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<p>PODER DE POLÍCIA</p><p>Código de Polícia Administrativa: do que se trata?</p><p>Thallyta da Silveira Souza</p><p>poderes da Administração Pública</p><p>Os Poderes Da Administração Pública são instrumentos que o Estado tem para preservar o interesse público. Portanto, inicialmente, os poderes administrativos consistem em prerrogativas estatais e devem ser utilizados para alcançar o interesse público. Apesar de falarmos em “poderes”, prevalece na doutrina que eles também consistem em verdadeiros deveres para a Administração Pública, que deles deve se valer para o alcance do bem comum. Seriam mais que poderes, portanto: seriam, na realidade, um poder-dever (dever de atuação da Administração).</p><p>Os poderes da Administração são os seguintes:</p><p>PODER NORMATIVO</p><p>PODER HIERÁRQUICO</p><p>PODER DISCIPLINAR</p><p>PODER DE POLÍCIA</p><p>Este trabalho terá como tema de estudo a caracterização deste Poder de Polícia, o objetivo aqui é abordar de forma objetiva e clara a importância do Poder de Polícia, como uma prerrogativa utilizada pela a Administração Pública visando o interesse público sobre o particular, em prol do bem comum.</p><p>Conceito</p><p>A vida em sociedade gerou a necessidade da criação de normas disciplinadoras e regulamentadoras para garantir o bem estar da coletividade. Para tanto, foram criadas as Constituições e as Leis que dão direitos aos indivíduos, que devem ser cumpridas para que seja mantido o bem estar social, sendo previsto consequências e sanções aos que violarem seus preceitos.</p><p>Compreende-se que o Poder de Polícia, corresponde à atividade da Administração Pública, tendo-se em vista que o interesse ou liberdade regula prática de um ato ou abstenção de um fato, em favor de um interesse público.</p><p>De acordo com todos os conceitos acima descritos, entendemos se possa conceituar o poder polícia como a prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade, tais como á proteção dos bens, da liberdade, da saúde, da economia, da moralidade, da ordem social, Jurídica, propriedade pública e particular, necessários à manutenção do bem-estar.</p><p>Código Tributário Nacional</p><p>No direito brasileiro, encontra-se conceito legal de poder de polícia no artigo 78 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25/10/1966), que dispõe:</p><p>“Art. 78. Considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos”.</p><p>Parágrafo único: Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente no limites da lei aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se atividade que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder.</p><p>A razão do Código Tributário Nacional definir o poder de polícia decorre do fato constituir o exercício desse poder um dos fatos geradores da taxa (cf. Artigo 145, II, da Constituição Federal e artigo 77 do referido Código).</p><p>Importante ressaltar que o artigo 78 do Código Tributário Nacional define o poder de polícia como atividade da administração pública; mas no seu parágrafo único considera-se regular o seu exercício do poder de polícia, quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável, com observância do processo legal e tratando- se de atividade que a lei tenha como discricionária, sem abuso de poder.</p><p>O poder de polícia refere-se à polícia administrativa  que difere da polícia judiciária.</p><p>POLÍCIA ADMINISTRATIVA  ≠ POLÍCIA JUDICIÁRIA</p><p>FISCALIZAÇÃO</p><p>Os limites do poder de polícia são os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, mas também devem ser a base do poder de polícia os princípios da legalidade e da supremacia do interesse público.</p><p>MEIOS DE ATUAÇÃO DO PODER DE POLÍCIA</p><p>É exercido por meio da edição de atos normativos de alcance geral ou de atos de efeitos concretos (atos administrativos).</p><p>1 – Pode ser exercido por edição de atos normativos (originários ou regulamentares):</p><p>Pela lei que estabelece limitações administrativas ao indivíduo de forma isonômica;</p><p>Por decreto que regulamenta a lei e sua aplicação no caso concreto;</p><p>Por portaria, resolução, instrução, etc.</p><p>2 – Poderá ser exercido por realização de atos administrativos e operações materiais que consistam na aplicação da lei ao caso concreto (atos de efeitos concretos), de modo:</p><p>Preventivo: Ocorre antes. Ex: fiscalização, vistoria, ordem, notificação, autorização, permissão, atos de consentimento em geral etc.</p><p>Repressivo (buscando fazer com que o indivíduo cumpra a prescrição legal – ex: interdição de atividade, apreensão de mercadorias, etc). Ex: Vou à padaria e peço um lanche. Passo mal. ANVISA vai ao estabelecimento e restringe à atividade comercial.</p><p>4) IMPERATIVIDADE: Não leva em conta a autonomia da vontade do particular. Poder de império do Estado.</p><p>PODER DE POLÍCIA</p><p>1) AUTOEXECUTORIEDADE: Possibilidade da Administração executar suas decisões sem recorrer ao Judiciário (não depende de autorização judicial); há a imposição da decisão independentemente de anuência do particular; a oposição é que deve ser conseguida em juízo.</p><p>2) DISCRICIONARIEDADE: No modo de atuação. Quando a lei deixa certa margem de liberdade de apreciação no que se refere a alguns elementos do ato, como motivo ou objeto. Desta forma, cabe a Administração decidir qual o melhor momento de agir, os meios de atuação e a sanção cabível.</p><p>3) COERCIBILIDADE: Uso da força. O ato de polícia é auto executório porque tem força coercitiva, já que decorre da supremacia da Administração Pública. Com o poder de polícia, a Administração impede a prática, pelos particulares, de atos contrários ao interesse público; limita a conduta individual, portanto, trata-se de uma atividade negativa</p><p>ATRIBUTOS</p><p>LIMITES</p><p>2) Eficácia: Medida adequada para impedir o dano ao interesse público. Antônio Carlos Cintra do Amaral diz que a eficácia é alcançar a finalidade para qual a medida se propõe, na qual a eficácia seria plena quando a sanção seria aplicada pela Administração e a essa conduta não seria novamente praticada pelo administrado.</p><p>3) Necessidade: Será adotada em caso de real ou provável perturbação ao interesse público. Só deve ser executada quando for realmente necessária.</p><p>1) PROPORCIONALIDADE: Adequação entre meios e fins, entre a limitação ao direito individual e o prejuízo a ser evitado (ex: quando um ajudante de cozinha diminui a quantidade de graus do freezer de carnes, onde a temperatura normal era 13º graus, mas o ajudante, por ser novo coloca em 10º graus e a fiscalização constata essa irregularidade, porém não seria justo ela interditar o estabelecimento, pois seria desproporcional, então a Administração procurará meios proporcionais de aplicar uma coerção).</p><p>DELEGAÇÃO DO PODER DE POLÍCIA</p><p>Pode ser delegado a uma pessoa jurídica de direito público.</p><p>Não pode ser delegado ao particular ou à pessoa jurídica de direito privado, havendo apenas uma exceção.</p><p>Exceção: podem ser delegados apenas 2 atos (ato de fiscalizar e o consentimento) à pessoa jurídica de direito privado.</p><p>DIFERENÇAS ENTRE O PODER DE POLÍCIA E O PODER DISCIPLINAR</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.png</p><p>image12.jpeg</p>

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