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<p>ANHANGUERA EDUCACIONAL – UNIDERP POLO NAVIRAI/MS</p><p>CURSO ENGENHARIA CIVIL - BACHARELADO DISCIPLINAS NORTEADORAS:</p><p>▪ Materiais de Construção Civil I; ▪ Geologia e Paleontologia; ▪ Estruturas Isostáticas; ▪ Resistência dos Materiais; ▪ Topografia e Georreferenciamento; ▪ Seminário Interdisciplinar VI.</p><p>“Construção do portal da cidade Unilópolis”</p><p>NAVIRAÍ/MS 2018</p><p>12</p><p>ANHANGUERA EDUCACIONAL – UNIDERP POLO NAVIRAI/MS</p><p>CURSO ENGENHARIA CIVIL - BACHARELADO DISCIPLINAS NORTEADORAS:</p><p>▪ Materiais de Construção Civil I; ▪ Geologia e Paleontologia; ▪ Estruturas Isostáticas; ▪ Resistência dos Materiais; ▪ Topografia e Georreferenciamento; ▪ Seminário Interdisciplinar VI.</p><p>BRANDON LEE LUCHTEMBERG DE AVALO</p><p>RA: 5388269240</p><p>“Construção do portal da cidade Unilópolis”</p><p>Desafio Profissional como requisito obtenção de notas nas disciplinas de Materiais de Construção I, Geologia e Paleontologia, Estruturas Isostática, Resistência dos Materiais, Topografia e Georreferenciamento, Seminário Interdiciplinar IV, no Curso de Engenharia Civil – Bacharelado da Universidade Anhanguera UNIDERP, 5º semestre, Polo Naviraí/MS (4114), sob a orientação dos Professores a Distância e da Tutora Presencial Mariana Janeiro Marques.</p><p>.</p><p>NAVIRAÍ/MS 2018</p><p>SUMÁRIO</p><p>1- Introdução..........................................................................................................3</p><p>.</p><p>2 - Procedimentos para recebimento de concreto usinado em obra.................4</p><p>3- Formações Rochosas.........................................................................................8</p><p>4- Análises estruturais..........................................................................................10</p><p>4.1- Equações de equilíbrio..................................................................................11</p><p>5- Concreto Armado –Materiais Compósitos....................................................14</p><p>6- Elementos de um mapa...................................................................................21</p><p>7- Levantamento Topográfico.............................................................................23</p><p>8- Conclusão .........................................................................................................26</p><p>9- Referências bibliográficas...............................................................................27</p><p>1- Introdução</p><p>Descrição do Portal de Entrada da Cidade a ser construído na cidade Unilópolis. Serão aqui descritas as principais características do Portal projetado no que se refere à edificação da estrutura do portal, assim como das obras complementares de urbanismo e paisagismo sob os aspectos conceituais e construtivos.</p><p>2 - Procedimentos para recebimento de concreto usinado em obra:</p><p>Ao estacionarem os caminhões bomba e betoneira em uma obra, devem ser realizados procedimentos para garantir que o concreto utilizado esteja de acordo com o encomendado à empresa fabricante e com o especificado no projeto. Esta verificação é normatizada pela NBR 12.655 – Norma de Preparo de Controle e Recebimento do Concreto.</p><p>A primeira verificação a ser feita é a conferência do lacre do caminhão com o código da nota, em caso de incompatibilidade não são asseguradas as características esperadas e isso justifica a devolução do lote. Além desse código constam na nota fiscal outras informações referentes à resistência, ao abatimento e sua tolerância e traço, assim como o uso de aditivos. Após a checagem desses documentos, o concreto está liberado para ser testado.</p><p>2.1 - Ensaio de abatimento (“slump test”), avaliação da plasticidade do concreto.</p><p>O caminhão betoneira é ligado ao caminhão bomba e gera-se um primeiro jato de uma pequena quantidade de concreto, inaproveitado, pois o agregado e o aglomerado não estão bem misturados. Logo após é lançada outra pequena quantidade, com a qual se faz o ensaio de abatimento (“slump test”), que faz uma avaliação da plasticidade do concreto.</p><p>O ensaio de abatimento consiste em preencher um cone metálico em três etapas, adensando-o a cada etapa com uma pequena barra de aço. Logo após retira-se vagarosamente o molde em forma de cone, medindo o desnível do concreto em relação à sua altura inicial (altura da forma). O limite para aceitação de deformação da massa depende das especificações do cálculo estrutural, ficando geralmente, entre 8 e 12 cm. Quanto maior a deformação, mais líquido está o concreto, o que pode ser desejado (para melhorar a plasticidade do mesmo) ou não (para não prejudicar sua resistência).