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<p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>Marcelo B. Muscionico</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Geferson Farias</p><p>O aparelho de Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Aula 1</p><p>Marcelo Muscionico</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Prof. Geferson Farias</p><p>Component</p><p>es de um</p><p>sistema de</p><p>RM</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>1. Componentes de um sistema de RM</p><p> Magneto Principal</p><p> Resistivos;</p><p> Permanentes;</p><p> Supercondutores.</p><p> Bobinas de Gradientes</p><p> X, Y e Z</p><p> Bobinas de RF</p><p> Volume ou transceptoras (corporal), Superfície,</p><p>Arranjo de fase e suporte eletrônico.</p><p> Computador e processamento de Imagens</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.2. Magneto Principal</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.2. Magneto Principal</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p> A blindagem (gaiola de Faraday) serve para garantir que</p><p>haja um isolamento eletromagnético do ambiente externo com</p><p>relação à sala de exames.</p><p> Esta blindagem de RF deve atenuar mais de 100 dB até uma</p><p>frequência de 130Mhz. Com estas características já é possível</p><p>garantir o isolamento da maioria dos equipamentos de RM</p><p>encontrados no mercado atualmente.</p><p>I N S T A L A Ç Õ E S</p><p> Blindagem de RF (Radiofrequência); garante um isolamento</p><p>eletromagnético gerado por ondas de rádio (30kHz – 100mHz).</p><p>É necessária p/ que o equipamento possa trabalhar com melhor</p><p>eficiência e sem riscos de interferência.</p><p> Blindagem Magnética; garante um isolamento eletromagnético</p><p>em baixas frequências (Hz). É necessária p/ que o equipamento</p><p>tenha melhor eficácia, não possua artefatos nas imagens, p/ que o</p><p>campo magnético gerado pelo equipamento não afete a saúde dos</p><p>funcionários, funcionamento de computadores e outros</p><p>equipamentos eletrônicos em geral.</p><p> Transformadores</p><p> Linhas de transmissão</p><p> Subestações</p><p>I N S T A L A Ç Õ E S</p><p>I N S T A L A Ç Õ E S</p><p> As gaiolas de isolamento (gaiola de Faraday) são constituídas de</p><p>painéis de madeira revestidos em cobre ou alumínio.</p><p>I N S T A L A Ç Õ E S</p><p>I N S T A L A Ç Õ E S</p><p>I N S T A L A Ç Õ E S</p><p> Esta Gaiola (Blindagem) tem que ser testada por uma empresa</p><p>especializada, ou pelo próprio fabricante do equipamento.</p><p>Controle de Qualidade</p><p>da Gaiola</p><p>Como se realiza o teste?</p><p> Coloca-se uma antena do lado externo da gaiola e são</p><p>transmitidas várias frequências através da blindagem.</p><p> A atenuação do sinal é determinada por comparação com</p><p>valores de referência obtidos em pontos onde não se encontra</p><p>a blindagem.</p><p> É a Indução Magnética ou Densidade do fluxo magnético.</p><p> Número de linhas de fluxo por unidade de área que permeiam</p><p>o campo magnético.</p><p> A densidade do fluxo magnético é maior próximo ao equipamento,</p><p>e conforme se distancia essa densidade diminui gradualmente.</p><p>Linhas de GAUSS</p><p>Sala Técnica</p><p>Controles de entrada e saída de água Painel de controle de energia</p><p>Sala Técnica</p><p>O gerador de RF produz a radiofrequência</p><p>necessária p/ a aquisição das imagens,</p><p>sendo esta transferida através de um cabo</p><p>de RF bem calibroso até a Body Coil que</p><p>encontra-se junto ao magneto.</p><p>Computador e gerador de RF</p><p>O computador tem a função de receber os</p><p>dados digitalizados provenientes da</p><p>conversão do sinal reemitido pelos prótons</p><p>dos átomos de hidrogênio.</p><p>Sala Técnica</p><p>Compressor do Cold Head : tem a função de</p><p>fazer</p><p>circular o hélio líquido dentro do magneto,</p><p>mantendo sua</p><p>temperatura a um nível ideal de trabalho (zero</p><p>absoluto).</p><p>Refrigerador de água : mantém a água</p><p>resfriada a uma</p><p>temperatura que varia de 18ºC a 20ºC, c/ a</p><p>função de manter</p><p>as bobinas de gradientes numa temperatura</p><p>ideal de uso.</p><p>Sala Técnica</p><p>Filter Box : Caixa que dá acesso aos cabos e a fiação que provém da</p><p>sala técnica para a sala do magneto. É feita dentro das normas e padrões</p><p>pré-estabelecidos para que não haja interferências que prejudiquem a RF,</p><p>e consequentemente a</p><p>qualidade dos exames.</p><p>M A G N E T O</p><p> O magneto fornece o campo magnético estático.</p><p> A bobina do magneto é composta por quilômetros de fios muito</p><p>finos, menores que um “fio de cabelo”.</p><p>Campo Fechado “linhas horizontais” Campo Aberto “linhas verticais”</p><p>Propriedades do Magneto</p><p> O magneto não gera a radiofrequência, esta por sua vez é produzida como</p><p>já foi dita pelo gerador de RF.</p><p> O que o magneto faz é aumentar a velocidade de precessão dos Spins, para</p><p>que aconteça o princípio da ressonância.</p><p> Ele permanece banhado em hélio líquido que mantém a</p><p>supercondutividade, pois não oferece resistência a corrente elétrica,</p><p>tornando-o um condutor ideal.</p><p>Tipos de Magneto</p><p> Resistivos 0,25 até 0,5 Tesla</p><p> Os magnetos resistivos consistem</p><p>em muitas voltas de fios enrolados ao</p><p>redor de um cilindro, por onde passa</p><p>uma corrente elétrica. Isso gera um</p><p>campo magnético. Se a eletricidade for</p><p>desligada, o campo magnético também</p><p>se desliga.</p><p> Grande produção de calor</p><p> Necessita boa refrigeração</p><p> Alto consumo de eletricidade</p><p>(50 kilowatts)</p><p>Tipos de Magneto</p><p> Permanente 0,2 Tesla</p><p> Feito com materiais que possuem propriedades magnéticas, o campo</p><p>magnético está sempre presente e com potência total. Não tem custo para</p><p>manter o campo,</p><p>porém o magneto em si é muito pesado,</p><p>por esse motivo não se faz magnetos</p><p>desse tipo com campo mais forte.</p><p>Não utiliza energia elétrica ou</p><p>Criogênicos.</p><p> Possui o menor custo de manutenção</p><p>e apresentam baixa potência de campos.</p><p>Tipos de Magneto</p><p> Supercondutor 0,5 a 3,0 Tesla</p><p>É o mais utilizado, tem propriedades supercondutoras (sem</p><p>resistência à corrente elétrica), ou seja, alta corrente sem uso de</p><p>energia elétrica.</p><p>Refrigeração com base em</p><p>criogênicos (Hélio liquido).</p><p>Não desliga nunca</p><p>Como se inicia o processo de</p><p>Magnetização da Bobina do Magneto?</p><p> Para que seja magnetizado é colocado uma fonte de corrente contínua</p><p>conectado a um terminal de corrente, como se fosse um conector na bobina do</p><p>magneto, é de suma importância que a energia desta fonte possa ser controlada.</p><p>São inseridos elétrons para dentro desta bobina na forma de energia elétrica, a</p><p>partir daí é desconectado o cabo e fechado o circuito, deixando os elétrons</p><p>presos dentro desta bobina.</p><p> A magnetização ocorre com uma corrente em torno de 500mA, são milhões de</p><p>elétrons circulando pelos fios desta bobina.</p><p>Magnetização da Bobina do Magneto</p><p>Como se mantém o Campo Magnético?</p><p> Estes elétrons ficarão circulando pelos fios do magneto.</p><p> Segundo as leis da física, todo sistema de indução onde haja</p><p>corrente elétrica, levará a um campo elétrico, dando origem</p><p>ao campo magnético.</p><p> Não haverá perda ou oscilação deste campo, pois nem um</p><p>elétron pode entrar ou sair desta bobina.</p><p> A mesma estando imersa em He líquido a uma temperatura em</p><p>torno de -200 ºC não oferece resistência, tornando-se um condutor</p><p>ideal.</p><p>Constituição do Gantry</p><p> SHIM COIL</p><p>São conhecidas como bobinas de reforço que servem para</p><p>corrigir os distúrbios de homogeneidade do campo magnético.</p><p>Linha de campo</p><p>s/ objeto</p><p>Linha de campo</p><p>c/ paciente</p><p>Linha de campo</p><p>c/ paciente homogeneizada</p><p>Baixando o Campo Magnético</p><p> Podemos baixar o campo de duas formas: a INDUZIDA ou</p><p>QUENCHING</p><p>INDUZIDA : Conectamos o cabo no “conector”, abrindo o circuito</p><p>deixando que os elétrons escapem do sistema e sem campo elétrico</p><p>não haverá mais campo magnético.</p><p>Baixando o Campo Magnético</p><p>QUENCHING : é o processo de perda súbita do campo magnético, que é</p><p>gerado pelas bobinas deixando as mesmas de serem supercondutoras e</p><p>passando a agir</p><p>como se fossem bobinas de resistência.</p><p> Alarmes para detecção do baixo nível de hélio (se houver) deve estar</p><p>sempre ligados e testados.</p><p> O paciente deve ser retirado imediatamente da sala de exames.</p><p>Causas do QUENCHING</p><p>parcial da</p><p>magnetização longitudinal</p><p>RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Tempo de Eco (TE)</p><p>• O TE controla o grau de magnetização</p><p>transversa que pode declinar antes de</p><p>colher-se um eco.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>TE Declínio considerável da</p><p>magnetização transversa</p><p>TE Declínio discreto da</p><p>magnetização transversa</p><p>RSR</p><p>RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Flip angle</p><p>• O Flip angle controla o grau de</p><p>magnetização transversa criado que induz</p><p>um sinal na bobina.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>90o Amplitude</p><p>máxima</p><p>RSR</p><p>< 90o Amplitude</p><p>mínima</p><p>RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Número de médias (NSA ou NEX)</p><p>• Mede quantas vezes o sistema faz a leitura</p><p>dos mesmos dados adquiridos a cada</p><p>codificação de fase.</p><p>• Controla quantidade de dados que é</p><p>armazenada em cada linha do espaço K.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>NEX RSR</p><p>NEX RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Relação Contraste-Ruído (RCR)</p><p>• É definida como a diferença na RSR entre</p><p>duas áreas adjacentes, determinando</p><p>diretamente a capacidade de distinção do</p><p>sinal.