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SAEB PROVA

Livro do aluno "Avalia Brasil" de Língua Portuguesa para 4º ano (Ensino Fundamental I). Eureka, 1ª ed., 2019; 88 páginas. Autores: Caio Assunção, Morgana Cavalcanti e Regina de Freitas; colaboradoras: Beatriz Bajo e Natiele Lucena.

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Prévia do material em texto

M organa Cavalcanti
Caio A s s unção
R e gina d e Fre itas
LIVRO DO ALUNO
AVALIAÇÃO SAEBAVALIAÇÃO SAEB
A873a Assunção, Caio 
1.ed. Avalia Brasil: língua portuguesa, ensino fundamental I: 4º ano, 
livro do aluno / Caio Assunção, Morgana Cavalcanti, Regina de 
Freitas; [Colab.] Beatriz Bajo, Natiele Lucena. – 1.ed. – São Paulo: 
Eureka, 2019. 
 88 p.; il.; 20,5 x 27,5 cm. 
 ISBN: 978-85-5567-506-5 
1. Educação. 2. Língua portuguesa (ensino fundamental I). 3.
Livro do aluno. I. Cavalcanti, Morgana. II. Freitas, Regina de. III. Bajo, 
Beatriz. IV. Lucena, Natiele. V. Título. CDD 372.6 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
Bibliotecária responsável: Aline Graziele Benitez CRB-1/3129 
Índice para catálogo sistemático: 
1. Educação
2. Língua portuguesa: ensino fundamental I
Marco Saliba 
Júlio Torres 
Marcelo Almeida 
Luana Vignon 
Erika Jurdi 
Daniela Pita e Roseli Gonçalves 
Daniel Rosa 
Bruno Galhardo 
Bruna Domingues 
Priscila Tâmara
Isabela Vieira
Depositphotos
Augusto Silva, Beatriz Bajo e Natiele Lucena
Luciana Batista de Souza
Aline G. Ramos e Letícia H. Sanches
Editor executivo:
Gerente administrativo:
Gerente de produção:
Editora:
Editora assistente:
Preparação de texto e revisão:
Editor de arte:
Diagramação:
 
Assistente editorial:
Assistente administrativa:
Imagens:
Equipe técnica Português:
Equipe técnica Matemática:
Assessoria Pedagógica:
Uma produção
Copyright © 2020 da edição: Eureka Soluções Pedagógicas
TEXTO CONFORME NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA.
Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei no 9.610, de 10/02/98.
Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da Editora Eureka, poderá ser 
reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, 
fotográficos, gravação digital ou quaisquer outros.
A873a Assunção, Caio 
1.ed. Avalia Brasil: língua portuguesa, ensino fundamental I: 4º ano, 
livro do professor / Caio Assunção, Morgana Cavalcanti, Regina de 
Freitas; [Colab.] Beatriz Bajo, Natiele Lucena. – 1.ed. – São Paulo: 
Eureka, 2019. 
 88 p.; il.; 20,5 x 27,5 cm. 
 
 ISBN: 978-85-5567-533-1 
 
 1. Educação. 2. Língua portuguesa (ensino fundamental I). 3. 
Livro do professor. I. Cavalcanti, Morgana. II. Freitas, Regina de. III. 
Bajo, Beatriz. IV. Lucena, Natiele. V. Título. CDD 372.6 
 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
Bibliotecária responsável: Aline Graziele Benitez CRB-1/3129 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Índice para catálogo sistemático: 
1. Educação 
2. Língua portuguesa: ensino fundamental I 
 
	
Sobre os autores
Esta obra foi elaborada coletivamente com o auxílio das 
equipes técnicas de Língua Portuguesa e Matemática.
Morgana Cavalcanti
Escritora, editora, formada em Ciências Sociais. Desenvolveu projetos na área de 
formação de leitores e mediação de leitura. Participou de diversos projetos literários 
e tem várias obras publicadas na área de educação. Atualmente dedica-se à edição 
de livros didáticos e paradidáticos. 
Caio Assunção
Educador, editor, formado em Letras, Linguística e Pedagogia. Atuou em salas de 
aulas de escolas públicas e particulares na região de São Paulo. Desenvolveu traba-
lhos junto a prefeituras e estados na área de formação de educadores para Educa-
ção Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Tem várias obras publicadas e atualmente 
dedica-se à edição de livros didáticos e paradidáticos.
Regina de Freitas
Mestre em Ciências Sociais, Psicopedagoga, Administradora de Recursos Huma-
nos. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho. Atuante 
como coordenadora de cursos no Ensino Superior, responsável por recrutamento de 
educadores, experiência na área de Educação, pesquisas e trabalho voluntário com 
crianças e adolescentes com ênfase em Métodos e Técnicas de Ensino, atuando 
principalmente nos seguintes temas: educação, diversidade cultural, construtivismo, 
inclusão e Educação de Jovens e Adultos. Professora da FMU no curso de Pedago-
gia, autora e coautora de obras de pesquisa, pedagógicas e didáticas.
Equipe técnica de Língua Portuguesa:
Augusto Silva: Professor de Língua Portuguesa, revisor, escritor e roteirista.
Beatriz Bajo: Especialista em Literatura Brasileira (UERJ), Gestão Escolar (FCE) e 
cursando Docência do Ensino Superior (FCE), graduada em letras (UEL). Poeta, di-
retora-geral da Rubra Cartoneira Editorial, revisora, tradutora, professora de Língua 
Portuguesa e Literaturas de língua portuguesa. 
Natiele Lucena: Professora alfabetizadora há mais de dez anos, formada pelo ma-
gistério, graduada em Pedagogia e pós-graduada em Educação Especial e Inclusiva.
Equipe técnica de Matemática:
Luciana Batista de Souza: Especialista em Neuropedagogia, graduada em Física (UEL) 
com experiência em docência nas disciplinas de Física e Matemática para educação in-
dígena, deficientes auditivos, turmas de inclusão, turmas de ensino regular Fundamental 
I e II e Ensino Médio, Coordenação de Projetos do Mais Educação SEED/PR, direção 
geral e coordenação na Escola Múltipla Escolha Ensino Fundamental Londrina.
Meu nome é Dino Camaleôncio! Eu sou um 
dinossauro muito esperto com qualidades de 
camaleão, por isso minha cor pode mudar às 
vezes, assim como o meu humor... Minhas di-
cas e comentários servirão de orientação para 
você completar as atividades e arrasar nos si-
mulados. Bons estudos! #dicadodino
APRESENTAÇÃO
A coleção “Avalia Brasil” irá preparar você para as avaliações do Saeb. 
Além disso, funcionará como um meio de analisar a turma como um 
todo, identificando as lacunas de aprendizagem e valorizando o desen-
volvimento coletivo.
As habilidades e competências trabalhadas neste material constituem 
a base para seu pleno desenvolvimento escolar, não apenas em Língua 
Portuguesa e Matemática, pois o domínio da leitura e da escrita, bem 
como do raciocínio lógico, são os principais pontos de acesso para to-
dos os campos do conhecimento: História, Geografia, Ciência, Arte e 
outras linguagens.
O uso do personagem Dino e a hashtag #dicadodino têm como ob-
jetivo aproximá-lo desse universo e facilitar o aprendizado. Por meio 
desse recurso didático serão transmitidos conteúdos explicativos, dicas 
variadas e curiosidades.
SUMÁRIO
RELEMBRANDO ...............................................................................................................7
LIÇÃO 11: RECONHECIMENTO DE ASSUNTO ............................45
FÁBULA ............................................................................................................................................. 45
LENDA ............................................................................................................................................... 48
LIÇÃO 12: RECONHECIMENTO DE ASSUNTO ............................51
CONTO DE FADAS ...........................................................................................................................51
CONTO DE AVENTURA ....................................................................................................................57
LIÇÃO 13: RECONHECIMENTO DE ASSUNTO ............................63
MÚSICA ............................................................................................................................................. 63
POEMA .............................................................................................................................................. 67
LIÇÃO 14: FINALIDADE DO TEXTO ..........................................................69
RÓTULOS, ETIQUETAS E EMBALAGENS ......................................................................................69
LIÇÃO 15: FINALIDADE DO TEXTO ..........................................................73
CALENDÁRIO ....................................................................................................................................73
CALENDÁRIO LUNAR......................................................................................................................75
LIÇÃO 16: FINALIDADE DO TEXTO ..........................................................77
MAPAS E LEGENDA CARTOGRÁFICA ...........................................................................................77
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA ..............................................................................87
BIBLIOGRAFIA ...............................................................................................................104
7
Relembrando
Fonética
Conceito e representação dos fonemas
Fonema é a menor unidade sonora da fala. Todo 
som capaz de diferenciar o significado entre pala-
vras de uma língua recebe o nome de fonema.
Observe: Gato/Pato/Mato.
A diferença entre estas palavras está apenas em 
suas consoantes iniciais. Perceba que essa diferen-
ça é fundamental para se distinguir o significado de 
cada palavra!
 #dicadodino
O fonema (som) é representado pelas letras. Mas é importante não confun-
dir letra com fonema:
• Letra é o sinal gráfico que representa o som
• Fonema é som
A mesma letra pode representar diferentes fonemas (eXame, Xale, próXi-
mo) e o mesmo fonema pode ser representado por diferentes letras (coZi-
nha, eXílio, caSa).
Nesta primeira seção os alunos 
irão relembrar o conteúdo visto no 
volume anterior. Esse reforço é im-
portante para um diagnóstico dos 
alunos e compreender o nível de 
leitura e de escrita de cada um.
8
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Fazia muito tempo que o Saci não visitava a amiga Cuca, por isso, 
quando chegou no vale das cavernas, ficou perdido. A sorte é que ele 
mesmo deixou umas pistas escondidas debaixo de uma rocha. Ajude-o 
a descobrir o nome da caverna onde mora a Cuca e circule a correta.
 • Começa com uma consoante.
 • Não é um substantivo composto.
 • Possui um encontro consonantal na mesma sílaba.
Ufa! O Saci finalmente descobriu qual era a caverna da Cuca. Ele en-
trou apressado e foi logo perguntando:
AconchegoLar 
doce lar
Calafrio
CavernosaCapitão 
Caverna
11
Para chegar à resposta, oriente os alunos a pra-
ticarem a lógica da exclusão, excluindo “Acon-
chego” (por começar com vogal), “Lar doce 
lar” e “Capitão caverna” (por serem substanti-
vos compostos). Depois eles devem identificar 
o encontro consonantal e fazer a divisão silábi-
ca. A resposta correta é “Aconchego”.
9
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Ah, amigo Saci... você nem imagina a situação 
em que me meti!
Eu... eu...
Eu me apaixonei pelo Lobisomem, 
pronto, falei!
Amiga Cuca, o que aconteceu de tão grave?
Vamos! Diga logo!
Fala logo, Cuca!
10
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
HAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!
Tudo bem, tudo bem, eu ajudo...
É sério, Saci! Preciso que você me 
ajude a fazer um feitiço. Não achei 
todos os ingredientes e você, que 
vive perambulando por aí, com cer-
teza vai saber onde encontrá-los.
Sendo assim, Cuca fez uma lista com 
todos os ingredientes da receita de en-
cantamento. Você seria capaz de ler em 
voz alta para o Saci escutar?
11
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Ingredientes:
1 rabo de rato marrom
Essência de chulé de menina
5 fios de cabelo de bruxa
4 patas de aranha
1 lata de gosma de lesma
1 sapo magro
Modo de preparo:
Jogar tudo no caldeirão e mexer por 1 hora
Rendimento:
1 gota
 “TRAGO SEU AMOR DE “TRAGO SEU AMOR DE 
VOLTA EM 3 DIAS”VOLTA EM 3 DIAS”
12
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Ajude o Saci a en-
contrar os seis ingre-
dientes da receita.
22
13
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Graças à sua ajuda, o Saci encontrou os ingredientes bem rapidinho e 
levou para a amiga, que preparou a poção com todo o cuidado em seu 
caldeirão mágico.
Quando ficou pronta, ela colocou a poção dentro de uma garrafinha 
bem pequena e saiu com o amigo para procurar o Lobisomem.
Procuraram, procuraram, procuraram, mas não encontraram... Então 
resolveram pedir ajuda aos seus outros amigos.
Primeiro, foram à casa da Iara, que fica em um lago muito lindo com 
uma grande pedra onde ela adora ficar sentada cantando o dia todo.
Chegando lá, a Iara não quis interromper a canção, mas apontou para 
um espelho, onde haveria uma pista.
O problema é que quando a Cuca foi pegar o espelho, acabou trope-
çando e o espelho se partiu, misturando as palavras. 
14
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Ajude a Cuca a colocar as palavras na ordem correta para 
desvendar a pista.
CURUPIRA
LOBISOMEMSAIU
O
O
CO
M
33
Para dinamizar a aula, você pode 
escrever as palavras em pedaços 
de cartolina e incentivar os alunos 
a tentarem diversas combinações 
movendo os cartões até formarem a 
oração correta.
15
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
O Curupira vive na floresta, tem os cabelos vermelhos e os pés virados 
para trás para enganar a todos com suas pegadas.
Ele é o protetor da floresta e cuida para que ninguém faça mal à nature-
za e aos animais. É muito esperto, por isso é bem difícil encontrá-lo.
Para facilitar a busca, o Saci deu carona para a Cuca no seu redemoinho.