</p><p>Após o ensaio de abatimento faz-se os corpos de prova, que servirão para testar a resistência do concreto em laboratório. Com uma colher de pedreiro, enchem-se formas metálicas cilíndricas apropriadas para esta finalidade e também se adensa esse concreto com uma barra de aço. Após preencher todo o molde, o operário golpeia suas as laterais para forçar a saída de bolhas, que prejudicam a precisão do resultado do teste de resistência. Após alisar a superfície do concreto, as amostras são identificadas com o nome da obra, a data da concretagem e o número do caminhão de onde procedeu o concreto e estas permanecem em repouso na obra por 24 horas. Após esse período, as amostras são levadas ao laboratório de análises da empresa contratada pela construtora para serem realizados os rompimentos.</p><p>O número e as etapas de análise dos corpos de prova podem variar conforme as exigências de cada projeto. Gerando dados para análise e confirmação da resistência do concreto utilizado.Durante a concretagem, um encarregado anota em que parte da laje foi utilizado o concreto de qual caminhão, pois, caso haja algum problema com os corpos de prova, pode-se localizar o trecho problemático e providenciar sua recuperação.</p><p>Exsuda ção é a te ndência d a água d e amass amento v ir à supe rfície do c oncreto recém la nçado, de vido ao s ua</p><p>densida de (1g/cm ³) ser m enor que a dos ag regados (≈2,7g/cm ³) e a do cimento (≈ 3,1g/c m³).</p><p>Fenôme no faz co m que o fator a/c da superfíc ie fique e norme, re duzindo a resistê ncia me cânica na região.</p><p>Exsuda ção é a te ndência d a água d e amass amento v ir à supe rfície do c oncreto recém la nçado, de vido ao s ua</p><p>densida de (1g/cm ³) ser m enor que a dos ag regados (≈2,7g/cm ³) e a do cimento (≈ 3,1g/c m³).</p><p>Fenôme no faz co m que o fator a/c da superfíc ie fique e norme, re duzindo a resistê ncia me cânica na região.</p><p>Exsuda ção é a te ndência d a água d e amass amento v ir à supe rfície do c oncreto recém la nçado, de vido ao s ua</p><p>densida de (1g/cm ³) ser m enor que a dos ag regados (≈2,7g/cm ³) e a do cimento (≈ 3,1g/c m³).</p><p>Fenôme no faz co m que o fator a/c da superfíc ie fique e norme, re duzindo a resistê ncia me cânica na região.</p><p>Exsuda ção é a te ndência d a água d e amass amento v ir à supe rfície do c oncreto recém la nçado, de vido ao s ua</p><p>densida de (1g/cm ³) ser m enor que a dos ag regados (≈2,7g/cm ³) e a do cimento (≈ 3,1g/c m³).</p><p>Fenôme no faz co m que o fator a/c da superfíc ie fique e norme, re duzindo a resistê ncia me c��nica na região.</p><p>Exsuda ção é a te ndência d a água d e amass amento v ir à supe rfície do c oncreto recém la nçado, de vido ao s ua</p><p>densida de (1g/cm ³) ser m enor que a dos ag regados (≈2,7g/cm ³) e a do cimento (≈ 3,1g/c m³).</p><p>Fenôme no faz co m que o fator a/c da superfíc ie fique e norme, re duzindo a resistê ncia me cânica na região.</p><p>Exsudação</p><p>2.2 - Exsudação</p><p>Exsudação, em engenharia de construção de estruturas de concreto ou similares, é o termo usado para designar o fenômeno migratório da água (subida da água) existente na composição para a superfície deste material, levando consigo uma nata de cimento. Isto provoca no concreto uma fraca ligação entre seus materiais, deixando-o suscetível a uma segregação que tenderá a fazer com que seus agregados fiquem soltos ou fáceis de se remover. A exsudação ocorre</p><p>nas primeiras idades do concreto, mas pode comprometer sua durabilidade ao longo dos anos.</p><p>Forma particular de segregação</p><p>· Ascensão da água de amassamento à superfície do concreto;</p><p>· Caracterização quantitativa da exsudação:</p><p>· Profundidade da lâmina d'água;</p><p>· Velocidade em que a exsudação ocorre;</p><p>· Duração da exsudação;</p><p>· Tipos de exsudação</p><p>· Por canais: típica de misturas pobres em agregados finos;</p><p>· Normal: ocorre uniformemente em toda a superfície do concreto.</p><p>Entre os exemplos de falhas de processo que podem provocar a exsudação e devem ser evitados, vale destacar:</p><p>· Excesso de vibração (ou falta da mesma);</p><p>· Excesso de água de amassamento;</p><p>· Baixo teor de cimento;</p><p>· Falta de cura (ou cura incorreta).</p><p>· Presença de poeira fina (pulverulência) na areia.</p><p>3- Formações Rochosas</p><p>3.1- Arenito ou grés é uma rocha sedimentar que resulta da compactação e litificação de um material granular da dimensão das areias. O arenito é composto normalmente por quartzo, mas pode ter quantidades apreciáveis de feldspatos, micas e/ou impurezas. É a presença e tipo de impurezas que determina a coloração dos arenitos; por exemplo, grandes quantidades de óxidos de ferro, fazem esta rocha vermelha. O arenito é usado em construções civis.