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• É controlada pelos mesmos fatores da</p><p>RSR, e ainda:</p><p>• TI;</p><p>• Fluxo;</p><p>• Fator Turbo;</p><p>• T1;</p><p>• T2.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• É a capacidade de distinguirem-se dois</p><p>pontos como separados e distintos, sendo</p><p>controlada pelo tamanho do voxel.</p><p>Voxel</p><p>Resolução</p><p>espacial</p><p>Diferenciação</p><p>Voxel</p><p>Resolução</p><p>espacial</p><p>Diferenciação</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• O tamanho do voxel é afetado por:</p><p>• Espessura dos cortes;</p><p>• FOV.</p><p>• Matriz (no de pixels);</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Espessura dos Cortes</p><p>Cortes</p><p>finos</p><p>Capacidade de resolução de</p><p>pequenas estruturas</p><p>Cortes</p><p>grossos</p><p>Capacidade de resolução de</p><p>pequenas estruturas</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Matriz</p><p>• Determina o no de pixels no FOV.</p><p>Resolução espacialNo de pixels</p><p>Resolução espacialNo de pixels</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>FOV (Field Of View)</p><p>• É o tamanho da área em que o sistema irá</p><p>realizar a leitura dos dados.</p><p>Tamanho</p><p>dos pixels</p><p>FOV RSR</p><p>Resolução</p><p>espacial</p><p>Tamanho</p><p>dos pixels</p><p>FOV RSR</p><p>Resolução</p><p>espacial</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• É o tempo necessário para completar-se a</p><p>aquisição de dados.</p><p>• O tempo de exame é afetado por:</p><p>• TR;</p><p>• NEX.</p><p>• No de codificações de fase;</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Tempo de Repetição (TR)</p><p>• É o tempo de aquisição de um</p><p>experimento de RM.</p><p>Tempo de</p><p>exame</p><p>TR</p><p>Tempo de</p><p>exame</p><p>TR</p><p>No de Codificações de Fase</p><p>• Determina o número de linhas do espaço</p><p>K que são preenchidas para completar-se o</p><p>exame.</p><p>Tempo de</p><p>exame</p><p>No de codificações</p><p>de fase</p><p>Tempo de</p><p>exame</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>No de codificações</p><p>de fase</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>No de Excitações (NEX)</p><p>• Determina o número de vezes em que são</p><p>colhidos os dados com a mesma inclinação</p><p>do gradiente codificador de fase.</p><p>Tempo de</p><p>exame</p><p>NEX</p><p>Tempo de</p><p>exame</p><p>NEX</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>QUESTIONÁRIO</p><p>1. Quais os principais fatores que determinam a</p><p>qualidade da imagem?</p><p>2. O que se entende por RSR?</p><p>3. O que é sinal? Quais as suas características?</p><p>4. O que é ruído? Quais as suas características?</p><p>5. Quais os parâmetros físicos que influenciam a</p><p>RSR? Explique cada um deles.</p><p>6. O que é pixel? O que é voxel?</p><p>7. O que se entende por RCR?</p><p>8. Quais os parâmetros físicos que influenciam a</p><p>RCR? Explique cada um deles.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>9. O que se entende por resolução espacial.</p><p>10. Quais os parâmentros que inflenciam a</p><p>resolução espacial? Explique cada um deles.</p><p>11. Quais os parâmentros que inflenciam o tempo</p><p>de exame? Explique cada um deles.</p><p>12. Qual o comportamento dos parâmentros caso</p><p>se queira diminuir o tempo de exame?</p><p>13. Qual o comportamento dos parâmentros caso</p><p>se queira aumentar a resolução espacial?</p><p>14. Qual o comportamento dos parâmentros caso</p><p>se queira aumentar a RSR? e a RCR?</p><p>QUANDO INDUZIDA : apertando o botão vermelho é</p><p>acionado uma resistência que fica junto a bobina do</p><p>magneto, que também se encontra imersa no Hélio liquido.</p><p>Esta por sua vez aquece o hélio, fazendo-o começar a</p><p>evaporar. A pressão faz com que a válvula de escape se</p><p>abra, deixando que o hélio todo vá embora pela tubulação</p><p>fazendo com que o magneto sofra uma perda de sua</p><p>condutividade.</p><p>POR ACIDENTE : um provável vazamento do sistema ou uma pequena</p><p>alteração de temperatura (em torno de 1ºC), podem provocar o quenching</p><p>espontâneo. O hélio acaba evaporando para fora do estabelecimento através</p><p>de um sistema preparado para isso, ou em casos mais graves para dentro</p><p>da sala do magneto, pondo em risco de asfixia o paciente e os trabalhadores</p><p>do local.</p><p> O hélio ocupa o espaço do oxigênio no ar, deixando o mesmo rarefeito.</p><p>GÁS HÉLIO (criogênio)</p><p> Características do Hélio Líquido</p><p>-> GASOSO.........: sob condições s/ pressão</p><p>-> Zero Absoluto..: sob pressão normal</p><p>-> -250ºC..............: sob alta pressão</p><p>GÁS HÉLIO (criogênio)</p><p> A taxa de consumo do hélio deve ser especificada pelo fabricante do</p><p>equipamento já na proposta de venda. Pois os magnetos de diferentes</p><p>fabricantes possuem taxas de consumo variáveis.</p><p> A reposição periódica representa um valor adicional bastante significativo no</p><p>custo operacional fixo do serviço, e se houver um alto consumo durante um</p><p>curto espaço de tempo, pode estar indicando problemas no sistema</p><p>principalmente no Cold Head.</p><p> O aparelho consome cerca de 0,065 litros/hora (+/-6ml), podendo variar de</p><p>acordo com as condições do cold head.</p><p> O nível nunca deve baixar de 60%.</p><p> Capacidade de Hélio dos magnetos:</p><p>- 1.0 T = 1200 litros (carga completa)</p><p>- 1.5 T = 1500 litros (carga completa)</p><p>- 3.0 T = 1500 litros (foi aumentado o tamanho do magneto e mantido o</p><p>reservatório)</p><p>COLD HEAD</p><p> Também responsável pelo resfriamento do sistema, possui hélio gasoso em</p><p>seu interior e funciona como um pistão que se abre e fecha.</p><p> Quando desce empurra o “gás hélio” frio e abre espaço para sair o “gás</p><p>hélio” quente, o barulho que ele faz é do ar expandindo e refrigerando o</p><p>sistema que esta quente, e do pistão subindo e descendo.</p><p> Funciona ininterruptamente mesmo que o equipamento não esteja em uso.</p><p> Este hélio gasoso está presente nos espaços de isolação (vácuo), entre as</p><p>partes que compõe o magneto.</p><p> Não pode haver ar dentro deste sistema em função de um</p><p>possível congelamento.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.2. Magneto Principal</p><p>É o componente mais visível e um dos mais discutidos</p><p>em RM. O MAGNETO fornece o campo magnético no</p><p>qual ocorre a precessão dos núcleos.</p><p>Existem diversos tipos de magnetos utilizados em RM,</p><p>todos apresentam um propósito específico: criar um</p><p>campo magnético forte que é medido em Tesla T.</p><p>Potência de um equipamento de RM varia de 0,1 a 3,0 T.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.3. Magneto Resistivo</p><p>Os Magnetos Resistivos necessitam de uma grande</p><p>quantidade de energia elétrica para fornecer altas</p><p>correntes necessárias para produção dos campos</p><p>magnéticos de grande magnitude.</p><p>Deve-se levar em consideração o custo da energia</p><p>elétrica na operação da unidade.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Principai</p><p>s</p><p>magneto</p><p>s</p><p>Gradientes e</p><p>bobinas</p><p>magnéticas</p><p>Campo de</p><p>força do</p><p>campo</p><p>magnético</p><p>principal</p><p>Bobinas de RF</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.4. Magneto Permanentes</p><p>A principal vantagem deste magneto é que não</p><p>necessita de um campo de força, portanto ficam</p><p>magnetizados permanentemente proporcionando um</p><p>baixo custo operacional.</p><p>Podem ser fabricados com configurações abertas,</p><p>que apesar de baixas potências de campo, tornam-se</p><p>benéficos para pacientes claustrofóbicos e obesos.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>A grande desvantagem é o peso excessivo (liga de</p><p>alumínio, níquel ou cobalto) e a impossibilidade de</p><p>obter campos magnéticos superiores a 0,3 Tesla.</p><p>1.4. Magnetos Permanentes</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Component</p><p>es de um</p><p>sistema de</p><p>RM</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Imagens</p><p>Magneto aberto</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.5. Magneto Supercondutores</p><p>É constituído por fios de Nióbio e Titânio, denominados</p><p>materiais supercondutores, pois apresentam resistência</p><p>ZERO sob uma temperatura muito baixa 4ºK (Kelvin).</p><p>Os fios são resfriados pelos criogênios Nitrogênio</p><p>líquido (-195,8ºC) e o Hélio líquido (-268,9ºC) para</p><p>eliminar a resistência.</p><p>Pode-se assim, obter campos magnéticos altos</p><p>( 0,5 a 4T ) com gasto energético mínimo.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1.5. Magneto Supercondutores</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Desvantagens</p><p>Alto custo para aquisição; manutenção devido ao uso</p><p>do Hélio líquido que é realizado periodicamente.</p><p>Por possuir altos campos magnéticos são necessários</p><p>cuidados adicionais nos equipamentos dotados com</p><p>magnetos supercondutores para evitar acidentes como</p><p>objetos metálicos lançando vôo em direção ao magneto</p><p>e pacientes.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Magneto</p><p>Resistivo</p><p>Magneto</p><p>Principal</p><p>Magneto</p><p>Permanente</p><p>Magneto</p><p>Supercondut</p><p>or</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>2. Bobinas de Gradientes</p><p>São bobinas eletromagnéticas, com potência para</p><p>provocar variações/ alterações lineares no campo</p><p>magnético.</p><p>Os gradientes são responsáveis pela seleção de cortes,</p><p>formação de imagens, codificação de fase e codificação</p><p>de freqüência.