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Prévia do material em texto

<p>Perfil bioquímico</p><p>das</p><p>enfermidades</p><p>ósseas</p><p>Profa. Dra. Enny Fernandes Silva</p><p>CONTEÚDO DA AULA</p><p>Metabolismo dos íons (cálcio e fósforo).</p><p>Hormônios de tireoide e paratireoide</p><p>Função, metabolismo e patologias associadas.</p><p>DOENÇAS RELACIONADAS COM OSSO</p><p>• OSTEOPOROSE</p><p>• OSTEOARTROSE (artrose)</p><p>• OSTEOMALÁCEA</p><p>• RAQUITISMO</p><p>• HIPERPARATIREOIDISMO</p><p>• DOENÇA DE PAGET (ossos são reabsorvidos e reconstruídos- remodelados-</p><p>partes de alguns ossos crescem mais espessas, porém mais fracas do que o</p><p>normal)</p><p>• TUMORES ÓSSEOS</p><p>• OSTEOGENESE IMPERFEITA</p><p>• DIAGNÓSTICO - PREVENÇÃO</p><p>• diagnóstico e acompanhamento de</p><p>patologias com importantes</p><p>repercussões ósseas</p><p>• Por marcadores sanguíneos</p><p>• Por densitometria óssea</p><p>• Fatores que indicam como está a</p><p>saúde óssea:</p><p>• níveis de vitamina D,</p><p>• cálcio,</p><p>• fósforo,</p><p>• hormônios,</p><p>• além de outras substâncias de</p><p>reabsorção e mineralização</p><p>• fatores que influenciam e favorecem o</p><p>desenvolvimento da osteoporose:</p><p>• menopausa,</p><p>• envelhecimento,</p><p>• tabagismo,</p><p>• consumo excessivo de álcool,</p><p>• hereditariedade,</p><p>• imobilização prolongada</p><p>• falta de ingestão adequada de cálcio.</p><p>• O tratamento precoce pode evitar fraturas,</p><p>dores ósseas e complicações da doença.</p><p>• tipos celulares no osso</p><p>• os osteoblastos e os osteoclastos, os</p><p>osteócitos(metabolicamente menos</p><p>ativos).</p><p>• os osteoblastos e osteoclastos</p><p>movem-se sobre a superfície, sendo</p><p>que os osteoblastos podem tornar-se</p><p>embebidos na matriz, dando origem</p><p>aos osteócitos</p><p>remodelação óssea: formação e a reabsorção ósseas.</p><p>Fatores que podem alterar o processo de remodelação (formação e</p><p>reabsorção):</p><p>idade,</p><p>doenças osteo-metabólicas,</p><p>mobilidade diminuída,</p><p>ação de algumas drogas, etc.,</p><p>• Os marcadores podem ser divididos em:</p><p>• marcadores de formação, que refletem a</p><p>atividade dos osteoblastos,</p><p>• marcadores de reabsorção, que refletem</p><p>a atividade dos osteoclastos.</p><p>OBS: fragmentos derivados da reabsorção</p><p>do colágeno (piridinolinas e os</p><p>telopeptídeos carboxi e amino terminais).</p><p>MARCADORES MARCADORES</p><p>DE FORMAÇÃO ÓSSEA DE REABSORÇÃO ÓSSEA</p><p>• Fosfatase Alcalina Óssea</p><p>• Osteocalcina</p><p>• Hidroxiprolina</p><p>• Interligadores do Colágeno</p><p>Matriz óssea</p><p>• Composta por:</p><p>• parte orgânica (35%, representa a flexibilidade do</p><p>osso)- colágeno</p><p>• parte inorgânica (65%, representa a rigidez e</p><p>resistência do osso), que formam cristais de</p><p>hidroxiapatita.</p><p>• fórmula molecular Ca10(PO4)6(OH)2</p><p>• Cerca de 99 % do elemento cálcio e 80% do</p><p>elemento fósforo encontrados em nosso</p><p>organismo se apresentam na forma desse mineral.</p><p>Cálcio</p><p>• FUNÇÃO: coagulação do sangue (é o IV fator de coagulação),</p><p>contração muscular, condução nervosa, permeabilidade capilar,</p><p>cofator enzimático, secreção do leite, osso, sinalizador celular</p><p>• Necessidades diárias: depende da idade</p><p>INTESTINO Ca2+</p><p>SANGUE</p><p>FÍGADO</p><p>OSSOS E DENTES</p><p>CELULAS -------LEC---- ---- RINS --- URINA</p><p>BILE</p><p>DIETA--- ---FEZES</p><p>VITAMINA D PARATORMÔNIO</p><p>calcitonina</p><p>↑ cálcio no sangue Calcitonina</p><p>Deposição de cálcio</p><p>nos ossos</p><p>↓ cálcio no sangueParatormônioRetirada de cálcio</p><p>dos ossos</p><p>absorção de Cálcio no duodeno e</p><p>Fósforo no jejuno/íleo</p><p>Absorção de Cálcio e Fósforo</p><p>Reabsorção de cálcio em</p><p>túbulo distal e de fósforo em</p><p>túbulo proximal</p><p>Necessidades diárias= 400UI/ dia</p><p>(ADULTOS-600-800)</p><p>Leite Humano= 15 a 80UI/ L</p><p>(Recomendável a suplementação</p><p>de Vitamina D no primeiro ano de</p><p>vida e......)