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<p>Professor</p><p>Agosto/Setembro - 2024</p><p>CIÊNCIAS HUMANAS</p><p>E SOCIAIS APLICADAS</p><p>3ª Série</p><p>Revisa Goiás</p><p>Apresentação</p><p>O REVISA GOIÁS é um material didático estruturado e articulado para apoiar as ações de recomposi-</p><p>ção das aprendizagens. A elaboração desse material tem como base os Documentos Curriculares, a Matriz</p><p>de Referência SAEB, bem como os resultados das avaliações externas, uma vez que é importante identifi-</p><p>car pontos de atenção nesses resultados, objetivando desenvolver uma aprendizagem efetiva. Na elabo-</p><p>ração das atividades propostas, são consideradas as habilidades de cada ano/série e, ainda, por se tratar</p><p>de um material que visa a recomposição da aprendizagem, considera-se, também, as habilidades básicas</p><p>dos anos/séries anteriores.</p><p>O material é elaborado bimestralmente e apresenta, de modo intencional, uma gradação como um ca-</p><p>minho para que, com a mediação do(a) professor(a), o(a) estudante tenha a oportunidade de desenvolver</p><p>as atividades propostas e, dessa forma, aprender cada vez mais e avançar em proficiência. Além disso, o</p><p>uso do material otimiza o tempo do(a) professor(a) durante o planejamento de suas aulas. Nessa pers-</p><p>pectiva, é de grande relevância o trabalho do(a)professor(a) para que a aplicabilidade deste material seja</p><p>concretizada com êxito.</p><p>O REVISA GOIÁS será enviado em quatro volumes. Assim, uma versão digitalizada de todo o material</p><p>será disponibilizada para que o(a) professor(a) utilize esse material em seu planejamento. O material de</p><p>Língua Portuguesa e Matemática, do(a) estudante, será impresso para o 8º e 9º anos do Ensino Fundamen-</p><p>tal e para todas as séries do Ensino Médio. O REVISA de Ciências da Natureza e Ciências Humanas do 9º</p><p>ano do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio será apenas em formato digital.</p><p>Nessa perspectiva, seguimos com esta importante ação na rede Estadual de Educação de Goiás, cien-</p><p>tes da necessidade de um ensino que desenvolva as habilidades curriculares para continuar avançando em</p><p>proficiência, com foco no(a) estudante como sujeito desse processo.</p><p>Desejamos a todos um excelente trabalho!</p><p>Núcleo de Recursos Didáticos (NUREDI)</p><p>Secretaria de Estado da Educação de Goiás (SEDUC-GO)</p><p>Você também pode baixar o material pelo link:</p><p>https://drive.google.com/drive/folders/146Uv6vgeD54CF2CA-</p><p>fpwYsZnDlA78fyMX?usp=sharing</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>Sumário</p><p>Semana 1 - Agosto ......................................................................................................................7</p><p>Semana 2 - Agosto ......................................................................................................................10</p><p>Semana 3 - Agosto ......................................................................................................................12</p><p>Semana 4 - Agosto ......................................................................................................................15</p><p>Semana 5 - Setembro .................................................................................................................18</p><p>Semana 6 - Setembro .................................................................................................................22</p><p>Semana 7 - Setembro .................................................................................................................23</p><p>Semana 8 - Setembro .................................................................................................................25</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>4</p><p>Revisa Goiás</p><p>CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS</p><p>Professor(a), a formação do cidadão crítico requer sua inserção em uma sociedade onde o conhecimento</p><p>científico e tecnológico é cada vez mais valorizado. As Ciências Humanas e Sociais Aplicadas nos ajudam a</p><p>compreender melhor as transformações em nossa sociedade. Esta percepção nos eleva, permitindo-nos po-</p><p>sicionar e contribuir de maneiras variadas para as mudanças necessárias.</p><p>Considerando a necessidade de preparar os nossos estudantes para um desempenho exemplar no Exame</p><p>Nacional do Ensino Médio – ENEM e para enfrentar os desafios da 3ª série do Ensino Médio, torna-se im-</p><p>perativo adotar uma abordagem pedagógica que vá além do simples repasse de conteúdo. A construção do</p><p>conhecimento deve ser orientada por práticas educativas que estimulem o pensamento crítico, a resolução</p><p>de problemas e a aplicação prática dos conceitos aprendidos.</p><p>Nesse sentido, é essencial promover atividades que estimulem a autonomia dos estudantes, incentivando</p><p>a pesquisa, a argumentação e a síntese de informações. Além disso, a integração de tecnologias educacionais</p><p>pode proporcionar uma experiência de aprendizado dinâmica e alinhada às demandas contemporâneas.</p><p>Visando a recuperação e o aprofundamento das aprendizagens, foram contempladas aqui habilidades de</p><p>recomposição referentes aos anos anteriores, bem como habilidades propostas na matriz do Sistema de Ava-</p><p>liação da Educação Básica (SAEB), Matriz do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), com as temáticas da</p><p>área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas mais recorrentes nesse exame e Documento Curricular para</p><p>Goiás etapa Ensino Médio (DCGO-EM).</p><p>Este material foi elaborado para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. Sugerimos, portanto, que</p><p>considere a inserção em seu planejamento, assim como outras possibilidades de discussão e recursos para</p><p>além dos sugeridos aqui. Sabemos que as atividades por si só não ensinam. Por isso, sua atuação é tão impor-</p><p>tante em cada uma das situações propostas aqui, cujo objetivo é recuperar e aprofundar as aprendizagens e</p><p>desenvolver as habilidades esperadas e desejadas para a 3ª série do Ensino Médio. Para isso, este material</p><p>servirá como mais uma ferramenta que o(a) auxiliará no processo de ensino, sendo necessário, portanto, que</p><p>você considere, em seu planejamento e replanejamento, outras possibilidades de discussão e recursos, para</p><p>além daqueles sugeridos nesta Sequência de Atividades.</p><p>Desejamos a você e aos estudantes um ótimo trabalho!</p><p>Núcleo de Recursos Didáticos (NUREDI)</p><p>Secretaria de Estado da Educação (Seduc-GO)</p><p>DIALOGANDO COM O(A) PROFESSOR(A),</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>5</p><p>CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS – 3ª SÉRIE</p><p>3º BIMESTRE</p><p>SEMA-</p><p>NA</p><p>OBJETOS DE</p><p>CONHECIMENTO/</p><p>CONTEÚDO</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM (DC-GOEM)</p><p>HABILIDADES DE RECOMPOSIÇÃO /</p><p>EIXOS COGNITIVOS*</p><p>1</p><p>Conferências</p><p>Ambientais</p><p>(GO-EMCHS305A) Identificar as instituições e organismos de con-</p><p>trole e fiscalização ambiental, analisando textos geográficos, históri-</p><p>cos, dados estatísticos, mapas, filmes, documentários e outras fontes</p><p>para avaliar o papel desses organismos na questão ambiental.</p><p>(GO-EMCHS305B) Conhecer os principais documentos (acordos)</p><p>internacionais, nacionais e locais, que visam a diminuição e/ou fim</p><p>dos problemas ambientais (Protocolo de Kyoto, Agenda 21 etc.),</p><p>analisando o contexto histórico e socioeconômico no qual foram</p><p>elaborados para problematizar como esses estão sendo aplicados</p><p>e seus impactos.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resul-</p><p>tados da primeira Conferência Am-</p><p>biental Internacional, destacando</p><p>seu papel na conscientização global</p><p>sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabe-</p><p>lece a Política Nacional do Meio Am-</p><p>biente, suas diretrizes, instrumentos</p><p>e o papel dos órgãos ambientais.</p><p>2</p><p>Legislação am-</p><p>biental</p><p>(GO-EMCHS305A) Identificar as instituições e organismos de con-</p><p>trole e fiscalização ambiental, analisando textos geográficos, históri-</p><p>cos, dados estatísticos, mapas, filmes, documentários e outras fontes</p><p>para avaliar o papel desses organismos na questão ambiental.</p><p>(GO-EMCHS305B) Conhecer os principais documentos (acordos)</p><p>internacionais, nacionais e locais, que visam a diminuição e/ou fim</p><p>dos problemas</p><p>em funcionamento graças</p><p>ao autoconserto de suas peças. Sua vida con-</p><p>siste em compactar o lixo existente no planeta,</p><p>que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos</p><p>curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge</p><p>repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva.</p><p>A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.</p><p>2. Seaspiracy</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>Apaixonado pela vida nos oceanos, um cineas-</p><p>ta resolve documentar os danos causados pelo</p><p>humano às espécies marinhas e acaba desco-</p><p>brindo uma rede de corrupção global. Assista</p><p>quando quiser.</p><p>1. Wall-E</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>Semana 5 - Setembro</p><p>TEMÁTICA: Organização Territorial no Tempo e Espa-</p><p>ço: Conexões e Escalas</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS605C) Promover ações concretas dentro</p><p>da escola, utilizando o contexto de desigualdade social</p><p>e violações dos Direitos Humanos na sua comunidade</p><p>local para construir espaços de vivência e respeito a</p><p>identidade de cada grupo e de cada indivíduo.</p><p>(GO-EMCH605D) Avaliar como o conjunto de valores</p><p>dos Direitos Humanos (direito à vida e à liberdade, à</p><p>liberdade de opinião e de expressão, o direito ao tra-</p><p>balho e à educação, entre outros) se manifestam con-</p><p>cretamente para o indivíduo, através do estudo do</p><p>cotidiano, de documentários sobre violação de direi-</p><p>tos fundamentais em guerras e da fi losofi a humanista</p><p>sobre os valores éticos universais para perceber que a</p><p>defesa de tais direitos faz parte indispensável de uma</p><p>sociedade justa e inclusiva.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>19</p><p>• Declaração Universal dos Direitos Humanos / Revo-</p><p>lução Francesa</p><p>Prezado(a) Professor(a), nas últimas quatro semanas,</p><p>exploramos diversos objetos de conhecimento rela-</p><p>cionados ao meio ambiente, incluindo preservação e</p><p>desenvolvimento sustentável. A partir desta semana,</p><p>iniciaremos o estudo de uma nova temática, abordan-</p><p>do aspectos da Sociologia em parceria com a História.</p><p>Durante as próximas duas semanas, focaremos nos</p><p>Direitos Humanos. Para encerrar este ciclo de estu-</p><p>dos, nas semanas finais, abordaremos os Movimentos</p><p>Sociais sob várias perspectivas. Nosso objetivo é pro-</p><p>porcionar aos alunos uma compreensão ampla e crítica</p><p>dos temas abordados.</p><p>Caro Estudante, nas últimas quatro semanas,</p><p>exploramos diversos tópicos relacionados ao meio</p><p>ambiente, incluindo preservação e desenvolvimen-</p><p>to sustentável. A partir desta semana, iniciaremos o</p><p>estudo de uma nova temática, abordando aspectos</p><p>da Sociologia em parceria com a História. Durante</p><p>as próximas duas semanas, focaremos nos Direitos</p><p>Humanos. Para encerrar este ciclo de estudos, nas</p><p>semanas finais, discutiremos os Movimentos Sociais</p><p>sob várias perspectivas. Nosso objetivo é proporcio-</p><p>nar a vocês uma compreensão ampla e crítica dos te-</p><p>mas abordados.</p><p>A Declaração dos Direitos do Homem e do Ci-</p><p>dadão, proclamada durante a Revolução Francesa</p><p>em 1789, é um marco histórico que estabeleceu</p><p>princípios fundamentais para os direitos humanos.</p><p>Esse documento afirmava que todos os indivíduos</p><p>nascem livres e iguais em direitos, incluindo direitos</p><p>como liberdade, propriedade, segurança e resistên-</p><p>cia à opressão. Inspirada pelos ideais de liberdade,</p><p>igualdade e fraternidade, a declaração teve um im-</p><p>pacto duradouro na evolução dos direitos humanos</p><p>ao redor do mundo, influenciando constituições e</p><p>legislações em várias nações.</p><p>Disponível em: https://encurtador.com.br/02lxr. Acesso em: 09 jul. 2024.</p><p>Leia o texto V e, a seguir, responda as atividades propostas</p><p>desta semana.</p><p>Texto V</p><p>Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão -</p><p>Íntegra do documento original</p><p>Assembleia Nacional</p><p>Os representantes do povo francês, constituídos</p><p>em Assembleia Nacional, considerando que a igno-</p><p>rância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do</p><p>homem são as únicas causas das infelicidades públicas</p><p>e da corrupção dos governos, resolveram expor, numa</p><p>Declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis</p><p>e sagrados do homem, a fim de que esta Declaração,</p><p>constantemente presente a todos os membros do cor-</p><p>po social, lhes lembre sem cessar seus direitos e deve-</p><p>res; de modo que seus atos do poder legislativo e do</p><p>poder executivo, podendo ser a qualquer momento</p><p>confrontados com o fim de toda instituição política, se-</p><p>jam mais respeitados, para que as reclamações dos ci-</p><p>dadãos, fundamentada em geral em princípios simples</p><p>e incontestáveis, voltem-se sempre para a manutenção</p><p>da Constituição e a felicidade geral.</p><p>Por conseguinte, a Assembleia Nacional reconhece e</p><p>declara, em presença e sob os auspícios do Ser supre-</p><p>mo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:</p><p>Art. 1º. Os homens nascem e vivem livres e iguais em</p><p>direitos. As diferenças sociais só podem ser fundamen-</p><p>tadas no interesse comum.</p><p>Art. 2º. O fim de toda associação política é a conserva-</p><p>ção dos direitos naturais e imprescritíveis do homem.</p><p>Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segu-</p><p>rança e a resistência à opressão.</p><p>Art. 3º. O princípio de toda Soberania reside essencial-</p><p>mente na Nação. Nenhuma instituição nem nenhum</p><p>indivíduo pode exercer autoridade que não emane ex-</p><p>pressamente dela.</p><p>Art. 4º. A liberdade consiste em poder fazer tudo que</p><p>não prejudique outro: assim, o exercício dos direitos</p><p>naturais de cada homem tem como única baliza a que</p><p>assegura aos outros membros da sociedade o gozo dos</p><p>mesmos direitos. Essas balizas só podem ser determi-</p><p>nadas pela Lei.</p><p>Art.5º. A lei só pode proibir as ações prejudiciais à so-</p><p>ciedade. Tudo o que não for proibido por lei não pode</p><p>ser impedido, e ninguém pode ser constrangido a fazer</p><p>o que ela não ordena.