e,	imediatamente	após	o	choque,	as	compressões	torácicas	devem	ser	reiniciadas,	sendo	mantidas	continuamente	por</p><p>5	minutos,	ao	fim	dos	quais	todos	devem	se	afastar	do	paciente	para	que	o	ritmo	seja	reavaliado.</p><p>D)	Realiza-se	prévio	aviso	para	todos	se	afastarem	e,	imediatamente	após	o	choque,	as	compressões	torácicas	devem	ser	reiniciadas,	sendo	mantidas	continuamente	por</p><p>2	minutos,	ao	fim	dos	quais	todos	não	devem	nunca	se	afastar	do	paciente	para	que	o	ritmo	seja	reavaliado.</p><p>36	-	2022	SCMSJC</p><p>Segundo	a	mais	recente	diretriz	do	Suporte	Avançado	de	Vida	em	Cardiologia,	a	cadeia	de	sobrevivência	para	pacientes	que	apresentam	parada	cardiorrespiratória	INTRA-</p><p>HOSPITALAR	é:</p><p>A)	(i)	Reconhecimento	e	prevenção	precoces	–	(ii)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(iii)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(iv)	desfibrilação	–</p><p>(v)	cuidados	pós-parada	cardiorrespiratória	–	(vi)	recuperação.</p><p>B)	(i)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(ii)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(iii)	desfibrilação	–	(iv)	ressuscitação	avançada	–	(v)	cuidados</p><p>pós-parada	cardiorrespiratória	–	(vi)	recuperação.</p><p>C)	(i)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(ii)	desfibrilação	–	(iii)	ressuscitação	avançada	–	(iv)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(v)	cuidados</p><p>pós-parada	cardiorrespiratória	–	(vi)	recuperação.</p><p>D)	(i)	desfibrilação	–	(ii)	ressuscitação	avançada	–	(iii)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(iv)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(v)	recuperação</p><p>–	(vi)	cuidados	pós-parada	cardiorrespiratória.</p><p>37	-	2022	SMS	-	PIRACICABA</p><p>Atualmente	são	considerados	medicamentos	úteis	no	tratamento	da	fibrilação	ventricular:</p><p>A)	epinefrina,	apenas.</p><p>B)	amiodarona,	apenas.</p><p>C)	epinefrina	e	amiodarona,	apenas.</p><p>D)	epinefrina,	amiodarona	e	lidocaína.</p><p>E)	epinefrina	e	lidocaína,	apenas.</p><p>38	-	2022	UNINOVE</p><p>No	desfibrilador	bifásico,	a	energia	do	choque	deve	ser	entre	120	e	200	J	na	Ressuscitação	Cardiopulmonar,	conforme	as	orientações	do	fabricante.	Sendo	correto	que:</p><p>A)	Se	o	socorrista	desconhece	as	orientações	do	fabricante,	o	choque	deve	ser	administrado	com	a	energia	máxima	disponível	no	aparelho.</p><p>B)	Se	o	socorrista	desconhece	as	orientações	do	fabricante,	o	choque	nunca	deve	ser	administrado	com	a	energia	máxima	disponível	no	aparelho.</p><p>C)	Se	o	socorrista	desconhece	as	orientações	do	fabricante,	o	choque	deve	ser	administrado	com	a	energia	mínima	disponível	no	aparelho.</p><p>D)	Se	o	socorrista	desconhece	as	orientações	do	fabricante,	o	choque	deve	ser	administrado	com	a	energia	máxima	não	disponível	no	aparelho.</p><p>39	-	2022	SCMSJC</p><p>Paciente	 de	 55	 anos,	 chega	 ao	 pronto	 socorro	 trazido	 por	 resgate	 médico.	 Chega	 inconsciente	 e	 imediatamente	 é	 levado	 para	 a	 sala	 de	 emergência.	 Paciente	 é</p><p>monitorizado	e	o	ritmo	encontrado	é	o	mostrado	na	imagem.	Qual	sua	conduta?</p><p>A)	Iniciar	expansão	volêmica.</p><p>B)	Verificar	pulso.</p><p>C)	Solicitar	exames	toxicológicos.</p><p>D)	Indicar	intubação	orotraqueal.</p><p>40	-	2022	SCMSJC</p><p>Durante	a	reanimação	de	um	paciente	em	parada	cardiorrespiratória,	o	paciente	que	pode	se	beneficiar	da	administração	de	sulfato	de	magnésio	é	o	que	apresente	qual</p><p>dos	seguintes	traçados?</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>41	-	2022	SMS	-	PIRACICABA</p><p>Paciente	de	24	anos	queixa-se	de	prostração	e	palpitação	há	um	dia.	O	 traçado	do	monitor	é	mostrado	a	seguir.	A	saturação	de	oxigênio	encontra-se	em	93%	em	ar</p><p>ambiente	e	a	PA	em	90	x	60	mmHg.	Há	sinais	de	desidratação	e	temperatura	de	38	oC.	Nesse	momento,	recomenda-se:</p><p>A)	Realização	de	cardioversão	elétrica	com	100	J.</p><p>B)	Tratamento	da	febre	e	da	desidratação.</p><p>C)	Introdução	de	amiodarona	150	mg	em	infusão	lenta.</p><p>D)	Introdução	de	adenosina	6	mg	em	infusão	rápida.</p><p>E)	Introdução	de	metoprolol	5	mg	em	infusão	lenta.</p><p>42	-	2022	PUC	-	SP</p><p>Você,	médico	residente,	está	andando	na	rua	voltando	para	casa	após	o	plantão	noturno	para	completar	a	renda,	quando	encontra	um	idoso	pedindo	ajuda,	pálido	e	com</p><p>dor	no	peito.	Ao	se	aproximar,	o	idoso	cai	no	chão,	arresponsivo.	Está	sem	pulso.	Após	avaliar	segurança	da	cena	e	pedir	ajuda,	qual	deve	ser	a	próxima	conduta	imediata</p><p>neste	caso?</p><p>A)	Promover	abertura	de	via	aérea	e	fazer	respiração	boca-a-boca	intercalada	com	compressões	torácicas	efetivas.</p><p>B)	Ventilação	boca-a-boca,	e	então	iniciar	manobras	de	ressuscitação	cardiopulmonar	com	100	movimentos/minuto.</p><p>C)	Aguardar	a	chegada	do	desfibrilador	externo	automático,	pela	alta	possibilidade	de	ritmo	chocável.</p><p>D)	Compressões	torácicas	efetivas,	enquanto	aguarda	a	chegada	de	ajuda/desfibrilador	externo	automático.</p><p>43	-	2022	UNOESTE</p><p>No	atendimento	a	uma	parada	cardiorrespiratória,	o	fator	inicial	para	diminuição	de	mortalidade	é:</p><p>A)	intubação	orotraqueal	precoce.</p><p>B)	administração	de	adrenalina.</p><p>C)	compressão	torácica	efetiva.</p><p>D)	ventilação	com	máscara	com	reservatório.</p><p>E)	cardioversão	elétrica.</p><p>44	-	2022	HSL	-	RP</p><p>A	transição	bem-sucedida	para	a	vida	extrauterina	depende	do	sucesso	de	quais	fatores?</p><p>A)	Respiração,	troca	gasosa	e	esvaziamento	do	líquido	dos	pulmões.</p><p>B)	Troca	gasosa,	remodelação	vascular	e	níveis	de	epinefrina	e	cortisol.</p><p>C)	Níveis	de	cortisol	e	lactato	e	IG.</p><p>D)	Respiração,	remodelação	vascular	e	manejo	independente	de	glicose/energia.</p><p>45	-	2022	ISCMB</p><p>A	presença	da	“Onda	U”,	no	traçado	elétrico,	está	relacionado	com:</p><p>A)	Pré-potenciais	de	atividade	gatilho.</p><p>B)	Repolarização	tardia	das	fibras	de	Purkinje.</p><p>C)	Despolarização	rápida	dos	músculos	papilares.</p><p>D)	Potenciais	residuais	prematuros	do	septo.</p><p>E)	N.D.A.</p><p>46	-	2022	PUC	-	SP</p><p>Assinale	a	alternativa	CORRETA:</p><p>A)	Na	osteoartrite,	glicosamina	e	condroitina	melhoram	a	dor	e	evitam	dano	estrutural,	anti-inflamatórios	tópicos	são	contraindicados	e	hidroxicloroquina	está	indicada.</p><p>B)	 Na	 glomerulonefrite	 lúpica	 classe	 IV,	 30%	 de	 glomérulos	 são	 acometidos	 por	 proliferação	 celular	 na	microscopia	 ótica;	 diminuição	 do	 C3	 sérico,	 mas	 não	 do	 C4,</p><p>hematúria	e	proteinúria.</p><p>C)	Nas	crises	de	enxaqueca	resistente	ao	tratamento	com	analgésicos	(como	a	dipirona)	e	anti-inflamatórios	(como	o	cetoprofeno)	o	próximo	passo	é	utilizar</p><p>tramadol	ou</p><p>morfina.</p><p>D)	Entre	os	fármacos	que	podem	causar	taquicardia	polimórfica	devido	ao	prolongamento	de	QT	estão	os	antidepressivos	tricíclicos,	a	azitromicina	e	fenotiazinas.</p><p>47	-	2022	REVALIDA	-	USP	SP</p><p>Homem	de	45	anos	de	idade,	morador	de	rua,	sem	comorbidades	conhecidas,	foi	encontrado	desacordado	em	via	pública,	e	encaminhado	ao	pronto-socorro,	sem	mais</p><p>nenhuma	informação.	