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Assistente Fiscal
Assistente Fiscal 
O que você aprenderá: 
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Quem vai te ensinar: 
Executive Education – Valuation, MBA em Gestão 
Tributária, Bacharel em Ciências, Contábeis, Gerente 
Contábil, Professor e palestrante. 
Assista a este conteúdo. Aponte a câmera para o 
código QR ao lado ou acesse: www.cefis.com.br 
Matheus Henrique Retamero 
Assistente Fiscal 
• Decreto Legislativo .......................................................................... 9 
• Tributos ........................................................................................... 24 
• Simples Nacional ........................................................................... 40 
• PIS/COFINS Monofásico ............................................................... 63 
• ISS – Imposto Sobre Serviços ....................................................... 74 
• ICMS ............................................................................................... 99 
• IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados .......................... 141 
• PIS/COFINS ................................................................................... 166 
• CST – Código de Situação Tributária .......................................... 207 
• CEST – Código Especificador da Substituição Tributária .......... 213 
 
https://cefis.com.br/curso/assistente-fiscal/2635
https://cefis.com.br/curso/assistente-fiscal/2635
https://cefis.com.br/curso/assistente-fiscal/2635
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• Constituição Federal 
A Constituição Federal foi promulgada em 1988 e é a lei máxima e 
fundamental do Estado. 
 
Ela está no topo da hierarquia e por este motivo sobrepõem-se sobre 
qualquer instrumento legislativo. 
 
Por isso o outros instrumentos devem se harmonizar, para que não percam 
eficácia pelo motivo de inconstitucionalidade. 
 
Define a organização administrativa, financeira e política do Estado. 
 
Ela também define Direito e Deveres. 
 
Não cria tributos, mas da a competência para que os órgãos façam isso 
através de lei, institui os limites ao poder de tributar, disciplina a regulação do 
processo produtivo de normas tributária e o espaço de atuação de cada uma 
delas (institui a pirâmide). 
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• Emenda à Constituição Federal 
A Emenda Constitucional tem como objetivo fazer modificações na 
Constituição sem abolir a vigente ou construir uma nova, este é o único 
instrumento hábil para fazer modificações na CF. 
 
Criada pela Constituição da Pensilvânia de 1776, aprovada em 1787, desde 
então foi adaptada por muitos outros países. Antes desse instrumento, as 
mudanças constitucionais eram marcadas por revoltas e violência, pois 
interferia diretamente em interesses políticos. 
 
Para ser aprovada, ela passa por exigências superiores às necessárias de 
uma lei ordinária. 
 
Após aprovado o texto da ECF, incorpora-se ao corpo da CF. E então ficam 
com a mesma hierarquia. 
 
Exemplo: Alteração do ICMS com relação ao DIFAL. 
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• Lei Complementar 
Lei que tem propósito de “complementar”, explicar, adicionar algo à 
Constituição. A LC difere da Lei ordinária em sua aprovação, pois exige 
maioria absoluta para sua aprovação, estabelecem as normas gerais em 
matéria tributária, como, por exemplo, conflitos de competência tributária 
entre a União, Estados, DF e os Municípios, espécies de tributos. 
 
Nem todas destinam-se a complementar diretamente o texto constitucional. 
 
São matérias de especial importância ou matérias polêmicas. 
 
Não cria tributos, exceto empréstimos compulsórios e competência residual 
da União. 
• Lei Ordinária 
A lei ordinária é um ato normativo primário, e contém, em regra, normas... 
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• Lei Ordinária 
... gerais e abstratas. Embora as leis sejam definidas, normalmente, pelas 
generalidade e abstração (“lei material”), estas contêm, não raramente, 
normas singulares (“lei formal” ou “ato normativo de efeitos concretos”). 
 
Este é o instrumento normativo capaz de instituir, aumentar, ou extinguir 
tributos. 
 
Todos os tributos devem ser criados por leis ordinárias. 
 
Lei Delegada 
Elaborada pelo chefe do poder executivo nos âmbitos federal, estadual e 
municipal, autorizada por sua respectiva casa legislativa. 
 
É feita em casos de relevância e urgência. 
 
Se aprovada pelo Legislativo, entra no sistema jurídico na qualidade de Lei 
Ordinária. 
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• Lei Ordinária 
Não admitem emendas. 
 
Existem apenas 13, sendo a última editada em 1992. 
 
Com a possibilidade de edição de medida provisória, caiu em desuso. 
• Medida Provisória 
 
 
Ato unipessoal do Presidente da República, com força de lei sem, 
participação do Poder Legislativo. Pressuposto da MP é URGÊNCIA e 
RELEVÂNCIA – Cumulativamente. 
 
Mesmo tendo força de Lei, não é verdadeiramente uma lei, pois não existiu 
processo legislativo para sua formação. 
 
Vigoram por 60 dias, podendo ser prorrogáveis por mais 60. Após isso, o... 
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• Medida Provisória 
... Congresso Nacional pode aprová-la convertendo-a em lei. 
 
Proibições: É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: 
I. relativa: 
a. nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito 
eleitoral; 
b. direito penal, processual penal e processual civil; 
c. organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a 
garantia de seus membros; 
d. planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos 
adicionais e suplementares ressalvado o previsto no art. 167 parágrafo 3º. 
II. que vise a detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou 
qualquer outro ativo financeiro; 
III. reservada a lei complementar 
IV. já disciplinada em projeto de lei aprovada pelo Congresso Nacional e 
pendente de sanção ou veto do presidente da República. 
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• Decreto Legislativo 
Atos do Congresso Nacional que disciplinam matérias privativas do 
Congresso, de competência exclusiva do Poder Legislativo com eficácia 
análoga a uma Lei. 
 
