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FIMCA - UNICENTRO MÓDULO: EMBRIOLOGIA PROF.ª: Me. Juliana Bianca Rocha de Souza FORMAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FORMAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO ► A formação do cérebro humano ocorre a partir de um pequeno grupo de células. Processo extraordinário: ► Desenvolve habilidades motoras, sensoriais e intelectuais. FORMAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO ► Qual o evento chave para o desenvolvimento do sistema nervoso? ► Como esse evento chave acontece? FORMAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO ► Evento chave: ► Neurulação. FORMAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO ► Acontece quando a medula espinha primitiva (notocorda) envia: ► Um sinal aos tecidos que a recobre para que se torne mais espesso, formando a placa neural. ► Esta invagina-se criando assim o sulco neural. FORMAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO ESTUDO DO CASO ► Como ocorre a formação do tubo neural e das cristas neurais? ► Em qual semana de desenvolvimento embrionário essas estruturas são formadas? ► Formação do sistema nervoso central e sistema nervoso periférico. ► Desenvolvimento da medula espinhal. ESTUDO DO CASO Anencefalia: Encefalocele: REFERÊNCIA ► GARCIA, S. M. L. de; FERNÁNDEZ, C. G. Embriologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. ► MOORE, K. L.; PERSAUD, T.V.N.; TORCHIA, M. G. Embriologia Clínica. 11. Ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2021. PRÓXIMA AULA ► Malformações arteriovenosas cerebrais. Ausência da rede de capilares entre artérias e veias. MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS CEREBRAIS ► As mal formações arteriovenosas conhecidas como (MAV) surgem provavelmente por um desvio do desenvolvimento normal dos vasos do sistema nervoso. ► A partir da sétima semana de vida embrionária, uma anomalia poderia fazer os pequenos capilares arteriais e venosos se coalescerem (se juntarem), formando uma comunicação direta entre as veias e as artérias. Malformações arteriovenosas cerebrais ► Por que surgem as malformações arteriovenosas ? ► O que ocorre de anormal em uma malformação arteriovenosa? ► A comunicação anormal de uma malformação arteriovenosa, pode induzir um rompimento das veias envolvidas nessa comunicação. Por quê? MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS CEREBRAIS ► Como identificar a malformação arteriovenosa por meio de sintomas? ► Qual o exame mais importante no diagnóstico MAV? O que é nidus da MAV? ► A MAV é uma doença congênita associada a quais fatores? Existem a alguma forma preventiva? MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS CEREBRAIS ► Mesmo apresentando MAV, o sistema nervoso do embrião se desenvolve normal. Explique o desenvolvimento do sistema nervoso nas respectivas semanas. ► 3ª semana. ► 7ª semana. ► 11ª semana. ► O que o desenvolvimento cerebral completa após o nascimento? MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS CEREBRAIS ► A idade do paciente, assim como o tamanho, localização e características vasculares da MAV influenciam a apresentação clínica, que geralmente se enquadra em uma das cinco categorias. Quais são essas apresentações clínica? Com 3 semanas: ►Nas primeiras semanas o tubo neural forma-se ao longo da parte posterior do embrião, a partir da qual três partes distintas serão criadas. Neste estagio olhos rudimentares e vesículas do ouvido começam a surgir. Com 7 semanas: ►O embrião tem cerca de 2cm de comprimento e as circunvoluções, se tornarão o tronco encefálico, o cerebelo e o cérebro agora estão claramente visíveis. Os nervos cranianos e sensoriais também começam a se desenvolver. Com 11 semanas: ►O cérebro aumenta de tamanho, olhos e ouvidos amadurecem, movendo-se para as posições finais. A cabeça ainda é grande em relação ao restando do corpo, mas este em breve iniciará um surto de crescimento. O cérebro posterior (rombencéfalo) origina o cerebelo e o tronco encefálico. No nascimento: ►O cérebro continua a se desenvolver e as fissuras (sulcos) e saliências (giros) aumento em complexidade no nascimento, o bebê tem tantos neurôrios quanto um adulto (100 bilhões), a maioria tendo sido formada até o sexto mês gestacional, embora eles ainda não estejam amadurecidos. MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS CEREBRAIS ► Manifestações clínicas: ► Hemorragia intracraniana ► Crise epilética ► Déficit neurológico focal ► Dor de cabeça ► Achado incidental DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO ► O que é neuroporo cranial e neuroporo caudal? ► Quais são as vesículas encefálicas primárias e secundárias? ► O tubo neural inicia seu fechamento a partir de que ponto? ► Pode ocorrer erros no fechamento do tubo neural? DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO ❑ Neuroporo: aberturas nas extremidades do tubo neural. ❑ O fechamento do tubo neural inicia na sua região central e vai se estendendo as extremidades do tubo. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO► Caso não ocorra o fechamento do tubo temos a ocorrência de anomalias. ► Região cranial: anencefalia – ausência do encéfalo. ► Região caudal: defeitos na medula – espinha bífida, etc. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO ► Os neuroporos se fecham por completo? ► Que tipo de líquido preenche a cavidade do tubo neural? DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO ► O NEUROPORO rostral (abertura anterior) fechará por volta do 25º dia; ► A abertura caudal, o NEUROPORO caudal, vai se fechar dois dias mais tarde. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO ► Antes do fechamento do NEUROPOROS, a cavidade do tubo neural é preenchida por líquido amniótico. ► Com o fechamento dos NEUROPOROS, a cavidade passa então a ser preenchida por líquido ependimário. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSOAs células neuroepiteliais sofrem diferenciação originando: ►Placas do teto; ►Assoalho; ►Alar; ►Basal; Essas lâminas formam a medula. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSO ❑ Lâmina alar: neurônios sensitivos. ❑ Lâmina basal: neurônios motores. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO SISTEMA NERVOSOCrista neural: SNP Fragmentação da crista neural da origem: ►Meninges. ►Gânglios viscerais. ►Células de schwann. REFERÊNCIA ► GARCIA, S. M. L. de; FERNÁNDEZ, C. G. Embriologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. ► MOORE, K. L.; PERSAUD, T.V.N.; TORCHIA, M. G. Embriologia Clínica. 11. Ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2021.