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<p>tema SNC: encéfalo e medula espinhal SNP: neurônios fora do SNC, nervos cranianos e nervos espinhais (e seus gânglios) SNA: neurônios que inervam músculo liso, músculo cardíaco,o epitélio glandular e a combinação desses tecidos sistema as primeiras indicações aparecem na semana -> placa neural e sulco neural a notocorda e o mesênquima paraxial induzem o ectoderma subjacente a se diferenciar na placa neural moléculas de sinalização: membros da família do fator de crescimento transformante beta, sonic hedgehog e proteínas morfogênicas do osso tubo neural se diferencia no SNC a crista neural da origem às células que formam a maior parte do SNP e SNA neurulação começa na semana, na região do ao 6° pares de somitos os 2 terços craniais da placa e do tubo neural até par de somitos -> futuro encéfalo terço caudal da placa e do tubo -> futura medula espinhal a fusão das pregas neurais e a formação do tubo neural começa no 5° somito e prossegue cranial e caudalmente neuroporo rostral fecha aproximadamente no 25° dia neuroporo caudal fecha aproximadamente no dia o fechamento dos neuroporos coincide com o estabelecimento da circulação vascular para o tubo neural as células neuroprogenitoras da parede do tubo neural se espessam para formar encéfalo e a medula espinhal o canal neural forma o sistema ventricular do encéfalo e o canal central da medula espinhal vesículas encefálicas primárias: prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo mesencé a medula espinhal primordial se desenvolve da parte caudal da placa neural e da eminência caudal o tubo neural caudal ao quarto par de monitos se desenvolve na medula espinhal canal neural vai reduzindo e na 9° a 10° semana sobra só um minúsculo canal central da medula espinhal a sinalização do ácido retinoico é essencial no desenvolvimento da medula espinhal</p><p>desde a padronização inicial até a neurogênese inicialmente, a parede do tubo neural é composta por um neuroepitélio espesso, colunar e pseudoestratificado -> essas células constituem a zona ventricular (camada ependimária) -> dá origem a todos os neurônios e células macrogliais da medula a zona marginal composta pelas partes externas das células neuroepiteliais se torna reconhecível -> essa zona se torna a substância branca da medula algumas células neuroepiteliais em divisão na zona ventricular se difeenciam nos neurônios primordiais -> formam uma zona intermediária (camada do manto) entre as zonas ventricular e marginal glioblastos se diferenciam em células neuroepiteliais migram da zona ventricular para as zonas intermediária e marginal quando as células neuroepiteliais cessam a produção de neuroblastos e glioblastos, difereniam-se em células ependimárias recobrem canal central da medula a sinalização SHH controla a proiferação, a sobrevivência e a padronização das células neuroepiteliais micróglia: pequenas células derivadas das células mesenquimais a micróglia invade o SNC no período fetal após os vasos sanguíneos entrarem no SNC a micróglia se origina na medula óssea e faz parte da população de células fagocíticas mononucleares a proliferação e a diferenciação das células neuroepiteliais produzem o espessamento das paredes e adelgaçamento das placas do teto e do assoalho esse espessamento diferencial produz o sulco limitante -> separa a parte dorsal (placa alar) da parte ventral (placa basal) aferente -> funções <- eferente } por isso a separação é importante os corpos celulares nas placas alares formam as colunas (cornos no corte transversal) dorsais cinzentas os neurônios nessas colunas constituem os núcleos aferentes conforme as placas alares aumentam, Placa do teto Septo mediano dorsal Zona marginal Neuroblastos aferentes Canal central formam-se os septos medianos dorsais no espinhal Corno cinzento dorsal Placa alar axônios das células dos cornos ventrais Corno cinzento ventral crescem para fora da medula espinhal e formam Sulco limitante Neurônio as raízes ventrais dos nervos espinhais motor Placa basal placas basais aumentam-> formam uma Fissura Placa do assoalho Substância protuberância ventralmente em cada lado do plano Neuroblasto motor mediana Tronco do branca ventral nervo espinhal mediano forma septo mediano e fissura Raiz motora ventral mediana ventral DESENVOLVIMENTO DOS GÂNGLIOS ESPINHAIS os neurônios unipolares dos gânglios espinais são derivados das células da crista neural os processos periféricos das células dos gânglios espinhais passam nos nervos espinhai às terminações sensoriais nas estruturas somáticas ou viscerais os processos centrais entram na medula espinhal e constituem as raízes dorsais</p><p>dos nervos espinhais desenvolvimento das meninges espinhais se desenvolvem das células da crista neural e do mesênquima entre o 20° e o 35° dias as células migram para circundar tubo neural e formam as meninges primordiais camada externa: dura máter camada interna: pia- aracnoide (pia-máter e aracnoide-máter -> leptomeninges) espaços preenchidos por líquido aparecem nas leptomeninges e colescem para formar o espaço subaracnoide o líquido cerebroespinhal (LCE) começa a se formar durante a qnta semana mudanças na posição da medula espinhal os nervos espinhais passam através dos forames intervertebrais opostos ao seu nível de origem a coluna vertebral e a dura-máter crescem mais rápido do que a medula espinhal a extremidade caudal a medula espinhal em adultos pode ser tão superior quanto a vértebra torácica ou tão inferior quanto a terceira vértebra lombar as raízes dos nervos inferiores à extremidade da medula (cone medular) formam um feixe de raízes de nervos espinhais chamada de cauda equina dura-máter e aracnóide usualmente terminam na S2 em adultos e a pia-máter não a pia-máter forma um feixe fibroso longo (filamento terminal) que indica o nível de origem da etremidade caudal da medula espinhal embrionária -> se estende o cone medular e se liga ao periósteo da primeira vértebra coccígea mielinização das fibras nervosas as bainhas de mielina começam a se formar na fase final do período fetal e continuam a ser formadas durante o primeiro ano pós-natal as integrinas beta regulam esse processo as raízes motoras são mielinizadas antes daas raízes sensoriais são formadas por oligodendrócitos -> que se originam do neuroepitélio as membranas plsmáticas dos