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Aula de Química aplicada (3ª série) sobre química forense na identificação humana — Parte 2. Apresenta métodos de detecção de sangue (luminol e reações catalíticas), identificação por DNA, entomologia forense, objetivos, recursos didáticos (slides, experimento, vídeos, imagens) e 45 min.

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<p>A química forense na identificação</p><p>humana - Parte 2</p><p>Química aplicada – 3a série</p><p>Química aplicada</p><p>Aula 8</p><p>6</p><p>3</p><p>4</p><p>Você está aqui!</p><p>7Introdução à química</p><p>forense</p><p>Investigação criminal e</p><p>projeto de investigação</p><p>forense</p><p>Doping esportivo</p><p>Investigação criminal</p><p>Mapa do</p><p>componente</p><p>Projeto de</p><p>investigação</p><p>forense</p><p>Toxicologia</p><p>5Investigação</p><p>criminal</p><p>2</p><p>1</p><p>Objetivos da aula</p><p>Recursos didáticos</p><p>Habilidades</p><p>Duração da aula</p><p>45 minutos.</p><p>Conteúdos</p><p>• Investigar aplicações da papiloscopia na</p><p>ciência forense.</p><p>• Métodos clássicos e instrumentais da</p><p>química forense.</p><p>• Slides;</p><p>• Experiência;</p><p>• Vídeos;</p><p>• Imagens.</p><p>• (EMIFCNT03) Selecionar e sistematizar, com</p><p>base em estudos e/ou pesquisas</p><p>(bibliográfica, exploratória, de campo,</p><p>experimental etc.) em fontes confiáveis,</p><p>informações sobre a dinâmica dos</p><p>fenômenos da natureza e/ou de processos</p><p>tecnológicos, identificando os diversos pontos</p><p>de vista e posicionando-se mediante</p><p>argumentação, com o cuidado de citar as</p><p>fontes dos recursos utilizados na pesquisa e</p><p>buscando apresentar conclusões com o uso</p><p>de diferentes mídias.</p><p>Ponto de</p><p>partida</p><p>Você já deve ter ouvido falar sobre o luminol e os diferentes estágios de</p><p>desenvolvimento dos insetos. Com seus conhecimentos, responda:</p><p>Na sua opinião, como esses dois exemplos se relacionam na resolução de crimes?</p><p>Afinal, o luminol consegue detectar sangue mesmo anos após um crime ter</p><p>ocorrido? Justifique.</p><p>Quais são as limitações do uso do luminol em investigações forenses? Justifique.</p><p>Disponível em: https://guyinaustin.blogspot.com/2015/06/.</p><p>https://guyinaustin.blogspot.com/2015/06/</p><p>Construindo</p><p>o conceito Métodos para identificação de sangue</p><p>Os métodos para encontrar sangue nos locais são catalíticos e envolvem o uso de</p><p>um agente oxidante, como o peróxido de hidrogênio, e um indicador luminescente.</p><p>Métodos catalíticos referem-se a processos químicos nos quais uma substância</p><p>chamada catalisador acelera a velocidade de uma reação química sem ser</p><p>consumida no processo. O catalisador proporciona um caminho alternativo para</p><p>que a reação ocorra mais rapidamente, reduzindo a energia de ativação</p><p>necessária. Em relação à detecção de sangue em locais de crime, os métodos</p><p>catalíticos são empregados para facilitar a reação entre o agente oxidante (como o</p><p>peróxido de hidrogênio) e a substância alvo (hemoglobina no sangue), resultando</p><p>na produção de um sinal detectável (como luminescência), que indica a presença</p><p>de sangue.</p><p>Tome nota</p><p>O método mais comum para localizar amostra de sangue envolve a</p><p>reação química de um agente oxidante e um indicador luminescente; o</p><p>mais utilizado é o luminol.</p><p>© Wikimedia</p><p>Construindo</p><p>o conceito A importância da identificação de sangue</p><p>Ao borrifar luminol na amostra, sua eficácia é tão grande que é possível a detecção</p><p>de sangue até mesmo depois de passados seis anos da ocorrência do crime ou</p><p>quando o suspeito limpa o local a fim de encobrir o acontecido.</p><p>Manchas de sangue são de extrema importância em uma investigação criminal,</p><p>pois, por meio de sua análise, é possível identificar vítimas e suspeitos, averiguar se</p><p>o volume de sangue encontrado é compatível com um ferimento e, ainda, a</p><p>presença ou dosagem de drogas.</p><p>Além de tudo isso, a partir das manchas de sangue, torna-se possível sugerir uma</p><p>dinâmica sobre o que aconteceu no local examinado e, em alguns casos, detectar</p><p>traços de DNA que permitem o reconhecimento tanto das vítimas quanto dos</p><p>demais envolvidos no caso em questão.