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<p>FUNDAMENTOS BÁSICOS</p><p>DO SISTEMA ÚNICO DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS)</p><p>FUNDAMENTOS BÁSICOS</p><p>DO SISTEMA ÚNICO DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS)</p><p>BY NC ND</p><p>GOVERNO FEDERAL</p><p>MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL,</p><p>FAMÍLIA E COMBATE À FOME</p><p>SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL</p><p>DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL</p><p>COORDENAÇÃO-GERAL DE GESTÃO DO TRABALHO E EDUCAÇÃO</p><p>PERMANENTE</p><p>Todo o conteúdo do curso Fundamentos Básicos do Sistema Único de</p><p>Assistência Social (SUAS), da Secretaria Nacional de Assistência Social, do</p><p>Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate</p><p>à Fome do Governo Federal - 2023, está licenciado sob a Licença Pública</p><p>Creative Commons Atribuição-Não Comercial-Sem Derivações 4.0</p><p>Internacional. Para visualizar uma cópia desta licença, acesse:</p><p>https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR</p><p>QR Code</p><p>No decorrer do livro aparecerão códigos como este ao lado que darão</p><p>acesso a conteúdos extras. Para acessá-los, basta apontar a câmera do seu</p><p>dispositivo móvel (smartphone ou tablet) para o código (obs.: é necessário</p><p>estar conectado à internet).</p><p>https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR</p><p>Siglas</p><p>BPC - Benefício de Prestação Continuada</p><p>CadSUAS - Cadastro do Sistema Único de Assistência Social</p><p>CadÚnico - Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal</p><p>Centro POP - Centro de Referência Especializado para População em</p><p>Situação de Rua</p><p>CFESS - Conselho Federal de Serviço Social</p><p>CIT - Comissão Intergestores Tripartite</p><p>CLT - Consolidação das Leis do Trabalho</p><p>CNAS - Conselho Nacional de Assistência Social</p><p>CNEAS - Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social</p><p>CONANDA - Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente</p><p>CRAS - Centro de Referência de Assistência Social</p><p>CREAS - Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social</p><p>CRESS - Conselho Regional de Serviço Social</p><p>DIEESE - Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos</p><p>ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente</p><p>ESF - Estratégia Saúde da Família</p><p>IAPs - Institutos de Aposentadorias e Pensões</p><p>IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</p><p>IGD - Índice de Gestão Descentralizada</p><p>INSS - Instituto Nacional do Seguro Social</p><p>LA - Liberdade Assistida</p><p>LBA - Legião Brasileira de Assistência</p><p>LGBTQIAPN+ - Lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais e travestis, queer,</p><p>interssexo, assexuais, panssexuais, não-binário</p><p>LOAS - Lei Orgânica de Assistência Social</p><p>NIS - Número de Identificação Social</p><p>NOB/SUAS - Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social</p><p>NOB-RH/SUAS - Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do</p><p>Sistema Único de Assistência Social</p><p>ONGs - Organizações Não Governamentais</p><p>OSC - Organização da Sociedade Civil</p><p>PAEFI - Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos</p><p>PAF – Plano de Acompanhamento Individual ou Familiar</p><p>PAIF - Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família</p><p>PBF - Programa Bolsa Família</p><p>PcD – Pessoa com Deficiência</p><p>PETI - Programa de Erradicação do Trabalho Infantil</p><p>PNAS - Política Nacional de Assistência Social</p><p>PNEP - Política Nacional de Educação Permanente</p><p>PSB - Proteção Social Básica</p><p>PSC - Prestação de Serviços à Comunidade</p><p>PSE - Proteção Social Especial</p><p>RF - Responsável Familiar</p><p>RMA - Registro Mensal de Atendimento</p><p>SAGICAD -Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único</p><p>SCFV - Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos</p><p>SEAS - Serviço Especializado de Abordagem Social</p><p>SGD - Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente</p><p>SICON - Sistema de Condicionalidades do Programa Bolsa Família</p><p>SISC - Sistema de Informações do Serviço de Convivência e Fortalecimento</p><p>de Vínculos</p><p>SIS Acessuas - Sistema de Acompanhamento do Programa de Promoção</p><p>do Acesso ao Mundo do Trabalho</p><p>SNAS - Secretaria Nacional de Assistência Social</p><p>SUAS - Sistema Único de Assistência Social</p><p>SUS - Sistema Único de Saúde</p><p>Sumário</p><p>MÓDULO 3</p><p>3. Trabalho na assistência social, e agora? Apreensão de temas fundamentais e operacionalização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6</p><p>3.1 Assistência social no campo da Seguridade Social na perspectiva da interdisciplinaridade e intersetorialidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7</p><p>3.2 O público da assistência social e situações atendidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10</p><p>3.3 O Trabalho Social com Famílias, os serviços do SUAS e a operacionalização dos programas de transferência de renda: integração entre</p><p>serviços, programas e benefícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11</p><p>3.4 Principais registros de informação no SUAS: Cadastro Único para Programas Sociais e prontuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13</p><p>3.5 Principais instrumentos de coleta de dados: Registro Mensal de Atendimento (RMA), Censo SUAS, SISC, SIS Acessuas e CNEAS . . . . . . . 18</p><p>3.6 Educação permanente e articulação entre as esferas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .24</p><p>Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30</p><p>Trabalho na assistência</p><p>social, e agora?</p><p>Apreensão de temas</p><p>fundamentais e</p><p>operacionalizaçãoMÓDULO 3</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO7</p><p>Podemos perceber, na leitura e estudo até aqui, a importante</p><p>trajetória histórica e a consolidação da assistência social como</p><p>política pública brasileira. Foi possível percorrer e aprofundar</p><p>os conhecimentos a respeito das origens da assistência social</p><p>brasileira, a Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e o</p><p>Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que são considerados</p><p>grandes marcos para o desenvolvimento das capacidades e</p><p>autonomia dos indivíduos, das famílias e da comunidade, bem</p><p>como da ampliação do acesso a direitos socioassistenciais e das</p><p>redes de relacionamento no território onde (con)vivem.</p><p>Mas, trocando em miúdos, e se perguntarem a você, que trabalha</p><p>na assistência social, o que é a assistência social?</p><p>A quem se destina? Qual seu papel e responsabilidades no</p><p>trabalho cotidiano? Quais outras políticas são parceiras do SUAS?</p><p>Buscaremos retomar essas questões neste módulo.</p><p>3.1 Assistência social no campo da Seguridade Social na</p><p>perspectiva da interdisciplinaridade e intersetorialidade</p><p>Uma das mudanças presentes no SUAS a partir da PNAS é</p><p>a intersetorialidade, pois prevê a articulação da política de</p><p>assistência social com as políticas de outros setores, como</p><p>saúde, educação ou habitação. Envolve estabelecer redes para</p><p>implementar programas, projetos, serviços e benefícios de</p><p>forma integrada e com objetivos comuns (COUTO;</p><p>YAZBEK; RAICHELIS, 2014).</p><p>SUAS Habitação</p><p>Saúde</p><p>Direitos</p><p>Humanos</p><p>Segurança</p><p>Alimentar</p><p>SUAS e a Intersetorialidade</p><p>Segurança</p><p>Pública</p><p>Sistema de</p><p>Justiça</p><p>Trabalho</p><p>e Renda</p><p>Educação</p><p>Fonte: Adaptado de Capacita SUAS/PE.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO8</p><p>A Seguridade Social, art. 194 da Constituição Federal de 1988,</p><p>em sua natureza, apresenta uma perspectiva intersetorial,</p><p>assegurando os direitos relativos à saúde, à previdência e à</p><p>assistência social, tornando-os três importantes pilares para</p><p>auxiliar na manutenção da vida social, em favor das necessidades</p><p>básicas universais humanas.</p><p>A perspectiva do trabalho</p><p>aos serviços ofertados nos Centros de Referência da</p><p>Assistência Social - CRAS e Centros de Referência Especializados</p><p>da Assistência Social - CREAS. Brasília, DF: SNAS, 2011.</p><p>Disponível em: http://www.mds.gov.br/webarquivos/legislacao/</p><p>assistencia_social/resolucoes/2011/ResolucaoCITn4-2011.pdf.</p><p>Acesso em: 24 maio 2022.</p><p>BRASIL. Secretaria Nacional de Assistência Social. Comissão</p><p>Intergestores Tripartite. Resolução nº 20 de dezembro de</p><p>2013. Altera a Resolução nº 4, de 24 de maio de 2011 da Comissão</p><p>Intergestores Tripartite - CIT. Brasília, DF: SNAS, 2013.</p><p>Disponível em: http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-</p><p>20-de-de-dezembro-de-2013/. Acesso em: 24 maio 2022.</p><p>BRASIL. Serviços da proteção social especial do SUAS. 2. ed.</p><p>Brasília, DF: Ministério da Cidadania, 2021a, 132 p.</p><p>Versão preliminar.</p><p>BRONZO, C. Vulnerabilidade, empoderamento e metodologias</p><p>centradas na família: conexões e uma experiência para reflexão.</p><p>In: UNESCO (org.). Concepção e gestão da proteção social</p><p>não contributiva no Brasil. Brasília, DF: Ministério do</p><p>Desenvolvimento Social e Combate à Fome; UNESCO, 2009.</p><p>p. 171-204.</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Orientacoes_PAIF_2.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Orientacoes_PAIF_2.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Orientacoes_PAIF_2.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Perguntas_Servico_AbordagemSocial.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Perguntas_Servico_AbordagemSocial.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Perguntas_Servico_AbordagemSocial.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/Politica-nacional-de-Educacao-permanente.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/Politica-nacional-de-Educacao-permanente.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/Politica-nacional-de-Educacao-permanente.pdf</p><p>http://www.mds.gov.br/webarquivos/legislacao/assistencia_social/resolucoes/2011/ResolucaoCITn4-2011.pdf</p><p>http://www.mds.gov.br/webarquivos/legislacao/assistencia_social/resolucoes/2011/ResolucaoCITn4-2011.pdf</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-20-de-de-dezembro-de-2013/</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-20-de-de-dezembro-de-2013/</p><p>34</p><p>CARMO, M. E.; GUIZARDI, F. L. O conceito de vulnerabilidade</p><p>e seus sentidos para as políticas públicas de saúde e</p><p>assistência social. Cadernos de Saúde Pública, v. 3, n. 34,</p><p>p. 1-14, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/</p><p>ywYD8gCqRGg6RrNmsYn8WHv/?lang=pt&format=pdf.</p><p>Acesso em: 23 mar. 2022.</p><p>CASTEL, R. As metamorfoses da questão social: uma crônica</p><p>do salário. Petrópolis: Vozes, 1998.</p><p>COLIN, D. R. A.; SILVEIRA, J. I. Serviços Socioassistenciais.</p><p>In: FERNANDES, R. M. C; HELLMANN, A (org.). Dicionário</p><p>crítico: política de assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed.</p><p>UFRGS, 2016. p. 264-67.</p><p>COUTO, B. R. Direitos Socioassistenciais. In: FERNANDES, R.</p><p>M. C; HELLMANN, A. (org.). Dicionário crítico: política de</p><p>assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016.</p><p>p. 89-91.</p><p>COUTO, B. R.; YAZBEK, M. C.; RAICHELIS, R. A política nacional</p><p>de assistência social e o SUAS: apresentando e problematizando</p><p>fundamentos e conceitos. In: COUTO, B. R. et al. O Sistema Único</p><p>de Assistência Social no Brasil: uma realidade em movimento. 4</p><p>ed. São Paulo: Cortez, 2014. p. 55-88.</p><p>DALLARI, D. A. Direitos Humanos e Cidadania. 