oligodendrócitos se envolvem ao redor do axônio, formando diversas camadas (caracolzinho) as bainhas de mielina ao redor dos axônios das fibras nervosas periféricas são formadas pelas membranas plasmáticas do neurilema (bainhas de células de Shwann) derivadas da crista neural células do neurilema migram e circundam axônios dos neurônios motores somáticos, neurônios defeitos congênitos da medula espinhal autonômicos pré-ganglionares, processos centrais e periféricos dos neurônios sensoriais somáticos e viscerais, e ao redor dos axônios dos neurônios motores autonômicos pós-sinápticos a maioria dos defeitos resulta da falha de fusão de um ou mais arcos neurais -> espinha bífida (não fusão das metades dos arcos neurais embrionários) seio dérmico: associado ao fechamento do tubo neural e a formação das meninges na região lombossacral da medula defeito é causado pela falha de separação do ectoderma de superfície do neuroectoderma e das meninges que a envolve</p><p>espinha bífida oculta: na sua forma mais branda, a única evidência de sua presença pode ser uma ondulação com um tufo de pelos, usualmente não produz sintomas espinha bífida sística: tipos graves de espinha bífida recebem esse nome devid ao cisto meningeal espinha bífida com meningocele: medula espinhal e as raízes espinhais estão na Arco neural Tufo de pelos não fusionado Dura-máter posição normal, mas pode Pele Espaço subaracnoide haver defeitos na medula (contendo LCE) Medula espinhal espinhal espinha bífida com Músculos das costas Vértebra meningomielocele: medula A B espinhal e raízes nervosas Saco membranoso contidas no cisto meningeal Medula aberta meroencefalia: casos Medula espinhal deslocada Pele dos nervos espinhais graves envolvendo várias Espaço subaracnoide vértebras estão associados à ausência de calvária, ausência Ganglio espinhal C D de maior parte do encéfalo e FIGURA17-12 Desenhos esquemáticos ilustram vários tipos de espinha e os defeitos associados dos arcos vertebrais (um ou mais), medula espinhal e meninges. A Espinha oculta. Observe os arcos neurais não fusionados. B. Espinha com meningocele. C. Espinha com meningomielocele. D. Espinha com mielosquise. Os defeitos ilustrados em anormalidades faciais B-D são referenciados coletivamente como espinha bifida cistica devido ao saco semelhante ao cisto ou cisto associado a esses defeitos. LCE, líquido cerebrospinhal. suspeita-se fortemente de meroencefalia in utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) n líquido amniótico ou no soro sanguíneo materno a coluna vertebral fetal pode ser detectada pela ultrassonografia na a semana meningomielocele: pode ocorrer em qualquer lugar ao longo da coluna vertebral, associados a hidrocefalia e a cranio lacunia mielosquise: tipo mais grave de EB, a medula espinhal na área afetada está aberta porque há falha na fusão das pregas neurais causas dos defeitos do tubo neural a fortificação da alimetação com ácido fólico(B12) e os suplementos de ácido fólico antes da concepção e continuados por, no mímimo, 3 meses durante a gestação, reduzem a incidência de DTNs certos fármacos (como anticonvulsivante ácido valproico) aumentam risco de meningomielocele se ingeridos no início da gestação meroencefalia resulta do fechamneto defeituoso do neuroporo rostral meningomielocele resulta de um defeito do fechamneto do neuroporo caudal Desenvolvimento do encefalo começa a se desenvolver durante a terceira semana tubo neural se desenvolve no encéfalo a fusão das pregas neurais na região cranial e o fechamento do neuroporo rostral formam três vesículas encefálicas primárias, das quais se desenvolve encéfalo durante a quinta semana, o prosencéfalo se divide parcialmente em telencéfalo e diencéfalo mesencéfalo não se divide o rombencéfalo se divide parcialmente em metencéfalo e mielencéfalo</p><p>3 5 Derivados primárias secundárias adultos das Paredes Cavidades Parede Cavidade Hemisférios laterais Telencéfalo cerebrais Encéfalo anterior (prosencéfalo) Tálamo etc. Terceiro Diencéfalo Mesencéfalo Encéfalo médio Aqueduto Mesencéfalo (mesencéfalo) Ponte Parte superior do quarto Cerebelo Encéfalo posterior (rombencéfalo) Bulbo Parte inferior do quarto Mielencéfalo Medula espinhal flexuras encefálicas durante a quinta semana, o encéfalo embrionário se curva ventralmente com o dobramento da cabeça > a curvatura produz a flexura do mesencéfalo na região do mesencéfalo e a flexura cervical na junção do rombencéfalo e da medula espinhal o crescimento desigual do encéfalo entre essas flexuras produz a flexura pontina sulco limitante se estende cranialmente na junção do mesencéfalo e prosencéfalo, e as placas alar e basal são reconhecíveis somente no mesencéfalo e rombencéfalo rombencéfalo a flexura cervical demarca a divisão do rombencéfalo da medula espinhal a flexura pontina divide o rombencéfalo nas partes caudal (mielencéfalo) e rostral (metencéfalo) mielencéfalo se torna bulbo metencéfalo se torna a ponte e o cerebelo a cavidade rombencefálica se torna o quarto ventrículo e o canal central do bulbo mielencéfalo Cerebelo Flexura pontina o canal neural do tubo Canal central Rombencéfalo Núcleo grácil neural forma o pequeno canal cental do mielencéfalo Nível da secção B Núcleo cuneado os neuroblastos das Substância placas alares no mielencéfalo Flexura Vaso sanguineo cinzenta central mesencefálica Medula espinhal migram para a zona marginal e Flexura cervical Pirâmides (compostas A B por fibras corticospinhais) formam áreas isoladas de substância cinzenta-> núcleo Placa do teto Sulco limitante Teto ependimário Tela Plexo grácil medialmente e núcleo Aferente somático especial cuneiforme lateralmente Quarto Aferente somático geral Eferente visceral a área ventral do bulbo Aferente visceral especial geral contém um par de feixes de Aferente visceral geral Eferente visceral especial fibras (as pirâmides) que Placa alar Placa basal Núcleo olivar C D Eferente somático geral consistem em fibras descendentes corticoespinhais a flexura pontina faz com que as paredes laterais do bulbo se movam lateralmente a placa de teto é esticada e muito adelgaçada conforme as paredes do bulbo se movem lateralmente, as placas alares se tornam laterais às placas basais</p><p>o núcleo motor se desenvolve medialmente ao núcleo sensorial os neuroblastos nas placas basais do bulbo desenvolvem-seem neurônios motores os