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Técnico em administração Normas regulamentadoras: NR 24 – Condição Sanitária em Locais de Trabalho; NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI) e Coletiva (EPC); NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional; NR 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA); NR 17 – Ergonomia As necessidades do ser humano têm sido tema de diversas pesquisas da área das ciências sociais e da saúde. Um dos estudos mais significativos sobre o assunto é do psicólogo americano Abraham Maslow (1908-1970), que realizou uma pesquisa sobre a hierarquia das necessidades humanas e propôs uma divisão hierárquica conhecida como Pirâmide de Maslow, tema abordado na UC1. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 1/15 Figura 1 – Pirâmide de Maslow – Adaptado de Enfermagem 24 horas. Disponível em: http://enfermagem24hr.blogspot.com.br/2011/11/piramide-de-maslow.html (http://enfermagem24hr.blogspot.com.br/2011/11/piramide-de-maslow.html) Acesso em: 08 mai. 2016 Dividida em cinco níveis, a pirâmide tem em sua base as necessidades fisiológicas, ou seja, indica que precisamos suprir primeiramente as necessidades mais básicas do ser humano como, por exemplo, a fome, a higiene pessoal e a excreção. Passando para o nível seguinte da pirâmide, você percebeu que um dos itens mencionados no desdobramento é a segurança no trabalho? O ser humano precisa ter a sua integridade física preservada, afinal, o nosso corpo é essencial para que possamos desempenhar todas as atividades que desejamos. Imagine-se trabalhando em um local onde há o risco frequente de você ter uma mão amputada ou de um objeto cair na sua cabeça. Certamente, esse tipo de ambiente de trabalho gera muito estresse e desconforto para as pessoas que ali atuam. Outro nível da pirâmide diz respeito a um tema que já vimos quando estudamos sobre a qualidade de vida no trabalho, ou seja, a parte social e afetiva, em que a harmonia e o bom relacionamento com gestores e colegas contribuem de forma significativa para a satisfação e o bem-estar das pessoas. No topo da pirâmide, temos a autoestima e a auto realização que também são importantes e complementam todas as necessidades do ser humano. Como vimos, a pirâmide está organizada de maneira que as necessidades mais básicas estão na sua base e devem ser supridas com prioridade. Isso envolve a residência do indivíduo assim como o seu ambiente de trabalho. A adequação do ambiente de trabalho no que diz respeito a saúde e segurança do trabalho é regida, no Brasil, por um conjunto de normas regulamentadoras que possuem força de lei, obrigando as empresas a manterem um ambiente humanizado, limpo, bem ventilado e seguro. NR 24 - Condição Sanitária em Locais de Trabalho 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 2/15 http://enfermagem24hr.blogspot.com.br/2011/11/piramide-de-maslow.html http://enfermagem24hr.blogspot.com.br/2011/11/piramide-de-maslow.html As Normas Regulamentadoras (NR) relativas a segurança e saúde do trabalho são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos poderes legislativo e judiciário, que possuam empregados regidos pela consolidação das leis do trabalho (CLT). O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente. Fonte: Ministério do Trabalho e Previdência Social – Disponível em: http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadora (http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas- regulamentadoras) Acesso em 06 abr. 2016. Vamos começar falando sobre a NR 24 que orienta sobre as condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho. Os banheiros, os locais para as refeições, os vestiários, os alojamentos e os dormitórios de uma empresa precisam atender ao que é determinado na NR 24. Nela são estabelecidas as condições mais adequadas de conforto para esses ambientes. Nos estabelecimentos em que trabalhem mais de 30 (trinta) e até 300 (trezentos) empregados, embora não seja exigido o refeitório, deverão ser asseguradas aos trabalhadores condições suficientes de conforto para a ocasião das refeições. Item 24.3.15 da NR 24 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 3/15 http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras Figura 2 – Exemplo de refeitório Fonte: http://flexmoveis.com.br/categorias-produtos/moveis-refeitorio/ Acesso em: 07 abr. 2016 Descrição Lembre-se de que o ambiente destinado para as refeições precisa ser arejado, limpo, bem iluminado, disponibilizar lavatórios e pias, água potável e local para o aquecimento das refeições. Além disso, o item mais importante: esses ambientes devem estar localizados fora da área de trabalho. Além do refeitório, que é uma área fundamental para suprir as necessidades básicas das pessoas, outro item que a NR 24 trata é dos vestiários. As empresas que exigem o uso do uniforme ou guarda-pó devem disponibilizar um local apropriado para que os funcionários vistam-se, separado por sexo e com armários individual. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 4/15 Para trabalhadores que atuam em ambientes insalubres (ambientes hostis à saúde, como um hospital) e ficam expostos às substâncias tóxicas, irritantes, infectantes ou que desenvolvem atividades em lugares sujos, é necessário fornecer pelo menos um chuveiro a cada dez trabalhadores. Você percebeu como é importante que as empresas mantenham os locais de trabalho adequados? Além de cumprir a legislação e evitar as penalidades aplicadas pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, um ambiente de trabalho higienizado, que atenda aos requisitos mínimos para uma boa convivência em grupo, é essencial para promover o bem-estar e a qualidade de vida dos trabalhadores. Para saber todos os detalhes sobre o que a legislação exige, consulte a NR 24, acessando o site do Ministério do Trabalho e Previdência Social. NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI) e Coletiva (EPC) A NR 06 é a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego que orienta sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Os EPIs têm como objetivo proteger o trabalhador dos riscos que possam ameaçar a saúde e a segurança no trabalho. O que podemos considerar como EPI? 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 5/15 Figura 3 – Exemplos de EPIs Todos os equipamentos de proteção individual devem ter um Certificado de Aprovação, conhecido como CA. Esse certificado garante que o EPI passou por testes e vai proteger o trabalhador. Quando um trabalhador recebe um EPI, é sinal de que ele deve ser capacitado quanto ao uso correto e assinar a ficha de EPI com os seguintes dados: 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 6/15 Figura 4 - Ficha de EPI Atualmente, também são usadas as fichas de EPI eletrônicas. Assim, o empregado é identificado ao passar o seu crachá e/ou digital em um leitor que confirma o recebimento do equipamento, processo similar ao registro do ponto. O empregador precisa fornecer o EPI sem custo ao empregado e atender a uma série de requisitos legais. Em contrapartida, o empregado também tem algumas responsabilidades. Responsabilidades do empregador quanto ao EPI Fornecer o equipamento adequado de acordo com o risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento e exigir seu uso. Registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico. Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação. Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado, e responsabilizar-sepela higienização e manutenção periódica. Responsabilidades do empregado quanto ao EPI Utilizar o equipamento apenas para a finalidade a que se destina. Responsabilizar-se pela guarda e conservação. Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso. Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. Mas, e se o trabalhador não quiser usar o EPI? Primeiramente, é necessário tentar todas as formas de conscientização, principalmente, com capacitações e campanhas educativas. A empresa deve sempre guardar todas as documentações legais que comprovam que realizou ações e orientou o trabalhador. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 7/15 A última alternativa deve ser a advertência verbal e, posteriormente, a advertência por escrito. Mas, caso essas medidas não sejam suficientes, a empresa também pode suspender o trabalhador e demiti-lo por justa causa, tendo como embasamento legal para esse último procedimento o artigo 482 da CLT. Os Equipamentos de Proteção Individual são muito importantes, mas precisamos ficar atentos ao que diz a NR 06: A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias: a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho; b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; c) para atender a situações de emergência. Ao interpretarmos esses três itens, podemos perceber que o EPI não deve ser a primeira alternativa de proteção ao trabalhador. Antes de fornecer o EPI, é necessário tentar eliminar o risco do ambiente de trabalho e investir nos EPC’s – Equipamentos de Proteção Coletiva. Os equipamentos de proteção coletiva são todos os dispositivos, proteções de máquinas e equipamentos que beneficiam a coletividade, ou seja, que protegem mais de uma pessoa no ambiente de trabalho ao mesmo tempo. Exemplos de EPC: exaustores e corrimão de escadas. O EPC sempre deve ser priorizado em relação ao EPI, pois proporciona mais segurança e conforto ao trabalhador. Legalmente falando, a proteção coletiva também é mais valorizada nas ações trabalhistas, pois está no local de trabalho evidenciando que há a proteção. Já para garantir que o EPI é utilizado, é necessária uma série de provas de que o trabalhador usava-o corretamente, que o empregador fornecia o equipamento adequado, entre outros detalhes que dificultam as provas para a empresa. O mais importante sobre o uso dos EPI’s e EPC’s é zelar pela saúde e segurança dos trabalhadores e conscientizar esses profissionais de que eles precisam cuidar da sua saúde e integridade física. Afinal, as pessoas são os recursos mais importantes de uma empresa. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 8/15 Conheça, a seguir as normas que regulamentam o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional, as questões relativas à ergonomia e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. NR 07 – PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional Todas as empresas que admitam trabalhadores como empregados devem elaborar o PCMSO. O PCMSO é um programa em que são registradas todas as ações a serem realizadas no que diz respeito à saúde dos trabalhadores. As doenças ocupacionais e do trabalho também são consideradas como acidentes do trabalho e a empresa deve registrar a CAT – Comunicação de Acidente do Trabalho, da mesma forma quando ocorre um acidente típico ou de trajeto. De acordo com o Art. 20 da CLT, há duas classificações das doenças desenvolvidas no ambiente do trabalho. Vamos aprender qual é a diferença entre elas? I - doença profissional, assim entendida e produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social; II - doença do trabalho, assim entendida e adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, constante da relação mencionada no inciso I. § 1º Não são consideradas como doença do trabalho: a) a doença degenerativa; b) a inerente a grupo etário; c) a que não produza incapacidade laborativa; 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 9/15 d) a doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva, salvo comprovação de que é resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho. NR 17 - Ergonomia Imagine o vendedor de uma loja que precisa ficar toda a sua jornada de trabalho em pé ou um auxiliar de logística que carrega e descarrega materiais, fazendo esforço físico frequentemente. Com certeza, esses trabalhadores sentem algum tipo de dor ou desconforto físico. Ao longo dos anos, essas condições de trabalho podem originar doenças ocupacionais, além de influenciar de forma negativa na qualidade de vida desses profissionais e na produtividade no trabalho. Para Rossete (2014), a ergonomia estuda a interação entre o homem e seu ambiente ocupacional, proporcionando a adequação das atividades para o conforto, bem-estar e segurança. Diante disso, classificam-se como agentes ergonômicos as situações que causem estresse, desconforto ou que exijam intenso esforço físico, adoção de posturas inadequadas e movimentos repetitivos, podendo provocar lesões no trabalhador. Algumas atividades específicas como o trabalho de operadores de checkouts e tele atendimento ou telemarketing possuem anexos específicos na NR 17, determinando detalhadamente como devem ser os postos e a organização do trabalho. Essas atividades provocam um grande nível de estresse ao trabalhador em decorrência do contato direto com o público, assim como possibilitam a postura inadequada e os movimentos repetitivos. Consequentemente, esses trabalhadores podem desenvolver doenças em decorrência do exercício da atividade laboral. Uma das doenças mais comuns desenvolvidas no ambiente de trabalho é a que decorre dos movimentos repetitivos e dos esforços físicos frequentes. Exemplo: As Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são conceituados pelo Ministério da Saúde como danos decorrentes da utilização excessiva, imposta ao sistema músculo- esquelético, e da falta de tempo para recuperação. Caracterizam-se pela ocorrência de vários sintomas concomitantes ou não, de aparecimento insidioso, 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 10/15 geralmente nos membros superiores, tais como dor, parestesia, sensação de peso e fadiga. Abrangem quadros clínicos do sistema músculo-esquelético adquiridos pelo trabalhador submetido a determinadas condições de trabalho. Fonte: Ministério da Saúde. Protocolos de atenção integral à Saúde do Trabalhador de Complexidade Diferenciada. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_ler_dort.pdf Acesso em: 06 mai. 2016 Quais são as ações que a empresa pode realizar para evitar os riscos ergonômicos? elaborar a análise ergonômica do trabalho; investir no mobiliário adequado, de acordo com as características psicofisiológicas dos trabalhadores; disponibilizar ginástica laboral; orientar os gestores e as lideranças quanto às cobranças e exigências sobre a produtividade, estimulando o ambiente harmonioso e saudável; entrevistar os trabalhadores e acatar as suas sugestões sobre o ambiente de trabalho. De acordo com o item 17.5.2 da NR 17: Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 11/15 condições de conforto: 1. níveis de ruído de acordo com o estabelecidona NBR10152, norma brasileira registrada no INMETRO; 2. índice de temperatura efetiva entre 20ºC (vinte graus centígrados) e 23ºC (vinte e três graus centígrados); 3. velocidade do ar não superior a 0,75m/s; 4. umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento. 17.5.2.1.Para as atividades que possuam as características definidas no subitem 17.5.2, mas não apresentam equivalência ou correlação com aquelas relacionadas na NBR 10152, o nível de ruído aceitável para efeito de conforto será de até 65 dB (A) e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB. 17.5.2.2.Os parâmetros previstos no subitem 