</p><p>O arenito é depositado em ambiente continental, nos rios e lagos, ou em ambiente marinho, em praias, deltas ou nas sequências turbidíticas do talude continental. Os arenitos são rochas lapidificadas constituídas por areias aglutinadas por um cimento natural, que geralmente caracteriza a rocha. São rochas também designadas por grés e muitas vezes são classificadas pela natureza do cimento. Os arenitos argilosos têm um cimento constituído por argilas.</p><p>Os arenitos calcários são fundidos por rochas magmáticas e granito de cimento, em geral, de carbonato de cálcio (calcite) fazer efervescência fácil com os ácidos. Se o cimento do arenito for dolomite (carbonato de cálcio e magnésio) a efervescência é menos nítida.</p><p>3.2- Basalto</p><p>O Basalto é uma rocha ígnea eruptiva, de granulação fina, afanítica, isto é, os cristais não são vistos à vista desarmada, podendo, ainda, conter grandes quantidades ou ser constituído integralmente de vidro (material amorfo). Esta rocha é constituída principalmente de plagioclásio e piroxênio e, em muitos casos, de olivina. Como minerais acessórios encontram-se, principalmente, óxidos de ferro e titânio. A rocha basáltica geralmente possui cor escura acentuada (rocha máfica), sendo muito explorada para a construção civil.</p><p>O Basalto não é uma rocha muito difundida no Brasil, afora no Rio Grande do Sul. A cidade de Nova Prata, no Rio Grande do Sul, é a capital nacional do basalto no Brasil. Comercialmente falando, os basaltos são oferecidos nas cores cinza, preto, marrom e levemente arroxeado. Podem servir como pavimento para calçadas (em ladrilhos ou em paralelepípedos), revestimento para paredes (em filetes talhados ou em blocos), como piso para ambientes luxuosos (com acabamento polido, como o dos granitos), entre outras aplicações. O Basalto é uma rocha com dureza e porosidade razoável e muito versátil.</p><p>3.3- Gnaisse</p><p>Gnaisse é uma rocha de origem metamórfica, resultante da deformação de sedimentos arcósicos ou de granitos. Sua composição é de diversos minerais, mais de 20% de feldspato potássico, plagioclásio, e ainda quartzo e biotita, sendo por isso considerada essencialmente quartzofeldspática.</p><p>Sua granulação situa-se frequentemente entre média e grossa; a estrutura é muito variável, desde maciça, granitoide e com foliação (dada pelo achatamento dos grãos) até bandada, com bandas geralmente milimétricas a centimétricas alternadas com outras mais máficas, derivadas de processos de segregação metamórfica que culminam em rochas magmáticas.</p><p>Algumas das rochas mais antigas do mundo são gnaisses. Um exemplo de formação rochosa em gnaisse é o Pão de Açúcar, localizado na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Outro exemplo é a Pedra do Ingá, Monumento Nacional no agreste da Paraíba, ou ainda a estatueta encontrada em um sambaqui em Iguape em 1906, pelo pesquisador Ricardo Krone, a qual faz parte do acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, em São Paulo (cidade). O bairro Beira Rio, em Cataguases, também tem várias estruturas compostas por esse mineral. A Pedra Azul, ponto turístico localizado em Domingos Martins (ES) é outra notável formação de gnaisse. Devido à sua grande variação mineralógica e seu grau metamórfico, é amplamente empregada como brita na construção civil e na pavimentação, além do uso ornamental.</p><p>3.4- Fósseis</p><p>Podemos classificar as rochas sedimentares em clásticas (do grego klastos = pedaços) quando são formadas por partículas ou fragmentos de outras rochas; e em não clásticas, formadas por diminutos cristais minerais ou matéria orgânica.</p><p>É nessas rochas que a maioria dos fósseis foi encontrada, pois sua formação é mais delicada, não prejudicando tanto o material a ser fossilizado.</p><p>Os fosseis não são preservados em ambos os tipos de rochas como magmáticas e ígneas por que passam por condições extremas e são submetidas a altas temperaturas e pressão, sendo assim, qualquer resquício de material fóssil seria destruído nessas condições. As rochas ígneas (ou magmáticas) foram formadas a partir do magma,  esse material ao se resfriar, forma as rochas ígneas.</p><p>As rochas metamórficas são originadas a partir de outras rochas, ígneas, sedimentares, ou metamórficas, quando expostas a processos químicos e físicos, por exemplo choque entre placas ou contato com magma, submetendo as rochas a altas temperaturas e pressões, o que as transforma em novas rochas.