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Além disto, nomes de sentimentos ou atitudes também são substantivos.</p><p>Exemplo: pedra, mesa, cadeira, classe, fruta, melancia, Maria, Brasil, amizade, amor, esperança, vontade, superação, ousadia e etc .</p><p>Classificaçãodos substantivos:</p><p>Os substantivos podem ser classificados em: Comuns e próprios.</p><p>Ex.: melancia (comum), Maria (próprio). Coletivos. Ex: bando (quantidade de pássaros). Concretos e abstratos. Ex: pedra (concreto), amizade (abstrato). Simples e compostos. Ex.: flor (simples), beija-flor (composto).</p><p>Primitivos e derivados. Ex: leite (primitivo), leiteiro(derivado).</p><p>- Leia o texto com atenção e depois responda às questões 1 e 2.</p><p>Guarda-chuva</p><p>Na Mesopotâmia, atual região do Iraque, artefatos de folhas de palmeira, pluma ou papiro protegiam a cabeça dos reis contra o sol.</p><p>Isso há 3.400 anos. Raramente chovia por ali.</p><p>Em 1.786, os ingleses começaram a sair às ruas com os ou guarda-sol.</p><p>Disponível em: <http://www.revistinhasinteligentes.org></p><p>1) Para contar a origem do guarda-chuva, o autor do texto empregou substantivos próprios. Identifique-os:</p><p>2) Classifique o substantivo ―cabeça‖, presente no texto, assinalando a seguir:</p><p>(</p><p>Objetivos</p><p>de</p><p>aprendizagem</p><p>e</p><p>desenvolvimento:</p><p>Habilidades</p><p>(EF67LP08)</p><p>)</p><p>( ) comum</p><p>( ) próprio</p><p>( ) concreto</p><p>( ) primitivo</p><p>( ) abstrato ( ) simples</p><p>( ) composto</p><p>( ) derivado</p><p>3) Marque a alternativa em que uma das palavras grifadas não é substantivo:</p><p>a) Na juventude aprendemos; na maturidade, compreendemos.</p><p>b) Não existe travesseiro mais macio que a nossa consciência.</p><p>c) Muitos turistas passaram as férias no Rio de Janeiro.</p><p>d) Esta floresta é muito perigosa.</p><p>4) Assinale a alternativa que apresenta o plural dos substantivos compostos de acordo com a norma culta.</p><p>a) notícia-bomba, notícias-bomba</p><p>b) bate-boca, bates-bocas</p><p>c) quinta-feira, quintas-feira</p><p>d) água-de-colônia, águas-de-colônias</p><p>5) Assinale a alternativa que apresenta o substantivo coletivo corretamente:</p><p>a) Grupo de artistas = constelação.</p><p>b) Grupo de cavalgaduras = rebanho.</p><p>c) Cadeia de montanhas= cordilheira.</p><p>d) Raios de sol = réstia.</p><p>6) Observe os substantivos em destaque e escreva C para os substantivos concretos e A para os substantivos abstratos.</p><p>( ) Guardar dinheiro quando se é jovem é uma segurança para a velhice. ( ( ) O segurança era muito forte e alto.</p><p>( ) Sempre que estou em casa, sinto que estou em segurança. ( ) A felicidade é um sentimento que completa o ser humano.</p><p>( ) Dona Felicidade fez o melhor bolo de chocolate que já comi. ( ) Rosa é uma ótima professora.</p><p>( ) A rosa é uma das mais lindas flores da nossa flora.</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Flexão dos Substantivos</p><p>.Os substantivos podem variar em número, gênero e grau.</p><p>.Essas variações que as palavras sofrem, de acordo com as exigências gramaticais de cada situação. são chamadas de flexões.</p><p>Gênero do substantivo</p><p>A noção de gênero na língua portuguesa costuma ser associada ao sexo dos seres. Entretanto, não devemos confundir sexo dos seres com gênero de palavras.</p><p>Exemplo: o gato/a gata</p><p>1) Segundo os gêneros dos substantivos eles são classificados em dois tipos: substantivos biformes e substantivos uniformes. A alternativa que contém somente substantivos biformes é:</p><p>a) criança - gênio</p><p>b) anjo - cônjuge</p><p>c) testemunha - vítima</p><p>d) professor - amigo</p><p>2) Como você sabe, os substantivos biformes, ou seja, aqueles em que há uma forma para o masculino e outra para o feminino, também podem se apresentar constituídos de radicais diferentes, o que os caracterizam como heterônimos. Partindo desse pressuposto, atribua o gênero feminino aos enunciados subsequentes, observando, primeiramente, o modelo:</p><p>O bode e a cabra</p><p>a) O pai e a .</p><p>b) O homem e a .</p><p>c) O veado e a .</p><p>d) O zangão e a .</p><p>e) O genro e a .</p><p>f) O cavalo e a .</p><p>g) O cavalheiro e a .</p><p>h) O carneiro e a .</p><p>3) Classifique os substantivos destacados nas seguintes frases em comum de dois gêneros, sobrecomum e epiceno:</p><p>a) Acabei sendo a vítima das suas ações. .</p><p>b) Repare nas cores daquela borboleta. .</p><p>c) Ela é a nossa cliente mais exigente. .</p><p>d) Desde quando escorpião é animal de estimação?! .