</p><p>Gradiente potentes possibilitam a aquisição de imagens</p><p>de alta velocidade ou de alta resolução.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobina Z</p><p>Bobina Y</p><p>Bobina X</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Gradiente</p><p>s</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>2. Bobinas de Gradientes</p><p>Há três bobinas gradientes situadas no corpo do</p><p>magneto, sendo elas designadas de acordo com o</p><p>eixo segundo o qual agem ao ser colocadas em ação.</p><p> Gradiente X</p><p> Gradiente Y</p><p> Gradiente Z</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Gradiente</p><p>s</p><p>Bobina Z</p><p>Bobina X</p><p>Bobina Y</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>2.1. Bobinas de Gradientes X</p><p>O gradiente X seleciona os cortes SAGITAIS.</p><p>X</p><p>Y</p><p>Z</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Bobina Z</p><p>Bobina X</p><p>Bobina Y</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Gradiente</p><p>s</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>2.2. Bobinas de Gradientes Y</p><p>O gradiente Y seleciona os cortes CORONAIS.</p><p>X</p><p>Y</p><p>Z</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Bobina Z</p><p>Bobina X</p><p>Bobina Y</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Gradiente</p><p>s</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>2.3. Bobinas de Gradientes Z</p><p>O gradiente Z seleciona os cortes AXIAIS.</p><p>X</p><p>Y</p><p>Z</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Bobina Z</p><p>Bobina X</p><p>Bobina Y</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Gradiente</p><p>s</p><p>Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3. Bobinas de Radiofreqüência RF</p><p>São antenas que produzem e detectam a</p><p>radiofreqüência (RF). São utilizadas para excitar uma</p><p>determinada região com pulsos de RF e medir o sinal</p><p>emitido pelos tecidos; influenciam</p><p>decisivamente na</p><p>qualidade das imagens.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3. Bobinas de Radiofreqüência RF</p><p>Quanto menor a bobina e quanto mais próxima da</p><p>região de interesse, melhor será a qualidade da</p><p>imagem.</p><p>Podem ser divididas em:</p><p> Bobinas de volume ou transceptoras</p><p>( corporal )</p><p> Bobinas de superfície</p><p>Bobinas de arranjo de fase</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Imagens</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3.1. Bobinas de volume ou transceptoras</p><p>Transmitem ou recebem pulsos de RF. A maioria são</p><p>bobinas de quadratura, que possuem 2 pares de</p><p>bobinas para transmitir e receber o sinal do tecido.</p><p>A grande vantagem das bobinas de volume são para</p><p>estudar regiões maiores.</p><p>Ex.: bobinas de cabeça, corpo, coluna e quadratura e</p><p>extremidades.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3.1. Bobinas de volume ou transceptoras</p><p>Bobina de cabeça e pescoço – Head neck coil</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3.1. Bobinas de volume ou transceptoras</p><p>Bobina de cabeça – Head coil</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3.2. Bobinas de Superfície</p><p>São bobinas receptoras dos sinais dos tecidos. São</p><p>utilizadas nas superfícies cutâneas.</p><p>Imagens adquiridas com bobinas de superfície tem</p><p>ótima relação/ ruído, possibilitando adquirir imagens</p><p>com maiores detalhes anatômicos.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Bobina p/ ATM – Sense Flex-M Coil</p><p>3.2. Bobinas de Superfície</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Suporte p/ Bobina de ATM – Sense Flex-M Coil</p><p>3.2. Bobinas de Superfície</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Bobina p/ exame da mama – Sense Body Coil</p><p>3.2. Bobinas de Superfície</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Suporte p/ Bobina da mama – Sense Body Coil</p><p>3.2. Bobinas de Superfície</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Bobina de pé e joelho – Knee foot Coil</p><p>3.2. Bobinas de Superfície</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3.3. Bobinas de Arranjo em fase</p><p>São bobinas constituídas por receptores múltiplos</p><p>que são conjugadas e aumentam a qualidade da</p><p>imagem gerada. O sinal captado pelo receptor de</p><p>cada segmento é combinado para formar a imagem.</p><p>Geralmente são utilizadas para estudos da coluna</p><p>vertebral.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Bobina de coluna – Sense Spine Coil</p><p>3.3. Bobinas de Arranjo em fase</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>3.4. Suporte eletrônico</p><p>Responsável pelo suprimento de energia e recepção</p><p>da RF, fornece voltagem e corrente para o magneto,</p><p>bobina de gradiente, sistema de resfriamento e</p><p>computador.</p><p>Também envia os pulsos de RF e recebe os sinais</p><p>emitidos pelo paciente.</p><p>O consumo varia de 25 a 150 quilowatts.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>Bobinas de</p><p>RF</p><p>Bobinas</p><p>de Volume</p><p>Bobinas</p><p>de</p><p>Superfície</p><p>Bobinas de</p><p>Arranjo de</p><p>fase</p><p>Suporte</p><p>Eletrônico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>4. Computador e processamento de imagens</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>PC e</p><p>Processame</p><p>nto de</p><p>imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>4. Computador e processamento de imagens</p><p>É utilizado para armazenamento, processamento de</p><p>dados e visualização das imagens em um monitor</p><p>digital.</p><p>Os sistemas computadorizados em RM consistem</p><p>em:</p><p>Controlar o ritmo dos pulsos, reconstrução de</p><p>imagens, controle do TR e TE e conversão de sinal</p><p>em imagem.</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>PC e</p><p>Processame</p><p>nto de</p><p>imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>4. Computador e processamento de imagens</p><p>Estabilizador e impressora de imagens da RMN</p><p>Componentes de um</p><p>sistema de RMN</p><p>Imagens</p><p>PC e</p><p>Processame</p><p>nto de</p><p>imagens</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>• A Ressonância Magnética (RM) refere-se</p><p>ao uso de campos magnéticos e ondas de</p><p>rádio para obtenção de uma imagem.</p><p>• A imagem gerada representa as diferenças</p><p>existentes entre os vários tecidos do</p><p>organismo.</p><p>Definição</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>• A aquisição é feita de modo não invasivo,</p><p>com extraordinária resolução espacial, não</p><p>empregando radiação ionizante.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>SEGURANÇA EM</p><p>RESSONÂNCIA MAGNÉTICA</p><p>OBJETIVOS</p><p>• Garantir um início seguro e eficiente do</p><p>exame; para isso precisamos de um programa</p><p>de treinamento antes de manusearmos o</p><p>equipamento</p><p>CONTRA-INDICAÇÕES DE USO</p><p>• Pacientes com implantes ativados eletricamente,</p><p>magneticamente ou mecanicamente (Ex: marca-</p><p>passos cardíacos), porque os campos magnéticos</p><p>e eletromagnéticos produzidos pelo sistema podem</p><p>interferir no funcionamento destes dispositivos</p><p>• Pacientes com clipes intracranianos de</p><p>aneurisma</p><p>AVISO DE ZONA DE</p><p>SEGURANÇA</p><p>• ATENÇÃO</p><p>• PROIBIDO MARCA-PASSOS</p><p>• PROIBIDO IMPLANTES METÁLICOS</p><p>• PROIBIDO ESTIMULADORES NERVOSOS</p><p>• PROIBIDOS OBJETOS METÁLICOS</p><p>OBS: HAVERÁ RISCO DE VIDA</p><p>PRINCIPAIS RISCOS</p><p>RISCOS</p><p>• DE COLISÃO</p><p>• DO CAMPO</p><p>CIRCUNDANTE</p><p>• COM IMPLANTES E</p><p>PRÓTESES</p><p>• DE QUEIMADURAS</p><p>• PARA O ROSTO E OS</p><p>OLHOS</p><p>• PARA OS OUVIDOS</p><p>• PARA GESTANTES E</p><p>BEBÊS</p><p>• CLÍNICOS</p><p>• DE INUNDAÇÃO,</p><p>ESFRIAMENTO E</p><p>DESLIGAMENTO DO</p><p>MAGNETO</p><p>RISCOS DE COLISÃO E DO</p><p>CAMPO CIRCUNDANTE</p><p>• A força de tração do campo magnético do sistema de RM</p><p>pode fazer com que objetos ferrosos se transformem em</p><p>projéteis (Ex: balões de oxigênio)</p><p>• Na borda circundante de 5 Gauss, o campo magnético</p><p>ainda pode interferir em marca-passos e estimuladores</p><p>nervosos. Coloque um aviso de ATENÇÃO: ZONA DE</p><p>EXCLUSÃO</p><p>RISCOS COM IMPLANTES E</p><p>PRÓTESES</p><p>• O campo magnético do sistema de RM pode fazer com que um implante</p><p>ou prótese de material ferroso se mova ou seja deslocado, causando</p><p>lesão grave (Ex: clipe cirúrgico de aneurisma, implante coclear, etc.)