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Cirurgia Bariátrica Você está em um centro de excelência em cirurgia bariátrica O Hospital Angelina Caron é referência na realização de cirurgias bariátricas, segundo os rigorosos requisitos do programa da SRC – Surgical Review Corporation, pelo uso de técnicas menos invasivas, aliadas à tecnologia de ponta e corpo clínico em constante atualização, trazendo qualidade de vida dos nossos pacientes. A SRC administra os melhores programas de acreditação em cirurgia bariátrica para hospitais e profissionais em todo o mundo. Esses programas melhoram a segurança e a qualidade do atendimento ao paciente por meio do compartilhamento de estudos clínicos, o que garante a indicação dos tratamentos com os melhores resultados, de acordo com as condições de cada paciente. Seja bem-vindo! NOSSA ESTRUTURA Sala de estar - Suíte privativa Pensando no bem-estar dos nossos clientes, disponibilizamos modalidades de serviços exclusivas. Pacotes que podem incluir enfermaria coletiva, quartos individuais, quartos duplos ou suítes de 43m² com Wi-fi gratuito, TV a cabo, ar-condicionado, kit amenities, frigobar e enxoval exclusivo para pacientes e acompanhantes. Opções de acomodação: • Suítes privativas com sala de estar (43m²); • Apartamentos individuais (20m²); • Apartamentos duplos; Quarto - Suíte privativa Quarto - Apartamento duplo OBESIDADE A obesidade é uma doença crônica, caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Consumo de calorias em demasia, sedentarismo, fatores genéticos e psicológicos são suas principais causas. Além disso, a obesidade aumenta os riscos de outras doenças, como: hipertensão arterial, aumento do colesterol e triglicérides, diabetes, apneia do sono, acúmulo de gordura no fígado, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e também pode estar associado ao surgimento de alguns tipos de câncer. O diagnóstico é feito através do cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC), que avalia a relação entre o peso e a altura. Diabetes O diabetes tipo 2 está diretamente associado à obesidade. Estresse, hábitos alimentares não saudáveis e vida sedentária são as principais causas da incidência da doença. Pessoas com excesso de peso têm risco de desenvolver diabetes três vezes superior ao de pessoas com peso normal. Hipertensão Arterial O excesso de peso corporal está diretamente relacionado à hipertensão arterial. Hábitos de vida não saudáveis, como sedentarismo e consumo exagerado de alimentos industrializados ricos em sal, ajudam a aumentar os níveis de pressão arterial. Estudos têm demonstrado que, com a redução do índice de massa corpórea, a cirurgia bariátrica tem impacto significativo na diminuição da circunferência abdominal, da pressão arterial, da frequência cardíaca e dos níveis de colesterol ruim (LDL), sendo que essa técnica cirúrgica promove o aumento do bom colesterol (HDL). Problemas Articulares O excesso de peso causado pelo acúmulo de gordura no corpo sobrecarrega todo o organismo, mas a coluna vertebral é afetada de modo particular. Na pessoa obesa, o peso do corpo pressiona as vértebras e desgasta as articulações, podendo ocasionar hérnia de disco. É comum o paciente sofrer com dores na coluna e nas articulações dos membros inferiores, como joelhos e tornozelos. Com a redução do peso corporal é possível aliviar a carga sobre a estrutura óssea, suavizar as dores e minimizar a incidência de problemas articulares mais sérios. DOENÇAS ASSOCIADAS À OBESIDADE Outras Doenças A condição de obesidade grave está associada também a outros problemas de saúde, como dificuldades respiratórias e apneia do sono, risco aumentado de embolia pulmonar por alterações da coagulação sanguínea e até alguns tipos de câncer (de útero, mama e intestino grosso, entre outros). Deficiências de vitaminas e minerais também podem estar presentes na obesidade. Muitas pessoas não fazem refeições saudáveis, substituindo-as por comidas gordurosas e frituras, que não fornecem ao organismo os nutrientes necessários. Ainda temos que salientar que a obesidade prejudica o andar, a prática de exercícios físicos, a utilização dos meios de transporte, além de limitar as oportunidades em determinados tipos de emprego e gerar problemas de relacionamento com amigos, colegas e familiares, impactando todas as esferas da vida do paciente. Indivíduos com obesidade mórbida, dependendo da idade, tem de 6 a 12 vezes mais chances de morrer do que uma pessoa não obesa. AJUDA PROFISSIONAL: OS CAMINHOS PARA RECUPERAR A QUALIDADE DE VIDA Procurar ajuda profissional é muito importante para restabelecer a qualidade de