</p><p>4) Identifique a afirmação correta:</p><p>a) Os substantivos epicenos indicam um conjunto de elementos.</p><p>b) Onça é um substantivo sobrecomum.</p><p>c) Os substantivos compostos são formados por apenas um radical.</p><p>d) Os substantivos abstratos nomeiam conceitos, ideias e realidades imateriais.</p><p>5) Classifique os substantivos abaixo em epiceno, comum de dois gêneros ou sobrecomum:</p><p>a) a vítima: .</p><p>b) o sabiá: .</p><p>c) a criança: .</p><p>d) o jornalista: .</p><p>e) a testemunha: .</p><p>f) o dentista: .</p><p>g) o acrobata: .</p><p>h) a doente: .</p><p>i) a onça: .</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Número do substantivo</p><p>A maior parte dos substantivos forma o plural como acréscimo da letra S . Entretanto o modo de formar o plural pode variar, dependendo da terminação das palavras:</p><p>telha – telhas radar – radares jornal – jornais mão – mãos</p><p>1) Assinale a única alternativa em que todas as palavras estão flexionadas adequadamente:</p><p>a) alemães, charlatães.</p><p>b) catalões, escrivães.</p><p>c) cães, tabeliões.</p><p>d) capitães, cidadões</p><p>2) O plural das palavras abaixo está CORRETO em:</p><p>a) quartel – quartéis.</p><p>b) capitão – capitões.</p><p>c) fogão – fogãos.</p><p>d) farol – faroles.</p><p>3) O substantivo ―balão tem como plural (is):</p><p>a) balães</p><p>b) balões</p><p>c) balãos</p><p>d) balãos e balões</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Grau do substantivo</p><p>Os substantivos assumem determinadas formas para indicar aumento ou diminuição. As formas correspondentes a aumento estão no grau aumentativo, e as correspondentes a diminuição, no grau diminutivo.</p><p>Exemplo:</p><p>menino – meninão menino – menininho</p><p>- Leia a tirinha com atenção e responda à questão abaixo.</p><p>1) Costuma-se falar a respeito de ―histórias de pescador, que geralmente são</p><p>consideradas falsas. Na tirinha lida, um dos pescadores utiliza diversos substantivos no grau aumentativo. Que substantivos são esses?</p><p>2) Assinale a alternativa em que o substantivo em destaque está flexionado no grau aumentativo ou diminutivo.</p><p>a) O médico disse-me que o problema era o coração.</p><p>b) Atendi o vendedor no portão.</p><p>c) O riacho é límpido.</p><p>d) O ferrão do marimbondo é sua defesa.</p><p>3) Os substantivos são palavras flexionadas em gênero, número e grau. De acordo com as flexões de grau eles são divididos em dois tipos: grau aumentativo e o grau diminutivo. Segundo a norma culta, a alternativa que apresenta flexão correta é:</p><p>a) homenzazão</p><p>b) vozeirona</p><p>c) cazinha</p><p>d) colherzinha</p><p>4) A letra a seguir é de uma canção popular.</p><p>Ciranda Cirandinha Ciranda Cirandinha Vamos todos cirandar Vamos dar a meia volta Volta e meia vamos dar</p><p>O anel que tu me destes Era vidro e se quebrou</p><p>O amor que tu me tinhas Era pouco e se acabou</p><p>Por isso dona Rosa Entre dentro</p><p>desta roda</p><p>Diga um verso bem bonito Diga adeus e vá se embora</p><p>. O plural da palavra anel é anéis. O substantivo que possui a mesma formação do plural como anéis é:</p><p>a) Chapéu.</p><p>b) Funil.</p><p>c) Refém.</p><p>d) Raiz.</p><p>e) Papel.</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Artigo definido e indefinido</p><p>Artigo é a palavra que, vindo antes de um substantivo, indica se ele está sendo empregado de maneira definida ou indefinida. Além disso, o artigo indica, ao mesmo tempo, o gênero e o número dos substantivos.</p><p>Os artigos podem ser:</p><p>DEFINIDO e INDEFINIDOS:</p><p>Artigos definidos: a, o, as, os.</p><p>Esses artigos determinam os substantivos de maneira precisa. Exemplo: Eu comprei o carro</p><p>Artigos indefinidos: um, uma uns, umas</p><p>Esses artigos determinam os substantivos de maneira vaga. Exemplo: Eu comprei um carro</p><p>1) Classifique as orações de acordo com o código representado:</p><p>A – artigo definido B – artigo indefinido</p><p>a - Uns alunos chegaram mais cedo à escola ( ). b – O bem sempre vencerá o mal ( ).</p><p>c – Preciso de uma explicação para o fato ( ). d – Chegaram as encomendas ( ).</p><p>e – Nesta loja vendem-se uns artigos importados ( ).</p><p>(</p><p>Objetivos</p><p>de</p><p>aprendizagem</p><p>e</p><p>desenvolvimento:</p><p>Habilidades</p><p>(EF67LP07)</p><p>)</p><p>2) No segundo e terceiro quadrinho quadrinhos, o artigo definido se refere ao substantivo:</p><p>a) mamãe</p><p>b) olhos</p><p>c) balas</p><p>d) bolo de morango</p><p>3) Leia:</p><p>·No primeiro quadrinho, o artigo ―uma‖:</p><p>( ) define a noite.