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<p>Bombas centrifugas para Indústrias</p><p>de Petróleo,</p><p>Petroquímica e Gás Natural</p><p>ANSI/API Norma 610</p><p>Décima Edição, Outubro 2004</p><p>ISO 13709: 2003 (Idênticas) Bombas Centrifugas</p><p>para Indústrias de petróleo, petroquímica, e gás</p><p>natural</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>Anotações Especiais</p><p>API Publicações necessariamente direciona Problema as de natureza geral. 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O fabricante deve mencionar a fonte de informação das</p><p>propriedades do material, como ASTM, como também os fatores de fundição aplicados na sua</p><p>proposta.</p><p>NOTA 1 Em geral, o critério no item 5.3.3 resulta na deflecção (torção), sendo uma consdideração</p><p>determinante no projeto de carcaças de bombas. O limite de esforço de tração ou intensidade de resistência é</p><p>por si um fator limitador.</p><p>NOTA 2 Para os parafusos, a tensão de tração permissível é usada para determinar a área total a ser</p><p>parafusada baseado na carga hidrostática ou pré carga da gaxeta. Sabe-se que para fornecer a carga inicial</p><p>necessária para a obtenção de uma junção confiável a partir do aperto das porcas nos parafusos, as porcas</p><p>serão apertadas para produzir uma tensão de tração maior que a a tensão de tração de projeto. Valores na</p><p>fiaxa de 0,7 vezes de rendimento so comuns.</p><p>Tabela 3 — Fatores de Fundição</p><p>Tipos de Inspeção Fator de Fundição</p><p>Visual, partículas magnética e/ou Liq. Penetrante 0,8</p><p>Radiograf ia por amostragem 0,9</p><p>Ultrasom 0,9</p><p>Radiograf ia completa 1,0</p><p>21</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) 22 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>5.3.5 Exceto como descrito no item 5.3.6, o MAWP deve ser no mínimo a pressão máxima de</p><p>descarga (ver 5.3.1 e 5.3.2) mais 10 % do diferencial maximo de pressão, e não deve ser menos</p><p>que:</p><p>a) para bombas com abertura axial de 1 estágio e bombas de dois estágios between-Mancais e</p><p>bombas de carcaça simples verticalmente suspensas: uma pressão nominal igual a da ISO 7005-2</p><p>PN20 ferro fundido ou ISO 7005-1 PN20 f lange de aço de material correspondente a pressão da</p><p>carcaça.</p><p>NOTA Para o propósito desta norma, ASME B16.1 Classe 125 e ASME B16.5 Classe 150 são equivalentes a</p><p>ISO 7005-2 PN20 e ISO 7005-1 PN20, respectivamente.</p><p>b) Para todas as outras bombas: pressão mínima no P.I de 4 000 kPa (40 bar) (600 psi) a 38 °C</p><p>(100 °F), ou no mínimo ISO 7005-1 PN50.</p><p>NOTE 1 A margem de 10 % diferencial de pressão tem a intenção de acomodar o aumento de head (5.1.6),</p><p>maior velocidade em bombas de velocidade variável (5.1.7) e head (testes) tolerância (ver 7.3.3.4).</p><p>NOTA 2 Para o propósito desta norma, ASME B16.5 Classe 300 flange é é equivalente a ISO 7005-1 PN50.</p><p>NOTE 3 A sub clausula contem exigências mínimas consistentes com os projetos existentes na época da</p><p>publicação, para projetos futuros é aconselhável que o MAWP da carcaça sejam iguais as pressões dos</p><p>flanges adjacentes.</p><p>5.3.6 A menos que seja especif icado o contrário , bombas verticalmente suspensas,de carcaça</p><p>dupla, e acionada por engrenagem integral (tipo OH6) e bombas horizontais multi estágio (Bombas</p><p>com três ou mais estágios) podem ser projetadas para especif icações de pressão dupla. Se</p><p>especif icado, as regiões de sucção devem ser projetadas com o mesmo MAWP para a seção de</p><p>descarga .</p><p>O comprador deve considerar a instalação de válvulas de alívio no lado da sucção de tais</p><p>instalações.</p><p>5.3.7 A carcaça pressurizada deve ser projetada com corrosion allowance para se enquadrar nas</p><p>exigências do item 5.1.1.</p><p>A menos que seja especif icado o contrário , a corrosion allowance mínima permitida deve ser 3 mm</p><p>(0,12 in).</p><p>O vendedor é encorajado a propor corrosion allowances alternativas para serem consideradas se</p><p>os materiais empregados na construção tiver resistência a corrosão superior e se resulta em</p><p>diminuição de custos sem afetar a segurança e a conf iabilidade.</p><p>5.3.8 A carcaça interna de bombas de carcaça dupla devem ser projetadas para suportar a</p><p>pressão diferencial máxima no P.I. ou 350 kPa (3,5 bar) (50 psi), a que for maior.</p><p>5.3.9 A menos que seja especif icado o contrário , bombas com carcaças de abertura radial são</p><p>requeridas nas seguintes condições de operação:</p><p>a) temperatura de bombeamento de 200 °C (400 °F) ou maior (um limite mais baixo de</p><p>temperatura deve ser considerado se houver a probabilidade de choque térmico);</p><p>b) liquido bombeado inf lamável ou perigoso com densidade relativa de menos de 0,7 na</p><p>temperatura especif icada de bombeamento ;</p><p>c) liquido bombeado inf lamável ou perigoso com a uma taxa de pressão de descarga acima de</p><p>10 000 kPa (100 bar) (1 450 psi).</p><p>Carcaças com abertura axial tem sido usadas com sucesso alem dos limites listados acima,</p><p>geralmente para aplicações of f -plot com alta pressão ou densidade relativa mais baixa</p><p>(gravidade especif ica). O sucesso de tais aplicações depende da margem entre a pressão de</p><p>projeto e a pressão nominal, a experiência do fabricante com aplicações similares, o projeto e a</p><p>fabricação do split joint (junta bi-partida), e a habilidade do usuário de refazer corretivamente o</p><p>split joint no campo. O comprador deve levar este fatores em consideração antes de especif icar</p><p>carcaça com abertura axial para condições alem dos limites acima.</p><p>5.3.10 As carcaças com abertura radial devem ter conexões metal-no-metal, com gaxetas de</p><p>compressão controlada conf inada tipo O-ring ou tipo espiral.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>22</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 23</p><p>5.3.11Carcaças de bomba com suportação na linha de centro devem ser usadas para todas as</p><p>bombas horizontais, exceto como permitido de acordo com o item 8.2.1.2.</p><p>5.3.12 As superf ícies de selagem O-ring, incluindo todos os sulcos e furos, devem ter um valor</p><p>médio de rugosidade da superf ície (Ra) de 1,6 µm (63 micro-pol) para O-ring 0,8 µm (32 micro-pol)</p><p>para as superf ícies onde os O-rings dinâmicos tocam. Os furos devem ter no mínimo um raio de</p><p>3 mm (0,12 pol) raio ou no minimo 1,5 mm (0,06 in) de ( lead-in ) f rente chanfrada para O-rings</p><p>esticos e no mínimo 2 mm (0,08 in) chamfered lead-in para O-rings dinamicos. O chanfro deve ter</p><p>um ângulo maximo de 30°.</p><p>5.3.13 Os macacos de rosca devem ser fornecidos para facilitar a desmontagem da carcaça. Uma</p><p>das superf ícies de contato deve ser aliviada (escareada ou rebaixada) to para prevenir r para</p><p>prevenir uma junta com vazamentos ou encaixe inadequado causado pelo dano feito na face.</p><p>marring of the face.</p><p>5.3.14 O uso de furos roscados nas peças pressurizadas deve ser minimizado. Para prevenir</p><p>vazamentos nas seções pressurizadas da carcaça, metal, de espessura igual a pelo menos a</p><p>metade do diâmetro nominal do parafuso, além da allowance para a corrosão, deve ser deixada</p><p>em volta e abaixo do fundo dos furos roscados.</p><p>Os parafusos e porcas internos devem ser de material totalmente resistente ao ataque corrosivo do</p><p>liquido bombeado. Os parafusos prisioneiros devem ser fornecidos para todas as juntas principais</p><p>da carcaça a menos que parafusos cap parafusos sejam especialmente aprovados pelo</p><p>comprador .</p><p>5.4 Bocais e conexões de carcaça pressurizada</p><p>5.4.1 Tamanhos de abertura da carcaça</p><p>5.4.1.1 As aberturas para bocais e outras conexões de pressão da carcaça devem ser de tamanho</p><p>padrão de tubos .</p><p>As aberturas tamanhos DN 32, 65, 90, 125, 175 e 225 (NPS 1 1/4, 2 1/2, 3 1/2, 5, 7 e 9) não</p><p>devem ser usadas.</p><p>5.4.1.2 As conexões da carcaça sem ser os bocais de descarga</p><p>e sucção, devem ser no mínimo</p><p>DN 15 (NPS 1/2) para bombas com abertura de bocal de descarga DN 50 (NPS 2) e menor. As</p><p>conexões devem ser no mínimo DN 20 (NPS 3/4) para bombas com abertura de bocal de descarga</p><p>DN 80 (NPS 3) e maior, exceto as conexões para seal f lush tubos e P.I.´s podem ser DN 15 (NPS</p><p>1/2) não importando o tamanho da bomba.</p><p>5.4.2 Bocais de descarga e sucção</p><p>5.4.2.1 Os Bocais de descarga e sucção devem ser f langeados, exceto aqueles nas bombas</p><p>com carcaça forjadas, que devem ser deve ser f langeadas ou usinadas e parafusadas</p><p>comprisoneiros. As bombas de 1 e 2 estágios devem ter os f langes de sucção e descarga na</p><p>mesma especif icção.</p><p>5.4.2.2 Flanges de ferro fundido devem ser de face plana e, exceto onde mencionado no item</p><p>5.4.2.4, de acordo com as exigências dimensionais da ISO 7005-2 e as exigências de acabamento</p><p>dos f langes da ASME B16.1 ou ASME B16.42. PN 20 (Classe 125), os f langes devem ter</p><p>espessura mínima igual a do PN 40 (Class 250), f langes para tamanhos DN 200 (NPS 8) e menor.</p><p>5.4.2.3 Flanges que não sejam ferro fundido devem, como exigência mínima estar de acordo com</p><p>a ISO 7005-1 PN 50 exceto como mencionado no item 5.4.2.4 e as exigências de acabamento dos</p><p>f langes da ASME B16.5 ou ASME B16.47.</p><p>NOTA- Para propósito desta norma, a ASME B16.5 Classe 300 e ASME B16.47 Classe 300 são equivalentes</p><p>a ISO 7005-1 PN 50.</p><p>5.4.2.4 Flanges de qualquer material que tenha mais espessura ou tenha o diâmetro externo maior</p><p>que o exigido pelas normas ISO (ASME) nesta Norma Internacional são aceitáveis. Os f langes</p><p>fora de padrão (acima do tamanho) devem ser completamente dimensionados com base nos</p><p>desenhos. Se os f langes fora de padrão exigir prisioneiros ou parafusos de comprimento fora do</p><p>padrão, tal exigência deve ser identif icada nos desenhos.</p><p>5.4.2.5 Os f langes devem ter face completa ou full faced or spot faced no fundo e deve ser</p><p>projetado para through bolting, exceto para carcaças encamisadas jacketed casings.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>23</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>24 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>5.4.3 Conecçoes uxiliares</p><p>5.4.3.1 Para líquidos não inf lamáveis ou não perigosos, as conexões auxiliares da carcaça</p><p>pressurizada podem ser roscadas.</p><p>5.4.3.2 A menos que seja especif icado o contrário , as roscas dos tubos devem ser roscas cônicas</p><p>tapered threads de acordo com a ISO 7-1.</p><p>As aberturas e bosses para as rocas dos tubos devem estar de acordo com a ASME B16.5.</p><p>NOTA Para propósito desta norma, a ASME B1.20.1 é equivalente a ISO 7-1.</p><p>5.4.3.3 If especif icado, rocas cilíndricas devem de acordo com a ISO 228-1 deve ser usada. Se for</p><p>usado rosca cilíndrica, ela devem ser seladas com uma gaxeta de face contida, e a conexão boss</p><p>deve ter a face usinada ideal para receber a gaxeta. (Ver Figura 19).</p><p>Figura 19 — Face usinada ideal para conter a gaxeta se estiver usando roscas cilíndricas</p><p>5.4.3.4 Para liquidos inf lamáveis ou perigosos, as conexões auxiliares da carcaça pressurizada ,</p><p>exceto o selo da gaxeta de vedação gland, deve ter a soquete soldada socket-welded, fundo</p><p>soldado butt-welded ou totalmente f langeada. As conexões das interfaces do equipamento do</p><p>comprador devem terminar em um f lange.</p><p>5.4.3.5 As conexões soldadas a carcaça deve estar de acordo ou exceder as exigências de</p><p>material da carcaça, incluindo oas valores de impacto, ao invés das exigências dos tubos de</p><p>conecção. Todas as soldas das conexões, devem ser terminadas antes do teste hidrostático da</p><p>carcaça (ver 7.3.2).</p><p>5.4.3.6 Os nipples de tubos parafusados ou soldados a carcaça não devem ser maiores que 150</p><p>mm (6 in) em comprimento e devem ter uma escala mínima de de 160 sem emendas para</p><p>tamanhos DN 25 (NPS 1) e menores, e um mínimo de escala de 80 para DN 40 (NPS 1 1/2)</p><p>5.4.3.7 As aberturas roscadas não conectadas aos tubos são permitido apenas em selos da gland</p><p>seal glands e em bombas de material classes I-1 e I-2 (ver Anexo H). Se fornecido, elas devem ser</p><p>fechadas com plugs. Os plugs de rosca Taper-threaded devem ser longshank,</p><p>Cabeça redonda sólida, ou cabeça hexagonal long-shank hexagon-head, plugs bar stock plugs ide</p><p>acordo com a ASME B16.11. Se for especif icado roscas cilíndricas no item 5.4.3.3, os plugs</p><p>devem plugs sólidos com cabeça hexagonal de acordo do DIN 910. Estes plugs devem estar de</p><p>acordo com as exigências de material da carcaça. Um lubrif icante/selo que seja ideal para</p><p>trabalhos com altas temperaturas deve ser usado para garantir que as roscas sejam estanques e</p><p>não deixe vazar vapor. Não é permitido o uso de plugs plásticos.</p><p>5.4.3.8 Nas interfaces com o equipamento do comprador, o uso de conexões usinadas e studded</p><p>exige a aprovação do comprador . Se aprovado, elas devem estar de acordo com as exigências de</p><p>faceamento e furos da ISO 7005-1 ou ISO 7005-2. Os prisioneiros e porcas devem ser fornecidos</p><p>já instalados. As primeiras 1,5 roscas de cada lado do prisioneiro deve ser removida.</p><p>NOTA Para propósito desta norma, a ASME B16.1 e ASME B16.5 são equivalentes a ISO 7005-1 e a ISO</p><p>7005-2, respectivamente.</p><p>5.4.3.9 Todas as conexões devem ser apropriadas para a pressão de teste hidrostático da região</p><p>da carcaça onde serão conectadas.</p><p>5.4.3.10 Todas as bombas devem ser equipadas com conexões de vent e dreno, exceto aquelas</p><p>conexões de vent que podem ser omitidas se a bomba for auto resfriada pelo posicionamento dos</p><p>bocais.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>24</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 25</p><p>Como guia, a Bomba é considerada auto resfriada se a organização dos bocais e a conf iguração</p><p>da carcaça permitir ventilação suf iciente para retirar os gases do impelidor do primeiro estágio e da</p><p>área da voluta para permitir perda do prime durante a seqüência de partida.</p><p>5.4.3.11 Todas as conexões do comprador devem ser accessíveis para desmonte sem que</p><p>nenhuma parte principal da bomba seja removida.</p><p>5.5 Forças e momentos do bocal externo</p><p>5.5.1 Bombas horizontais de aço e ligas de aço e suas placas base e bombas suspensas na</p><p>vertical devem ser projetadas para desempenho satisfatório se sujeito a forças e momentos</p><p>descritos na Tabela 4. Nas bombas horizontais,são considerados dois efeitos de carga nos bocais :</p><p>Distorção e da carcaça da bomba e (ver 5.3.3 e 5.3.4) e desalinhamento da bomba e eixos de</p><p>transmissão (ver 6.3.5).</p><p>5.5.2 As forças permissíveis e momentos nas bombas verticais in-line deve ser duas vezes os</p><p>valores descritos na Tabela 4 para os bocais laterais.</p><p>5.5.3 Nas carcaças de bombas feitas de outro material que não seja de aço e ligas de aço ou em</p><p>bombas com bocais maior que DN 400 (NPS 16), o vendedor deve submeter carga permissível de</p><p>bocais correspondente ao formato na Tabela 4.</p><p>Tabela 4</p><p>Tabela 4- Carga dos bocais</p><p>Tabela 4- Carga dos bocais</p><p>Tamanho Nominal do Flange (DN)</p><p>Cada bocal superior</p><p>Cada bocal lateral</p><p>de topo</p><p>Cada bocal inferior</p><p>Cada bocal</p><p>(continuação)</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>28</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>Tamanho Nominal do Flange (NPS)</p><p>Cada Bocal superior</p><p>Cada bocal lateral</p><p>de topo</p><p>Cada bocal</p><p>inferior</p><p>Cada Bocal</p><p>NOTA 1 Ver figuras 20 a 24 para orientação sobre carga de bocais (X,Y,X)</p><p>NOTA 2 Cada Valor mostrado acima varia de negativo para positivo daquele valor; por exemplo: 160 indica uma faixa de -160 a</p><p>+160.</p><p>5.5.4 O sistema (s) coordenadas mostrado nas Figuras 20 até 24 devem ser usados para aplicar</p><p>as forças e momentos descritos na Tabela 4.</p><p>5.5.5 O Anexo F oferece métodos de qualif icação de cargas de bocal alem daquelas da Tabela 4.</p><p>Estes métodos podem ser usados se forem aprovados pelo comprador, e o mesmo deve então</p><p>direcionar o projeto da tubulação de acordo com o arranjo.</p><p>O comprador deve estar ciente de que o uso dos métodos descritos no Anexo F podem resultar</p><p>em até mais que 50 % de desalinhamento do que ocorreria usando as cargas da Tabela 4.</p><p>1- Linha de Centro do Eixo</p><p>2- Descarga</p><p>3- Sucção</p><p>Fig .20 Sistema de coordenadas para forças e momentos na Tabela 4 –Bombas em linha</p><p>Vertical</p><p>1- Linha de Centro do Eixo</p><p>2- Descarga</p><p>3- Sucção</p><p>Fig .21 Sistema de coordenadas para forças e momentos na Tabela 4 –Bombas de carcaça</p><p>dupla suspensas na Vertical</p><p>1- Linha de Centro do Eixo</p><p>2- Bocal de Descarga</p><p>3- Bocal de Sucção</p><p>4- Centro da Bomba</p><p>5- Linha de Centro do Pedestal</p><p>6- Plano Vertical</p><p>Fig .22 Sistema de coordenadas para forças e momentos na Tabela 4 –Bombas horizontais</p><p>com bocais de sucção e descarga .</p><p>1- Linha de Centro do Eixo</p><p>2- Bocal de Descarga</p><p>3- Bocal de Sucção</p><p>4- Centro da Bomba</p><p>5- Linha de Centro do Pedestal</p><p>6- Plano Vertical</p><p>Fig .23 Sistema de coordenadas para forças e momentos na Tabela 4 –Bombas horizontais com</p><p>bocais de sucção inferior e bocal superior de descarga .</p><p>1- Linha de Centro do Eixo</p><p>2- Bocal de Descarga</p><p>3- Bocal de Sucção</p><p>4- Centro da Bomba</p><p>5- Linha de Centro do Pedestal</p><p>6- Plano Vertical</p><p>Fig .24- Sistema de coordenadas para forças e momentos na Tabela 4 –Bombas horizontais com</p><p>bocais superiores.</p><p>5.6 Rotores</p><p>5.6.1 A menos que seja aprovado o contrário pelo comprador, os impelidores devem do tipo</p><p>totalmente blindado.</p><p>NOTA Os Impelidores do tipo blindado (fechado) são menos sensíveis a posição axial e portanto, preferível</p><p>para conjuntos eixos longos onde o deslocamento axial devido a expansão/contração térmica ou empuxo</p><p>pode ser significativo. Os impelidores semi-abertos podem oferecer maior eficiência, devido a eliminação de</p><p>fricção de disco de uma bandagem. As folgas para operação de impelidores semi-abertos em bombas</p><p>verticais podem ser ajustadas pelo acoplamento ou topo do motor, restabelecendo possivelmente assim a</p><p>eficiência e o desempenho da bomba sem precisar desmontar as peças da bomba. O impelidor aberto é</p><p>tipicamente de uma hélice de fluxo-axial projetado para grandes capacidades a baixo heads; o impelidor</p><p>aberto também é usado para voluta de bombas de fundo com uma descarga separada.</p><p>5.6.2 Os Impelidores devem ser uma peça única fundida, forjado ou fabricado.</p><p>NOTA - Os Impelidores forjados ou fabricados tem cursos de água usinados,que podem oferecer melhoria</p><p>de desempenho nos projetos de baixa velocidade especifica.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>31</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>32 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>5.6.3 Os Impelidores devem ser anexados ao eixo por meio de chavetas. A colocação de pinos</p><p>nos impelidores para f ixação no eixo não é aceitável. Com a aprovação do comprador, os collets</p><p>podem ser usados em bombas suspensas na vertical. Os impelidores suspensos, devem ser</p><p>f ixados ao eixo através de parafusos de cabeça ou porca de cabeça cap screw or cap nut que não</p><p>exponha as roscas do eixo. O dispositivo de f ixação deve ser rosqueado para ser apertado pelo</p><p>arrasto do liquido no impelidor durante rotação normal, e é necessário que haja também um</p><p>dispositivo mecânico de travamento (por exemplo, um parafuso f ixador resistente a corrosão ou</p><p>uma arruela tongue-type washer). Os parafusos de cabeça Cap</p><p>parafusos devem ter f illets f iletes e um varão shank de diâmetro reduzido para diminuir as</p><p>concentrações de tensão.</p><p>5.6.4 Os Impelidores devem ter hubs solidos. Os impelidores podem ser feitos de um núcleo</p><p>padrão se o núcleo for completamente preenchido por uma metal apropriado que tenha uma ponto</p><p>de fundição no mínimo 260 °C (500 °F) para as bombas de carcaça de ferro fundido e no mínimo</p><p>540 °C (1 000 °F) para bombas de carcaça de aço.</p><p>NOTA – A exigência de preencher os cored impelidor hubs tem a intenção de minimizar o perigo de lesões</p><p>se os impelidores forem retirados por aquecimento.</p><p>5.6.5 Nos eixos que requerem gaxetas de luva para passar sobre as roscas, deve haver 1,5 mm</p><p>(0,06 in) de folga radial entre as roscas e diâmetro interno da gaxeta, e o diâmetro de transição</p><p>deve ser chanfrado de acordo com o item 5.3.12.</p><p>5.6.6 O encaixe eixo- luva de selagem deve ser h6/G7 de acordo com a ISO 286 (todas as peças).</p><p>5.6.7 As áreas do eixo qie possam ser danif icadas pelo parafuso de f ixação deve ser aliviada para</p><p>facilitar a remoção das luvas e outros componentes.</p><p>5.6.8 Os eixos devem ser usinados e acabados em toda a sua extensão para que a TIR não seja</p><p>maior que 25 µm (0,001 in).</p><p>5.6.9 Para obter o desempenho satisfatório do selo, a dureza do eixo deve limitar a def lexão total</p><p>sob as mais severas condições dinâmicas sobre a faixa de operação permissível da b omba com o</p><p>diametro maximo do (s) impelidor (s) e a velocidade especif icada e f luido para 50 µm (0,002 pol)</p><p>nas faces primarias do selo. Este limite de def lexão do eixo pode ser alcançado através de uma</p><p>combinação do diâmetro do eixo, envergadura do eixo ou overhang, e projeto da carcaça</p><p>(incluindo o uso de volutas duplas ou difusores). Para bombas de 1 e 2 estágios , não deve ser</p><p>dado credito aos efeitos de endurecimento de f luido dos anéis de desgaste do impelidor . Para as</p><p>bombas multi estagio os efeitos de endurecimento de f luido devem ser considerados e os cálculos</p><p>devem ser executados em ambos uma e duas vezes a folga nominal de projeto. O endurecimento</p><p>de f luido mancais lubrif icados pelo produto e buchas de mancal devem ser calculados em ambos</p><p>uma e duas vezes a folga nominal de projeto .</p><p>5.6.10 Se for fornecido sensores de vibração sem contato de acordo com o item 6.4.2.2, as áreas</p><p>de sensores do eixo (vibração radial e posição axial) a serem observadas pelos sensores de</p><p>vibração devem,</p><p>a) ser concêntrica com mancal,</p><p>b) ser livres de marcar ou qualquer outra descontinuidade de superf ície, como furo de lubrif icação</p><p>ou chaveta, por uma distancia mínima de uma ponta do sensor em cada lado do sensor,</p><p>c) não ser metalizada, ter luvas ou chapeado nos rotores de materiais que demosntrem</p><p>propriedades elétricas consistentes.</p><p>d) ter um acabamento f inal de superf ície de 0,8 µm (32 micro-pol) Ra ou mais suave,</p><p>preferivelmente obtido por amolação ou brunidura ,</p><p>e) ser apropriadamente desmagnetizado até os níveis especif icados no API 670, ou caso contrário,</p><p>tratado de forma que o run out total elétrico e mecânico combinado não exceda o seguinte</p><p>1) para as áreas a serem observadas pelos sensores de vibração, 25 % da amplitude de vibração</p><p>pico-a-pico permissível ou 6 µm (0,25 mil), ou o que for maior ;</p><p>2) para as áreas a serem observadas pelos sensores de posição axial, 13 µm (0,5 mil).</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>32</p><p>5.6.11 Se o eixo for feito de material que demonstre propiedades eletricas inconsistentes, as áreas</p><p>de sensores do eixo podem ser produzidas com luvas de encaixe por contração shrink-f itting</p><p>sleeves ou “anéis alvo target rings” para o eixo. Os Target rings devem ter seu acabamento de</p><p>acordo com o item</p><p>5.6.10. O o uso de target rings requer aprovação especif ica do comprador.</p><p>Os materiais conhecidos por ter propriedade elétrica inconsistente são as ligas de alto cromo como</p><p>17-4 PH, aço inox duplo e ASTM A479 grau XM-19.</p><p>5.6.12 Se for especif icado que o equipamento deve ter have área de montagem de sensores de</p><p>vibração sem contato (6.4.2.2), o eixo deve ser preparado de acordo com as exigências do item</p><p>5.6.10 e API 670.</p><p>5.6.13 Se os sensores de vibração sem contato forem fornecidos, deve ser incluidono relatório</p><p>mecânico de testes, dados precisos do run out mecânico e elétrico dos 360° completos de cada</p><p>localização do sensor.</p><p>5.6.14 Todas as chavetas do eixo devem ter o raio do f ilete de acordo com ASME B17.1.</p><p>NOTA Esta exigência se aplica a todas as chavetas de eixo, não apenas aquela do acoplameto (s).</p><p>5.6.15 O rotor de bombas de um ou dois estágios deve ser projetado para que sua primeira</p><p>velocidade crítica de curvamento a seco seja no mínimo 20 % da velocidade máxima de operação.</p><p>da bomba.</p><p>5.7 Anéis de Desgaste Anel de desgaste e Folga de Operação</p><p>5.7.1 A folga radial de operação deve ser useda para limitar vazamento interno e, onde necessário,</p><p>equilibrar o empuxo axial. A paletas de bombeamento do impelidor ou folgas axiais próximas não</p><p>devem ser usadas para equilibrar o empuxo axial. Anies de desgaste renováveis devem ser</p><p>fornecidos na carcaça da bomba. Os impelidores devem ter superf ícies de desgaste integral ou</p><p>anéis de desgaste renováveis.</p><p>5.7.2 Superf icies de desgaste iguais de de materiais de endurecível têm uma diferença no índice</p><p>de dureza Brinell de pelo</p><p>menos 50, a menos que ambos, a superf icie estacionária e a móvel tenham índice de dureza</p><p>Brinell no minímo 400.</p><p>5.7.3 Os anéis de desgaste renováveis, se usado, deve ser f ixado nolocal através de pressão</p><p>com pinos trava, parafuso (axial ou radial) ou por ponteação de solda. O diametro de um furo no</p><p>anel de desgaste para um pino radial ou pino de ajuste roscado não deve ser maior que um terço</p><p>da largura do anel de desgaste .</p><p>5.7.4 A folga de operação deve se enquadrar nas exigências do item 5.7.4 a) até 5.7.4 c) abaixo.</p><p>a) Quando estiver estabelecendo a folga de operação running clearance entre o anel de</p><p>desgaste e outras partes móveis, deve-se considerar as temperaturas de bombeamento, condições</p><p>de sucção, propriedades do líquido, a expansão térmica e as características de atrito muto</p><p>localizado (galling) dos materiais, e a ef iciência da boamba. As folgas devem ser suf icientes para</p><p>garantir conf iabilidade de operação contra parada sob condiççeos especif icas de operação .</p><p>b) Para ferro fundido, bronze, aço inox martensíntico endurecido e materiais com tendência de</p><p>baixo atrito, as folgas mínimas descritas na tabela 5 devem ser usadas. Para materiais com</p><p>tendência maior de atrito e para materiais operando em temperaturas acima de acima de 260 °C</p><p>(500 °F), 125 µm (0,005 in) devem adiconados a estas folgas de diâmetro.</p><p>c) Para anéis de desgastde material não metálico com tendência bem baixa de atrito (ver Anexo H,</p><p>Tabela H.4), folgas menores que aquelas dadas na Tabela 5 podem ser propostas pelo vendedor .</p><p>Fatores como distorção e gradientes termais devem ser considerados, para garantir que as folgas</p><p>sejam suf icientes para oferecer conf iabilidade de operação e garantir que não ocorra parada do</p><p>equipamento sob todas as condições especif icas de operação .</p><p>Diametro do membro</p><p>rotativo na folga</p><p>Folga Diametral Minima</p><p>mm</p><p>Diametro do membro</p><p>rotativo na folga</p><p>Pol</p><p>Folga Diametral Minima</p><p>Pol</p><p>NOTA Para diametros maiores que 649,99 mm (25,999 pol), as folgas diametrais minimas deem ser de 0,95 mm (0,037pol) mais</p><p>1µm para cada 1mm adicinal de diâmetro ou fração. Portanto (0,001 pol para cada 1 pol adicional)</p><p>5.8 Selos mecânicos do eixo</p><p>5.8.1 As Bombas devem ser equipadas com selos mecânicos e sistemas de selagem de acordo</p><p>com a ISO 21049, incluindo bomba e tamanhos de selo de interface (ver Tabela 6 e Figura 25).</p><p>O comprador deve especif icar a categoria do seal necessário. O comprador deve usar os data</p><p>sheets na ISO 21049 para este proposito.</p><p>NOTE Para propósito desta norma, a API 682 é equivalente a ISO 21049.</p><p>5.8.2 O cartucho de selo deve ser removido sem causar disturbios a unidade motriz.</p><p>5.8.3 A câmara de selagem deve estar de acordo com as dimensões mostradas Figura 25 e</p><p>Tabela 6. Para bombas com especif icações de f langes e taxas de pressão alem dos valores</p><p>mínimos listados no item 5.3.5, o tamanho do gland stud circle pode aumentar. studs maiores</p><p>devem ser fornecidos apenas se for necessário se enquadrar nas exigências de tensão do item</p><p>5.3.4 ou para comprimir suf icientemente as gaxetas helicoidais spiral-wound gaskets de acordo</p><p>com as especif icações.</p><p>Dimensions in millimetres (inches)</p><p>Key</p><p>1 gland studs (quatro)</p><p>2 gland rabbet opcional externa</p><p>l cumprimento total da obstrução mais próxima</p><p>l1 cumprimento da camra de selagem até a obstrução mais próxima</p><p>Figura 25 — Diagrama das Câmaras</p><p>a) Selo simples</p><p>b) Selo duplo</p><p>Tabela 6 — dimensões padrão de câmaras de selsgem, anexos de seal gland e cartuchos</p><p>de luva de selo mecânico cartridge selo mecanico sleeves (ver Figura 25)</p><p>Dimensioes em milímetros (pol)</p><p>5.8.4 Açoes devem ser tomadas para centralizar a seal gland e/ou a câmara com o diâmetro</p><p>interno interno ou externo register f it. A superf ície do register f it deve ser concêntrica ao eixo e</p><p>deve ter um run out totla indicado não maior que 125 µm (0,005 pol). Não é aceitável o uso de</p><p>parafusos do seal gland para centralizar os componentes do selo mecânico (ver anexo K).</p><p>5.8.5 O run out da face da câmara de selagem (TIR) não deve exceder 0,5 µm/mm (0,000 5</p><p>pol/pol) do furo da câmara de selagem (ver Anexo K).</p><p>5.8.6 Os selos especif icado e as conexões da bomba devemser identif icado por símbolos</p><p>permanentemente marcados no componente (como um carimbo, fundição, ou gravado</p><p>quimicamente). Os símbolos devem estar em conformidade com a especif icação ISO 21049.</p><p>5.8.7 Os Seal glands e as câmaras de selagem devem ter pontos de conexão apenas para aquelas</p><p>requeridas pelo plano de seal f lush. Se for especif icado conexões roscadas adicionais e não forem</p><p>usada, elas devem ser fechadas de acordo com o item 5.4.3.7.</p><p>5.8.8 Ações devem ser tomadas para garantir a completa ventilação da câmara de selagem .</p><p>Tam. da</p><p>camara</p><p>de</p><p>selagem</p><p>Diametro</p><p>maximo ª Furo da</p><p>camara de</p><p>selagem b</p><p>Comp Min. da</p><p>Folga d</p><p>Gland</p><p>stud</p><p>circle</p><p>Tam doStud Gland</p><p>rabbet</p><p>Externo c</p><p>Comprimen</p><p>to maximo</p><p>d</p><p>Dimensões para Tolerância Classe h6.</p><p>b Dimensões para Tolerância Classe H7; para bombas separadas axialmente, tolerância adicinal de 75 µm (0,003 pol) para permitir</p><p>espessura da gaxeta.</p><p>c Dimensões para Tolerância Classe f7.</p><p>d Critério de deflexão do eixo (5.6.9) pode exigir (l) e (l1) dimensões no tam. de camara de selagem 1 e 2 para ser reduzido abaixo</p><p>dos valores mínimos listados reduzidos, dependendo do projeto especifico de constução da carcaça da bomba</p><p>5.8.9 Se especif icado, deverá haver camisas na câmara de selagem para aquecimento. As</p><p>exigências de aquecimento devem ser acordadas com o comprador , vendedor , e o fabricante do</p><p>selo para produtos de ponto de fusão alto.</p><p>5.8.10 Os selos mecânicos e glands para todas as bombas, exceto a bombas suspensas na</p><p>vertical enviadas sem unidades motoras montadas, devem ser instalados na bomba, limpos e</p><p>pronto para o uso inicial antes do envio para o cliente.</p><p>Se os selos precisarem de ajuste f inal ou instlcao no campo , o vendedor deve f ixar uma placa de</p><p>metal avisando sobre a necessidade de tal exigência.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>5.8.11 As juntas mating joint entre a seal gland e a face da câmara de selagem deve incorporar</p><p>uma gaxeta conf</p><p>inada para prevenir explosão. A gaxeta deve ser do tipo de compressão</p><p>controlada, por exemplo O-ring ou a uma gaxeta helicoidal, com junta de contato metal-com-metal.</p><p>Se as limitações de espaço ou projeto tornar esta exigência impraticável , um projeto alternativo de</p><p>seal gland pode ser enviado para a aprovação do comprador.</p><p>5.9 Dynamics</p><p>5.9.1 Geral</p><p>Os tópicos de velocidade crítica e analise lateral estão cobertos na subclausula e lida com cada</p><p>tipo especif ico de bomba.</p><p>5.9.2 Análise Torsional</p><p>5.9.2.1 A menos que seja especif icado o contrário, a análise torcional deve ser executada pelo</p><p>fabricante tendo a responsibilidade se a unidade motriz for uma das seguintes:</p><p>a) motor elétrico, ou turbina , potencia nominal 500 kW (2 000 hp) ou maior;</p><p>b) motor de combustão interna ou maior de potencia nominal 250 kW (335 hp)ou maior ;</p><p>c) motor síncrono de potencia nominal 500 kW (670 hp)ou maior ;</p><p>d) motor elétrico com variação de f reqüência (VFD) de potencia nominal 1 000 kW (1 350 hp)ou</p><p>maior .</p><p>A analise deve ser executada para todo o conjunto a menos que o conjunto inclua um dispositivo</p><p>que tenha um acoplamento dinâmico f raco, como por exemplo: um acoplamento hidráulico ou</p><p>conversor de torque.</p><p>5.9.2.2 Para o item correspondente listado no 5.9.2.1, a excitação nas seguintes f requencias</p><p>devem ser avaliadas :</p><p>a) conjunto com engrenagen(s): 1 r/min e 2 r/min de qualquer um dos eixos;</p><p>b) motor acionador: n r/min;</p><p>c) motor sincrono: n f requencia dividida, 1 f requencia de linha 2 f requencia de linha;</p><p>d) Unid. Motora de f req. Variável: n r/min, 1 f requencia de linha 2 f requencia de linha</p><p>onde</p><p>r/min é a velocidade do rotor, expressa em revoluões por minuto;</p><p>n é um numero inteiro determinado pelo fabricante do unid. motriz;</p><p>− em motores: derivado do número de movimentos do pistão por revolução;</p><p>− em motores: derivado do numero de polos.</p><p>A excitação de f requencias para motores acionadores, itens c) e d), incluem condições transientes</p><p>e estáveis.</p><p>5.9.2.3 As f reqüências torsionais natural de todo occonunto deve ser no minímo 10 % acima de</p><p>ou 10 % abaixo de qualqer possivle excitação de f requencia dentro da faixa especif icada de</p><p>velocidades de operação (velocidade continua de mínimo a maximo).</p><p>5.9.2.4 Se as resonancias torsionais forem calculadas para f icar dentro da margen especif icada no</p><p>item 5.9.2.3 (e o comprador e o vendedor tiverem acordado que todos os esforços para remover a</p><p>resonancia de dentro da faixa de limitação de f reqüência foram exauridos), uma analise de tensão</p><p>deve ser executada para demosntrar que as resonancias não tem efeito adverso em todo o</p><p>conjunto. The assumptions made in this analysis regarding the magnitude of excitation and the</p><p>degree of damping deve ser clearly stated. The acceptance criteria for this analysis deve ser</p><p>agreed upon by o comprador e o vendedor .</p><p>5.9.2.5 Se for executado uma analise torcional, deve ser fornecido ao comprador um diagrama de</p><p>Campbell apenas para informação.</p><p>5.9.2.6 Se especif icado, o fabricange deve fornecer um elatorio detalhado da análise torcional . O</p><p>elatorio deve incluir a seguinte informação:</p><p>a) descrição do método usado para calcular as f reqüências naturais;</p><p>b) diagrama do sitema de massa elástica;</p><p>c) tabela do momento de massa e rigidez torsional de cada elemento do sistema de massa</p><p>elástica;</p><p>d) Diagrama de Campbell;</p><p>e) diagram de formato com picos de cada f reqüência resonante, se for executado uma analise de</p><p>tensão.</p><p>5.9.3 Vibração</p><p>5.9.3.1 A vibração das bombas centrifugas variam com a vazao, normalmente estando nominimo</p><p>próximo ao ponto de melhor ef iciência de vazão e aumenta a medida que a vazão diminui ou</p><p>aumenta. A mudança na vibração a medida que vazão varia do ponto de melhor ef iciência</p><p>depende da densidade da energia da bomba, sua velocidade especif ica e velocidade de sucção</p><p>específ ica . Em geral, a mudança na vibração aumenta com o densidade da enerigia crescente,</p><p>maior velocidade especif ica, e maior velocidade de sucção específ ica.</p><p>Com estas características em geral, a faixa de operação da bomba centrifuga pode ser dividida em</p><p>duas regiões, uma chamada de melhor ef iciência ou região preferida de operação, na qual a</p><p>bomba demonstra baixa vibração, e a outra chamada de região premissivel de operação , com</p><p>seus limites def inidos como aquelas capacidades em que a vibração da bomba alcança um nível</p><p>mais alto porém, “aceitavel”. A Figura 26 ilustra o conceito. Fatores alem de vibração,como por</p><p>exemplo: aumento de temperatura com diminuição de vazão ou NPSHR com aumento de vazao,</p><p>pode estar determinando uma região de operação permissível mais estreita. Ver também item</p><p>5.1.14.</p><p>A região de operação permissível deve ser descrita na proposta. Se a região de operação</p><p>permissível for limitada por um outro fator além de vibração, o fator também deve ser descrito na</p><p>proposta.</p><p>5.9.3.2 Durante o teste de desempenho, a medição geral de vibração acima da faixa de 5 Hz a 1</p><p>000 Hz e um espectro Fast Fourier Transform (FFT) deve ser feito em cada ponto de teste, exeto</p><p>no ponto de desativação- shutof f . A medição de vibração deve ser feita nos seguinte locais:</p><p>a) na caixa (s) de mancal ou local (s) equivalentes de todas as bombas, nos locias mostrados na</p><p>Figura 27 e Figura 28;</p><p>b) no eixo das bombas com mancais hidrodinamicos com sensores de proximidade, se a bomba</p><p>tiver lugar para os sensores de proximidade.</p><p>5.9.3.3 O spectro FFT deve incluir uma faixa de f requencias de 5 Hz a 2 Z vezes a velocidade de</p><p>rotação (onde Z é o numero de paletas do impelidor; em bombas multi estagio com impelidores</p><p>diferentes , Z é maior numero de paletas do impelidor em qualquer estágio). Se especif icado, o</p><p>esprectro plotado deve ser incluído nos resultados de teste da bomba .</p><p>NOTA As Freqüências discretas 1,0, 2,0, e Z vezes a velocidade de rotação associado com diferentes</p><p>fenômenos da bomba, são portanto de interesse em particular no espectro.</p><p>1 regiao permissível de operação de vazão</p><p>2 regiao preferida de operação de vazão</p><p>3 limite de vibração máxima permissivel nos limites de vazão</p><p>4 limite básico de vibração</p><p>5 ponto de melhor eficiência, taxa de vazao</p><p>6 vibração tipica versus curva de taxa de vazão mostrando a vibração máxima permissivel</p><p>7 curva head-taxa de vazão</p><p>8 ponto de melhor eficiência e taxa de vazão</p><p>Figura 26 — Relação entre vazão e vibração</p><p>Taxa de Vazão</p><p>Dimensões em milimetros (polegadas)</p><p>1 dimple (see 5.10.2.10)</p><p>2 arranjo opcional de montagem de equipamento de medição de vibração (ver 5.10.2.11)</p><p>A axial</p><p>H horizontal</p><p>V vertical</p><p>Figura 27 — Locais de tomada de medição de vibração em bombas horizontais</p><p>Dimensões em milimetros (polegadas)</p><p>1 superficie de montagem da unid. motriz</p><p>2 caixa de mancal da bomba</p><p>3 dimple (ver 5.10.2.10)</p><p>4 2 arranjo opcional de montagem de equipamento de medição de vibração (ver 5.10.2.11)</p><p>A axial</p><p>X Eixo X</p><p>Y Eixo Y</p><p>Figura 28 — Locais de tomada de medição de vibração em bombas verticalmente</p><p>suspensas</p><p>5.9.3.4 A leitura geral de vibração da caixa de mancal deve ser feita em velocidade raiz quadrada</p><p>média (RMS), em milimetros por segundo (pol por segundo).</p><p>5.9.3.5 A leitura da vibração do eixo deve ser deslocamento pico-a-pico, em micrometros (mils).</p><p>5.9.3.6 A vibração medidida durante o teste de desempenho não deve exceder os valores</p><p>mostrados na:</p><p>− Tabela 7 para bombas overhung e between-mancal pumps.</p><p>- Tabela 8 para bombas supensas verticalmente.</p><p>As bombas equipadas com sensores de proximidade devem obedecer os limites de vibração da</p><p>caixa de mancal e do eixo.</p><p>NOTA Os limites de vibração geral da caixa de mancal são definidos apenas por leituras RMS.</p><p>Tabela 7 — Limites de vibração</p><p>para bombas overhung e between-Mancais pumps</p><p>Critério</p><p>Locais de leitura de vibração</p><p>Caixas de Mancal (Ver figura 27) Eixo da Bomba (proximo ao</p><p>mancal</p><p>Tipo de mancal da bomba</p><p>Todas Mancal hidrodinamico</p><p>Vibração em qualquer taxa de vazão dentro da região preferida de operação</p><p>Geral</p><p>Para bombas operando até</p><p>3600r/min e absorvendo até</p><p>300kw (400 hp) por estagio</p><p>vu 3,0 mm/s RMS</p><p>(0,12 in/s RMS)</p><p>Para bombas operando acima</p><p>de 3600r/min e absorvendo</p><p>acima de 300kw (400 hp) por</p><p>estágio (ver Figura 29)</p><p>6 0,5</p><p>Au < (5,2 10 /n) µm pico-a-pico</p><p>[(8 000 /n)0,5 mils peak-to-peak]</p><p>Não exceder:</p><p>Au 50 µm pico-a-pico</p><p>(2,0 mils pico-a-pico)</p><p>Freqüências discretas</p><p>vf 0,67 vu</p><p>Para f n: Af 0,33 Au</p><p>Aumento permissível de</p><p>vibração fora da região preferida</p><p>de operação mas dentro da</p><p>região de operação permissivel</p><p>30%</p><p>30%</p><p>Potencia calculada para o BEP de impelidor especificado com densidade relativa do liquido (gavidade especifica) = 1,0</p><p>Onde:</p><p>vu é a velocidade não filtrada, como medido;</p><p>vf é a velocidade filtrada;</p><p>Au é a amplitude do deslocamanto não filtrado, como medido;</p><p>Af é a amplitude do deslocamanto filtrado;</p><p>f é a frequencia;</p><p>n á a velocidade de rotação, expressa em revoluções por minuto.</p><p>Os valores de velocidade de vibração e amplitude calculados com base nos limites básicos devem ser arredondados para dois</p><p>números significantes.</p><p>Tabela 8 — Limites de vibração para Bombas suspensas verticamente</p><p>Critério</p><p>Locais de leitura de vibração</p><p>Caixas de Mancal Axial ou</p><p>flange de montagem do motor</p><p>(Ver figura 28)</p><p>Eixo da Bomba (proximo ao</p><p>mancal</p><p>Tipo de mancal da bomba</p><p>Todas Mancal guia hidrodinamico</p><p>próximo a região acessível do eixo</p><p>Vibração em qualquer taxa de vazão dentro da região preferida de operação</p><p>Geral</p><p>vu 5,0 mm/s RMS</p><p>(0,20 in/s RMS)</p><p>6 0,5</p><p>Au < (6,2 10 /n) µm pico-a-pico</p><p>0,5</p><p>[(10 000/ n) mils pico-a-pico]</p><p>Não exceder:</p><p>Au 100 µm pico-a-pico</p><p>(4,0 mils pico-a-pico)</p><p>Freqüências discretas</p><p>vf 0,67 vu</p><p>Af < 0,75 Au</p><p>Aumento permissível de</p><p>vibração fora da região preferida</p><p>de operação mas dentro da</p><p>região de operação permissivel</p><p>30%</p><p>30%</p><p>Os valores de velocidade de vibração e amplitude calculados com base nos limites básicos d evem ser arredondados para dois</p><p>números significantes.</p><p>Onde:</p><p>vu é a velocidade não filtrada, como medido;</p><p>vf é a velocidade filtrada;</p><p>Au é a amplitude do deslocamanto não filtrado, como medido;</p><p>Af é a amplitude do deslocamanto filtrado;</p><p>n á a velocidade de rotação, expressa em revoluções por minuto.</p><p>1 P W 3 000 kW/estágio</p><p>2 P = 2 000 kW/estágio</p><p>3 P = 1 500 kW/estágio</p><p>4 P = 1 000 kW/estágio</p><p>5 P = 700 kW/estágio</p><p>6 P = 500 kW/estágio</p><p>7 P u 300 kW/estágio</p><p>A equação de transição de 3,0 mm/s para 4,5 mm/s é</p><p>Figura 29 — Limites de vibração para bombas horizontais operando acima de 3 600 r/min ou</p><p>absorvendo acima de 300 kW (400 hp) por estágio</p><p>5.9.3.7 A qualquer velocidade acima da velocidade máxima continua, até e incluindo a velocidade</p><p>de trip da unidade motriz, a vibração não deve exceder 150 % do valor maximo registrado na</p><p>velocidade máxima continua.</p><p>5.9.3.8 As bombas de velocidade variável devem operar acima da sua faixa de velocidade</p><p>especif icada sem exceder oas limites de vibração desta Norma Internacional .</p><p>5.9.4 Balanceamento</p><p>5.9.4.1,Os tambores de balanceamento dos impelidores , e componentes principais rotativos e</p><p>similares devem ser dinamicamente balanceados em conformidade com a ISO 1940-1 grau G2.5.</p><p>A massa do pendulo usado para o balanceamento não deve exceder a masa do componente a ser</p><p>balanceado.</p><p>5.9.4.2 O balanceamento do componente pode ser por plano-simples se a razão D/b (ver Figura</p><p>30) for 6,0 ou maior.</p><p>Velocidade de Rotação</p><p>V</p><p>el</p><p>o</p><p>ci</p><p>d</p><p>ad</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>v</p><p>ib</p><p>ra</p><p>çã</p><p>o</p><p>V</p><p>el</p><p>o</p><p>ci</p><p>d</p><p>ad</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>v</p><p>ib</p><p>ra</p><p>çã</p><p>o</p><p>D diametro</p><p>b largura</p><p>Figura 30 — Dimensões do componente rotativo para determinar se o plano de</p><p>balanceamento simples é permitido</p><p>5.9.4.3 O balanceamento do rotor deve ser executado como exigido nas clausulas especif icas da</p><p>bomba.</p><p>a) Impelidor de sucção simples</p><p>c) Colar de encosto</p><p>d) Tambor de</p><p>balanceamanto</p><p>b) Impelidor de sucção dupla</p><p>5.9.4.4 Se especif icado, os tambores de balanceamento dos impelidores e componentes rotativos</p><p>similares devem ser dinamicamente balanceados em conformidade com a ISO 1940-1 grau G1</p><p>(equivalente a 4 W/n na terminologia USC ).</p><p>Em unidades USC, onde o símbolo W representa massa, o desbalanceamento é expressado da</p><p>seguinte forma:</p><p>U = KW/ n</p><p>where</p><p>Uv é o desbalanceamento por plano, expresso em onças-polegadas;</p><p>K é uma constante;</p><p>W é a massa do componente (para componentes), expressa em libras; ou a carga por</p><p>balanceamento de mancal (para rotores), expressa em libras;</p><p>n é a velocidade de rotação da bomba, expressa em revoluções por minuto.</p><p>De acordo com os padrões internacionais, o desbalanceamento é expresso como o grau de</p><p>qualidade do balanceamento da ISO 1940-1. Cada um dos graus de qualidade do balanceamento</p><p>da ISO cobre uma faixa de desbalanceamento. Os limites de unidade US customary nominais</p><p>equivalelentes dado ao longo desta Norma Internacional corresponde a aproximadamente o ponto</p><p>central da faixa da ISO.</p><p>Com as modernas maquinas de balanceamento, é possível balancear componentes montados em</p><p>seus pêndulos a U = 4W/n (Unids.USC .) (nominalmente equivalente a ISO grau G1), ou até</p><p>mesmo menor dependendo da massa do conjunto , e para verif icar o desbalanceamento do</p><p>conjunto através de uma verif icação residual de desbalanceamento. Porém, a excentricidae da</p><p>massa, e, associada ao desbalanceamento menor que U = 8W/n (Unids.USC ). (nominalmente</p><p>equivale a ISO grau G2.5) é tão pequena [ex: U = 4W/n (Unids.USC .) que resulta em e = 0,000</p><p>070 pol. para uma unidade projetada para operar a 3600 r/min] que não pode ser mantida se o</p><p>conjunto for desmontado ou refeito. Graus de balanceamento abaixo de G2.5 (8W/n) (unids.USC</p><p>units) são portanto, não repetíveis para componentes.</p><p>5.10 Mancais e Caixas de Mancal</p><p>5.10.1 Mancais</p><p>5.10.1.1 Cada eixo deve ser apoiado por dois mancais radiais e um mancal de dupla ação axial</p><p>(escora) que pode ou nao ser combinado com um dos mancais radiais. Os mancais devem ter</p><p>uma das seguintes disposições: elemento rolante radial e escorat, hidrodinamico radial e escora</p><p>de elemento rolante, ou hidrodinamico radial e escora. A menos que seja especif icado o contrário ,</p><p>o tipo de mancal e sua disposição deve ser selecionado de acordo com as limitações descritas na</p><p>Tabela 9 ou como especif icado pelo comprador .</p><p>5.10.1.2 O mancal axial deve ser dimensionado para operação continua sob todas as condições</p><p>especif icadas, incluíndo o diferencial máximo de pressão .Todas as cargas devem ser</p><p>determinadas na folga interna de projeto e tambem duas vezes as folgas internas de projeto . Além</p><p>do empuxo do rotor e qualquer outra reação de engrenagem interna devido as condições mais</p><p>extremas pemissiveis de operação, a força axial transmitida através do acoplamento f lexível deve</p><p>ser considereda uma parte da carga de qualquer mancal axial . Os mancais axiais devem oferecer</p><p>possibilidades de -carga total se a direção normal da bomba for revertida.</p><p>As forças de empuxo nos elementos f lexíveis de metal doacoplamento devem ser calculadas com</p><p>base na def lexão máxima permitida pelo fabricante do acoplamento .</p><p>Se uma mancal de deslizamento de motor (sem mancal axial )for diretamente conectada ao eixo</p><p>da bomba com um a acoplamento, o empuxo transmitido</p><p>através do acoplamento deve ser</p><p>entendido como o empuxo maximo do motor.