</p><p>• Podem ocorrer correntes elétricas induzidas e calor na região dos</p><p>implantes metálicos; portanto deve-se averiguar ao término de cada</p><p>seqüência do exame se</p><p>houve sensação de dor ou aquecimento, e</p><p>evitar expor ao campo magnético os pacientes de alto risco que portem</p><p>essas próteses</p><p>• Evite colocar dentro do magneto braçadeiras de membros, mecanismos</p><p>de tração e dispositivos metálicos diversos</p><p>RISCOS DE QUEIMADURAS</p><p>• Para evitar riscos de queimaduras nos pacientes, use apenas</p><p>acessórios não danificados, recomendados pelo fabricante e compatíveis</p><p>com a RM</p><p>• Os fios devem sempre estar esticados, nunca enrolados formando</p><p>LOOPPING gerando corrente elétrica (calor), e nunca encostados no</p><p>paciente; mesmo nos cabos de monitoração (ECG) evite contato direto</p><p>com o peito do paciente</p><p>• Aquecimento por RF – usar sempre o peso correto do paciente para</p><p>determinar limites de funcionamento e evitar exposição excessiva a RF</p><p>• Nunca usar Surface Coil, com superfícies de metal descoberto (Ex:</p><p>fixadores ortopédicos)</p><p>RISCOS PARA O ROSTO E OS</p><p>OLHOS</p><p>• Toda maquiagem que contenha flocos de metal podem causar irritação</p><p>dos olhos e da pele durante a varredura por RM; portanto toda a</p><p>maquiagem deve ser removida, e quando a paciente possuir tatuagens</p><p>permanentes ou delineamento dos olhos, há risco de irritação da pele,</p><p>e devemos instruí-las à procurar um médico imediatamente, se</p><p>sentirem qualquer desconforto após o exame</p><p>• Pessoas que trabalham com máquinas ou qualquer outro trabalho com</p><p>metais que possam ter pequenas farpas de metal nos olhos, havendo</p><p>risco de cortar ou rasgar tecido sensível quando deslocadas pela</p><p>atração do campo magnético, devem procurar um médico e removê-</p><p>las antes do exame</p><p>RISCOS ACÚSTICOS E RISCOS</p><p>PARA GESTANTES E BEBES</p><p>• Os ruídos de pancadas rítmicas das bobinas de gradiente</p><p>de RM podem causar surdez temporária quando usado as</p><p>técnicas de seqüência de pulso FAST SCAN-VOLUME 3D-</p><p>CINE ou qualquer outro protocolo de varredura com</p><p>barulhos desconfortáveis</p><p>• Evita-se realizar exames por RM em pacientes grávidas de</p><p>até 3 meses, por se tratar do período de embriogênese e</p><p>ainda não ter sido estabelecido nenhuma norma</p><p>RISCOS CLÍNICOS</p><p>• As condições de confinamento para algumas pessoas pode</p><p>causar claustrofobia</p><p>• Para evitar ferimentos causados pelo pânico, instrua</p><p>adequadamente o paciente durante a entrevista, coloque-o</p><p>em uma posição de conforto na mesa de exame para aliviar</p><p>a ansiedade, e use as barras laterais de segurança da mesa</p><p>do scan, principalmente para pacientes com baixo nível de</p><p>consciência, crianças e pacientes de alto risco</p><p>RISCOS DE INUNDAÇÃO, ESFRIAMENTO E</p><p>DESLIGAMENTO DO MAGNÉTO (QUENCH )</p><p>• QUENCH? É uma súbita descarga de criogênios do magneto</p><p>• Se o monitor de oxigênio soar um alarme, retire o paciente imediatamente</p><p>da sala, e se a mesa for de engate, use-a. Ligue a seguir o exaustor da</p><p>sala se o mesmo não tiver sido ligado automaticamente. O vapor do gás</p><p>Hélio parece vapor de água, mas é muito frio, e não tem cheiro e nem</p><p>sabor. A inalação de quantidades significativas pode fazer com que o</p><p>timbre de voz se altere para o agudo e a exposição prolongada ao vapor</p><p>pode resultar em asfixia</p><p>• Mantenha a porta da sala de exame aberta para uma melhor ventilação</p><p>PACIENTES DE ALTO RISCO</p><p>• Portadores de epilepsia ou claustrofóbicos</p><p>• Doentes cardíacos, que já tenham infartado</p><p>• Pacientes inconscientes, muito sedados ou confusos com os quais a</p><p>comunicação confiável não possa ser estabelecida</p><p>PROCEDIMENTOS:</p><p>• Importante monitorar corretamente todos esses pacientes acima</p><p>citados, e em qualquer situação de emergência acionar o comando</p><p>EMERGENCY STOP</p><p>• Puxe completamente a mesa para fora do magneto</p><p>• Desengate a mesa e remova para fora da sala</p><p>• Acione a equipe de emergência do setor ou hospital</p><p>Video Segurança</p><p>Exemplos</p><p>Nogueira R.Principios Rm-</p><p>SaoCamilo</p><p>O que é onda eletro-magnética</p><p>• 1. Carga elétrica em movimento gera OEM</p><p>– momento magnético M</p><p>– Intensidade</p><p>• carga elétrica</p><p>• número de espiras</p><p>• tamanho das espiras</p><p>• 2. OEM em movimento gera corrente elétrica</p><p>• 3. Vetor de representação</p><p>– Intensidade</p><p>– Direção</p><p>Campo elétrico e campo magnético</p><p>Campo elétrico</p><p>Campo elétrico</p><p>Bobina</p><p>M</p><p>Bateria</p><p>+ -</p><p>Onda eletro-magnética</p><p>i</p><p>Pulso de RF</p><p>Pulso de RF</p><p>=</p><p>Bobina</p><p>Movimento da onda eletro-</p><p>magnética</p><p>i</p><p>M</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>• A Ressonância Magnética (RM) refere-se</p><p>ao uso de campos magnéticos e ondas de</p><p>rádio para obtenção de uma imagem.</p><p>• A imagem gerada representa as diferenças</p><p>existentes entre os vários tecidos do</p><p>organismo.</p><p>Definição</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Outras vantagens:</p><p>• Identificação das estruturas com</p><p>possibilidade de caracterização tissular;</p><p>• Obtenção de imagens em três planos –</p><p>axial, coronal e sagital, inclusive oblíquos;</p><p>• Obtenção de imagens de vasos sanguíneos,</p><p>determinando direção e velocidade de fluxo</p><p>sanguíneo, sem a necessidade de contraste;</p><p>• Uso de contraste paramagnético e não</p><p>iodado, em caso de pacientes alérgicos a</p><p>iodo.</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Desvantagens:</p><p>• Tempo de realização dos exames</p><p>relativamente demorado;</p><p>• Necessidade de cooperação por parte do</p><p>paciente, evitando artefatos de movimento;</p><p>• Altos custos operacionais;</p><p>• Próteses ou corpos estranhos que podem</p><p>ser deslocados (dano funcional e anatômico)</p><p>em portadores de : Clipes cerebrais ou</p><p>cirúrgicos; Marcapasso; DIU; Diafragma;</p><p>Implantes auditivos; e Próteses.</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Estrutura Atômica</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Núcleos Ativos</p><p>• Os princípios da RM têm por base o</p><p>movimento giratório de núcleos específicos</p><p>presentes em tecidos biológicos.</p><p>• Os núcleos ativos se caracterizam por sua</p><p>tendência a alinhar seu eixo de rotação a</p><p>um campo magnético aplicado.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Átomo</p><p>• Núcleo (prótons + nêutrons)</p><p>– Número atômico (prótons)</p><p>– Número de massa (prótons + nêutrons)</p><p>• Átomo ativo em RM</p><p>– Número de massa ímpar</p><p>– Movimento de rotação</p><p>• Carga elétrica em movimento (spin)</p><p>• Constante giromagnética ( g )</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>O Hidrogênio</p><p>• É o núcleo ativo na RM.</p><p>• Contém apenas um próton (número atômico</p><p>e de massa 1).</p><p>• Abundante no corpo humano.</p><p>• Apresenta momento magnético grande.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Propriedades Magnéticas</p><p>• O núcleo de hidrogênio contém um próton</p><p>com carga positiva que efetua uma rotação.</p><p>• O núcleo de hidrogênio tem um campo</p><p>magnético induzido a sua volta e age como</p><p>um magneto.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Hidrogênio</p><p>• Abundante na natureza</p><p>• Usado para imagem em RM</p><p>• Núcleo</p><p>• 1 próton</p><p>• 1 elétron</p><p>g =</p><p>g =42,6MHz/Tesla</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Alinhamento</p><p>• Na ausência de um campo magnético, os</p><p>momentos magnéticos dos H+ têm</p><p>orientação ao acaso.</p><p>• Na presença de um forte campo</p><p>magnético estático externo, os momentos</p><p>magnéticos dos H+ se alinham a este</p><p>campo magnético.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Campo magnético basal B0</p><p>B0</p><p>B0</p><p>Antiparalelo (PAP)</p><p>Campo magnético basal B0.</p><p>Paralelo (PP)</p><p>1/106 (Avogadro=1023 moléculas/grama de tecido, 1023/106 1017 prótons/grama)</p><p>D P = PP – PAP= 1017</p><p>M0</p><p>M=0</p><p>Vetor de magnetização efetiva</p><p>• Tempo constante T1 (1-e-t/T1)</p><p>• Tipo de tecido – densidade de prótons – N(H)</p><p>• Intensidade do campo magnético</p><p>basal – B0</p><p>M</p><p>a</p><p>g</p><p>n</p><p>e</p><p>ti</p><p>z</p><p>a</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>Tempo (mseg)</p><p>T1 2T1 3T1 4T1 5T1</p><p>M0 1-e-t/T1</p><p>M0</p><p>D P</p><p>B0B</p><p>0</p><p>Espectro eletromagnético</p><p>• Radiofreqüência</p><p>• 2,8 MHz a 85,0 MHz</p><p>Equação de Larmor:</p><p>• Razão giromagnética (g)</p><p>• Campo magnético B0</p><p>w0 = g.B0</p><p>Movimento de precessão.</p><p>VME</p><p>w = 42,6 MHz para B0 =1,0T</p><p>w = 64,0 MHz para B0 =1,5T</p><p>w</p><p>Excitação</p><p>• Perturbação oscilatória</p><p>– Energia - pulso de RF</p><p>– Direção - perpendicular ao vetor de precessão</p><p>• Características:</p><p>– Freqüência de Larmor</p><p>– Amplitude do pulso: quantidade de prótons</p><p>– Duração do pulso = ângulo de inclinação</p><p>Características do sinal de RM</p><p>• É a perda de energia para o ambiente ao recuperar o</p><p>equilíbrio, após ter ocorrido a perturbação oscilatória</p><p>ressonante.</p><p>• O sinal de RM é emitido na mesma freqüência na qual se</p><p>provocou a perturbação oscilatória, chamada de</p><p>freqüência de Larmor.</p><p>• Este sinal é observado pela bobina situada em um</p><p>ângulo de 90°.</p><p>• A amplitude do sinal é proporcional à densidade de</p><p>prótons ressonando.</p><p>x</p><p>y</p><p>t = 0</p><p>t1</p><p>t2</p><p>t3</p><p>t4 t1 t2 t3 t4t = 0</p><p>tempo</p><p>Sinal de RM de 1 spin</p><p>Distribuição dos spins no plano XY Sinal de RM</p><p>B0</p><p>Decaimento Induzido Livre</p><p>composição do sinal de RM</p><p>M</p><p>Freqüência de Larmor</p><p>Defasagem dos spins</p><p>• Interação spin-spin</p><p>• Campo magnético B0 não homogêneo</p><p>w0</p><p>-</p><p>w0 w0</p><p>+</p><p>x</p><p>y</p><p>t = 0</p><p>y t1</p><p>t3</p><p>x</p><p>t = 0t2</p><p>t4</p><p>t1</p><p>t2</p><p>t3</p><p>t4</p><p>x</p><p>y</p><p>z</p><p>B0</p><p>M</p><p>Vetores de</p><p>spins</p><p>individuais</p><p>Sinal de RM</p><p>Mxy(t)=Mo e</p><p>–t/ T2*</p><p>(cos w0t)</p><p>Composição do sinal de RM</p><p>• Processos independentes simultâneos</p><p>• Relaxação longitudinal – T1</p><p>– Retorno ao estado de menor energia</p><p>– Realinhamento ao eixo Z</p><p>– O componente Mz cresce</p><p>• Relaxação transversal – T2</p><p>– Perda da coerência (fase) dos spins no plano Mxy</p><p>– Interação entre os spins</p><p>– Alterações locais no campo magnético</p><p>Relaxação simultânea</p><p>y</p><p>x</p><p>z</p><p>B0</p><p>Mz</p><p>Mxy</p><p>Mxy</p><p>Mz</p><p>M Mo</p><p>M</p><p>TR</p><p>t</p><p>M0</p><p>0</p><p>B</p><p>Recuperação longitudinal</p><p>Composição do Sinal de RM – T1</p><p>Mo</p><p>IS</p><p>M0(1-e-t/T1)</p><p>IS</p><p>TE</p><p>t</p><p>Mxy</p><p>Mo e –t/ T2*</p><p>Composição do Sinal de RM – T2*</p><p>Decaimento transversal</p><p>T2* e T2</p><p>• Decaimento T2* (variável)</p><p>– Campo magnético externo (B0)</p><p>– Interação entre spins (spin-spin)</p><p>– Difusão (fator menor)</p><p>• Decaimento T2 (fixo)</p><p>– Interação entre spins (spin-spin)</p><p>1/T2*=1/T2 + g DB</p><p>se DB=0 (magneto perfeito)</p><p>1/T2*=1/T2T2*</p><p>T2</p><p>IS</p><p>t</p><p>Decaimento T2 fixo: reversão de 180°.