16
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Siga as pegadas do Curupira e circule a direção para a 
qual ele está caminhando.
DIREITA
44
ESQUERDA
17
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Finalmente a Cuca e o Saci encontraram o Curupira, que descansava 
sob a sombra de uma árvore. Explicada a história, ele disse que o Lo-
bisomem não estava mais lá.
Cuca, desapontada, já estava dando meia volta quando o Curupira 
exclamou:
Hoje será noite de lua cheia! Eu 
acho que o Lobisomem foi se en-
contrar com a Mula-sem-cabeça 
para saírem juntos à meia-noite.
18
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Dito e feito! Seguidos pelo clarão da Mula-sem-cabeça, os amigos en-
contraram o Lobisomem.
Cuca, muito espertalhona, ofereceu ao amado um copo de água fres-
quinha da bica.
Mal sabia ele que a água não era fresquinha coisa nenhuma, era água 
enfeitiçada!
Depois de beber a poção, o Lobisomem caiu de amores pela Cuca...
Dizem por aí que até hoje eles assombram juntos os malfeitores que 
desmatam as florestas, poluem as águas e matam os animais.
E aí? Gostou da história? Eu adorei!
19
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Leitura de palavras
Substantivos próprios e comuns
CRACHÁ é uma identifi-
cação utilizada para en-
trada em ambiente em 
que é preciso fazer um 
controle de entrada. É 
um pequeno cartão com 
dados pessoais para re-
conhecimento em espa-
ços de eventos onde há 
muitas pessoas. Ele deve 
ser preso na roupa ou 
pendurado no pescoço.
#dicadodino
 Observe os crachás.
Minha escola é:
Colégio Amanhecer
Enzo da Silva
Clarice Menezes
Meu nome é:
Professor(a):
Estou no 5º ano do Ensino Fundamental I
Minha escola é: Escola da vila
Valentina da CostaMário de Andrade
Meu nome é:
Professor (a):
Estou no 5º ano do Ensino Fundamental I
11
20
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Complete os campos dos 
crachás com seus dados.
Minha escola é:
Meu nome é:
Professor(a):
 O seu nome começa com qual letra?
Escreva nomes de 5 animais ou objetos que iniciam com a mesma le-
tra do seu nome:
22
33
44
21
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Observe os nomes próprios:
Mariana Alice FranciscoJoão Gabriel
a) Quais nomes possuem o mesmo número de letras?
b) Qual nome inicia com vogal?
c) Quais nomes iniciam com consoantes?
Você sabe o que é ANAGRAMA? É um tipo de jogo de 
palavras, resultando do rearranjo das letras de uma palavra 
para produzir outras palavras, utilizando todas as letras ori-
ginais exatamente uma vez. Veja o exemplo: DINO – INDO.
#dicadodino
Cabelo
Olá
Amor
Faça anagramas com as palavras a seguir:
Encontre no quadro abaixo as palavras que começam com BA.
BOLA BELEZA
BICO BUZINA
55
66
77
BANANA
Mariana e Gabriel.
Alice
Mariana, João, Francisco e Gabriel.
cebola
alô
armo, mora, oram, ramo, roam, Roma.
22
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
As palavras que brincam
Parlendas e trava-línguas
Hoje é domingo
Hoje é domingo, pede 
O é de barro,
bate no
O é fino, 
bate no 
Oé de ouro, 
bate no
O é valente, 
bate na
 A é fraco, 
cai no 
o é fundo, 
acabou-se o
Parlenda faz parte da literatura popular 
oral e do folclore brasileiro, é composta 
de rimas para divertir e ajudar na memori-
zação de conceitos. A maioria das parlen-
das são de domínio público, o que signi-
fica que não sabemos quem as escreveu.
23
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Quais outras palavras podem ser escritas repetindo as letras 
–arro, –ino, –undo?
 morro, corro, fujo. 
 sarro, manto, mente.
 carro, tino, fundo.
Você conhece essa parlenda? Substitua as imagens por palavras e 
assinale a alternativa correta:
 sino, barro, cachimbo, mundo, buraco, touro.
 cachimbo, jarro, sino, touro, gente, buraco, mundo.
 buraco, touro, sino, cachimbo, touro, buraco.
Observe as duplas de palavras: barro/jarro, fino/sino, fundo/mun-
do. Há repetições de letras e, mesmo assim, as palavras são dife-
rentes. Quais letras são diferentes nas palavras?
 b/j, f/s, f/m
 b/c, d/r, t/v
 c/d, s/p, j/n
11
22
33
x
x
x
24
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Observe as palavras DOMINGO, CACHIMBO e VALENTE. Circule o 
número de sílabas dessas palavras.
22 33 44
Escreva as sílabas das palavras da atividade anterior nos espa-
ços a seguir.
Na palavra DOMINGO, a letra N vem antes do G. Na palavra CA-
CHIMBO, a letra M vem antes do B. Qual a regra de utilização do 
M antes de consoantes?
 o M vem sempre antes de G e J. 
 o M vem sempre antes de P e B.
 o M vem sempre antes de T e D. 
44
55
66
x
do
ca
va
min
chim
len
go
bo
te
25
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Leia o trava-língua:
Fui caçar socó 
cacei socó só
soquei socó no saco
socando com um soco só.
Trava-língua é um tipo de parlenda em que palavras ou 
sons juntos são tão parecidos que, rapidamente, causam 
dificuldades para serem pronunciados. Além de diverti-
dos, esses jogos verbais contribuem para o aperfeiçoa-
mento linguístico.
Pesquise no dicionário as palavras
SACO
SOCO
SOCÓ
Em “Fui caçar socó”, o texto se refere:
 à caça de aves aquáticas de pescoço longo, da família das garças. 
 à caça de sacos.
 à caça de socos.
77
88
99
x
Auxilie os alunos na consulta ao dicionário e filtre os resultados.
26
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
O que significa “socando com um soco só”?
 Dando um soco apenas.
 Colocando para dentro com um soco apenas.
 Nascendo com um soco apenas.
O que faz com que as palavras SOCO e SOCÓ tenham significa-
dos distintos?
Qual é a diferença entre as palavras SACO e SOCO?
1010
1111
1212
O acento agudo na sílaba CÓ altera o significado.
Há diferença na grafia e no significado
x
27
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
ARVORE
Releia o texto e circule as palavras que possuem acento.
Fui caçar socó 
cacei socó só
soquei socó no saco
socando com um soco só.
Acento agudo (´) é um sinal grá-
fico que pode ser aplicado em 
todas as vogais da nossa língua: 
a, e, i, o, u. Por meio dele, per-
cebe-se a sílaba tônica (mais 
forte) de uma palavra. Esse 
acento é utilizado para indicar 
o som aberto das vogais.
Reescreva as palavras colocando o acento agudo na sílaba correta.
PICOLE CIPO MARE
OCULOS XICARA
1313
1414
picolé cipó maré
óculos xícara árvore
28
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Piadas e provérbios
Piada é um gênero narrativo de 
tamanho curto com um final diver-
tido e, algumas vezes, imprevisí-
vel, com o intuito de incitar gar-
galhadas no ouvinte ou leitor. Essa 
narração simples possui enredo, 
personagens, tempo e espaço.
“A menina foi passear de barco no lago 
com o pai. Depois de umas 2 horas, ela 
chega em casa com o rosto inchado e cho-
rando.
A mãe pergunta:
– O que foi isso minha filha?
– Foi uma abelha, mãe.
– E ela picou você?
– Não. Não deu tempo, o papai a matou com o remo.”
Fonte: Piadas curtas - Piadas de Animais. Disponível em: <http://www.piadascurtas.com.br/piadas-de-
animais/page/6/>. Acesso em: 23 fev. 2018.>
Qual a graça dessa piada?
a) A abelha ter picado a menina.
b) O rosto inchado da menina.
c) O pai ter batido no rosto da menina.
Quem são as personagens do texto?
a) O pai, a mãe e a filha.
b) A abelha, a filha e a mãe.
c) O pai, a filha e a abelha.
22
11
Leia a piada.
x
x
29
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Circule o número de parágrafos existentes no texto.
Para que serve o sinal de pontuação no início dos quatro últimos 
parágrafos?
a) Para desviar uma fala direta.
b) Para separar frases de sentidos diferentes.
c) Para apontar a fala da personagem no discurso direto ou alterar o 
interlocutor da conversa.
55 66 77
Em “A mãe pergunta:”, por que se usa os dois-pontos?
a) Para anteceder uma fala direta.
b) Para separar frases de sentidos diferentes.
c) Para apontar a fala da personagem no discurso direto ou alterar o 
interlocutor da conversa.
Quando a mãe pergunta “E ela picou você?”, o que você achou que 
a menina iria responder?33
44
66
55
x
Resposta pessoal - espera-se que a criança responda que a meninna diria que foi picada pela abelha
x
30
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Leia os provérbios.
Provérbio (também chamado de ditado po-
pular) é um texto curto, com enunciado e 
sentença breves. Possui ritmo e rima, às ve-
zes, bem-humorado. Condensa conceitos, 
morais, regras sociais, entre outros. Esse é 
um gênero oral que critica a sociedade.
A César o que é de César, a Deus o que é de Deus.
 Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
A pressa é a inimiga da perfeição.
 À noite todos os gatos são pardos.
Antes só do que mal acompanhado.
 As aparências enganam.
O apressado come cru e quente.
 A voz do povo é a voz de Deus.
Cada macaco no seu galho.
 Caiu na rede, é peixe.
Casa de ferreiro, espeto de pau.
 Cão que ladra não morde.
Cavalo dado não se olha os dentes.
 De grão em grão, a galinha enche o papo.
De médico e de louco todo mundo tem um pouco.
 Devagar se vai ao longe.
Deus ajuda quem cedo madruga.
 Deus escreve certo por linhas tortas.
Diz-me com quem andas e eu te direi quem és.
 É dando que se recebe.
31
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Reescreva os provérbios que você já ouviu ou utilizou.77
32
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
O que significa “Em terra de cego quem tem um olho é rei”?
a) Numa circunstância em que ninguém detém o conhecimento, 
quem souber um pouco vira mestre.
b) Os acordos devem ser justos, independentemente da amizade.
c) Estar atento às coisas para não sofrer prejuízo.
O que significa “Quem anda com porco só farelo come”?
a) As más companhias influenciam más atitudes.
b) Os acordos devem ser justos, independentemente da amizade.
c) Estar atento às coisas para não sofrer prejuízo.
O que significa “Amigos, amigos, negócios à parte”?
a) As más companhias influenciam más atitudes.
b) Os acordos devem ser justos, independentemente da amizade.
c) Estar atento às coisas para não sofrer prejuízo.
O que significa “Um olho no peixe, outro no gato”?
a) As más companhias influenciam más atitudes.
b) Os acordos devem ser justos, independentemente da amizade.
c) Estar atento a tudo para não sofrer prejuízo.
88
99
1010
1111
x
x
x
x
33
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Frases curtas
Cantigas de roda
Pombinha branca (versão 1)
Pombinha branca, o que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me secar
Vou pra janela pra namorar
Passou um moço de terno branco
Chapéu de lado meu namorado
Mandei entrar, mandei sentar
Cuspiu no chão, limpa aí seu porcalhão!
As cantigas de roda fazem parte 
do folclore de cada país, são mú-
sicas cantadas em roda ou ciranda. 
Assim como os provérbios, são de 
domínio público e mudam com o 
tempo. Além disso, possuem ri-
mas, repetições e trocadilhos tor-
nando as letras simples e fáceis de 
serem memorizadas.
34
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
O que aconteceu nestasegunda leitura?
( ) Nada.
( ) Não percebi nenhuma diferença.
( ) Alguns versos estão diferentes dos da primeira cantiga.
“Pombinha branca” é um cantiga muito conhecida. Mantendo o mes-
mo ritmo, cante em voz alta, acompanhando o texto atentamente.
Pombinha branca (versão 2)
Pombinha branca, o que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me secar
Vou pra panela pra cozinhar
Passou um moço de terno branco
Papel riscado bem amassado
Mandei entrar, mandei sentar
Sumiu o pão, devolve aí seu comilão!
11
22
Professor, o ideal é, na primeira 
leitura, cantar junto com a turma, 
ensinando-os o ritmo.
A resposta correta é a última alternativa, 
mas essa resposta vai da percepção de cada 
aluno. Caso alguém tenha marcado as duas 
primeiras, retorne a esta atividade no fim da 
lição e peça para responderem novamente.
35
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Reescreva a cantiga em suas duas versões e compare os versos.
Pombinha branca
Versão 1 Versão 2
Agora tente você! Escreva uma terceira versão para esta cantiga, 
lembre-se de manter o ritmo da cantiga original.
Pombinha branca (versão 3)
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44
Pombinha branca, o que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me secar
Vou pra janela pra namorar
Passou um moço de terno branco
Chapéu de lado meu namorado
Mandei entrar, mandei sentar
Pombinha branca, o que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me secar
Vou pra panela pra cozinhar
Passou um moço de terno branco
Papel riscado bem amassado
Mandei entrar, mandei sentar
Cuspiu no chão, limpa aí seu porcalhão! Sumiu o pão, devolve aí seu comilão!
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AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Assinale a alternativa em que todas 
as palavras começam com a primeira 
letra de BRANCA.