2. ed. São</p><p>Paulo: Moderna, 2004. (Coleção Polêmica). Edição Reformulada.</p><p>DAMASCENO, R. Conheça a análise da música Comida dos</p><p>Titãs. Letras, 2020. Disponível em: https://www.letras.mus.br/</p><p>blog/analise-musica-comida-titas/. Acesso em: 11 abr. 2022.</p><p>DONZELOT, J. A polícia das famílias. 2. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Graal, 1986.</p><p>ESPING-ANDERSEN, G. Fundamentos sociales de las</p><p>economías postindustriales. Barcelona: Ariel, 2011.</p><p>FERREIRA, G. N.; FERNANDES, M. F. L. Cidadão/Cidadania.</p><p>In: GIOVANNI, G.; NOGUEIRA, M. A. (org.). Dicionário de</p><p>políticas públicas. 3. ed. São Paulo: Ed. UNESP, 2018. p. 135-140.</p><p>FERREIRA, S. S. NOB-RH Anotada e Comentada. Brasília,</p><p>DF: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</p><p>Secretaria Nacional de Assistência Social, 2011. Disponível em:</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_</p><p>social/Normativas/NOB-RH_SUAS_Anotada_Comentada.pdf.</p><p>Acesso em: 2 abr. 2022.</p><p>FIOROTTI, M. R. O.; MAIA, M. Centro de Referência</p><p>Especializado de Assistência Social - CREAS. In: FERNANDES,</p><p>R.M.C; HELLMANN, A (org.). Dicionário crítico: política de</p><p>assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016.</p><p>p. 47-50.</p><p>https://www.scielo.br/j/csp/a/ywYD8gCqRGg6RrNmsYn8WHv/?lang=pt&format=pdf</p><p>https://www.scielo.br/j/csp/a/ywYD8gCqRGg6RrNmsYn8WHv/?lang=pt&format=pdf</p><p>https://www.letras.mus.br/blog/analise-musica-comida-titas/</p><p>https://www.letras.mus.br/blog/analise-musica-comida-titas/</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/NOB-RH_SUAS_Anotada_Comentada.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/NOB-RH_SUAS_Anotada_Comentada.pdf</p><p>35</p><p>FLEURY, S. A seguridade social e os dilemas da inclusão social.</p><p>Revista de Administração Pública, v. 3, n. 39, p. 449-469, 2005.</p><p>Disponível em: http://app.ebape.fgv.br/comum/arq/ACFD1.pdf.</p><p>Acesso em: 27 mar. 2022.</p><p>FRANZONI, J. M. Arañando bienestar? Trabajo remunerado,</p><p>protección social y familias en América Central. Buenos Aires:</p><p>CLACSO, 2008.</p><p>FREITAS, M. J. Benefícios socioassistenciais: eventuais e</p><p>prestação. In: FERNANDES, R. M. C; HELLMANN, A (org.).</p><p>Dicionário crítico: política de assistência social no Brasil. Porto</p><p>Alegre: Ed. UFRGS, 2016. p. 33-36.</p><p>GOHN, M. G. Conselhos gestores e participação sócio-</p><p>política. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2003.</p><p>GUILHON, V. Política assistencial. In: GIOVANNI, G.;</p><p>NOGUEIRA, M. A. (org.). Dicionário de políticas públicas. 3.</p><p>ed. São Paulo: Editora UNESP, 2018. p. 706-710.</p><p>GPETPS UFRGS. Educação Permanente no SUAS. 2019. 1 vídeo</p><p>(6 min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=q-</p><p>yL3nBTbuM & ab_channel=GPETPSUFRGS. Acesso em:</p><p>10 abr. 2022.</p><p>HILLESHEIM, B.; CRUZ, L. R. Risco social. In: FERNANDES,</p><p>R. M. C; HELLMANN, A (org.). Dicionário crítico: política de</p><p>assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016.</p><p>p. 242-245.</p><p>HOUAISS, A. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1. ed.</p><p>Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.</p><p>IAMAMOTO, M. V.; CARVALHO, R. Relações sociais e Serviço</p><p>Social no Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1985.</p><p>JACCOUD, L. B. Risco social. In: GIOVANNI, G.; NOGUEIRA,</p><p>M. A. (org.). Dicionário de políticas públicas. 3. ed. São Paulo:</p><p>Editora UNESP, 2018. p. 899-902.</p><p>KNEVITZ, A. Trabalhadores da assistência social. In:</p><p>FERNANDES, R. M. C.; HELLMANN, A (org.). Dicionário</p><p>crítico: política de assistência social no Brasil. Porto Alegre:</p><p>Ed. UFRGS, 2016. 320 p. (Coleção CEGOV: Transformando a</p><p>administração pública).</p><p>LAVINAS, L. A estrutura do financiamento da proteção social</p><p>brasileira e as contas da proteção social. In: DEDECCA, C. S.;</p><p>PRONI, M. W. (org.). Economia e proteção social: textos para</p><p>estudo dirigido. Campinas: Unicamp, 2006. p. 249-274.</p><p>LEWGOY, A. M. B. Interdisciplinaridade. In: FERNANDES, R.</p><p>M. C.; HELLMANN, A (org.). Dicionário crítico: política de</p><p>assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016.</p><p>p. 153-156.</p><p>LOPES, M. H. C. Sistema Único de Assistência Social. In:</p><p>FERNANDES, R. M. C.; HELLMANN, A (org.). Dicionário</p><p>crítico: política de assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed.</p><p>UFRGS, 2016. p. 271-74.</p><p>http://app.ebape.fgv.br/comum/arq/ACFD1.pdf</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=q-yL3nBTbuM</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=q-yL3nBTbuM</p><p>36</p><p>MACHADO, L. M. O. Seguranças sociais. In: FERNANDES, R.</p><p>M. C.; HELLMANN, A. (org.). Dicionário crítico: política de</p><p>assistência</p><p>social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016.</p><p>p. 256-59.</p><p>MAZALI, V. et al. LOAS - Comentários à Lei Orgânica da</p><p>Assistência Social – Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Escola</p><p>da Advocacia-Geral da União Ministro Victor Nunes Leal, ano</p><p>7, n. 36, jan./fev. 2015. Disponível em: https://www.mds.gov.br/</p><p>webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/loas_</p><p>comentada_agu.pdf. Acesso em: 27 mar. 2022.</p><p>MIOTO, R. C. T. Cuidados sociais dirigidos à família e segmentos</p><p>sociais vulneráveis. In: CADERNOS CEAD, mod. 4. Brasília, DF:</p><p>UNB, 2000. p. 216-224.</p><p>MIOTO, R. C. T. Que família é essa? In: WANDERLEY, M. B.;</p><p>OLIVEIRA, I. C. (org.). Trabalho com famílias: textos de apoio,</p><p>v. 2, São Paulo: IEE-PUC-SP, 2004. p. 14-17.</p><p>MIOTO, R. C. T. Famílias e políticas sociais. In: BOSCHETTI,</p><p>I. et al. (org.). Política social no capitalismo: tendências</p><p>contemporâneas. São Paulo: Cortez, 2008. p. 130-148.</p><p>MIOTO, R. C. T.; CAMPOS, M. S. Matricialidade sociofamiliar.</p><p>In: FERNANDES, R. M. C.; HELLMANN, A. (org.). Dicionário</p><p>crítico: política de assistência social no Brasil. Porto Alegre: Ed.</p><p>UFRGS, 2016. p. 174-77.</p><p>NETTO, J. P. Capitalismo monopolista e Serviço Social. 8. ed.</p><p>São Paulo: Cortez, 2011.</p><p>NOGUEIRA, V. M. R. Políticas públicas e ação profissional:</p><p>sinergias necessárias. In: NOGUEIRA, V. M. R. et al. (org.).</p><p>Estado, políticas públicas e a ação profissional de assistentes</p><p>sociais. Cascavel: Edunioeste, 2020. p. 117-136.</p><p>OLIVEIRA, H. M. J. Cultura política e assistência social: uma análise</p><p>das orientações de gestores estaduais. São Paulo: Cortez, 2003.</p><p>OLIVEIRA, T.; ALVES, I. G. Legião Brasileira de Assistência</p><p>e políticas sociais: primeiro-damismo, gênero e assistência</p><p>social. Boletim Historiar, v. 7, n. 2, p. 16-32, 2020. Disponível</p><p>em: https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14379.</p><p>Acesso em: 27 mar. 2022.</p><p>ORTEGAL, L. Relações raciais no Brasil: colonialidade,</p><p>dependência e diáspora. Serviço Social & Sociedade, n. 133,</p><p>p. 413-431, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0101-</p><p>6628.151. Acesso em: 26 mar 2022.</p><p>PAOLI, M. C.; TELLES, V. S. Direitos sociais, conflitos e</p><p>negociações no Brasil contemporâneo. In: ALVAREZ, S. E.;</p><p>DAGNINO, E.; ESCOBAR, A. (org.). Cultura e política nos</p><p>movimentos sociais latino-americanos: novas leituras. Belo</p><p>Horizonte: UFMG, 2000. p. 103-148.</p><p>PEREIRA, P. A. Necessidades humanas: subsídio à crítica dos</p><p>mínimos sociais. São Paulo: Cortez, 2008.</p><p>PERES, G. A. L. A organização das redes socioassistenciais no</p><p>contexto do SUAS. Serviço Social & Realidade, Franca, v. 20, n. 1,</p><p>p. 97-118, 2011. Disponível em: https://seer.franca.unesp.br/index.</p><p>php/SSR/article/download/2408/2127. Acesso em: 20 mar. 2022.</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/loas_comentada_agu.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/loas_comentada_agu.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/loas_comentada_agu.pdf</p><p>https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14379</p><p>https://doi.org/10.1590/0101-6628.151</p><p>https://doi.org/10.1590/0101-6628.151</p><p>https://seer.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/download/2408/2127</p><p>https://seer.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/download/2408/2127</p><p>37</p><p>PRISCO, T. A proteção social básica da assistência social.</p><p>Argumentum, v. 4, n. 2, p. 80-94, 2012. Disponível em: https://</p><p>periodicos.ufes.br/argumentum/article/view/3151. Acesso em: 20</p><p>mar. 2022.</p><p>RAICHELIS, R. Desafios da gestão democrática das políticas</p><p>sociais. 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Acesso em: 23 mar. 2022.</p><p>https://doi.org/10.1590/S0102-311X1985000400002</p><p>https://doi.org/10.1590/S0102-311X1985000400002</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/SUAS_Vol1_%20Mudanca.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/SUAS_Vol1_%20Mudanca.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/SUAS_Vol1_%20Mudanca.pdf</p><p>https://assets-dossies-ipg-v2.nyc3.digitaloceanspaces.com/sites/2/2018/02/ZAMBONI_MarcadoresSociais.pdf</p><p>https://assets-dossies-ipg-v2.nyc3.digitaloceanspaces.com/sites/2/2018/02/ZAMBONI_MarcadoresSociais.pdf</p><p>https://assets-dossies-ipg-v2.nyc3.digitaloceanspaces.com/sites/2/2018/02/ZAMBONI_MarcadoresSociais.pdf</p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE</p><p>SANTA CATARINA</p><p>Equipe de desenvolvimento e produção dos cursos</p><p>originais FORMAÇÃO BÁSICA NO SUAS PARA FUNÇÕES</p><p>DE NÍVEL MÉDIO:</p><p>COORDENAÇÃO GERAL</p><p>Luciano Patrício Souza de Castro</p><p>FINANCEIRO</p><p>Fernando Machado Wolf</p><p>CONSULTORIA TÉCNICA EAD</p><p>Giovana Schuelter</p><p>COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO</p><p>Cristina Spengler Azambuja</p><p>COORDENAÇÃO DE AVEA</p><p>Andreia Mara Fiala</p><p>DESIGN INSTRUCIONAL</p><p>Supervisão: Milene Silva de Castro</p><p>Christian Jean Abes</p><p>Larissa Usanovich de Menezes</p><p>Laura Tuyama</p><p>DESIGN GRÁFICO</p><p>Supervisão: Sonia Trois</p><p>Airton Jordani Jardim Filho</p><p>Lais dos Santos da Silva</p><p>Laura Schefer Magnus</p><p>Márcio Luz Scheibel</p><p>Nicole Alves Guglielmetti</p><p>Vinicius Costa Pauli</p><p>Vinicius Leão da Silva</p><p>REVISÃO TEXTUAL</p><p>Supervisão: Evillyn Kjellin</p><p>Guilherme Ribeiro Colaço Mäder</p><p>PROGRAMAÇÃO</p><p>Supervisão: Alexandre Dal Fabbro</p><p>Bruno Fuhrmann Kehrig Silva</p><p>Luiz Eduardo Pizzinatto</p><p>AUDIOVISUAL</p><p>Supervisão: Rafael Poletto Dutra</p><p>Andrei Krepsky de Melo</p><p>Daniele de Castro</p><p>Iván Alexis Bustingorri</p><p>Jeremias Adrian Bustingorri</p><p>Monica Stein</p><p>Rodrigo Humaita Witte</p><p>SECRETARIA</p><p>Murilo Cesar Ramos</p><p>Waldoir Valentim Gomes Junior</p><p>NARRAÇÃO/APRESENTAÇÃO</p><p>Áureo Mafra de Moraes</p><p>AUDIODESCRIÇÃO</p><p>Vanessa Tavares Wilke</p><p>Vivian Ferreira Dias</p><p>NARRAÇÃO/AUDIODESCRIÇÃO</p><p>Milene Silva de Castro</p><p>INTÉRPRETE LIBRAS</p><p>Vitória Cristina Amancio</p><p>SUPERVISÃO TUTORIA</p><p>Amanda Herzmann Vieira</p><p>Diogo Félix de Oliveira</p><p>João Batista de Oliveira Junior</p><p>Thaynara Gilli Tonolli</p><p>CONTEUDISTAS DO CURSO</p><p>Deidvid de Abreu</p><p>Francielle Lopes Alves</p><p>Maria Gabriela da Rocha</p><p>Equipe de ajuste (modelo EaD autoinstrucional) do</p><p>curso FUNDAMENTOS BÁSICOS DO SISTEMA ÚNICO DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS)</p><p>COORDENAÇÃO GERAL</p><p>Susan Aparecida de Oliveira</p><p>FINANCEIRO</p><p>Rafael Pereira Ocampo Moré</p><p>CONSULTORIA TÉCNICA EAD</p><p>Giovana Schuelter</p><p>COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO</p><p>Waldoir Valentim Gomes Junior</p><p>CONTROLE DE QUALIDADE</p><p>Luciano Patrício Souza de Castro</p><p>COORDENAÇÃO DE AVEA</p><p>Wilton José Pimentel Filho</p><p>Isaías Scalabrin Bianchi</p><p>DESIGN INSTRUCIONAL</p><p>Supervisão: Joyce Regina Borges</p><p>Samuel Girardi</p><p>DESIGN GRÁFICO</p><p>Supervisão: Sonia Trois</p><p>Vinicius Costa Pauli</p><p>Vinicius Leão da Silva</p><p>REVISÃO TEXTUAL</p><p>Supervisão: Fábio Bianchini Mattos</p><p>PROGRAMAÇÃO</p><p>Supervisão: Bruno Fuhrmann Kehrig Silva</p><p>Cleberton de Souza Oliveira</p><p>Luan da Silva Moraes</p><p>AUDIOVISUAL</p><p>Supervisão: Dilney Carvalho da Silva</p><p>Italo Coelho Zaccaron</p><p>Maycon Douglas da Silva</p><p>SECRETARIA</p><p>Murilo Cesar Ramos</p><p>NARRAÇÃO/APRESENTAÇÃO</p><p>Áureo Mafra de Moraes</p><p>INTÉRPRETE LIBRAS</p><p>Vitória Cristina Amancio</p><p>CONTEUDISTAS DE AJUSTES</p><p>Ana Paula Campos Braga Franco</p><p>Daniele Cima Cardoso</p><p>Gissele Carraro</p><p>Luziele Maria de Souza Tapajós</p><p>Marcilio Marquesini Ferrari</p><p>FUNDAMENTOS BÁSICOS</p><p>DO SISTEMA ÚNICO DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS)</p><p>Trabalho na assistência social, e agora?