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<p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>CURSO: ENFERMAGEM</p><p>DISCIPLINA: AVALIAÇÃO CLINICA E PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM</p><p>NOME DA ALUNA: ALEXSANDRA DA COSTA NASCIMENTO</p><p>R.A: 2327929 POLO: ADRIANOPOLIS</p><p>POLO DE PRÁTICA: UNIP CAMPO</p><p>DATA: 17/02/2024</p><p>TITULO DO ROTEIRO: AVALIAÇÃO CLINICA E PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM</p><p>NOME DO (A) DOCENTE: PRISCA DARA LUMIERES P. COELHO</p><p>Manaus 25 de maio de 2024</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O presente relatório tem por objetivo abordar as aulas práticas como as lavagens das mãos, técnicas de calçar as luvas estéril, sinais vitais, dados antropométricos – adulto avaliação neurológica, avaliação da cabeça e pescoço, avaliação cardiocirculatório, avaliação respiratória, avaliação abdominal, exame clinico das mamas, exame clinico dos órgãos genitais externo feminino, exame clinico dos órgãos externo genitais masculino, e avaliação do sistema urinário.</p><p>O objetivo e reconhecer o material a ser utilizado em cada procedimento, indicação, procedimento gerais de cada avaliação clínica e o exame físico no paciente.</p><p>Aprendi que o enfermeiro tem um papel fundamental, na vida do paciente e suas famílias, pois é necessário o conhecimento de cada avaliação clínica.</p><p>Considerando tal matéria e tais aula de extrema importância pois através das tais foi possível obter conhecimento valioso sobre um dos papeis fundamentais e intrasferível do enfermeiro que se trata da avaliação clínica do paciente como um todo, podendo assim identificar problemas e planejar ações para uma assistência de enfermeiro acertiva.</p><p>Ao decorrer das aulas, sendo uma aula pratica realizada no laboratório da sede da Universidade UNIP, foi uma aula com bastante informação amplo conhecimento que colocarei em pratica em toda minha vida. No geral estou muito satisfeita com o conhecimento adquirido.</p><p>RESULTADOS E DISCUSSÃO</p><p>A aula prática foi desenvolvida na UNIP, na cidade de Manaus, sobe à orientação da Enf. Prisca Dara Lumieres, com o objetivo de aprender e conciliar a teoria e pratica. Visando na pratica o crescimento intelectual de cada acadêmico de Enfermagem, mostrando como devemos fazer na pratica. Neste roteiro os assuntos abordados foram divididos em (12) aulas. Foi possível abordar todas as estruturas contidas no roteiro pré-existente das disciplinas de Propedêutica e o Processo de Cuidar da Saúde.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO:1</p><p>TÍTULO DA AULA: Lavar as mãos / Técnica de Calçar as Luvas.</p><p>Nessa aula estudamos a higienização antes de qualquer procedimento e as técnicas de calçar as luvas. Algumas técnicas foram feitas na sala de laboratório.</p><p>Primeiro passo molhar as mãos, colocar sabonete na palma da mão e ensaboar a palam da mão uma na outra, segundo passo esfregar a mão dentro do dorso da mão esquerda intercalando entre os dedos e vice e versa, terceiro passo entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais, quarto passo esfregar o dorso dos dedos, quinto passo esfregar o polegar com o auxílio da mão direita, sexto passo friccionar as polpas digitais e unhas, diretamente na palma da mão.</p><p>5 Momentos para a higienização das mãos:</p><p>1- Antes do contato com paciente.</p><p>2- Antes de realizar qualquer procedimento.</p><p>3- Após risco de exposição de fluidos corporais.</p><p>4- Após o contato com o paciente.</p><p>5- Após contato com as áreas próximas ao paciente.</p><p>Essa e a forma correta para fazer a higienização das mãos.