neuroblastos formam núcleos e se organizam em 3 colunas de cada lado: eferente somático geral: neurônios do nervo hipoglosso eferente visceral especial: neurônios que inervam os músculos derivados dos arcos faríngeos eferente visceral geral: algun neurônios dos nervos vago e glossofaríngeo os neuroblastos das placas alares do bulbo formam os neurônios que são arranjados em quatro colunas de cada lado aferente visceral geral: recebe impulsos das vísceras aferente visceral especial: rcebe fibras gustativas aferente somático geral: recebe impulsos da superfície da cabeça aferente somático especial: recebe impulsos da orelha alguns neuroblastos das placas alares migram ventralmente e dormam os neurônios do núcleo olivar metencéfalo Teto ependimário Nível da secção B Intumescência cerebelar as paredes do metencéfalo do cerebelo) Cerebelo em desenvolvimento formam a ponte e o cerebelo, e a Aferente somático cavidade do metencéfalo forma a parte Aferente visceral geral Quarto Eferente visceral geral superior do quarto ventrículo Eferente visceral especial Núcleo pontino os neuroblastos em cada placa Eferente somático geral Ponte e medula oblonga em desenvolvimento basal se desenvolvem nos núcleos A B motores e se organizam em três Fissura Capilar colunas de cada lado Lobo anterior do cerebelo Lobo anterior cerebelar Mesencéfalo em desenvolvimento (paleocerebelo) Lobo posterior Nódulo (neocerebelo) cerebelo se desenvolve de Plexo Aqueduto Lobo floculonodular espessamentos das partes dorsais das cerebral (arquicerebelo) Tela placas alares Núcleo denteado as intumescências cerebelares Quarto se projetam no quarto ventrículo e C Ponte Bulbo D Ponte Plexo Bulbo conforme se fundem no plano mediano encobrem a metade rostral do 4° ventrículo e se sobrepõem à ponte e ao bulbo alguns neuroblastos na zona intermediária das placas alares migram para a zona marginal e se diferenciam nos neurônios do córtex cerebelar outros neuroblastos dessas placas originam os núcleos centrais as células das placas alares também originam os núcleos pontinos, cocleares, vestibulares, e o núcleo sensorial do nervo trigêmeo o arquicerebelo (lobo floculonodular) tem conexões com o aparelho vestibular paleocerebelo (verme e lobo anterior) está associado à informação sensorial dos membros o neocerebelo (lobo posterior) está relacionado com o controle seletivo dos movimentos dos membros plexo corióideo e líquido cerebrospinhal o assoalho delgado do quarto ventrículo é coberto externamente pela pia-máter, que é derivada do mesênquima -> essa membrana vascular em conjunto com teto ependimário forma a tela corióidea</p><p>a tela corióidea invagina-se no quarto ventrículo e se diferencia no plexo corióideo plexo coróideo secreta líquido ventricular, que se torna LCE o teto delgado do quarto ventrículo se evagina em três localizações -> essas evaginações se rompem para formar as aberturas mediana e lateral que permitem que LCE entre no espaço subaracnóideo do quarto ventrículo o revestimento epitelial do plexo corióideo é derivado do neuroepitélio, enquanto o estroma se desenvolve das células mesenquimais local principal de absorção do LCE no sistema venoso é através das vilosidades aracnoides seios venosos durais: grandes canais venosos entre as camadas da dura-máter as vilosidades aracnoides consistem em uma camada celular delgada derivada do epitélio da aracnoide e do endotélio do mesencéfalo canal neural se estreita e se Primórdio dos colículos Nível da secção B Mesencéfalo torna o aqueduto cerebral, um canal Rombencéfalo que conecta o terceiro e quarto Substância negra Crus cerebri ventrículos B cerebral) neuroblastos migram das A Núcleo mesencefálico (NC V) placas alares do mesencéfalo para o Colículo inferior Aqueduto cerebral teto e se agregam para formar quatro Núcleo troclear telencefálica (eferente somático) grandes grupos de neurônios-> dos hemisférios cerebrais) Decussação do pedunculo cerebelar superior colículos superior e inferior pareados Substância negra Níveis das secções relacionados com reflexos visual e E D Fossa interpeduncular Crus cerebri D cerebral) auditivo Colículo inferior os neuroblastos das placas Colículo superior Núcleo Cerebelo mesencefálico basais podem dar origem a grupos (NC V) Núcleo do nervo oculomotor (NCIII) Núcleo rubro de neurônios do tegumento do Crus cerebri C Ponte Bulbo (pedunculo cerebral) E negra mesencéfalo a substância negra também pode se diferencir da placa basal as fibras em crescimento do cérebro formam a crus cerebri (pedúnculos cerebrais) anteriormente prosencéfalo conforme ocorre o fechamento do neuroporo rostral, surgem duas vesículas ópticas, uma de cada lado do prosencéfalo -> primórdio da retina e dos nervos ópticos vesículas telencefálicas logo surgem mais dorsal e rostralmente -> primórdios dos hemisférios cerebrais a parte dorsal (anterior) do prosencéfalo é telencéfalo essas cavidades a parte caudal (posterior) do prosencéfalo é o diencéfali contribuem para a formação do 3° ventrículo pineal cerebral Teto ependimário Cerebelo Placa alar Cerebelo Sulco limitante cerebral Sulco epitalâmico Placa basal Cerebelo Terceiro Tálamo Sulco Cálice B Bulbo olfatório Nervo Corpo mamilar Quiasma de secção E Hipotálamo D C Quiasma</p><p>diencéfalo se desenvolvem nas paredes laterais do terceiro ventrículo tálamo, hipotálamo e o epitálamo o tálamo é separado doepitálamo pelo sulco epitalâmico e do hipotálamo pelo sulco hipotalâmico os tálamos se encontram e se fundem na linha mediana em 70 dos encéfalos, formando uma ponte de substância cinzenta hipotálamo se origina pela proliferação de neuroblastos na zona intermediária no hipotálamo desenvolve-se um número de núcleos envolvidos em atividades endócrinas e homeostase um par de núcleos forma os corpos mamilares na superfície do hipotálamo o epitálamo se desenvolve do teto e da porção dorsal da parede lateral dos diencéfalos a glândula pineal se desenvolve como um divertículo mediano da parte caudal do teto do diencéfalo a hipófise tem origem ectodérmica e se desenvolve de duas fontes: desenvolvimento to teto ectodérmico do estomodeu (divertículo hipofisário) e invaginação do neuroectoderma do diencéfalo (diertículo neuro-hipofisário) essa origem dupla se explica pq a hipófise é composta por 2 tipos de tecidos: DERIVAÇÃO TIPO TECIDUAL PARTE LOBO Ectoderma oral Divertículo hipofisário