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M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
%
LEI N’9 1.344, DE 15 DE DEZEMBRO DE 197 5
Institui o Código Administrativo Muni
cipal de Alfenas o dá outras providên
cias.
de Alfenas,
('i «anciono a seguinte lei:
por seus representantes, aprova o
TITULO I
Disposições Gerais
CAPITULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
I
o Código Administrativo do Município doFica instituído
Alfenas#
?• **4*
cl P i*** t
Art. 22 Este Código tem como finalidade instituir as medidas de /
polícia administrativa a cargo do Município em matéria
de higiene publica, do bem estar público, da localizaçao
a funcionamento do estabelecimentos comerciais, indus
triais o prástadores de serviços, bem como as correspon
dentes relações jurídicas entre o Poder Público Municipal
e os Munjcipes»
Art» 32 Ao Prefeito e aos servidores públicos municipais em geral
compete cumprir e fazer cumprir as prescrições deste Codi
gOo
4eArt. , sujeita às prescrições dejj
e Cçdigo, fica obrigada a facilitar, por todos os meios
Toda pessoa física ou jurídica
+V
a fiscalizaçao municipal no desempenho de suas funções le
gais#
J
f
f
/
CAPITULO lí
Das Infrações e das Penas **
Constitui infração toda açao ou omissão contrária ks dia-
posíçoes deste Código ou de outras leis, decretos, resojui-
çü&3 ou atoa baixados pelo Governo Municipal no uso dc seu
poder de polícia.
— ü
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6«
I
de autuar oui
da execução das leis
deixare
constranger ou auxiliar alguém a praticar infração e,
os encarregados
to da infração.
Se ri considerado infrator todo aquele que cometer, mandar,
ainda,
*
que, tendo conhecimen-
infrator.
|rt. 78 - A pena, além de impor a obrigaçao de fazer ou desfazer, será
pecuniária e consistirá em multa, baseada no valor de refe
rência estabelecido nos artigos n8s 195 a 198 e observados
os limites máximos fixados neste Código.
jrt. 8fi - A pen alidade pecuniária serã juridicamente executada se, im
posta de forma regular e pelos meios hábeis, o infrator se -
recusar a satisfazê-la no prazo legal.
§ 16 - A multa não paga no prazo regulamontar serâ inscrita em dí
vida ativa.
§ 2? - Os infratores que estiverem em débito de multa nao poderão -
receber quaisquer quantias ou créditos que tiverem com a Pre
feitura, participar de concorrência, coleta ou tomada de pre
ços, celebrar contratos ou tertoos de qualquer natureza, ou
transacionar a qualquer título com a administração municipal#
9? - As multas serão impostas em grau mínimo, médio ou máximo.
'srUrafo
*<co - Na imposição da multa, e para graduâ-la, ter-se-i em vista:
I a maior oa menor gravidade de infração;
II as soas circunstâncias atenuantes ou agravantes;
III os antecedentes do infrator, com relação às disposições -
deste código.
Nas Hreincidências, as multas serão cominadas em dobro,.>rt. 10 -
-irferafo
Meo - Reincidente á o que violar preceito deste código por cuja in_
z-) fração já tiver sido autuado e punido.
i
-t, 11 - As penalidades a que se refere este Código nao isentam o in
frator da obrigação de reparar o dano resultante da infração,
na forma do art0 159 do Código Civil.
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incapazes na-forma
que forem coagidos
apurada
artigo
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da leij
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a cometer a infraçao.
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V
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CAPITULO ui
z7
Z
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Art * 1 6 k
No casc de
(60) dias,
hlica pela
na indenização das multas e despesas de que trata o
anterior 0 entregue qualquer saldo ao proprietário,
requerimento devidamente instruido e processado*
Sempre
a que se refere o artigo anterior
Nao são diretamente puníveis das penas definidas neste Códi
go:
I - os
II - 08
Aplicada a multa, nao fica o infrator desobrigado do cumpri
mento da exigência que a houver determinado*
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A
que a infração for praticada por qualquer dos agentes
, a pena recairá:
I - sobre os pais, tutores ou pessoas sob cuja guarda estiver
o menor; , 1
II sobre o curador ou pessoa sob cuja guarda estiver 0 louco
III - sobre aquele que der causa a contravenção forçada*
não ser reclamado e retirado dentro de sessenta
o material apreendido será vendido em hasta pcL
Prefeitura, sendo aplicada a importância
A devolução da coisa apreendida só se fará depois de pagas
l
as multas que tiverem sido aplicadas e de indenizada a Pre
feitura das despesas que tiverem sido feitas com a apreensão,
o transporte e 0 deposito*
!
1
1
pftrâgraío
ÉiiCO _
Art» rocolhi d a
prestar
cidade,
próprio
I
. I
I
I
I
Parágrafo
Ct.íc° -
Dos Autos de Infraçao
I
Auto de infraçao q o instrumento por meio do qual a autorida—
de municipal apura a violaçao das dssposiçoes deste Côdigouc
de outras leis, decretos e regnlamontoa do Município*
Nos casos de apreensão, a coisa apreendida será
ao deposito da Prefeitura; quando a isto nao
coisa ou quando a apreensão se realizar fora
derá ser depositada em mãos de terceiros, ou
tentor, se idôneo, observadas as formalidades legais
I 1
J
4
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Art. 17 - Dará motivo à lavratura de auto de infração qualquer viol
ção das normas deste Código que for levada ao conhecimont
do Prefeito, ou dos Chefes de Serviço, por qualquer servi,
dor municipal ou qualquer pessoa que a presenciar, dovond
a comunicação ser acompanhada de prova ou devidamonte tes.
temunhada.
Parágrafo
Único - Recebendo tal comunicação, a autoridade competente orde
nará, sempre que couber, a lavratura do auto de infração»
Art» 18 - Ressalvada a hipótese do parágrafo unico do art. 109, sao
autoridades para lavrar o auto de infração os fiscais, ou
outros funcionários para isso designados pelo Prefeito.
Arto 19 - Ê autoridade para confirmar os autos de infraçao e arbi
trar multas o Prefeito ou seu substituto legal, este quan.
do em exercício, ou servidor a quem essa função for dele
gada.
Art • 20 - Os autos de infraçao obedecerão a modelos especiais e cor
terão obrigatoriamente:
I o dia, mês, ano, hora e lugar em que foi lavrado;
II - 0'nome de quem o lavrou, relatando_se com toda a cla
reza o fato constante da infração e os pormenoree que
* * possam servir de atenuante ou de agravante a^açac;
III - o nome do infrator, suà profissão, idade, estado civi
e residência;
IV - a disposição infrigida;
V - a assinatura de que o lavrou, do infrator e de duas
testemunhas capazes, se houver»
Art, 21 _ Becusando-ee c infrator a assinar o auto, será tal recusa
averbada no nesro pela sctoridade çne o lavrar.
/
/ Art ©
/■
CÀP1TUL0 IV
Do Processo de Execução
22 - 0 infrator terá o prazo de sete dias para apresentar defe
sã, devendo fazê-la e
Art. 23 Julgada improcedente ou nao sendo a defesa apresentada nr
prazo previsto, será imposta a multa ao infrator, o qual
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rá intimado a recolhê_la dentro do praza de cinco (5) dias.
TITULO II
Da Higiene Pública
CAPITULO I
Disposições Gerais
24 Compete â Prefeitura zelar pela higiene pública, visando a
melhoria do ambiente e a saúde e o bem estar da população,
favoráveis ao seu desenvolvimento social e ao aumento da
expectativa de vida»
I
I
,-r, 25 A fiscalizaçao sanitária abrangerá especialmente a higiene
e limpeza das i>ias públicas, das habitações particulares o
coletivas, da alimentação, incluindo todos os estabelecimon-
tos onde se fabriquem ou vendam bebidas e produtos alimentí
cios, e dos estábulos, cocheiras e pocilgas»,
26 Pm cada inspeção em que for verificada irregularidade, apre
sentara o funcionário competente um relatório circunstanciado,
sugerindo medidas ou solicitando providências a bem da higie
ne pública}
•irájrafo
-<ico - A Prefeitura tomará as providências cabíveis ao caso, quando
o mesmo for da alçada do governo municipal, ou remeterá có
pia do relatório ás autoridades federais ou estaduais compe-
tentes, quando as providências necessárias forem da alçada
das mesmas»
CAPITULO II
Da Higiene Das Vias Públicas
*1
27-0 serviçode limpeza das ruas, praças e logradouros públicos
í será executado diretamente pela Prefeitura ou por concessão»
< >•
28 - Os moradores eao responsáveis pela limpeza do passeio fron_
teiriço a sua residência*
► r
5 1* - A lavagem oa varredura do passeio e sarjeta deverá ser efetua
da em liora conveniente e de pouco trânsito^
Ir
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§ 2® Ê absolutamonte proibido, em qualquer caso, varrer lixo ou
detritos sólidos de qualquer natureza para 00 ralos dos lo
gradouros públicos®
jrU 29 - Ê proibido fazer varredura do interior dos prédios dos ter
renos e doa veículos para a via publica, e bem assim despo
j ar ou atirar papeis, anúncios, reclamos ou quaisquer detri
tos sobre 0 leito de logradouros públicos®
*
Arto 30 A ninguém é lícito, gob qualquer pretexto, impedir ou dificul
tar o livre escoamento das aguas pelos canos, valas, sarjo-
tas ou canais das vias públicas, danificando ou obstruindo -
tais servidões.