</p><p>Tivemos essa experiência dentro do laboratório, onde calçamos as luvas, e passamos a tinta guache como se fosse sabonete, e vimos que precisamos melhorar nossa higienização, o tempo para ter uma boa higienização, o tempo e entre 40 a 60 segundos.</p><p>CALÇAR AS LUVAS ESTÉREIS:</p><p>Na aula a professora nos ensina a calçar as luvas estéreis. Logo após a higienização.</p><p>Temos que ter muito cuidado ao calçar a luva estéreis, e após calçadas não podemos ter contato com mais nada.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 2</p><p>TÍTULO DA AULA: SINAIS VITAIS</p><p>Os sinais vitais são importantes, para a função corporal, ou seja, para verificar o funcionamento e as alterações. Temperatura, pulso e frequência cardíaca, respiração, pressão arterial e dor. Além dos sinais, verificamos valores de referências (temperatura).</p><p>Aprendemos na aula as siglas dos sinais vitais (SSVV).</p><p>1- Temperatura (T)</p><p>2- Pulso e frequência cardíaca (FC)</p><p>3- Respiração (FR)</p><p>4- Pressão Arterial (PA)</p><p>5- Dor</p><p>Aprendemos também os locais para verificação dos sinais vitais: artéria temporal, artéria carotídea, artéria braquial, artéria radial, artéria femoral, artéria poplíteo, artéria pediosa, artéria marola (face externa), artéria tíbia (face interna).</p><p>Frequência cardíaca (pulso apical), a frequência cardíaca de uma pessoa varia ao longo de um mesmo dia, em virtudes de diversos fatores, como alimentação, sono, medicamentos, atividades físicas ou mental.</p><p>Os batimentos normal e de 50 a 90 batimentos por minuto (bpm).</p><p>Pressão arterial:</p><p>Hipertensão</p><p>PA Sistólica PA Diastólica</p><p>Normal 120 80</p><p>Pré-Hipertensão 121-139 81-89</p><p>Hipertensão estagio 1 140-159 90-99</p><p>Hipertensão estagio 2 160-179 100-109</p><p>Normotenso /Hipertenso/Hipotenso</p><p>Em práticas aprendemos aferir a temperatura, aferia a pressão arterial.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 3</p><p>TÍTULO DA AULA: Dados Antropométricos – Adulto.</p><p>Peso e Altura</p><p>A mensuração do peso e altura pode ser realizada antes ou durante as consultas eletivas e não realizada como rotina em todas as unidades de interação.</p><p>As medidas antropométricas a serem apresentada são: peso, estatura. Circunferências e dobras cutâneas.</p><p>Na aula aprendemos a fazer o calcular da massa corpórea</p><p>Índice de Massa Corpórea (IMC).</p><p>Exemplo:</p><p>= = = 20,76 Kg/</p><p>AULA:1</p><p>ROTEIRO:4</p><p>TÍTULO DA AULA: AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA</p><p>A avaliação neurológica clínica, não invasiva, que busca identificar e dimensionar transtornos que afetam o sistema neurológico. Ela e composta por uma série de teste físicos que analisam a função e a estruturas responsáveis pelo funcionamento do corpo humano.</p><p>A avaliação neurológica ela trata-se de uma avaliação resumida das funções psíquicas e que analise orientações alopsíquica e linguagem.</p><p>Além dessas avaliações, aprendi que tem o nível de consciência, como:</p><p>Escala de Coma de Glasgow (Rotina do Enfermeiro).</p><p>Seja o paciente internado, na unidade básica, seja no ambulatório, no enfermeiro temos que ficar atentos a essas avaliações neurológicas, tem que observar os seguintes itens, dentro da Escala de Coma de Glasgow.</p><p>- Abertura ocular: quanto maior a pontuação, melhor o estado de nível ou de consciência, a partir de 7 para baixo a pontuação, e preciso internar o paciente (intubação), caso o paciente estiver de olhos abertos a pontuação é 4, caso chame pelo nome e abri os olhos são 3 pontos, caso ele não abra os olhos, devemos estimular no dedo, sendo uma estimulação mais dolorosa, e ele não abra olho o nível de consciência é 2.