</p><p>RF 180°</p><p>Mxy</p><p>z</p><p>y</p><p>x tempo de ida = tempo de volta</p><p>Contraste na imagem.</p><p>• É a discriminação entre os tecidos</p><p>• Exemplos de contraste:</p><p>– Gordura: grande magnetização transversa</p><p>– Água: pequena magnetização transversa</p><p>– Proteína: magnetização transversa intermediária</p><p>• Tipo de contraste intrínseco entre os tecidos:</p><p>– Contraste tipo T1</p><p>– Contraste tipo T2</p><p>– Contraste tipo Densidade de Prótons (DP)</p><p>Saturação Insaturação</p><p>TR</p><p>TR</p><p>TR curto</p><p>TR</p><p>TR</p><p>TR longo</p><p>Saturação</p><p>B0 1º pulso de</p><p>RF 90°</p><p>plano transverso</p><p>água</p><p>gordura</p><p>B0</p><p>contraste</p><p>T1</p><p>TR curto</p><p>água</p><p>gordura</p><p>plano transverso</p><p>B0 2º pulso de</p><p>RF 90°</p><p>água</p><p>gordura</p><p>B0</p><p>Insaturação</p><p>B0 1º pulso de</p><p>RF 90°</p><p>plano transverso</p><p>TR longo</p><p>água</p><p>gordura</p><p>plano transverso</p><p>B0 2º pulso de</p><p>RF 90°</p><p>água</p><p>gordura</p><p>B0</p><p>água</p><p>gordura</p><p>B0 Relaxação</p><p>transversal</p><p>Mecanismos de contraste</p><p>• Tipo T1 • Tipo T2</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>Tempo TR Tempo TE</p><p>Mo Mxy</p><p>t´ t´</p><p>H2O</p><p>H2O</p><p>Gordura</p><p>Gordura</p><p>Proteína</p><p>Proteína</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Recuperação T1</p><p>• É causada pelos núcleos liberando sua</p><p>energia no ambiente.</p><p>• A energia liberada no retículo circundante</p><p>faz com que os núcleos recuperem sua</p><p>magnetização longitudinal.</p><p>• A razão de recuperação é um processo</p><p>exponencial, com tempo de recuperação</p><p>constante denominado T1.</p><p>IS</p><p>TR</p><p>t</p><p>63%</p><p>M0</p><p>Recuperação T1</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Princípios Físicos</p><p>Declínio T2</p><p>• É causado pela troca de energia entre</p><p>núcleos vizinhos.</p><p>• É denominada relaxamento spin spin e</p><p>acarreta o declínio da magnetização</p><p>transversa.</p><p>• A razão de declínio é um processo</p><p>exponencial, dessa forma o tempo de</p><p>relaxamento T2 de um tecido é sua</p><p>constante temporal de declínio.</p><p>t</p><p>TE</p><p>IS</p><p>Mxy</p><p>Decaimento T2</p><p>37%</p><p>Ponderação</p><p>• Imagem ponderada em T1:</p><p>– TR curto</p><p>– TR controla o grau de ponderação T1</p><p>• Imagem ponderada em T2:</p><p>– TE longo</p><p>– TE controla o grau de ponderação T2.</p><p>• Imagem ponderada em DP:</p><p>– TR longo</p><p>– TE curto</p><p>– Altera os efeitos do contraste T1 e T2.</p><p>Imagem SE ponderada em T1</p><p>Imagem SE ponderada em T2</p><p>Imagem SE ponderada em DP</p><p>Susceptibilidade magnética</p><p>• Diamagnética:</p><p>Efeito negativo sobre o campo magnético local</p><p>• Paramagnética:</p><p>Efeito positivo sobre o campo magnético local</p><p>• Ferromagnética:</p><p>Efeito persistente sobre o campo magnético local</p><p>Efeito paramagnético</p><p>Evolução da intensidade do sinal da hemorragia</p><p>em um campo de 1,5 T.</p><p>Chaney et al. (1992)</p><p>T1</p><p>24h 72h 2 semanas 1 mês anos</p><p>T2</p><p>alta</p><p>igual</p><p>baixa</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>c</p><p>o</p><p>m</p><p>r</p><p>e</p><p>la</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>a</p><p>o</p><p>c</p><p>é</p><p>re</p><p>b</p><p>ro</p><p>Hemorragia</p><p>Contraste paramagnético</p><p>Questionário</p><p>1. Em que se baseiam os princípios da RM?</p><p>2. O que caracteriza os núcleos ativos?</p><p>3. O que é movimento angular? Descreva como ele se transforma em</p><p>um sinal.</p><p>4. Por que o H+ é o núcleo ativo na RM?</p><p>5. Descreva o processo de alinhamento do H+.</p><p>6. Descreva o processo da ressonância do H+.</p><p>7. O que é a Equação de Larmor? Explique cada termo.</p><p>8. O que é RM?</p><p>9. O que é ângulo de inclinação?</p><p>10. O que é fase? Como os H+ entram em fase?</p><p>11. O que é sinal? Como o sinal é gerado na RM?</p><p>12. Defina contraste, contraste T1, contraste T2 e contraste DP.</p><p>13. Explique o DLI .</p><p>14. Explique relaxamento .</p><p>15. Explique a recuperação T1 e o delínio T2 .</p><p>16. Defina TR e TE. Por que eles são importantes na ponderação das</p><p>imagens.</p><p>17. Defina ponderação, ponderação T1, ponderação T2 e ponderação</p><p>DP .</p><p>18. O que é suscetibilidade magnética?</p><p>19. O que são substâncias diamagnéticas, paramagnéticas e</p><p>ferromagnéticas?</p><p>20. Cite as principais vantagens e desvantagens da RM?</p><p>• Introdução</p><p>Sequências de Pulso</p><p>• O que é</p><p>sequência de</p><p>pulso?</p><p>• Tipos de</p><p>sequências</p><p>de pulso</p><p>• Imagens</p><p>Marcelo B. Muscionico</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>Átomo</p><p>• Núcleo (prótons + nêutrons)</p><p>• Número atômico (prótons)</p><p>• Número de massa (prótons + nêutrons)</p><p>• Átomo ativo em RM</p><p>– Número de massa ímpar</p><p>– Movimento de rotação</p><p>• Carga elétrica em movimento (spin)</p><p>• Constante giromagnética ( g )</p><p>Hidrogênio</p><p>• Abundante na natureza</p><p>• Usado para imagem em RM</p><p>• 1 próton</p><p>• 1 elétron</p><p>g =</p><p>g =42,6MHz/Tesla</p><p>Campo magnético basal B0</p><p>B0</p><p>B0</p><p>Antiparalelo (PAP)</p><p>Campo magnético basal B0.</p><p>H</p><p>H</p><p>H H H H</p><p>H</p><p>Paralelo (PP)</p><p>D P = PP - PAP</p><p>Mz</p><p>D P</p><p>B0B</p><p>0</p><p>Movimento de precessão</p><p>Freqüência de Larmor</p><p>• Razão giromagnética (g)</p><p>• Campo magnético B0</p><p>w0 = g.B0</p><p>Conjunto ressonante</p><p>Ressonância magnética.</p><p>VME</p><p>w = 42,6 MHz para B0 1,0T</p><p>w = 64,0 MHz para B0 1,5T~</p><p>x</p><p>y</p><p>z</p><p>w = gB0</p><p>x</p><p>y</p><p>z</p><p>w = gB0</p><p>M0</p><p>B0</p><p>M0</p><p>Precessão fora de fase</p><p>Sem vetor de</p><p>magnetização</p><p>no plano XY</p><p>Precessão com magnetização</p><p>longitudinal</p><p>Bobina</p><p>Excitação</p><p>• Perturbação oscilatória</p><p>– Energia - pulso de RF</p><p>– Direção - perpendicular ao vetor de precessão</p><p>• Características:</p><p>– Freqüência de Larmor</p><p>– Amplitude do pulso: quantidade de prótons</p><p>• Duração do pulso = ângulo de inclinação</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>• O VME se afasta do alinhamento em</p><p>relação a B0.</p><p>• O ângulo, segundo o qual o VME sai do</p><p>alinhamento, é denominado ângulo de</p><p>inclinação (flip angle).</p><p>• A magnitude deste ângulo depende da</p><p>amplitude e duração do pulso RF.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>Pulso de RF – campo B1</p><p>x</p><p>y</p><p>z</p><p>Spin w = gB0</p><p>M0</p><p>Precessão</p><p>Sem vetor de</p><p>magnetização</p><p>no plano XY x</p><p>y</p><p>z</p><p>M0</p><p>Q</p><p>B1</p><p>RF</p><p>Q = g B1 t</p><p>t = duração do pulso de RF</p><p>B1= extensão do campo magnético de RF</p><p>g = razão giromagnética</p><p>Pulso de RF</p><p>Q = w1 t( w1 = g B1)</p><p>Ângulo Q = freqüência do pulso de RF X duração do pulso de RF</p><p>B0</p><p>Bobina</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>• Os momentos magnéticos dos núcleos de</p><p>H+ no VME transverso se movem em fase</p><p>uns em relação aos outros.</p><p>• Fase é a posição de cada momento</p><p>magnético na trajetória precessional em</p><p>torno de B0.</p><p>• Em consequência da ressonância, o VME</p><p>fica em precessão em fase no plano</p><p>transverso.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>• O VME em precessão no plano transverso</p><p>induz uma voltagem numa bobina</p><p>receptora.</p><p>• O sinal é produzido quando uma</p><p>magnetização em fase passa pela bobina.</p><p>• Quando o VME entra em precessão à</p><p>frequência de Larmor no plano transverso,</p><p>induz uma voltagem (sinal) na bobina.</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>B0</p><p>Pulso de RF 90º</p><p>Perturbação oscilatória de 90º</p><p>Freqüência de Larmor</p><p>M</p><p>Sinal de RM</p><p>• Retorno ao equilíbrio inicial</p><p>– Energia: pulso de RF</p><p>– Direção perpendicular ao B0</p><p>• Características do sinal</p><p>– Freqüência de Larmor</p><p>– Amplitude do pulso = quantidade de prótons</p><p>• Composição do sinal de RM</p><p>– Componente longitudinal (T1)</p><p>– Componente transversal (T2)</p><p>B0</p><p>Sinal de RM</p><p>M</p><p>Freqüência de Larmor</p><p>z</p><p>x</p><p>y</p><p>Vetor transversal</p><p>Bobina</p><p>Características do sinal de RM</p><p>• É a perda de energia para o ambiente ao recuperar o</p><p>equilíbrio, após ter ocorrido a perturbação oscilatória</p><p>ressonante.</p><p>• O sinal de RM é emitido na mesma freqüência na qual se</p><p>provocou a perturbação oscilatória, chamada de</p><p>freqüência de Larmor.</p><p>• Este sinal é observado pela bobina situada em um</p><p>ângulo de 90°.</p><p>• A amplitude do sinal é proporcional à densidade de</p><p>prótons ressonando.</p><p>x</p><p>y</p><p>t = 0</p><p>t1</p><p>t2</p><p>t3</p><p>t4 t1 t2 t3 t4t = 0</p><p>tempo</p><p>Sinal de RM de 1 spin</p><p>Distribuição dos spins no plano XY Sinal de RM</p><p>B0</p><p>Decaimento Induzido Livre (FID).