Conforme os arts. 49 e 62, parágrafo 3º da Constituição Federal, o decreto 
legislativo tem como objeto matérias apontadas como de competência 
exclusiva do Congresso Nacional. Como, por exemplo: as relações jurídicas 
decorrentes de medida provisória não convertida em lei; as resoluções 
definitivas sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem 
encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional; autorização ao 
presidente da República para declarar guerra ou para celebrar a paz; e a 
autorização ao presidente e ao vice-presidente da República para se ausentar 
do país por mais de quinze dias. 
 
Aplica-se ao D. Tributário quando aprova tratados e acordos internacionais 
sobre tributação. 
 
Resolução Legislativa 
A Resolução Legislativa visa a regulamentar matéria de interesse interno de... 
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• Decreto Legislativo 
... ambas as Casas do Congresso Nacional, quais sejam, a Câmara dos 
Deputados e o Senado Federal, em conjunto ou de cada uma delas em 
particular. 
 
Resolução 
Ato legislativo de conteúdo concreto e de efeitos internos. É a forma que 
reveste determinadas deliberações da Assembleia da República. As 
resoluções não estão, em princípio, sujeitas à promulgação e ao controle 
preventivo da constitucionalidade, exceto as que aprovem acordos 
internacionais. 
 
Portarias 
Ato administrativo de qualquer autoridade pública que contém instruções 
acerca de aplicação de leis ou regulamentos, recomendações de caráter 
geral, normas de execução de serviço, nomeações, demissões, punições, ou 
qualquer outra determinação de sua competência.
Instrução Normativa 
Ato administrativo que visa regulamentar os atos ministeriais, suas... 
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• Decreto Legislativo 
... maneiras de agir ou na criação de atos do ministérios. 
 
São normas de caráter geral. Uniforme, endereçadas a todos os órgãos que 
tenham a mesma condição, tendo caráter obrigatório apenas para os 
subordinados a uma autoridade 
 
Circular 
Norma Jurídica produzida em todos os níveis da adm. Pública, onde o 
superior define a padronização de condutas e regras. 
Assim, sua função é uniformizadora, destinando-se aos funcionários de certo 
setor, que devem conhecê-la amplamente. 
Daí provém o nome “circular”, que indica a necessidade de uma correta 
divulgação entre seus destinatários, devendo “transitar” entre eles. 
 
Parecer 
Nada mais que a análise, explicação de determinada consulta. Tem o 
objetivo de deixa claro que está sendo questionado. 
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• Decreto Legislativo 
Ato Declaratório 
Ato administrativo cuja prática declara a existência de uma relação jurídica 
entre o Estado e o particular. 
 
Comunicado CAT 
Equivalem a esclarecimento adicional sobre aquilo que ainda não ficou claro 
na legislação. 
 
 
• Estrutura dos textos das Leis 
Devemos ter conhecimento básico sobre a estrutura textual dos 
instrumentos normativos. 
 
• Caput 
• Artigo 
• Parágrafo 
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• Estrutura dos textos das Leis 
• Estrutura dos textos das Leis 
• Inciso 
• Alínea 
• Item 
 
Caput. 
Termo de origem latina, muito comum em textos jurídicos. O caput é a 
“cabeça” de um artigo de lei. Ou seja, abaixo do caput há os parágrafos, 
incisos, alíneas, itens. É como se fosse um “subtítulo”, uma identificação 
mais precisa do trecho do artigo de lei a que se refere no texto. 
 
Artigo (art., Art.). 
O artigo é a unidade básica da lei. Toda lei tem no mínimo um artigo, e ele é a 
forma mais prática para localizar alguma informação dentro da lei. O artigo é 
expresso com a abreviatura “art.” ou “Art.” seguida de um número natural. 
Por exemplo: art. 1, art. 1o, art. 10 (ou Art. 1, Art. 1o, Art. 10). É correto ler 
“artigo um”, “artigo dez”, e também “artigo primeiro”, “artigo dez”. De um a 
nove pode-se ler como número ordinal; ou seja, “artigo primeiro”, “artigo 
segundo”, “artigo terceiro”, “artigo quarto”... “artigo nono” ou, simplesmente,... 
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• Estrutura dos textos das Leis 
... “artigo um”, “artigo dois”, “artigo três”... “artigo nove”. Do dez em diante, 
deve ser lido normalmente: “artigo dez”, “artigo onze”, “artigo vinte” etc. Não 
se diz “artigo décimo primeiro”, por exemplo. 
 
Parágrafo (§). 
O parágrafo é um desdobramento da norma de determinado artigo. Ele a 
complementa ou indica alguma exceção. A numeração segue a sistemática 
explicada no caso dos artigos. Ou seja, para § 2 ou § 2o, é possível dizer 
“parágrafo dois” ou “parágrafo segundo”. De dez em diante, “parágrafo dez”, 
“parágrafo onze” etc. 
 
Inciso (I -, II -, III -, IV -). 
O inciso pode ser um desdobramento do artigo ou do parágrafo. É expresso 
em números romanos. Também pode ser lido das duas formas até o número 
9. Por exemplo, “III” é “inciso três” ou “inciso terceiro”. 
 
Alínea [a), b), c)]. 
A alínea é o desdobramento dos incisos ou dos parágrafos. É representada 
por letras minúsculas: alínea a, alínea b, c, d, etc. 
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• Estrutura dos textos das Leis 
Item (1., 2., 3.). 
O item é o desdobramento da alínea. É representado por numerais seguidos 
de ponto final. 
• Competências Tributárias 
Competência é uma condição de atribuição e capacidade, imposta ou 
atribuída a alguém. É necessário conhecer a competência de cada tributo 
para saber quem será capaz de fiscalizar as operações para aquele 
determinado tributo, para também conhecermos a abrangência do tributo em 
um determinado espaço territorial. 
 