ArU 31 Para preservar de maneira geral a higiene pública fica tcx_
minantemente proibido:
I - lavar roupas em chafarizes, fontes ou tanques situados
nas vias públicas;
II consentir o escoamento de aguas servidas das residências
para a rua;
III - conduzir, sem as precauções devidas, quaiquer matoriais
que possam comprometer o asseio das vias públicas; a
IV queimar, mesmo nos próprios quintais, lixo ou quaisquer
corpos om quantidade capaz de molestar a vizinhança^
V « abater gado* fora do matadouro municipal sem prévia li-
cença da Prefeitura;
VI conduzir para a cidade, vilas ou povoações do Município,
doentes portadores de moléstias infecto^contágiosas,
salvo com as necessárias precauções de higiene e para -
fins de tratamento©
>
•w
jrt« 32 ~ E proibido comprometer, por qualquer forma, a limpeza das
águas destinadas ao consumo potblico ou particular, r-
• /"
' •’ I
f
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Jrt. 33 Ê expre as amante proibifla a instalação, dentro do perímetro
• f
da cidade e povoações, de indústrias que, pela natureza dos
produtos»pelas matérias primas utilizadas, pelos combustí
veis empregados, pelo ruído, ou por qualquer outro motivo —
possam prejudicar a saude pública.
• o
CAPITULO III
■
Art o 36
0 lixo d&3 habitações será recolhido em vasilhas apropria
das, providas de tampas, para ser removido pelo serviço de
limpoza pública.
Art, 35
Parágrafo
Único
Arte 38
As providências para o escoamento das águas estagnadas em
terrenos particulares competem ao respectivo proprietário.
Art. 34 Nao é peimitiddL, senão à distância de 800 (oitocentos) me_
tros das ruaB o logradouros públicos, a instalaçao do oa.
trumeiras ou depósitos, em grande quantidade, de estrume -
animal nao beneficiado©
Nao ó permitido oonserver água estagnada nos quintais ou
pátios dos prédios situados na cidade, vilas ou povoados
parágrafo
Cnico
As residências urbanas ou suburbanas deverão ser caiadas e
pintadas'de cinco em cinco anos, no mínimo, salvo exigenciai
especiais das autoridades sanitárias*
Da Higiene das Habitações
*
hrto 37
Nao e permitida a existência de terrenos cobertos do
pantonosos ou sorvindo de depósito de lixo dentro do
tes da cidade, vilas o povoados»
Os proprietários ou inquilinos sao obrigados a conservar em
perfeito estado de asseio os seus quintais, pátios e
n o s o
Nao serão considerados como lixo oa resíduos de fábricas e
oficinas, ou restos de materiais de construção ou entulhos
provenientes de demolições, as matérias excrementícias e -
rostos de forragem das cocheiras e estábulos, as palhas e
outros resíduos d&3 casas comerciais, bem como terra, folbt
e galhos dos jardine e quintais particulares, os qutNs ôen
removidos á custa dos respectivos inquilinos ou proprietá-
rios»
m at o,
1 inn_
irt o 39 -
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torre-'
I
Na infração de qualquer artigo deste Capítulo, será imposta
multa de 20 a 200% do "Valor de Referência" vigente.
8O
M.
Ari. 40
Art. 41
§ 1* -
§ 2®
Ari» 42
Parágrafo
Único
Art« 4 3
Art. 44 /
/
parágrafo
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
As residências multifamiliarea privativas ou coletivas,
deverão sor dotadas de instalaçao incineradora e coletora
de lixo convenientemente disposta, perfeitamente vedada e
dotada de dispositivos para limpeza e lavagem.
Nenhum dotada de rede de
disponha dessas ut *
■É
r.e es&ot
dades e
águ a
li-
prçdio situado em via publica
o poderá ser habitado sem que
seja provido de instalaçao sanitária.
Ag residências multifamiliares coletivas, terão abastecimen
to dágua, banheiros e privadas em número proporcional ao do?
seus moradores.
serão permitidas nos prédios da cidade,
povoados, providos
ra ou a manutenção
da rede de abastecimento
de cisternas.
das vilas c dos
dágua, a abcrtu-
res, de restaurantes, pensões, hotéis e de estabelecimentos
comerciais
suficiente
que possam
e industriais de qualquer natureza, terão altura
para que a fumaça, a fuligem ou outros resíduos
expelir nao incomodem os vizinhos.
I
■Em casos especiais, a critério da Prefeitura, as chaminés
poderão ser substituídas por aparelhamento eficiente que -
procuza idêntico efeito.
Na infraçao de qualquer artigo
a multa de 20 a 200% do "Valor
deste Capitulo será imposta
de Referência" vigente.
CAPITULO IV
Da Higiene da Alimentação
A Prefeitura exercera,
sanitárias do Estado,
- em colaboraçao com
severa fiscalizaçao
as autoridades
sobre a produção.
de gêneros alimentícios eo comércio e o consumo o g e r al o
Para os efeitos
tícios todas as
a ser ingeridas
deste Código, consideranu.se gêneros alimen-
substâncias, solidas ou líquidas, destinadas
pelo homem, excetuando os medicamentos,
consideranu.se
9.
PREFEITURA MUNICIPAL D E ALFENAS
Àrt, 45 - Nao será permitida a produção, exposição ou venda de gSncros
alimentícios deteriorados, falsificados, adulterados oü noci
vos à saúde, os quais serão apreendidos pelo funcionário en
carregado da fiscalização e removidos para o local destinado
à inutilização dos mesmos.
ls estabele-
penal i da_
e
A
Mw eximirá a fábrica ou
das multas e demais
de da infração*
generos nao
do pagamento
sofrer em virtu
A inutilização doe
cimento comerei al
des quo possam
R O o _ A reincidência na prática das infrações previstas neste arti_ r
go determinará a cassaçao da licença para o funcionamento da
fábrica ou casa comercial,.
46 - Nas quitandas e casas congêneres,
concernentes aos estabelecimentos
verão ser observadas as seguintes
alem das disposições gorais
de gêneros ali mentícios, de
l_o estabelecimento terá, para depósito de verduras que de
vam sor consumidas sem cocção, recipientes ou dispositi
vos de superfície impermeável e a prova de moscas, poeiras
e quaisquer contaminações;
II - as frutas expostas á venda serão colocadas sobro mesas ou
estantea, rigorosamente limpas e ufastadas um metro no mí_
III -
nimo das ombreiras das portas
as gaiolas para aves serão de
a sua limpeza, que será feiVa
externas;
fundo móvel,
diariamente*
para facilitar
I
I
■ I
dos depósitosqualquer fim Ipara
legumes
outro
ou frutas.
I
I
I
I
proibido utilizar_8e
hortaliças.
hrágrafo
McO ' -
Cr pl *3£.DSAÍC
sazonadas;
III - legumes, hortaliças, frutas ou ovos deteriorados*
/ - ~
48 Toda a água que tenha de servir na manipulaçao ou preparo de
gêneros alimentícios, desde que nao provenha do abastecimento
póblico, deve ser eomprovadamento pura*
0 gelo destinado ao uso alimentar deverá ser fabricado com -
água potável, isenteade qualquer contaminaçao*
4Q
12
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IV a instalaçao de uma cozinha com, no mínimo, três peças,
destinadas respectivamente a depósito de gêneros, a
preparo de comida e à distribuição de comida e lavagem
e esterilização de louças e utensílios, devendo todas
as peças terem os pisos e paredes revestidos de ladri
lhos até a altura mínima de dois metros,
Art. 58 A instalação dos necrotérios e capelas mortuárias será feita
em prédio isolado, distante no mínimo vinte metros das habi-
taçoes vizinhase situad©, de maneira que 0 seu interior nao
seja devassado ou descortinado.
h‘t0 59 - As cocheiras e estábulos existentes na cidade; vilas ou po_
voaçoes do Município deverão, alem da observância de outras
disposições deste Código, que lhos forem aplicadas, obedecer
ao seguinte:
I possuir muros divisórios com tros metros de altura míni
ma separando-os dos terrenos limítrofes;
II - conservar a dist&ncia mínima de dois metros e meio entre
a construção e a divisa do lote;
III - possuir sarjetas de revestimento impermeável para águas
residiiàis e sarjetas de contorno para as águas das chu_
vas;
* W i
IV - possuir depósitos para estrume, á prova de insetos e com
a capacidade para receber a'produção de vinte e quatro -
horas, a qual deve ser diariamente removida para a zona
rural;
V - possuir depósito para forragens, isolado da parte desti
nada aos animais e devidamente vedado aos restos;
VI manter completa separação entre oe possíveis compartimen-
r“
tos para empregados e a parte destinada aos animais; • •
VII - obedecer a um recuo de pelo menos vinte metros de alinha
mento do logradouro*
60 « Na infraçao
multa de 20
de qualquer artigo deste Capítulo será imposta a
a 200% do "Valor de Referencia" vigente.
CAPITULO III
Da Polícia de Co stumos, Segurança e Ordem Pública
13.T•
•% .
M. 2 •
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
CAPITULO I
Da Moralidade e do Sossego Púilico
Art. 61 Ê expressaraonte proibida às casas de comércio ou aos ambu
lantes, a exposição ou venda de gravuras, livros, revistas
ou jornais pornográficos ou obcenos.
parágrafo
Único - A reincidência na infração de3te artigo determinará a cas_
t
saçao da licença de funcionamento©
62 Não serão permitidos banhos nos rios, córregos ou lagoas do
Município, exceto nos locais designados pela Prefeitura como I
próprios para banhos ou esportes náuticos.
Par agrar o
Único Os participantes de esportes ou banhistas deverão trajar_se
com roupas apropriadas.
Art. 63
I
Arto
II
III
VII
íl
IV
V
VI
I
I
I
I
Parágrafo
único
ruído ou sons excessivos
I
alcoólicas serão responsáveis pela manutenção da ordem
mesmos.