</p><p>• Diuréticos (furosemida) – aumenta excreção renal;</p><p>• Glicocorticóides – diminui absorção intestinal;</p><p>• Bisfosfonados – diminuem reabsorção óssea (reduz a reabsorção</p><p>óssea- alendronato)</p><p>• Anticonvulsivantes (fenobarbital e hidantoína) – estimulam a</p><p>metabolização e eliminação da vitamina D</p><p>Dosagens de cálcio e fósforo séricos e</p><p>urinários</p><p>• dosagens em sangue total: coleta deve ser idealmente feita em</p><p>seringas com heparina especial</p><p>• dosagens séricas, o sangue deve ser colhido em tubo à vácuo, o soro</p><p>separado rapidamente e, se for estocado, deve-se minimizar contato</p><p>com ar, sendo que a amostra de soro deve ser congelada.</p><p>• O ideal é a realização imediata da dosagem</p><p>• Crianças apresentam valores mais altos que adultos e as faixas de</p><p>normalidade podem variar de acordo com a metodologia empregada.</p><p>Cálcio urinário</p><p>• pode ser expressa como valor absoluto de 24 horas</p><p>• a excreção de 24 horas reflete o equilíbrio entre a absorção do cálcio</p><p>da dieta e a perda ou ganho do esqueleto.</p><p>• calciúria em amostra isolada deve ser coletada pela manhã, após 12</p><p>horas de jejum, desprezando-se a primeira micção e coletando nova</p><p>amostra após 2 horas. (não é influenciada pela dieta).</p><p>• É a representação da perda óssea de cálcio.</p><p>FÓSFORO</p><p>• Existe na forma de fosfato</p><p>• Função: energia - ATP, fosfocreatina, ativação de substancias (glicose),</p><p>nucleotídeos, fosfolipideos</p><p>• Fosfatemia: 2-4 mg/100dL</p><p>• PTH inibe a reabsorção tubular do fosfato, aumentando a fosfatúria</p><p>• Retenção de fosfato e diminuição de cálcio – leva a tetania</p><p>• Excreção: via renal através da urina, sendo este processo regulado pelos</p><p>hormônios da paratireóide, pelas concentrações plasmáticas e também</p><p>pelo uso de diuréticos</p><p>• Deficiência: redução nos níveis de ATP, além de anormalidades musculares,</p><p>esqueléticas, hematológicas e renais</p><p>INTESTINO PO4--</p><p>SANGUE</p><p>FÍGADO</p><p>ÓRGÃOS</p><p>CELULAS -------LEC---- ---- RINS --- URINA</p><p>BILE</p><p>DIETA--- ---FEZES</p><p>PARATORMÔNIO</p><p>Fósforo sérico e urinário</p><p>• O fósforo circula em duas formas:</p><p>• orgânica, composta principalmente de fosfolípides</p><p>• inorgânica, que é a usualmente medida e que em adultos apresenta</p><p>uma concentração média de 4 mg/dL.</p><p>• Apresenta variação importante com refeição e ritmo circadiano,</p><p>portanto amostras devem ser coletadas de manhã e em jejum.</p><p>• ligado à idade do paciente</p><p>Eletrodo Íon Seletivo</p><p>O EIS é um transdutor capaz de responder a um determinado íon.</p><p>Ele consiste de uma membrana separando uma solução de referencia de uma solução a ser</p><p>analisada.</p><p>Eletrodos Íon Seletivo (gás)</p><p>• Sinais e sintomas: anorexia, polidipsia, poliúria, constipação,</p><p>irritabilidade, fadiga, déficit ponderal, náuseas, cefaléia e alterações do</p><p>humor e do comportamento.</p><p>• Litíase renal, nefrocalcinose e calcificações na pele, artérias,</p><p>subcutâneo, cérebro, miocárdio, mucosa gástrica, cristalino e</p><p>conjuntivas.