</p><p>3.5- Trilobita</p><p>Mais da metade do território que hoje chamamos Brasil já foi coberto por um mar raso. Era habitado por animais bem diferentes dos que frequentam os oceanos atualmente. Faz um tempinho: 400 milhões de anos. Os trilobitas ou as trilobites são artrópodes característicos do Paleozoico, conhecidos apenas do registro fóssil. O grupo, classificado na classe Trilobita da sub-classe Trilobitomorpha, é exclusivo de ambientes marinhos.Os trilobitas possuíam um exoesqueleto de natureza quitinosa que, na zona dorsal, era impregnado de carbonato de cálcio, o que lhes permitiu deixar abundantes fósseis. Seu nome (trilobita) é devido a presença de três lobos que podem ser visualizados (na maior parte dos casos) em sua região dorsal (um central e dois laterais).</p><p>4- Análises estruturais</p><p>4.1- Equações de equilíbrio:</p><p>∑MA= VF.10-5.7-5.5.3-10.10.5=0</p><p>VF= 55kn</p><p>∑FY= -10-10.0+55+VA=0</p><p>VA=55kn</p><p>∑fx=0</p><p>HA=0</p><p>Trecho AB: 0≤X≤5M</p><p>→ M(x)=0</p><p>V(x)=0</p><p>N(x)=-55kn</p><p>Trecho BC: 0≤x≤3m</p><p>M(x)=55x-5x²</p><p>M(0)= 0</p><p>M(3)= 120knm</p><p>V(x)=-10x+55</p><p>V(o) 55kn</p><p>N(x)=0</p><p>Trecho CD 0≤x≤4m</p><p>M(x)= 120+20x-5x²</p><p>M(0)=120knm</p><p>M(4)=120knm</p><p>V(x) -10x+20</p><p>V(0)= 20kn</p><p>V(4)= -20kn</p><p>N(x)=0</p><p>X=-10x=20</p><p>X=2m</p><p>M=120+20.2-5.2²</p><p>M=140knm</p><p>Trecho de: 0≤x≤3m</p><p>M(x)= -25x-5x²+120</p><p>M(0)= 120knm</p><p>M(3)=0</p><p>V(x)= 10x-25</p><p>V(3)= 25kn</p><p>N(x)= 0</p><p>Trecho EF:</p><p>M(x)=0</p><p>V(x)=0</p><p>N(x)=-55</p><p>4.2- DMF: Diagrama do Momento Fletor:</p><p>4.3-DEC: Diagrama Esforço Cortante:</p><p>4.4- DN: Diagrama Normal:</p><p>5- Concreto Armado - Materiais Compósitos</p><p>Os materiais compósitos ou conjugados são combinações de dois ou mais materiais. A maioria destes materiais consiste de um elemento de esforço envolvido por uma matriz, constituída de resina colante, com o objetivo de obter características especificas e propriedades desejadas. Geralmente, os componentes não se dissolvem um no outro e podem ser identificados, fisicamente, por uma interface entre os mesmos, bem definida.</p><p>Os materiais compósitos podem ser de vários tipos e os mais comuns são os fibrosos (Fibras envolvidos por uma matriz) e os particulados (Partículas envolvidas por uma matriz). Um exemplo bastante familiar de material compósito é o concreto armado que, nada mais é que uma matriz de concreto (cimento, areia e pedra) envolvendo o elemento de reforço, representada por barras de aço.</p><p>5.1- Propriedades mecânicas</p><p>As principais propriedades mecânicas do concreto são: resistência à compressão, resistência à tração e módulo de elasticidade.</p><p>Essas propriedades são determinadas a partir de ensaios, executados em condições específicas. Geralmente, os ensaios são realizados para controle da qualidade e atendimento às especificações.</p><p>5.2- Resistências do concreto</p><p>Testes garantem a confiabilidade e a segurança das estruturas de concreto. O controle de qualidade do concreto requer a realização de uma série de ensaios para comprovar que o material entregue na obra está de acordo com parâmetros de aceitação. A série Traço de Concreto já abordou alguns destes testes, como os de abatimento e de espalhamento. Agora, o foco recai sobre os ensaios de resistência do concreto, imprescindíveis para garantir a resistência à compressão e, por consequência, a qualidade da estrutura.</p><p>5.3- Resistência à compressão</p><p>A resistência à compressão simples, denominada fc, é a característica mecânica mais importante. Para estimá-la em um lote de concreto, são moldados e preparados corpos-de-prova para ensaio segundo a NBR 5738 – Moldagem e cura de corpos-de-prova cilíndricos ou prismáticos de concreto, segundo a NBR 5739 – Concreto – Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos. O corpo-de-prova padrão brasileiro é o cilíndrico, com 15cm de diâmetro e 30cm de altura, e a idade de referência para o ensaio é 28 dias. Após ensaio de um número muito grande de corpos-de-prova, pode ser feito um gráfico com os valores obtidos de fc versus a quantidade de corpos-de-prova relativos a determinado valor de fc, também denominada densidade de frequência. A curva encontrada denomina-se Curva Estatística de Gauss ou Curva de Distribuição Normal para a resistência do concreto à compressão.