( ) branda, prato, bombom
( ) bombom, branda, bandolim
( ) prato, brado, presente
Assinale a alternativa em que todas as palavras começam com a 
primeira letra de POMBINHA.
( ) patinha, pirulito, panetone 
( ) pintinha, bala, porta
( ) pandinha, bombom, banda
Muitas vezes, para mostrar como as coisas 
realmente são, precisamos escolher corre-
tamente as palavras. Por exemplo: quando 
queremos falar de algo grande, usamos o 
aumentativo e quando queremos falar de 
algo pequeno, usamos o diminutivo.
A palavra POMBINHA é um diminutivo. Complete a coluna com o di-
minutivo de outras palavras encontrados nas duas versões da cantiga.
branca
roupa
janela
namorado
panela
papel
pão
55
66
77
X
X
branquinha
roupinha
janelinha
namoradinho
panelinha
papelzinho
pãozinho
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LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Alguns aumentativos e diminutivos soam bem estranho ao 
falarmos, mas pode ter certeza de que é a forma certa, quer 
ver?
O aumentativo de dente pode ser dentola ou dentão; de 
fogo pode ser fogaréu ou fogacho e de ladrão pode ser la-
dravaz ou ladraço.
O diminutivo de corpo pode ser corpete; de galo, galispo e 
de monte, montículo.
Leia novamente as duas versões da cantiga e circule de AZUL as pa-
lavras no aumentativo e em VERMELHO as palavras no diminutivo.
POMBINHA BRANCA
Versão 1 Versão 2
Pombinha branca, o que está 
fazendo?
Pombinha branca, o que está 
fazendo?
Lavando roupa pro casamento Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me secar Vou me lavar, vou me secar
Vou pra janela pra namorar Vou pra panela pra cozinhar
Passou um moço de terno branco Passou um moço de terno branco
Chapéu de lado, meu namorado Papel riscado, bem amassado
Mandei entrar, mandei sentar Mandei entrar, mandei sentar
Cuspiu no chão, limpa aí seu 
porcalhão!
Sumiu o pão, devolve aí seu 
comilão!
88
Resposta:
Diminutivo: pombinha; aumentativo: porcalhão, comilão. Aproveite essa atividade para esclarecer que 
nem toda palavra que termina com “ão” está no aumentativo, como chão e pão.
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AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
A quadrinha é uma espécie de trova popular, cuja letra é formada 
por quatro versos, muito usada para desafios, provérbios popu-
lares e adivinhas. Leia.
O anel que tu me deste 
Era vidro e se quebrou 
O amor que tu me tinhas 
Era pouco e se acabou
Quadrinhas
Separe em versos as quadrinhas a seguir. 
Chove chuva miudinha / Na copa do meu chapéu / Antes um bom 
chuvisquinho / Do que castigo do céu.
Palavra fora da boca / É pedra fora da mão / Tu tens me dito pa-
lavras / De cortar-me o coração.
Você me mandou cantar / Pensando que eu não sabia / Pois eu 
sou que nem cigarra / Canto sempre todo dia.
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1010
Chove chuva miudinha,
Na copa do meu chapéu
Antes um bom chuvisquinho,
Do que castigo do céu.
Palavra fora da boca
É pedra fora da mão:
Tu tens me dito palavras
De cortar-me o coração.
Você me mandou cantar,
Pensando que eu não sabia,
Pois eu sou que nem cigarra,
Canto sempre todo dia.
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LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Frases compridas
Bilhete
Bilhete 3
Rafa:
Preciso te contar o que 
aconteceu na festa!!! Quando 
terminar a prova vem até 
minha casa e conversamos 
melhor.... Vários babados!!!
Bilhete 4
Mari,
Não poderei ir hoje à tarde 
te encontrar no centro. Tive 
um probleminha aqui em casa. 
Depois te ligo, meu amor!
Beijos enormes! Se cuida!
Dani 21/04/2018
O bilhete é um tipo de texto simples e curto. Quem 
escreve um bilhete usa linguagem corriqueira, 
como se estivesse falando. Sua principal função é 
informar ou lembrar de alguma coisa (lembrete).
Bilhete 1
Vanessa,
Não coma todo o pudim!
Ass: seu irmão
Bilhete 2
Filho,
Não se esqueça de lavar a 
louça do almoço e comprar 
o arroz e as batatas que lhe 
pedi!
Beijos da mamãe
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AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Frase é uma sequência de palavras que passa 
uma informação completa. Pode ser formada 
por uma ou mais palavras, com ou sem verbo. 
Pode ser afirmativa, negativa, interrogativa, ex-
clamativa ou imperativa.
Leia os bilhetes atentamente, separe as frases e indique o número 
de frases de cada um:
Bilhete 1
Bilhete 2
Bilhete 3
Bilhete 4
Escreva bilhetes de acordo com as orientações.
Bilhete 1
Avisando um familiar que você foi visitar 
um amigo e volta no fim do dia.
Bilhete 2
Informando a todos que é proibido en-
trar no seu quarto.
Bilhete 3
Lembrando a si mesmo do dia do ani-
versário do seu melhor amigo ou amiga.
Bilhete 4
Avisando a professora que sua letra está 
feia porque sua mão está machucada.
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2
2
4
6
Professor, lembre os alunos que os 
bilhetes não possuem uma regra 
para serem escritos, mas que é sem-
pre bom escrever a data e assinar. 
Para ilustrar isso, utilize exemplos 
em que essas informações são fun-
damentais para o entendimento da 
mensagem.
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LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Os bilhetes também podem ser escritos em ou-
tros suportes além do papel. É o caso das men-
sagens escritas pelo celular, com a diferença de 
que a pessoa para quem você está escrevendo 
pode responder na hora. Mas muito cuidado ao 
usar as figurinhas (emojis), pois elas podem ser 
mal interpretadas! 
Leia e responda.
Fonte: Buzzfeed. Disponível em: <https://www.buzzfeed.com/rafaelcapanema/maes-no-whatsapp?utm_
term=.xm3x6kXOl#.bblbZnYQ7>. Acesso em: 28 fev. 2019.
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42
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Existem erros de ortografia nesse texto? Circule as palavras que 
estão escritas de forma errada e escreva-as corretamente a seguir.
Existem palavras abreviadas nesse texto? Grife as palavras que es-
tão abreviadas e escreva-as a seguir sem abreviar.
Qual é o motivo de existirem palavras escritas de maneira incorre-
ta e abreviada?
( ) A pessoa não sabe escrever corretamente.
( ) A pessoa escreveu com pressa.
( ) Outro motivo (explique):
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66
brm – bem
ru – eu
e - é
nao – não
rebeca - Rebeca
Pq – por quê
Vc - você
Professor, entre no assunto de textos escritos em “internetês” explicitando que essa linguagem é aceita 
somente nos suportes digitais, pois a norma culta é fundamental para outros tipos de textos. Recomenda-se 
escrever na lousa de forma correta, sem abreviações e utilizando a pontuação adequada.
A questão 6 deve servir como forma de explorar a linguagem, pois não existe uma resposta100% correta.
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LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Nessa conversa uma das pessoas usou uma imagem para expressar 
um sentimento. Qual sentimento a pessoa que escreveu a mensa-
gem teve a intenção de passar?
( ) tristeza
( ) alegria
A figura utilizada realmente tem o sentido almejado?
( ) Sim, a carinha chorando representa tristeza.
( ) Não, a carinha está chorando de rir.
Observe essas figuras e escreva o que elas representam.
a rebeca morreu
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apaixonado/amor
pensando/pensativo
chorando/triste/tristeza
assustado/susto/surpresa
x
x
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AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Tranquilidade
Crie seus próprios emojis para expressar o que você está sentindo.
Saudade Felicidade
Confusão Tristeza
Raiva
1010
4545
Lição 11
Reconhecimento de assunto
Fábula
A galinha dos ovos de ouro 
Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua galinha tinha posto 
um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, 
dizendo:
– Veja! Estamos ricos! 
Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço. 
Na manhã seguinte, a galinha tinha posto outro ovo de ouro, que o 
fazendeiro vendeu a melhor preço.
E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava 
o fazendeiro, mais dinheiro queria. 
Até que pensou: “Se esta galinha põe ovos de ouro, dentro dela 
deve haver um tesouro!” 
Matou a galinha e ficou admirado pois, por dentro, a galinha era 
igual a qualquer outra. 
Quem tudo quer, tudo perde.
(Adaptação do conto original de Esopo)
Fábula é uma narrativa curta em 
prosa ou verso que reflete ques-
tões morais por meio da ficção com 
personagens, na maior parte das 
vezes, animais que possuem carac-
terísticas humanas; mas também 
podem aparecer pessoas ou figuras 
inanimadas. Toda fábula é ampara-
da por uma lição de moral ao final, 
o que confere a ela fins educativos.
46
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Reescreva a fábula e numere os parágrafos.
Quantos personagens existem na história? Escreva o nome de cada 
um deles.
A grande descoberta foram os ovos de ouro da galinha. O que re-
presentam esses “ovos de ouro” na história?
( ) Alegria
( ) Riqueza
( ) Amor
O fazendeiro pareceu agir de que forma?
( ) Precipitada e tranquila
( ) Impensada e generosa
( ) Precipitada e gananciosa
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Fazendeiro, galinha, mulher do fazendeiro
X
X
1 Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua galinha tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, 
correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:
2 – Veja! Estamos ricos! 
3 Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço. 
4 Na manhã seguinte, a galinha tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço.
5 E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria. 
6 Até que pensou: "Se esta galinha põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!" 
7 Matou a galinha e ficou admirado pois, por dentro, a galinha era igual a qualquer outra. 
8 Quem tudo quer, tudo perde.
(Os sinais de pontuação dois-pontos, parágrafo, travessão que introduzem o discurso direto indicam a 
abertura de parágrafo. Assim, cada fala introduzida num discurso direto é um parágrafo.)
Peça que os alunos releiam o texto prestando atenção aos personagens da história. 
Os alunos devem compreender que a relação entre os ovos 
de ouro e a busca pela riqueza do fazendeiro. 
47
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
No quarto parágrafo, encontra-se a palavra “melhor”. Qual é o seu 
antônimo?
( ) pior
( ) bom
( ) mal
O ponto de exclamação em “Estamos ricos!” assinala que o fazen-
deiro está:
( ) irritado
( ) surpreso
( ) tranquilo
O homem ficou rico porque:
( ) apanhou o ovo, correu para casa e mostrou para a esposa.
( ) descobriu que sua galinha botava ovos.
( ) vendeu, durante muitos dias, ovos de ouro no mercado.
A história trata, principalmente, sobre:
( ) esperteza
( ) ganância
( ) ignorância
As fábulas nos ensinam mui-
tas coisas interessantes. Eu 
gosto muito das fábulas de 
Esopo e de La Fontaine. Pro-
cure conhecer outras fábulas 
e tente criar as suas próprias.
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66
77
X
X
X
X
Relembre os alunos o significado de antônimo: palavra cujo sentido é oposto 
da outra. Neste caso: melhor/pior. Peça aos alunos mais exemplos de antôni-
mos: longe/perto, alto/baixo, grande/pequeno. Como atividade extra, peça 
que escreva mesma frase do quarto parágrafo trocando MELHOR por PIOR, e 
pergunte: mudou o sentido do frase? Qual o sentido dela agora?
Os alunos devem compreender que há o sentido de surpresa nesse caso, muito 
por conta do ineditismo e teor mágico do fato da galinha botar ovos de ouro. 
Após a atividade, escreva na lousa a mesma frase duas vezes, coloque uma vez o 
ponto-final e outra vez o ponto de interrogação, os alunos devem compreender 
que o tom da frase muda e, no caso do ponto do interrogação, traz outro sentido 
para a frase. 
Os alunos devem compreender que foi o fator da venda 
que deixou o fazendeiro rico e não apenas pela galinha bo-
tar ovos de ouro. 
Caso os alunos tenham dificuldade nessa úl-
tima questão, peça que leiam novamente a 
moral da história. Pesquise com os alunos a 
palavra ganância no dicionário. 
48
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Lenda
A lenda da vitória-régia
Numa noite de verão, a lua cheia iluminava a aldeia indígena como 
se fosse dia. Para apreciar a beleza do luar, o chefe saiu para dar uma 
volta. Quando as crianças viram o velho caminhando em direção à la-
goa, correram atrás dele. O índio estava contemplativo, mas as crian-
ças queriam ouvir uma daquelas histórias que ele sabia contar tão bem.
O chefe apontou uma das estrelas do céu e disse às crianças:
“Aquela é a índia Mani; a outra mais no alto, é Janã.”
Depois voltou o olhar para o meio do lago, em silêncio.
“Por que o senhor olha tanto para o lago?”, perguntou Maíra.
“Estou olhando para Araci”, respondeu, apontando uma vitória-régia.
“Araci! Só estou vendo uma vitória-régia!”, espantou-se Sauê.
“Vocês não conhecem essa história? Então, esta noite vou contar a 
lenda da vitória-régia.”
Há muitos anos, vivia na aldeia uma garota sonhadora chamada Araci. 
Estava sempre pensando numa lenda que dizia que a mulher que conse-
guisse tocar a lua iria se casar com o mais belo guerreiro. Muito ingênua, 
Araci vivia subindo no topo dos morros e nas árvores mais altas na ten-
tativa de alcançar a lua.
Numa noite como essa, ela passeava junto à lagoa, quando viu o re-
flexo da lua na água.