Foi	realizado	um	ECG,	 ilustrado	a	seguir.	Logo	após	evoluiu	com	PCR	em	AESP	após	5	minutos	da	admissão.	Qual	é	a	etiologia	mais	provável	do</p><p>quadro	clínico	apresentado?</p><p>A)	Hipocalemia</p><p>B)	IAM	com	supradesnivelamento	do	seguimento	ST</p><p>C)	Tamponamento	cardíaco	secundário	a	pericardite	aguda</p><p>D)	Hipotermia</p><p>48	-	2022	ABC</p><p>Paciente	de	68	anos	apresenta	quadro	progressivo	de	dispneia.	Hoje,	apresentou	quadro	de	tontura	seguida	de	síncope.	O	traçado	do	ECG	está	a	seguir:	Nesse	momento,</p><p>com	relação	ao	diagnóstico	e	à	respectiva	conduta,	é	correto	afirmar:</p><p>A)	bradicardia	sinusal,	dopamina	em	infusão	contínua.</p><p>B)	bloqueio	atrioventricular	de	1º	grau,	bolus	de	atropina.</p><p>C)	bloqueio	atrioventricular	de	2º	grau	Mobitz	I,	bolus	de	atropina.</p><p>D)	bloqueio	atrioventricular	de	2º	grau	Mobitz	II,	colocação	de	marca-passo	externo.</p><p>E)	bloqueio	atrioventricular,	colocação	de	marca-passo	externo.</p><p>49	-	2022	ISCMB</p><p>Alteração	 no	 Eletrocardiograma	 que	 evidencia	 sobrecarga	 ventricular	 esquerda.	 Poderá	 ser	 utilizado	 este	 Índice	 para	 confirmar	 o	 diagnóstico,	 por	meio	 da	 adição	 da</p><p>amplitude	da	onda	R,	na	derivação	aVL,	com	a	amplitude	da	onda	S	de	V3,	sendo	positivo	quando	o	valor	 for	maior	que	20	e	28	milímetros	para	mulheres	e	homens,</p><p>respectivamente:</p><p>A)	Índice	de	Barth.</p><p>B)	Índice	de	Romhilt-Estes.</p><p>C)	Índice	de	Cornell.</p><p>D)	Índice	de	Laureyns.</p><p>E)	N.D.A.</p><p>50	-	2022	FMJ</p><p>Mulher	de	76	anos	é	encaminhada	para	 cardiologista	para	 investigação	de	3	episódios	de	 síncope.	 Faz	uso	de	hidroclorotiazida	25	mg/dia,	 losartana	50	mg	12/12h	e</p><p>atenolol	25	mg	de	12/12h,	para	tratamento	de	hipertensão	arterial.	Ao	exame	físico,	apresentava-se	corada,	hidratada,	PA	138	x	86	mmHg,	anictérica,	afebril.	Aparelho</p><p>respiratório:	murmúrios	vesiculares	presentes,	sem	ruídos	adventícios,	frequência	respiratória	de	20	incursões	por	minuto.	Aparelho	cardiovascular:	ritmo	cardíaco	regular,</p><p>em	2	tempos,	frequência	de	74	bpm.	Abdome:	ruídos	presentes,	flácido,	indolor	à	palpação.	Extremidades	sem	edema,	pulsos	presentes.	Eletrocardiograma	com	bloqueio</p><p>trifascicular.	 Trazia	 holter	 de	 24	 horas	 do	 ano	 anterior,	 que	 não	 evidenciou	 bloqueio	 atrioventricular	 total.	 Foram	 excluídas	 arritmias	 ventriculares.	 Qual	 é	 a	 conduta</p><p>adequada	nesse	caso?</p><p>A)	Implante	de	marcapasso	definitivo.</p><p>B)	Implante	de	cardioversor	desfibrilador	implantável.</p><p>C)	Suspensão	de	atenolol	e	observação.</p><p>D)	Encaminhamento	ao	pronto-socorro	para	marcapasso	transcutâneo.</p><p>E)	Contrarreferência	para	origem,	afastando	causa	cardíaca	para	síncope.</p><p>51	-	2022	HOS</p><p>Mulher,	74	anos,	 tem	diagnóstico	de	 fibrilação	atrial	paroxística.	Refere	ser	portadora	de	hipertensão	arterial	sistêmica	controlada	com	anlodipina	e	diurético	 tiazídico.</p><p>Nega	diabetes,	 outras	doenças	ou	 internações	prévias.	A	 radiografia	de	 tórax	evidencia	área	 cardíaca	normal.	Os	exames	 laboratoriais	 são	normais	e	não	há	alergias</p><p>conhecidas.	Em	relação	à	abordagem	terapêutica	da	fibrilação	atrial	nessa	paciente,	assinale	a	alternativa	correta.</p><p>A)	Iniciar	AAS	100	mg	ao	dia	e	trocar	a	anlodipina	por	metoprolol.</p><p>B)	Associar	clopidogrel	75	mg	ao	dia.</p><p>C)	Anticoagular	a	paciente	com	rivaroxabana	10	mg	ao	dia.</p><p>D)	Iniciar	apixabana	5	mg	a	cada	12	horas.</p><p>E)	Introduzir	AAS	81	mg	e	amiodarona	200	mg	ao	dia.</p><p>52	-	2022	SCMSJC</p><p>Segundo	a	mais	recente	diretriz	do	Suporte	Avançado	de	Vida	em	Cardiologia,	a	cadeia	de	sobrevivência	para	pacientes	que	apresentam	parada	cardiorrespiratória	EXTRA-</p><p>HOSPITALAR	é:</p><p>A)	(i)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(ii)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(iii)	desfibrilação	–	(iv)	ressuscitação	avançada	-	(v)	cuidados</p><p>pós-parada	cardiorrespiratória	–	(vi)	recuperação.</p><p>B)	(i)	Reconhecimento	e	prevenção	precoces	–	(ii)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(iii)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(iv)	desfibrilação	–</p><p>(v)	cuidados	pós-parada	cardiorrespiratória	–	(vi)	recuperação.</p><p>C)	(i)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(ii)	desfibrilação	–	(iii)	ressuscitação	avançada	-	(iv)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(v)	cuidados</p><p>pós-parada	cardiorrespiratória	–	(vi)	recuperação.</p><p>D)	(i)	desfibrilação	–	(ii)	ressuscitação	avançada	-	(iii)	acionamento	do	serviço	médico	de	emergência	–	(iv)	reanimação	cardiopulmonar	de	alta	qualidade	–	(v)	recuperação</p><p>–	(vi)	cuidados	pós-parada	cardiorrespiratória.</p><p>53	-	2022	UNITAU</p><p>Sexo	 feminino,	 35	 anos,	 com	 queixa	 de	 primeiro	 episódio	 de	 palpitação	 taquicárdica	 de	 início	 súbito	 sem	 fator	 desencadeante	 iniciado	 há	 cerca	 de	 20	 minutos	 do</p><p>atendimento.	 Ao	 exame	 físico:	 lúcida,	 orientada,	 PA	 110/70	mm,	 FC	160	 bpm,	AR:	MV+	 sem	RA.	 Realizado	 eletrocardiograma	a	 seguir.	Qual	 o	 diagnóstico	 e	 conduta</p><p>terapêutica	inicial	adequada?</p><p>A)	Taquicardia	ventricular	–	cardioversão	elétrica.</p><p>B)	Pré-excitação	ventricular	–	Ablação	por	cateter	com	radiofrequência</p><p>C)	Taquicardia	supraventricular	por	reentrada	nodal	–	Manobra	vagal</p><p>D)	Taquicardia	sinusal	–	Ivabradina</p><p>E)	Fibrilação	atrial	–	Amiodarona</p><p>54	-	2022	HOS</p><p>Mulher,	55	anos,	natural	do	interior	de	Minas	Gerais,	apresenta	queixa	de	palpitações	há	algum	tempo,	com	piora	nos	últimos	dois	meses.	Apresentou	dois	episódios	de</p><p>síncope	nesse	período	e	deu	entrada	no	serviço	de	emergência	com	queixa	de	astenia,	tontura,	turvação	visual,	falta	de	ar,	edema	nas	pernas	e	desconforto	torácico.	Foi</p><p>realizado	um	eletrocardiograma	que	está	ilustrado	a	seguir.	Assinale	a	alternativa	que	apresenta	a	causa	mais	provável	da	sintomatologia	apresentada.</p><p>A)	Taquicardia	atrial	com	condução	atrioventricular	variável	gerando	baixo	débito.</p><p>B)	Síndrome	coronariana	aguda.</p><p>C)	Insuficiência	cardíaca	perfil	C.</p><p>D)	Dissociação	atrioventricular.</p><p>E)	Hipotensão	postural	por	disautonomia.</p><p>55	-	2022	ISCMSC</p><p>Paciente	de	54	anos	em	pós-operatório	imediato	de	gastrectomia	total	por	adenocarcinoma	gástrico	é	encaminhado	à	unidade	de	terapia	intensiva	para	cuidados	de	pós-</p><p>operatório.	Após	algumas	horas	de	observação,	queixa	 sudorese	e,	 rapidamente	evolui	para	confusão	mental	e	hipotensão.	É	 realizado	o	eletrocardiograma	abaixo.	A</p><p>melhor	conduta	neste	caso	é:</p><p>A)	Cardioversão	elétrica.</p><p>B)	Adenosina	6mg.</p><p>C)	Adenosina	12mg.</p><p>D)	Amiodarona	300mg.</p><p>56	-	2022	SCMRP</p><p>Homem,	 72	 anos,	 hipertenso,	 diabético	 e	 dislipidêmico	 é	 levado	 ao	 pronto-socorro	 inconsciente,	 sem	 respiração	 e	 sem	 pulso.	 