</p><p>5.10.1.3 Os mancais com elementos rotativos localizados, ter retenção de acordo com as seguintes</p><p>exigências.</p><p>a) O mancal deve ter retentor no eixo com uma nterferenica de enciaxe e encaixado na caixa de</p><p>mancal com folga diametral, ambos de acordo com a ABMA 7.</p><p>b) Os mancais devem ser montados diretamente no eixo . Os bearing carriers são aceitáveis</p><p>apenas com a aprovação do comprador.</p><p>c) O mancal deve ser localizado no eixo usando suportes , colares ou outros dispositivos positivos</p><p>de localização. Arruelas de pressão e anéis Snap rings and spring-type washers aceitáveis.</p><p>d) O dispositivo usado para travar o mancal axial no eixo deve ser restrito a uma porca com</p><p>tongue-type lock washer.</p><p>NOTA Esta subclausula se aplica atodos os tipos de mancais com elelmetos rotativos, incluindo ambos,</p><p>esfera e de roletes. Paraa certos tipos de mancal de esferas, como os tipos de roos cilíndricos com pistas</p><p>separadas, a folga diametral da caixa de mancal pode não ser apropriada.</p><p>5.10.1.4 Mancais de pista simples funda, devem ter folga radial interna de acordo com a</p><p>ISO 5753 Groupo 3 [maior que “N” (Normal) folga interna]. Mancais de pista simples ou dupla não</p><p>devem ter aberturas de enchimento f illing slots (tipo Conrad ). Folgas internas maiores podem</p><p>reduzir o aumento da temperatura do lubricante.</p><p>No entenato, as velocidades de vibração podem aumentar com folgas maiores. O vendedor deve</p><p>garantir que os valores para aumento de temperatura (5.10.2.4) e vibração (5.9.3.6) se enquadrem</p><p>nesta Norma Internacional .</p><p>NOTA Para propósito desta norma, a ABMA 20 Groupo 3 é equivalente a ISO 5753 Groupo 3.</p><p>5.10.1.5 Os mancais axiais de esfera devem ser pares de pista simples, 40° (0,7 rad) tipo contato</p><p>angular contact (serie 7 000) com gaiolas usinadas de bronze. Gaiolas não metálicas não devem</p><p>ser usadas. Gaiolas de aço estampado podem ser usadas se aprovado pelo comprador . A menos</p><p>que seja especif icado o contrário, os mancais devem ser montados em arranjo de pares e</p><p>instalados fundo co fundo back-to-back. A necessidade de folga do mancal ou precarga deve ser</p><p>determinado pelo vendedor para preencher as necessidades de uso e se enquadrar nas</p><p>exigências de vida útil do mancal descritas na Tabela 9.</p><p>NOTE Existem aplicações onde diposições alternativas de mancais é preferivel, especialmente onde os</p><p>mancais operam continuamente com carga axial mínima.</p><p>5.10.1.6 Se as cargas excederem a capacidade dos mancais empar de contato angular como</p><p>descrito no item 5.10.1.5, podem ser propostos arranjos de elemento- rolante alternativos..</p><p>5.10.2 Caixas de mancal</p><p>5.10.2.1 As caixas de mancal devem ser montadas de forma que o mancal possa ser substituído</p><p>sem causar nenhum distúrbio a unidade motriz da bomba ou a sua f ixação .</p><p>5.10.2.2 As caixas de mancal para os mancais lubrif icados por óleo sem pressão deve ser</p><p>fornecidos com drenos e aberturas roscadas de no minímo DN 15 (1/2 NPS). As caixas devem</p><p>ser equipadas com óleadores de nível constante de no minímo 12 dl (4 f l oz) de volume, com um</p><p>um posicinador de nível positivo (não deve ser um parafuso externo), recipiente de vidro resistente</p><p>a temperaura, e gaiola de proteção de arame. Deve haver algum dispositivo, tipo olho de boi (lente</p><p>de vidro) ou um plug para derramar e oferecer a detecção de lubrif icção excessiva das caixas.</p><p>Deve haver também uma placa de metal permanente indicando o nível apropriado de óleo</p><p>localizado claramente no lado externo da caixa de mancal, marcado na caixa ou atravesde outro</p><p>meio durável de escrita. O comprador deve especif icar caso haja um tipo de oleador especíico de</p><p>sua preferencia que deva ser usado.</p><p>5.10.2.3 As caixas de mancal para os mancais hidrodinamicos lubrif icados pressão deve ser</p><p>dispostos de forma a minimizar espuma. O sistema de drenagem deve ser adequado para o</p><p>manter o oleo e o nível de espeuma abaixo do eixo e dos selos .</p><p>5.10.2.4 Deverá haver resfriamento suf iciente, incluindo uma folga para encrustação para a</p><p>temperatura do óleo e do mancal da seguinte forma, basedo na condição de operação especif icada</p><p>e na temperatura ambiente de 43 °C (110 °F):</p><p>a) para sitemas pressurizados , a temperatura de saída do óleo abaixo de 70 °C (160 °F) e</p><p>temperaturas do metal do mancal (se houver sensores de temperatura do mancal) abaixo de</p><p>93 °C (200 °F). Durante testes de bancada, e sob as condições de operação mais adversas</p><p>especif icados, o aumento de temperatura do óleo do mancal não deve exceder 28 K (50 °R);</p><p>b) nos sistems de borrifo e anel lubrif icador, temperatura do poço de óleo abaixo de 82 °C (180 °F).</p><p>Durante testes de bancada, o aumento de temperatura do óleo do poço não deve exceder 40 K</p><p>(70 °R) e (se o mancal for equipado com sensores de temperatura) as temperaturas do anél</p><p>externo não devem exceder 93 °C (200 °F).</p><p>NOTA Bombas equipadas com sistema de lubrificação de borrifo e anel de lubrificação podem não atingir a</p><p>estabilização da temperatura durante os testes de desempenho de curta duração. A estabilização da</p><p>temperatura é mencionada no item 7.3.4.7.1.</p><p>Tabela 9 — Mancal selection</p><p>Condição Tipo de mancal e Arranjo</p><p>Velocidade e vida de mancais radiais e axiais dentro dos</p><p>limites de mancias com elementos rolantes</p><p>e</p><p>Densidade de energia da bomba abaixo do limite</p><p>elementos rolantes radiale axial</p><p>Velocidade ou vida de mancais radiais fora dos limites</p><p>dos elementos rolantes</p><p>e</p><p>Velocidade e vida de mancais axiais dentro dos limites</p><p>de mancias com elementos rolantes</p><p>e</p><p>Densidade de energia da bomba abaixo do limite</p><p>Radial hidrodinamico e elementos</p><p>rolantes axial</p><p>ou</p><p>Radial e axial hidrodinamico</p><p>Velocidade ou vida de mancais radiais e axiais fora dos</p><p>limites de mancias com elementos rolantes</p><p>Ou</p><p>Densidade de energia da bomba acima do limite</p><p>Radial e axial hidrodinamico</p><p>Os limites serão descritos abaixo:</p><p>a) Velocidade de mancais com elementos rolantes: Fator, n.dm não deve exceder 500 000</p><p>where:</p><p>dm é o dimatro do mancal [(d + D)/2)], expresso em milimetros;</p><p>n é a velocidade rotacianla, expressa em revoluções por minuto.</p><p>b) Vida de mancais com elementos rolantes: classficção básica de vida, L10, de acordo com a ISO 281, equivalente a no</p><p>minímo 25 000 h de operção continua em condições especificadas, e no minímo 16 000 h nas cargas radiais e axiais</p><p>máxima e velocidae especificada.</p><p>NOTA- A ISO 281 define classficação básica de vida, L10, em unidade de milhões de revoluçoes. A Industria converte isto</p><p>em horas para referir-se a isto como L10h.</p><p>c) Os mancais radiais e axiais hidrodinamicos devem ser usados se a densidade de energia [Ex: o produto da potencia</p><p>especificada da bomba, kW (hp), e a velocidade especificada, r/min] is 4,0 106 kW/min (5,4 106 hp/min) ou maior.</p><p>NOTA Para o propósito desta norma, a ABMA 9 é equivalente a ISO 281.</p><p>5.10.2.5 Onde for necessário o resfrimento a água, as serpentinas são preferidas . As serpentinas</p><p>(incluindo as conexões) devem ser de material não ferroso ou aço inox austenítico e não deve</p><p>juntas internas pressurizadas. A tubulação ou tubo deve ter uma espessura mínima de 1,0 mm</p><p>(0,040 in) e deve ter no minímo 12 mm (0,50 in) de diâmetro externo.</p><p>Se for usado camisa dágua, deverá haver apenas conexões externas entre a camisa superior e</p><p>inferior e não deverá haver nenhuma junta com gaxeta ou roscada que possa cusar vazamento de</p><p>água dentro do reservatório de óleo.</p><p>As camisa dágua devem ser projetadas para resfriar o óleo e não o anel externo do mancal.</p><p>NOTA- O Resfriamento do anél externo pode reduzir a folga interna do mancal e causar falha no mancal.</p><p>5.10.2.6 Nas bombas que lidarão com líquidos perigosos e inf lamáveis , as caixas de mancal ,</p><p>tampas de caixa de mancal que suportam cargas, e braçadeiras entre a tampa da bomba ou head</p><p>e a</p><p>caixa de mancal devem ser de aço.</p><p>O suporte da unidade motriz para as bombas verticais que utilizam mancais axiais na unidade</p><p>motriz para apoiar o eixo deve ser de aço.</p><p>5.10.2.7 As caixas de mancal com elementos rolantes devem ser projetadas para previnir a</p><p>contaminação causada por humidade, poeira e outros materiais estranhos . Tal ação deve ser</p><p>tomada sem a necessidade de requerer serviço externo , como po examplo: purga de ar. As caixas</p><p>de mancal devem ser equipedas com selos tipo labirinto ou magnético e def lectores onde eixo</p><p>passe pela caixa. Os selos tipo lábio (Lip-type) não devem ser usados. Os selos e def letores</p><p>devem ser feitos de materiais que não causem centelhas. O projeto dos selos def letores devem</p><p>reter o óleo na caixa efetivamente e prevenir a entrada de material estranho dentro da caixa.</p><p>5.10.2.8 Os mancais e as caixas de mancal devem se enquadrar nas exigências do item 5.10.2.8</p><p>a) a 5.10.2.8 e) abaixo e lubrif icção por névoa de óleo se especif icado (see 5.11 3).</p><p>a) Deverá haver uma conecção de entrada de nevoa de óleo com rosca de 6 mm (1/4 NPS) na</p><p>metade superior da caixa de mancal. A conexão de névoa de óleo puro deve ser localizada de</p><p>forma que o f luxo de óleo passe pelos elementos rolantes do mancal. Se o projeto da caixa de</p><p>mancal for de uma forma em que curto circuito não possa ser evitado, recalssif icadores de nevoa</p><p>de óleo direcional deve ser fornecido para garantir uma circulação positiva da nevoa de óleo</p><p>atraves do mancal.</p><p>b) Deverá haver uma conexão para ventilação de 6 mm (1/4 NPS) na caixa ou na tampa em cada</p><p>um dos espaços entre os elementos rolantes do mancal e áreas fechadas caixa-eixo.</p><p>Alternativamante, onde as conexões de nevoa de óleo estão entre cada área caixa-eixo e o</p><p>mancal, devera haver um vent central para a caixa. Caixas apenas com mancal de deslizamento</p><p>deverá haver um vente localizado próximo ao f im da caixa.</p><p>c) Mancais blindados ou selados não poderão ser usados.</p><p>d) Se for especif icado lubrif icação por névoa de óleo, os anéis de óleo ou salpicadores de óleo e</p><p>oleoadores de nível constante não poderão ser usados, e não é necessário um aviso indicando o</p><p>nível do óleo. Se for especif icado lubrif icação por nevoa de óleo purgado, tais itens deverão ser</p><p>fornecidos e o oleoador devera ser fornecido de forma que seja mantido na pressão interna da</p><p>caixa de mancal.</p><p>NOTE - Em temperaturas de processo acima de 300 °C (570 °F), as caixas de mancal com lubrificação por</p><p>névoa de óleo puro podem exigir características especiais para a redução do aquecimento daspistas do</p><p>mancal através de transferência de calor. As características típicas são:</p><p>1) Salpicadores de óleo tipo heat sink;</p><p>2) eixo de aço inox com baixa condutividade termal;</p><p>3) barreiras termais;</p><p>4) resfriamento com ventoinha;</p><p>5) lubrificação por purga de névoa de óleo (nougar de nevoa de óleo puro ) com resfriamento (poço) de óleo.</p><p>e) O suprimento da névoa de óleo e as conxões do dreno devem ser fornecidas pelo comprador.</p><p>5.10.2.9 As caixas para mancais com lubrif icalção com anéis de óleo devem ser fornecidas com</p><p>portas plugueadas posicionadas para permitir inspeção visual dos anéis de óleo enquanto a bomba</p><p>estiver operando.</p><p>5.10.2.10 Todas as caixas de mancal devem ser dimpled nos locais mostrados nas Figuras 27 e</p><p>28 para facilitar a medição consistente da vibração measurements. Os dimples devem ser</p><p>apropriados para localização precisa de um transdutor de vibração manual com uma “varinha”</p><p>extensora . Os dimples devem ser fundiidos ou usinados e devem ter tamanho nominal de 2 mm</p><p>(0,080 in) de profundidade com 120° de ângulo incluido.</p><p>5.10.2.11 Se especif icado, as caixas de mancal devem ter conexões para montagem de</p><p>trandutores de vibração permanentes com API 670. Se for fornecido fasteners métricos, as roscas</p><p>devem ser M8. Ver f igura 27 e 28.</p><p> 5.10.2.12 Se especif icado , uma superf ície plana de no minímo 25 mm (1 in) de diametro deve</p><p>ser fornecida a colocação de um equipamento de medição de vibração com base magnética.</p><p>5.11 Lubrificação</p><p>5.11.1 A menos que seja especif icado o contrário , os mancais e caixas de mancal devem ser</p><p>projetados pra lubrif icação com óleo mineral (hidrocarbono).</p><p>5.11.2 Os manuais de operação e manutenção devem descrever como o sistema de lubrofocção</p><p>circula o óleo.</p><p>5.11.3 Se especif icado, ações devem ser tomadas para lubrif icação por névoa de óleo puro ou</p><p>purga de névoa de óleo (ver 5.10.2.8 para exigencias).</p><p>5.11.4 Se especif icado, os elementos rolantes dos mancais devem lubricados com graxa de acordo</p><p>com as instruções descritas abaixo de a) a d):</p><p>a) A vida útil da graxa (intervalo de re-lubrif icação) deve ser estimada usando o metodo</p><p>recomendado pelo fabricante do mancal ou por um método alternativo aprovado pelo</p><p>comprador.</p><p>b) A lubrif icação com graxanaodeve ser usada se a vida útil estimada da graxa formenos</p><p>do que 2 000 h.</p><p>c) Se a vida útil estimada da graxa for 2 000 h ou maior mas menos que 25 000 h, ações</p><p>devem ser tomadas para re-lubrif icação do mancal em serviço e para retirada efetiva da</p><p>graxa velha ouexcesso, e o vendedor deve orientar o comprador sobre o intervalo de re-</p><p>lubrif icação.</p><p>d) Se a vida útil estimada da graxa for 25 000 h ou mais, os nipples de graxa ou qualquer</p><p>outro sistema para a graxa adicional em serviço não deve ser preparado.</p><p>5.12 Materiais</p><p>5.12.1 Geral</p><p>5.12.1.1 O comprador deve especif icar a classe dos material a serem usados na peças da bomba.</p><p>A Tabela G.1 oferece um guia mostrandoclasses de materiais que podem ser apropriados para</p><p>diferentes tipos de serviço. Os materiais alternativos recomendado para a aplicação pelo</p><p>deistribuidor, incluindo materiais que podemprolongar a vida e desempenho em serviço, também</p><p>poderão ser incluídos na proposta e listados nos data sheets f inais.</p><p>5.12.1.2 A especif icação de materais de todos os componentes listados na Tabela H.1 devem ser</p><p>claramente descritos na proposta do vendedor . Os materiais devem ser identif icados por</p><p>referencia de Normas Internacionais aplicáveis, incluindo grau do material (Tabelas H.2 e H.3</p><p>podem ser usadas para referencia). Se não houver materiais de referencia das Normas If</p><p>Internacionais, padrões nacionais ou outros internacionalmente reconhecidos poderão se usados.</p><p>Se tais designações não estiverem disponíveis, a especif icação de material do vendedor , com as</p><p>propriedades f ísicas, composição química e exigências de testes, devem ser incluídas na proposta.</p><p>5.12.1.3 A especif icação de material de todas as gaxetas e O-rings expostas ao liquido,devem ser</p><p>identif icadas na proposta. Os O-rings devem ser selecionados e sua aplicação limitada a</p><p>especif icação da ISO 21049.</p><p>5.12.1.4 As peças da bomba que tenham exigências de força ou intregridade durante pressão são</p><p>designadas como materiais de “cumprimento total das normas” na Tabela H.1 e devem se</p><p>enquadrar emtodas as exigências das especif icações acordadadas. Todas as outras peças (ex: se</p><p>resistência a corrosão for uma preocupação primaria ) precisão apenas se enquadrar na</p><p>composição química especif icada. Os materiais de tubos auxiliares são cobertos pelo item 6.5.</p><p>5.12.1.5 O vendedor deve especif icar testes e procedimentos de inspeção opcionais que sejam</p><p>necessários para assegurar a escolah correta e satisfatória dos materiais para a aplicação em</p><p>questao. O comprador deve especif icar se existe a necessidade de testes e procedimentos d e</p><p>inspeção opcionais, especialmente para os materiais usados por componentes ou em serviços</p><p>considerados críticos pleo comprador. As exigência de testes e inpeções especif icadas pelo</p><p>comprador devem ser identif icadas na seção “comentarios” dos data sheets (Anexo N).</p><p>5.12.1.6 Os materiais para a carcaça de bomba pressurizada devem cumprir com as seguintes</p><p>exigências:</p><p>a) As peças para as carcaças pressurizadas devem ser de</p><p>aço carbono ou liga de aço.</p><p>b) As peças para as carcaças pressurizadas que lidarão com líquidos inf lamáveis ou</p><p>perigosos devem ser de aço carbono ou liga de aço.</p><p>c) Pode ser oferecido a ferro fundido para outros serviços.</p><p>5.12.1.7 Se as peças de aço inox austenitico forem expostas a condições que possam promover</p><p>corrosão intragranular corrosion venham a ser fabricadas, tenhma face endurecida, revestido ou</p><p>reparado porsolda, elas devem serfeitas de baixo teor de carbono ou grau estabilizado.</p><p>NOTA- A superfícies revestidas ou endurecidas que contém mais que 0,10 % de carbono podem s sensibilizar</p><p>baixo teor de carbono e graus estabilizados de aço inox austenitico a menos que uma camada não seja</p><p>sensível a corrosão intragranular seja aplicada.</p><p>5.12.1.8 Se especif icado, o vendedor deve fornecer certif icados de material que incluam analises</p><p>químicas e propriedades mecânicas para as temperaturas para o qual os materiais são fornecidos,</p><p>para fundições, impelidores and eixos. A menos que seja especif icado o contrário , os tubos dos</p><p>nipples, componentes de tubos auxiliares, e parafusos estoa excluídos desta exigencia.</p><p>5.12.1.9 O comprador deve especif icar qualquer agente erosive ou corrosivo (incluindo</p><p>quantidadede traços) presente no f luido de processo, no ambiente da planta, incluído constituentes</p><p>qye possam causar trinca por tensão de corrosão tensão -corrosion cracking ou ataque de</p><p>elastómeros.</p><p>NOTA - Os agentes preocupantes são: Sulfidio sulfeto de hidrogênio, aminos, cloreto, brometos, iodetos,</p><p>cianeto, fluoreto, ácido naftenicoe ácido polythionic. Outros agentes que afetam a seleção de elástomeros</p><p>incluem acetona, óxido de etileno, sódio, hidróxido, metanol, benzeno e solventes.</p><p>5.12.1.10 Se especif icado, os tipos de revestimentos acordados entre o comprador e o vendedor</p><p>devem ser aplicados aos impelidores e outras peças wetted para minimizar a erosão. Se os</p><p>revestimentos forem aplicados aos componentes rotativos , o equilíbrio aceitável deve ser</p><p>executado após a aplicação dos revestimentos. As seqüência dos procedimentos de</p><p>balanceamento e revestimento das peças rotativas deve ser acordada entre as partes. A seção</p><p>“comentarios” dos data sheets (ver Anexo) deve ser usada para descrever estas exigências de</p><p>revestimento.</p><p>As peças rotativas devem ser balanceadas antes do revestimento para minimizar correções de</p><p>balanceamento dasareasrevestidas. Minimizando as areas a serem re-revestidas, poderá não ser</p><p>necessário uma verif icação f inal do balanceamento após reparos de revetimento.</p><p>5.12.1.11 Se as partes mating parts como os studs e porcas de material aço inox austenitico com</p><p>tendencias similares de galling forem usados, elas devem ser lubrif icadas com uma combinação</p><p>anti-parada compatível com osmateriais e o lfuido especif ico de processo.</p><p>NOTA- O valores de carga de torque necessários para se alcançar a pré-carga pode variar consideravelmente</p><p>dependendo do lubrificante da rosca.</p><p>5.12.1.12 O comprador deve especif icar materiais com dureza reduzida de acordo com a NACE</p><p>MR0175 deve ser fornecido . Se for especif icado materiais de dureza reduzida, os materiais</p><p>ferrosos não cobertos pela NACE MR0175 devem ter força de escoamento que não execeda 620</p><p>N/mm2 (90 000 psi) e dureza que não exceda HRC 22. Os componentes fabricados através de</p><p>solda devem ser passar por tratamento térmico pós solda e pós aquecimento , se necessário, para</p><p>que ambos, as soldas e as ZTAs – zonas afetadas por calor se enquadrem nas exigências de</p><p>força de escoamento e dureza.</p><p>As seguinte exigenicias devem ser cumpridas:</p><p>a) No mínimo, as exigências do item 5.12.1.12 se aplicam aos seguinte componentes aos</p><p>seguintes componentes:</p><p>1) a carcaça pressurizada ;</p><p>2) eixo (incluindo as porcas wetted shaf t nuts);</p><p>3) componentes do selo mecanico retento de pressão (com exceção das faces dos selos);</p><p>4) wetted bolting;</p><p>5) bowls.</p><p>As partes internas da carcaça dupla da bomba que estão comprimidas, como os difusores, não são</p><p>consideradas peças da carcaça pressurizada. Em algumas aplicações pode ser desejável ap licar</p><p>esta exigência aos impelidores.</p><p>b)Os anéis de desgaste renováveis do impelidor que devem ser completamente endurecidos</p><p>acima de HRC 22 para a operação apropriada da bomba não devem ser usados em sour services.</p><p>O anél de desgaste pode ter a sua face endurecida ou revestida com um material adequado.</p><p>Se aprovado pelo comprador, ao invés de fornecer anéis de desgaste renováveis, as superf ícies de</p><p>desgaste podem ser endurecidas através da aplicação de material de revestimento adequado.</p><p>c) O comprador deve especif icar a quantidade de H2S molhado que pode estar presente,</p><p>considerando operação normal, partida, parada, standby, distúrbios, ou condiloes naormais de</p><p>operação como a regenerção de catalizador. .</p><p>d) A aplicação da NACE MR0175 se da em dois passos. Primeiro, a necessidade de materiais</p><p>especiais é determinada e, segundo,os materiais são selecionados. A especif icação desta</p><p>cláusula assume que o comprador tenha determinado as necessidades, e matriais de dureza</p><p>limitada deve ser fornecido.</p><p>e) Em muitas aplicações, pequenas quantidades de H2S molhado é suf iciente para o material</p><p>resistente a trincas por tensão de corrosão de sulfeto sulf ide tensão -corrosion cracking. Se</p><p>houver evidenica de traços de H2S molhado presente ou se houver incerteza da quantidade de</p><p>H2S molhado presente, o comprador deve anotar no data sheets que é necessário o uso de</p><p>materiais resistente a sulf ide tensão -corrosion cracking..</p><p>5.12.1.13 Não deve ser usado aço com grãos de tamanho to a coarse Austenítico grain size</p><p>practice (tipo ASTM A515). Apenas aço morto ou normalizado feito através de prática de</p><p>granulação f ina deve ser usado.</p><p>5.12.1.14 Se materiais dissimilares com diferenças signif icantes de potencial electroquimico forem</p><p>colocados em contato com na presença de uma solução electrolítica, pares galvanic couples</p><p>podem ser criados que podem levar a corrosão séria no material menos nobre. O vendedor deve</p><p>selecinar materiais para evitar as condições que podem resultar em corrosão galvânica. Onde tla</p><p>condição não puder ser evitada, ocomprador e o vendedor devem concordar com um na seleção</p><p>de materiais e qualquer outra ação preventiva necessária. Favor consultar a NACE Corrosion</p><p>Engineer's Reference Book [86] ( Livro de Referencia Sobre Corrosão do Engenheiro [86]) para</p><p>selecionar materiais para estas situações.</p><p>5.12.2 Pecas Fundidas</p><p>5.12.2.1 As superf ícies de peças fundidas devem limpas através de jateamento de areia,</p><p>jateamanto direto, limpeza química ou qualquer outro meio padrão que se enquadre nas exigências</p><p>da MSS-SP-55. Restos do molde, pontas, arestas ou outras imperfeições pro venientes da</p><p>fundição devem ser rapados ou preenchidos.</p><p>5.12.2.2 O uso de suportes do macho nas peças de pressão fundidas deve amntidas no mínimo.</p><p>Os suporte macho devem ser limpos e livres de corrosão (a galvanização é permitida), e também</p><p>uma composição compatível com a peça fundida. Os suportes macho não devem ser usados nas</p><p>peças fundidas do impelidor fundidas .</p><p>5.12.2.3 Limite de pressão ferroso Ferrous pressure boundary e as peças fundidas do impelidor</p><p>não devem ser reparadas com solda, peening, plugging, queima ou impregnação, exceto como</p><p>especif icado nos itens a) e b) abaixo.</p><p>a) Graus soldáveis de peças fundidas de aço podem ser reparadas através de solda de</p><p>acordo com o item 5.12.3. Os reparos de solda devem ser inspecionados de acordo com o</p><p>memso padrão de qualidade usado para a inspeção da peca fundida.</p><p>b) As peças fundidas de ferro podem ser reparadas através de plugging dentro dos limites</p><p>aplicáveis a especif icação do material. Os furos feitos para os plugs devem ser</p><p>cuidadosamente examinados, usando liquido penetrante, para garantir que todo o matrial</p><p>defeituoso tenha</p><p>sido removido. Todos os reparo não cobertos pela especif icação de</p><p>materiais deve ser passar pela aprovação do comprador.</p><p>5.12.2.4 Espaços totalmente embutidos, que se tornam completamente fechados através do</p><p>método de plugging, solda ou montagem não deve ser usado.</p><p>5.12.2.5 Se especif icado, os reparos em peças fundidas feitos na of icina do vendedor ,</p><p>procedimento de reparos incluindo mapas, devem ser submetidos a aptrovação do comprador. O</p><p>comprador deve especif icar se é necessário a aprovação antes de proceder com os reparos. Os</p><p>Reparos feitos a nível de fundição devem ser controlados pela especif icação de material</p><p>(“especif icação de produão”).</p><p>5.12.2.6 As peças fundidas de contenção de aço carbono devem ser fornecidas na condição</p><p>normalizada e temperada.</p><p>5.12.3 Soldas</p><p>5.12.3.1 A soldagem e os reparos de solda devem ser executados por operadores e de acordo</p><p>com os procedimentos qualif icados pelas exigências descritas na Tabela 10. Padrões</p><p>alternativos podem ser propostos pelo vendedor para aprovação do comprador. Os data sheet de</p><p>soldagem e material de inspeção do Anexo N deve ser usado para este propósito.</p><p>Tabela 10 — Exigências de Soldagem</p><p>Exigência Código ou Padrão Aplicável</p><p>Qualificação Operador/Soldador ASME IX EM 287</p><p>Qualificação do Procedimento de Soldagem Especificação aplicável de material ou, onde os</p><p>procedimentos de solda não são cobertos pela</p><p>especificação de material, ASME IX ou EM 288</p><p>Soldas estruturais não retentoras de pressão</p><p>Como as de placa base ou suportes</p><p>AWS D1.1</p><p>Inspeção por Liquido Penetrante ou Partículas</p><p>Magnéticas das extremindades das placas</p><p>ASME VIII, Divisão 1, UG-93 (d) (34)</p><p>Tratamento térmico pós soldagem Especificação aplicável de material ou ASME VIII,</p><p>Divisão 1, UW 40</p><p>Tratamento térmico pós soldagem das soldas nas</p><p>peças fundidas.</p><p>Especificação aplicável de material ASME VIII,</p><p>Divisão 1</p><p>5.12.3.2 O vendedor deve ser responsável pela revisão de todos os reparos e reparos de solda</p><p>para garantir que elas recebam tratamento o térmico pós soldagem apropriado e passe por ensaios</p><p>não destrutivos e se enquadrem na qualif icação de procedimentos (ver 5.12.3.1 e 7.2.2.1).</p><p>5.12.3.3 As carcaças pressurizadas feitas materiais forjados ou combinações de forjadas e</p><p>materiais fundidos, devem estar de acordo com as condições especif icadas nos itens a) a c)</p><p>descritas abaixo. Estas exigências não se aplicam a bocais e conexoes auxiliares; ver 5.12.3.4.</p><p>a) As superf ícies accessíveis das soldas devem ser inspecionadas por ensaios de</p><p>partículas magnéticas ou líquido penetrante após raspagem ou goivadura chipping or</p><p>gouging e novamente após tratamento térmico pós soldagem ou, para aço inox austenítico,</p><p>após solução de recozimento.</p><p>b) As soldas retentoras de pressão, incluindo as soldas da carcaça com as juntas do f lange</p><p>axial e radial, devem ser solda de penetração completa.</p><p>c) Se a estabilidade dimensional do componente da carcaça precisar ser garantida para a</p><p>integridade da bomba operation, a o tratamneto térmico pos soldagem deve ser executado</p><p>independente da espessura.</p><p>5.12.3.4 As conexões soldadas as carcaças pressurizadas devem ser instaladas com especif icado</p><p>nos itens a) a e) descritas abaixo.</p><p>a) A f ixação dos bocais de descarga e sucção deve ser feita através de fusão total e com</p><p>soldas de penetração total. Deve se usado Welding neck f langes nas bombas que operam</p><p>que operam com liquidos inf lamáveis ou perigosos. Conjuntos soldados de materiais</p><p>diferentes não devem ser usados.</p><p>b) Os tubos auxiliares soldados a carcaças de liga de aço devem ser de material que</p><p>tenha a mesma propriedade nominal do material usado na construção da carcaça, ou deve</p><p>ser de aço inox austenítico de baixo teor de carbono. Outros materiais compatíveis com ao</p><p>material da carcaça e especif ico para determinados serviços podem ser usados com a</p><p>devida aprovação do comprador.</p><p>c) O tratamento térmico pós soldagem, se necessário , deve ser executado após todas as</p><p>soldas tiverem sido executadas, incluindo solda de tubos.</p><p>d) Se especif icado, propostas de projetos de conexões devem ser enviadas para o</p><p>comprador para aprovação antes da fabricação. Os desenhos devem mostras o projeto de</p><p>slda, tamanho, materiais, ae tratamentostermicos pré e pós soldagem.</p><p>e) As soldas dos bocais de sucção e descarga devem ser inspecionadas por ensaios de</p><p>partículas magnéticas ou líquido penetrante após raspagem ou goivadura chipping or</p><p>gouging e novamente após tratamento térmico pós soldagem ou, para aço inox austenítico,</p><p>após solução de recozimento. O comprador deve especif icar se as seguintes inspeções</p><p>adicionais devem ser executadas:</p><p>1) partículas magnéticas ou líquido penetrante de soldas da conexões auxiliares;</p><p>2) ultrasom ou radiograf ia de qualquer uma das soldas da cacaças.</p><p>5.12.4 Serviços e Baixa Temperatura</p><p>5.12.4.1 O comprador deve especif icar a temperatura mínima de projeto do metal que a bomba</p><p>estará sujeita em serviço. Esta temperatura deve ser useda para estabelecer exigências de teste</p><p>de impacto. Normalmente, será o minimo da temperatura ambiente ou do líquido bombeado.</p><p>Porém, o comprador pode especif icar uma temperatura miníma de projeto baseado em nas</p><p>propriedades do líquido bombeado, como a auto ref rigeration em pressões reduzidas.</p><p>5.12.4.2 Para evitar falhas por f rágilidade, os materiais de construção para baixa temperatura</p><p>devem ser apropriados para a tempertura mínima de projeto do metal conforme os códigos e</p><p>outras exigências especif icadas. O comprador e o vendedor devem concordar com qualquer tipo</p><p>de precaução especial necessária as condições que podem ocorrer durante operação, manutenção,</p><p>transporte, montagem, comissionando e testes,.</p><p>As boas praticas de execução de projetos devem ser respeitadas na seleção dos métodos de</p><p>fabricação, procedimentos de soldagem, e materiais de aço para peças de retenção de pressão</p><p>fornecido pelo vendedor que podem estar sujeito a temperaturas abaixo da temperatura de</p><p>transição f ragilidade-ductíl. As tensões permissíveis de projeto publicadas para materiais metálicos</p><p>em padrões internacionalmente reconhecidos como o código ASME e os padrões ANSI são</p><p>baseados em propriedades elásticas mínimas. Alguns padrões não fazem diferença entre aço</p><p>efervecente, semi-morto, morto, chapas f inas laminada a quente e normalizada, e tambem não</p><p>levam em consideração se foram produzidos sob praticas de granulação grossa ou f ina. O</p><p>vendedor deve portanto ter cuidado na seleção de materiais para serviços entre -30 °C (-20 °F) e</p><p>40 °C (100 °F)</p><p>5.12.4.3 O comprador deve especif icar se a EN 13445 (todas as peças) ou ASME VIII, Divisão 1</p><p>devem ser aplicados em repeito as exigências de testes de impacto.</p><p>5.12.4.4 A espessura dominante usada para determinar as exigências de impact-testing devemser</p><p>maior que as seguintes condições:</p><p>a) Aespessura nominal da maior junta butt-welded joint;</p><p>b) A maior seção seção nominal de contenção de pressão, com a exceção de:</p><p>1) Seção de suporte estrutural, como os pés ou ancoras lugs;</p><p>2) Seções com espessura maior necessária para rididez na mitigação da delecção do eixo ;</p><p>3) Seções estruturais necessárias para a f ixação ou inclusão de estruturas mecânicas como</p><p>camisas ou câmaras de selagem;</p><p>c) Um quarto da espessura nominal do f lange, incluindo a parting f lange espessura de carcaças</p><p>com abertura axial (reconhecendo que a tensão predominante no f lange não é a membrane</p><p>tensão ).</p><p>5.12.4.5 If ASME VIII, Divisão I is especif icado (see 5.12.4.3), the following deve apply:</p><p>a) todo metal retentor de pressão aplicado a uma temperatura especif ica mínima de projeto do</p><p>metal abaixo de –30 °C (–20 °F) deve ter Charpy V-notch teste de impacto da base de metal e a</p><p>solda da junta a menos que elas estejam isentas de acordo com a ASME VIII, Divisão 1, UHA-51;</p><p>16</p><p>5.1 Princípio Geral ......................................................................................................... ................ 16</p><p>5.2 Tipos de Bombas............................................................... ....................................................... 20</p><p>5.3 Caixas de pressão ....................................................................................................... ............ 21</p><p>5.4 Conexões de Bocais e Caixas de Pressão .......... ........ ..................................................... 23</p><p>5.5 Forças do bocal externo e momentos ................................................................................... 25</p><p>5.6 Rotores ............……………………………………………………..................................................31</p><p>5.7 Anéis compensadores de desgastes e running folgas................................................……. 33</p><p>5.8 Selos mecânicos dos eixos ....................................................................................................34</p><p>5.9 Dinâmicas ............................................................................................................... .................. 37</p><p>5.10 Mancais e caixa de Mancal........................................................... .........................................46</p><p>5.11 Lubrificação………………….....................................................................................…………49</p><p>5.12 Materiais ……............................................................................... ...........................................50</p><p>5.13 Placas indicadoras e aros de rotação ..….............................................................................55</p><p>6 Acessórios .............................................……......................... ............................................……. 55</p><p>6.1 Drivers ................................................................................................................. ...............….. 55</p><p>6.2 Acoplamento e proteções ............................……....................................................................58</p><p>6.3 Chapas de bases de apoio ...............................................................……............................... 59</p><p>6.4 Instrumentação ........................................................…….....................................................… 62</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 iii</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) iv © ISO 2003 — Todos os direitos reservaods</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>6.5 Tubulação e acessórios .......................................…….......................................................62</p><p>6.6 Ferramentas Especiais ...................................... ......................................................................63</p><p>7 Inspeção,teste, e preparação para embarque ..............................................................….........64</p><p>7.1 Geral .................................................................................................................................…......64</p><p>7.2 Inspeção ................................................................................................................ .............…...64</p><p>7.3 Teste .................................................................................................................................….....66</p><p>7.4 Preparação para embarque ................................................................................................ .... 70</p><p>8 Tipos Específicos de Bombas ............................................................................................... ....71</p><p>8.1 Bombas suspensas de um só estágio ...................................................................................71</p><p>8.2 Bombas bi-apoiadas (tipos BB1 até BB5) .........................................................................73</p><p>8.3 Bombas suspensas verticalmente (tipos VS1 até VS7) .......................................................78</p><p>9 Dados dos Vendedores ...............................................................................................................84</p><p>9.1 Geral ...............................................................................................................................….......84</p><p>9.2 Propostas ............................................................................................................... ............…...85</p><p>9.3 Dados contratuais ....................................................................................................................88</p><p>Anexo A (informativo) Velocidade Específica e velocidade específica de sucção ................ 90</p><p>Anexo B (normativo) Resfriamento de água e sistema de lubrificação esquemática .............91</p><p>Anexo C (normativo) Turbinas de recuperação de força hidráulica ...................................... 102</p><p>Anexo D (normativo) Chapas de bases de apoio padrão ..........................................................106</p><p>Anexo E (informativo) Lista de checagem do Inspetor ..............................................................108</p><p>Anexo F (normativo) Critérios para design de tubulação .....................................................….110</p><p>Anexo G (informativo) Guias de Seleção de classes de Materiais ......................... ...................124</p><p>Anexo H (normativo) Materiais e especificações de materiais para peças da bomba.............126</p><p>Anexo I (normativo) Análises Laterais ........................................................................................136</p><p>Anexo J (normativo) Determinação de desequilíbrio residual....................... .......................…..142</p><p>Anexo K (normativo) Ilustrações do selo da câmara runout .....................................................148</p><p>Anexo L (informativo) Esboço do vendedor e requerimentos de dados ..................................149</p><p>Anexo M (informativo) Resumo dos dados do teste..............................................................…..158</p><p>Anexo N (informativo) Datasheets da Bomba................................ ...............................................162</p><p>Bibliografia................................................................................................................. ...............….181</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 iv</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados v</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Prefácio</p><p>ISO (A Organização Internacional de Normas) é uma federação mundial de pessoas padrões (ISO associados).</p><p>O trabalho de preparar Normas Internacionais é normalmente desenvolvido através dos comitês técnicos da</p><p>ISO. Cada associado interessado em um assunto pelo qual um comitê técnico tem sido estabelecido tem o</p><p>direito de ser representado naquele comitê. Organizações internacionais, governamentais e não</p><p>governamentais, em ligação com ISO, também participam do trabalho.</p><p>ISO colabora junto com a comissão eletrotécnica Internacional (IEC) em todos os Problema as de</p><p>padronização eletrotécnica.</p><p>Normas Internacionais são traçadas de acordo com as regras dadas nos diretivos ISO/IEC</p><p>Parte 2.</p><p>A tarefa principal dos comitês técnicos é preparar Normas Internacionais. Rascunhos de Normas</p><p>Internacionais adotadas pelos comitês técnicos são circulados para os</p><p>b) as peças de aço carbono e aço de baixa liga aplicado a uma temperatura especif ica mínima de</p><p>projeto do metal entre –30°C (–20°F) e 40°C (100°F) devem exigir teste de impacto da forma</p><p>descrita abaixo:</p><p>− Impact testing não é exigido para peças com a espessura predominante de 25</p><p>mm (1 in) ou menos.</p><p>−as isenções deteste de impacto para peças com a espessura predominante</p><p>maior que 25 mm (1 in) deve ser estabelecida de acordo com o parágrafo UCS-</p><p>66 na Seção VIII, Divisão 1 do código ASME .</p><p>A Temperatura mínima do metal de projeto semteste de impacto pode ser reduzida</p><p>como mostrado na Figura UCS-66.1. Se o material não for isento, os resultados</p><p>de Charpy V-notchteste de impacto devem estar a exigência mínima de energia de</p><p>impacto do parágrafo UG-84 do código ASME Code.</p><p>5.13 Tags e Setas do Sentido de Rotação</p><p>5.13.1 Deverá haver um tag anexado permanentemente e em local visível no equipamento e em</p><p>qualquer outro equipamento principal auxiliar.</p><p>5.13.2 O tag deve conter as seguintes informações, em unidades consistentes com a o data she</p><p>a) Numero do item do comprador;</p><p>b) Numero do modelo e Tamanho do Vendedor;</p><p>c) Numero de serie da bomba;</p><p>d) Vazão nominal;</p><p>e) Head nominal;</p><p>f ) Pressão do teste hidro estático da carcaça;</p><p>g) velocidade;</p><p>h) Numero de identif icação do mancal do fabricante (se aplicável);</p><p>i) Pressão máxima permissível de trabalho (MAWP);</p><p>j) Base de temperatura para MAWP.</p><p>5.13.3 Alem da informação ser estampada no tag do equipamento , o numero de serie da bomba</p><p>deve ser marcado claramente na carcaça da bomba.</p><p>5.13.4 As setas de informação da direção de rotação devem ser fundidas ou anexadas a cada item</p><p>principal de equipamento rotativo em local visível.</p><p>6 Acessórios</p><p>6.1 Unidades aciondoras</p><p>6.1.1 O comprador deve especif icar tipo e especif icação da unidade motriz necessária.</p><p>6.1.2 A unidade motriz deve ser:</p><p>a) ser apropriada para operação satisfatória sob as condições especif icadas ,</p><p>b) ser apropriada para as condições de utilidade especif icadas,</p><p>c) ser dimensionada para acomodar todas as variações de processo especif icadas,como</p><p>mudanças de pressão, temperatura ou propriedades do liquido de processo,</p><p>d) ser dimensionada para acomodar todas as condições de partida da planta,</p><p>e) ser dimensionada para acomodar todas as condições máximas de operação da planta, levando</p><p>em considerção todos os tipos de perdas (ex: mancal, selo mecânico, engrenagem externa e</p><p>perdas ralcinadas ao acoplamento).</p><p>6.1.3 Os motores devem ter classif icação de potencia, incluindo o fator de serviço (se algum ), no</p><p>minímo de porcentagens de potencia iguais as condiçoes da bomba especif icadas na Tabela 11.</p><p>Porém, a potencia não poderá execeder as condições especif icadas no tag do motor. Se o</p><p>procedimento der a impressão de que está levando ao sobre dimensionamento, uma proposta</p><p>alternativa deve ser submetida a aprovação do comprador.</p><p>Tabela 11 — Classificação de potencia da unidades motriz</p><p>Potencia no Tag do motor</p><p>kW (hp)</p><p>Porcentagem da potencia da</p><p>bomba</p><p>%</p><p> 22</p><p>22 to 55</p><p> 55 ( 75)</p><p>( 30)</p><p>(30 to 75)</p><p>( 75)</p><p>125</p><p>115</p><p>110</p><p>6.1.4 O comprador deve especif icar o tipo de motor, suas características e acessorios, incluindo as</p><p>seguintes informações:</p><p>a) características elétricas ;</p><p>b) condições de partida condições de partida (incluindo a queda de voltagem na partida);</p><p>c) tipo de carcaça;</p><p>d) nível de pressão do som;</p><p>e) classif icação da área;</p><p>f ) tipode isolamento;</p><p>g) Fator de serviço requerido;</p><p>h) temperatura ambiente e altitude acima do nível do mar;</p><p>i) perdas de transmissão;</p><p>j) detectores de temperatura, sensores de vibração e aquecedores, se forem necessários;</p><p>k) critério de aceitação de vibração;</p><p>l) a aplicabilidade da IEC 60034, API 541 ou IEEE 841.</p><p>6.1.5 As capacidades de torque - partida da unidade motriz nao deve exceder a velocidade-torque</p><p>do equipamento acionado. A menos que seja especif icado o contrário, o motor deve ser capaz de</p><p>acelerar a bomba até a velocidade nominal com 80% da voltagem contra uma válvula de descarga</p><p>fechada.</p><p>Algumas bombas são equipadas com bypasses, que no caso deverão ser usadas condições</p><p>alternativas de partida.</p><p>6.1.6 Os mancias de elementos rolantes nos sitemas acionadores projetados para cargas radiaisou</p><p>axiais transmitida da bomba, devem estar de acordo com as seguintes exigências:</p><p>a) Os mancais deve ser selecionados para alcançar tempo de vida útil nominal básico de acordo</p><p>com a ISO 281, equivalente a no minímo 25 000 h de operção continua na condições de operação</p><p>especif icadas da bomba.</p><p>b) Os mancais devem ser selecinados para para alcançar tempo de vida útil nominal básico</p><p>equivalente a no mínimo 16 000 h quando operando com as cargas máximas impostas (radial or</p><p>axial ou ambas) com as folgas internas da bomba a duas vezes os valores de projeto quando</p><p>operando em qualquer ponto entre a vazão continua máxima e a vazão nominal. Os motores</p><p>verticais de 750 kW (1 000 hp) e maiores que são euipados com mancais esféricos ou cônicos de</p><p>esferas podem ter menos do que 16 000 h nas piores condições para evitar skidding em operação</p><p>normal. Em tais casos, o vendedor deve mencionar o tempo menor de vida útil na proposta .</p><p>c) Nos motores verticais e engrangens de ângulo direito right-angle gears, o mancal axial naodeve</p><p>ser no lado da unidade acinadora e deve limitar o passeio axial f loat a 125 µm (0,005 pol).</p><p>d) Mancais de esfera de pista simples funda, devem ter folga radial interna de acordo com a ISO</p><p>5753 Groupo 3 [maior que “N” (Normal) folga interna]. Os mancais de pista simples ou dupla não</p><p>devem ter f illing slots (tipo Conrad ).</p><p>NOTE Para propósito desta norma , a ABMA 20 Grupo 3 é equivalente a ISO 5753 Grupo 3.</p><p>e) Os mancais axiais devem ser projetados para suportar a empuxo maximo que a bomba pode</p><p>desenvolver na partida, na parada, ou operando em qualquer taxa de vazão.</p><p>f ) Os mancais axiais hidrodinamicos devem ser selecinados a não mais que 50 % da classif icação</p><p>do fabricante a duas vezes na folga interna da bomba como especif icado no item 5.7.4.</p><p>6.1.7 A menos que seja especif icado o contrário, os motores para bombas verticais devem ter</p><p>eicos sólidos.Se o amcal de escora da bomba thestiver no motor, os motores devem se enquadrar</p><p>nas tolerâncias do eixo e da basemostrados na Figura 31.</p><p>6.1.8 A menos que seja especif icado o contrário, as unidades acionadoras das turbinas devem</p><p>estar em conformidade com a ISO 10436 or API 611. As as unidades acionadoras das turbinas a</p><p>vapor devem ser dimensionadas para fornecer 110 % da potencia nominal da bomba</p><p>continuamente em condiçoes normal de vapor.</p><p>6.1.9 A menos que seja especif icado o contrário , as engrenagens devem estar em conformidade</p><p>com a API 677.</p><p>6.1.10 Para os componentes do conjunto acionador que tenham a massa maior que 225 kg (500</p><p>lb), os pés do equipamento devem ser fornecidos com parafusos macaco verticias.</p><p>1 eixo –para- acionador perpendicularidade da contra face e a planeza da superfície 25 µm (0,001 in) TIR</p><p>2 eixo –para- acionador runout maximo registrado 100 µm (0,004 in) TIR</p><p>3 runout maximo com o rotor girando livremente 25 µm (0,001 in) TIR</p><p>4 Passeio axial maximo 125 µm (0,005 in) TIR</p><p>Todas as medições devem ser feitas com a unidade acionadora montada na posição vertical .</p><p>Figura 31 — Unidade acionadora de bombas verticalmente suspensas — Tolerâncias</p><p>exigidas para o eixo da unidade acionadora e a base</p><p>6.2 Acoplamentos e Proteções</p><p>6.2.1 Os acoplamentos e proteções entre as unidades acionadoras e equipamentos acionados,</p><p>deve ser fornecidos e montados pleo fabricnate da bomba .