Prévia do material em texto
<p>FISIOTERAPIA</p><p>Adriana Vieira da Rocha</p><p>RA: 09042100</p><p>Cascavel -PR</p><p>Exames clínicos e complementares</p><p>Atividade: Anatomia radiográfica e análise de radiografias torácicas</p><p>Temática: Radiografia de tórax</p><p>Professora:Camila Amaral Coracini</p><p>Cascavel -PR</p><p>1 – Contextualização</p><p>A radiografia de tórax é um exame de imagem amplamente utilizado na prática clínica para a avaliação</p><p>das estruturas torácicas, incluindo pulmões, coração, costelas e diafragma. Esse exame é essencial para a</p><p>detecção e acompanhamento de diversas condições patológicas, como pneumonia, derrame pleural,</p><p>pneumotórax, insuficiência cardíaca, entre outras (PEREIRA et. al., 2017). Na fisioterapia, a interpretação</p><p>correta de uma radiografia de tórax desempenha um papel crucial, pois permite aos fisioterapeutas</p><p>desenvolver um plano de tratamento mais eficaz e seguro para os pacientes (DA SILVA, 2019).</p><p>Os fisioterapeutas frequentemente trabalham com pacientes que apresentam condições respiratórias</p><p>ou cardiovasculares. A capacidade de interpretar radiografias de tórax ajuda esses profissionais a entender a</p><p>extensão e a natureza das patologias respiratórias, a monitorar a evolução das doenças, e a avaliar a resposta</p><p>dos pacientes às intervenções terapêuticas. Por exemplo, em pacientes com doenças pulmonares crônicas,</p><p>como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou a fibrose cística, a radiografia de tórax fornece</p><p>informações vitais sobre a progressão da doença e a presença de complicações, como infecções ou</p><p>pneumotórax (DA SILVA, 2019; SCHIVINSKI et. al., 2011).</p><p>Além disso, a interpretação de radiografias de tórax é fundamental para a segurança do paciente.</p><p>Antes de iniciar determinadas intervenções fisioterapêuticas, especialmente aquelas que envolvem técnicas</p><p>de mobilização ou manipulação torácica, é crucial que o fisioterapeuta saiba identificar possíveis</p><p>contraindicações, como fraturas costais ou presença de tumores. Isso ajuda a evitar complicações e a garantir</p><p>que o tratamento seja apropriado para a condição específica do paciente (RUZA et. al., 2012).</p><p>No contexto de reabilitação hospitalar, especialmente em unidades de terapia intensiva, a</p><p>interpretação de radiografias de tórax é indispensável para o manejo de pacientes com ventilação mecânica.</p><p>As radiografias permitem avaliar a posição do tubo endotraqueal e a condição dos pulmões, possibilitando</p><p>ajustes precisos na ventilação e na fisioterapia respiratória (RUZA et. al., 2012).</p><p>2 - Etapas e roteiro da atividade</p><p>A atividade prática orientada (APO) da disciplina de Exames clínicos e complementares é dividida em 4</p><p>etapas. Leia atentamente cada uma delas e execute o que for solicitado.</p><p>Etapa 1 – Leitura de material</p><p>Primeiramente, para contextualizar o tema, realize a leitura do artigo “Aspectos técnicos e roteiro de análise</p><p>da radiografia de tórax” disponível através do link https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763</p><p>Etapa 2 – Assistir vídeo</p><p>Para que consiga realizar as próximas etapas desta atividade, é necessário que assista 2 vídeos explicativos:</p><p>- Vídeo do Youtube intitulado “RAIO-X DE TÓRAX (Aula de Radiografia) - Jéssica Fonseca”</p><p>Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=udccU1AlQIQ</p><p>- 2° Aula Ao Vivo da disciplina sobre Radiografia de Tórax (disponível através do link no