</p><p>M</p><p>Freqüência de Larmor</p><p>x</p><p>y</p><p>z</p><p>B0</p><p>M</p><p>Vetores de spins individuais</p><p>Sinal de RM</p><p>Mxy(t)=Mo e</p><p>–t/ T2*</p><p>(cos w0t)</p><p>Interação spin-spin no plano</p><p>transverso</p><p>Vetores de</p><p>spins</p><p>individuais</p><p>Sinal de RM</p><p>Decaimento T2*</p><p>Mxy(t)=Mo e</p><p>–t/ T2*</p><p>(cos w0t)</p><p>Composição do sinal de RM</p><p>• Processos independentes simultâneos</p><p>• Relaxação longitudinal – T1</p><p>– Retorno ao estado de menor energia</p><p>– Realinhamento ao eixo Z</p><p>– O componente Mz cresce</p><p>• Relaxação transversal – T2</p><p>– Perda da coerência (fase) dos spins no plano Mxy</p><p>– Interação entre os spins</p><p>– Alterações locais no campo magnético</p><p>Relaxação simultânea</p><p>y</p><p>x</p><p>z</p><p>B0</p><p>Mz</p><p>Mxy</p><p>Mxy</p><p>Mz</p><p>Tempo de relaxação T1</p><p>• Retorno ao estado de menor energia</p><p>• Spins defasam imediatamente</p><p>• Movimentos simultâneos</p><p>– Componente Mxy diminui rapidamente</p><p>– Componente Mz recupera lentamente</p><p>• Qual o tempo característico constante do</p><p>componente Mz recuperar a magnetização</p><p>inicial M0?</p><p>• É o tempo T1: Mz(t)=M0(1-e-t/T1)</p><p>M Mo</p><p>M</p><p>TR</p><p>t</p><p>M0</p><p>0B</p><p>Relaxação longitudinal</p><p>Composição do Sinal de RM – T1</p><p>Mo</p><p>IS</p><p>M0(1-e-t/T1)</p><p>Composição do Sinal de RM – T2*</p><p>IS</p><p>TE</p><p>t</p><p>Mxy</p><p>B0</p><p>Relaxação transversal</p><p>Mo e –t/ T2*</p><p>T2* e T2</p><p>• Decaimento T2* (variável)</p><p>– Campo magnético externo (B0)</p><p>– Interação entre spins (spin-spin)</p><p>– Difusão (fator menor)</p><p>• Decaimento T2 (fixo)</p><p>– Interação entre spins (spin-spin)</p><p>1/T2*=1/T2 + g DB</p><p>se DB=0 (magneto perfeito)</p><p>1/T2*=1/T2T2*</p><p>T2</p><p>IS</p><p>t</p><p>Decaimento T2 fixo: reversão de 180°.</p><p>RF 180°</p><p>Mxy</p><p>z</p><p>y</p><p>x tempo de ida = tempo de volta</p><p>Seqüência de pulso SE.</p><p>90º</p><p>180º sinal</p><p>90º</p><p>t</p><p>TR</p><p>t = intervalo entre o pulso de 90º e o de 180º</p><p>TE = intervalo ente o pulso de 90º e o sinal de RM</p><p>TR = intervalo entre os pulsos de 90º, reiniciando o ciclo</p><p>TE</p><p>Pulso de 180º - SE</p><p>B0</p><p>90</p><p>180</p><p>sinal</p><p>T2*</p><p>T2</p><p>Contraste na imagem.</p><p>• É a discriminação entre os tecidos</p><p>• Exemplos de contraste:</p><p>– Gordura: grande magnetização transversa</p><p>– Água: pequena magnetização transversa</p><p>– Proteína: magnetização transversa intermediária</p><p>• Tipo de contraste intrínseco entre os tecidos:</p><p>– Contraste tipo T1</p><p>– Contraste tipo T2</p><p>– Contraste tipo Densidade de Prótons</p><p>Mecanismos de contraste</p><p>• Tipo T1 • Tipo T2</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>o</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>Tempo TR Tempo TE</p><p>Mo Mxy</p><p>t´ t´</p><p>H2O</p><p>H2O</p><p>Gordura</p><p>Gordura</p><p>Proteína</p><p>Proteína</p><p>IS</p><p>TR</p><p>t</p><p>63%</p><p>M0</p><p>Recuperação T1</p><p>t</p><p>TE</p><p>IS</p><p>Mxy</p><p>Decaimento T2</p><p>37%</p><p>Ponderação</p><p>• Imagem ponderada em T1:</p><p>– TR curto</p><p>– TR controla o grau de ponderação T1</p><p>• Imagem ponderada em T2:</p><p>– TE longo</p><p>– TE controla o grau de ponderação T2.</p><p>• Imagem ponderada em DP:</p><p>– Altera os efeitos do contraste T1 e T2.</p><p>– TR longo</p><p>– TE curto</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>• O lento balanço molecular no tecido</p><p>adiposo possibilita que o processo de</p><p>recuperação seja relativamente rápido.</p><p>Contraste T1</p><p>• O tempo T1 do tecido adiposo é CURTO.</p><p>• Na água, a mobilidade molecular é</p><p>elevada, ocasionando uma recuperação T1</p><p>menos eficiente.</p><p>• O tempo T1 da água é LONGO.</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>• Uma imagem ponderada em T1 é aquela</p><p>em que o contraste , predominantemente,</p><p>depende das diferenças entre os tempos T1</p><p>do tecido adiposo e da água.</p><p>Ponderação T1</p><p>• O TR controla o grau de recuperação T1.</p><p>• Para a ponderação T1 o TR tem de ser</p><p>curto.</p><p>• A) SPIN-ECHO (SE): imagens ponderadas em T1</p><p>-TR (< 700ms) e TE (< 20ms) – CURTOS</p><p>-Quando o relaxamento T1 de um tecido/substância é</p><p>rápido, a recuperação da magnetização longitudinal é</p><p>facilitada, e dizemos que o mesmo tem T1 CURTO (emite</p><p>sinal hiperintenso - aparecerá branco)</p><p>-Da mesma forma quando o relaxamento T1 é lento,</p><p>correspondendo a recuperação da magnetização longitudinal</p><p>menos eficiente, dizemos que o tecido/substância tem T1</p><p>LONGO (emite sinal menos intenso - aparecerá cinza ou</p><p>preto)</p><p>• T1 CURTO - SINAL HIPERINTENSO</p><p>• T1 LONGO - SINAL HIPOINTENSO</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>Imagem ponderada em T1:</p><p>TR curto</p><p>TE curto</p><p>TR controla o grau de ponderação T1</p><p>Imagem SE ponderada em T1</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>Contraste T2</p><p>• A troca de energia é mais eficiente no</p><p>tecido adiposo .</p><p>• O tempo T2 do tecido adiposo é CURTO.</p><p>• Na água, a troca de energia é menos</p><p>eficiente que no tecido adiposo.</p><p>• O tempo T2 da água é LONGO.</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>ressonância</p><p>magnética ?</p><p>• Imagens</p><p>• Ponderação</p><p>e Contraste</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Sequências de Pulso</p><p>• Uma imagem ponderada em T2 é aquela</p><p>em que o contraste , predominantemente,</p><p>depende das diferenças entre os tempos T2</p><p>do tecido adiposo e da água.</p><p>Ponderação T2</p><p>• O TE controla o grau de declínio T2.</p><p>• Para a ponderação T2 o TE tem de ser</p><p>longo.</p><p>• A) SPIN-ECHO (SE): imagens ponderadas em T2</p><p>-TR (> 2000ms) e TE (> 70ms) LONGOS</p><p>-Quando o decaimento T2 ou perda da magnetização no</p><p>plano transverso ocorre rapidamente, no momento em que</p><p>colhermos o eco, o sinal será pouco intenso e o</p><p>tecido/substância aparecerá escuro</p><p>-Dizemos então que o mesmo tem T2 CURTO – aparecerá</p><p>hipointenso</p><p>-Quando o decaimento T2 é lento, no momento em que</p><p>colhermos o eco, o sinal emitido será intenso</p><p>-Dizemos que o mesmo tem T2 LONGO – aparecerá</p><p>hiperintenso</p><p>• T2 CURTO – SINAL HIPOINTENSO</p><p>• T2 LONGO – SINAL HIPERINTENSO</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o</p><p>Imagem ponderada em T2:</p><p>TE longo</p><p>TR longo</p><p>TE controla o grau de ponderação T2.</p><p>Imagem SE ponderada em T2</p><p>• A) SPIN-ECHO (SE): imagens ponderadas em DP</p><p>-TR (> 2000ms) LONGO e TE (< 30ms) CURTO</p><p>-A diferenciação dos tecidos com base na DP é conseqüência</p><p>do</p><p>número de prótons por unidade de volume</p><p>-Tecidos/substância com alta densidade de prótons (ex: água ligado à</p><p>proteínas) manchem componentes de magnetização transversa</p><p>significativos e emitem sinal intenso – aparecem hiperintensos</p><p>-Tecidos/substâncias com baixa densidade protônica (ex: água livre,</p><p>osso cortical) manchem pouca magnetização transversa e assim emitem</p><p>sinal pouco intenso – aparecem hipointensos</p><p>• ALTA DENSIDADE PROTÔNICA - HIPERINTENSIDADE</p><p>• BAIXA DENSIDADE PROTÔNICA - HIPOINTENSIDADE</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>Imagem SE ponderada em DP</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>SPIN-ECHO (SE):</p><p>-As seqüências de SE baseiam-se na obtenção do eco</p><p>estimulado por um pulso de RF</p><p>-Embora recentemente venham sendo gradativamente</p><p>substituídas por seqüências mais rápidas (ex: Fast-spin-echo),</p><p>representaram por muito tempo o gold standard na</p><p>imagenologia por RM</p><p>-Podem ser usadas essencialmente para examinar</p><p>qualquer região do SNC</p><p>SPIN-ECHO (SE):</p><p>-As imagens obtidas através da técnica de SE apresentam</p><p>SNR (relação sinal-ruído) elevado e são muito úteis para</p><p>detalhamento anatômico</p><p>-Na ponderação em T2 são muito sensíveis para detectar</p><p>patologias da mesma forma que na ponderação T1 com</p><p>utilização de agentes paramagnéticos (Gadolínio)</p><p>-Dependendo na manipulação do TR e TE podemos obter</p><p>imagens ponderadas em T1, T2 e DP</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>SPIN-ECHO (SE):</p><p>-A maioria dos tecidos tem densidade protônica muito próxima, de</p><p>forma que é mais difícil diferenciá-los baseando na DP</p><p>-Tal ponderação é extremamente útil; por exemplo: quando queremos</p><p>diferenciar a água livre (no interior dos ventrículos) da água ligada (edema</p><p>intersticial, placa de desmielinização peri-ventricular)</p><p>-A grande maioria das lesões apresentam T1 e T2 LONGOS devido</p><p>ao aumento do teor de água, apresentando hipointensidade em T1 e</p><p>hiperintensidade em T2</p><p>-Edema, tumores, processos inflamatórios/infecciosos e infartos quase</p><p>sempre exibem sinal diminuído em T1 e aumentado em T2, apresentando-</p><p>se de forma semelhante do ponto de vista de imagem</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>SPIN-ECHO (SE):</p><p>-A obtenção de cortes ponderados em DP pode ser útil, bem como</p><p>outras seqüências de pulso ou mesmo a utilização de agente</p><p>paramagnético (gadolínio) na tentativa de melhor caracterização das</p><p>lesões</p><p>-Atualmente o maior fator limitante na utilização da técnica de SE</p><p>para estudo do SNC é o tempo de aquisição e a limitação do número de</p><p>cortes se compararmos com a técnica de Fast Spin-Echo (FSE)</p><p>-Nas seqüências SE é obrigatório usar espaçamento (gap) entre os</p><p>cortes para evitar artefato de cross-talking, para que não haja interferência</p><p>de um corte no outro</p><p>-Se não queremos tal espaçamento devemos utilizar o recurso de</p><p>interleaved – duas aquisições entremeadas, de forma que toda a anatomia</p><p>seja explorada</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>Seqüência de pulso TSE/FSE.