</p><p>-Resposta verbal: já na resposta verbal, devemos perguntar seu nome, idade, seu endereço, caso esteja tudo certinho a avaliação e 5 pontos. Caso o paciente não consiga responder as perguntas e as respostas não estão adequados, aí diminui a pontuação para 3. E quando ele faz gemidos ou sons, 2 pontos, ausência de resposta, não responde nada 1 pontos.</p><p>-Resposta motora: na resposta motora, quando o paciente obedece ao comando e força a pontuação e 6, quando localiza e retira o estímulo, e levanta a mão a pontuação e 5.</p><p>Característica da Resposta ou Flexão:</p><p>Flexão Normal (4 pontos)</p><p>Flexão Anormal (3 pontos)</p><p>Flexão Extensão (2 pontos)</p><p>Flexão Ausente (1 ponto)</p><p>-Resposta Pupilar (essa resposta pupilar foi atualizada em 2018). Na avaliação pupilar, existem 3 procedimentos: Critério, Classificação, Pontuação.</p><p>Critério</p><p>Classificação</p><p>Pontuação</p><p>Nenhuma Pupilar reage ao estimulo</p><p>Inexistente</p><p>2</p><p>Apenas uma pupila reage ao estimulo</p><p>Parcial</p><p>1</p><p>As duas pupilas reagem ao estimulo</p><p>Completa</p><p>0</p><p>Para fazer a avaliação pupilar, precisamos avaliar</p><p>o ambiente, pedi para o paciente abrir e fechar os olhos, e depois fechar bem os olhos, e pedi para ele abrir os olhos, e depois focar a lanterna dentro dos olhos, e verificar a contração das pupilas. A variação e de 1 a 9 mm das pupilas, variação normal. Há dois tipos de alteração.</p><p>Midríase, quando a pupila fica dilatada, ou seja, muito grande.</p><p>Miose é quando a pupila e muito pequena e contraída.</p><p>Aprendi que tem todo passo a passo, para avaliar uma pupila.</p><p>· Ambiente bem claro.</p><p>· Pedi para o paciente fechar bom os olhos.</p><p>· Lanterna no olho lateral do rosto.</p><p>· Pedi para o paciente abris os olhos e focar a luz na pupila.</p><p>Durante a avaliação é fundamental comparar uma pupilar da outra, demos avaliar;</p><p>· Diâmetro (midiase, miose).</p><p>· Simetria (Isocóricas, anisocóricas).</p><p>· Formato (mais redonda ou mais ovoide).</p><p>· Reação a luz (seta reagente ou não).</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 5</p><p>TÍTULO DA AULA: AVALIAÇÃO CABEÇA E PESCOÇO</p><p>O objetivo da avaliação dos órgãos, os quais são de importância para o indivíduo proteger-se das ameaças externas mediante da visão, audição, olfato e paladar.</p><p>Cabeça (Céfalo-Caudal): precisamos observar a posição da cabeça ideal como: se ela está Ereta, Equilíbrio, sem movimento anormal. Atentar a má postura, tiques, inflamação das meninges.</p><p>Crânio: Precisamos avaliar também o tamanho do crânio (microcefalia, macrocefalia), couro cabeludo, higiene (distribuição de cabelo), quantidade de cabelo, coloração do cabelo, alopecia, descamação a seborreia a parasitose, lesões localizadas, saliência (abaulamento), cistos sebáceos, tumores ósseos, hematomas, depressão. Devemos nos atentar nessa avaliação, quando se trato do crânio.</p><p>Face: devemos avalia a coloração, palidez, icterícia (quando o paciente está bem amarelado), cianose (por exemplo roxo nos lábios), manchas localizadas.</p><p>Fácies: edema periorbicular bilateral (renal), ao redor dos olhos fica inchado, cushiingoide (hiperfunção suprarrenal), acromegalia (hiperfunção hipófise), etílica</p><p>Olhos: nos olhos devemos avaliar: Pálpebras (abertura e fechamento). Nos olhos conseguimos avaliar a parte branca é esclerótica, e a parte da lateral dos olhos é a conjuntiva, e a camada transparente que tem nos olhos ou pupila é a córnea.</p><p>Devemos avaliar Córnea, Esclerótica, Conjuntiva.</p><p>NARIZ: devemos avaliar forma e tamanho (traumatismo, tumores, doenças endócrinas –sangue pelo nariz).</p><p>Devemos realizar o exame endonasal e verificar (pelos epistaxe, secreção mucopurulenta, crostas, septo nasal).