</p><p>Art.6º. A lei é a expressão da vontade geral. Todos os</p><p>cidadãos têm o direito de concorrer para sua forma-</p><p>ção, pessoalmente ou através de seus representantes.</p><p>Ela deve ser a mesma para todos, seja aos que protege,</p><p>seja aos que pune. Todos os cidadãos sendo iguais aos</p><p>seus olhos são igualmente admissíveis a todas as digni-</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>20</p><p>dades, lugares e empregos públicos, segundo sua capa-</p><p>cidade e sem outra distinção, além de suas virtudes e</p><p>seus talentos.</p><p>Art. 7º. Nenhum homem pode ser acusado, preso ou</p><p>detido senão quando assim determinado pela lei e de</p><p>acordo com as formas que ela prescreveu. Os que so-</p><p>licitam, expedem, executam ou fazem executar ordens</p><p>arbitrárias devem ser punidos. Mas todo homem in-</p><p>timado ou convocado em nome da lei deve obedecer</p><p>imediatamente: ele se torna culpado pela resistência.</p><p>Art. 8º. A lei só deve estabelecer penas estrita e evi-</p><p>dentemente necessárias e ninguém pode ser punido</p><p>senão em virtude de uma lei estabelecida e promulga-</p><p>da anteriormente ao delito e legalmente aplicada.</p><p>Art. 9º. Todo homem é presumido inocente até ser de-</p><p>clarado culpado. No caso de se julgar indispensável sua</p><p>prisão, qualquer excesso desnecessário para se asse-</p><p>gurar de sua pessoa deve ser severamente reprimido</p><p>pela lei.</p><p>Art. 10º. Ninguém deve ser perseguido por suas opi-</p><p>niões, mesmo religiosas, desde que sua manifestação</p><p>não atrapalhe a ordem pública estabelecida pela lei.</p><p>Art. 11º. A livre comunicação dos pensamentos e opini-</p><p>ões é um dos direitos mais preciosos do homem: todo</p><p>cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livre-</p><p>mente, embora deva responder pelo abuso dessa liber-</p><p>dade nos casos determinados pela lei.</p><p>Art. 12º. A garantia dos direitos do homem e do cida-</p><p>dão necessita de uma força pública: essa força é, por-</p><p>tanto, instituída para o benefício de todos e não para a</p><p>utilidade particular daqueles a quem ela está confiada.</p><p>Art. 13º. Para a manutenção da força pública e para as</p><p>despesas da administração, uma contribuição</p><p>comum</p><p>é indispensável: ela deve ser igualmente repartida en-</p><p>tre todos os cidadãos, de acordo com suas faculdades.</p><p>Art. 14º. Os cidadãos têm o direito de constatar, por si</p><p>mesmos ou por seus representantes, a necessidade da</p><p>contribuição pública, de consenti-la livremente e de vi-</p><p>giar seu emprego, de determinar sua quota, lançamen-</p><p>to, recuperação e duração.</p><p>Art. 15º. A sociedade tem o direito de pedir contas de</p><p>sua administração a todos os agentes do poder público.</p><p>Art. 16º. Toda a sociedade onde a garantia dos direitos</p><p>não está assegurada, nem a separação dos poderes de-</p><p>terminada, não tem Constituição.</p><p>Art. 17º. Sendo a propriedade um direito inviolável e</p><p>sagrado, ninguém pode ser dele privado senão quando</p><p>a necessidade pública, legalmente constatada, assim o</p><p>exija evidentemente, e sob a condição de uma justa e</p><p>prévia indenização.</p><p>Fonte: https://encurtador.com.br/zgRAt</p><p>Acesso em: 09 jul. 2024.</p><p>ATIVIDADES</p><p>17. Como o contexto histórico da Revolução Francesa</p><p>influenciou a criação da Declaração dos Direitos do</p><p>Homem e do Cidadão?</p><p>Comentário sobre a Questão: O contexto histórico da Re-</p><p>volução Francesa exerceu uma influência profunda na</p><p>criação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cida-</p><p>dão. A revolução foi impulsionada por um intenso clamor</p><p>por liberdade, igualdade e justiça social, que se refletiram</p><p>diretamente nos princípios fundamentais da Declaração.</p><p>Inspirados pelos ideais iluministas, como os defendidos</p><p>por filósofos como Voltaire, Rousseau e Montesquieu, os</p><p>revolucionários franceses buscaram estabelecer uma nova</p><p>ordem baseada nos direitos de todos os cidadãos. A De-</p><p>claração proclamou direitos básicos, como liberdade de</p><p>expressão, igualdade perante a lei, direito à propriedade e</p><p>resistência à opressão, como resposta aos abusos do Anti-</p><p>go Regime, um sistema autoritário que concentrava poder</p><p>e privilégios nas mãos da nobreza e do clero.</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta reflexão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar a elaboração e adoção da Declaração dos</p><p>Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, destacando</p><p>seus princípios fundamentais.</p><p>B2 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e</p><p>a dignidade humana.</p><p>18. Por que a Declaração dos Direitos do Homem e do</p><p>Cidadão é amplamente reconhecida como um marco</p><p>histórico na evolução dos direitos humanos?</p><p>Comentário sobre a Questão: A Declaração dos Direitos do</p><p>Homem e do Cidadão, promulgada durante a Revolução</p><p>Francesa em 1789, é considerada um marco na história dos</p><p>direitos humanos por diversos motivos. Primeiramente, foi</p><p>um dos primeiros documentos a proclamar direitos univer-</p><p>sais e inalienáveis para todos os indivíduos, independente-</p><p>mente de sua origem social ou econômica. Inspirada pelos</p><p>ideais iluministas de liberdade, igualdade e fraternidade,</p><p>a Declaração estabeleceu princípios fundamentais como</p><p>liberdade de expressão, igualdade perante a lei, direito à</p><p>propriedade e resistência à opressão. Além disso, ela in-</p><p>fluenciou diretamente a redação de outras declarações de</p><p>direitos e constituições ao redor do mundo, servindo de mo-</p><p>delo para a defesa da dignidade humana e dos direitos civis.</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta reflexão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar a elaboração e adoção da Declaração dos</p><p>Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, destacando</p><p>seus princípios fundamentais.</p><p>B2 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>21</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e a</p><p>dignidade humana.</p><p>19. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão</p><p>infl uenciou muitas constituições ao redor do mundo.</p><p>Qual dos seguintes direitos estabelecidos na Declara-</p><p>ção pode ser considerado um precursor do princípio de</p><p>"presunção de inocência" no direito moderno?</p><p>(A) O direito à liberdade.</p><p>(B) O direito à segurança.</p><p>(C) O direito à propriedade.</p><p>(D) O direito a um julgamento justo.</p><p>(E) O direito à resistência à opressão.</p><p>Gabarito: D</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>Essa questão ajuda a avaliar a compreensão do estudante</p><p>sobre a infl uência da Declaração dos Direitos do Homem</p><p>e do Cidadão no desenvolvimento dos direitos humanos e</p><p>legais contemporâneos.</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta refl exão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar a elaboração e adoção da Declaração dos</p><p>Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, destacando</p><p>seus princípios fundamentais.</p><p>B2 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e a</p><p>dignidade humana.</p><p>20. (ENEM 2020) Declaração de Direitos do Homem e</p><p>do Cidadão — 1789</p><p>Os representantes do povo francês, tendo em vista</p><p>que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos di-</p><p>reitos do homem são as únicas causas dos males públi-</p><p>cos e da corrupção dos governos, resolveram declarar</p><p>solenemente os direitos naturais, inalienáveis e sagra-</p><p>dos do homem, a fi m de que esta declaração, sempre</p><p>presente em todos os membros do corpo social, lhes</p><p>lembre permanentemente seus direitos e seus deveres,</p><p>a fi m de que as reivindicações dos cidadãos, fundadas</p><p>em princípios simples e incontestáveis, se dirijam sem-</p><p>pre à conservação da Constituição e à felicidade geral.</p><p>Disponível em: www.diretoshumenosusp.br Acesso em: 7 jun 2018 (adaptado).</p><p>Esse documento, elaborado no contexto da Revolução</p><p>Francesa, refl ete uma profunda mudança social ao es-</p><p>tabelecer a</p><p>(A) manutenção das terras comunais.</p><p>(B) supressão do poder constituinte.</p><p>(C) falência da sociedade burguesa.</p><p>(D) paridade do tratamento jurídico.</p><p>(E) abolição dos partidos políticos.</p><p>Gabarito: D</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta refl exão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar a elaboração e adoção da Declaração dos</p><p>Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, destacando</p><p>seus princípios fundamentais.</p><p>B2 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e</p><p>a dignidade humana.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 12 anos.</p><p>Após cumprir 19 anos de prisão com trabalhos</p><p>forçados por ter roubado comida, Jean Valjean</p><p>(Liam Neeson) é acolhido por um gentil bispo</p><p>(Peter Vaughan), que lhe dá comida e abrigo.</p><p>Mas havia tanto rancor na sua alma que no</p><p>meio da noite ele rouba a prataria e agride seu</p><p>benfeitor, mas quando Valjean é preso pela</p><p>polícia com toda aquela prata ele é levado até</p><p>o bispo, que confi rma a história de lhe ter dado a prataria e ainda</p><p>pergunta por qual motivo ele esqueceu os castiçais, que devem va-</p><p>ler pelo menos dois mil francos. Este gesto extremamente nobre do</p><p>religioso devolve a fé que aquele homem amargurado tinha perdi-</p><p>do. Após nove anos ele se torna prefeito e principal empresário em</p><p>uma pequena cidade, mas sua paz acaba quando Javert (Geoffrey</p><p>Rush), um guarda da prisão que segue a lei infl exivelmente, tem pra-</p><p>ticamente certeza de que o prefeito é o ex-prisioneiro que nunca se</p><p>apresentou para cumprir as exigências do livramento condicional. A</p><p>penalidade para esta falta é prisão perpétua, mas ele não consegue</p><p>provar que o prefeito e Jean Valjean são a mesma pessoa. Neste</p><p>meio tempo uma das empregadas de Valjean (que tem uma fi lha que</p><p>é cuidada por terceiros) é despedida, se vê obrigada a se prostituir e</p><p>é presa. Seu ex-patrão descobre o que acontecera, usa sua autorida-</p><p>de para libertá-la e a acolhe em sua casa, pois ela está muito doente.</p><p>Sentindo que ela pode morrer ele promete cuidar da fi lha, mas antes</p><p>de pegar a criança sente-se obrigado a revelar sua identidade para</p><p>evitar que um prisioneiro, que acreditavam ser ele, não fosse preso</p><p>no seu lugar. Deste momento em diante</p><p>Javert volta a perseguí-lo,</p><p>a mãe da menina morre mas sua fi lha é resgatada por Valjean, que</p><p>foge com a menina enquanto é perseguido através dos anos pelo</p><p>implacável Javert.</p><p>2. Germinal</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>Durante o Século XIX, os trabalhadores france-</p><p>ses eram explorados pela aristocracia burgue-</p><p>sa, que dava condições miseráveis para seus</p><p>empregados. Em uma cidade francesa, os</p><p>mineradores de uma grande mineradora, de-</p><p>cidem realizar uma greve e se rebelam contra</p><p>seus chefes, causando o caos.</p><p>1. Os Miseráveis</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>22</p><p>Semana 6 - Setembro</p><p>TEMÁTICA: Formas de representação e pensamento</p><p>espacial</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS605A) Entender as origens da Declaração</p><p>Universal dos Direitos Humanos, recorrendo a textos</p><p>dos fi lósofos iluministas que fundamentam as noções</p><p>de justiça, igualdade e fraternidade para compreender</p><p>sua importância no Mundo Contemporâneo.</p><p>(GO-EMCHS605B) Analisar os princípios da Declara-</p><p>ção Universal dos Direitos Humanos, identifi cando os</p><p>progressos e entraves à concretização desses direitos</p><p>para refl etir sobre as desigualdades sociais no Mundo</p><p>Contemporâneo.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• Direitos Humanos</p><p>A Declaração Universal dos Direitos Humanos</p><p>(DUDH) é um documento histórico adotado pela As-</p><p>sembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezem-</p><p>bro de 1948. Ela representa o reconhecimento global</p><p>dos direitos inalienáveis e fundamentais de todos os</p><p>seres humanos. A DUDH estabelece princípios uni-</p><p>versais que visam garantir a dignidade, liberdade e</p><p>igualdade de todos, independentemente de raça, cor,</p><p>religião, sexo, origem social, ou qualquer outra con-</p><p>dição. Este documento serve como um guia moral e</p><p>legal para proteger os direitos humanos básicos em</p><p>todas as nações, infl uenciando legislações, políticas</p><p>públicas e ações em defesa dos direitos humanos em</p><p>todo o mundo.</p><p>Disponível em: https://abrir.link/aoZAj . Acesso em: 09 jul. 2024.</p><p>ATIVIDADES</p><p>21. Explique por que os eventos do Holocausto duran-</p><p>te a Segunda Guerra Mundial levaram à necessidade</p><p>de se discutir e criar uma proteção internacional para</p><p>os direitos humanos.</p><p>Comentário sobre a Questão: O Holocausto, ocorrido du-</p><p>rante a Segunda Guerra Mundial, revelou a extrema viola-</p><p>ção dos direitos humanos em uma escala nunca vista, com</p><p>milhões de judeus e outras minorias sendo sistematica-</p><p>mente perseguidos e assassinados pelos nazistas. Esse ge-</p><p>nocídio chocou o mundo e destacou a necessidade urgente</p><p>de uma resposta internacional para proteger os direitos</p><p>fundamentais de todos os seres humanos. A devastação e</p><p>as atrocidades cometidas durante a guerra mostraram que</p><p>era essencial criar mecanismos globais para prevenir tais</p><p>abusos no futuro. Como resultado, a Declaração Universal</p><p>dos Direitos Humanos foi estabelecida em 1948, promo-</p><p>vendo a dignidade, a liberdade e a igualdade para todos e</p><p>buscando garantir que atrocidades como as cometidas du-</p><p>rante o Holocausto nunca mais se repitam.</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta refl exão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e a</p><p>dignidade humana.</p><p>C1 – Analisar as circunstâncias históricas que levaram à</p><p>elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos</p><p>após a Segunda Guerra Mundial.</p><p>22. Diferencie como os direitos humanos foram trata-</p><p>dos antes e depois da Segunda Guerra Mundial e expli-</p><p>que o impacto do Holocausto na criação da Declaração</p><p>Universal dos Direitos Humanos.