</p><p>Causas: esporádicas (carcinoma paratireóide),causas genéticas</p><p>• Hipocalcemia aguda: aumento da</p><p>excitabilidade neuromuscular</p><p>• Adormecimento perioral e parestesias</p><p>de extremidades;</p><p>• Sinais de Trousseau e Chvostek;</p><p>• Tetania e Laringoespasmo;</p><p>• Crises convulsivas;</p><p>• Alterações Cardiovasculares:</p><p>hipotensão, bradicardia, arritmias,</p><p>redução da contratilidade miocárdica.</p><p>• Alterações Comportamentais:</p><p>irritabilidade, depressão e ansiedade.</p><p>• CRÔNICA- catarata, edema de papila, pele ressecada, queda</p><p>de cabelo e unhas quebradiças, alterações dentárias.</p><p>• RNs/ lactentes- cianose, tremores, vômitos, sucção débil,</p><p>irritabilidade, taquicardia, hipertonia e crises convulsivas.</p><p>• Causas: defeiro ou destruição das paratireóides (doença</p><p>auto-imune, ablação cirúrgica, etc...)</p><p>• Doença óssea ( mineralização);</p><p>• Raquitismo= diminuição da</p><p>mineralização da placa epifisária;</p><p>• Osteomalácia= Redução da</p><p>mineralização do osso trabecular e</p><p>cortical.</p><p>• Etiologia:</p><p>• Doenças genéticas envolvendo a</p><p>Vitamina D; Ingestão insuficiente de</p><p>Vitamina D, Síndrome de Má-</p><p>absorção; uso crônico de</p><p>glicocorticóides, anti-convulsivantes,</p><p>diuréticos, etc...</p><p>• Defeitos primários da mineralização</p><p>TIREÓIDE</p><p>• LOCALIZAÇÃO:</p><p>• A tireóide localiza-se na região do pescoço,</p><p>anteriormente à traqueia e logo abaixo da</p><p>laringe.</p><p>• Histologicamente é formada por uma grande</p><p>quantidade de folículos.</p><p>Tireóide</p><p>• triiodotironina (T3) e tiroxina (T4): aumentam a velocidade dos</p><p>processos de oxidação e de liberação de energia nas células do corpo,</p><p>elevando a taxa metabólica e a geração de calor.</p><p>• Estimulam a produção de RNA e a síntese de proteínas, estando</p><p>relacionados ao crescimento, maturação e desenvolvimento.</p><p>• Para fabricar esses hormônios, a tireóide utiliza o iodo, presente em</p><p>diversos alimentos, e o aminoácido tirosina.</p><p>• Calcitonina: participa do controle da concentração sanguínea de</p><p>cálcio, inibindo a remoção do cálcio dos ossos e a saída dele para o</p><p>plasma sanguíneo, estimulando sua incorporação pelos ossos.</p><p>• Atua diminuindo a quantidade do íon cálcio (Ca²+) do sangue e</p><p>aumentando a concentração deste íon nos ossos.</p><p>• Ação: Hipocalcemiante</p><p>PRODUÇÃO DOS HORMÔNIOS TIREOIDEANOS:</p><p>• 1) As células foliculares tireoideanas sintetizam a proteína: tireoglobulina e</p><p>é formada por uma cadeia de aminoácidos tirosina.</p><p>• 2) Para que se formem os hormônios tireoideanos também tem que ter a</p><p>captação de íon iodeto ( transporte ativo -bomba de iodeto), que bombeia</p><p>do exterior para o interior das células foliculares, armazenando uma</p><p>concentração cerca de 40 vezes maior no líquido intracelular.</p><p>• 3) Os íons iodetos devem ser transformados na forma elementar de iodo no</p><p>interior das células- utilizados na formação dos hormônios, pela ação da</p><p>peroxidase.</p><p>• 4) iodinase: cataliza a reação do iodo com os radicais tirosina das</p><p>tireoglobulinas</p><p>• 5) As moléculas de tireoglobulina, conforme vão sendo produzidas, vão</p><p>saindo da célula e armazenando-se no interior dos folículos, submersas</p><p>num líquido gelatinoso denominado colóide.</p><p>• os hormônios tireoideanos armazenam-se no interior dos folículos</p><p>tireoideanos na forma de tireoglobulina.</p><p>Os folículos são preenchidos por um</p><p>material amorfo - o coloide (A).