vida dos pacientes que sofrem com a obesidade. Para isto, existem dois caminhos: tratamento clínico ou tratamento cirúrgico. A primeira opção para se livrar do excesso de peso é o chamado tratamento clínico acompanhado de um endocrinologista e nutricionista. Também podem fazer parte da equipe um fisioterapeuta e um psicólogo. Dieta rigorosa e um plano de exercícios frequentes, associados ou não a medicamentos que reduzem o apetite (anorexígenos) são efetivos no controle da obesidade leve a moderada. Entretanto, estas medidas são ineficazes em longo prazo para quase todos os pacientes com obesidade mórbida. Menos de 3% dos pacientes com obesidade mórbida se beneficiam significativamente do tratamento clínico em longo prazo. Apesar desse elevado índice de insucesso no tratamento clínico, todo paciente com obesidade mórbida deve ser submetido a tratamento clínico sob supervisão médica por pelo menos 02 anos, antes da indicação da cirurgia. O objetivo é conscientizar o paciente da necessidade de trocar o sedentarismo e a má alimentação por hábitos de vida mais saudáveis que contemplem atividade física e dieta balanceada. Nos casos em que a obesidade traz prejuízos à saúde e o tratamento clínico se mostra ineficaz, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. Em relação à idade: • Entre 16 e 18 anos: sempre que houver indicação e consenso entre a família ou o responsável pelo paciente e a equipe multidisciplinar. • Entre 18 e 65 anos: sem restrições quanto à idade. • Acima de 65 anos: avaliação individual pela equipe multidisciplinar, considerando maior risco cirúrgico, presença de comorbidades, expectativa de vida e benefícios do emagrecimento. Quando o IMC é maior do que 30, a pessoa é considerada obesa. Quanto maior o índice, mais chances do paciente desenvolver problemas diretamente ligados à pior qualidade de vida e menor longevidade. O método é conhecido popularmente como “redução de estômago”, mas vai muito além. Existem vários tipos de cirurgias disponíveis e cabe ao médico apresentá-los ao paciente e recomendar o mais apropriado - e seguro - para cada caso. O tratamento cirúrgico é o único método que resulta em perda de peso prolongada e reduz os riscos de complicações e morte das doenças associadas à obesidade mórbida. Conforme os preceitos médicos, a indicação cirúrgica deve ser decidida sob a análise de três critérios: IMC, idade, tempo da doença e comorbidades. Em relação ao índice de massa corpórea (IMC): • IMC acima de 40 kg/m², independentemente da presença de comorbidades. • IMC entre 35 e 40 kg/m² na presença de comorbidades associadas e comprovadas (diabetes, apneia do sono, hipertensão arterial, alteração do colesterol ou triglicerídeos, doenças das artérias do coração, doenças das articulações e outras). TIPOS DE CIRURGIAS As cirurgias diferenciam-se pelo mecanismo de funcionamento. Existem dois tipos de via de acesso para a realização de cirurgia, sendo elas: mini laparotomia (aberta ou por corte) e videolaparoscopia (laser ou “cirurgia dos furinhos”). A cirurgia por vídeo conta com uma técnica menos invasiva, onde o cirurgião realiza de quatro a sete pequenas incisões de 0,5 a 1,2cm, além de um menor tempo de cirurgia(aproximadamente 1 hora) e menor tempo de recuperação no pós-operatório. Como benefícios pode-se citar: dor mínima - por um dia ou quase inexistente, alta hospitalar precoce e retorno antecipado às atividades laborais (7 a 10 dias). Ainda oferece menos risco de infecções, além de quase anular a incidência de hérnia incisional. Já a cirurgia por corte é uma opção econômica mais acessível em relação à videolaparoscópica, onde é realizada uma incisão na parte superior do abdômen (entre 7 a 10cm) e fechamento da pele através de pontos intradérmicos - desta forma não sendo necessário posterior retirada dos pontos. Dependendo do caso de cada paciente, podem ser realizadas outras técnicas de cirurgia bariátrica, as duas principais técnicas operatórias realizadas no Hospital Angelina Caron são: Bypass Gástrico em Y de Roux ou Gastrectomia Vertical, também chamada de Sleeve Gastrectomia, BYPASS GÁSTRICO O Bypass Gástrico é a Cirurgia Bariátrica mais frequentemente realizada. Ele corresponde a 75% das cirurgias realizadas do mundo e é estudada desde a década de 1960. Os pacientes submetidos a cirurgia perdem 40% a 45% do peso inicial. Essa cirurgia também é conhecida como Cirurgia de Wittgrove (Bypass Gástrico sem banda) geralmente pode ser realizada por videolaparoscopia ou aberta (mini laparotomia). Apresentam perda de peso adequada e duradoura, com baixo índice de insucesso. Nesse procedimento é feito o grampeamento