</p><p>Comentário sobre a Questão: Antes da Segunda Guerra</p><p>Mundial, os direitos humanos não eram amplamente re-</p><p>conhecidos como uma responsabilidade internacional e</p><p>muitos países não tinham mecanismos legais para proteger</p><p>esses direitos. As atrocidades cometidas durante o Holo-</p><p>causto, onde milhões de judeus e outras minorias foram</p><p>sistematicamente exterminados pelos nazistas, eviden-</p><p>ciaram a necessidade urgente de uma proteção global. O</p><p>impacto do Holocausto foi tão profundo que levou a uma</p><p>reavaliação das normas internacionais e à criação da De-</p><p>claração Universal dos Direitos Humanos em 1948. Esse</p><p>documento estabeleceu direitos e liberdades fundamentais</p><p>que todos os seres humanos devem ter, independentemen-</p><p>te de sua nacionalidade, raça, religião ou status, buscando</p><p>prevenir futuras atrocidades semelhantes.</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta refl exão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>23</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e a</p><p>dignidade humana.</p><p>C1 – Analisar as circunstâncias históricas que levaram à</p><p>elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos</p><p>após a Segunda Guerra Mundial.</p><p>23. (Enem 2019) A Declaração Universal dos Direitos</p><p>Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia Ge-</p><p>ral da ONU na Resolução 217-A, de 10 de dezembro</p><p>de 1948, foi um acontecimento histórico de grande re-</p><p>levância. Ao afi rmar, pela primeira vez em escala pla-</p><p>netária, o papel dos direitos humanos na convivência</p><p>coletiva, pode ser considerada um evento inaugural de</p><p>uma nova concepção de vida internacional.</p><p>LAFER, C. Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). In: MAGNOLI, D. (Org.) História da paz. São Paulo: Contexto, 2008.</p><p>A declaração citada no texto introduziu uma nova con-</p><p>cepção nas relações internacionais ao possibilitar a</p><p>(A) superação da soberania estatal.</p><p>(B) defesa dos grupos vulneráveis.</p><p>(C) redução da truculência belicista.</p><p>(D) impunidade dos atos criminosos.</p><p>(E) inibição dos choques civilizacionais.</p><p>Gabarito: B</p><p>A1 – Compreender historicamente quais foram os cami-</p><p>nhos históricos que esta refl exão sobre direitos humanos</p><p>percorreu.</p><p>B1 – Investigar os princípios fundamentais consagrados na</p><p>Declaração, incluindo a igualdade, a liberdade, a justiça e a</p><p>dignidade humana.</p><p>C1 – Analisar as circunstâncias históricas que levaram à</p><p>elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos</p><p>após a Segunda Guerra Mundial.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é</p><p>um escravo liberto, que vive em paz ao lado</p><p>da esposa e fi lhos. Um dia, após aceitar um</p><p>trabalho que o leva a outra cidade, ele é se-</p><p>questrado e acorrentado. Vendido como se</p><p>fosse um escravo, Solomon precisa superar</p><p>humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de</p><p>doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumber-</p><p>batch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua</p><p>maneira, exploram seus serviços.</p><p>1. 12 Anos de Escravidão</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>2. Sergio</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 12 anos.</p><p>Sergio Vieira de Mello foi um diplomata brasilei-</p><p>ro que fez carreira cuidando de questões huma-</p><p>nitárias, a serviço da Organização das Nações</p><p>Unidas. Destacou-se por ser um hábil negocia-</p><p>dor sociopolítico; no longa norte-americano, ele</p><p>é interpretado pelo ator brasileiro Wagner Mou-</p><p>ra. O fi lme relembra a vida, a carreira e a morte</p><p>do embaixador da ONU, que morreu durante um ataque terrorista no</p><p>Iraque, em 2003.</p><p>3. A Lista de Schindler</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>A inusitada história de Oskar Schindler (Liam</p><p>Neeson), um sujeito oportunista, sedutor, "ar-</p><p>mador", simpático, comerciante no mercado</p><p>negro, mas, acima de tudo, um homem que se</p><p>relacionava muito bem com o regime nazista,</p><p>tanto que era membro do próprio Partido Nazis-</p><p>ta (o que não</p><p>o impediu de ser preso algumas</p><p>vezes, mas sempre o libertavam rapidamente, em razão dos seus</p><p>contatos). No entanto, apesar dos seus defeitos, ele amava o ser hu-</p><p>mano e assim fez o impossível, a ponto de perder a sua fortuna, mas</p><p>conseguiu salvar mais de mil judeus dos campos de concentração.</p><p>4. A Vida é Bela</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália,</p><p>o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu fi lho</p><p>Giosué são levados para um campo de con-</p><p>centração nazista. Afastado da mulher, ele tem</p><p>que usar sua imaginação para fazer o menino</p><p>acreditar que estão participando de uma gran-</p><p>de brincadeira, com o intuito de protegê-lo do</p><p>terror e da violência que os cercam.</p><p>Semana 7 - Setembro</p><p>TEMÁTICA: Formas de representação e pensamento</p><p>espacial</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS204C) Avaliar os grandes movimentos</p><p>sociais no mundo e no Brasil tais como: Mães da Praça</p><p>de Maio, Movimento Zapatista, Primavera Árabe, Co-</p><p>letes Amarelos, Brexit, Black Lives Matter, Ni Una Me-</p><p>nos, Diretas Já, Movimento dos Trabalhadores Rurais</p><p>Sem Terra, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto,</p><p>Caras Pintadas, Movimento do Passe Livre, Movimen-</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>24</p><p>tos Feministas, Movimento LGBTQI+, Movimento Ne-</p><p>gro, Movimentos Indígenas, Movimentos Ambientais,</p><p>Movimento Vem pra Rua etc., estudando sites e fontes</p><p>midiáticas diversas para avaliar os impactos e transfor-</p><p>mações provocadas pelas mesmas no espaço e socie-</p><p>dades em escala local e global.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• Movimentos Sociais</p><p>Os Movimentos Sociais são formas organizadas</p><p>de ação coletiva que buscam promover mudanças</p><p>sociais, políticas, econômicas ou culturais. Surgem</p><p>da união de indivíduos ou grupos que compartilham</p><p>interesses, ideais ou preocupações comuns. Podem</p><p>se manifestar através de protestos, reivindicações,</p><p>campanhas e outras atividades para infl uenciar po-</p><p>líticas públicas ou defender direitos específi cos den-</p><p>tro da sociedade.</p><p>Disponível em: https://abre.ai/kbRd . Acesso em: 10 jul. 2024.</p><p>ATIVIDADES</p><p>24. Os Movimentos Sociais utilizam diversas estraté-</p><p>gias para alcançar seus objetivos de mudança social.</p><p>Considerando suas formas de ação coletiva, qual práti-</p><p>ca é comumente adotada por esses movimentos?</p><p>(A) Exclusão de minorias étnicas para manter a coe-</p><p>são interna dos movimentos.</p><p>(B) Subversão da ordem social como meio de de-</p><p>monstrar insatisfação e promover reformas.</p><p>(C) Divulgação de campanhas que promovem a de-</p><p>sinformação para manipular opiniões públicas.</p><p>(D) Aprovação de leis que perpetuam desigualdades</p><p>como forma de negociação com autoridades.</p><p>(E) Realização de protestos e ocupações de espaços</p><p>públicos para chamar a atenção e pressionar por mu-</p><p>danças.</p><p>Gabarito: E</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>Essa prática é uma das estratégias mais comuns adotadas</p><p>pelos Movimentos Sociais para promover suas causas e</p><p>buscar mudanças sociais signifi cativas.</p><p>B1 – Investigar o papel da participação popular na origem</p><p>e no desenvolvimento dos movimentos sociais, destacando</p><p>a mobilização da sociedade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motivações que levam à forma-</p><p>ção de movimento sociais, incluindo injustiças sociais, desi-</p><p>gualdades, discriminação e questões de direitos humanos.</p><p>25. (Enem 2011) Na década de 1990, os movimentos</p><p>sociais camponeses e as ONGs tiveram destaque, ao</p><p>lado de outros sujeitos coletivos. Na sociedade brasi-</p><p>leira, a ação dos movimentos sociais vem construindo</p><p>lentamente um conjunto de práticas democráticas no</p><p>interior das escolas, das comunidades, dos grupos or-</p><p>ganizados e na interface da sociedade civil com o Esta-</p><p>do. O diálogo, o confronto e o confl ito têm sido os mo-</p><p>tores no processo de construção democrática.</p><p>SOUZA, M.A. Movimentos sociais no Brasil contemporâneo: participação e possibilidades das práticas democráticas. Disponível em</p><p>http:/www.ces uc. pt Acesso em: 30 abr. 2010 (adaptado).</p><p>Segundo o texto, os movimentos sociais contribuem</p><p>para o processo de construção democrática, porque:</p><p>(A) determinam o papel do Estado nas transforma-</p><p>ções socioeconômicas.</p><p>(B) aumentam o clima de tensão social na sociedade</p><p>(C) pressionam o Estado para o atendimento das de-</p><p>mandas da sociedade.</p><p>(D) privilegiam determinadas parcelas da sociedade</p><p>em detrimento das demais.</p><p>(E) propiciam a adoção de valores éticos pelos ór-</p><p>gãos do Estado.</p><p>Gabarito: C</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>Os movimentos sociais fazem a mediação entre os diferen-</p><p>tes grupos sociais e o governo. Desse modo, pressionam</p><p>o Estado e exigem que as reivindicações populares sejam</p><p>atendidas. Essa medida reforça o caráter democrático da</p><p>política, pois difi culta que o governo aja de forma unilateral</p><p>ou autoritária.</p><p>B1 – Investigar o papel da participação popular na origem</p><p>e no desenvolvimento dos movimentos sociais, destacando</p><p>a mobilização da sociedade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motivações que levam à forma-</p><p>ção de movimento sociais, incluindo injustiças sociais, desi-</p><p>gualdades, discriminação e questões de direitos humanos.</p><p>26. Sobre o movimento sufragista, que lutou pelo direi-</p><p>to ao voto das mulheres e ganhou força no século XIX e</p><p>início do século XX, assinale a alternativa correta:</p><p>(A) O movimento sufragista limitou suas ações ao</p><p>Reino Unido, não tendo infl uência em outros países.</p><p>(B) O movimento sufragista não teve sucesso em</p><p>conquistar o direito ao voto para as mulheres, sendo</p><p>considerado um fracasso.</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>25</p><p>ATIVIDADES</p><p>(C) As sufragistas utilizaram exclusivamente méto-</p><p>dos pacífi cos e não confrontacionais para chamar a</p><p>atenção para a sua causa.</p><p>(D) As sufragistas não enfrentaram oposição signifi -</p><p>cativa da sociedade e das autoridades, sendo ampla-</p><p>mente apoiadas em suas reivindicações.</p><p>(E) Uma das estratégias das sufragistas incluía cam-</p><p>panhas de conscientização, como palestras e distri-</p><p>buição de panfl etos, para educar a população sobre</p><p>a importância do voto feminino.</p><p>Gabarito: E</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>Uma das estratégias das sufragistas incluía campanhas de</p><p>conscientização, como palestras e distribuição de panfl etos,</p><p>para educar a população sobre a importância do voto femi-</p><p>nino. Essa alternativa descreve uma das estratégias reais uti-</p><p>lizadas pelas sufragistas para promover a conscientização e</p><p>mobilizar apoio para a causa do direito ao voto das mulheres.</p><p>B1 – Investigar o papel da participação popular na origem</p><p>e no desenvolvimento dos movimentos sociais, destacando</p><p>a mobilização da sociedade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motivações que levam à forma-</p><p>ção de movimento sociais, incluindo injustiças sociais, desi-</p><p>gualdades, discriminação e questões de direitos humanos.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>No início do século XX, após décadas de ma-</p><p>nifestações pacífi cas, as mulheres ainda não</p><p>possuem o direito de voto no Reino Unido. Um</p><p>grupo militante decide coordenar atos de insu-</p><p>bordinação, quebrando vidraças e explodindo</p><p>caixas de correio, para chamar a atenção dos</p><p>políticos locais à causa. Maud Watts (Carey</p><p>Mulligan), sem formação política, descobre o</p><p>movimento e passa a cooperar com as novas feministas. Ela enfren-</p><p>ta grande pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se</p><p>sujeitar à opressão masculina, mas decide que o combate pela igual-</p><p>dade de direitos merece alguns sacrifícios.</p><p>1. As Sufragistas</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>Semana 8 - Setembro</p><p>TEMÁTICA: Formas de Representação e Pensamento</p><p>Espacial</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS601B) Detectar os protagonismos polí-</p><p>ticos, sociais e culturais dos povos indígenas e das po-</p><p>pulações afrodescendentes no período escravista no</p><p>Brasil, utilizando textos sociológicos, fontes</p><p>históricas</p><p>e documentários que trabalham a temática para com-</p><p>preender as ações e os movimentos de resistência do</p><p>período.</p><p>(GO-EMCHS602A) Identifi car as características políti-</p><p>cas, sociais e culturais na Primeira República Brasileira</p><p>(1889- 1930), entendendo as formas de organização e</p><p>de articulação desta sociedade com as ideias de liber-</p><p>dade e democracia para compreender as origens do</p><p>republicanismo brasileiro.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• Movimentos Sociais no Brasil</p><p>O direito ao voto feminino no Brasil foi conquis-</p><p>tado após décadas de luta e mobilização. Em 24 de</p><p>fevereiro de 1932, durante o governo de Getúlio</p><p>Vargas, foi promulgado o Decreto 21.076, que es-</p><p>tabeleceu o direito de voto às mulheres brasileiras.</p><p>Esse marco histórico representou um avanço signifi -</p><p>cativo para a participação política das mulheres, per-</p><p>mitindo que pudessem exercer seu direito de escolha</p><p>e contribuir ativamente para a vida política do país.</p><p>Disponível em: https://abre.ai/kbZ7 . Acesso em: 10 jul. 2024.</p><p>27. Qual era o contexto político e social que levou à</p><p>conquista do voto feminino no Brasil em 1932?</p><p>Comentário sobre a Questão: A conquista do voto femi-</p><p>nino no Brasil em 1932 ocorreu em um contexto político</p><p>e social marcado por mudanças signifi cativas. Durante a</p><p>Era Vargas, o país passava por transformações políticas</p><p>com a ascensão do governo autoritário de Getúlio Vargas,</p><p>que buscava consolidar sua liderança e promover refor-</p><p>mas sociais. Ao mesmo tempo, movimentos feministas e</p><p>sociais ganhavam força, reivindicando igualdade de direi-</p><p>tos e maior participação das mulheres na vida política. O</p><p>contexto internacional, com movimentos sufragistas em</p><p>outros países, também infl uenciou a pressão por mudan-</p><p>ças no Brasil. Assim, o Decreto 21.076 de 1932 foi pro-</p><p>mulgado como resposta a essas demandas, marcando um</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>26</p><p>PROPOSTA DE AVALIAÇÃOavanço signifi cativo na história dos direitos das mulheres</p><p>brasileiras.