do teto do estomodeu Adeno-hipófise (tecido glandular) Parte anterior Lobo anterior Parte tuberal Parte intermediária Neuroectoderma Divertículo neuro-hipofisário do assoalho do diencéfalo Neuro-hipófise (tecido nervoso) Parte nervosa Lobo posterior Tronco infundibular Eminência mediana divertículo hipofisário se projeta do teto do estomodeu Divertículo hipofisário do estomodeu do semana: divertículo é alongado e sofre (desenvolvimento do teto da boca primitiva) (invaginação do assoalho do prosencéfalo) constrição em sua ligação ao epitélio oral Diencéfalo neuro Assoalho do diencéfalo semana: a conexão do divertículo com a cerebral hipofisário do cavidade oral se degennera. As células da parede hipofisário Divertículo hipofisário Ectoderma oral anterior do divertículo hipofisário se proliferam e B C Estomodeu Notocorda da Antigo local cavidade oral) da membrana originam a parte anterior dahipófise A orofaringea Quiasma Eminência mediana parte tuberal resce ao redor do infundíbulo Parte intermediária Parte tuberal células na parede posterior da bolsa Tronco infundibular Lobo anterior Parte tuberal (lobo anterior) Parte intermediária hipofisária não proliferam -> originam uma parte Parte nervosa Osso esfenoide (lobo posterior) intermediária d elgada e mal definida em desenvolvimento em contendo coloide o infundíbulo origina a eminência mediana, o regressão do Assoalho D Antigo local hipofisário Tecido lobo E do pediculo Hipófise anterior acessório infundíbulo e a parte nervosa hipofisário faringea intracranial as células neuroepiteoliais posteriormente se difereniam em pituicitos -> células principais do lobo posterior da hipófise, que relacionadas com as células neurogliais as fibras nervosas se desenvolvem na parte nervosa da área hipotalâmica</p><p>hipófise faríngea e craniofaringioma um remanescente do pedúnculo do divertículo hipofisário pode persistir e formar a hipófise faríngea no teto da orofaringe craniofaringioma é um tumor benigno e raro que surge ao longo a via do divertículo hipofisário, a partir dos remanescentes do epitélio telencéfalo consiste em uma parte média e dois divertículos laterais (vesículas cererais) -> primórdios dos hemisférios cerebrais em princípio, os hemisférios cerebrais estão em ampla comunicação com a cavidade do terceiro ventrículo através do forame interventricular cerebral direito das secções Lobo parietal Terceiro cerebral em desenvolvimento BeC Lobo occipital Teto ependimário Plexo corioideo dos cerebral terminal Forame do diencéfalo interventricular Comissura ventriculos laterais Lobo frontal Núcleo caudado habenular e do terceiro ventriculo Plexo corioided Forame Comissura pineal interventricular hipocampal Terceiro Projeção das fibras Comissura da cápsula interna Ventriculo posterior Ventriculo lateral Corpo lateral caloso Colículo Corpo Núcleo lentiforme Cerebelo estriado terminal B Hipotálamo Plano da fusão subsequente Teto ependimário C do terceiro ventriculo Comissura anterior Ponte Teto ependimário Terceiro do terceiro ventriculo A Quiasma Corpo mamilar B inicialmente a fissura corióidea se encontra no teto do hemisfério e é contínua com o teto ependimário do terceiro ventrículo posteriormente, plexo corióideo dos ventrículos laterais se forma neste local conforme os hemisférios cerebrais se expandem, cobrem sucesivamente o diencéfalo, o mesencéfalo e o rombencéfalo mesênquima aderido na fissura longitudinal entre eles origina a foice cerebal -> dobra mediana da dura-máter o corpo estriado aparece durante a sexta semana como uma intumescência proeminente no assoalho de cada hemisfério cerebral Cabeça do núcleo caudado Cauda do núcleo caudado Corpo estriado Fissura Fissura Corno frontal do lateral Forame interventricular lateral lateral Corpo estriado Núcleo lentiforme Corno temporal Corno occipital ; do ventriculo lateral do lateral A B Corno temporal do lateral os hemisférios cerebrais se tornam cavidades em formato de C preenchidas por LCE a extremidade caudal de cada hemisfério se curva formando lobo temporal e traz o ventrículo lateral e a fissura corióidea com ele a parede medial delgada do hemisfério é invaginada ao longo da fissura corióidea pela pia-máter vascularpara formar plexo corióideo do corno temporal conforme o córtex cerebral se diferencia, as fibras passam através do corpo estriado e dividem em núcleos caudado e lentiforme a cápsula interna e núceo caudado se tornam em formato de C comissuras cerebrais conforme o córtex cerebral se desenvolve, grupos de fibras nervosas (comissuras) se conectam a áreas correspondentes dos hemisférios cerebrais umas com as outras</p><p>a mais importante cruza a lâmina terminal as primeiras comissuras a se formarem são a comissura anterior e a comissura hipocampal a comissura anterior conecta o bulbo olfatório e áreas relacionadas de um hemisfério com aquelas do lado oposto a comissura hipocampal conecta as formações hipocampais a maior comissura é o corpo caloso -> conecta áreas neocorticais corpo caloso inicialmente se situa na lâmina terminal a lâmina terminal torna-se estriada para formar septo pelúcido -> placa delgada de tecido cerebral que contém células nervosas e fibras o óptico se desenvolve na parte ventral da lâmina terminal as paredes dos hemisférios cerebrais em desenvolvimento inicialmente mostram três zonas típicas do tubo neural: ventricular, intermediária e marginal -> posteriormente surge a zona subventricular inicialmente, a superfície dos hemisférios cerebrais é lisa, conforme o crescimento ocorre, desenvolvem-se os sulcos entre os giros -> giros ocorrem por movimentos do córtex cerebral conforme cada hemisfério cerebral cresce, o córtex que recobre a superfície externado corpo estriado cresce relativamente mais devagar e logo é coberto -> ínsula defeitos congênitos do encéfalo a maioria dos principais defeitos congênitos, tais como a meroencefalia e a meningoencefalocele, resulta do fechamento defeituoso do neuroporo rostral a histogênese anormal do córtex cerebral pode resultar em convulsões e vários graus de deficiência mental fatores de risco pré-natal causam a maioria dos casos de paralisiacerebral déficits motores centrais podem resultar de eventos durante nascimento encefalocele é uma herniação do conteúdo resultante de um defejot do crânio, mais comuns na regiãooccipital meningocele: hérnia contém meninges