</p><p>6.2.2 Todos os elementos de f lexíveis de metal, acoplamento</p><p>tipo espaçadores de acordo com</p><p>AGMA 9000 Classe 9 devem ser fornecidos. Adicionalmente, os acoplamentos devem estar de</p><p>acordo com as seguintes exigências:</p><p>a) Os elementos devem ser de material resistente a corrosão.</p><p>b) Os acoplamentos devem ser projetados para reter o espaçador se um elemento elemento</p><p>f lexível romper.</p><p>c) Os hubs do acoplamento devem ser de aço.</p><p>d) O comprimento nominal do espaçador deve ser no minímo 125 mm (5 pol) e deve permitir a</p><p>remoção do acoplamento, mancalis, selo e rotor, como aplicável, sem causar distúrbios a unidade</p><p>acionadora ou aos tubos de sucção e descarga.</p><p>e) Acoplamentos operando em velocidades acima de 3 800 r/min devem esta de acordo com as</p><p>exigências da ISO 10441 ou API 671 de balanceamento de componentes e verif icação de</p><p>balanceamento da montagem.</p><p>6.2.3 Se especif icado, os acoplamentos devem ser balanceados de acordo com a ISO 1940-1 grau</p><p>G6.3.</p><p>6.2.4 Se especif icado, os acoplamentos devem estar de acordo com ISO 14691, ISO 10441 ou API</p><p>671.</p><p>6.2.5 Informaçoes referentes aos eixos, dimensão das chavetas (se alguma), e movimetação do</p><p>eixo devido ao jogo axial e efeitos termais devem ser fornecidos pelo vendedor do acoplamento .</p><p>6.2.6 Unless a proprietary clamping device is especif icado (see 6.2.11), f lexible acoplamento s</p><p>deve ser keyed to the eixo . Keys, keyways and f its deve conform to AGMA 9002, Commercial</p><p>Class.</p><p>6.2.7 Os acoplamentos e junções do acoplamento do eixo devem ser classif icados no mínimo a</p><p>potencia máxima da unidade acionadora, incluindo o fator de serviço.</p><p>6.2.8 Nos eixos de diâmetro maior que 60 mm (2,5 in) e se for necessário remover o cubo hub do</p><p>acoplamento executar manutenção no selo, o cubo hub deve ser montado com a ajustagem cônica</p><p>taper f it. O acoplamento f it taper para acoplamentos com chaveta devem ser 1 pl o16 [60 mm/m</p><p>(0,75 in/f t), de diametro]. Outros método de mountagem e tapers devem ser acordados entre o</p><p>comprador eovendedor. Os cubos hubs do acoplamento com furos cilíndricos podem ser</p><p>fornecidos com ajustagem deslizante slip f its no eixo e parafusos f ixadores que entram / suportam</p><p>a chaveta.</p><p>Montagem apropriada e procedimentos de manutenção devem ser usados para garantir que</p><p>acoplamentos Taper f it de assentamentos cônicos não interf iram no encaixe. A ajustagem</p><p>deslizante Slip f its em furos cilíndricos permitem o ajuste da posição axial do acoplamento no</p><p>campo sem a necssidade de tabalho a quente.</p><p>6.2.9 Os cubos hubs do acoplamento devem ser projetados com encaixe do eixo com interferencia</p><p>de encaixe no eixo atraves de sacador roscado with tapped puller holes de pelo menos 10 mm</p><p>(0,38 pol) de diâmetro para ajudar na retirada.</p><p>6.2.10 Se especif icado, o acoplamento deve encaixado hidraulicamente.</p><p>6.2.11 Se especif icado, os acoplamentos devem ser montados com um dispositivo de travamento</p><p>clamping device. Os dipositivos de travamento clamping devices devem incluir buchas conicas,</p><p>conjuntos de intertravamento de por f ricção e discos colocados a quente .Conjuntos de travamento</p><p>f riccional f rictional locking assemblies e discos de contração shrink discs. O vendedor reponsável</p><p>pela usinagem f inal dos furos do cubo hub bores devem selecionar o tamanho/tipo apropriado para</p><p>o acoplamento e o tipode aplicação.</p><p>Deve –se tomar muito cuidadona seleção destes dispositivos,uma vez que alguns não são</p><p>inerentemente auto centralizadores e podem introduzir excentricidade e desbalanceamento no</p><p>conjunto de acoplamento. Estes efeitos devem ser avaliados permitidos na determinação do</p><p>potencial de desbalanceamento do acoplamento.</p><p>6.2.12 Ações devem ser tomadas na f ixação do equipqmento de alinhamento sema necessidade</p><p>de remoção do espaçador ou desmontagem de qualquer tipo.</p><p>NOTE- Uma forma de faze-lo é deixar um espaço de eixo livre de pelo menos 25 mm (1 pol) entre o cubo do</p><p>acoplamento hub e a caixa de mancal onde as braçadeira de alinhamento se encontram.</p><p>6.2.13 Se o vendedor não for responsável pela montagem da unidade acionadora, a metade do</p><p>acoplamento completamente usinada deve ser entregue ao fabricante da unidade acionadoraou</p><p>em qualquer outro lugar determinado, juntamente com as instruções necessárias para a</p><p>montagem da metade do acoplamento no eixo da unidade acionadora.</p><p>6.2.14 Cada acoplamento deve ter uma proteção de acoplamento que possa ser removida sem</p><p>causar distrurbios aos elementos acoplados e deve se enquadrar nas seguintes exigências.</p><p>a) As proteções do acoplamento devem cobrir o acoplamento e os eixos para evitar danos</p><p>pessoais durante a operação normal do equipamento. As dimensões das aeas de accso</p><p>permissíveis devem se enquadrar nas especif icações de normas como , ISO 14120, EN 953 ou</p><p>ASME B15.1.</p><p>b) As proteções devem ser construídas com rigides suf iciente para suportar 900 N (200 lbf ) de</p><p>ponto de carga estática em qualquer direção sem que a proteção toque as partes moveis .</p><p>c) A proteções deve ser fabricadas a partir de uma placa sólida ou sem aberturas. Proteções</p><p>f rabricadas de metal expandido ou placas perfuradas poderão ser usadas se o tmanho dos furos</p><p>não exceder 10 mm (0,375 in). As proteções devem ser construídas de aço, bronze ou materiais</p><p>não metálicos (polímeros). As proteções de tela de arame não devem ser usadas.Se especif icado ,</p><p>deverá ser fornecido proteções de materiais anti centelha que tenha sido acordadoentre as partes.</p><p>6.3 Placa base s</p><p>6.3.1 Deve ser fornecido placa base s com borda de drenagem de peça única ou com drain-pan</p><p>para bombas horizontais. O aro ou bandeja coletora da the placa base deve ter uma inclinação de</p><p>no mínimo 1 pol em direção ao f im da bomba 120, onde deve haver um dreno roscado de pelo</p><p>menos DN 50 (2 NPS) para a completa derenagem.</p><p>6.3.2 A placa base deve se extender sob a bomba e os componentes do conjunto acionador</p><p>para que qualquer tipo de vazamento seja contido pela placa base . Para minimizar danos</p><p>acidentais aos componentes, todas as juntas de tubos e faces de f langes, incluindo os f langes de</p><p>sucção e descarga da bomba devem estar localizados dentro da área de coleta do bandeja</p><p>coletora ou borda de drenagem or drain-rim.</p><p>Todos os outros componentes do equipamento devem estar projetados dentro do perímetro da</p><p>placa base . As caixas de junção fora de tamanho padrão podem f icar penduradas sobre o</p><p>perímetro da placa base com a devida aprovação do comprador.</p><p>6.3.3 Mounting pads devem ser fornecidos para a bomba e todos os componentes do conjunto</p><p>acionador, como motores e engrenagens. Os pads devem ser maiores que o pe do equipamento</p><p>montado para permitir a nivelamento da placa base sem a remoção do equipamento. Os pads</p><p>devem ser usinados completamente lanos e paralelelos. As superf ícies correspondentes devem</p><p>estar no mesmo plano com 150 µm/m (0,002 in/f t) de distancia entre os pads. Se especif icado, esta</p><p>exigência deve se demonstrada na bancada do vendedor antes da montegem do equipamento e</p><p>com a placa base apoiada e presa apenas nos parafusos da base.</p><p>A integridade da superf ície plana da base instalada pode ser afetada no transporte, manuseio e</p><p>procedimentos de instalação alem do escopo do vendedor. As práticas de instalação descritas na</p><p>API RP 686 devem ser seguidas.</p><p>6.3.4 Não devem ser usados calços embaixo da bomba. Todos os pads dos componentes do</p><p>conjunto acionador devem ser usinados para permitir a instalação de calços de no minímo 3 mm</p><p>(0,12 in) de espessura embaixo de cad componente. Se o vendedor montar os componentes, um</p><p>conjunto de calços de aço inox de minímo 3 mm (0,12 in) deespessura devem ser fornecidos. Os</p><p>conjunto de calços não devem ter espessuras superiores a 13 mm (0,5 in) ou conter mais que 5</p><p>calços. Todos os conjuntos de calços devem adristingente as porcas de f ixação e aos parafusos</p><p>macaco verticais, e se extenderem no minímo 5 mm (1/4 pol alem das extremidades externas dos</p><p>pés do equipamento.</p><p>Se o vendedor não montar os componentes, os pads não devem ser devem</p><p>furados com brocas e os calços não serão fornecidos.</p><p>6.3.5 Para minimizar o desalinhamento dos eixos da bomba e unidade acionadora devido aos</p><p>efeitos da carga dos tubos, a bomba e sua placa base deve ser construída com dureza estrutural</p><p>suf iciente para limitar o desbalanceamento dos eixos da bomba e unidade acionadora ou no</p><p>register f it do acoplamento hub nos valores mostrados na Tabela 12 durante um teste de acordo</p><p>com o item 6.3.6. Não deve ser usado argamassa como meio de obtenção da dureza exigida.</p><p>Sabe-se comprovadamente que argamassa pode signif icantemente aumentar a dureza do conjunto</p><p>da placa base ; negligenciando este efeito, a adequação da placa base pode facilmente ser</p><p>verif icada na bancada do vendedor.</p><p>6.3.6 Se especif icado, o vendedor deve demonstrar se a bomba e seu conjunto de placa base ,</p><p>ancorada nos locais de dos parafusos da fundação , estão de acordo com o item 6.3.5. A carcaça</p><p>da bomba deve ser sujeita a momentos MYc e MZc aplicado a qualquer um dos bocais, mas não em</p><p>ambos, de forma que o deslocamento correpondente do eixo possa ser medido e registrado. MYc e</p><p>MZc não deve ser aplicado simultanemente em qualquer um dos bocais. A medição de</p><p>deslocamento do eixo deve ser absoluta (não relativa a placa base ). Para efeitos de registro, os</p><p>dados de testes do vendedor devem incluir um desenho esquemático da preparacao de teste, as</p><p>cargas de momento calculadas (MYc and MZc), e as cargas de momento aplicadas e seus</p><p>dislocamentos correspondentes nos eixos da bomba e unidade acionadora.</p><p>6.3.7 O lado inferior das placa base s embaixo dos supportes da bomba e unidade acionadora</p><p>devem ser soldados para reforçar os membros transversais, e os membros devem ter o formato</p><p>para serem positivamente travados na argamassa.</p><p>Tabela 12 — Critério de acitação do teste de firmeza</p><p>Placa base para ser cimentada Placa base para não ser cimentada</p><p>Condição de Carga Deslocamento do Eixo</p><p>da bomba</p><p>Condição de Carga Deslocamento do Eixo</p><p>da bomba</p><p>MYc 175 (0,007) 125 (0,005)</p><p>+ Z</p><p>MZc 75 (0,003) 50 (0,002) - Y</p><p>MYc e MZc igual a soma dos momentos pemissiveis dos bcias de carga e descarga da Tabela 4.</p><p>MYc = (MY)sucção + (MY)descarga</p><p>MZc = (MZ)sucção + (MZ)descarga</p><p>6.3.8 Todas as juntas, incluindo deck plate para os membros estruturais, devem ser</p><p>continuamente sealados com solda para evitar f issuras de corrosão . Solda ponteada, superior ou</p><p>inferior não é aceitável.</p><p>6.3.9 Todas as placas base deverão ser fornecidas com no minímo um furo para argamassa com</p><p>uma área de no 125 cm2 (19 in2) e dimensões não menores que 75 mm (3 in) em cada seção de</p><p>anteparo. Os furos devem ser localizados para permitir o enchimento de toda a cavidade sob a</p><p>placa base sem criar bolsas de ar. Se pratico, os furos devem ser acessíveis para a aplicacção da</p><p>argamassa com a bomba e unidade acionadora instalados na placa base . Os furos paraargamssa</p><p>os furos para Grout holes na área de da bandeja coleta devem ter 13 mm (0,5 in) de bordas</p><p>elevadas. Se os furos forem localizados em uma área onde liquidos possam cair na argamassa</p><p>exposta, deverá ser colocado placas metálicas com uma espessura mínima de 1,5 mm (0,06 pol,</p><p>Tam.16). Deverá haver furos de ventilação de no mínimo 13 mm (0,5 pol) de diâmetro no ponto</p><p>mais alto nas seções de anteparo da placa base.</p><p>6.3.10 As extremidades da externas da placa base em contato com a argamassa devem ter no</p><p>minímo 50 mm (2 in) de raio (ver Figura D.1, Anexo D).</p><p>6.3.11 O fundo da placa base entre os membros estruturais deve ser abertos se a placa placa</p><p>base for projetado para ser instalado e anexado a fundação de concreto. Deverá haver área de</p><p>acesso para a concretagem sob todos os membros que suportam cargas. O fundo da placa base</p><p>deve ser de plano único para permitir o uso de só nível de fundação.</p><p>6.3.12 Se a unidade acionadora e a bomba permitirem, as placas base devem ter dimensões</p><p>padronizadas como descrito no Anexo D e devem ser projetadas para concretagem. Estas placas</p><p>base devem ser denominadas como “Placas base padrão, Números 0,5 a 12.”</p><p>6.3.13 Se especif icado, a placa base e o conjunto de suporte do pedestal deve ser suf icientemente</p><p>rígido para ser montado sem concretagem.</p><p>6.3.14 Os parafusos macaco de posicionamento de alinhamento transversal e axial devem ser</p><p>fornecidos para os componentes componentes do conjunto acionador com massa acima de 250 kg</p><p>(500 lb) para facilitar os ajustes transversais e horizontais. As alças que suportam estes parafusos</p><p>f ixadores devem ser f ixados a placa base de forma que as alças não interf iram com instalação ou</p><p>remoção do componte. Estes parafusos devem ter no minímo M12 (1/2”-13). Para prevenir a</p><p>distorçaotion, a usinagem dos mounting pads deve ser evitada até que a soldagem da placa base</p><p>nas proximidades dos mounting pads tenha sido completado.</p><p>6.3.15 Os parafusos de nivelamamento vertical espaçados para estabilidade devem ser colocados</p><p>no perimetroexterno da placa base. Eles devem ser localizados na área adjacente aos parafusos</p><p>ancora para minimizar a distorção durante o processo de instalação. Estes parafusos devem ser</p><p>em numero bastante para suportar o peso da placa base , da bomba, e os componentes do</p><p>conjunto acionador sem def lecção excessiva, mas em nenhum caso deve ser menos que seis</p><p>parafusos.</p><p>6.3.16 A altura da linha de centro do eixo da bomba acima da placa base deve ser minimizada.</p><p>Deverá haver folga adequada entre a conexão de drenagem da carcaça e a placa base para que</p><p>a tubulação de drenagem do mesmo tamanho da conxeção possa ser instalada sem a</p><p>necessidade do uso de um a street (macho-femea) elbow.</p><p>6.3.17 O vendedor deve aplicar jateamento de areia comercial, de acordo com a ISO 8501 Grau</p><p>Sa2 ou SSPC SP 6, em todas as superf icies da placa base que terão contato com a argamassa, e</p><p>revestir estas superf ícies com um primer compatível com a argamassa de epoxy.</p><p>Argamassas sem ser de epoxy podem exigir uma preparação de superf ície alternativa. O epoxy de</p><p>de potencia máxima Full bond-strength geralmente não é necessário. (6.3.7).</p><p>6.3.18 A placa base de e ser equipada com olhais de levantamento em pelo menos pontos</p><p>diferentes. O levantamento da placa base,completa com todo equipamento montado, não deve</p><p>distorcer permanentemente ou causará danos a placa base ou ao maquinário montado sobre a</p><p>mesma.</p><p>6.3.19 Os parafusos ancora fazem parte do escopo do comprador. O vendedor deve prover a</p><p>resistência necessária para suportar as forças reativas dos bocais durante a partida e operação. for</p><p>suf f icient anchor bolting towithstand bocal reaction forces during Bomba start-up and operation.</p><p>6.3.20 os olhAis de levantamento anexados ao equipamento deveM ser projetado usando a</p><p>tensão máxima permitida de um terço da tensão mínima de escoamento especif icada do material.</p><p>6.4 Instrumentação</p><p>6.4.1 Indicadores</p><p>Se fornecido, os indicadores de temperatura e pressão devem estar de acordo com a ISO 10438.</p><p>NOTE Para propósito desta norma, API 614 é equivalente a ISO 10438.</p><p>6.4.2 Detectores de vibração, posição e temperatura detectors</p><p>6.4.2.1 Se especif icado, devera ser fornecidos acelerometros, instalados e testados de acordo com</p><p>a API 670.</p><p>6.4.2.2 Se especif icado, nos equipamentos com mancais hidrodinamicos, ações deverão ser</p><p>tomadas para a montagem de dois seores de vibração radial em cada caixa de mancal, dois</p><p>sensores de posição axial no lado do encosto de cada maquina, e um sensor de um evento por</p><p>revolução em cada máquina one-event-per-revolution probe. O comprador deve especif icar se o</p><p>vendedor deve ou não fornecer estes detectores. Os detectores e sua montagem e calibragem</p><p>devem ser fornecido, instalado e testado de acordo com API 670.</p><p>6.4.2.3 Se especif icado, os mancais de empuxo hidrodinamicose</p><p>radiais devem ser equipados com</p><p>detectores de temperatura de metal. Se os mancais de empuxo hidrodinamicose radiais com</p><p>lubrif icação pressurizada forem fornecidos com detectores de temperatura, Os detectores e sua</p><p>montagem e calibragem devem ser fornecido, instalado e testado de acordo com API 670.</p><p>6.4.2.4 Se especif icado, os monitores com cabos de conexão dos detectores de vibração, posição</p><p>axial position ou temperatura devem ser fornecidos ou instalados de acordo com a API 670.</p><p>6.5 Tubos e peças pertinentes</p><p>6.5.1 Geral</p><p>6.5.1.1 Os tubos devem ser de acordo com a ISO 10438.</p><p>6.5.1.2 Os sitemas auxiliares são def inidos como sistema de tubulação que estão envolvidos nos</p><p>seguintes serviços:</p><p>a) auxiliares de f luidos de processo;</p><p>b) vapor;</p><p>c) água de ref riamento;</p><p>d) óleo lubrif icante (ver 8.2.6).</p><p>Os materiais de equipamentos auxiliares devem estar de com o Anexo H, Tabela H.5.</p><p>NOTE – As conexões auxiliares são discutidas no item 5.4.3.</p><p>6.5.1.3 Os sistemas de tubulação devem ser montados e instalados completamente. Se esta</p><p>exigência causar dif iculdades no transporte e manuseio , arranjos alternativos são aceitos e com</p><p>com a aprovação do comprador .</p><p>6.5.1.4 Se especif icado, reservatório de f luido de barreira/amortecimento deve ser projetado para</p><p>ser montado fora da placa base da bomba e deve ser enviado separadamente. Estes reservatórios</p><p>devem ser montodos por completo, exceto a tubulação de circulção do f luído que não deve ser</p><p>fornecida.</p><p>6.5.1.5 O vendedor deve fornecer e localizar todos os tubos do sistema, incluindo as peças</p><p>pertinentes montadas, dentro do perímetro da placa base .</p><p>6.5.1.6 Se especif icado, cada sistema de tubulação deve ser concentrado em uma única conexão</p><p>de entrada e saída do comprador próximo a borda e dentro do perímetro da placa base.</p><p>NOTE – As datasheet permitem a seleção desta opção para a para ventilação, água de refriamento água de</p><p>resfriamento e conexões do dreno .</p><p>6.5.1.7 As exigências de bolting do item 5.1.31 se aplicam a conexão de tubos auxiliares ao</p><p>equipamento. Os suportes de f lange em tubulações de aço inox em serviços de óleo lubriifcante</p><p>não precisam ser de aço inox a menos que seja especif icado . Se o comprador não especif icar</p><p>suportes de aço inox, eles deverão ser de de aço de baixa (ex: ASTM A193 Grau B7) e o</p><p>comprador deve especif icar se eles devem ou não ser revestidos (como revestimento PTFE ou</p><p>galvaização de acordo com ASTM A153) ou pintado.</p><p>6.5.1.8 Os Plugs devem estar em conformidade com o item 5.4.3.7.</p><p>6.5.2 Tubos auxiliares de fluido de processo</p><p>6.5.2.1 Os tubos auxiliares de f luido de processo linha de ventilação, linhas de dreno, linha de</p><p>balanceamento, linhas de f lushing de produto e linhas para injeção de injection of external f luid.</p><p>6.5.2.2 Os componentes de tubos devem ter uma especif icação de pressão –temperatura no</p><p>minímo igual ao MAWP da carcaça da bomba, mas em nenhum caso menos que ISO 7005 PN50</p><p>(ASME Classe 300) f lange a temperatura ambiente (5.3.5).</p><p>6.5.2.3 Os tubos e componentes sujeitos ao f luido de processo devem ter resistencia a</p><p>corrosao/erosão igual ou melhor que a da carcaça. Do contrario, todos os componentes devem ser</p><p>de aço.</p><p>6.5.2.4 O comprador deve especif icar se há presença de cloretos no f luido bombeado em</p><p>concentrações acima de 10 mg/kg (partes por milhão por peso). Deve se tomar cuidado se estiver</p><p>aço inox estiver sendo aplicado.</p><p>6.5.2.5 Os orif ícios não devem ter menos do que 3 mm (0,12 pol) de diametro.</p><p>6.5.2.6 A menos que seja especif icado válvulas, os vents roscados e as conexões do dreno devem</p><p>ser plugueadas plugged. Deverá ser usado plugs de aço nas carcaças de ferro fundido.</p><p>6.5.2.7 Se aquecimento ou resfriamento for fornecido, cada componente do trocador deve ser</p><p>apropriado para o f luido de processo e a água de resfriamento a qual estaráexposto.</p><p>6.5.2.8 Além das exigências dos itens 6.5.2.1 até 6.5.2.7 acima, nos tubos que contém líquidos</p><p>inf lamáveis ou perigosos, o comprador deverá especif icar onde deverá haver f langes no lugar de</p><p>uniões soquete- soldadas.</p><p>6.5.3 Tubos de água de resfriamento</p><p>6.5.3.1 O arranjo dos tubos tubos de água de resfriamento deve está em conformidade com as</p><p>Figuras B.2 a B.9, como aplicável.</p><p>6.5.3.2 Os tubos de água de resfriamento devem ser projetados para as condições descritas no</p><p>item 5.1.22.</p><p>6.5.3.3 Deverá ser fornecido indicadores de vazão em cada linha de saída.</p><p>6.5.3.4 A menos que seja especif icado o contrário , válvulas devem ser fornecidas em todas as</p><p>conexões de entrada e saída.</p><p>6.6 Ferramentas especiais</p><p>6.6.1 Se for necessário ferramentas e instalações especiais para a desmntagem, montagem ou</p><p>manutenção da unidade, elasdevem estar incluídas na cotação e fornecidas como parte do</p><p>material inicialmente fornecido da maquina. Para a instalação de unidades múltiplas, as exigências</p><p>referentes a quantidade de ferramentas e instalações especiais deve ser acordada entre o</p><p>comprador e o vendedor. Estas ferramentas especiais ou similares devem ser usadas durante a</p><p>montagem na of icina e na desmontagem pós teste do equipamento.</p><p>6.6.2 Se for fornecido ferramentas especiais, elas deverão ser enviadas em pacotes separados,</p><p>caixas de metal robusta e rotuladas “ferramentas especiais para (tag/numero do item )”. Cada</p><p>ferramenta deve ser carimbada ou ter um tag para indicar o uso destinado.</p><p>7 Inspeção, teste e preparação de envio</p><p>7.1 Geral</p><p>7.1.1 Após notif icação previa de envio do vendedor para o comprador , o representante do</p><p>comprador deve ter acesso a qualqer planta do vendedor e distribuidor onde estiver ocorrendo a</p><p>fabricação, testes ou inspeção do equipamento.</p><p>7.1.2 O vendedor deve notif icar o distribuidor do comprador sobre as exigências de testes e</p><p>inspeção.</p><p>7.1.3 O vendedor dar informar com antecedencia hábil ao comprador antes de conduzir qualqer</p><p>tipo de before conducting any inspeção ou teste que o comprador tenha especif icado para ser</p><p>observado ou tesemunhado.</p><p>7.1.4 O comprador deve especif icar a extensão de sua participação na inspeção e testes.</p><p>a) se os testes e inspeção de bancada tiverem sido especif icados, o comprador e o vendedor</p><p>devem coordenar os pontos de espera de inspeção para cada visita do inspetor.</p><p>b) As datas previstas para os testes devem ser comunicadas no minímo 30 dias antes da data do</p><p>acontecimento acordada entre as partes. A menos que seja def inido e acordado o contrário, o</p><p>vendedor deve dar no minímo cinco dias úteis de antecedência na notif icação para o testemunho</p><p>ou obsevação de uma inspeção ou teste.</p><p>No caso de pequenas bombas onde o tempo de preparação e teste é curto, cinco dias pode exigir</p><p>que a bomba seja removida da bancada de testes entre os testes preliminar e testemunhado.</p><p>Toda inspeção e teste são pontos de espera. Nos testes observados, o comprador deve estar</p><p>ciente que permanecerá na fabrica mais tempo do que em um teste testemunhado. .</p><p>c) Se especif icado , os testes mecânicos e de desempenho testemunhados devem exigir uma</p><p>notif icação escrita dos testes preliminares com sucesso. O vendedor e o comprador devem</p><p>concordar se a preparação de teste da maquina deverá ser mantida ou se a maquina pode ser</p><p>removida da bancada de testes entre os testes preliminares e os testes testemunhados.</p><p>Muitos compradores preferem não fazer testes preliminares antes dos testes testemunhados, para</p><p>entender as dif iculdades encontradas durante os testes. Se for este o caso, o comprador deve</p><p>deixar claro para o vendedor.</p><p>7.1.5 Os materiais e utilidades do equipamento para as inspeções e testes especif icados devem</p><p>ser providenciados pelo vendedor.</p><p>7.1.6 Se especif icado, o representante do comprador, o representante do vendedor, ou ambos,</p><p>devem indicar cumprimento de acordo com o lista de verif icação (checklist) do inspetor como o</p><p>fornecido</p><p>no Anexo E, inicnado com a data e enviando a lista de verif icação (checklist) para o</p><p>comprador antes do envio do equipamento.</p><p>7.1.7 The comprador ’s representative deve have access to the vendor’s quality program for review.</p><p>7.2 Inspeção</p><p>7.2.1 General</p><p> 7.2.1.1 O vendedor deve manter os seguintes dados disponíveis por no minímo 20 anos:</p><p>a) certif icações de materiais necessários ou especif icados, como relatórios de laminação;</p><p>b) dados de testes e resultados para verif icar se estão cumprindo com as exigências de</p><p>especif icação;</p><p>c) se especif icado, detalhes de todos os reparos e registros de todos os tratamentos térmicos</p><p>executados como parte dos procedimentos de reparo ;</p><p>d) resultados dos testes de controle de qualidade e inspeção;</p><p>e) As-built Folga de Operação;</p><p>f ) outros dados especif icados pelo comprador ou exigidos pelos códigos e regulamentações</p><p>aplicáveis (ver 9.3.1 e 9.3.2).</p><p>7.2.1.2 Peças contentoras de pressão não não devem ser p intadas ate que os testes e inspeção</p><p>especif icados das peças tenham sido completados.</p><p>7.2.1.3 Além das exigências descrita no item 5.12.1.5 o comprador pode especif icar o seguinte:</p><p>a) as peças devem estar sujeitas a examinação da superf ície e subsuperf ície;</p><p>b) o tipo de examinacão exigida, como partícula magnética, liquido penetrante, radiograf ia e</p><p>ultrasom.</p><p>7.2.1.4 Todos os testes preliminares de operação e veif icações mecânicas devem ser completedas</p><p>pelo vendedor antes da inspeção do comprador.</p><p>7.2.2 Inspeção de materiais</p><p>7.2.2.1 Deverão ser executados testes não destrutivos como exigido na especif icação de material.</p><p>Se for especif icado pelo compraor inspeções adicionais de radiograf ia, ultrasom, partículas</p><p>magnéticas ou líquido penetrante das soldas ou materiais , os métodos, os métodos e critério de</p><p>aceitação deve estar de acordo com os padrões mostrados na Tabela 13.</p><p>Padores alternativos podem ser propostos pelo vendedor ou especif icado pleo compardor.O data</p><p>sheet do Anexo N de inspeção de solda e material pode ser usado para este propósito.</p><p>7.2.2.2 Se especif icado, o comprador pode inspecionar a limpeza do equipamento e os</p><p>equipamentos pertinentes fornecidos pelo ou através do vendedor antes da montagem.</p><p>7.2.2.3 Se especif icado, a dureza das peças, soldas e ZTA´s devem ser verif icadas se estão</p><p>dentro dos valores permissíveis através de testes. O método, extenção , documentação e</p><p>testemunhamento do teste deve ser acordado entre o comprador e o vendedor .</p><p>Tabela 13 — Materiais inspeção standards</p><p>Tipo de Inspeção Métodos Critério de Aceitação</p><p>Para fabricação Para fundição</p><p>Radiografia Seção V, Artigos 2 e 22</p><p>do código ASME</p><p>Seção VIII , Divisão 1,</p><p>UW-51 (para 100 %</p><p>Radiografia) e UW-52</p><p>(radiografia por</p><p>amostragem) do código</p><p>ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 7 do código</p><p>ASME</p><p>Inspeção por Ultrasom Seção V, Artigos 5 e 23</p><p>do código ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 12, do código</p><p>ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 12, do código</p><p>ASME</p><p>Inspeção por partículas</p><p>magneticas</p><p>Seção V, Artigos 7 e 25</p><p>do código ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 6 do código</p><p>ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 7, do código</p><p>ASME</p><p>Liquido penetrante Seção V, Artigos 6 e 24</p><p>do código ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 8 do código</p><p>ASME</p><p>Seção VIII, Divisão 1,</p><p>Apendice 7, do código</p><p>ASME</p><p>7.3 Testes</p><p>7.3.1 Geral</p><p>7.3.1.1 Os testes de desempenho e NPSH devem ser conduzidos usando os métodos da ISO 9906</p><p>grau 1, HI 1.6 (para bombas centrifugas) ou HI 2.6 (para bombas verticais), exceto que a ef iciência</p><p>deve ser apenas para e não para classif icação de capacidade. As tolerâncias de desenpenho</p><p>devem estar de acordo com a Tabela 14.</p><p>7.3.1.2 Se especif icado, no minímo 6 semanas antes do primeiro teste de operação, o vendedor</p><p>deve enviar para o comprador, para revisão e comentário, procedimentos detalhados de todos os</p><p>testes e todos testes adicionais especif icados (7.3.4), incluindo o critério de aceitação de todos os</p><p>parâmetros monitorados.</p><p>7.3.1.3 Os selos mecanicos não devem ser usedos durante o teste hidroestático mas deve ser</p><p>usado durante todos os testes de desempenho ou de operação.</p><p>7.3.2 Teste hidrostático</p><p>7.3.2.1 Todos os componentes de carcaças pressurizadas deve passar por teste hidroestático com</p><p>liquido de no minimo 1,5 vezes a pressão maxima permissível de trabalho, com as exigências</p><p>epeciais especif icadas abaixo.</p><p>a) Bombas de carcaça dupla, bombas horizontais multi estágio , Bombas de engrenagem integral</p><p>(como descrito no item 5.3.6), e outros projetos especiais de bombas como aprovado pelo</p><p>comprador podem ser testadas may be segmentally tested.</p><p>b) os canais de resfriamento e componentes, incluindo camisas para os mancais, câmaras de</p><p>selagem, reafriadores de óleo e resfriadores de selo , devem ser testados na preeso mínima de P.I</p><p>de f 1 000 kPa (10 bar) (150 psi).</p><p>c) Os tubos de água de resfriamento, vapor e leolubrif icante, se fabricados através do método de</p><p>soldagem, deverão ser a 1,5 vezes a pressão P.I. máxima de operação ou 1 000 kPa (10 bar) (150</p><p>psi), o que for maior.</p><p>d) O liquido usado no teste deve estar com a temperatura maior que a temperatura de transição nil-</p><p>ductilidade do material sendo testado.</p><p>e) As gaxetas usadas duriante o teste hidrostático de uma carcaça pressurizada montada, menos</p><p>as seal glands, devem ter as mesmas dimensões de projeto daquelas que serão fornecidas com a</p><p>bomba.</p><p>f ) O teste hidroestático é permitido sem a placa seal gland ou câmara de selagem instalada. Se</p><p>for usado material fundido na seal gland plate ou câmara de selagem, as mesmas deverão passar</p><p>por teste hidroestático separadamente com as mesmas exigências de pressão da carcaça</p><p>pressurizada .</p><p>Tabela 14 — Tolerâncias de Desempenho</p><p>Condição Ponto de Classificação Shutoff</p><p>Classificação de Diferencial de</p><p>head</p><p>— 0 m to 150 m (0 ft to 500 ft)</p><p>– 2</p><p>+ 5</p><p>+ 10</p><p>– 10 a</p><p>— 151 m to 300 m (501 ft to 1 000 ft)</p><p>– 2</p><p>+ 3</p><p>+ 8</p><p>– 8 a</p><p>— 300 m (1 000 ft)</p><p>– 2</p><p>+ 2</p><p>+ 5</p><p>– 5 a</p><p>Classificação de Potencia + 4 b</p><p>—</p><p>Classificação de NPSH 0 —</p><p>Nota- eficiência não é um valor de classificação</p><p>a Se for especificado uma curva de vazão de head em ascensão (see 5.1.13), a toleranciz negativa especificada aqui deve</p><p>ser permitida apenas se a curva de teste ainda mostrar características de ascenção.</p><p>b sob qualquer combinação descrita acima (não é aceitável tolerâncias cumulativas)</p><p>7.3.2.2 Se a peça a ser testada for operar a uma temperatura em que a resistência do material</p><p>seja abaixo da resitencia do material na temperatura de teste , a pressão do teste hidrostático</p><p>deve ser multiplicada por um fator obtido pela divisão da tensão permissível de trabalho para o</p><p>material na temperatura de teste por aquela na temperatura nominal de operacao . O valores de</p><p>tensão usados devem ser determinados de acordo com o item 5.3.4. Para os tubos, a tensão</p><p>deve estar em conformeidade com a ISO 15649. A A pressão assim obtida deve então ser a</p><p>pressão mínima à qual o teste hidrostático deve ser executado. Os data sheets devem listar as</p><p>pressões de hidrostático de teste atuais.</p><p>NOTE Para propósito desta norma, a ASME B31.3 equivalente a ISO 15649.</p><p>7.3.2.3 O conteúdo de cloreto dos líquidos usados para testar materiais de aço inox austenítico</p><p>não deve exceder 50 mg/kg. Para prevenir a encrustação de choreto como resultado da secagem</p><p>por evaporação, todo o resíduo de liquido deve ser removido das peças testadas no f inal do teste.</p><p>NOTA- O conteúdo de cloreto é limitado para prevenir o trincamento causado por corrosão sob tensão.</p><p>7.3.2.4 Os testes devem ser mantidos por um período suf iciente de tempo para permitir a</p><p>examinacão completa das peças pressurizadas. O teste hidrostático deve ser</p><p>considerado</p><p>satisfatório se não houver nenhum vazamento ou inf iltração através das peças retentoras de</p><p>pressão observadaspor no mínimo 30 min. Peças maiores contentoras de pressão, requerem um</p><p>período maior de testes a ser acertado entre o comprador e o vendedor . A inf iltração além das</p><p>parte interna requerem testes das de casos segmentados e a operação de uma bomba de testes</p><p>para manter manter pressão aceitável. Os sistemas de tubulações fabricados através de soldagem</p><p>deve ser hidrotestados de acordo com a ISO 15649.</p><p>As gaxetas usadas durante os testes hidroestático deuma carcaça montada,devem ter as mesmas</p><p>dimensões de projeto daquelas fornecidas com a carcaça.</p><p>NOTE Para propósito desta norma , ASME B31.3 é equivalente a ISO 15649.</p><p>7.3.2.5 O líquido usado no teste hidroestático deve incluir um agente humudif icante para reduzir a</p><p>tensão de superf ície se um ou mais das seguintes condições existirem:</p><p>a) O liquido bombeado tem uma desnsidade relativa (gravidade especif ica) menor que 0,7 à</p><p>temperatura de bombeamento.</p><p>b) a temperatura de bombeamento é mais alta que 260 °C (500 °F).</p><p>c) A carcaça foi fundida aprtir de um novo padrão alterado .</p><p>d) Os materiais são conhecidos por sua característica de baixa fusibilidade.</p><p>7.3.2.6 Componentes de carcaça pressurizada e aço inox austenítico ou duplo podem ser</p><p>testados hidrostaticamante com uma quantidade adicional de material nas áreas onde a usinagem</p><p>à dimensões críticas e tolerâncias são exigidas. A quantidade adicional de material não deve</p><p>exceder 1 mm (0,040 in) de material de estoque Material stock ou 5 % da espessura mínima</p><p>permissivel da parede, o que for menor.</p><p>Qaulquer área que venha a ser usinada após o teste hidrostático deve ser identif icada no relatório</p><p>de teste hidroestático.</p><p>NOTA-Devido a tensões residuais resultante do resfriamento final do liquido e os limites relativamente baixos</p><p>proportionais existentes nestes materiais, pequenas quantidades de deformação permanente podem ocorrer</p><p>em dimensões críticas durante o teste hidroestático. Permitindo que uma pequena quantidade de material</p><p>permaneça nestas áreas críticas durante o teste hidrostático, a necessidade de adição de material através de</p><p>soldagem para restaurar as dimensões próximas ao limites de tolerância após o teste hidroestático é evitado.</p><p>7.3.3 Teste de Desempenho</p><p>7.3.3.1 A menos que seja especif icado o contrário , cada bomba deve passar por um teste de</p><p>desempenho. Os testes de desempenho devem ser executados usando água à uma temperatura</p><p>menor que 65 °C (150 °F).</p><p>7.3.3.2 As exigencias de a) a h) devem ser cumpridas enquanto a bomba estiver operando na</p><p>bancada de testes e o teste de desempenho estiver sendo executado.</p><p>a) os selo e mancais devem ser usados na bomba no teste de desempenho .</p><p>b) Se aprovado pelo comprador, selos substitutos devem ser usados durante o teste de</p><p>desempenho se necessário para prevenir que os contract seals seja danif icados ou se os selos de</p><p>contrato não forem compativeis com o f luido de teste.</p><p>c) O selo (ou selos) não devem ter taxa de vazamamento durante em nenhuma fase dos testes de</p><p>desempenho da bomba que seja além do especif icado na ISO 21049 ou ao contrario, como</p><p>concordado entre o vendedor e o comprador . Qualquer vazamento inaceitável durante o teste de</p><p>desempenho da bomba requer a desmontagem e reparo do selo. Se o selo for desmontado ou</p><p>removido, o selo deve ser retestado com teste de ar da bomba usando o critério def inido no item</p><p>7.3.3.5</p><p>d). quando a bomba estiver na bancada de testese água for usada como liquido de teste,os selos</p><p>liquidos apropriados para testes na agua devem exibir sinais visíveis de vazamento. A ISO</p><p>21049:2004, Anexo A.1.3, deve ser revista para conf irmar se o critério de visibilidade de</p><p>vazamento zero é apropriado para os selos sendo testados.</p><p>NOTE Para propósito desta norma, a API 682 é equivalente a ISO 21049.</p><p>d) Se especif icado, vazamento do selo durante o teste deve exigir que o selo e a bomba montada</p><p>seja rodada novamente para demonstrar o desempenho satisfatório do selo.</p><p>e)todas as pressões de óleo lubrif icante, viscosidades e temperaturas devem estar dentro da faixa</p><p>dos valores de operação recomendados nas instruções de operção do vendedor a a unidade</p><p>especif ica sendo testada.</p><p>f ) os mancais especif icados para serem lubrif icados normalmente por um sistema de nevioa de</p><p>óleo puro devem ser prelubrif icados antes do teste de desempenho usando o óleo hidrocarbono</p><p>apropriado.</p><p>g) Todas as juntas e conxoes devem ter sua estanqueidade verif icada, e qualquer vazametno</p><p>deve ser corrigido.</p><p>h) Todos os avisos, dispositivos de proteçãoe controle usados duriante o teste deve ser verif icado</p><p>e ajustado como exigido.</p><p>7.3.3.3 A menos que seja especif icado o contrário , o teste de desempenho deve ser conduzido</p><p>como especif icado nos itens de a) a d) abaixo.</p><p>a) O vendedor deve adiquirir sues dados de testes, incluindo head, f taxa de vazao, potencia,</p><p>temperatura (s) e vibração do mancal no minimo em três pontos diferentes.Estes pontos</p><p>normalmente serão:</p><p>1) shutof f (não é necessário dados de vibração),</p><p>2) taxa de vazão continua estável,</p><p>3) meio caminho entre a vazão mínima e vazão nominal,</p><p>4) vazão nominal, e</p><p>5) vazao máxima permitida (o mínimo de 120 % de BEP).</p><p>b) O ponto de teste da vazão nominal deve ser localizado entre a banda de tolerância e de 5 %</p><p>da taxa de vazão.</p><p>No caso de bombas de alta energia (ver 5.1.18), bomba de engrenagem integral e multiestágio,</p><p>poderá não ser viável o teste no ponto de shutof f . Algumas bombas de baixa velocidade</p><p>especif ica não podem alcançar vazão de 120 % BEP.</p><p>c) A mnos que seja acordado o contrario, o teste de velocidade deve ser na faixa de 3 % da</p><p>velocidade nominal mostrada nos data sheet da bomba (ver exemplo no Anexo N). os resultados</p><p>de teste devem ser convertidos para antecipar os resultados na velocidade nominal.</p><p>d) O vendedor deve manter um diário completo e detalhado dos testes f inais e deve preparar o</p><p>número necessário de cópias do mesmo, e com precisão de correção certif icada. Os dados devem</p><p>incluir as cusrvas dos testes e um resumo de teste de desempenho comparado para garantir</p><p>pointos (ver 9.2.4, 9.3.2.2 e exemplo no Anexo M).</p><p>e) Se especif icado, alem de envio formal dos dados f inais de acordo com o item 9.3.2.2, os dados</p><p>de testes e curvas (corregido para a velocidade, gravidade especif ica e viscosidade) devem ser</p><p>enviados dentro de 24 h após o termino do teste de desempenho para o grupo de engenharia do</p><p>comprador revisar e aceitar antes do envio do equipamento.</p><p>7.3.3.4 Durante o teste de desempenho, as exigências de a) a d) devem ser cumpridas.</p><p>a) Os valores de vibração devem ser registrados durante o teste de acordo com o item 5.9.3.2. Os</p><p>valores de vibração não devem exceder aqueles descritos no item 5.9.3.6.</p><p>b) As bombas devem operar dentro dos limites de temperatura do mancal como def inido no item</p><p>5.10.2.4 e não deve mostrar sinais de operação irregular, como ruído causado por cavitação.</p><p>c) Quando estiver operando na velocidade nominal, as bombas devem operar dentro da faixa de</p><p>tolerância descrita na Tabela 14. d) Se especif icado, a velocidade de true peak mancal -housing</p><p>velocities deve ser registrado apenas para informação.</p><p>7.3.3.5 As exigências de a) a d) abaixo devem ser cumpridas após o termino do teste de</p><p>desempenho:</p><p>a) Se for necessário desmontar a bomba após o teste de desempenho para o único propósito de</p><p>usinar os impelidores parase enquadrar nas exigências de diferencial de head, não é necessário</p><p>retestar, a menos que a redução no diâmetro exceda 5 % do diâmetro original. O diametro do</p><p>impelidor na época do teste de bancadaat, como também o diâmetro f inal do impelidor, devem ser</p><p>registrados em uma curva de teste de bancada certif icada que mostre as caracteriscas de</p><p>operação após o diâmetro</p><p>do impelidor ter sido reduzido.</p><p>b) Se especif icado, a desmontagem da bomba multi estágio para qualquer ajuste de head</p><p>(incluindo menos que 5 % de mudança de diâmetro) após o teste, é uma razão para um reteste.</p><p>c) Se for necessário desmontar a bomba para algum tipo de correção, como melhoria de potencia,</p><p>NPSH ou operação mecânica, o teste inicial nao deve não aceitável , e o teste de desempenho</p><p>f inal deve ser executado após as correções.</p><p>d) Se for necessário causar distúrbios ao conjunto de selo mecânico após o teste de desempenho,</p><p>ou se as faces dos selos forem substituídas por faces de selo de trabalho job seal faces, a</p><p>montagem f inal do selo deve ser testada com com ar da seguinte forma:</p><p>1) pressurize a seção de selagem independentemente com ar limpo à 175 kPa</p><p>(1,75 bar) (25 psi) de pressão no P.I.; 2) isole a área de prepração de teste da fonte de</p><p>pressurização por no mínimo 5 min, ou 5 min por 30 l (1 f t3) de volume de teste, o que for maior;</p><p>3) a queda de pressão máxima permissível durante o teste deve ser de 15 kPa (0,15 bar) (2 psi).</p><p>7.3.4 Testes opcionais</p><p>7.3.4.1 Geral</p><p>Se especif icado, os testes de bancada descritos no item 7.3.4.2 a 7.3.4.6 devem ser executados.</p><p>Os detalhes do teste devem ser acordados entre o comprador e o vendedor .</p><p>7.3.4.2 NPSHR test</p><p>7.3.4.2.1 Se especif icado, a NPSHR deve ser determinada a cada ponto de teste [7.3.3.3 a)]</p><p>exceto no shut-of f .</p><p>7.3.4.2.2 Uma queda de 3 % no head ( head do primeiro estágio em bombas multiestágio) deve ser</p><p>interpretada como indicação de constrição de desempenho. O head do primeiro estágio de bombas</p><p>com dois ou mais estágios deve ser medido usando uma conexão separada da descarga do</p><p>primeiro estágio se possivl. Se não for possível, apenas o teste do primeiro estágio deve ser</p><p>considerado.</p><p>7.3.4.2.3 A NPSHR em um ponto nominal não deve exceder o valor cotado (ver Tabela 14). A</p><p>desmontgem para corrigir a NPSHR requer reteste (ver 7.3.3.5 and 7.4.3.1).</p><p>7.3.4.3 Complete unit test</p><p>Se especif icado, a bomba e o conjunto acionador, completo com todos os auxiliares que fazem</p><p>parte da unidade devem ser testados juntos. Se especif icado, a medição de vibração torcional</p><p>deve ser feita para verif icar a análise do vendedor. O teste de toda unidade deve ser executado no</p><p>local de ou em adição dos testes separados dos componentes individuais especif icados pelo</p><p>comprador .</p><p>7.3.4.4 Teste de nível de som</p><p>Se especif icado, os testes de nível de som devem ser executados como acordado entre o</p><p>comprador e o vendedor.</p><p>NOTE- A ISO 3740, ISO 3744, e a ISO 3746 pode ser consultada para referencia.</p><p>7.3.4.5 Testes de equipamentos auxiliares</p><p>Se especif icado, os equipamentos auxiliares como sistemas de óleo, engrenagens e sistemas de</p><p>controle devem ser testados na of icina do fabricante. Os Detalhes do teste (s) equipamentos</p><p>auxiliares deve ser desenvolvidos em conjunto pelo o comprador e o vendedor .</p><p>7.3.4.6 Teste de resonancia da caixa de mancal</p><p>Se for especif icado teste resonancia a caixa (s) de the mancal deve ser excitada por impacto ou</p><p>outro meio apropriado de com a bomba sem tubulação, e a f requencia (s) natural deve ser</p><p>determinada aprtir da resposta. Deve existir uma margem de separação entre a f requncia (s)</p><p>natural e as seguintes f requencias de exitação:</p><p>a) múltiplos de velocidade de operação (r/min): 1,0; 2,0; 3,0;</p><p>b) multiples de velocidade de passagem das paletas: 1,0; 2,0.</p><p>A aceitação dos critérios de aceitação deve ser acordada entre o comprador e o vendedor.</p><p>7.3.4.7 Teste mecânico de operação</p><p>7.3.4.7.1 Se especif icado, a operação deve rodar na bancada de testes ate que a temperatura do</p><p>óleo seja estabilizada (5.10.2.4).</p><p>7.3.4.7.2 Se especif icado, a bomba deve rodar mecanicamente por 4 h. A menos que seja</p><p>especif icado o contrário ou acordado, esta operação deve ocorrer na vazão nominal.</p><p>7.3.4.7.3 Se especif icado, o inicio do teste de operação não deve ocorrer ate que a temperatura</p><p>do óleo seja estabilizada.</p><p>7.4 Preparação para envio</p><p>7.4.1 O comprador deve especif icar o tipo de tranporte e armazenamento exigido. Os rotors devem</p><p>ser bloqueados se necessário. Os rotores bloqueados devem ser identif icados através de tags</p><p>resistente a corrosão e anexados com arame de aço inox. A preparação deve tornar o</p><p>equipamento apropriado para f icar no mínimo 6 meses armazenado no tempo na época do envio</p><p>para o cliente, sem necessidade de desmontar antes da operação , exceto para inspeção de</p><p>mancal e selos. Se o armazenamento for mais longo que o contemplado , o comprador deve</p><p>consultar o vendedor em relação a recomendação de procedimentos a serem seguidos .</p><p>7.4.2 O vendedor deve fornecer ao comprador as instruções necessárias para para preservar a</p><p>integridade da embalagem após a chegada do equipamento na planta antes da partida, que deve</p><p>estar de acordo com a API RP 686.</p><p>7.4.3 O equipamento equipamento deve ser preparado para tranporte apenas após todas as</p><p>inspeções terem sido terminadas e o equipamento tiver sido liberado pelo comprador. A</p><p>preparação deve incluir o especif icado no item 7.4.3.1 até 7.4.3.10.</p><p>7.4.3.1 A menos que seja especif icado o contrário , Bombas não devem ser desmontadas após o</p><p>teste f inal de desempenho. A bomba, incluindo a câmara de selagem , deve ser drained to the</p><p>extent practical, encher com água com um inibidor de movimento a water-displacing inhibitor dentro</p><p>de 4 h de teste e redrenado.</p><p>7.4.3.2 Superf icies exteriores, exceto as superf ícies usinadas, devem receber pelo menos uma</p><p>camada da pintura padrão do fabricante. A tinta não deve conter chumbo ou cromatos. As peças</p><p>de aço inox nao precisam ser pintadas. O lado inferior das placas base devem ser preparadas para</p><p>concretagem grout de acordo com o item 6.3.17.</p><p>7.4.3.3 As superf ícies exteriores, exceto nos materiais resitentes a corrosão, devem ser revestidas</p><p>com uma camada preventiva contra ferrugem.</p><p>7.4.3.4 As superf ícies internas de caixas de mancal e componentes de sistemas de óleo de aço</p><p>carbono devemserrevestidas com uma camada preventiva solúvel em oleo contra ferrugem que</p><p>seja compatível como o óleo lubrif icante.</p><p>7.4.3.5 Aberturas f langeadas devem ser equipadas com tampas de metal de minímo 5 mm (0,19</p><p>pol) de espessura, com gaxetas de elastómero e no mínimo quatro parafusos de diâmetro</p><p>completo. Para as aberturas studded openings, todas as porcas precisam ser projetadas para</p><p>segurar as tampas.</p><p>7.4.3.6 Abertturas roscadas devem receber caps roscados ou plugs de aço de acordo com o item</p><p>5.4.3.7.