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<p>Testes</p><p>Ortopédicos</p><p>Ombro</p><p>Tem por objetivo verificar se a presença</p><p>de choque subacromial - síndrome do</p><p>impacto do ombro.</p><p>Teste de Neer</p><p>Paciente em pé ou sentado;</p><p>O examinador eleva o braço do paciente</p><p>passivamente com o braço totalmente</p><p>pronado, enquanto a outra mão do</p><p>examinador estabiliza a escápula;</p><p>O teste é positivo caso o paciente relate dor</p><p>no aspecto anterior-lateral do ombro.</p><p>FORMA</p><p>DE APLICAÇÃO</p><p>Teste de Speed</p><p>Teste de Speed geralmente sugere</p><p>inflamação ou lesões relacionadas ao</p><p>complexo bíceps/ lesões do labrum</p><p>superior anterior e posterior (SLAP).</p><p>(WF Bennett, 1998)</p><p>Teste de Speed é feito com o paciente</p><p>estabilizado, com o antebraço em</p><p>supinação, braço em extensão e</p><p>rotação externa.</p><p>O terapeuta exige uma flexão de ombro</p><p>ativa do paciente, onde o terapeuta</p><p>aplica uma resistência na parte distal</p><p>do membro.</p><p>O teste é positivo se ocorrer</p><p>dor no sulco bicipital</p><p>FORMA</p><p>DE APLICAÇÃO</p><p>O teste de apreensão identifica instabilidades anteriores onde</p><p>a cápsula glenoumeral anterior poderá ter sofrido alguma</p><p>ruptura e exposto a cabeça umeral.</p><p>Teste de Apreensão</p><p>de Ombro</p><p>•Com o paciente em decúbito dorsal, mantem-se o cotovelo fletido em 90º, o ombro</p><p>em abdução de 90º e rotação externa.</p><p>• O examinador deve então realizar um compressão na região posterior do úmero</p><p>proximal no sentido de anteriorizá-lo, observando a reação do paciente.</p><p>•Ao perceber a iminência de deslocamento articular, o paciente demostrará</p><p>apreensão, indicando que o teste é positivo.</p><p>Hawkins –Kennedy. Esse teste, descrito originalmente em 1980, é utilizado para identificar</p><p>a compressão patológica os tecidos moles interpostos entre a tuberosidade maior do úmero</p><p>e arco coracoacromial. (HAWKINS, R. J.; KENNEDY, J. C. Impingement syndrome in</p><p>athletes. Am J Sports Med, v. 8, p. 151-8, 1980.)</p><p>A síndrome do impacto é uma condição dolorosa do ombro, caracterizada por alterações</p><p>inflamatórias e degenerativas causadas por impactação mecânica das estruturas que se</p><p>localizam no espaço umerocoracoacromial, especialmente o tendão do supraespinhal, o</p><p>tendão da cabeça longa do bíceps, a bursa subacromial e a articulação acromioclavicular.</p><p>Teste de Hawkins</p><p>Paciente de pé ou sentado. Fisioterapeuta posiciona o ombro do paciente em 90 graus de flexão, com o</p><p>cotovelo também flexionado a 90 graus.</p><p>Em seguida, o fisioterapeuta apoia sua mão sobre o ombro que será testado (assim estabiliza o membro</p><p>superior e garante 90 graus de flexão) e com a outra mão gira internamente o braço do paciente de forma</p><p>passiva.</p><p>Se o paciente apresentar dor com rotação interna, o teste é considerado positivo.</p><p>APLICAÇÃO</p><p>Tem por objetivo auxiliar no</p><p>diagnóstico da ruptura do manguito</p><p>rotador ou choque subacromial.</p><p>Teste de Jobe</p><p>Posição do paciente: De pé, de frente para o examinador.</p><p>FORMA DE APLICAÇÃO</p><p>• O terapeuta instrui o paciente para realizar uma elevação de membros superiores e uma</p><p>rotação interna, apontando os polegares para o chão (lata vazia).</p><p>• O terapeuta impõe uma resistência com ambas às mãos na altura do cotovelo do paciente e</p><p>pede que o mesmo realize uma flexão contra a resistência.</p><p>• Sinais e sintomas: No momento do teste o paciente poderá referir dor na face ântero-lateral</p><p>do ombro, caso apresente alguma inflamação ou até mesmo ruptura do tendão do músculo</p><p>supra-espinhoso (devido ao impacto subacromial), ou poderá referir fraqueza se o músculo</p><p>estiver comprometido.</p><p>TESTE DE</p><p>YERGASON</p><p>É usado para testar a patologia do tendão do bíceps,</p><p>como a tendinite bicipital.</p><p>É considerado positivo se houver dor no sulco</p><p>bicipital durante a execução do teste.</p><p>APLICAÇÃO</p><p>O paciente deve estar sentado ou em pé, o úmero em posição neutra, o cotovelo flexionado a 90° e o</p><p>antebraço em pronação;</p><p>1</p><p>É solicitado ao paciente rotacionar externamente e supinar o braço contra a resistência manual do</p><p>fisio;</p><p>2</p><p>A presença de dor no sulco bicipital durante o teste, indica</p><p>provável lesão no tendão do bíceps;</p><p>4</p><p>O fisioterapeuta aplicará pressão descendente na região do</p><p>antebraço do paciente enquanto o mesmo tenta vencer essa</p><p>resistência;</p><p>3</p><p>TESTE DE</p><p>APREENSÃO</p><p>ANTERIOR</p><p>Seu objetivo é avaliar instabilidades anteriores, onde a cápsula</p><p>glenoumeral anterior poderá ter sofrido alguma ruptura e exposto a</p><p>cabeça umeral.</p><p>• O paciente deve estar sentado, em decúbito</p><p>dorsal. O avaliador flexiona seu cotovelo a 90°</p><p>e abduz o ombro a 90°.</p><p>• Em seguida, ele faz lentamente uma rotação</p><p>externa de ombro, isso é sinal positivo, e o</p><p>avaliado fica apreensivo durante a rotação</p><p>externa.</p><p>APLICAÇÃO</p><p>SINAL DE</p><p>DRAGONA</p><p>O sinal de Dragona é quando o ombro perde a</p><p>sua curvatura natural por lesões anteriores;</p><p>Quando um indivíduo sofre uma luxação no</p><p>ombro, chamada também de deslocamento</p><p>anterior do ombro, o ombro perde essa</p><p>curvatura natural, ficando reto.</p>