Imaginando que a lua tivesse descido para ser tocada, mergulhou no 
lago e foi nadando na sua direção. Mas quanto mais ela nadava, mais 
a imagem se afastava. Estava muito longe da margem quando, decep-
cionada, resolveu voltar. Araci começou a nadar com afobação, perdeu 
o fôlego e morreu afogada no fundo das águas.
A lua assistiu à cena e sentiu remorso. Já que não podia se tornar um 
lindo guerreiro para se casar com Araci, faria dela uma flor diferente, a 
mais bela de todas, e transformou o corpo da moça na vitória-régia. E 
parece que ela tem poder, porque muitas garotas se enfeitam com as 
suas pétalas para arranjar namorado.
SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006.
fortalece e converte-se em imaginário popular. Esse relato transmitido principalmente de forma oral ilustra acon-
tecimentos misteriosos ou sobrenaturais, misturam ficção e realidade. As lendas brasileiras recebem influências da 
miscigenação do povo e tratam de sua cultura e tradições.
Lenda (do latim medieval, o que deve ser lido) 
é um gênero narrativo de caráter maravilhoso 
por meio do qual um acontecimento histórico se 
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LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Leiam a lenda em voz alta. Depois, conversando em roda, procurem 
responder às perguntas.
No início da história, as crianças estavam seguindo um índio. O que 
elas queriam com ele?
As lendas costumam explicar fenômenos da natureza. Qual o fenô-
meno que esta lenda tenta explicar?
Quem era Araci e como era a lenda com a qual ela vivia sonhando?
Qual foi o fato que fez com que a índiase enganasse e mergulhasse 
na lagoa?
O que aconteceu com Araci, quando ela percebeu que quanto mais 
nadava, mais a imagem da lua se afastava?
O que a lua fez com Araci no final?
As lendas possuem muitos personagens. São 
seres fantásticos que mexem com a nossa ima-
ginação. Cada região possui lendas próprias e 
as pessoas mais velhas são os grandes guar-
diões dessas histórias. Converse com seus avós 
ou pessoas mais velhas do seu convívio e peça 
que eles compartilhem com você.
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66
33
As questões discursivas a seguir podem ser resolvidas de forma oral, em um debate com toda a turma ou 
em grupos, pois a construção de texto é mais complexa. No entanto, se a turma apresentar bom nível de 
escrita, as questões podem ser respondidas no caderno.
As crianças queriam ouvir uma daquelas histórias que ele sabia contar muito bem.
A existência/surgimento da vitória régia.
Araci era uma garota sonhadora que gostaria de tocar a lua.
Ela pensou que a lua tivesse descido no lago para ser tocada.
Araci percebeu que estava longe da margem e quando resolveu voltar, na afobação, perdeu o fôlego e 
morreu afogada.
Ao ver a cena, a lua 
sentiu remorso, por 
não poder se tornar 
um belo guerreiro 
para se casar com 
Araci e a transformou 
em vitória-régia.
50
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Procure no caça-palavras os personagens de lendas que você 
conhece.
SACI IARA JACI
CAIPORA TUPÃ BOITATÁ
77
A S D F G H J C A I P O R A T
Z A C V B N M Z X C V B N M W
Q C Z W S X E B O I T A T Á B
P I O K M J J N U H B Y U V W
A S I A R A J K K L Q W P Y A
Z X C V B C M Z X C V B Ã M W
Q A Z W S I E D C R F V T G B
P L O K M I J N U H B Y G V W
A S D F G H J K K L Q W R Y A
Leia com os alunos recontos de lendas envolvendo os personagens do caça-palavras. Elas podem 
ser encontradas em diversas publicações, inclusive em versão da Turma da Mônica. Sugerimos a 
leitura para o professor da obra de Câmara Cascudo, um dos maiores estudiosos dos costumes e 
folclore brasileiro.
51
Lição 12
Reconhecimento de assunto
Conto de fadas
Chapeuzinho Vermelho
Um conto de fadas dos Irmãos Grimm
Houve uma vez, uma graciosa menina; quem a via ficava logo gos-
tando dela, assim como ela gostava de todos; particularmente, ama-
va a avozinha, que não sabia o que dar e o que fazer pela netinha. 
Certa vez, presenteou-a com um chapeuzinho de veludo vermelho 
e, porque lhe ficava muito bem, a menina não mais quis usar outro e 
acabou ficando com o apelido de Chapeuzinho Vermelho. Um dia, a 
mãe chamou-a e disse-lhe:
– Venha cá, Chapeuzinho Vermelho; aqui tens um pedaço de bolo e 
uma garrafa de vinho; leva tudo para a vovó; ela está doente e fraca e 
com isso se restabelecerá. Põe-te a caminho antes que o sol esquente 
muito e, quando fores, comporta-te direito; não saias do caminho, se-
não cais e quebras a garrafa e a vovó ficará sem nada. Quando entrares 
em seu quarto, não esqueças de dizer “bom-dia, vovó,” ao invés de 
mexericar pelos cantos.
– Farei tudo direitinho! – disse Chapeuzinho Vermelho à mãe, e des-
pediu-se.
A avó morava à beira da floresta, a meia hora mais ou menos de ca-
minho da aldeia. Quando Chapeuzinho Vermelho chegou, encontrou 
o lobo; não sabendo, porém, que animal perverso era ele, não sentiu 
medo.
– Bom dia, Chapeuzinho Vermelho, – disse o lobo todo dengo-
so.
– Muito obrigada, lobo.
– Aonde vais, assim tão cedo, Chapeuzinho Vermelho?
– Vou à casa da vovó.
– E que levas aí nesse cestinho?
– Levo bolo e vinho. Assamos o bolo ontem, assim a vovó, 
que está adoentada e muito fraca, ficará contente, tendo com 
Antes de iniciar a leitura 
da história da Chapeuzi-
nho Vermelho, converse 
com os alunos e pergunte 
o que eles já conhecem, 
peça que contem um pou-
co da história antes de ini-
ciar a leitura. 
52
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
que se fortificar.
– Onde mora tua vovó, Chapeuzinho Vermelho?
– Mora a um bom quarto de hora daqui, na floresta, de-
baixo de três grandes carvalhos; a casa está cercada de no-
gueiras, acho que o sabes, – disse Chapeuzinho Vermelho.
Enquanto isso, o lobo ia pensando: “Esta menininha delicada é um 
quitute delicioso, certamente mais apetitosa que a avó; devo agir com 
esperteza para pegar as duas”. Andou um trecho de caminho ao lado 
de Chapeuzinho Vermelho e foi insinuando:
– Olha, Chapeuzinho Vermelho, que lindas flores! Por que não olhas 
ao redor de ti? Creio que nem sequer ouves o canto mavioso dos pás-
saros! Andas tão ensimesmada como se fosses para a escola, ao passo 
que é tão divertido tudo aqui na floresta!
Chapeuzinho Vermelho ergueu os olhos e, quando viu os raios do 
sol dançando por entre as árvores, e à sua volta a grande quantida-
de de lindas flores, pensou: “Se levar para a vovó um buquê viçoso, 
ela certamente ficará contente; é tão cedo ainda que chegarei bem 
a tempo”. Saiu da estrada e penetrou na floresta em busca de flores. 
Tendo apanhado uma, achava que mais adiante encontraria outra 
mais bela e, assim, ia avançando e aprofundando-se cada vez mais 
pela floresta adentro.
Enquanto isso, o lobo foi correndo à casa da vovó e bateu na porta.
– Quem está batendo? – perguntou a avó.
– Sou eu, Chapeuzinho Vermelho, trago vinho e bolo, abre-me.
– Levanta a taramela, – disse-lhe a avó; – estou muito fraca e não pos-
so levantar-me da cama.
O lobo levantou a taramela, a porta escancarou-se e, sem dizer pala-
vra, precipitou-se para a cama da avozinha e engoliu-a. Depois, vestiu 
a roupa e a touca dela; deitou-se na cama e fechou o cortinado.
Entretanto, Chapeuzinho Vermelho ficara correndo de um lado para 
outro a colher flores. Tendo colhido tantas que quase não podia carre-
gar, lembrou-se da avó e foi correndo para a casa dela. Lá chegando, ad-
mirou-se de estar a porta escancarada; entrou e na sala teve uma impres-
são tão esquisita que pensou: “Oh, meu Deus, que medo tenho hoje! 
Das outras vezes, sentia-me tão bem aqui com a vovó! Então disse alto:
– Bom dia, vovó! - mas ninguém respondeu.
Acercou-se da cama e abriu o cortinado: a vovó estava deitada, com 
a touca caída no rosto e tinha um aspecto muito esquisito.
53
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
– Oh, vovó, que orelhas tão grandes tens!
– São para melhor te ouvir.
– Oh, vovó, que olhos tão grandes tens 
– São para melhor te ver.
– Oh, vovó, que mãos enormes tens!
– São para melhor te agarrar.
– Mas vovó, que boca medonha tens!
– É para melhor te devorar.
Dizendo isso, o lobo pulou da cama e engoliu a 
pobre Chapeuzinho Vermelho.
Tendo assim satisfeito o apetite, voltou para a cama, ferrou no sono e 
começou a roncar sonoramente. Justamente, nesse momento, ia pas-
sando em frente à casa o caçador, que ouvindo aquele ronco, pensou: 
“Como ronca a velha Senhora! É melhor dar uma olhadela a ver se está 
se sentindo mal”.
Entrou no quarto e aproximou-se da cama; ao ver o lobo, disse:
– Eis-te aqui, velho impenitente! Há muito tempo, venho-te procuran-
do!
Quis dar-lhe um tiro, mas lembrou-se de que o lobo poderia ter co-
mido a avó e que talvez ainda fosse possível salvá-la; então pegou uma 
tesoura e pôs-se a cortar-lhe a barriga, cuidadosamente, enquanto ele 
dormia. Após o segundo corte, viu brilhar o chapeuzinho vermelho e, 
após mais outros cortes, a menina pulou para fora, gritando:
– Ai que medo eu tive! Como estava escuro na barriga do lobo!
Em seguida, saiu também a vovó, ainda com vida, embora respi-
rando com dificuldade. E Chapeuzinho Vermelho correu a buscar 
grandes pedras e com elas encheram a barriga do lobo. Quando 
este acordou e tentou fugir, as pedras pesavam tanto que deu um 
trambolhão e morreu.
Os três alegraram-se, imensamente, com isso. O caçador esfolou o 
lobo e levou a pele para casa; a vovó comeu o bolo e bebeu o vinho 
trazidos por Chapeuzinho Vermelho e logo sentiu-se completamente 
reanimada; enquanto isso, Chapeuzinho Vermelho dizia de si para si: 
“Nunca mais sairás da estrada para correr pela floresta, quando a ma-
mãe te proibir!”
Fonte: Contos de Grimm. Disponívelem: <https://www.grimmstories.com/pt/grimm_contos/capuchi-
nho_vermelho>. Acesso em: 7 abr. 2018.
54
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Leiam o conto de fadas em voz alta. Depois, conversando em roda, 
procurem responder às perguntas.
Quantos personagens existem na história? Quem são?
Qual o principal assunto do conto?
( ) encontro
( ) desobediência
( ) agressão
A Chapeuzinho Vermelho pareceu agir de que forma?
( ) distraída, ingênua, desobediente
( ) atenta, preocupada, cuidadosa
( ) cautelosa, alegre, tranquila
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Conto de fada é uma narrativa originalmente 
oral, mas passou a ser escrita também. A eti-
mologia de fada vem do latim, fatum (desti-
no). Possui caráter espiritual, existencial, em 
que heróis ou heroínas caminham para uma 
realização interior dentre magias e encanta-
mentos, como num ritual de iniciação. Nesse 
sentido, os contos de fadas são imagens que 
atingem o inconsciente, indicando soluções e 
maneiras de lidar com experiências internas, 
ou seja, representam simbolicamente dificulda-
des e resoluções de problemas. Assim sendo, 
4 personagens: mãe da Chapeuzinho, Chapeuzinho, lobo, vovó, caçador.
X
X
os contos podem contribuir 
para a solução de angús-
tias ou conflitos de forma 
profícua e divertida. Enfim, 
é possível, pela sua leitura, 
ampliar a imaginação, aper-
feiçoar o intelecto e clarear 
emoções.
55
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
O conto da Chapeuzinho é dividido em 4 momentos. Quais são eles?
( ) Estava escuro na barriga do lobo; O lobo entrou na casa da vo-
vozinha; O caçador abriu a barriga do lobo; A Chapeuzinho conta onde 
é a casa da vovozinha.
( ) Chapeuzinho vai buscar flores; O lobo pergunta sobre a casa da 
vovozinha; A Chapeuzinho se despede da mãe; A Chapeuzinho pensa 
que não deve desobedecer sua mãe.
( ) A mãe dá instruções pra Chapeuzinho; O encontro de Chapeu-
zinho e o lobo na floresta; O momento em que a avó se revela lobo e a 
devora; O caçador salva a vovó e a Chapeuzinho.
Qual parte do texto resume a atitude de que Chapeuzinho se arre-
pendeu de ter desobedecido sua mãe?
( ) – Farei tudo direitinho! – disse Chapeuzinho Vermelho à mãe, e 
despediu-se.
( ) Chapeuzinho dizia de si para si: “Nunca mais sairás da estrada 
para correr pela floresta, quando a mamãe te proibir!”