meningoencefalocele: contém meninges e parte do encéfalo meningo-hidroencefalocele: contém meninges, parte do encéfalo e do sistema venricular meroencefalia resulta de uma falha do fechamento do neuroporo rostral o prosencéfalo, o mesencéfalo e a maior parte do rombencéfalo e calvária são ausentes a maior parte do encéfalo do embrião está exposta ou lançada para fora do crânio sempre está associada à acrania (ausência parcial ou completa do neurocrânio) pode estar associada à raquisquise (falha da fusão dos arcos neurais) excesso de líquido amniótico (polidrâmnio) está frequentemente associado a meroencefalia microcefalia a calvária e o encéfalo são pequenos, mas a face tem tamanho normal</p><p>resultado de uma redução no crescimento do encéfalo agenesia do corpo caloso ausência completa ou parcial do corpo caloso pode ser assintomática,mas são comuns convulsões e deficiência mental hidrocefalia resulta de um desequilíbrio entre a produção e a absorção do LCE há um excesso de LCE no sistema ventricular do encéfalo neonato prematuro pode desenvolver hemorraia intraventricular provocando hidrocefalia pelaobstrução da abertura lateral (forame de Luschka) e abertura mediana (forame de Magendie) bloqueio da circulação do LCE resulta na dilatação dos ventrículos proximal à obstrução, acúmulo de LCE interno e a pressão nos hemisférios cerebrais hidrocefalia obstrutiva ou não comunicante: todo ou parte do sistema ventricular está aumentado a obstrução de um forame interventricular pode produzir a dilatação de um ventrículo a hidrocefalia resultante da obliteração das cisternas subaracnoides ou defeitos das vilosidades aracnoidesé chamada de hidrocefalia comunicante ou não obstrutiva holoprosencefalia resulta da separação incompleta dos hemisférios cerebrais e a maioria está associada a anormalidades faciais o prosencéfalo é pequeno, e os ventrículos laterais frequentemente se fundem para formar um ventrículo grande hipotelorismo: olhos anormalmente juntos hidranencefalia os hemisférios encefálicos estão ausentes ou representados por sacos membranosos com remanescentes do córtex encefálico dispersos sobre as membranas parecemnormais ao nascimento, mas a cabeça cresce excessivamente depois do nascimento por causa do acúmulo do LCE malformação de chiari é um defeito estrutural do cerebelo caracterizada por uma projeção semelhante a língua do bulbo e deslocamento inferior da tonsila cerebral através do forame magno no canal vertebral deficiência mental o uso abusivo materno de álcool é uma causa identificável comum de deficiência mental da à semanas do desenvolvimento também e um período de maior sensibilidade para o dano encefálico fetal resultante de altas doses de radiação a depleção celular em um grau suficiente no córtex cerebral resulta em deficiência mental grave desenvolvimento do sistema nervoso periférico consiste em nervos cranianos, espinhais e viscerais, e os gânglios cranianos, espinhais e autonômicos todas as células sensoriais do SNP são derivadas das células da crista neural -></p><p>seus corpos celulares estão localizados fora do SNC processo periférico acaba em uma terminação sensorial, enquanto processo central entra na medula espinhal ou no encéfalo as células sensoriais nos gânglios no NC VIII permanecem bipolares corpo celular de cada neurônio aferente está intimamente revestido por uma cápsula de células de Schwann modificadas (células satélites) -> derivadas de células da crista neural essa cápsula é contínua CO neurilema que circunda os axônios dos neurônios aferentes externamente às células satélites está a camada de tecido conjuntivo, que é contínua com endoneuro das fibras nervosas tec conjuntivo e endoneuro são derivados do mesênquima células da crista neural no encéfalo em desenvolvimento migram para formar os gânglios sensoriais somente em relação aos nervo strigêmeos, facial, vestibulococlear, glossofaríngeo e vago e também se diferenciam dos neurônios multipolares dos gânglios autonômicos as células dos paragânglios (células cromafins) também são derivadas da crista neural esses grupos de células amplamente disseminados constituem o sistema cromafim as células da crista neural também originam os melanoblastos e células da medula da glândula suprarrenal nervos espinhais fibras dos nervos motores originadas da medula espinhal começam a aparecer no final da quarta semana as fibras nervosas surgem das células nas placas basais da medula espinhal em desenvolvimento as fibras destinadas a um grupo particular de músculos em desenvolivmento se arranjam em um feixe, formando uma raís nervosa ventral as fibras nervosas da raiz nervosa dorsal são formadasa das células da crista neural que migram para o aspecto dorsolateral da medula espinhal -> onde se diferenciam nas células dos gânglios espinhais os processos centrais dos neurônios dos gânglios espinhais formam um feixe único que cresce em direção à medula espinhal os processos distais das células dos gânglios espinhais crescem em direção à raiz nervosa ventral, se unem a ele para formar um nervo espinhal imediatamente após ser formado, um nervo espinhal misto se divide nos ramos dorsais e ventrais primários ramo primário dorsal inerva a musculatura axial dorsal, vértebras, articulações intervertebrais posteriores e parte da pelve das costas o ramo primário ventral contrbui para a inervação dos membros e das regiões ventrolaterais da parede corporal os plexos nervosos principais são formados pelos ramos primários ventrais nervos cranianos 12 pares de nervos cranianos se formam durante a quinta e a sexta semanas</p><p>nervos cranianos somáticos eferentes as células de origem desses nervos estão localizads na coluna eferente somática derivada das placas basais do ronco encefálico seus axônios estão distribuídos aos músculos derivados dos miótomos da cabeça nervo hipoglosso se assemelha a um nervo espinhal mais do que os outros nervos cranianos somáticos eferentes as fibras somáticas se originam do núcleo do nervo hipoglosso, consistindo em células motoras que se assemelham do corno ventral da medula espinhal o nervo abducente se origina das células nervosas da placa basal do mesencéfalo o nervo troclear se origina das células nervosas da coluna eferente somática na parte posterior do mesencéfalo o nervo oculomotor é derivado dos primeiros miótomos nervos dos arcos faríngeos