</p><p>Apreensão de temas fundamentais e operacionalização</p><p>3.1 Assistência social no campo da Seguridade Social na perspectiva da interdisciplinaridade e intersetorialidade</p><p>3.2 O público da assistência social e situações atendidas</p><p>3.3 O Trabalho Social com Famílias, os serviços do SUAS e a operacionalização dos programas de transferência de renda: integração entre serviços, programas e benefícios</p><p>3.4 Principais registros de informação no SUAS:</p><p>Cadastro Único para Programas Sociais e prontuários</p><p>3.5 Principais instrumentos de coleta de dados:</p><p>Registro Mensal de Atendimento (RMA), Censo SUAS, SISC,</p><p>SIS Acessuas e CNEAS</p><p>3.6 Educação permanente e articulação entre as esferas</p><p>Referências</p><p>intersetorial, segundo Japiassú (1976</p><p>apud LEWGOY, 2016, p. 153) remete também à importância da</p><p>interdisciplinaridade, compreendida por “[...] um ato de troca, de</p><p>reciprocidade entre as disciplinas ou ciências – ou melhor,</p><p>de áreas do conhecimento”. Em síntese,</p><p>“[...] é o espaço que possibilita visualizar as diferenças entre</p><p>as disciplinas e as formações, as correlações de forças entre os</p><p>“especialistas” e o potencial que se agrega na demarcação das</p><p>resistências a práticas unidisciplinares, num cenário em que se</p><p>assiste a uma aproximação cada vez maior entre conhecimento</p><p>e produção.” (LEWGOY, 2016, p.155).</p><p>A Constituição de 1988 prevê, nos artigos 203 e 204, a assistência</p><p>social a quem dela necessitar, independente da contribuição</p><p>à Seguridade Social, sendo regulamentada pela LOAS como</p><p>política pública responsável por benefícios monetários,</p><p>serviços socioassistenciais, programas e projetos. Dessa</p><p>forma, a assistência social compõe o tripé da Seguridade Social</p><p>juntamente com as políticas de saúde e previdência social.</p><p>Três pilares da seguridade social</p><p>Previdência social:</p><p>Mecanismo público de</p><p>proteção social e</p><p>subsistências</p><p>proporcionados mediante</p><p>contribuição via mercado</p><p>de trabalho formal.</p><p>Assistência social:</p><p>Política social de proteção</p><p>não contributiva aos</p><p>demandantes e</p><p>bene�ciários.</p><p>Saúde pública:</p><p>Espécie da seguridade</p><p>social (por efeito da</p><p>Constituição) destinada a</p><p>promover a redução de</p><p>risco de doenças e o</p><p>acesso a serviços básicos</p><p>de saúde e saneamento.</p><p>Fonte: Adaptado de Brasil (2017a).</p><p>Políticas públicas de fundamental relevância para desenvolver</p><p>um trabalho integrado, interdisciplinar e intersetorial para</p><p>concretizar os direitos de cidadania plena. É de responsabilidade</p><p>comum dos entes federativos – União, estados, Distrito Federal</p><p>e municípios – promover a articulação do SUAS com as demais</p><p>políticas públicas e do sistema de direitos (NOB/SUAS, 2012a).</p><p>A política de assistência social é regida pelos seguintes princípios:</p><p>“universalização dos direitos sociais; igualdade de direitos ao</p><p>acesso e ao atendimento, sem discriminação de qualquer natureza;</p><p>primazia da responsabilidade do Estado na condução da política</p><p>com interação construtiva com a sociedade para o enfrentamento</p><p>da miséria, pobreza e exclusão, com centralidade na família</p><p>para implementação dos serviços; descentralização político-</p><p>administrativa no âmbito da União, Estados, Distrito Federal,</p><p>com ênfase na municipalização da gestão das ações e dos serviços;</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO9</p><p>promoção da equidade no sentido da redução das desigualdades</p><p>sociais e enfrentamento das disparidades regionais e locais no acesso</p><p>aos recursos financeiros.” (ALVES, 2016, p. 23).</p><p>Quando o público da assistência social busca o acesso aos serviços</p><p>e benefícios socioassistenciais nos equipamentos da assistência</p><p>social, CRAS e CREAS, apresentam muitas desproteções sociais,</p><p>situações de vulnerabilidades e riscos, com rebatimento, muitas</p><p>vezes em processos de adoecimento. Outras desproteções se</p><p>associam à falta de qualidade de segurado na previdência social,</p><p>baixa escolaridade, situações de violências e de desemprego.</p><p>O olhar, a escuta e acolhimento dos trabalhadores da</p><p>assistência social perpassam a amplitude das necessidades</p><p>dos direitos relativos à Seguridade Social, levando em conta</p><p>as particularidades de cada política, assistência social,</p><p>previdência social e saúde, demandando ações articuladas,</p><p>numa perspectiva interdisciplinar e intersetorial, muitas vezes,</p><p>para além das políticas de Seguridade Social. Isto demanda</p><p>um trabalho de acionamento e articulação intersetorial em</p><p>diferentes campos, como educação, habitação, emprego e</p><p>renda, justiça, entre outros setores que são fundamentais para</p><p>assegurar a manutenção da vida e do direito social do público</p><p>atendido na assistência social.</p><p>É no território que se evidenciam as múltiplas expressões da</p><p>questão social, decodificadas por desigualdades sociais que</p><p>afetam diretamente a vida dos indivíduos e famílias. É nele</p><p>que a vida acontece, onde os sujeitos se relacionam em família,</p><p>comunidade e sociedade, criando senso de pertencimento,</p><p>identidade e acessando os serviços públicos disponíveis. Em</p><p>todo o território nacional há diferenças e diversidades relativas</p><p>à geografia, à apropriação do espaço, à cultura, às condições</p><p>socioeconômicas, de modo que as relações sociais são vivas e</p><p>vão se construindo dinamicamente no cotidiano dos sonhos,</p><p>realidades e necessidades. Essas diferenças são elementos</p><p>importantes a serem considerados, pois são elas que guiam, a</p><p>partir do diagnóstico do território, as ações realizadas na política</p><p>de assistente social.</p><p>Por isso, é importante conhecer o território, os principais</p><p>indicadores de proteção e desproteção social, buscando</p><p>a universalidade de acesso e, principalmente, conhecer o</p><p>público da assistência e situações atendidas, numa perspectiva</p><p>agregadora e integrada aos demais serviços públicos e</p><p>organizações sociais, no desenvolvimento do trabalho</p><p>articulado e em rede.</p><p>Portanto, o olhar dos trabalhadores da assistência social, com</p><p>suas especificidades, que devem ser apropriadas, aprofundadas</p><p>e qualificadas, não pode perder de vista a abordagem ampla,</p><p>integrada e articulada em torno do tripé da Seguridade Social.</p><p>Não é apenas um benefício ou auxílio que falta na vida das</p><p>pessoas, mas um conjunto de direitos assegurados e articulados,</p><p>que são garantidos por diversas políticas sociais, para além da</p><p>centralidade do trabalho, extrapolando ainda os direitos de</p><p>moradia, educação, lazer, cultura, trabalho, entre outros.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO10</p><p>Parafraseando a banda Titãs, na música “Comida” (1987),</p><p>A arte, em sua sensibilidade, transmite as motivações e</p><p>necessidades universais para uma vida mais integral, em que</p><p>todos desejam, sentem vontade e têm necessidades. Trabalhar</p><p>numa política pública como assistência social permite olhar</p><p>para questões centrais e fundamentais na vida cotidiana com o</p><p>foco de ampliação dos direitos sociais, previstos na Constituição</p><p>Federal de 1988.</p><p>Na realização do trabalho na assistência social, é fundamental</p><p>conhecer a realidade social territorial, as principais demandas</p><p>e o público. Quem vem até a assistência vem com muitas</p><p>necessidades. Já bateu em muitas portas. Vem fragilizado, com</p><p>sofrimentos de diversas ordens e direitos violados. Vem em</p><p>busca de acolhimento, de proteção social do Estado, para superar</p><p>dignamente a situação de vulnerabilidade vivenciada.</p><p>3.2 O público da assistência social e situações atendidas</p><p>A assistência social se destina à população que vive em situação de</p><p>vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação (ausência</p><p>de renda, precário ou nulo acesso aos serviços públicos, entre</p><p>outros) ou fragilização de vínculos afetivos – relacionais e de</p><p>pertencimento social (discriminações etárias, étnicas, de gênero</p><p>ou por deficiências, entre outras) (BRASIL, 2005a).</p><p>PODCAST</p><p>Nesta direção, o público usuário da política de assistência</p><p>social é constituído por cidadãos e grupos que se</p><p>encontram em situações de vulnerabilidade e riscos, tais</p><p>como: famílias e indivíduos com perda ou fragilidade de</p><p>vínculos de afetividade, pertencimento e sociabilidade;</p><p>ciclos de vida; identidades estigmatizadas em termos</p><p>étnico, cultural e sexual; desvantagem pessoal resultante</p><p>de deficiências; exclusão pela pobreza ou por falta de</p><p>acesso às demais políticas públicas; uso de substâncias</p><p>psicoativas; diferentes formas de violências advindas do</p><p>núcleo familiar, grupos e indivíduos; inserção precária</p><p>ou não inserção no mercado de trabalho formal e informal;</p><p>estratégias e alternativas diferenciadas de sobrevivência que</p><p>podem representar risco pessoal e social (BRASIL, 2005a).</p><p>A Resolução nº 11/2015 do Conselho Nacional de Assistência</p><p>Social reitera</p><p>que os usuários são cidadãos, sujeitos de</p><p>direitos e coletivos em situações de vulnerabilidade e riscos</p><p>social e pessoal, que acessam os serviços, programas,</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO11</p><p>projetos, benefícios e transferência de renda no SUAS. Seus</p><p>direitos nas unidades de assistência social são destacados</p><p>com: ter acesso ao atendimento; ter acesso às informações e</p><p>orientações sobre os serviços, programas, projetos, benefícios</p><p>e transferência de renda; usufruir do reconhecimento de seus</p><p>direitos frente à sociedade; e usufruir de serviços e programas</p><p>socioassistenciais de qualidade (BRASIL, 2105b).</p><p>Mas e como é desenvolvido o trabalho a serviço dos usuários da</p><p>assistência social brasileira? Seguimos atentos no que nos toca,</p><p>mobiliza e motiva à leitura, ao estudo e à aplicação do conteúdo</p><p>no dia a dia do trabalho.</p><p>3.3 O Trabalho Social com Famílias, os serviços do SUAS e a</p><p>operacionalização dos programas de transferência de renda:</p><p>integração entre serviços, programas e benefícios</p><p>O trabalho é o conjunto de atividades produtivas ou criativas</p><p>que se exerce para atingir determinado fim, de acordo com</p><p>o dicionário Houaiss (2001). A expressão trabalhadores da</p><p>assistência social é destinada àqueles que trabalham na política</p><p>de assistência social.