</p><p>Células parafolículares (B), produtoras de</p><p>calcitonina, se situam entre folículos</p><p>6) 2 radicais tirosina, ligados entre sí, com 2 íons iodetos em</p><p>cada uma de suas moléculas, reagem-se entre sí formando uma</p><p>molécula de tiroxina (T4);</p><p>7) 2 radicais tirosina, ligados entre sí, sendo um com 2 íons</p><p>iodeto e outro com apenas 1 íon iodeto, reagem-se também</p><p>entre sí formando uma molécula de triiodotironina (T3).</p><p>Paratireóides</p><p>• quatro glândulas, localizadas na região posterior da tireóide.</p><p>• Secretam o paratormônio:</p><p>• Responsável pelo aumento do nível de cálcio (Ca²+) no sangue.</p><p>• Retira cálcio dos ossos, aumentando o nível deste íon na corrente sanguínea.</p><p>• Estimula a remoção de cálcio da matriz óssea (o qual passa para o plasma</p><p>sangüíneo), a absorção de cálcio dos alimentos pelo intestino e a reabsorção de</p><p>cálcio pelos túbulos renais, aumentando a concentração de cálcio no sangue.</p><p>Aumento da absorção de Ca++ e</p><p>Pi (ação conjunta com a vitamina</p><p>D)</p><p>Aumento da reabsorção de Ca++ e</p><p>redução da reabsorção de Pi</p><p> Fosfato aumenta PTH por ação direta (na</p><p>paratireóide) e indireta (pela redução da</p><p>calcemia</p><p>Doenças da Tireóide</p><p>hipertireoidismo e hipotireoidismo</p><p>Hipotireoidismo</p><p>• tireóide encontra-se hipoativa e a produção de hormônio tireoidiano é</p><p>baixa.</p><p>• O hipotireoidismo muito grave é denominado mixedema.</p><p>• Na tireoidite de Hashimoto, a causa mais comum de hipotireoidismo, a</p><p>tireóide freqüentemente encontra-se aumentada</p><p>• A segunda causa mais comum de hipotireoidismo é o tratamento do</p><p>hipertireoidismo.</p><p>• A causa mais freqüente de hipotireoidismo em muitos dos países</p><p>subdesenvolvidos é a carência crônica de iodo na dieta, a qual acarreta</p><p>aumento de tamanho da tireóide e redução de sua atividade</p><p>Sintomas do hipotireoidismo</p><p>• - Cansaço, apatia e desânimo;</p><p>- Hipersensibilidade ao frio;</p><p>- Falha na memória;</p><p>- Sono excessivo;</p><p>- Pele seca e queda de cabelos;</p><p>- Intestino preso;</p><p>- Perda de apetite;</p><p>- Ganho de peso e retenção de líquidos;</p><p>- Aumento de colesterol;</p><p>- Tornozelo inchado e dores musculares;</p><p>- Unhas quebradiças;</p><p>- Períodos menstruais irregulares;</p><p>- Diminuição do apetite sexual.</p><p>• -voz é rouca e a fala lenta</p><p>• as pálpebras caem e os olhos e a face tornam-se inchados.</p><p>• ganham peso e intolerância ao frio.</p><p>• cabelos escassos, grossos e ressecados e a pele torna-se</p><p>áspera, ressecada, descamativa e espessa.</p><p>• aspecto abatido e apático das pacientes.</p><p>Bócio</p><p>• termo usado para designar o crescimento anormal da tireóide.</p><p>• inchaço na região do pescoço.</p><p>• Uma das causas dessa hipertrofia é a falta de iodo na alimentação.</p><p>• O volume da tireóide aumenta para absorver o máximo possível de iodo e compensar a carência</p><p>deste elemento na dieta.</p><p>A incidência desse distúrbio é maior em regiões onde há deficiência de iodo no solo e na água, o</p><p>que geralmente ocorre em áreas afastadas do litoral.</p><p>• Atualmente há uma lei que torna obrigatória a adição de iodo ao sal de cozinha em todo o país.</p><p>Esta medida contribuiu para uma grande redução dos casos de bócio no Brasil, que, hoje em dia,</p><p>encontra-se dentro dos parâmetros estabelecidos como aceitáveis pela Organização Mundial da</p><p>Saúde (OMS).