</p><p>Ouvido: Pavilhão auricular (ouvido interno), devemos avaliar:</p><p>· Forma e tamanho</p><p>· Deformidade congênita</p><p>· Deformidade adquiridas</p><p>· Nódulo (tumores) hematoma</p><p>Conduta auditiva externo (otarragia – sangue pelo nariz, otarreia – secreção) realizar com um auxílio de um especulo ou otoscópio.</p><p>Boca: avaliamos (boca, dente, língua, e as tonsilas palatinas, lábios, deformação congênita, fissura, lábios), devemos avaliar cada um deles observar as deformações congênitas.</p><p>Pescoço: avaliar a posição (vertical, mobilidade, inclinação, rigidez de nuca). Além de avaliar a posição, precisamos fazer a Inspeção, Palpação, avaliação Jugular, avaliação da Carótida inspeção, palpação.</p><p>Barros, Alba Lúcia Botttura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 6</p><p>TÍTULO DA AULA: AVALIAÇÃO CARDIOCIRCULATÓRIA</p><p>Os aspectos do exame físico geral pertinentes ao aparelho cardiovascular (alterações da coloração da pele e mucosa, edema, perfusão periférica), exame dos pulsos arteriais e venoso jugular, tomada de pressão arterial, inspeção, palpação e ausculta do precórdio.</p><p>Os sinais mais comuns clinico que se manifestam são: dispneia, fadiga, precordialgia, desconforto no peito, desmaio, edemas, variações na PA e FC, diurese, cianose, alterações periféricas.</p><p>Ausculta cardíaca: a ausculta do coração requer audição excelente e habilidade para distinguir diferenças sutis de tonalidade e relação temporal. Os profissionais da saúde com comprometimento da audição podem utilizar estetoscópios com amplificadores. Os sons agudos são mais bem auscultados com o estetoscópio. Os sons graves são mais bem auscultados com o sino. Deve-se exercer bem pouca pressão ao utilizar o sino. A pressão excessiva converte a pele subjacente em um diafragma e elimina os sons com tonalidade muito baixa.</p><p>Nesse aproveitamento de identificar os sons na ausculta:</p><p>· Primeiro barulhinho (primeira bulha B1)</p><p>· Tum, (significa fechamento das válvulas mitral e tricúspide AV átrio ventricular tum (início da pulsação)</p><p>· Segunda bulha (B).</p><p>· TA fechamento aórticas pulmonares (diástole) início da diástole.</p><p>Não basta só realizar a ausculta e sim, conhecer os pontos cardíacos, eles são:</p><p>Aórtico: 2 espaços intercostal à direita (paralelo ao externo).</p><p>Pulmonar: 2 espaços intercostal à esquerda. (Paralelo ao externo).</p><p>Mitral: 5 espaços intercostal esquerda (linha hemiclavicular esquerda).</p><p>Tricúspide: base do apêndice tifoide (ligeiramente para esquerda).</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 7</p><p>TÍTULO DA AULA: AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA.</p><p>A avaliação respiratória é um conjunto de procedimento realizado para verificar a condição do aparelho respiratório. Elas são avaliadas por meio de técnicas.</p><p>4 técnicas propedêutica exame físico.</p><p>· Inspeção: olhar a respiração (uma inspeção geral, verificar formato, cicatriz, coloração, e qual presença de massa e nódulos).</p><p>· Palpação: identificação de aras sensíveis, massas torácicas, desvio traqueias, expansibilidade e simetria, espalmar as mãos sobre o tórax do paciente (encosta os dedos polegares).</p><p>· Percussão: na percussão aprendemos algumas técnicas indireta, como:</p><p>Posicionar a polpa digital do dedo indicador e médio (ou apenas um deles), no espaço intercostal da região que será avaliada.</p><p>Com a mão dominante realizar o movimento e, “martelo”, não esqueça, movimentar o punho para proferir o golpe.</p><p>Regiões anterior do tórax (5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente).</p><p>Região posterior do Tórax 99 pontos, do ápice para a base, bilateralmente, comparando a região correspondente).