</p><p>Historicamente, os trabalhadores da assistência social no Brasil</p><p>eram majoritariamente assistentes sociais. Com a consolidação</p><p>do SUAS, a assistência social passou a contar com trabalhadores</p><p>de diversas áreas do conhecimento, compondo equipes</p><p>multiprofissionais, para atender, em sua complexidade, a realidade</p><p>social e suas múltiplas demandas, reconhecidas por importantes</p><p>necessidades sociais, numa abordagem integral dos cidadãos.</p><p>A assistência social, de acordo com a NOB-RH/SUAS (BRASIL,</p><p>2006), oferta serviços com o conhecimento e compromisso ético e</p><p>político de trabalhadores que impulsionam as potencialidades de</p><p>emancipação de seus usuários. De acordo com Knevitz (2016),</p><p>os trabalhadores do SUAS atuam, em sua grande maioria,</p><p>ancorados numa concepção de cidadania que articula direitos</p><p>amplos, universais e equânimes ao público atendido</p><p>na assistência social.</p><p>São princípios éticos que orientam a intervenção dos</p><p>profissionais da área de assistência social:</p><p>■ Defesa intransigente dos direitos socioassistenciais.</p><p>■ Compromisso em ofertar serviços, programas, projetos</p><p>e benefícios de qualidade que garantam a oportunidade</p><p>de convívio para o fortalecimento de laços familiares e</p><p>sociais.</p><p>■ Promoção do acesso à informação aos usuários,</p><p>garantindo-lhes conhecer o nome e a credencial de</p><p>quem os atende.</p><p>■ Proteção à privacidade dos usuários, observado o sigilo</p><p>profissional, preservando sua privacidade e opção e</p><p>resgatando sua história de vida.</p><p>■ Compromisso em garantir atenção profissional</p><p>direcionada para construção de projetos pessoais e sociais</p><p>para autonomia e sustentabilidade.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO12</p><p>“Conjunto de procedimentos efetuados com a finalidade de</p><p>contribuir para a convivência, para o reconhecimento de direitos</p><p>e possibilidades de intervenção na vida social de um conjunto</p><p>de pessoas, unidas por laços consanguíneos, afetivos e/ ou de</p><p>solidariedade – que se constitui em um espaço privilegiado e</p><p>insubstituível de proteção e socialização primárias, com o objetivo</p><p>de proteger seus direitos, apoiá-las no desempenho da sua função</p><p>de proteção e socialização de seus membros, bem como assegurar</p><p>o convívio familiar e comunitário, a partir do seu reconhecimento</p><p>como sujeito de direitos.” (BRASIL, 2012b, p. 11).</p><p>Os serviços PAIF e PAEFI, apresentados nas proteções sociais</p><p>no Módulo 2, são lócus privilegiados para o desenvolvimento</p><p>do trabalho social com famílias. Esses serviços buscam</p><p>garantir a oferta de atendimentos continuados, integrados aos</p><p>programas de transferência de renda, na ampliação do acesso aos</p><p>direitos e proteção social, em resposta às situações de pobreza,</p><p>vulnerabilidade e risco pessoal e social.</p><p>O trabalho social desenvolvido no SUAS é pautado pelos</p><p>princípios éticos estabelecidos na NOB-RH/SUAS (2006a) e na</p><p>NOB/SUAS (2012a) e orientado também pela Resolução n° 9/2014</p><p>do Conselho Nacional de Assistência Social. Este último é um</p><p>documento que descreve a atuação dos profissionais de ensino</p><p>médio e fundamental do SUAS, reconhecendo essas ocupações e</p><p>suas funções no apoio ao provimento dos serviços, programas,</p><p>projetos e benefícios, transferência de renda e ao CadÚnico.</p><p>■ Reconhecimento do direito dos usuários a ter acesso a</p><p>benefícios e renda e a programas de oportunidades para</p><p>inserção profissional e social.</p><p>■ Incentivo aos usuários para que estes exerçam seu direito</p><p>de participar de fóruns, conselhos, movimentos sociais e</p><p>cooperativas populares de produção.</p><p>■ Garantia de acesso à política de assistência social, sem</p><p>discriminação de qualquer natureza (gênero, raça/</p><p>etnia, credo, orientação sexual, classe social, ou outras),</p><p>resguardados os critérios de elegibilidade dos diferentes</p><p>programas, projetos, serviços e benefícios.</p><p>■ Devolução das informações colhidas nos estudos e</p><p>pesquisas aos usuários, no sentido de que estes possam</p><p>usá-las para o fortalecimento de seus interesses.</p><p>■ Contribuição para a criação de mecanismos que venham</p><p>desburocratizar a relação com os usuários,</p><p>no sentido de agilizar e melhorar os serviços prestados.</p><p>Fonte: Brasil (2006).</p><p>Esses princípios éticos precisam ser considerados na elaboração</p><p>e implantação de rotinas e protocolos para orientar a atuação dos</p><p>trabalhadores da assistência social.</p><p>Mas e o Trabalho Social com Famílias, o que compreende?</p><p>O Trabalho Social com Famílias, no âmbito da assistência social,</p><p>é compreendido por um</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO13</p><p>Na próxima seção, conheceremos os principais instrumentos</p><p>de registros de informação no SUAS: o Cadastro Único para</p><p>Programas Sociais e os prontuários utilizados no SUAS, que</p><p>contribuem para a perspectiva ampliada de integração dos</p><p>serviços e benefícios socioassistenciais com o crescimento da</p><p>cobertura da proteção social brasileira.</p><p>3.4 Principais registros de informação no SUAS:</p><p>Cadastro Único para Programas Sociais e prontuários</p><p>O SUAS tem um sistema de informações que armazena</p><p>todos os dados relativos aos serviços, unidades públicas e</p><p>rede socioassistencial, bem como seus dados relativos ao</p><p>financiamento, fundos, funcionamento de conselhos de</p><p>assistência social e cadastro de todos os trabalhadores. Esse</p><p>sistema é chamado de CadSUAS. Seus dados são distribuídos</p><p>através da rede SUAS e alimentados a partir de todos os entes</p><p>federativos, municípios, estados, Distrito Federal e União.</p><p>A Rede SUAS operacionaliza a gestão da informação através</p><p>de instrumentos de suporte para acompanhamento da gestão,</p><p>monitoramento, avaliação e controle social dos serviços,</p><p>programas, projetos e benefícios. São consideradas ferramentas</p><p>de gestão, além dos aplicativos da Rede SUAS:</p><p>“I - o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal;</p><p>II - os sistemas e base de dados relacionados à operacionalização do</p><p>Programa Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada,</p><p>observadas as normas sobre sigilo de dados dos respectivos</p><p>Cadastros;</p><p>III - os sistemas de monitoramento;</p><p>IV - o Censo SUAS;</p><p>V - outras que vierem a ser instituídas.” (BRASIL, 2012a, p. 44).</p><p>O Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal foi</p><p>regulamentado pelo Decreto Presidencial nº 6.135 de 2007.</p><p>É direcionado para agregar dados das famílias e/ou indivíduos,</p><p>traçando o perfil do público atendido no SUAS. Assim, é um</p><p>instrumento que possibilita a identificação e a caracterização</p><p>socioeconômica das famílias. É uma fotografia das condições</p><p>de vida das famílias que buscam a Proteção Social Básica pelo</p><p>país. É importante considerar que</p><p>existem outros registros</p><p>referentes a como a política vem se capilarizando em cada</p><p>local, que, interconectados, ampliam as possibilidades de</p><p>leituras das realidades.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO14</p><p>O público cadastrado é caracterizado por baixa faixa de renda,</p><p>que, por sua vez, é estipulada pela legislação, segundo a qual a</p><p>renda familiar mensal per capita deve ser de até meio salário</p><p>mínimo. É importante destacar que o acesso à política não se</p><p>restringe apenas a questões de recortes financeiros e renda, mas</p><p>também à proteção à violação de direitos e/ou a salvaguardar</p><p>o direito à manutenção de vínculos de pertencimento e afeto,</p><p>quando estes ainda são possíveis na esfera familiar.</p><p>1/2 (meio) salário</p><p>mínimo por pessoa</p><p>BAIXA FAIXA DE RENDA</p><p>Os municípios e o Distrito Federal, através de seus equipamentos</p><p>e por intermédio de seus cadastradores sociais, executam o</p><p>registro de dados. Estes, por sua vez, são autodeclarados por meio</p><p>de entrevistas com as famílias e/ou indivíduos e comprovados</p><p>pela apresentação de documentação de cada membro familiar.</p><p>QR CODE</p><p>Aponte a câmera do seu dispositivo móvel (smartphone ou</p><p>tablet) no QR Code ao lado para assistir ao vídeo de animação</p><p>sobre a caracterização e o funcionamento do Cadastro Único</p><p>(CadÚnico) do Governo Federal, ou acesse o link:</p><p>https://youtu.be/awdDV3FrAdg.</p><p>O cadastro está vinculado ao domicílio e ao responsável pela</p><p>unidade familiar. Conforme a legislação, o Responsável</p><p>Familiar (RF) corresponde ao adulto, maior de 18 (dezoito) anos,</p><p>preferencialmente mulher, que declara as informações no</p><p>momento da entrevista.</p><p>O cadastro gera o Número de Identificação Social (NIS)</p><p>automaticamente, após 48 horas do registro dos dados no sistema de</p><p>informação. O NIS é gerado para cada uma das pessoas cadastradas.</p><p>Além disso, o sistema também gera uma Folha Resumo, que é</p><p>devidamente assinada pelo órgão emissor, municipal ou do Distrito</p><p>Federal, comprovando o cadastramento.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Após quarenta e cinco dias da realização cadastral, a família</p><p>também pode acessar essas informações pessoais, através</p><p>do “Meu CadÚnico”, disponível em: https://meucadunico.</p><p>cidadania.gov.br/meu_cadunico/, ou por aplicativos</p><p>de celulares.</p><p>https://youtu.be/awdDV3FrAdg</p><p>https://meucadunico.cidadania.gov.br/meu_cadunico/</p><p>https://meucadunico.cidadania.gov.br/meu_cadunico/</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO15</p><p>As questões presentes na entrevista são referentes a:</p><p>características do domicílio, composição familiar, acesso</p><p>a serviços públicos de água, saneamento e energia elétrica,</p><p>montante de despesas mensais familiares, se a família pertence</p><p>a grupos populacionais tradicionais. Após os dados mais gerais,</p><p>são coletados dados específicos de cada membro familiar, tais</p><p>como: escolaridade, trabalho, se possui alguma deficiência, toda</p><p>documentação civil e algum outro rendimento, entre outros.</p><p>Por ser de responsabilidade exclusiva da pessoa de Referência</p><p>Familiar, a atualização cadastral é obrigatória no período de 24</p><p>meses ou, ainda, compulsoriamente, em qualquer ocasião que</p><p>altere dados cadastrais, como: renda, residência, composição</p><p>familiar, mudança de instituição de ensino, morte ou</p><p>nascimento, entre outras alterações referentes a membros de um</p><p>grupo familiar conviventes no mesmo domicílio.</p><p>Além disso, o CadÚnico tem múltiplas funcionalidades:</p><p>Para as famílias e/ou indivíduos, o cadastro, como já</p><p>referido, gera o NIS, efetivando um reconhecimento</p><p>e uma identidade para acessar diferentes políticas</p><p>públicas. Cada vez mais textos legais trazem como</p><p>um de seus pré-requisitos de acesso a inscrição no cadastro. Além</p><p>disso, diferentes programas, órgãos públicos e instituições</p><p>cofinanciadas (e até mesmo privadas) estabelecem como requisito</p><p>a inscrição prévia no cadastro, mais comumente para a obtenção</p><p>de bolsas de ensino.