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<p>Mary Wigman</p><p>Nome:Júlia Bonatto Batisti 92</p><p>SUA História i</p><p>Nome Completo: Karoline Sophie Marie Wiegmann</p><p>Nascimento/Falecimento: 13 de novembro de 1886, Hanover, Alemanha / 18 de setembro de 1973, Berlim, Alemanha.</p><p>Pioneira da Dança Expressionista: Introduziu a dança expressionista e dança terapia, conhecida por dançar sem sapatilhas de ponta</p><p>Início Tardio na Dança: Inspirada por Êmile Jaques Dalcroze e Grete Wiesenthal</p><p>Treinamento: Estudou ginástica rítmica com Dalcroze, treinou com Rudolf von Laban</p><p>Fundação da Escola: Criou a Dresden Central School (Mary Wigman-Schule) em 1920-1921</p><p>Influência: Professora de muitos dançarinos notáveis</p><p>Turnê e Escola nos EUA: Percorreu os Estados Unidos em 1930, escola fundada por seus discípulos em Nova Iorque em 1931</p><p>Segunda Guerra Mundial: Escola operou sob o regime nazista, demitiu bailarinos judeus</p><p>Obras Marcantes: Primeira produção "Hexentanz" em 1913</p><p>Ensino Pós-Guerra: Lecionou em Leipzig e depois em Berlim Ocidental até 1973</p><p>Biografia ii</p><p>Karoline Sophie Marie Wigmann, ou simplesmente Mary Wigman (1886-1973), alemã nascida em Hannover, foi bailarina, coreógrafa e professora de dança, considerada uma das principais representantes da corrente expressionista, partidária da dança livre. Começou estudando na Escola de Ginástica Ritmica em Helleran, em 1913, passou a estudar Dança na Monte Veritá com Rudolf von Laban. Discípula e colaboradora de Laban, em 1920 fundou sua primeira escola, a Dresden Central School e, em 1949, inaugurou outra em Berlim Ocidental. Crítica da técnica do balé clássico por seus movimentos padronizados, Wigman considerava que o mais importante eram as emoções do bailarino, desenvolveu sua própria dança que ficou conhecida como Ausdrucktanz (literalmente, a dança da expressão). Os movimentos livres e improvisados transformavam-se em séries rítmicas e expressivas, acompanhadas em geral apenas de um instrumento de percussão.</p><p>“Quem foi o louco que afirmou que a dança depende da música.”</p><p>Mary Wigman</p><p>Em busca de uma “arte alemã pura e essencial”, Wigman faz a coreografia de uma época sofrida, quando a Alemanha, recém saída de uma guerra, encaminha-se para outra, motiva-se pelo grotesco e pelo demoníaco, explorando estados emocionais expressos em movimentos abstratos que usavam o corpo inteiro dos intérpretes. Como pedagoga Wigman não tratava seu trabalho como aula, mas como práticas de dança. Ela introduziu uma qualidade emocional ao seu movimento e encorajou seus alunos a encontrarem sua própria individualidade, não copiando, mas sentindo o movimento. Sua dança culminava num improviso do grupo, seus movimentos vinham diretamente da respiração. De 1921 a 1923, Wigman e sua companhia atuaram por todo o mundo, exercendo influência decisiva na dança moderna americana. Entre seus trabalhos mais conhecidos temos ”Summeer Dance”, “Dream Image”, “Witch Dance” e “Cycles”. Sua última coreografia, feita aos 56 anos, é o que Wigman chamou de “Agradecimentos e Despedida”, um pequeno poema lírico composto pela própria dançarina. Mary ensinou na Escola de Dresden de 1920 a 1942, e organizou um currículo que contemplava disciplinas como Pedagogia do Movimento, Terapia da Dança e Dança-Teatro. Publicou, entre outras obras, A Linguagem da Dança (1963).