Os proprietários de estabelecimentos em que se vendam bebi
das
dos
64 Ê expressamente proibido perturbar o sossego público com
, evitáveis, tais como;
os de motores de explosão desprovidos de silenciosos ou
com estes em mau estado de funcionamento;
- os de buzinas, clarins, tímpanos, campainhas ou quai3que
outros aparelhos;
- a propaganda realizada com alto-falantes,
res, cornetas, etc», ee
- oa produzidos por arma de fogo;
- os de morteiros, bombas e demais fogos ruidosos;
- os de apitos ou silvos de sereia da fabrica, cinemas ou
estabelecimentos outros, por mais de 30 segundos ou de
pois das 22 horas;
- os batuques? congados e outros divertimentos congêneres,
sem a licença das autoridades©
*“• I
bunbos, tombo»,
prévia autorização da Prefeitor
I
As desordens, algazarras ou barulhos, porventura verificados
* 1
nos referidos estabelecimentos, sujeitarão os proprietários
á multa, podendo ser cassada a licença para seu funcionameru
to nas reincidências©
14
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Parágrafo
(bico - Excetnanuse das proibições deste artigo;
I os tímpanos, sinetas dos veículos de Assistência do
Corpo de Bombeiros e Polícia, quando em serviço;
II - os apitos das rondas e guardas policiais*
Art. 65 - Nas igrejas, conventos e capelas, os sinos nao poderão tocar
antes das 5 e depois das 22 horaa, salvo os toques de reba_
tes por ocasiao de incêndios ou inundações»
Art* 66 - S proibido executar qualquer trabalho
rui-do, antes das 7 horas e depois das
dades de hospitais, escolas, asilos e
no perímetro urbano antes das 7 horas
ou serviço que produza
a
20 horas, nas proximi- <’/ I
casas de residência e
I ■
■
e depois das 22 horas*
Ari* 67 - As instalações elétricas só poderão funcionar quando tiverem
dispositivos capazes de eliminar, ou pelo monos reduzir no ~
mínimo, as correntes parasitas, diretas ou induzidas, as os- ,
l
cilaçoes do alta frequência, chispas e ruídos prejudiciais
a radio recepção o
Parágrafo
(bico - As máquinas e aparelhos que, a despeito da aplicaçao do dis-
positivos ospeciais, nao apresentarem diminuição sensível
das perturbações, nao poderão funcionar aos domingos e feria,
dos, nem a partir das dezoito horas, nos dias uteifl*
Art» 63 - Na infração de qualquer artigo deste Capítulo eorá imposta
~ a multa de 20 a 200% do "Valor de Referência" vigente, sem
prejuizo da ação penal cahível.
CAPITULO II
*_
%
Dos Divertimentos Públicos
Árt* 69 - Divertimentos públicos, para oe efeitos deste Código, são os
que se realizarem nas vias publicas, ou em recintos fechados
de livre acesso ao publico.
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4 •
procedida
I
«
II
11 1
IV
I
VII
VIII
çao.
I
T7
V
VI
pela inscrição
.1
proibido aos espectadores,
aos espetáculos de chapéu á
çoe 8©
diversões
- z
sessões
suficientes, deve,
, decorrer lapso de
ar©
IX
X
requerimento de licença para
do diversão será instruído com
tas
giene do edifício, e
- o
J * *
cr oi ? adas
■
luminosa do forma suave,
sal a;
as salas de entrada como as do espetáculo serão mr
higienicamente limpas;
e os corredores para o exterior serão amplos e
ou quaiqquer
rápida do núhli
Em todas
segu inte s
Obras©
1
Nas casas de espetáculos de
verem c x au st o re s
dos espoet adores
efeito de renovaçao do
públicas serão observadas rs
estabelecidas pelo Código Ge
consecutivas, que nao ti-
entre a saída e a entrada
tompo suficiente ra\a o -
as casas de
disposições além das
cm caso
todas as portas de
"SAÍDA", legível à
quando ao apagarem
os aparelhos dostmados a renovaçao do ar deverão ser con
servados e mantidos em perfeito funcionamento;
haverá sanitários independentes para homens e senhoras;
- serão tomadas todas as precauções necessárias para a ado
ção de extintores de fogo em locais visíveis e de fácil
► *
acesso; ,
r
- possuirão bebedouro automático de água filtrada em perfei
to estado de funcionamento;
durante o‘s espetáculos deverão as portas conservarem-st!
abertas, vedadas apenas com reposteiros ou cortinas;
- deverão possuir material de pulverização de inseticidas;
- o mobiliário será mantido em perfeito estado de conserva.
Ê
funcionamento de qualquer casa
a prova de terem sido satisioi-
as exigências regulamentares referentes à construção e hi_ '
a v ist o ri a poli c ial•
sem distinção de sexo, assistir
I
cabeça ou fumar no local das fun- <
n áv r af o
pico - 0
t an t o
tidas
as portas e os
conservar-se-ao livres de grades, móveis
objetos que possam dificultar a retirada
co cm caso do emergóneia;
saída serão
distância o
as luzes da
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PREFEITURA MUNICIPAL DE ALPENAS
73 Em todos os teatros, circos ou salas de espetáculos, serão
reservados quatro lugares, destinados às autoridades poli
ciais e municipais, encarregadas da fiscalização©
7 4
I
1 9
irto / o
7 6
; í77i rt o
I
J
78irt o
9
,r
i
i
■
' I
> 22
Art •
Para funcionamento
- Em caso de modificação do programa cu de horário e empresário
devolverá aos espectadores o preço integral da entrada.
porior ao
cincrna ou
ou
em locais compreendidos em área formada
metros de hospitais, casas de saúde ou ma-
fomocidas licenças para a realizaçao de jogos
ruidosas
I
I
1 ;; f v o
Os bilhetes de entrada nao poderão ser
anunciado e em número excedente à lotaçao do te
sala de espetáculos.
de teatros, alêm das demais disposições
aplicáveis deste Código, deverão ser observadas aa seguintes:
I - a parte destin-ada ao público será inteiramente separada
da parte destinada aos artistas, nao havendo, entre as -
duas, mais que as indispensáveis comunicações de serviço;
4
II - a parte destinada aos artistas deverá ter, quando possí
vel, fácil e direta comunicação com aa vias publicas, de
maneira que assegure salda ou entrada franca, sem depen
dência da parte destinada à permanência do publico.
♦
Para funcionamento decinemas serão ainda observadas as se
guintes disposições:
I
vendidos por preço su_
at ro
- Os programas anunciados serão executados integralmente nao
podendo os espetáculos iniciarenL.se em hora diversa da marca
dao
inclusive às competi-
o pagamento de entrada//
I
I
r
■ |
I
I
Nao serão
diversões
por um raio de 100
temidade.
- As disposições deste artigo aplicanuse
çõe8 esportivas para as quais se exija
só poderão funcionar em pavimentos térreos;
projeção ficarao em cabines de fácil saL-
de materiais incombustíveis»
cabines não poderá existir maior número
que as necessárias para as sessões de ca-
deverao elas estar depositadas em recipien.
ncomlustível, herret i car/r.t e fco/.ai:, : c
nao eeja aborto por mais tempo que o indispensável ac ser.
VlÇOo
•11-08 aparelhos de
da. , construi das
III - no interior das
de películas do
da dia e ass im
te e Epe ci al * x
iniciarenL.se
17.
M.
79Arte
§ 16
§ 2?
3®
4?
80
-rafo
§
2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
§
.* I i c
A Armaçao de circoe de pano oo parques de diversões so po
derá ser permitida em certos locais, a juizo da Prefeitura.
A autorizaçao de funcionamento dos estabelecimentos de que
trata este artigo nao poderá ser por prazo superior a um ano.
autorizaçao, poderá a Prefeitura estabelecer
que julgar convenientes, no sentido de assogu-
a moralidade dos divertimentos e o sossego da
instalações, peias autoridades da Prefeitura®
Para permitir armaçao dc circos ou barracas em logradouros
públicos, poderá a Prefeitura exigir, se o julgar convenien
te, um depósito ate o máximo de três vozes o "Valor de defe
rência" vigente, corno garantia de desposa com a eventual lim
peza e recomposição do logradouro ©
*
0 deposito sera restituído integralmonte se nao houver ncces
sidado de limpeza especial ou renaros; em caso contrario, -
serão deduzidas do mesmo as despesas feitas com tal serviço#
Ao conceder a
as restrições
rar a ordem e
v izinhançao
A seu juizo, poderá a Prefeitura nao renovar a autorizaçao
de um circo ou parque de diversões, ou obrigá-los a novas -
restrições ao conceder-lhes a ronovaçao pedida®
Os circos e parques de diversões, embora autorizados, só po
derão ser frequentados ao publico depois da vistoria em todas
as suas
81 - Na localizaçao de
versões noturnas,
da populaçao#
"Dancings", ou de estabelecimentos de di-
a Prefeitura terá sempre em vista o sossege
AfU 82 - Os espetáculos em bailes ou festas de caráter publico depen
dem, para realizar-set do previa licença da Prefeitura^
Parágrafo
t-jeo - Excetuam-se das disposições deste artigo as reuniões de qual
quer natureza, som convites ou entradas pagas, levadas a -
efeito por clubes ou entidades de classe, em sua sede, ou as
— _ - 4 _ • J ----------------- -------------- — - * j 4 - -> i - _ - - _
18o
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
Arto 83 Ê expressamente proibido, durante 03 festejos carnavalescos
apresentar_se com fantasias indecorosas, ou atirar água ou
outra subst&ncia que possa molestar os transeuntes»
►
I k
k
Parágrafo
&íco - Fora do período destinado aos festejos carnavalescos, a nin
guém é permitido apresentar-se mascarado ou fantasiado nas
vias públicas, salvo com licença especial das autoridades*
irtô 84 - Na infraçao de qualquer artigo deste Capítulo, será imposta
a multa de 20 a 200% do "Valor de Referência" vigente.
*
CAPITULO III
Dos Locais de Culto
I
Ari •
I
I
86
I
I
88Art. I
I
<r-
CAPITULO IV
PúblicoDo Trânsito
<89
o livre
<? C;
•<
*
c artazos.