</p><p>( ) não define a noite.</p><p>( ) define parcialmente a noite.</p><p>·Releia com atenção o segundo quadrinho. Em seguida, identifique a palavra que desempenha a função de artigo definido:</p><p>( ) ―é</p><p>( ) ―o</p><p>( ) ―suas</p><p>·No trecho ―[...] das suas histórias?, o termo destaca do é resultado da contração de uma preposição com o artigo ―as. Assinale-a:</p><p>( ) em</p><p>( ) a</p><p>( ) de</p><p>·Na tira acima, os artigos antepõem: ( ) substantivos</p><p>( ) adjetivos</p><p>( ) verbos</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Adjetivo e locução adjetiva</p><p>O adjetivo é uma classe de palavras que atribui características aos substantivos, ou seja, ele indica suas qualidades e estados.</p><p>Essas palavras variam em gênero (feminino e masculino), número (singular e plural) e grau (comparativo e superlativo).</p><p>Exemplos de adjetivos:</p><p>·garota bonita</p><p>·garotas bonitas</p><p>·criança obediente</p><p>.crianças obedientes</p><p>A locução adjetiva</p><p>Conjunto de duas ou mais palavras que possuem valor de adjetivo.</p><p>Exemplos:</p><p>·Amor de mãe - Amor maternal</p><p>·Pagamento do mês - pagamento mensal</p><p>·Férias do ano - férias anual</p><p>.Dia de chuva - dia chuvoso</p><p>1) Aponte a alternativa incorreta quanto à correspondência entre a locução adjetiva e o adjetivo:</p><p>a) glacial (de gelo); ósseo (de osso)</p><p>b) fraternal (de irmão); argênteo (de prata)</p><p>c) farináceo (de farinha); pétreo (de pedra)</p><p>d) viperino (de vespa); ocular (de olho)</p><p>2) Associe as colunas correspondentes, conforme o significado da locução adjetiva:</p><p>(A) de crânio ( ) gástrico ou estomacal</p><p>(B) de pescoço ( ) glúteo</p><p>(C) de nádegas ( ) craniano</p><p>(D) de boca ( ) cervical</p><p>(E) de estômago ( ) oral ou bucal</p><p>(</p><p>Objetivos</p><p>de</p><p>aprendizagem</p><p>e</p><p>desenvolvimento:</p><p>Habilidades</p><p>(EF67LP09)</p><p>)</p><p>3) Circule as locuções adjetivas empregadas nas frases abaixo:</p><p>a) Adoro ouvir histórias de lobisomem.</p><p>b) Vivemos em uma cidade do interior.</p><p>c) Nunca gostei de sabonete sem cheiro.</p><p>d) Era igual coceira de bicho-de-pé.</p><p>4) Em "Talvez seja bom que a proprietária do IMÓVEL possa perceber que ele não é tão IMÓVEL assim", as palavras destacadas são, respectivamente:</p><p>a) substantivo e substantivo.</p><p>b) substantivo e verbo.</p><p>c) locução adjetiva e adjetivo.</p><p>d) adjetivo e locução adjetiva.</p><p>e) substantivo e adjetivo.</p><p>Leia a charge abaixo e responda:</p><p>·O adjetivo ―LEGAL possui a mesma forma para o masculino e para o feminino. Assim acontece também com:</p><p>a) bonito.</p><p>b) inteligente.</p><p>c) novo.</p><p>d) pequeno.</p><p>e) largo</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Adjetivo pátrio</p><p>Os adjetivos pátrios são empregados para caracterizar pessoas ou coisas de acordo com as suas origens, ou seja, de acordo com seu país, estado, cidade, região etc.</p><p>1) Na tirinha em questão, a palavra do primeiro quadrinho que gera uma confusão no entendimento da tirinha é:</p><p>a) o substantivo ―amigo.</p><p>b) o substantivo ―problema.</p><p>c) o adjetivo―asiático.</p><p>d) o verbo ―ter.</p><p>e) preposição ―com.</p><p>2) A palavra ―coreano, na tirinha em questão, é um adjetivo pátrio que qualifica o substantivo:</p><p>a) nervo.</p><p>b) ciático.</p><p>c) amigo.</p><p>d) problema.</p><p>e) asiático.</p><p>3) Em qual dos casos o primeiro elemento do adjetivo composto não corresponde ao substantivo entre parênteses?</p><p>a) Indo-europeu (Índia)</p><p>b) Ítalo-brasileiro (Itália)</p><p>d) Luso-brasileiro (Portugal)</p><p>d) Sino-árabe (Sião)</p><p>4) Assinale a frase em que o termo destacado é um adjetivo pátrio:</p><p>a) Conheço Mariana há anos, ela é uma ótima pessoa.</p><p>b) Fernando está melhorando bastante nos estudos. Ele agora se dedica em aprender o idioma francês.</p><p>c) A grande revenda de carros começa hoje. Na feira tudo estará em promoção.</p><p>d) Eu gosto de tudo oque diz respeito à culinária.</p><p>5) Assinale o adjetivo pátrio referente a quem nasce em Fernando de Noronha:</p><p>a) Noronhense</p><p>b) Fernandense</p><p>c) Noronho</p><p>d) Fernando-noronhense</p><p>6) A culinária da Itália é:</p><p>a) Italiana</p><p>b) Francesa</p><p>c) Japonesa</p><p>d) Europeia</p><p>7) Demonstre seus conhecimentos sobreo referido assunto, apontando os adjetivos pátrios correspondentes a:</p><p>a) Minas Gerais: .</p><p>b) Curitiba: .