</p><p>B1 – Investigar o papel da participação popular na origem</p><p>e no desenvolvimento dos movimentos sociais, destacando</p><p>a mobilização da sociedade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motivações que levam à forma-</p><p>ção de movimento sociais, incluindo injustiças sociais, desi-</p><p>gualdades, discriminação e questões de direitos humanos.</p><p>28. Explique como o direito ao voto feminino no Brasil</p><p>exemplifi ca um avanço signifi cativo na promoção dos</p><p>direitos humanos.</p><p>Comentário sobre a Questão: A conquista do voto feminino</p><p>no Brasil em 1932 representou um avanço signifi cativo na</p><p>promoção dos direitos humanos ao garantir, às mulheres,</p><p>igualdade de participação política. Anteriormente exclu-</p><p>ídas, as mulheres puderam contribuir ativamente para as</p><p>decisões democráticas, combatendo a discriminação de</p><p>gênero e promovendo justiça social e igualdade de direitos.</p><p>B1 – Investigar o papel da participação popular na origem</p><p>e no desenvolvimento dos movimentos sociais, destacando</p><p>a mobilização da sociedade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motivações que levam à forma-</p><p>ção de movimento sociais, incluindo injustiças sociais, desi-</p><p>gualdades, discriminação e questões de direitos humanos.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para menores</p><p>de 10 anos.</p><p>O documentário AmarElo - É Tudo Pra Ontem</p><p>explora todo o processo de criação do projeto</p><p>AmarElo, do músico e militante negro, Emicida.</p><p>Criado em estúdio, AmarElo foi apresentado no</p><p>Theatro Municipal, em São Paulo, 2019, em um</p><p>show que abordou a história da cultura negra</p><p>no Brasil.</p><p>2. A Última Abolição</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para menores</p><p>de 10 anos.</p><p>Uma retrospectiva detalhada de um momento</p><p>emblemático da história do Brasil, a abolição da</p><p>escravidão, apresentado de uma outra perspec-</p><p>tiva. Ao contrário do que foi pregado por livros</p><p>didáticos e outras vertentes da história ofi cial</p><p>por muito tempo, não foi meramente a assina-</p><p>tura da Princesa Isabel na Lei Áurea em 13 de</p><p>maio de 1888 que libertou os escravos, e tampouco tal liberdade foi</p><p>um presente ou um passo na direção da mitológica democracia racial.</p><p>1. AmarElo</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>Caríssimo(a) Professor(a), segue abaixo um instrumen-</p><p>to de avaliação que pode ser utilizado como ferramen-</p><p>ta diagnóstica para verifi car o desenvolvimento das ha-</p><p>bilidades abordadas ao longo desses dois meses. Este</p><p>instrumento é proposto como uma opção para compor</p><p>a nota dos estudantes.</p><p>1. (Enem 2019) O efeito estufa não é fenômeno recen-</p><p>te e, muito menos, naturalmente maléfi co. Alguns dos</p><p>gases que o provocam funcionam como uma capa pro-</p><p>tetora que impede a dispersão total do calor e garante</p><p>o equilíbrio da temperatura na Terra. Cientistas ame-</p><p>ricanos da Universidade da Virgínia alegam ter desco-</p><p>berto um dos primeiros registros da ação humana so-</p><p>bre o efeito estufa. Há oito mil anos, houve uma súbita</p><p>elevação da quantidade de CO2 na atmosfera terres-</p><p>tre. Nesse mesmo período, agricultores da Europa e da</p><p>China já dominavam o fogo e haviam domesticado cães</p><p>e ovelhas. A atividade humana da época com maior im-</p><p>pacto sobre a organização social e sobre o ambiente foi</p><p>o começo do plantio de trigo, cevada, ervilha e outros</p><p>vegetais. Esse plantio passou a exigir áreas de terreno</p><p>livre de sua vegetação original, providenciadas pelos</p><p>inúmeros grupos humanos nessas regiões com méto-</p><p>dos elementares de preparo do solo, ainda hoje, usa-</p><p>dos e condenados, em razão dos problemas ambientais</p><p>decorrentes.</p><p>Aquecimento global e a nova geografi a de produção no Brasil.</p><p>Disponível em: <http://www.embrapa.br/publicacoes/tecnico/aquecimentoglobal.pdf>.</p><p>Acesso em: 23 jun. 2009. (Com adaptações).</p><p>Segundo a hipótese levantada pela pesquisa sobre as</p><p>primeiras atividades humanas organizadas, o impacto</p><p>ambiental mencionado foi decorrente</p><p>(A) da manipulação de alimentos cujo cozimento e</p><p>consumo liberavam grandes quantidades de calor e</p><p>gás carbônico.</p><p>(B) da queima ou da deterioração das árvores derru-</p><p>badas para o plantio, que contribuíram para a libe-</p><p>ração de gás carbônico e poluentes em proporções</p><p>signifi cativas.</p><p>(C) do início da domesticação de animais no período</p><p>mencionado, a qual contribuiu para uma forte eleva-</p><p>ção das emissões de gás metano.</p><p>(D) da derrubada de árvores para a fabricação de ca-</p><p>sas e móveis, que representou o principal fator de libe-</p><p>ração de gás carbônico na atmosfera naquele período.</p><p>(E) do incremento na fabricação de cerâmicas que,</p><p>naquele período, contribuiu para a liberação de ma-</p><p>terial particulado na atmosfera.</p><p>Gabarito: B</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>27</p><p>2. (Enem 2019) A pegada ecológica gigante que es-</p><p>tamos a deixar no planeta está a transformá-lo de tal</p><p>forma que os especialistas consideram que já entramos</p><p>numa nova época geológica, o Antropoceno. E muitos</p><p>defendem que, se não travarmos a crise ambiental,</p><p>mais rapidamente transformaremos a Terra em Vênus</p><p>do que iremos a Marte. A expressão “Antropoceno” é</p><p>atribuída ao químico e prêmio Nobel Paul Crutzen, que</p><p>a propôs durante uma conferência em 2000, ao mes-</p><p>mo tempo que anunciou o fim do Holoceno — a época</p><p>geológica em que os seres humanos se encontram há</p><p>cerca de 12 mil anos, segundo a União Internacional</p><p>das Ciências Geológicas (UICG), a entidade que define</p><p>as unidades de tempo geológicas.</p><p>SILVA, R. D. Antropoceno: e se formos os últimos seres vivos a alterar a Terra? Disponível em: www.publico.pt. Acesso em: 5 dez.</p><p>2017 (adaptado).</p><p>A concepção apresentada considera a existência de</p><p>uma nova época geológica concebida a partir da capa-</p><p>cidade de influência humana nos processos</p><p>(A) eruptivos.</p><p>(B) exógenos.</p><p>(B) tectônicos.</p><p>(D) magmáticos.</p><p>(E) metamórficos.</p><p>Gabarito: B</p><p>3. (Enem 2018) Quer um conselho? Vá conhecer algu-</p><p>ma coisa da terra e deixe os homens em paz... Os ho-</p><p>mens</p><p>mudam, a terra é inalterável. Vá por aí dentro,</p><p>embrenhe-se pelo interior e observe alguma coisa de</p><p>proveitoso. Aqui na capital só encontrará casas mais al-</p><p>tas, ruas mais cheias e coisas parecidas ao que de igual</p><p>existe em todas as cidades modernas. Mas ao contato</p><p>com a terra você sentirá o que não pode sentir nas ave-</p><p>nidas asfaltadas.</p><p>LOBATO, M. Lobatiana: meio ambi-ente. São Paulo: Brasiliense, 1985.</p><p>O texto literário evidencia uma percepção dual sobre a</p><p>cidade e o campo, fundamentada na ideia de</p><p>(A) progresso científico.</p><p>(B) evolução da sociedade.</p><p>(C) valorização da natureza.</p><p>(C) racionalidade econômica.</p><p>(E) democratização do espaço.</p><p>Gabarito: C</p><p>4. (Enem 2015) A questão ambiental, uma das princi-</p><p>pais pautas contemporâneas, possibilitou o surgimen-</p><p>to de concepções políticas diversas, dentre as quais se</p><p>destaca a preservação ambiental, que sugere uma ideia</p><p>de intocabilidade da natureza e impede o seu aprovei-</p><p>tamento econômico sob qualquer justificativa.</p><p>PORTO-GONÇALVES, C. W. A globalização da natureza e a natureza da</p><p>globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006 (adaptado).</p><p>Considerando as atuais concepções políticas sobre a</p><p>questão ambiental, a dinâmica caracterizada no texto</p><p>quanto à proteção do meio ambiente está baseada na</p><p>(A) prática econômica sustentável.</p><p>(B) contenção de impactos ambientais.</p><p>(C) utilização progressiva dos recursos naturais.</p><p>(D) proibição permanente da exploração da natureza.</p><p>(E) definição de áreas prioritárias para a exploração</p><p>econômica.</p><p>Gabarito: C</p><p>5. (Enem 2011) A problemática ambiental surgiu nas</p><p>últimas décadas do século XX como uma crise de civi-</p><p>lização, questionando as racionalidades econômica e</p><p>tecnológica dominantes. Com isso, novas organizações</p><p>da sociedade civil despontaram, interessadas em um</p><p>alternativo de relação sociedade e natureza.</p><p>MIGUEL, K. G. A expressão dos movimentos ambientais na atualidade:</p><p>mídia, diversidade e igualdade.</p><p>Disponível em: http://www.intercom.org.br. Acesso em: 22 set. 2010.</p><p>Os movimentos sociais, em especial o movimento am-</p><p>bientalista, têm participado de forma decisiva na mu-</p><p>dança de postura por parte das grandes empresas,</p><p>principalmente no que diz respeito</p><p>(A) ao sistema produtivo, que considera os custos am-</p><p>bientais, já que muitos recursos são retirados da natu-</p><p>reza e apresentam um meio adequado de reposição.</p><p>(B) à observação dos direitos civis, que são conquis-</p><p>tas do poder público e resultam na observação de</p><p>toda a legislação ambiental existente nos países.</p><p>(C) à diminuição da poluição emitida, porque essas</p><p>empresas detêm grande parte da riqueza e tecnolo-</p><p>gia e utilizam cada vez menos recursos naturais.</p><p>(D) ao final da produção, quando os dejetos são de-</p><p>volvidos ao meio ambiente após a verificação dos</p><p>efeitos negativos que poderiam causar ao longo do</p><p>tempo.</p><p>(E) à adoção de medidas sustentáveis, a fim de que</p><p>essas empresas atuem com responsabilidade nos lo-</p><p>cais em que estão instaladas.</p><p>Gabarito: E</p><p>6. (Upe 2016) Observe a imagem a seguir:</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>28</p><p>O fenômeno nela apresentado é definido como uma</p><p>(A) ação de partidos políticos que possuem o objeti-</p><p>vo de mudar uma determinada situação em um país</p><p>ou região.</p><p>(B) determinação social de grupos minoritários que</p><p>reivindicam melhores situações para determinados</p><p>indivíduos desprotegidos culturalmente.</p><p>(C) solução definitiva e tranquila de conflitos e desi-</p><p>gualdades sociais impostas pelos grupos menos fa-</p><p>vorecidos aos grupos sociais considerados elitizados.</p><p>(D) ação coletiva com base em uma determinada vi-</p><p>são de mundo, objetivando a mudança ou a manu-</p><p>tenção das relações sociais numa dada sociedade.</p><p>(E) norma de comportamento determinada pela so-</p><p>ciedade para controlar manifestações individuais ou</p><p>grupais que contrariem os interesses do poder polí-</p><p>tico do país.</p><p>Gabarito: D</p><p>7. (Enem/2015) “Não nos resta a menor dúvida de que</p><p>a principal contribuição dos diferentes tipos de movi-</p><p>mentos sociais brasileiros nos últimos vinte anos foi no</p><p>plano da reconstrução do processo de democratização</p><p>do país. E não se trata apenas da reconstrução do regi-</p><p>me político, da retomada da democracia e do fim do Re-</p><p>gime Militar. Trata-se da reconstrução ou construção</p><p>de novos rumos para a cultura do país, do preenchi-</p><p>mento de vazios na condução da luta pela redemocra-</p><p>tização, constituindo-se como agentes interlocutores</p><p>que dialogam diretamente com a população e com o</p><p>Estado.” (Adaptado de: GOHN, M. G. M. Os sem-ter-</p><p>ras, ONGs e cidadania. São Paulo: Cortez, 2003).</p><p>No processo da redemocratização brasileira, os novos</p><p>movimentos sociais contribuíram para</p><p>(A) diminuir a legitimidade dos novos partidos políti-</p><p>cos então criados.</p><p>(B) tornar a democracia um valor social que ultrapas-</p><p>sa os momentos eleitorais.</p><p>(C) difundir a democracia representativa como obje-</p><p>tivo fundamental da luta política.</p><p>(D) ampliar as disputas pela hegemonia das entida-</p><p>des de trabalhadores com os sindicatos.</p><p>(E) fragmentar as lutas políticas dos diversos atores</p><p>sociais frente ao Estado.</p><p>Gabarito: B</p><p>8. (UEG 2020) No final dos anos 1960, uma crise na</p><p>sociedade foi fortalecida por movimentos de contes-</p><p>tação social. Entre estes movimentos destaca-se a re-</p><p>belião de Maio de 1968 na França, em que estudantes</p><p>se aliaram aos operários na contestação de diversos</p><p>elementos da sociabilidade e das relações sociais exis-</p><p>tentes. Esta rebelião se constituiu em um marco para</p><p>a organização política dos movimentos sociais, pois</p><p>apresentava tendências</p><p>(A) revolucionárias, contra a burocratização e a ex-</p><p>ploração entre classes sociais.</p><p>(B) nacionalistas, contra a exploração dos nativos pe-</p><p>los estrangeiros.</p><p>(C) intervencionistas, contra a desagregação da fa-</p><p>mília tradicional.</p><p>(D) liberais, contra a monarquia fundamentada no</p><p>direito divino.</p><p>(E) neoliberais, contra a intervenção estatal na eco-</p><p>nomia.</p><p>Gabarito: A</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa Goiás</p><p>Expediente</p><p>Governador do Estado de Goiás</p><p>Ronaldo Ramos Caiado</p><p>Vice–Governador do Estado de Goiás</p><p>Daniel Vilela</p><p>Secretária de Estado da Educação</p><p>Aparecida de Fátima Gavioli Soares Pereira</p><p>Secretária–Adjunta</p><p>Helena Da Costa Bezerra</p><p>Diretora Pedagógica</p><p>Alessandra Oliveira de Almeida</p><p>Superintendente de Educação Infantil e Ensino</p><p>Fundamental</p><p>Giselle Pereira Campos Faria</p><p>Superintendente de Ensino Médio</p><p>Osvany Da Costa Gundim Cardoso</p><p>Superintendente de Segurança Escolar e Colégio</p><p>Militar</p><p>Cel Mauro Ferreira Vilela</p><p>Superintendente de Desporto Educacional, Arte</p><p>e Educação</p><p>Marco Antônio Santos Maia</p><p>Superintendente de Modalidades e Temáticas</p><p>Especiais</p><p>Rupert Nickerson Sobrinho</p><p>Diretor Administrativo e Financeiro</p><p>Andros Roberto Barbosa</p><p>Superintendente de Gestão Administrativa</p><p>Leonardo de Lima Santos</p><p>Superintendente de Gestão e Desenvolvimento</p><p>de Pessoas</p><p>Hudson Amarau De Oliveira</p><p>Superintendente de Infraestrutura</p><p>Gustavo de Morais Veiga Jardim</p><p>Superintendente de Planejamento e Finanças</p><p>Taís Gomes Manvailer</p><p>Superintendente de Tecnologia</p><p>Bruno Marques Correia</p><p>Diretora de Política Educacional</p><p>Patrícia Morais Coutinho</p><p>Superintendente de Gestão Estratégica e</p><p>Avaliação de Resultados</p><p>Márcia Maria de Carvalho Pereira</p><p>Superintendente do Programa Bolsa Educação</p><p>Márcio Roberto Ribeiro Capitelli</p><p>Superintendente de Apoio ao Desenvolvimento</p><p>Curricular</p><p>Nayra Claudinne Guedes Menezes Colombo</p><p>Chefe do Núcleo de Recursos Didáticos</p><p>Evandro de Moura Rios</p><p>Coordenador de Recursos Didáticos para o Ensino</p><p>Fundamental</p><p>Alexsander Costa Sampaio</p><p>Coordenadora de Recursos Didáticos para o</p><p>Ensino Médio</p><p>Edinalva Soares de Carvalho Oliveira</p><p>Professores elaboradores de Língua Portuguesa</p><p>Edinalva Filha de Lima Ramos</p><p>Edna Aparecida dos Santos</p><p>Katiuscia Neves Almeida</p><p>Maria Aparecida Oliveira Paula</p><p>Norma Célia Junqueira de Amorim</p><p>Professores elaboradores de Matemática</p><p>Alan Alves Ferreira</p><p>Basilirio Alves da Costa Neto</p><p>Jéssica de Rezende Graff Tinti</p><p>Tayssa Tieni Vieira de Souza</p><p>Tyago Cavalcante Bilio</p><p>Professores elaboradores de Ciências da Natureza</p><p>Leonora Aparecida dos Santos</p><p>Sandra Márcia de Oliveira Silva</p><p>Silvio Coelho da Silva</p><p>Professor elaborador de Ciências Humanas e</p><p>Sociais Aplicadas</p><p>Ricardo Gonçalves Tavares</p><p>Revisão</p><p>Cristiane Gonzaga Carneiro Silva</p><p>Diagramação</p><p>Adriani Grun</p><p>ambientais (Protocolo de Kyoto, Agenda 21 etc.),</p><p>analisando o contexto histórico e socioeconômico no qual foram</p><p>elaborados para problematizar como esses estão sendo aplicados</p><p>e seus impactos.