( ) – Ai que medo eu tive! Como estava escuro na barriga do lobo!
Na frase “– Aonde vais, assim tão cedo, Chapeuzinho Vermelho?”, 
há 3 sinais de pontuação. Quais são eles?
( ) Travessão, vírgulas e interrogação.
( ) Ponto final, reticências, hífen.
( ) Ponto e vírgula, dois-pontos, exclamação.
O ponto de interrogação ao final da frase serve para quê?
( ) Para indicar a fala do personagem.
( ) Para indicar surpresa.
( ) Para indicar uma pergunta.
O travessão no início da frase serve para quê?
( ) Para indicar a fala do personagem.
( ) Para indicar surpresa.
( ) Para indicar uma pergunta.
44
55
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88
X
X
X
X
X
As atividades de interpretação de texto 
fornecem um diagnóstico para o profes-
sor de compreensão de leitura de seus 
alunos. Caso tenham dificuldade, orien-
te-os a reler o texto tirando as possíveis 
dúvidas sempre que necessário. Fique 
atenta ao analfabe-
tismo funcional, no 
qual o aluno sabe 
ler e escrever, mas 
não sabe interpretar 
o que foi dito e/ou 
escrito. 
56
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Leia os resumos de outras histórias conhecidas e enumere a segun-
da coluna de acordo com o título de cada um.
(1) Uma rainha malvada morre de ciúmes da beleza de uma jovem e 
manda matá-la. Logo, descobre que a jovem não morreu e está mo-
rando na floresta com sete amigos. A jovem então é envenenada pela 
rainha e só o beijo de um príncipe pode salvá-la.
(2) Um moleiro deixa como herança para cada um de seus três filhos, 
respectivamente, um moinho, um burro e um gato. O filho caçula, que 
recebe o gato, fica muito insatisfeito, mas acaba descobrindo que um 
amigo leal e astuto é o bem mais precioso que se pode obter.
(3) Jovem órfã sofre maus-tratos morando com a madrasta e suas três 
filhas. Um dia sua fada madrinha aparece e, usando magia, lhe propor-
ciona uma noite no baile da cidade. Depois de dançar com o príncipe, 
a jovem vai embora apressada, perdendo um pé do sapato.
(4) Um jovem trabalha como entregador de correspondências para o 
jornal de uma grande cidade. Durante uma viagem de trabalho seu 
barco é desviado por uma tempestade e vai parar na cidade mágica de 
Liliput, onde as pessoas são bem pequenas.
(5) Em uma terra imaginária, um lenhador concorda em cortar a árvo-
re mais velha da floresta. Em troca, a rainha lhe concede três desejos. 
Após desperdiçar dois deles, o terceiro o leva Tom até uma criança 
muito pequenina.
(6) Um jovem vivia com sua mãe viúva em Bagdá. Um dia, um homem 
bateu à porta e disse ser seu tio, irmão de seu falecido pai. Ele contou 
que havia ficado rico e que ajudaria a cunhada e o jovem sobrinho. Mas 
o que eles não sabiam é que o homem era um malvado feiticeiro, que 
precisava do jovem para conquistar um bem precioso.
( ) Viagens de Gulliver
( ) Branca de Neve
( ) Aladim e a lâmpada maravilhosa
( ) Gato de botas
( ) Pequeno polegar
( ) Cinderela
99
Oriente os alunos a fazer um rodízio de leitura, a 
cada semana eles levam para casa um dos livros e 
trocam por outro na semana seguinte. Assim, to-
dos irão ler os 6 títulos ao longo de 2 meses.
4
1
6
2
5
3
Antes de iniciar a atividade, pergunte aos alunos se eles conhecem todas 
as histórias elencadas na coluna com os títulos. Peça que eles contem um 
pouco sobre o que eles já conhecem antes de lerem os resumos. 
57
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Trechos da obra A Ilha do Tesouro
Minha aventura na ilha
Capítulo I – Como começou a minha aventura
O aspecto da ilha, quando cheguei ao convés no dia seguinte, de 
manhã, era completamente diferente.
Ainda que o vento não tivesse de todo amainado, tínhamos caminha-
do bastante durante a noite, e agora estávamos, retidos pela calmaria, 
a meia milha, a sudeste da costa oriental.
A cor acinzentada dos bosques cobria uma grande parte da superfí-
cie da ilha. Esse colorido era cortado, aqui e ali, por faixas amarelas de 
areia, nas baixadas, e numerosas árvores, altas, da família dos pinhei-
ros, dominando as outras, isoladamente ou em grupos, mas o aspecto 
geral era uniforme e triste. As colinas, com uma tonalidade clara, so-
brepujavam a vegetação, terminando em rochas nuas.
Todas apresentavam formas estranhas, e a Luneta, que era, com os 
seus trezentos ou quatrocentos pés, a montanha mais alta da ilha, era 
também a que oferecia configuração mais esquisita, erguendo-se, di-
reita, empertigada, por todos os lados, cortada bruscamente no ápice, 
como um pedestal esperando a colocação de uma estátua.
O Hispaniola vogava, os embornais sob as águas avassalantes do 
oceano. Os mastros pequenos faziam ranger as polés. O timão pendia, 
ora para um lado, ora para outro, e todo o barco estalava, gemia e sa-
colejava como uma grande oficina. Tinha de me agarrar com força ao 
brandal, tudo dançava em volta de mim, estava tonto, porque, ainda, 
que me portasse como um bom marinheiro quando o barco estava 
em marcha, ficar assim parado, no mesmo lugar, sacudido como uma 
garrafa, a bambolear, era coisa que não suportava sem mal-estar ou 
náuseas, sobretudo de manhã, com o estômago vazio.
Talvez por causa de tudo isso, ou devido ao aspecto da ilha, com os 
seus bosques acinzentados e melancólicos, e aquelas pontas de rocha 
bruta, e o bater das ondas nas praias, que víamos e ouvíamos à distân-
cia, espumantes e rumorosas, ainda que o sol, ardente, tivesse um brilho 
coruscante, e os pássaros esvoaçassem pelo navio, contentes, pousando 
de leve nas águas ou chilreando nos ares, e bem poder a gente avaliar a 
felicidade de encontrar terra depois de tanto andar ao sabor das ondas, 
Conto de aventura
Por ser mais extensa, a leitura desse texto 
deverá ser feita em grupo. Cada pessoa 
deve ler um parágrafo. Melhor ainda se 
houver possibilidade de projetar para que 
todospossam acompanhar a leitura.
58
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
o coração se me tornava pequenino, como é costume dizer; e diante 
desse espetáculo só o pensar na Ilha do Tesouro me causava horror.
Tínhamos uma manhã trabalhosa diante de nós, pois não havia sinal 
de vento e os botes deviam ir à terra, a remo.
O nosso barco tem de bordejar três ou quatro milhas, costeando a 
ilha, ao longo da estreita passagem que levava ao porto, por detrás da 
Ilha do Esqueleto.
Ofereci-me para ir em um dos botes, onde, aliás, nada tinha a fazer.
O calor era acabrunhante e os homens resmungavam, danadamente, 
maldizendo o trabalho.
Era Anderson que comandava o bote, e, em vez de manter a equipa-
gem em ordem, resmungava ainda mais que todos os outros.
– Bom, dizia ele praguejando, isto não vai durar sempre.
Pensava que aquilo era muito mau sinal, porque, até esse dia, os 
marinheiros tinham cumprido as suas obrigações com dedicação e boa 
vontade; mas bastou a presença da ilha para que se afrouxassem as 
cordas da disciplina. Durante todo o percurso, Long John ficou ao ti-
mão, governando o barco.
Conhecia a passagem perfeitamente e, ainda que o homem das son-
dagens encontrasse sempre mais profundidade do que a que estava 
marcada na carta, não hesitou um só momento.
– Há uma corrente forte com o refluxo, disse ele; esta passagem foi 
cavada por assim dizer com uma enxada.
Chegamos, afinal, ao ancoradouro indicado na carta, a um terço de 
milha, pouco mais ou menos, de cada margem, ficando de um lado a 
ilha principal, a do Tesouro, e do outro, a Ilha do Esqueleto.
O fundo das águas era todo areia. O choque da âncora mergulhando 
nas águas fez debandar uma multidão de aves, a voltejar e a chilrear 
por cima dos bosques; mas, em menos de um minuto, se acalmavam, 
tornando a pousar de novo, reinando o silêncio.
O local estava cercado quase inteiramente de terra, e coberto de 
bosques, a linha das árvores desenvolvendo-se até o ponto da maré 
alta, as praias amplas na maior parte, e a elevação das colinas se de-
senhando em torno, ao longe, como um anfiteatro, uma aqui, outra 
acolá. Dois riachos, ou antes, dois charcos, desaguavam neste pego ou 
lago, como se poderia chamar, e os verdes, em torno desta parte da 
costa, tinham uma aparência insalubre. Do navio, nada se via do farol, 
nem da estacada, pois estavam completamente ocultos pelas árvores, 
59
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
e sem a carta que descobríramos poderíamos acreditar ser os primeiros 
navegantes a aportar naquelas paragens, desde que a ilha emergiu dos 
mares.
Não havia a menor aragem, nem um ruído, salvo o das vagas a bater 
contra os rochedos, a meia milha de distância.
Um cheiro de água estagnada e podre subia das folhas caídas e dos 
troncos das árvores mortas.
Notei que o doutor torcia o nariz como uma pessoa que bebe ovos 
que não estão frescos.
– Não sei se há aqui um tesouro, disse ele, mas apostaria a minha 
cabeleira como aqui é o domicílio das febres palustres.
Se o procedimento dos homens não fora tranquilizador no bote, a 
bordo do navio piorou, tornando-se ameaçador.
Reuniram-se em grupos, no tombadilho, murmurando e resmungan-
do.
Qualquer ordem, a mais insignificante, era recebida de má vontade, 
e cumprida com desagrado.
Até os homens que tinham ficado fiéis pereciam sofrer do contágio 
do mal, pois, a bordo, não se encontrava um homem sequer, que esti-
vesse bem disposto.
A revolta, estava claro, andava no ar, como uma nuvem negra prestes 
a se desfazer em chuva.
Não era só o nosso grupo de cabina que percebia a tempestade.
Long John desvelava-se, indo de um grupo a outro, prodigalizando 
conselhos e dando o melhor exemplo. Excedia-se em boa vontade e 
em delicadeza; era todo sorriso para cada um.
Se alguma ordem era dada, Long John, como um raio, se aparelhava 
com a muleta, dizendo, com alegria: “Sim, sim, senhor”; e quando não 
tinha nada a fazer, desandava a cantar, canção após canção, de manei-
ra a mascarar o descontentamento geral.
De todos os sombrios indícios desta tarde de apreensões, esta evi-
dente ansiedade por parte de Long John parecia ser o pior.
Reunimo-nos na cabina.
– Senhor, disse o capitão, se arrisco ainda uma ordem, toda a tripulação 
se revolta. Compreende, senhor? É o que se vai passar. Far-me-ão uma 
objeção, não é exato? Se insisto, tudo explode. Se calo, Silver desconfia-
rá e a partida está perdida. Enfim, só podemos contar com um homem.
– Qual? Perguntou o squire.
60
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
– Silver, senhor, respondeu o capitão. Ele deseja tanto como o senhor 
ou eu acalmar as coisas. Isto agora é apenas um princípio de insubordi-
nação. Ele os acalmará logo, se tiver uma oportunidade.
Proponho, por isso, dar-lhe essa oportunidade. Demos aos homens 
uma tarde de folga, em terra. Se forem todos, defenderemos o barco.
Se nenhum vai, neste caso, defenderemos a cabina, e que Deus es-
teja conosco. Se somente alguns vão, não esqueça o que digo, senhor, 
Silver os trará novamente para bordo, mansos como cordeiros.
Foi tomada essa decisão.
Armas carregadas foram distribuídas por todos os homens de con-
fiança. Hunter, Joyce e Redruth entraram no segredo, e receberam a 
notícia com menos surpresa e mais coragem do que esperávamos.
O capitão subiu, então, ao tombadilho e se dirigiu à equipagem.
– Rapazes, disse ele, tivemos uma manhã trabalhosa e estamos todos 
fatigados e indispostos. Um passeio à terra não fará mal a ninguém. Os 
botes ainda estão arriados. Podem tomá-los, e todos os que quiserem, 
podem ir à terra durante esta tarde. Darei um tiro de canhão, como 
sinal de retorno, meia hora antes do pôr-do-sol.
Acreditei que todos aqueles homens deviam imaginar, tolamente, 
que iriam cair sobre o tesouro, mal pusessem pé em terra, porque to-
dos, ao mesmo tempo, abandonaram o mau humor de até então, e 
deram mostras de grande alegria, com exclamações que o eco repetiu 
nas mais longínquas colinas, obrigando, novamente, as aves a esvoaçar 
em volta do ancoradouro.
O capitão era bastante astuto para continuar presente. Desapareceu 
rapidamente, deixando Silver arranjar as coisas ao seu modo, e penso 
que procedeu com muito acerto.
Se tivesse ficado no tombadilho, não poderia fingir, por mais tempo,
que ignorava a situação.
Era claro como o dia.
Silver era o capitão, à frente de uma equipagem composta de revolto-
sos.