</p><p>7.4.3.7 Aserturas que foram biseladas para soldagem devem receber cobertura para prevenir a</p><p>entrada de materiais estranhos e danif icar o bisel.</p><p>7.4.3.8 Os pontos de levantamento e olhais de levantamento devem ser claramente identif icados.</p><p>7.4.3.9 Oequipamento deve ser identif icado com numero de item e número de série. Os materiais</p><p>enviados separadamente devem ser identif icados com tags resistentes a corrrosão e indicando o</p><p>numero de item e número de série do equipamento e intenção de uso. Equipamentos encaixotados</p><p>devem ser enviados com duas listas de material enviado, uma dentro e outra fora do caixote.</p><p>7.4.3.10 Partes expostas do eixo e acoplamento deve ser enrolado com tecido a prova d´agua ou</p><p>papel volátil inibidor de corrosão.</p><p>7.4.4 As conexões de tubulações auxiliares fornecido com o material comprado deve ser</p><p>carimbadas ou tagueadas permanentemente ref letindo a Tabela de conxões do vendedor ou</p><p>desenho geral. As designações de serviço e conecções devem ser indicados. Os simbolos de</p><p>todas as conexões da bomba, incluindo as conexões plugueadas, deve estar de acordo com o</p><p>Anexo B.</p><p>7.4.5 Os cojuntos de mancais devem ser completamente protegidos da entradade humidade poeira.</p><p>Se for colocado sacos de cristais inibidores de fase-vapor nas grandes cavidades, os sacos devem</p><p>ser f ixados em</p><p>área accessível de fácil remoção. Se aplicável, os sacos devem ser colocados em</p><p>telas de arame anexadas a cobertura dos f langes e alocalização dso sacos devem indicadas nos</p><p>tagas resitente a corrosão presos por arames de aço inox.</p><p>7.4.6 Deve ser enviado uma copia do Manual de instalação padrão do fabricante com o</p><p>equipamento</p><p>8 Tipos especifcos de bombas</p><p>8.1 Bombas de um estagio, bombs suspenças.</p><p>8.1.1 Bombas Horizontais (Tipo OH2)</p><p>Não é permitido suportes de caixa de mancal de fundo da bomba Rear pump bearing house l</p><p>housing supports</p><p>8.1.2 Bombas verticais em linha (Tipo OH3)</p><p>8.1.2.1 Deve ser providenciada uma superf ície plana de contato no fundo da carcaça para que a</p><p>bomba f ique estável se a mesma f icar livre sobre um pad ou fundação. A relação da altura do</p><p>centro de gravidade da unidade com a largura da superf ície de contato no deve ser maior que 3:1.</p><p>A estabilidade deveser alcançada através do formato da carcaça ou por uma um suporte exterior</p><p>permanente.</p><p>8.1.2.2 As bombas devem ser projetadas para que ela ou f lutuem com o tubo de sucção e</p><p>descarga, ou sejam parafusadas a um pad ou fundação.</p><p>Flange loading na bomba pode aumentar se o comprador preferir parafusar a unidade f ixa. Este</p><p>asunto deve ser tratado na seção de projeto de tubos.</p><p>8.1.2.3 Deve ser providenciado uma conecção roscada de no mínimo DN 15 (1/2 NPS) para que</p><p>nenhum liquido seja coletado na cobertura ou suporte da unidade acionadora.</p><p>8.1.2.4 A bomba e a câmara de selagem deve ser continuamente ventilada com um ponto de</p><p>conexão alto ou na câmara de selagem ou nos tubos de seal f lush. Os sitemas que precisam de</p><p>ventilação manual requer a aprovação do comprador.</p><p>Se a atmosfera de ventilação não for aceitável, O vent deveser conectado aos tubos de processo</p><p>em uma elevação acima da câmara de selagem .</p><p>8.1.2.5 As bombas devem ser projetadas de modo a facilitar a remoção e instalação do conjunto</p><p>saca ... back-pullout assembly sem a necessidade de remoção da unidade acionadora.</p><p>8.1.2.6 Se especif icado, deve ser fornrcido um dispositivo que permita a montagem u levantamento</p><p>do back-pullout assembly do lado de fora do suporte do motor com unidade acionadora no lugar.</p><p>8.1.2.7 Coma aprovação do comprador, as caixas de mancal podem se lubrif icadas com graxa may</p><p>(5.11.4).</p><p>A temperatura da caixa de mancal estabilizada não deve exceder 82 °C (180 °F) quando</p><p>operando na temperatura ambiente de 43 °C (110 °F). As graxas recomendadas devem ser</p><p>apropriadas para estas temperaturas.</p><p>8.1.2.8 A unidades acionadoras devem ser alinhadas na of icina do vendedor antes do envio .</p><p>8.1.3 Bombas acionadas por engranagem integral (tipo OH6)</p><p>8.1.3.1 O impelidor deve ser chaveado ou splined ao eixo na saida da caixa de engrenagens.</p><p>8.1.3.2 As bombas de engrenagem integral podem exigir a remoção da unidade acinadora para</p><p>permitir a desmontagem do rotor e a montagem do selo.</p><p>8.1.3.3 O tipo de impelidor deve ser selecinado para a aplicação e pode ser aberto, semi aberto</p><p>ou totalmente fechado.</p><p>8.1.3.4 A necessidade de execução de análise lateral do rotor deve ser determinada como descrito</p><p>no item 8.2.4.1. A analise lateral deve ser especif icada apenas para bombas únicas,novas ou</p><p>criticas.</p><p>NOTE- As velocidades criticas laterais podem ser uma preocupação na bombas Tipo OH6 pumps.</p><p>Normalmente as bombas deste tipo são investigadas a fundo durante o seu desenvolvimento , e há dinâmicas</p><p>típicas do rotor disponíveis e aplicáveis.</p><p>8.1.3.5 Mancais hidrodinamicos de peça única podem ser usados.</p><p>8.1.3.6 Os medidores de pressão e temperatura montados diretamente na caixa de engrenagens</p><p>devem estar acordo com a ISO 10438 exceto o diâmetro dos indicadores que devem ser de 50 mm</p><p>(2,0 pol). Se especif icado,deverão ser fornecidos termopoços roscados de barra sólida separaveis</p><p>separable threaded solid-bar thermowells para os indicadores de temperatura.</p><p>8.1.3.7 Indutores, impelidores e importantes componentes rotativos similares devem ser</p><p>dinamicamente balanceados de acordo com a ISO 1940-1 grau G2.5, ou a um desbalanceamento</p><p>residual de 7 gmm (0,01 onça-Pol ),o que for maior. Se possível, a massa do eixo usado para</p><p>balanceamento não deve exceder a massa do componente sendo balanceado. A vibração</p><p>resultante meadida durante o teste de teste de desempenho não deve exceder os níveis descritos</p><p>na Tabela 7.</p><p>8.2 Bombas bi-apoiadas (types BB1, BB2, BB3 and BB5)</p><p>8.2.1 Carcaça pressurizadas</p><p>8.2.1.1 As carcaças com abertura axial tem um folha de composição de gaxeta ou junta metal-com-</p><p>metal composition sheet gasket or metal- to-metal joint; a proposta do vendedor deve descrever</p><p>qual esta sendo oferecida.</p><p>8.2.1.2 As bombas para serviços em temperaturas abaixo de 150 °C (300 °F) podem ser montads</p><p>sobre pés.</p><p>8.2.1.3 Nas bombas com carcaças com abertura axial, olhais de levantamento ou furos roscados</p><p>para os olhais devem ser fornecidos paenas par o levnatamento da metade superior da carcaça e</p><p>deve ser tagueado. Os metodos de levantamento da maquian montada devem ser especif icados</p><p>pelo vendedor [ver 9.2.2.1 a) e Anexo L].</p><p>8.2.1.4 Se especif icado, os projetos propostos de conexões devem ser submetidos ao comprador</p><p>para aprovação antes da fabricação. O desenho deve mostrar o projeto de soldagem, tamanho,</p><p>materiais, e tratamentos térmicos pré e pos soldagem.</p><p>8.2.2 Rotor</p><p>8.2.2.1 Os impelidores de bombas multiestágio devem ser individualmente localizado ao longo do</p><p>eixo por um rebaixo ou anél bipartido na direção do epuxo hidráulico normal.</p><p>8.2.2.2 Os rotores com impelidores com folga de encaixe folgas with clearance-f it impellers devem</p><p>ter meios mecânicos de limitar o movimento do impelidor na direção oposta ao empuxo hidráulico</p><p>normal de 0,75 mm (0,030 in) ou menos.</p><p>8.2.2.3 Se especif icado, os rotores com impelidores encaixe de shrink-f it impelidores devem ter</p><p>meios mecânicos de limitar o movimento do impelidor na direção oposta ao empuxo hidráulico</p><p>normal de 0,75 mm (0,030 in) ou menos.</p><p>8.2.2.4 O runout dos eixos e rotores montados medidos com o eixo ou rotor apoiados em blocos V</p><p>ou bancada de roletes adjacente aos seus mancais devem estar dentro dos limites dados na</p><p>Tabela 15.</p><p>8.2.3 Folga de Operação</p><p>8.2.3.1 Renewable casing bushings e luvas de interestágio interstage sleeves ou o equivalente</p><p>deve ser fornecido em todos os pontos de interestágio.</p><p>8.2.3.2 A folga de operação associada com os componentes usados para balancear o empuxo</p><p>axial ou para servir como produto mancal product-lubricated internal Mancais devem ser padrão do</p><p>fabricante, desde que as folgas descritas como exceções a esta Norma International (ver 5.7.4) na</p><p>proposta e aprovado pelo comprador. Se as folga padrão do fabricante são baseadas na</p><p>combinação de materiais que exibem características de desgaste superiores, dados de apoio</p><p>devem ser incluídos na proposta.</p><p>Tabela 15 — Exigências de runout do eixo e do rotor</p><p>Fator de Flexibilidade</p><p>Runout permissível do</p><p>Eixo</p><p>TIR</p><p>µm (in)</p><p>Encaixe do</p><p>componente no eixo</p><p>Runout radial</p><p>permissível do rotor</p><p>µm (in)</p><p>40 (0,001 5)</p><p>Folga 90 (0,003 5)</p><p>interferencia 60 (0,002 5)</p><p>25 (0,001 0)</p><p>Folga 75 (0,003 0)</p><p>interferencia 50 (0,002 0)</p><p>Onde</p><p>L é a extensão do mancal;</p><p>D é o diâmetro do diametro (o maior) no impelidor.</p><p>b o fator de flexibilidade do eixo, Ff, é diretamente relacionado a deflecçãoestática de um eixo apoiado de forma simples, e</p><p>portanto é um bom indicador do runout atingível durante a fabricação e a qualidade de equilíbrio que pode ser alcançada e</p><p>mantida.</p><p>c Runout dos cubos do impelidor, tambor de balanceamento e luvas</p><p>8.2.4 Dinamicas</p><p>8.2.4.1 Analises laterais</p><p>8.2.4.1.1 Dependendo do projeto da bomba, a primeira ou segunda velocidade úmida lateral critica</p><p>de bombas multiestágio e de alta velocidade pode coincidir com a</p><p>velocidade de operação,</p><p>particularmente a medida que as folgas internas aumentam com o desgaste. A</p><p>análise lateral pode premeditar se estas coincidências são relacionadas e se a vibração resultante</p><p>é aceitável.</p><p>8.2.4.1.2 A menos que seja especif icado o contrário , a necessidade de uma a análise lateral do</p><p>rotor d bomba deve ser determinada usandooprocesso descrito na Tabela 16. Para este processo,</p><p>as seguintes def inição se aplicam:</p><p>a) Bomba Identica: mesmo tamanho, projeto hidráulico, numero de estágios, rpm/min,folgas, tipo</p><p>selo do eixo (axial face breakdown bushing), tipo de mancais, peso do acoplamento, coupling</p><p>overhang, e bombeamento do mesmo liquido.</p><p>b) Bomba similar: por acordo entre o comprador e fabricante, levando em cosndideração os fatores</p><p>listados na def inição precedente (item a).</p><p>c) Classically stiff normalmente duro: primeira velocidade critica a seco é acima da velocidade</p><p>máxima continua da bomba da forma descrita abaixo:</p><p>1) 20 % nos rotores projetados apenas para serviços com liquido .</p><p>2) 30 % nos rotores projetados para ser capaz de rodar a seco.</p><p>Tabela 16 — Decisão lógica para análise lateral do rotor</p><p>Passo Ação</p><p>1 Projeto da Bomba</p><p>2 Existem bombas idênticas ou similares?</p><p>Se “sim” vá para o passo 5.</p><p>Se “não” vá para o passo 3.</p><p>3 O rotor é Classically stiff normalmente duro?</p><p>Se “sim” vá para o passo 5.</p><p>Se “não” vá para o passo 4.</p><p>4 Análise necessária</p><p>5 Análise não recomendada</p><p>8.2.4.1.3 Se análise lateral for exigida pelo process descrito no item 8.2.4.1.2, ou se especif icado</p><p>pelo comprador, deve ser executado e seu resultado analisado de acordo com o Anexo I.</p><p>8.2.4.2 Balanceamento do Rotor</p><p>8.2.4.2.1 Os rotores das categorias listadas abaixo devem ser de dois planos balanceado</p><p>dinamicamente em baixa velocidade nos padrões estabelecidos na Tabela 17:</p><p>− bombas multiestágio (três ou mais estágios);</p><p>− bombas de um e dois estágios em que a velocidade máxima continua é maior que</p><p>3 800 r/min.</p><p>A seqüência do conjunto do rotor e a correção de balanceamento deve seguir a ISO 11342. No</p><p>balanceamento, o rotor não inclui a metade do cubo do acoplamento da bomba ou as unidades</p><p>rotativas dos selos mecânicos. A Tabela 17 mostra a ISO 1940-1 grau G2.5 para todos os rotores</p><p>com interference f it rotors ate velocidades de 3 800 r/min. Isto se dá baseado em dois fatores.</p><p>- A 3 800 r/min no limite superior de balanceamento grau G2.5 produz uma força devido</p><p>ao desbalanceamento de 10 % do peso do rotor, o que signif ica que o</p><p>desbalanceamento não terá nenhum efeito material no formato de operação do rotor’s;</p><p>− Nos rotore em que a f lexibilidae é alta (ver Tabela 15), não pratico alcançar e manter</p><p>aretidao do rotor necessário para balancear grau G1.</p><p>A excentricidade da massa associada com o balanceamento grau G1 é muito pequena; por</p><p>exemplo 2,5 µm (0,000 10 in) maximo em operação a 3 800 r/min. Isto traz duas consequencias:</p><p>− não é pratico balancear os componentes melher que G2.5 (see 5.9.4.1) porque</p><p>efetividade do eixo arbor muda efetivamente quando o componente é montado;</p><p>− a qualidade do balanceamento pode não ser verif icável se o rotor for movido de sua</p><p>posição na bancada de balanceamento ou desmontado e remontado. Normalmente é</p><p>possível, porém para executar a verif icação do desbalanceamento residual para verif icar</p><p>a precisão da bacada de balanceamento.</p><p>Tabela 17 — Exigências de balanceamento do rotor</p><p>Componente encaixado</p><p>no eixo</p><p>Velocidade continua</p><p>máxima</p><p>Fator de flexibilidade</p><p>Grau de balanceamento</p><p>do rotor</p><p>Folga</p><p>Sem limite b</p><p>Interferência</p><p>Sem limite</p><p>Nota</p><p>a para permitir 5 % de aumento de velocidade.</p><p>b A correção de balanceamento durante a montagem não é viável porque a folgade encaixe não manterá o balanceamento</p><p>correto.</p><p>c Se os rotores de maior flexibilidade forem usados em velocidades acima de 3 800 r/min, alcançar e manter este nível de</p><p>balanceamento requer atenção especial no projeto, fabricção e manutenção.</p><p>d Aproximaamente igual ao ponto ntermediario do grau de qualidade de balanceamento correspondente ISO</p><p>8.2.4.2.2 No balanceamento do rotor, qualquer rasgo de chaveta vazio deve ser preenchido com</p><p>meia chavetas abauladas.</p><p>8.2.4.2.3 Se o rotor for balanceado como um conjunto, deve ser executado um teste de</p><p>desbalanceamento residual. A verif icação deve ser executada após o balanceamento f inal do rotor,</p><p>seguindo o procedimento descrito no Anexo J. A altura de todas as meias chavetas usadas</p><p>durante o balanceamento f inal do rotor montado deve ser registrado nas folhas de trabalho de</p><p>desbalanceamento residual.</p><p>8.2.5 Mancais e caixas de mancal</p><p>8.2.5.1 Se formecido, os mancais radiais hidrodinamicos devem estar de acordo com o item</p><p>8.2.5.1.1 até 8.2.5.1.4.</p><p>8.2.5.1.1 Os mancais devem ser bipartidos para facilitar montagem, perfuração de precisão, e do</p><p>tipo deslizante ou tipo .... pad type, com fundo de aço with steel-backed, com babbitte d e</p><p>revestimento substituível, pads ou casquilhos pads or shells. Os mancais deve ser equipados com</p><p>pinos anti rotação e deve ser positivamento seguros na direção axial.</p><p>8.2.5.1.2 Os revestimentos, pads ou casquilhos devem estar em carcaças bi-partidas axialmente</p><p>devem ser subtituivel sem que seja necessário desmontar qualquer porção da carcaça ou remover</p><p>o acoplamento.</p><p>8.2.5.1.3 Os mancais devem ser projetados para prevenir a instalçao ao contrário ou de cabeça</p><p>para baixo, ou ambos.</p><p>8.2.5.1.4 Se o eixo tiver mais de 1,0 % de cromo e velocidade de superf ície and the journal</p><p>surface speed estiver acima de 20 m/s (65 f t/s), o shaf t’s journal deve ser do tipo revestido de</p><p>cromo duro, ou com luva de aço carbono.</p><p>NOTA – O propósito des construção é evitar que o mancal venha a ter “wire wooling”.</p><p>8.2.5.2 Os mancais axiais hidrodinamicos devem estar de acordo com os itens 8.2.5.2.1 até</p><p>8.2.5.2.5 decritos abaixo.</p><p>8.2.5.2.1 os mancaisl axiais devem ser do tipo steel-backed, segmento múltiplo com babbitte,</p><p>projetado para capacidade de empuxo igual nos dois lados e com arranjo para lubrif icação</p><p>continua pressurizado em cada lado. Ambos os lados devem ser do tipo tilting-pad type,</p><p>incorporando uma característica de auto nivelamento que garanta que cada pad suporte uma</p><p>quantidade igual de carga de empuxo com pequena variation na espessura do pad.</p><p>8.2.5.2.2 Os colares de encosto devem ser positivamente travados no eixo para prevenir corrosão</p><p>por atrito acelerado por vibrações diferenciais na zona interfacial (f retting).</p><p>8.2.5.2.3 Ambas as faces do colar de encosto devem ter a rugosidade de superf ície de no maximo</p><p>0,4 µm (16 µin) Ra,e, após a montagem, o runout total axial indicado em qualquer uma das faces</p><p>não deve exceder 13 µm (0,0005 in).</p><p>8.2.5.2.4 Os mancais axiais devem ser dimensionados para carga máxima contínua aplicada (ver</p><p>5.10.1.2). Nesta carga, e na velocidade de rotação correspondente, os seguintes parâmetros</p><p>devem ser obedecidos:</p><p>a) espessura mínima do f ilme de óleo 8 µm (0,000 3 in);</p><p>b) pressão máxima da unidade (carga dividida por área) de 3 500 kPa (35 bar) (500 psi);</p><p>c) temperatura máxima calculada da superf ície do babbit de 130 °C (265 °F).</p><p>Se especif icado, o dimensionamento do mancal axial deve ser revisado e aprovado pelo</p><p>comprador.</p><p>Os limites dados acima correspondem ao fator de projeto de 2 ou mais, baseado na capcidade f inal</p><p>do mancal. temperatura máxima calculada da superf ície do babbit é o valor de projeto e não</p><p>representa a temperatura real do babbit sob estas condições. Os mancais dimensionados para se</p><p>enquadrar no critério acima tem as seguintes temperaturas permissíveis do metal no teste de</p><p>bancada e no campo (ver 5.10.2.4):</p><p>−Teste de bancada com água e operação normal no campo (7.3.3.4.b): 93 °C (200 °F);</p><p>− Alarme no campo ou trip: 115 °C (240 °F).</p><p>8.2.5.2.5 Os mancais axiais</p><p>devem ser dispostos de forma que permita o posicionamento axial de</p><p>cada rotor relativo ao da carcaça e o ajuste da folga e precarga do mancal.</p><p>8.2.5.3 Se a temperatura de admissão do óleo exceder 50 °C (120 °F), consideraçoes especiais</p><p>devem ser levadas em conta no projeto do mancal, vazão de óleo aumento permissível de</p><p>temperatura. As saídas de óleo dos mancais axiais devem ser como recomendado pelo fabricante</p><p>do mancal na velocidade do colar e método de lubrif icação envolvido. As conexões de óleo nas</p><p>caixas de mancal devem ser acordo com o item 6.5.</p><p>8.2.5.4 As caixas de mancal com abertura axial devem ter um junta metal-com-metal bi-partida em</p><p>que as metades sejam localizadas através de cavilhas cilíndricas cylindrical dowels.</p><p>8.2.6 Lubricação</p><p>8.2.6.1 Se especif icado ou recomendado pelo vendedor e aprovado pelo comprador, o sistema de</p><p>lubrif icação pressurizada deve ser fornecido para fornecer o suprimento de óleo necessário na</p><p>pressão apropriada aos mancais da bomba, a unidade acionadora, e qualqer outro equipamento</p><p>acionado, incluindo as engrenagens. A Figura B.10 e a Tabela B.1 mostra os detalhes do sistema</p><p>mínimo aceitável.</p><p>8.2.6.2 Os sitemas de lubrif icação externa pressurizada deve estar de acordo com as exigências</p><p>da ISO 10438-3 Figura B.10 e Tabela B.1.</p><p>8.2.6.3 Os tubos de drenagem de óleo devem ter uma inclinação de 1 pol 50 [20 mm/m (0,25 in/f t)].</p><p>8.2.6.4 Se o óleo for fornecido por um sistema convencional ou para duas u mais maquinas</p><p>(comouma bomba, uma engrenagem e um motor), as caraccteristicas do óleo devem ser</p><p>apropriadas para todos os equipamentos sendo lubrif icados. O vendedor responsável pela unidade</p><p>deve obter aprovação do comprador e dos vendedores dos outros equipamentos para a seleção do</p><p>óleo a ser usado.</p><p>NOTE- os lubrificantes normalmente usados em um sistema convencional de óleo são óleos minerais</p><p>(hidrocarbono) que correspondem a ISO Grau 32 a 68, como especificado na ISO 3448.</p><p>8.2.6.5 Se especif icado, o sistema de lubrif icação pressurizada deve estar de acordo com as</p><p>exigências da ISO 10438-2. Os data sheets devem ser fornecidos para tias tipos de sistemas de</p><p>lubrif icação.</p><p>8.2.7 Testes</p><p>8.2.7.1 Nos mancais com lubrif icação pressurizada, o óleo usado no teste de bancada e o óleo do</p><p>sistema de lubrif icação dos componentes à jussante dos f iltros devem se enquadrar nas exigências</p><p>de pureza especif icado na ISO 10438-3.</p><p>8.2.7.2 Durante o teste de bancada as bombas de mancais com sistema de lubrif icação</p><p>pressurizada, a taxa de vazão de óleo para cada caixa de mancal deve ser medida e registrada.</p><p>8.2.7.3 Todos os sensores de vibração, transdutores e osciladores-demoduladores comprados</p><p>devem estar operando durante os testes. Se os sensores de vibração não forem fornecidos pelo</p><p>vendedor ou se os sensores não forem compatíveis com os equipamentos de leitura do fabricante,</p><p>os sensores e os equipamentos de leitura do fab ricante devem se enquadrar nas exigências de</p><p>precisão da API 670. A vibração medida com esta instrumentação deve ser a usado como base de</p><p>aceitação ou rejeição da bomba (see 5.9.3.6).</p><p>8.2.7.4 Com a aprovação do comprador, as bombas de estágio simples e dupla sucção podem ser</p><p>montadas para testes com acionamento pelo lado oposto da b omba quando comparado com o</p><p>arranjo geral de contrato da bomba e unidade acionadora. não será necessário retestar o f inal da</p><p>montagem. Se tal arranjo for necessario , deve ser descrito na proposta .</p><p>NOTE- Isto as vezes é necessário para acomodar interferência causadas causadas pela posição das</p><p>tubulações na bancada de testes.</p><p>8.2.7.5 Se especif icado, os mancais hidrodinamicos devem ser removedos, inspecinados pelo</p><p>comprador ou seu representate, e remontado após o término teste de desempenho.</p><p>8.2.8 Preparação para transporte</p><p>8.2.8.1 Se for cadquirido um rotor ou elemento reserva, o memso deve ser preparado para</p><p>armazenamento armazenamento interno sem aquecimento por três anos. A preparaao de</p><p>armazenamento deve incluir um tratamento contra ferrugem e embalagem com barreira contra</p><p>vapor com inibidores de fase vapor de liberação lenta with slow-release vapour-phase inhibitor. O</p><p>rotor ou os elementos devem ser embalados com o tipo de embalagem especif icada . O rotor deve</p><p>ter um material resiliente (que não seja chumbo, TFE ou PTFE), de no minímo 3 mm (0,12 pol) de</p><p>espessura, entre rotor e seu berlo de suporte; o suporte não no rotor’s journals. O rotor deve f icar</p><p>seguro para prevenir movimento dentro do estator.</p><p>8.2.8.2 Se especif icado, os motores reserva e elementos tipo cartucho devem ser preparados para</p><p>armazenamento na posição vertical. O rotor deve ser apoiado no lado do acoplamento com um</p><p>dispositivo para 1,5 vezes o peso do rotor sem causar danos ao eixo . Elementos tipo cartucho</p><p>devem ser apoiados datampa da carcaça (com o rotor pendurado fora de seu mancal axial).</p><p>8.2.8.3 Se especif icado, deverá ser fornecido uma container de transporte e armazenamento para</p><p>armazenar o rotor ou o cartucho verticalmente.</p><p>8.2.8.4 Se especif icado, o container de transporte e armazenamento devem ser projetados para</p><p>permitir a inibição de gás inerte durante o armazenamento.</p><p>8.3 Bombas verticalmente suspensas (tipos VS1 até VS7)</p><p>8.3.1 General</p><p>8.3.1.1 A especif icação de pressão de descarga deve ser na conexão de comprador .O</p><p>desempenho hidráulico deve ser corrigido paara coluna estática e perdas de f ricção de heads. As</p><p>curvas de desempenho da carcaça ou bowl da bomba devem ser fornecidas com a correção</p><p>indicada.</p><p>8.3.1.2 As caixas de mancal de bombas verticalmente suspensas não precisam ser organizadas de</p><p>forma que os mancais possam ser substituídos sem causar distrubios as unidades acinadoras da</p><p>bomba ou montagens.</p><p>8.3.2 Carcaças pressurizada</p><p>8.3.2.1 Os parafusos macaco e cavilhas de de alinhamento and casing alignment dowels não são</p><p>necessários que tenham conjuntos de arcos rebaixados rabbetted bowl assemblies.</p><p>8.3.2.2 As bombas devem ser equipadas com conexões de vent para barris de sucção e câmara</p><p>de selagem.</p><p>8.3.3 Rotores</p><p>8.3.3.1 As exigências para os impelidores totalmente fechados fully enclosed impellers (5.6.1) não</p><p>se aplicam as bombas suspensas verticalmente.</p><p>8.3.3.2 Todos os eixos de bombas devem ser usinados ou esmerilados e ter acabamento em toda</p><p>a sua extensão. O run-out totoal indicado não deve exceder 40 µm/m (0,000 5 in/f t) de</p><p>comprimento. O run-out total não deve exceder 80 µm (0,003 in) do comprimento total do.</p><p>8.3.3.3 O eixo da bomba deve ser de uma única peça, a menos que seja aprovadoo contrario pelo</p><p>(devido ao comprimento do eixo e as restrições de transporte).</p><p>8.3.4 Peças de desgaste e Folga de Operação</p><p>8.3.4.1 Deverá haver buchas renováveis da carcaça Renewable casing bushings em todas os</p><p>interestágios e outros locais onde houver buchas. No entanto, o diferencial de pressão no</p><p>interestagio e o tipo do liquido de operação(por exemplo sujo ou não lubrif icante) deve determinar</p><p>a necessidade de luvas para o eixo correspondentes.</p><p>8.3.4.2 A folga de operação especif icada no item 5.7.4 nao se aplica as folgas da buchas. As</p><p>folgas usadas devem ser informadas na proposta e aprovada pelo comprador.</p><p>8.3.4.3 As bombas com impelidores semmi abertos, deverá ter um revestimento substituível em</p><p>serviços erosivos.</p><p>8.3.5 Dinamicas</p><p>Se especif icado, o vendedor deve fornecer uma analise dinâmica da bomba e sua estrutura de</p><p>suporte para conf irmar a aceitablidade do projeto . O comprador e vendedor devem acordar na</p><p>extensão, método e critério de aceitabilidade para esta análise. As bombas suspensas na vertical</p><p>são normalmente estruturas f lexíveis com velocidade de operação localizadas entre as f reqüências</p><p>naturais. Como tal, eles são suscetíveis a vibração ressonante se as margens de separação não</p><p>forem verif icadas durante o projeto. Os elementos</p><p>associados para votação. Publicação</p><p>como uma Norma Internacional requer aprovação de pelo menos 75% dos votos decisivos dos associados.</p><p>Atenção é dirigida para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem ser o objeto dos</p><p>direitos de patente. ISO não será responsável em identificar algum ou todos os direitos de patentes.</p><p>ISO 13709 foi preparada pelos Comitês Técnicos ISSO/TC 115, Bombas, Sub -comitê SC 3, Instalação e</p><p>aplicação especial, em colaboração com Comitê Técnico ISO/TC 67, Materiais,</p><p>equipamentos e estruturas afastadas da costa para petróleo, industrias petroquímicas e de gás natural, SC 6,</p><p>Processamento de equipamentos e sistemas.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 v</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Introdução</p><p>Essa edição da Norma API 610 é a idêntica adoção nacional da ISO 13709: 2003, com a exceção das</p><p>mudanças editoriais feitas desde o lançamento da ISSO 13709:2003. Norma API 610, 10ª edição, e</p><p>tecnicamente equivalente a ISSO 13709: 2003.</p><p>Usuários desta Norma Internacional devem esta avisados de que requerimentos adicionais e diferenciados</p><p>podem ser necessários para aplicações individuais. Esta norma Internacional não tem a intenção de inibir um</p><p>vendedor a oferecer, ou o comprador de aceitar equipamento alternativo ou soluções técnicas para a aplicação</p><p>individual.</p><p>Isto pode ser particularmente apropriado aonde existe tecnologia inovadora ou em desenvolvimento. Aonde</p><p>alternativa é oferecida, o vendedor deve identificar qualquer variação deste Padrão Internacional e fornecer</p><p>detalhes.</p><p>.Anexo A especifica cálculos para velocidade específica e velocidade de sucção específica.</p><p>Anexo B contém desenhos esquemáticos de resfriamento e lubrificação de sistemas</p><p>Anexo C especifica requerimentos para turbinas de recuperação de força hidráulica .</p><p>Anexo D especifica requerimentos para chapas de bases de apoio padrão</p><p>Anexo E contém uma lista de checagem do inspetor</p><p>Anexo F especifica critérios para design de encanamento.</p><p>Anexo G da orientação na seleção da classe do material.</p><p>Anexo H especifica requerimentos e da orientação na seleção dos materiais.</p><p>Anexo I especifica requerimentos para análises laterais.</p><p>Anexo J especifica requerimentos para determinação do desequilíbrio residual.</p><p>Anexo K contains câmara de selagem runout illustrations.</p><p>Anexo K contém ilustrações do término do selo da câmara.</p><p>Anexo L contém formulários os quais podem ser usados para indicar esboços do vendedor e requerimentos</p><p>de dados.</p><p>Anexo M contém formulários os quais podem ser usados para gravar dados de testes.</p><p>Anexo N contém data sheets os quais compradores são encorajados a usar.</p><p>Um marcador (•) no começo de uma cláusula ou sub-cláusula indica que a decisão é requerida ou que</p><p>informações adicionais serão fornecidas pelo comprador. Esta informação deve ser indicada nos data sheets</p><p>ou declarada no pedido ou no pedido de compra (veja exemplos no Anexo N).Neste Padrão Internacional,</p><p>aonde práticas, Customary unidades americanas são incluídas em parênteses para informação.</p><p>‘</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 vi</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>NORMAS INTERNACIONAIS ISO 13709:2003 (E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 1</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Bombas de centrifugação para indústrias de petróleo,</p><p>petroquímicas e gás natural</p><p>1 Escopo</p><p>Esta Norma Internacional especifica requerimentos para bombas centrifugadoras, incluindo bombas</p><p>trabalhando em direção contrária como turbinas de recuperação de força hidráulica , para uso em serviços de</p><p>processos industriais de petróleo, petroquímico, e gás.</p><p>Esta Norma Internacional é aplicável a, bombas suspensas, bombas bi-apoiadas e bombas verticalmente</p><p>suspensas (veja tabela 1). Cláusula 8 fornece requerimentos aplicáveis a tipos específicos de bomba.</p><p>Todas as outras cláusulas desta Norma Internacional são aplicáveis para todos os tipos de bombas.</p><p>Ilustrações são fornecidas para os vários tipos específicos de bombas e as designações determinadas para cada</p><p>tipo específico.</p><p>Esta Norma Internacional não é aplicável para bombas sem selos.</p><p>2 Referências normativas</p><p>Os seguintes referidos documentos são indispensáveis para a aplicação deste documento. Para referências</p><p>datadas, apenas a edição citada é aplicada. Para referências sem datas, a mais antiga edição do referido</p><p>documento (incluindo quaisquer emendas) é aplicada.</p><p>2 Normative references</p><p>The following referenced documents are indispensable for the application of this document. For</p><p>dated</p><p>references, only the edition cited applies. For undated references, the latest edition of the</p><p>referenced</p><p>document (including any amendments) applies.</p><p>ISO 7-1, Pipe threads where pressure-tight joints are made on the threads — Part 1: Dimensions,</p><p>tolerances</p><p>and designation</p><p>ISO 228-1, Pipe threads where pressure-tight joints are not made on the threads — Part 1:</p><p>Dimensions,</p><p>tolerances and designation</p><p>ISO 261, ISO general-purpose metric screw threads — General plan</p><p>ISO 262, ISO general-purpose metric screw threads — Selected sizes for screws, bolts and nuts</p><p>ISO 281, Rolling bearings — Dynamic load ratings and rating life</p><p>ISO 286 (all parts), ISO system of limits and fits</p><p>ISO 724, ISO general-purpose metric screw threads — Basic dimensions</p><p>ISO 965 (all parts), ISO general-purpose metric screw threads — Tolerances</p><p>ISO 1940-1, Mechanical vibration — Balance quality requirements of rigid rotors — Part 1:</p><p>Specification and</p><p>verification of balance tolerances</p><p>ISO 4200, Plain end steel tubes, welded and seamless — General tables of dimensions and</p><p>masses per unit</p><p>length</p><p>ISO 5753, Rolling bearings — Radial internal clearance</p><p>ISO 7005-1, Metallic flanges — Part 1: Steel flanges</p><p>ISO 7005-2, Metallic flanges — Part 2: Cast iron flanges</p><p>API Standard 610 / ISO 13709</p><p>1</p><p>Copyright American Petroleum Institute</p><p>Reproduced by IHS under license with API</p><p>Not for Resale No reproduction or networking permitted without lic ense from IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>2 © ISO 2003 — All rights reserved</p><p>ISO 8501 (all parts), Preparation of steel substrates before application of paints and related</p><p>products — Visual</p><p>assessment of surface cleanliness</p><p>ISO 9906, Rotodynamic pumps — Hydraulic performance acceptance tests — Grades 1 and 2</p><p>ISO 10436, Petroleum and natural gas industries — General-purpose steam turbines for refinery</p><p>service</p><p>ISO 10438 (all parts), Petroleum and natural gas industries — Lubrication, shaft-sealing and</p><p>control-oil</p><p>systems and auxiliaries</p><p>ISO 10441, Petroleum and natural gas industries — Flexible couplings for mechanical power</p><p>transmission —</p><p>Special purpose applications</p><p>ISO 11342, Mechanical Vibration — Methods and criteria for the mechanical balancing of flexible</p><p>rotors</p><p>ISO 14691, Petroleum and natural gas industries — Flexible couplings for mechanical power</p><p>transmission —</p><p>General purpose applications</p><p>ISO 15649, Petroleum and natural gas industries — Piping</p><p>ISO 21049:2004, Pumps — Shaft sealing systems for centrifugal and rotary pumps</p><p>IEC 60034-1, Rotating electrical machines — Part 1: Rating and performance</p><p>IEC 60079 (all parts), Electrical apparatus for explosive gas atmosphere</p><p>EN 287 (all parts), Approval testing of welders — Fusion welding 1)</p><p>EN 288, Specification</p><p>estruturais básicos normalmente incluem a</p><p>fundação, estrutura da bomba e armações de motor. Normalamente o desvio da fundação</p><p>representa menos que 5% do desvio total dos elementos estruturais. Se nao houver dados da</p><p>fundação disponíveis quando a análise estiver sendo executada, deveráser usado um valor</p><p>acordado entre as partes. Geralmente, uma 20% margem de separação deve ser mantida entre a</p><p>f reqüência natural da estrutura de apoio do motor e a velocidade operacional.</p><p>8.3.6 Buchas e mancais</p><p>8.3.6.1 As buchas devem ser resistentes a corrosão e abrasão para o produto especif icado e</p><p>temperatura. O espaço máximo entre as buchas do eixo deve ser de acordo com a Figura 32 para</p><p>manter a primeira velocidade critica acima da velocidade máxima contínua permissível.</p><p>8.3.6.2 Os mancais axiais que são integrais com a unidade acionadora devem se enquadrar nas</p><p>exigências do Item 6.1.6. Os mancais axiais caixas integrais com a bomba devem se enquardrar</p><p>nas exigências aplicáveis do item 5.10.1. Para permitir o ajuste axial do rotor e lubrif icação de óleo,</p><p>o mancal axial deve ser montado com interferência de encaixe interference f it com slide f it, key-</p><p>driven sleeve.</p><p>8.3.6.3 Exceto nas bombas de fundo do Tipo VS4, o impleodor do primeiro estágio deve ser</p><p>localizado entre buchas.</p><p>NOTE Apesar do impelidor de primeiro estagio estar localizado entre buchas between-bushing first-estage</p><p>impellers poder resultarem suporte superior do rotor, em algumas alplicaçoes como bomba de fundo, exige</p><p>maior desempeno de sucção e podem se beneficiar de uma arranjo de impleidor de priemrio estagio</p><p>pendurado.</p><p>8.3.7 Lubricação</p><p>As buchas nas bombas verticais são normalmente lubrif icadas pelo liquido bombeado. Métodos</p><p>alternativos de lubrif icação devem ser propostos se o liquido bombeado não for adequado.</p><p>a Curva de vairas velocidades de rotação, r/min.</p><p>Figura 32 — Espaçamento maximo entre as buchas</p><p>8.3.8 Accessories</p><p>8.3.8.1 Unidades acionadoras</p><p>As bombas e conjunto de motores que podem ser danif icados com a rotação reversa deve ser</p><p>equipadas com catraca anti-reverso ou outro dispositivo aprovado pelo comprador para eveitar a</p><p>rotação inversa. .</p><p>8.3.8.2 Acoplamentos e proteções</p><p>8.3.8.2.1 As faces dos acoplamento devem ser perpendicular ao eixo do acoplamento dentro da</p><p>faixa de 0,1 µm/mm (0,000 1 pol/pol) ou diâmetro da face de 13 µm (0,000 5 pol) de run-out total</p><p>indicado, ou o que for maior.</p><p>8.3.8.2.2 As bombas verticais sem mancal axial integral requer acoplamentos do tipo de ajuste</p><p>rígido.</p><p>8.3.8.2.3 Nas bombas verticais equipadas com acoplamentos rígido e selos mecânicos, o</p><p>acoplamento deve ser do tipo espaçador. O espaço deve ser de comprimento suf iciente para</p><p>permitir a substituição do conjunto de selo , incluindo a luva, sem a necessidade de remoção da</p><p>unidade acionadora.</p><p>8.3.8.3 Placas de montagem Mounting plates</p><p>8.3.8.3.1 Se especif icado, a placa de montagem das bombas de carcaça dupla devem ser</p><p>separadas do corpo do f lange principal e localizado suf icientemente abaixo, para permitir o uso de</p><p>parafusos atravessantes through-bolting no corpo do f lange (Ver Figura 33).</p><p>Diâmetro do Eixo, mm (in)</p><p>E</p><p>sp</p><p>aç</p><p>am</p><p>en</p><p>to</p><p>m</p><p>ax</p><p>im</p><p>o</p><p>en</p><p>tr</p><p>e</p><p>as</p><p>b</p><p>u</p><p>ch</p><p>as</p><p>,</p><p>m</p><p>m</p><p>(</p><p>in</p><p>)</p><p>Esta ação resulta em uma maior intergridade da junta e deve ser considerad par os serviços</p><p>críticos e criogenicos.</p><p>8.3.8.3.2 Deverá have no mínimo quatro parafusos em posicionamento de alinhamento para cada</p><p>componente do conjunto acionador que tenha a massa maior que 250 kg (500 lb) para facilitar o</p><p>ajuste horizontal.</p><p>8.3.8.3.3 placa exclusiva separada para ser parafusada e concretada na fundação (ver Figura 33).</p><p>Esta placa deve usinada em sua superf ície superior para montagem do head de descarga, can,</p><p>ou suporte.</p><p>8.3.8.4 Tubos e peças pertinentes</p><p>Se os selos mecanicos e unidades acionadoras não forem instalados antes de serem enviados, o</p><p>sistema de tubos de selagem seal pipes system não devem ser totalmente montados.</p><p>8.3.9 Testes</p><p>8.3.9.1 As bombas deve ser testadas como uma unidade completa. Os testes usando apenas</p><p>bowls e impelidores não é recomendado. Nos casos onde não é possível usar executar o teste da</p><p>unidade montada, o vendedor deve enviar procedimentos alternativos de teste com a proposta .</p><p>As Sucção cans, se fornecidos,não são exigidas para o teste de desempenho.</p><p>8.3.9.2 Se especif icado, um teste de ressonância com o bomba sem os tubos deve ser executado</p><p>no conjunto acionador/estrutura de montagem. O teste deve ser executado da forma descritas</p><p>abaixo:</p><p>- Excite o conjunto fazendo um impacto na armação de montagem na direção do f lange de</p><p>descarga.</p><p>- Determine a f requencia (s) natural pela resposta.</p><p>- Excite o conjunto fazendo um impacto na armação de montagem à 90°na direção do</p><p>f lange de descarga.</p><p>- Determine a f requencia (s) natural pela resposta..</p><p>As f requencias naturais então determinadas devem ser no minímo 10 % abaixo velocidade mínima</p><p>de operação contínua ou deve ser no minímo 10 % acima da velocidade máxima de operação</p><p>contínua.</p><p>8.3.10 Bombas de difusor carcaça simples Single-case diffuser (VS1) e voluta (VS2)</p><p>8.3.10.1 Os componentes que constituem a carcaça pressurizada são a carcaça (bowls), coluna, e</p><p>head de descarga.</p><p>8.3.10.2 A linha do eixo pode ser aberta ou fechada. Para as linha de eixo fechadas, o tipo de</p><p>lubrif icação deve be aprovada pelo comprador .</p><p>Os eixos de linha aberta so lubrif icados pelo liquido bombeado . Se o liquido bombeado não for</p><p>apropriado como lubrif icante, linha de eixo fechado pode ser providenciado para garantira uma</p><p>fonte limpa de lubrif icação para alinah de eixo dos mancais.</p><p>8.3.10.3 A superf ície de montagem do head de descarga deve ser apropriada para concretagem e</p><p>montagem sobre uma placa exclusiva..</p><p>8.3.10.4 São requeridas restrições de empuxo na bomba se uma junta de expansão for instalada</p><p>no bocal de descarga. É recomendado que haja revisão de projeto da instalação de tubos proposta</p><p>pelo vendedor.</p><p>8.3.10.5 Se especif icado , line eixo ing deve ser furnished with hardened sleeves under each</p><p>bushing.</p><p>8.3.10.6 A menos que seja especif icado o contrário , integral bushing spiders and rabbetted f its</p><p>deve ser used for all column sizes.</p><p>8.3.10.7 A menos que seja especif icado o contrário , bowls deve ser f langed and deve have metal-</p><p>to-metal rabbetted f its.</p><p>Key</p><p>1 flange de sucção</p><p>2 corpo principal do flange</p><p>3 supeficie de montagem do flange</p><p>4 Placa exclusiva</p><p>5 Head da bomba</p><p>6 flange de descarga</p><p>7 parafusos atravessante do corpo principal do flange (tipico)</p><p>8 Parafusos de fixação (típico)</p><p>9 parafusos ancora (tipico)</p><p>10 concreto</p><p>11 can (carcaça externa)</p><p>Figura 33 — Montagem típica de bombas de carcaça dupla (VS6 e VS7) com placa exclusiva</p><p>8.3.11 Bombas de vazao axial de carcaça simples (VS3)</p><p>8.3.11.1 Os componentes que constituem a carcaça pressurizada são a carcaça (bowl), coluna e o</p><p>head de descarga.</p><p>8.3.11.2 A menos que seja especif icado o contrário , buchas aranha integrais integral bushing</p><p>spiders e conexões rebaixadas rabbetted f its devem ser usadas para todos os tamanhos de</p><p>colunas.</p><p>8.3.11.3 As bowls devem ter conexões rebaixadas rabbetted f its metal-nometal rabbetted f its.</p><p>8.3.12 Bombas de linha de eixo de carcaça simples Single-casing line eixo (VS4) and</p><p>cantilever (VS5)</p><p>8.3.12.1 Nas bombas VS4, deve haver buchas para apoiar o eixo e o impelidor.</p><p>8.3.12.2 As bombas VS5 devem estar de acordo com os itens 8.3.12.2 a) a 8.3.12.2 d) descritos</p><p>abaixo:</p><p>a) The rotor deve ser cantilevered de seu conjunto de mancal. A parte inferior de buchas</p><p>submersas não devem ser usadas para guiar o eixo .</p><p>b) a dureza do eixo deve limitara def lexão total, Sem o uso de uma casing bushing, de forma que</p><p>os impelidores não tenham contato com a carcaça da bomba sob as condições</p><p>dinâmicas mais</p><p>severas durante toda a curva de vazão do head headf lowcurve com um diamtro maximo do</p><p>impelidor na velocidade máxima e densidade do f luido.</p><p>c) As bombas tipo cantilever devem ter sua piemrira velocidade critica a seco,para os seus rotores,</p><p>30 % acima de sua velocidade máxima continua permissível.</p><p>d) Nas bombas cantilever tipo VS5, orunout total indicado do eixo não deve exceder 50 µm (0,002</p><p>pol) como medido no eixo diretamente acima do selo mecanico ou a caixa de selagem.</p><p>8.3.12.3 Nas bombas para serviço em sistema aberto de bomba de fundo, os componentes</p><p>retentores de pressão em bombas Tipo VS4 e Tipo VS5 Bombas são a carcaça, cobertura da linha</p><p>de sucção e descarga. Nos serviços em sistemas fechados pressurizados ou tanque a vácuo,</p><p>câmara de selagem, a capa protetora do tanque e bomba também se tornam componentes</p><p>retentores de pressão.</p><p>8.3.12.4 Nas bombas VS4, o mancal axial deve ser projetado para lubrif icação com graxa ou</p><p>nevoa de óleo.</p><p>As buchas podem ser lubrif icadas com água, graxa ou o produto, ou ser auto lubrif icante. Os</p><p>mancais da bomba Tipo VS5 deve ser lubrif icados com graxa. A temperatura estabilizada da caixa</p><p>de mancal não deve exceder 82 °C (180 °F) quando operaçndo na temperatura ambiente de</p><p>43 °C (110 °F). As graxas recomendadas devem ser apropriadas para operação nestas</p><p>temperaturas.</p><p>8.3.12.5 Os selos mecanicos normalmente não não fornecidos nas bombas VS4 e VS5 a menos</p><p>que seja para serviços dem sistemas fechados.</p><p>8.3.12.6 Os olhais de levantamento deve ser providenciados na placa protetora para levantar o</p><p>conjunto da bomba, incluindo aunidade acionadora.</p><p>8.3.12.7 O bocal de descarga e a placa protetora devem ser projetadaos como exigido no item</p><p>5.3.3.</p><p>Se a bomba for montada em um vaso, o bocal de montagem da bomba no vaso também deve ser</p><p>projetado para suportar as cargas permissíveis do bocal. Ver item 5.5 para as cargas permissíveis</p><p>do bocal.</p><p>8.3.12.8 Para os líquidos inf lamáveis ou perigosos, as capas protetoras devem ser estanque ao</p><p>vapor. O projeto da placa protetora coverplate e montagem deve ser acordado entre o comprador</p><p>e o vendedor.</p><p>8.3.12.9 Os selos mecânicos, se fornecido, devem ser localizados na capa protetora para selar o</p><p>vapor no tanque ou vaso de fornecimento. Os selos mecanicos normalmente selam vapor; porém,</p><p>eles devem ser projetados para operar no liquido caso o tanque ou o vaso transborde. A câmara</p><p>de selagem deve ter um vent em ponto alto.</p><p>8.3.12.10 As paletas de esvazeamento Pump-out vanes podem ser usadas ao invés da de anéis</p><p>de desgaste para reduzir vazamento de volta para o poço.</p><p>8.3.12.11 Normalmente, acoplamentos espaçadores não são usados nas bombas VS4 e VS5. O</p><p>Os cubos Hub de acoplamento devem ser fornecidos com com slip f its para o eixo. Os cubos de</p><p>acoplamento e chavetas devem ser f ixados ao eixo com parafusos f ixadores para facilitar o ajusre</p><p>f inal de acoplamento.</p><p>8.3.13 Bombas de Carcaça dupla difusor (VS6) e voluta (VS7).</p><p>8.3.13.1 Os componentes que contituem a carcaça pressurizada de bombas Tipo VS6 são o head</p><p>de descarga e o copo de sução sucção can. Os componentes que contituem a carcaça</p><p>pressurizada de bombas Tipo VS7 sao a carcaça exterior (completa com o bocal de descarga), a</p><p>chapa de head head plate, e o tubo de sucção.</p><p>8.3.13.2 Se especif icado, os copos bowls e o tubod da coluna deve passar por teste hidroestático</p><p>com um liquido de no mínimo 1,5 vezes o diferencial maximo de pressão desenvolvido pelo</p><p>conjunto de copos developed by the bowl assembly. OTeste hidrostático deve ser conduzido de</p><p>acordo com as exigências do item 7.3.2.</p><p>8.3.13.3 Deverá haver ventilação externa da carcaça através de uma conexão de ponto alto de</p><p>ventilação.</p><p>8.3.13.4 Providencias devem ser tomadas para garantir a ventilação completa do conjunto interno</p><p>debtro da câmara de selagem ou tubos auxiliares de processo associados.</p><p>8.3.13.5 Se especif icado, o copo de sução sucção can deve ser fornecido com um tubo de</p><p>drenagem na superf ície.</p><p>8.3.13.6 As seções de coluna devem incorporar buchas aranha integrais e conexões rebaixadas</p><p>rabbeted f its e integral bushing spiders and rabbetted f its para todos os tamanhso de colunas.</p><p>9 Dados do Vendedor ou fabricante?</p><p>9.1 Geral</p><p>9.1.1 A a ser fornecida pelo vendedor está especif icada nos itens 9.2 e 9.3.</p><p>9.1.2 Os dados do vendedor deve estar presentes como cartas (capas) enviadas, titulos de</p><p>páginas e em titulo de blocos ou outro tipo de destaque nos desenhos, e devem incluir as</p><p>seguintes informações:</p><p>a) o nome corporativo do comprador/dono name;</p><p>b) o número de serviço/projeto;</p><p>c) o numero do item equipamento e nome de serviço;</p><p>d) o numero da solicitação;ordem de compra;</p><p>e) qualquer outro tipo de identif icação especif icada na solicitação ou ordem de compra;</p><p>f ) o numero de identif icação da proposta do vendedor,numero de ordem de seviço de fabricação,</p><p>numero de serie, ou outra referencia solicitada para identif icar por completo a corresondencia de</p><p>retrono.</p><p>9.1.3 Se especif icado, deverá ocorrer uma reunião de coordenação, preferivelmente na palnta do</p><p>vendedor, dentro de quatro a seis semanas após a aceitação da ordem. A menos que seja</p><p>especif icado o contrário, o vendedor deve preparar e distribuir ma agenda def inida antes da</p><p>reunniao acontecer,que deve conter no mínimo uma revisão dos seguintes itens :</p><p>a) a ordem de compra, escopo de fornecimento, responsabilidade pela unidade, e itens o</p><p>representante de vendas;</p><p>b) os data sheets;</p><p>c) as especif icações aplicáveis acordadas e as exceções concordadas;</p><p>d) programação de transmissão de dados, produção, e testes;</p><p>e) o programa de quality assurance programme e procedimentos;</p><p>f ) inspeção, despachao e testes;</p><p>g) esquemas e notas dos materiais para o sistema auxiliar;</p><p>h) orietação f ísica do equipamento, tubos e sistemas auxiliares;</p><p>i) seleção e classif icação do acoplamento;</p><p>j) dimensionamento dos mancais axial e radial, carga estimada e conf igurações específ icas;</p><p>k) análises dinâmicas do rotor (lateral, torsional e torsional transiente, como exigido; normalmente</p><p>não disponível antes por 10 a 12 semanas);</p><p>l) desempenho do equipamento, condições alternativas de operação, partida, parada e qualquer</p><p>limitação de operação;</p><p>m) escopo e detalhes de qualqer análise de pulsação ou vibração;</p><p>n) instrumentação e controles;</p><p>o) identif icação dos itens para análise de tensão ou outra revisão de projeto;</p><p>p) outros itens técnicos.