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resul-</p><p>tados da primeira Conferência Am-</p><p>biental Internacional, destacando</p><p>seu papel na conscientização global</p><p>sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabe-</p><p>lece a Política Nacional do Meio Am-</p><p>biente, suas diretrizes, instrumentos</p><p>e o papel dos órgãos ambientais.</p><p>3</p><p>Unidades de</p><p>conservação</p><p>(GO-EMCHS306A) Identificar a relação ser humano-natureza</p><p>predominante em diferentes modelos socioeconômicos (capita-</p><p>lista, socialista, feudalismo, escravismo etc.), utilizando textos fi-</p><p>losóficos, históricos, obras de arte que demonstrem a concepção</p><p>de ser humano em cada época e contexto histórico para desen-</p><p>volver a criticidade em relação a degradação do meio ambiente</p><p>no Brasil e no mundo.</p><p>(GO-EMCHS306B) Compreender o papel dos países com dife-</p><p>rentes níveis de desenvolvimento socioeconômico quanto à de-</p><p>gradação ambiental, comparando dados para posicionar-se em</p><p>relação aos impactos dos modelos socioeconômicos no uso dos</p><p>recursos naturais e a sustentabilidade.</p><p>(GO-EMCHS306C) Analisar a relação entre agronegócio e o</p><p>meio ambiente, utilizando sites, textos e outros recursos audio-</p><p>visuais para argumentar sobre as relações dos diferentes grupos,</p><p>povos e sociedades com a natureza.</p><p>C1 – Analisar os desafios e estra-</p><p>tégias relacionadas à gestão e fis-</p><p>calização eficaz das unidades de</p><p>conservação, incluindo o envolvi-</p><p>mento da comunidade local.</p><p>C2 – Analisar a importância dos par-</p><p>ques nacionais como áreas protegi-</p><p>das, destacando sua biodiversidade,</p><p>ecossistemas únicos e seu papel na</p><p>preservação da natureza.</p><p>4</p><p>O Desenvolvi-</p><p>mento susten-</p><p>tável</p><p>(GO-EMCHS306A) Identificar a relação ser humano-natureza</p><p>predominante em diferentes modelos socioeconômicos (capita-</p><p>lista, socialista, feudalismo, escravismo etc.), utilizando textos fi-</p><p>losóficos, históricos, obras de arte que demonstrem a concepção</p><p>de ser humano em cada época e contexto histórico para desen-</p><p>volver a criticidade em relação a degradação do meio ambiente</p><p>no Brasil e no mundo.</p><p>(GO-EMCHS306B) Compreender o papel dos países com dife-</p><p>rentes níveis de desenvolvimento socioeconômico quanto à de-</p><p>gradação ambiental, comparando dados para posicionar-se em</p><p>relação aos impactos dos modelos socioeconômicos no uso dos</p><p>recursos naturais e a sustentabilidade.</p><p>(GO-EMCHS306C) Analisar a relação entre agronegócio e o</p><p>meio ambiente, utilizando sites, textos e outros recursos audio-</p><p>visuais para argumentar sobre as relações dos diferentes grupos,</p><p>povos e sociedades com a natureza.</p><p>(GO-EMCHS306D) Sintetizar os conhecimentos sobre outras</p><p>propostas e modelos de desenvolvimento (como os conceitos de</p><p>desenvolvimento sustentável, agro biodiversidade, agroflores-</p><p>ta etc.), escrevendo textos diversos (cartas, declarações e notas</p><p>de repúdio e apresentações orais) e atividades de observação e</p><p>comparação para argumentar sobre o equilíbrio entre desenvol-</p><p>vimento socioeconômico e exploração de recursos naturais.</p><p>C1 – Analisar os desafios e estratégias</p><p>relacionadas à gestão e fiscalização</p><p>eficaz das unidades de conservação,</p><p>incluindo o envolvimento da comuni-</p><p>dade local.</p><p>C2 – Analisar a importância dos par-</p><p>ques nacionais como áreas protegidas,</p><p>destacando sua biodiversidade, ecos-</p><p>sistemas únicos e seu papel na preser-</p><p>vação da natureza.</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Março-Abril/2024</p><p>6</p><p>5</p><p>Declaração</p><p>Universal dos</p><p>Direitos Huma-</p><p>nos / Revolução</p><p>Francesa</p><p>(GO-EMCHS605C) Promover ações concretas dentro da escola,</p><p>utilizando o contexto de desigualdade social e violações dos Di-</p><p>reitos Humanos na sua comunidade local para construir espaços</p><p>de vivência e respeito a identidade de cada grupo e de cada indi-</p><p>víduo.</p><p>(GO-EMCH605D) Avaliar como o conjunto de valores dos Direi-</p><p>tos Humanos (direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e</p><p>de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre outros) se</p><p>manifestam concretamente para o indivíduo, através do estudo</p><p>do cotidiano, de documentários sobre violação de direitos fun-</p><p>damentais em guerras e da filosofia humanista sobre os valores</p><p>éticos universais para perceber que a defesa de tais direitos faz</p><p>parte indispensável de uma sociedade justa e inclusiva.</p><p>(GO-EMCHS201D) Analisar as relações de dominação do capi-</p><p>talismo europeu do início do século XIX, pesquisando em sites as</p><p>fontes históricas e/ou textos filosóficos, sociológicos, geográfi-</p><p>cos, cartográficos, imagens, e outros, relacionadas com a Revo-</p><p>lução Francesa para refletir sobre os conflitos de classe da época.</p><p>A1 – Compreender historicamente</p><p>quais foram os caminhos históricos</p><p>que esta reflexão sobre direitos hu-</p><p>manos percorreu.</p><p>B1 – Investigar a elaboração e ado-</p><p>ção da Declaração dos Direitos do</p><p>Homem e do Cidadão de 1789, desta-</p><p>cando seus princípios fundamentais.</p><p>B2 – Investigar os princípios funda-</p><p>mentais consagrados na Declaração,</p><p>incluindo a igualdade, a liberdade, a</p><p>justiça e a dignidade humana.</p><p>6</p><p>Direitos Huma-</p><p>nos</p><p>(GO-EMCHS605A) Entender as origens da Declaração Universal</p><p>dos Direitos Humanos, recorrendo a textos dos filósofos iluministas</p><p>que fundamentam as noções de justiça, igualdade e fraternidade</p><p>para compreender sua importância no Mundo Contemporâneo.</p><p>(GO-EMCHS605B) Analisar os princípios da Declaração Universal</p><p>dos Direitos Humanos, identificando os progressos e entraves à</p><p>concretização desses direitos para refletir sobre as desigualdades</p><p>sociais no Mundo Contemporâneo.</p><p>A1 – Compreender historicamente</p><p>quais foram os caminhos históricos</p><p>que esta reflexão sobre direitos hu-</p><p>manos percorreu.</p><p>B1 – Investigar os princípios funda-</p><p>mentais consagrados na Declaração,</p><p>incluindo a igualdade, a liberdade, a</p><p>justiça e a dignidade humana.</p><p>C1 – Analisar as circunstâncias his-</p><p>tóricas que levaram à elaboração da</p><p>Declaração Universal dos Direitos</p><p>Humanos após a Segunda Guerra</p><p>Mundial.</p><p>7</p><p>Movimentos</p><p>Sociais</p><p>(GO-EMCHS204C) Avaliar os grandes movimentos sociais no</p><p>mundo e no Brasil tais como: Mães da Praça de Maio, Movimen-</p><p>to Zapatista, Primavera Árabe, Coletes Amarelos, Brexit, Black</p><p>Lives Matter, Ni Una Menos, Diretas Já, Movimento dos Traba-</p><p>lhadores Rurais Sem Terra, Movimento dos Trabalhadores Sem</p><p>Teto, Caras Pintadas, Movimento do Passe Livre, Movimentos</p><p>Feministas, Movimento LGBTQI+, Movimento Negro, Movimen-</p><p>tos Indígenas, Movimentos Ambientais, Movimento Vem pra Rua</p><p>etc., estudando sites e fontes midiáticas diversas para avaliar os</p><p>impactos e transformações provocadas pelas mesmas no espaço</p><p>e sociedades em escala local e global.</p><p>B1 – Investigar o papel da participa-</p><p>ção popular na origem e no desen-</p><p>volvimento dos movimentos sociais,</p><p>destacando a mobilização da socie-</p><p>dade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motiva-</p><p>ções que levam à formação de mo-</p><p>vimento sociais, incluindo injustiças</p><p>sociais, desigualdades, discriminação</p><p>e questões de direitos humanos.</p><p>8</p><p>Movimentos</p><p>Sociais no Brasil</p><p>(GO-EMCHS601B) Detectar os protagonismos políticos, sociais e</p><p>culturais dos povos indígenas e das populações afrodescendentes</p><p>no período escravista no Brasil, utilizando textos sociológicos, fon-</p><p>tes históricas e documentários que trabalham a temática para com-</p><p>preender as ações e os movimentos de resistência do período.</p><p>(GO-EMCHS602A) Identificar as características políticas, sociais</p><p>e culturais na Primeira República Brasileira (1889- 1930), enten-</p><p>dendo as formas de organização e de articulação desta socieda-</p><p>de com as ideias de liberdade e democracia para compreender as</p><p>origens do republicanismo brasileiro.</p><p>B1 – Investigar o papel da participa-</p><p>ção popular na origem e no desen-</p><p>volvimento dos movimentos sociais,</p><p>destacando a mobilização da socie-</p><p>dade civil.</p><p>C1 – Examinar as causas e motiva-</p><p>ções que levam à formação de mo-</p><p>vimento sociais, incluindo</p><p>injustiças</p><p>sociais, desigualdades, discriminação</p><p>e questões de direitos humanos.</p><p>EIXOS COGNITIVOS</p><p>A – Reconhecimento e</p><p>Recuperação</p><p>B – Compreensão e Análise C – Avaliação e Proposição</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>7</p><p>Caríssimos estudantes, seguiremos a mesma</p><p>abordagem adotada no 1º bimestre, reconhecen-</p><p>do a importância de traçar uma linha histórica para</p><p>uma compreensão mais profunda dos conteúdos de</p><p>Ciências Humanas da 3ª Série.</p><p>No primeiro bimestre, exploramos a construção</p><p>do Renascimento e do Mundo Moderno. Passamos</p><p>pelo Absolutismo, pela Formação dos Estados Na-</p><p>cionais e pelo Iluminismo. A ideia de trabalhar esses</p><p>temas foi recompor aprendizagens das séries ante-</p><p>Semana 1 - Agosto</p><p>Caríssimo(a) Professor(a), seguiremos a mesma abor-</p><p>dagem adotada no 1º bimestre, reconhecendo a impor-</p><p>tância de traçar uma linha histórica para uma compre-</p><p>ensão mais profunda dos objetos de conhecimento de</p><p>Ciências Humanas da 3ª Série.</p><p>No primeiro bimestre, começamos a explorar a cons-</p><p>trução do Renascimento e do Mundo Moderno. Pas-</p><p>samos pelo Absolutismo, pela Formação dos Estados</p><p>Nacionais e pelo Iluminismo. A ideia de trabalhar esses</p><p>temas foi a de recompor aprendizagens das séries an-</p><p>teriores e construir o cenário histórico necessário para</p><p>iniciar os objetos do conhecimento da 3ª Série. Em se-</p><p>guida, continuamos com a discussão do século XIX e</p><p>os acontecimentos da Primeira Guerra Mundial, além</p><p>de abordar a Revolução Russa e os diversos sistemas e</p><p>modelos de governo.</p><p>No segundo bimestre, mudamos o foco para a História</p><p>do Brasil. Iniciamos com uma reflexão sobre a forma-</p><p>ção histórica e política do Brasil, discutindo também</p><p>sobre a América Latina, a Segunda Guerra Mundial e</p><p>os organismos internacionais, até chegarmos à Guer-</p><p>ra Fria. Nas últimas semanas do segundo bimestre,</p><p>mudamos nossas reflexões, deixando de seguir a linha</p><p>da história e dando mais ênfase aos objetos de conhe-</p><p>cimento do componente curricular de Geografia. Dis-</p><p>cutimos energia no Brasil, matriz energética e fontes</p><p>alternativas, finalizando o bimestre com debates sobre</p><p>os biomas brasileiros.</p><p>Neste 3º bimestre, mudaremos novamente o tema e os</p><p>objetos de conhecimento. Iniciaremos os estudos sobre</p><p>conferências ambientais, abordando a legislação am-</p><p>biental e as unidades de conservação. Em seguida, dis-</p><p>cutiremos o desenvolvimento sustentável e, posterior-</p><p>mente, trataremos dos Direitos Humanos, finalizando o</p><p>bimestre com reflexões sobre movimentos sociais.</p><p>Vamos aprofundar nossa reflexão sobre esses temas,</p><p>destacando sua relevância e impacto nas sociedades</p><p>contemporâneas. Essa abordagem permitirá aos estu-</p><p>dantes desenvolverem uma compreensão abrangente</p><p>e contextualizada dos desafios e avanços relacionados</p><p>ao meio ambiente, aos direitos humanos e aos movi-</p><p>mentos sociais, enriquecendo assim seu conhecimento</p><p>e sua capacidade crítica.</p><p>riores e construir o cenário histórico necessário para</p><p>iniciar os conteúdos da 3ª Série. Em seguida, continu-</p><p>amos com a discussão do século XIX e a construção</p><p>da Primeira Guerra Mundial, além de abordar a Re-</p><p>volução Russa e os diversos sistemas e modelos de</p><p>governo.</p><p>No segundo bimestre, mudamos o foco para a</p><p>História do Brasil. Iniciamos com uma reflexão sobre</p><p>a formação histórica e política do Brasil, discutindo</p><p>também a América Latina, a Segunda Guerra Mun-</p><p>dial e os organismos internacionais, até chegarmos à</p><p>Guerra Fria. Nas últimas semanas do segundo bimes-</p><p>tre, mudamos nossas reflexões, deixando de seguir a</p><p>linha da história e dando mais ênfase aos conteúdos</p><p>do componente curricular de Geografia. Discutimos</p><p>energia no Brasil, matriz energética e fontes alterna-</p><p>tivas, finalizando o bimestre com debates sobre os</p><p>biomas brasileiros.</p><p>Neste 3º bimestre, mudaremos novamente o</p><p>tema e os conteúdos. Iniciaremos os estudos sobre</p><p>conferências ambientais, abordando a legislação am-</p><p>biental e as unidades de conservação. Em seguida,</p><p>discutiremos o desenvolvimento sustentável e, pos-</p><p>teriormente, trataremos dos Direitos Humanos, fina-</p><p>lizando o bimestre com reflexões sobre movimentos</p><p>sociais.</p><p>Vamos aprofundar nossa reflexão sobre esses te-</p><p>mas, destacando sua relevância e impacto nas socie-</p><p>dades contemporâneas. Essa abordagem permitirá a</p><p>vocês desenvolverem uma compreensão abrangente</p><p>e contextualizada dos desafios e avanços relaciona-</p><p>dos ao meio ambiente, aos direitos humanos e aos</p><p>movimentos sociais, enriquecendo assim seu conhe-</p><p>cimento e sua capacidade crítica.</p><p>Contamos com a participação e o empenho de</p><p>todos para que possamos juntos explorar e entender</p><p>melhor esses temas tão importantes.