Os homens fiéis – e cedo tive a prova de que os havia a bordo – deviam 
naturalmente ser os mais estúpidos, ou, antes, creio que a verdade é esta: 
que todos os homens estavam descontentes com o exemplo dos conspira-
dores, mais ou menos, e alguns, razoáveis, geralmente recusavam deixar-se 
dirigir por mais tempo. Porque uma coisa é ser indolente e indisciplinado e 
outra é apoderar-se de um barco e matar uma porção de homens inocentes.
61
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Afinal, o grupo ficou constituído. Seis homens deviam ficar a bordo, e 
dezesseis outros, entre eles Silver, começaram a desembarcar.
Foi então que me veio ao espírito a primeira das ideias malucas que 
tanto contribuíram para nos salvar a vida.
Se seis homens eram deixados por Silver, era claro que o nosso gru-
po não poderia tomar e defender o barco, e como eram apenas seis, 
era igualmente claro que o grupo da cabina não tinha necessidade de 
minha ajuda no momento.
Resolvi, portanto, ir à terra. Num fechar de olhos, escorreguei pelo 
costado do barco, esgueirei-me até a alavanca da escota da chalupa 
mais próxima, que partiu no mesmo instante. Ninguém me notou, sal-
vo o homem do remo, que perguntou:
– É você, Jim? Baixe a cabeça.
Mas Silver, do outro bote, olhou vivamente para o nosso lado e cha-
mou-me para se informar se era eu; e, desde esse momento, comecei 
a lastimar o que fizera.
As tripulações remaram, com vontade, para a praia, mas o bote em 
que ia, sendo ao mesmo tempo o mais leve e mais bem tripulado, e 
tendo, além disso, algum avanço, distanciou-se muito do outro,
atingindo o arvoredo da praia. Segurei-me num galho para saltar em 
terrae desapareci no mato próximo, ao passo que Silver e os outros 
ainda estavam a cem metros de distância.
– Jim! Jim! Ouvi-o chamar.
Mas devem bem compreender que eu não o ouvia: saltando, trope-
çando, vencendo obstáculo, corri o mais que pude, afastando-me do 
local.
Fonte: STEVENSON, Robert Louis. A ilha do tesouro. Tradução de Rubens de Aquino Penteado. São Paulo: 
Editora Companhia Nacional, p. 97 a 107.
62
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Liste algumas palavras do texto que você não sabe o significado. 
Depois, por meio do contexto da frase, tente descobrir o sentido 
de cada uma delas, conforme o exemplo. Depois, consulte um dicio-
nário e descubra se você acertou.
Exemplo:
Sobrepujar
Trecho em que aparece: 
“As colinas, com uma tonalidade clara, sobrepujavam a vegetação, ter-
minando em rochas nuas.”
Como eu entendi: cair por cima.
“As colinas, com uma tonalidade clara, caíam por cima da vegetação, 
terminando em rochas nuas.”
Significado: ultrapassar em altura; sobrelevar, exceder.
11
Aqui temos um exercício de compreensão intuiti-
va. Mesmo quando não se sabe objetivamente o 
significado de uma palavra é possível fazer aproxi-
mações. O importante é não comprometer o enten-
dimento do todo.
Oriente os alunos no uso do dicionário. Eles já devem conseguir fazer essa investigação sozinhos nesse 
tipo de material. 
63
Lição 13
Reconhecimento de assunto
Música
Aquarela 
(Maurizio Fabrizio / Guido Morra / Toquinho / Vinícius de Moraes)
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...
Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...
Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...
Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
64
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
É tanto céu e mar
Num beijo azul...
Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...
Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...
Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...
De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...
Disponível em: https://www.letras.mus.br/toquinho/49095/
Música é um gênero textual lírico, composto em formato poético, rimado, na maioria das vezes. São cria-
ções artísticas, portanto, subjetivas; no entanto, alcançam o coletivo. Há um trabalho voltado ao ritmo, 
eleição de palavras, rimas e sua sonoridade. Além disso, este gênero resulta da junção entre as linguagens 
verbal e musical, conferindo prazer estético e sensorial.
65
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Por que o título da música é “Aquarela”?
( ) Porque a personagem é um pintor de quadros.
( ) Porque na letra da música tudo está muito escuro.
( ) Porque a personagem desenha e pinta no papel e a vida fica 
colorida.
Quais são rimas?
( ) amarelo – castelo, luva – guarda-chuva, papel – céu.
( ) qualquer – retas, chover – riscos, imagino – gaivota.
( ) imensa – sul, ela – istambul, segundo – mundo.
Marque a alternativa em que todas as palavras estão no plural.
( ) lápis, azul, todos.
( ) riscos, nuvens, amigos.
( ) piscar, luzes, vamos.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas cor-
retamente.
( ) dezenho, fazer, luses.
( ) desenho, faser, luzes.
( ) desenho, fazer, luzes.
A música é uma expressão ar-
tística muito especial. Envolve 
o idioma, o ritmo e cadência. 
Fazem parte da música a letra 
e a melodia. Quem escreve a 
música é chamado de composi-
tor. Procure sempre saber quem 
são os compositores das suas 
músicas favoritas.
11
22
33
44
X
X
X
X
Se possível, toque a música na sala de aula. 
Ela pode ser encontrada em diversos servi-
ços de streaming de música. Evite usar em 
sala de aula qualquer produto proveniente 
de pirataria. 
Como atividade extra, peça aos alunos que coloquem 
as palavras da alternativa correta no singular. 
Peça que os alunos justifiquem sua resposta, 
por que as outras alternativas estão erradas?
66
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Escolha 1 ou mais estrofes da música “Aquarela” e troque as rimas.
Do que “fala” o texto?
( ) Da construção de um parque de diversões.
( ) Da possibilidade que temos para colorir e transformar uma folha 
branca em desenhos criativos.
( ) Da importância de ter bons amigos.
( ) De um castelo feito em uma folha em branco.
Uma possível interpretação do texto pode ser:
( ) A vida não vale a pena.
( ) Devemos ter cuidado com os nossos sonhos pois não devemos 
fantasiar muito com as viagens que fazermos.
( ) Construímos a nossa vida como um quadro, com tintas e fanta-
sias de cada um, que com o tempo perde a cor.
( ) A vida é um barco a vela que um dia se afunda.
No texto aparece a palavra MURO tem o seguinte significado:
( ) Tijolos para separar um lugar de outro.
( ) Algo que se deve ser derrubado.
( ) Um obstáculo que pode ser visto como a passagem para a fase 
adulta e o fim dos sonhos iniciais.
( ) São os pesadelos que temos quando dormimos.
55
77
66
88
X
X
X
De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...
De uma América a outra
Eu consigo passar num instante
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço uma estante.
(Não se atenha ao sentido do texto, o exercício aqui é estético, para brincar com as palavras e ampliar 
o vocabulário.)
Peça aos alunos que releiam a letra 
da música, se achar necessário. 
Antes de responder a atividade, leia com os alunos as 
alternativas, questione o que eles acham de cada opção. 
Tem a ver com a música?
Explique aos alunos o que é uma metáfora: 
uma figura de linguagem em que se usa uma 
palavra ou uma expressão em um sentido que 
não é muito comum, revelando uma relação 
de semelhança entre dois termos.
67
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
E fico, pensativa, olhando o vago…
Tomo a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim…
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
Fonte: A voz da poesia. Fragmento de “Lágrimas Ocultas”, de Florbela Espanca Disponível em: <http://
www.avozdapoesia.com.br/obras_ler.php?obra_id=9832>. Acesso em: 8 abr 2018.
Poema
Poema é um gênero textual disposto em estrofes e essas, consti-
tuídas em versos. Esses recursos possuem a finalidade de confe-
rir ao texto ritmo, musicalidade e sonoridade. Os poemas podem 
apresentar estruturas fixas relacionadas à métrica ou não, chama-
das de versos livres ou brancos. Sua matéria-prima é a palavra e, 
por meio desta, a construção de imagens.
68
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Calma é outra palavra que apresenta rima neste poema. Qual é 
sua rima?
( ) alma.
( ) cair.
( ) dentro.
A última palavra do primeiro verso, “vago”, rima com qual outra 
do próximo verso?
( ) brandura.
( ) plácida.
( ) lago.
Qual outra palavra poderia rimar com essas?
( ) mago.
( ) olhando.
( ) rosto.
O que mudou entre as 3 palavras vago, lago, mago?
( ) As consoantes iniciais.
( ) As vogais finais.
( ) As sílabas.
O que é estrofe?
( ) Um conjunto de rimas.
() Um conjunto de linhas.
( ) Um conjunto de versos.
Ainda na primeira estrofe, último verso, tem-se a palavra marfim. 
Qual a palavra da segunda estrofe que rima com essa?
( ) lágrimas.
( ) mim.
( ) brotar.
1010
1111
1212
1313
1414
99
Estrofe é um conjunto de versos. Apresenta-se como 
um referente do parágrafo no texto em prosa. No poe-
ma, o parágrafo chama-se estrofe.
X
X
X
X
X
X
69
Lição 14
Finalidade do texto
Rótulos, etiquetas e embalagens
Os rótulos, etiquetas e embalagens 
apresentam textos que cumprem a 
função de informar, dizem a com-
posição do produto, que cuidados 
são exigidos para seu funcionamen-
to e manutenção, data de validade, 
modo de usar e de armazenar o 
produto. É muito importante saber 
essas informações antes de com-
prar qualquer produto.
70
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
De acordo com as instruções do rótulo, o produto deve ser 
mantido em um local:
( ) úmido e ensolarado.
( ) seco e arejado.
( ) abafado e úmido.
Observe este rótulo.
Com base na análise do rótulo, responda. Que tipo de produto é esse?
( ) Produto de limpeza.
( ) Produto de higiene.
( ) Alimento.
Quais são os ingredientes desse produto? Liste-os.
22
33
44
11
X
X
Rótulo, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), é qualquer imagem, legenda, texto 
descritivo ou gráfico escrito e impresso na embalagem dos alimentos. Por meio dele, o usuário reconhece um 
produto e informa-se sobre o que está consumindo. Quanto maior consciência sobre informações nutricionais, 
mais lucidez haverá nas escolhas e melhor será o cuidado com o seu corpo. 
A lista de ingredientes se encontra no canto direito do rótulo. São eles: Leite, açúcar, glucose e regulador 
de acidez bicarbonato de sódio.
71
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
De acordo com esse rótulo, 1 brownie possui:
( ) 517 calorias, 45 miligramas de sódio, 2,9 gramas de fibra ali-
mentar.
( ) 26 calorias, 2 miligramas de sódio, 12 gramas de fibra alimentar.
( ) 517 calorias, 45 gramas de sódio, 2,9 miligramas de fibra alimentar.
Analise o rótulo.
Dos itens que estão medidos em gramas (g), qual está presente em 
maior quantidade?
( ) Gorduras trans.
( ) Carboidratos.
( ) Fibra alimentar.
Uma das razões para sempre ler a embalagem dos produtos é des-
cobrir se a composição leva algum ingrediente ao qual o consumi-
dor é alérgico. Qual dessas informações transmite esse dado?
( ) Valores diários não estabelecidos.
( ) Contém glúten.
( ) Porção de 95g (1 unidade).
66
77
88
55
X
X
X
72
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
72
Todos os produtos possuem uma unidade de medida 
adequada. Quando queremos medir seu peso usamos 
os gramas (g) como unidade. 
Quando queremos saber a quantidade de um líquido 
usamos os litros (L). 
Estas são as duas unidades usadas em todo o mundo 
para os objetos.
No Brasil, o Inmetro atua na fiscalização de pesos e me-
didas de produtos dos mais variados tipos.
Entender de tais unidades é importante porque os pro-
dutos usam isso como informação em suas embalagens. 
Para saber quanto de produto está levando, você tem 
que saber quanto contém em uma embalagem (peso). 
Uma receita de bolo, por exemplo, requer as medidas 
de litro e gramas.
O ato de ministrar alguns medicamentos de acordo com 
o peso das pessoas e dos animais também necessita 
desse conhecimento.
73
Lição 15
Finalidade do texto
Calendário
Entender como funciona o calendário é importante porque 
nos ajuda a organizar as atividades diárias e dos meses do 
ano. Nos orienta sobre quais serão os feriados, o dia em que 
começam as férias e o do retorno às aulas. Ah! E o melhor: 
ajuda a saber quanto tempo falta para o dia do seu aniver-
sário!
Calendário é um gênero textual que organiza o tempo para que se possa arquitetar a vida em sociedade, recorrendo à 
divisão temporária em unidades como dias, semanas, meses e anos. Os elementos do calendário são nomes dos meses, 
abreviações, datas comemorativas e feriados, fases da lua, entre outros.
74
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Analisando o calendário, o ano de 2018 é composto de quantas se-
manas completas?
( ) 12
( ) 30
( ) 52
Quantos meses existem no ano?
( ) 10
( ) 11
( ) 12
De acordo com o calendário do ano 2018, quantas semanas existem 
no mês de maio?
( ) 5 semanas incompletas.
( ) 3 semanas.
( ) 2 semanas incompletas e 3 semanas completas.
O que os meses julho, agosto e outubro possuem em comum?
( ) O número de sílabas.
( ) O número de dias.
( ) Não possuem nada em comum.