</p><p>9.2 Propostas</p><p>9.2.1 General</p><p>9.2.1.1 O vendedor deve enviar a proposta original e o número específ ico de cópias para o</p><p>destinatário especif icado nos documentos de investigação. A proposta deve incuir no minimo os</p><p>dados especif icados nos itens 9.2.2 a 9.2.5, como também uma declaração específ ica de que o</p><p>sistema e todos seus componentes estão estritamente de acordo com esta Norma Internacional.</p><p>Se o sistema e os componentes não estiverem estritamente de acordo, o vendedor deve incluir</p><p>muma lista que detalhe e explica cada desvio. O vendedor deve fornecer detalhes para permitir</p><p>que o comprador possa avaliar qualquer projeto altenativo proposto. Todas as correspondências</p><p>devem ser claramente identif icadas de acordo com o item 9.1.2.</p><p>9.2.1.2 Folgas menores que as exigidas pela Tabela 5 devem descritas como uma exceção a esta</p><p>Norma International na proposta .</p><p>9.2.2 Projetos</p><p>9.2.2.1 Os desenhos indicados no formulário Exigências de Desenho e Dados do Vendedor</p><p>{Vendedor Drawing and Data Requirements (VDDR)} (ver exemplos no Anexo L) devem ser</p><p>incluídos na proposta .No mínimo, os seguintes dados devem ser fornecidos:</p><p>a) um arranjo geral ou esboço de cada grande skid ou sistema, mostrando a direção da rotação,</p><p>tamanho e localização de conexões importantes do comprador; dimensões em geral; dimensão de</p><p>folgas de manutenção; peso em geral; ereção de pesos; pesos</p><p>máximos de manutenção (indicado</p><p>para cada peça), pontos de içamento e métodos de içamento da maquina montada e, se aplicável,</p><p>o numero da placa base padrão (ver anexo D);</p><p>b) desenhos de seção transversal mostrando os detalhes do equipamento proposto;</p><p>c) esquema dos sistemas auxiliares, incluindo o seal f lush, óleo lubrif icante, sistems de controle e</p><p>sitemas elétricos. A notas dos materials devem ser includas.</p><p>9.2.2.2 Se forem usados desenhos típicos, esquemas notas de materiais, eles devem ser</p><p>marcados para informar os dados de peso e a dimensão correta e devem ref letir o escopo proposto</p><p>para o equipamento.</p><p>9.2.3 Dados Técnicos</p><p>Os seguintes dados devem ser incluídos na proposta :</p><p>a) os data sheets do comprador, contendo a informação completa do vendedor e literatura que</p><p>descreva por completo todos os detalhes da oferta;</p><p>b) Os dados de ruído preditado (5.1.16);</p><p>c) O formulário de Exigências de Desenhos e Dados (ver Anexo L), indicando a programação em</p><p>que o vendedor concorda para transmitir os todos os dados especif icado como parte da ordem de</p><p>compra;</p><p>d) um aprogramação de envio do equipamento, dentro de semanas após o recebimento do da</p><p>ordem depedido ;</p><p>e) uma lista dos componentes de maior desgaste, mostrando a intercanbiabilidade com outros</p><p>itens no projeto ou com as maquinas existentes do comprador;</p><p>f ) uma lista de peças sobrssalentes recomendadas para a partida e manutençãode rotina (ver</p><p>Tabela 18);</p><p>g) uma lista de ferramentas especiais fornecidadas para manutenção (ver 6.6.1);</p><p>h) uma descrição de qualquer tipo de proteção contra o tempo e invernização necessária para a</p><p>partida, operação, e períodos de parada, para as condições da planta especif icado nos data sheets.</p><p>Esta descrição deve ser clara na indicação da proteção a ser fornecida pelo comprador e também</p><p>a que deverá fazer parte do escopo do a ser fornecido pelo vendedor;</p><p>i) uma tabulação completa de exigências relacionadas a utilidade, como por exemplo: vapor, água,</p><p>eletricidade, ar, gás, óleo lubrif icante, (incluindo a quantidade e a pressão de fornecimento do óleo</p><p>exigida, e a carga de calor a ser removida pelo óleo), e o tag com a potencia e exigências de</p><p>potencias operacionais de unidades motoras auxiliares. Dados aproximados devem ser claramente</p><p>indicados como tal;</p><p>j) uma descrição de qualquer tipo de teste opcional ou adicional e procedimentos de inspeção para</p><p>os materiais como exigido nos itens 7.3.4 ou 7.2.2.1;</p><p>k) uma descrição de qualquer exigência especial especif icada na solicitação do comprador ou</p><p>como destacado nos itens 5.1.11, 5.1.12, 5.1.13, 5.2.12.2, 5.3.4, 5.9.3.1, 5.10.2.4, 6.1.3, 6.1.6,</p><p>6.2.13, 8.2.1.1, 8.2.3.2, 8.2.7.4, 8.3.4.2, 8.3.9.1, 9.2.1.2, 9.2.2.1, 9.3.4.2, 9.3.5.1 e 9.3.9.1;</p><p>l) se especif icado, uma lista de maquinas similares instaldas e operando sob condiçoes parecidas ;</p><p>m) qualquer restição na partida, parada ou de operação necessarias para proteger a integridade do</p><p>equipamento;</p><p>n) a velocidade especif ica calculada;</p><p>o) qualquer limitação das intalações de testes que possam fazer com que o vendedor monte e</p><p>opere bombas de um estágio e bombas de sucção dupla pelo lado oposto para testes (ver 8.2.7.4);</p><p>p) uma lista de qualquer componente que possa ser fabricado como projeto alternativo , que por tal</p><p>necesite da aprovação do comprador (4.2)</p><p>9.2.4 Curvas</p><p>O vendedor deve fornecer curvas de desempenho completas, incluindo diferencial de head,</p><p>ef iciencia, água NPSHR, e potencia expressada como função de taxa de vazão. Exceto nos</p><p>projetos de baixa velocidade especif ica onde não seria viável, as curvas devem se extender a no</p><p>minímo 120 % da taxa de vazão no pico de ef iciência, e o ponto de operação especif icado dee</p><p>ser indicado. A curva de head para diâmetros maximo e mínimo de impelidores deve ser included.</p><p>O numero de identif icação do impelidor, velocidade especif ica e velocidade de sucção específ ica</p><p>devem ser mostrados nas curvas. Se aplicável, as curvas devem indicar as correcçoes de</p><p>viscosidade. A vazão mínima (ambas, térmica e estavel ), preferida e regiões de operação</p><p>permissíveis, e qualquer limitação de operação deve ser indicada.</p><p>9.2.5 Opçoes</p><p>Se especif icado, o vendedor deve fornecer uma esboço dos procedimentos a serem usados para</p><p>cada um dos testes especiais ou opcionais que foram especif icados pelo comprador ou proposto</p><p>pelo vendedor.</p><p>Tabela 18 — Lista de Peças Sobressalentes Recomendadas</p><p>Numero de bombas idênticas (n)</p><p>1 a 3 4 a 6 7 1 a 3 4a 6 7 a 9 10</p><p>Numero recomendado de peças soblessalentes</p><p>Peça Partida Manutenção de Rotina</p><p>Cartridge b, e 1 1 1 1</p><p>Element b, f 1 1 1 1</p><p>Rotor c, g 1 1 1 1</p><p>Carcaça a 1</p><p>Head (cobertura da carcaça e caixa de</p><p>selagem)</p><p>1</p><p>Mancal bracket 1</p><p>Eixo (com cahveta) 1 1 2 n/3</p><p>Impelidor 1 1 2 n/3</p><p>Anel de desgaste (conj.) h 1 1 1 1 1 2 n/3</p><p>Mancais, completo (elementos rotatativos,</p><p>radial) a, i</p><p>1 1 2 1 2 n/3 n/3</p><p>Mancais, completo (elementos rotatativos,</p><p>axial) a, i</p><p>1 1 2 1 2 n/3 n/3</p><p>Mancais, completo (hidrodinamico, radial) a, i 1 1 2 1 2 n/3 n/3</p><p>Mancais pads only (hidrodinamico, radial) a, i 1 1 2 1 2 n/3 n/3</p><p>Mancais, completo (hidrodinamico, axial) a, i 1 1 2 1 2 n/3 n/3</p><p>Mancal pads only (hydrodynamic, thrust) a, i 1 1 2 1 2 n/3 n/3</p><p>Selo mecanico / packing d, h, i 1 2 n/3 1 2 n/3 n/3</p><p>Luva do eixo h 1 2 n/3 1 2 n/3 n/3</p><p>Gaxetas, calços, O-rings (conj.) h 1 2 n/3 1 2 n/3 n/3</p><p>Adicione para bombas verticias:</p><p>Bowls n/3</p><p>Spiders or spider bushings (set) 1 1 1 n/3 n/3</p><p>Buchas de Mancal (conj.) 1 1 2 1 1 n/3 n/3</p><p>Adicione para engrenagem de alta</p><p>velocidade :</p><p>Redutor 1 1 1 1 1 n/3</p><p>Difusor e cobertura 1 1 1 1 1 1 n/3</p><p>Eixo acanalado 1 1 1 1 1 1 n/3</p><p>Caixa do redutor 1 1 1 n/3</p><p>Bomba de óleo, interna 1 1 1 1 1 n/3</p><p>OBomba de òleo, externa 1 1 1 1 1 n/3</p><p>Filtro de óleo 1 2 n/3 1 2 3 n/3</p><p>a Apenas bombas horizontais</p><p>b Bombas de serviços vitais são normamlmente sem reserva, parcialmente com reserva ou multiestágio . Quando uma mquina vital estiver</p><p>parada, ocorre perda de produção ou violação das licenças ambientais.</p><p>c Bombas de serviços vitais são exigidas para operar e tem uma reserva instalada. Ocorre perda de produção apenas se apricipa l e a</p><p>reserva falharem ao mesmo tempo.</p><p>d Selos mecânicos tipo Cartucho incluem luva e gland.</p><p>e O cartucho consiste de um elemento montado mis o head de descarga head, selo(s) e caixa(s) de mancal.</p><p>f O elemento consiste de um rotor montado mais as peças hidráulicas estationárias [difusor(s) ou voluta(s)].</p><p>g O rotor consiste de todas as partes rotativas anexadas ao eixo , exceto o meio acoplamento.</p><p>H Peças de desgaste normal (see 5.1.1).</p><p>i Por grupo de bombas.</p><p>9.3 Dados do contrato</p><p>9.3.1 Geral</p><p>9.3.1.1 Os dados do contrato devem ser fornecidos pelo vendedor de acordo com o formuladio</p><p>VDDR acordado (ver examplo no Anexo L).</p><p>9.3.1.2 Cada projeto deve ter um bloco de titulo no canto inferior direito com a data de certif icação ,</p><p>dados específ icos do vendedor especif icado no item 9.1.2, numero de revisão data e titulo.</p><p>Informação similar deve ser fornecida em todos os outros documentos.</p><p>9.3.1.3 O comprador e o vendedor devem entrar em acordo sobre o tempo e a extensão da</p><p>revisão de dados e desenhos. A revisão por parte do comprador não constitui permissão para</p><p>desvio de nehuma das exigencias descritas na ordem de compra a menos que seja acordado entre</p><p>as partes por escrito.</p><p>9.3.1.4 Deve ser incluído uma lista completa dos dados do vendedor com a primeira edição dos</p><p>projetos principais. Esta lista deve conter titulos, numero de desenhos, e uma programação da</p><p>transmissão dos todos os dados que o vendedor fornecerá (ver exemple no Anexo L).</p><p>9.3.2 Projetos e dados técnicos</p><p>9.3.2.1 Os projetose dados fornecidos pelo vendedor devem conter informação suf iciente para que,</p><p>junto com os manuais especif icados no</p><p>item 9.3.5, o comprador possa instalar, operar e manter o</p><p>equipamento apropriadamente coberto pela ordem de compra. Todos os projetos e dados de</p><p>contrato devem ser claramente legíveis (tmanho da letra no mínimo 8-pontos mesmo se reduzido</p><p>de um projeto de tamanho maior), devera cobrir o escopo acordado no formulário VDDR form</p><p>(verexemplo no Anexo L) e deve satisfazer as descrições aplicáveis detalhadas.</p><p>Os desenhos de esboço dimensional devem indicar a tolerância de sucção da bomba , face do</p><p>bocal de descarga e linha de centro referenciados a partir da linha de centro do furo do parafuso</p><p>ancora mais perto na placa base. A linha de centro do furo do parafuso na placa base deve indicar</p><p>a tolerância a partir de um ponto comum de referencia na placa base .</p><p>9.3.2.2 As curvas de teste certif icadas e os dados (ver exemplo no Anexo M) devem ser enviados</p><p>15 dias após os testes e deve incluir head, a potencia recalculada para a gravidade especif ica</p><p>apropriada, e a ef iciência plotada contra a taxa de vazão. Se aplicável, as correções de</p><p>viscosidade devem ser indicadas. A curva Água-NPSHR curve deve ser incluida, desenhada partir</p><p>de dados reais do teste, para um impelido fundido apartir do mesmo padrão. A folha de curva deve</p><p>incluir os diâmetros maximo e mínimo do projeto do impelidor fornecido, o numero de identif icação</p><p>do impelidor ou impelidores, e o numero de serie da bomba.</p><p>9.3.3 Relatórios de progresso</p><p>O vendedor deve deve enviar os relatórios de progresso para o comprador nos intervalos</p><p>especif icados no formulário VDDR (ver exemplo no Anexo L).</p><p>9.3.4 Lista de peças e sobressalentes recomendados</p><p>9.3.4.1 O vendedor deve enviar listas completas de todas as peças e acessórios do equipamento</p><p>fornecidos. As listas devem incluir números únicos de peças do fabricante, materiais de</p><p>construction, e datas e entrega. Os materiais devem ser identif icado como especif icado no item</p><p>5.12.1. Cada peça deve ser completamente identif icada e mostrada em projetos em em seção</p><p>transversal ou projetos tipo-montagem assembly-type drawings para que o comprador possa</p><p>determinar a intercambialidade destas peças com outros equipamentos . As peças que tiveram</p><p>suas dimensões padrão modif icadas e/ou sofreram acabamento para satisfazer exigências</p><p>especicas de desempenho devem ser identif icadas de forma única através de um numero de peça</p><p>para ser intercambiada e futuras duplicações. Os items padrão adiquiridos devem ser identif icados</p><p>pleo numero e nome originais do fabricante.</p><p>9.3.4.2 O vendedor deve indicar em cada uma destas listas completas de peças todas aquelas</p><p>peçasque são recomendadas como reservas na partida ou manutenção, e a quantidade ideal em</p><p>estoque de cada uma. Deve incluir recomendação de peças sobressalentes de sub-forecedores</p><p>que não estavam disponíveis para inclusão na proposta original do vendedor . O vendedor deve</p><p>enviar as listas para o comprador imediatamente após o recebimento dos projetos revisados a</p><p>tempo de permitr a ordem e entrega da peças da partida do euqipamento no campo. A tranmissao</p><p>da carta deve transmittal letter deve incluir os dados especif icados no item 9.1.2.</p><p>9.3.5 Manual de dados</p><p>9.3.5.1 Geral</p><p>O vendedor deve fornecer instruções escritas suf icientes e todos os projetos necessário para</p><p>permiitr que o comprador possa instalar, operae e manter todo o equipamento coberto pela ordem</p><p>de compra. Esta informação deve ser reunida em um manual ou manuais com a capa mostrando a</p><p>informação listada no item 9.1.2,como uma pagima índice, e uma lista completa dos projetos</p><p>inclusos por titulo e numero de projeto. O manual ou manuais devem ser preparados</p><p>especif icamente para o equipamento coberto pela ordem de compra. Seções pré impressas de</p><p>modelos específ icos podem ser incluídos, mas manuais “típicos” não não aceitáveis.</p><p>9.3.5.2 Manual de instalação</p><p>Todas as informações para a instalação do equipamento deve ser reunido em um manual que</p><p>deve ser editado antes da edição f inal dos projetos certif icados. Por estqa razão, poderá ser</p><p>separado das instruções de operação e manutenção. Este manual deve conter informações sobre</p><p>o alinhamento e procedimentos sobre concretagem, exigências normal e máxima de utilidades,</p><p>centros de massa, preparação e procedimentos de rigging, e todos os outros de instalação. Todos</p><p>os projetos e desenhos especif icados no item 9.2.2 e 9.2.3 que são pertinentes a instalação</p><p>apropriada devem ser incluídos como parte deste manual.</p><p>9.3.5.3 Manual de operação, manutenção e dados técnicos</p><p>Deve ser enviado juntamente com o equipamento um manual contendo dados de operação,</p><p>manutenção e técnicos. Além de cobrir operação em todas as condições de processo</p><p>especif icadas, este manual deve incluir a seção que descreva instruções especiais para operação</p><p>em condições ambientais extremas. O manual também deve incluir esboços que mostrem a</p><p>localização do centro de gravidade e as ações necessárias para o rigging durante a remoção da</p><p>cobertura superior das carcaças, rotors e qualquer movimetação de peças com massa maior que</p><p>135 kg (300 lb). No mínimo, o manual deve também incluir todos os dados descritos no Anexo L</p><p>que não são unicamente relacinados a instalação .</p><p>Anexo A</p><p>(informativo)</p><p>Velocidade específica e velocidade de sucção específica</p><p>A velocidade específ ica é calculada para o desempenho da bomba no melhor ponto de ef iciência</p><p>com o impelidor de diâmetro máximo. A velocidade específ ica é expressa matematicamente pela</p><p>seguinte equação:</p><p>(A.1)</p><p>Onde:</p><p>ns é a velocidade especif ica,sem dimensão;</p><p>n é velocidade rotativa, expressa em revoluções por minuto;</p><p>q é taxa de vazão total da bomba, expressa em metros cúbicos por segundo;</p><p>H é o head por estágio , expresso em metros.</p><p>NOTE 1 A velocidade específica é derivado de unidades de SI multiplicadas por um fator de 51,64 é igual a</p><p>velocidade específica em unidades USC.</p><p>Uma definição alternativa de velocidade específica às vezes é usada (taxa de vazão pelo olho do impelidor ao</p><p>invés de taxa de vazão total). O comprador deve tomar cuidado para entender a que esta se referindo ao</p><p>comparar dados.</p><p>A velocidade de sucção específica é calculada para o melhor para o ponto de eficiência de melhor</p><p>desempenho da bomba com o impelidor de diâmetro máximo e oferece uma avaliação da suscetibilidade de</p><p>uma bomba a recirculação interna. É</p><p>expressa matematicamente pela seguinte equação::</p><p>(A.2)</p><p>Where:</p><p>s é a velocidade de sucção específ ica, sem dimensão;</p><p>n é é velocidade rotativa, expressa em revoluções por minuto;</p><p>q é é taxa de vazão por olho do impelidor, expressa em metros cúbicos por segundo;</p><p>igual a taxa de vazão para impelidores de sucção única,</p><p>igual a a metade da taxa de vazão para impelidores de sucção dupla.</p><p>O NPSHR é o head de sucção positiva liquida exigida, expresso em metros.</p><p>NOTE 2 A velocidade de sucção específica derivado da multiplicação de unidades SI por um fator de 51,64 é</p><p>igual a velocidade de sucção específica em unidades USC. O símbolo USC Nss é as vezes usado para</p><p>designar a velocidade de sucção específica .</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>90</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 91</p><p>Anexo B</p><p>(normativo)</p><p>Esquemas dos sitemas de água de resfriamento e lubrificação</p><p>Este Anexo contem diagramas esquemáticos dos sistemas de água de resfriamento e lubrif icação .</p><p>As notas e símbolos mostrados nas Figura B.2 a B.10 são mostradas abaixo na Figura B.1.</p><p>estes planos representam os sistemas normalmente usados. Existem outras conf igurações and</p><p>systems are available and may be used se especif icado or if agreed</p><p>upon by o comprador e o</p><p>vendedor.</p><p>1 Permutador 11 Válvula de regulagem de vazão</p><p>2 instrumento (letras indicam a função) 12 Válvula de bloqueio (válvula gaveta)</p><p>3 P.I indicador de pressão 13 chave de bixa pressão (partida da bomba auxiliar)</p><p>4 indicador de temperatura 14 chave de bixa pressão (alarme)</p><p>5 indicador de diferencial de pressão 15 chave de bixa pressão (trip)</p><p>6 indicador de taxa de vazão 16 vlavula de alívio</p><p>7 indicador de nível tipo-reflexo 17 Filtro de linha</p><p>8 válvula de 3 vias manual (ou válvula de tranferencia única) 18 válvula de retenção</p><p>9 Válvula de controle de temperatura 19 válvula de controle de pressão</p><p>10 válvula de bloquieo e sangria</p><p>Figura B.1 — Símbolos usados nos desenhos</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>91</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>92 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>1 gland</p><p>2 caixa de mancal</p><p>3 válvula de descarga</p><p>4 válvula de admissão</p><p>Figura B.2 — Tubos em bombas suspensas — Plan A, resfriamento para a caixa de</p><p>mancal</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>92</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 93</p><p>1 válvula de admissão</p><p>2 gland</p><p>3 caixa de mancal</p><p>Figura B.3 — Tubos em bombas suspensas — Plan D, reasfriamento da gland</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>93</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>94 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>1válvula de admissão</p><p>2 gland</p><p>3 caixa de mancal</p><p>4 válvula de descarga</p><p>Figura B.4 — Tubos em bombas suspensas — Plano K, resfriamento para a caixa de mancal</p><p>com vazão paralela para o selo do permutador de calor</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>94</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 95</p><p>1válvula de admissão</p><p>2 gland</p><p>3 caixa de mancal</p><p>4 válvula de descarga</p><p>Figura B.5 — Tubos em bombas suspensas — Plano M, resfriamento para a para o selo do</p><p>permutador de calor</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>95</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>96 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>1válvula de admissão</p><p>2 caixa de mancal</p><p>3 gland</p><p>4 válvula de descarga</p><p>Figura B.6 — Tubos para bombas bi-apoiadas — Plano A, resfriamento para as caixas de</p><p>mancal</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>96</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 97</p><p>1 válvula de admissão</p><p>2 caixa de mancal</p><p>3 gland</p><p>Figura B.7 — Tubos para bombas bi-apoiadas — Plano D, resfriamento da gland</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>97</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>98 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>1válvula de admissão</p><p>2 caixa de mancal</p><p>3 gland</p><p>4 válvula de descarga</p><p>Figura B.8 — Tubos para bombas bi-apoiadas — Plan K, resfriamento para as caixas de</p><p>mancal com vazão paralela para o selo dos permutadores de calor</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>98</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 99</p><p>1válvula de admissão</p><p>2 caixa de mancal</p><p>3 gland</p><p>4 válvula de descarga</p><p>Figura B.9 — Tubos para bombas bi-apoiadas — Plan M, resfriamento para o selo dos</p><p>permutadores de calor</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>99</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>100 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>1 equipamento rotativo</p><p>2 filtro</p><p>3 motor elétrico</p><p>4 bomba</p><p>5 abafador interno</p><p>6 nível de operação max.</p><p>7 nível de operação mínima</p><p>8 Nível de sucção da bomba</p><p>9 aquecedor (opcional)</p><p>10 fundo inclinado</p><p>11 dreno</p><p>12 Bomba de óleo movida por eixo com alivio integral de pressão</p><p>13 TCV (opcional)</p><p>14 resfriador</p><p>NOTE Ver também Tabela B.1. Os módulos são descritos em detalhes na ISO 10438-3.</p><p>Figura B.10 — Esquema do sistema de óleo lubrificante</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>100</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 101</p><p>Tabela B.1 — Esquema do sistema de óleo lubrificante</p><p>ISO 10438-3:—</p><p>Sub-clausula</p><p>Nota/Opção a Comentários</p><p>3A-1 Exigencias mínimas</p><p>para sistemas de óleo de</p><p>uso geral</p><p>Adicone TI, FI nas linhas de retorno de óleo da Bomba (e</p><p>unidade acionadora)</p><p>3A-2 Reservatório</p><p>Opção 1 Não é necessário um interruptor de nível</p><p>Opção 2 É necessário um indicador de temperatura com termo</p><p>poço</p><p>Opção 3 Um aquecedor de imersão elétrica ou a vapor é</p><p>opcional</p><p>Opção 4 Conexões adiconais necessárias para:</p><p>1.Retorno da válvula de alivio da bomba de óleo</p><p>acionada por eixo (não é necessário com válvula de</p><p>alívio integral)</p><p>2. Retorno da válvula de alivio da bomba de óleo</p><p>acionada por motor (não é necessário com válvula de</p><p>alívio integral)</p><p>3. Retorno do sistema PCV</p><p>4. Bomba Aux. de óleo a ter sucção independente</p><p>com filtro</p><p>Opção 5 Uma One tapped grounding lug é necessário</p><p>Opção 6 O vidro dos P.Is podem ser reforçados e extendidos</p><p>Adicione</p><p>Adicione</p><p>Adicione</p><p>Adicione</p><p>Adicione</p><p>Um vent (suspiro) com tela é necessário</p><p>O reservatório deve ter um fundo inclinado</p><p>Uma conexao de dreno flangeada com raquete de</p><p>válvula e no minímo 5 cm de tamanhon deve ser</p><p>incluído</p><p>Deve ser fornecido um nível de vidro de acordo com</p><p>a ISO 10438-3</p><p>A linha de retorno do sistema PVC deve ser localizado</p><p>abaixo do nível de óleo mínimo em operação.</p><p>3A-3 Bombas</p><p>Opção 1 É necessário uma bomba auxiliar de 100% de</p><p>capacidade acionada por motor</p><p>Opção 2 Não é necessário válvulas de bloqueio</p><p>Opção 3 Não é necessário uma bomba pre/pós lubrificação</p><p>Opção 4 Interruptores de pressão são necessários para tip por</p><p>baixa pressão, alarme e partida de bomba auxiliar.</p><p>Opção 5 Não é necessário um transmissor de pressão</p><p>Adicione Os interruptores de pressão devem ser localizados de</p><p>acordo com a ISO 10438-3:—,</p><p>Figura A.5</p><p>3A-4 Bombas e</p><p>resfriadores (e filtros)</p><p>Opção 1 É necessário um resfriador de óleo</p><p>Opção 2 É necessário filtros duplos</p><p>Opção 3 O uso de uma válvula de três vias com controle de</p><p>temperatura constantecom by-passe é opcional.</p><p>Opção 4 Não é necessário uma válvula de duas ou três vias</p><p>com controle de temperatura variável com linha de by-</p><p>passe</p><p>Opção 5 É necessário um interruptor de temperatura. O</p><p>interruptor de temperatura não é representado na</p><p>ISO 10438-3:—, Figura A.5.</p><p>Opção 6 Não é necessário uma válvula de transferência</p><p>simples com resfriador e filtro em paralelo com TVC</p><p>separado. A válvula não é representado na ISO</p><p>10438-3:—,</p><p>Figura A.5.</p><p>Opção 7 É necessário um indicador de diferencial de pressão</p><p>Adicione</p><p>Adicione</p><p>É necessário uma válvula de tranferencia única</p><p>Para os filros duplos.</p><p>O filtro substituto deve ser de acordo com a ISO</p><p>10438-3</p><p>3A-5 Controle de pressão</p><p>Opção 1 É necessário um regulador de pressão (válvula de</p><p>alívio).</p><p>Opção 2 Não é necessário uma válvula de controle de contra</p><p>pressao; ação direta</p><p>Opção 3 Não é necessário valvulas de bloqueio ao redor do</p><p>regulador/PCV</p><p>Opção 4 Não é necessário uma válvula globo de bypasse</p><p>a “Opção ” significa um item opcional como especificado;</p><p>“Adicionar” significa uma exigência adicional a aquelas descritas na ISO 10438-3.</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>102 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>Anexo C</p><p>(normativo)</p><p>Turbinas de recuperação de potencia hidráulica</p><p>C.1 Geral</p><p>Este anexo se aplica a turbinas de recuperação de potencia hidráulica (HPRTs).</p><p>A recuperção de potencia normalmene é alcançada através da redução do f luido de pressão , as</p><p>vezes com a contribuição da evolução de vapour ou gás durante a redução de pressão. A turbina</p><p>de recuperação de potencia hidráulica pode ser uma bomba operada com a vazão reversa.</p><p>C.2 Terminologia</p><p>Esta Norma International utiliza termos que precisam ser modif icados ou ignorados quando a</p><p>norma for aplicada a HPRTs. A direção da vazão através da HPRT é o reverso daquela através da</p><p>bomba. Neste contexto, a palavra Bomba deve ser interpretada como HPRT, o termo sucção da</p><p>bomba deve ser interpretado como a saída da HPRT, e o termo descarga bomba descarga deve</p><p>ser interpretado como a admissão da HPRT.</p><p>C.3 Projeto</p><p>C.3.1 Characteristicas do fluído</p><p>C.3.1.1 O comprador deve informar ao fabricante da HPRT se alguma parte da corrente do</p><p>processo entrando na HPRT causara will f lash to vapour e se o gás absorvido na corrente evoluira</p><p>em um nível de pressão abaixo da pressão de admissão .</p><p>C.3.1.2 O comprador deve especif icar o volume da procentagem de vapor ou gas, ou ambos, na</p><p>saída da turbina e a pressão e temperatura em que o vapor will f lash of f .</p><p>C.3.1.3 Se a composição do fluido for conhecida, e a densidade do liquido e vapor (ou gas) versus</p><p>a pressao, também deve ser especif icado . Talves seja necessário controlar a pressão de saída do</p><p>HPRT para limitar a quantidade de f luido que will f lash to vapour ou a quantidade de gás</p><p>proveniente da solução.</p><p>C.3.2 Sistema Seal-flushing</p><p>Para evitar a diminuição da vida útil do selo , deve ser levado em consideração a evolução do gás e</p><p>a vaporização nas correntes de seal-f lushing. Se tal potencial existir, normalmente p´recomendado</p><p>que seja usado um tipo de seal f lush que não seja o de admissão da HPRT.</p><p>C.3.3 Trip de sobre velocidade</p><p>C.3.3.1 Deve ser considerado um trip de sobrevelocidade se a HPRT ae outro equipamento</p><p>doconjunto não possa tolerar a velocidade runaway calculada (a velocidade máxima alcançada</p><p>pela HPRT quando descarregada e sujeita a uma combinação especif icada de piores condições de</p><p>adimissao e descarga). Normalmente, os trips de sobre velocidade são ajustados na faixa de</p><p>115 % a 120 % da velocidade nominal. È importantante ter em mente que a velocidade runaway</p><p>com a admissão de liquidos ricos em gás absorvido ou com liquidos que f lash partially a medida</p><p>que passam através da HPRT pode ser inúmeras vezes maior que velocidade runaway com água.</p><p>Com tais liquidos, a velocidade runaway não pode ser determinada com precisão.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>102</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 103</p><p>C.3.3.2 O risco de sobre velocidade é reduzido se o equipamento acionado, com uma bomba ou</p><p>ventilador, que não se espera que perca carga. O risco aumenta se o equipamento acinado for um</p><p>gerador, uma vez que se ocorrer um deligamento repentino da energia elétrica descarrega a</p><p>HPRT. Neste último caso, deve ser providenciado um sensor automático e uma carga simulada.</p><p>C.3.3.3 Sistemas de rotor que tenham baixa inércia e são sujeitos perda de carga acidentalmente,</p><p>devem ser equipados com um f reio de ação rápida para prevenir dnos causados por sobre</p><p>velocidade.</p><p>C.3.4 Acionadores duplos</p><p>C.3.4.1 Se uma HPRT for usada para apoiar outro acionador, as considerações descritas nos itens</p><p>C.3.4.2 a C.3.4.5 devem ser aplicadas.</p><p>C.3.4.2 O acionador principal deve se especif icado para acinar o conjunto sem assintencia da</p><p>HPRT.</p><p>C.3.4.3 Uma embreagem overrunning clutch (que é um dispositivo que transmite o torque em uma</p><p>direção e libera a outra) deve normalmente ser usado entre a HPRT e o conjunto para permitir que</p><p>o equipamento acionado opere durante a manutenção da HPRT e permita a partida do conjunto</p><p>antes que a corrente de processo da HPRT esteja alinhada.</p><p>C.3.4.4 A vazão para a HPRT pode variar muito e f requentemente. Se a vazão total cair abaixo de</p><p>40 % da vazão nominal, a HPRT para de produzir potencia e um arrasto pode ser imposto ao</p><p>acionador principal. A embragem overrunning clutch previnirá este arrasto.</p><p>C.3.4.5 A HPRT nunca deve ser colocada entre o acinador principal e o equipamento acionado.</p><p>C.3.5 Geradores</p><p>Se o gerador for acionado por uma HPRT com uma corrente de processo rica em gas, o gerador</p><p>deve ter uma dimensão generosa.</p><p>A descarga de potencia das HPRTs podem ser até 20 % a 30 % ou mais acima daquela</p><p>premeditada através dos testes com água, coomo resultado dos efeitos do gás evoluído ou</p><p>f lashed liquid.</p><p>C.3.6 Valvulas de controle</p><p>Para a maioria das aplicações, as válvulas usadas para controlar as vazão para as HPRT devem</p><p>ser colocadas à montante e próximo a admissão da HPRT (ver Figura C.1). A localização à</p><p>montante permite auq eos selos mecânicos operem na pressão de descarga da HPRT e, nas</p><p>correntes ricas em gas, permite que o gás evolua, o que aumenta a desrga de potencia.</p><p>C.3.7 Valvulas bipasse</p><p>Independente do arranjo do conjunto da HPRT, deve ser instalado uma válvula bipasse de vazão</p><p>completa com capacidade de modulação. O contole comum da válvula bipasse modulável e</p><p>ocontorle da válvula de admissão da HPRT normalmente é feito através de um arranjo de nível bi-</p><p>partido. (ver Figura C.1).</p><p>C.3.8 Valvulas de alívio</p><p>Para proteger a intergidade da carcaça de desgarga e selos mecânicos da HPRT de possíveis</p><p>transientes de contrapressão à jussante, adeve ser considerado a instalação de uma válvula de</p><p>alivio no circuito de tubos na descarga da HPRT (ver Figura C.1).</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>103</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da</p><p>IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>104 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>1 indicator de nivel, controlador</p><p>2 fonte de alta pressão</p><p>3 split range</p><p>4 válvula de alivio</p><p>5 destino de baixa pressão</p><p>6 bipasse</p><p>7 válvula de contole de admissão</p><p>8 bomba</p><p>9 motor</p><p>10 embreagem overrunning clutch</p><p>11 HPRT</p><p>12 gerador</p><p>Figura C.1 — Arranjos típicos de HPRT</p><p>a) Acionador da bomba</p><p>b) Acionador do gerador</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>104</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 105</p><p>C.4 Testes</p><p>C.4.1 A HPRT deve passar por um teste de desempenho nas instalçoes de testes do fabricante. As</p><p>garantias de desempenho hidráulico e mecânico deve ser baseado nos testes com água.</p><p>C.4.2 A Figura C.2 mostra as tolerâncias de desempenho de testes recomendadas para as HPRTs.</p><p>O critério de bombas descrito no corpo principal desta Norma Internacional naoé aplicável.</p><p>C.4.3 Os níveis de vibração para as HPRTs devem se enquadrar no critério para bombas descrito</p><p>no corpo principal desta Norma International.</p><p>C.4.4 Pode ser útil verif icar o ajuste de trip por sobre velocidade para as HPRTs usado nas</p><p>instalações de teste do fabricantey. Determinar a velocidade runaway velocidade duriante o teste</p><p>com água pode ser considerado, mas esta velocidade pode ser calculada com precisão uma vez</p><p>que o desempmho com água seja conhecido . A Velocidade Runaway velocidade para as correntes</p><p>ricas em gás não podem ser determinadas através dos testes com água.</p><p>P</p><p>o</p><p>te</p><p>n</p><p>c</p><p>ia</p><p>n</p><p>o</p><p>m</p><p>in</p><p>a</p><p>l,</p><p>%</p><p>Taxa de vazão</p><p>D</p><p>if</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>n</p><p>c</p><p>ia</p><p>l</p><p>d</p><p>e</p><p>H</p><p>e</p><p>a</p><p>d</p><p>,</p><p>%</p><p>1 Vazao nominal</p><p>2 head nominal</p><p>3 head típico vs. Curva de taxa de vazão</p><p>4 typical power vs. flowrate curve</p><p>5 tolerancia no lado baixo (95 %)</p><p>6 tolerancia no lado alto (105 %)</p><p>Figura C.2 —Tolerâncias do teste de desempenho da HPRT</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>105</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>106 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>Anexo D</p><p>(normativo)</p><p>Placas base padrão</p><p>Tabela D.1 — Dimensões da placa base padrão</p><p>Dimensions em milimetros (polegadas)</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>106</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 107</p><p>Número</p><p>da Placa</p><p>base</p><p>Número</p><p>de furos</p><p>por lado</p><p>Nota Ver figura D.1 para explicçãoes sobre dimensões</p><p>Dimensões em milímetros (polegadas)</p><p>a para 20 mm (3/4 pol) chumbadores</p><p>Figura D.1 — Placa base padrão</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>107</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>108 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>Anexo E</p><p>(informativo)</p><p>Lista de verificação do inspetor</p><p>Os níveis indicados na Tabela E.1 podem ser caracterizados da seguinte forma:</p><p>Nível 1 é normanlmente usado para bombas e dispositivos em serviços gerais;</p><p>Nível 2 inclui desempenho e exigências de material e é mais estrito que nível 1;</p><p>Nível 3 devem ser considerados para bombas em serviços críticos.</p><p>A inspeção exigida deve ser indicada na primeira coluna como :</p><p>− C: Apenas certif icação.</p><p>− O: Inspeção observada.</p><p>− W: Inspeção testemunhada.</p><p>Tabela E.1 – lista de verificação do inspetor</p><p>Inspeção exigida</p><p>C,O ou W</p><p>Item ISO 13709</p><p>Sub clausula</p><p>e número</p><p>Data da</p><p>inspeção</p><p>Inspecionado</p><p>por</p><p>Andamento</p><p>Marcação na carcaça (serial</p><p>No.)</p><p>5.13.3</p><p>Motores e componentes</p><p>elétricos</p><p>Classifcação de área</p><p>5.1.24</p><p>Parafuso macaco da</p><p>carcaça</p><p>5.3.13</p><p>Tamanho do bocal e</p><p>acabamento a- Desenho</p><p>Esboço</p><p>Desenho</p><p>Esboço</p><p>5.4.1.1,</p><p>5.4.2</p><p>Exigências da placa base 6.3.1, 6.3.2,</p><p>6.3.3, 6.3.4,</p><p>6.3.7, 6.3.8,</p><p>6.3.9,</p><p>6.3.10,</p><p>6.3.11,</p><p>6.3.13,</p><p>6.3.14,</p><p>6.3.15,</p><p>6.3.17,</p><p>6.3.18</p><p>Teste hidroestático</p><p>certificado</p><p>7.3.2.1</p><p>Desempenho dentro da</p><p>tolerância (certificado)</p><p>7.3.3.4 c)</p><p>NPSHR dentro da tolerância</p><p>(certificado)</p><p>7.3.4.2.3</p><p>Vibração dentro da</p><p>tolerância</p><p>7.3.3.4 a)</p><p>Seta direção da rotação 5.13.4</p><p>Dimensão geral e</p><p>localização das conxoes a</p><p>Desenho</p><p>esboço</p><p>Lay out e tamnaho dos</p><p>chumbadores a</p><p>Desenho</p><p>esboço</p><p>Digrama de vazão da Anexo b</p><p>tubulação auxiliar</p><p>Fabricação e instalação da</p><p>tubulação</p><p>6.5.1</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>108</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 109</p><p>Tabela E.1 – lista de verificação do inspetor (continuação)</p><p>Inspeção exigida</p><p>C,O ou W</p><p>Item ISO 13709</p><p>Sub</p><p>clausula e</p><p>número</p><p>Data</p><p>inspecionado</p><p>Inspecionado</p><p>por</p><p>Andamento</p><p>Dados do tag do</p><p>equipamento</p><p>5.13.2</p><p>Rotor blindado 7.4.1</p><p>Instruçoes sobre</p><p>presevação e</p><p>armazenamento</p><p>7.4.2</p><p>Prevenção contra</p><p>ferrugem</p><p>7.4.3.4,</p><p>7.4.3.5,</p><p>7.4.3.10</p><p>Pintura 7.4.3.3</p><p>Preparação para o</p><p>transporte</p><p>7.4.1,</p><p>7.4.3.6,</p><p>7.4.3.7</p><p>Documentação de</p><p>viagem e tags</p><p>7.4.3.9,</p><p>7.4.4, 7.4.6</p><p>Level 2 –</p><p>Intermediario</p><p>(Adicionar ao nível</p><p>1)</p><p>Copias da ordem de</p><p>compra distribuidor</p><p>Certificação de</p><p>material</p><p>5.12.1.8</p><p>Testes não destrutivos</p><p>(componentes)</p><p>5.12.1.5,</p><p>7.2.2.1</p><p>Teste hidroestatico</p><p>Testemunhado</p><p>7.3.2.1</p><p>Relatórios de</p><p>construção</p><p>(folgas de runout)</p><p>5.6.6, 5.6.8,</p><p>5.6.10,</p><p>5.6.13,</p><p>5.7.4,</p><p>8.2.2.4,</p><p>8.3.3.2,</p><p>8.3.4.2,</p><p>8.3.8.2.1,</p><p>8.3.12.2.d</p><p>Testes de</p><p>desempenho e NPSH</p><p>testemunhado</p><p>7.3.3,</p><p>7.3.4.2</p><p>Nível 3 – Especial</p><p>(Adicionar aos níveis</p><p>1 e 2)</p><p>Procedimentos de</p><p>solda aprovado</p><p>5.12.3.1</p><p>Reparos de solda</p><p>aprovados</p><p>5.12.3.2</p><p>Mapas de reapros de</p><p>solda</p><p>Nenhum</p><p>Balanceamento</p><p>rotor/impelidor</p><p>5.9.4,</p><p>8.2.4.2</p><p>Inspeção do mancal</p><p>após teste</p><p>8.2.7.5</p><p>Teste de momento e</p><p>forças do bocal</p><p>6.3.6</p><p>Teste completo da</p><p>unidade</p><p>7.3.4.3</p><p>Teste do nível de</p><p>ruído</p><p>7.3.4.4</p><p>Teste de</p><p>equipamentos</p><p>auxiliares</p><p>7.3.4.5</p><p>Teste de resonancia</p><p>(caixa de mancal</p><p>7.3.4.6,</p><p>8.3.9.2</p><p>a Checar contra desenho dimensional certificado</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>109</p><p>Direitos Reservados ao Insti tuto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>110 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>Anexo F</p><p>(normativo)</p><p>Critério para projeto de tubos</p><p>F.1 Bombas horizontais</p><p>F.1.1 As conf igurações aceitáveis de tubulações não devem causar desalinhamento excessivo</p><p>entre a bomba e o acionador. As conf igurações de tubos que produzem componente de forças no</p><p>bocal que se enquadram nas faixas descritas na Tabela 4 limitam a distorção da carcaça pela</p><p>metade</p><p>no critério de projeto do vendedor (see 5.3.3) e garante que o deslocamento do eixo da</p><p>bomba seja menor que 250 µm (0,010 in).</p><p>F.1.2 As conf igurações de tubulações que produzem cargas fora das especif icado na Tabela 4</p><p>tambem são aceitáveis sem consulta previa ao vendedor da bomba se as condições especif icadas</p><p>nos itens F.1.2 a) a F.1.2 c) abaixo forem levadas em consideração. O enquadramento nestas</p><p>condições garante que a distorção da carcaça da bomba será dentro do critério de projeto do</p><p>vendedor (ver 5.3.3)e que o deslocamento do eixo da bomba será menor que 380 µm (0,015 in).</p><p>a) O componente de força individual e momento que agem em cada f lange do bocal da bomba não</p><p>devem exceder o especif icado na Tabela 4 (T4) por um fator maior que 2.</p><p>b) A força aplicada resultante (FRSA, FRDA) e o momento aplicado resultante (MRSA, MRDA) agindo</p><p>em cada f lange do bocal da bomba deve satisfazer a equação de interação apropriada descrita</p><p>abaixo.</p><p>[FRSA / (1,5 FRST4)] + [MRSA / (1,5 MRST4)] 2 (F.1)</p><p>[FRDA / (1,5 FRDT4)] + [MRDA / (1,5 MRDT4)] 2 (F.2)</p><p>c) O componente de forças aplicadas e momentos agindo em cada f lange de bocal da bomba deve</p><p>ser tranduzido para o centro da bomba. A magnitude da força aplicada resultante (FRCA), o</p><p>monento aplicado resultante (MRCA), e a o momento aplicado deve ser limitado pela Equação (F.3),</p><p>Equação (F.4) e Equação (F.5) (o símbolo de conversão mostrado nas Figuras 20 a Figura 24 e</p><p>a regra da mão direita deve ser usada na avaliação destas Equações).</p><p>FRCA 1,5 (FRST4 + FRDT4) (F.3)</p><p>| MYCA | 2,0 (MYST4 + MYDT4) (F.4)</p><p>MRCA 1,5 (MRST4 + MRDT4) (F.5)</p><p>onde</p><p>FRCA = [(FXCA)² + (FYCA)² + (FZCA)²] 0,5</p><p>onde</p><p>FXCA = FXSA + FXDA</p><p>FYCA = FYSA + FYDA</p><p>FZCA = FZSA + FZDA</p><p>MRCA = [(MXCA )2 + (MYCA )2 + (MZCA)2]0,5</p><p>onde</p><p>MXCA = MXSA + MXDA – [(FYSA) (zS) + (FYDA)(zD) – (FZSA) (yS) – (FZDA) (yD)]/1 000</p><p>MYCA = MYSA + MYDA + [(FXSA) (zS) + (FXDA)(zD) – (FZSA)(xS) – (FZDA) (xD)]/1 000</p><p>MZCA = MZSA + MZDA – [(FXSA) (yS) + (FXDA)(yD) – (FYSA) (xS) – (FYDA) (xD)]/1 000</p><p>Em unidades USC, a constante 1 000 deve ser mudada para 12. Esta constante é o fator de</p><p>conversão para mudar milimetros para metros ou polegadas em pés.</p><p>F.1.3 Conf iguraçoes de tubulações que produzam cargas maiores que aquleas permitidas no item</p><p>F.1.2 devem ser aprovadas pelo comprador e o vendedor.</p><p>F.2 Bombas verticais em linha</p><p>As bombas verticais em linha que são apoiadas apenas pelos tubos a ela anexados podem estar</p><p>sujeitos a componentes de cargas tubos que são mais que o dobro dos valores mostrados na</p><p>Tabela 4 se estas cargas não causarem uma tensão principal maior que 41 N/mm2 (5 950 psi)</p><p>em qualquer dos bocais. Para cálculos, a Seção propriedades dos bocais da bomba deve ser</p><p>baseados em tubos Escala 40 em que o tamanho nominal é igual a aqueles apropriados ao</p><p>tamanho do bocal da bomba. A Equação (F.6), Equação (F.7), e Equação (F.8) podem ser</p><p>usadas para avaliar a tensão principal, tensão tensão longitudinalde cisalhamento</p><p>respectivamente,nos bocais.</p><p>Para as unidades SI, as seguintes Equações de aplicam:</p><p>Para unidade For USC units, as seguintes Equações de aplicam:</p><p>Onde:</p><p>σp é a tensão, expressada em MPa (lbf /in2);</p><p>σl é a tensão longitudinal, expressada MPa (lbf /in²);</p><p> é a tensão de cisalhamento, expressada em MPa (lbf /in²);</p><p>FX é a força aplicada no eixo X;</p><p>FY é a força aplicada no eixo Y;</p><p>FZ é a força aplicada no eixo Z;</p><p>MX é o momento aplicado no eixo X;</p><p>MY é o momento aplicado no eixo Y;</p><p>MZ é o momento aplicado no eixo Z;</p><p>são os diâmetros internos e externos dos bocais, expresso em milimetros (pol.).</p><p>FX, FY, FZ, MX, MY, and MZ representam as cargas aplicadas agindo nos bocais de sucção e</p><p>descarga ; assim, as subscrições SA e DA foram omitidas para simplif icar as Equações. O símbolo</p><p>FY é positivo se a carga coloca o bocal em tensão; o símbolo é negativo se a carga coloca o bocal</p><p>em compressão. Deve-se considerar a Figura 20 e as cargas aplicadas no bocal para determinar</p><p>se o bocal sofre tensão ou compressão. O valor absolute de MY deve ser usado nas Equações</p><p>(F.8) a (F.11).</p><p>F.3 Nomenclatura</p><p>As seguintes def iniçoes se aplicam aos exemplos de Problema as na Figura .4</p><p>Onde:</p><p>C é o centro da bomba. Nas bombas tipos OH2 e BB2 com dois pedestais de apoio, o centro é</p><p>def inido pela interseção da linha de centro do eixo da bomba e um planovertical passando pelo</p><p>centro dos dois pedestais (ver Figura 23 e Figura 24). Nas bombas tipo BB1, BB3, BB4 e BB5</p><p>com quatro suportes de apoio, o centro é def inido pela interseção da linha de centro da bomba e</p><p>um plnao vertical passando a meio caminho entre os quatro pedestais (ver Figura 22);</p><p>D é o bocal de descarga;</p><p>Di é o diametro interno de tubos de Escala 40 em que o tamanho nominal é igual ao do bocal da</p><p>bomba em questão, expresso em milimetros (polegadas);</p><p>Do é o diametro externo de tubos de Escala 40 em que o tamanho nominal é igual ao do bocal da</p><p>bomba em questão, expresso em milimetros (polegadas);</p><p>F é força expressa em newtons (força libras);</p><p>FR é a força resultante. (FRSA e FRDA são calculados através da raiz quadrada da soma dos</p><p>métodos de raiz quadrada os componentes de força aplicada que agem no f lange do bocal. FRST4</p><p>e FRDT4 a são extraídos da Tabela 4, usando o tmanho apropriado de bocal);</p><p>M é o momento, expresso em metros newton (força libras-pés);</p><p>MR é o momento resultante. (MRSA e MRDA são calculados através do método da raiz quadrada</p><p>usando os componentes de momento aplicados que agem no f lange do bocal . A MRST4 e a MRDT4</p><p>são extaridos da Tabela 4 usando o tamanho apropriado de bocal);</p><p>σp é a tensão principal, expressa em megapascals (libra de força por polegada quadrada pounds</p><p>force per square inch);</p><p>σl é a tensão longitudinal, expressa em newtons por milimetro quadrado (libras por polegada</p><p>quadrada);</p><p> é a tensão de cisalhamento, expressa em newtonspor milímetro quadrado (libras por polegada</p><p>quadrada);</p><p>S é o bocal de sucção;</p><p>x, y, z são as coordenadas de localização dos f langes dos bocais com respeito ao centro da</p><p>bomba expresso em milimetros (pol.);</p><p>X, Y, Z são as direções da carga (ver Figuras 20 a 24);</p><p>Subscrição A é uma carga aplicada;</p><p>Subscrição T4 é a carga extraída da Tabela 4.</p><p>F.4 Exemplos de Problemas</p><p>F.4.1 Exemplos 1A (Unidades SI )</p><p>F.4.1.1 Problema</p><p>O tamanho dos bocais e coordenadas de localização para uma overhung-end sucção process</p><p>pump (OH2) estão descritas na Tabela F.1. As cargas aplicadas ao bocal são descritas na Tabela</p><p>F.2. O problema visa determinar se estão enquadrados nas condições especif icadas nos itens</p><p>F.1.2 a), F.1.2 b) e F.1.2 c).</p><p>F.4.1.2 Solução</p><p>F.4.1.2.1 Verif icação da condição F.1.2 a) da seguinte forma:</p><p>Para bocais de sucçção DN 250,</p><p> FXSA / FXST4 = + 12 900 / 6 670 = 1,93 2,00</p><p> FYSA / FYST4 = 0 / 5 340 = 0 2,00</p><p> FZSA / FZST4 = – 8 852 / 4 450 = 1,99 2,00</p><p> MXSA / MXST4 = – 1 356 / 5 020 = 0,27 2,00</p><p> MYSA / MYST4 = – 5 017 / 2 440 = 2,06 > 2,00</p><p> MZSA/ MZST4 = – 7 458 / 3 800 = 1,96 2,00</p><p>Já que MYSA excede o valor especif icado na Tabela 4 (Unidades SI ) por mais de um fator de 2,</p><p>não pe satisfatório.</p><p>Assuma que MYSA pode ser reduzido para – 4 879. Então ,</p><p> MYSA / MYST4 = – 4 879 / 2 440 = 1,999 2,00</p><p>Para bocais de descarga superior DN 200,</p><p> FXDA / FXDT4 = + 7 117 / 3 780 = 1,88 2,00</p><p> FYDA / FYDT4 = – 445 / 3 110 = 0,14 2,00</p><p> FZDA / FZDT4 = + 8 674 / 4 890 = 1,77 2,00</p><p> MXDA / MXDT4 = + 678 / 3 530 = 0,19 2,00</p><p> MYDA / MYDT4 = – 3 390 / 1 760 = 1,93 2,00</p><p> MZDA / MZDT4 = – 4 882 / 2 580 = 1,89 2,00</p><p>Desde de que MYSA possa ser reduzido para – 4 879, as forças</p><p>aplicadas pela tubulação agindo</p><p>em cada bocal satisfaz a condição especif icada no item F.1.2 a).