17.5.2 devem ser medidos nos postos de trabalho, sendo os níveis de ruído determinados próximos à zona auditiva e as demais variáveis, na altura do tórax do trabalho. Você já percebeu como a iluminação pode influenciar na sua rotina de trabalho e estudos? Esse item também pode interferir no desenvolvimento das atividades, na concentração e, claro, na visão de quem trabalha no local. A NR 17 estabelece alguns parâmetros sobre a iluminação: 17.5.3. Em todos os locais de trabalho, deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade. 17.5.3.1.A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa. 17.5.3.2.A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos. Como está o ambiente que você utiliza para estudar? Consulte a NR 17 no site do Ministério do Trabalho e Previdência Social e pesquise vídeos e outros materiais complementares sobre a Ergonomia nos sites de busca. Após essa pesquisa, faça uma análise do ambiente que você utiliza para estudar e verifique se está adequado. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 12/15 NR 05 – CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes A CIPA tem como principal objetivo a prevenção de acidentes e doenças relacionadas com o trabalho. Com campanhas educativas e eventos como a SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes – essa comissão promove a conscientização e a prevenção de acidentes e doenças no ambiente laboral. Todas as empresas públicas e privadas que admitam empregados devem compor a CIPA, que é representada em número igual por um grupo de trabalhadores eleitos pelos funcionários e outro grupo indicado pelo empregador. Figura 5 – Logotipo da CIPA. Os Cipeiros eleitos (representantes dos empregados) desfrutam de estabilidade desde a sua candidatura até um ano após o término do seu mandato, ou seja, a estabilidade é de doze meses a partir da candidatura. “Pense na seguinte situação” O RH da empresa ADM Eletrônicos recebeu duas solicitações para a demissão de funcionários: - Carlos, que ocupa o cargo de auxiliar de logística será demitido por motivos comportamentais, pois não apresenta comprometimento com a empresa e com as atividades que lhes são atribuídas. - Marcos é vendedor de produtos eletrônicos e há seis meses não bate as metas estabelecidas pelo gerente da filial em que trabalha. Já recebeu orientações em todos os meses, mas não apresentou resultados positivos. Ao verificar os dados de Marcos, você identificou que ele foi Cipeiro eleito pelos empregados no ano anterior e que a sua estabilidade termina somente daqui a 90 dias. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 13/15 Você, como Assistente de RH, deve informar o seu gestor para que comunique o líder que solicitou o desligamento que não será possível realizar a demissão de Marcos. E se o empregado Cipeiro com estabilidade cometer algo grave, poderá ser demitido por justa causa?” Sim, nas circunstâncias que caracterizem a demissão por justa causa, a estabilidade da CIPA não garante o emprego ao trabalhador. Referências bibliográficas Portal administração. Disponível em: http://www.portal- administracao.com/2014/09/maslow-e-hierarquia-das-necessidades.html (http://www.portal- administracao.com/2014/09/maslow-e-hierarquia-das-necessidades.html) Acesso em: 06 abr. 2016. Portal Enfermagem 24h. Disponível em:http://enfermagem24hr.blogspot.com.br/2011/11/piramide-de-maslow.html (http://enfermagem24hr.blogspot.com.br/2011/11/piramide-de-maslow.html%3e%20) Acesso em: 06 abr. 2016. MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL. Normas Regulamentadoras. Disponível em:http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas- regulamentadoras (http://www.mtps.gov.br/seguranca-e-saude-no- trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras) Acesso em: 06 abr. 2016. Portal Fiocruz. Disponível em:http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/epc.html (http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/epc.html) Acesso em: 12 abr. 2016. MINISTÉRIO DO TRABALHO. Manual de aplicação da Norma Regulamentadora nº 17. Disponível em: http://www2.mte.gov.br/seg_sau/pub_cne_manual_nr17.pdf (http://www2.mte.gov.br/seg_sau/pub_cne_manual_nr17.pdf) Acesso em: 13 abr. 2016. IDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 4. Ed.São Paulo: Edgard Blücher, 1997. MINISTÉRIO DO TRABALHO. Pontos de verificação ergonômica. 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Lesões por Esforços Repetitivos (LER), Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort) Dor relacionada ao trabalho. Disponível em:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_ler_dort.pdf (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_ler_dort.pdf%20página%205) Acesso em: 15 abr. 2016. ROSSETE, Celso Augusto. Segurança e higiene do trabalho. 1º edição. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. 15/07/2024, 13:28 Versão para impressão about:blank 15/15 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_ler_dort.pdf%20p%C3%A1gina%205 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_ler_dort.pdf%20p%C3%A1gina%205