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<p>PORTFÓLIO</p><p>PRÁTICA DE EXTENSÃO</p><p>INTERDISCIPLINAR II</p><p>Prof. Raíque José de Sousa</p><p>Turma: 2° período/ Serviço Social</p><p>GRUPO</p><p>Anizia Oliveira, 2º período/</p><p>Polo Colatina-ES</p><p>Ana Carla Martins, 1°</p><p>período/ Polo Serra-ES</p><p>Catiane dos Santos, 2°</p><p>período/ Polo Montanha-ES</p><p>Gequisilene, 2° período/</p><p>Polo Cariacica-ES</p><p>Isabele Soeiro, 2°</p><p>período/ Polo Aracruz-ES</p><p>Karina Machado, 2°</p><p>período/ Polo Barueri-SP</p><p>Karine Santiago, 2° período/</p><p>Polo Águas Formosas-MG</p><p>Raiany Agostinho, 3°</p><p>período/ Polo Serra-ES</p><p>Vanelia Pereira, 2° período/</p><p>Polo Pedro Canário-ES</p><p>REUNIÃ0</p><p>Primeiro encontro virtual do grupo,</p><p>realizado no dia 29 de abril de 2024</p><p>às 20 horas.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Através de pesquisas sobre vulnerabilidade social, nos deparamos com uma</p><p>realidade presente em nosso cotidiano de várias maneiras. Embora possa não</p><p>afetar diretamente nossas casas ou as de nossos familiares, a questão da fome</p><p>atinge uma grande parcela da comunidade brasileira, afetando amigos,</p><p>conhecidos e pessoas em nosso convívio. Muitas famílias que vivem em</p><p>vulnerabilidade enfrentam necessidades extremas e precisam buscar formas</p><p>alternativas de sustento.</p><p>O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem como finalidade</p><p>auxiliar essas famílias. Um dos seus benefícios eventuais mais importantes e</p><p>procurado é o da concessão Cesta Básica, que é destinada a famílias de baixa</p><p>renda que se encontram em situação de vulnerabilidade social e necessitam de</p><p>suporte imediato.</p><p>PROBLEMA</p><p>Durante visita ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) em Aracruz,</p><p>identificou-se um desafio significativo relacionado à insegurança alimentar.</p><p>Embora o Cadastro Único seja realizado, não há garantia de que os munícipes serão</p><p>contemplados com a concessão de cesta básica, pois isso está sujeito a critérios</p><p>específicos. Além disso, o número limitado de cestas disponíveis por mês agrava a</p><p>situação, prejudicando a disponibilidade do benefício alimentar eventual.</p><p>PROBLEMA</p><p>Quais são os principais obstáculos</p><p>enfrentados pelos munícipes de</p><p>Aracruz ao solicitar o benefício</p><p>eventual de cesta básica no Centro</p><p>de Referência de Assistencia Social</p><p>Morobá (CRAS Morobá)?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Analisar o surgimento do CRAS;</p><p>Verificar os desafios e dificuldades enfrentados pelos</p><p>munícipes ao buscar a concessão de benefícios</p><p>eventuais de cesta básica.</p><p>Compreender a importância do CRAS para a população;</p><p>METODOLOGIA</p><p>Pesquisa Bibliográfica: são referências teóricas já publicadas</p><p>em documentos</p><p>Pesquisa Descritiva: visa descrever características ou fenômenos</p><p>de uma população.</p><p>Pesquisa Qualitativa: consentra-se na compreensão de fenômenos</p><p>sociais. Utiliza metodos como entrevista.</p><p>POLÍTICA PÚBLICA DE</p><p>ASSISTENCIA SOCIAL</p><p>Política pública de assistência social refere-se ao conjunto de</p><p>medidas e ações governamentais destinadas a promover o bem-</p><p>estar e a inclusão social de grupos vulneráveis, fornecendo serviços</p><p>e benefícios para atender às suas necessidades básicas, como</p><p>alimentação, moradia, saúde e educação. Essas políticas visam</p><p>reduzir a desigualdade social e promover a igualdade de</p><p>oportunidades para todos os cidadãos (LOAS, artigos 1°, 2° e 3°).</p><p>CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>Constituição de 1988: A Constituição Federal de 1988 foi um ponto de virada</p><p>para a assistência social no Brasil, pois estabeleceu a assistência social</p><p>como um direito do cidadão e um dever do Estado. A partir daí, começou a se</p><p>desenhar uma política pública mais estruturada (Silva, M. T., 2008, pg. 21).