</p><p>As famílias beneficiárias de transferência de renda estão</p><p>submetidas ao cumprimento de condicionalidades, condições</p><p>que serão averiguadas para a continuidade ou descontinuidade</p><p>de repasse de recurso. Essas exigências estão interligadas ao</p><p>compromisso dos indivíduos e suas famílias na frequência</p><p>e comparecimento a equipamentos de duas outras políticas</p><p>públicas: saúde e educação, como condicionalidade para a</p><p>manutenção do benefício. Esses cumprimentos estão ancorados</p><p>na exigência de que a família esteja em dia com o calendário</p><p>vacinal, o acompanhamento de pré-natal e nutricional, bem</p><p>como frequência escolar. Essas informações são interconectadas</p><p>por sistemas de informação.</p><p>Para o município e o Distrito Federal,</p><p>o cadastramento das famílias e indivíduos estão</p><p>relacionados ao repasse de recursos federais.</p><p>A coleta e armazenamento desses dados contam</p><p>com um conjunto de sistemas de informações, que,</p><p>além de terem níveis de acesso diferenciados dentro do SUAS,</p><p>cumprem requisitos do Índice de Gestão Descentralizada (IGD).</p><p>O IGD tem como principal função ser um indicador que serve tanto</p><p>para medir a qualidade das ações realizadas pelas administrações</p><p>locais como para incentivar melhores resultados.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO16</p><p>A União transfere aos entes federativos que aderiram ao</p><p>Programa Bolsa Família – recursos para apoio financeiro às</p><p>ações de gestão e execução descentralizada do programa.</p><p>Para o governo federal, o CadÚnico é utilizado,</p><p>na atualidade, como um componente importante</p><p>de averiguação de recursos financeiros de</p><p>indivíduos e suas famílias, pois contém</p><p>informações de toda documentação individual de</p><p>cada membro, como CPF e RG. O governo federal, através do</p><p>cruzamento de dados com diferentes fontes de informação,</p><p>imposto de renda, INSS, e outras fontes, realiza apuração dos</p><p>pagamentos de benefícios socioassistenciais como o Bolsa Família</p><p>e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), criando a</p><p>obrigatoriedade de que os beneficiários de programas</p><p>governamentais vinculados à política de assistência social</p><p>mantenham seus dados corretos e atualizados.</p><p>Para a política de assistência social,</p><p>o cadastramento único tem sido uma ferramenta</p><p>primordial para o monitoramento, avaliação</p><p>e implementação dessa política. Os órgãos</p><p>deliberativos governamentais e da sociedade</p><p>civil têm dados fecundos para mapear no Brasil locais onde as</p><p>famílias estão desassistidas nas mais diversas políticas públicas</p><p>e necessidades, como acesso a água potável, saneamento básico,</p><p>sustentabilidade, educação, entre outras tantas categorias de</p><p>análises possíveis.</p><p>A partir do cadastramento no CadÚnico, o cidadão tem</p><p>acesso a programas de transferência de renda, como o</p><p>Programa Bolsa Família.</p><p>Nestes 21 anos de existência, o CadÚnico viabilizou uma rede de</p><p>informações e dados inimagináveis, possibilitando a articulação</p><p>de redes públicas, o compartilhamento e cruzamento de dados de</p><p>informação dessas diferentes políticas (como a saúde,</p><p>a assistência social e a educação), que, quando interconectados,</p><p>fornecem sustentabilidade para elaboração e ações conjuntas</p><p>entre serviços e benefícios para a efetivação da promoção,</p><p>prevenção e proteção previstas para execução da PNAS.</p><p>Educação</p><p>Assistência</p><p>Social</p><p>Saúde</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO17</p><p>Um importante instrumento de registro das ações realizadas nas</p><p>unidades da assistência social no atendimento e acompanhamento</p><p>dos cidadãos é o prontuário eletrônico ou físico (em papel).</p><p>No prontuário eletrônico, é possível, após o registro, fazer a busca</p><p>do usuário pelo nome, CPF, NIS, ano, data de nascimento para</p><p>facilitar o acesso e consulta. Permite a integração das unidades</p><p>da rede socioassistencial instituídas pela Tipificação Nacional de</p><p>Serviços Socioassistenciais (2009). A versão física possibilita às</p><p>equipes utilizar um instrumento nacional</p><p>padronizado que auxilie</p><p>na organização e sistematização das informações relativas ao</p><p>atendimento e acompanhamento dos indivíduos.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Para conhecer melhor os prontuários, acesse os manuais</p><p>disponíveis em: http://blog.mds.gov.br/redesuas/</p><p>vigilancia-socioassistencial/prontuario-suas/.</p><p>Ambos os prontuários (físico e eletrônico) possibilitam a</p><p>análise, sistematização e planejamento das informações sobre o</p><p>território da população atendida. Esses instrumentos contribuem</p><p>na identificação das principais desproteções a incidências</p><p>territoriais para planejamento das intervenções na redução</p><p>das situações de vulnerabilidade e risco social. Além disso, o</p><p>profissional tem acesso a um vasto conjunto de informações já</p><p>registradas em outros sistemas.</p><p>GESTÃO EFETIVA</p><p>Dependendo do desenvolvimento de cada município, é possível</p><p>trabalhar de maneira integrada com o prontuário eletrônico</p><p>e a base de dados do Cadastro Único do governo federal,</p><p>tornando o atendimento e acompanhamento dos cidadãos</p><p>mais efetivo e eficaz. Os dados são importantes para</p><p>subsidiar, com maior precisão e amplitude, a ampliação do</p><p>acesso aos benefícios e serviços socioassistenciais, havendo</p><p>espaço e tempo para realizar o trabalho social com famílias, na</p><p>análise socioeconômica e relacional das dinâmicas, e identificar</p><p>as potencialidades em meio às vulnerabilidades a serem</p><p>exploradas ao longo dos atendimentos e acompanhamentos.</p><p>Investimentos realizados na implantação dos prontuários</p><p>eletrônicos, aquisição de equipamentos de informática e internet</p><p>adequados à realidade socioterritorial, são de fundamental</p><p>importância para subsidiar o trabalho com eficiência e eficácia, e</p><p>necessários para a materialização e consolidação do SUAS.</p><p>A leitura da realidade do território no contato e na vivência das</p><p>relações se enriquece com a análise dos dados numa visão micro</p><p>e macro, simultaneamente. Sem perder de vista as miudezas da</p><p>realidade e se perder na vastidão dos dados coletados.</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/vigilancia-socioassistencial/prontuario-suas/</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/vigilancia-socioassistencial/prontuario-suas/</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO18</p><p>Saber para que serve cada sistema de coleta de dados,</p><p>quantitativos e qualitativos, possibilita compreender</p><p>a importância da realização dos registros para a</p><p>qualificação da leitura da realidade social, com respostas</p><p>direcionadas a cada contexto socioterritorial. E a peça</p><p>fundamental para a coleta de dados e registros é você,</p><p>que trabalha na assistência social. Quanto maior a</p><p>compreensão, mais efetivo e eficaz se tornará o SUAS.</p><p>3.5 Principais instrumentos de coleta de dados:</p><p>Registro Mensal de Atendimento (RMA), Censo SUAS, SISC,</p><p>SIS Acessuas e CNEAS</p><p>O Registro Mensal de Atendimento (RMA) é um instrumento de</p><p>apuração de informações e está a serviço da quantificação mensal</p><p>dos atendimentos prestados pelos equipamentos da política de</p><p>Proteção Social Básica e Especial. Os valores quantitativos:</p><p>■ Compreendem o volume de atendimentos mensais prestados</p><p>nos serviços.</p><p>■ Informam o perfil das famílias e indivíduos atendidos.</p><p>■ Ajudam a identificar situações de vulnerabilidades sociais,</p><p>riscos e violação de direitos.</p><p>■ Contabilizam benefícios socioassistenciais concedidos, entre</p><p>outras informações.</p><p>A regulamentação desse instrumento de coleta consta nas</p><p>resoluções da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) nº 04/2011</p><p>e nº 20/2013, que ditam os parâmetros nacionais para registros de</p><p>dados mais equânimes, além de especificar os registros necessários</p><p>para colher informações referente a serviços da Proteção Social</p><p>Básica (PSB) e Proteção Social Especial (PSE).</p><p>A CIT tem a competência de negociar e pactuar, entre as três</p><p>esferas governamentais, as dimensões operacionais da gestão do</p><p>SUAS, mantendo seu sistema descentralizado de comando único.</p><p>A CIT estabeleceu critérios para o RMA, representando um</p><p>relatório síntese das ações desenvolvidas nos serviços de CRAS,</p><p>CREAS, Centro Pop e SCFV. O RMA é alimentado por cada</p><p>trabalhador vinculado à política de assistência social no decorrer</p><p>de cada mês e entregue à área da Vigilância Socioassistencial, nos</p><p>municípios que dispõem desse espaço,</p><p>ou para os setores de gestão, quando inexiste a instância</p><p>adequada. O lançamento dos dados no sistema eletrônico deve ser</p><p>feito pela gestão do sistema municipal.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO19</p><p>As ações que devem ser executadas prioritariamente nos serviços</p><p>são as bases da pesquisa e compilação desse instrumento. Essas</p><p>ações estão em consonância com o Pacto de Aprimoramento</p><p>do SUAS e o compromisso com seu desenvolvimento e</p><p>concretização. Nacionalmente,</p><p>o instrumento unifica e padroniza as informações, sendo de</p><p>considerável impacto para mensurar o volume de famílias</p><p>alcançadas e mapear a oferta de serviços. Para a política pública,</p><p>proporciona dados qualificados para o desenvolvimento</p><p>do SUAS, potencializando a averiguação da necessidade de</p><p>redimensionamento e ampliação do alcance dos serviços</p><p>prestados para a população.</p><p>Os municípios e o Distrito Federal não estão restritos à coleta de</p><p>dados apenas constantes no relatório mensal de atendimento.</p><p>O RMA representa a coleta de dados necessárias para a</p><p>possibilidade de avaliação e aprimoramento do SUAS em termos</p><p>nacionais. Cada município ou mesmo equipes de trabalho podem</p><p>definir outros valores de referência, para além do RMA, com a</p><p>finalidade de investigação, análise e leitura do território em que</p><p>desenvolvem seu processo de trabalho.</p><p>Em relação ao RMA, é importante reafirmar o compromisso com</p><p>a interpretação de dados para melhor atendimento da população.</p><p>Isso se faz em conjunto com os equipamentos que os coletaram</p><p>e com todos os envolvidos. Devemos lembrar que os números</p><p>apontam sobre um dos aspectos da pesquisa, mas os fatos deles</p><p>provenientes, os sentidos e necessidades estão abarrotados de</p><p>significados construídos no coletivo, no diálogo e na troca desses</p><p>saberes.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO20</p><p>É de responsabilidade da área de Vigilância Socioassistencial da</p><p>gestão SUAS municipal alimentar os sistemas de informação e</p><p>relacionar com os demais dados coletados pelos trabalhadores</p><p>dos equipamentos CRAS e CREAS, no intuito de integrar a</p><p>ampliar o olhar sobre a realidade territorial vivenciada.</p><p>Cabe ao trabalhador do SUAS a incorporação desse instrumento</p><p>no seu processo de trabalho diário, percebendo a importância</p><p>de sua contribuição. É a partir do olhar do profissional, de</p><p>sua escuta qualificada e da articulação por diferentes fontes</p><p>de coleta e diversidade de pesquisas que se potencializará</p><p>o olhar sobre os números quantitativos já estruturados e</p><p>regulamentados pela CIT.</p><p>O Censo SUAS foi estabelecido a partir do Decreto nº 7.334, de 19</p><p>de outubro de 2010.</p><p>Segundo a legislação supracitada, este documento tem</p><p>por sua finalidade gerar informações sobre os serviços,</p><p>programas e projetos realizados pelas unidades públicas</p><p>de assistência social e/ou entidades cofinanciadas</p><p>vinculadas ao cumprimento das ações do SUAS.</p><p>Esses dados têm a intencionalidade de dar sustentabilidade</p><p>à construção e manutenção de indicadores para subsidiar o</p><p>monitoramento, avaliação e gestão integrada do sistema.