Foi	 admitido	 na	 sala	 de	 emergência</p><p>apresentando	o	seguinte	traçado	no	monitor:	Assinale	a	alternativa	que	apresenta	a	sequência	inicial	correta	de	condutas.</p><p>A)	1º	Desfibrilação;	2º	compressão/ventilação	por	2	minutos;	3º	verificar	se	o	ritmo	ainda	é	chocável.</p><p>B)	1º	Compressão/ventilação	por	2	minutos;	2º	desfibrilação;	3º	adrenalina/lidocaína.</p><p>C)	1º	Compressão/ventilação	por	2	minutos;	2º	adrenalina;	3º	desfibrilação.</p><p>D)	1º	Desfibrilação;	2º	amiodarona;	3º	compressão/ventilação	por	2	minutos.</p><p>E)	1º	Intubação	orotraqueal;	2º	compressão/ventilação	por	2	minutos;	3º	desfibrilação.</p><p>57	-	2022	HSL</p><p>A	bradiarritmia	que	se	caracteriza	por	aumento	progressivo	do	intervalo	PR	até	ocorrer	o	bloqueio	do	estímulo	atrial	é	chamado	de:</p><p>A)	Bloqueio	átrio	ventricular	de	2°	grau	tipo	Mobitz	I</p><p>B)	Bloqueio	átrio	ventricular	de	2°	grau	tipo	Mobitz	II</p><p>C)	Bloqueio	átrio	ventricular	de	1°	grau</p><p>D)	Bloqueio	átrio	ventricular	total</p><p>58	-	2022	HAOC</p><p>Homem	de	56	anos	de	idade	é	admitido	em	sala	de	emergência	por	palpitações	e	sensação	de	opressão	torácica.	Encontra-se	sudoreico	com	frequência	cardíaca	de	160</p><p>bpm,	 saturação	 de	 oxigênio	 de	 93%	 e	 pressão	 arterial	 de	 94x54	 mmHg.	 Eletrocardiograma	 realizado	 revelou:	 Realizada	 a	 sedação	 e	 optado	 pela	 realização	 de</p><p>cardioversão	sincronizada.	A	energia	inicial	recomendada	pelo	Advanced	Cardiac	Life	Suport	deve	ser:</p><p>A)	50J.</p><p>B)	100J.</p><p>C)	120J.</p><p>D)	200J.</p><p>E)	360J.</p><p>59	-	2022	FMJ</p><p>Um	adolescente	com	16	anos	de	idade	vem	à	consulta	de	rotina	para	um	atestado	anual	de	aptidão	para	esportes,	sem	queixas.	Refere	praticar	corrida	diariamente	pelo</p><p>menos	uma	hora	ao	dia,	 todos	os	dias,	 inclusive	aos	 finais	de	semana,	e	 já	participou	de	várias	maratonas.	Ao	exame	físico,	é	detectado	um	sopro	sistólico	de	ejeção</p><p>(fluxo)	na	borda	esternal	esquerda	 inferior	e	terceira	bulha	(B3).	O	eletrocardiograma	solicitado	demonstrou	uma	bradicardia	sinusal	 (55	batimentos/min),	um	bloqueio</p><p>atrioventricular	 (BAV)	 do	 primeiro	 grau	 e	 uma	 hipertrofia	 ventricular	 esquerda	 limítrofe.	 O	 ecocardiograma	 revelou	 um	 aumento	 discreto	 dos	 ventrículos	 direito	 e	 da</p><p>espessura	do	septo	interventricular	e	da	parede	posterior	livre	do	ventrículo	esquerdo.	Diante	da	principal	hipótese	diagnóstica,	é	correto	afirmar	que</p><p>A)	esses	achados	constituem	o	coração	de	atleta,	mas	é	importante	avaliar	globalmente	a	sua	função	cardíaca	uma	vez	que	se	trata	de	uma	patologia	em	que	é	necessária</p><p>avaliação	extensiva	dos	exames.</p><p>B)	o	sopro,	quase	sempre,	resulta	de	lesão	das	válvulas	cardíacas,	e	o	ecocardiograma	é	obrigatório	nesses	casos.</p><p>C)	se	trata	de	um	caso	de	cardiomiopatia	hipertrófica	e	deve	ser	amplamente	investigado,	pois	pode	levar	ao	evento	comum	nesses	casos,	que	é	a	morte	súbita	do	atleta.</p><p>D)	se	trata	de	um	caso	de	miocardite	viral.</p><p>E)	não	há	necessidade	de	tratamento	clínico,	mas	é	importante	um	acompanhamento	médico	por	três	me-	ses	durante	a	perda	de	condicionamento	físico	para	monitorar	a</p><p>regressão	do	VE.</p><p>60	-	2022	HOS</p><p>Lactente,	5	meses,	é	atendido	em	pronto-socorro	pediátrico,	com	queixa	materna	de	estar	hipoativo	e	“mamando	menos”.	Está	pálido,	pouco	responsivo,	com	cianose</p><p>labial	 e	 de	 extremidades.	 No	 exame	 físico,	 está	 afebril,	 com	 diminuição	 do	 nível	 de	 consciência,	 com	 frequência	 respiratória	 de	 68	movimentos/minuto	 e	 oximetria</p><p>evidenciando	saturação	de	O₂	de	85%.	PA	 inaudível.	Os	pulsos	periféricos	 são	 finos	e	o	 tempo	de	enchimento	capilar	de	5	segundos.	Um	eletrocardiograma	é	obtido:</p><p>frequência	 cardíaca	 (checada	 no	monitor)	 de	 234	 batimentos/minuto,	 QRS	 estreito,	 ritmo	 regular	 e	 dificuldade	 de	 visualização	 da	 onda	 P.O	 diagnóstico	 e	 a	 próxima</p><p>conduta	são,	respectivamente,</p><p>A)	taquicardia	sinusal;	analgésico.</p><p>B)	taquicardia	supraventricular;	massagem	carotídea.</p><p>C)	taquicardia	ventricular;	cardioversão	sincronizada.</p><p>D)	taquicardia	ventricular;	adenosina.</p><p>E)	taquicardia	supraventricular;	cardioversão	sincronizada.</p><p>61	-	2022	HMMG</p><p>Assinale	a	alternativa	correta	em	relação	aos	cuidados	pós	parada	cardiorrespiratória	(PCR).</p><p>A)	A	oxigenação	deve	ter	como	meta	uma	hiperoxigenação	inicial,	mantendo	saturação	de	oxigênio	em	torno	de	100%.</p><p>B)	Se	houver	recursos	disponíveis,	o	monitoramento	contínuo	por	eletroencefalografia	é	recomendado	para	a	detecção	e	tratamento	de	convulsões.</p><p>C)	A	pressão	arterial	sistêmica	deve	ficar	abaixo	do	percentil	5	para	a	idade	para	evitar	hipertensão	intracraniana.</p><p>D)	O	controle	direcionado	de	temperatura	(32	a	34ºC)	tem	melhor	prognóstico	do	que	o	controle	de	temperatura	entre	36	a	37,5ºC,	evitando	e	tratando	a	febre.</p><p>62	-	2022	INTO</p><p>Um	 dos	 sintomas	 tardios	 descritos	 associados	 à	 infecção	 pelo	 SARS-COV2	 é	 a	 ocorrência	 de	 episódios	 de	 intolerância	 ortostática	 (resposta	 autonômica	 anormal	 à</p><p>ortostase),	 relacionada	 à	 taquicardia	 sem	 hipotensão	 postural.	 Denominou-se	 essa	 entidade	 de	 síndrome	 da	 taquicardia	 ortostática	 postural	 (POTS),	 cujos	 critérios</p><p>diagnósticos	são:</p><p>A)	Queda	da	pressão	sistólica	em	20mmHg	e/ou	pressão	diastólica	em	10mmHg	com	mudança	para	posição	ortostática,	sem	alteração	da	frequência	cardíaca;</p><p>B)	Manutenção	da	pressão	arterial	com	aumento	da	frequência	cardíaca	em	pelo	menos	50bpm,	quando	se	assume	a	posição	ortostática	por	20	minutos;</p><p>C)	Presença	de	palpitações,	cefaleia	e	pré-síncope	quando	em	ortostase,	associado	à	pressão	arterial	mantida	e	aumento	na	frequência	cardíaca	em	pelo	menos	30bpm</p><p>por	10	minutos;</p><p>D)	Queda	da	pressão	sistólica	em	20mmHg	e/ou	pressão	diastólica	em	10mmHg	com	mudança	para	posição	ortostática,	e	aumento	da	frequência	cardíaca	em	pelo	menos</p><p>30bpm	por	15	minutos;</p><p>E)	Queda	da	pressão	arterial	diastólica	em	10mmHg	com	aumento	compensatório	da	frequência	cardíaca	em	até	45bpm,	sem	restrição	de	tempo.</p><p>63	-	2022	CEPOA</p><p>Homem	 de	 57	 anos	 chega	 ao	 pronto	 atendimento	 queixando-se	 de	 dor	 precordial	 em	 aperto	 com	 irradiação	 para	 braço	 esquerdo,	 sudorese,	 náusea	 e	 dispneia.	 No</p><p>eletrocardiograma	 de	 entrada	 foi	 detectado	 supradesnivelamento	 do	 segmento	 ST	 em	 derivações	 inferiores.	 Realizadas	 medicações	 iniciais	 na	 sala	 de	 emergência.</p><p>Enquanto	a	equipe	se	preparava	para	o	transporte	para	a	cineangiocoronariografia	de	emergência,	para	realização	de	angioplastia	primária,	o	monitor	mostrou	o	traçado</p><p>abaixo	em	ganho	máximo.	A	conduta	imediata	nessa	situação	é:</p><p>A)	Amiodarona	300	mg	IV.</p><p>B)	Checar	pulso.</p><p>C)	Desfibrilação.</p><p>D)	Amiodarona	150	mg	IV.</p><p>64	-	2022	SCM	-	BM</p><p>Um	 jovem	 agente	 policial	 apresentou	 síncope	 em	 serviço	 por	 diversas	 vezes,	 procurou	 atendimento	 médico	 e	 foi	 orientado	 a	 trabalhar	 na	 parte	 administrativa	 da</p><p>corporação.	