</p><p>Luminol</p><p>© Wikimedia</p><p>Construindo</p><p>o conceito DNA (ácido desoxirribonucleico)</p><p>DNA, ou ácido desoxirribonucleico, é uma molécula fundamental encontrada em</p><p>todas as células do nosso corpo. Ele carrega a informação genética que determina</p><p>características únicas de cada indivíduo, como a cor dos olhos, tipo sanguíneo e</p><p>predisposição a certas doenças. A capacidade do DNA de identificar um indivíduo</p><p>está no fato de que cada pessoa possui um conjunto único de sequências de DNA,</p><p>exceto em casos de gêmeos idênticos.</p><p>Técnicas modernas de análise de DNA permitem comparar amostras de DNA</p><p>encontradas em cenas de crime, por exemplo, com amostras de DNA de suspeitos</p><p>ou de um banco de dados genético, ajudando assim na identificação precisa de</p><p>quem esteve presente no local.</p><p>Tome nota</p><p>O DNA carrega toda a informação genética de cada indivíduo. Essa molécula está</p><p>presente nas células e técnicas de análise são úteis para identificar indivíduos</p><p>que cometeram crimes.</p><p>Construindo</p><p>o conceito Entomologia Forense</p><p>A Entomologia Forense é a ciência que aplica o estudo dos insetos para auxiliar em</p><p>investigações criminais. Os insetos podem fornecer informações sobre o tempo de</p><p>morte (intervalo pós-morte), o local do crime e até mesmo o culpado.</p><p>Durante a decomposição, o corpo humano libera uma série de compostos químicos</p><p>voláteis, como putrescina e cadaverina, que atraem insetos. A identificação e a</p><p>quantificação desses compostos ajudam a entender o estágio de decomposição e</p><p>a atratividade para diferentes espécies de insetos.</p><p>Química da decomposição: o estudo dos processos químicos que ocorrem durante</p><p>a decomposição, incluindo a quebra de proteínas, gorduras e carboidratos, fornece</p><p>informações sobre as condições do corpo e o tempo de exposição.</p><p>Tome nota</p><p>A putrescina e a cadaverina são aminas que se formam pela</p><p>descarboxilação de aminoácidos, e ocorrem pela remoção do grupo</p><p>α-carboxila para a geração da amina correspondente.</p><p>Putrescina</p><p>Cadaverina</p><p>© Wikimedia</p><p>© Wikipedia</p><p>Construindo</p><p>o conceito Putrescina e cadaverina</p><p>Uma Molécula por Dia #24 Cadaverina (e putrescina). Universidade de Química. Youtube. Disponível em:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=fX89U9v87_s.</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=fX89U9v87_s</p><p>Construindo</p><p>o conceito</p><p>A coleta de amostras de insetos deve ser feita por</p><p>profissionais treinados para evitar a contaminação</p><p>das provas. Os materiais necessários para a coleta</p><p>incluem rede entomológica, pinças, tubos de</p><p>ensaio, álcool 70% e outros.</p><p>É importante coletar amostras de diferentes partes</p><p>do corpo, diferentes estágios de desenvolvimento</p><p>do inseto e do local do crime. Ilustração genérica do ciclo vida de uma mosca.</p><p>Projeto</p><p>Mantenham sempre o diário de bordo e o glossário atualizados.</p><p>Incluam as atividades realizadas nesta aula. Registrem o que</p><p>aprenderam!</p><p>Construindo</p><p>o conceito</p><p>Análise toxicológica: análise química que pode detectar a presença de substâncias tóxicas no corpo,</p><p>como venenos ou drogas, e que podem ter contribuído para a morte. Insetos necrófagos podem ingerir</p><p>essas toxinas, permitindo que os entomologistas forenses analisem seu conteúdo para inferir</p><p>informações sobre o corpo.</p><p>Biomagnificação: insetos que se alimentam de corpos em decomposição podem acumular toxinas</p><p>presentes nos tecidos, permitindo a análise desses compostos em insetos coletados na cena do crime.</p><p>Ciclos de desenvolvimento: o desenvolvimento dos insetos é influenciado pela temperatura, que pode</p><p>ser determinada quimicamente. A química ajuda a entender a taxa de crescimento das larvas e pupas</p><p>em diferentes condições ambientais.</p><p>Cálculos de intervalo pós-morte (IPM): usar dados químicos e entomológicos para calcular com</p><p>precisão o IPM, crucial para determinar a data e o horário da morte.</p><p>Outras contribuições da Entomologia</p><p>Forense</p><p>A Entomologia Forense é uma ferramenta importante para a investigação de crimes,</p><p>podendo contribuir para:</p><p>Colocando</p><p>em prática</p><p>Mas será que o DNA realmente está presente</p><p>em todos os seres vivos?</p><p>O DNA está presente no núcleo das células de todos os seres vivos. Assim como ele</p><p>pode ser extraído do sangue, também pode ser extraído de frutas, como faremos</p><p>nesta atividade prática.</p><p>Resultados e discussão: em duplas, conversem sobre as observações</p><p>e respondam às questões:</p><p>1. O que você observa no copo ao final do vídeo?