</p><p>c) Piauí: .</p><p>d) Espírito Santo: .</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Grau dos adjetivos</p><p>O adjetivo é essencialmente um modificador do substantivo e possui dois graus, o comparativo e o superlativo.</p><p>Grau comparativo</p><p>É importante ressaltar que o processo de gradação pode dar-se por dois meios: o sintático e o morfológico. Assim, o comparativo pode indicar que:</p><p>1. um ser possui determinada qualidade em grau superior, igual ou inferior a outro;</p><p>2. o mesmo ser possui uma qualidade superior, igual ou inferior a outra que também possui.</p><p>Dessa maneira, temos os seguintes graus do comparativo:</p><p>A) De superioridade: formado pela anteposição do advérbio mais e a posposição da conjunção que ou do que ao adjetivo.</p><p>EXEMPLO: Pedro é mais inteligente que estudioso.</p><p>B) De igualdade: formado pela anteposição do advérbio tão e a posposição da conjunção como ou quanto ao adjetivo. EXEMPLO: Pedro é tão inteligente quanto estudioso.</p><p>C) De inferioridade: formado pela anteposição do advérbio menos e a posposição da conjunção que ou do que ao adjetivo.</p><p>EXEMPLO: Pedro é menos desatento do que inteligente.</p><p>Grau comparativo</p><p>O grau superlativo pode expressar:</p><p>1) que um ser possui uma qualidade em elevado grau;</p><p>2) que, comparando com outros seres que possuem a mesma qualidade, um sobressai-se por possuí-la em grau maior ou menor que os demais. Dessa forma, temos os seguintes graus de superlativo:</p><p>A) Superlativo absoluto sintético: expresso por uma só palavra, ou seja, a junção do adjetivo a um sufixo. Ele pode ser formado por:</p><p>1) Acréscimo do sufixo -íssimo ao adjetivo. Se o adjetivo terminarem vogal, esta desaparece ao unir-se ao sufixo.</p><p>EXEMPLOS: fértil – fertilíssimo vulgar – vulgaríssimo</p><p>2) Superlativo</p><p>absoluto analítico: formado com o auxílio de um advérbio que indica excesso – muito, imensamente, extraordinariamente, grandemente, etc.</p><p>EXEMPLOS: muito esforçado - imensamente grato</p><p>Um dos pronomes de tratamento com que as pessoas podem se dirigira juízes de direito é Meritíssimo.</p><p>1) Em sua composição, Meritíssimo é um:</p><p>a) substantivo empregado no grau comparativo.</p><p>b) adjetivo empregado no superlativo relativo.</p><p>c) adjetivo empregado no superlativo absoluto.</p><p>d) substantivo empregado no grau aumentativo sintético.</p><p>e) N.R.A</p><p>2) Relacione as colunas de acordo com o grau dos adjetivos:</p><p>I. Grau superlativo absoluto sintético</p><p>II. Grau superlativo absoluto analítico</p><p>III. Grau comparativo de igualdade</p><p>IV. Grau comparativo de superioridade</p><p>V. Grau superlativo relativo de superioridade</p><p>VI. Grau superlativo relativo de inferioridade</p><p>( ) O caminho é realmente fácil.</p><p>( ) Meu carro é o mais completo da categoria.</p><p>( ) Minha secretária é mais eficiente do que gentil.</p><p>( ) O novo computador é tão sofisticado quanto o antigo. ( ) Meu cavalo é o menos competitivo da corrida.</p><p>( ) Tenho um pai riquíssimo.</p><p>3) Assinale a única alternativa em que o adjetivo está no grau superlativo relativo:</p><p>a) Comprei uma bola caríssima.</p><p>b) Este jogo é facílimo.</p><p>c) O cão era ferocíssimo.</p><p>d) Antônio é o engenheiro mais competente da empresa.</p><p>4) Assinale a alternativa que apresenta o adjetivo no grau superlativo absoluto analítico:</p><p>a) Esta fazenda é bastante fértil.</p><p>b) Aquela garota é amabilíssima.</p><p>c) Pedro é o menos motivado da loja.</p><p>d) Ela parece a mais tímida de todas.</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Discurso direto e indireto</p><p>Há duas formas básicas de apresentaras falas dos personagens no texto: por meio do discurso direto ou do discurso indireto.</p><p>Discurso direto</p><p>Esse tipo de discurso ocorre quando o narrador passa a voz para os personagens e são eles próprios que dizem as suas falas. Nesse exemplo, identificamos a voz de um narrador- personagem (o menino) na frase</p><p>―Quando eu estava saindo para jogar bola com meus amigos, minha mãe perguntou:‖. Em seguida, a voz da personagem (a mãe) aparece: ―Aonde você pensa que vai? Já fez seu dever de casa?. Ou seja, o menino apenas cria uma ocasião para que a mãe enuncie sua fala; como narrador, ele</p><p>não interfere no que ela está dizendo. Esse tipo de discurso proporciona mais vivacidade e tom de verdade ao texto.</p><p>Características do discurso direto</p><p>Como o narrador não participa da fala, ela é a reprodução fiel daquilo que os personagens teriam dito.