É importante conhecer a atividade em que estamos e quais tributos estamos 
sujeitos. Isto é, numa abertura de empresa ou em uma alteração de objeto 
social, quais os impostos que podemos ter em um novo cenário. 
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• Competências Tributárias 
A CF faz a “distribuição” dos tributos para os agentes legisladores e essa 
condição é facultativa. 
 
“Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão 
instituir os seguintes tributos: 
I - impostos; 
II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva 
ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao 
contribuinte ou postos à sua disposição; 
III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.” 
 
As competências tributárias são de grande importância para o 
desenvolvimento do nosso curso, para conhecermos as regras que deverão 
ser aplicadas a cada tributo. 
 
Após conhecermos as competências, passamos a saber qual tributo será 
tributado e por qual ente público. 
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• Competências Tributárias 
Os agentes legisladores são: 
• União; 
• Estados; 
• Municípios; 
• Distrito Federal. 
 
União 
Compete a União em criação e alterações: IPI - Imposto sobre Produtos 
Industrializados e o IR - Imposto de Renda e Proventos de Qualquer Natureza. 
Há também os impostos sobre importação e exportação, sobre operações de 
crédito - IOF, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários; 
ITR - propriedade territorial rural; IGF - grandes fortunas, sobre ouro, 
empréstimos compulsórios e contribuições sociais, imposto extraordinário 
de guerra e de calamidade pública. 
 
Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: 
I - importação de produtos estrangeiros; 
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• Competências Tributárias 
II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados; 
 
III - renda e proventos de qualquer natureza; 
 
IV - produtos industrializados; 
 
(...) 
 
Estados e Distrito Federal 
Compete aos Estados e ao Distrito Federal em criação e alteração: 
transmissão “causa mortis” e doação de bens e direitos; relativos a 
circulação de mercadorias (incidindo sobre minerais, lubrificantes, 
combustíveis líquidos e gasosos e energia elétrica) e sobre prestações de 
serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação 
(transmissão e recepção de mensagens escritas, faladas, visuais, através de 
rádio, telex, televisão etc.); propriedade de veículos automotores. 
 
Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: 
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• Competências Tributárias 
I - transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos; 
 
II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de 
serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, 
ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior; 
 
III - propriedade de veículos automotores. 
 
Municípios e Distrito Federal 
Compete aos Estados e ao Distrito Federal em criação e alteração: sobre a 
propriedade predial e territorial urbana; sobre transmissão inter vivos, a 
qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis (como a venda, permuta, 
compra, transferência de financiamentos, exceto hipoteca, incorporação de 
patrimônio, fusão, cisão, extinção de pessoa jurídica); sobre vendas a varejo 
de combustíveis líquidos e gasosos, exceto óleo diesel; sobre serviços de 
qualquer natureza. 
 
Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: 
I - propriedade predial e territorial urbana; 
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• Competências Tributárias 
II - transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens
imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, 
exceto os de garantia, bem como cessão de direitos a sua aquisição; 
 
III - serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, 
definidos em lei complementar. 
 
As limitações do poder de tributar são “mecanismo” instituídos pela CF para 
regular a sede de tributar dos entes. Assim essa limitações são como as 
regras de um jogo e caso ao criar um instrumento legislativo não observa-la 
terá a eficácia desses instrumento invalida. 
A cobrança dos tributos não pode acontecer de forma ilimitada, ou seja da 
forma que os fiscais/pessoas querem, ela deve seguir exatamente o que está 
previsto em lei. Isso está previsto nos art. 150 a 152 da CF. 
 
Princípio da Legalidade 
É vedado instituir ou aumentar tributos sem que a lei estabeleça (art. 150, I 
da CF) 
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• Princípio Tributários – Limitações do Poder 
de Tributar 
 
 
Existem algumas exceções na questão de alteração das alíquotas onde um 
simples ato do poder executivo pode alterar as alíquotas dos tributos – IE, II, 
IOF, e IPI desde que observados os limites estabelecidos em lei. 
 
Princípio da Legalidade 
É vedado instituir ou aumentar tributos sem que a lei estabeleça (art. 150, I 
da CF) 
Existem algumas exceções na questão de alteração das alíquotas onde um 
simples ato do poder executivo pode alterar as alíquotas dos tributos – IE, II, 
IOF, e IPI desde que observados os limites estabelecidos em lei. 
 
Princípio da Isonomia ou Igualdade 
Todos são iguais perante a lei.(art. 150, II, da CF) 
 
Princípio da Irretroatividade 
Determina que a lei nova que instituir ou aumentar o tributo não pode atingir 
fatos gerados ocorridos antes de sua vigência (art. 150,III, a da CF) 
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• Princípio Tributários – Limitações do Poder 
de Tributar 
 
 
Princípio da Anterioridade 
A criação ou o aumento dos tributos já existentes somente poderá ocorrer a 
partir do primeiro dia do ano seguinte da publicação da Lei (art. 150, III, b e 
art. 195, §6º da CF) 
 
Anterioridade Nonagesimal – a Lei somente terá efeito após 90 dias de sua 
criação, utilizado muito em contribuições sociais. 
 