<
I
I
Na infraçao de qualquer
a multa de 20 a 200% do
Art o
DC
o‘b
8 ’
1W’
4
I '
r
1
I >
1
As igrejas, os templos
e havidos nor sagrados
t.
sendo proibido pichar
car
artigo deste Capítulo será imposta
"Valor de Referência" vigente»
Art o
As
dos
are j ados.»
A rio
3 os,
..... 1
1 Wi
''•» “w.
As igrejas, templos e casas de culto nao poderão contar maioi !
número de assistentes, a qualquer de sous ofícios, do quo a
lotaçao comportada por suas instai aço os®
e as casas de culto sao locais tidos
e, por isso, devem ser respeitados _
suas paredes e muros, ou nelas colo-
0 trânsito, de acordo com as leis vigentes, é livre, e sua
regulamentação tem por'objetivo manter a ordem, a segurança
e 0 bem estar dos transeuntes e da população em geralo 1
l *“
'a
i£rféjas, templos ou casas de culto, ou locais franquea^
ao público deverão ser conservados limpos, iluminados e '
C proibido embargar, ou impedir, por qualquer meio,
transito de pedestres ou veículos nas ruas, praças,
estradas e caminhos públicos, exceto para efeito de
blicas ou quando exigências policiais o determinaram.
M. 2
Parágrafo
friico Sempre que houver necessidade
verá ser colocada sinalizaçao
dia e luminosa à noite»
de interromper o trântito, de_
verrnelha claramente visível de
91Arte
O
I
artigo anterior o depósito
de construção, nas via3 publi-’
Compreende-se na pre
quaisquer materiais,
cae em geral
de
§ lç - Tratando-se de materiais cuja descarga nao possa ser feita -
diretamente no interior dos prédios, será tolerada a descarga
o permanência na via pública, com o mínimo prejuízo ao trànsi.” I
to, por tempo nao superior a três (3) horas»
I
$ 2e Nos casos previstos no parágrafo anterior, os responsáveis
polos materiais depositados na via pública deverão advortir
03 veículos, á distância conveniente, dos prejuízos causados
ao livre trânsito. '
I
irte 92 E expressamente proibido nas ruas da cidade, vilas e povoados:
I - conduzir animais ou veículos em disparada;
II - conduzir animais bravios sem a necessária precauçao;
*
III - conduzir carros de bois sem guieiros;
IV atiran à via pública ou logradouros públicos corpos ou
t
detritos que possam incomodar as transeuntes©
*
jrt, 93 E expressamente proibido danificar ou retirar sinais coloca
dos nas vias, estradas ou caminhos públicos, para advertência
de perigo ou'impedimento de trânsito.
jjt. 94 Assiste à Prefeitura o direito de impedir o trânsito de qual
quer veículo ou meio de transporte que possa ocasionar danos
à via pública.
j-t, 95 - Ê proibido embaraçar o trânsito ou molestar os pedestres por
tais meios como* . *
I - conduzir, pelos passeios, volumes de grande porte; «
II - conduzir, pelos passeios, veículos de qualquer espécie;
III - patinar, a nao ser nos logradouros a isso destinados; <• ••
IV - conduzir ou conservar animais sobre pn passeios ou jar„
dinSo
96
H
97
93
J-rt <,
101
■T'
OU
W1*
I
Excetuam-se
de crianças
triciclos e
Os
e 4 1V ... . i
20.
recolhido
dentro do
dg multa
0 animal nesse prazo devera a Prefeitura
- --
em virtude do disposto neste Capítulo será
prazo máximo de sete (7) dias, mediante
e da taxa de manutenção respectiva.
2 proibida a permanência de animais nas vias publicas
ao disposto no item II, deste artigo, carrinhos
ou de paralíticos e, em ruas de pequeno movimento
■bicicletas de uso infantil.
E igualmente proibida a criaçao, no perímetro urbano da sede
municipal, de qualquer outra espécie de gado.
retirado
sua venda em hasta pública, precedida da necessária
j
CAPITULO V
Das Medidas Referentes aos Animais
Os animais encontrados nas ruas, praças, estradas ou caminhos
pó hlicost
P, Ve
Na infraçao
prevista no
de 20 a 200% do
co
1/
Ê proibida a criaçao ou engorda do porcos no perímetro urba
no da sede -municipal.
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
sorao recolhidos ao depósito da Municipalidade
i 0
Observadas as exigências sanitárias a que se refere o artigo
59 deste Código, é"permitida a manutenção de estábulos c co
cheiras, mediante licepça e fiscalizaçao da Prefeitura*
de qualquer artigo deste Capitulo, quando nao -
^ódigo Nacional de Trânsito, será imposta a multa
”7ãlor de Referência” vigente.
iT
> r-
• • ii í..
.%
$ r á; X 0
Níco
0 animal
retirado
pagamento
I Zt n
caes que forem encontrados nas vias públicas da cidade e
as sorao apreendidos e recolhidos ao deposito da Prefeita,
quando devidamente registrados, ou sorao sacrificados -
ndo naotenham sido objeto de registro. :
hao sendo
efetuar a
P u b 1 i c aç ao.
•. I
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
§ lç Os proprietários dos cães registrados serão notificados, de-
vondo retirá-los dentro de sete diaa, sem o que sorao os ani
mais igualmente sacrificados,
§ 2- Quando se tratar do animal de raça, podorá a Prefeitura, a
seu critério, agir de conformidade com o quo estipula o pa
rágrafo único do art, 99 deste Código,
Àri. 10 3 - Haverá, na Prefeitura, o
te, mediante o pagamento
registro de caes, que será a?m alincnJL
da taxa respectiva*
- Aos proprietários dos caos registrados, a Prefeitura fornece,
rá uma placa de identificação a ser colocada na coleira do
an i m al *
ç okk Para registro dos cães, e obrigatória a apresentação do com
provante de vacinação anti-rábica*
f 3- - São isentos da matrícula os caes pertencentes a hoiadeiros,
g
vaqueiros, ambulantes e visitantes, em trânsito pelo Municí
pio, desde que nao permaneçam por mais do'uma semana*
t* 104 - 0 cao registrado poderá andar na via publica, desde que em
companhia de seu dono, respondendo este pelas perdas e danos
que o animal causar a terceiros,
r
Arte 105 - Nao sera permitida a passagem ou estacionamento de trppas
ou rebanhôs ria cidade, exceto^om logradouros para isso de
sígnadoso
Arte 106 Ficam proibidos os espetáculos de feras e 4«
r4 C- * -X
I
maior concentração urbana;
no interior das habitações;
casas de residências*
107 - expressamonte proibido;
I criar abelhas nos locais de
II criar galinhas nos. poroes e
III . criar pombos nos forros das
t;
I
*
t
Ari,
< r*“
T
— ••
103 Ê expressamonte proibido a qualquer pessoa maltratar os ani- <
mais ou praticar crueldade contra os mesmos, tais como:
7 - transportar, nos veículos de traçao animal, carga ou par
* —•
<- *s.
R %. f
A
M. 2
P
II]
IV
V
VI
VII
VIII
II
X
XI
XII
XIII
K XIV
fc 4
X
XV
XVI
Art» 109 _
Parágrafo
único —
RE FEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
- montar animais que já tenham a carga permitida;
- fazer trabalhar animais doentes, feridos, extenuados,
aleijados, enfraquecidos ou extromamente magros;
- obrigar qualquer animal a trabalhar mais de oito (8)
horas contínuas sem descanso e mais de seis (ó) horas,
sem água e alimento apropriado;
- martirizar animais para deles alcançar esforços excessi
vos;
- castigar de qualquer modo o animal caído, com ou sem veí
culos, fazendo-o levantar à custa de castigo e sofrimen
to;
- castigar com rancor e excesso qualquer animal;
- conduzir animais com a cabeça para baixo, suspensos pelo:
pes ou asas, ou em qualquer posição anormal que lhes pos.
sa ocasionar sofrimento;
transportar animais amarrados à traseira de veículo ou
atados um ao outro pela cauda;
- abandonar, em qualquer ponto, animais doentes extenuados
enfraquecidos ou feridos; (
- manter animais em depósito insuficiente ou sem água, ar,
luz e alimentos;
- usar de instrumento diferente do chicote leve, para es_
tímulo e correção de animais»
empregar arreios que possam constranger, ferir ou magoar
o animal;
- usar arreios sobre partes feridas, contusoes ou chagas
do animal;
praticar todo e qualquer ato, mesmo nao especificado nos
te Código, que acarretar violência e sofrimento para o
animal»
Na infração de qualquer artigo deste Capítulo será impos
ta a multa de 10 a 200% do "Valor de Referencia" vigente»
Qualquer do povo poderá atuar os infratores, devendo o aut
respectivo, que será assinado por duas testemunhas, ser
enviado à Prefeitura para os fins de direito»
CAPITULO VI
Da Extinção de Insetos Nocivo3
ví 0
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
Art. 110 Todo proprietário do terreno, cultivado ou não, dentro d06
limites do Município, é obrigado a extinguir os formigueirot
existentes dentro de sua propriedade.»
Art. 111 - Verificada, pelos fiscais da Prefeitura, a existência de
formigueiros, será feita intimação ao proprietário onde o
mesmo estiver localizado, marcando_se o prazo de vinte (20)
dias para se proceder ao seu exterminio.»
Art, 112 Se, no prazo fixado, nao for extinto o formigueiro, a Profe:
tura, incumbir_se_á de fazc-lo, cobrando do proprietário as
despesas que efetuar, acrescidas de 20%, pelo trabalho de
administração, além da multa de 10 a 200% do "Valor de licfe.
rência" vigente,
CAPITULO VII
Do Empadiamento das Vias Públicas
Art. 113 - Nenhuma obra, inclusive demolição, quando feita no alinha
mento das vias públicas, poderá dispensar o tapume proviso-
rio que deverá ocupar uma faixa de largura, no máximo, igua."
ã metade do passeio.