os NC V, VII, IX e X inervam os arcos faríngeos embrionários o nervo trigêmeo é o nervo do primeiro arco e é principal nervo sensorial da cabeça gânglio trigemial maior se localiza abaixo da extremidade rostral da ponte, e suas células são derivadas da parte mais anterior da crista neural os processos periféricos das células nesse gânglio se separam em três grandes divisões asfibas motoras do NC V se originam de células da parte mais anterior da coluna eferente visceral especial no metencéfalo núcleo motor no NC V se localiza no nível médio da ponte o núcleo mesencefálico do NC V se diferencia de células do mesencéfalo que se estendem rostralmente a partir do metencéfalo nervo facial (NC VII) é nervo do segundo arco faríngeo o nervo facial consiste principalmente em fibras motoras que se originam majoritariamente de um grupo nuclear na coluna eferente visceral especial, na parte caudal da ponte essas fibras são distribuídas para os músculos da expressão facial os processos centrais dessas células entram na ponte, e os processos periéricos passam para nervo petroso superficial maio e, através do nervo corda do tímpano o nervo glossofaríngeo (NC IX) eo nervo do terceiro arco faríngeo o NC IX se forma de diversos filamentos radiculares que se originam do bulbo quase caudal à orelha interna em desenvolvimento o nervo vago (NC X) é formado pela fusão de nervos do quarto e do sexto arcos faríngeos NC X possui grandes componentes viscerais eferentes e viscerais aferentes que estão distribuídos para o coração, intestino anterior e seus derivados, e uma grande parte do intestino médio nervo acessório espinhal (NC XI) emerge como uma série de filamentos radiculares dos segmentos cervicais craniais cinco e seis da medula espinhal nervos sonsoriais especiais nervo olfatório (NC I) surge do órgão olfatório os receptores olfatórios se diferenciam de células no epitélio de</p><p>revestimento do saco nasal primordial nervo óptico (NC II) é formado por mais de um milhão de fibras nervosas que se desenvolvem no encéfalo de neuroblastos da retina primordial o nervo vestibulococlear (NC VIII) consiste em dois tipos de fibras sensoriais em dois feixes: nervos vestibular e coclear o nervo vestibular se origina nos ductos semicirculares o nervo coclear procede do ducto coclear, no qualse desenvolve o órgão de espiral (de corti) desenvolvimento do sistema nervoso autônomo simpático (toracolombar) e parassimpático (craniossacral) sistema nervoso durante a quinta semana, as células da crista neural na região torácica migram ao longo de cada lado da medula espinhal, na qual formam gânglios dorsolaterais à aorta todos estão conectados a uma cadeia bilateral pelas fibras nervosas longitudinais esses cordões ganglionares (troncos simpáticos) estão localizados em cada lado dos corpos vertebrais após os troncos simpáticos serem formados, axônios dos neurônios simpáticos, que estão localizados na coluna celular intermediolateral (corno lateral) dos segmentos toracolombares da medula espinhal, passam através da raiz ventral do nervo espinhal de um ramo comunicante branco para um gânglio paravertebral outras fibras pré-sinápticas passam através dos gânglios paravertebrais sem fazer sinapse, formando os nervos esplâncnicos para as vísceras sistema nervoso parassimpático as fibras parassimpáticas pré-sinapticas surgem dos neurônios no tronco encefálico e na região sacral da medula espinhal os neurônios pós-sinápticos estão localizados nos gânglios periféricos ou plexos próximos, ou dentro das estruturas inervadas Sistema cardiovascular é primeiro sistema principal a funcionar no embrião o coração primitivo e o sistema vascular aparecem no meio da terceira semana esse desenvolvimento cardíaco precoce ocorre porque o rápido crescimento embrionário não pode mais satisfazer suas exigências nutricionais e de oxigênio somente através da difusão células progenioras cardíacas multipotentes de várias fontes contribuem para a formação do coração células mesodérmicas da linha primitiva migra para formar cordões paredos bilaterais do campo cardíaco primário células progenitoras cardíacas do mesoderma faríngeo são constituídas como segundo campo cardíaco, que está localizado medial ao primeiro campo desenvolvimento inicial do coração e dos vasos sanguíneos por volta do 18° dia, mesoderma lateral possui componentes de somatopleura e esplancnopleura</p><p>essas células endocárdicas iniciais e separam do mesoderma para criar tubos cardíacos pareados conforme o dobramento embrionário lateral ocorre, os tubos endocárdicos do coração se aproximam e fundem-se para formar um único tubo cardíaco > a fusão começa na extremidade cranial do coração começa abatre com 22 a 23 dias o fluxo sanguíneo se inicia durante a quarta semana as células progenitoras do mesoderma faríngeo, localizado anterior ao tubo cardíaco primitivo (campo cardíaco anterior), dá origem ao miocárdio ventricular e à parede miocárdica do trato de fluxo de saída segundo campo cardíaco também contribui para rápido crescimento e alongamento do tubo cardíaco o miocárdio do ventrículo esquerdo e do polo anterior do tubo cardíaco são derivados principalmente do segundo campo desenvolvimento das veias associadas ao coração embrionário veias vitelinas retornam sangue pobre em oxigênio da vesícula umbilical veias umbilicais transportam sangue bem oxigenado do saco coriônico veias cardinais comuns retornam sangue pobre em oxigênio do corpo do embrião para o coração as veias vitelinas acompanham ducto onfaloentérico para dentro do embrião esse ducto conecta a vesícula umbilical com o intestino médio após a passagem através do septo transverso as veias vitelinas entram no seio venoso a veia vitelina esquerda regride e a veia vitelina direita forma a maior parte do sistema porta hepático e uma porção da veia cava inferior conforme fígado primitivo V. cardinal anterior V. cardinal anterior cresce no septo transverso -> cordões Seio venoso V. cardinal comum hepáticos V. cardinal comum Extensão caudal do segmento hepático sofrem anastomose ao redor Vv. vitelina umbilical da VCI V. supracardinal dos espaços preexistentes revestidos V. cardinal posterior V. subcardinal Anastomose por endotélio -> esses espaços Anastomose subcardinal subcardinal Anastomose posteriormente se conectam às veias V. subcardinal subsupracardinal Anastomose através