</p><p>Antes das falas, o narrador costuma usar um verbo de elocução para anunciá-las, como em ―minha mãe perguntou‖. Esses verbos declarativos são chamados de dicendi e são seguidos de dois- -pontos. São exemplos</p><p>de verbos dicendi: falar, dizer, responder, perguntar, afirmar, negar, concordar, resmungar, sussurrar, retrucar, comentar, observar, replicar, aconselhar, gritar, etc.</p><p>(</p><p>Objetivos</p><p>de</p><p>aprendizagem</p><p>e</p><p>desenvolvimento:</p><p>Habilidades</p><p>(EF67LP30)</p><p>)</p><p>O uso de verbo dicendi também é muito comum depois da fala do personagem nos casos em que o narrador retoma a narrativa no mesmo parágrafo em que o personagem falou.</p><p>Outra característica desse tipo de discurso é o uso do travessão (―). Ele indica o início da fala do personagem e também o seu encerramento – quando o narrador retoma a voz da narrativa no mesmo parágrafo –, ou a troca de personagens que estão falando. Alguns escritores preferem usar as aspas em vez do travessão para destacar as falas do texto.</p><p>Discurso indireto</p><p>Nesse tipo de discurso, o narrador não dá voz para os personagens: ele mesmo reproduz o que teria sido dito nos diálogos da história. Como não temos acesso à fala dos personagens por suas próprias vozes, esse tipo de discurso tem menos vivacidade, pois só conhecemos as falas dos personagens por intermédio do narrador.</p><p>Características do discurso direto</p><p>O narrador, por não permitir que o personagem fale diretamente, traduz as falas que ocorreram nos diálogos do texto. Ao fazer essa tradução, ele reproduz a essência do que foi dito, muitas vezes sem preservar as características da linguagem de cada personagem. Esse discurso é introduzido por verbos dicendi seguidos, geralmente, pelas palavras que e se.</p><p>1) Assinale a alternativa em que ocorra discurso indireto.</p><p>a) Perguntou o que fazer com tanto livro velho.</p><p>b) Já era tarde. O ruído dos grilos não era suficiente para abafar os passos de Delfino. Estaria ele armado? Certamente estaria. Era necessário ter cautela.</p><p>c) Quem seria capaz de cometer uma imprudência daquelas?</p><p>d) A tinta da roupa tinha já desbotado quando o produtor decidiu colocá- la na secadora.</p><p>“Muito!’, disse quando alguém lhe perguntou se gostara de um certo quadro.”</p><p>2) Sobre o discurso indireto é correto afirmar, EXCETO:</p><p>a) No discurso indireto, o narrador utiliza suas próprias palavras para reproduzir a fala de um personagem.</p><p>b) O narrador é o porta-voz das falas e dos pensamentos das personagens.</p><p>c) Normalmente é escrito na terceira pessoa. As falas são iniciadas com o sujeito, mais o verbo de elocução seguido da fala da personagem.</p><p>d) No discurso indireto as personagens são conhecidas através de seu próprio discurso, ou seja, através de suas próprias palavras.</p><p>3) O diálogo do primeiro quadrinho, passado para o discurso indireto, dando sequência à frase abaixo, seria:</p><p>“Indagada sobre o segredo de um casamento duradouro, a velha senhora respondeu à jovem secretária..."</p><p>a) que: seja você mesma, tenha seus próprios interesses, dê espaço ao outro e fique fora do caminho.</p><p>b) o seguinte: seja você mesma, tivesse seus próprios interesses, desse espaço ao outro e fique fora do caminho.</p><p>c) que fosse ela mesma, tivesse seus próprios interesses, desse espaço ao outro e ficasse fora do caminho.</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Interpretação de textos</p><p>A historinha abaixo, criada por Maurício de Souza, traz o seguinte diálogo:</p><p>ANDRÉ: ―Ah, eu adoro melancia! Ah, eu adoro melancia... ah, eu adoro melancia!</p><p>CEBOLINHA: “O que deu no Andlé? Selá que ele está vilando a Magali? MÔNICA: Não, Cebolinha! O André é autista, e muitos deles têm ecolalia, que é o hábito de repetir uma frase diversas vezes!</p><p>1) Podemos afirmar que a historinha tem como objetivo:</p><p>a) Mostrar como o autismo é importante.</p><p>b) Gerar reflexão nos leitores sobre as possíveis características de quem é autista.</p><p>c) Dizer que a Mônica sempre está certa e sempre contra o Cebolinha.</p><p>d) Realçar a ideia de que André e Magali são parecidos.</p><p>e) Explicar aos leitores o que é ecolalia.</p><p>(</p><p>Objetivos</p><p>de</p><p>aprendizagem</p><p>e</p><p>desenvolvimento:</p><p>Habilidades</p><p>(EF67LP03)</p><p>)</p><p>2) Para o menino da charge abaixo, a palavra ―viralizar seria algo legal, pois:</p><p>a) significava que mais pessoas tinham acesso ao conteúdo publicado na rede.