</p><p>TEMÁTICA: Organização Territorial no Tempo e Espa-</p><p>ço: Conexões e Escalas</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS305A) Identificar as instituições e orga-</p><p>nismos de controle e fiscalização ambiental, analisando</p><p>textos geográficos, históricos, dados estatísticos, ma-</p><p>pas, filmes, documentários e outras fontes para avaliar</p><p>o papel desses organismos na questão ambiental.</p><p>(GO-EMCHS305B) Conhecer os principais documen-</p><p>tos (acordos) internacionais, nacionais e locais, que</p><p>visam a diminuição e/ou fim dos problemas ambien-</p><p>tais (Protocolo de Kyoto, Agenda 21 etc.), analisando</p><p>o contexto histórico e socioeconômico no qual foram</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>8</p><p>elaborados para problematizar como esses estão sen-</p><p>do aplicados e seus impactos.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• Conferências Ambientais</p><p>As conferências ambientais são encontros inter-</p><p>nacionais que reúnem representantes de diversos</p><p>países, organizações não-governamentais, cientistas</p><p>e especialistas para discutir questões relacionadas</p><p>ao meio ambiente. Esses eventos visam promover a</p><p>cooperação global na busca de soluções para proble-</p><p>mas ambientais, como a mudança climática, a perda</p><p>de biodiversidade e a poluição.</p><p>Um marco importante foi a Conferência das Na-</p><p>ções Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (Es-</p><p>tocolmo, 1972), que trouxe à tona a necessidade de</p><p>ações ambientais globais. Outro evento crucial foi a</p><p>ECO-92, também conhecida como Cúpula da Terra</p><p>(Rio de Janeiro, 1992), que resultou em documentos</p><p>importantes como a Agenda 21 e as Convenções so-</p><p>bre Mudança do Clima e Biodiversidade.</p><p>Mais recentemente, o Acordo de Paris, firmado</p><p>na Conferência das Partes (COP21) em 2015, foi</p><p>um avanço significativo na luta contra a mudança</p><p>climática, estabelecendo metas para a redução das</p><p>emissões de gases de efeito estufa e promovendo a</p><p>adaptação às mudanças climáticas.</p><p>Essas conferências resultam em acordos e trata-</p><p>dos internacionais que orientam políticas ambientais</p><p>globais e incentivam a ação colaborativa para um fu-</p><p>turo sustentável.</p><p>Elaborado para fins didáticos.</p><p>Imagens disponíveis em: https://abre.ai/j9Yq . Acesso em: 04 jul. 2024.</p><p>https://abre.ai/j9Yq . Acesso em: 04 jul. 2024.</p><p>Leia o texto I e, a seguir, responda as atividades propostas</p><p>desta semana.</p><p>Texto I</p><p>Por que o acordo de Paris é considerado um marco</p><p>histórico na pauta das mudanças climáticas?</p><p>O Acordo de Paris, muito importante para a agenda</p><p>climática mundial, é um dos marcos estabelecidos durante</p><p>a Conferência das Partes (COP), da ONU</p><p>Acordo de Paris: Acordo proposto na Conferência da ONU propõe saídas para as</p><p>principais questões climáticas (Leandro Fonseca/Exame)</p><p>O Acordo de Paris é um dos tratados internacionais</p><p>mais importantes na pauta das mudanças climáticas.</p><p>Assinado em 2015, durante a 21ª Conferência das Par-</p><p>tes, a COP21, a resolução tem como objetivo limitar o</p><p>aumento da temperatura média e conter o aumento da</p><p>temperatura terrestre a 1,5ºC para que o planeta não</p><p>sofra mais desastres.</p><p>O Acordo tem também metas de redução de emis-</p><p>sões de gases de efeito estufa (GEE). Quando foi propos-</p><p>to na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU),</p><p>o documento foi adotado por 196 países-membros e</p><p>passou</p><p>a vigorar em novembro de 2016. O desafio, con-</p><p>tudo, ainda é a implementação das iniciativas propostas.</p><p>O Acordo de Paris visa uma transformação socioe-</p><p>conômica. Segundo a Convenção-Quadro das Nações</p><p>Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), “o Acor-</p><p>do de Paris é um marco multilateral de mudança cli-</p><p>mática onde, pela primeira vez, um acordo vinculante</p><p>reúne todas as nações para combater e se adaptar aos</p><p>efeitos das mudanças climáticas”.</p><p>Entre as características do Acordo, o documento es-</p><p>tipula que os países desenvolvidos devem prestar certa</p><p>assistência climática e financeira aos países mais vulne-</p><p>ráveis para auxílio no processo de mitigação e redução</p><p>das emissões. O financiamento climático, por exemplo,</p><p>é extremamente importante para que os países possam</p><p>se adaptar adequadamente aos efeitos do aquecimento</p><p>global e os impactos das mudanças climáticas.</p><p>Outro ponto importante é a capacitação, visto que</p><p>nem todos os países estão plenamente preparados para</p><p>lidar com as questões decorrentes das mudanças climá-</p><p>ticas. Pensando nisso, o Acordo pede colaboração para</p><p>que os países desenvolvidos aumentem o apoio em</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>9</p><p>ações de capacitação para os demais. O documento dis-</p><p>cute ainda o uso da tecnologia para resiliência climática</p><p>– principalmente pensando em emissões de carbono.</p><p>Como funciona o Acordo de Paris?</p><p>O Acordo de Paris institui o que é conhecido como</p><p>NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada), as</p><p>contribuições deste tipo servem como conceito estru-</p><p>turante para organizar as ações. Em outras palavras, a</p><p>Contribuição Nacionalmente Determinada representa</p><p>um compromisso sobre a descarbonização. Com cada</p><p>uma delas, os países apresentam o que são capazes de</p><p>alcançar para limitar o aquecimento global dentro da</p><p>meta de até 1,5ºC e reduzir as emissões de carbono</p><p>voluntariamente.</p><p>Porém, quando o acordo foi assinado no final de</p><p>2016, as NDCs apresentadas pelos países-membros</p><p>com os compromissos de redução das emissões de ga-</p><p>ses de efeito estufa (GEE) não foram suficientes para</p><p>limitar o aumento da temperatura. Por esse motivo,</p><p>os participantes são aconselhados a revisitar as pro-</p><p>postas e ter um olhar mais rigoroso – funcionando em</p><p>ciclos de cinco em cinco anos e priorizando a ambição</p><p>das contribuições.</p><p>O Acordo assegura que cada país tem a liberdade</p><p>de estabelecer – de maneira doméstica e interna – as</p><p>ações próprias para limitar o aquecimento global. Mas</p><p>também há a possibilidade de um país-membro utilizar</p><p>o sistema de pagamento de redução de emissões ou</p><p>créditos de carbono para apoiar outros países a alcan-</p><p>çarem as suas metas.</p><p>Quais são as NDCs brasileiras?</p><p>Os compromissos do Brasil incluem ações de lon-</p><p>go prazo pensando na neutralidade climática até 2050.</p><p>Mas, dentre eles, o Brasil se comprometeu em reduzir</p><p>as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 37%</p><p>em relação a 2005 até 2025, é o que um comunicado</p><p>oficial de março do ano passado estipula. Ainda levan-</p><p>do como referência o ano de 2005, o país tem como ob-</p><p>jetivo reduzir as emissões em 50% até 2030.</p><p>A COP, o Acordo de Paris e o futuro</p><p>Na COP27, foi acordado que as partes envolvidas</p><p>reforçassem as metas voltadas para 2030 para uma</p><p>ação mais acelerada pensando em limitar o aqueci-</p><p>mento global dentro da meta de até 1,5ºC. O Acordo</p><p>tem como objetivo que mais países queiram apresen-</p><p>tar estratégias de desenvolvimento de baixa emissão</p><p>a longo prazo (LT-LEDS). Essas estratégias abrangem</p><p>o horizonte de longo prazo das NDCs. Mas, ao contrá-</p><p>rio das contribuições, os LT-LEDS não são obrigatórias,</p><p>mas ajudam a colocar as contribuições em um contexto</p><p>de planejamento a longo prazo.</p><p>Para a COP28, o diretor da edição, Majid Al Suwaidi,</p><p>diz que essa será conferência a mais importante desde</p><p>o Acordo de Paris. "Precisamos, nesta COP, acelerar a</p><p>mudança para evitar os desastres do aquecimento glo-</p><p>bal", afirmou Al Suwaidi em entrevista exclusiva para a</p><p>EXAME.</p><p>Pensando nos próximos passos do legado deixado</p><p>pelo acordo, os países criaram o enhanced transparen-</p><p>cy framework (do inglês, estrutura de transparência</p><p>aprimorada). O ETF, que entrará em vigor em 2024,</p><p>faz com que os países compartilhem de maneira trans-</p><p>parente os progressos alcançados pelas medidas de</p><p>adaptação e ações de apoio, com métodos globais e</p><p>revisão de relatórios. Com todas essas informações</p><p>levantadas, será criado um balanço com direções para</p><p>as metas climáticas futuras. Além disso, serão apresen-</p><p>tados de dois em dois anos, os Relatórios Bienais de</p><p>Transparência (BTRs).</p><p>Texto de autoria de Fernanda Bastos.</p><p>Fonte: https://abre.ai/j94m</p><p>Acesso em: 04 jul. 2024. Adaptado.</p><p>ATIVIDADES</p><p>1. De acordo com o texto, explique detalhadamente</p><p>qual é o papel dos países desenvolvidos no contexto</p><p>do Acordo de Paris, incluindo aspectos financeiros e de</p><p>capacitação.</p><p>Sugestão de resposta: De acordo com o texto, os países</p><p>desenvolvidos no contexto do Acordo de Paris têm o papel</p><p>crucial de fornecer assistência financeira e capacitação</p><p>técnica aos países em desenvolvimento. Isso visa ajudá-los</p><p>na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, confor-</p><p>me estabelecido pelas Contribuições Nacionalmente De-</p><p>terminadas (NDCs) e nas metas de redução de emissões de</p><p>gases de efeito estufa. Além disso, os países desenvolvidos</p><p>são incentivados a aumentar o apoio em ações de capaci-</p><p>tação e tecnologia, garantindo que os países mais vulnerá-</p><p>veis possam implementar eficazmente suas estratégias de</p><p>enfrentamento às mudanças climáticas.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>2. A sigla "COP" refere-se à Conferência das Nações</p><p>Unidas sobre Mudanças Climáticas, um evento anual</p><p>que reúne países para discutir medidas de combate às</p><p>mudanças climáticas. Por que conferências ambientais</p><p>como a COP são importantes para a agenda global de</p><p>sustentabilidade e mudanças climáticas?</p><p>Sugestão de resposta: A sigla 'COP' refere-se à Conferência</p><p>das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, um evento</p><p>anual onde países se reúnem para discutir e negociar ações</p><p>contra as mudanças climáticas. Conferências como a COP</p><p>são essenciais para a agenda global de sustentabilidade</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>10</p><p>por facilitarem a defi nição de políticas ambientais globais,</p><p>promoverem conscientização pública, incentivarem práti-</p><p>cas sustentáveis e facilitarem a cooperação internacional.</p><p>Elas fortalecem o compromisso global com a implementa-</p><p>ção de acordos climáticos como o Acordo de Paris, garan-</p><p>tindo ações coordenadas para proteger o meio ambiente e</p><p>promover o desenvolvimento sustentável.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>3. Explique como as conferências ambientais, como a</p><p>COP, contribuem para o desenvolvimento de políticas</p><p>públicas e a inovação tecnológica na luta contra as mu-</p><p>danças climáticas.</p><p>Sugestão de resposta: As conferências ambientais, como a</p><p>COP, ajudam a desenvolver políticas públicas ao reunir lí-</p><p>deres mundiais para defi nir metas climáticas globais, como</p><p>as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs),</p><p>que orientam a redução de emissões de gases de efeito es-</p><p>tufa. Elas também promovem a inovação tecnológica ao in-</p><p>centivar a cooperação internacional e o compartilhamento</p><p>de tecnologias, além de apoiar ações de capacitação para</p><p>enfrentar as mudanças</p><p>climáticas.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>4. (UNESP 2013) As manchetes de jornais de junho de</p><p>2012 enfatizaram a Conferência das Nações Unidas</p><p>sobre Desenvolvimento Sustentável. A Rio+20, como</p><p>fi cou conhecida, tinha o desafi o de dar continuidade à</p><p>conscientização global que teve início na Rio 92.</p><p>As diretrizes propostas por essas conferências têm por</p><p>fi nalidade o desenvolvimento sustentável, o qual se re-</p><p>fere a um modelo de:</p><p>(A) consumo que vise a atender às necessidades das</p><p>gerações presentes, sem comprometer o atendimen-</p><p>to às necessidades das gerações futuras.</p><p>(B) desenvolvimento social e econômico que objetive</p><p>a satisfação fi nanceira e cultural da sociedade.</p><p>(C) consumo excessivo dos recursos naturais, com</p><p>vistas à preservação das espécies animais em extin-</p><p>ção para as gerações futuras.</p><p>(D) desenvolvimento global que disponha dos recursos</p><p>naturais para suprir as necessidades da geração atual.</p><p>(E) desenvolvimento global que incorpore e priorize</p><p>os aspectos do desenvolvimento econômico.</p><p>Gabarito: A</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>O desenvolvimento sustentável prevê um desenvolvimento</p><p>socioeconômico que não comprometa as gerações futuras.</p><p>É necessário buscar alternativas para explorar os recursos</p><p>naturais sem que isso prejudique as próximas gerações.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 10 anos.</p><p>O ex-vice-presidente dos Estados Unidos</p><p>Al Gore apresenta uma análise da questão</p><p>do aquecimento global, mostrando os mitos</p><p>e equívocos existentes em torno do tema e,</p><p>também possíveis saídas para que o planeta</p><p>não passe por uma catástrofe climática nas</p><p>próximas décadas.</p><p>2. “Antes do Dilúvio” - Seremos História?</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 10 anos.</p><p>Um problema de longas datas está se mos-</p><p>trando cada vez mais grave. Mudanças de</p><p>temperatura, inundações, e outros fenômenos</p><p>semelhantes têm se tornado cada vez mais</p><p>comum, e o que tem sido feito na tentativa</p><p>de amenizar essa situação? É na busca por</p><p>respostas para essas questões que Leonardo</p><p>DiCaprio abraça a missão de testemunhar as mudanças climáticas</p><p>em diversos países, e de uma forma nunca vista antes.</p><p>1. Uma Verdade Inconveniente</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>Semana 2 - Agosto</p><p>TEMÁTICA: Natureza, Ambientes e Qualidade de Vida</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS305A) Identifi car as instituições e orga-</p><p>nismos de controle e fi scalização ambiental, analisan-</p><p>do textos geográfi cos, históricos, dados estatísticos,</p><p>mapas, fi lmes, documentários e outras fontes para ava-</p><p>liar o papel desses organismos na questão ambiental.</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>11</p><p>(GO-EMCHS305B) Conhecer os principais documen-</p><p>tos (acordos) internacionais, nacionais e locais, que</p><p>visam a diminuição e/ou fi m dos problemas ambien-</p><p>tais (Protocolo de Kyoto, Agenda 21 etc.), analisando</p><p>o contexto histórico e socioeconômico no qual foram</p><p>elaborados para problematizar como esses estão sen-</p><p>do aplicados e seus impactos.