§ le ^uando os tapumes forem construídos em esquinas, as placas
de nomenclatura dos logradouros serão neles afixados deifor.
ma berr visível*
§ 2- Dispensasse o tapume quando se tratar de:
I - construção ou reparos de muros ou grados com altura nao
superior a dois metros»
II - pinturas ou pequenos reparos.
.1
0
114 _0s
I
II
III
I
«
(
Poderão sor amados coretos ou palanques provisórios nos
andaimes deverão satisfazer as seguintes condiçoes:
- apresentarem perfeitas condições de segurança;
- terem a largura do passeio, até o máximo de 2 metros?
- nao causarem danos às árvores, aparelhos de iluminação
e redes telefônicas e de distribuição elétrica?
andaime doverã ser retirado quando ocorrer a paraiizaçao
da obra por mais de sessenta (60) dias*
2 4
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
gradouros públicos, para comícios políticos, festividades
religiosas, cívicas ou de caráter popular, desde que sejam
observadas as condiçoes seguintes:
I - serem aprovados pola Prefeitura, quanto à sua locali-
zaçao;
II - nao pertubarcm o transito publico;
III - nao prejudicarem o òalçamento nem o escoamento das
águas pluviais, correndo por conta dos responsáveis -
pelas festividades os estragos por acaso verificados;
IV - serem removidos no prazo máximo de vinte e quatro (24)
horas, a contar do encerramento dos festejos»
parágrafo
ínic □ - Uma vez findo o prazo estabelecido no item
promoverá a remoção do coreto ou palanque,
ponsável as despesas de remoção c dando ao
IV a Prefeitura
cobrando ao res-
material o desti
no que entendero
I
v O 116 - Nenhum material poderá permanecer nos logradouros públicos,
exceto nos casos previstos no parágrafo primeiro do art»
91 deste CodigOô
Ari» 117 - 0 aj ardinamento e a arborizaçao das praças e vias públicas
serão atribuiçoos exclusivas cia Prefeitura»
Parágrafo'’
i
único - Nos logradouros abertos ou particulares, com licença da Pre-
feitura, e facultado aos intoressados promover e custear a
rospoctiva. arborizaçaoo
Arte 113 - É proibido podar, cortar, derrubar ou sacrificar as árvores
da arborizaçao publica, som consentimento expresso da Pre
feitura.
<
/
/
119 - Nas árvores dos logradouros públicos nao 3erá permitida a
colocaçao de cartazes e anúncios, nem a fixaçao de cabos
ou fios, sem a autorizaçao da Prefeitura.
120; ;* 1 u o
— + M
- Os postes telegráficos, de iluminação e força, as caixas
postais, os avisadores de incêndio o do polícia e as balan
ças para pesagem de veículos SÕ poderão ser colocados nos
logradouros públicos mediante autorizaçao da Prefeitura qn
indicara as posiç.ocs convenientes o as condiçoes da -
o r
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
respectiva instalaçao*
Art. 121 _ As colunados suportes de anúncios, as caixas dc papêia
usados, os bancos ou os abrigos dm logradouros públicos
somente poderão ser instalados modianto licença previa da
Prefoiturae
Arto 122 As bancas para a venda de jornais e revistas poderão ser
permitidas, nos logradouros públicos, desde que satisfa
çam às seguintes condiçoes:
I „ terem sua localização aprovada pula Prefeitura;
II - apresentarem bom aspecto quanto à sua construção; .
III - nao perturbarem o trânsito público;
IV _ serem de facfl remoçào.
Os estabelecimentos comerciais poderão ocupar,
e cadeiras, parte do passeio correspondente à testada do
edifício, desde que fique livre
uma faixa do passeio do largura
para o transito pú bl i c o
mínima de doismetroso
Arto 124 « Os relógios, estátuas, fontes e quaisquer monumentos so
mente podorao ser colocados nos logradouros públicos se
comprovado o seu valor artístico ou vívico, o a juízo da
Prefeitura,,
I
í
§ lfi .. Dependerá, ainda, de aprovação, o local escolhido para a
fixação dos monumentos»
A
§ 22 No caso de paralizaçao ou mau funcionamento do relógio in
talado em logradouro público, sou mostrador deverá perma
necer coberto o
p
Arto 125 Na infraçao de qualquer artigo deste Capítulo será impõe
ta a multa de 20 a 200% do "Valor do BeferSricia" vigente
CAPITULO 'VIII
Dos Inflamáveis, Explosivos e Prevenção Contra
Incendi os
No interesse Público a Prefeitura fiscalizará a fabrica,
ção, o comércio, o transporte e o emprego de inf3 amávoi
e explosivo9o
26
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
127 - Sao
I -
II -
III -
IV -
V -
considerados inflamáveis:
o fósforo o os materiais fosforados;
a gasolina e domais derivados de petróleo;
os éteres, alcóois, a aguardente e os óleos em geral;
os carburetos, o alcatrao e as matérias betuminosas -
liquidas;
toda e qualquer substância cujo ponto do inflamabili-
dade seja acima de cento e trinta e cinco graus centí
grados (135e)•
Ark, 123 - Consideram-só explosivos:
1-os fogos de artifícios;
II - a nitroglicerina e seus compostos e derivados;
III - a pólvora e o algodao-pólvora;
IV - as espoletas e os estopins;
V - os fulminatos, coloratos, forraiatos e corgSnercs;
VI - os cartuchos do guerra, caça e minas»
129 - Ê absolutamente proibido:
I - fabricar explosivos sem licença especial e em local nao
determinado pola Prefeitura;
II - manter depósito de substâncias inflamáveis ou explosi-
l
vos sem atender às exigSncias legais, quanto à:constru-
çao e segurança;
III - depositar ou conservar nas vias publicas, mesmo provi-
sóriamente, inflamáveis ou explosivos»
§ le - Aos varejistas é permitido conservar, em comodc apropriado,
em seus armazéns ou lojas, a quantidade de^material infla
mável ou explosivo fixada pela Prefeitura»
i
§ - Os fogueteiros e exploradores de pedreiras poderão manter
depósitos de explosivos correspondentes ao consumo de 30 diaí
4
desde que os depósitos estejam localizados a uma distancia -
I
de 250 metros da habitação mais próxima e a 150 metros das -
ruas ou estradas. Se as distâncias a que se refere este pa
rágrafo forem superiores a 500 metros, é permitido o depósi
to de maior quantidade de explosivos0
í o
M.
DE ALFENAS
I
131
sem
*
1
I
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do T>*
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-L.
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J
Os depósitos de explosivos e
dos em locais especialmente
dos depósitos de explosivos
de material incombustível,
material apenas nos caibros
r
1
9
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V
I
I
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sera permitido o transporte
as pr®ç,auçoes devidas®
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II
2
PREFEITURA MUNICIPAL
Ç
público ou
simultaneamente, no mesmo
c
(■
de explosivos ou inflamáveis
inflamáveis só serão construí-
designados na zona rural e com
licença especial da Prefeitura»
proibição de que tratam os itens 1, II e
suspensa mediante licença da Prefeitura,
festividades religiosas de caráter tradicionalo
IV
7
f
/
9
■") /
J
/
*
r
>ao
Art» 130
fogo, sem
aos passantos ou
Os casos previstos no parágrafo 1-
Prefeitura,
as exigências que
ça Publica©
Pa.Ta.jraf o
tn 1 c o
,w« 9 2
Os
p o d
c
artifícios, busca-pes, morteiros
o so s,
ue deitarem para
toda a extonsao
nos logradouros
Prefeitura-;
justo motivo, armas de fogo dentro
do Município;
armadilhas com armas de
çao de sinal visível para advertência
transounte s»
expressamente proibido:
... queimar fogos de
tros fogos perig
nelas e portas q
- soltar balões em
- fazer fogueiras,
auiorizaçao da
- utilizar, sem
rímetro urbano
- fazer fogos ou
nao poderão ser transportados
culo, explosivos e inflamáveis
v e í _ ■
J
s
veículos que transportarem
crao conduzir outras pesso
tos»
*
Todas as dependências e anexos
e inflamáveis sérao construídos
admitindo-se o emprego de outro
e esquadrias»
III, poderá ser
om dias de rlgozij'.
1
I
serão regulamentados pel
que poderá inclusive estabelecer, para cada cas
julgar necessárias ao interesse da Segura, i!
nos logradouros públicos ou
os mosmos logradouro
do Município;
públicos, sem prévia
OU —
aJ
I
coloca-
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
£rt * 133 - A instalação de postos de abastecimentos de veículos, Lo nu.
bas de gasolina e depósitos de outros inflamáveis fica su
jeita à licença especial da Prefeitura»
§ 1- - A Prefeitura poderá negar a licença se reconhecer que a ins
talação do depósito ou da bomba irá prejudicar de algum modí
a segurança pública»
§ 2- A Prefeitura poderá estabelecer, para cada caso, as exigên
cias que julgar necessárias ao interesse da segurança.
I
I
Todas as edificações deverão ser dotadas de instai aç ao prove 1
tiva contra incêndios, ou extintores portáteis em quantidade .
e localizaçao convenientesjnantidos em perfeitas e peruanen
tos condições de funcionamento.
1
Picam dispensadas das exigências deste artigo, as edificaço^
rcs í den c iai s uni £ami1iare sc
Ari. 135 - Na infraçao
multa de 10
de qualquer artigo deste Capítulo será imposta £
a 200% do "Valor do Referencia" vigente, alem de
responsabilidade civil ou criminal do infrator, se for o cas
CAPITULO IX
Das Queimadas o dos Cortes de'Arvores e Pastagens
Ari» 136 - A Prefeitura cblaborará com o Estado e a União para evitar e;
devastação das florestas e estimular a plantação de árvores.
Ari. 137 Para evitar a propagaçao de incSndios, observar_se_ao, nas
queimadas, as medidas preventivas necessárias.