A CF determina que o II, IE, IPI, IOF e empréstimos compulsórios não estão 
sujeitos ao princípio da anterioridade. (art. 148, I e II da CF) 
 
Princípio do Não-Confisco 
O Estado fica impedido de se apossar de bens do indivíduo a pretexto de 
cobrar tributos (art. 150, IV da CF) 
 
Princípio da Liberdade de Tráfego 
É a liberdade de locomoção de pessoas e bens, assim a CF proíbe que se 
estabeleçam por meio de tributos intermunicipais ou interestaduais,... 
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• Princípio Tributários – Limitações do Poder 
de Tributar 
 
 
... limitações de ir e vir, exceto pela cobrança de pedágio (art. 150, V da CF) 
 
Princípio da Capacidade Contributiva ou Econômica 
Expressa a ideia que de cada contribuinte seja exigido o tributo adequado a 
sua capacidade econômica, visa evitar tributação excessiva (art. 145 §1º da 
CF) 
 
Princípio da Não-Cumulatividade 
Aplica-se a tributos específicos, evita sucessivas operações onde será 
apurado o tributo (art. 155 §2º da CF) 
 
Princípio da Imunidade 
Trata da impossibilidade de tributar a renda das obrigações da dívida pública 
dos estados, do distrito federal ou dos municípios (art. 151 da CF). 
 
Princípio da Seletividade 
Garante que produtos considerados como essenciais tenham tributação 
reduzida (art. 151 da CF) 
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• Princípio Tributários – Limitações do Poder 
de Tributar 
Princípio da Transparência dos Impostos 
Determina que os consumidos sejam esclarecidos acerca dos impostos 
incidentes sobre mercadoria e serviços (art. 150 §5º da CF) 
• Tributos 
 
 
Tributo 
Pecuniária que dizer que o tributo só pode ser devido em dinheiro. 
• Que envolve dinheiro 
• O porquê de o tributo existir 
 
Compulsória que dizer que o dever de pagar o tributo nasce independente da 
vontade particular 
 
• Obrigatória 
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• Tributos 
 
 
• Ilegal 
 
A definição de tributo está no art. 3º do CTN: 
“é toda prestação pecuniária compulsiva, em moeda ou cujo valor nela possa 
exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada 
mediante atividade administrativa plenamente vinculada”. 
 
Classes de Tributo 
• Imposto; 
• Taxa; 
• Contribuição de Melhoria; 
• Contribuição Especial; 
• Empréstimo Compulsório. 
 
Imposto 
Tem como fato gerador uma situação independente de qualquer atividade 
estatal específica relativa ao contribuinte (isto está descrito no art. 16 do 
CTN). Ou seja, imposto é o tributo que não está vinculado a uma... 
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• Tributos 
 
 
... contraprestação direta a quem paga. Isso quer dizer que o que é 
arrecadado com impostos não é destinado a custear obras ou serviços em 
prol do pagante. Neste caso, as receitas são usadas para custear as 
despesas gerais do Estado. Exemplos: ICMS, IPI, ISS. 
 
 
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• Tributos 
 
 
Taxa 
Este tipo de tributo está explicado no art. 77 do CTN. De acordo com a 
definição, existe a contraprestação de serviços públicos ou de benefícios 
feitos, postos à disposição ou custeados pelo Estado, em favor de quem 
paga. Ou seja, é uma quantia obrigatória em dinheiro paga em troca de algum 
serviço público fundamental (ou para o exercício do poder de polícia) 
oferecido diretamente pelo Estado. 
 
Podem receber definições como: tarifas, contas, preços públicos ou 
passagens. 
 
Podem ser consequentes do exercício do poder de polícia administrativo, 
proveniente da fiscalização. 
 
Podem ser consequentes da utilização ou não dos serviços públicos – 
específicos e divisíveis: 
• Serviço efetivamente prestado ao contribuinte; 
• Serviço potencial posto à disposição do contribuinte. 
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• Tributos 
 
 
Contribuição de Melhoria 
É o tributo cobrado pela União, por estados, pelo Distrito Federal e pelos 
municípios com o objetivo de fazer face ao custo de obra pública da qual... 
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• Tributos 
 
 
... decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa 
realizada e como limite individual o acréscimo de valor que resultar da obra 
para cada imóvel beneficiado (art. 81 do CTN). Exemplos: pavimentação e 
calçamento. 
 
Está relacionado diretamente a realização de obras públicas. 
 
1 - Contribuições de Melhorias instituídas pela União 
2 - Contribuições de Melhorias instituídas pelos Estados 
3 - Contribuições de Melhorias instituídas pelos municípios 
 
Contribuição Especial 
Está prevista nos artigos 149 e 149-A da Constituição Federal. É o tributo 
cobrado para custeio de atividades paraestatais e pode ser social, de 
intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias econômicas 
ou profissionais. Exemplos: contribuição social, contribuição previdenciária. 
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• Tributos 
 
 
Contribuições sobre o faturamento ou sobre o lucro 
1 – Contribuição social para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) 
2 – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CLL) 
3 – PIS/PASEP 
Contribuições sobre as importações 
1 – Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) 
2 – PIS/PASEP 
Contribuições trabalhistas ou sobre a folha de pagamento 
1 – PIS/PASEP 
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• Tributos 
 
 
Empréstimo Compulsório 
É o tributo que só pode ser instituído pela união, por lei complementar. 
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• Tributos 
 
 
Ocorre em casos de: calamidade publica, guerras externas, necessidades
de 
recursos iminentes, investimento publico de caráter urgente, relevante e de 
interesse nacional. 
 
1 – Empréstimo compulsório instituído por ocasião de guerra externa ou de 
sua iminência; (CF, art. 148) 
2 – Empréstimo compulsório instituído por ocasião de calamidade pública 
que exija auxílio federal impossível de atender com os recursos 
orçamentários disponíveis; (CF, art. 148) 
3 – Empréstimo compulsório instituído por ocasião de conjuntura que exija a 
absorção temporária de poder aquisitivo, (CTN, art. 15) – este dispositivo não 
foi recepcionado pela CF 
4 – Empréstimo compulsório instituído no caso de investimento público de 
caráter urgente e de relevante interesse nacional (CF, art. 148) 
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• Diretos e Indiretos 
 
 
Impostos Indiretos 
Por definição é quando ocorre a transferência do ônus de pagamento total ou 
parcial, para terceiros. 
 
