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<p>ATIVIDADE SOBRE O CAPÍTULO “QUE LÍNGUA É ESSA?” DE A LÍNGUA DE EULÁLIA</p><p>01. O que é o mito da língua única defendido por Marcos Bagno no livro “A língua de Eulália?</p><p>O "mito da língua única" é uma crença equivocada de que existe apenas uma única forma correta de falar e escrever uma língua, geralmente baseada na norma culta ou padrão. Essa ideia é falsa, pois todas as línguas têm uma diversidade de formas de uso que são igualmente válidas e importantes.</p><p>02. De acordo com o capítulo "Que língua é essa?", como podemos entender a ideia de que “não existe uma língua que seja uma língua só”? Explique com suas próprias palavras e dê exemplos.</p><p>A ideia de que não existe uma língua que seja uma língua só refere à diversidade linguística presente no país. O Brasil é um país com dimensões continentais, com diversas regiões e culturas diferentes, cada uma com sua própria maneira de falar. Assim, existem inúmeras variações da língua portuguesa faladas no país, com diferentes sotaques, expressões e estruturas gramaticais.</p><p>03. Em "Que língua é essa?", Marcos Bagno apresenta exemplos de diferentes variedades linguísticas presentes no Brasil. Quais são algumas dessas variedades e qual é a importância de valorizá-las?</p><p>Bagno apresenta diversos exemplos de variedades linguísticas no Brasil, incluindo o português falado no Nordeste, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Sul, entre outros. A importância de valorizá-las é reconhecer que todas as formas de falar são igualmente válidas e importantes, e que a diversidade linguística é um patrimônio cultural do país. Ao valorizar as diferentes variedades, podemos promover a inclusão linguística e combater a discriminação linguística.</p><p>04. O autor defende a ideia de que "a norma padrão é apenas uma das muitas normas possíveis". O que ele quer dizer com isso e por que essa afirmação é importante para a educação e a valorização das variedades linguísticas?</p><p>Quando Bagno diz que "a norma culta é apenas uma das muitas normas possíveis", ele quer dizer que não há uma única forma "correta" de falar ou escrever, e que a norma culta não deve ser vista como a única forma aceitável de uso da língua. Ele propõe que a norma culta seja vista como uma das possíveis normas, entre muitas outras, cada uma com suas próprias regras e padrões. Essa afirmação é importante para a educação e a valorização das variedades linguísticas porque ajuda a combater os preconceitos linguísticos e a promover a inclusão de todas as formas de falar.</p>

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