11
33
22
44
X
X
X
X
75
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Calendário lunar
Uma das razões para o 
sobe e desce das águas 
dos mares e oceanos 
está no movimento da 
Lua. Na verdade, a Lua 
é um satélite do nosso 
planeta, ou seja, gira em 
torno dele. Nesse eixo 
de rotação, certas re-
giões da Terra se apro-
ximam mais da Lua do 
que outras. Onde isso 
acontece, a força de 
atração que a Lua exer-
ce sobre a Terra se in-
tensifica. É como se ela 
puxasse o planeta para 
mais perto de si nessas 
regiões. Ao puxar, ela 
desloca as águas dos 
mares e oceanos, provo-
cando as marés!
76
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
As fases da lua influenciam qual fenômeno da natureza?
( ) Os ventos.
( ) As marés.
( ) O clima.
Analisando o calendário lunar, no dia 24 de fevereiro, a lua muda para:
( ) cheia
( ) nova
( ) crescente
A lua crescente em abril acontece no dia:
( ) 03
( ) 15
( ) 22
No mês de janeiro, quantas mudanças de lua acontecem?
( ) 04
( ) 05
( ) 06
55
77
66
88
X
X
X
X
Estudar diferentes tipos de calendário é importante para ex-
plorar as formas de sistematização de informações. Explore a 
importância das legendas para a compreensão do texto.
77
Lição 16
Finalidade do texto
Mapas e legenda cartográfica
A importância e função da legenda dos mapas é facilitar 
a comunicação, ajudando um determinado mapa a atingir 
o seu objetivo, que é informar e fornecer dados acerca de 
acontecimentos ou elementos existentes no espaço geográ-
fico. Por isso, faz-se necessário o entendimento dos diferen-
tes tipos de símbolo ou signos cartográficos.
Mapa é uma representação plana e simplificada 
de um espaço. Em grande parte das vezes, este 
gênero textual contém título, legenda, escala, fon-
te, local e ano. A legenda é um recurso importante 
para auxiliar o leitor à interpretação do mesmo. A 
escala demonstra a relação entre o tamanho real 
do terreno e o do mapa (distância relativa).
78
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Por meio da observação atenta do mapa político do Brasil, quais 
informações podem ser extraídas?
Analise o mapa.11
22
As 5 regiões do país, nomes dos estados e das capitais, bem como sua localização espacial.
79
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Qual diferença é possível observar no estado de Goiás?
Qual região brasileira é composta do maior número de estados? 
Liste-os.
Identifique o estado em que você mora, verifique a região da qual 
faz parte e liste os estados com os quais faz divisa, informando a 
localização espacial.
Observando a localização espacial da Região Sul e lançando mão 
dos seus conhecimentos a respeito do clima e da vegetação do 
Brasil, assinale a alternativa correta:
( ) o Sul é uma das regiões mais quentes do Brasil e a caatinga é a 
sua vegetação característica.
( ) o Sul abriga a maior floresta do país, seu clima é temperado.
( ) o Sul apresenta as mais baixas temperaturas do país e uma ve-
getação bastante comum são os pinheiros.
33
44
55
66
Região Nordeste: Bahia, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Ala-
goas, Sergipe. Total de 9 estados.
Resposta de acordo com o estado em que foi adotado o material. Exemplo: Eu moro em São 
Paulo, Região Sudeste. O estado de São Paulo faz divisa com: Paraná ao Sul, Mato Grosso do sul a 
oeste, Minas Gerais ao norte e Rio de Janeiro a leste.
Além da capital Goiânia, há Brasília, o Distrito Federal.
O Distrito Federal é uma das 27 unidades federativas do Brasil, e é nele que está localizada Brasília, a capital 
Federal do Brasil. Diferentedos estados brasileiros, o Distrito Federal não possui municípios, é formado por 
31 regiões administrativas.
X
80
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Os mapas físicos são 
aqueles que representam 
as formas do território, 
ou seja, montanhas, rios, 
lagos, planaltos e planí-
cies e outras formas de 
relevo.
Eles são elaborados em 
diversas cores e tona-
lidades para facilitar a 
visualização dos elemen-
tos geográficos. A água 
(rios, lagos, oceanos, 
etc.) é representada na 
cor azul. A cor marrom é, 
geralmente, usada para 
planaltos e montanhas, 
sendo que quanto mais 
escura, maior é a altitu-
de. A cor verde é usada 
em áreas de planícies.
81
82
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
O rio Juruá passa por quais cidades do estado do Amazonas?
Observando o mapa físico do estado do Amazonas, quais informa-
ções são transmitidas?77
88
O rio Amazonas nasce com o 
nome de Vilcanota e recebe 
depois as denominações de Ui-
caiali, Urubamba e Marañón. 
Quando entra no Brasil, torna-se 
Solimões, até o encontro com o 
rio Negro, próximo de Manaus. 
Desse ponto até a foz recebe o 
nome de Amazonas. No territó-
rio brasileiro, esse grande e im-
portante rio desce de 82 metros 
de altitude, em Benjamin Cons-
tant, dirigindo-se ao oceano de-
pois de uma trajetória de 3.165 
quilômetros.
Capital, cidades, aeroportos, portos, limites de estado, principais rodovias, rios.
Ipixuna, Eirunepé, Itamarati, Carauari, Juruá.
83
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Localize no mapa os rios Negro e Solimões.99
Rio Negro
Rio Solimões
84
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Os mapas temáticos são usados para mostrar, em certos territó-
rios, determinados elementos ou fenômenos específicos. Nestes 
mapas são de grande importância a presença de símbolos (com 
seus significados) e legendas explicativas. Observe este mapa e 
responda às questões.
1010
85
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
86
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Escreva um pequeno texto descrevendo o que você observou no 
mapa.
Trata-se de um mapa temático:
( ) rodoviário
( ) turístico
( ) demográfico
1111
1212
X
Exemplo: Este mapa mostra as atrações turísticas do estado de Alagoas. É possível notar que existem 
muitas praias no litoral e o interior apresenta também diversas atrações. O mapa indica a distância 
entre as capitais mais próximas.
87
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Avaliação diagnóstica
Ensino Fundamental I
4º ano
Língua Portuguesa
O que é uma avaliação diagnóstica?
A avaliação diagnóstica recebe diferentes conceituações entre os especialistas em educação. Contudo, 
de forma abrangente, entendemos como ação avaliativa os métodos que têm como função primordial a 
obtenção de informações acerca dos conhecimentos, aptidões e competências dos alunos. O resultado 
deve servir como base para a organização dos processos de ensino e aprendizagem de acordo com as 
situações identificadas.
Objetivos 
Identificar as características de aprendizagem do aluno a fim de melhorar o seu desempenho. A avalia-
ção diagnóstica evidencia os pontos fortes e fracos de cada aluno, de maneira que os planos de aula 
possam ser melhor alinhados às necessidades da turma. Essa ação evita a detecção tardia de lacunas de 
aprendizagem ao mesmo tempo em que traz à tona os conhecimentos prévios que irão nortear ações 
pedagógicas futuras.
As informações obtidas por meio da avaliação diagnóstica devem auxiliar as redes de ensino a planejar in-
tervenções, propondo métodos que estimulem os alunos a alcançar o patamar de conhecimento desejado.
Complexidade na elaboração
Complexidade média. Exige bom domínio docente em relação ao que se deseja.
Complexidade na correção
Nível de exigência de dedicação docente à aferição dos resultados. Complexidade alta. Exige montagem 
de tabela e estudo comparativo dos resultados.
88
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Língua Portuguesa – 4º ano
Escola:
Aluno:
A frase “TODOS CONTRA A DENGUE” significa que devemos:
A) fugir dos mosquitos.
B) aniquilar todos os insetos.
C) combater o mosquito da dengue.
D) desrespeitar as placas de trânsito.
11 Leia o texto e responda a questão:
89
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
22
“Você sabia que, ao comprar qualquer papagaio ou arara, você está 
ajudando a dar continuidade a uma das mais cruéis atividades ilegais 
que existem? Pois é, para cada um desses bichos que chega à casa de 
alguém, outros nove morreram. Nesse ritmo, quase cem espécies de 
animais desaparecem todos os dias em nosso planeta.”
(http://www.educacional.com.br/reportagens/trafico_animais/default.asp)
Leia o trecho e responda a questão:
Marque a alternativa que mostra o principal tema tratado no trecho:
A) O tráfico de animais. 
B) A extinção da arara e do papagaio. 
C) O preço dos animais em extinção. 
D) Aumento dos animais em extinção.
33 Leia o texto e responda a questão:
A rã e o touro
Um grande touro passeava pela margem de um riacho.
A rã ficou com muita inveja do seu tamanho e da sua força.
Então começou a inchar, fazendo enorme esforço, para tentar ficar 
tão grande quanto o touro.
Perguntou a suas companheiras de riacho se estava do tamanho do 
touro. Elas responderam que não.
A rã tornou a inchar e inchar. Ainda assim não alcançou o tamanho 
do touro.
Pela terceira vez tentou inchar; e fez isso com tanta força que acabou 
explodindo, por culpa de tanta inveja.
(ROCHA, Ruth. A rã e o touro. In: ____. Fábulas de Esopo. 10. ed. São Paulo: FTD, 1999.)
90
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Para tentar ser igual ao touro, a rã:
A) fez cara de brava.
B) ficou bem forte.
C) começou a inchar.
D) pulou bem alto.
O espetáculo inédito do Circo Doce Mel vai iniciar:
A) pela manhã.
B) à noite.
C) à tarde.
D) de madrugada.
44 Leia com atenção:
INGRESSO
CIRCO DOCE MEL
ESPETÁCULO INÉDITO
Horário: 15 horas
Data: 20/02/19
Entrada: R$ 5,00 criança
 R$ 10,00 Adulto
Local: Campo do Mineiro.
91
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
55 Leia o texto e responda a questão:
No alto das árvores 
O bicho-preguiça é um mamífero que só é encontrado nas florestas 
da América Central e do Sul. Ele vive no alto das árvores, alimentando-
-se, basicamente, de folhas e, às vezes, de flores e frutos. 
Raramente, ele desce ao chão. E, quando o faz, é com muito cuidado, 
porque é tão acostumado a vida na árvore que, quando está no chão, pode 
ser facilmente capturado por seus inimigos naturais, como a onça. Mas, para 
fazer suas necessidades, o que acontece uma vez por semana, não tem ou-
tra saída. Ele desce devagarzinho pelo tronco da árvore e, quando chega 
no chão, faz um buraquinho no solo com sua pequena, curta e dura calda. 
No buraquinho, ele deposita suas fezes e urina, cobrindo-as com fo-
lhas secas. Depois, é claro, volta para o alto das árvores. 
(Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças - nº 62 ano 9, p.13)
No trecho “Ele desce devagarzinho pelo tronco da árvore...”, a palavra 
sublinhada indica:
A) a hora em que ele desceu. 
B) o modo como ele desceu.
C) o lugar por onde ele desceu.
D) o motivo por que ele desceu.
92
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Que gênero textual é este?
A) cardápio
B) tabela
C) receita
D) convite
66 Observe e responda:
77
Eles já foram os donos do mundo
Os dinossauros viveram na Terra há 
245 milhões de anos, na era mesozoica. 
O homem só apareceu milhões de anos 
depois deles.
Ossos esqueletos de dinossauro já foram 
encontrados em todos os continentes do mun-
do, menos na Antártida (Polo Sul).
Leia o texto e responda a questão: 
93
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
A finalidade do texto é:
A) apresentar dados sobre os dinossauros.
B) advertir sobre os perigos dos dinossauros.
C) informar sobre o surgimento do homem na terra.
D) divulgar a quantidade de continentes do planeta.
Os primeiros dinossauros foram descobertos na Europa e nos Estados 
Unidos. Existiam dinossauros de todos os tipos e tamanhos. Eles po-
diam ser da altura de um prédio ou do tamanho de um cachorro.
Podiamser desdentados ou ter poderosos dentes afiados. Alguns di-
nossauros eram vegetarianos, só comiam plantas. Outros se alimenta-
vam da carne de outros animais.
(Folha de S. Paulo, 19 de jul. 19, Folhinha)
Minha chupeta virou estrela
Todas as vezes em que penso na minha chupeta, olho pro céu, pro-
curando a estrela-chupeta verde. Agora, a saudade, em vez de crescer 
como eu, fica menor a cada noite. Deve ser porque meninos grandes 
gostam mais de estrelas no céu do que de chupetas, eu acho.
Quando a noite apareceu, meu pai chegou do trabalho e se deitou na 
cama comigo, olhando pro céu, procurando a minha estrela-chupeta 
verde. Eu vi primeiro e nós dois batemos palmas pra ela! Aí eu só me 
lembro de adormecer com aquele brilho de estrela no meu olho e a 
sensação do abraço enorme do meu pai.
(Fonte: Revista Nova Escola. https://novaescola.org.br/conteudo/7284/minha-chupeta-virou-estrela)
88 Leia o texto e responda a questão:
94
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
O trecho que expressa uma opinião é:
A) “meninos grandes gostam mais de estrelas no céu do que de chu-
petas, eu acho”.
B) “olho pro céu, procurando a estrela-chupeta verde.”
C) “Todas as vezes em que penso na minha chupeta, olho pro céu...”
D) “A saudade, em vez de crescer como eu, fica menor a cada noite.”
Leia o texto e responda a questão abaixo:99
A pomba e a formiga
Uma pomba branca bebia água no riacho quando, de repente, ouviu 
uma vozinha muito fraca.