</p><p>Dança expressionista i</p><p>Dança Expressionista Alemã do início do século XX. Esse tipo de dança buscava novas formas de expressão baseadas na liberdade dos gestos corporais, livres de métricas e ritmos. A maior relevância está na auto expressão do interior do artista e sua relação com o espaço, libertando-o de suas repressões, inclusive não evitando mostrar o lado mais sombrio do indivíduo. Assim foi criada a “Mecânica Artística para Dança Expressionista”.</p><p>O Método da Mecânica Artística se baseia em uma relação profunda entre a música, o sentimento e o corpo, cujo foco é libertar o aluno do ato de "reproduzir" uma coreografia, técnica de dança e movimentos pré-definidos, e educá-lo no sentido de se conectar a si mesmo através da música para sentir-se e expressar-se através do movimento, usando o corpo como a própria linguagem humana.</p><p>A técnica não permite ao coreógrafo criar os movimentos, pois o objetivo é, exatamente, provocar um movimento livre do bailarino a partir de seu próprio sentimento e não do sentimento do coreógrafo. O resultado é sempre cada membro do grupo, ao mesmo tempo, mostrar movimentos diferentes, em tempos e ritmos diferentes.</p><p>Dança expressionista ii</p><p>O expressionismo na pintura se definiu como uma arte antiburguesa, popular e mística, em que o psiquismo ocupa o lugar do racionalismo. Esse movimento contaminou as vanguardas artísticas na Alemanha nos anos que precederam a 1ª Grande Guerra Mundial.</p><p>O expressionismo compreendia a arte como uma necessidade interior, distanciando-se das restrições das tradições artísticas.</p><p>No contexto cultural da virada do século XIX, a nova arte da dança que ganhou visibilidade na Alemanha, trouxe pesquisas independentes e sem vínculos com regras e tradições, afirmando-se como uma arte autônoma, sobretudo como expressão de uma “necessidade interior” (conceito formulado por Wassily Kandinsky).</p><p>A intenção da dança expressionista era a de revelar o invisível e romper com a função de imitação tradicional exigida. As novas ideias buscavam um estilo original, com a finalidade de aproximar-se do essencial da existência humana.</p><p>A dança era até então limitada pela imposição do uso de movimentos mediados pelo vocabulário fixo da técnica do balé. Mas Rudolph Laban (eslovênio: 1879 -1958) e Mary Wigman (alemã: 1886 - 1973) foram os dois pioneiros da Dança Moderna europeia e compartilharam o espírito inovador das correntes artísticas expressionistas.</p><p>Laban apropriou-se do conceito da “necessidade interior” para entender as variações nas qualidades do movimento, utilizando a modulação do gesto pela intenção do dançarino. A ligação entre as idéias de Laban e o conceito da “necessidade interior” permitiu que ele e outros criadores da dança pudessem demonstrar o movimento como “o meio fundamental pelo qual a dança existe e pode ser reconhecida como tal”.</p><p>Referências bibliográficas</p><p>https://doity.com.br/danca-expressionista#:~:text=Esse%20tipo%20de%20dan%C3%A7a%20buscava,lado%20mais%20sombrio%20do%20indiv%C3%ADduo.</p><p>https://danceeaprenda.blogspot.com/2011/03/danca-moderna-mary-wigman.html</p><p>https://spcd.com.br/verbete/mary-wigman/</p><p>https://spcd.com.br/verbete/danca-expressionista/</p><p>Vídeo da sua primeira produção chamada “hexentanz”.</p><p>https://youtu.be/AtLSSuFlJ5c?si=VxBH08jIHsPblOKh</p><p>Obrigada pela atenção</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_9d6053 {</p><p>fill:#9D6053;</p><p>}</p><p>image7.png</p><p>image8.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_968274 {</p><p>fill:#968274;</p><p>}</p><p>image9.png</p><p>image10.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_878079 {</p><p>fill:#878079;</p><p>}</p><p>image11.png</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image12.png</p>