São os impostos que incidem sobre os produtos e serviços que as pessoas 
consomem. São cobrados de produtores e comerciantes, porém acabam 
atingindo indiretamente os consumidores, pois estes impostos são 
repassados para os preços destes produtos e serviços. 
 
Exemplos: ICMS, IPI e ISS 
 
Impostos Diretos 
Quando o recolhimento é feito pelo contribuinte direto, a quem a lei impõe o 
dever de paga-lo. 
 
São os impostos que os governos (federal, estadual e municipal) arrecadam 
sobre o patrimônio (bens) e renda (salários, aluguéis, rendimentos de 
aplicações financeiras) dos trabalhadores. São considerados impostos 
diretos, pois o governo arrecada diretamente dos cidadãos. 
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• Diretos e Indiretos 
 
 
Exemplos: IRPF, IPVA, IPTU 
• Obrigação Principal e Obrigação Acessória 
 
 
Obrigação tributária principal. 
É a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência, 
isto é, o próprio pagamento do tributo devido. O recolhimento de imposto é 
um exemplo. 
 
Obrigação tributária acessória. 
É qualquer situação que, na forma da legislação, imponha a prática ou a 
abstenção de ato que não configure obrigação tributária principal, ou seja, 
procedimentos que nos levem a conhecer o montante da obrigação principal. 
Exemplos: GIA-ICMS, escrituração de livros, emissão de nota fiscal. Aqui, 
você, profissional de escrituração fiscal, vê claramente o ponto em que sua 
atividade se encaixa; trata-se de uma amostra clara de sua 
função na grande engrenagem que é o sistema tributário de um país. 
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• Regimes Tributários 
 
 
Os regimes tributário são as forma de apuração dos tributos onde o 
contribuinte faz a sua opção com base na especificações de cada regimes, 
são eles: 
• MEI; 
• Simples Nacional; 
• Imunes e Isentas; 
• Lucro Presumido; 
• Lucro Arbitrado; 
• Lucro Real. 
• Conceitos 
 
 
Lei. 
É principal elemento da obrigação, pois cria a situação de ocorrer incidência 
tributária sobre o ato, o fato ou o negócio jurídico. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Conceitos 
 
 
Fato gerador. 
É a ação que gera a incidência tributária. 
 
Sujeito ativo. 
Como já visto, é o poder tributante (o governo). É quem recebe. 
 
Sujeito passivo. 
É quem paga o tributo; é o contribuinte. 
 
Objeto. 
É o pagamento do tributo ou a penalidade pecuniária. O ato mais importante 
da legislação tributária é a sua publicação, pois só assim ela entra em vigor. 
 
Alíquota. 
É o percentual definido em lei que, aplicado sobre a base de cálculo, 
determina o montante do tributo a ser recolhido. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Conceitos 
 
 
Base de cálculo. 
É o valor sobre o qual será aplicada a alíquota (percentual), com finalidade de 
apurar o montante a ser recolhido. 
 
Imposto devido. 
É o resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo de cada 
operação ou prestação sujeita a incidência de tributo. 
 
Imposto anteriormente cobrado. 
É o imposto destacado no documento fiscal de compra. 
 
Substituto. 
É aquele que a legislação determina como responsável pelo recolhimento 
do imposto. Cabe ressaltar que, embora o pagamento do imposto seja de 
responsabilidade do substituto, ele cobra do substituído o imposto retido e 
destacado na nota fiscal de venda da mercadoria. 
38 
Assistente Fiscal 
 
 
• Conceitos 
 
 
Substituído. 
É aquele que dá causa ao fato gerador, mas a legislação o dispensa de 
recolhimento, pois atribui ao substituto essa obrigação. 
 
Documento fiscal hábil. 
É aquele que atende a todos os requisitos da legislação, devendo ser emitido 
por contribuinte regularmente inscrito. 
 
Tributo Credor 
É quando ao final da apuração do tributo o saldo fica positivo e esse saldo é 
carregado para o mês seguinte da apuração. 
• Regime de Caixa e Regime de Competência 
 
 
O regime de caixa e o regime de competência são forma de apuração do 
reconhecimento da Receita, ou seja é a forma em que a empresa ia realizar... 
39 
Assistente Fiscal 
 
 
• Regime de Caixa e Regime de Competência 
 
 
... o reconhecimento do faturamento para apuração dos tributos. 
 
Regime de Competência 
No R. de competência as receita são reconhecidas na data do fato gerado(ou 
data da emissão), assim o reconhecimento das receita ocorrem 
independentemente do recebimento financeiro. 
 
Regime de Caixa 
No R. de caixa as receita são reconhecidas somente são reconhecidas 
quando houver o recebimento financeiro. 
• Regime Cumulativo e não Cumulativo 
 
 
O regime de cumulativo e o regime não cumulativo são formas de apuração 
dos tributos. 
40 
Assistente Fiscal 
 
 
• Regime Cumulativo e não Cumulativo 
 
 
Regime Cumulativo 
No regime cumulativo o faturamento é apurado com base em todos os 
documentos emitidos, permitindo desconto como IPI, ICMS-ST, devoluções e 
vendas canceladas. 
 
Regime Não Cumulativo 
O regime não cumulativo é um método onde se permite o aproveitamento de 
créditos relativos as operações de entradas que posteriormente serão 
descontados dos débitos das operações de saídas. 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
Breve Histórico 
O sistema de arrecadação simplificado de vários tributos surge no Brasil em 
1996 através da Lei 9.316, e tem como foco principal microempresas e 
empresas de pequeno porte. 
41 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
O Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das 
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples permitia que essas 
empresas recolhessem através de um único documento os seguinte tributos: 
IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI e também contribuições para seguridade social. 
O ICMS e o ISS poderiam ser incluídos nesse recolhimento desde que os 
Estados ou os Municípios realizassem a adesão mediante convênio. 
 
