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<p>A resposta dos astrócitos ao vírus,</p><p>incluindo o SARS-CoV-2</p><p>O papel dos</p><p>astrócitos no cérebro</p><p>O neurotropismo do SARS COv-2 e as</p><p>manifestações neurológicas da COVID-19</p><p>Astroglia: controle da homeostase do SNC</p><p>Remodelamento morfológico, bioquímico e funcional</p><p>A contenção do dano nem sempre é em tempo hábil,</p><p>causando danos cerebrais.</p><p>Astrogliose reativa: Qualquer insulto AO SNC resulta em uma</p><p>resposta glial.</p><p>Microglia: De origem mielóide, é a principal defesa do SNC na</p><p>patologia. Além disso, contribui para a formação e</p><p>desenvolvimento das sinapses.</p><p>Oligodendrócitos: Responsável pela formação da bainha de</p><p>mielina ao redor dos axônios.</p><p>Precursores de oligodendrócitos: Também conhecidos como</p><p>glia NG-2, recebem contatos sinápticos e contribuem para o</p><p>controle homeostático do SNC.</p><p>Células gliais: São classificadas em microglias e</p><p>macroglias (astrócitos, oligodendrócitos e precursores</p><p>de oligodendrócitos)</p><p>Os astrócitos respondem rapidamente a insultos cerebrais (astrogliose</p><p>reativa), geralmente caracterizada por níveis aumentados das</p><p>proteínas de filamento intermediário, proteína ácida fibrilar glial (GFAP),</p><p>vimentina e neastina;</p><p>Os astrócitos reativos geralmente são neuroprotetores.</p><p>ASTRÓCITOSASTRÓCITOS</p><p>Consequências neuropsiquiatricas da</p><p>COVID-19</p><p>Conclusão</p><p>80% dos indivíduos que receberam alta hospitalar se queixam de algum</p><p>sintoma, o que impacta na sua qualidade de vida;</p><p>A depressão após as pandemias é considerada um dos problemas</p><p>públicos mais significativos;</p><p>A COVID-19 pode levar a novos sintomas de TOC ou à exacerbação</p><p>dos sintomas em pessoas com TOC;</p><p>Aumento da prevalência do Espectro do Transtorno de Estresse Pós-</p><p>Traumático (TEPT).</p><p>A COVID-19 tem impacto em muitos órgãos, afetando</p><p>sua função;</p><p>As funções e a estrutura do cérebro são danificados</p><p>com o vírus;</p><p>Os sintomas neurológicos apareceram em 80% das</p><p>pessoas hospitalizadas;</p><p>É preciso investigar se os efeitos cerebrais podem ser</p><p>parcialmente revertidos ou se persistirão a longo</p><p>prazo.</p><p>Introdução</p><p>e as sequelas da COVID-19</p><p>A COVID-19 apresenta amplos sintomas, tanto</p><p>intrapulmonares, quanto extrapulmonares que incluem</p><p>os sintomas neuropsiquiatricos;</p><p>Inicia ou piora os transtornos psiquiátricos e</p><p>cognitivos;</p><p>Consiste em inflamação sistêmica, hipóxia e</p><p>neuroinflamação;</p><p>Alterações em astrócitos e microglia.</p><p>O SARS-COv-2 que causa a COVID-19 surgiu na China em 2019;</p><p>O SARS-COv-2 é um β-coronavírus de fita simples, pertencente ao</p><p>maior grupo de vírus que causam infecções respiratórias e</p><p>gastrointestinais.</p><p>A resposta imune humana induzida pelo SARS-COv-2 deve se</p><p>desenvolver em duas etapas: Resposta imune adaptativa e uma</p><p>segunda fase, em casos graves, definida como Síndrome do</p><p>Desconforto Agudo Grave (SDRA);</p><p>A carga de citosina se tornou a principal característica dos pacientes</p><p>com COVID-19;</p><p>Pacientes com condições pré-existêntes têm um risco maior de</p><p>desenvolver COVID-19 grave ou fatal;</p><p>Luana Rocha Freitas</p>