</p><p>Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) - 1993: A Lei nº 8.742/1993,</p><p>conhecida como LOAS, regulamentou a assistência social como parte da</p><p>Seguridade Social, definindo suas diretrizes, objetivos e organização. Ela</p><p>destacou a universalidade da proteção social e a descentralização das</p><p>ações (Sposati, A., 2006).</p><p>IMPLEMENTAÇÃO DA PNAS</p><p>Primeira PNAS - 2004: Em 2004, foi publicada a primeira versão da Política</p><p>Nacional de Assistência Social. Este documento consolidou os princípios e</p><p>diretrizes da assistência social no Brasil, orientando a gestão e a execução</p><p>dos serviços socioassistenciais em todos os níveis de governo (PNAS/2004</p><p>NOB/SUAS).</p><p>SUAS (Sistema Único de Assistência Social): A PNAS de 2004 também</p><p>introduziu o SUAS, que organizou a assistência social de forma semelhante</p><p>ao SUS (Sistema Único de Saúde). O SUAS estabelece uma rede de serviços e</p><p>benefícios que devem ser oferecidos de forma integrada e descentralizada</p><p>(PNAS/2004 NOB-SUAS).</p><p>CENTROS DE REFERÊNCIA DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS)</p><p>Criação dos CRAS: Os CRAS foram instituídos como parte do SUAS, servindo</p><p>como a principal porta de entrada para o acesso aos serviços</p><p>socioassistenciais. Eles foram criados para facilitar o acesso das famílias</p><p>em situação de vulnerabilidade aos programas e benefícios oferecidos pela</p><p>assistência social (Secretaria Nacional de Assistência Social, Brasil, 2009).</p><p>Objetivos dos CRAS: Os CRAS têm como objetivo prevenir situações de risco</p><p>social, promover a inclusão social, fortalecer vínculos familiares e</p><p>comunitários e garantir direitos. Eles oferecem serviços como</p><p>acompanhamento familiar, atividades socioeducativas e encaminhamento</p><p>para outros serviços (Secretaria Nacional de Assistência Social, Brasil,</p><p>2009).</p><p>CENTROS DE REFERÊNCIA DE</p><p>ASSISTÊNCIA SOCIAL MOROBÁ</p><p>O CRAS de Morobá realiza também o Serviço de Convivência e</p><p>Fortalecimento de Vínculos (SCFV), com o grupo de idosos, na faixa etária</p><p>de 60 a 74 anos, sendo o público mais participativo.</p><p>O SCFV é um conjunto de atividades realizadas em grupos, organizadas</p><p>conforme os ciclos de vida dos participantes. O objetivo é complementar o</p><p>trabalho social com as famílias e prevenir situações de risco social. Esse</p><p>serviço está vinculado a Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF).</p><p>76%</p><p>PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA</p><p>De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social (pg. 13), a assistência</p><p>social organiza-se pelos seguintes tipos de proteção: "proteção social</p><p>básica, que consiste em um conjunto de serviços, programas, projetos e</p><p>benefícios da assistência social voltados para a prevenção de situações de</p><p>vulnerabilidade e risco social, por meio do desenvolvimento de</p><p>potencialidades e aquisições e do fortalecimento de vínculos familiares e</p><p>comunitários" (Art. 6º-A do Capítulo III).</p><p>Conforme o Art. 6º-C da Lei Orgânica da Assistência Social (p. 14), as</p><p>proteções sociais, básica e especial, serão oferecidas principalmente no</p><p>Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e no Centro de Referência</p><p>Especializado de Assistência Social (Creas), respectivamente,[...] art. 3º desta</p><p>lei.</p><p>PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA - BENEFÍCIOS</p><p>Benefício de Prestação Continuada:</p><p>provido pelo Governo Federal,</p><p>consistindo no repasse de um salário</p><p>mínimo mensal ao idoso e à pessoa</p><p>com deficiência que comprovem não</p><p>ter meios para suprir suas subsistência</p><p>(PNAS/2004 NOB/SUAS, pg. 99).