Essa forma de recolhimento vigorou até 30/06/2007 quando então surge o 
Regime Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas 
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional que foi 
instituído pela Lei Complementar 123/2006. 
 
A grande diferença destacada entre as duas formas de recolhimento, é que 
no Simples Nacional o ICMS e o ISS já estão inclusos no recolhimento sem 
que houvesse necessidade dos Estados ou Municípios aderissem ao 
recolhimento através de convênio. Essa inclusão só foi possível a partir da 
Emenda a Constituição 42/2003, que inseriu na CF um dispositivo que 
possibilitava através de Lei Complementar um tratamento diferenciado e 
favorecido as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. 
42 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
Estrutura Legislativa 
Constituição Federal – Art. 179 
 
Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 
Lei Complementar 123/2006 e suas alterações Ex. Lei Complementar 
155/2016.
Decretos, Resoluções do CGSN, Portarias do CGSN, Recomendações do 
CGSN, Instruções Normativas. 
 
Art. 179. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão 
às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, 
tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de 
suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou 
pela eliminação ou redução destas por meio de lei. 
 
Todas a regras e diretrizes desse regime dispõe sobre alterações no 
regulamento, alterações nas alíquotas e buscam trazer um melhor... 
43 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
... entendimento da legislação. 
 
O Simples Nacional nada mais é que um regime (unificado) compartilhado de 
arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos que são aplicáveis as ME e 
EPP. E, com base na atividade desenvolvida pela empresa, ela será 
enquadrada em um dos 5 anexos do Simples Nacional. 
 
O Simples Nacional abrange tributos da União como PIS,COFINS, IRPJ,CSLL, 
IPI, CPP/INSS – tributos Estaduais como ICMS e tributos Municipais como 
ISS. 
 
É administrado por um Comitê Gestor, que é composto por oito integrantes: 
quatro da Secretária da Receita Federal do Brasil, dois dos Estados e dois 
dos Municípios. 
 
Para que uma empresa possa ser enquadrada ele deve cumprir alguns 
aspectos: 
44 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
• Enquadrar-se na definição de Microempresa (faturamento de R$ 0,00 a 
360.000,00 no ano calendário) ou Empresa de Pequeno Porte 
(faturamento de R$ 360.000,01 a 4.800.000,00 no ano calendário); 
• Cumprir os requisitos previstos na legislação, exemplo: composição do 
quadro societário, ou atividade exercida pela empresa, inexistência de 
débitos com tributos a lista de vedações está descrita no art.3 da LC 
123/2006; 
• E por último formalizar sua opção ao regime do Simples Nacional. 
 
Empresas que realizam exportações tem o limite de 4.800.000,00 “dobrado”, 
ou seja a empresa pode faturar no mercado interno R$ 4.800.000,00 e no 
mercado externo R$ 4.800.000,00, essas receitas não são somadas para fins 
do cálculo do estouro do simples nacional. Caso alguma das receita estoure 
o limite, a empresa será desenquadrada do regime de apuração. 
 
Algumas características do Simples Nacional: 
• Ser facultativo; 
• Ser irretratável para todo o ano-calendário; 
45 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
• Abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, COFINS, IPI, ICMS, 
ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência 
Social a cargo da pessoa jurídica (CPP); 
• Recolhimento dos tributos abrangidos mediante documento único de 
arrecadação - DAS; 
• Disponibilização às ME/EPP de sistema eletrônico para a realização do 
cálculo do valor mensal devido, geração do DAS e, a partir de janeiro de 
2012, para constituição do crédito tributário; 
• Apresentação de declaração única e simplificada de informações 
socioeconômicas e fiscais; 
• Prazo para recolhimento do DAS até o dia 20 do mês subsequente àquele 
em que houver sido auferida a receita bruta; 
• Possibilidade de os Estados adotarem sublimites para EPP em função da 
respectiva participação no PIB. Os estabelecimentos localizados nesses 
Estados cuja receita bruta total extrapolar o respectivo sublimite deverão 
recolher o ICMS e o ISS diretamente ao Estado ou ao Município. 
46 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
A pessoa física que for sócia de várias empresas enquadradas no Simples 
Nacional, deve sempre estar atenta a somatória dos faturamentos dessas 
empresas, pois o somatório desse faturamento não deve ultrapassar o limite 
deste regime, caso isso ocorrer todas as empresas que este estiver 
composto no quadro societário perderão automaticamente o regime do 
Simples Nacional. 
 
Também é possível que uma pessoa física seja social de uma empresa 
enquadrada no Simples Nacional e também de outras empresas 
enquadradas em outros regimes. A única questão que deve ser observada 
nesse ponto, é que sua participação não pode exceder 10% em cada uma das 
empresas não enquadradas no Simples Nacional. 
 
A legislação também determina que no quadro societário da empresa 
optante pelo Simples Nacional não é permitido sócios Pessoa Jurídica. 
 
O sócio da empresa optante pelo Simples Nacional poderá figurar como 
administrador de outra pessoa jurídica desde que a receita bruta somada não 
ultrapasse o limite estabelecido em lei para o Simples Nacional. 
47 
Assistente Fiscal 
 
 
• Simples Nacional 
 
 
Com as alterações trazidas pela LC 155/2016 na última faixa de faturamento 
do Simples Nacional é retirado do recolhimento unificado o ICMS e o ISS, 
assim esses impostos passam a serem recolhimento da forma normal de 
recolhimento com base em casa Estado e Município. Os Estados cuja a 
participação no PIB for até 1% poderá optar em antecipar esse sublimite para 
R$ 1.800.000,00, assim as empresa estabelecidas nesses Estados passam a 
recolher o ICMS na forma normal antes de atingirem a última faixa do 
Simples Nacional. 
• Inicio de Atividade 
 
 
A opção ao simples nacional deve ser feita sempre no mês de janeiro de 
cada ano. 
 