</p><p>2. Por que não conseguimos observar a dupla hélice de DNA dentro</p><p>da fase alcoólica após colocar o álcool 70%?</p><p>3. Qual é o papel da maceração e dos seguintes reagentes utilizados</p><p>nesta aula prática?</p><p>- Detergente:</p><p>______________________________________________</p><p>- Sal de cozinha:</p><p>______________________________________________</p><p>- Álcool gelado:</p><p>______________________________________________</p><p>O que nós</p><p>aprendemos</p><p>hoje?</p><p>© Getty Images</p><p>Os métodos para identificar sangue em locais de crime são essenciais para</p><p>investigações forenses precisas. Utilizam-se catalisadores, como o peróxido de</p><p>hidrogênio, junto a indicadores luminescentes para detectar até mesmo pequenas</p><p>quantidades de sangue. Essas técnicas são cruciais para reconstruir eventos em cenas</p><p>de crime e fornecer evidências irrefutáveis.</p><p>Identificar sangue em locais de crime é vital para estabelecer conexões entre suspeitos,</p><p>vítimas e eventos. Além de confirmar a presença de uma pessoa no local, a análise de</p><p>sangue pode revelar informações sobre ferimentos, causas de morte e até mesmo o tipo</p><p>de arma utilizada. Isso ajuda a determinar responsabilidades e a conduzir investigações</p><p>de forma mais eficaz.</p><p>O DNA é uma molécula única que contém informações genéticas específicas de cada</p><p>indivíduo, exceto em casos de gêmeos idênticos. Sua capacidade de identificação é</p><p>crucial para distinguir os indivíduos, permitindo a análise de amostras de DNA</p><p>encontradas em locais de crime e sua comparação com amostras de suspeitos ou de</p><p>bancos de dados genéticos. Isso não apenas ajuda na identificação precisa de indivíduos</p><p>envolvidos, mas também na resolução de casos antigos e na prevenção de erros</p><p>judiciais.</p><p>Estudamos as técnicas usadas por entomologistas forenses para coletar e analisar</p><p>insetos em cenas de crimes a fim de estimar o horário da morte, localizar a cena do</p><p>crime e até identificar a vítima.</p><p>Então ficamos assim...</p><p>Projeto</p><p>Lembre-se do projeto de investigação forense! Mantenham sempre o</p><p>diário de bordo e o glossário atualizados. Incluam as atividades</p><p>realizadas nesta semana!</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>EXPERIMENTO QUÍMICA FORENSE - Detecção de sangue</p><p>utilizando luminol de pulseiras de neon. Disponível em:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=pSAsQqL8xHQ.</p><p>Acesso em: 08 jun. 2024.</p><p>CHEMELLO, E. Ciência Forense: exame de ADN. Química</p><p>Virtual, março, 2007. Disponível em:</p><p>https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/201</p><p>7/03/npe-qumica-2007mar_forense4.pdf. Acesso em:</p><p>08 jun. 2024.</p><p>Saiba mais</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=pSAsQqL8xHQ</p><p>https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/2017/03/npe-qumica-2007mar_forense4.pdf</p><p>https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/2017/03/npe-qumica-2007mar_forense4.pdf</p><p>Referências da aula</p><p>CRUZ, A. A. C.; RIBEIRO, V. G. P.; LONGHINOTTI, E.; MAZZETTO, S. E. Ciência forense no ensino de</p><p>química por meio da experimentação investigativa e lúdica. Quím. Nova Esc., v. 38, n. 2, p.</p><p>167-172, maio 2016.</p><p>FARIAS, R. F. Introdução à Química Forense. Campinas: Editora Átomo, 2008.</p><p>GONÇALVES, T. M. Extraindo o DNA de vegetais: uma proposta de aula prática para facilitar</p><p>a aprendizagem de genética no ensino médio. Educação Pública, 21(15). Disponível em:</p><p>https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/15/extraindo-o-dna-de-vegetais-uma-</p><p>proposta-de-aula-pratica-para-facilitar-a-aprendizagem-de-genetica-no-ensino-</p><p>medio.Acesso em: 26 jun. 2024.</p><p>MARTINIS, B. S.; OLIVEIRA, M. F. Química forense experimental. [s.l.]: Learning, 2015.</p><p>https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/15/extraindo-o-dna-de-vegetais-uma-proposta-de-aula-pratica-para-facilitar-a-aprendizagem-de-genetica-no-ensino-medio</p><p>https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/15/extraindo-o-dna-de-vegetais-uma-proposta-de-aula-pratica-para-facilitar-a-aprendizagem-de-genetica-no-ensino-medio</p><p>https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/15/extraindo-o-dna-de-vegetais-uma-proposta-de-aula-pratica-para-facilitar-a-aprendizagem-de-genetica-no-ensino-medio</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p>

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