</p><p>Benefícios Eventuais: são previstos</p><p>no art. 22 da LOAS e visa ao</p><p>pagamento de auxílio por natalidade</p><p>ou morte. (PNAS/2004 NOB/SUAS, pg.</p><p>99). A cesta básica concedida pelo</p><p>CRAS é fornecida através do</p><p>gerenciamento do município, e</p><p>destina-se a atender necessidades</p><p>urgentes e temporárias das famílias</p><p>em situação de vulnerabilidade</p><p>social.</p><p>PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA - PROGRAMAS E</p><p>SERVIÇOS</p><p>Programas de Assistência Social:</p><p>programas que visam o repasse direto</p><p>de recursos dos fundos de Assistência</p><p>Social aos beneficiários, como forma</p><p>de acesso à renda, visando o combate à</p><p>fome, à pobreza e outras formas de</p><p>privação de direitos, que levem à</p><p>situação de vulnerabilidade social,</p><p>criando possibilidades para a</p><p>emancipação, o exercício da autonomia</p><p>das famílias e indivíduos atendidos e o</p><p>desenvolvimento local (PNAS/2004</p><p>NOB/SUAS, pg. 99). Exemplo o Bolsa</p><p>Família.</p><p>Serviços Oferecidos: Entre os</p><p>principais serviços oferecidos estão</p><p>o Serviço de Proteção e Atendimento</p><p>Integral à Família (PAIF), que busca</p><p>fortalecer a função protetiva das</p><p>famílias, e ações voltadas para a</p><p>convivência e fortalecimento de</p><p>vínculos. Exemplo: Serviço de</p><p>Convivência e Fortalecimento de</p><p>Vínculos (SCFV ).</p><p>BENEFÍCIO EVENTUAL</p><p>- CESTA BÁSICA</p><p>Durante uma visita ao Centro de Referência de</p><p>Assistência Social (CRAS) Morobá, em Aracruz,</p><p>identificou-se, após entrevistas, um desafio</p><p>significativo relacionado à insegurança alimentar na</p><p>população local. Um dos problemas é que não há</p><p>garantia de que os munícipes serão contemplados</p><p>com a concessão de cestas básicas, devido ao</p><p>número limitado de cestas disponíveis por mês, o</p><p>que prejudica a disponibilidade desse benefício</p><p>alimentar eventual.</p><p>VISITA MONITORADA</p><p>Visita realizada em 08 de maio de</p><p>2024 à unidade do CRAS Morobá no</p><p>município de Aracruz.</p><p>ENTREVISTA</p><p>A assistente social entrevistada foi</p><p>Wanuza Aparecida Castro Loureiro,</p><p>e a aluna representante do grupo</p><p>que conduziu a entrevista foi</p><p>Isabele Soero.</p><p>PERGUNTAS DIRECIONADAS A</p><p>ASSISTENTE SOCIAL</p><p>1 - Como você identifica e avalia as necessidades da comunidade atendida por este CRAS?</p><p>R: Através do atendimento social é identificado a necessidade e/ou a situação de vulnerabilidade em que se encontra a família.</p><p>Avaliação: Durante o atendimento o profissional busca compreender a avaliação da família em situação de vulnerabilidade social</p><p>acerca do atendimento a partir da metodologia da inserção nos programas e projetos.</p><p>2- Quais são as vulnerabilidades mais comuns que são enfrentadas na abrangência deste CRAS?</p><p>R: Os maiores atendimentos são na área de insegurança alimentar, condições de risco social e desigualdade social.</p><p>3- Como o CRAS trabalha para prevenir situações de vulnerabilidade social na comunidade?</p><p>R: A prevenção se faz através de campanhas e orientação sobre direitos, garantias de acesso aos direitos sociais.</p><p>4- Qual é a taxa de sucesso na redução da vulnerabilidade das famílias beneficiadas pelos auxílios e benefícios do governo em uma</p><p>escala de 0 à 10?</p><p>R: Trabalhamos com resultados positivos, redução de aproximadamente 8%.</p><p>PERGUNTAS DIRECIONADAS A</p><p>ASSISTENTE SOCIAL</p><p>5- Como a assistente social lida com as vítimas de abuso mental?</p><p>R: Dentre muitas atividades desenvolvidas a atuação do Sistema único de assistência social (SUAS) se destaca em emponderar os</p><p>indivíduos envolvidos em situação de vulnerabilidade.