</p><p>Som característico.</p><p>Claro pulmonar: são sons que indicam alterações (maciço, submaciço, hipersonoridade, timpânico).</p><p>Ausculta; ela e realizada através do estereoscópio, através de alguns pontos nas regiões do tórax e som característico e sons normais.</p><p>Murmúrio vesicular (MV), pulmões normais, o som e normal, e murmúrio vesicular é característico de paciente com derrame pleural.</p><p>Sons que indicam alterações:</p><p>· Creptaçoes /estertores (uma alteração de estertores e as roças do cabelo) bem característico de pneumonia.</p><p>· Roncos (sons para um ronco, pulmões encharcados de secreção)</p><p>· Sibilos (miado de gato) asma.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 8</p><p>TÍTULO DA AULA: AVALIAÇÃO ABDOMINAL</p><p>O exame abdominal é um componente de exame físico que avalia o abdômen à procura de sinais de doenças. Este consiste na inspeção, auscultação, percussão e palpação.</p><p>Divisão em QUADRANTES:</p><p>Delimitação de quadrantes:</p><p>· Uma linha horizontal e uma vertical que cruzam particularmente na cicatriz umbilical.</p><p>Divisão em Quadrantes:</p><p>· Quadrantes superior direito e esquerdo.</p><p>· Quadrantes inferior direito e esquerdo.</p><p>Também temos a divisão em Regiões:</p><p>Delimitação das regiões:</p><p>· Uma linha horizontal superior unindo os pontos da reborda costal por onde passam as linhas hemiclaviculares direita e esquerda.</p><p>· Uma linha horizontal inferior unindo os pontos elevados das cristas ilíacas direita e esquerda.</p><p>· Duas linhas de cada lado, ligando o ponto em que a linha hemiclavicular cruza o rebordo costal á região púbica.</p><p>Já na ausculta utilizar o estetoscópio (inicia pelo quadrante direito e dar continuidade considerando o sentido horário).</p><p>- Quadrante inferior direito.</p><p>- Quadrante superior direito.</p><p>- Quadrante superior esquerdo.</p><p>- Quadrante inferior esquerdo.</p><p>Aprendemos a fazer na técnica a ausculta, e que cada quadrante o tempo e de 2 a 5 minuto, na ausculta abdominal.</p><p>Inspeção; já na inspeção devemos avaliar as características da pele com (integridade, presença de cicatrizes e manchas, trajetos venosos dilatados ou estrias). Antigas: clara e</p><p>brilhante/recentes: róseas ou azuladas. Verificamos também a Forma (pendular, em avental, e escavado, tabua, presença de massa, herniações e visceromegalias</p><p>Barros, Alba Lúcia Botttura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 9</p><p>TÍTULO DA AULA: EXAME CLINICO DAS MAMAS</p><p>No exame clínica da mama, existe umas técnicas propedêuticas.</p><p>· Inspeção estática (observação) a mulher deve ficar em pé olhando para frente, e braços para baixo.</p><p>· Inspeção Dinâmica (movimento levanta os braços acima da cabeça).</p><p>· Palpação (pode ser feito em pé, elevando as mãos a nuca).</p><p>· Descarga papilar (é a procura de secreção).</p><p>Avaliar presenças de linfonodos comprometidos na região axilar, supra e intraclaviculares.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 10</p><p>TÍTULO DA AULA: EXAME CLINICO DOS ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS FEMENINOS</p><p>Os órgãos genitais femininos extaremos são compostos por (pelos pubiano, lábios maiores, abertura genital, lábios menores)</p><p>O Exame feminino eles são feitos através de:</p><p>1- Inspeção estática, que avalia toda a anatomia, de todo o órgão genital (higiene, presença de laceração e ulceração). Aumento das glândulas do Bartholin e das glândulas de Skene, secreção vaginal (corrimento ou leucorreira), varizes, vesículas, coloração e implementação dos pelos.</p><p>2- Inspeção dinâmica, avalia a anatomia interna como:</p><p>· Uretra vai para bexiga.