vitelinas dos mesonefros V. cardinal posterior (rim inicial) Veia cardinal anterior Anastomose entre as veias cardinais anteriores Anastomose Anastomose venosa venosa das B Corno esquerdo cardinal A das cardinais posteriores pós-cardinais do seio venoso anterior Veia cardinal comum Corno direito V. jugular V. E. do seio venoso V. cardinal D V. subclávia E. comum Tronco arterioso V. subclávia Bulbo cardiaco Veias umbilical e Degeneração V. jugular Abertura do seio vitelina proximais obliqua primordial da veia umbilical externa D. venoso no átrio esquerdas em direita V. cardinal Corno esquerdo primitivo degeneração Segmento hepático posterior Veia cava VCI do seio venoso Veia cava Corno direito do Ducto venoso inferior da VCI superior seio venoso V. subcardinal V. Veia cardinal V. Veia cardinal anterior anterior Esfincter no Segmento pré-renal da Anastomose Veia cardinal ducto venoso VCI V. hemiazigo (v. subcardinal) comum Veia cardinal comum Veias vitelinas V. suprarrenal E. Veia cardinal persistente da Placenta formando a V. suprarrenal posterior Veia cardinal veia umbilical veia porta Segmento renal da VCI V. renal posterior esquerda (anastomose V. renal D. V. renal E. A Veias vitelina umbilical B Duodeno subsupracardinal) Tronco interno espermática Segmento pós-renal da da ou ovariana V. Tronco arterioso (v. supracardinal) interna D. ou ovariana E. V. espermática Futuro átrio Veia direito V. externa interna VCI V. comum E. esquerda Anastomose V. iliaca externa Futuro átrio venosa das esquerdo Veia cava V. hipogastrica superior cardinais V. iliaca interna Veia obliqua posteriores do C D V. sacral mediana esquerdo Raiz veia coronário C Veias Veias Veias Segmento Veias Veia cava inferior umbilical vitelina subcardinais supracardinais renais</p><p>conforme fígado se desenvolve, as veias umbilicais perdem suas conexões com coração e se esvaziam no fígado a veia umbilical direita desaparece durante a sétima semana a veia umbilical direita e a parte cranial da veia umbilical esquerda, entre fígado e seio venoso, degeneram a parte caudal persistente da veia umbilical esquerda se torna a veia umbilical ducto venoso se desenvolve dentro do fígado e conecta a veia umbilical com a veia cava inferior -> sangue vai direto ao coração sem precisar passar pelo fígado as veias cardinais anterior e posterior unem-se às veias cardinais comuns que entram no seio venoso durante a semana, as veias cardinais anteriores são conectadas por anastomose, o que desvia o sangue da veia cardinal anterior esquerda para a direita esse desvio anastomótico se torna a veia braquiocefálica esquerda quando a porção caudal da veia cardinal anterior esquerda se degenera a veia cava superior se forma a partir da veia cava anterior direita e da veia cardinal comum direita as veias cardinais posteriores desenvolvem-se, primeiramente, como vasos dos mesonefros, e a maioria desaparece com esses rins transitórios os únicos derivados adultos dessas veias são a raiz da veia ázigo e as veias ilíacas comuns as veias subcardinal e supracardinal gradualmente se desenvolvem, substituem e complementam as veias cardinais posteriores as subcardinais estão conectads uma a outra através da anastomose subcardinal e com as veias cardinais posteriores através dos sinusoides mesonéfricos as veias subcardinais formam o tronco da veia renal esquerda, as veias suprarrenais, as veias gonodais e um segmento da VCI desenvolvimento da veia cava inferior é composta por 4 segmentos principais: um segmento hepático, derivado da veia hepática (porção proximal da veia vitelina direita) e sinusoides hepáticos um segmento pré-renal, derivado da veia subcardinal direita um segmento renal, derivado da anastomose subcardinal-supracardinal um segmento pós-renal, derivado da veia supracardinal direita anomalias da veia cava a anomalia mais comum da VCI é pela interrupção de seu curso abdominal -> como resultado sangue drena dos membros inferiores, abdome e pélvis para coração através do sistema de veias ázigos vei cava superior dupla: a persistência da veia cardinal anterior esquerda resulta na persistência da VCS esquerda, consequentemente, existem duas cavas superiores veia cava superior esquerda: a veia anterior esquerda ea veia cardinal comum podem formar a VCS esquerda, e a veia cardinal anterior direita e a veia cardinal comum, que geralmente formam a VCS, degeneram</p><p>ausência do segmento hepático da veia cava inferior: o sangue das partes inferiores do corpo drena para átrio aatravés das veias ázigos e hemiázigos veia cava inferior dupla: a VCI é representada por dois vasos para as veias renais, geralmente o esquerdo é muito menor artérias dos arcos faríngeos e outros ramos da aorta dorsal os arcos faríngeos se formam durante a quarta e a quinta semanas as artérias dos arcos faríngeos surgem do saco aórtico e terminam na aorta dorsal células da crista neural se separam em camadas do tubo neural e contribuem para a formação do trato de saída do coração e para as artérias do arco faríngeo artérias intersegmentares passam entre e transportam sangue para os somitos e seus derivados essas artériasno pescoço se unem para formar a artéria vertebral no tórax persistem como artérias intercostais no abdome a maioria se torna artérias lombares o quinto par das artérias intersegmentares lombares permanece como artérias ilíacas comuns na região sacral, as artérias intersegmentares formam as artérias sacrais laterais destino das artérias vitelinas e umbilicais os ramos ventrais não pareados da aorta dorsal abastecem a vesícula umbilical, a alantoide e córion as artérias vitelinas passam para a vesícula umbilical e depois para o intestino primitivo somente três derivados da artéria vitelina permanecem: tronco arterial celíaco para o intestino anterior, a artéria mesentérica superior para o intestino médio e a artéria mesentérica inferior para o intestino posterior as artérias umbilicais pareadas passam através do pesículo de conexão (cordão umbilical primitivo) e se tornam contínuas com vasos do córion as porções proximais dessas artérias se tornam as artérias ilíacas internas e as artérias vesicais superiores as porções distais das artérias umbilicais se modificam e formam os ligamentos umbilicais médios desenvolvimento final do coração miocárdio primitivo -> formado pelo mesoderma ao redor da cavidade pericárdica