AVA, após a mesma já</p><p>ter ocorrido)</p><p>https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=udccU1AlQIQ</p><p>Etapa 3 – Anatomia radiográfica</p><p>Com base nos conteúdos abordados e na aula conceitual 1 da Unidade 2 - “Radiologia de tórax”, correlacione</p><p>os conhecimentos de anatomia com as imagens radiológicas e identifique as seguintes estruturas anatômicas</p><p>na radiografia abaixo: costelas, vértebras, clavículas, escápulas, úmeros, pulmões, hilos, coração, diafragma</p><p>(cúpulas e seios), bolha gástrica e mamas. Para isso, utilizando lápis de cor ou canetas coloridas,</p><p>contorne/circule/pinte cada uma das estruturas citadas, e identifique-as com setas ou legenda.</p><p>Umero</p><p>Escapula</p><p>coração</p><p>Campos</p><p>pulmonares</p><p>Diafragma</p><p>Hilos</p><p>Bolha</p><p>gástrica</p><p>Sombras</p><p>mamarias</p><p>Clavicula</p><p>costelas</p><p>Vertebras</p><p>Etapa 4 – Análise de radiografias</p><p>Após finalizar as etapas anteriores, realize a análise sistemática das radiografias a seguir (conforme explicado</p><p>na 2° aula ao vivo da disciplina), anotando suas considerações sobre cada tópico.</p><p> Não é necessário a identificação das estruturas, como na etapa anterior. Somente a análise final sobre</p><p>cada tópico avaliado.</p><p>IMAGEM 1</p><p>Técnica: Posteroanterior(PA)</p><p>Partes moles: Detalhes anatômicos visíveis. O contorno das costelas e o diafragma são claramente observados</p><p>Partes ósseas: A penetração parece apropriada; as vértebras torácicas são visíveis por trás do coração.</p><p>Pleura: Não há evidências claras de alterações nos tecidos moles, como edema ou massas. As partes moles</p><p>parecem simétricas e não apresentam anormalidades</p><p>Parênquima: Não há sinais claros de espessamento pleural ou pneumotórax. Os sulcos costofrênicos parecem</p><p>limpos, sem embaçamento que indicaria derrame pleural.</p><p>Mediastino: A silhueta cardíaca parece dentro do limite normal, sem alargamento .</p><p>O mediastino não parece estar alargado; não há de linfadenopatia ou outras anormalidades.</p><p>IMAGEM 2</p><p>Técnica: Posteroanterior (PA). As clavículas e a posição das costelas indicam que a posição do</p><p>paciente foi adequada. A qualidade da imagem é boa, com detalhes anatômicos claros e visíveis, como as</p><p>costelas e a coluna vertebral. A penetração está apropriada, com as vértebras torácicas visíveis.</p><p>Partes moles: Não há evidências de anomalias nos tecidos moles, como massas ou edema. As partes moles</p><p>adjacentes parecem simétricas e normais, sem alterações notáveis.</p><p>Partes ósseas: As costelas são bem visualizadas e não apresentam sinais de fratura ou outras alterações</p><p>ósseas.As clavículas estão bem posicionadas e sem sinais de lesão ou fratura. A coluna vertebral está alinhada,</p><p>com as vértebras torácicas e sem sinal de desalinhamento ou outras anomalias.</p><p>Pleura: As linhas pleurais parecem intactas e não há sinais de espessamento ou derrame pleural. Os sulcos</p><p>costofrênicos estão claros e bem definidos.</p><p>Parênquima: Não há sinais claros de patologias como pneumonia ou outras anomalias.</p><p>Mediastino: O mediastino parece de largura normal, sem sinais de alargamento ou outras anormalidades.</p><p>IMAGEM 3</p><p>Técnica: Posteroanterior (PA). A qualidade da imagem parece adequada, permitindo a visualização das</p><p>estruturas internas. Penetração : A penetração parece apropriada, com as vértebras torácicas visíveis.