Arto 138 A ninguém ê permitido atear fogo em roçados, palhadas ou m(L-
tos que limitem com terraa de outrem, sem tomar as seguintes
z“-
precauções r
// I - preparar aceiros de, no mínimo sete metros de largura;
/ 11 - mandar aviso aos confinantes, com antecedência mínima de
12 (d oze) horas, marcando dia, hora e lugar para lança
mento do fogo.
29 „
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
Art, 139 A ninguém é permitido atear fogo em matas? capoeiras, la
vouras ou campos alheios*
Parágrafo
Cnico - Salvo entre os interessados, é proibido queimar campos de
criaçao em comum*
Art* HO - A derrubada de mata dependera do licença do Instituto Es
tadual de Floresta, quando o terreno se destinar á cons
trução ou plantio pelo proprietário*
Parágrafo
fnico - Quando se tratar de área do patrimônio municipal ou mata
considerada de utilidade pública, será negada qualquer pre
tensão de terceiros*
Ari® Hl - £ expressamente proibido o corte ou danificaçao de ârhores,
arbustos nos logradouros, jardins e parques públicos.
Árto 142 Fica proibida a formaçao de pastagens na zona urbana do
Município.
Ari, 143 - Na infração de qualquer artigo deste Capítulo será imposta
a multa de 20 a 200% do "Valor de Referência” vigente*
«
CAPITULO X
La Exploração de Pedreiras, Cascalhadeiras, Olarias
e Depósitos de Areia e Saibro
Art* 144 A exploração de pedreiras, cascalheiras, olarias e depósit
de areia e de saibro depende de licença da Prefeitura. que
a concederá, observados os preceitos deste Código*
Art. 145 - A licença será processada mediante apresentação de requeri
mento assinado pelo proprietário do solo ou pelo explora
dor e instruído de acordo com este artigo*
roqu e rime n to d ev e r ao
nome g residência do
nome e residência do
■A
constar as seguintes indicações:
propriot urio do terreno;
explorador, se oalc nao f»?r c 1
nri e ta ri o :
1o caliz ação precisa da entrada uo terreno;
I
i
I
M. 2
§
Arto 146
Parágraf
iJnico
Arte 147
Ari • 143
Art, 149
Art> 1 50
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
d) declaraçao do processo de exploração e da qualidade do
explosivo a ser empregado* se for o caso©
2e 0 requerimento de licença devera ser instruído com os
seguintes documentos:
a) prova de propriedade do terreno;
b) - autorizaçao para a exploração, passada pelo pro
prietário em cartório, no caso de nao 3er ele o
explorador;
d) - planta da situação, comindicação do relevo do
solo por meio de curvas de nível, contendo a deli
mitação exata da área a ser explorada com a loca
lização das respectivas instalações o indicando as
construções, logradouros, e os mananciais e cursos
dágua situados em toda a faixa de largura de 100
metros em tomo da área a ser explorada;
d) - perfis do terreno em tres vias©
3e - No caso de se tratar de exploração de pequeno porte po
derão ser dispensados* a critério da Prefeitura, os do
cumentos indicados nas alíneas ,1CM o do parágrafo
anterior*
- Ag licenças para exploração serão, sempre por prazo fixo©
b
i
_ Será interditada a pedreira ou parte da pedreira, omhora
licenciada e explorada de acordo com este Código, desde
que posteriormente se verifique que a sua exploração acar_
* «I
reta perigo ou dano a vida ou a propriedade©
_ Ao conceder as licenças* a Prefeitura poderá fazer as res
trições que julgar convenientes»
_ Os pedidos de prorrogação de licença para a continuação
da exploração serão feitos por meio do requerimento e ins
truídos com o documento dcc licença anteriormente concedida
- 0 desmonte das pedTeiras pode ser feito a frio ou a gogo.
n ao
31
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
151
II
I
III
IV
A
II
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A,‘.rt.
154
/
I
I
II
III
meamos;
causem por
IV
_ Ê proiMda a extraçao
« % ff • *do
I
Àrto
b-f*51 v 0
l .‘t
A11 c de areia em todos os cursos de á-^ua
- A exploração de pedreiras a fogo fica enjeita às seguintes
condiçoes:
I
I
I
Àrt»
a pontes,
a execução
cascalhei
protogor propriedades particulares ou
ohstrâçao das galerias de águas*
• I
Na infraçao de qualquer artigo deste Capítulo será imposta
a multa de 20 a 200$ do "Valor de Beferencia" vigente alem
da responsabilidade civil ou criminal qOc couber.
nocivas;
depôsito
devido
que for rc
i r n± 5 -
declaraçao expressa da qualidade do explosivos a empre
gar;
intervalo mínimo de trinta minutos entre cada serio da
explosão;
içarnento, antes da explosão^de uma bandeira a altura -
conveniente para ser vista à distancia;
toque por trôs, com intervalos de"dois minutos, de uma
sineta e o aviso dm brado prolongado. dando o sinal do
fogo0
Prefeitura poderá a qualquer tempo, determinar
de obras no recinto da exploração de pedreiras ou
Tas, com o intuito de
publicas, ou evitar a
Municipi o:
a jusante do local em que recebem contribuiçoes de esge
tos;
- quando modifiquem o leito ou as margens dos
- quando possibilitem a formaçao de locais ou
qualquer forma a estagnaçao das aguas;
- quando de algum modo possam oferecer perigo
muralhas ou qualquer obra construída nas margens ou so.
bre leitos dos rios»
as chaminés serão construídas de modo a nao incomodar
os moradores vizinhos pela fumaça ou emanações
quando as escavações facilitarem a formaçao do
de águas, o explorador sorá obrigado a fazer
escoamento ou aterrar as cavidades, à medida
tirado o barroo
instalaçao de olaria nas zonas urbanas c suburbanas
município deve obedecer às seguintes prescrições:
t ~
_L
prefeitura municipal de alfenas
CAPITULO XI
Dos Muros e Cercas
Arte 156 Os proprietãrios de terrenos sao obrigados a murá-los e
cercá-los nos prazos fixados pela Trefoitura.
ArU 157 - Serão comuns os muros e cercas divisórias entre proprieda
des urbanas e rimais, devendo os proprietários dos imóveis
confinantes concorrer em partes iguais para as despesas de
sua construção e conservação, na forma do art, 588 do Có
digo Civilo
Parágrafo ~
'bico - Correrão por conta exclusiva dos proprietários ou possuído-
res, a construção e consorvaçao das cercas para conter aves
domesticas, vabritos, carneiros, porcos e outros animais -
que exijam cercas especiaiso
Arto 158 - Os terrenos da zona urbana serão fechados com muros reboca
dos e caiados ou com grades de ferro ou madeiras, assentos
sobro alvenaria, devendo em qualquer caso tor uma altura
mínima de um metro e oitenta centímetros.
Arte 159 - Os terronos rurais, salvo acordo expresso entre os proprie
tários, serão fechados com:
I cercas de arame farpado com três fios, no mínimo, e um
metro ç quarenta centímetros do altura;
II - cercas vivas, de especies vegetais adequadas c resisten
t es;
III - telas de fios metálicos com altura mínima de um metro
e cinquenta centímetros...
160Ari 0
/
n
Será aplicada a multa de 20 a 200% do "Valor de Referência”
vigente a
I
n m f •
todo aquele que;
- nao construir os muros dentro do prazo estabelecido na
notificação feita pela Prefeitura;
fizer cercas ou muros ern desacordo com as normas fixa
das neste capitulo;
- danificar, por qualquer meio, cercas existonfeo
prejuízo da responsabi 11 dado civil oo criminei mm n<
caso couber.
ó.
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
CAPITULO XII
Dos Anúncios e Cartazes
I
nes vias e logradou-
acosso comum, depcnd
o contribuinte ao
meios de publicidade
bem como nos lugares de
Prefeitura, su jeitando
Art* 161. A exploração dos
ros públicos,
de licença da
Parágrafo
üníco - Incluem-se na obrigatoriedade deste artigo todos os cartaxo’
letreiros, programas, quadros, painéis, emblemas, faixas, i r
placas, avisos, anúncios c mostruários, luminosos ou nao,
feitos por qualquer modo, processo ou engenho, suspensos,
distribuídos, afixados ou pintados em paredes, muros, tapu_,
mes, veículos ou calçadas*
■ Arto 162 A propaganda falada em lugares públicos, por meio de amplia.
dores do voz, alto-falantes e propagandistas, assim como
feita, por meio de cinema ambulante, aidda que muda, está
igualmente sujeita á prévia licença e ao pagamento da taxa
respectiva.
colocaç ao de anúncios ou cartazes quarurmiti da163 a
nela
/
II
I
III
IV
VII prejudiquem o
H
*»
+
Ari»
aque_
se
monumentos típicos.
r
*
V
VI
Nao
.. do:
I
I
aglomerações prejudiciais
os aspectos paisagísticos
naturais,
♦
contenham dizeres desfavorâ_
seus panoramas
e tradicionais
oral ou
crenças e instituições»
sua natureza provoquem
trânsito público;
alguma forma prejudiquem
«I
cidade .
históricos
sejam ofensivos*'’
veis a indivíduos.
obstruam, interceptem ou reduzam o v*a0 das portas
nelas e respectivas bandeiras»
contenham incorreções de linguagem;
façam uso de palavras em língua estrangeira,
las que. por insuficiência do nosso
hajam incorporado;
pelo seu número ou má distribuição.
das fachadaso
-A.
ao
de
da
salvo
léxico, a ela
será* pe
I
34
M 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
Ari* 164 - Os pedidos de licença para a publicidade ou propaganda por
meio de cartazes ou anúncios deverão mencionar:
I - a indicação dos locais em que serão colocados ou distri
buídos os cartazes ou anúncios;
II - a natureza do material do confecção*
III « as dimensões;
IV - as inscrições o o texto;
V _ as cores ompregadas©
Tratando-se do anúncios luminosos, os pedidos
indicar o sistema de iluminação a ser adotado
deverão ai nda
Pará ; rafo
viiJCÍi Os anúncios luminosos serão colocados
passeiOo
a uma altura de 2
4
I
Arr3.66 - Os panfletos ou anúncios destinados a serem lançados ou dis
tribuídos nas vias públicas ou logradouros, nao poderão ter
dimensões menores de dez centímetros (0,10) por quinze cen
tímetros (0,l5) nem maiores de trinta centímetros (0,3ü) por
quarenta e cinco centímetros (0,45).