Entretanto,	ela	se	negou	a	aceitar	a	recomendação.	Durante	o	atendimento	a	uma	ocorrência	a	policial	foi	surpreendido	por	um	tiroteio	apresentando	nova</p><p>síncope	e	morte	súbita	no	local.	Esse	trágico	fato	levou	sua	irmã	mais	nova	a	procurar	um	cardiologista	que	identificou	uma	mutação	em	um	gene	do	canal	de	potássio	no</p><p>cromossomo	7	(KCNH2).	Diante	deste	fato	qual	foi	a	provável	causa	da	morte	súbita	da	jovem	policial:</p><p>A)	Síndrome	do	QT	longo	do	tipo	I.</p><p>B)	Cardiomiopatia	arritmogênica	do	ventrículo	direito.</p><p>C)	Síndrome	do	QT	longo	do	tipo	II.</p><p>D)	Síndrome	de	Brugada.</p><p>65	-	2022	SCM	-	BM</p><p>São	indicações	de	anticoagulação	com	varfarina	na	fibrilação	atrial	em	pacientes	com	CHA2DS2Vasc	>2:</p><p>A)	Hipersensibilidade	à	rivaroxabana	e	sangramento	prévio	com	dabigatrana.</p><p>B)	Insuficiência	hepática	e	uso	de	medicamentos	que	estimulem	o	citocromo	CYP2C9.</p><p>C)	Estenose	mitral	grave	e	prótese	valvar	mecânica.</p><p>D)	Prótese	valvar	biológica	e	INR	lábil.</p><p>66	-	2022	UNIMED	-	MACAÉ</p><p>Você	está	sendo	chamado	de	emergência	ao	leito	de	uma	mulher	de	52	anos	que	foi	submetida	há	um	dia	a	uma	lobectomia	inferior	esquerda	devido	a	um	câncer	de</p><p>pulmão	não	pequenas	células.	De	acordo	com	a	enfermeira,	a	paciente	recebeu	uma	dose	de	morfina	intravenosa	de	2	mg	em	bolus	15	minutos	atrás.	Você	encontra	a</p><p>paciente	sonolenta,	com	uma	frequência	respiratória	de	9	irpm,	saturação	de	oxigênio	estável	de	97%	em	ar	ambiente.	A	frequência	cardíaca	da	paciente	é	167	bpm	e</p><p>irregular,	 a	 pressão	 arterial	 é	 73/34	mmHg.	Um	eletrocardiograma	 (ECG)	 confirma	 o	 novo	 diagnóstico	 de	 fibrilação	 atrial	 (FA).	 A	 enfermeira	 afirma	 que	 a	 taquicardia</p><p>começou	cerca	de	5	minutos	atrás.	Qual	seria	o	próximo	passo	MAIS	apropriado?</p><p>A)	Amiodarona	150	mg	IV	em	bolus;</p><p>B)	Cardioversão	elétrica	sincronizada;</p><p>C)	Naloxona	0.4	mg	IV	1x,	com	possibilidade	de	repetir	o	bolus	se	necessário;</p><p>D)	Procainamida	10	mg/Kg	IV	administrado	em	5	minutos;</p><p>E)	Metoprolol	5	mg	IV	em	bolus.</p><p>67	-	2022	UNIMED	-	RJ</p><p>Pai	adentra	a	emergência	com	filho	de	6	anos	no	colo,	desesperado,	relata	que	a	criança	""subitamente	ficou	pálida	e	suando	frio	e	quase	desmaiou""	Ao	exame	físico:</p><p>torporoso,	reagindo	pouco	as	solicitações	verbais,	palidez	cutânea,	sudorese	acentuada,	pulsos	finos,	enchimento	capilar	alentecido,	SatO2	89%	e	ECG	revela	taquicardia</p><p>supraventricular.	A	conduta	é:?</p><p>A)	Cardioversão	sincronizada;</p><p>B)	Adenosina;</p><p>C)	Amiodarona;</p><p>D)	Propanolol.</p><p>68	-	2022	SMA	-	VR</p><p>A	síncope	é	uma	perda	transitória	e	autolimitada	da	consciência.	São	fatores	de	alto	risco	que	indicam	hospitalização	ou	investigação	intensiva	da	síncope,	exceto:</p><p>A)	História	familiar	de	morte	súbita.</p><p>B)	Glicemia	inferior	a	60	mg/dL	após	consumo	de	alimentos	com	açúcar.</p><p>C)	Intervalo	QT	prolongado	(>	500	ms).</p><p>D)	Bloqueio	bi	ou	trifascicular	ou	retardo	da	condução	intraventricular	com	duração	de	QRS	≥	120	ms.</p><p>E)	Alterações	isquêmicas	no	eletrocardiograma	(ECG).</p><p>69	-	2022	FESO</p><p>São	causas	reversíveis	de	disfunção	do	nó	SA,	EXCETO:</p><p>A)	Hipotermia</p><p>B)	Hipotireoidismo</p><p>C)	Aumento	da	pressão	intracraniana</p><p>D)	Toxicidade	por	lítio</p><p>E)	Radioterapia</p><p>70	-	2022	FESO</p><p>Quanto	ao	uso	dos	novos	anticoagulantes	é	CORRETO	afirmar:</p><p>A)	Não	são	inferiores	ao	antivitamina	K	no	tratamento	da	síndrome	de	anticorpo	antifosfolípideos</p><p>B)	Não	são	inferiores	no	tratamento	inicial	de	tromboembolismo	pulmonar	submáximo</p><p>C)	Não	são	inferiores	aos	antivitamina	K	na	prevenção	de	AVC	embólico	na	fibrilação	atrial	sem	valvopatia	ou	com	valvopatia	leve</p><p>D)	Considerando	seu	custo,	deverá	ser	primeira	opção	no	tratamento	da	trombose	venosa	profunda</p><p>E)	A	incidência	de	sangramento	maior	é	superior	quando	comparados	com	os	antivitamina	K</p><p>71	-	2022	HNSC</p><p>O	achado	eletrocardiográfico	no	qual	todas	as	ondas	P	normais	são	seguidas	de	complexos	QRS,	mas	o	intervalo	P-R	é	mais	longo	do	que	o	normal	(>0,2	segundos)	é:</p><p>A)	Bloqueio	átrio	ventricular	total.</p><p>B)	Bloqueio	átrio	ventricular	de	2o	grau.</p><p>C)	Bloqueio	átrio	ventricular	de	1o	grau.</p><p>D)	Extrassístoles	ventriculares.</p><p>72	-	2022	HEVV</p><p>Assinale	a	alternativa	que	apresenta	a	causa	que	pode	determinar	a	ocorrência	de	flutter	atrial:</p><p>A)	Cardiopatia	hipertensiva.</p><p>B)	Infarto	agudo	do	miocárdio.</p><p>C)	Miocardiopatia	dilatada.</p><p>D)	Cardiopatia	chagásica	aguda.</p><p>73	-	2022	HCSVP	-	PR</p><p>A	 arritmia	 cardíaca	 caracterizada	 por	 apresentar	 irregularidade	 do	 intervalo	 R-R,	 ausência	 de	 onda	 P,	 QRS	 estreito	 (exceto	 se	 houver	 bloqueio	 de	 ramo	 associado)	 e</p><p>geralmente	aumento	de	frequência	cardíaca	é	o	(a):</p><p>A)	Flutter	atrial.</p><p>B)	Taquicardia	supraventricular	paroxística.</p><p>C)	Taquicardia	atrial	multifocal.</p><p>D)	Taquicardia	ventricular	bidirecional.</p><p>E)	Fibrilação	atrial.</p><p>74	-	2022	UNIRG</p><p>Paciente	de	60	anos,	masculino,	hipertenso	controlado	com	hidroclorotiazida	e	enalapril,	procura	o	médico	da	Unidade	Básica	de	Saúde	com	queixa	de	síncope.	Relata	que</p><p>apresentou	um	episódio	quando	estava	de	pé,	enquanto	trabalhava	como	vigilante	de	shopping.	Nega	dor	torácica,	dispneia,	palpitações	ou	quadros	prévios	e	relata	que,</p><p>antes	do	episódio,	apresentou	tontura,	escurecimento	visual	e	sudorese.	Exame	físico	normal,	com	ausculta	cardiopulmonar	sem	alterações.	A	respeito	do	referido	caso,</p><p>assinale	a	alternativa	correta.</p><p>A)	O	paciente	deve	ser	prontamente	encaminhado	para	uma	avaliação	com	cardiologista,	pois	apresenta	elevado	risco	cardiovascular	e	sua	síncope	é	de	origem	cardíaca.</p><p>B)	Deve-se	solicitar	ultrassom	de	vasos	cervicais	na	rotina	para	o	paciente,	pois	uma	estenose	de	artéria	carótida	unilateral	pode	ser	causa	de	hipofluxo	cerebral	global.</p><p>C)	A	princípio,	o	paciente	não	apresentou	um	quadro	sincopal	grave,	com	a	história	aproximando	o	diagnóstico	de	uma	síncope	reflexa	ou	neuromediada.</p><p>D)	Diagnósticos	diferenciais	devem	ser	realizados	na	avaliação	do	quadro	do	paciente,	como	crise	convulsiva.	Sobre	o	quadro	convulsivo,	pode-se	presumir	que	o	paciente</p><p>teve	um	primeiro	episódio,	e,	por	isso,	deve-se	realizar	um	exame	de	imagem	do	sistema	nervoso	central.</p><p>75	-	2022	HSD	-	MA</p><p>A	ocorrência	da	grave	arritmia	""Torsade	de	Pointes""	está	mais	frequentemente	associada	a	qual	das	alterações	eletrocardiográficas	abaixo?</p><p>A)	Aumento	do	intervalo	QT.</p><p>B)	Fibrilação	atrial	em	paciente	com	pré-excitação	ventricular.</p><p>C)	Aparecimento	da	onda	U.</p><p>D)	Ausência	da	onda	P	de	forma	variável.</p><p>E)	Bloqueio	AV	2º	grau	Mobitz	2.