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<p>Arritmias cardíacas e os cuidados de enfermagem</p><p>Karoliny Alves Santos Paula Rodrigues dos Santos Tatianne Soares Pereira</p><p>DISFUNÇÃO DO NÓ</p><p>SINUSAL BLOQUEIOS</p><p>ATRIOVENTRICULARES</p><p>Presença de onda P</p><p>normal antes de cada</p><p>complexo QRS. Intervalo</p><p>PR curto. FC> 100 bpm</p><p>VENTRICULARES</p><p>ARRITMIAS</p><p>Presença de</p><p>onda P normal</p><p>antes de cada</p><p>complexo QRS.</p><p>Com FC<50</p><p>bpm</p><p>Pausas >3 seg. na</p><p>atividade atrial, com</p><p>ritmo de base sinusal</p><p>Atraso do</p><p>impulso.</p><p>Relação</p><p>P:QRS é de</p><p>1:1</p><p>1ºGrau</p><p>Bloqueio de</p><p>saída sinusal</p><p>Parada sinusal</p><p>Tipo II-</p><p>Pausa sinusal</p><p>que é múltiplo</p><p>exato do</p><p>intervalo PP</p><p>de base</p><p>2ºGrau</p><p>Tipo I-</p><p>Encurtamento</p><p>do intervalo</p><p>PP até uma</p><p>falha de</p><p>condução de</p><p>onda P</p><p>Frequência cardíaca > 100 bpm</p><p>Bradicardia</p><p>sinusal</p><p>TAQUIARRITMIASBRADIARRITMIAS</p><p>BAV 1º</p><p>Grau</p><p>BAV 2º</p><p>Grau</p><p>BAV 3º</p><p>Grau</p><p>Tipo I Tipo II BAV 2:1 BAV</p><p>Avançado</p><p>Intervalo PR></p><p>0,2seg. Toda</p><p>onda P seguida</p><p>de QRS</p><p>Aumento</p><p>progressivo do</p><p>intervalo PR,</p><p>até ocorrer P</p><p>bloqueada</p><p>Intervalo PR</p><p>constante,</p><p>antes e depois</p><p>de P</p><p>bloqueada.</p><p>QRS largo.</p><p>A cada duas</p><p>ondas P</p><p>apenas uma</p><p>produz</p><p>complexo</p><p>QRS</p><p>Sequência de</p><p>ondas P</p><p>bloqueadas</p><p>Dissociação</p><p>atrioventricular.</p><p>Ventrículo produz</p><p>seu ritmo próprio</p><p>Maior associação com</p><p>síncope e probabilidade de</p><p>evolução para BAVT</p><p>Frequência cardíaca < 50 bpm</p><p>LEGENDA: Bradiarritmias malignas Bradiarritmias Benignas Ritmos de Parada Cardiorrespiratória</p><p>Referências: ACLS - AHA, 2021; AMÉRICO, 2016; LUCENA e SILVA, 2017; THE 6 SECOND ECG.</p><p>Flutter atrial</p><p>ATRIAISSINUSAL</p><p>Fibrilação atrial</p><p>Taquisupraventricular</p><p>Taquiventricular</p><p>(TV)</p><p>Fibrilação</p><p>ventricular (FV)</p><p>ASSISTOLIA</p><p>TV com</p><p>pulso</p><p>TV sem</p><p>pulso</p><p>Ausência de onda</p><p>P, ritmo irregular,</p><p>ondas F irregulares</p><p>Ondas F</p><p>regulares, aspecto</p><p>serrilhado</p><p>FC>100bpm com</p><p>QRS estreito</p><p>Presença de três ou mais</p><p>complexo QRS alargados</p><p>consecutivos, não</p><p>precedidos de onda P</p><p>RITMOS</p><p>CHOCÁVEIS</p><p>ATIVIDADE ELÉTRICA</p><p>SEM PULSO (AESP)</p><p>Ausência de onda no ECG e</p><p>ausência de pulso Presença de onda no ECG e</p><p>ausência de pulso</p><p>RITMOS</p><p>NÃO CHOCÁVEIS</p><p>CUIDADOS DE ENFERMAGEM</p><p>TAQUIARRITMIASBRADIARRITMIAS</p><p>Avaliar se há presença de pulso</p><p>SIM NÃO</p><p>Ritmo de Parada</p><p>Cardiorrespiratória</p><p>Avaliar se há sinais de instabilidade hemodinâmica</p><p>Hipotensão; Alteração do