Arto 167 - Os anúncios e letreiros deverão ser conservados em boas con
dições, renovados ou consertados, sempro que tais providen
cias sejam necessárias para o seu bom aspecto e segurança*
Desde que não baja modificações de dizeres ou de localização;
os consertos de anúncios e letreiros dependerão apenas de -
comunicação escrita à Prefeitura©
Art, 1.68 _ Os anúncios encontrados sem qup os responsáveis tenham síu
tisfeito as formalidades desteo Capita Lo poderão ser apreendi,
dos e retirados pela Prefeitura, até a satisfaçao daquelas
formalidades, além do pagamento da multa prevista nesta lei.
Na infraçao de qualquer artigo deste Capítulo será imposta a
multa de 20 a 200% do "Valor de PeferSncia" vigente.
ii
CAPITULO XIII
Das Estradas e Caminhos Públicos
35o
M. 2
PREFEITURA MUNICIPALDE ALFENAS
irto 170 - As estradas e caminhos, a que se refere este Capítulo, sao
os que se destinam ao livre trânsito pablico, construídos
ou conservados pelos poderes administrativos»
Parágrafo
foiço - Sao municipais as estradas e caminhos construidos e conser
vados pela Prefeitura e situados no território do Município
Arte 171 - Quando necessária a abertura, alargamento ou prolongamento
de estrada, a Prefeitura promoverá acordo com os proprietá
rios dos terrenos marginais, para obter o necessário consen
timento, com ou sem indenizações»
Parágrafo
foice - Nao sendo possível o ajuste amigavel, a Prefeitura promovera
a desapropriação por utilidade publica, nos termos da legis-
laçao em vigor.
Art« 17 2 - Na construção de estradas municipais observar-se-ao as se
guintes condiçoes:
a) largura total mínima de 10 metros, sendo de 8 metros a
largura mínima da pista;
b) rampa máxima de 10%;
c) raio de curva mínimo
Parág rafo
foico - Tratando-se de caminhos
metros compreendidas as
de 30 metros»
a largura mínima será de oito Í8)
faixas laterais de proteção»
Arbo 173 - Os mata-burros construídos deverão ter de largura 3,20 (tres
metros e vinte centímetros) e vao mínimo de 1,80 (um metro
e oitenta centímetros)»
174Art o
I
175O Jrt •
/
I
f
Sempre que os munícipes representarem a Prefeitura sobre a
conveniência de abertura ou modificação de traçados de es
tradas è caminhos municipais, deverão instruir a represen-
taçao com memorial justificativo»
J
I
I'
- Para mudança, dentro dos limites de seu terreno, de qual
quer estrada, caminho público ou construção de mata—burros
no leito da estrada ou caminho publico indicando divisa da
propriedade ou pastagens, deverá o respectivo proprietário
requerer a necessária permissão â Prefeitura, juntando ao
pedido projeto da modificação a sor feita e um memorial -
justificativo da necessidade, razoes e vantagens.
36.
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
1
irto 17 6
c
178 I
L
179
I
I
I
II
III
IV
V
II
VI
I
I
I
r
i
Art.
Ai L o
artigo;
rodagem
I
I
I
sob pena de multa e obrigaçao de
seu estado primitivo, no prazo que -
que se j ame st es de eixo p
10 centímetros de largura*
1 *-*■•!"
Será aplicada
vigente, alem
seguintes çasos de infração;
1
£ proibido, nas estradas de rodagem do
porte de madeiras a rasto e o trânsito
animal, a menos
%
rodas aros de
^rágraio
'rico
estradas e caminhos
/>
: /
í
i /
; ■” A
f
Kao fazendo o infrator
moverá cobrardo_lhe as
Concedida a permissão, o requerente fará a modificação a
sua custa, sem interromper o trânsito, não lhe assistindo
direito a qualquer indenização»*
sinais de
Os proprietários dos terrenos marginais não poderão impedir
o escoamento das águas de drenagens de
para sua propriedade.
a multa de 50 a. 200?o do "Valor de Referencia"
da responsabilidade criminal que couber, nos
a recomposição, a Prefeitura a pro_
despesas efetuadas, além de multas*
I
Os proprietários dos terrenos marginais dos caminhos públi-
cos não poderão, sob qualquer pretexto, íechiLlos, danifi-
cíLlos, diminuirilhes a largura, impedir ou dificultar, por
qualquer meio, o trânsito,
repor avia pública no
lhes for marcado.
estreitar, mudar ou impedir de qualquer modo a servidão
pública das estradas e caminhos sem provia licença da
Prefeitura;
colocar tranqueiras ou porteiras nas estradas e^caminhor
públicos sem prévio consentimento da Prefeitura;
impedir o escoamento de águas pflluviais das estradas e
caminhos públicos para os terrenos marginais;
transitar ou fazei transitar nas estradas de rodagem
do Município carros de bois, carroças ou carroçoes, que
não satisfaçam as condiçoes estabelecidas no
arrastar paus, ou madeiras pelas estradas de
do' Muni cípi o;
danificar ou arrancar marcos quilométricos e
trânsito existentes nas estradas;
danificar, cie qualquer modo, as estradas de rodagem.
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
os caminhos públicos ou modificar sua estrutura©
TITULO IV
Do Funcionamento do Comercio e da Indústria
, CAPITULO I
I
Das Indústrias e
dos Estabelecimentos
e Come rei ais
do Comércio Legalizado
Do Licenciamento
Industriais
Jrt© 180 Nenhum estabelecimento comercial ou industrial poderã fun
cionar no município sem prévia licença da Prefeitura, con
cedida a requerimento dos interessados e mediante pagamento
dos tributos devidos©
?arág rafo
N.ico - 0 requerimento devera especificar com clareza:
1 o ramo do comércio ou da indústria;
II - o montante do capital invertido;
111-0 local em que o requerente pretende exercer sua alivia
dado*
jrt© 181 - Nao será concedida licença, dentro do perímetro urbano, aos
r r
estabelecimentos industriais que se enquadram dentro das -
proibições constantes do art© 33 ddste Código©
*rt0 182 A licença para o funcionamento de açougues, padarias, con
feitarias, leiterias, cafés, restaurantes, hotéis, pensões
e outros estabelecimentos congéneres, sorâ sempre precedida
de exame no local e de aprovação da autoridade sanitária com
%
potente©
\
183 Para efoito de fiscalizaçao, o proprietário do estabeleci
mento licenciado colocara o Alvará de Localizaçao em lugar ©
visível o o exibirá á autoridade competente sempre que ceia
? exigir©
184 - Para mudança de local de estabelecimento comercial
trial deverá ser solicitada a necessária permissão
tara, que verificará se o novo local satisfaz às
ou indus
à Pref ei
c o n d i ç o e s
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE A L F E N A S
Arto 185 A licença de localização poderá ser cassada:
1 - quando se tratar de nogócio diferente do requerimento;
II - como medida preventiva, a bem da higiene, da moral ou
do sossego e segurança pública;
III - se o licenciado se negar a exibir o Alvará do Localiza-
ção à autoridade competente, quando solicitado a fazc_
lo;
IV por solicitação de autoridade competente, provados os
motivos que fundamentarem a solicitação;
§ 1- Cassada a licença, o estabelecimento será imodiatamonte fe
chado.
§ 2C „ Poderá ser igualmente fechado todo o estabelecimento que -
exercer atividades sem a necessária licença expedida em con
formidade com o que preceitua este Capítulo*
II
imbui ante
186 - 0 exercício do comercio ambulante dependera sempre
cença especial, que será concedida de conformidade
prescrições da legislação fiscal do Município e de
com as disposições deste Código*
de li-
com as
acordo
jrt. 187 - Da licença concedida deverão constar os seguintes elementos
essenciais, alêm'de outros que-forem estabelecidos:
I - número de inscrição;
II - residência do comerciante ou responsável;
III - nome,-razao social ou denominação sob cuja responsabi
lidade funciona o comercio ambulante.
Parágrafo
jiico ambulante onão licenciado para
exercendo a atividade
exercício .ou pc_
ficará sujeito à
poder*
0 vendedor
ríodo em que esteja
apreensão da mercadoria encontrada em seu
II - impedir ou
I I
• •
188 E proibido ao vendedor ambulante, sob pona de multa:
I estacionar nas vias públicas e outros Jogradouroe, fora
dos locais previamente determinados pela Prefeitura;
dificultar o trânsito nas vias públicas ou
outros logradouros;
39
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE A L F E N A S
UI - transitar pelos passeios conduzindo cestos ou outros
volumes grandes*
>( 189 Na infração de qualquer artigo deste Capítulo, será imposta
a multa de 20 a 200% do "Valo» de Referência" vigente, alêm
das penalidades fiscais cativeis*
Do Horário de Funcionamento
I
I
trabalho
I
I
I
I
I
!'ü i A
parra a industria de modo
a) abertura e fechamento
b) nos domingos
pe rmanecerao fechados,
quando decretados pela autoridade competente»
CAPITULO IT
/
Prefeito Municipal poderá
to das casas comerciais até
bre de cada ano»
Será permitido o trabalho em horários especiais, inclusive aos
domingos, feriados nacionais ou locais, excluindo o expediente
de escritórid, nas industrias que se dediquem a atividades que.
r>or sua natureza, justifiquem a concessão de tal prerrogativa*
1
.?
prorrogar o hor ári o de f unc i on amnn...às 22 horas, durante o mos de dezom
al >rtura às 8 horas e fechamonto às 18 horas, nos dias
ú t e i s;
nos dias previstos na letra "B", do itera I, os estabe
lecimentos permanecerão fechados»
geral:
entre 6 e 18 horas, nos dias óteis
e feriados nacionais os estabelecimentos
bem como nos feriados locais, -
;t PARA 0 COMERCIO DE MODO GERAL:
a)
ion
r. V
â abertura e o fechamento dos estabelecimentos industriais e
comerciais no Município obedecerão ao seguinte horário, obser
vados os preceitos da legislação federal que regula o contrato
dr duração e as condições do
.... Mediante licença especial a ser concedida pelo Poder Executivo,
4
poderão funcionar em horários especiais, os seguintes estabe_
1ecimentos:
AÇOUGUES E VAREJISTAS DE CARNE FRESCA (localizados fora do
cercado Municipal):
rt| - nos dias úteis das 5 as 20 horas*
5 às 12 horas*nos domingos e feriados das
I
I
40.