</p><p>Tabela F.1 — Tamanho dos bocais and coordenadas de localização para os Exemplos 1A</p><p>Tamanho do Bocal Tamanho</p><p>DN</p><p>x</p><p>mm</p><p>y</p><p>mm</p><p>z</p><p>mm</p><p>Sucção 250 + 267 0 0</p><p>Descarga 200 0 – 311 + 381</p><p>Tabela F.2 — Cargas aplicada ao bocal Exemplos 1A</p><p>Força Valor</p><p>N</p><p>Momento Valor</p><p>N-m</p><p>FXSA</p><p>FYSA</p><p>FZSA</p><p>+ 12 900</p><p>0</p><p>– 8 852</p><p>Sucção</p><p>MXSA</p><p>MYSA</p><p>MZSA</p><p>– 1 356</p><p>5 017ª</p><p>– 7 458</p><p>FXDA</p><p>FYDA</p><p>FZDA</p><p>+ 7 117</p><p>– 445</p><p>+ 8 674</p><p>Descarga</p><p>MXDA</p><p>MYDA</p><p>MZDA</p><p>+ 678</p><p>– 3 390</p><p>– 4 882</p><p>a Ver F.4.1.2.1.</p><p>F.4.1.2.2 Verif icação da condição F.1.2 b) da seguinte forma:</p><p>Nos bocais de sucção, FRSA e MRSA são determinados usando a raiz quadrada da soma do método</p><p>de quadrados:</p><p>Referente a Equação (F.1):</p><p>Nos bocais de descarga FRDA e MRDA são determnados pelo mesmo metodo usado para encontar</p><p>FRSA e MRSA:</p><p>Referente a Equação (F.2):</p><p>(As cargas que agem em cada bocal satisfazem a Equação de interação apropriada, portanto está</p><p>em conformidade com a condição especif icada em F.1.2 b).</p><p>F.4.1.2.3 Verif icação da condição F.1.2 c) da seguinte forma:</p><p>Para verif icar esta condição, As forças componentes aplicadas e momentos são traduzidos e</p><p>solucionados para o centro da bomba. FRCA é determinadoda seguinte forma [ver F.1.2 c)]:</p><p>Referente a Equação (F.3):</p><p>MYCA é determinado da seguinte forma [ver F.1.2 c)]:</p><p>Referente a Equação (F.4):</p><p>MRCA é determinado da seguinte forma [ver F.1.2 c)]:</p><p>Referente a Equação (F.5)</p><p>Assim, todas as exigencias do item F.1.2 c) forma satisfeitas.</p><p>F.4.2 Exemplos 2A (Unidades SI )</p><p>F.4.2.1 Problema</p><p>Para as bombas verticais em linha DN 80 DN 100 178 mm (OH3 a OH6), as cargas aplicadas</p><p>propostas estão na Tabela F.3. A inspeção constatou que, FZSA, MZSA, e MXDA são duas vezes</p><p>maiores que os valores mostrados na Tabela 4 (Unidades SI ). Como descrito no item F.2, estas</p><p>componentes de carga são aceitáveis desde que tensão calculada principal seja menor que 41</p><p>MPa. O problema visa determinar a tensão principal dos bocais de sucção e descarga.</p><p>Tabela F.3 — Cargas propostas aplicadas no bocal nos Exemplos 2A</p><p>F.4.2.2 Solução</p><p>F.4.2.2.1 Os cálculos do bocal de sucção são feitos da seguinte forma:</p><p>Para as tubulações Escala 40 com tamanho nominal DN 100, Do = 114 mm and Di = 102 mm.</p><p>Portanto,</p><p>A Equação (F.7) é usada para determinar a tensão longitudinal dos bocais de sucção , σs.</p><p>A carga FYSA aplicada eu agindo no bocal de sucção está na direção Y negativa e produz uma</p><p>tensão de compressão; portanto, o símbolo negativo é usado no FYSA.</p><p>A Equação</p><p>(F.8) é usada para determinar a tensão de cisalhamento para os bocais de sucção, s.</p><p>A tensão</p><p>principal dos bocais de sucção , é calculada usando a Equação (F.6):</p><p>Portanto, as carga do bocal de sucção são satisfatórias.</p><p>F.4.2.2.2 Os cálculos do bocal de descarga são feitos da seguinte forma:</p><p>Para tubulações Escala 40 com tamanho nominal de 80 mm, Do = 89 mm and Di = 78 mm.</p><p>Portanto,</p><p>A Equação (F.7) é usada para determinar a is used to determine the tensão longitudinal for the</p><p>bocal de descarga, D.</p><p>A carga FYDA aplicada agindo no bocal de descarga esta na direção Y negativa e produz uma</p><p>tensão interna resitente a tração; portanto é usado um sinal positivo na FYDA .</p><p>A Equação (F.8) é usada para determine a tensão de cisalhamento do the bocal de descarga, .</p><p>A</p><p>tensão principal do bocal de descarga, , é calculada usando a Equação (F.6):</p><p>Assim, cargas no bocal de descarga são muito grandes. De acordo com a inspeção ,se MXDA for</p><p>reduzido em 50 % para 1 356 N-m, a tensão principal resultante excederá 41 MPa. Portanto, o</p><p>valor máximo para a MXDA é duas vezes MXDT4, ou 1 900 N-m.</p><p>F.4.3 Exemplos 1B (US Customary units)</p><p>F.4.3.1 Problema</p><p>Para uma bomba de sução de processo pendurada (OH2), o tamanho dos bocais e as</p><p>coordenadas de localização são descritas na Tabela F.4. A carga aplicada dos bocais estão na</p><p>Tabela F.5. O problema visa a determinar se as condições especif icadas se enquandram nas</p><p>equações F.1.2 a), F.1.2 b), and F.1.2 c).</p><p>Tabela F.4 — Tamanho dos bocais e coordenadas de localização para os Exemplos 1B</p><p>Dimensions in inches</p><p>Bocal Tamanho x</p><p>y</p><p>z</p><p>Sucção</p><p>Descarga</p><p>10</p><p>8</p><p>+ 10,50</p><p>0</p><p>0</p><p>– 12,25</p><p>0</p><p>+ 15</p><p>Tabela F.5 — Carga aplicadas do bocal para Exemplos 1B</p><p>Força Valor</p><p>Libra</p><p>Momento Valor</p><p>Pés-libras</p><p>FXSA</p><p>FYSA</p><p>FZSA</p><p>+ 2 900</p><p>0</p><p>– 1 990</p><p>Sucção</p><p>MXSA</p><p>MYSA</p><p>MZSA</p><p>– 1 000</p><p>– 3 700ª</p><p>– 7 458</p><p>FXDA</p><p>FYDA</p><p>FZDA</p><p>+ </p><p>– 100</p><p>+ </p><p>Descarga</p><p>MXDA</p><p>MYDA</p><p>MZDA</p><p>+ </p><p>– 2 500</p><p>– 3 600</p><p>a Ver F.4.1.2.1.</p><p>F.4.3.2 Solução</p><p>F.4.3.2.1 A Verif icação da condição da F.1.2 a) é feita da seguinte forma:</p><p>Para os bocais de sucção de 10 pol,</p><p> FXSA/FXST4 = + 2 900/1 500 = 1,93 2,00</p><p> FYSA/FYST4 = 0/1 200 = 0 2,00</p><p> FZSA/FZST4 = – 1 990/1 000 = 1,99 2,00</p><p> MXSA/MXST4 = – 1 000/3 700 = 0,27 2,00</p><p> MYSA/MYST4 = – 3 700/1 800 = 2,06 2,00</p><p> MZSA/MZST4 = – 5 500/2 800 = 1,96 2,00</p><p>Já que a MYSA excede o valor especif icado na Tabela 4 (US Customary units) por mais de um</p><p>fator de 2, não é satisfatorio. Assuma que MYSA possa ser reduzido para –3 599. Entao,</p><p> MYSA/MYST4 = – 3 599/1 800 = 1,999 2,00</p><p>Para os bocais de descarga superiores de 8 pol,</p><p> FXDA/FXDT = + 1 600/850 = 1,88 2,00</p><p> FYDA/FYDT = – 100/700 = 0,14 2,00</p><p> FZDA/FZDT4 = + 1 950/1 100 = 1,77 2,00</p><p> MXDA/MXDT4 = + 500/2 600 = 0,19 2,00</p><p> MYDA/MYDT4 = – 2 500/1 300 = 1,93 2,00</p><p> MZDA/MZDT4 = – 3 600/1 900 = 1,89 2,00</p><p>Desde que MYSA possa ser reduzido para – 3 599, as cargas aplicadas dos tubos agindo em cada</p><p>bocal se enquadra na condição especif icada na F.1.2 a).</p><p>F.4.3.2.2 A Verif icação da condição da F.1.2 b) é feita da seguinte forma:</p><p>Nos bocais de sucção , FRSA e MRSA são determinados usando a raiz quadrada da soma do</p><p>método de quadrados:</p><p>Referente a Equação (F.1),</p><p>FRSA/(1,5 FRST4) + MRSA/(1,5 MRST4) 2</p><p>3 517/(1,5 2 200) + 6 649/(1,5 5 000) 2</p><p>1,95 2</p><p>Nos bocais de descarga, FRDA e MRDA são determinados pelo mesmo método usado para</p><p>encontrar a FRSA e MRSA:</p><p>Referente a Equação (F.2),</p><p>FRDA/(1,5 FRDT4) + MRDA/ (1,5 MRDT4) 2</p><p>2 524/(1,5 1 560) + 4 411 / (1,5 3 500) 2</p><p>1,92 2</p><p>As cargas agindo em cada bocal satisfazem a Equação de interação apropriada, portanto esta</p><p>enquadrado na condição especif icada na formula na F.1.2 b).</p><p>F.4.3.2.3 A Verif icação da condição da F.1.2 c) é feita da seguinte forma:</p><p>Para verif icar esta condição, o componente de forças aplicada e moments são traduzidos e</p><p>resolvidos para o centro da bomba are translated and resolved to the centre</p><p>of the pump. A FRCA é determinada da seguinte forma [see F.1.2 c)]:</p><p>FXCA = FXSA + FXDA</p><p>FYCA = FYSA + FYDA</p><p>FZCA = FZSA + FZDA</p><p>FXCA = (+ 2 900) + (+ 1 600) = + 4 500</p><p>FYCA = (0) + (– 100) = – 100</p><p>FZCA = (– 1 990) + (+ 1 950) = – 40</p><p>Referente a Equação (F.3),</p><p>FRCA 1,5 (FRST4 + FRDT4)</p><p>4 501 1,5 (2 200 + 1 560)</p><p>4 501 5 640</p><p>A MYCA é determinada da seguinte forma [ver F.1.2 c)]:</p><p>MYCA= MYSA + MYDA + [(FXSA) (zS) + (FXDA)(zD) – (FZSA)(xS) – (FZDA) (xD)]/12</p><p>= (– 3 599) + (– 2 500) + [(+ 2 900) (0,00) + (+ 1 600) (+ 15) – (– 1 990)(+ 10,5) – (+ 1 950)(0,00)]/12</p><p>= – 2 358</p><p>Referente a Equação (F.4),</p><p> MYCA 2,0 (MYST4 + MYDT4)</p><p> – 2 358 2,0 (1 800 + 1 300)</p><p>2 358 6 200</p><p>A MRCA é determinada da seguinte forma [ver F.1.2 c)]:</p><p>MXCA = MXSA + MXDA – [(FYSA)(zS)</p><p>+ (FYDA)(zD) – (FZSA)(yS) – (FZDA) (yD)]/12</p><p>MYCA = MYSA + MYDA + [(FXSA)(zS) + (FXDA)(zD) – (FZSA)(xS) – (FZDA) (xD)]/12</p><p>MZCA = MZSA + MZDA – [(FXSA)(yS) + (FXDA)(yD) – (FYSA)(xS) – (FYDA) (xD)]/12</p><p>MRCA = [(MXCA)2 + (MYCA)2 + (MZCA)2]0,5</p><p>MXCA = (– 1 000) + (+ 500) – [(0) (0,00) + (– 100) (+ 15,00) – (– 1 990) (0,00) – (+ 1 950) (– 12,25)]/12</p><p>= – 2 366</p><p>MYCA = – 2 358 (see previous calculation)</p><p>MZCA = (– 5 500) + (– 3 600) – [(+ 2 900)(0,00) + (+ 1 600) (– 12,25) – (0)(+ 10,50) – (– 100)(0,00)]/12 =</p><p>= – 7 467</p><p>Referente a Equação (F.5),</p><p>MRCA 1,5 (MRST4 + MRDT4)</p><p>8 180 1,5 (5 000 + 3 500)</p><p>8 180 12 750</p><p>Assim, as exigenicas da F.1.2 c) foram satisfeitas.</p><p>F.4.4 Exemplos 2B (US Customary units)</p><p>F.4.4.1 Problema</p><p>Para as bombas verticias em linha NPS 3 NPS 4 7 (OH3 a OH6), as cargas aplicadas no bocal</p><p>propostas são descritas Tabela F.6. De acordo com a inspeção , FZSA, MZSA, e MXDA são duas</p><p>vezes maiores que os valores mostrados na Tabela 4 (US Customary units). Como descrito na F.2,</p><p>estes componentes de carga são aceitáveis desde que tensão principal calculada é menor que 5</p><p>950 psi. O problema visa determinar a tensão principal para o bocal de sucção e o bocal de</p><p>descarga.</p><p>Tabela F.6 — Cargas aplicadas ao bocal propostas para os Exemplos 2B</p><p>Força Valor</p><p>Libra</p><p>Momento Valor</p><p>Pés-libras</p><p>FXSA</p><p>FYSA</p><p>FZSA</p><p>− </p><p>− </p><p>+ 300</p><p>NPS 4 Sucção</p><p>MXSA</p><p>MYSA</p><p>MZSA</p><p>+ 100</p><p>– 1 500</p><p>+ 1 000</p><p>FXDA</p><p>FYDA</p><p>FZDA</p><p>+ </p><p>– 500</p><p>+ </p><p>NPS 3 Descarga</p><p>MXDA</p><p>MYDA</p><p>MZDA</p><p>+ </p><p>– 200</p><p>– 100</p><p>a Ver F.4.1.2.1.</p><p>F.4.4.2 Solução</p><p>F.4.4.2.1 Bocal de sucção calculations are as follows:</p><p>Para tubulações Escala 40 com tamanho nominal de 4 pol, Do = 4,500 pol e Di = 4,026 in.</p><p>Portanto ,</p><p>A Equação (F.10) é usada para determinar a tensão longitudinal dos bocais de sucção, .</p><p>A carga FYSA aplicada no bocal de sucção está na direção Y negativa e produz tensão</p><p>compressiva; portanto, o sinal negativo é usado no FYSA .</p><p>A Equação (F.11) é usada para determinar a tensão de cisalhamento do bocal de sucção,</p><p>A tensão principal dos bocais de sucção, é calculada usando a Equação (F.9):</p><p>Assim o, ascargas do bocal de sucção são satisfatória.</p><p>F.4.4.2.2 Os cálculos do bocal de descarga são os seguintes:</p><p>Para tubulações de Escala 40 com tamanho nominal de 3 pol, Do = 3,500, and Di = 3,068. Portanto ,</p><p>A Equação (F.10) é usadopara determinar a tensão longitudinal do bocal de descarga, ,</p><p>A carga FYDA aplicada aindo no bocal de descarga está na direção Y negativa e produz tensão</p><p>interna resitente a tração; portanto é usado um sinal positivo na FYDA .</p><p>A Equação (F.11) é usada para determinar a tensão de cisalhamento do bocal de descarga, .</p><p>A tensão principal do bocal de descarga, , é calculada usando a Equação (F.9):</p><p>Assim , as cargas do bocal de descarga são muito grande. De acordo coma inpeção, se MXDA for</p><p>reduzido em 50 % para 1 000 f t·lbf . A tensão tensão principal resultante excederá 5 950 psi.</p><p>Portanto, o valor maximo para MXDA é o dobro da MXDT4, ou 1 400 f t·lbf .</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Anexo G</p><p>(informative)</p><p>Guia de Seleção de Classe de Materiais</p><p>A Tabela G.1 oferece informações gerais para serviços de transferência e carregamento</p><p>em plantas de processo on-plot process plants and of f -plot. No deverá ser usada sem uma revisão</p><p>profunda dos serviços específ icos envolvidos.</p><p>Tabela G.1 — Guia de Seleção de Classe de Materiais</p><p>Serviço</p><p>Temperatura range</p><p>°C °F</p><p>Pressure</p><p>range</p><p>Classe de</p><p>Material</p><p>Nota de</p><p>Ref.</p><p>Água doce, condensado,</p><p>torre de refriamento de água</p><p> 100</p><p> 212</p><p>Todas</p><p>I-1 ou I-2</p><p>Água Fervente e água de</p><p>processo</p><p> </p><p> a 175</p><p> 175</p><p> </p><p> a 350</p><p> 350</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>I-1 ou I-2</p><p>S5</p><p>S-6, C-6</p><p>a</p><p>a</p><p>a</p><p>Água de Caldeira</p><p>Bipartida Axialmente</p><p>Carcaça dupla (barril)</p><p> 95</p><p> 95</p><p> 200</p><p> 200</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>C-6</p><p>S-6</p><p>Recirculador de Caldeira</p><p> 95 200 Todas C-6</p><p>Água contaminada, Tanque</p><p>de água de refluxo, retirada</p><p>de agua, e</p><p>Hidrocarbonetos contendo</p><p>estas aguas, incluindo</p><p>correntes de refluxo.</p><p> 175</p><p> 175</p><p> 350</p><p> 350</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>S-3 ou S-6</p><p>C-6</p><p>b</p><p>Propano, butano, GLP,</p><p>amonia, etileno, serviços a</p><p>baixa temperaturas</p><p>(temperatura mínima do</p><p>metal)</p><p>230</p><p> – 46</p><p> – 73</p><p> – 100</p><p> – 196</p><p> 450</p><p> – 50</p><p> – 100</p><p> – 150</p><p> – 320</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>S-1</p><p>S-1(LCB)</p><p>S-1(LC2)</p><p>S-1(LC3)</p><p>A-7 ou A-8</p><p>h</p><p>h</p><p>h,l</p><p>h,l</p><p>Óleo Diesel; gasolina;</p><p>naphtha; querosene; gas</p><p>óleos; oleos lubrificantes</p><p>leves, médios e pesados;</p><p>óleo combustível;</p><p>residuo; Óleo cru; asfalto;</p><p>produtos de fundo sintéticos</p><p> 230</p><p>230 a 370</p><p>370</p><p> 450</p><p>450 a 700</p><p>700</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>S-1</p><p>S-6</p><p>C-6</p><p>b, c</p><p>b</p><p>Hidrocabonetos não</p><p>corrosivos, ex: catalizador</p><p>reformado,</p><p>isomaxato, oleos sem</p><p>enxofre</p><p>230 a 370</p><p>450 a 700</p><p>Todas</p><p>S-4</p><p>c</p><p>Xileno, tolueno, acetona, 230 450 S-1 Todas S-1 S-1</p><p>benzeno, furfurol, MEK,</p><p>cumeno</p><p>Carbonato de Sódio</p><p> 175</p><p> 350</p><p>Todas</p><p>S-1</p><p>Caustica (hidroxido de</p><p>sódio), concentração <20 %</p><p> 100</p><p> 100</p><p> 212</p><p> 200</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>S-1</p><p>-</p><p>d</p><p>e</p><p>Água salgada</p><p> 95</p><p> 200</p><p>Todas</p><p>All</p><p>f</p><p>Sour water</p><p> 260</p><p> 470</p><p>Todas</p><p>D-1</p><p>Água produzida, Agua de</p><p>formação e salmora</p><p>All</p><p>Todas</p><p>Todas f</p><p>D-1 ou D-2</p><p>f</p><p>Enxofre (estado liquido)</p><p>All</p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>S-1</p><p>Lama de FCC 370 700 Todas C-6</p><p>Carbonato de Potassio</p><p> 175</p><p> 370</p><p> 350</p><p> 700</p><p>Todas</p><p>C-6</p><p>A-8</p><p>MEA, DEA, Solução stock</p><p>TEA</p><p> 120</p><p> 250</p><p>Todas</p><p>S-1 ou S-8</p><p>d, g</p><p>DEA, Soluções TEA-magra</p><p> 120</p><p> 250</p><p>Todas</p><p>S-1 or S-8</p><p>d, g</p><p>MEA-Solução magra (Co</p><p>O2 eH2 S )</p><p>80 to 150</p><p>175 to 300 Todas</p><p>S-8</p><p>d, g</p><p>MEA-Solução magra</p><p>(apenas CO2)</p><p>80 to 150</p><p>175 to 300 Todas</p><p>S-9</p><p>d</p><p>MEA-, DEA-, TEA-,</p><p>Soluções ricas</p><p>80 175 Todas S-1 ou S-8 d</p><p>Concentração de Acido</p><p>sulfúrico > 85 %</p><p>85 % to < 1 %</p><p>< 38</p><p> 230</p><p>< 100</p><p> </p><p>Todas</p><p>Todas</p><p>S-1</p><p>A-8</p><p>b</p><p>b</p><p>Concentração de Acido</p><p>Hidrofluórico</p><p> 38</p><p> 100</p><p>Todas</p><p>S-9</p><p>b</p><p>Os materiais para as peças das bombas para cada classe de material são descritos no Anexo H.</p><p>Recomendações especificas de material devem ser obtidas para serviços que não tenham sido claramente</p><p>especificados pela descrição de serviços contidos nesta lista.</p><p>Nas carcaças de ferro fundido, as recomendações para serviços químicos, são apenas para áreas não</p><p>perigosas. Carcaças de aço (5.12.1.6) devem ser usada para bombas em serviços localizados próximo</p><p>plantas de processo ou em qualquer área onde possa ocorrer vazamento de vapor devido a uma falha que</p><p>possa causar situações perigosas ou onde as bombas possam sofrer impacto hidráulico, como por exemplo,</p><p>em serviços de carregamento.</p><p>a Devem ser considerados na seleção de material o conteúdo de oxigênio e proteção de água.</p><p>b A corrosividade de águas contaminadas, hIdrocarbonetos acima de 230 °C (450 °F), acidos, e lamas podem variar</p><p>largamente. As recomendações de material devem ser obtidas para cada tipo de serviço . A classe de material indicada</p><p>acima é satisfatória para a maioria destes serviços, mas deve ser verificado. Os materiais S-8 podem ser considerados para</p><p>temperaturas de operação abaixo de 95 °C (200 °F).</p><p>and approval of welding procedures for metallic materials</p><p>EN 13445 (all parts), Unfired pressure vessels</p><p>ABMA 7, Shaft and housing fits for metric radial ball and roller bearings 2)</p><p>AGMA 9000, Flexible couplings — Potential unbalance classification 3)</p><p>AGMA 9002, Bores and keyways for flexible couplings (inch series)</p><p>API 541, Form-wound squirrel-cage induction motors — 250 horsepower and larger</p><p>API 611, General purpose steam turbines for refinery service</p><p>API 670, Noncontacting vibration and axial position monitoring system</p><p>API 671, Special-purpose couplings for refinery service</p><p>API 677, General-purpose gear units for petroleum, chemical and gas industry services</p><p>ASME B1.1, Unified inch screw threads, UN and UNR thread form 4)</p><p>ASME B15.1, Safety standard for mechanical power transmission apparatus</p><p>1) Comité Européen de Normalization, 36, rue de Stassart, B-1050 Brussels, Belgium.</p><p>2) American Bearing Manufacturers Association, 2025 M Street, NW, Suite 800, Washington, DC 20036, USA.</p><p>3) American Gear Manufacturers Association, 1500 King Street, Suite 201, Alexandria, VA 22314, USA.</p><p>4) American Society of Mechanical Engineers, Three Park Avenue, New York, NY 10016-5990, USA.</p><p>API Standard 610 / ISO 13709</p><p>2</p><p>Copyright American Petroleum Institute</p><p>Reproduced by IHS under license with API</p><p>Not for Resale No reproduction or networking permitted without license from IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — All rights reserved 3</p><p>ASME B16.1, Cast iron pipe flanges and flanged fittings classes 25, 125 and 250</p><p>ASME B16.5, Pipe flanges and flanged fittings NPS 1/2 through NPS 24</p><p>ASME B16.11, Forged fittings, socket-welding and threaded</p><p>ASME B16.42, Ductile iron pipe flanges and flanged fittings classes 150 and 300</p><p>ASME B16.47, Large diameter steel flanges NPS 26 through NPS 60</p><p>ASME B17.1, Keys and keyseats</p><p>ASME, Boiler and pressure vessel code, Section V, Nondestructive examination</p><p>ASME, Boiler and pressure vessel code, Section VIII, Pressure vessels</p><p>ASME, Boiler and pressure vessel code, Section IX, Welding and brazing qualifications</p><p>AWS D1.1, Structural welding code — Steel 5)</p><p>DIN 910, Heavy-duty hexagon head screw plugs 6)</p><p>HI 1.3, Centrifugal pumps — Horizontal baseplate design 7)</p><p>HI 1.6, Centrifugal pump test</p><p>HI 2.6, Vertical pump test</p><p>IEEE 841, Standard for petroleum and chemical industry — Severe duty totally enclosed fan-cooled</p><p>(TEFC)</p><p>squirrel cage induction motors — Up to and including 370 kW (500 hp) 8)</p><p>MSS-SP-55, Quality standard for steel castings for valves, flanges and fittings and other piping</p><p>components — Visual method for evaluation of surface irregularities 9)</p><p>NACE MR0175, Sulfide stress cracking resistant metallic materials for oilfield equipment item No.</p><p>21304 10)</p><p>NFPA 70, National electrical code handbook 11)</p><p>SSPC SP 6, Surface Preparation Specification 12)</p><p>5) American Welding Society, 550 North LeJeune Road, Miami, FL 33136, USA.</p><p>6) Deutsches Institut für Normung, Burggrafenstrasse 6, Berlin, Germany D-10787.</p><p>7) Hydraulics Institute, 9 Sylvan Way, Parsippany NJ, 07054, USA.</p><p>8) Institute of Electrical & Electronics Engineers, 445 Hoes Lane, Piscataway, NJ 08855-1331.</p><p>9) Manufacturers Standardization Society of The Valve and Fittings Industry Inc., 127 Park Street N.E., Vienna,</p><p>VA 22180-4602, USA.</p><p>10) National Association of Corrosion Engineers, 1440 South Creek Drive, Houston, TX 77084-4906, USA.</p><p>11) National Fire Protection Association, 1 Batterymarch Park, Quincy, MA 02269-9101, USA.</p><p>12) Society for Protective Coatings, 40 24th Street, 6th Floor, Pittsburgh, PA 15222-4643, USA.</p><p>API Standard 610 / ISO 13709</p><p>3</p><p>Copyright American Petroleum Institute</p><p>Reproduced by IHS under license with API</p><p>Not for Resale No reproduction or networking permitted without license from IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO</p><p>3 Termos e definições</p><p>Para as propostas deste documento, os termos seguintes e definições são aplicados.</p><p>3.1</p><p>Bi-partido axial</p><p>fenda com a principal conexão paralela ao eixo de linha central</p><p>3.2</p><p>bomba barril</p><p>bomba horizontal do tipo carcaça dupla</p><p>3.3</p><p>fluido de barreira</p><p>fluido, a uma pressão mais alta do que a pressão de processo que esta sendo selado, introduzido entre selos</p><p>mecânicos duplos pressurizados para isolar completamente o processo liquido da bomba do meio ambiente.</p><p>3.4</p><p>melhor ponto de eficiência BEP</p><p>media de fluxo na qual uma bomba alcança sua mais alta eficiência.</p><p>3.5</p><p>fluido amortecedor</p><p>fluido, a uma pressão mais baixa do que a pressão de processo que está sendo selado, usado como um</p><p>lubrificante ou amortecedor entre selos mecânicos duplos (tandem) despressurizados</p><p>3.6</p><p>velocidade crítica</p><p>velocidade rotacional do eixo na qual o sistema de suporte do rotor do mancal esta em estado de ressonância.</p><p>3.7</p><p>velocidade crítica a seco</p><p>velocidade crítica do rotor calculada assumindo que lá não existem efeitos líquidos, que o rotor é apoiado</p><p>apenas nos seus mancais e que os mancais são de rigidês infinita.</p><p>3.8</p><p>velocidade crítica a líquido</p><p>velocidade crítica do rotor calculada considerando o suporte adicional e amortecimento produzido pela ação</p><p>do líquido bombeado dentro dos intervalos de funcionamento interno.</p><p>3.9</p><p>referência de elevação</p><p>elevação para a qual valores do head de sucção da rede positiva são referidos cf. head de sucção da rede</p><p>positiva (3.28)</p><p>3.10</p><p>carcaça dupla</p><p>Tipo de construção de bomba na qual a pressão da carcaça é separada dos elementos de</p><p>bombeamento contidos na carcaça.</p><p>NOTA: Exemplos de elementos de bombeamento inclui difusor, diafragmas, copos bows e carcaças volutas internas.</p><p>3.11</p><p>componente do conjunto de acinonamento</p><p>item de equipamento usado em séries para acionar a bomba.</p><p>EXEMPLOS: Motor,engrenagem, turbina, máquina, fluido de acionamento, pedal.</p><p>3.12</p><p>conjunto de elementos</p><p>conjunto do rotor mais as partes internas fixas de uma bomba centrifugadora</p><p>3.13</p><p>elemento tipo cartucho</p><p>montagem de todas as parte da bomba exceto a carcaça</p><p>3.14</p><p>turbina de recuperação de força hidráulica</p><p>turbomáquina projetada para recuperar a força de um fluxo de fluido</p><p>3.15</p><p>mancal hidrodinâmico</p><p>mancal que usa os princípios da lubrificação hidrodinâmica</p><p>3.16</p><p>velocicade máxima permitida</p><p>velocidade mais alta na qual o projeto do fabricante permite operação contínua.</p><p>3.17</p><p>temperatura máxima permitida</p><p>temperatura máxima continua para qual o fabricante tem projetado a bomba (ou qualquer part e para qual o</p><p>termo é referido) quando manuseando o fluido específico a uma específica pressão máxima de operação</p><p>3.18</p><p>pressão de trabalho máxima permitida</p><p>pressão contínua máxima para a qual o fabricante tem projetado a bomba (ou qualquer parte para qual o</p><p>termo se refere) quando manuseando o fluido específico a uma específica temperatura máxima de operação.</p><p>3.19</p><p>velocidade máxima contínua</p><p>velocidade mais alta de rotação na qual a bomba, quando fabricada, é capaz de uma operação contínua com o</p><p>fluído específico em qua lquer condição específica de operação.</p><p>3.20</p><p>pressão máxima de descarga</p><p>pressão específica de sucção máxima mais a pressão diferencial máxima a bomba com o impulsor fornecido é</p><p>capaz de desenvolver quando operando a uma velocidade média com o fluido de específica densidade relativa</p><p>normal (gravidade específica)</p><p>3.21</p><p>pressão máxima de selagem dinâmica</p><p>pressão mais alta esperada nas vedações durante qualquer condição específica de operação e durante partida e</p><p>parada</p><p>3.22</p><p>pressão máxima de vedação estática</p><p>pressão mais alta , excluindo pressões encontradas durante o teste hidrostático, para o qual os selos podem ser</p><p>submetidos enquanto a bomba estiver parada.</p><p>3.23</p><p>pressão máxima de sucção</p><p>pressão mais alta de sucção a bomba é submetida durante a operação</p><p>-3.24</p><p>velocidade mínima recomendada</p><p>velocidade mais</p><p>c Se a corrosividade do produto for baixa, materiais classe S-4 podem ser usados para serviços de 231 °C a 370 °C</p><p>(451 °F to 700 °F). Devem ser obtidas recomendações especificas de material para cada caso .</p><p>d Todas as soldas devem sofrer alivio de tensão.</p><p>e UNS N08007 ou ligas Ni-Cu de material bombas devem ser usados.</p><p>f para serviços com água salgada, água produzida, formação de água e salmora, o comprador e o vendedor devem entar</p><p>em acordo sobre o tipo de material de cosntrução que seja o melhor para o uso planejado .</p><p>g O vendedor deve considerar os efeitos de expansão diferencial do material entre a carcaça e o rotor e confimar se é ideal</p><p>para uso se as temperaturas de operação excederem 95 °C (200 °F).</p><p>h Os materiais selecionados para serviços de baixa temperatura deve se enquadrar nas exigências dos itens 5.12.4 e</p><p>5.12.1.6. Ligas de fundição ASTM A 352, Grades LCB, LC2 & LC3 são mostradas apenas para referencia. Use materiais</p><p>equivalentes para ligas forjadas.</p><p>i Materiais de liga baseados em aluminio, bronze, alumínio bronze e níquel , também podem ser considerados para</p><p>temperaturas até – 196 °C (– 320 °F).</p><p>Anexo H</p><p>(normativo)</p><p>Materiais e especificação de materiais para as peças das bombas</p><p>A Tabela H.1 lista as classes de materiais para o comprador fazer a seleção (ver 5.12.1.1).</p><p>As Tabelas H.2, H.3, H.4 e H.5 podem ser usadas como guia em relação as especif icações dos</p><p>materiais. Se estas Tabelas forem usadas, não deve ser assumido que a especif icação dos</p><p>materiais são aceitáveis sem uma analise completa do tipo de serviço a ser executado. A Tabela</p><p>H.2 lista materiais internacionaias correspondentes que possam ser aceitaveis. Estes materiais</p><p>representam apenas a familia/tipo e grau. A condição f inal exigida ou nível de dureza (onde</p><p>appropriado) não é especif icado. Estes materiais podem não ser intercambiáveis para todas as</p><p>aplicações.</p><p>Tabela H.1 — Classe de materiais para peças das bombas</p><p>Classe dos materiais e abreviações</p><p>Carbon Steel – Aço Carbono</p><p>Cast Iron- Ferro Fundido</p><p>Hardned- Endurecido</p><p>Steel- Aço</p><p>Hard faced- Face endurecida</p><p>Spiral wound- Enrolamento helicoidal</p><p>Ni-Cu Alloy- Liga NI-Cu</p><p>PTFE filled Cheio PTFE</p><p>Carbon Filled Cheio Carbono</p><p>P</p><p>eç</p><p>a</p><p>C</p><p>ar</p><p>ca</p><p>ça</p><p>p</p><p>re</p><p>ss</p><p>u</p><p>ri</p><p>za</p><p>d</p><p>a</p><p>P</p><p>ec</p><p>as</p><p>in</p><p>te</p><p>rn</p><p>as</p><p>,</p><p>(c</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>s,</p><p>d</p><p>if</p><p>u</p><p>so</p><p>re</p><p>s,</p><p>D</p><p>ia</p><p>fr</p><p>ag</p><p>m</p><p>as</p><p>)</p><p>Im</p><p>p</p><p>el</p><p>id</p><p>o</p><p>r</p><p>A</p><p>n</p><p>ie</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>es</p><p>g</p><p>as</p><p>te</p><p>d</p><p>a</p><p>ca</p><p>rc</p><p>aç</p><p>a</p><p>k</p><p>A</p><p>n</p><p>ei</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>es</p><p>g</p><p>as</p><p>te</p><p>d</p><p>o</p><p>im</p><p>p</p><p>el</p><p>id</p><p>o</p><p>r</p><p>E</p><p>ix</p><p>o</p><p>d</p><p>G</p><p>ra</p><p>g</p><p>an</p><p>ta</p><p>e</p><p>G</p><p>ax</p><p>et</p><p>as</p><p>k</p><p>L</p><p>u</p><p>v</p><p>as</p><p>in</p><p>te</p><p>re</p><p>st</p><p>ag</p><p>io</p><p>k</p><p>G</p><p>ax</p><p>et</p><p>as</p><p>in</p><p>te</p><p>re</p><p>st</p><p>ag</p><p>io</p><p>k</p><p>C</p><p>ar</p><p>ca</p><p>ça</p><p>e</p><p>P</p><p>in</p><p>o</p><p>s</p><p>d</p><p>a</p><p>g</p><p>la</p><p>n</p><p>d</p><p>G</p><p>ax</p><p>et</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>c</p><p>ar</p><p>ca</p><p>ça</p><p>M</p><p>at</p><p>er</p><p>ia</p><p>is</p><p>1</p><p>0</p><p>0</p><p>%</p><p>co</p><p>n</p><p>fo</p><p>rm</p><p>e</p><p>P</p><p>eç</p><p>a</p><p>C</p><p>ab</p><p>eç</p><p>o</p><p>te</p><p>d</p><p>e</p><p>D</p><p>es</p><p>c</p><p>ar</p><p>g</p><p>a</p><p>/d</p><p>es</p><p>ca</p><p>rg</p><p>a</p><p>G</p><p>ax</p><p>et</p><p>as</p><p>C</p><p>o</p><p>lu</p><p>n</p><p>a</p><p>/c</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>d</p><p>o</p><p>e</p><p>ix</p><p>o</p><p>P</p><p>re</p><p>si</p><p>lh</p><p>as</p><p>so</p><p>d</p><p>ad</p><p>as</p><p>(p</p><p>ar</p><p>af</p><p>u</p><p>so</p><p>s)</p><p>M</p><p>at</p><p>er</p><p>ia</p><p>is</p><p>1</p><p>0</p><p>0</p><p>%</p><p>co</p><p>n</p><p>fo</p><p>rm</p><p>e</p><p>T</p><p>ra</p><p>d</p><p>u</p><p>ça</p><p>o</p><p>a</p><p>b</p><p>ai</p><p>x</p><p>o</p><p>a As abreviações na parte superior da segunda coluna indica o material da carcaça; as abreviações na parte inferior da segunda coluna</p><p>indicam o material trim material. Abreviações : BRZ = bronze, STL = aço,</p><p>12 %, CHR = 12 % cromo, AUS = aço inox austenítico , CI = ferro fundido, 316 AUS = Tipo 316 aço inox austenítico</p><p>b ver 5.12.1.4</p><p>c Aço inox austenítico inclui tipos ISO 683-13-10/19 (Tipos padrão AISI 302, 303, 304, 316, 321, e 347).</p><p>d parabombas verticalmente suspensas com eixos expostos a liquidos e rodando em gaxetas, o material padrão do eixo é 12 % cromo,</p><p>exceto para Classes S-9, A7, A-8, e D-1. O material padrão para eixos de bombas em cantiléver (Tipo VS5) é AISI 4140 onde o service</p><p>liquido permitir (ver anexo G, Tabela G.1).</p><p>e A menos que seja especificado o contrário , a necessidade de endurecimento da face e material especifico de endurecimento da face para</p><p>cada aplicação é determinado pelo vendedor e descrito na proposta . Alternatives para endurecimento de face podem incluir a abertura da</p><p>Folga de Operação (5.7.4) ou o uso de materiais non-galling (sem atrito mutuo localizado) ou materiais não metalicos , dependendo da</p><p>corrosividade do liquido sendo bombeado.</p><p>f Para Classe S-6, o material padrão do eixo para serviço de suprimento da caldeira e líquidos com temperaturas acima de 175 C (350 F)</p><p>é 12 % cromo (ver anexo G, Tabela G.1).</p><p>g Se forem fornecidas bombas com carcaças de abertura axial, uma lista de gaxetas apropraidas para o serviço é aceitável . As gaxetas de</p><p>enrolamento helicoidal devem conter um material de enchimento apropriado para o seriviço. Gaxetas que não sejam de enrolamento</p><p>helicoidal, poderão ser propostas e fornecidas se ficar provado que são apropriadas para o serviço e especificamente aprovadas pelo</p><p>comprador .</p><p>h Os materiais alternativos poderão ser substituídos para líquidos de temperaturas maiores que 45 C (110 F) ou outros serviços especiais.</p><p>i A menos que seja especificado o contrário , o aço AISI 4140 steel pode ser usado para non-wetted case e pinos da gland.</p><p>j Algumas aplicaões podem exigir ligas de grau maiores que os materiais Duplex listados na Tabela H.2.</p><p>“Super Duplex ” grau de material com equivalência de resitencia a pitting (PRE) de valores maiores que 40 poderão ser necessários .</p><p>PRE W 40, onde PRE for baseada em analise química real.</p><p>PRE = %Crfree + (3,3 % molibidenio ) + (2 % cobre) + (2 % tungstenio) + (16 % nitrogenio)</p><p>= [(% cromo - (14,5 % carbono)] + (3,3 % molibidenio) + (2 % cobre) + (2 % tungstenio) + (16 % nitrogenio)</p><p>Note que os materiais alternativos como “super austenitico” tambem podem ser considerados.</p><p>k Peças de desgaste de material não metalico, provado que sejam compatíveis com o fluido de processo especificado, poderão ser</p><p>propostos dentro dos limites aplicáveis mostrados na Tabela H.4. Ver também 5.7.4 c).</p><p>l O vendedor deve considerar os efeitos de expansão diferencial do material entre a carcaça e o rotor e confirmar seu uso se as temperaturas</p><p>de operação não excederem 95 °C (200 °F).</p><p>Tabela H.2 — Materiais e especificação de materiais para as peças das bombas</p><p>Glossário:</p><p>Cast iron – Ferro Fundido</p><p>Bolts - Parafusos com porcas</p><p>Pressure casings Carcaças pressurizadas</p><p>Plate Placa</p><p>Fittings Conexões</p><p>Nuts Porcas</p><p>Studs Pinos</p><p>Carbon steel Aço Carbono</p><p>Steel Aço</p><p>Wrougt/Forgings Forjados</p><p>Pressure Pressão</p><p>Classe</p><p>de</p><p>Material</p><p>Aplicaç</p><p>ões</p><p>Intern-</p><p>ational</p><p>ISO</p><p>USA Europa Japão</p><p>JIS ASTM UNS ª EN</p><p>b</p><p>Grau Material No</p><p>Classe Aplicaçõ</p><p>es</p><p>Intern-</p><p>ational</p><p>ISO</p><p>USA Europa Japão</p><p>JIS ASTM UNS ª EN</p><p>b</p><p>Grau Material No</p><p>Classe Aplicaçõ</p><p>es</p><p>Intern-</p><p>ational</p><p>ISO</p><p>USA Europa Japão</p><p>JIS ASTM UNS ª EN</p><p>b</p><p>Grau Material No</p><p>Classe Aplicaçõ</p><p>es</p><p>Intern-</p><p>ational</p><p>ISO</p><p>USA Europa Japão</p><p>JIS ASTM UNS ª EN</p><p>b</p><p>Grau Material No</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>Classe Aplicaçõ</p><p>es</p><p>Intern-</p><p>ational</p><p>ISO</p><p>USA Europa Japão</p><p>JIS ASTM UNS ª EN</p><p>b</p><p>Grau Material No</p><p>a UNS (Sistema unificado de numaração) designação apenas para quimica.</p><p>b Onde nao existir o padrao EN, padrões Europeus estao disponiveis, ex:. AFNOR, BS, DIN, etc.</p><p>c Nao usar para eixos na condição endurecida (acima de 302 HB).</p><p>d Especial, normalmente use AISI 4140.</p><p>e Para eixos, grau padrões 304 e 316 podem ser substituidos no lugar de baixo grau de carbono (L).</p><p>f Aço inox Super Duplex classificado cocom resitencia equivalente a Pitting (PRE) numero maior ou igual a 40</p><p>PRE = % sem Cr + (3,3 % molibidenio) + (2 % cobre) + (2 % tungstenio) +</p><p>(16 % nitrogenio)</p><p>= [(% cromo (14,5 % carbono)] + (3,3 % molibidenio) + (2 % cobre) + (2 % tungstenio) + (16 %</p><p>nitrogenio).</p><p>Anexo I</p><p>(normativo)</p><p>Análise lateral</p><p>I.1 Análise lateral</p><p>I.1.1 Geral</p><p>Se for necessário a execução de análise lateral (ver 8.2.4.1), o método e avaliação dos resultados</p><p>deve ser como especif icado nos itens I.1.2 a I.1.5. A Tabela I.1 ilustra o processo de analise. O</p><p>método e analise especif icado são peculiares para tubo maquinas que lidam com liquido.</p><p>Tabela I.1 —Análise lateral do Rotor</p><p>Diagrama Lógico</p><p>Passo Se ... Então...</p><p>1 Se a bomba é idêntica ou similar a</p><p>Uma bomba já existente</p><p>Análise não é necessária.</p><p>2 O rotor normalmente é rígido Análise não é necessária.</p><p>3 Nem o item 1 ou 2 são verdadeiros Análise é necessária .</p><p>I.1.2 Frequencias Naturais</p><p>O relatório deve conter o seguinte:</p><p>a) A primeira, segunda e terceira velocidade criticas a “seco” (ver 5.6.15);</p><p>NOTA Elas são pontos de referencia úteis para analise subseqüentes das frequencias naturais amortecidas .</p><p>b) todas as f reqüências naturais amortecidas dentro da faixa de f reqüência de zero a 2,2 vezes a</p><p>velocidade máxima continua, todas as f requencias naturais do rotor devem ser calculadas para a</p><p>faixa de velocidade de 25 % a125 % da nominal, levando em cosnideração os seguintes itens:</p><p>1) rigidez e amortecimento na seguinte Folga Interna de Operação na temperatura esperada:</p><p> como novas folgas, com agua;</p><p> como novas folgas, com o liquido bombeado;</p><p> Duas vezes (2x) a como “novas folgas”, com o liquido bombeado.</p><p>2) rigidez e amortecimento nos selos do eixo (se tipo labirinto);</p><p>3) rigidez e amortecimento nos mancais para folga media temperatura de óleo. O efeito da rigidez</p><p>e amortecimento do mancal nas bombas é generalmente menor em comparação a aquela da</p><p>Folga interna de Operação ; portanto, é suf ieciente para analisar os mancais na sua folga media</p><p>temperatura do óleo;</p><p>4) A massa e rigidez da estrutura de suporte do mancal;</p><p>5) Inércia do meio acoplamento da bomba e espaçador do meio acoplamento;</p><p>c) valores ou base dos coef icientes de rigidez e amortecimento usados nos cálculos.</p><p>I.1.3 Margens de separação e amortecimento</p><p>Para ambas como nova e 2 como novas folgas, o fator de damping contra a margem de separação</p><p>entre qualquer desvio de f requencia natural da linha de operação síncrona devem estar dentro da</p><p>região “aceitável ” mostrada na Figura I.1. Se esta condição não puder ser satisfeita, a resposta</p><p>de desbalanceamento amortecida deve ser determineda (ver I.1.4).</p><p>NOTA nas maquinas que lidam com liquidos, a primeira avaliação das características dinâmicas do rotor é</p><p>baseada no amortecimento contra a margem de separação, em lugar de fator de amplificação contra a</p><p>margem de separação. Dois fatores fazem parte desta base. Primeiro, as frequencias naturais do rotor</p><p>aumentam com velocidade rotativa, uma conseqüência do diferencial de pressão atraves das folgas internas</p><p>que também aumentam com velocidade rotativa. O diagrama de Campbell, Figura I.2, mostra que as</p><p>separações mais próximas são entre a velocidade de operação e freqüências naturais ao inves de entre a</p><p>velocidade de operação e velocidades críticas. Porque o fator de amplificação nas separações mais proximas</p><p>não é relacionado a exitação síncrona (desbalanceamento) do rotor, só pode ser desenvolvido por um cálculo</p><p>aproximado baseado no amortecimento. Segundo, empregando amortecimento permite um valor mínimo para</p><p>especificar a freqüência natural das taxas de velocidade de operção 0,8 a 0,4, assegurando que o rotor fique</p><p>livres a vibração sincrona significante.</p><p>O fator de amortecimento é relacionado ao decremento logarítmico pela Equação:</p><p>(I.1)</p><p>onde</p><p>Para até 0,4, a seguintes relações aproximadas entre , e o fator de amplif icação, Fa,</p><p>são suf icientemente precisos para propósitos praticos:</p><p>Condições criticamente amortecidas corresponde ao seguinte:</p><p>I.1.4 Analise de resposta ao desbalanceamento amortecido</p><p>Se o fator de amortecimento contra a margem de separação para um modo ou modos não for</p><p>aceitável pelos critérios descritos na Figura I.1, a resposta amortecida do rotor ao</p><p>desbalanceamento deve ser determinada para o modo (s) em questão baseado nos seguintes</p><p>itens:</p><p>a) O liquido bombeado;</p><p>b) condição da folga (s), como nova ou 2x como nova, causando margem inadequada de</p><p>separação contra o amortecimento;</p><p>c)desbalanceamento total de quatro (4x) o valor permissível (ver 8.2.4.2.1) se resignado a um ou</p><p>mais pontos para excitar o mode(s) sendo investigado .</p><p>Só um modo deve ser investigado em cada operação do computador.</p><p>I.1.5 Deslocamento Permissível</p><p>O deslocamento de pico a pico desbalanceamento do rotor no pointo(s) de deslocamento máximo</p><p>nao deve exceder 35% da folga diametral naquele ponto.</p><p>NOTA Em bombas centrifugas, a resposta amortecida típica ao desbalanceamento não mostra um</p><p>pico no deslocamento em ressonância grande o bastante para avaliar o fator de amplif icação. Com</p><p>esta limitação, a avaliação da resposta amortecida aodesbalanceamento é restringida a</p><p>compararação do deslocamento do rotor à folga disponível.</p><p>1 regiao aceitável</p><p>2 regiao aceitável</p><p>Figura I.1 — Fator de amortecimento contra a relação de frequencia</p><p>F</p><p>a</p><p>to</p><p>r</p><p>d</p><p>e</p><p>a</p><p>m</p><p>o</p><p>r</p><p>te</p><p>c</p><p>im</p><p>e</p><p>n</p><p>to</p><p>Velocidade da Bomba, r/mln</p><p>1 margem de separação mínima, 1st fn</p><p>2 margem de separação mínima, 2nd fn</p><p>3 velocidades criticas</p><p>4 segunda dobra</p><p>5 primeira dobra</p><p>6 folga “como nova”</p><p>7 2X Folga</p><p>8 folga “como nova”</p><p>9 2 clearance</p><p>10 linha de curso</p><p>11 min.</p><p>12 max.</p><p>Figura I.2 — Diagrama Típico Campbell</p><p>I.2 Verificação de bancada das características dinâmicas do rotor</p><p>I.2.1 Se especif icado, as características dinâmicas do rotor devem ser verif icadas durante o teste</p><p>de bancada. A resposta real ao desbalanceamento do rotor deve a base para a conf irmação da</p><p>validade da análise lateral . Esta resposta é medida durante uma operação de velocidade variável</p><p>de 75% da velocidade nominal daprimeira velocidade crítica ou durante coast-down. Se a resposta</p><p>amortecida ao desbalanceamento não tiver sido determinada na análise original do rotor (veja</p><p>I.1.4), a resposta deverá ser determinada para uma bomba que lida com agua com folgas novas</p><p>antes da execução da verif icação de bancada. O teste de desbalanceamento deve ser</p><p>vetorialment adicionado a fase com o desbalanceamento residual, em locais determinados pelo</p><p>fabricante (normalmente no acoplamento e/ou no colar de mancal de empuxo).</p><p>NOTE o objetivo principal da verificação de bancada atraves da resposta ao desbalanceamento é verificar a</p><p>existência de uma velocidade crítica (pico de vibração) dentro da tolerância do valor calculado, ou, se a</p><p>análise premeditou uma velocidade crítica altamente amortedida, a ausência de pico de vibração dentro de</p><p>tolerância do valor calculado. A verificação de bancada por este método só é possível para bombas que</p><p>tenham luvas de mancal e seja equipado com pares de sondas de mancal.</p><p>I.2.2 A magnitude e local do teste (s) de desbalanceamentode devem ser determinadas a partir da</p><p>calibragem da sensibilidade do rotor ao desbalanceamento. A calibragem deve ser executada</p><p>obtendo as órbitas de vibração em a cada mancal, f iltrado para velocidade do rotor (1), durante</p><p>dois ensaios como descrito a seguir:</p><p>a) com o as-built do rotor;</p><p>b) com pesos de desbalanceamento adicionados 90° do deslocamento em um curso run.</p><p>A magnitude do teste desbalanceamento deve ser tal que o deslocamento máximo do eixo</p><p>calculado causado pela desbalanceamento total resultante (residual mais teste) seja 150% a 200%</p><p>do deslocamento permissível listado na Tabela 7 ou Tabela</p><p>8 nas sondas do mancal, mas náo</p><p>deve exceder oito vezes o desbalanceamento máximo permissível do rotor.</p><p>I.2.3 Durante o teste, a velocidade do rotor, deslocamento de vibração e ângulo de fase</p><p>correspondente, f iltrado para a velocidade do rotor (1), deve ser medida e registrada.</p><p>I.2.4 As características do rotor devem ser consideradas como verif icadas se as seguintes</p><p>exigências tenham sido satisfeitas:</p><p>a) velocidade (s) críticaobservada (pico de vibração distinto e troca de fase apropriada) dentro de</p><p>10% do valor (es) calculado;</p><p>b) amplitude de vibração medida dentro de 135% dos valores calculados.</p><p>Velocidade (s) crítica altamente amortecida podem não ser observáveis, portanto a ausência de</p><p>resposta do rotor na região de uma velocidade crítica altamente amortecida calculada é a</p><p>verif icação da análise.</p><p>I.2.5 Se os critérios de aceitação listados no item I.2.4 não forem satisfeitos, os coef icinetes de</p><p>rigidez ou amortecimento, ou ambos, usados no cálculo de f reqüência natural deve ser ajustado</p><p>para produzir acordo entre os resultados calculados e medidos. Os coef icientes de um tipo de</p><p>elemento, folgas anulares com L/D <0,15, folgas anulares L/D> 0,15, interação de impelidor, e</p><p>Mancais devem ser ajustados com o mesmo fator de correção .</p><p>Uma vez uma vez igualado, os mesmos fatores de correção devem aplicados ao cálculo de</p><p>f requencias naturais do rotor amortecimento para o líquido bombeado, e as margens de</p><p>separação do rotor contra os fatores de amortecimento com seus fatores para aceitabilidade</p><p>reverif icados.</p><p>Dos coef icientes usados na análise lateral do rotor, aqueles para amortecimento em folgas</p><p>anulares detêm um grau de imprecisão maior e portanto normalmente o primeiro a ser ajustado.</p><p>Os coef icientes rigidez das folgas anulares normalmente detêm baixo grau de imprecisãode,</p><p>portanto so devem ser ajustados baseado em dados.</p><p>Ajustes de coef icientes de mancal requerem justif icação específ ica porque os valores típicos são</p><p>baseados em dados empíricos seguros.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>140</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>I.2.6 Métodos alternativos de verif icação das características dinâmicas do rotor, por exemplo,</p><p>excitação de f reqüência variável com o bomba na velocidade de operação para determinar as</p><p>f requencias naturais do rotor, estão disponíveis. O uso de métodos alternativos e a interpretação</p><p>dos resultados devem ser acordadas entre comprador e o fabricante.</p><p>I.3 Documentação</p><p>O relatório de a análise lateral deve incluir a seguinte informação:</p><p>a) resultados initiais da analise (ver 8.2.4.1.1);</p><p>b) dados fundamentais do rotor usado para a analise;</p><p>c) Diagrama Campbell d (ver Figura I.2);</p><p>d) plotagem da relação de amortecimeto contra a margem de separação ;</p><p>e) mode shape na velocidade (s) critica para qual a resposta amortecida para o</p><p>desbalanceamento foi determinada (ver I.1.4);</p><p>f ) Bode plot(s) da verif icação de bancada pelo desbalanceamento (see I.2.3);</p><p>g) resumo de correcção de análises para se igualar a verif icação de bancada (ver I.2.5).</p><p>Items e) a g) devem ser fornecidos apenas se a atividade documentada foi exigida pela analise ou</p><p>especif icado pelo comprador .</p><p>Anexo J</p><p>(normativo)</p><p>Determinação de desbalanceamento residual</p><p>J.1 Geral</p><p>Este Anexo descreve o procedimento a ser usado para determinar o desbalanceamento residual</p><p>em rotores de máquinas. Embora algumas máquinas de balanceamento possam ser f ixadas para</p><p>fazer a leitura exata do desbalanceamento, a calibragem pode estar errada. O único método</p><p>seguro de determinação do desbalanceamento residual é testando o rotor com uma quantidade</p><p>conhecida de desbalanceamento.</p><p>J.2 Termos e definições</p><p>J.2.1</p><p>Desbalanceamento Residual</p><p>Quantidade de desbalanceamento remanecente em um rotor após o balanceamento</p><p>NOTE A menos que seja especificado o contrário , o desbalanceamento residual é expressado em grama-</p><p>millimetro (gmm) ou polegada- onça ( onça-Pol ).</p><p>J.3 Desbalanceamento Residual Máximo Permissível</p><p>J.3.1 O desbalanceamento residual maximo permissível por plano deve ser determinado de acordo</p><p>com a Tabela 17.</p><p>J.3.2 Se a carga estática atual em cada journal não for conhecida, assuma que a massa total do</p><p>rotor é apoiada igualmente pelos mancais. Por exemplo, um rotor com dois mancais com uma</p><p>massa de 2 700 kg (6 000 lb) imporia uma massa de 1 350 kg (3 000 lb) em cada journal.</p><p>J.4 Verificação de desbalanceamento residual</p><p>J.4.1 Geral</p><p>J.4.1.1 Quando a leitura de balanceamento da maquina indicar que o rotor foi balanceado dentro</p><p>da tolerância especif icada, deverá ser executado uma verif icação de desbalanceamento residual</p><p>antes do rotor ser rotor ser retirado da maquina de balanceamento.</p><p> J.4.1.2 Para verif icar o desbalanceamento residual, é colocado no rotor uma massa de teste</p><p>conhecido sequentially em 6 (ou 12, se especif icado pelo comprador ) espaçado igualmente em</p><p>posições radiais, cada um com a mesma distancia radial. A verif icação é rodar em cada plano de</p><p>correção, e as leituras de cada plano sao plotadas em um gráf ico usando o procedimento</p><p>especif icado no item J.4.2.</p><p>142</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob l icença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 143</p><p>J.4.2 Procedimento</p><p>J.4.2.1 Selecione uma massa de teste e raio que resulte entre uma e duas vezes o</p><p>desbalanceamento residual máximo permissível (que é, se Umax for 1 440 gmm (2 onça-Pol ), a</p><p>massa de teste deve causar 1 440 gmm a 2 880 gmm (2 onça-Pol to 4 onça-Pol ) de</p><p>desbalanceamento.</p><p>J.4.2.2 Começando pelo ultimo ponto pesado conhecido em cada plano de correção, marque o</p><p>numero especif icado de posições radiais (6 ou 12) em incrementos (60° ou 30°) iguais em volta do</p><p>rotor. Adicione a massa de teste ultimo ponto pesado conhecido em um plano. Se o rotor tiver sido</p><p>balanceado precisamente e o ponto pesado f inal não puderser determinado, adicione a mass de</p><p>teste em qualquer uma das posições radiais marcadas.