– Curva de Gauss para a resistência do concreto à compressão Na curva de Gauss encontram-se dois valores de fundamental importância: resistência média do concreto à compressão, fcm, e resistência característica do concreto à compressão, fck. O valor fcm é a média aritmética dos valores de fc para o conjunto de corpos-de-prova ensaiados, e é utilizado na determinação da resistência característica, fck, por meio da fórmula: fck = fcm −1,65s O desvio-padrão corresponde à distância entre a abscissa de fcm e a do ponto de inflexão da curva (ponto em que ela muda de concavidade). O valor 1,65 corresponde ao quantil de 5%, ou seja, apenas 5% dos corpos-de-prova possuem fc < fck, ou, ainda, 95% dos corpos-de-prova possuem fc ≥ fck. Portanto, pode-se definir fck como sendo o valor da resistência que tem 5% de probabilidade de não ser alcançado, em ensaios de corpos-de-prova de um determinado lote de concreto. Como será visto posteriormente, a NBR 8953 define as classes de resistência em função de fck. Concreto classe C30, por exemplo, corresponde a um concreto com fck = 30MPa. Nas obras, devido ao pequeno número de corpos-de-prova ensaiados, calcula se fck,est, valor estimado da resistência característica do concreto à compressão.</p><p>5.4- Resistência à tração</p><p>Os conceitos relativos à resistência do concreto à tração direta, fct, são análogos aos expostos no item anterior, para a resistência à compressão. Portanto, tem-se a resistência média do concreto à tração, fctm, valor obtido da média aritmética dos resultados, e a resistência característica do concreto à tração, fctk ou simplesmente ftk, valor da resistência que tem 5% de probabilidade de não ser alcançado pelos resultados de um lote de concreto. A diferença no estudo da tração encontra-se nos tipos de ensaio. Há três normalizados: tração direta, compressão diametral e tração na flexão.</p><p>5.5- Ensaio de tração direta, Neste ensaio, considerado o de referência, a resistência à tração direta, fct, é determinada aplicando-se tração axial, até a ruptura, em corpos-de-prova de concreto simples. A seção central é retangular, medindo 9cm por 15cm, e as extremidades são quadradas, com 15cm de lado.</p><p>5.6- Ensaio de tração direta Ensaio de tração na compressão diametral (spliting test) É o ensaio mais utilizado. Também é conhecido internacionalmente como Ensaio Brasileiro. Foi desenvolvido por Lobo Carneiro, em 1943. Para a sua realização, um corpo-de-prova cilíndrico de 15cm por 30 cm é colocado com o eixo horizontal entre os pratos da prensa, sendo aplicada uma força até a sua ruptura por tração indireta (ruptura por fendilhamento).</p><p>O valor da resistência à tração por compressão diametral, fct,sp, encontrado neste ensaio, é um pouco maior que o obtido no ensaio de tração direta. O ensaio de compressão diametral é simples de ser executado e fornece resultados mais uniformes do que os da tração direta.</p><p>5.6.1- Módulo de elasticidade</p><p>Outro aspecto fundamental no projeto de estruturas de concreto consiste na relação entre as tensões e as deformações. Sabe-se da Resistência dos Materiais que a relação entre tensão e deformação, para determinados intervalos, pode ser considerada linear Hooke), ou seja, σ = E ε , sendo σ a tensão, ε a deformação específica e E o Módulo de Elasticidade ou Módulo de Deformação Longitudinal. Figura-1 Módulo de elasticidade ou de deformação longitudinal</p><p>Figura – 1 Módulo de elasticidade ou de deformação longitudinal</p><p>Para o concreto a expressão do Módulo de Elasticidade é aplicada somente à parte retilínea da curva tensão-deformação ou, quando não existir uma parte retilínea, a expressão é aplicada à tangente da curva na origem. Neste caso, tem-se o Módulo de Deformação Tangente Inicial, Eci Figura-2.</p><p>Figura-2 Módulo de deformação tangente inicial (Eci)</p><p>Quando não forem feitos ensaios e não existirem dados mais precisos sobre o concreto, para a idade de referência de 28 dias, pode-se estimar o valor do módulo de elasticidade inicial usando a expressão: 1/2 ci ck E = 5600 f Eci e fck são dados em MPa.</p><p>O Módulo de Elasticidade Secante, Ecs, a ser utilizado nas análises elásticas do projeto, especialmente para determinação de esforços solicitantes e verificação de limites de serviço, deve ser calculado pela expressão: Ecs = 0,85 Eci Na avaliação do comportamento de um elemento estrutural ou de uma seção transversal, pode ser adotado um módulo de elasticidade único, à tração e à compressão, igual ao módulo de elasticidade secante (Ecs).</p><p>5.6.2- Coeficientes de Poisson</p><p>Quando uma força uniaxial é aplicada sobre uma peça de concreto, resulta uma deformação longitudinal na direção da carga e, simultaneamente, uma deformação transversal com sinal contrário. A relação entre a deformação transversal e a longitudinal é denominada coeficiente de Poisson e indicada pela letra ν. Para tensões de compressão menores que 0,5 fc e de tração menores que fct, pode ser adotado ν = 0,2.</p><p>5.6.3- Módulo de elasticidade transversal</p><p>O módulo de elasticidade transversal pode ser considerado Gc = 0,4 Ecs.