</p><p>t = intervalo entre o pulso de 90º e o de 180º</p><p>TE = intervalo ente o pulso de 90º e o sinal de RM</p><p>TR = intervalo entre os pulsos de 90º, reiniciando o ciclo</p><p>ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>Seqüência de pulso TSE/FSE T1</p><p>• IMAGENS PONDERADAS EM T1:</p><p>-TR: 300-600ms -TE: < 20ms -Echo-train: 2-5</p><p>-Tempo de aquisição: 30 seg a 1 minuto</p><p>ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>Imagem TSE/FSE ponderada em T1</p><p>Seqüência de pulso TSE/FSE T2</p><p>IMAGENS PONDERADAS EM T2:</p><p>-TR: >1000ms -TE: > 70ms -Echo-train: 8</p><p>-Tempo de aquisição: 1 a 2 minutos</p><p>ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>Imagem TSE/FSE ponderada em T2</p><p>Seqüência de pulso TSE/FSE DP/T2</p><p>IMAGENS PONDERADAS EM DP/T2:</p><p>-TR: 2500ms -TE: 20/100ms -Echo-train: 8-12</p><p>-Tempo de aquisição: 3 a 4 minutos</p><p>ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>90o</p><p>180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO</p><p>180o 180o</p><p>ECO ECO</p><p>Imagem TSE/FSE ponderada</p><p>em DP/T2</p><p>FAST SPIN-ECHO:</p><p>-A constante procura de métodos mais eficientes em RM levou ao</p><p>desenvolvimento de técnicas mais rápidas de Spin-echo (eco induzido por</p><p>radiofreqüência)</p><p>-É uma seqüência Spin-Echo cujo tempo de obtenção é extremamente</p><p>mais rápido devido a utilização de um echo-train ou turbo-factor, que</p><p>permite múltiplas codificações de fase a cada TR, preenchendo as várias</p><p>linhas do espaço K em um menor espaço de tempo</p><p>-Muito semelhante ao SE, exceto por algumas diferenças não</p><p>fundamentais como o fato de que a gordura persiste hiperintensa em T2</p><p>-Como sugestão de protocolo, as imagens ponderadas em T1 podem</p><p>ser realizadas com técnica de SE</p><p>-As demais imagens do exame vão utilizar técnicas FSE e/ou outras.</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>FAST SPIN-ECHO:</p><p>a)Vantagens:</p><p>-Reduz acentuadamente o tempo de scan</p><p>-Permite utilização de matrizes de alta resolução e melhora da</p><p>amostragem (aumento do número de NEX)</p><p>-Mantém a ponderação semelhante ao SE</p><p>-Acentua a ponderação T2</p><p>-Diminui os artefatos decorrentes de movimento (menor tempo de</p><p>aquisição)</p><p>-Diminui os artefatos decorrentes do fluxo liquórico sem necessidade</p><p>de gating</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>FAST SPIN-ECHO:</p><p>a)Desvantagens:</p><p>-A principal desvantagem é a menor sensibilidade para detectar efeito</p><p>de susceptibilidade magnética devido a excelente capacidade de raphasing</p><p>do Echo-train (múltiplos pulsos de 180 graus)</p><p>-Persistência de sinal hiperintenso da gordura nos cortes ponderados</p><p>em T2</p><p>-Incompatível com algumas opções de imagem que no entanto não</p><p>afetam o estudo do SNC</p><p>-Algum grau de borramento das imagens devido a contribuição de</p><p>múltiplos TEs</p><p>SEQÜÊNCIA DE PULSO</p><p>Seqüência IR</p><p>(Inversão Recuperação)</p><p>TI = tempo de inversão</p><p>180</p><p>90</p><p>sinal</p><p>90</p><p>180</p><p>TI</p><p>TE</p><p>TR</p><p>180</p><p>Seqüência Inversão Recuperação</p><p>TI</p><p>180° 180°</p><p>90°</p><p>C</p><p>B</p><p>A</p><p>A</p><p>Sinal</p><p>TI curto</p><p>B</p><p>TI intermediário</p><p>C</p><p>TI longo</p><p>A, B, C</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>TI curto</p><p>TI longo</p><p>saturação</p><p>FLAIR</p><p>Inversão Recuperação com TI longo</p><p>Gordura</p><p>Água</p><p>Parâmetros:</p><p>TI longo (1700-2200 ms)</p><p>TR longo (6000 ms)</p><p>TE curto ou longo</p><p>FLAIR</p><p>FLuid Attenuation Inversion Recovery</p><p>IS</p><p>TR</p><p>TI</p><p>0</p><p>T2 e FLAIR</p><p>T2</p><p>FLAIR</p><p>STIR</p><p>Inversão Recuperação com TI curto</p><p>Gordura</p><p>Água</p><p>Parâmetros:</p><p>TI curto (100-175 ms)</p><p>TR longo (2000 ms)</p><p>TE curto (10-30 ms)</p><p>STIR</p><p>Short Time Inversion Recovery</p><p>IS</p><p>TR0</p><p>TI</p><p>Seqüência Gradiente Eco</p><p>GRE (T2*)</p><p>sinal</p><p>TR</p><p>TE</p><p> </p><p>t t</p><p>Gradiente</p><p>de retorno</p><p>de fase</p><p>T1: TR e TE curtos</p><p>T2: TR e TE longos</p><p> controla contraste</p><p>precessão</p><p>núcleos</p><p>freiam</p><p>núcleos</p><p>aceleram</p><p>R L</p><p>gradiente</p><p>precessão</p><p>núcleos</p><p>aceleram</p><p>R L</p><p>gradiente</p><p>núcleos</p><p>freiam</p><p>precessão</p><p>precessão</p><p>RL</p><p>Em faseEm fase</p><p>Fora de fase</p><p>R L</p><p>precessão</p><p>Como funciona a seqüência GRE</p><p>Ponderação na imagem GRE.</p><p>B0</p><p>tempo</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>TE longo</p><p>T2*</p><p>Componente transverso pequeno</p><p>tempo</p><p>In</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>id</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>s</p><p>in</p><p>a</p><p>l</p><p>TE curto</p><p>T1</p><p>110°</p><p>B0</p><p>Componente transverso grande</p><p>Vantagens e desvantagens de T2*.</p><p>• Vantagens:</p><p>– TE mínimo muito curto</p><p>– Permite TR menor</p><p>– Tempo de exame reduzido</p><p>• Desvantagens:</p><p>– Sensível à homogeneidade do campo</p><p>– Artefatos de susceptibilidade</p><p>– Efeito T2* permanece</p><p>• Valores</p><p>– TR entre 50 ms a 100 ms</p><p>– TE entre 5 ms a 25 ms</p><p>• Ângulo</p><p>– T1 entre 70°-110°</p><p>– T2 entre 5°- 20°</p><p>T1 e Seqüência Gradiente Eco</p><p>Seqüência Gradiente Eco</p><p>Sequências de Pulso</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>sequência de</p><p>pulso?</p><p>• Tipos de</p><p>sequências de</p><p>pulso</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>1. O que é pulso?</p><p>Questionário</p><p>2. O que é sequência de pulso?</p><p>3. Quais os objetivos básicos de uma sequência</p><p>de pulso?</p><p>4. Como se forma uma sequência de pulso?</p><p>5. Quais as sequências de pulso básicas?</p><p>6. Descreva a sequência de pulso spin-eco.</p><p>7. Quais as características do pulso de 90o?</p><p>8. Quais as características do pulso de 180o?</p><p>9. Quais as vantagens e desvantagens da sequência spin-eco?</p><p>10. Descreva a sequência turbo spin-eco.</p><p>11. Quais as aplicações da sequência turbo spin-eco?</p><p>12. Quais as vantagens e desvantagens da sequência</p><p>turbo spin-eco?</p><p>13. Descreva a sequência inversão recuperação.</p><p>Sequências de Pulso</p><p>• Introdução</p><p>• O que é</p><p>sequência de</p><p>pulso?</p><p>• Tipos de</p><p>sequências de</p><p>pulso</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>14. O que tempo de inversão?</p><p>15. Quais as aplicações da sequência inversão recuperação?</p><p>16. Quais as vantagens e desvantagens da sequência</p><p>inversão recuperação?</p><p>17. Quais as características da sequência STIR?</p><p>18. Quais as características da sequência FLAIR?</p><p>19. Descreva a sequência gradiente-eco. Qual a</p><p>característica principal dessa sequência?</p><p>20. Quais aplicações da sequência gradiente-eco?</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>posição</p><p>Pulso de RF</p><p>Transmitido</p><p>f ~ B</p><p>w</p><p>Homero José de Farias e Melo</p><p>Marcelo B. Muscionico</p><p>• Para ocorrer RM deve-se aplicar um pulso</p><p>RF a 90o em relação a B0 à frequência de</p><p>precessão do H+ .</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Este pulso de RF dá ao VME uma energia</p><p>tal que ele é lançado no plano transverso.</p><p>• O pulso de RF também coloca em fase os</p><p>moemntos magnéticos individuais que</p><p>constituem o VME.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Induz-se a bobina receptora posicionada</p><p>no plano transverso uma voltagem ou sinal.</p><p>• Este sinal tem uma frequência igual à</p><p>frequência de Larmor do H+, independente</p><p>da origem do sinal no paciente.</p><p>• A magnetização transversa coerente daí</p><p>resultante entra em precessão à frequência</p><p>de Larmor do H+ no plano transverso.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• O sistema deve ser capaz de localizar</p><p>espacialmente o sinal em três dimensões, de</p><p>modo a poder posicionar cada sinal no</p><p>ponto correto da imagem.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• O processo de transformação do eco em</p><p>imagem depende de três etapas principais :</p><p>• Localização espacial do plano de corte;</p><p>• Localização espacial dos prótons do</p><p>menor eixo deste plano de corte;</p><p>• Localização espacial dos prótons do</p><p>maior eixo deste plano de corte.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Gradientes</p><p>• São alterações do campo magnético</p><p>principal e são gerados por bobinas</p><p>localizadas no corpo do magneto, através do</p><p>qual passou a corrente.</p><p>• A passagem de uma corrente por uma</p><p>bobina gradiente induz um campo</p><p>gradiente (magnético) em torno dela.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Há três bobinas gradientes situadas no</p><p>corpo do magneto:</p><p>• O gradiente Z altera a potência do campo</p><p>magnético ao longo do eixo Z do magneto;</p><p>• O gradiente Y altera a potência do campo</p><p>magnético ao longo do eixo Y do magneto;</p><p>• O gradiente X altera a potência do campo</p><p>magnético ao longo do eixo X do magneto.</p><p>• O isocentro magnético é o ponto central do</p><p>eixo de todos os três gradientes e do corpo</p><p>do magneto.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Os gradientes podem ser usados para tirar</p><p>de fase ou recolocar em fase os momentos</p><p>magnéticos dos núcleos.</p><p>• Seleção de cortes – localizar um corte no</p><p>plano de exame selecionado.</p><p>• Codificação de frequência – localização</p><p>espacial (codificação) de um sinal ao longo</p><p>do eixo longo da anatomia.</p><p>• Codificação de fase – localização espacial</p><p>(codificação) de um sinal ao longo do eixo</p><p>curto da anatomia.