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Nas últimas décadas, mais adultos buscaram retorno aos bancos escolares, seja por necessidade de alfabetização, seja com fins laborais. E, mais recentemente, a EJA também tem recebido muitos jovens que abandonaram as classes regulares. Nesse sentido, é fundamental um referencial pedagógico que faça frente a esse desafio, já que a cidadania é consolidada a partir de um "espaço de construção" que vai além dos muros da escola. Segundo Freire (1989, p. 6), a liberdade é "a matriz que atribui sentido a uma prática educativa que só pode alcançar efetividade e eficácia na medida da participação livre e crítica dos educados". Com base nesse pressuposto, a educação libertadora tem entre seus princípios a dialogicidade, a problematização e a reflexão crítica. F. C. L.; DAL-FARRA, R. A. A educação libertadora de Paulo Freire e teatro na educação em saúde: experiências em uma escola pública no Brasil. Pro-Posições, V. 29, n. 3, p. 401-422, set. 2018. Com adaptações. São princípios da educação libertadora: I. Acreditar na igualdade fundamental entre os seres humanos. II. Buscar a transformação social como meio de contribuir para a justiça social. III. Organizar-se como um processo em que as pessoas sejam sujeitos de sua própria formação. IV. A educação libertadora tem como princípio fundamental a educação bancária. É correto que se afirma em: A e II, apenas. B II e IV, apenas. C III e IV, apenas. D e III, apenas. E I, e III.