coração em desenvolvimento é composto por um tubo endotelial fino, separado de um miocárdio espesso por uma matriz gelatinosa de tecido conjuntivo, a geleia cardíaca tubo endotelial se torna revestimento endotelial interno do coração, ou endocárdio, e o miocárdio primitivo se torna a parede muscular do coração o pericárdio visceral, ou epicárdio, é derivado de céulas mesoteliais que surgem da superfície externa do seio venoso e se espalham sobre miocárdio dobramento da região da cabeça -> coração e cavidade pericárdica se tornam ventrais ao intestino anterior e caudais à membrana bucofaríngea -> coração tubular se alonga e desenvolve: bulbo cardíaco, átrio e seio venoso células progenitoras adicionadas aos polos rostral e caudal do tubo cardíaco</p><p>formam um conjunto de células mesodérmicas proliferativas tronco arterioso está cranialmente contínuo ao saco aórtico do saco aórtico surgem as artérias dos arcos faríngeos células progenitoras do segundo campo cardíaco -> formação das extremidades arterial e venosa do coração seio venoso -> recebe as veias umbilical, vitelina e cardinal comum do córion, vesícula umbilical e embrião, respectivamente fator de transcrição homeobox -> papel importante no padrão direita-esquerda do tubo cardíaco durante a formação da alça cardíaca o coraçao tubular sofre um giro destro aproximadamentenos dias 23 a 28 -> forma a alça bulboventricular resulta em um coração com ápice voltado para a esquerda conforme o coração primitivo se inclina, o átrio e o seio venoso ficam dorsal ao tronco arterioso, bulbo cardíaco e ventrículo seio venoso desenvolve os cornos dos seios direito e esquerdo coração gradualmente se invagina na cavidade pericárdica inicialmente o coração está suspenso da parrede dorsal por um mesentério que logo se degenera e forma seio pericárdico transverso circulação através do coração primitivo inicialmente, a circulação através do coração primitivo é do tipo fluxo e refluxo ao final da quarta semana contrações coordenadas do coação resultam em um fluxo unidirecional o sangue entra no seio venoso de: embrião através das cardinais comuns placenta em desenvolvimento através das veias umbilicais Tronco arterioso Orifício sinoatrial vesícula umbilical através das veias vitelinas Seio venoso primitivo o sangue do seio venoso entra no átrio primitivo -> passa Canal atrioventricular através do canal atrioventricular -> primitivo -> bulbo Bulbo cardíaco > tronco arterioso saco aórtico -> artérias do arco primitivo faríngeo -> aorta dorsal -> embrião, vesícula umbilical e placenta septaçao do coração primitivo começa durante meio da quarta semana está completa ao final da oitava semana divisão do canal atrioventricular os coxins endocárdicos AV se desenvolvem da geleia cardíaca e das células da crita neural coxins endocárdicos AV se aproximam e fundem-se, dividindo o canal AV em canais direito e esquerdo -> separam parcialmente átrio primitivo do ventrículo primitivo coxins endocárdicos funcionam como valvas AV após sinais indutores vindos do miocárdio do canal AV, um segmento de células endocárdicas internas sofre uma transformação epitelial-mesenquimal, e as células resultantes então invadem a matriz extracelular septação do átrio primitivo dividido em átrio direito e esquerdo pela formação dos septos: septum primum e septum secundum</p><p>Septum secundum (parte superior) AD AD AE Foramen secundum Forame oval Valva do forame oval (derivada do septum primum) Septum primum AD AE Septum secundum- Foramen primum (parte inferior) Coxins dorsais E E1 A A1 Septum secundum (parte superior) Perfurações representam desenvolvimento do foramen secundum no septum primum Forame oval Foramen primum Septum secundum- Coxins endocardicos (parte inferior) fusionados F F1 B B1 Setas vermelhas sangue bem oxigenado Setas azuis sangue mal oxigenado Remanescente do foramen secundum Parte do septum primum Foramen secundum em degeneração Foramen primum Forame oval fechado pela valva do forame oval C C1 G G1 Septum secundum em desenvolvimento Veia cava superior Foramen secundum Forame oval aberto Septum primum Valva do forame oval Foramen primum fechado Septo AV Veia cava inferior primitivo (transportando sangue bem D D1 oxigenado) H H1 o septum primum cresce em direção aos coxins endocárdicos a partir do assoalho do átrio primitivo foramen primum se localiza entre as margens crescentes do septum e os coxins endocárdicos o forame desaparece conforme a dobra mesenquimal se funde com os coxins endocárdicos AV fusionados, para formar o septo AV primitivo conforme o septo se funde com os coxins endocárdicos, os forames se unem e formam forame secundum o septum secundum cresce a partir da parede muscular ventrocranial do átrio direito conforme o septo secundum cresce ele sobrepõe o forame secundum no septum o septum secundum forma um forame oval a parte remanescente do septum primum forma a valva do forame oval em formato de aba o forame oval previne a passagem de sangue do átrio esquerdo para o direito com aprox 3 meses a valva do forame oval se funde com o septum secundum, formando a fossa oval alterações no sejo venoso o aumento progressivo do corno direito resulta de dois desvios de sangue da esquerda para a direita: o primeiro resulta da trnsformação das veias vitelinas e umbilicais o segundo ocorre quando as cardinais anteriores estão conectadas por uma anastomose a veia cardinal anterior direita e a veia cardinal comum direita se tornam a veia cava superior (VCS) conforme corno direito do seio aumenta, le recebe todo sangue da cabeça e do pescoço atravésda VCS e da placenta e das regiões caudais do corpo, através da VCI corno esquerdo se torna coronário e corno direito é incorporado à parede do átrio direito</p><p>a porção lisa da parede do átrio direito é chamada de sinus venarum do átrio direito a porção lisa e a parte rugosa são demarcadas internamente no átrio direito pela crista terminal e externamente pelo sulco terminal formação pulmonar primitiva e formação do átrio esquerdo a maior parte da parede do átrio esrdo é formada pela incorporação da veia pulmonar primitiva a veia pulmonar primitiva se desenvolve como uma protuberância da parede atrial dorsal conforme o átio se expande, a veia pulmonar primitiva e seus ramos principaissão incorporados à parede do átrio esquerdo septação do ventrículo primitivo</p>