</p><p>b) infectava mais pessoas na internet.</p><p>c) prejudicava poucas pessoas.</p><p>d) tratava-se de algo que os adultos utilizam muito.</p><p>e) ele não entendia o que seria o Coronavírus.</p><p>3) A finalidade do texto é:</p><p>a) trazer argumentos e opiniões para convencer o leitor.</p><p>b) criticar acontecimentos atuais de interesse público.</p><p>c) apresentar uma mensagem informativa para o leitor.</p><p>d) narrar uma história cômica para divertir as pessoas.</p><p>Leia o texto e responda as questões:</p><p>Gente é bicho e bicho é gente</p><p>Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso! Fui ontem à cidade com minha mãe e você não faz ideia do que eu vi. Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana... E eu fiquei chateada.</p><p>Eu vi um homem, um ser humano, igual a nós, remexendo na lata de lixo. E sabe o que ele estava procurando? Ele buscava, no lixo, restos de alimento. Ele procurava comida!</p><p>Querido Diário, como pode isso? Alguém revirando uma lata cheia de coisas imundas e retirar dela algo para comer? Pois foi assim mesmo, do jeitinho que estou contando. Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora.</p><p>Aarghh!!!Devia estar horrível!</p><p>Mas o homem parecia bastante satisfeito por ter encontrado aqueles restos. Na mesma hora, querido Diário, olhei assustadíssima para a mamãe. Ela compreendeu o meu assombro.</p><p>Virei para ela e perguntei: ―Mãe, aquele homem vai comer aquilo?‖ Mamãe fez um ―sim‖ com a cabeça e, em seguida, continuou: ―Viu, entende por que eu fico brava quando você reclama da comida?‖.</p><p>É verdade! Muitas vezes, eu me recuso a comer chuchu, quiabo e abobrinha. E larguei no prato, duas vezes, um montão de repolho, que eu odeio! Puxa vida! Eu me senti muito envergonhada!</p><p>Vendo aquela cena, ainda me lembrei do Pó, nosso cachorro. Nem ele come uma comida igual àquela que o homem buscou do lixo. Engraçado, querido Diário, o nosso cão vive bem melhor do que aquele homem. Tem alguma coisa errada nessa história, você não acha?</p><p>Como pode um ser humano comer comida do lixo e o meu cachorro comer comida limpinha? Como pode, querido Diário, bicho tratado como gente e gente vivendo como bicho? Naquela noite eu rezei, pedindo que Deus conserte logo este mundo. Ele nunca falha. E jamais deixa de atender os meus pedidos. Só assim eu consegui adormecer um pouquinho mais feliz.</p><p>(Pedro Antônio Oliveira. “Gente é bicho e bicho é gente”. Diário da Tarde. Belo Horizonte)</p><p>1) Após a leitura do texto, pode-se concluir que o título indica que:</p><p>a) bicho é superior a gente.</p><p>b) gente é superior a bicho.</p><p>c) bicho e gente se confundem.</p><p>d) gente e bicho são seres diferentes.</p><p>e) bicho e gente são animais racionais.</p><p>2) Em ―Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana...‖ foram usadas reticências para demonstrar:</p><p>a) interrupção na linha de raciocínio da narradora, afetada positivamente pelo que viu.</p><p>b) que a narradora encontrou os adjetivos possíveis para expressar suas dúvidas diante do que viu.</p><p>c) que a narradora não consegue encontrar mais adjetivos para expressar seu choque diante da cena que viu.</p><p>d) que a narradora está em dúvida, pois tem a sensação de que o que viu é um sonho.</p><p>e) fim à linha de pensamento da narradora, a qual se mostra indiferente ao que viu.</p><p>3) Diante da cena narrada no segundo parágrafo, a personagem mostra- se:</p><p>a) incomodada, pois havia alimentos que ela não gostava e largava no prato, como repolho e abobrinha.</p><p>b) revoltada com o fato de um ser humano ter condições de vida inferiores às de um animal.</p><p>c) interessada porque queria levar aquela comida para seu cachorro.</p><p>d) compreensiva com o fato de o homem recolher comida do lixo.</p><p>e) indiferente à situação vivenciada pelo homem.</p><p>4) O consolo a que a personagem se refere no final do texto vem do fato de que:</p><p>a) ela acredita que Deus ajuda a consertar as coisas erradas.</p><p>b) alguns bichos são tratados como gente por algumas pessoas.</p><p>c) o homem conseguiu se alimentar com a comida do restaurante.</p><p>d) o seu animal de estimação, um cachorro, come comida limpinha.</p><p>e) muita gente é tratada como bicho e muito bicho é tratado como gente.</p><p>5) O texto ―Gente é bicho e bicho é gente‖ pode ser considerado um(a):</p><p>a) informação sobre a vida dos animais.</p><p>b) protesto contra a falta de educação.</p><p>c) elogio à caridade humana.