</p><p>6- Quais são os desafios do assistente social no CRAS?</p><p>R: Muitos desafios, como falta de autonomia e dificuldade de liberação de recursos.</p><p>7- Como o assistente social lida com situações de alta pressão?</p><p>R: Desenvolvendo habilidades em manter o equilíbrio.</p><p>8- Quais etapas são seguidas para indicar os recursos aos cidadãos necessitados?</p><p>R: Durante o atendimento é observado o perfil de cada usuário e de cada recurso.</p><p>PERGUNTAS DIRECIONADAS A</p><p>ASSISTENTE SOCIAL</p><p>9- Quais requisitos para liberação de Cesta Básica?</p><p>R: Orientação sobre a Lei Municipal, renda per capita, questão de saúde, pessoa idosa e gestante.</p><p>10- É feita uma visita do assistente social a família com vulnerabilidade?</p><p>R: Sempre que identificada a vulnerabilidade é feita a visita social para inserir o usuário nos programas sociais.</p><p>11- Na visão de assistente social, ver alguma melhoria que pode ser feita para atender as famílias?</p><p>R: Sempre observamos uma possibilidade de melhorias nas políticas públicas.</p><p>12- Poderia explicar sobre o processo de Cesta básica?</p><p>R: O processo de cestas básicas se inicia na secretária de desenvolvimento social no setor responsável por compras.</p><p>PERGUNTAS DIRECIONADAS A</p><p>ASSISTENTE SOCIAL</p><p>13- Quantas cestas chegam ao CRAS?</p><p>R: Depende da demanda atendida no território, no mês de Abril foram concedidas 18 cestas básicas.</p><p>14- Quais Itens da Cesta básica?</p><p>R: Itens de Extrema necessidade como: Arroz, Feijão, macarrão, farinha, sal, açúcar, leite, biscoito, fubá, café e etc.</p><p>15- Existe algum problema com a demanda da Cesta?</p><p>R: Sim, o número de usuários é muito grande e nem todos tem perfil para concessão.</p><p>16- Qual é o perfil para o recebimento da Cesta básica?</p><p>R: Renda per capita, gestantes e idosos tem prioridade.</p><p>INTERVENÇÃO REALIZADA</p><p>PELO GRUPO NO CRAS DE</p><p>MOROBÁ</p><p>O grupo propôs doar cestas básicas para o CRAS de Morobá como</p><p>forma de mitigar a problemática.</p><p>Mas é importante reconhecer que isso não resolverá o problema</p><p>por completo. A verdadeira solução requer esforços</p><p>governamentais e políticas públicas que abordem as causas</p><p>subjacentes da questão, proporcionando apoio sustentável e</p><p>promovendo a autonomia das famílias em situação de</p><p>vulnerabilidade. A doação de cestas básicas pode oferecer alívio</p><p>imediato, mas é apenas um passo temporário rumo a uma</p><p>solução mais abrangente e duradoura.</p><p>Gostaríamos de destacar que nossa ação não é assistencialismo,</p><p>mas sim um esforço para garantir o direito à alimentação,</p><p>promovendo a segurança alimentar e a justiça social.</p><p>Entrega das doações realizada</p><p>no dia 13 de junho de 2024. Ao</p><p>todo foram arrecadadas 6 cestas</p><p>básicas para o CRAS de Morobá.</p><p>INTERVENÇÃO REALIZADA</p><p>PELO GRUPO NO CRAS DE</p><p>MOROBÁ</p><p>RELATO DE EXPERIÊNCIA</p><p>No dia 25 de abril de 2024, concluímos a formação do grupo após uma aula ao vivo</p><p>(Aulives) com o professor Raíque José de Sousa. Neste dia, ele orientou sobre o objetivo do</p><p>trabalho. Após a aula, o grupo marcou sua primeira reunião online, que ocorreu no dia 29</p><p>de abril às 20 horas. Nesta reunião, discutimos qual instituição iríamos abordar para</p><p>realizar a pesquisa. Uma das integrantes do grupo informou que trabalhava no CRAS</p><p>Morobá, em Aracruz, e que poderia realizar a entrevista com uma das assistentes sociais da</p><p>unidade.</p><p>O grupo concordou, considerando que seria um excelente campo de pesquisa.</p><p>Durante a reunião online, combinamos que cada integrante do grupo enviaria perguntas</p><p>para serem dirigidas à assistente social entrevistada. Após a videochamada, as integrantes</p><p>enviaram as perguntas, e continuamos trocando ideias e discutindo o que entendíamos</p><p>sobre o trabalho do CRAS.