</p><p>5.6.4- Estados múltiplos de tensão</p><p>Na compressão associada a confinamento lateral, como ocorre em pilares cintados, por exemplo, a resistência do concreto é maior do que o valor relativo à compressão simples. O cintamento pode ser feito com estribos, que impedem a expansão lateral do pilar, criando um estado múltiplo de tensões. O cintamento também aumenta a dutilidade do elemento estrutural. Na região dos apoios das vigas, pode ocorrer fissuração por causa da força cortante. Essas fissuras, com inclinação aproximada de 45°, delimitam as chamadas bielas de compressão. Portanto, as bielas são regiões comprimidas com tensões de tração na direção perpendicular, caracterizando um estado biaxial de tensões. Nesse caso tem-se uma resistência à compressão menor que a da compressão simples. Portanto, a resistência do concreto depende do estado de tensão a que ele se encontra submetido.</p><p>5.6.5- Estrutura Interna do Concreto</p><p>Na preparação do concreto, com as mistura dos agregados graúdos e miúdos com cimento e água, tem início a reação química do cimento com a água, resultando gel de cimento, que constitui a massa coesiva de cimento hidratado. A reação química de hidratação do cimento ocorre com redução de volume, dando origem a poros, cujo volume é da ordem de 28% do volume total do gel. Durante o amassamento do concreto, o gel envolve os agregados</p><p>e endurece com o tempo, formando cristais. Ao endurecer, o gel liga os agregados, resultando um material resistente e monolítico – o concreto. A estrutura interna do concreto resulta bastante heterogênea: adquire forma de retículos espaciais de gel endurecido, de grãos de agregados graúdo e miúdo de várias formas e dimensões, envoltos por grande quantidade de poros e capilares, portadores de água que não entrou na reação química e, ainda, vapor d’água e ar. Fisicamente, o concreto representa um material capilar pouco poroso, sem continuidade da massa, no qual se acham presentes os três estados da agregação – sólido, líquido e gasoso.</p><p>5.6.6- Deformações</p><p>As deformações do concreto dependem essencialmente de sua estrutura interna.</p><p>5.6.7- Retração</p><p>Denomina-se retração à redução de volume que ocorre no concreto, mesmo na ausência de tensões mecânicas e de variações de temperatura. As causas da retração são: • Retração química: contração da água não evaporável, durante o endurecimento do concreto.</p><p>• Retração capilar: ocorre por evaporação parcial da água capilar e perda da água adsorvida. A tensão superficial e o fluxo de água nos capilares provocam retração.</p><p>• Retração por carbonatação: Ca(OH)2 + CO2 → CaCO3 + H2O (ocorre com diminuição de volume).</p><p>5.7- Expansão</p><p>Expansão é o aumento de volume do concreto, que ocorre em peças submersas. Nessas peças, no início tem-se retração química. Porém, o fluxo de água é de fora para dentro. As decorrentes tensões capilares anulam a retração química e, em seguida, provocam a expansão da peça.</p><p>5.7.1- Deformação imediata</p><p>A deformação imediata se observa por ocasião do carregamento. Corresponde ao comportamento do concreto como sólido verdadeiro, e é causada por uma acomodação dos cristais que formam o material.</p><p>5.7.2- Fluência</p><p>Fluência é uma deformação diferida, causada por uma força aplicada. Corresponde a um acréscimo de deformação com o tempo, se a carga permanecer. Ao ser aplicada uma força no concreto, ocorre deformação imediata, com uma acomodação dos cristais. Essa acomodação diminui o diâmetro dos capilares e aumenta a pressão na água capilar, favorecendo o fluxo em direção à superfície. Tanto a diminuição do diâmetro dos capilares quanto o acréscimo do fluxo aumentam a tensão superficial nos capilares, provocando a fluência. No caso de muitas estruturas reais, a fluência e a retração ocorrem ao mesmo tempo e, do ponto de vista prático, é conveniente o tratamento conjunto das duas deformações.</p><p>5.7.3- Deformações térmicas</p><p>Define-se coeficiente de variação térmica αte como sendo a deformação correspondente a uma variação de temperatura de 1°C. Para o concreto armado, para variações normais de temperatura, a NBR 6118 permite adotar αte = 10-5 /°C.</p><p>Fatores que influiem</p><p>Os principais fatores que influem nas propriedades do concreto são:</p><p>• Tipo e quantidade de cimento;</p><p>• Qualidade da água e relação água-cimento;</p><p>• Tipos de agregados, granulometria e relação agregado-cimento;</p><p>• Presença de aditivos e adições;</p><p>• Procedimento e duração da mistura;</p><p>• Condições e duração de transporte e de lançamento;</p><p>• Condições de adensamento e de cura;</p><p>• Forma e dimensões dos corpos-de-prova;</p><p>• Tipo e duração do carregamento;</p><p>• Idade do concreto; umidade; temperatura etc.