</p><p>76	-	2022	FUBOG</p><p>O	eletrocardiograma	 realiza	a	 reprodução	gráfica	da	atividade	elétrica	do	coração	durante	o	 seu	 funcionamento,	 registrada	a	partir	da	superfície	do	corpo.	Quanto	às</p><p>principais	alterações	eletrocardiográficas,	onda	P	com	orientação	normal	e	frequência	cardíaca	<	50	bpm	denotam:</p><p>A)	Parada	sinusal.</p><p>B)	Bloqueio	sinoatrial	(BSA).</p><p>C)	Bradicardia	sinusal.</p><p>D)	Bloqueio	de	ramo	esquerdo	(BRE).</p><p>77	-	2022	COC</p><p>Um	paciente	de	58	anos,	com	antecedente	de	hipertensão	arterial	sistêmica	e	diabetes	mellitus,	em	uso	de	enalapril,	hidroclorotiazida	e	metformina,	vem	apresentando</p><p>episódios	de	perda	de	consciência	com	períodos	 intercrise	cada	vez	menores.	Há	relatos	de	ser	visto	vígil,	e,	subitamente,	apresentou	perda	total	da	consciência,	sem</p><p>pródromos,	 caindo	 da	 própria	 altura	 sem	 defesa.	 Ao	 recobrar	 o	 nível	 neurológico,	 alguns	 segundos	 após	 o	 evento,	 costuma	 apresentar-se	 discretamente	 confuso	 e</p><p>desorientado.	Assinale	a	alternativa	que	contempla	a	hipótese	diagnóstica	correta:</p><p>A)	Sincope	cardiogênica</p><p>B)	Lipotimia	por	hipertensão</p><p>C)	Sincope	neuromediada</p><p>D)	Pré-sincope	por	hipoglicemia</p><p>E)	Sincope	por	crise	convulsiva</p><p>78	-	2022	SESAP</p><p>Diante	de	uma	parada	cardiorrespiratória,	qual	das	alternativas	abaixo	descreve	o	elemento	de	maior	impacto	para	o	sucesso	da	reanimação	e	aumento	na	probabilidade</p><p>de	sobrevivência?</p><p>A)	Brevidade	na	identificação	do	ritmo	cardíaco.</p><p>B)	Iniciação	rápida	das	manobras	de	ressuscitação.</p><p>C)	Tempo	para	desfibrilação.</p><p>D)	Rapidez	na	intubação.</p><p>79	-	2022	COC</p><p>Durante	culto	em	ambiente	fechado,	uma	menina	de	14	anos	sente	""tonturas""	e	""perda	de	visão"",	seguidas	de	perda	de	consciência.	A	paciente	tentou	se	agarrar	nos</p><p>familiares	e	teve	uma	queda	lenta.	O	quadro	foi	acompanhado	de	tremor,	sudorese,	palidez,	taquicardia	e	vômitos.	A	adolescente	refere	que	se	lembra	vagamente	dos</p><p>fatos	e	que	já	apresentou	8	episódios,	com	completa	recuperação	após	as	crises.	O	tilt	test	foi	positivo.	Assinale	a	alternativa	que	apresenta	o	diagnóstico	clínico	mais</p><p>provável	e	a	conduta	indicada	para	profilaxia	de	outras	crises:</p><p>A)	Epilepsia	generalizada;	ácido	valproico</p><p>B)	Crise	de	simulação;	orientação	psicológica</p><p>C)	Sincope	vasovagal;	dieta	rica	em	sal,	aumento	da	ingestão	de	líquidos	e	uso	de	betabloqueador</p><p>D)	Sincope	vagal;	dieta	rica	em	sal,	aumento	da	ingestão	de	líquidos	e	uso	de	atropina</p><p>E)	Somatização	(histeria);	avaliação	psiquiátrica</p><p>80	-	2022	HV	-	AL</p><p>Sobre	as	Arritmias	em	oncopediatria,	assinale	a	alternativa	incorreta.</p><p>A)	Os	pacientes	que	serão	submetidos	a	quimioterapias	potencialmente	cardiotóxicas	devem	realizar	um	ECG	prévio	para	diagnóstico,	e	fazer	seguimento	cardiológico	pós-</p><p>quimioterapia.</p><p>B)	Os	pacientes	que	apresentarem	alterações	no	ECG	devem	 realizar	 a	monitoração	eletrocardiográfica	de	24	horas	 (Holter)	 e	a	monitoração	hemodinâmica	 contínua</p><p>durante	a	quimioterapia.</p><p>C)	Na	 rotina	do	paciente	que	apresenta	alterações	eletrocardiográficas,	deve-se	 incluir	o	ECG	antes	de	cada	novo	ciclo	de	quimioterapia,	especialmente	nos	casos	de</p><p>usuários	de	ATO	(trióxido	de	arsênio).</p><p>D)	Nas	arritmias	de	QT	prolongado	e	torsades	de	pointes,	deve-se	realizar	sulfato	de	magnésio	na	dose	de	50	a	85mg/Kg	em	30	minutos.</p><p>81	-	2022	FHSTE</p><p>Paciente	do	sexo	feminino	admitida	em	unidade	de	saúde	por	tonturas,	mal-estar	e	palpitações,	palidez	cutânea	e	confusão	mental.	Taquicárdica	com	crepitantes	bibasais.</p><p>PA:	68	x	53	mmHg,	pulso	fino	e	monitorização	com	taquiarritmia	de	QRS	alargado.	A	MELHOR	opção	é:</p><p>A)	Desfibrilação</p><p>B)	Manobra	vagal	e	adenosina</p><p>C)	Amiodarona	em	bolus</p><p>D)	Cardioversão	elétrica</p><p>82	-	2022	IO</p><p>O	uso	de	betabloqueadores	via	oral	ou	intravenosa	após	a	PCR	por	FV/TVSP	mostrou	reduzir	mortalidade	72	horas	após	e	em	6	meses.	Está	CORRETO	o	item:</p><p>A)	Não	podem	levar	à	piora	hemodinâmica,	exacerbar	sinais	de	Insuficiência	Cardíaca	(IC)	e	causar	arritmias.</p><p>B)	No	entanto,	podem	levar	à	piora	hemodinâmica,	e	nunca	exacerbar	sinais	de	Insuficiência	Cardíaca	(IC)	e	causar	arritmias.</p><p>C)	No	entanto,	podem	levar	à	piora	hemodinâmica,	exacerbar	sinais	de	Insuficiência	Cardíaca	(IC)	e	causar	arritmias.</p><p>D)	No	entanto,	podem	levar	à	piora	hemodinâmica,	exacerbar	sinais	de	Insuficiência	Cardíaca	(IC)	e	não	causar	arritmias.</p><p>83	-	2022	ENARE</p><p>Qual	das	seguintes	taquiarritmias	apresenta	complexo	QRS	estreito	e	regular?</p><p>A)	Fibrilação	atrial.</p><p>B)	Torsades	de	Pointes.</p><p>C)	Taquicardia	atrial.</p><p>D)	Taquicardia	de	movimento	circular	antidrômica.</p><p>E)	Flutter	atrial	com	bloqueio	AV	variado.</p><p>84	-	2022	IHOA</p><p>Com	relação	à	Fibrilação	Atrial	(FA),	assinale	a	alternativa	correta:</p><p>A)	a	FA	paroxística	diminui	sua	incidência	com	o	aumento	da	idade</p><p>B)	a	FA	apresenta	baixa	morbimortalidade	em	mulheres	hipertensas	acima	de	80	anos</p><p>C)	a	FA	persistente	é	a	forma	mais	comum	de	apresentação</p><p>D)	a	FA	paroxística	que	apresenta	reversão	espontânea	apresenta	baixa	taxa	de	recorrência,	e	o	paciente	pode	ser	mantido	sem	anticoagulação,	independentemente	de</p><p>outros	fatores	de	risco</p><p>85	-	2022	UFJ</p><p>A	melhor	conduta	diante	de	uma	idosa	com	doença	de	Chagas	que	apresenta	taquicardia	ventricular	sustentada,	FC	155bpm	e	PA	85x55mmHg	é:</p><p>A)	amiodarona	endovenosa.</p><p>B)	lidocaína	endovenosa.</p><p>C)	cardioversão	elétrica.</p><p>D)	implante	imediato	de	cardiodesfibrilador.</p><p>86	-	2022	IO</p><p>Em	adultos	com	FV/TVSP,	observou-se	que	a	administração	de	amiodarona	300	mg	ou	5	mg/kg	melhorou	a	 sobrevida	à	admissão	hospitalar,	quando	comparada	com</p><p>placebo	ou	administração	de	lidocaína.	No	entanto,	não	houve	melhora	do	prognóstico	neurológico.	Podemos	indicar	como	CORRETO	que:</p><p>A)	A	amiodarona	não	pode	ser	considerada	para	FV/TVSP	que	não	responde	à	RCP,	desfibrilação	e	terapêutica	vasopressora.</p><p>B)	A	amiodarona	pode	ser	considerada	para	FV/TVSP	que	responde	à	RCP,	desfibrilação	e	terapêutica	vasopressora.</p><p>C)	A	amiodarona	pode	ser	considerada	para	FV/TVSP	que	não	responde	à	RCP,	desfibrilação	e	não	a	terapêutica	vasopressora.</p><p>D)	A	amiodarona	pode	ser	considerada	para	FV/TVSP	que	não	responde	à	RCP,	desfibrilação	e	terapêutica	vasopressora.</p><p>87	-	2022	UFJ</p><p>A	melhor	conduta	diante	de	um	idoso	com	fibrilação	atrial	sem	data	certa	de	início,	FC	=	110	BPM	e	PA	130x85	mmHg	é:</p><p>A)	cardioversão	química.</p><p>B)	cardioversão	elétrica.</p><p>C)	controle	de	frequência	cardíaca	e	anticoagulação.</p><p>D)	estudo	eletrofisiológico.</p><p>88	-	2022	IO</p><p>Para	pacientes	com	disfunção	ventricular	sistólica,	a	amiodarona	e	a	digoxina	são	as	drogas	mais	utilizadas	como	Drogas	Antiarrítmicas	(DAA).	