</p><p>· Vagina para o útero.</p><p>· Especulo para avaliar a parte interna (ou seja, o Papanicolau).</p><p>· Prolapso uterino (Cistocele e Retocele) e quando visualiza o útero direto. Cistocele é o prolapso da bexiga, Retocele é o prolapso da parede vaginal posterior.</p><p>Palpação: auxiliar para a inspeção, compressão de glândulas.</p><p>Temos que fazer também o exame clinico dos órgãos genitais internos. Exame especular.</p><p>Avaliar a parede da vagina (elasticidade), aspecto e coloração do colo do útero, presença de secreção anormal ou friabilidade cervical, presença de lesões vegetantes ou ulceradas.</p><p>Barros, Alba Lúcia Botttura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico.</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 11</p><p>TÍTULO DA AULA: EXAME CLINICO DOS ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS MASCULINOS</p><p>Para o exame clinico do órgão genital masculino temos:</p><p>Inspeção: distribuição dos pelos, tamanho e o formato do pênis (expor a glande e observar o tamanho do prepúcio), secreção, lesão e inflamação da glande.</p><p>Meato Uretral: desvio e presença de secreção.</p><p>Palpação: observar lesões ou ulceração.</p><p>Escroto e Virilha:</p><p>Na inspeção verificamos edema, zonas de despigmentação, lesões ou cisto.</p><p>Na palpação, observar nódulo ou massas tumorais, e descrever a localização, tamanho, consistência a sensibilidade, sintomas associados (febre).</p><p>AULA: 1</p><p>ROTEIRO: 12</p><p>TÍTULO DA AULA: AVALIAÇÃO DO SISTEMA URINÁRIO</p><p>O enfermeiro deverá utilizar as técnicas de inspeção, percussão e palpação.</p><p>Sinais e Sintomas: Poliúria, Oligúria, Anúria, Polaciúria, Hematúria, Puiria, Dor, Anemia, Aumento de ureia Creatinina plasmática, alteração nos eletrólitos, náuseas e vômitos.</p><p>Inspeção realizar a inspeção da urina: coloração e aspecto, odor, verificar insuficiência renal.</p><p>Observar edema: Periorbital, Sacral, Extremidade Mudanças na coloração Turgescência da pele Estado mental peso, Débito urinário.</p><p>Observar o abaulamento no flanco e em fossa ilíaca correspondente: Hidronefrose, Tumor renal, retenção urinaria com distensão vesical: observar se é possível visualizar abaulamento na região suprapúbica, que pode estender-se até a região umbilical.</p><p>Percussão da bexiga: Sua realização se dá na região suprapúbica 5 cm acima da sínfise púbica Percussão direta ou indireta.</p><p>REFERÊNCIA</p><p>1. BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica Aplicada à Prática. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília, 2013.</p><p>Cardiovasculares/abordagem-ao-paciente-card%C3%ADaco/ausculta-card%C3%ADaca</p><p>https://www.3tres3.com.br/artigos/voce-sabe-como-lavar-as-m%C3%A3os_245/</p><p>https://www.facebook.com/NoCaminhoDaEnfermagem/photos/a.404033123082265/651057981713110/?type=3&locale=pt_BR</p><p>https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/3489/5/Guia%20pr%C3%A1tico%20de%20antropometria%20para%20adultos-WEB.pdf</p><p>https://www.google.com/search?q=avalia%C3%A7%C3%A3o+neurologica&ie=UTF-8</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=L3wiWZL_gnk</p><p>http://www.glasgowcomascale.org/downloads/GCS-Aid-Portuguese.pdf</p><p>https://www.google.com/search?q=avalia%C3%A7%C3%A3o+abdominal&ie=UTF-8</p><p>https://www.facebook.com/enfermagem.sfronteiras/photos/a.102489048155333/285978646473038/?type=3</p><p>https://telemedicinamorsch.com.br/blog/avaliacao-BARROS,BARROS, Allba Lúcia Bottura de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnostica de Enfermagem no Adulto.</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image13.png</p>

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