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• Legislação ambiental</p><p>A Legislação Ambiental é o conjunto de leis, de-</p><p>cretos, regulamentos e normas criadas para pro-</p><p>teger o meio ambiente e garantir o uso sustentável</p><p>dos recursos naturais. Essas leis são fundamentais</p><p>para preservar a biodiversidade, controlar a polui-</p><p>ção e promover o desenvolvimento sustentável. A</p><p>legislação ambiental aborda diversos temas, como a</p><p>preservação de fl orestas, o controle da emissão de</p><p>poluentes, a gestão de resíduos sólidos, a conserva-</p><p>ção da água e a proteção de espécies ameaçadas.</p><p>No Brasil, a Constituição Federal de 1988 esta-</p><p>belece que é dever do poder público e da coletivi-</p><p>dade defender e preservar o meio ambiente para as</p><p>presentes e futuras gerações. Entre as principais leis</p><p>ambientais brasileiras, destacam-se o Código Flores-</p><p>tal, a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente e a</p><p>Lei de Crimes Ambientais.</p><p>A implementação e fi scalização dessas leis são</p><p>essenciais para garantir que atividades econômicas e</p><p>sociais sejam realizadas de maneira responsável, mi-</p><p>nimizando os impactos negativos ao meio ambiente</p><p>e promovendo um futuro sustentável para todos.</p><p>Elaborado para fi ns didáticos.</p><p>Disponível em: https://abre.ai/kasl. Acesso em: 05 jul. 2024.</p><p>A Lei Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº</p><p>12.305/2010) estabelece diretrizes para a gestão</p><p>integrada e o gerenciamento adequado dos resíduos</p><p>sólidos no Brasil. Ela incentiva a redução, reutilização</p><p>e reciclagem dos resíduos, promovendo a respon-</p><p>sabilidade compartilhada entre governo, empresas</p><p>e cidadãos. A lei busca minimizar os impactos am-</p><p>bientais e promover a sustentabilidade, destacando</p><p>a importância de planos de gestão para resíduos e a</p><p>logística reversa.</p><p>Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/50133973 . Acesso em: 05 jun. 2024.</p><p>ATIVIDADES</p><p>5. Identifi que os principais objetivos da Lei Nacional de</p><p>Resíduos Sólidos, destacando sua importância para a</p><p>gestão ambiental e sustentabilidade no Brasil.</p><p>Sugestão de resposta: A Lei Nacional de Resíduos Sólidos</p><p>tem como principais objetivos promover a gestão integrada</p><p>e o gerenciamento adequado dos resíduos sólidos no Brasil.</p><p>Entre seus principais propósitos estão incentivar a redução</p><p>na geração de resíduos, estimular a reutilização e a recicla-</p><p>gem, além de instituir a responsabilidade compartilhada</p><p>entre o poder público, setor privado e sociedade civil. Essa</p><p>legislação também visa minimizar os impactos ambientais</p><p>e sanitários decorrentes da gestão inadequada dos resídu-</p><p>os, promover a inclusão social dos catadores de materiais</p><p>recicláveis e estabelecer instrumentos econômicos que in-</p><p>centivem práticas sustentáveis.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>6. Qual dos seguintes objetivos é um dos principais da</p><p>Lei Nacional de Resíduos Sólidos que visa promover</p><p>uma gestão adequada dos resíduos sólidos no Brasil e</p><p>sustentabilidade ambiental?</p><p>(A) Reduzir a geração de resíduos.</p><p>(B) Estimular a reutilização de materiais.</p><p>(C) Proteger espécies ameaçadas de extinção.</p><p>(D) Instituir a responsabilidade compartilhada entre</p><p>governo, setor privado e sociedade.</p><p>(E) Minimizar os impactos ambientais negativos de-</p><p>correntes da má gestão de resíduos.</p><p>Gabarito: C</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>12</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>A licença ambiental é um documento emitido</p><p>por órgãos ambientais, como o IBAMA, que autoriza</p><p>atividades com potencial impacto ambiental. Ela ga-</p><p>rante que essas atividades sejam realizadas de forma</p><p>sustentável, adotando medidas para minimizar da-</p><p>nos ao meio ambiente. Existem três tipos principais:</p><p>Licença Prévia (LP), que avalia a viabilidade</p><p>ambien-</p><p>tal; Licença de Instalação (LI), que autoriza o início</p><p>das obras; e Licença de Operação (LO), que permite</p><p>o funcionamento da atividade. A licença ambiental é</p><p>essencial para controlar e monitorar impactos am-</p><p>bientais, promovendo um desenvolvimento econô-</p><p>mico sustentável.</p><p>Elaborado para fi ns didáticos.</p><p>Disponível em: https://abre.ai/ka5q . Acesso em: 05 jul. 2024.</p><p>7. Defi na claramente o que é a Licença Prévia (LP) no</p><p>processo de licenciamento ambiental. Explique por</p><p>que essa fase inicial é crucial para o planejamento e</p><p>execução de projetos, destacando sua importância no</p><p>cumprimento das normas ambientais desde o início</p><p>do empreendimento.</p><p>Sugestão de resposta: A Licença Prévia (LP) é uma fase</p><p>inicial do processo de licenciamento ambiental onde são</p><p>avaliados os impactos ambientais potenciais de um em-</p><p>preendimento. É crucial porque permite o planejamento</p><p>adequado do projeto desde o início, garantindo que todas</p><p>as atividades estejam alinhadas com as normas ambien-</p><p>tais vigentes. Isso proporciona segurança jurídica e am-</p><p>biental, reduzindo riscos de impactos negativos ao meio</p><p>ambiente durante a execução do projeto.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Na-</p><p>cional do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e</p><p>o papel dos órgãos ambientais.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Não recomendado para meno-</p><p>res de 14 anos.</p><p>Steve Butler (Matt Damon) trabalha numa</p><p>empresa especializada em extração de gás.</p><p>Um dia, lhe é solicitado que viaje até uma ci-</p><p>dade do interior para convencer os moradores</p><p>da região que eles não devem se opor à che-</p><p>gada da empresa extratora. Porém, ao lidar</p><p>diariamente com as pessoas, Steve acaba questionando suas</p><p>próprias convicções.</p><p>1. Terra Prometida</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>Semana 3 - Agosto</p><p>TEMÁTICA: Natureza, Ambientes e Qualidade de Vida</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS306A) Identifi car a relação ser huma-</p><p>no-natureza predominante em diferentes modelos</p><p>socioeconômicos (capitalista, socialista, feudalismo,</p><p>escravismo etc.), utilizando textos fi losófi cos, histó-</p><p>ricos, obras de arte que demonstrem a concepção de</p><p>ser humano em cada época e contexto histórico para</p><p>desenvolver a criticidade em relação a degradação do</p><p>meio ambiente no Brasil e no mundo.</p><p>(GO-EMCHS306B) Compreender o papel dos países</p><p>com diferentes níveis de desenvolvimento socioeco-</p><p>nômico quanto à degradação ambiental, comparando</p><p>dados para posicionar-se em relação aos impactos dos</p><p>modelos socioeconômicos no uso dos recursos natu-</p><p>rais e a sustentabilidade.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• Unidades de conservação</p><p>Leia o texto II e, a seguir, responda as atividades 08 e 09.</p><p>Texto II</p><p>O que é uma unidade de conservação?</p><p>Quando o assunto é cuidado com o meio ambien-</p><p>te, muito se fala sobre unidades de conservação. Mas</p><p>você sabe o que signifi ca esse termo?</p><p>Uma Unidade de Conservação (UC) é uma área</p><p>criada e protegida pelo poder público ou pelo poder</p><p>privado com o objetivo de preservar todos os recursos</p><p>ambientais do território: fauna, fl ora, geografi a, solo,</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>13</p><p>corpos hídricos etc. Além disso, as unidades de con-</p><p>servação também funcionam como instrumentos de</p><p>educação ambiental, divulgação científica e entreteni-</p><p>mento.</p><p>O Sistema Nacional de Unidades de Conservação</p><p>(SNUC) determina normas e critérios para a gestão,</p><p>criação e implantação de unidades de conservação. O</p><p>SNUC foi instituído, no Brasil, por meio da Lei n. 9.985</p><p>de 2000. A partir das diretrizes do sistema, as UC’s são</p><p>divididas em dois grupos: as “Unidades de Conserva-</p><p>ção de Proteção Integral” e as “Unidades de Conser-</p><p>vação de Uso Sustentável”. Mas calma que a gente te</p><p>explica a diferença.</p><p>O que é uma Unidade de Conservação de Proteção</p><p>Integral?</p><p>As Unidades de Conservação de Proteção Integral</p><p>têm como objetivo a preservação do meio ambiente e</p><p>admitem apenas o uso indireto dos seus recursos natu-</p><p>rais (com exceção de casos previstos na lei do SNUC).</p><p>Conheça todos os cinco tipos de UC’s desse grupo:</p><p>Parque – Área pública, tem o objetivo de preservar</p><p>os ecossistemas naturais de grande relevância ecológi-</p><p>ca e beleza cênica. Possibilita a realização de pesquisas</p><p>científicas e o desenvolvimento de atividades de edu-</p><p>cação e interpretação ambiental, de recreação em con-</p><p>tato com a natureza e de turismo ecológico;</p><p>Refúgio da Vida Silvestre – Pode ser constituído</p><p>por áreas particulares. Tem o objetivo de proteger am-</p><p>bientes naturais onde se asseguram condições para a</p><p>existência ou reprodução de espécies ou comunidades</p><p>da flora local e da fauna residente ou migratória;</p><p>Monumento Natural – Pode ser constituído por</p><p>áreas particulares e tem o objetivo de preservar sítios</p><p>naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica;</p><p>Estação Ecológica – Área pública, objetiva a pre-</p><p>servação da natureza e a realização de pesquisas cien-</p><p>tíficas;</p><p>Reserva Biológica – Área pública que objetiva a</p><p>preservação integral da biota e demais atributos natu-</p><p>rais existentes em seus limites, sem interferência hu-</p><p>mana direta ou modificações ambientais.</p><p>O que é uma Unidade de Conservação de Uso Sus-</p><p>tentável?</p><p>As Unidades de Conservação de Uso Sustentável</p><p>têm como objetivo básico compatibilizar a conserva-</p><p>ção da natureza com o uso sustentável de parcela dos</p><p>recursos naturais da área protegida. Esse grupo de</p><p>UC’s é menos restritivo que o grupo de proteção inte-</p><p>gral. Conheça todos os sete tipos de UC’s desse grupo:</p><p>Reserva Particular do Patrimônio Natural – Área</p><p>privada, permite apenas a pesquisa científica, a visi-</p><p>tação com objetivos turísticos, recreativos e educa-</p><p>cionais. Objetiva conservar a diversidade biológica da</p><p>região;</p><p>Área de Proteção Ambiental – Área que pode ser</p><p>pública ou privada, apresenta certo grau de ocupação</p><p>humana, objetiva proteger a diversidade biológica, dis-</p><p>ciplinar o processo de ocupação e assegurar a susten-</p><p>tabilidade do uso dos recursos naturais;</p><p>Área de Relevante Interesse Ecológico – Área que</p><p>pode ser pública ou privada, possui características na-</p><p>turais extraordinárias ou que abriga exemplares raros</p><p>da biota regional, objetiva manter os ecossistemas na-</p><p>turais com importância regional ou local e regular o</p><p>uso admissível dessas áreas;</p><p>Floresta – É uma área pública, objetiva o uso múl-</p><p>tiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa</p><p>científica, com ênfase em métodos para exploração</p><p>sustentável de florestas nativas;</p><p>Reserva de Desenvolvimento Sustentável – Área</p><p>pública, objetiva preservar a natureza e, ao mesmo</p><p>tempo, assegurar as condições e os meios necessários</p><p>para a reprodução e a melhoria dos modos e da qua-</p><p>lidade de vida e exploração dos recursos naturais das</p><p>populações tradicionais, bem como valorizar, conser-</p><p>var e aperfeiçoar o conhecimento e as técnicas de ma-</p><p>nejo do ambiente, desenvolvido por estas populações;</p><p>Reserva Extrativista – É uma área pública, com</p><p>uso concedido às populações extrativistas tradicionais,</p><p>com permissão e incentivo para pesquisas científicas;</p><p>Reserva de Fauna – Área pública, com populações</p><p>animais de espécies nativas, terrestres ou aquáticas,</p><p>residentes ou migratórias, adequadas para estudos</p><p>técnico-científicos sobre o manejo econômico susten-</p><p>tável de recursos faunísticos.</p><p>Texto de autoria de Mélittem Brito, integrante da Liga da Caatinga.</p><p>Fonte: https://abre.ai/ka9g. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>ATIVIDADES</p><p>08. Reconheça e explique a importância das Unidades</p><p>de Conservação para a preservação ambiental, desta-</p><p>cando como essas áreas contribuem para a manuten-</p><p>ção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos</p><p>essenciais para a sociedade.</p><p>Sugestão de resposta: As Unidades de Conservação de-</p><p>sempenham um papel crucial</p><p>de Duque de Caxias (RJ), que é</p><p>um dos maiores aterros sanitários do mundo.</p><p>Premiado no Festival de Berlim de 2010 e um</p><p>1. Lixo Extraordinário</p><p>SUGESTÕES DE FILMES PARA CONTEXTUALIZAÇÃO COM</p><p>O PERÍODO ESTUDADO E PARA CONTRIBUIR COM O TEMA:</p><p>dos 15 pré-selecionados para a categoria no Oscar 2011, este do-</p><p>cumentário tem poderes (com trocadilho) extraordinários. Filmado</p><p>ao longo de três anos e tocado por três diretores, entre eles o bra-</p><p>sileiro João Jardim (Janela da Alma), a coprodução Brasil/Reino</p><p>Unido tem como mola propulsora a ideia de causar no mundo um</p><p>efeito transformador de hábitos e pessoas. Apesar de um começo</p><p>meio estranho, reproduzindo a imagem de um programa de entre-</p><p>vistas brasileiro copiado da televisão americana, o que se vê logo</p><p>em seguida vai se tornando revelador a cada minuto que passa.</p><p>Semana 4 - Agosto</p><p>TEMÁTICA: Natureza, Ambientes e Qualidade de Vida</p><p>Objetivos de Aprendizagem do DC-GOEM:</p><p>(GO-EMCHS306A) Identifi car a relação ser huma-</p><p>no-natureza predominante em diferentes modelos</p><p>socioeconômicos (capitalista, socialista, feudalismo,</p><p>escravismo etc.), utilizando textos fi losófi cos, histó-</p><p>ricos, obras de arte que demonstrem a concepção de</p><p>ser humano em cada época e contexto histórico para</p><p>desenvolver a criticidade em relação a degradação do</p><p>meio ambiente no Brasil e no mundo.</p><p>(GO-EMCHS306B) Compreender o papel dos países</p><p>com diferentes níveis de desenvolvimento socioeco-</p><p>nômico quanto à degradação ambiental, comparando</p><p>dados para posicionar-se em relação aos impactos dos</p><p>modelos socioeconômicos no uso dos recursos natu-</p><p>rais e a sustentabilidade.</p><p>Objeto de Conhecimento:</p><p>• O Desenvolvimento sustentável</p><p>Leia o texto IV e, a seguir, responda as atividades propostas</p><p>desta semana.</p><p>Texto IV</p><p>Desenvolvimento sustentável - Como surgiu esse</p><p>conceito?