de parte do estômago, que reduz o espaço para o alimento, e um desvio do intestino inicial, que promove o aumento de hormônios que dão saciedade, diminuindo a fome e a absorção dos alimentos. Ocorrem também melhoras significantes dos sintomas da doença do refluxo. Apresentam taxas aceitáveis de complicações a longo prazo. São cirurgias potencialmente reversíveis, embora com dificuldade técnica. Apresentam bons resultados em termos de melhoria da qualidade de vida e doenças associadas. Essa operação também apresenta efeitos metabólicos independentes da perda de peso. Ocorrem modificações funcionais e hormonais do tubo digestivo, com efeitos benéficos adicionais sobre o controle ou reversão das comorbidades metabólicas, em especial sobre o diabetes tipo 2, pressão alta e colesterol elevado. GASTRECTOMIA VERTICAL SLEEVE GASTRECTOMIA Funciona com grampeamento de 80% a 85% do estômago proximal ao antro, e possui também um componente hormonal associado que é a redução do hormônio da fome (grelina). Nesse procedimento, o estômago é transformado em um tubo, com capacidade de 80 a 100 mililitros. Essa intervenção provoca boa perda de peso, um pouco menor que o Bypass Gástrico e maior que a proporcionada técnica cirúrgica da banda gástrica ajustável. Nesta técnica não é excluído o duodeno do trânsito alimentar, portanto o risco de alteração na absorção de vitaminas é menor do que no Bypass Gástrico, porém pode apresentar diminuição na absorção de alguns micronutrientes como ferro e vitamina B12. Por isso a importância de também suplementar vitaminas nesta técnica. É contraindicada em pacientes com hérnia de hiato esofágico e doença do refluxo gastroesofágico. * Realizamos no hospital também a Cirurgia Revisional. Procedimento indicado para que o paciente volte a emagrecer após uma cirurgia bariátrica anterior ou quando o resultado da primeira cirurgia não é satisfatório. Isso em casos selecionados e após completa avaliação do paciente e da cirurgia previamente realizada. COMO É A PERDA DE PESO APÓS A CIRURGIA? O principal objetivo do tratamento cirúrgico é ajudar a perder peso, de modo que o paciente tenha uma boa qualidade de vida, com redução significativa do risco de complicações, inclusive morte, causadas pela doença. A maioria dos pacientes perde de 50% a 80% do seu excesso de peso. Esta perda é muito acentuada nos três primeiros meses e depois é gradativa, de modo que, cerca de 1 ano e meio a 2 anos após a operação, o paciente atingirá o seu menor peso. Seguindo corretamente todas as orientações do cirurgião, nutricionista, psicólogo, clínico ou endocrinologista, a maioria dos pacientes mantém a perda de peso no pós-operatório tardio. Para isso, é fundamental a mudança dos hábitos alimentares e do estilo de vida, ou seja, ingerir alimentos em menor quantidade e com menor valor calórico, além de adotar a prática de exercícios frequentes. Refeições calóricas, com muitos carboidratos, uso do açúcar e do álcool (que tem quase o dobro de calorias que o açúcar), devem ser evitadas para o resto da vida, com o risco de reganho de peso. Portanto, o cuidado deverá permanecer durante toda a vida do paciente. Este comprometimento é muito importante para o sucesso da operação. *Este manual contém informações meramente educacionais (instrutivas) sobre as cirurgias bariátricas realizadas no HAC. Sempre que houver dúvida, um médico deverá ser consultado. *Este manual não substitui a consulta médica e as orientações dos pro�ssionais especializados como médico, nutricionista e psicólogo. Mahatma Ghandi EXPERIÊNCIA BARIÁTRICA HAC PRÉ-OPERATÓRIO Pensando na segurança e comodidade do paciente, além de oferecer a melhor estrutura e atendimento especializado, o Hospital Angelina Caron disponibiliza um pacote para realização dos exames e avaliações pré-operatórias em até 12 horas, no dia anterior à cirurgia. Isso garante uma maior qualidade ao pré e pós-cirúrgico, reduzindo custos, tempo e deslocamento para os pacientes. Entre em contato com a nossa equipe comercial e saiba mais. ESPAÇO EXCLUSIVO Equipe Multidisciplinar Cirurgiões Ailton Cesar Lucchese Moreno | CRM 37356 Antonio Rogerio Borges da Silva | CRM 12595 Carlos José Franco de Souza | CRM 7637 Daniel Dantas Ferrarin | CRM 18354 Marlus Moreira | CRM 17551 Pedro Henrique Lambach Caron | CRM 28113 Psicologia Alissandra Ferreira de Lima | CRP 17080 Nutricionista Adriane Fátima Kulibaba | CRN 2832 Rodovia do Caqui, 1150 - Araçatuba Campina Grande do Sul - PR, 83430-000 hospitalangelinacaron.org.br /HospitalAngelinaCaron comercial@hospitalcaron.org.br (41) 99604.0469 (41) 99604.0497 (41) 99857.2360 Cirurgia Bariátrica