nível</p><p>de consciência; Sinais de</p><p>choque; Desconforto torácico</p><p>isquêmico; Insuficiência</p><p>cardíaca aguda</p><p>SIM NÃO</p><p>Manter vias aéreas do paciente patentes</p><p>e auxiliar a respiração se necessário;</p><p>Ofertar oxigênio se o paciente estiver</p><p>hipoxêmico;</p><p>Monitorizar o ritmo cardíaco, a pressão</p><p>arterial e a oximetria de pulso;</p><p>Realizar punção de acesso venoso</p><p>periférico calibroso;</p><p>Realizar ECG de 12 derivações;</p><p>Preparar material para administração ou</p><p>infusão de medicamentos antiarrítmicos.</p><p>CARDIOVERSÃO</p><p>SINCRONIZADA</p><p>Preparar: Cardioversor,</p><p>monitorização, dispositivo de</p><p>sucção, linha intravenosa e</p><p>materiais de intubação.</p><p>Selecionar o nível de energia de</p><p>acordo com a recomendação do</p><p>fabricante para maximizar o</p><p>sucesso do primeiro choque.</p><p>Considerar sedação do paciente</p><p>antes do procedimento, mas não</p><p>atrasar o tratamento.</p><p>Observar se há necessidade de</p><p>ressincronizar o cardioversor após</p><p>cada cardioversão sincronizada.</p><p>Se for ineficaz:</p><p>Preparar materiais para</p><p>estimulação transcutânea e/ou</p><p>infusão de DOPAMINA ou</p><p>infusão de EPINEFRINA.</p><p>Considerar separar materiais</p><p>para estimulação transvenosa</p><p>como recurso temporário ou</p><p>preparar o paciente para</p><p>implante de marcapasso</p><p>permanente.</p><p>ATROPINA</p><p>Ritmo caótico que se</p><p>inicia nos ventrículos,</p><p>grosseiramente irregular</p><p>(ciclo R-R, morfologia e</p><p>amplitude dos QRS).</p><p>CIRCULAÇÃO</p><p>Monitorizar com o desfibrilador</p><p>(identificar ritmo e frequência);</p><p>Obter acesso venoso;</p><p>Administrar fluidos e medicações.</p><p>AUXILIAR NA INTUBAÇÃO</p><p>Disponibilizar o material de aspiração</p><p>conectado à rede de vácuo;</p><p>Separa material necessário para</p><p>intubação;</p><p>Utilizar EPI;</p><p>Aspirar as vias aéreas, se necessário;</p><p>Insuflar o cuff;</p><p>Conectar o dispositivo de</p><p>bolsa-válvula com reservatório</p><p>conectada ao oxigênio com fluxo de</p><p>10 a 12 L/min.;</p><p>Ventilar lentamente, quando</p><p>necessário;</p><p>observando a expansão pulmonar;</p><p>Testar a posição da cânula nas vias</p><p>aéreas com ausculta;</p><p>Fixar o tubo com fixador adequado.</p><p>Ritmo chocável?</p><p>SIM NÃO</p><p>1.Choque</p><p>200J bifásico</p><p>360J monofásico</p><p>2.RCP 2MIN</p><p>30 comp x 2 resp</p><p>Se via aérea avançada:</p><p>100 a 120 comp/min</p><p>TAQUIARRITMIAS</p><p>Epinefrina a</p><p>cda 3 a 5 min</p><p>Considere capnografia</p><p>4.Epinefrina</p><p>Imediatamente</p><p>RCP 2MIN</p><p>3. RCP 2 MIN</p><p>Amiodarona ou lidocaína</p><p>Trate causas reversíveis</p><p>Choque</p><p>Reavaliar ritmo</p><p>Reavaliar ritmo:</p><p>Se chocável,</p><p>voltar item 1, se</p><p>não item 4.</p><p>Se sinais de RCE -></p><p>CUIDADOS PÓS PCR</p><p>Considere se é adequado</p><p>continuar com a</p><p>ressuscitação</p>