</p><p>J.4.2.3 Para verif icar que uma massa de teste apropriada tenha sido selecionada, opere a</p><p>maquina de balanceamento e note que a leitura no medidor. Se a leitura estiver no limite superior</p><p>do medidor, uma pequena massa de teste devera ser usada. Se houver uma uma pequena leitura</p><p>ou nenhuma, uma massa de teste maior deverá ser usada. Leitura pequena ou nehuma,</p><p>geralmente indica que o rotor ou não estava balanceado corretamente, ou o a maquin de</p><p>balanceamento não estava sensível o bastante, ou a maquina de balanceamento está com defeito</p><p>(ex: transdutor com problema). Qualquer que seja o problema, deverá ser corrigido antes de</p><p>contiauar com a verif icação residual.</p><p>J.4.2.4 Localize a massa em cada uma das posições espaçadas por igual no giro, e registre a</p><p>quantidade de desbalanceamento indicado no medidor para cada posição. Repita a posição inicial</p><p>como prova de verif icação. Todas as verif icaççoes devem ser executadas usando apenas uma</p><p>faixa de sensibilidade na maquina de balanceamento.</p><p>J.4.2.5 Plote as leituras de desbalanceamento residual na palnilha de trabalho e calcule a</p><p>quantidade de desbalanceamento residual (ver Figuras J.1 e J.2). A leitura máxima do medidor</p><p>ocorre quando a massa de teste é adicionada ao ponto pesado do rotor; a leitura mínima ocorre</p><p>quando a massa de teste é localizada oposto ao ponto pesado. Portanto, as leituras plotadas</p><p>devem formar um aproximadamente um circulo (ver Figuras J.3 e J.4). Uma média das leituras</p><p>máximas e minimas do medidor representam o efeito da massa de teste. A distancia do centro do</p><p>circulo da origem da plotagem polar</p><p>representa o desbalanceamento resid ual naquele plano.</p><p>J.4.2.6 Repita os passos descritos nos itens J.4.2.1 a J.4.2.5 para cada plano de equilíbrio. Se o</p><p>desbalanceamento residual maximo permissível especif icado tiver sido excedido em qualquer um</p><p>dos planos de equilíbrio, o rotor deve ser balanceado mais precisamente e verif icado novamente.</p><p>Se for feito uma correção em qualquer um dos pontos de equilibrio , a verif icação de</p><p>desbalanceamento residual deve ser repetida em todos os planos.</p><p>J.4.2.7 Nos rotores balanceados progressivamente, deverá ser executada uma verif icação de</p><p>desbalanceamento residual após a adição e balanceamento do primeiro componente rotor, e ao</p><p>termino do balanceamento de todo o rotor, no mínimo.</p><p>NOTA Isto garante que o tempo não tenha sido desperdiçado e os componentes do rotor não sejam sujeitos a</p><p>remoção desnecessária de material na tentativa de se balancear rotores de componentes múltiplos com uma</p><p>maquina de balanceamento defeituosa.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>143</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>Equipamento (rotor) No.: ____________</p><p>Ordem de Compra No.: ____________</p><p>Plano de Correção (entrada, extrem. Unid. Motora, etc. — usar o sketch):</p><p>Velocidade de Balanceamento: ____________r/min</p><p>n = velocidade máxima do rotor permitida: ____________r/min</p><p>m (ou W) = massa do journal (o mais próximo deste plano de correção): ____________kg (lb)</p><p>Umax = desbalanceamento residual máximo permitido = 6 350 m/n (4 W/n)</p><p>6 350 x_____ kg/______ r/min; (4 x______lb /______r/min) _____gmm ( onça-Pol )</p><p>Trial desbalanceamento (2 x Umax) _____gmm ( onça-Pol )</p><p>R = raio colocação da massa: _____mm (in)</p><p>Massa de teste de desbalanceamento mass = teste de desbalanceamento /R</p><p>_____ g.mm /_____ mm (_____ onça-Pol /______in) __________g.(oz)</p><p>Informação de conversão : 1 onça = 28,350 g</p><p>Dados de Teste</p><p>Sketch do Rotor</p><p>Posição Localização Angular da</p><p>Massa de Teste</p><p>Leitura da Amplitude</p><p>da Maquina</p><p>de Balanceamento</p><p>Dados de Teste — Análise Gráfica</p><p>Passo 1: Plotar os dados em uma panilha polar (Figura J.2). Escalar de forma que as amplitudes</p><p>maiores e menores caibam convenientemente.</p><p>Passo 2: Com um compasso, desenhe um circulo através dos seis pontos e marque o seu centro.</p><p>Passo 3: Meça o diâmetro do circulo em unidades da escala</p><p>escolhida no Passo 1 e registre. ______unids.</p><p>Passo 4: Registre o teste de desbalanceamento acima . ______gmm ( onça-Pol )</p><p>Passo 5: Dobre o teste de desbalanceamento no Passo 4 (poderá usar</p><p>Duas vezes o desbalanceamento residual atual). ______gmm ( onça-Pol )</p><p>Passo 6: Divida a resposta no Passo 5 pela</p><p>resposta no Passo 3. _______Fator escala</p><p>Você agora tem uma correlação entre as unidades na graf ico polar e o balanceamento atual .</p><p>O circulo que você desenhou deve conter a origem da graf ico polar . Se não tiver, o</p><p>desbalanceamento residual do rotor execede o teste de desbalanceamento aplicado .</p><p>NOTA As várias possibilidades do circulo desenhado não incluir a origem da panilha polar são: erro do</p><p>operador durane o balanceamento , a maquina de balanceamento defeituosa - transducer ou cabo, ou</p><p>maquina de balanceamento não sensível o bastante.</p><p>Se o circulo não conter a origem da graf ico polar , a distancia entre a origem da planilha e o centro</p><p>do seu circulo é o desbalanceamento residual atual presente noplano de correção do rotor. Meça a</p><p>distancia em unidades da escala que você escolheu no Passo 1 e multiplique este número pelo</p><p>fator de escala determinado no Passo 6. A distancia em unidade de escala entre a origem e o</p><p>centro do circulo vezes o fator escala é igual ao desbalanceamento residual atual .</p><p>Registre o desbalanceamento residual atual _________gmm ( onça-Pol )</p><p>Registre o desbalanceamento residual permissivel _________g.mm ( onça-Pol )</p><p>Plano de Correção ______para rotor No. _________(sim /não) passou.</p><p>Por ______________________Data________________________________________________</p><p>Figura J.1 — desbalanceamento residual Planilha de trabalho (continuação)</p><p>Figura J.2 — desbalanceamento residual Planilha de trabalho — Gráfico Polar</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>145</p><p>Equipamento (rotor) No.: __C-101__________</p><p>Ordem de Compra No.: ____________</p><p>Plano de Correção (entrada, extrem. Unid. Motora, etc. — usar o sketch): A</p><p>Velocidade de Balanceamento: _____800_____r/min</p><p>n = velocidade máxima do rotor permitida: ____10 000___r/min</p><p>m (ou W) = massa do journal (o mais próximo deste plano de correção): _____908_______kg (lb)</p><p>Umax = desbalanceamento residual máximo permitido = 6 350 m/n (4 W/n)</p><p>6 350 x_____ kg/______ r/min; (4 x 908_lb /_10 000___r/min) _0,36__gmm ( onça-Pol )</p><p>Trial desbalanceamento (2 x Umax) _0,72__gmm ( onça-Pol )</p><p>R = raio colocação da massa: ___6,875_mm (in)</p><p>Massa de teste de desbalanceamento mass = teste de desbalanceamento /R</p><p>_____ g.mm /_____ mm 0,72_ onça-Pol /_6,875 in) ___0,10______g.(onça)</p><p>Informação de conversão : 1 onça = 28,350 g</p><p>Dados de Teste</p><p>Sketch do Rotor</p><p>Posição Localização Angular da Massa</p><p>de Teste</p><p>Leitura da Amplitude</p><p>da Maquina</p><p>de Balanceamento</p><p>1 0 ° 14,0</p><p>2 60 ° 12,0</p><p>3 120 ° 14,0</p><p>4 180 ° 23,5</p><p>5 240 ° 23,0</p><p>6 300 ° 15,5</p><p>7 0 ° 13,5</p><p>Dados de Teste — Análise Gráfica</p><p>Passo 1: Plotar os dados em uma panilha polar (Figura J.4). Escalar de forma que as amplitudes</p><p>maiores e menores caibam convenientemente.</p><p>Passo 2: Com um compasso, desenhe um circulo através dos seis pontos e marque o seu centro.</p><p>Passo 3: Meça o diâmetro do circulo em unidades da escala</p><p>escolhida no Passo 1 e registre. ___35___unids.</p><p>Passo 4: Registre o teste de desbalanceamento acima . __0,72_g.mm ( onça-Pol )</p><p>Passo 5: Dobre o teste de desbalanceamento no Passo 4 (poderá usar</p><p>Duas vezes o desbalanceamento residual atual). __1,44_gmm ( onça-Pol )</p><p>Passo 6: Divida a resposta no Passo 5 pela</p><p>resposta no Passo 3. __0,041___Fator escala</p><p>Você agora tem uma correlação entre as unidades na graf ico polar e o balanceamento atual .</p><p>O circulo que você desenhou deve conter a origem da graf ico polar . Se não tiver, o</p><p>desbalanceamento residual do rotor execede o teste de desbalanceamento aplicado .</p><p>NOTA As várias possibilidades do circulo desenhado não incluir a origem da panilha polar são: erro do</p><p>operador durane o balanceamento , a maquina de balanceamento defeituosa - transducer ou cabo, ou</p><p>maquina de balanceamento não sensível o bastante.</p><p>Se o circulo não conter a origem da graf ico polar , a distancia entre a origem da planilha e o centro</p><p>do seu circulo é o desbalanceamento residual atual presente noplano de correção do rotor. Meça a</p><p>distancia em unidades da escala que você escolheu no Passo 1 e multiplique este número pelo</p><p>fator de escala determinado no Passo 6. A distancia em unidade de escala entre a origem e o</p><p>centro do circulo vezes o fator escala é igual ao desbalanceamento residual atual .</p><p>Registre o desbalanceamento residual atual_____________6,5 (0,0410 + 0,27__gmm ( onça-Pol )</p><p>Registre o desbalanceamento residual permissível_____0,36___________g.mm ( onça-Pol )</p><p>Plano de Correção ___A______para rotor No._____C-101_______________(sim /não) passou.</p><p>Por _João Inspetor_____________Data________________30-04-2002____________________</p><p>Figura J.3 – Exemplo planilha de trabalho completa de desbalanceamento residual</p><p>( continuação)</p><p>Figura J.4 — Exemplo de circulo best –fit de desbalanceamento residual</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>147</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não</p><p>é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>148 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>Anexo K</p><p>(normativo)</p><p>Câmara de selagem ilustrações de runout</p><p>Os esqumeticos deste anexo ilustram a localização das medições exigidas, e não o método de</p><p>orientação.</p><p>1 localização da medida de diametro externo</p><p>2 location of diametro interno measurement</p><p>Figura K.1 — Concentricidade da Câmara de selagem (5.8.4)</p><p>1 localização da medição do runout da face</p><p>Figura K.2 — Runout da face da câmara de selagem (5.8.5)</p><p>Anexo L</p><p>(informativo)</p><p>Desenhos do Vendedor e dados exigidos</p><p>L.1 General</p><p>Este Anexo consiste da distribuição de registros (programação), seguido por uma descrição</p><p>representativa dos itens que são apresentados numericamente na programação.</p><p>DESENHOS TÍPICOS DO VENDEDOR E DADOS EXIGIDOS</p><p>TRABALHO NO. ITEM NO. _____________</p><p>ORDEM DE COMPRA NO. DATA __________________</p><p>REQUISIÇÃO NO. DATA __________________</p><p>CONSULTA NO. DATA __________________</p><p>PAGINA __1___ DE __2___ POR</p><p>PARA________________________________________________ REVISÃO________________________________________</p><p>PLANTA______________________________________________ UNID____________________________________________</p><p>SERVICE_____________________________________________</p><p>QUANT. NECESSÁRIA_____________________________</p><p>Proposta a O licitante deve fornecer _______ copias dos dados de todos os itens indicados por um X.</p><p>-------------------------------------------------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- --</p><p>Revisão b O vendedor deve fornecer ______ copias e ______ transparências dos desenhos e dados indicados.</p><p>-------------------------------------------------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ------</p><p>Final c O vendedor deve fornecer ______ copias e ______ transparências dos desenhos e dados indicados.</p><p>--------------------------------------------------------------------------------------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- ------</p><p>Vendedor deve furnish ______manuais de operação e manutenção.</p><p>Final – Recebido do vendedor-------------------------------------------- --------- ---------- --------- --</p><p>Due do vendedor c--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p><p>Revisão – Devolviido do vendedor------------------------------------------------</p><p>Revisão – Recebido vendedor-----------------------------------------</p><p>Due do vendedor c--------------------------------------------------------------------</p><p>DISTRIBUIÇÃO</p><p>DE DADOS</p><p>DESCRIÇÃO</p><p>Bombas</p><p>1. Desenho de layout dimensional certificado</p><p>2. Desenhos de seção transversal e lista de materiais</p><p>3. Desenhos de selo do eixo e lista de materiais</p><p>4. Desenho do conjunto do acoplamento do eixo e lis ta de materiais</p><p>5. Esquemas de tubos primários e auxiliares e lista de materiais</p><p>6. Esquemas de resfriamento e lista de materiais</p><p>7. Esquemas de lubrificação a óleo lista de materiais</p><p>8. Desenhos do sistema de lubrificação a óleo</p><p>9. Desenhos de componentes do sistema de lubrificação a óleo</p><p>10. Esquemas elétrico e instrumentação, diagramas de fiação, lista de</p><p>materiais</p><p>11. Desenhos elétrico e instrumentação e lista de conexões</p><p>12. Curvas de desempenho</p><p>13. Dados analise de vibração</p><p>14. Análise de resposta de desbalanceamento amortecido</p><p>15. Análise de velocidade crítica lateral</p><p>16. Análiset orsional de velocidade crítica</p><p>17. Dados de teste hidrostático certificado</p><p>18. Certificações de materiais</p><p>19. Relatórios de progresso</p><p>20. Procedimentos de solda</p><p>21. Dados de testes de desempenho</p><p>22. Dados de testes opcionais e relatórios</p><p>23. Dados de balanceamento de rotor para bombas de multiestágio</p><p>certificados</p><p>24. Verificação de desbalanceamento residual</p><p>25. Runout mecânico e elétrico do rotor de bombas com sensores de vibração</p><p>sem contato.</p><p>26. Folhas de dados aplicáveis a propostas, compra e as -built</p><p>27. Folhas de dados de ruído</p><p>28. Folgas as-built</p><p>29. Manuais de Instalação, operação e manutenção</p><p>30. Recomendações de peças sobressalentes e tabela de preços</p><p>31. Procedimentos de preservação, embalgem e transporte,</p><p>32. Folhas de dados de segurança de materiais</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>DESENHOS TÍPICOS DO VENDEDOR E DADOS EXIGIDOS</p><p>TRABALHO NO. ITEM NO. _____________</p><p>ORDEM DE COMPRA NO. DATA __________________</p><p>REQUISIÇÃO NO. DATA __________________</p><p>CONSULTA NO. DATA __________________</p><p>PAGINA __1___ DE __2___ POR</p><p>PARA________________________________________________ REVISÃO________________________________________</p><p>PLANTA______________________________________________ UNID____________________________________________</p><p>SERVICE_____________________________________________</p><p>QUANT. NECESSÁRIA_____________________________</p><p>Proposta a O licitante deve fornecer _______ copias dos dados de todos os itens indicados por um X.</p><p>-------------------------------------------------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- --</p><p>Revisão b O vendedor deve fornecer ______ copias e ______ transparências dos desenhos e dados indicados.</p><p>-------------------------------------------------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ------</p><p>Final c O vendedor deve fornecer ______ copias e ______ transparências dos desenhos e dados indicados.</p><p>--------------------------------------------------------------------------------------- --------- --------- --------- --------- --------- --------- ---------- ------</p><p>Vendedor deve furnish ______manuais de operação e manutenção.</p><p>Final – Recebido do vendedor-------------------------------------------- --------- ---------- --------- --</p><p>Due do vendedor c--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p><p>Revisão – Devolviido do vendedor------------------------------------------------</p><p>Revisão – Recebido vendedor-----------------------------------------</p><p>Due do vendedor c--------------------------------------------------------------------</p><p>DISTRIBUIÇÃO</p><p>DE DADOS</p><p>DESCRIÇÃO</p><p>Motores</p><p>35. Folhas de dados aplicável aS propostas, compra e as -built</p><p>36. Folhas de dados ruído</p><p>37. Dados de desempenho</p><p>38. Desenhos de sistemas auxiliares certificados</p><p>39. Manuais de Operação, Instalação e Manutenção</p><p>40. Recomendações de peças sobressalente e tabela de preços</p><p>41. Folhas de dados de materiais de segurança</p><p>a Propostas de desenhos e dados não precisam ser certificados ou as-built. Dados Típicos</p><p>devem ser</p><p>claramente identificados como tal.</p><p>B Para unidades de estagio simples. Estes itens normalmente só são fornecidos em mauais de instrução.</p><p>c Este itens normalmente são aplicáveis para unidades muiti estagio.</p><p>Envie todos os Desenhos e dados para</p><p>_________________________________________________________________</p><p>___</p><p>_________________________________________________________________</p><p>______________________</p><p>Todos os desenhos e dados devem conter o projeto, apropriação, orderm de</p><p>compra, e numero de itens além da adição da localização da planta e unidade.</p><p>Além das copias especificadas acima, um conjunto de desenhos/instruções é</p><p>necessário para a instalação em campo e deve ser enviado para</p><p>Com a encomenda.</p><p>Nomenclatura:</p><p>______ S — numero de semanas antes do despacho da mercadoria.</p><p>______ F — numero de semans após confimação da ordem.</p><p>______ D — numero de semanas após recebimento de desenhos aprovados.</p><p>Vendedor ______________________________________________________</p><p>Data ___________ Referencia do Vendedor ____________________________</p><p>Assinatura ____________________________________________________</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>151</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>152 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>L.2 Descrição</p><p>L.2.1 Bombas</p><p>a) Desenho de lay out dimensional certif icado, incluindo,:</p><p>1) tamanho, classif icação e local de todas as conexões do comprador;</p><p>2) massa aproximado geral e manuseio;</p><p>3) dimensões globais, e folgas de manutenção e desmontagem;</p><p>4) altura da linha de centro do eixo;</p><p>5) dimensões da placas base (se fornecido) completa com diâmetros, número e localização</p><p>dos furos das ancoras, e as espessura das seções pelo qual os parafusos devem passar;</p><p>6) Detalhes de concretagem;</p><p>7) forças e momentos dos bocais de descarga e sucção;</p><p>8) centro de gravidade dos pontos de içamento;</p><p>9) extremidade de separação do eixo e dados de alinhamento;</p><p>10) direção de rotação;</p><p>11) invernização, tropicalização e/ou detlahes de atenuação de ruído, se for necessário</p><p>b) Desenhos de seção transversal e lista de materiais;</p><p>c) Desenhos da selagem do eixo e lista de materiais;</p><p>d) Desenho do conjunto de acoplamento do eixo e lista de materiais, incluindo tolerâncias de</p><p>desalinhamento permissíveis e o estilo de proteção do acoplamento;</p><p>e) Esquema de selagem primária, auxiliar e lista de materiais, incluindo f luidos de selagem, vazões,</p><p>pressão, tamanhos de válvulas e tubulações, instrumentação, e tamanhos de orif ícios;</p><p>f ) Esquemas de resfriamento ou aquecimento e lista de materiais, incluindo material de</p><p>resfriamento ou aquecimento, vazão de f luídos,</p><p>pressão,tamanhos de válvulas e tubulações, instrumentação, e tamanhos de orif ícios;</p><p>g)Esquemas de lubrif icção a óleo esquemático e lista de materiais, incluindo os seguintes itens:</p><p>1) taxas de vazão de óleo, temperaturas e pressões em cada ponto de uso;</p><p>2) controle, alarme e ajustes de trip (pressões e temperaturas indicadas);</p><p>3) cargas de totais de heads;</p><p>4) exigências de utilidade, eletricidade incluindo, água e ar;</p><p>5) Tamanhos de tubos, válvulas e de orif ícios;</p><p>6) instrumentação, dispositivos de segurança, esquemas de controle, e diagramas de</p><p>f iação.</p><p>h) Sistema do conjunto de lubrif icação a óleo, incluindo o tamanho, avaliação, e local de de todas</p><p>as conexões do comprador;</p><p>i) Desenhos de componentes da lubrif icação a óleo e dados, incluindo os seguintes itens:</p><p>1) Bombas e unidades motoras;</p><p>2) ref rigeradores, f iltros e reservatório;</p><p>3) instrumentação;</p><p>4) listas de peças sobressalente e recomendações.</p><p>j) Esquemas elétrico e de instrumentação, diagramas de f iação lista materiais, incluindo os</p><p>seguintes itens :</p><p>1) alarmes de vibração limites de shut down;</p><p>2) alarmes de temperatura de mancal e limites de shut down;</p><p>3) alarme de temperatura do óleo lubrif icante e limites de shut down;</p><p>4) a unidade motora.</p><p>k) desenhos do rpojeto elétrico e de instrumentação e lista de conexões;</p><p>l) curvas de desempenho;</p><p>m) dados de análise de vibração;</p><p>n) análise de resposta de desbalanceamento amortecido;</p><p>o) análise de velocidade crítica lateral: o número exigido de relatorios de análise crítica lateral, no</p><p>máximo 3 meses após conf irmação da ordem. Os relatórios devem cumprir com as exigencias do</p><p>item I.3.1.</p><p>p) análise de velocidade torsional crítica: o número exigido relatporio s de análise crítica torsional,</p><p>no máximo 3 meses após conf irmação da ordem. Os relatórios devem cumprir com as exigencias</p><p>do item 5.9.2.6.</p><p>q) dados de testes hidrostático certif icados;</p><p>r) certif icações de materiais: os dados f ísicos e químicos do vendedor de relatórios dos fabricantes</p><p>(ou certif icação) de partes de pressão, impelidores e eixos;</p><p>s) relatórios de progresso que detalhem a causa de qualquer atrazo: os relatórios devem incluir a</p><p>programações da engenharia, compras, fabricação e testes de todos os componentes principais.</p><p>Datas planejadas atuais, e a porcentagem completada devem ser indicadas para cada marco da</p><p>programação.</p><p>t) procedimentos de solda;</p><p>u) dados de teste de desempenho: diarios certif icados da of icina de teste desempenho. Um</p><p>registro de dados de teste de bancada (o qual o vendedor deve manter por no minimo 20 anos</p><p>após envio do equipamento). O vendedor deve submeter cópias certif icadas dos dados de testes</p><p>para o comprador antes do envio do equipamento.</p><p>v) dados de testes opcionais e relatórios: dados de testes opcionais e relatórios incluem teste</p><p>NPSHR, teste completo da unidade completo, teste de nível de ruido, teste de equipamento</p><p>auxiliar, teste de ressonância da caixa de mancal, e qualquer outro teste mutuamente acordado</p><p>pelo comprador e o vendedor;</p><p>w) dados de balanceamento de rotor certif icados para bombas de multiestágio;</p><p>x) verif icação de desbalanceamento residual;</p><p>y) runout mecânico e elétrico do rotor para Bombas projetadas para usar sensores de vibração sem</p><p>contato;</p><p>z) folhas de dados aplicáveis as propostas, compra e as-built;</p><p>aa) folhas de dados de ruido;</p><p>bb) folgas as-built;</p><p>cc) manuais de instrução que descrevem instalação, operação e procedimentos de manutenção.</p><p>Cada manual deve incluir as seguintes seções:</p><p>1) Seção 1 - Instalação:</p><p>i) armazenamento;</p><p>ii) fundação;</p><p>iii) concretagem;</p><p>iv) f ixação do equipamento, procedimentos de rigging, componente de massas e diagrama</p><p>de içamento;</p><p>v) alinhamento;</p><p>vi) recomendações de tubos;</p><p>vii) desenho compost do lay out do grupo bomba/unid. motora, incliondo a localização dos</p><p>parafusoa âncora;</p><p>viii) folgas de desmontagem.</p><p>2) Seção 2 - Operação:</p><p>i) partida, incluindo testes e verif icações antes da partida;</p><p>ii) procedimentos operacionais de rotina;</p><p>iii) recomendações sobre lubrif icação a óleo.</p><p>3) Seção 3- montagem e desmontagem:</p><p>i) rotor na carcaça da bomba;</p><p>ii) jounals do mancal;</p><p>iii) mancais axiais (folgas incluindo e precarga em mancais antif ricção) ;</p><p>iv) selos;</p><p>v) collar de encosto, se aplicável;</p><p>vi) desgaste permissível da folga operação;</p><p>vii) ajustes e folgas para reconstrução;</p><p>viii) procedimentos de manutenção de rotina e intervalos.</p><p>4) Seção 4 - Curva de desempenho, incluindo diferencial de head, ef iciência, água NPSHR, e f reio</p><p>cavalo de força por contra taxa de vazão para todas as condições operacionais especif icadas nas</p><p>folhas de dados.</p><p>5) Seção 5 - dados de Vibração:</p><p>i) dados da análise de vibração;</p><p>ii) análise de velocidade crítica lateral;</p><p>iii) análise de velocidade crítica torsional.</p><p>6) Seção 6 - Dados As-built:</p><p>i) folhas</p><p>de dados As-built;</p><p>ii) folgas As-built ;</p><p>iii) dados de balanceamento de rotor de bombas multi-estágio;</p><p>iv) folhas de dados de ruído;</p><p>v) dados de desempenho.</p><p>7) Seção 7 - Exigencia de desenhos e dados:</p><p>i) desenho ddo lay out dimensional certif icado e lista de conexões;</p><p>ii) desenho de seção transversal lista de materiais;</p><p>iii) desenho do selo do eixo e lista de materiais;</p><p>iv) desenho do sistema de lubrif icação a óleo e lista de conexões;</p><p>v) desenhos dos componentes do sistema de lubrif icação a óleo,dados lista de materiais;</p><p>vi) esquemas elétrico e de instrumentação, diagramas de f iação e lista de materiais,;</p><p>vii) desenhos do sistema elétrico e de instrumentação e lista de conexões;</p><p>viii) desenho co conjunto de acoplamento e lista de materiais;</p><p>ix) esquma do selo primário, auxiliar lista de materiais;</p><p>x) tubos de selo primário e auxiliar, instrumentação, arranjo e lista de conexões;</p><p>xi) tubulação de selagem de resfriamento, aquecimento lista de materiais;</p><p>xii) tubulação de resfriamento, aquecimento , arranjo de instrumentação e lista de</p><p>conexões.</p><p>dd) recomendações de peças sobressalente e tabela de preços;</p><p>ee) procedimentos de preservação, embalagem e transportes;</p><p>f f ) folhas de dados de materiais de segurança.</p><p>L.2.2 Motor</p><p>a) desenho do lay out dimensional Certif icado do motor e todo o equipamento auxiliar, incluindo os</p><p>seguintes itens:</p><p>1) tamanho, local, e propósito de todas as conexões de comprador, incluindo conduites,</p><p>instrumentação, e qualquer tubos ou dutos;</p><p>2) Classifcação ASME e face para qualquer conexão f langeada;</p><p>3) tamanho e local dos parafuso âncora e espessura da seção pelo qual paraf usos dem</p><p>passar;</p><p>4) massa total de cada equipamento (motor e equipamento auxiliar) mais seus diagramas</p><p>de carga, massa mais pesada, e nome da peça;</p><p>5) dimensões gerais e todas as folgas horizontais e verticais necessárias para a desmontagem, e</p><p>o local aproximado dos olhais de carga;</p><p>6) altura de centreline de eixo;</p><p>7) dimensões da extemidade do eixo, mais tolerâncias para o acoplamento,;</p><p>8) direção de rotação.</p><p>b) desenhos de seção vertical e lista de materiais, incluindo a f lutuação do rotor axial;</p><p>c) folhas de dados aplicável as propostas, compra, e as-built;</p><p>d) folhas de dados de ruído;</p><p>e) dados de desempenho incluindo os seguintes itens:</p><p>1) para motores de indução 150 kW (200 hp) e menor:</p><p>i) fatores de ef iciência e potencia a meia, três-quartos, e carga completa;</p><p>ii) curvas de velocidade-torque.</p><p>2) para motores induzidos acima de 150 kW (200 hp) e maiores, relatórios de teste</p><p>certif icados de todos os testes e curvas de desempenho como descrito a seguir:</p><p>i) curva de corrente- tempo;</p><p>ii) curvas de velocidade-torque a 70%, 80%, 90% e 100% de voltagem de projeto,;</p><p>iii) curvas de ef iciência e fator de potencia de 0 até o fator de serviço de projeto;</p><p>iv) corrente contra curvas de carga de 0 até o fator de serviço de p rojeto;</p><p>v) corrente contra curva de velocidade de 0 a 100% da velocidade de projeto.</p><p>f ) desenhos certif icados de sistemas auxiliares, incluindo diagramas de f iação, para cada sistema</p><p>auxiliar fornecido. O os desenhos devem indicar claramente a extensão do sistema a ser formecido</p><p>pelo fabricante e o que será fornecido por outros;</p><p>g) manuais de instrução do motor que descrevam a instalação, procedimentos de operação e</p><p>manutenção. Cada deve manual incluir as seguintes seções:</p><p>1) Seção 1 - Instalação:</p><p>i) armazenamento;</p><p>ii) ajustes do motor, procedimentos de rigging, massas componentes diagrama de</p><p>içamento;</p><p>iii) tubos e recomendações de conduits;</p><p>iv) desenho lay out composto do motor, incluindo localização dos chumbadores;</p><p>v) folgas de desmaontagem.</p><p>2) Seção 2 - Operação:</p><p>i) partida, incluindo verif icações antes da partida;</p><p>ii) shutdown normal;</p><p>iii) limites operacionais, incluindo um número de partidas sucessivas;</p><p>iv) recomendações de óleo lubrif icante.</p><p>3) Seção 3 - Instruções de montagem e desmontagem:</p><p>i) rotor no motor;</p><p>ii) Journals do mancal;</p><p>iii) selos;</p><p>iv) procedimentos de manutenção de rotina e intervalos.</p><p>4) Seção 4 - dados de Desempenho exigidos pelo item L.2.2 e).</p><p>5) Seção 5 - Folha de Dados:</p><p>i) folhas de dados do as-built;</p><p>ii) folhas de dados de ruido.</p><p>6) Seção 6 - Exigências de desenhos e dados:</p><p>i) desenho de lay out dimensional certif icado para o motor e todo o equipamento auxiliar,</p><p>com lista deconexões;</p><p>ii) seção transversal e lista de materiais.</p><p>h) recomendações de peças sobressalente e tabela de preços;</p><p>i) folhas de dados de materiais segurança .</p><p>API Standard 610 / ISO 13709</p><p>Anexo M</p><p>(informativo)</p><p>Resumo dos Dados de Testes</p><p>Resumo dos Dados de Testes</p><p>Cliente Curva No.</p><p>Comprador Data do teste</p><p>Odem de compra No.</p><p>Item No. Certificado por:</p><p>Numero de serie da bomba: (Representante do Vendedor)</p><p>Tam. e Tipo Testemunhado por:</p><p>Numerode Estágios (Representante do comprador)</p><p>Desempenho Geral (Tabela 14)</p><p>Projeto Testado Desvio real +/- % Tolerância aceitável</p><p>+/- %</p><p>Vazão</p><p>Head</p><p>Potencia</p><p>NPSHR</p><p>Shutoff Head</p><p>Veloc. r/min</p><p>Dados de Construção da Bomba</p><p>Diâmetro doImpelidor mm (pol) Diâmetro doImpelidor mm (pol)</p><p>Padrão do Impelidor No. Padrão do Impelidor No.</p><p>No. de paletas No. de paletas</p><p>Padrão Voluta/difusor No. Padrão Voluta/difusor No.</p><p>Folga ponta da paleta (5.1.17) % Folga ponta da paleta (5.1.17) %</p><p>API Standard 610 / ISO 13709</p><p>Desempenho Mecanico</p><p>Níveis máximo de vibração registrado dentro da região especifica de vazão (5.9.3)</p><p>Vazão de Projeto Região de Operação Preferida Regão de Operação</p><p>Permissível</p><p>Velocidade na carcaça</p><p>Extremidade da Unid.</p><p>Motora:</p><p>Geral/Filtrado</p><p>Não -Extremidade da</p><p>Unid. Motora:</p><p>Geral/Filtrado</p><p>Deslocamento do Eixo</p><p>Extremidade da Unid.</p><p>Motora:</p><p>Geral/Filtrado</p><p>Não -Extremidade da</p><p>Unid. Motora:</p><p>Geral/Filtrado</p><p>Temperatura dos mancais °C (°F) [5.10.2.4, 8.2.5.2.d) e 8.2.5.3]</p><p>Sistemas de Lubrificação Pressurizados Anél de Lubrificação e Lubricação de esquicho</p><p>Temp. Ambiente Temp. Ambiente</p><p>Aumento de Temp. do óleo Aumento de Temp.</p><p>do óleo</p><p>Temp. de retorno do òleo Temp. reservatório</p><p>de óleo</p><p>Temp. max. do metal do mancal</p><p>Extremidade da journal da Unid.</p><p>Motora:</p><p>Não- Extremidade da Unid. Motora:</p><p>Mancal de escora</p><p>Este resumo de desempenho mecânico é para registro de níveis de teste para cada região operacional relativo aos valores</p><p>especificados. Não é para substituir os registros de dados de testes de bancada.</p><p>As Unidades de medida devem ser mm/s (Pol/s) RMS para velocidade, mm (mils) pico/pico para deslocamento, e °C (°F)</p><p>para temperatura.</p><p>Figura M.1 — Formulário de Dados de Teste (continução)</p><p>No. de Serie da Bomba --------------------</p><p>Tamanho e tipo-------------------------------</p><p>No. de Estágios------------------------------</p><p>Velocidade r/min----------------------------</p><p>Impelidor No.---------------------------------</p><p>Liquido bombeado---------------------------</p><p>Densidade relativa--------------------------</p><p>Temperatura ------------------------------°C</p><p>Viscosidade kinematica------------mm²/s</p><p>Área do olho do impelidor-------------m²</p><p>Número da curva</p><p>Projeto</p><p>Taxa de vazão m³/h= 180,0</p><p>Head m= 94</p><p>NPSHR m= 6,3</p><p>Potencia Kw= 55,9</p><p>Eficiência calculada % 82,3 Ref</p><p>NOTE Os valores para escalas, vazão, head, NPSHR, e eficiência de potencia são apenas para ilustração.</p><p>Figura M.2 — Exemplos de formato de curva</p><p>de teste – Unidades SI</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>No. de Serie da Bomba --------------------</p><p>Tamanho e tipo-------------------------------</p><p>No. de Estágios------------------------------</p><p>Velocidade r/min----------------------------</p><p>Impelidor No.---------------------------------</p><p>Liquido bombeado---------------------------</p><p>Densidade relativa--------------------------</p><p>Temperatura ------------------------------°F</p><p>Viscosidade kinematica---------------cSt</p><p>Área do olho do impelidor-------------pol²</p><p>Número da curva</p><p>Projeto</p><p>Taxa de vazão GalãoU.S = 900,0</p><p>Head pés= 325</p><p>NPSHR pés= 17,1</p><p>Potencia bhp= 72,4</p><p>Eficiência calculada % 88,3 Ref</p><p>Figura M.3 — Test curve format — USC units</p><p>P</p><p>o</p><p>te</p><p>n</p><p>ci</p><p>a</p><p>,</p><p>K</p><p>w</p><p>Taxa de vazão</p><p>m³/h</p><p>POTENCIA</p><p>Região permissível</p><p>de operação</p><p>Diametro do Imp</p><p>Max--------</p><p>Enviado com----</p><p>Min.---------------</p><p>Regiao preferida</p><p>de operação</p><p>EFICIÊNCIA</p><p>E</p><p>fi</p><p>c</p><p>iê</p><p>n</p><p>c</p><p>ia</p><p>%</p><p>Eficiencia, %</p><p>Pés</p><p>Pé</p><p>s</p><p>E</p><p>fi</p><p>ci</p><p>en</p><p>ci</p><p>a</p><p>R</p><p>e</p><p>g</p><p>iã</p><p>o</p><p>p</p><p>e</p><p>r</p><p>m</p><p>is</p><p>sí</p><p>v</p><p>e</p><p>l</p><p>d</p><p>e</p><p>o</p><p>p</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>R</p><p>e</p><p>g</p><p>ia</p><p>o</p><p>p</p><p>r</p><p>e</p><p>fe</p><p>r</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>o</p><p>p</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>POTENCIA</p><p>POTENCIA</p><p>P</p><p>O</p><p>T</p><p>E</p><p>N</p><p>C</p><p>IA</p><p>Anexo N</p><p>(informativo)</p><p>Folha de Dados de Bombas</p><p>Folha de Dados de Processo PAG_____1 __de ______</p><p>de bombas centrifugas — Trabalho No.__________ ITEM NO.(S)_______</p><p>Unidades SI REQ. / SPEC. NO. /______________________</p><p>ORDEM DE COMPRA NO._________ DATA________</p><p>CONSULTA NO__________________POR__________</p><p>1 APPLICAVEL A : O PROPOSTAS; O COMPRA ◙ AS BUILT</p><p>2 PARA __________________________________ UNID____________________________________</p><p>3 PLANTA ________________________________ SERVIÇO________________________________</p><p>4 NOTAS: AS INFORMAÇÕES ABAIXO DEVEM SER FORNECIDAS: O PELO COMPRADOR □ FABRICANTE</p><p>◙ COMPRADOR OU FABRICANTE</p><p>5 FOLHA DE</p><p>DADOS</p><p>REVISÕES</p><p>6 ITEM</p><p>NO.</p><p>ANEXO ITEM</p><p>NO.</p><p>ANEXO ITEM NO. ANEXO DATA POR</p><p>7 BOMBA O O O 1</p><p>8 MOTOR O O O 2</p><p>9</p><p>ENGRENAGEM</p><p>O O O 3</p><p>10 TURBINA 4 O O O 4</p><p>11 PADRÕES DE COBERTURA APLICÁVEIS : 5</p><p>12 O CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO (5.1.3) O LIQUIDO(5.1.3)</p><p>13 VAZÃO, NORMAL____ (m3/h)</p><p>PROJETO___ (m3/h)</p><p>14 OUTROS</p><p>15 PRESSÃO DE SUCÇÃO MAX./PROJETO/</p><p>_________________________________(MPa)</p><p>16 PRESSÃO DE DESCARGA_______ (MPa)</p><p>17 DIFERENCIAL DE PRESSÃO______(MPa)</p><p>18 DIF. HEAD_____ (m) NPSHA_________</p><p>(m)</p><p>19 VARIAÇÕES DE PROCESSO (5.1.4)_____</p><p>20 CONDIÇÕES DE PARTIDA (5.1.4)</p><p>21 SERVIÇO: O CONT. O INTERMITENTE</p><p>(PARTIDA/DIA)</p><p>22 O OPERAÇÃO PARALELA EXIGIDA</p><p>(5.1.13)</p><p>TIPO DE LIQUIDO OU NOME ___________________________</p><p>O PERIGOSO O INFLAMÁVEL _____________ (5.1.5)</p><p>TEMP DE BOMBEAMENTO</p><p>(°C)</p><p>PRESSÃO DE VAPOR. (MPa)</p><p>DENSIDADE RELATIVA (SG):</p><p>VISCOSIDADE (mPa·s)</p><p>CALOR ESPECIFICO, Cp</p><p>(kJ/kg·K)</p><p>MIN NORMAL MAX</p><p>O CONCENTRAÇÃO DE CLORO (6.5.2.4) _____________(mg/kg)</p><p>O CONCENTRAÇÃO DE H2S (Fração de mo l) _______MOLHADO (5.12.1.12c)</p><p>AGENTE CORROSIVO / EROSIVO__________________ (5.12.1.9)</p><p>23 DADOS DA PLANTA (5.1.3)</p><p>24</p><p>24 LOCALIZAÇÃO: (5.1.30)</p><p>25 O INTERNO O AQUECIIDO O EXTERNO O SEM</p><p>AQUECIMENTO</p><p>26 O CLASSIFICAÇÃO DE ÁREA ELÉTRICA (5.1.24 / 6.1.4)</p><p>MATERIAIS (5.12.1.1)</p><p>O ANEXO H CLASSE (5.12.1.1)</p><p>O TEMP MIN DE PROJETO DO METAL</p><p>__________________________5.12.4.1) (°C)</p><p>27 CL_____ GR _________DIV_______</p><p>28 O INVERNIZAÇÃO O TROPICALIZAÇÃO.</p><p>29 DADOS DA PLANTA (5.1.30)</p><p>30 O ALTITUDE________ (m) O BARÔMETRO</p><p>______(MPa)</p><p>31 FAIXA DE TEMP. AMBIENTE: MIN./MAX. / (°C)</p><p>DIFUSORES</p><p>32 HUMIDADE RELATIVA: MIN.____ / MAX._____ /_____</p><p>(%)</p><p>33 CONDIÇÕES INCOMUNS: (5.1.30)</p><p>O POEIRA O</p><p>VAPORES</p><p>34 OUTROS__________________________</p><p>O MATERIAIS COM DUREZA-REDUZIDA . (5.12.1.12)</p><p>□ESTOJO/CARCAÇA _______________ IMPELIDOR</p><p>□ CARCAÇA/ ANÉIS DE DESGASTE IMPELIDOR_______</p><p>□ EIXO __________________________________________</p><p>DESEMPENHO:</p><p>PROPOSTA CURVA NO. _________□______________r/min</p><p>□ DIA. DE PROJETO ______MAX.______ MIN._________ (mm)</p><p>□ TIPO IMPELIDOR __________________________________</p><p>□POTENCIA DE PROJETO______(kW) EFICIÊNCIA _____ (%)</p><p>□VAZÃO CONTINUA MÍNIMA:_________________________</p><p>□TÉRMICA____________ (m3/h) ESTÁVEL _________(m3/h)</p><p>□REGIÃO PREFERIDA DE OPER.______ PARA _______(m3/h)</p><p>□REGIÃO DE OPERAÇÃO PERMISSÍVEL ____PARA__ (m3/h)</p><p>□HEAD MAX. @ IMPELIDOR DE PROJETO ____________(m)</p><p>□POTENCIA MAX. FABRICANTE @ IMPELIDOR PROJETO</p><p>__________________(kW)</p><p>□NPSHR NA VAZÃO DE PROJETO ___________(m) (5.1.10)</p><p>◙SUCÇÃO ESPECIFICA NA VELOCIDADE MÁXIMA:__ (5.1.11)</p><p>◙NÍVEL MAX , DE PRESS. DE RUIDO EXIGIDO___ (dBA) (5.1.16)</p><p>◙ PRESSÃO DE RUIDO MAX. ESTIMADO____ (dBA) (5.1.16)</p><p>◙EST. NÍVEL MAX. DE NÍVEL DE POTENCIA __(dBA) (5.1.16)</p><p>35</p><p>36</p><p>37 TIPO DE UNID. MOTORA</p><p>38 O MOTOR INDUZIDO O TURBINA A VAPOR O</p><p>ENGRE.</p><p>39 O OUTROS-</p><p>_____________________________________</p><p>40</p><p>41 MOTOR UNID. MOT. (6.1.1 / 6.1.4)</p><p>42◙</p><p>FABRICANTE___________________________________◙</p><p>43 □____________(kW) □</p><p>(r/min)_______________________</p><p>44 □ ARMAÇÃO___________◙ CARCAÇA-</p><p>_______________</p><p>45 ◙ HORIZONTAL ◙ VERTICAL ◙ FATOR DE</p><p>SERVIÇO</p><p>46 ◙ VOLTS/FASE/HERTZ __________/_________ /______</p><p>47 O TIPO________________________________________</p><p>48 O VOLTAGEM MÍNIMA DE PARTIDA (6.1.5)__________</p><p>49 ◙ ISOLAMENTO_________ O AUMENTO DE</p><p>TEMP.____</p><p>50 ◙ AMPERAGEM CARGA TOTAL</p><p>51 ◙ AMPERAGEM ROTOR TRAVADO</p><p>52 ◙ MÉTODO DE PARTIDA</p><p>53 ◙ LUBRIFICAÇÃO</p><p>54</p><p>54 MANCAIS (TIPO/NÚMERO):</p><p>55 □ RADIAL _______________/______________________</p><p>56 □ ESCORA_____________ /_______________________</p><p>57 □ CAPACIDADE DE ESCORA VERTICAL</p><p>58 ACIMA _________(N) ABAIXO (N)____________</p><p>CONDIÇÕES DE UTILIDADES (5.1.3)</p><p>ELETRICIDADE</p><p>VOLTAGEM FASE HERTZ</p><p>SISTEMA VOLTAGE DIP 80% OUTROS (6.1.5)</p><p>Press.Max Temp.</p><p>Max</p><p>Press.</p><p>Min.</p><p>Temp.Min</p><p>ÁGUA DE RESFRIAMENTO : (5.1.19) FONTE __________</p><p>TEMP. DA FONTE______(°C) TEMP MAX. RETUR NO.___ (°C)</p><p>NORM. PRESS. (MPa) PRESS. DE PROJETO (MPa)</p><p>PRESS MIN. RET.__(MPa) D.P.MAX. PERMISSÍVEL.___(MPa)</p><p>UNID. MOTORAS</p><p>AQUECIMENTO</p><p>VAPOR</p><p>UNID.</p><p>MOTORAS</p><p>AQUECIMENTO</p><p>59</p><p>60</p><p>CONCENTRAÇÃO DE CLORO :___________________ (mg/kg)</p><p>Figura N.1 — Folha de Dados, Unidades SI</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>163</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>164 © ISO 2003 — Todos os direitos reservados</p><p>PAGINA 2 DE _</p><p>Comentários</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>9</p><p>10</p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>17</p><p>18</p><p>19</p><p>20</p><p>21</p><p>22</p><p>23</p><p>24</p><p>25</p><p>26</p><p>27</p><p>28</p><p>29</p><p>30</p><p>31</p><p>32</p><p>33</p><p>34</p><p>35</p><p>36</p><p>37</p><p>38</p><p>39</p><p>40</p><p>41</p><p>42</p><p>43</p><p>44</p><p>45</p><p>46</p><p>47</p><p>48</p><p>49</p><p>50</p><p>51</p><p>52</p><p>53</p><p>54</p><p>55</p><p>56</p><p>57</p><p>58</p><p>59</p><p>60</p><p>61</p><p>62</p><p>63</p><p>Figura N.1 (continuação)</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Folha de Dados de Bomba Centrifuga - Trabalho No.__________ ITEM NO.(S)_______</p><p>Suspensa – Estágio Simples (Tipo OH) - REQ. / SPEC. NO. /______________________</p><p>ORDEM DE COMPRA NO._______ DATA________</p><p>CONSULTA NO________________POR__________</p><p>PÁG 3 de ______</p><p>1 CONSTRUÇÃO PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIE DE E PINTURA</p><p>2 ROTAÇÃO : (VISTO DO LADO DO ACOPLAMENTO ) CW CCW</p><p>3 BOMBA TIPO: (4.1)</p><p>4 ◙ OH2 ◙ OH3 ◙ OH6 ◙ OUTROS</p><p>5 MONTAGEM DA CARCAÇA:</p><p>6 ◙ LINHA DE CENTRO ◙ EM-LINHA ◙OUTROS</p><p>7</p><p>8 TIPO DE CARCAÇA:</p><p>9 ◙ VOLUTE SIMPLES ◙ VOLUTA MULTIPLA □ DIFUSOR</p><p>10 PRESS. DE PROJETO DA CARCAÇA:</p><p>11 O OH6 BOMBA SUCÇÃO REGIÃO PROJETADA PARA MAWP</p><p>(5.3.6)</p><p>12 □ PRESSÃO MAX. PERMISSÍVEL DE TRABALHO _______(MPa)</p><p>EXIGIDA</p><p>13 @_________________ (°C)</p><p>14 □ PRESS. TESTE HIDROESTÁTICO ___________ (MPa)</p><p>15 □ CONEXÕES DE BOCAIS : (5.4.2)</p><p>16</p><p>O PADRÃO DO FABRICANTE O OUTROS (VER ABAIXO)</p><p>O ESPECIFICAÇÃO NO._______________________________</p><p>BOMBA:</p><p>O PRIMER__________________________________________</p><p>O REVESTIMENTO DE ACABAMENTO __________________</p><p>PLACA BASE : (6.3.17)</p><p>O PRIMER_________________________________________</p><p>O REVESTIMENTO DE ACABAMENTO _________________</p><p>O DETALHES DE DISPOSITIVOS DE IÇAMENTO (6.3.20)____</p><p>TRANSPORTE : (7.4.1)</p><p>O DOMESTICA O EXPORTAÇÃO O EMBALAGEM DE</p><p>EXPORTAÇÃO EXIGIDA</p><p>O ARMAZENAMENTO EXTERNO POR MAIS DE 6 MESES</p><p>CONJUNTO DE ROTOR RESERVA EMBALADO PARA:</p><p>O ARMAZENAMENTO HORIZ. O ARMAZENAMENTO VERT.</p><p>O TIPO DE PREPARAÇÃO PARA TRANSPORTE</p><p>AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO</p><p>17 TAM CLASS.</p><p>FLANGE</p><p>FACG POSIÇÃO</p><p>18 SUCÇÃO</p><p>19 DESCARGA</p><p>20</p><p>21 CARCAÇA PRESSURIZADA CONEXÕES AUX. : (5.4.3)</p><p>22</p><p>23 ◙ DRENO</p><p>NO. TAM .(DN). TIPO</p><p>24 ◙ VENT</p><p>2 ◙ 5 WARM-UP</p><p>26</p><p>27 ◙ CONEXOES ROSCADAS E USINADAS (5.4.3.8)</p><p>28 O ROSCAS CILINDIRCAS EXIGIDAS (5.4.3.3)</p><p>29 ROTOR:</p><p>30 O COMPONENTE BALANCEAMENTO P/ TO ISO 1940 G1.0</p><p>(5.9.4.4)</p><p>31 O ACOPLAMENTOS :(6.2.2)</p><p>32 O FABRICANTE_______________ ◙MODELO________________</p><p>33 □ CLASSIFICAÇÃO (kW per 100 r/min)</p><p>34 ◙COMP. ESPAÇADOR______(mm) ◙FATOR. DE SERVIÇO ____</p><p>35 O ACOPLAMENTO BALANCEADO P/ ISO 1940-1 G6.3 (6.2.3)</p><p>36 O ACOPLA. DISPOSIT. PRÓPRIO DE TRAVAMENTO (6.2.11)</p><p>37 O ACOPLAMENTO POR ISO 14691 (6.2.4)</p><p>38 O ACOPLAMENTO POR ISO 10441 (6.2.4)</p><p>39 O ACOPLAMENTO POR API 671 (6.2.4) ASME B15.1</p><p>40 O PROTEÇÃO DE ACOPLAMENTO ANTI CENTELHA (6.2.14c)</p><p>41 O PROTEÇÃO DE ACOPLAMENTO PADRÃO POR (6.2.14a)</p><p>42 PLACAS BASE:</p><p>43 □ API PLACA BASE NUMERO (ANEXO D)</p><p>44 O CONSTRUÇÃO SEM CONCRETO (6.3.13)</p><p>45 O OUTROS</p><p>46 SELO MECANICO: (5.8.1) P.I PRESS. TIPO</p><p>47 O VER ANEXO ISO 21049/API 682 FOLHA DE DADOS</p><p>48</p><p>49 COMENTÁRIOS:</p><p>50</p><p>51</p><p>52</p><p>53</p><p>54</p><p>55</p><p>O CAMISA DE AQUECIMENTO EXIGIDA (5.8.9)</p><p>◙ RESFRIAMENTO EXIGIDO</p><p>◙ÁGUA DE RESFRIAMENTO (C.W.) PLANO DE TUBOS (6.5.3.1)</p><p>TUBULAÇÃO C.W :</p><p>◙ TUBOS ◙ CANOS CONEXÕES____________________</p><p>MATERIAIS TUBULAÇÃO C.W.:</p><p>◙ A. INOX ◙ A. CARBONO ◙ GALVANIZADO</p><p>EXIGENCIAS DE ÁGUA DE RESFRIAMENTO :</p><p>□CAIXA DE MANCAL______________ (m3/h)</p><p>□ TROCADOR DE CALOR __________ (m3/h)</p><p>TOTAL ÁGUA DE RESFRIAMENTO____(m3/h)</p><p>AQUEC. MÉDIO O VAPOR O OUTROS</p><p>TUBULAÇÃO DE A QUECIMENTO O TUBOS O CANOS</p><p>MANCAIS E LUBRIFICÇÃO</p><p>MANCAL (TIPO/NUMERO) (5.10.1):</p><p>□ RADIAL</p><p>□ AXIAL ____________/__________________</p><p>LUBRIFICAÇÃO (5.11.3, 5.11.4):</p><p>◙GRAXA ◙ÓLEO</p><p>O PURGA NÉVOA DE ÓLEO O NÉVOA DE ÓLEO PURO</p><p>O PREFERENCIA OLEADOR DE NÍVEL CONSTANTE (5.10.2.2):</p><p>◙ VISC. ÓLEO ISO GRAU</p><p>INSTRUMENTAÇÃ0</p><p>O ACELERÔMETRO (6.4.2.1)____________________________</p><p>O FORNECIDO APENAS PARA MONTAGEM (5.10.2.11)</p><p>O SUPERFÍCIE PLANA EXIGIDA (5.10.2.12)</p><p>O P.I. TEMP. (COM TERMOPARES) (8.1.3.6)_______________</p><p>O P.I PRESS. TIPO____________________________________</p><p>_________________________________________</p><p>__________________________________________</p><p>MASSAS (kg)</p><p>BOMBA_______________________________________________</p><p>PLACA BASE__________________________________________</p><p>UNID. MOTRIZ_________________________________________</p><p>TOTAL</p><p>Folha de Dados de Bomba Centrifuga - Trabalho No.__________ ITEM NO.(S)_______</p><p>Suspensa – Estágio Simples (Tipo OH) - REQ. / SPEC. NO. /______________________</p><p>ORDEM DE COMPRA NO._______ DATA________</p><p>CONSULTA NO________________POR__________</p><p>PÁG 4 de ______</p><p>1 TABELA DE PEÇAS SOBRESSALENTES (TABELA 18) CQ INSPEÇÃO E TESTES (CONT.)</p><p>2 O PARTIDA MANUTENÇÃO NORMAL</p><p>3 O</p><p>TEST NON-WIT WIT OBSERVAR</p><p>O HIDROESTATICO (7.3.2) O O O</p><p>O DESEMPENHO (7.3.3) O O O</p><p>O RETESTAR VAZAMNTO O O O</p><p>NO SELO (7.3.3.2d)</p><p>O DADOS VELOCIDADE O O O</p><p>REAL DE PICO (7.3.3.4d)</p><p>O TESTE COMPLETO DA O O O</p><p>UNIDADE (7.3.4.3)</p><p>O TESTE DE NÍVEL O O O</p><p>DE SOM (7.3.4.4)</p><p>O LIMPEZA ANTES DA O O O</p><p>MONT. FINAL (7.2.2.2)</p><p>O TESTE DO BOCAL DE O O O</p><p>CARGA (6.3.6)</p><p>O VERIFICAR CO-PLANAR O O O</p><p>SUPERFÍCIES PADS DE</p><p>MONTAGEM (6.3.3)</p><p>O GIRO MECÂNICO ATÉ TEMP O O O</p><p>ESTÁVEL ÓLEO (7.3.4.7.1)</p><p>O 4 h GIRO MECÂNICO APÓS O O O</p><p>TEMP. ÓLEO EST. (7.3.4.7.3)</p><p>O 4 h TESTE GIRO MECÂNICO O O O</p><p>(7.3.4.7.2)</p><p>O BRG HSG TESTE DE O O O</p><p>RESONANCIA (7.3.4.6)</p><p>O EQUIPAMENTO AUXILIAR O O O</p><p>TESTE (7.3.4.5)</p><p>◙ TESTE DE IMPACTO O O O</p><p>(5.12.4.3)</p><p>O POR EN 13445</p><p>O POR ASME VIII</p><p>O________________________ O O O</p><p>O VENDEDOR MANTER REGISTROS DE REPAROS</p><p>E TH (7.2.1.1c)</p><p>O VENDEDOR ENVIAR PROCEDIMENTOS</p><p>DE TESTE (7.3.1.2 / 9.2.5)</p><p>4 OUTRAS EXIGÊNCIAS DO COMPRADOR</p><p>5 O REUNIÃO DE COORDENAÇÃO EXIGIDA (9.1.3)</p><p>6 O PRESSÃO MÁXIMA DE DESCARGA PARA INCLUIR (5.3.2)</p><p>7 O DENSIDADE MAX RELATIVA NPSH (7.3.4.2)</p><p>8 O MAX DIA. IMPELIDORES E/OU NO. OF ESTÁGIOS</p><p>9 O OPERATION PARA VELOCIDADE DE TRIP</p><p>10 O OH3 MANCAL HS6 LEVANTADOR (8.1.2.6)</p><p>11 O APROVAÇÃO DE PROJETO DE CONEXÃO (5.12.3.4)</p><p>12 ◙ ANÁLISE TORCIONAL EXIGIDA (5.9.2.1)</p><p>13 O RELATÓRIO DE ANÁLISE TORCIONAL (5.9.2.6)</p><p>14 O RELATORIOS DE PROGRESSO (9.3.3)</p><p>15 O DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE TESTES OPCIONAIS</p><p>(9.2.5)</p><p>16 O ARQUIVAMENTO DE DADOS ADITIONAIS POR 20 ANOS</p><p>(7.2.1.1f)</p><p>17 TUBOS AND ACESSÓRIOS</p><p>18 TUBOS DO MANIFOLD PARA UMA SÓ CONEXÃO (6.5.1.6)</p><p>19 ◙ VENT ◙ DRENO ◙ ÁGUA DE RESFRIAMENTO</p><p>20 ◙ MONT.DE SELO RESERV. FORA DA PLACA BASE (6.5.1.4)</p><p>21 ◙ FLANGES EXIGIDOS NO LUGAR DE SOQUETES SOLDADAS</p><p>(6.5.2.8)</p><p>22 ◙ LISTA DE NSTALAÇÃO PROPOSTA (9.2.3L)</p><p>23 PARAFUSOS DE CONEXÃO (7.3.4.6)</p><p>24 O COBERTURA PTFE O ASTM A153 GALVANIZADO</p><p>25</p><p>O PINTADO O A. INOX (7.3.4.5)</p><p>26 CQ INSPEÇÃO AND TESTES</p><p>27 O INSPEÇÃO DE FAB. (7.1.4)</p><p>28 O APROVAÇÃO DE CURVA DE DESEMPENHO</p><p>29 ◙ TESTE COM SELO SUBSTITUTO (7.3.3.2b)</p><p>30 O CERTIFICAÇÃO DE MATERIAL EXIGIDO (5.12.1.8)</p><p>31 O CARCAÇA O IMPELIDOR O EIXO</p><p>32 O OUTROS______________________________________</p><p>33 O APROVAÇÃO EXIGIDA DE PROCEDIMENTO DE REPARO</p><p>DE FUNDIÇÃO (5.12.2.5)</p><p>34 ◙ INSPEÇÃO EXIGIDA PARA AS SOLDAS DAS</p><p>CONEXÕES (5.12.3.4e)</p><p>35 ◙ PARTICULA MAG. ◙ LIQUIDO PENETRANTE</p><p>36 ◙ RADIOGRAFIA ◙ ULTRASOM</p><p>37 ◙ INSPEÇÃO EXIGIDA PARA AS PEÇAS FUNDIDAS (7.2.1.3 /</p><p>5.12.1.5)</p><p>38 ◙ PARTICULA MAG. ◙ LIQUIDO PENETRANTE</p><p>39 ◙ RADIOGRAFIA ◙ ULTRASOM</p><p>40 O TESTE DE DUREZA EXIGIDO: (7.2.2.3)</p><p>41 O INSPEÇÃO ADICIONAL DA SUBSUPERFÍCIE PARA 7.2.1.3</p><p>42 PARA_______________________________________________</p><p>43 MÉTODO____________________________________________</p><p>O VENDEDOR ENVIAR DADOS DE TESTE EM</p><p>24 h (7.3.3.3e)</p><p>O INCLUIR SPECTRO PLOTADO DE VIBRAÇÃO</p><p>(5.9.3.3)</p><p>O ENVIAR CHECK LIST DE INSPEÇÃO (7.1.6)</p><p>44</p><p>45 COMENTARIOS</p><p>46</p><p>47</p><p>48</p><p>49</p><p>50</p><p>51</p><p>52</p><p>53</p><p>54</p><p>55</p><p>56</p><p>57</p><p>58</p><p>59</p><p>60</p><p>Figura N.1 (continuação)</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Folha de Dados de Bomba Centrifuga - Trabalho No.