– Socorro, socorro, estou me afogando!
Era uma formiga, que a correnteza forte carregava. A pomba branca 
ficou penalizada. 
“Coitadinha da formiga”, pensou. “Como poderei ajudá-la?”. Arran-
cou com o bico uma graminha e a jogou na água. A formiga subiu no 
barco e alcançou a outra margem.
Aliviada, a formiga queria agradecer a pomba, mas onde será que ela 
estava?
Dias depois, a formiguinha andava pelo bosque quando viu um cam-
ponês descalço, armado de arco e flecha. O homem mirava alguma 
coisa no alto de um galho. Era justamente a pomba branca que, sem 
desconfiar de nada, dormia tão profundamente que até roncava.
“Preciso avisá-la”, pensou a formiga, desesperada. 
Nhec!!! A formiguinha enterrou suas mandíbulas cortantes no pé des-
calço do camponês malvado.
– Ai! Ai! Ai! Ui! Ui! Ui! – gritou o homem, uivando de dor. E largou o 
arco e a flecha, que ficaram caídos na terra.
Com o barulho, a pombinha acordou assustada. E mais que depressa tra-
tou de voar para bem longe. O camponês foi embora, furioso, resmungan-
do:
– Que azar, pisei num espinho! Adeus, pomba assada...
MORAL DA HISTÓRIA: “O bem que fazemos, um dia volta para nós.”
(VIEIRA, Isabel. Fabulinhas Famosas. São Paulo: Rideel, 2001. p. 201)
95
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
O narrador dessa história é:
A) a pomba.
B) a formiga.
C) um camponês.
D) um observador.
A vovó
Era uma vez uma vovó tão velhinha que já tinha se esquecido do seu 
tempo de dona de casa e mãe de família. Deixou pra lá a vida passa-
da, só se lembrava dos tempos de criança, quando vestia as bonecas, 
brincava de roda cantando com as outras crianças, comia bombom es-
condida e fazia travessuras.
Quando as pessoas chegavam perto da vovó e queriam conversar as-
sunto de gente grande, ela se aborrecia e não dava palavra. Mas era só 
aparecer uma criança que vovó dava risada, combinava brincadeiras, 
era aquela animação. 
Um dia, a filha da vovó (que já era meio velha também) disse aborre-
cida para a vizinha:
– Acho que minha mãe está na segunda infância!
A vovó ouviu e bateu palmas:
– Ora, afinal você entendeu. Eu cansei de ser velha e voltei mesmo a 
ser criança. Queria voltar a ser feliz!
E saiu com um bando de meninas, que já estavam chamando por ela.
(QUEIROZ, Rachel de. Memórias de Menina. Rio de Janeiro: José Olympio)
1010 Leia o texto e responda a questão:
No trecho “Quando as pessoas chegavam perto da vovó...”, a palavra 
destacada indica:
A) espaço. 
B) lugar. 
C) modo.
D) tempo.
96
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Cuidado
Depois da chuva, o menino vestiu uma roupa azul muito bonita e saiu 
todo alegre para brincar. 
A mãe avisou: 
— Cuidado! A roupa é nova, não vá se sujar. 
Pouco depois o menino voltou com a roupa suja de lama. A mãe, 
zangada, falou: 
— Mas você não sabia que a roupa estava limpinha? Que roupa custa di-
nheiro? Será que você não sabe que menino educado não fica deste jeito? 
— Tudo isso eu sei. O que eu não sabia é que o carro ia passar bem 
na poça d’água e jogar lama em mim.
1111 Leia atentamente:
O menino ficou sujo de lama porque:
A) a mãe ficou zangada.
B) era desobediente. 
C) era mal educado.
D) o carro jogou lama nele.
1212 Leia o trecho e responda a questão:
Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendu-
rei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. 
Senti então uma certa simpatia por ele; meu velho ran-
cor contra os guarda-chuvas cedeu lugar a um estranho 
carinho, e eu mesmo fiquei curioso de saber qual a origem des-
se carinho. 
Pensando bem, ele talvez derive do fato, creio que já notado por ou-
tras pessoas, de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais 
infenso a mudanças. (...) 
(BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Record, 1993)
A palavra “ele”, em destaque no trecho, se refere a que palavra?
A) guarda-chuva. B) rancor. C) carinho. D) fato.
97
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Lorotas de pescador
João e José, dois velhos amigos que gostavam de pescar, compara-
vam suas proezas esportivas, como sempre, um procurando superar o 
outro.
– Outro dia eu pesquei um bagre – disse João –, e nem queira saber, 
era o maior bagre que olhos mortais já viram. Pesava pelo menos du-
zentos quilos.
– Isso não é nada – respondeu José. – Outro dia eu estava pescan-
do, e adivinhe o que veio pendurado no meu anzol? Uma lâmpada de 
navio, com uma data gravada nela: A.D. 1392! Imagine só: cem anos 
antes da descoberta da América por Cristóvão Colombo. E não é só 
isso: dentro da lâmpada havia uma luz, e ela ainda estava acesa!
João olhou para a cara de José e ficou calado por um momento. Mas 
logo sorriu e disse:
– Olhe aqui, José, vamos entrar num acordo. Eu abato 198 quilos do 
meu bagre. E você apaga a luz da sua lâmpada, está bem?
(BELINKY, Tatiana. Lorotas de Pescador. In: Mentiras... e Mentiras. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letri-
nhas. 2005, p. 23.)
1313 Leia o texto e responda a questão:
O efeito de humor desse texto é produzido especialmente pelo fato de:
A) João e José gostarem de pescar.
B) João ter pescado um bagre enorme.
C) José ter encontrado uma lâmpada de navio.
D) João ter feito a proposta a José.
Se o Sol fosse uma bola…
Tem muito espaço no espaço, mas você não percebe isso vendo os pla-
netas desenhados na lousa ou nos livros da escola. Quando você sente 
os raios do Sol quentinhos na praia, parece que ele fica perto. Mas o Sol 
está a quase 150 milhões de quilômetros de distância da Terra!
1414 Leia o texto e responda a questão:
98
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
No título desse texto, as reticências indicam:
A) dúvida. 
B) empolgação.
C) espanto.
D) suspense.
Ficará fácil de entender, se você imaginar que o Sol é uma bola. Se 
fosse uma bola de futebol, a Terra seria do tamanho de um grão de 
pimenta. E estaria a uma distância de 26,64 metros do Sol-bola. [...]
Até hoje os astrônomos encontraram 453 outros planetas. Não foi 
achado nenhum parecido com a Terra. A maioria está a 300 anos-luz 
do Sol. Um ano-luz é a distância que a luz viaja em um ano. Dá quase 
30 trilhões de quilômetros...
E tudo isso fica dentro da galáxia onde estão Sistema Solar, a Via Lác-
tea, que tem 100 mil anos-luz de tamanho.
Realmente há muito espaço no espaço.
(NETO, Ricardo Bonamune. Folhinha. Sábado, 29 mai. 10. p. 4.)
O pulo
A onça encontrou o gato e pediu:
– Amigo gato, você me ensina a pular?
O gato ficou muito desconfiado, mas concordou.
Nas últimas aulas, a onça pulava com rapidez e agilidade, parecia um 
gato gigante.
– Você é um professormaravilhoso, amigo gato!
Dizia a Onça, agradando (...).
1515 Leia o texto e responda a questão:
Nessa fábula, quem disse que a onça “parecia um gato gigante” foi o:
A) Professor. 
B) Gato. 
C) Leitor. 
D) Narrador.
99
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
O leão e o camundongo
Um camundongo humilde e pobre
Foi um dia cair nas garras de um leão.
E esse animal possante e nobre
Não o matou por compaixão.
Ora, tempos depois, passeando descuidoso,
Numa armadilha o leão caiu:
Urrou de raiva e dor, estorceu-se furioso...
Com todo o seu vigor as cordas não partiu.
Então, o mesmo fraco e pequenino rato
Chegou: viu a aflição do robusto animal,
E, não querendo ser ingrato,
Tanto as cordas roeu, que as partiu afinal...
Vede bem: um favor, feito aos que estão sofrendo,
Podem sempre trazer em paga outro favor.
E o mais forte de nós, do orgulho se esquecendo,
Deve os fracos tratar com caridade e amor.
(BILAC, Olavo. Poesias Infantis. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1949, p. 44–45.)
1616 Qual é o gênero textual do texto a seguir?
A) tabela B) poema C) convite D) receita
1717
O leão e a raposa
Um leão, enfraquecido pela velhice, como não pudesse pela força 
conseguir o próprio alimento, maquinou um plano para resolver o pro-
blema. Assim, foi para uma caverna, e, fingindo-se doente, deitou-se, 
encolhido como se estivesse morrendo.
Com essa tática, quaisquer animais que o visitavam ele agarrava ra-
pidamente e os devorava. Por fim, uma raposa, desconfiando do que 
estava acontecendo, foi investigar o ardil. Parou distante da cova e, de 
longe, perguntou ao leão como ele estava.
Qual é a moral da história?
100
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
– Como posso estar bem?! – respondeu o leão. E perguntou a razão 
por que ela não entrava para verificar.
– Sim, se não visse os rastros de muitos que entraram, mas de ne-
nhum que saiu.
Da mesma maneira, homens prudentes devem perceber os sinais e 
fugir do que é perigoso.
(Fábulas de Esopo)
A) O mundo é dos espertos.
B) Pessoas prudentes são atentas ao perigo.
C) Não devemos entrar em cavernas.
D) Animais espertos não deixam rastros.
Leia e responda as questões 18 e 19:
O gato de botas
Ao sentir a proximidade da morte, um moleiro distribuiu o que tinha 
entre os três filhos. Ao mais velho coube o moinho; ao filho do meio, o 
asno; e ao mais jovem, um gato.
Este último não podia se consolar por ter recebido herança tão insig-
nificante:
– Meus irmãos, dizia ele, poderão ganhar 
suas vidas honestamente se trabalharem 
juntos. A mim só resta comer o gato e 
fazer um par de luvas com sua pele. 
Depois disso, é só esperar morrer de 
fome.
(PERRAULT, Charles. Contes. Édition présentée, éta-
blie et annotée par Jean–Pierre Colinet. Paris: Galli-
mard,1981, p. 157–161. Tradução de Maria Viana.)
101
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
1818
Observe a figura e escreva uma fábula. Caso você se lembre de 
uma fábula com esses personagens, basta escrevê-la com suas pró-
prias palavras.
No trecho “Este último não podia se consolar por ter recebido he-
rança tão insignificante” a palavra destacada refere-se:
A) ao gato.
B) ao filho do meio.
C) ao filho mais jovem.
D) ao asno.
1919 “se trabalharem juntos” diz respeito:
A) ao gato e ao asno.
B) ao gato e ao moinho.
C) ao irmão do meio e ao asno.
D) ao irmão mais velho e ao irmão do meio.
2020
102
AVALIAAVALIA
BRASILBRASIL
Respostas
1 C
2 D
3 C
4 C
5 B
6 B
7 A
8 A
9 D
10 D
11 D
12 C
13 D
14 D
15 D
16 B
17 B
18 B
19 D
20 resposta individual
103
LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA
Bibliografia
ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto. Avaliação e erro construtivo li-
bertador: uma teoria – prática includente em educação. 2. ed. Porto Alegre 
EDIPUCRS, 2004.
ANTUNES, Celso. Professores e professauros: reflexão sobre a aula e práti-
cas pedagógicas diversas. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
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culares Nacionais – Ensino Fundamental 1ª à 4ª série), 1996.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se comple-
tam. 29. ed. São Paulo: Cortez, 1994. (Coleção questões da época; v. 13)
MOURÃO, Sara (orgs.). A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino 
fundamental de nove anos: orientações para o trabalho com a linguagem 
escrita em turmas de crianças de seis anos de idade. Belo Horizonte: UFMG/ 
FaE/CEALE, 2009.
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<http://www.ufsm.br/lec/01_00/DelcioL&C3.htm>. 
VIANA, Maria. Sou educador: Ensino Fundamental I. 1. ed. São Paulo: Eu-
reka, 2015.
VIGNON, Luana. SALIBA, Marco. Guia do educador: teorias pedagógicas: 
Ensino Fundamental I. 1. ed. São Paulo: Eureka, 2015.
Lição 11: Reconhecimento de assunto
D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto. 
D6 - Identificar o tema de um texto.
D7 - Identificar o conflito gerador do enredo e os elemen-
tos que constroem a narrativa.
D8 - Estabelecer relação causa/consequência entre partes 
e elementos do texto.
D14 - Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da 
pontuação e de outras notações.
Lição 12: Reconhecimento de assunto
D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
D6 - Identificar o tema de um texto.
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto.
D7 - Identificar o conflito gerador do enredo e os elemen-
tos que constroem a narrativa.
D8 - Estabelecer relação causa/consequência entre partes 
e elementos do texto.
D14 - Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da 
pontuação e de outras notações.
Lição 13: Reconhecimento de assunto
D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto.
D6 - Identificar o tema de um texto.
Lição 14: Finalidade do texto
D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
Lição 15: Finalidade do texto
D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
Lição 16: Finalidade do texto 
D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto. 
D5 - Interpretar texto com auxílio de material gráfico diver-
so (propagandas, quadrinhos, foto etc.).
D6 - Identificar o tema de um texto.
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