</p><p>Hipertireoidismo</p><p>• a tireóide encontra-se hiperativa (produz um excesso de hormônios)</p><p>• Causas: reações imunológicas, tireoidite (inflamação da tireóide), nódulos tireoidianos tóxicos</p><p>(adenomas), que são as áreas de crescimento tissular anormal no interior da tireóide</p><p>• O bócio multinodular tóxico (doença de Plummer): muitos nódulos</p><p>• as funções orgânicas aceleram: coração bate mais forte (palpitações). A pressão arterial pode</p><p>aumentar, sentem calor mesmo em um ambiente frio, pele pode tornar-se úmida, tremores nas</p><p>mãos, nervosismo, cansaço, fraqueza, maior apetite, dormem mal.</p><p>• Em indivíduos idosos: fracos, sonolentos, confusos, arritmias cardíacas (ritmos cardíacos</p><p>anormais), causar alterações dos olhos: edema em volta dos olhos, aumento da produção de</p><p>lágrimas, irritação e uma sensibilidade incomum à luz.</p><p>• O indivíduo parece olhar fixamente</p><p>• Dentre as principais complicações do hipertireoidismo estão as complicações cardíacas, incluindo</p><p>taquicardia, insuficiência cardíaca e arritmia. A crise de tireóide ou "tempestade" da tireóide é</p><p>uma exacerbação aguda dos sintomas do hipertireoidismo que podem ocorrer devido a infecções</p><p>ou estresse. Pode ocorrer ainda febre, diminuição do estado de alerta e dor abdominal,</p><p>necessitando nesses casos de hospitalização.</p><p>Doenças de Graves</p><p>• causa mais comum do hipertireoidismo, doença auto-imune</p><p>• Ou bócio difuso tóxico: causada por um anticorpo que estimula a tireóide a</p><p>produzir quantidades excessivas de hormônios tireoidianos.</p><p>• corpo passa a consumir mais oxigênio, os batimentos cardíacos aceleram, a</p><p>pressão sanguínea aumenta e os movimentos intestinais se tornam mais</p><p>freqüentes e intensos. Estas alterações produzem alguns dos sintomas do</p><p>hipertireoidismo: insônia, irritabilidade, agitação, tremores e diarréia.</p><p>• protuberância no pescoço (bócio)- tornar inchada- estimulada, exoftalmia (olhos</p><p>proeminentes), olhar fixo e outras alterações oculares do hipertireoidismo.</p><p>Cretinismo</p><p>• deficiência mental provocada por Hipotireoidismo</p><p>congênito.</p><p>• Durante o desenvolvimento do recem-nascido a</p><p>ausência da tiroxina, um dos hormônios da</p><p>tireóide, impede o amadurecimento cerebral</p><p>normal.</p><p>• defeito na formação da glândula ou deficiência</p><p>enzimática no processo de síntese do hormônio.</p><p>• incidência da doença é em torno de 1:3000</p><p>nascimentos.</p><p>• Identificação: teste do pezinho</p><p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiroxina</p><p>Tireoidite</p><p>• inflamação da tireóide</p><p>• Tireoidite de Hashimoto</p><p>• (tireoidite auto-imune) : anticorpos que atacam a tireóide.</p><p>• mais comum em mulheres</p><p>• aumento indolor da tireóide ou com uma sensação de plenitude no pescoço.</p><p>• Algumas vezes, ele palpa nódulos. A tireóide encontra- se hipoativa em aproximadamente 20%</p><p>dos indivíduos no momento do diagnóstico da tireoidite de Hashimoto. O restante apresenta uma</p><p>função tireoidiana normal.</p><p>• Não existe um tratamento específico disponível para a tireoidite de Hashimoto: terapia de</p><p>reposição hormonal pelo resto da vida.</p><p>• Diagnóstico Laboratorial:</p><p>• Os hormônios da tireóide são chamados T3total e t3 livre, RT3 (T3 Reverso) e</p><p>T4total e t4 livre. Tanto o T3 quanto o RT3 são derivados do T4, cuja conversão</p><p>acontece principalmente fora da tireoide.</p><p>• T3</p><p>reverso (rT3)- não tem atividade de hormônio tireoidiano; em vez disso,</p><p>bloqueia os receptores de hormônios da tireoide</p><p>• T4 livre e T3 livre (são os hormônios tireoidianos ativos): Quando o</p><p>hipertireoidismo se desenvolve, os níveis de T4 e T3 sobem acima dos valores</p><p>normais.