Sendo	ADEQUADO	nesse</p><p>contexto	o	item:</p><p>A)	Bloqueadores	de	canal	de	cálcio	e	betabloqueadores	intravenosos	não	devem	ser	evitados	quando	houver	esta	suspeita	clínica	(área	cardíaca	aumentada,	edema	de</p><p>membros	inferiores,	hepatomegalia,	turgência	jugular	a	45º	e	história	clínica	de	IC).</p><p>B)	 Bloqueadores	 de	 canal	 de	 cálcio	 e	 betabloqueadores	 intravenosos	 devem	 ser	 evitados	 quando	 houver	 esta	 suspeita	 clínica	 (área	 cardíaca	 aumentada,	 edema	 de</p><p>membros	inferiores,	hepatomegalia,	turgência	jugular	a	45º	e	história	clínica	de	IC).</p><p>C)	Bloqueadores	de	canal	de	cálcio	e	betabloqueadores	intravenosos	devem	ser	evitados	quando	não	houver	esta	suspeita	clínica	(área	cardíaca	aumentada,	edema	de</p><p>membros	inferiores,	hepatomegalia,	turgência	jugular	a	45º	e	história	clínica	de	IC).</p><p>D)	 Bloqueadores	 de	 canal	 de	 cálcio	 e	 betabloqueadores	 intravenosos	 devem	 ser	 utilizados	 quando	 houver	 esta	 suspeita	 clínica	 (área	 cardíaca	 aumentada,	 edema	de</p><p>membros	inferiores,	hepatomegalia,	turgência	jugular	a	45º	e	história	clínica	de	IC).</p><p>89	-	2022	UNIFIMES</p><p>Com	base	no	traçado	do	Eletrocardiograma	abaixo,	assinale	a	correta:</p><p>A)	A	frequência	cardíaca	é	de	100	bpm.</p><p>B)	O	ritmo	não	é	sinusal</p><p>C)	Observa-se	um	desvio	do	eixo	elétrico	para	esquerda</p><p>D)	Provável	síndrome	coronariana	aguda</p><p>90	-	2022	ENARE</p><p>Um	 homem	 de	 57	 anos	 procura	 atendimento	 médico	 com	 queixa	 de	 palpitações	 e	 dor	 torácica	 tipo	 aperto,	 de	 início	 há	 30	 minutos.	 Apresenta	 hipotensão	 (PA</p><p>60x40mmHg).	Após	avaliar	o	ritmo	mostrado	a	seguir,	qual	é	a	conduta	mais	adequada?</p><p>A)	Manobra	vagal.</p><p>B)	Adenosina	6mg	EV	em	bólus.</p><p>C)	Amiodarona	150mg	EV	em	30	minutos.</p><p>D)	Deslanosídeo	0,8mg	EV	em	bólus.</p><p>E)	Cardioversão	elétrica	sincronizada.</p><p>91	-	2022	IO</p><p>A	atropina	antagoniza	a	ação	da	acetilcolina,	um	neurotransmissor	parassimpático,	nos	receptores	muscarínicos.	Está	CORRETO	que:</p><p>A)	 Dessa	 forma,	 ela	 não	 bloqueia	 o	 efeito	 do	 nervo	 vago	 tanto	 no	 nó	 sinoatrial	 como	 no	 nó	 atrioventricular,	 aumentando	 a	 frequência	 de	 disparos	 do	 nó	 sinusal	 e</p><p>facilitando	a	condução	atrioventricular.</p><p>B)	Dessa	forma,	ela	bloqueia	o	efeito	do	nervo	vago	tanto	no	nó	sinoatrial	como	no	nó	atrioventricular,	reduzindo	a	frequência	de	disparos	do	nó	sinusal	e	facilitando	a</p><p>condução	atrioventricular.</p><p>C)	Dessa	forma,	ela	bloqueia	o	efeito	do	nervo	vago	tanto	no	nó	sinoatrial	como	no	nó	atrioventricular,	aumentando	a	frequência	de	disparos	do	nó	sinusal	e	dificultando	a</p><p>condução	atrioventricular.</p><p>D)	Dessa	forma,	ela	bloqueia	o	efeito	do	nervo	vago	tanto	no	nó	sinoatrial	como	no	nó	atrioventricular,	aumentando	a	frequência	de	disparos	do	nó	sinusal	e	facilitando	a</p><p>condução	atrioventricular.</p><p>92	-	2022	UESPI</p><p>Paciente	do	sexo	masculino,	com	76	anos	de	idade	e	diagnóstico	prévio	de	acidente	vascular	cerebral	isquêmico	com	fibrilação	atrial	não	valvar	e	insuficiência	cardíaca</p><p>(fração	de	ejeção	do	ventrículo	esquerdo	de	32%),	qual	o	valor	do	escore	CHA2DS2-VASCe	qual	o	significado	da	pontuação	encontrada?</p><p>A)	Escore	de	07;	elevado	risco	de	sangramento.</p><p>B)	Escore	de	05;	elevado	risco	tromboembólico.</p><p>C)	Escore	de	08;	elevado	risco	tromboembólico.</p><p>D)	Escore	de	07;	elevado	risco	tromboembólico.</p><p>E)	Escore	de	05;	elevado	risco	de	sangramento.</p><p>93	-	2022	IO</p><p>Diversos	 sistemas	 manifestam	 sinais	 e	 sintomas	 como	 os	 listados	 a	 seguir	 relacionados	 a	 ritmos	 com	 taquicardia,	 que	 são	 indicativos	 deste	 comprometimento</p><p>hemodinâmico,	sendo	CORRETO	o	item:</p><p>A)	 Alteração	 no	 nível	 de	 consciência;	 hipotensão	 arterial	 sistêmica	 (Pressão	 Arterial	 Sistólica	 -	 PAS	 <	 70	 mmHg)	 ou	 choque	 circulatório	 com	 alteração	 da	 perfusão</p><p>periférica;	congestão	pulmonar;	e	dor	precordial	anginosa.</p><p>B)	 Alteração	 no	 nível	 de	 consciência;	 hipotensão	 arterial	 sistêmica	 (Pressão	 Arterial	 Sistólica	 -	 PAS	 <	 90	 mmHg)	 ou	 choque	 circulatório	 com	 alteração	 da	 perfusão</p><p>periférica;	congestão	pulmonar;	e	dor	precordial	anginosa.</p><p>C)	 Alteração	 no	 nível	 de	 consciência;	 hipotensão	 arterial	 sistêmica	 (Pressão	 Arterial	 Sistólica	 -	 PAS	 <	 90	 mmHg)	 ou	 choque	 circulatório	 sem	 alteração	 da	 perfusão</p><p>periférica;	congestão	pulmonar;	e	dor	precordial	anginosa.</p><p>D)	 Alteração	 no	 nível	 de	 consciência;	 hipotensão	 arterial	 sistêmica	 (Pressão	 Arterial	 Diastólica	 -	 PAD	<	 90	mmHg)	 ou	 choque	 circulatório	 com	 alteração	 da	 perfusão</p><p>periférica;	congestão	pulmonar;	e	dor	precordial	anginosa.</p><p>94	-	2022	IO</p><p>Adenosina	é	uma	droga	que	diminui	a	condução	pelo	nó	atrioventricular	e	promove	vasodilatação	coronária.	Sendo	CORRETO	que:</p><p>A)	Possui	meia-vida	de	menos	de	5	a	10	minutos,	tendo	efeito	fugaz,	porém	efetivo	no	término	da	maioria	das	taquicardias	de	QRS	estreito.</p><p>B)	Possui	meia-vida	de	menos	de	5	a	10	segundos,	tendo	efeito	fugaz,	porém	efetivo	no	término	da	maioria	das	taquicardias	de	QRS	estreito.</p><p>C)	Possui	meia-vida	de	menos	de	5	a	10	segundos,	tendo	efeito	fugaz,	e	inefetivo	no	término	da	maioria	das	taquicardias	de	QRS	estreito.</p><p>D)	Possui	meia-vida	de	menos	de	5	a	10	segundos,	tendo	efeito	fugaz,	porém	efetivo	no	término	da	maioria	das	taquicardias	de	QRS	largo.</p><p>95	-	2022	IO</p><p>As	contraindicações	absolutas	à	adenosina	são	listadas	adequadamente	na	alternativa:</p><p>A)	Bloqueio	atrioventricular	de	primeiro	grau,	disfunção	do	nó	sinusal	e	FA	pré-excitada.</p><p>B)	Bloqueio	de	ramo	direito,	disfunção	do	nó	sinusal	e	FA	pré-excitada.</p><p>C)	Bloqueio	atrioventricular	de	segundo	ou	terceiro	graus,	disfunção	do	nó	sinusal	e	FA	pré-excitada.</p><p>D)	Bloqueio	atrioventricular	de	segundo	ou	terceiro	graus,	disfunção	do	nó	átrio	ventricular	e	FA	pré-excitada.</p><p>96	-	2022	UEVA</p><p>Mulher,	61	anos,	solteira,	procura	um	pronto	atendimento	de	uma	unidade	hospitalar	após	perceber,	de	 forma	ocasional,	uma	redução	da	sua	 frequência	cardíaca.	Dá</p><p>entrada	na	unidade	com	frequência	cardíaca	de	40bpm,	PA	de	120x80mmHg,	tempo	de	enchimento	capilar	de	um	segundo,	consciente,	negando	dispneia	ou	dor	torácica.</p><p>Após</p><p>avaliação	do	D2	longo	no	ECG,	qual	é	a	conduta	imediata?</p><p>A)	Monitorizar	e	administrar	atropina.</p><p>B)	Monitorizar	e	programar	passagem	de	marcapasso	definitivo.</p><p>C)	Monitorizar	e	passar	marcapasso	transvenoso.</p><p>D)	Monitorizar	e	iniciar	dopamina	em	BIC.</p><p>97	-	2022	IO</p><p>Verapamil	e	diltiazem	mostraram-se	efetivos	em	reversão	para	ritmo	sinusal	em	diversos	ensaios	clínicos	e	nesse	contexto,	assinale	a	alternativa	correta:</p><p>A)	Permanecem	como	tratamento	de	segunda	linha	para	o	tratamento	das	taquicardias	supraventriculares.</p><p>B)	Permanecem	como	tratamento	de	primeira	linha	para	o	tratamento	das	taquicardias	ventriculares.