</p><p>6- Elementos de um mapa</p><p>Os elementos de um mapa são: título, legenda, escala, orientação e projeção cartográfica. Todos eles ajudam-nos a ler e a compreender as representações que os mapas possuem. São vários os elementos de um mapa, isto é, aqueles itens e símbolos necessários para que uma mera figura possa ser diferenciada de um verdadeiro mapa ou cartograma, que é feito com rigor científico para representar uma determinada área da superfície terrestre. Em geral, os mapas costumam apresentar as seguintes composições: título, orientação, legenda, escala e projeção cartográfica.</p><p>Esses são elementos obrigatórios de um mapa, embora nem sempre estejam presentes em todos os mapas que vemos por aí. De toda forma, para melhor interpretarmos as informações cartográficas, é preciso conhecer esses instrumentos, procurando saber o que eles são, o que indicam e quais são as suas funções no processo de comunicação, haja vista que os mapas também são formas de linguagem.</p><p>Observemos, no mapa a seguir, como se apresentam as diferentes partes de um mapa:</p><p>Título: O título, que por vezes vem acompanhado de um subtítulo, é o indicador do tema retratado, quando se trata de um mapa temático. Em mapas históricos, o título também costuma indicar o ano ou período do espaço representado. Para que se faça uma correta leitura de qualquer cartograma, a primeira coisa a se fazer é sempre ler o título e compreender o que ele indica.</p><p>Legenda: As legendas são os significados dos símbolos existentes nos mapas. Esses símbolos podem apresentar-se em forma de cores, ícones, hachuras, pontos, linhas e outros. Alguns desses símbolos apresentam padronizações, como o azul para representar a água; o verde, para as florestas e áreas verdes, linhas com traços para representar ferrovias; aviões para representar aeroportos, entre outros inúmeros exemplos.</p><p>Escala: indica a relação matemática entre o espaço real e a representação desse espaço no mapa. Ela, portanto, aponta a quantidade de vezes que uma área teve de ser reduzida para caber no local em que o mapa está representado. As escalas podem ser gráficas ou numéricas (ambas presentes no exemplo acima). A escala numérica apresenta-se em números de uma divisão, e a escala gráfica apresenta-se conforme uma representação de linhas e traços.</p><p>Orientação: é importante no sentido de apontar a direção do mapa, indicando-nos para que lado fica o norte e, consequentemente, os demais pontos cardeais. Ela pode apresentar-se com uma rosa dos ventos completa ou apenas com uma seta indicando o norte geográfico. A importância da orientação se dá, principalmente, em mapas que representam áreas muito restritas, quando não conseguimos perceber facilmente para que lado o mapa esteja apontando.</p><p>Projeção cartográfica: indica a técnica que foi empregada para fazer o mapa. Como sabemos as projeções cartográficas são as diferentes formas de representar o globo terrestre (que é geoide, quase esférico) em um plano. Como essa representação apresenta distorções, se sabemos qual foi a projeção utilizada em um determinado mapa, conseguimos ter uma melhor noção sobre elas.</p><p>7- Levantamentos Topográfico</p><p>O levantamento topográfico tem como objetivo mapear a superfície de um terreno. Tal mapeamento gera dados que posteriormente serão usados para a elaboração de plantas e perfis, representações gráficas das características do terreno.</p><p>Para a realização dessa tarefa, é necessário realizar um conjunto de operações e processos, os quais se refletem nos tipos de levantamentos topográficos que podem ser utilizados para a execução do trabalho.</p><p>Uma planta topográfica costuma representar as curvas de níveis e os elementos encontrados em um terreno. Geralmente, ela é usada como base para projetos arquitetônicos, de implantação e urbanísticos, além de ser necessária para o georreferenciamento de imóveis rurais. Em linhas gerais, as informações levantadas pela topografia são usadas por diversas áreas, como construção civil, urbanismo, oceanografia, geologia, entre outras.</p><p>Dependendo dos motivos pelos quais o levantamento topográfico é realizado, diferentes informações deverão ser mapeadas. Existem casos em que apenas as projeções horizontais são necessárias, assim como também existem situações em que o mais importante é conhecer o relevo do terreno. Obviamente, também há projetos nos quais se necessita conhecer tanto os limites como o relevo — nesse caso será necessário um levantamento mais completo.</p><p>Para cada necessidade de mapeamento, existem diferentes tipos de levantamentos topográficos. As metodologias existentes podem levantar as medidas horizontais de um terreno, as alturas do seu relevo ou até mesmo ambas características.</p><p>Neste artigo, você vai conhecer os principais tipos de</p><p>levantamentos topográficos, além de saber para que servem, qual a sua importância e quando usar cada um deles. Siga em frente e confira!