</p><p>Os dados são coletados e analisados por meio de uma ação integrada</p><p>entre a SAGICAD - Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e</p><p>Cadastro Único.</p><p>A realização periódica do Censo SUAS contribui para a escolha</p><p>dos indicadores que medem a organização da oferta dos serviços</p><p>na rede socioassistencial, a organização da gestão e do Controle</p><p>Social nos estados, no Distrito Federal e nos municípios (BRASIL,</p><p>2012a, p. 14).</p><p>Censo SUAS</p><p>Indicadores que subsidiam o</p><p>monitoramento, avaliação e</p><p>gestão integrada do sistema</p><p>As unidades</p><p>públicas diretas terão periodicidade anual de</p><p>coleta de dados, as demais unidades de realização das ações,</p><p>cofinanciadas, da política serão determinadas por outra</p><p>periodicidade por ato do Ministério do Desenvolvimento Social.</p><p>A geração de dados é realizada em regime de colaboração entre os</p><p>entes federados, pois a coleta se realiza de forma descentralizada</p><p>em cada unidade de referência em execução dos serviços de</p><p>proteção do SUAS. O Ministério compromete-se a não divulgar os</p><p>dados pessoais dos trabalhadores constantes no Censo SUAS e a</p><p>não utilizar tais dados para outros fins, além dos previstos para o</p><p>bom funcionamento e operacionalização da política pública a que</p><p>se destinam.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO21</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Para ter acesso à base de dados e visualizar os resultados do</p><p>Censo SUAS, acesse “Censo SUAS – Bases e Resultados”,</p><p>disponível em: https://aplicacoes.mds.gov.br/snas/</p><p>vigilancia/index2.php.</p><p>As informações disponíveis no banco de dados são resultado da</p><p>coleta de todas as instâncias que preencheram o Censo SUAS por</p><p>ano de referência. O documento a ser disponibilizado pelo site é</p><p>em PDF e representa a aglutinação da coleta de dados da:</p><p>■ Gestão do Sistema Único Municipal e Estadual</p><p>■ Serviços próprios do SUAS, CRAS, CREAS, Centro POP</p><p>■ Conselhos Municipal e Estadual</p><p>■ Serviços cofinanciados e/ou próprios</p><p>■ Família Acolhedora</p><p>■ Unidades de Acolhimento</p><p>■ Fundos Municipais e Estaduais</p><p>Além desses instrumentos de coletas já referidos, o SUAS é</p><p>interconectado com outros sistemas de informação que são</p><p>alimentados em todos os pontos da rede de serviços através</p><p>do Cadastro do SUAS (CadSUAS). Este, por sua vez, comporta</p><p>todas as informações relativas às prefeituras, ao órgão gestor,</p><p>ao fundo, ao conselho municipal e às entidades que prestam</p><p>serviços socioassistenciais. Iremos elucidar outros dois sistemas</p><p>de informação: SISC e SIS Acessuas.</p><p>O Sistema de Informação do Serviço de Convivência e</p><p>Fortalecimento de Vínculos (SISC) constitui-se na ferramenta</p><p>que auxilia na gestão e acompanhamento desses serviços</p><p>disponibilizados pela política.</p><p>O sistema de informação é alimentado trimestralmente, e suas</p><p>informações são subsídio para o repasse de recursos federais.</p><p>O SISC contribui na efetivação e monitoramento deste serviço,</p><p>estabelecendo metas para que os serviços estejam alinhados</p><p>com as diretrizes da política de assistência social. O SCFV está</p><p>hierarquicamente vinculado a um CRAS e faz parte da rede</p><p>de Proteção Social Básica de um determinado território. É</p><p>importante destacar que o público atendido no SCFV pode estar</p><p>vinculado a outro nível de complexidade, tanto de alta como de</p><p>média complexidade.</p><p>Sistema de Informação do Serviço de Convivência</p><p>e Fortalecimento de Vínculos (SISC)</p><p>É alimentado trimestralmente</p><p>As informações são subsídio para o</p><p>repasse de recursos federais</p><p>https://aplicacoes.mds.gov.br/snas/vigilancia/index2.php</p><p>https://aplicacoes.mds.gov.br/snas/vigilancia/index2.php</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO22</p><p>O Sistema de Acompanhamento do Programa Acessuas Trabalho</p><p>(SIS Acessuas) objetiva acompanhar e monitorar a gestão do</p><p>Programa Nacional de Acesso do Mundo do</p><p>Trabalho – Acessuas Trabalho.</p><p>Esse programa é desenvolvido no âmbito municipal, prevê metas</p><p>a serem atendidas e preconiza ações de caráter grupal, oficinas e</p><p>também atendimentos individualizados. É composto por quatro</p><p>eixos de atuação:</p><p>1. Identificação e sensibilização de usuários.</p><p>2. Desenvolvimento de habilidades pessoais e orientação para o</p><p>mundo do trabalho.</p><p>3. Acesso a oportunidades.</p><p>4. Monitoramento do percurso dos usuários no mundo do</p><p>trabalho (BRASIL, 2017b).</p><p>Integrante do SUAS, o programa é voltado ao mundo do</p><p>trabalho, sendo efetivado de forma transversal e compondo,</p><p>dentro do sistema de garantias, a segurança de desenvolvimento</p><p>da autonomia e acesso à renda. Os critérios de elegibilidade e</p><p>pactuação são regulados pela CIT e aprovados pelos respectivos</p><p>conselhos em cada ente federado. O programa possui</p><p>cofinanciamento federal e seu monitoramento e avaliação são</p><p>efetivados através do sistema de informação SIS Acessuas.</p><p>O Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social (CNEAS)</p><p>é uma ferramenta de gestão de coleta de dados sobre as entidades</p><p>e ofertas socioassistenciais. É preenchido pelo órgão gestor</p><p>municipal, a partir das informações originárias do Conselho</p><p>Municipal de Assistência Social. Contribui para a aproximação</p><p>entre o Estado e a sociedade civil no acompanhamento dos</p><p>serviços ofertados. Permite o acompanhamento pelos gestores</p><p>e a possibilidade de as organizações celebrarem parcerias com</p><p>a administração pública e recebimento de recursos, como</p><p>também é condição para a obtenção da Certificação de Entidades</p><p>Beneficentes de Assistência Social – CEBAS (BRASIL, 2022c).</p><p>Os instrumentos de coleta de dados – CadÚnico, RMA, Censo</p><p>SUAS, SISC, SIS Acessuas e CNEAS – compõem os principais</p><p>sistemas de gestão da informação do SUAS. Eles dão estrutura</p><p>para produção de dados oficiais ao sistema, permitindo a</p><p>qualificação dos serviços prestados à população, bem como meio</p><p>de prestar contas à sociedade.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO23</p><p>Principais sistemas de gestão</p><p>da informação do SUAS</p><p>CNEAS</p><p>SIS Acessuas</p><p>CADúnico</p><p>SISC</p><p>RMA</p><p>Censo SUAS</p><p>Gestão de Informação no SUAS</p><p>3.6 Educação permanente e articulação entre as esferas</p><p>No mundo vasto da assistência social brasileira – política que vem</p><p>crescendo, amadurecendo, consolidando-se e complexificando-</p><p>se –, é de fundamental importância desenvolver a cultura da</p><p>educação permanente. Esta contribui no aprofundamento da</p><p>qualificação profissional, por meio de percursos formativos</p><p>essenciais para melhoria dos processos de trabalho e da qualidade</p><p>das ofertas disponibilizadas à população.</p><p>Melhoria da</p><p>qualidade das</p><p>ofertas</p><p>disponibilizadas à</p><p>população</p><p>Melhoria dos</p><p>processos de</p><p>trabalho</p><p>Aprofundamento</p><p>da quali�cação</p><p>pro�ssional</p><p>Educação</p><p>permanente</p><p>Cabe, a partir da leitura, estudo, processo de reflexão e ação,</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO24</p><p>pensar estratégias permanentes para que este curso extrapole os</p><p>muros da comunidade de profissionais inscritos e adentre nos</p><p>espaços sócio-ocupacionais de todo o território nacional.</p><p>Para tanto, é importante compreender e desmistificar a educação</p><p>permanente, que</p><p>“[...] constitui-se no processo de permanente aquisição de informações</p><p>pelo trabalhador, de todo e qualquer conhecimento,</p><p>por meio de escolarização formal ou não formal, de vivências,</p><p>de experiências laborais e emocionais, no âmbito institucional ou</p><p>fora dele. Compreende a formação profissional, a qualificação, a</p><p>requalificação, a especialização, o aperfeiçoamento e a atualização.</p><p>Tem o objetivo de melhorar e ampliar a capacidade laboral do</p><p>trabalhador, em função de suas necessidades individuais, da equipe</p><p>de trabalho e da instituição em que trabalha, das necessidades dos</p><p>usuários e da demanda social.” (BRASIL, 2006, p. 37).</p><p>A Política Nacional de Educação Permanente (PNEP) no SUAS foi</p><p>instituída em 2013 e tem como objetivo desenvolver a perspectiva</p><p>político-pedagógica e a cultura da educação permanente. Isso</p><p>contribui com a profissionalização do SUAS, demandando aos</p><p>gestores, trabalhadores e conselheiros, novos conhecimentos,</p><p>habilidades e atitudes em resposta às necessidades da provisão</p><p>dos serviços e benefícios socioassistenciais. A PNEP se destina à</p><p>formação e ao desenvolvimento das competências e capacidades</p><p>requeridas pelo SUAS e contempla duas dimensões: a do trabalho</p><p>e a pedagógica. A dimensão do trabalho reconhece os processos de</p><p>trabalho que darão concretude à política. A dimensão pedagógica</p><p>busca processos continuados</p><p>de capacitação e formação no</p><p>desenvolvimento da carreira dos trabalhadores (BRASIL,</p><p>2013c). As ações de formação e capacitação foram organizadas</p><p>em três percursos formativos, conhecidos por Gestão do SUAS;</p><p>Provimento de Serviços e Benefícios Socioassistenciais; e Controle</p><p>Social do SUAS. É importante que estes percursos trilhados sejam</p><p>reconhecidos por certificado e contribuam para a progressão</p><p>funcional dos trabalhadores.</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO25</p><p>Reconhece os processos de</p><p>trabalho que darão</p><p>concretude à política</p><p>Busca processos continuados</p><p>de capacitação e formação no</p><p>desenvolvimento da carreira</p><p>dos trabaladores</p><p>Trabalho</p><p>Dimensão</p><p>pedagógica</p><p>PNEP contempla</p><p>duas dimensões:</p><p>PNEP</p><p>Organizadas em três</p><p>percursos formativos:</p><p>Provimento de serviços</p><p>e benefícios</p><p>socioassistenciais</p><p>Controle Social do SUASGestão do SUAS</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO26</p><p>De acordo com a PNEP (BRASIL, 2013c), os três entes federativos</p><p>– município, estado e União – podem ofertar quaisquer percursos</p><p>formativos e de tipos de ação de formação e capacitação em</p><p>consonância com o SUAS. Todavia, as responsabilidades dos entes</p><p>são complementares e diferenciadas.</p><p>O Grupo de Pesquisa, Educação, Trabalho e Políticas Sociais da</p><p>Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) produziu um</p><p>vídeo educativo sobre a Educação Permanente no SUAS.</p><p>O vídeo apresenta o percurso histórico da Educação Permanente</p><p>no SUAS. Enfatiza que os conteúdos selecionados e abordados são</p><p>oriundos das demandas apresentadas no cotidiano profissional.</p><p>A equipe e usuários identificam as situações ou as necessidades</p><p>que requeiram uma intervenção técnica operativa e uma</p><p>transformação da situação inicial, de desconhecimento para</p><p>domínios das situações apresentadas. A educação permanente</p><p>ocorre nos espaços de trocas de saberes, como: capacitações,</p><p>reuniões de estudo, estudos de caso e planejamento e seminários.