</p><p>C)	Permanecem	como	tratamento	de	primeira	linha	para	o	tratamento	das	bradicardias	supraventriculares.</p><p>D)	Permanecem	como	tratamento	de	primeira	linha	para	o	tratamento	das	taquicardias	supraventriculares.</p><p>98	-	2022	UEVA</p><p>Utilizando	como	base	o	BLS/ACLS,	como	deve	orientar	sua	equipe	em	vigência	de	uma	parada	cardiorrespiratória,	visando	a	uma	reanimação	de	qualidade?</p><p>A)	Velocidade	de	compressão	até	100	vezes	por	minuto.</p><p>B)	Administrar	adrenalina	a	cada	2	minutos.</p><p>C)	Se	houver	via	área	avançada,	manter	massagem	cardíaca	contínua	com	ventilações	a	cada	6	segundos.</p><p>D)	Profundidade	de	compressão	entre	5-7	cm.</p><p>99	-	2022	HSJ	-	PR</p><p>No	seu	primeiro	dia	de	 residência	médica	você	é	chamado	para	avaliar	um	paciente	 internado	que	evolui	 com	parada	cardiorrespiratória.	Ao	monitorizá-lo	você	 faz	o</p><p>diagnóstico	de	atividade	elétrica	sem	pulso:	Levando	em	consideração	as	recomendações	do	Advanced	Cardiovascular	Life	Support	da	American	Heart	Association,	o	que</p><p>você	faz?</p><p>A)	Mantém	 compressões	 torácicas	 e	 infusão	 de	 adrenalina	 e	 buscar	 causas	 reversíveis	 de	 atividade	 elétrica	 sem	 pulso	 como	 tamponamento	 cardíaco,	 pneumotórax,</p><p>acidose	e	hipercalemia.</p><p>B)	Administra	desfibrilação	elétrica	imediata	seguida	de	seguida	de	5	ciclos	(2	min.)	de	compressões	torácicas,	verificando	novamente	o	ritmo	após	as	compressões.</p><p>C)	Administra	cardioversão	elétrica	sincronizada	até	reversão	para	ritmo	sinusal.</p><p>D)	Mantém	compressões	torácicas	e	infusão	de	adrenalina	por	tempo	indeterminado,	não	sendo	necessários	outros	procedimentos.</p><p>E)	Administra	cardioversão	elétrica	sincronizada	imediatamente	uma	vez	que	a	arritmia	foi	presenciada.</p><p>100	-	2022	IO</p><p>Em	pacientes	estáveis	com	Fibrilação	Atrial	e	Flutter	Atrial,	dados	como	Fração	de	Ejeção	de	Ventrículo	Esquerdo	(FEVE),	tempo	de	duração	da	arritmia	(menor	ou	maior</p><p>que	48	horas)	e	presença	de	pré-excitação	ventricular	(síndrome	de	Wolf-Parkinson-White)	estão	de	acordo	com	o	item:</p><p>A)	São	dispensáveis	para	tomada	de	decisões	acerca	de	indicação	de	anticoagulação,	reversão	do	ritmo	ou	controle	da	resposta	ventricular	e	avaliação	da	segurança	para</p><p>reversão	do	ritmo.</p><p>B)	São	imprescindíveis	para	tomada	de	decisões	acerca	de	indicação	de	anticoagulação,	reversão	do	ritmo	ou	controle	da	resposta	ventricular	e	avaliação	da	segurança</p><p>para	reversão	do	ritmo.</p><p>C)	 São	 imprescindíveis	 para	 tomada	 de	 decisões	 acerca	 de	 indicação	 de	 anticoagulação,	 reversão	 do	 ritmo	 e	 não	 do	 controle	 da	 resposta	 ventricular	 e	 avaliação	 da</p><p>segurança	para	reversão	do	ritmo.</p><p>D)	São	imprescindíveis	para	tomada	de	decisões	acerca	de	indicação	de	anticoagulação,	reversão	do	ritmo	ou	controle	da	resposta	ventricular	e	nunca	da	avaliação	da</p><p>segurança	para	reversão	do	ritmo.</p><p>101	-	2022	ENARE</p><p>Um	homem	de	 aproximadamente	 50	 anos	 apresenta	 um	 colapso	 na	 recepção	 do	 pronto-socorro	 e	 é	 levado	 diretamente	 para	 a	 sala	 de	 emergência.	 Após	 verificar	 a</p><p>responsividade,	qual	é	a	conduta	mais	adequada?</p><p>A)	Iniciar	compressões	torácicas.</p><p>B)	Aplicar	duas	ventilações	de	resgate.</p><p>C)	Acesso	venoso	calibroso	e	expansão	volêmica.</p><p>D)	Eletrocardiograma	de	12	derivações.</p><p>E)	Checar	o	pulso	carotídeo	e	a	respiração.</p><p>102	-	2022	HPP</p><p>Você	está	em	um	pronto	atendimento	e	avalia	um	paciente	com	quadro	de	palpitações.	Ao	exame	físico	ele	encontra-se	com	PA	de	120x70	mmHg,	FC	de	180bpm	e	uma</p><p>SpO2	de	99%,	bulhas	cardíacas	taquicardicas	e	sem	sopros,	ausculta	pulmonar	sem	alterações.	No	monitor	é	visualizado	o	traçado	abaixo:	Qual	a	sua	conduta?</p><p>A)	Infunde	Adenosina	na	dose	de	18mg	por	via	intravenosa.</p><p>B)	Infunde	Amiodarona	na	dose	de	150mg	por	via	intravenosa.</p><p>C)	Realiza	Cardioversão	elétrica	sincronizada.</p><p>D)	Aplica	manobras	vagais	ao	paciente.</p><p>103	-	2022	REVALIDA	-	UNIRG</p><p>Paciente	do	sexo	feminino,	64	anos,	comparece	à	consulta	com	o	médico	da	estratégia	de	saúde	da	família	relatando	palpitações	esporádicas,	sem	dor	torácica,	tontura,</p><p>síncope	 ou	 dispneia	 associadas.	 Relata	 ser	 previamente	 hipertensa	 e	 diabética	 com	 bons	 controles	 das	 doenças	 de	 base.	 Realizado	 eletrocardiograma,	 não	 sendo</p><p>visualizada	onda	P,	intervalo	RR	irregular	e	frequência	cardíaca	de	89	bpm.	A	respeito	do	quadro,	assinale	a	afirmativa	correta.</p><p>A)	O	escore	HAS-BLED	deve	ser	utilizado	para	estimar	probabilidade	de	sangramento,	desde	que	a	frequência	cardíaca	ultrapasse	110	bpm.</p><p>B)	Caso	a	paciente	apresente	estenose	mitral	moderada	à	ecocardiografia,	a	anticoagulação	poderá	ser	realizada	com	um	inibidor	direto	da	trombina.</p><p>C)	A	digoxina,	medicação	inotrópica	positiva	e	cronotrópica	negativa	que	atua	bloqueando	o	nó	sinusal,	apresenta	como	sinal	patognomônico	de	intoxicação	o	“sinal	da	pá</p><p>de	pedreiro”.</p><p>D)	A	paciente	apresenta	um	escore	de	CHA2DS2Vasc	igual	a	três,	sendo	recomendada	anticoagulação	com	varfarina	ou	novos	anticoagulantes	orais.</p><p>104	-	2022	CESUPA</p><p>Homem,	68	anos,	 refere	episódios	de	palpitações	 com	 início	 há	quatro	meses,	 por	 vezes	acompanhados	de	 leve	dispneia.	Não	 relata	 relação	 com	esforços	 ou	outros</p><p>fatores	 desencadeantes.	 Nega	 angina,	 síncope,	 ortopneia	 ou	 dispneia	 aos	 esforços.	 Antecedentes	 de	 hipertensão	 arterial,	 doença	 renal	 crônica	 e	 ataque	 isquêmico</p><p>transitório	 (AIT)	 aos	 65	 anos,	 em	 uso	 de	 ácido	 acetilsalicílico	 100mg	 ao	 dia	 desde	 então.	 Nega	 etilismo	 ou	 tabagismo.	 Exame	 físico:	 bom	 estado	 geral,	 consciente,</p><p>eupneico,	bulhas	cardíacas	com	ritmo	irregular,	FC:	118	bpm	e	PA:	140x90	mmHg,	com	restante	do	exame	sem	alterações.	Eletrocardiograma	vide	figura	abaixo.	A	melhor</p><p>estratégia	terapêutica	para	este	paciente	é:</p><p>A)	Ajustar	dose	dos	anti-hipertensivos	em	uso	e	manter	o	AAS.</p><p>B)	Avaliar	o	CHA2DS2-VASc	e	o	HAS-BLED	para	anticoagulação	e	fazer	controle	do	ritmo.</p><p>C)	Associar	betabloqueador	ao	esquema	anti-hipertensivo	e	manter	o	AAS.</p><p>D)	Manter	o	esquema	medicamentoso	atual.</p><p>105	-	2022	EMCM</p><p>Sobre	síncope,	assinale	a	alternativa	INCORRETA:</p><p>A)	Os	exames	laboratoriais	de	rotina	raramente	são	úteis	no	sentido	de	identificar	a	causa	da	síncope.	Devem	ser	feitos	exames	de	sangue	quando	houver	suspeita	de</p><p>distúrbios	específicos,	por	exemplo:	infarto	do	miocárdio,	anemia	e	insuficiência	autonômica	secundária.</p><p>B)	O	teste	autonômico	inclui	avaliações	da	função	do	sistema	nervoso	parassimpático,	função	simpática	colinérgica	e	função	adrenérgica	simpática.</p><p>C)	Pacientes	com	cataplexia	apresentam	perda	abrupta,	parcial	ou	completa,	do	tônus	muscular,	desencadeada	por	emoções	fortes,	em	geral	raiva	ou	riso.