As empresas que optarem pelo Simples Nacional no início de suas 
atividades, vão considerar, ao realizar a apuração deste regime, a 
proporcionalização da receita bruta com base no mês de início de suas... 
48 
Assistente Fiscal 
 
 
• Inicio de Atividade 
 
 
Exemplo: 
 
Uma empresa que iniciou suas atividades em abril/2020. 
 
Proporcionalização – R$ 4.800.000,00 ÷ 12 (meses) = R$ 400.000,00 esse é 
valor que uma empresa poderia faturar mensalmente para se manter no 
simples nacional. 
 
Como a empresa iniciou suas atividades em abril devemos contar a 
quantidade de meses de abril a dezembro: 
Quantidade de mês – R$ 400.000,00 x 9 = 3.600.000,00 esse é o novo limite 
de faturamento para a empresa neste ano, no próximo ano não irá mais ter a 
proporcionalidade. 
 
A mesma equação deve ser aplicada para as questões do recolhimento do 
ICMS e do ISS fora do Simples Nacional. 
49 
Assistente Fiscal 
 
 
• Conceito 
 
 
Na apuração do Simples Nacional temos dois conceitos que são primordiais 
para a continuação desse modulo, esses conceitos são RBT12 – Receita 
Bruta Total dos Últimos 12 meses, RBA – Receita Bruta acumulada no ano 
calendário corrente. 
 
Primeiro vamos compreender a composição da Receita Bruta (RB) para o 
Simples Nacional, no SN receita bruta é o produto da venda de bens e 
serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o 
resultado nas operações em conta alheia, excluídas as vendas canceladas e 
os descontos incondicionais concedidos. Também deve ser excluído da RB o 
valor do ICMS-ST quando o contribuinte estiver na condição de Substituto 
Tributário. 
 
RBT12 - Receita Bruta Total dos Últimos 12 meses, nada mais é que a 
somatória da RB dos últimos meses do período de apuração (PA) que está 
sendo calculado. A RBT12 é que determinará qual é a faixa de faturamento a 
empresa estará inserida, assim com ela podemos iniciar o cálculo para 
apuração do Simples Nacional. 
50 
Assistente Fiscal 
 
 
• Conceito 
 
 
RBA – Receita Bruta acumulada no ano calendário corrente é a somatória da 
RB do ano corrente e é essa informação que precisamos estar atentos para 
questão de exclusão do Simples Nacional ou exclusão do ICMS e/ou do ISS 
do cálculo do Simples Nacional. 
 
Alíquota Nominal é o percentual que é apresentado nas tabelas dos anexos 
do Simples Nacional, essa alíquota é utilizada para calcular a alíquota efetiva. 
 
Alíquota Efetiva é o percentual que será aplicado sobre
a receita bruta do 
mês para apurar o valor do Simples Nacional devido. 
 
Formula para apuração da alíquota efetiva: 
 
(RBT12 x Alq. Nom) – PD = Alíquota Efetiva 
 RBT12 
 
Receita Bruta Mensal x Alíquota Efetiva = DAS Devido 
51 
Assistente Fiscal 
 
 
• Conceito 
 
 
ISS Fixo – Alguns municípios podem definir um valor de ISS fixo para 
algumas atividades assim o ISS devido dentro do simples é desconsiderado 
pois a empresa que estiver enquadrada nessa condição ira recolher um guia 
de ISS nos moldes que cada prefeitura definir. 
• Fator R 
 
 
O Fator R é a relação da folha de pagamento(funcionários + pró-labore + 
terceiros) dos últimos 12 meses pela receita bruta dos últimos 12 meses. 
 
Algumas atividades que são tributadas no anexo V do simples nacional 
podem ter sua tributação reduzida sendo tributadas no anexo III do simples 
nacional. Para essas empresa possam ter esse “benefício” a relação apurada 
no fator R precisa ser maior ou igual a 28%, ou seja quer dizer que a folha de 
pagamento dos últimos 12 meses precisa representar pelo menos 28% do 
faturamento dos últimos 12 meses. 
52 
Assistente Fiscal 
 
 
• Fator R 
 
 
Se a relação do fator R for atendida a empresa passa a tributada o no anexo 
3 naquele PA. 
Formula: 
 
Fopag Ult.. 12 meses 
Receita Bruta Ult. 12 meses 
 
 
• Regime de Caixa e Competência 
 
 
A empresa optante do Simples Nacional poderá optar pelo Regime de 
Reconhecimento por Caixa ou Competência. A opção é realizado no mês de 
novembro de cada ano e nos caso de inicio de atividade a empresa deve 
fazer a opção pelo regime antes da primeira apuração, essa opção é 
irretratável por todo ano calendário. 
53 
Assistente Fiscal 
 
 
• Regime de Caixa e Competência 
 
 
No Regime de Competência a receita será reconhecida pela data de emissão 
e o Regime de Caixa é reconhecido na data do recebimento financeiro. 
 
No caso do Regime de Caixa existem 3 hipóteses em que a receita deve ser 
reconhecida mesmo não havendo efetivo recebimento: 
 
• Encerramento de Atividades; 
• Retorno ao regime de competência; 
• Exclusão do Simples Nacional. 
 