</p><p>Destacam-se os saberes necessários para o trabalho no SUAS:</p><p>■ Conhecimento da política de assistência social, trabalho</p><p>e legislações</p><p>■ Trabalho intersetorial e interdisciplinar</p><p>■ Compreensão da população em situação de rua</p><p>■ Substâncias psicoativas e dependência</p><p>■ Diversidade de abordagens grupais (diferentes ciclos de vida)</p><p>■ Trabalho com famílias</p><p>■ Sobre o território</p><p>■ Violências (crianças, adultos, doméstica,</p><p>idoso, socioterritorial)</p><p>■ Acolhimento institucional</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Para mais informações, é possível ver o vídeo sobre a</p><p>Educação Permanente no SUAS na íntegra, disponível em:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=q-yL3nBTbuM.</p><p>Saber o que realmente emerge como necessidade de educação</p><p>continuada é uma possibilidade de enriquecer e aprofundar o</p><p>processo de trabalho das equipes na troca de saberes e fazeres no</p><p>SUAS.</p><p>Veja a seguir a retomada dos principais pontos deste curso.</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=q-yL3nBTbuM</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO27</p><p>SÍNTESE DO CURSO</p><p>Neste curso, descrevemos um percurso de compreensão</p><p>das políticas sociais no Estado, assim como conceitos</p><p>importantes para a assistência social no Brasil: políticas</p><p>sociais, direitos sociais, proteção social, necessidades</p><p>humanas, riscos sociais e vulnerabilidade social. Destacamos</p><p>alguns importantes interlocutores nesse campo: as famílias,</p><p>o mercado e as organizações da sociedade civil.</p><p>Foi oferecido a você, cursista, um panorama histórico sobre as</p><p>práticas de assistência e sobre o período em que esse direito</p><p>não existia. No Brasil, já no século XX, a assistência social</p><p>tardou a estabelecer instrumentos jurídicos sistematizados</p><p>ou fundos públicos de financiamento específicos. Sua</p><p>abrangência era ampla e inespecífica e se dispersava em</p><p>outras políticas como educação, saúde e habitação. O direito</p><p>à assistência social se institui na Constituição Federal de 1988.</p><p>Foram apresentadas as principais legislações que consolidam</p><p>a política de assistência social no Brasil e o SUAS, além da</p><p>Constituição: a Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS),</p><p>a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), a Norma</p><p>Operacional Básica (NOB/SUAS) e a Tipificação Nacional do</p><p>Serviços Socioassistenciais.</p><p>Ao chegar no SUAS, o apresentamos como um sistema público</p><p>estatal de assistência social no campo da proteção social, que</p><p>regula, organiza, estrutura, planeja, coordena e executa a oferta</p><p>de serviços socioassistenciais em todo o território brasileiro.</p><p>A União, o Distrito Federal, os estados e os municípios,</p><p>em conjunto, são responsáveis por este sistema. Entre os</p><p>objetivos do SUAS estão: compor a rede pública de serviços,</p><p>programas, projetos e benefícios de assistência social;</p><p>cofinanciar os serviços, estabelecer as responsabilidades</p><p>entre os entes federados e contribuir na gestão integrada dos</p><p>serviços. Outros aspectos centrais para melhor compreensão</p><p>do SUAS são suas diretrizes, entre elas, a primazia da</p><p>responsabilidade do Estado na condução da política de</p><p>assistência social, a descentralização político-administrativa</p><p>e territorialização, a centralidade na família para concepção</p><p>e implementação dos benefícios, serviços, programas</p><p>e projetos, e o controle social e a participação popular,</p><p>aspectos trabalhados neste curso.</p><p>O SUAS possui seguranças afiançadas, estas apontam para</p><p>a garantia dos direitos humanos e respostas às necessidades</p><p>essenciais dos cidadãos. Portanto, o SUAS prevê programas,</p><p>projetos, serviços e benefícios para garantir as seguranças</p><p>de acolhida, de renda, de convívio ou vivência familiar,</p><p>comunitária e social, de desenvolvimento de autonomia e de</p><p>apoio e auxílio.</p><p>A proteção social do SUAS se divide por níveis de</p><p>complexidade, sendo básica e especial de média e alta</p><p>complexidade. Os principais equipamentos do SUAS são os</p><p>CRAS e os CREAS. O SUAS possui também benefícios sociais</p><p>e programas de transferência de renda, sendo os</p><p>MÓDULO 3 – TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AGORA? APREENSÃO DE TEMAS FUNDAMENTAIS E OPERACIONALIZAÇÃO28</p><p>benefícios sociais de caráter não contributivo e divididos em</p><p>duas modalidades: o Benefício de Prestação Continuada da</p><p>Assistência Social (BPC) e os Benefícios Eventuais, concedidos</p><p>em virtude de nascimento, morte, vulnerabilidade temporária</p><p>e/ou calamidade pública. Já os programas de transferência de</p><p>renda são: Programa Bolsa Família, Programa de Aquisição de</p><p>Alimentos, o BPC e o PETI.</p><p>Foram apresentados elementos importantes da</p><p>operacionalização do SUAS e da assistência social a partir da</p><p>perspectiva intersetorial e interdisciplinar. Caracterizou-se</p><p>o público da assistência social, a centralidade do trabalho</p><p>social com famílias e a operacionalização dos programas de</p><p>transferência de renda na lógica da integração entre os serviços,</p><p>programas e benefícios do SUAS. Além disso, foram introduzidos</p><p>os principais registros de informação e instrumentos de coleta</p><p>de dados, finalizando o curso com o importante tema da</p><p>educação permanente no âmbito do SUAS.</p><p>29</p><p>Referências</p><p>ALVES, J. Assistência Social. In: FERNANDES, R. M. C;</p><p>HELLMANN, A. (org.). Dicionário crítico: política de assistência</p><p>social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016. p. 22-25.</p><p>BAROZET, E. Relecturas de la noción de clientelismo: una forma</p><p>diversificada de intermediación política y social. Ecuador</p><p>Debate, Quito, n. 69, p. 77-101, dic. 2006.</p><p>BEHRING, E. R.; BOSCHETTI, I. Política social: fundamentos e</p><p>história. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2008.</p><p>BIASI, L. M. F. Controle social. In: FERNANDES, R. M. C.;</p><p>HELLMANN, A. (org.). Dicionário crítico: política de assistência</p><p>social no Brasil. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2016. p. 65-68.</p><p>BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República</p><p>Federativa do Brasil. Organizado por Juarez de Oliveira. 4. ed.</p><p>São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).</p><p>BRASIL. Caderno de</p><p>Orientações Técnicas para o</p><p>aperfeiçoamento da gestão do Programa de Erradicação</p><p>do Trabalho Infantil - PETI. Brasília, DF: Ministério do</p><p>Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2018. 87 p. Disponível</p><p>em: http://blog.mds.gov.br/redesuas/caderno-de-orientacoes-</p><p>tecnicas-do-peti/. Acesso em: 19 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Capacita SUAS/PE. Atualização sobre a especificidade,</p><p>interfaces e curso Proteção Social Básica no SUAS. Pernambuco,</p><p>2017a. Disponível em: https://www.sigas.pe.gov.br/</p><p>files/02012017115234-c5.recife.16.a.20.01.2017.t06.mod.2.pdf.</p><p>Acesso em: 1 abr. 2022.</p><p>BRASIL. CapacitaSUAS. Caderno 1. Assistência Social:</p><p>Política de Direitos à Seguridade Social. Centro de Estudos</p><p>e Desenvolvimento de Projetos Especiais da Pontifícia</p><p>Universidade Católica de São Paulo. Brasília, DF: MDS, 2013a.</p><p>BRASIL. Casa Civil. Lei nº 12.435, de 6 de julho de 2011. Altera</p><p>a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a</p><p>organização da Assistência Social. Brasília, DF: Presidência da</p><p>República, 2011d. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/</p><p>ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12435.htm#art1. Acesso em: 20</p><p>mar. 2022.</p><p>BRASIL. Casa Civil. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.</p><p>Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras</p><p>providências. Brasília, DF: Presidência da República, 1990.</p><p>Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.</p><p>htm. Acesso em: 1 abr. 2022.</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/caderno-de-orientacoes-tecnicas-do-peti/</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/caderno-de-orientacoes-tecnicas-do-peti/</p><p>https://www.sigas.pe.gov.br/files/02012017115234-c5.recife.16.a.20.01.2017.t06.mod.2.pdf</p><p>https://www.sigas.pe.gov.br/files/02012017115234-c5.recife.16.a.20.01.2017.t06.mod.2.pdf</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12435.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12435.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm</p><p>30</p><p>BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução</p><p>nº 109, de 11 de novembro de 2009. Aprova a Tipificação</p><p>Nacional de Serviços Socioassistenciais. Brasília, DF: MDF,</p><p>2014a. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/</p><p>publicacao/assistencia_social/Normativas/tipificacao.pdf. Acesso</p><p>em: 24 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução</p><p>nº 11, de 23 de setembro de 2015. Caracteriza os usuários, seus</p><p>direitos e sua participação na Política Pública de Assistência</p><p>Social e no Sistema Único de Assistência Social, e revoga a</p><p>Resolução nº 24, de 16 de fevereiro de 2006. Brasília, DF: CNAS,</p><p>2015b. Disponível em: https://www.in.gov.br/materia/-/asset_</p><p>publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/32870261. Acesso em:</p><p>6 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução</p><p>nº 13, de 12 de dezembro de 2012. Aprova a Norma Operacional</p><p>Básica do Sistema Único de Assistência Social - NOB/SUAS.</p><p>Brasília, DF: CNAS, 2012a. Disponível em: https://www.mds.gov.</p><p>br/webarquivos/public/NOBSUAS_2012.pdf. Acesso em:</p><p>12 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução</p><p>nº 130, de 15 de julho de 2005. Aprova a Norma Operacional</p><p>Básica da Assistência Social - NOB SUAS. Brasília, DF: CNAS,</p><p>2005b. Disponível em: https://www.blogcnas.com/_files/</p><p>ugd/7f9ee6_874c022e71264786ac86454d91c7c923.pdf. Acesso em:</p><p>22 fev. 2022.</p><p>BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução</p><p>no 17, de 20 de junho de 2011. Ratificar a equipe de referência</p><p>definida pela Norma Operacional Básica de Recursos Humanos</p><p>do Sistema Único de Assistência Social – NOB-RH/SUAS e</p><p>Reconhecer as categorias profissionais de nível superior para</p><p>atender as especificidades dos serviços socioassistenciais e das</p><p>funções essenciais de gestão do Sistema Único de Assistência</p><p>Social – SUAS. Brasília, DF: Conselho Nacional de Assistência</p><p>Social, 2011b. Disponível em: http://blog.mds.gov.br/redesuas/</p><p>resolucao-no-17-de-20-de-junho-de-2011/. Acesso em:</p><p>30 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução nº</p><p>9, de 15 de abril de 2014. Ratifica e reconhece as ocupações e as</p><p>áreas de ocupações profissionais de ensino médio e fundamental</p><p>do Sistema Único de Assistência Social – SUAS, em consonância</p><p>com a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do</p><p>SUAS – NOBRH/SUAS. Brasília, DF: CNAS, 2014b. Disponível em:</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-9-de-15-de-abril-</p><p>de-2014/. Acesso em: 22 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Decreto nº 10.852, de 8 de novembro de 2021.</p><p>Regulamenta o Programa Auxílio Brasil. Brasília, DF:</p><p>Presidência da República, 2021c. Disponível em: https://www.</p><p>in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.852-de-8-de-novembro-</p><p>de-2021-357706502. Acesso em: 19 mar. 2022.</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/tipificacao.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/tipificacao.pdf</p><p>https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/32870261</p><p>https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/32870261</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/public/NOBSUAS_2012.