</p><p>D)	A	perda	da	 consciência	associada	a	uma	convulsão,	 em	geral	 dura	menos	de	5	minutos	e	não	está	associada	a	 sonolência	pós-ictal	 prolongada	ou	desorientação,</p><p>enquanto	após	um	evento	de	síncope	ocorre	quase	imediatamente	a	reorientação.</p><p>106	-	2022	HPP</p><p>O	paciente	anterior	evoluiu	para	o	achado	abaixo,	associado	a	rebaixamento	do	nível	de	consciência	e	hipotensão.	Qual	a	conduta	imediata	mais	adequada?</p><p>A)	Desfibrilar	o	paciente	com	carga	máxima	do	aparelho.</p><p>B)	Cardioverter	o	paciente	com	100J	em	aparelho	bifásico.</p><p>C)	Infundir	300mg	de	Amiodarona.</p><p>D)	Cardioverter	o	paciente	com	100J	em	aparelho	monofásico.</p><p>107	-	2022	UEL</p><p>O	médico	é	chamado	para	atender	um	paciente	em	parada	cardiorrespiratória	com	diagnóstico	de	Covid-19	em	intubação	orotraqueal,	ventilação	mecânica	e	decúbito</p><p>prono.	Com	base	nesse	caso	e	segundo	as	recomendações	atuais	da	Sociedade	Brasileira	de	Cardiologia,	assinale	a	alternativa	correta.</p><p>A)	A	análise	da	qualidade	das	compressões	fica	prejudicada,	não	sendo	possível	avaliar	dados	como	o	dióxido	de	carbono	expirado,	por	exemplo.</p><p>B)	As	massagens	cardíacas	realizadas	em	decúbito	prono	mostraram-se	inefetivas,	e	seu	uso	foi	desencorajado	ao	longo	da	pandemia,	em	qualquer	cenário.</p><p>C)	Caso	o	paciente	já	esteja	sob	intubação	orotraqueal	e	ventilação	mecânica,	recomenda-se	iniciar	as	manobras	de	RCP	após	o	retorno	à	posição	supina.</p><p>D)	Caso	não	existam	pás	adesivas,	a	desfibrilação	deve	ser	tentada,	colocando-se	a	pá	esternal	na	região	dorsal	e	a	pá	apical	na	lateral	do	paciente.</p><p>E)	Após	a	publicação	da	normatização	pela	sociedade	brasileira,	não	houve	mudança	significava	no	algoritmo	de	parada	cardíaca,	desde	que	todos	estejam	paramentados</p><p>de	forma	adequada.</p><p>108	-	2022	HCMT</p><p>Lactente,	 8	 meses,	 admitido	 na	 UPA	 devido	 pulso	 acelerado	 segundo	 a	 mãe.	 Ao	 exame	 apresenta	 temperatura	 36,4ºC,	 FR	 46	 irpm,	 FC	 210	 bpm,	 boa	 perfusão	 e</p><p>normotenso.	O	traçado	no	eletrocardiograma	revela	QRS	estreito,	RR	regular	eonda	P	ausente.	A	primeira	conduta	mais	apropriada	deverá	ser:</p><p>A)	Compressão	do	bulbo	ocular;</p><p>B)	Colocação	de	gelo	na	face	do	lactente;</p><p>C)	Cardioversão	elétrica	sincronizada	imediata;</p><p>D)	Adenosina	iv	em	bomba	de	infusão	contínua.</p><p>109	-	2022	HMDI</p><p>Paciente	é	encontrado	não	responsivo	em	leito	de	enfermaria	pela	equipe	de	enfermagem	que,	de	imediato,	aciona	o	código	azul.	Você	se	dirige	para	avaliação	do	caso	e</p><p>percebe	que	o	paciente	não	responde	e	não	apresenta	pulso.	O	carrinho	de	parada	já	se	encontra	no	cenário.	Neste	contexto,	a	melhor	conduta	imediata	é:</p><p>A)	Desfibrilação	com	200	J.</p><p>B)	RCP	por	2	minutos	seguida	de	avaliação	de	ritmo.</p><p>C)	Amiodarona	EV	300mg	em	bolus.</p><p>D)	Cardioversão	com	200	J.</p><p>110	-	2022	HSJ	-	PR</p><p>João	Batista,	42	anos,	motorista	de	aplicativo,	tabagista,	teve	seu	primeiro	filho	há	02	meses.	Diagnóstico	de	hipertensão	arterial	sistêmica	há	06	anos,	uso	irregular	de</p><p>enalapril,	procurou	consulta	com	seu	médico	Dr	Paulo	na	unidade	de	saúde	que	frequenta	regulamente,	pois	há	10	dias,	iniciou	episódios	de	sensação	de	palpitação	na</p><p>região	do	precórdio.	Sintoma	tem	duração	menor	que	5	minutos,	associados	à	sudorese	e	à	formigamento	de	ambas	as	mãos,	sem	relação	com	à	atividade	física.	Quando</p><p>o	sintoma	inicia	ele	continua	trabalhando	e	não	tem	dificuldades	para	realizar	as	tarefas	diárias.	Nega	falta	de	ar	ou	alterações	que	sugiram	descompensação	cardíaca.</p><p>Sem	relato	de	síncope	ou	 lipotimia.	Tem	história	pregressa	de	crises	de	ansiedade,	mas	atualmente	está	controlada	com	o	uso	de	Diazepam	5mg	a	noite	e	Fluoxetina</p><p>40mg	pela	manhã	há	03	anos.	Durante	o	exame	físico	o	pulso	é	irregular,	frequência	cardíaca	de	130	bpm;	pressão	arterial	de	140/80	mmHg.	Na	ausculta	cardíaca	o	ritmo</p><p>é	irregular	com	sopro	sistólico	+/6.	Após	o	exame	físico,	o	médico	solicita	Eletrocardiograma,	que	evidencia	ausência	de	ondas	P	e	intervalo	RR	irregular.	Qual	a	principal</p><p>hipótese	diagnóstica	da	palpitação	do	Sr	João?</p><p>A)	Uso	de	drogas</p><p>B)	Hipertireoidismo</p><p>C)	Crises	de	ansiedade</p><p>D)	Fibrilação	atrial</p><p>E)	Tumor	de	mediastino</p><p>111	-	2022	HSJ	-	PR</p><p>João	Batista,	42	anos,	motorista	de	aplicativo,	tabagista,	teve	seu	primeiro	filho	há	02	meses.	Diagnóstico	de	hipertensão	arterial	sistêmica	há	06	anos,	uso	irregular	de</p><p>enalapril,	procurou	consulta	com	seu	médico	Dr	Paulo	na	unidade	de	saúde	que	frequenta	regulamente,	pois	há	10	dias,	iniciou	episódios	de	sensação	de	palpitação	na</p><p>região	do	precórdio.	Sintoma	tem	duração	menor	que	5	minutos,	associados	à	sudorese	e	à	formigamento	de	ambas	as	mãos,	sem	relação	com	à	atividade	física.	Quando</p><p>o	sintoma	inicia	ele	continua	trabalhando	e	não	tem	dificuldades	para	realizar	as	tarefas	diárias.	Nega	falta	de	ar	ou	alterações	que	sugiram	descompensação	cardíaca.</p><p>Sem	relato	de	síncope	ou	 lipotimia.	Tem	história	pregressa	de	crises	de	ansiedade,	mas	atualmente	está	controlada	com	o	uso	de	Diazepam	5mg	a	noite	e	Fluoxetina</p><p>40mg	pela	manhã	há	03	anos.	Durante	o	exame	físico	o	pulso	é	irregular,	frequência	cardíaca	de	130	bpm;	pressão	arterial	de	140/80	mmHg.	Na	ausculta	cardíaca	o	ritmo</p><p>é	irregular	com	sopro	sistólico	+/6.	Após	o	exame	físico,	o	médico	solicita	Eletrocardiograma,	que	evidencia	ausência	de	ondas	P	e	intervalo	RR	irregular.	Qual	a	conduta</p><p>mais	apropriada	para	o	manejo	do	Sr.	João?</p><p>A)	Clonazepam	0,25mg	SL,	otimizar	Fluoxetina	para	60mg	ao	dia	e	solicitar	avaliação	para	psicoterapia.</p><p>B)	Realizar	uma	abordagem	sistêmica	identificando	o	seu	ciclo	de	vida	já	que	se	tornou	pai	recentemente.</p><p>C)	Chamar	a	ambulância	referenciando	o	Sr.	João	para	o	serviço	de	emergência.</p><p>D)	Prescrever	Carvedilol	6,25mg	duas	vezes	ao	dia	com	o	objetivo	de	realizar	o	controle	da	frequência	cardíaca.</p><p>E)	Solicitar	exame	toxicológico	e	tomografia	de	tórax	considerando	mediastinite	como	complicador	do	tumor	de	mediastino.</p><p>112	-	2022	HCMT</p><p>O	traçado	abaixo	mostra:</p><p>A)	Bloqueio	de	ramo	direito;</p><p>B)	Bloqueio	divisional	póstero	inferior	do	ramo	esquerdo;</p><p>C)	Bloqueio	da	divisão	medial	do	ramo	esquerdo;</p><p>D)	Bloqueio	da	divisão	ântero	superior	do	ramo	esquerdo.</p><p>113	-	2022	HUSE</p><p>Escolar	de	seis	anos,	sexo	masculino,	é	trazido	à	emergência	no	colo	da	mãe	que	refere	que	seu	filho	""está	morrendo"".	Relata	que	a	criança	""subitamente	ficou	muito</p><p>branca	e	suando	frio,	além	de	ter	desmaiado"".	Exame	físico:	torporoso,	reagindo	pouco	às	solicitações	verbais,	palidez	cutânea,	pele	mosqueada,	diaforese,	pulsos	finos,</p><p>enchimento	capilar:	4	segundos,	SatO2:	90%.	De	acordo	com	o	quadro	clínico	descrito	e	o	ECG	abaixo,	a	conduta	imediata	é:</p><p>A)	adenosina	IV	em	""bolus""</p><p>B)	cardioversão	sincronizada</p><p>C)	amiodarona	IV	lentamente</p><p>D)	procainamida	IV	em	""bolus""</p><p>E)	soro	fisiológico	IV	em	10	minutos</p>

Mais conteúdos dessa disciplina