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Seleção dos Cortes</p><p>• Quando uma bobina gradiente é ligada, a</p><p>potência do campo magnético, altera-se de</p><p>maneira linear.</p><p>• Os gradientes podem alterar o campo de</p><p>forma suave ou acentuada, dependendo da</p><p>corrente elétrica aplicada.</p><p>• O corte é excitado de forma seletiva, pela</p><p>transmissão de RF com uma faixa de</p><p>frequências coincidindo com as frequências</p><p>de Larmor.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>X</p><p>Y</p><p>Z</p><p>• O gradiente Z seleciona os cortes</p><p>CORONAIS.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>posição</p><p>Pulso de RF</p><p>Transmitido</p><p>w</p><p>w ~ B</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>X</p><p>Y</p><p>Z</p><p>• O gradiente Y seleciona os cortes AXIAIS.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>posição</p><p>Pulso de RF</p><p>Transmitido</p><p>w~ B</p><p>w</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>X</p><p>Y</p><p>Z</p><p>• O gradiente X seleciona os cortes</p><p>SAGITAIS.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>posição</p><p>Pulso de RF</p><p>Transmitido</p><p>w</p><p>w ~ B</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Espessura dos Cortes</p><p>• A inclinação do gradiente de seleção de</p><p>cortes determina a diferença entre dois</p><p>pontos do gradiente.</p><p>• O pulso de RF transmitido para excitar o</p><p>corte tem de conter uma faixa de</p><p>frequências compatíveis com a diferença</p><p>entre dois pontos.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• A faixa de frequências dos prótons de um</p><p>corte específico é o fator determinante para</p><p>a seleção de um gradiente suave ou</p><p>acentuado.</p><p>Imagem com</p><p>espessura de</p><p>corte fino</p><p>H+ Faixa de</p><p>frequência</p><p>Aplica-se</p><p>gradiente</p><p>acentuado</p><p>Diferença de</p><p>precessão</p><p>dos H+</p><p>Localização</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>posição</p><p>Pulso RF</p><p>Transmitido</p><p>Gradiente</p><p>Selecionado</p><p>w w</p><p>w ~ B</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Imagem com</p><p>espessura de</p><p>corte espesso</p><p>Aplica-se</p><p>gradiente</p><p>suave</p><p>H+</p><p>Diferença de</p><p>precessão</p><p>dos H+</p><p>Localização</p><p>Faixa de</p><p>frequência</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>posição</p><p>Pulso RF</p><p>Transmitido</p><p>Gradiente</p><p>Selecionado</p><p>w</p><p>w</p><p>w ~ B</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Codificação de Frequência</p><p>• Uma vez selecionado o corte, o sinal dele</p><p>tem de ser localizado ao longo dos eixos da</p><p>imagem.</p><p>• O sinal geralmente é localizado no eixo</p><p>longo da anatomia (codificação de</p><p>frequência).</p><p>• A potência do campo magnético e a</p><p>frequência de precessão do sinal ao longo do</p><p>eixo do gradiente alteram-se de maneira</p><p>linear.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• O gradiente produz uma diferença de</p><p>frequência ou desvio do sinal ao longo do</p><p>eixo do gradiente de acordo com a sua</p><p>frequência.</p><p>• A direção da codificação de frequência</p><p>pode ser selecionada pelo operador.</p><p>• O gradiente de codificação de frequência é</p><p>ligado ao receber-se o sinal (gradiente de</p><p>leitura).</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Codificação de Fase</p><p>• O sinal deve ser localizado ao longo do</p><p>eixo remanescente da imagem (codificação</p><p>de fase).</p><p>• A potência do campo magnético e portanto</p><p>a frequência de precessão de núcleos ao</p><p>longo do eixo do gradiente se alteram.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Ao mudar-se a velocidade de precessão dos</p><p>núcleos, muda-se, também, a fase</p><p>acumulada dos momentos magnéticos ao</p><p>longo de sua trajetória de precessão.</p><p>• Núcleos se aceleram, movendo-se mais</p><p>adiante de sua trajetória de precessão.</p><p>• Núcleos se tornam mais lentos, movendo-</p><p>se mais para trás de sua trajetória de</p><p>precessão.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• A aplicação de todos os gradientes</p><p>seleciona um corte individual, produzindo</p><p>um desvio de frequência ao longo de um</p><p>eixo do corte e um desvio de fase ao longo</p><p>de outro eixo.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>SISTEMA</p><p>Localiza um</p><p>sinal individual</p><p>No de vezes em que os</p><p>momentos magnéticos</p><p>cruzam a bobina</p><p>receptora (frequência)</p><p>Posição em torno de</p><p>sua trajetória de</p><p>precessão (fase)</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>Espaço K</p><p>• Durante a aquisição de dados, enquanto a</p><p>sequência ainda não terminou, o</p><p>armazenamento é feito de forma organizada</p><p>numa área chamada espaço K.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• O eixo de fase do espaço K é horizontal.</p><p>• O eixo de frequência do espaço K é</p><p>vertical.</p><p>• Durante cada TR, uma linha do espaço K</p><p>é preenchida com dados de codificação de</p><p>fase e de frequência, até que todas as linhas</p><p>estejam preenchidas e a sequência tenha</p><p>sido terminada.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• Como a frequência é definida como a</p><p>alteração de fase por unidade de tempo e é</p><p>medida em radianos, a unidade do espaço K</p><p>é rad / cm.</p><p>• Após a localização espacial dos dados e</p><p>coleta e armazenamento, estes dados</p><p>estarão prontos para ser transformados em</p><p>imagens.</p><p>• Introdução</p><p>• Codificação</p><p>• Imagens</p><p>• Coleta de</p><p>dados</p><p>Ressonância</p><p>Magnética Formação de Imagens</p><p>• Formação</p><p>de imagens</p><p>• O processo de conversão em imagem é</p><p>matemático e baseia-se na chamada</p><p>Transformada de Fourier, para transformar</p><p>os dados em imagem.</p><p>• O espaço K não corresponde à imagem, ou</p><p>seja, a linha superior do espaço K não</p><p>corresponde à linha superior da imagem.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>NEX TR TE DP</p><p>VOXEL PIXEL ESPESSURA GAP</p><p>FOV RFOV MATRIZ FLIP ANGLE</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• A qualidade das imagens é controlada por</p><p>muitos fatores.</p><p>• É importante que se conheça esses fatores</p><p>e a maneira pela qual eles se inter-</p><p>relacionam.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• As quatro principais considerações que</p><p>determinam a qualidade da imagem são:</p><p>• Relação Sinal-Ruído (RSR)</p><p>• Relação Contraste-Ruído (RCR)</p><p>• Resolução Espacial</p><p>• Tempo de Exame</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Relação Sinal-Ruído</p><p>• É a razão entre a amplitude do sinal</p><p>captado pela bobina receptora e a</p><p>amplitude média do ruído presente no</p><p>momento da leitura do sinal.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• O sinal é a voltagem induzida na bobina</p><p>receptora pela precessão do VME no plano</p><p>transverso.</p><p>• O sinal é cumulativo, depende de muitos</p><p>fatores (área de estudo, região anatômica,</p><p>tamanho do paciente, tipo de sequência) e</p><p>pode ser alterado.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• O ruído é inerente ao sistema, sendo</p><p>gerado pela presença do paciente no</p><p>magneto e pelo ruído elétrico de fundo do</p><p>sistema.</p><p>• O ruído ocorre em todas as frequências,</p><p>distribuindo-se ao acaso no tempo.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>• Fatores que influenciam a RSR:</p><p>• DP da área de exame;</p><p>• Volume do voxel;</p><p>• TR, TE e Flip angle;</p><p>• NEX;</p><p>• Tipo de bobina.</p><p>• Matriz e Espessura de corte;</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Densidade de Prótons (DP)</p><p>• O número de prótons na área em exame</p><p>determina a amplitude do sinal recebido.</p><p>Áreas de</p><p>baixa DP</p><p>Sinal</p><p>fraco</p><p>RSR</p><p>Áreas de</p><p>alta DP</p><p>Sinal</p><p>forte</p><p>RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Volume do Voxel</p><p>• A unidade básica de uma imagem digital é</p><p>o pixel.</p><p>• O voxel constitui um volume de tecido no</p><p>paciente, sendo determinado pela área do</p><p>pixel e espessura dos cortes.</p><p>• A área do pixel é determinada pelo</p><p>tamanho do FOV e pelo número de pixels</p><p>no FOV (matriz).</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Volume do</p><p>voxel</p><p>H+ Sinal RSR</p><p>Volume do</p><p>voxel</p><p>H+ Sinal RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Espessura do Corte</p><p>• Determina o volume do voxel, interferindo</p><p>na RSR.</p><p>Volume do</p><p>voxel</p><p>RSREspessura</p><p>Volume do</p><p>voxel</p><p>Espessura RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Matriz</p><p>• Determina a área do pixel, interferindo no</p><p>volume do voxel.</p><p>• O tamanho da matriz é determinado pelo</p><p>no de codificações de fase e/ou de</p><p>frequências selecionados.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Codificações</p><p>Matriz</p><p>FINA</p><p>Pixels</p><p>Tamanho</p><p>dos Voxels</p><p>RSR</p><p>Codificações</p><p>Matriz</p><p>GROSSEIRA</p><p>Tamanho</p><p>dos Voxels</p><p>Pixels</p><p>H+</p><p>H+</p><p>RSR</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>Tempo de Repetição (TR)</p><p>• O TR controla o grau de magnetização</p><p>longitudinal que pode ser recuperado antes</p><p>do próximo pulso de excitação.</p><p>• Introdução</p><p>Parâmetros da RM</p><p>• Parâmetros</p><p>• Resolução</p><p>Espacial</p><p>• Imagens</p><p>Ressonância</p><p>Magnética</p><p>• Tempo de</p><p>Exame</p><p>TR Recuperação total da</p><p>magnetização longitudinal</p><p>RSR</p><p>TR Recuperação</p>

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