</p><p>• Hipertireoidismo- grande quantidade de T4 livre e baixos níveis de TSH.</p><p>• Hipotireoidismo - níveis de TSH acima do normal, com T4 livre abaixo do</p><p>esperado para sexo e idade.</p><p>• Dosagem de anticorpos (doenças autoimunes)- anti-TPO, TRAb e anti-</p><p>tireoglobulina</p><p>• TSH (hormônio estimulante da tireóide): é um hormônio que regula a produção</p><p>dos hormônios tireoidianos (T3 e T4), quando a produção desses hormônios está</p><p>alta, o nível de TSH diminui, e quando está baixa, o nível de TSH aumenta para</p><p>estimular a produção dos hormônios tireoidianos.</p><p>Exames laboratoriais</p><p>• hormônio estimulante da tireóide no sangue - esse hormônio estimula a tireóide</p><p>• a concentração encontra-se alta quando a glândula está hipoativa (e,</p><p>conseqüentemente, necessita de uma maior estimulação) e baixa quando ela</p><p>está hiperativa (e, conseqüentemente, necessita de uma menor estimulação).</p><p>• a concentração de hormônio estimulante da tireóide isoladamente não reflete de</p><p>modo acurado a função da tireóide e o médico então mensura a concentração de</p><p>T4 livre.</p><p>Hiper e hipotiroidismo</p><p>Câncer de Tireóide</p><p>papilar, folicular, anaplásico ou medular.</p><p>• mais comum em indivíduos submetidos à radioterapia da</p><p>cabeça, do pescoço ou do tórax,</p><p>• o câncer normalmente produz pequenas tumorações</p><p>(nódulos) no interior da glândula.</p><p>• A maioria dos nódulos da tireóide não são cancerosos e os</p><p>cânceres de tireóide geralmente podem ser curados.</p><p>• Cintilografia da tireóide:</p><p>• revela que o nódulo não é funcionante, quando o nódulo é</p><p>sólido e não com conteúdo líquido (cístico), quando o</p><p>nódulo é duro ou quando ele cresce rapidamente.</p><p>• se o nódulo é funcionante, uma vez que um nódulo não</p><p>funcionante apresenta maior probabilidade de ser</p><p>canceroso do que um funcionante.</p><p>• coleta de uma amostra do nódulo através de uma punção</p><p>biópsia com agulha fina para exame microscópico, a melhor</p><p>maneira de se determinar se o nódulo é canceroso</p><p>• Câncer Papilar</p><p>• 60 a 70% de todos os cânceres de tireóide.</p><p>• mulheres apresentam o câncer papilar duas a três vezes mais que os homens.</p><p>• mais comum nos indivíduos jovens, mas cresce e dissemina mais rapidamente nos indivíduos idosos.</p><p>• Quando um nódulo é maior, é realizada a remoção da maior parte ou de toda a glândula e o iodo radioativo</p><p>é freqüentemente administrado na esperança de que qualquer tecido tireoidiano ou câncer remanescente</p><p>que disseminou além da tireóide capte essa substância e seja destruído.</p><p>• O câncer papilar é quase sempre curado.</p><p>• Câncer Folicular</p><p>• 15% de todos os cânceres de tireóide e é mais comum entre os indivíduos idosos.</p><p>• Muito mais agressivo que o câncer papilar, o câncer folicular tende a propagar-se através da corrente</p><p>sangüínea, disseminando células cancerosas a várias partes do corpo (metástases).</p><p>• Câncer Amaplásico</p><p>• menos de 10% dos cânceres de tireóide e ocorre mais comumente em mulheres idosas.</p><p>• Ele cresce muito rapidamente e, normalmente, produz um grande tumor no pescoço. Aproximadamente</p><p>80% dos indivíduos com câncer anaplásico morrem em um ano.</p><p>• Câncer Medular</p><p>• Produção de quantidades excessivas de calcitonina, um hormônio produzido por certas células tireoidianas.</p><p>• tende a disseminar (produzir metástases) através do sistema linfático até os linfonodos e através do sangue</p><p>até o fígado, os pulmões e os ossos.