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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS | 287
KOCH, Ingedore; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: 
Contexto, 2018.
O livro estabelece uma ponte entre teorias do texto e da escrita e práticas de ensino, com exemplos 
práticos.
LIMA, Francisco A. S. Conto Popular: o legado de uma tradição. Revista Cronos, Natal, v. 1, n. 1, jan./jun. 
2000. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/10717. Acesso em: 12 ago. 2020.
Nesse artigo, o autor utiliza o conceito do conto popular para estudar contos recolhidos da tradição do 
Nordeste, especificamente do Cariri, no Ceará.
LIMA, Tatiana M. Conter o incontível: apontamentos sobre os conceitos de ‘estrutura’ e 
‘espontaneidade’ em Grotowski. Sala Preta, São Paulo, v. 5, p. 47-67, 28 nov. 2005. Disponível em: 
http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/57264. Acesso em: 12 ago. 2020.
O artigo trata dos conceitos de estrutura e espontaneidade em Grotowski, relacionando-os com a produção 
teatral contemporânea.
LOUPPE, Laurence. Poètique de la danse contemporaine: la suíte. Contredanse: Bruxelles, 2007. 
Nesse livro, a autora aprofunda reflexões sobre o corpo híbrido, composto de transversalidades e 
experiências, propondo um corpo crítico, que é agente no mundo.
MARSILLAC, Ana L. M. de. Paulo Bruscky e a liberdade de olhar. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO 
NACIONAL DE ÉSQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS, 20, 2011. Anais […]. Rio de Janeiro: Anpap, 2011. 
Disponível em: http://www.anpap.org.br/anais/2011/pdf/chtca/ana_lucia_mandelli_de_marsillac.pdf. 
Acesso em: 9 set. 2020. 
Esse artigo aborda a dimensão utópica da obra de Paulo Bruscky, em especial suas intervenções produzidas 
nos anos 1970. 
MORAES, Alexander E. A. Entre a precisão e espontaneidade: Grotowski e os princípios pragmáticos do 
trabalho do ator. 2008. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Escola de Belas Artes, Universidade 
Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2008. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/
JSSS-7WLJF7. Acesso em: 12 ago. 2020.
A dissertação aborda a relação entre precisão e espontaneidade como princípios pragmáticos do trabalho 
do ator. 
MORETTI, Maria F. S.; FARIAS, Igor G. Tadeusz Kantor e a imagem mnemônica: retratos do século XX. 
Landa, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2019. Disponível em: http://www.revistalanda.ufsc.br/vol-7-n2-2019/. 
Acesso em: 12 ago. 2020.
O artigo aborda elementos da vida, obra e pensamento de Tadeusz Kantor e seu diálogo com as diversas 
expressões artísticas. 
RABELLO, Luísa. Fluxus. In: RABELLO, Luísa. Museologia e poética: a instituição como composição. Belo 
Horizonte: Escola de Belas Artes, UFMG, 2005. Disponível em: https://www.eba.ufmg.br/museologia/
fluxus/index.html. Acesso em: 12 ago. 2020.
Esse texto aborda características do grupo Fluxus e sua relação com a arte da performance. 
RECORDE: Revista de História do Esporte. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2008. 
Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/Recorde. Acesso em: 12 ago. 2020.
No site da Recorde: Revista de História do Esporte, publicação do Laboratório de História do Esporte e 
do Lazer da Universidade Federal do Rio de Janeiro, você encontra artigos sobre a história de diversas 
práticas corporais. 
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RENGEL, Lenira P. Dicionário Laban. 2001. Dissertação (Mestrado em Artes) – Instituto de Artes, 
Universidade Estadual de Campinas, 2001. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/handle/
REPOSIP/284892?mode=full. Acesso em: 12 ago. 2020.
Lenira Rangel desenvolveu em sua dissertação de mestrado um dicionário que sistematiza alguns dos 
conceitos terminológicos usados por Rudolf Laban.
RENGEL, Lenira P.; SCHAFFNER, Carmen P.; OLIVEIRA, Eduardo. Dança, Corpo e Contemporaneidade. 
Salvador: UFBA, Escola de Dança, 2016. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/
ri/24467/1/eBook_Danca_Corpo_e_Contemporaneidade-Licenciatura_em_Danca_UFBA.pdf. Acesso 
em: 12 ago. 2020.
Esse material didático da Universidade Federal da Bahia apresenta uma sistematização da dança em conexão 
com um entendimento de corpo e de contemporaneidade.
RENGEL, Lenira Peral et al. Elementos do Movimento na Dança. Salvador: UFBA, 2017. Disponível em: 
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/174968/2/eBook_Elementos_do_movimento_na_
Danca-Licenciatura_em_Danca_UFBA.pdf. Acesso em: 12 ago. 2020. 
O trabalho de Laban é didatizado e muitos exemplos práticos são trazidos nesse material didático da 
Universidade Federal da Bahia.
SCHMITZ-BOCCIA, Andrea. Clubes de leitura: a construção de sentidos em situações de leitura 
colaborativa. Veras, São Paulo, v. 2, n. 1, p. 97-113, 2012. Disponível em: http://site.veracruz.edu.br/
instituto/revistaveras/index.php/revistaveras/article/view/81. Acesso em: 25 ago. 2020.
Artigo que pretende mostrar como a leitura colaborativa atua na construção de sentidos dos textos.
SILVA, Danielle C. C. Dos índices aos indícios: o ensino do gênero resenha crítica no Ensino Médio. 2014. 
Dissertação (Mestrado em Letras) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade 
de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8142/ 
tde-06052015-110934/pt-br.php. Acesso em: 12 ago. 2020.
Nessa dissertação, a autora discute as características do gênero resenha crítica e apresenta uma análise de 
textos de estudantes do Ensino Médio de uma escola particular de São Paulo.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 2003.
O livro é um manual de improvisação para educadores de teatro, atores profissionais e amadores, 
professores e estudantes. Nele, é possível encontrar diversos tipos de jogo teatral e informações a respeito 
dos procedimentos para realizá-los.
TEPERMAN, Ricardo I. Improviso decorado. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n. 36, 
p. 127-150, jun. 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0020-
38742013000100006&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 12 ago. 2020.
Nesse artigo, Ricardo Teperman se propõe a refletir sobre o caráter improvisado da prática do freestyle, a 
partir de um estudo de versos recolhidos ao longo de três anos nas Batalhas de Freestyle da Santa Cruz, em 
São Paulo (SP).
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. 
Petrópolis: Vozes, 1991.
O livro faz uma análise da gestualidade cotidiana, os códigos nela implícitos e as formas como os utilizamos 
inconscientemente.
WINKEL, J. Ivaldo Bertazzo: arte também é educação. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 11, n. 3, 
p. 415-422, set./dez. 2006. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/37604. 
Acesso em: 12 ago. 2020.
O texto apresenta um depoimento de Ivaldo Bertazzo, que fala das descobertas de trabalhar com educação 
e arte na formação dos cidadãos.
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