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
II - PADARIAS (que vendam outros produtos além daqueles do fa
li ri c ação própri a):
a) nog dias úteis - das 5 às 22 horas
1>) nos domingos e feriados das 5 às 18 horas.
III RESTAURANTES, BARES, BOTEQUINS, CONFEITARIAS, LANCHONETES,
SORVETERIAS E BILHARES:
a) - nos dias úteis das 7 às 24 horas•
b) - nos domingos e feriados — das 7 às 24 horas.,
IV _ CHARUTARIAS E BOMBONTERES;
a) - nos dias úteis - das 7 *as 22 horas
b/ „ nos domingos e feriados — das 7 às 12 horas.
V _ CAFÍS E L t-7 * r .
a) __ nos dias úteis _ das 5 às 22 horas
b} _ nos domingos c feri ados — das 5 às 12 horas
1 * T _ DISTRIBUIDORES E YEN DEDOhES DE JORNAIS D i; EVISTAS
a) _ nos dias úteis _ das 5 às 22 horas
b) - nos domingos o 1 o rj ados das 5 às 18 horas
T rerceAhia S* ••
a) _ nos dias úteis das 7 às 20 horas
b) - nos domingos « das 7 às 12 horas.
1I1 _ CASAS DL v ? i^OiíEô:
a) _ n o s ♦ dias úteis - das 7 às 20 horas
b) _ nos domingos e feri ados - das 7 às 1 2 horas
r
.1 - 4. __ CASAS DE LOEERlAS:
a) - nos dias úteis - das 8 às 20 horas
b) _ nos domingos e feri ados das 8 às 12 horas.
seguintes estabelecirnen
OVOS;
_ das o as
feri ados
“* 'f
11
Por motivo de conveniência publica, poderão funcionar fora
de horário fixado no art0 190 e também nos domingos e fe
riados nacionais ou municipais, os
tos:
1
T
17 toras
das S as 12 horas*»
VERDURAS, AVES E
20 horas o
das 6 às 12 horas
nos dias úteis
nos domingos e
varejistas de frutas, legumes,
a) nos dias úteis das 6 às
b) _ nos domingos o- feriados ...
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE AL FE NAS
III AÇOUGUES E YABEJISTAS (estabelecidos no Mercado Mu
nicipal) :
a) - nos dias úteis ~ das 6 as 18 horas
b) - nos domingos o feriados - das 6 as 12 horas.
TV PADARIAS (que vendam cxclu sivament e produtos de fn_
hricaçao própria) i
a) - noa dias úteis - das 5 às 22 horas
b) - nos domingos e feriados - das 5 as 18 horas.
V _ FADMAcIAS E DBOGARlAS;
a) - nos dias úteis - das 8 às 24 horas
b) nos Domingos e foriados - no mesmo horário para
os estabelecimentos que estiverem de plontao, -
VI
obedecida a escala organizada pela irefeiturr.
_ AGENCIA DF ALUGUEL DE BICICLETAS E SIMIIADES;
VIII
a) '- nos dias úteis - das 7 às 22 horas
b) - nos Domingos e feriados - das 7 às 20 horas.
_ SALÜES DE^AliBEIROS, cadeledeidos, MASSAGISTAS, T;
GBAXATES:
a) nos dias úteis - das 3 às 20 horas.
b) - nos Domingos - das 8 às 12 horas. Aos Babados
e vesporas de feriados, o encerramento poderá
ser feito às 22 horas.
DANCINGS, BOITES E SIMILADES:
Das 20 às 2 horas da manha seguinte.
Os postos do gasolina o as empresas funerárias pode_
rao funcionar em qualquer dia e hora.
As farmacias g drogarias, quando fechadas, poderão, em caso
de urgência, atender ao público a qualquer hora do dia ou -
da noite.
§ 2- Quando fechadas, as farmacias deverão afixar à porta uma -
placa com a indicaçao dos estabelecimentos análogos que es
tiverem de plantao.
Arto 193 - A licença especial a que se refere o art. 191 desta lei -
será concedida às pessoas físicas ou jurídicas quo satis
façam as exigências legais, ficando condicionada ao paga.-
mento da respectiva taxa, do acordo com o previsto no Có
digo Tributário Municipal e tabelas a ele referentes.
42
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
Art» 194 - Ag infrações resultantes do nao cumprimento das disposições
contidas neste Capítulo serão punidas com multa de 20 a -
200% do "Valor de Referência" vigente.
TITULO V
CAPITULO I
Do "Valor de Referência" e das
Disposições Finais
jrt. 195 - Para efeito de calculo das multas previstas neste Código,
fica instituido o "Valor de Referência"^ que é a represen
tação em cruzeiros dc uma determinada quantia.
jrf,0 196 - Fica inicialmente ostabelecido cm Cr$501,00 (quinhontos e
um cruzeiros) o "Valor de RefcrENClA" previsto no artigo
195o
I
gt. 197 - A importância do "Valor de Referencia" será obrigatoriamon_
te revista no mos do dezembro de cada ano, para vigorar no
exercício seguinte, por Decreto do Poder Executivo.
*
_‘o 198 A<jotar_.se_á como índico para a revisão de que trata o arti_
go 197 o que for fixado para o terceiro trimestre do ano -
anterior, em Portaria da Secretaria do Planejamento da Pre
sidência da Republica, com vigência para o primeiro trimes
tre do exercício no qual vigorará o "Valor do Referência"
previsto o
♦
t, 199 - Revogam_so as disposições em contrário, especialmento os -
artigos lç a 32; 49 a 126; 134 a 703 da Lei n9 279, de 13
de agosto de 1955, entrando este Código em vigor na data do
sua publicação.
ias
I
✓
19 71
•! a Sossoos da Câinara Municipal de Alfenas, aos 12 do Dozembro de
4
“■ r. ....................................................... r» '
A o ‘ AdcTl/lo Sn
Presidente da C
na •'rofeitura Municipal do Alfenas. aos JL5 derilezembro de
M. 2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
cOdigo administrativo municipal
titulo i
iOo o o € O DO O o© e o
oo o o oc oo o o o
o • o © o oô o o o © o oo
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8
4
1
2
Higiene
Higiene
Higiene
Hi gi one
©
dos Estabelecimentos
o
5
5
1
8
U
O
F
Disposições Gerais «aoSOe>e
Disposições Preliminares .
Das Infrações e das Penas
Dos Autos do Infração o.
Do Processo de Execução
TITULO II
Da Higiene Pública
I Disposições
II Da
III Da
IV Da
V Da
das Vias Publicas
das Habitações ..
da Alimentação . o
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
capitulo
CAPT TULO
TITULO III
Pú_OrdemCostumes, Segurança e
0 oO ©o o 0 0 o o 9 ©©
O eo © © © o G OO
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Antmats
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Prcvençao
© o o » e • ©
Piíbli co1
II
III
IV
V
VI
VII _ Do Empachamento
VTTJ_ Dos Inflamáveis
aos
Novivos e.o
CAPITULO
CAPI TULO
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
CAPITULO
"AP J TULO
CAPITULO
Da Polícia
bli c a o o & •
Da Moralidade e do Sossego
Doe Divertimentos Públicos
«. Dos Locais.do Culto o<
Do Trânsito Público oo
- Das Medidas Peforeates
* *
Da Extinção de Insetos
das Vias Publicas
Explosivos
2^ ** * /O © V Oo c o
IX ee
tra Incêndide
Das Queimadas
o o • •
dos
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Arvores
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Pasta
O « < © O O €
CortesCAPITULO
CÁFl TULO
CAPITULO
CAPITULO
<ATI TULO
XI
XII
XIII_
« © • • cca o c c < O © 0 q 0 < <> O• Oó C 0© Q 0
v 9
© C O 0 28gOHS OOQOtCOC
Da Exploração de Podreiras, Cascalheiras. Ol a
rias e Depúsitos .de Areia e SaÍÍ)T0 •»&©©©© Cr ©£r ** J
D 0 6 KiO T* O 8 W C6 í* C & e QQQc©o*t>c)©©©©c©ocr©ooc>4aoo ó 2
Dos Anúncios ê Cartazes o ©<««© o«o • o • <> o»o • * o □ 0 33
Das Estradas e Caminhos Públicos •©•©oopoq?©» 34
r
M. 2 * 1
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFENAS
TITULO IV
Do Funcionamento do Comercio e da Indústriaooe
Do Licenciamento dos Estabelecimentos Indus
triais G Comerciais
Das Indústriase do Comercio Legalizado o«eoeG
Do Comercio Amb u 1ante ©♦□♦oeocoooo^c^oooooo*?*
Do Horário de Funcionamento • o üocooocc»oeo*o*e
TITULO V
I Do ’’Valor de Deferência’* ê das Disposições Fi_
>
D 8 • o • • rcooo • •oooccoc< o o < o • o o • • o o o o $ • o o o*** • •
i
37
37
37
i
i
>
Leis Municipais
Leis Ordinárias
Lei n° 1320/1975 à 1348/1975