</p><p>• O tratamento exige a remoção total da tireóide.</p><p>ultrassonografia.</p><p>• utiliza ondas sonoras para determinar se o tumor é sólido ou se o seu conteúdo é líquido.</p><p>• utiliza o iodo ou o tecnécio radioativo e um dispositivo para produzir uma imagem da glândula que revelará qualquer</p><p>alteração física.</p><p>• A cintilografia da tireóide também pode auxiliar o médico a determinar se a função de uma área encontra-se normal,</p><p>hiperativa ou hipoativa em comparação com o restante da glândula.</p><p>• Em raras ocasiões: testes de estimulação funcional podem ser solicitados.</p><p>Osteoporose</p><p>• radiografia convencional tem um papel</p><p>fundamental na avaliação da osteoporose, como</p><p>método complementar à densitometria óssea.</p><p>• O exame de referência hoje é a densitometria</p><p>óssea:</p><p>• • Densitometria óssea: Simples e indolor, é</p><p>realizada com o auxílio de um computador. Permite</p><p>quantificar a perda de massa óssea e determinar</p><p>os riscos de fratura nos ossos comprometidos.</p><p>• • Ultrassonometria: Exame rápido, feito no</p><p>calcanhar. Não tem a precisão da densitometria.</p><p>• • Marcadores sangüíneos: Indicam o índice de</p><p>reabsorção e de formação de osso.</p><p>• • Raios X: Para os pacientes que já perderam mais</p><p>de 30% da massa óssea</p><p>• Resultados</p><p>• • Normal: até 10% de perda de massa óssea em</p><p>relação ao osso saudável</p><p>• • Osteopenia: entre 10% e 25% de perda de massa</p><p>óssea (termo radiológico utilizado para a redução</p><p>na textura óssea ).</p><p>• • Osteoporose: mais de 25% de perda de massa</p><p>óssea</p><p>Diante de qualquer problema que lhe pareça sem solução,</p><p>tome uma atitude inteligente, a seu favor:</p><p>Respire...fim</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2: CONTEÚDO DA AULA</p><p>Slide 3: DOENÇAS RELACIONADAS COM OSSO</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8: MARCADORES MARCADORES DE FORMAÇÃO ÓSSEA DE REABSORÇÃO ÓSSEA</p><p>Slide 9: Matriz óssea</p><p>Slide 10: Cálcio</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14: Alimentos Ricos em Vitamina D</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16: Dosagens de cálcio e fósforo séricos e urinários</p><p>Slide 17: Cálcio urinário</p><p>Slide 18: FÓSFORO</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20: Fósforo sérico e urinário</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25: Hipocalcemia- Sinais e Sintomas</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27: Raquitismo e Osteomalácia</p><p>Slide 28: TIREÓIDE</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30: Tireóide</p><p>Slide 31: PRODUÇÃO DOS HORMÔNIOS TIREOIDEANOS:</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33: Paratireóides</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36: Doenças da Tireóide hipertireoidismo e hipotireoidismo</p><p>Slide 37: Hipotireoidismo</p><p>Slide 38: Sintomas do hipotireoidismo</p><p>Slide 39: Bócio</p><p>Slide 40: Hipertireoidismo</p><p>Slide 41: Doenças de Graves</p><p>Slide 42: Cretinismo</p><p>Slide 43: Tireoidite</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45: Exames laboratoriais</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47: Câncer de Tireóide</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49: ultrassonografia.</p><p>Slide 50: Osteoporose</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52: Diante de qualquer problema que lhe pareça sem solução, tome uma atitude inteligente, a seu favor: Respire...</p>

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