</p><p>RELATO DE EXPERIÊNCIA</p><p>No dia 8 de maio, a aluna Isabele entrevistou a assistente social Wanuza Aparecida C. L.,</p><p>que, segundo Isabele, foi muito receptiva. Isabele realizou a entrevista e identificou um</p><p>desafio significativo relacionado à insegurança alimentar na população atendida. Um dos</p><p>problemas enfrentados pela equipe do CRAS é o número limitado de cestas básicas que o</p><p>município de Aracruz disponibiliza para concessão de benefício alimentar eventual. Em</p><p>conversa no grupo, refletimos sobre o fato de que, embora não estejamos passando por</p><p>insegurança alimentar, muitas vezes, pessoas ao nosso redor necessitam desse auxílio.</p><p>Ressaltamos a importância do benefício eventual para essas famílias.</p><p>RELATO DE EXPERIÊNCIA</p><p>Nas discussões realizadas online pelo grupo, através de mensagens no WhatsApp,</p><p>entendemos o problema e pensamos em como trazer uma solução para ele. Contudo, ao se</p><p>tratar de políticas públicas, a luta é sempre árdua. Para realizarmos uma intervenção no</p><p>nosso trabalho, após identificada a problemática, nosso grupo se empenhou em conseguir</p><p>doações de cestas básicas para o CRAS Morobá, com o objetivo de mitigar a situação,</p><p>embora saibamos que essa não é a solução definitiva do problema.</p><p>Nossa intervenção foi realizada no dia 13 de junho. Após arrecadarmos as doações,</p><p>entregamos ao CRAS de Morobá as seis cestas básicas. Gostaríamos de destacar que nossa</p><p>ação não é assistencialismo, mas sim um esforço para garantir o direito à alimentação,</p><p>promovendo a segurança alimentar e a justiça social.</p><p>Enfim, a Política Nacional de Assistência Social (PNAS) desempenha um papel crucial</p><p>na promoção do bem-estar e na garantia de direitos sociais para a população mais</p><p>vulnerável. A implementação dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS)</p><p>é fundamental nesse contexto, oferecendo suporte essencial e serviços de proteção</p><p>social básica. A atuação das equipes do CRAS é vital, pois elas trabalham</p><p>incansavelmente para atender às necessidades da comunidade, promovendo a</p><p>inclusão social e fortalecendo os vínculos familiares e comunitários.</p><p>No município de Aracruz, a melhoria do benefício eventual de cesta básica</p><p>é uma</p><p>necessidade crucial. Tanto o governo quanto os munícipes devem unir esforços para</p><p>aprimorar essa assistência, garantindo que os recursos cheguem de maneira mais</p><p>eficiente e abrangente às famílias em situação de vulnerabilidade. Somente com um</p><p>compromisso contínuo e colaborativo será possível construir uma sociedade mais</p><p>justa, onde todos tenham acesso aos meios necessários para uma vida digna.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional de Assistência</p><p>Social: Norma Operacional Básica (NOB/SUAS). Brasília, 2005.</p><p>Brasil. Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Brasília: Senado Federal, 2013.</p><p>Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). (2005). Norma Operacional Básica do</p><p>SUAS (NOB-SUAS).</p><p>Secretaria Nacional de Assistência Social (Brasil). Orientações Técnicas: Centro de Referência de</p><p>Assistência Social - CRAS. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2009.</p><p>Silva, M. T. (2008). Assistência social no Brasil: história e instituição. Cortez Editora.</p><p>Sposati, A. (2006). A assistência social brasileira: um campo de políticas públicas. São Paulo: Editora</p><p>Cortez.</p><p>TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE IMAGEM</p><p>Autorizações assinadas</p><p>pela Assistente Social e</p><p>pela Coordenadora Local</p><p>do CRAS de Morobá.</p>

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