__________ ITEM NO.(S)_______</p><p>Bi-apoiada (Tipo BB) - REQ. / SPEC. NO. /________________</p><p>Unidades SI ORDEM DE COMPRA NO._______DATA________</p><p>CONSULTA NO________________POR _________</p><p>1 CONSTRUÇÃO PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIE DE E PINTURA</p><p>2 ROTAÇÃO : (VISTO DO LADO DO ACOPLAMENTO ) CW CCW</p><p>3 BOMBA TIPO: (4.1)</p><p>4 ◙ BB1 ◙ BB2 ◙ BB3 ◙ BB5</p><p>5 MONTAGEM DA CARCAÇA:</p><p>6 ◙ LINHA DE CENTRO ◙ PROX. LINHA DE CENTRO</p><p>7 ◙ PÉ</p><p>8 CARCAÇA BI-PARTIDA</p><p>9 ◙ RADIAL ◙ AXIAL</p><p>10 TIPO DE CARCAÇA:</p><p>11 □ VOLUTE SIMPLES □ VOLUTA MULTIPLA □ DIFUSOR</p><p>12 □ BI-APOIADA □ BARRIL</p><p>13 PRESS. DE PROJETO DA CARCAÇA:</p><p>14 □ PRESSÃO MAX. PERMISSÍVEL DE TRABALHO _______(MPa)</p><p>EXIGIDA</p><p>15 @_________________ (°C)</p><p>16 □ PRESS. TESTE HIDROESTÁTICO ___________ (MPa)</p><p>17 REGIÕES DE PRESS. SUCÇÃO DEVE SER PROJETADA PARA</p><p>18 MAWP (5.3.6)</p><p>19 □ CONEXÕES DE BOCAIS : (5.4.2)</p><p>20</p><p>21 TAM CLASS.</p><p>FLANGE</p><p>FACG POSIÇÃO</p><p>22 SUCÇÃO</p><p>23 DESCARGA</p><p>24 TAMBOR DE</p><p>BALANCEAMENTO</p><p>25 CARCAÇA PRESSURIZADA CONEXÕES AUX. : (5.4.3)</p><p>26</p><p>27 ◙ DRENO</p><p>NO. TAM .(DN). TIPO</p><p>28 ◙ VENT</p><p>29 ◙ P.I</p><p>30 ◙ I. TEMP.</p><p>31 WARM-UP</p><p>32 BALAN./ LEAK-</p><p>OFF</p><p>33 CONECXOES</p><p>USINADAS E</p><p>O PADRÃO DO FABRICANTE O OUTROS (VER ABAIXO)</p><p>O ESPECIFICAÇÃO NO._______________________________</p><p>BOMBA:</p><p>O PRIMER__________________________________________</p><p>O REVESTIMENTO DE ACABAMENTO __________________</p><p>PLACA BASE : (6.3.17)</p><p>O PREPARAÇÃO SUPERFÍCIE DA BOMBA</p><p>O PRIMER_________________________________________</p><p>O REVESTIMENTO DE ACABAMENTO _________________</p><p>O DETALHES DE DISPOSITIVOS DE IÇAMENTO (6.3.20)____</p><p>TRANSPORTE : (7.4.1)</p><p>O DOMESTICA O EXPORTAÇÃO O EMBALAGEM DE</p><p>EXPORTAÇÃO EXIGIDA</p><p>O ARMAZENAMENTO EXTERNO POR MAIS DE 6 MESES</p><p>CONJUNTO DE ROTOR RESERVA EMBALADO PARA:</p><p>O CONTAINER (8.2.8.3) O ARMAZENAMENTO VERT.</p><p>O TIPO DE PREPARAÇÃO P/ TRANS. O PURGA N2 (8.2.8.4)</p><p>AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO</p><p>O CAMISA DE AQUECIMENTO EXIGIDA (5.8.9)</p><p>◙ RESFRIAMENTO EXIGIDO</p><p>◙ÁGUA DE RESFRIAMENTO (C.W.) PLANO DE TUBOS (6.5.3.1)</p><p>TUBULAÇÃO C.W :</p><p>◙ TUBOS ◙ CANOS CONEXÕES____________________</p><p>MATERIAIS TUBULAÇÃO C.W.:</p><p>◙ A. INOX ◙ A. CARBONO ◙ GALVANIZADO</p><p>EXIGENCIAS DE ÁGUA DE RESFRIAMENTO :</p><p>□CAIXA DE MANCAL______________ (m3/h)_________(MPa)</p><p>□ TROCADOR DE CALOR __________ (m3/h)_________(MPa)</p><p>TOTAL ÁGUA DE RESFRIAMENTO____(m3/h)</p><p>TUBULAÇÃO DE A QUECIMENTO O TUBOS O CANOS</p><p>MANCAIS E LUBRIFICÇÃO</p><p>ROSCADAS</p><p>34 O ROSCAS CILINDIRCAS EXIGIDAS (5.4.3.3)</p><p>35 ROTOR:</p><p>36 O COMPONENTE BALANCEAMENTO P/ TO ISO 1940 G1.0</p><p>(5.9.4.4)</p><p>37 IMPELIDORES DE MOVIMENTO LIMITADO- SHRINK-OFF FIT</p><p>(8.2.2.3)</p><p>38 O ACOPLAMENTOS :(6.2.2)</p><p>39 O FABRICANTE_______________ ◙MODELO________________</p><p>40 □ CLASSIFICAÇÃO (kW per 100 r/min)</p><p>41 ◙COMP. ESPAÇADOR______(mm) ◙FATOR. DE SERVIÇO ____</p><p>42 MEIO ACOPLAMENTO DA UN. MOTRIZ MONTADO POR:</p><p>43 O FAB. BOMBA O FAB. UN. MOTRIZ O COMPRADOR</p><p>44 O ACOPLAMENTO BAL. COM AJUSTE HIDRÁULICO</p><p>45 O ACOPLAMENTO BALANCEADO P/ ISO 1940-1 G6.3 (6.2.3)</p><p>46 37 O ACOPLAMENTO POR ISO 14691 (6.2.4)</p><p>47 O ACOPLAMENTO POR ISO 10441 (6.2.4)</p><p>48 O ACOPLAMENTO POR API 671 (6.2.4)</p><p>49 O PROTEÇÃO DE ACOPLAMENTO ANTI CENTELHA (6.2.14c)</p><p>50 O PROTEÇÃO DE ACOPLAMENTO PADRÃO POR ____(6.2.14a)</p><p>51 PLACAS BASE:</p><p>52 □ API PLACA BASE NUMERO________________ (ANEXO D)</p><p>53 O CONSTRUÇÃO SEM CONCRETO (6.3.13)</p><p>54 O OUTROS</p><p>55 SELO MECANICO: (5.8.1) P.I PRESS. TIPO</p><p>56 O VER ANEXO ISO 21049/API 682 FOLHA DE DADOS</p><p>57</p><p>58</p><p>59</p><p>60</p><p>MANCAL (TIPO/NUMERO) (5.10.1):</p><p>□ RADIAL____________/_________________</p><p>□ AXIAL ____________/__________________</p><p>LUBRIFICAÇÃO (5.11.3, 5.11.4):</p><p>◙ ANÉL DE OLEO ◙ HIDRODINAMICO O PURGA NÉV. DE ÓLEO</p><p>O NÉV. DE ÓLEO PURO</p><p>O PREFERENCIA OLEADOR DE NÍVEL CONSTANTE (5.10.2.2):</p><p>◙ VISC. ÓLEO ISO GRAU_______________________________</p><p>O PRESSÃO DO ÓLEO SERÁ MAIOR QUE PRESSÃO DO</p><p>REFRIGERANTE</p><p>O REVISÃO E APROVAÇÃO DO TAM. DO MANCAL AXIAL</p><p>( 8.2.5.2)]</p><p>◙ AQ. DE ÓLEO EXIGIDO O VAPOR O ELETRICO</p><p>INSTRUMENTAÇÃ0 (6.4.2)</p><p>O ACELERÔMETRO (6.4.2.1)____________________________</p><p>O FORNECIDO PARA SENSOR DE VIBRAÇÃO (6.4.2.2)</p><p>O RADIAL POR BRG. O AXIAL POR BRG.</p><p>O FORNECIDO APENAS PARA MONTAGEM (5.10.2.11)</p><p>O SUPERFÍCIE PLANA EXIGIDA (5.10.2.12)</p><p>O TEMP. METAL MANCAL RADIAL O TEMP. METAL MANCAL</p><p>RADIAL</p><p>O I. TEMP. (COM TERMOPARES (8.1.3.6)_______________</p><p>O MONITORES E CABOS FORNECIDOS POR (6.4.2.4)______</p><p>COMENTÁRIOS __________________________________</p><p>__________________________________________</p><p>MASSAS (kg)</p><p>BOMBA_______________________________________________</p><p>PLACA BASE__________________________________________</p><p>UNID. MOTRIZ_________________________________________</p><p>TOTAL</p><p>Figura N.1 (continuação)</p><p>Folha de Dados de Bomba Centrifuga - Trabalho No.__________ ITEM NO.(S)_______</p><p>Bi-apoiada (Tipo BB) - REQ. / SPEC. NO. /________________</p><p>Unidades SI ORDEM DE COMPRA NO._______DATA________</p><p>CONSULTA NO________________POR _________</p><p>PÁG 4 de ______</p><p>1 TABELA DE PEÇAS SOBRESSALENTES (TABELA 18) CQ INSPEÇÃO E TESTES (CONT.)</p><p>2 O PARTIDA O MANUTENÇÃO NORMAL</p><p>3</p><p>4</p><p>TEST NON-WIT WIT OBSERVAR</p><p>O HIDROESTATICO (7.3.2) O O O</p><p>O DESEMPENHO (7.3.3) O O O</p><p>O RETESTAR VAZAMENTO O O O</p><p>NO SELO (7.3.3.2d)</p><p>baixa (em revoluções por minuto) na qual o projeto do fabricante permite operação contínua</p><p>3.25</p><p>vazão mínima estável contínua</p><p>vazao mais baixa no qual a bomba pode operar sem exceder os limites das vibrações imposta s pela Norma</p><p>Internacional</p><p>3.26</p><p>fluxo mínimo térmico contínuo</p><p>fluxo mais baixo no qual a bomba pode operar sem que sua operação seja impedida pela elevação de</p><p>temperatura do líquido bombeado.</p><p>3.27</p><p>temperatura mínima do metal projetada</p><p>temperatura media mais baixa do metal (através da rigidês) esperada em serviço, inclu indo distúrbios de</p><p>operação, auto-refrigeração e temperatura do meio ambiente ao redor</p><p>3.28</p><p>rede positiva do head de sucção</p><p>pressão total de sucção absoluta determinada no bocal de sucção e referida a referência de elevação, menos a</p><p>pressão do vapor do líquido</p><p>NOTA: Ela é expressa em metros (pés) do topo do líquido bombeado</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 6</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 7</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>3.29</p><p>rede positiva do head de sucção disponível</p><p>Rede positiva do head de sucção disponível determinada pelo comprador para o sistema de bombeamento</p><p>com o líquido na vazão estimada e temperatura normal de bombeamento</p><p>3.30</p><p>rede positiva do head de sucção exigida</p><p>Rede positiva do head de sucção exigida que resulta em uma perda de 3% do head (primeiro estágio do head</p><p>em uma bomba de estágio múltiplo) determinado pelo vendedor em teste com água</p><p>3.31</p><p>tamanho nominal do tubo</p><p>designação, usualmente seguida de um número de designação de tamanho, correspondendo aproximadamente</p><p>ao diâmetro de fora do tubo expresso em polegadas</p><p>3.32</p><p>ponto de operação normal</p><p>ponto no qual a bomba é esperada a operar sob condições normais de processo</p><p>3.33</p><p>Peça de desgaste normal</p><p>Parte normalmente restaurada ou substituída a cada revisão da bomba</p><p>EXEMPLOS Anéis compensadores de desgastes, buchas de interestágios, mecanismo de</p><p>equilíbrio,bucha de entrada, vedação das faces, mancal e gaxeta</p><p>3.34</p><p>observado</p><p>inspeção ou teste onde o comprador é notificado do tempo da inspeção ou teste e a inspeção ou teste é feito</p><p>como agendado sem levar em conta se o comprador ou seu representante esta presente.</p><p>3.35</p><p>lubrificação a névoa de óleo</p><p>lubrif icação fornecida pela névoa de óleo produzida pela vaporização em uma unidade central e</p><p>transportada para a caixa de mancal, ou caixas, pelo ar comprimido.</p><p>3.36</p><p>lubrificação a névoa de óleo puro</p><p>reservatório seco. Sistemas no qual a névoa ao mesmo tempo lubrifica o mancal (ais) e purga a caixa e não</p><p>existe nível de óleo no reservatório.</p><p>3.37</p><p>lubrificação de purgação a névoa de óleo</p><p>reservatório úmido. Sistemas no qual a névoa apenas purga a caixa de mancal</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 7</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,, -̀--</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 —Todos os direitos reservados 8</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>3.38</p><p>região de operação</p><p>parte da cobertura de uma bomba hidráulica sobre a qual a bomba opera</p><p>3.39 r</p><p>Faixa autorizada de operação</p><p>parte da área de cobertura de uma bomba hidráulica sobre a qual a bomba é autorizada para</p><p>operar, baseada em vibração dentro do limite mais alto desta Norma Internacional ou elevação de</p><p>temperatura ou outra limitação; especif icada pelo fabricante</p><p>3.40</p><p>Faixa de operação preferida</p><p>parte área de cobertura da bomba hidráulica sobre a qual a vibração da bomba está dentro do limite base</p><p>desta Norma Internacional</p><p>3.41</p><p>bomba suspensa</p><p>bomba a qual seu impulsor é cantiliverado de seu conjunto de mancal</p><p>3.41</p><p>Carcaça pressurizada</p><p>composto de todas as partes da bomba sem movimento que contém pressão, incluindo todos os</p><p>bocais, selos das gaxetas seal glands, câmaras de selagem e outras partes ligadas mas excluindo</p><p>os membros imóveis e rotativos dos selos mecânicos</p><p>3.43</p><p>compradores</p><p>proprietários ou agentes de proprietários, que emite a ordem e especificação para o vendedor</p><p>3.44</p><p>abertura radial</p><p>abertura com a união principal perpendicular ao eixo de linha central</p><p>3.45</p><p>ponto de operação calculado</p><p>ponto no qual o vendedor certifica que o desempenho da bomba está dentro das tolerâncias</p><p>determinadas nesta Norma Internacional</p><p>NOTA: Normalmente o ponto de operação calculado é o ponto de operação especificado</p><p>com a vazão mais alta.</p><p>3.46</p><p>gravidade especifica com densidade relativa</p><p>propriedade de um líquido expresso como a relação da densidade do líquido para aquela da água</p><p>em 4 ºC (39,2 ºF)</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 8</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 9</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>3.47</p><p>rotor</p><p>conjunto de todas as partes rotativas de uma bomba centrifuga</p><p>3.48</p><p>velocidade específica</p><p>índice de vazão relativa, head total e velocidade rotativa das bombas de geometria similar</p><p>Ver Anexo A</p><p>3.49</p><p>serviço de stand by</p><p>normalmente inativo ou peça inativa de equipamento que é capaz de uma partida imediata</p><p>automática ou manual e operação contínua</p><p>3.50</p><p>velocidade de sucção específica</p><p>Índice de vazão relativa, NPSHR e velocidade rotativa de bombas de geometria similar</p><p>Veja Anexo A</p><p>3.51</p><p>bucha de garganta</p><p>dispositivo que forma uma restrição de fechamento da folga em volta da bucha (ou eixo) entre o</p><p>selo e o impulsor</p><p>3.52</p><p>indicador de leitura</p><p>runout total indicado</p><p>Diferença entre a leitura máxima e mínima de um indicador de ponteiro ou dispositivo similar,</p><p>monitorando uma face ou superf ície cilíndrica, durante uma revolução completa da superf ície</p><p>monitorada.</p><p>NOTA Para uma perfeita superfície cilíndrica, a leitura do indicador implica uma excen tricidade igual a metade da leitura. Para uma face</p><p>perfeitamente plana a leitura do indicador mostra uma deformação out-of-squareness igual ao da leitura. Se o diâmetro em questão não é</p><p>perfeitamente cilíndrico ou plano, a interpretação do significado da TIR é mais complexa e pode representar ovalidade ou lobidade.</p><p>3.52</p><p>velocidade de trip</p><p>motor elétrico acinoador. Velocidade sincrôna na freqüência máxima fornecida</p><p>3.53</p><p>velocidade de trip</p><p>acionador de velocidade variada. Velocidade na qual o dispositivo independente de emergência de</p><p>excesso de velocidade opera para parar o acionador.</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>3.54</p><p>Responsabilidade pela unidade</p><p>Responsavel por coordenar a documentação, entrega e aspectos técnicos do eq uipamento e todos</p><p>os sistemas auxiliares inclusos no escopo do pedido</p><p>NOTA Os aspectos técnicos a serem considerados incluem mas não são limitados a tais</p><p>fatores como as exigências referente as forças, velocidade de rotação, arranjo geral,</p><p>acoplamentos, dinâmicas, lubrificação, sistema de vedação, relatórios de testes</p><p>O DADOS VELOCIDADE O O O</p><p>REAL DE PICO (7.3.3.4d)</p><p>O TESTE COMPLETO DA O O O</p><p>UNIDADE (7.3.4.3)</p><p>O TESTE DE NÍVEL O O O</p><p>DE SOM (7.3.4.4)</p><p>O LIMPEZA ANTES DA O O O</p><p>MONT. FINAL (7.2.2.2)</p><p>O TESTE DE CARGA O O O</p><p>DO BOCAL (6.3.6)</p><p>O VERIFICAR CO-PLANAR O O O</p><p>SUPERFÍCIES PADS DE</p><p>MONTAGEM (6.3.3)</p><p>O GIRO MECÂNICO ATÉ TEMP O O O</p><p>ESTÁVEL ÓLEO (7.3.4.7.1)</p><p>O 4 h GIRO MECÂNICO APÓS O O O</p><p>TEMP. ÓLEO EST. (7.3.4.7.3)</p><p>O 4 h TESTE GIRO MECÂNICO O O O</p><p>(7.3.4.7.2)</p><p>O BRG HSG TESTE DE O O O</p><p>RESONANCIA (7.3.4.6)</p><p>O REMOÇÃO/INSPEÇÃO O O O</p><p>MANCAIS HIDRODINAMICOS O O O</p><p>APÓS TESTE (8.2.7.5)</p><p>O TESTE EQUIPAMENTO O O O</p><p>AUXILIAR (7.3.4.5)</p><p>◙ SHARPY TEST (EM 13445/ASME VIII)</p><p>O _______________________ O O O</p><p>O________________________ O O O</p><p>O________________________ O O O</p><p>O VENDEDOR MANTER REGISTROS DE REPAROS</p><p>E TH (7.2.1.1c)</p><p>5 OUTRAS EXIGÊNCIAS DO COMPRADOR</p><p>6 O REUNIÃO DE COORDENAÇÃO EXIGIDA (9.1.3)</p><p>7 O PRESSÃO MÁXIMA DE DESCARGA PARA INCLUIR (5.3.2)</p><p>8 O DENSIDADE MAX RELATIVA</p><p>9 O MAX DIA. IMPELIDORES E/OU NO. OF ESTÁGIOS</p><p>10 O OPERATION PARA VELOCIDADE DE TRIP</p><p>11 O APROVAÇÃO DE PROJETO DE CONEXÃO (5.12.3.4/8.2.1.4)</p><p>12 O ARMAZ. GÁS INERTE INIBIDO- CARTUCHO RESERVA (8.2.8.4)</p><p>13 O ANÁLISE TORCIONAL EXIGIDA (5.9.2.1)</p><p>14 O RELATÓRIO DE ANÁLISE TORCIONAL (5.9.2.6)</p><p>15 O RELATORIOS DE PROGRESSO (9.3.3)</p><p>16 O DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE TESTES OPCIONAIS</p><p>(9.2.5)</p><p>17 O ARQUIVAMENTO DE DADOS ADITIONAIS POR 20 ANOS</p><p>(7.2.1.1f)</p><p>18 ◙ ANÁLISE LATERAL EXIGIDA (8.2.4.1/8.2.4.1.3)</p><p>19 ◙ ROTOR DE BALANCEAMENTO DINÂMICO</p><p>20 TUBOS DO MANIFOLD PARA UMA SÓ CONEXÃO (6.5.1.6)</p><p>21 ◙ VENT ◙ DRENO ◙ ÁGUA DE RESFRIAMENTO</p><p>22 ◙ MONT.DE SELO RESERV. FORA DA PLACA BASE (6.5.1.4)</p><p>23 ◙ FLANGES EXIGIDOS NO LUGAR DE SOQUETES SOLDADAS</p><p>(6.5.2.8)</p><p>24 PARAFUSOS DE CONEXÃO (7.3.4.6)</p><p>25 O COBERTURA PTFE O ASTM A153 GALVANIZADO</p><p>26 O PINTADO O A. INOX (7.3.4.5)</p><p>27 ◙ LISTA DE INSTALAÇÃO NA PROPOSTA (9.2.3L)</p><p>28 CQ INSPEÇÃO AND TESTES</p><p>O VENDEDOR ENVIAR PROCEDIMENTOS</p><p>DE TESTE (7.3.1.2 / 9.2.5)</p><p>O VENDEDOR ENVIAR DADOS DE TESTE EM</p><p>24 h (7.3.3.3e)</p><p>O INCLUIR SPECTRO PLOTADO DE VIBRAÇÃO</p><p>(5.9.3.3)</p><p>O REGISTRAR FOLGAS FINAIS DE MONTAGEM</p><p>O ENVIAR CHECK LIST DE EXECUÇÃO DE</p><p>INSPEÇÃO (7.1.6)</p><p>29 O INSPEÇÃO DE FAB. (7.1.4)</p><p>30 O APROVAÇÃO DE CURVA DE DESEMPENHO</p><p>31 ◙ TESTE COM SELO SUBSTITUTO (7.3.3.2b)</p><p>32 O CERTIFICAÇÃO DE MATERIAL EXIGIDO (5.12.1.8)</p><p>33 O CARCAÇA O IMPELIDOR O EIXO</p><p>34 O OUTROS______________________________________</p><p>35 O APROVAÇÃO EXIGIDA DE PROCEDIMENTO DE REPARO</p><p>DE FUNDIÇÃO (5.12.2.5)</p><p>◙ INSPEÇÃO EXIGIDA PARA AS SOLDAS DAS</p><p>CONEXÕES (5.12.3.4e)</p><p>36 ◙ PARTICULA MAG. ◙ LIQUIDO PENETRANTE</p><p>37 ◙ RADIOGRAFIA ◙ ULTRASOM</p><p>38 ◙ INSPEÇÃO EXIGIDA PARA AS PEÇAS FUNDIDAS (7.2.1.3 /</p><p>5.12.1.5)</p><p>39 ◙ PARTICULA MAG. ◙ LIQUIDO PENETRANTE</p><p>◙ RADIOGRAFIA ◙ ULTRASOM</p><p>40 O TESTE DE DUREZA EXIGIDO: (7.2.2.3)</p><p>41 O INSPEÇÃO ADICIONAL DA SUBSUPERFÍCIE PARA 7.2.1.3</p><p>42 PARA_______________________________________________</p><p>43 MÉTODO____________________________________________</p><p>44</p><p>45 COMENTARIOS</p><p>46</p><p>47</p><p>48</p><p>49</p><p>50</p><p>51</p><p>52</p><p>53</p><p>54</p><p>55</p><p>56</p><p>57</p><p>58</p><p>59</p><p>60</p><p>Figura N.1 (continuação)</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Folha de Dados de Bomba Centrifuga - Trabalho No.__________ ITEM NO.(S)_______</p><p>Verticalmente suspensas (tipo VS) REQ. / SPEC. NO. /________________</p><p>Unidades SI ORDEM DE COMPRA NO._______DATA________</p><p>CONSULTA NO________________POR _________</p><p>PÁG 3 de ______</p><p>1 CONSTRUÇÃO PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIE DE E PINTURA</p><p>2 ROTAÇÃO : (VISTO DO LADO DO ACOPLAMENTO ) CW CCW</p><p>3 BOMBA TIPO: (4.1)</p><p>4 ◙ VS1 ◙ VS2 ◙ VS3 ◙ VS4 ◙ VS5 ◙ VS6 ◙ VS7</p><p>5 MONT. DA CARCAÇA: □ TAMPA DE POÇO</p><p>□ INUNE □ PLACA DE MONTAGEM</p><p>SEPARADA(8.3.8.3.1)</p><p>7 □ PLACA ÚNICA SEPARADA (8.3.8.3.3)</p><p>8 CARCAÇA BI-PARTIDA</p><p>9 ◙ RADIAL ◙ AXIAL</p><p>10 TIPO DE CARCAÇA:</p><p>11 □ VOLUTE SIMPLES □ VOLUTA MULTIPLA □ DIFUSOR</p><p>12 PRESS. DE PROJETO DA CARCAÇA:</p><p>13 □ PRESSÃO MAX. PERMISSÍVEL DE TRABALHO _______(MPa)</p><p>EXIGIDA</p><p>14 @_________________ (°C)</p><p>15 □ PRESS. TESTE HIDROESTÁTICO ___________ (MPa)</p><p>16 O REGIÕES DE PRESS. SUCÇÃO DEVE SER PROJETADA PARA</p><p>MAWP (5.3.6)</p><p>17 □ CONEXÕES DE BOCAIS : (5.4.2)</p><p>18</p><p>19</p><p>TAM</p><p>DN</p><p>CLASS.</p><p>FLANGE</p><p>FACG POSIÇÃO</p><p>20 SUCÇÃO</p><p>21 VENT</p><p>22 TAMBOR DE</p><p>BALANCEAMENTO</p><p>23</p><p>24 CARCAÇA PRESSURIZADA CONEXÕES AUX. : (5.4.3)</p><p>25 ◙ DRENO</p><p>NO. TAM .(DN). TIPO</p><p>26 ◙ VENT</p><p>27 ◙ P.I</p><p>28 ◙ WARM-UP.</p><p>29 ◙ BALAN./</p><p>LEAK-OFF</p><p>30 ◙ CONEXÕES LISTADAS E ROSCADAS (5.4.3.8)</p><p>31 O ROSCAS CILINDIRCAS EXIGIDAS (5.4.3.3)</p><p>O PADRÃO DO FABRICANTE O OUTROS (VER ABAIXO)</p><p>O ESPECIFICAÇÃO NO._______________________________</p><p>BOMBA:</p><p>O PRIMER__________________________________________</p><p>O REVESTIMENTO DE ACABAMENTO __________________</p><p>PLACA BASE : (6.3.17)</p><p>O PREPARAÇÃO SUPERFÍCIE DA BOMBA</p><p>O PRIMER_________________________________________</p><p>O REVESTIMENTO DE ACABAMENTO _________________</p><p>O DETALHES DE DISPOSITIVOS DE IÇAMENTO (6.3.20)____</p><p>TRANSPORTE : (7.4.1)</p><p>O DOMESTICA O EXPORTAÇÃO O EMBALAGEM DE</p><p>EXPORTAÇÃO EXIGIDA</p><p>O ARMAZENAMENTO EXTERNO POR MAIS DE 6 MESES</p><p>CONJUNTO DE ROTOR RESERVA EMBALADO PARA:</p><p>O CONTAINER (8.2.8.3) O ARMAZENAMENTO VERT.</p><p>O TIPO DE PREPARAÇÃO P/ TRANS. ____________________</p><p>AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO</p><p>O CAMISA DE AQUECIMENTO EXIGIDA (5.8.9)</p><p>◙ RESFRIAMENTO EXIGIDO</p><p>◙ÁGUA DE RESFRIAMENTO (C.W.) PLANO DE TUBOS (6.5.3.1)</p><p>TUBULAÇÃO C.W :</p><p>◙ TUBOS ◙ CANOS CONEXÕES____________________</p><p>MATERIAIS TUBULAÇÃO C.W.:</p><p>◙ A. INOX ◙ A. CARBONO ◙ GALVANIZADO</p><p>EXIGENCIAS DE ÁGUA DE RESFRIAMENTO :</p><p>□CAIXA DE MANCAL______________ (m3/h) @________(MPa)</p><p>□ TROCADOR DE CALOR __________ (m3/h) @________(MPa)</p><p>TUBULAÇÃO DE A QUECIMENTO O TUBOS O CANOS</p><p>MANCAIS E LUBRIFICÇÃO</p><p>32 ROTOR:</p><p>33 O COMPONENTE BALANCEAMENTO P/ TO ISO 1940 G1.0</p><p>(5.9.4.4)</p><p>34 IMPELIDORES DE MOVIMENTO LIMITADO- SHRINK-OFF FIT</p><p>(8.2.2.3)</p><p>35 O ACOPLAMENTOS :(6.2.2)</p><p>36 O FABRICANTE_______________ ◙MODELO________________</p><p>37 □ CLASSIFICAÇÃO (kW per 100 r/min)</p><p>38 ◙COMP. ESPAÇADOR______(mm) ◙FATOR. DE SERVIÇO ____</p><p>39 ◙ RÍGIDO</p><p>40 THOUGH COUPLINGS</p><p>41 O</p><p>do material,</p><p>instrumentação, tubulação, cumprimento das especificações e testes dos componentes.</p><p>3.55</p><p>Vendedor – distibuidor</p><p>fabricante ou agente do fabricante que fornece o equipamento e normalmente é responsável pelo</p><p>serviço de suporte.</p><p>3.56</p><p>bomba vertical em linha</p><p>Bomba de eixo vertical a qual suas conexões de sucção e descarga têm uma linha central comum</p><p>que intersecta a linha do eixo</p><p>3.57</p><p>bomba verticalmente suspensa</p><p>Bomba de eixo vertical na qual o seu lado do líquido é suspenso de uma coluna e placa de</p><p>montagem</p><p>NOTA O lado do líquido da bomba é normalmente submerso no líquido bombeado.</p><p>3.58</p><p>Testemunhado</p><p>tipo de inspeção ou teste para o qual o comprador é notificado da data da inspeção ou teste e é dado um tempo</p><p>para que o comprador ou seu representante compareça a inpeção ou teste .</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4 Classificação e designação</p><p>4.1 Geral</p><p>As bombas descritas nesta Norma internacional são classif icadas e designadas como mostradas</p><p>na Tabela 1.</p><p>Tabela 1 – Classificação e identificação dos tipos das bombas</p><p>NOTA Ilustrações de vários tipos de bomba são fornecidas em 4.2</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 9</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revend a</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 10</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2 Designações de bombas</p><p>4.2.1 Tipo de bomba OH1</p><p>Bombas suspensas de um estágio montadas com pé devem ser designadas bomba tipo</p><p>OH1.(Esse tipo de bomba não reúne todos as exigencias desta Norma Internacional, ver Tabela</p><p>2.).</p><p>Figura 1 –Bomba tipoOH1</p><p>4.2.2 Bomba tipo OH2</p><p>Bombas suspensas de um estágio montada em linhas centrais devem ser designadas bomba tipo</p><p>OH2. Elas têm uma única caixa de mancal para absorver todas as forças impostas no eixo da</p><p>bomba e mantêm a posição do rotor durante a operação. As bombas são montadas em uma placa</p><p>De base de apoio e são acopladas flexivelmente aos seus acionadores.</p><p>Figura 2- Bomba tipo OH2</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 10</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 11</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.3 Tipo de bomba OH3</p><p>Bombas suspensas em linha vertical de um único estágio com mancais de consolos separados devem ser</p><p>designadas bomba tipo OH3. Elas possuem uma caixa de mancal integral com a bomba para absorver todas as</p><p>cargas da bomba. O acionador é montado em um suporte integral para a bomba. As bombas e seus</p><p>acionadores são flexivelmente acoplados</p><p>Figura 3 – Bomba tipo OH3</p><p>4.2.4 Bomba OH4</p><p>Bombas suspensas de um único estágio em linha vertical rigidamente acoplada devem ser</p><p>designadas bomba tipo OH4. Bombas acopladas rigidamente possuem seus eixos rigidamente</p><p>acoplados aos eixos da unidade acionadora (Esse tipo não se enquadra em todas as exigencias</p><p>desta Norma Internacional, ver Tabela 2.)</p><p>Figura 4- Bomba tipo OH4</p><p>4.2.5 Bomba tipo OH5</p><p>Bombas suspensas de um único estágio de acoplamento fechado em linha vertical devem ser</p><p>designadas bomba tipo OH5. Bombas de acoplamentos fechados possuem seus impelidores</p><p>montados diretamente no eixo do acionador. (Esse tipo não se enquadra em todas as exigencias</p><p>desta Norma Internacional, ver tabela 2.)</p><p>Figura 5 – Bomba tipo OH5</p><p>4.2.6 Bomba tipo OH6</p><p>Bombas suspensas de um único estágio de velocidade máxima totalmente movidas a engrenagens</p><p>Devem ser designadas bombas tipo OH6. Essas bombas possuem uma caixa de engrenagem de velocidade</p><p>crescente integral com a bomba. O impelidor é montado diretamente ao eixo de saída da caixa de engrenagem.</p><p>Não existe acoplamento entre a caixa de engrenagem e a bomba; entretanto, a caixa de engrenagem é</p><p>flexivelmente acoplada ao seu acionador. As bombas podem ser dispostas verticalmente ou horizontalmente.</p><p>Figura 6 – Bomba tipo OH6</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 12</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 13</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.7 Bomba tipo BB1</p><p>Bombas axialmente abertas de um ou dois estágios e bi-apoiadas devem ser designadas bomba</p><p>tipo BB1.</p><p>Figura 7 – Bomba tipo BB1</p><p>4.2.8 Bomba tipo BB2</p><p>Bombas bi-apoiadas de um e dois estágios de aberturas radiais devem ser designadas bomba tipo</p><p>BB2.</p><p>Figura 8 – Bomba tipo BB2</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 13</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 14</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.9 Bomba tipo BB3</p><p>Bombas bi-apoiadas de estágios múltiplos de abertura axiail</p><p>Figura 9 – Bomba tipo BB3</p><p>4.2.10 Bomba tipo BB4</p><p>Bombas bi-apoiadas de estágios múltiplos com carcaças simples e de aberturas radiais devem ser designadas</p><p>bomba tipo BB4. Essas bombas são também chamadas de bombas de sessão anular ,bombas de anéis</p><p>segmentares ou bombas tirantes de união tie-rod pumps. Essas bombas possuem um caminho potencial de</p><p>vazamento potential leakege path entre cada segmento. (Esse tipo não se enquadra em todas as exigencias</p><p>desta Norma Internacional, ver Tabela 2.)</p><p>Figura 10 – Bomba tipo BB4</p><p>4.2.11 Bomba tipo BB5</p><p>Bombas pi-apoiadas, múltiplos estágios, de carcaça dupla e abertura radial( bombas barris) devem ser</p><p>designadas bomba tipo BB5.</p><p>Figura 11 – Bomba tipo BB5</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 14</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,, -̀--</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 15</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.12 Bomba tipo VS1</p><p>Bombas de carcaças simples difusoras, verticalmente suspensas e fendas úmidas com d escargas</p><p>através das colunas devem ser designadas bomba tipo VS1.</p><p>Figura 12 – Bomba tipo VS1</p><p>4.2.13 Bomba tipo VS2</p><p>Bombas de carcaças simples volutas verticalmente suspensas e fendas úmidas co m descargas</p><p>através das colunas devem ser designadas bomba tipo VS2.</p><p>Figura 13 – Bomba tipo VS2</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 15</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 16</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.14 Bomba tipo VS3</p><p>Bombas verticalmente suspensas, carcaças simples, vazão axial e fenda úmida com descarga</p><p>através das colunas devem ser designadas bomba tipo VS3.</p><p>Figura 14 – Bomba tipo VS3</p><p>4.2.15 Bomba tipo VS4</p><p>Bombas verticalmente suspensas, reservatórios de carcaças simples volutas acionadas pelos eixos em linhas</p><p>devem ser designadas bomba tipo VS4</p><p>Figura 15 – Bomba tipo VS4</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 16</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 17</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.16 Bomba tipo VS5</p><p>Bombas verticalmente suspensas de reservatório cantiléver devem ser designadas bombas tipo VS5.</p><p>Figura 16 – Bomba tipo VS5</p><p>4.2.17 Bomba tipo VS6</p><p>Bombas suspensas verticalmente de carcaças duplas difusoras devem ser designadas bomba tipo</p><p>VS6.</p><p>Figura 17 – Bomba tipo VS6</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 17</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 18</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>4.2.18 Bomba tipo VS7</p><p>Bombas suspensas verticalmente com carcaças volutas duplas devem ser designadas bomba tipo</p><p>VS7.</p><p>Figura 18 – Bomba tipo VS7</p><p>4.3 Unidades e exigências governamentais</p><p>4.3.1 O comprador deve especificar se os desenhos e dimensões de manutenções das bombas devem ser em</p><p>unidades SI ou unidades usuais US. O Uso de uma ISO datasheet (ver anexo N, Figura N.1) indica que</p><p>unidades SI devem ser usadas. Uso de uma USC datasheet (ver anexo N, Figura N2) indica que unidades</p><p>usuais US devem ser usadas.</p><p>4.3.2 Aonde exigências específicas para um tipo particular de bomba na Cláusula 8 conflitam com quaisquer</p><p>outras cláusulas, as exigencias da Clausula 8 devem governar.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 18</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>5 Projeto Basico</p><p>5.1 General</p><p>5.1.1 O equipamento (incluindo os auxiliares) cobertos por esta Norma Internacional deve ser</p><p>projetado e construído para o tempo mínimo de serviço de 20 anos (excluindo as peças de</p><p>desgaste normal identif icadas na Tabela 18) e pelo menos 3 anos de operação ininterrupta.</p><p>Entende-se que estes são requerimentos de projeto e que o serviço ou severidade de uso, má</p><p>operação ou manutenção imprópria, pode resultar no não cumprimento des tes critérios. O termo</p><p>“ Projeto” deve ser aplicado somente aos parâmetros ou características do equipamento</p><p>fornecidos pelo fabricante. O termo “ Projeto” não deve ser usado no pedido de compra ou em</p><p>especif icações para evitar confusão na compreensão da ordem.</p><p>5.1.2 O representante deve assumir responsabilidade unitária de todo equipamento e todos os</p><p>sistemas auxiliares incluídos no escopo da ordem.</p><p>5.1.3 O Comprador deve especif icar as condições de operação , as propriedades do liquido,</p><p>condições da área e utilidades, incluído todos os dados contidos na planilha de dados de</p><p>processo( process data sheet (Anexo N). O comprador deve especif icar se a bomba deverá ser</p><p>usada como uma HPRT e se o anexo C deve ser aplicado.</p><p>5.1.4 O equipamento deve ser capaz de ser operado em condições normais e pontos de operação</p><p>determinados e qualquer outra condição de operação especif icada pelo comprador.</p><p>5.1.5 Os Fluidos inf lamáveis ou perigosos devem ser identif icados pelo comprador</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 18</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 17</p><p>5.1.6 As bombas devem ser capazes de pelo menos 5 % de aumento de head em condições</p><p>especif icadas através de substituição do impelidor (res) por um de diâmetro maior ou projeto</p><p>hidráulico diferente, capacidade de velocidade variável ou o uso de um estágio neutro.</p><p>Esta exigência tem a intenção de prevenir uma mudança na seleção causada pelo ref inamento das</p><p>exigências hidráulicas após a compra da bomba. Não tem a intenção de acomodar expansão</p><p>futura. Se houver um a exigência de operação futura, deve ser especif icado separadamente e</p><p>considerado na seleção.</p><p>5.1.7 As bombas devem ser capazes de operar pelo menos ate a velocidade máxima continua. A</p><p>velocidade máxima continua deve ser :</p><p>a) igual a velocidade correspondente a velocidade síncrona na f reqüência máxima fornecida para</p><p>motores elétricos,</p><p>b) pelo menos 105 % da velocidade determinada nas bombas de velocidade variável, e qualquer</p><p>bomba de velocidade f ixa de reserva ou com uma bomba reserva cuja unidade motora seja capaz</p><p>de exceder a velocidade especif icada.</p><p>5.1.8 As bombas de velocidade variável devem ser projetadas para excursões de trip de</p><p>velocidade que não causem danos. for excursions to velocidade de trip without damage.</p><p>5.1.9 As condições exigidas na câmara de selagem para manter um f ilme estável nas faces da</p><p>selagem, incluindo temperatura, pressão e vazão, como também providencias para assegurar a</p><p>adequação do projeto da selagem contra pressão atmosférica quando as bombas estiverem</p><p>paradas em serviço de vácuo, deve ser acordado pelo vendedor e fabricante do selo, aprovado</p><p>pelo comprador e anotado no data sheet.</p><p>NOTA – A selagem contra pressão atmosférica em serviços de vácuo é especialmente importante</p><p>quando o</p><p>liquido manipulado estiver próximo a sua pressão de vapor (ex: gases liquefeitos de petróleo).</p><p>5.1.10 O vendedor deve especif icar nos data sheets o NPSHR baseado na água em temperatura</p><p>menor que 65 °C (150 °F)] na vazão e velocidade especif icada.Não deve ser aplicado um fator de</p><p>redução ou correção para líquidos que não seja água (como hidrocarbonetos).</p><p>O comprador deve considerar uma margem apropriada NPSH adicionado ao NPSHR . Uma</p><p>margem NPSH é o NPSH que existe em excesso do NPSHR da bomba. É normalmente desejável</p><p>ter uma margem de NPSH operacional que seja suf iciente a todas as vazões (de vazão mínima</p><p>contínua a vazão operacional máxima esperada) para proteger a bomba contra danos causados</p><p>por recirculação de f luxo, separação e cavitação. O vendedor deve ser consultado sobre margens</p><p>de NPSH indicadas para o tipo de bomba específ ico e serviço planejado. Ao estabelecer o NPSHA,</p><p>o comprador e o vendedor deve reconhecer a relação entre a vazão minima contínua e a</p><p>velocidade de sucção-específ ica da bomba. Em geral, a vazão mínima contínua, expressada</p><p>como uma porcentagem de vazão no ponto de melhor ef iciência da bomba, aumenta a medida que</p><p>a velocidade de sucção- especif ica aumenta. Porém, outros fatores como o nível de energia da</p><p>bomba e o projeto hidráulico, o liquido bombeado e a margem de NPSH, também afeta a</p><p>habilidade da bomba de operar satisfatoriamente em uma ampla f ixa de vazão. O projeto de</p><p>bomba que foca a operação de baixa - vazão é uma tecnologia em evolução, e a seleção de níveis</p><p>de velocidade de sucção - específ icos e margens de NPSH deve considerar a experiência da</p><p>industria do vendedor ..</p><p>A menos que seja especif icado o contrário, a elevação de referencia será a linha de centro do eixo</p><p>para bombas horizontais, a linha de centro do bocal de sucção para bombas em-linha verticais, e</p><p>o topo da fundação para bombas suspensas verticalmente.</p><p>5.1.11 A velocidade de sucção específ ica da bomba deve ser calculada de acordo com o Anexo A</p><p>e, se especif icado, limitado como descrito nos data sheet.</p><p>5.1.12 Bombas que operam com líquidos mais viscosos que a água, devem ter seu desempenho</p><p>com água corrigidos de acordo com a H.I 1.3 (ver Clausula 2). Os fatores de correção devem ser</p><p>enviados com propostas e curvas de teste.</p><p> 5.1.13 Bombas que tem curva estável head/taxa de vazão (aumento continuo de head até</p><p>parada -shutof f ) são preferidas para todas as aplicações e são requisitadas se operação paralela</p><p>for requisitado. Se for especif icado operação paralela, O aumento de head rise do ponto</p><p>especif icado até o ponto de parada –shutof f deve ser pelo menos 10 %. Se o orif ício de descarga</p><p>for usado como forma de fornecimento de aumento continuo até a parada do equipamento, tel</p><p>intenção deve ser especif icada na proposta de compra.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>17</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 18</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 18</p><p>5.1.14 As Bombas devem ter uma faixa preferencial de operação de 70 % a 120 % da taxa de</p><p>vazão do ponto de melhor ef iciência da bomba como fornecido. A vazão especif icada deve estar</p><p>na faixa de 80 % a 110 % da taxa de vazão de melhor ponto de ef iciência da bomba como</p><p>fornecido.</p><p>A determinação dos limites para o faixa preferencial de operação e a localização da vazão</p><p>especif icada não tem a intenção de levar ao desenvolvimento adicional de bombas de tamanho</p><p>menor ou impedir o uso de bombas de alta velocidade especif ica. Pequenas bombas que</p><p>sabemos que operam satisfatoriamente fora dos limites de vazão especif icados,e bombas de alta</p><p>velocidade especif ica, que podem ter uma faixa de operação preferencial mais curta que o</p><p>especif icado, devem ser oferecidas para uso onde apropriado, e suas f ixas de operação</p><p>preferencial devem ser claramente mostradas na proposta de curva. A a velocidade especif ica da</p><p>bomba deve ser calculada de acordo com o anexo A.</p><p>5.1.15 O ponto de melhor ef iciência da bomba como fornecido, deve ser preferencialmente entre o</p><p>ponto especif icado e o ponto normal.</p><p> 5.1.16 Se especif icado, vendedor deve fornecer dados Ambos, pressão máxima de ruído e</p><p>nível de potencia máxima de ruído por banda de oitavas para o equipamento . O controle do nível</p><p>de pressão de ruído (SPL) de todo equipamento fornecido deve ser um esforço em conjunto entre</p><p>o comprado e o vendedor que tem a responsabilidade sobre o equipqmento. O equipamento</p><p>fornecido pelo vendedor deve estar em conformidade com a pressão máxima de ruído admissível</p><p>especif icado . A ISO 3740 [7], ISO 3744 [8] e a ISO 3746 [9] taambem podem ser consultadas para</p><p>orientação.</p><p>5.1.17 Bombas com heads maior que 200 m (650 f t) por estágio e com mais de 225 kW (300 hp)</p><p>por estagio podem exigir ações especiais contra a vibração causada f reqüência de passagem da</p><p>paleta e vibração de baixa f reqüência em taxa de vazão reduzidas. Nestas bombas, a folga radial</p><p>entre a paleta difusora ou volute tongue (cutwater) e a periferia da lamina do impelidor impelidor</p><p>blade deve ser de pelo menos 3 % do maximo do raio da ponta da lamina do impelidor e a pelo</p><p>menos 6 % do maximo do raio da ponta da lamina para os designs de voluta. O raio maximo da</p><p>ponta da lamina do impelidor é o raio do maior impelidor que pode ser usado dentro da carcaça da</p><p>bomba (ver 5.1.6). A porcentagem da folga [e calculada da seguinte forma:</p><p>Onde</p><p>P é porcentagem da folga;</p><p>R2 é o raio da voluta ou ponta interna do difusor;</p><p>R1 é o raio máximo da ponta da lamina do impelidor.</p><p>Os impelidores da Bombas cobertos por esta clausula não dem ser modif icados após o teste para</p><p>de correção de desempenho hidráulico através underf iling, overf iling ou “V”-cutting sem notif icar o</p><p>comprador antes de despachar o equipamento. Qualquer modif icação deve ser documentada de</p><p>acordo com a 9.3.4.1.</p><p>5.1.18 Bombas operando acima de 3600 r/min e absorvendo mais de 300 kW (400 hp) por estagio,</p><p>podem exigir folgas ainda maiores e outras características especiais de construção. Para estas</p><p>bombas, requisitos especiais devem ser acordados pelo comprador e o vendedor , considerando a</p><p>experiência atual de operação com bombas de modelo especif ico.</p><p>5.1.19 A necessidade de resfriamento deve ser acordada entre o comprador e o vendedo. Uma</p><p>das formas descritas no Anexo B deve ser selecionada. O sistema de resfriamento deve ser</p><p>apropriado para operação com o liquido ref rigerante, temperatura e pressão especif icado pelo</p><p>comprador. O vendedor deve especif icar a vazão necessária. Para evitar condensação, a</p><p>temperatura mínima de entrada da água de resfriamento das caixas de mancal devem ser acima</p><p>da temperatura ambiente.</p><p>5.1.20 Se equipado com camisas de água, devem ter conexões clean-out connections organizadas</p><p>de forma que toda a área de passagem da água possa ser mecanicamente limpa, esguinchada ou</p><p>drenada.</p><p>5.1.21 Se equipado com sistemas de camisa de água, os mesmos devem ser projetados para</p><p>prevenir que a corrente de processo contamine o conteúdo da camisa. As passagens da camisa</p><p>não devem abrir em caixas de conecção.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709 18</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameritubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS Não para revenda</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E) © ISO 2003 — Todos os direitos reservados 19</p><p>5.1.22 O sistemas de Resfriamento a Água devem ser projetados para as seguintes condições no</p><p>lado da água:</p><p>Unidades Unidades SI</p><p>US Customary</p><p>units</p><p>Velocidade sobre superf ícies de trocadores de calor: 1,5 m/s to 2,5 m/s (5 f t/s to 8 f t/s)</p><p>Pressão Máxima de trabalho Permitida (MAWP), PI: 700 kPa (7 bar) (100 psi)</p><p>Pressão de Teste (>1,5 MAWP), PI: 1 050 kPa (10,5 bar) (150 psi)</p><p>Queda Máxima de Pressão: 100 kPa (1 bar) (15 psi)</p><p>Temperatura Máxima de Entrada: 30 °C (90 °F)</p><p>Temperatura Máxima de Saída: 50 °C (120 °F)</p><p>Temperatura Máxima de rise: 20 K (30 °R )</p><p>Fator de incrustarão no lado da água: 0,35 m2·K/kW (0,002 h-f t2-°R/Btu)</p><p>Taxa de Corrosão Permissível da Carcaça 3,0 mm (0,125 in)</p><p>(não para tubos):</p><p>Ações devem ser tomadas para a drenagem e ventilação completa do sistema.</p><p>O critério de velocidade sobre superf ícies de troca de calor tem a intenção de minimizar a</p><p>incrustação no lado da água.</p><p>5.1.23 A organização do equipamento, incluindo os auxiliares, devem ser desenvolvidos em</p><p>conjunto, pelo comprador e o vendedor . O posicionamento deve oferecer áreas com folga</p><p>adequada e acesso seguro para operação e manutenção.</p><p>5.1.24 Motores, componentes e instalações elétricas devem obedecer as exigências de</p><p>classif icação de área (classe, groupo, e divisão ou zona) especif icado pelo comprador e devem</p><p>estar de acordo com as exigências aplicáveis das seções do IEC 60079 ou NFPA 70, Artigos 500,</p><p>501, 502, 504 e 505 como também qualquer código local especif icado e fornecido no pedido pelo</p><p>comprador .</p><p>5.1.25 Reservatorios de óleo e carcaças que cubram peças lubrif icada, como mancais, selos de</p><p>eixo, peças altamente polidas, instrumentos e elementos de controle, devem ser projetados para</p><p>minimizar contaminação por humidade , poeira ou outro tipo de matéria estranha durante os</p><p>períodos de operação e fora de operação.</p><p>5.1.26 Todo equipamento deve ser projetado para permitir manutenção rápida e econômica. As</p><p>peças maiores como componentes da carcaça e caixa de mancal devem ser projetadas e</p><p>fabricadas para garantir alinhamento preciso na remontagem. Isto pode ser realizado através do</p><p>uso de shouldering, dowels or keys.</p><p>5.1.27 Exceto para bombas verticalmente suspensas e bombas totalmente engrenadas, as bombas</p><p>devem ser projetadas para permitir a remoção do rotor ou elemento interno, sem desconectar a</p><p>tubulação de sucção, descarga ou movendo a unidade motriz.</p><p>5.1.28 A bomba e sua unidade motora devem operar em sua bancada de testes e sua fundação</p><p>permanente dentro do critério de aceitação descrito no item 5.9.3. Após a instalação, o</p><p>desempenho das unidades combinadas devem ser de responsabilidade do comprador e do</p><p>vendedor responsável pela unidade.</p><p>5.1.29 Peças sobressalentes e de reposição para a bomba e todos os equipamentos auxiliares,</p><p>devem no mínimo, estar em conformidade com o critério desta Norma Internacional.</p><p>5.1.30 Equipamentos, incluindo todos os auxiliares, devem ser projetados para instalação externa</p><p>e as condições atmosféricas da área. O vendedor deve aconselhar sobre qualquer tipo de</p><p>proteção para o equipamento para aquela área de trabalho (ex: Invernização para biaxas</p><p>temperaturas ou proteção contra humidade incomum, poeira ou condições corrosivas etc...).</p><p>5.1.31 A pressão das porcas de f ixação da carcaça deve estar de acordo com o seguinte critério.</p><p>a) Os detalhes de rosqueamento em conformidade com as ISO 261, ISO 262, ISO 724 e ISO 965,</p><p>ou o ASME B1.1.</p><p>b) Deverá haver folga de área para permitir o uso de ferramentas, soquetes e chaves para o aperto</p><p>das porcas/parafusos.</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>19</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Not for Resale No reproduction or networking permitted without license from IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>20 © ISO 2003 — All rights reserved</p><p>c) Exige aprafusos de cabeça hexagonal a não ser que exista acordo contrario a especif icação .</p><p>d) Os Fasteners não devem ter menos que 12 mm (0,5 in) de diametro.</p><p>e) Os Fasteners (excluindo arruelas e parafusos sem cabeça headless set-screws) devem ser</p><p>fabricados em material de acordo com as especif icações e indentif icado pelo fabricante com</p><p>símbolos em um lado em studs de 10 mm (3/8 in) de diâmetro e maiores tambem na cabeça dos</p><p>parafusos de 6 mm (1/4 in) de diametro e maior. Se a área disponível for inadequada, o símbolo de</p><p>identif icaçãode material deve ser marcado em um lado e o símbolo de identif icação do fabricante</p><p>do outro lado. Os Studs devem ser marcados na extremidade exposta.</p><p>NOTA Um set-screw é um parafuso com uma soquete hexagonal em uma das extremindades.</p><p>f ) As roscas f ina métrica e UNF não devem ser usadas.</p><p>5.2 Tipos de Bombas</p><p>Os tipos bombas listados na Tabela 2 tem caracteriscas de projeto especiais e deve ser fornecido</p><p>apenas se especif icado pelo comprador e se o fabricante tiver experiência comprovada para a</p><p>aplicação especif ica. A tabela 2 as características que requerem consideração especial para tipos</p><p>de bomba, e em parêntesis a (s) subclausula (s) relevante (s) des desta Norma Internacional .</p><p>Tabela 2 — Special design features of particular Bomba types</p><p>Bomba type Features requiring special consideration</p><p>Close-coupled (impeler montado no eixo do motor), a) Fabricação do Motor (6.1)</p><p>OH5 b) Mancal do Motor e temperatura de giro em altas</p><p>temperaturas de bombeamento</p><p>c) Remoção de Selos (5.8.2) Acoplado Rigidamente em</p><p>linha vertical ,</p><p>OH4 a) Fabricação do Motor (6.1)</p><p>b) Dureza do Rotor (5.6.9)</p><p>c) Mancal guia de lubrificação-produto (5.10.1.1)</p><p>d)Runout do eixo no selo (5.6.8, 5.8.5)</p><p>Montagem sobre base pendurada , OH1 a) Taxa de Pressão (5.3.5)</p><p>b) Casing support (5.3.11)</p><p>Pendurado Dois Estágios a) Dureza do motor (5.6.9)</p><p>Pendurado Sucção dupla a) Dureza do motor (5.6.9)</p><p>Carcaça Seção- Anular (multi estagio), BB4 a) Contenção de Pressão (5.3.3, 5.3.10)</p><p>b) Desmontagem (5.1.27)</p><p>Selo mecânico embutido (sem gland de selo separável) a) Remoção de Selo remoção (5.8.2)</p><p>20</p><p>Direitos Reservados ao Instituto de Petróleo Ameri tubo</p><p>Reproduzido por IHS sob licença da API</p><p>Não é permitida a divulgação ou transmissão pela internet sem a licença da IHS</p><p>--̀ ,,, ,̀ -̀̀ -̀ ,,̀ ,, ,̀̀ ,,`---</p><p>ISO 13709:2003(E)</p><p>© ISO 2003 — Todos os direitos reservados 21</p><p>API Norma 610 / ISO 13709</p><p>5.3 Carcaças de Pressão</p><p>5.3.1 A pressão máxima de descarga deve ser a pressão máxima de sucção mais o diferencial</p><p>maximo de pressão que a bomba é capaz de desenvolver quando estiver operando com o</p><p>impelidor na velocidade nominal e densidade relativa normal especif icada (gravidade especif ica).</p><p>NOTA- A base de determinação da pressão máxima de descarga é um assunto de aplicação .</p><p>5.3.2 Se especif icado, a pressão máxima de descarga deve ser aumentada pelo diferencial de</p><p>pressão adicional desenvolvido durante um ou mais das seguintes condiçoes de operação :</p><p>a) a densidade relativa máxima especif icada em qualquer condição de operação especif icada;</p><p>b) instalação de um impelidor de diâmetro maximo e/ou numero de estágios que a bomba pode</p><p>acomodar;</p><p>c) operação até a velocidade de trip.</p><p>O comprador deve avaliar a possibilidade da ocorrência condições acima antes de especif icá-las.</p><p>O diferencial de pressão adicional desenvolvido na velocidade de trip é uma excursão</p><p>momentânea a ser absorvida pela margem hidro estática.</p><p>5.3.3 A carcaça pressurizada deve ser projetada para:</p><p>a) operar sem vazamentos ou contato interno das peças estacinárias ou rotativas enquanto sujeita</p><p>simultaneamente ao MAWP (e temperatura correspeondente ) e a combinação de pior- caso de</p><p>duas cargas permissíveis de bocais da Tabela 4 aplicada em cada bocal;</p><p>b) Suportar o teste hidrostático (Ver 7.3.2).</p><p>NOTA- A exigencia de carga dupla no bocal é a um cirterio do projeto da carcaça pressurizada. Os valores a</p><p>serem usados no projeto para cargas de bocal estão listados na tabela 4.</p>