</p><p>d) reflexão sobre a vida.</p><p>e) crítica às autoridades.</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>Interpretação de textos</p><p>1) O episódio da história em quadrinhos que gera humor é o(a):</p><p>a) grito que a menina deu com o médico que examinava seu dedo.</p><p>b) constatação, pelo médico, da existência de uma fratura.</p><p>c) revelação de que Úrsula é uma elefanta.</p><p>d) satisfação com o atendimento médico</p><p>2) No último quadrinho dessa história, o médico demonstra:</p><p>a) raiva.</p><p>b) medo.</p><p>c) tristeza.</p><p>d) espanto.</p><p>e) indignação.</p><p>Escola:</p><p>Professor(a): Turma:</p><p>Aluno(a): Data:</p><p>O texto abaixo é base das duas questões seguintes.</p><p>O pulo do gato</p><p>A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo.</p><p>Com um salto de banda, o danado sempre se safava. Decidiu, então, a raposa, usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:</p><p>· Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!</p><p>—Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato — Não é um que corre atrás do outro, é ―uma‖, que é a senhora, que corre atrás do ―outro‖, que sou eu…</p><p>· Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor.</p><p>Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!</p><p>O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada, e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.</p><p>Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!</p><p>E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira. Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou: — Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!— Não ensinei, nem ensino!</p><p>– riu-se o gato — Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!</p><p>(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48. São Paulo, Abril,1991.)</p><p>1) O dito popular que melhor poderia ser tomado como moral do texto lido seria:</p><p>a) ―Quem avisa amigo é.‖</p><p>b) ―Antes tarde do que nunca.‖</p><p>c) ―Nem tudo que reluz é ouro.‖</p><p>d) ―Amigos, amigos, negócios à parte.‖</p><p>e) ―Contra esperteza, esperteza e meia.‖</p><p>2) No texto ―O pulo do gato‖, podemos dizer que:</p><p>a) a raposa precisaria da ajuda de outros animais para seu plano.</p><p>b) a raposa dirigiu sua proposta ao gato de forma educada e amável.</p><p>c) a raposa queria aprender vários tipos de pulos para poder virar artista.</p><p>d) o gato ofereceu à raposa saborosos filés de rato como forma de propor a amizade.</p><p>e) a raposa propôs ao gato um concurso de pulos para celebrar o acordo de amizade.</p><p>3) Assinale a alternativa que apresenta o objetivo da raposa:</p><p>a) pegar o gato.</p><p>b) fazer as pazes com o gato.</p><p>c) aprender a pular tão bem quanto o gato.</p><p>d) demonstrar que era esperta.</p><p>4) A frase que caracteriza o clímax da história é:</p><p>a) ―Decidiu então a raposa usar a esperteza.‖</p><p>b) ―Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato [...]‖</p><p>c) ―A raposa... já estava tão mestre em pulos quanto o gato.‖</p><p>d) ―[...] esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais [...]‖</p><p>5) Esse é o pulo do gato!‖. A que pulo do gato o desfecho da história se refere?</p><p>a) o duplo-mortal.</p><p>b) o triplo-mortal.</p><p>c) o saca-rolha-composta.</p><p>d) um volteio de banda.</p><p>A história em quadrinhos constitui-se da linguagem verbal associada a elementos não verbais, como o desenho e o contorno dos balões.</p><p>1) O dito popular que melhor poderia ser tomado como moral do texto lido seria:</p><p>a) ―Quem avisa amigo é.‖</p><p>b) ―Antes tarde do que nunca.‖</p><p>c) ―Nem tudo que reluz é ouro.‖</p><p>d) ―Amigos, amigos, negócios à parte.‖</p><p>e) ―Contra esperteza, esperteza e meia.‖</p><p>O corvo e o jarro</p><p>Um corvo, quase morto de sede, foi a um jarro, onde pensou encontrar água. Quando meteu o bico pela borda do jarro, verificou que só havia um restinho no fundo. Era difícil alcança-lá com o bico, pois o jarro era muito alto.</p><p>Depois de várias tentativas, precisou desistir, desesperado. Surgiu, então, uma ideia em seu cérebro. Apanhou um seixo e jogou-o no fundo do jarro. Jogou mais um e muitos outros.</p><p>Com alegria verificou que a água vinha, aos poucos, se aproximando da borda. Jogou mais alguns seixos e conseguiu matar a sede, salvando a vida.</p><p>Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.</p><p>2)</p><p>Qual destes provérbios também poderia servir como moral da fábula acima?</p><p>a) A união faz a força.</p><p>b) É melhor prevenir do que remediar.