</p><p>Partes moles: Não há evidências de anormalidades nos tecidos moles, como massas ou edema. As partes</p><p>moles adjacentes parecem normais e simétricas.</p><p>Partes ósseas: As costelas são visíveis , da para notar que, do lado esquerdo, algumas áreas estão escurecidas,</p><p>o que pode ser devido a sobreposição de estruturas ou lesão. As clavículas estão bem posicionadas, sem sinais</p><p>de fraturas. A coluna vertebral é visível na imagem, com alinhamento normal e sem anomalias aparentes.</p><p>Pleura: As linhas pleurais parecem parcialmente escurecidas, principalmente do lado esquerdo, possivelmente</p><p>devido a um processo patológico, como um derrame pleural ou pneumonia. O sulco costofrênico esquerdo</p><p>parece estar sobrecarregado, sugerindo um possível derrame pleural ou outro processo de ocupação de</p><p>espaço.</p><p>Parênquima: O pulmão esquerdo mostra um aumento na densidade, o que pode ser indicativo de pneumonia,</p><p>derrame pleural ou outas anomalias. Há um contraste claro entre o pulmão direito e esquerdo. O padrão</p><p>vascular parece normal no lado direito, mas está escurecido no lado esquerdo devido ao aumento da</p><p>densidade.</p><p>Mediastino: O mediastino parece estar deslocado para a direita, o que é consistente com as alterações</p><p>observadas no pulmão esquerdo.</p><p>3.1 - Leituras e materiais complementares</p><p>- Slides e aulas conceituais da Unidade 2 da disciplina.</p><p>- CHEN, Michael YM; POPE, Thomas L.; OTT, David J. Radiologia Básica (Lange)-2. AMGH Editora, 2012. Capítulo</p><p>4: Radiologia de tórax. Disponível em: https://biblioteca-a.read.garden/viewer/9788580551099/70</p><p>- WICKE, Lothar. Atlas de anatomia radiológica. Revinter, 1997. Disponível na biblioteca física.</p><p>- DA SILVA, Thiago Santos; DE ALMEIDA, Igor Duarte. A radiologia na prática clínica do Fisioterapeuta. 2019.</p><p>Disponível em:</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Thiago-Da-Silva-10/publication/341684451_Radiology_in_the_physioth</p><p>erapist_clinical_practice/links/5f855b9192851c14bcc39cc6/Radiology-in-the-physiotherapist-clinical-practice.</p><p>pdf</p><p>- RUZA, Gustavo Catalan; MORITZ, Rachel Duarte; MACHADO, Fernando Osni. Radiografia de tórax de rotina</p><p>em terapia intensiva: impacto na tomada de decisão. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 24, p. 252-257,</p><p>2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbti/a/qjxxZbFgW6qYrVPZsLJhPWC/</p><p>- WADA, Danilo Tadao; RODRIGUES, José Antonio Hiesinger; SANTOS, Marcel Koenigkam. Aspectos técnicos e</p><p>roteiro de análise da radiografia de tórax. Medicina (Ribeirão Preto), v. 52, n. supl1., p. 5-15, 2019. Disponível</p><p>em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763</p><p>https://biblioteca-a.read.garden/viewer/9788580551099/70</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Thiago-Da-Silva-10/publication/341684451_Radiology_in_the_physiotherapist_clinical_practice/links/5f855b9192851c14bcc39cc6/Radiology-in-the-physiotherapist-clinical-practice.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Thiago-Da-Silva-10/publication/341684451_Radiology_in_the_physiotherapist_clinical_practice/links/5f855b9192851c14bcc39cc6/Radiology-in-the-physiotherapist-clinical-practice.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Thiago-Da-Silva-10/publication/341684451_Radiology_in_the_physiotherapist_clinical_practice/links/5f855b9192851c14bcc39cc6/Radiology-in-the-physiotherapist-clinical-practice.pdf</p><p>https://www.scielo.br/j/rbti/a/qjxxZbFgW6qYrVPZsLJhPWC/</p><p>https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763</p>