</p><p>A ideia de desenvolvimento sustentável surgiu a</p><p>partir do conceito de ecodesenvolvimento, proposto</p><p>durante a Primeira Conferência das Nações Unidas so-</p><p>bre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em Estocol-</p><p>mo, na Suécia, em 1972.</p><p>Segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambien-</p><p>te e Desenvolvimento da Organização das Nações</p><p>Unidas, desenvolvimento sustentável é aquele capaz</p><p>de suprir as necessidades dos seres humanos da atuali-</p><p>dade, sem comprometer a capacidade do planeta para</p><p>atender as futuras gerações. Portanto, é o desenvolvi-</p><p>mento que não esgota os recursos, tornando-os pere-</p><p>nemente disponíveis, se possível.</p><p>A ONU denominou a década de 1960 como a "Pri-</p><p>meira Década das Nações Unidas para o Desenvolvi-</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>16</p><p>mento", acreditando que a cooperação internacional</p><p>proporcionaria um crescimento econômico pela trans-</p><p>ferência de tecnologia, experiência e fundos monetá-</p><p>rios, de modo a resolver os problemas dos países mais</p><p>pobres.</p><p>Ricos e pobres</p><p>Ao mesmo tempo, a questão ambiental, fundamen-</p><p>tal para qualquer plano de desenvolvimento, começou</p><p>a ganhar destaque nos meios de comunicação. Na épo-</p><p>ca, vários países em desenvolvimento, inclusive o Bra-</p><p>sil, consideravam inviável incluir grandes programas de</p><p>conservação ambiental em seus programas nacionais,</p><p>pois acreditavam que a poluição e a deterioração am-</p><p>biental eram conseqüências inevitáveis do desenvolvi-</p><p>mento industrial.</p><p>Essa atitude foi conveniente para os países mais</p><p>desenvolvidos. Por um lado, isso restringia a implan-</p><p>tação de indústrias poluidoras em seus territórios. Por</p><p>outro, eles tinham para onde transferir suas fábricas:</p><p>os países menos desenvolvidos, que encorajavam a ins-</p><p>talação dessas indústrias, para impulsionar seu próprio</p><p>desenvolvimento.</p><p>Satélites</p><p>No final dos anos 1960, a humanidade ganhou um</p><p>aliado importante para a melhor compreensão da dinâ-</p><p>mica terrestre, o que também revelou a importância da</p><p>criação de um programa de conservação ambiental.</p><p>Com as missões espaciais e a implantação de um</p><p>sistema de satélites para o sensoriamento remoto da</p><p>Terra, tornou-se possível monitorar integradamente</p><p>os vários processos atmosféricos e climáticos. Surgia</p><p>uma nova perspectiva de se ver o planeta.</p><p>Em 1972, na Conferência das Nações Unidas so-</p><p>bre o Ambiente Humano (Estocolmo), reconheceu-se</p><p>o relacionamento entre os conceitos de conservação</p><p>ambiental e desenvolvimento industrial; foram discu-</p><p>tidos os efeitos causados pela falta de planejamento</p><p>na utilização de recursos naturais e se estabeleceram</p><p>critérios claros de "poluição, pobreza e ecodesenvolvi-</p><p>mento".</p><p>Harmonia entre economia e meio ambiente</p><p>Uma reavaliação do conceito de desenvolvimento</p><p>orientou a "Terceira Década das Nações Unidas para o</p><p>Desenvolvimento" (1980-1990), a partir da qual busca-</p><p>ram-se estratégias de distribuição, visando repartir de</p><p>modo mais justo os benefícios do eventual crescimento</p><p>da economia mundial.</p><p>A ONU resolveu criar uma comissão para efetuar</p><p>um estudo dos problemas globais de ambiente e de-</p><p>senvolvimento. Em 1987, essa comissão apresentou o</p><p>Relatório Brundtland - "Our Commom Future" (Nosso</p><p>Futuro Comum), no qual se ressaltava o conceito de</p><p>desenvolvimento sustentável, considerando-o um mo-</p><p>delo de desenvolvimento socioeconômico, com justiça</p><p>social e em harmonia com os sistemas de suporte da</p><p>vida na Terra.</p><p>Em 1992, durante a Conferência das Nações Uni-</p><p>das sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, reali-</p><p>zada no Rio de Janeiro, o conceito foi definitivamente</p><p>incorporado como um princípio orientador de ações.</p><p>Foi então elaborada a Agenda 21, que representa um</p><p>compromisso das nações de agir em cooperação e har-</p><p>monia na busca do desenvolvimento sustentável.</p><p>A Agenda 21 reconhece que os problemas de cres-</p><p>cimento demográficos e da pobreza são globais. Para</p><p>sua solução, devem-se desenvolver programas especí-</p><p>ficos locais e regionais, porém associados a projetos de</p><p>meio ambiente e desenvolvimento integrados, com o</p><p>apoio nacional e internacional.</p><p>Os três pilares do desenvolvimento sustentável</p><p>A Declaração de Política de 2002 da Cúpula Mun-</p><p>dial sobre o Desenvolvimento Sustentável (Joanesbur-</p><p>go, África do Sul), afirma que ele é construído sobre</p><p>três pilares interdependentes e que se suportam mu-</p><p>tuamente: desenvolvimento econômico, desenvolvi-</p><p>mento social e proteção ambiental.</p><p>Na prática, se não houver a conscientização e o</p><p>reconhecimento da importância do desenvolvimento</p><p>sustentável, sua complexidade e o interrelacionamen-</p><p>to de seus pilares com as diversas questões ambientais,</p><p>a geração presente deixará para trás solos pobres, fal-</p><p>ta de água, atmosfera poluída, enfim, um planeta todo</p><p>alterado e sujo.</p><p>Para evitar que isso ocorra os estilos de vida das</p><p>nações ricas e a economia mundial têm de ser reestru-</p><p>turados, visando a preservação do meio ambiente, ain-</p><p>da que questões como essas esbarrem nos interesses</p><p>de poderosos grupos econômicos.</p><p>Texto de autoria de Ronaldo Decicino.</p><p>Fonte: https://abre.ai/kbi3. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>ATIVIDADES</p><p>12. Explique detalhadamente os impactos negativos</p><p>de não seguir os princípios do desenvolvimento sus-</p><p>tentável, considerando aspectos econômicos, sociais e</p><p>ambientais.</p><p>Sugestão de resposta: Os impactos negativos de não se-</p><p>guir os princípios do desenvolvimento sustentável afetam</p><p>a economia, a sociedade e o meio ambiente.</p><p>Aspectos Econômicos: A exploração descontrolada de re-</p><p>cursos naturais leva à sua escassez e aumento dos custos</p><p>de extração. A falta de práticas agrícolas sustentáveis cau-</p><p>sa erosão do solo e perda de produtividade, comprometen-</p><p>do a segurança alimentar. Desastres ambientais frequentes</p><p>e intensos aumentam os custos de recuperação.</p><p>Aspectos Sociais: O desenvolvimento insustentável acen-</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>17</p><p>tua as desigualdades sociais, afetando mais as populações</p><p>pobres. A poluição do ar, da água e do solo provoca doen-</p><p>ças respiratórias e cardiovasculares, além de outros proble-</p><p>mas de saúde.</p><p>A degradação ambiental força comunidades</p><p>a migrarem, causando conflitos sociais.</p><p>Aspectos Ambientais: A destruição de habitats naturais e</p><p>a poluição levam à extinção de espécies e à perda de bio-</p><p>diversidade. As emissões de gases de efeito estufa causam</p><p>mudanças climáticas severas. A contaminação por resí-</p><p>duos industriais e agrícolas polui água, solo e ar, afetando</p><p>ecossistemas e a saúde humana.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>13. Escreva um breve resumo sobre a evolução do con-</p><p>ceito de desenvolvimento sustentável desde a "Primei-</p><p>ra Década das Nações Unidas para o Desenvolvimen-</p><p>to" na década de 1960 até a Conferência das Nações</p><p>Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento no</p><p>Rio de Janeiro em 1992.</p><p>Sugestão de resposta: O conceito de desenvolvimento</p><p>sustentável evoluiu significativamente desde a década de</p><p>1960 até a Conferência das Nações Unidas sobre Meio</p><p>Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro em 1992.</p><p>Inicialmente focado no crescimento econômico sem consi-</p><p>derar os impactos ambientais, ganhou destaque na década</p><p>de 1970 com a preocupação crescente sobre os limites dos</p><p>recursos naturais. A "Primeira Conferência das Nações Uni-</p><p>das sobre o Meio Ambiente Humano" em Estocolmo, 1972,</p><p>foi um marco ao integrar considerações ambientais no de-</p><p>senvolvimento. O conceito foi popularizado pelo relatório</p><p>de 1987 da Comissão Brundtland, definindo desenvolvi-</p><p>mento sustentável como equilibrar crescimento econômi-</p><p>co, justiça social e proteção ambiental. Na Eco-92, no Rio</p><p>de Janeiro, consolidou-se com a Agenda 21 e acordos in-</p><p>ternacionais sobre mudança climática e biodiversidade,</p><p>marcando um compromisso global com a sustentabilidade.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>14. Qual evento foi crucial para a popularização e defi-</p><p>nição do conceito de desenvolvimento sustentável?</p><p>(A) A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio</p><p>Ambiente Humano em Estocolmo, 1972, que reco-</p><p>nheceu a necessidade de integrar considerações am-</p><p>bientais no planejamento de desenvolvimento.</p><p>(B) A fundação do Programa das Nações Unidas para</p><p>o Meio Ambiente (PNUMA) em 1972, que promove</p><p>ações internacionais para proteção ambiental e sus-</p><p>tentabilidade.</p><p>(C) A assinatura do Protocolo de Kyoto em 1997, que</p><p>estabeleceu metas para a redução das emissões de</p><p>gases de efeito estufa entre os países desenvolvidos.</p><p>(D) A criação da Organização Mundial do Comércio</p><p>(OMC) em 1995, que facilita o comércio global e re-</p><p>gula disputas comerciais entre países membros.</p><p>(E) A criação da ONU em 1945, que estabeleceu</p><p>um fórum global para cooperação internacional em</p><p>questões socioeconômicas e ambientais.</p><p>Gabarito: A</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente</p><p>Humano em Estocolmo, 1972, que reconheceu a necessi-</p><p>dade de integrar considerações ambientais no planejamen-</p><p>to de desenvolvimento. Essa conferência foi fundamental</p><p>ao colocar pela primeira vez a questão ambiental na agen-</p><p>da global e influenciar as discussões subsequentes sobre</p><p>desenvolvimento sustentável.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>15. (Enem 2014) Uma cidade que reduz emissões, ele-</p><p>trifica com energia solar seus estádios, mas deixa bair-</p><p>ros sem saneamento básico, sem assistência médica e</p><p>sem escola de qualidade nunca será sustentável. A mu-</p><p>dança do regime de chuvas, que já ocorre por causa da</p><p>mudança climática, faz com que inundações em áreas</p><p>com esgoto e lixões a céu aberto propaguem doenças</p><p>das quais o sistema de saúde não cuidará apropriada-</p><p>mente.</p><p>ABRANCHES, S. A sustentabilidade é humana e ecológica. Disponível em: www.ecopolitica.com.br. Acesso em: 30 jul. 2012</p><p>(adaptado).</p><p>Problematizando a noção de sustentabilidade, o argu-</p><p>mento apresentado no texto sugere que o(a)</p><p>(A) tecnologia verde é necessária ao planejamento</p><p>urbano.</p><p>(B) mudança climática é provocada pelo crescimento</p><p>das cidades.</p><p>(C) consumo consciente é característico de cidades</p><p>sustentáveis.</p><p>(D) desenvolvimento urbano é incompatível com a</p><p>preservação ambiental.</p><p>(E) desenvolvimento social é condição para o desen-</p><p>volvimento sustentável.</p><p>Gabarito: C</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>Essa alternativa reflete a ideia central do texto de que a</p><p>sustentabilidade não se resume apenas a práticas ambien-</p><p>Revisa Goiás</p><p>Secretaria de Estado</p><p>da Educação</p><p>SEDUC</p><p>Revisa 3ª Série - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas - Agosto-Setembro/2024</p><p>18</p><p>tais, mas também exige desenvolvimento social e atenção</p><p>a questões básicas de infraestrutura e qualidade de vida</p><p>para todos os cidadãos.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>16. (Enem 2021) A produtividade ecológica articula-se</p><p>com uma produtividade tecnológica, porque não se</p><p>deve renunciar a todas as possibilidades da ciência e da</p><p>técnica, e sim reencaminhar muitas delas para a cons-</p><p>trução desse novo paradigma produtivo. Essa constru-</p><p>ção social, porém, não pode ser guiada por um plane-</p><p>jamento centralizado da tecnologia normatizada pela</p><p>ecologia. A alma dessa nova economia humana são os</p><p>valores culturais. Cada cultura dá signifi cado a seus</p><p>conhecimentos, a sua natureza, recriando-a e abrindo</p><p>o fl uxo de possibilidades de coevolução, articulando o</p><p>pensamento humano com o potencial da natureza.</p><p>LEFF, E. Discursos sustentáveis. São Paulo: Cortez, 2010 (adaptado).</p><p>O paradigma produtivo apresentado no texto tem</p><p>como base a harmonização entre tecnologia e ecologia</p><p>e propõe uma sustentabilidade pautada no(a)</p><p>(A) ideia de natureza intocada.</p><p>(B) lógica de mercado internacional.</p><p>(C) respeito ao saber local comunitário.</p><p>(D) desenvolvimento de cultivos orgânicos.</p><p>(E) retorno às práticas agrícolas arcaicas.</p><p>Gabarito: C</p><p>Comentário sobre o item:</p><p>O texto enfatiza a importância da harmonização entre tec-</p><p>nologia e ecologia, propondo uma abordagem produtiva</p><p>que valoriza os valores culturais e o conhecimento local.</p><p>Essa perspectiva sugere uma sustentabilidade que não é</p><p>guiada por um planejamento centralizado normatizado</p><p>pela ecologia, mas sim pela recriação cultural e pela coe-</p><p>volução entre o pensamento humano e o potencial da na-</p><p>tureza. Com base nisso, a alternativa correta é a “C”. Essa</p><p>alternativa refl ete o enfoque do texto na valorização dos</p><p>conhecimentos e práticas locais como base para um para-</p><p>digma produtivo sustentável, em harmonia com a ecologia</p><p>e os valores culturais.</p><p>C1 – Analisar os objetivos e resultados da primeira Confe-</p><p>rência Ambiental Internacional, destacando seu papel na</p><p>conscientização global sobre questões ambientais.</p><p>C2 – Analisar a legislação que estabelece a Política Nacio-</p><p>nal do Meio Ambiente, suas diretrizes, instrumentos e o pa-</p><p>pel dos órgãos ambientais.</p><p>SINOPSE</p><p>Classifi cação: Livre.</p><p>Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmos-</p><p>fera com gases tóxicos, a humanidade deixou</p><p>o planeta e passou a viver em uma gigantesca</p><p>nave. O plano era que o retiro durasse alguns</p><p>poucos anos, com robôs sendo deixados para</p><p>limpar o planeta. Wall-E é o último destes ro-</p><p>bôs, que se mantém</p>Tayssa Tieni Vieira de Souza Tyago Cavalcante Bilio Professores elaboradores de Ciências da Natureza Leonora Aparecida dos Santos Sandra Márcia de Oliveira Silva Silvio Coelho da Silva Professor elaborador de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas Ricardo Gonçalves Tavares Revisão Cristiane Gonzaga Carneiro Silva Diagramação Adriani Grun