</p><p>c) A persistência é o melhor caminho para o êxito.</p><p>d) Antes tarde do que nunca.</p><p>e) A pressa é inimiga da perfeição.</p><p>3) A principal finalidade do texto é:</p><p>a) trazer uma reflexão.</p><p>b) apresentar uma crítica.</p><p>c) provocar humor.</p><p>d) expor uma informação.</p><p>4) A charge revela, sobretudo, que:</p><p>a) as pessoas estão com medo de serem assaltadas nas ruas.</p><p>b) o medo da contaminação é superior ao medo de armas.</p><p>c) as mulheres estão sendo atacadas constantemente.</p><p>d) os doentes estão contaminando as pessoas nas ruas.</p><p>As questões 1 e 2 referem-se ao cartaz abaixo,peça de uma campanha publicitária promovida pelo Ministério da Cultura, no ano de 2012.</p><p>1) Assinale a única alternativa correta, entre as apresentadas a seguir.</p><p>a) Apenas as crianças de 7 a 12 anos são o público-alvo dessa campanha. Essa afirmação pode ser confirmada pelos dizeres a elas direcionados: Converse sobre um livro. Recomende para uma criança.</p><p>b) O cartaz tem a finalidade de anunciar o lançamento de títulos de literatura infantil que serão vendidos apenas por mídias eletrônicas.</p><p>c) O cartaz tem, preferencialmente, o adulto como público-alvo. Essa afirmação pode ser confirmada pelos dizeres: Converse sobre um livro. Recomende para uma criança.</p><p>d) O texto escrito é dispensável na composição do cartaz, visto que ele traz informações necessárias ao entendimento do propósito da campanha.</p><p>e) Apenas profissionais da educação constituem o público-alvo dessa campanha.</p><p>2) No cartaz, algumas palavras foram utilizadas com a intenção de levar o leitor a realizar ações específicas. Entre as palavras apresentadas abaixo, quais cumprem essa função e a que classe gramatical elas pertencem? Assinale a alternativa correta.</p><p>a) mais e livro – pronomes.</p><p>b) viaje, seja e livro – verbos.</p><p>c) mais, livro e criança – substantivos.</p><p>d) leia, converse e recomende – verbos.</p><p>e) leia, converse e recomende – adjetivos.</p><p>3) Leia o texto:</p><p>·Apenas uma das alternativas a seguir apresenta razões para que esse texto seja considerado um poema. Assinale-a.</p><p>a) O texto está organizado numa única estrofe, em cujos versos é possível notar a presença de algumas palavras que rimam entre si.</p><p>b) O título escolhido pelo autor, ―Os livros‖, e a ausência de versos são</p><p>marcas de um poema.</p><p>c) O texto está organizado em duas estrofes, com o mesmo número de versos em cada uma delas.</p><p>d) Há a citação de personagens de histórias infantis, característica obrigatória para a construção de qualquer poema.</p><p>AVISO DE DIREITOS AUTORAIS</p><p>Todo o material desta apostila (incluindo textos e imagens) estão protegidos por direitos autorais de seu criador: ALFABETINHO, sendo proibido toda e qualquer forma de plágio, cópia, venda ilegal, compartilhamento ou qualquer outra forma de uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando- se o transgressor, as penalidades previstas civil e criminalmente.</p><p>ATT: EQUIPE JURÍDICA ALFABETINHO</p><p>O delito de violação de direito autoral está previsto no artigo 184 do Código Penal, que descreve a conduta criminosa como sendo o ato de infringir direitos inerentes ao autor, ou com eles relacionados. Um exemplo muito corriqueiro são as falsificações, ou os chamados produtos piratas, que são copiados e vendidos sem autorização de quem os idealizou.</p><p>Toda e qualquer divulgação, distribuição, plágio ou venda ilegal, assim que descoberto(a) o responsável será penalizado previsto no código civil e criminalmente por seu ato criminoso!</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.png</p><p>image17.png</p><p>image18.png</p><p>image19.png</p><p>image20.png</p><p>image21.png</p><p>image22.png</p><p>image23.png</p><p>image24.png</p><p>image25.png</p><p>image26.png</p><p>image27.png</p><p>image28.png</p><p>image29.png</p><p>image30.png</p><p>image31.png</p><p>image32.jpeg</p><p>image33.jpeg</p><p>image34.jpeg</p><p>image35.jpeg</p><p>image1.png</p><p>image36.jpeg</p><p>image37.jpeg</p><p>image38.png</p><p>image39.jpeg</p><p>image40.jpeg</p><p>image41.jpeg</p><p>image42.jpeg</p><p>image2.png</p><p>image43.jpeg</p><p>image44.jpeg</p><p>image45.jpeg</p><p>image46.jpeg</p><p>image47.jpeg</p><p>image48.jpeg</p><p>image49.jpeg</p><p>image50.jpeg</p><p>image51.png</p><p>image3.png</p><p>image52.png</p><p>image53.png</p><p>image54.png</p><p>image55.png</p><p>image56.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p>