</p><p>Quais são os tipos de levantamentos topográficos?</p><p>Existem três tipos de levantamentos topográficos que podem ser utilizados para a medição dos elementos e características de um terreno: o planimétrico, o altimétrico e o planialtimétrico. O primeiro se refere às medidas em um plano, enquanto o segundo levanta medidas na vertical. A união desses dois resulta no levantamento planialtimétrico, método que permite um mapeamento mais completo.</p><p>A seguir, vamos conhecer as características desses levantamentos, assim como suas principais utilidades.</p><p>1. Levantamento planimétrico</p><p>O levantamento topográfico planimétrico, também chamado Planimetria, se caracteriza pela medição das projeções horizontais que definem uma área.</p><p>Esse tipo de levantamento é usado principalmente para determinar os limites de um terreno.</p><p>2. Levantamento altimétrico</p><p>Por outro lado, o levantamento altimétrico consiste na definição das alturas de um terreno. Esse método também pode ser chamado de altimetria, e registra o grau de declividade de um terreno.</p><p>As curvas de nível são representações em planta baixa dos pontos de um terreno que apresentam uma mesma altura. Ao conectá-los por meio de linhas, essas curvas são obtidas. Desse modo, a principal função de uma altimetria é representar o relevo de uma área, informação fundamental para o entendimento das características de um terreno.</p><p>Já o levantamento planialtimétrico consiste, basicamente, na união entre os levantamentos planimétrico e altimétrico. Esse método permite tanto a medição das projeções horizontais quanto das diferenças de alturas do relevo. Portanto, gera um mapeamento mais completo.</p><p>Esse levantamento é necessário nos casos em que se necessita de um mapeamento detalhado das condições de um terreno.</p><p>Qual a importância de conhecer os tipos de levantamentos topográficos?</p><p>Para realizar um levantamento topográfico, é importante conhecer cada um de seus tipos e saber quando aplicá-los. Esse conhecimento vai permitir definir o método adequado, economizando tempo e dinheiro, evitando erros e entregando um projeto de topografia que atenda às necessidades do cliente.</p><p>Para a realização de um bom serviço de topografia, é necessário que o profissional conheça os tipos de levantamentos topográficos possíveis. Dessa maneira, ele poderá eleger o que mais se adeque às suas necessidades, levantando as informações que de fato são relevantes para o cliente.</p><p>Sejam as projeções horizontais dos limites do terreno, as alturas de seu relevo ou a união de ambos, existem tipos de levantamentos topográficos adequados às mais variadas necessidades.</p><p>Para a realização de um levantamento, podem ser utilizadas metodologias planimétricas, altimétricas ou planialtimétricas. A definição da melhor delas fica a cargo do topógrafo, que deve estar preparado para identificar qual tipo deve ser utilizado.</p><p>8- Conclusão</p><p>Neste trabalho abordamos o assunto da Construção de um portal da cidade de Unilópolis, sobre os procedimentos do recebimento do concreto, os ensaios, a exsudação, formações rochosas, analises estruturais, elementos de um mapa e levantamento topográfico. E entendemos que existe vários critérios para que se possa fazer um trabalho de qualidade e sem risco algum. Cumprimos todos os objetivos que nos tínhamos propostos, e essa construção do portal de Unilópolis foi muito importante para nosso conhecimento, compreendemos a importância de estudar e entender cada matéria, pois cada uma tem um papel importante na hora de “por a mão na massa”.</p><p>Referências bibliográficas</p><p>https://www.ufrgs.br/eso/content/?p=265,http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/11/exsudacao.html,https://pt.wikipedia.org/wiki/Arenito,http://www.sardep.com.br/dicas/conheca-seu-piso/basalto,https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnaisse,http://www.mundogump.com.br/ele-viveu-ha-400-milhoes-de-anos-atras/,https://pt.wikipedia.org/wiki/Trilobita, http://www.fec.unicamp.br/~almeida/ec702/EESC/Concreto.pdf, https://brasilescola.uol.com.br/geografia/elementos-um-mapa.htm,https://brasilescola.uol.com.br/geografia/elementos-um-mapa.htm,https://blog.cpetecnologia.com.br/veja-os-3-tipos-de-levantamentos-topograficos-para-usar-como-servico, Concreto Armado - Eu te Amo - Vol. 1Manoel Henrique Campos Botelho , Osvaldemar Marchetti, Estruturas, Isostáticas Almeida Maria Cascao Ferreira de - Oficina de Textos</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.png</p><p>image14.jpeg</p><p>image1.png</p>

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