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/public/NOBSUAS_2012.pdf</p><p>https://www.blogcnas.com/_files/ugd/7f9ee6_874c022e71264786ac86454d91c7c923.pdf</p><p>https://www.blogcnas.com/_files/ugd/7f9ee6_874c022e71264786ac86454d91c7c923.pdf</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-17-de-20-de-junho-de-2011/</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-17-de-20-de-junho-de-2011/</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-9-de-15-de-abril-de-2014/</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-9-de-15-de-abril-de-2014/</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.852-de-8-de-novembro-de-2021-357706502</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.852-de-8-de-novembro-de-2021-357706502</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.852-de-8-de-novembro-de-2021-357706502</p><p>31</p><p>BRASIL. Decreto nº 7.334, de 19 de outubro de 2010. Institui o</p><p>Censo do Sistema Único de Assistência Social - Censo SUAS, e</p><p>dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República,</p><p>2010. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_</p><p>ato2007-2010/2010/decreto/d7334.htm. Acesso em: 28 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Decreto nº 6.135 de 2007. Dispõe sobre o Cadastro</p><p>Único para Programas Sociais do Governo Federal e dá outras</p><p>providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2007.</p><p>Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-</p><p>2010/2007/decreto/d6135.htm. Acesso em: 25 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre</p><p>o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Brasília, DF:</p><p>Presidência da República, 2003. Disponível em: http://www.</p><p>planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm. Acesso em:</p><p>22. mar. 2022.</p><p>BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei</p><p>Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da</p><p>Pessoa com Deficiência). Brasília, DF: Presidência da República,</p><p>2015a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_</p><p>ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 30 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020. Altera a Lei nº</p><p>8.742, de 7 de dezembro de 1993, para dispor sobre parâmetros</p><p>adicionais de caracterização da situação de vulnerabilidade</p><p>social para fins de elegibilidade ao benefício de prestação</p><p>continuada (BPC), e estabelece medidas excepcionais de proteção</p><p>social a serem adotadas durante o período de enfrentamento</p><p>da emergência de saúde pública de importância internacional</p><p>decorrente do coronavírus (Covid-19) responsável pelo surto</p><p>de 2019, a que se refere a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.</p><p>Brasília, DF: Presidência da República, 2020. Disponível em:</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.982-de-2-de-abril-</p><p>de-2020-250915958. Acesso em: 17 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Lei nº 14.284, de 29 de dezembro de 2021. Institui o</p><p>Programa Auxílio Brasil e o Programa Alimenta Brasil. Brasília,</p><p>DF: Presidência da República, 2021d. Disponível em:</p><p>https://</p><p>in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.284-de-29-de-dezembro-</p><p>de-2021-370918498. Acesso em: 22 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Dispõe sobre a</p><p>organização da Assistência Social e dá outras providências.</p><p>Brasília, DF: Presidência da República, 1993. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm. Acesso</p><p>em: 29 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Medida Provisória nº 1.061, de 9 de agosto de 2021.</p><p>Institui o Programa Auxílio Brasil e o Programa Alimenta Brasil,</p><p>e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência</p><p>da República, 2021b. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/</p><p>web/dou/-/medida-provisoria-n-1.061-de-9-de-</p><p>agostode-2021-337251007. Acesso em: 16 mar. 2022.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6135.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6135.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.982-de-2-de-abril-de-2020-250915958</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.982-de-2-de-abril-de-2020-250915958</p><p>https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.284-de-29-de-dezembro-de-2021-370918498</p><p>https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.284-de-29-de-dezembro-de-2021-370918498</p><p>https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.284-de-29-de-dezembro-de-2021-370918498</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm</p><p>32</p><p>BRASIL. Medida Provisória nº 1.164, de 2 de março de 2023.</p><p>Institui o Programa Bolsa Família e altera a Lei nº 8.742, de 7 de</p><p>dezembro de 1993, que dispõe sobre a organização da Assistência</p><p>Social, e a Lei nº 10.820, de 17 de dezembro de 2003, que dispõe</p><p>sobre a autorização para desconto em folha de pagamento. 2023a.</p><p>Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-</p><p>provisoria-n-1.164-de-2-de-marco-de-2023-467449434. Acesso em:</p><p>26 maio 2023.</p><p>BRASIL. Medida Provisória nº 1.166, de 22 de março de 2023.</p><p>Institui o Programa de Aquisição de Alimentos e altera a Lei nº</p><p>12.512, de 14 de outubro de 2011, e a Lei nº 14.133, de 1º de abril de</p><p>2021. 2023b. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/</p><p>medida-provisoria-n-1.166-de-22-de-marco-de-2023-472340845.</p><p>Acesso em: 26 maio 2023.</p><p>BRASIL. Ministério da Cidadania. Cadastro Nacional de</p><p>Entidades de Assistência Social - CNEAS. Brasília, 2022c.</p><p>Disponível em: https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acesso-</p><p>a-informacao/carta-de-servicos/desenvolvimento-social/</p><p>assistencia-social/cadastro-nacional-de-entidades-de-assistencia-</p><p>social-2013-cneas-1#:~:text=O%20Cadastro%20Nacional%20</p><p>de%20Entidades,entidades%20e%20suas%20ofertas%20</p><p>socioassistenciais. Acesso em: 9 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Ministério da Cidadania. Guia: as organizações da</p><p>sociedade civil e o SUAS. Brasília, DF: Ministério da Cidadania,</p><p>2021f. Disponível em: http://blog.mds.gov.br/redesuas/wp-</p><p>content/uploads/2021/08/GUIA_OSC_SUAS.pdf. Acesso em:</p><p>23 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Ministério da Cidadania. O que é o Auxílio Brasil?</p><p>Brasília, 2022b. Disponível em: https://www.gov.br/cidadania/pt-</p><p>br/auxilio-brasil/auxilio-brasil. Acesso em: 3 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Ministério da Cidadania. Proteção e Atenção Integral</p><p>à Família. Brasília, 2022a. Disponível em: https://www.gov.br/</p><p>cidadania/pt-br/acoes-e-programas/assistencia-social/servicos-e-</p><p>programas-1/protecao-e-atencao-integral-a-familia.</p><p>Acesso em: 2 abr. 2022 BRASIL. Ministério do Desenvolvimento</p><p>Social e Agrário. ACESSUAS trabalho: orientações técnicas.</p><p>Programa Nacional de Promoção do Acesso do Mundo do</p><p>Trabalho. Brasília, DF: Ministério do Desenvolvimento Social e</p><p>Agrário, Secretaria Nacional de Assistência Social, 2017b.</p><p>BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</p><p>Resolução nº 269, de 13 de dezembro de 2006. Aprova a Norma</p><p>Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de</p><p>Assistência Social – NOB-RH/SUAS. Brasília, DF: Ministério do</p><p>Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2006. Disponível em:</p><p>https://www.social.go.gov.br/files/arquivos-migrados/54ea65997b</p><p>6c44c14aa59c27bc4946a1.pdf. Acesso em: 22 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate</p><p>à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Política</p><p>Nacional de Assistência Social/PNAS 2004. Brasília, DF:</p><p>Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2005a,</p><p>178 p. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/</p><p>publicacao/assistencia_social/Normativas/PNAS2004.pdf. Acesso</p><p>em: 20 mar. 2022.</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acesso-a-informacao/carta-de-servicos/desenvolvimento-social/assistencia-social/cadastro-nacional-de-entidades-de-assistencia-social-2013-cneas-1#</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acesso-a-informacao/carta-de-servicos/desenvolvimento-social/assistencia-social/cadastro-nacional-de-entidades-de-assistencia-social-2013-cneas-1#</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acesso-a-informacao/carta-de-servicos/desenvolvimento-social/assistencia-social/cadastro-nacional-de-entidades-de-assistencia-social-2013-cneas-1#</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acesso-a-informacao/carta-de-servicos/desenvolvimento-social/assistencia-social/cadastro-nacional-de-entidades-de-assistencia-social-2013-cneas-1#</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/wp-content/uploads/2021/08/GUIA_OSC_SUAS.pdf</p><p>http://blog.mds.gov.br/redesuas/wp-content/uploads/2021/08/GUIA_OSC_SUAS.pdf</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/auxilio-brasil/auxilio-brasil</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/auxilio-brasil/auxilio-brasil</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acoes-e-programas/assistencia-social/servicos-e-programas-1/protecao-e-atencao-integral-a-familia</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acoes-e-programas/assistencia-social/servicos-e-programas-1/protecao-e-atencao-integral-a-familia</p><p>https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acoes-e-programas/assistencia-social/servicos-e-programas-1/protecao-e-atencao-integral-a-familia</p><p>https://www.social.go.gov.br/files/arquivos-migrados/54ea65997b6c44c14aa59c27bc4946a1.pdf</p><p>https://www.social.go.gov.br/files/arquivos-migrados/54ea65997b6c44c14aa59c27bc4946a1.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/PNAS2004.pdf</p><p>https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/PNAS2004.pdf</p><p>33</p><p>BRASIL. Orientações Técnicas sobre o PAIF: Trabalho</p><p>Social com Famílias do PAIF. Brasília, DF: Ministério do</p><p>Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional</p><p>de Assistência Social, 2012b, v. 2, p. 10. Disponível em: https://</p><p>www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/</p><p>Cadernos/Orientacoes_PAIF_2.pdf. Acesso em: 23 mar. 2022.</p><p>BRASIL. Orientações Técnicas: Centro de Referência</p><p>Especializado de Assistência Social – CREAS. Brasília, DF: Gráfica</p><p>e Editora Brasil LTDA, 2011a.</p><p>BRASIL. Orientações Técnicas: Centro de Referência</p><p>Especializado para População em Situação de Rua – Centro Pop</p><p>SUAS e População em Situação de Rua. Brasília, DF: Ministério do</p><p>Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2011c. v. 3.</p><p>BRASIL. Perguntas e respostas: Serviço Especializado em</p><p>Abordagem social. SUAS e a população em situação de rua.</p><p>Brasília, DF: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate</p><p>à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social, 2013b, 4 v.</p><p>52 p. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/</p><p>publicacao/assistencia_social/Cadernos/Perguntas_Servico_</p><p>AbordagemSocial.pdf. Acesso em: 29 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Política Nacional de Educação Permanente do SUAS.</p><p>Brasília, DF: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate</p><p>à Fome, 2013c. Disponível em: https://www.mds.gov.br/</p><p>webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/Politica-</p><p>nacional-de-Educacao-permanente.pdf. Acesso em:</p><p>1 abr. 2022.</p><p>BRASIL. Secretaria Nacional de Assistência Social. Comissão</p><p>Intergestores Tripartite. Resolução nº 4, de 24 de maio de 2011.</p><p>Institui parâmetros nacionais para o registro das informações</p><p>relativas</p>