Mesmo que a empresa opte pelo Regime de Caixa para realizar a apuração 
da receita bruta mensal e a RBT12 para fins do cálculo da alíquota será 
utilizado o Regime de Competência. 
54 
Assistente Fiscal 
 
 
• Regime de Caixa e Competência 
 
 
55 
Assistente Fiscal 
 
 
• Regime de Caixa e Competência 
 
 
56 
Assistente Fiscal 
 
 
• Excesso 20% Sub-Limite 
 
 
A legislação do simples prevê o excesso de sublimite da receita em 20% do 
limite de faturamento do simples do limite de faturamento para exclusão do 
ICMS e do ISS e para exclusão da empresa do regime simples nacional. 
 
Esse excesso é como um gargalo para que o contribuinte possa se ajustar a 
um novo modelo de tributação no caso do ICMS e do ISS e/ou se adequar a 
um novo regime tributário devido a exclusão do simples. 
 
No caso da exclusão do ICMS e do ISS do simples o limite de faturamento é 
R$ 3.600.000,00 assim o sublimite fica (3.600.000,00+20%) R$ 4.320.000,00. 
 
Se a empresa ultrapassar os 3.600.000,00 em até 20% ou seja ficar dentro 
dos 4.320.000,00 ela irá retirar o ICMS e o ISS a partir do próximo ano 
calendário. 
 
Se a empresa ultrapassar os 3.600.000,00 mais que 20% ou seja passar os 
4.320.000,00 ela vai retirar o ICMS e o ISS no mês seguinte em que houve o 
estouro. 
57 
Assistente Fiscal 
 
 
• Excesso 20% Sub-Limite 
 
 
No caso da exclusão do Regime o limite de faturamento é R$ 4.800.000,00 
assim o sublimite fica (4.800.000,00+20%) R$ 5.760.000,00 
 
Se a empresa ultrapassar os 4.800.000,00 em até 20% ou seja ficar dentro 
dos 5.760.000,00 ela será excluída do simples somente no ano calendário 
seguinte. 
 
Se a empresa ultrapassar os 4.800.000,00 mais que 20% ou seja passar os 
5.760.000,00 ela será excluída do simples no mês seguinte em que ocorreu o 
estouro. 
• Substituição Tributária 
 
 
As empresas optantes pelo Simples Nacional também estão sujeitas a 
incidência da substituição tributária tanto na condição de substituto 
tributário quanto na condição de substituído. 
58 
Assistente Fiscal 
 
 
• Substituição Tributária 
 
 
Para os contribuinte substitutos a única diferença que existe com relação as 
empresas do regime normal é que os optantes pelo simples não utilizam o 
IVA-Ajustado para realizar o cálculo do ICMS-ST da operação. 
 
Hipóteses onde os optantes pelo Simples devem verificar a incidência da 
Substituição Tributária: 
 
• Saída de mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária por 
estabelecimento industrial/equiparado ou atacadistas; 
• Entrada de mercadorias sujeita ao regime da substituição tributária vinda 
de outro Estado; 
• Saída de mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária para 
outro Estado por estabelecimento atacadista ou varejista que tenha 
recebido com ICMS-ST já retido. 
 
Para realizar o calculo da ST o contribuinte optante do simples deve observar 
a alíquota do ICMS para o produto que está sujeito a ST mesmo que o 
mesmo não ira realizar o destaque da operação própria no documento fiscal. 
59 
Assistente Fiscal 
 
 
• Substituição Tributária 
 
 
Quando não ocorre a Substituição Tributária 
 
Podem ocorrer situações onde a operação/mercadoria está sujeita ao regime 
da substituição tributária mais por alguma condição não ira ocorrer a 
incidência da ST, as condições são: 
 
• Venda para consumidor final(CPF oi CNPJ sem IE); 
• Venda para empresas que irão utilizar o produto no processo produtivo; 
• Venda para empresas que irão utilizar o produto como uso e consumo ou 
ativo imobilizado. 
 
Cálculo 
 
Base de Cálculo ICMS-ST 
 
Para realizar o cálculo da BC ICMS ST vamos fazer da seguinte forma: 
60 
Assistente Fiscal 
 
 
• Substituição Tributária 
 
 
Operação Própria: Valor do Produtos + IPI + Frete + Despesas Acessórias + 
Seguros = BC ICMS 
 
BC ICMS * IVA = “X” 
 
X + BC ICMS = BC ICMS ST 
 
ICMS-ST 
 
Para calcular o ICMS-ST valor utilizar o produto “X” do cálculo anterior. 
 
X * Alíquota de ICMS da Operação = ICMS-ST 
• Preenchimento do Documento Fiscal 
 
 
• BC ICMS 
61 
Assistente Fiscal 
 
 
• Preenchimento do Documento Fiscal 
 
 
• ICMS 
• BC ICMS ST 
• ICMS-ST 
• VL TOT PROD 
• FRETE 
• DESCONTO 
• OTS DESP 
• IPI 
• VL TOT NF-E 
 
 
• DIFAL 
 
 
As empresas optantes pelo Simples Nacional também não estão sujeitas a 
incidência do DIFAL nas saídas destinadas a consumidor final ou empresas 
não contribuintes do ICMS. 
62 
Assistente Fiscal 
 
 
• DIFAL 
 
 
A emenda constitucional 87/2015 instituiu o DIFAL para as saídas 
destinadas a consumidor final pessoa física ou empresas não contribuinte do 
ICMS no primeiro momento a incidência dessa alteração legislativa 
alcançava todos os contribuintes que realizassem esse tipo de operação até 
mesmo os optantes do simples nacional. Como as empresas do simples não 
tem a apropriação dos créditos relativos as entradas das mercadoria 
verificou-se que essas empresas estavam perdendo competitividade ao 
apurar o DIFAL e recolher esse tributo no momento da venda, com isso foi 
feito uma ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5.464 onde através 
dessa ADI as empresas optantes pelo sistema foram retiradas do rol de 
incidência do DIFAL. 
 
 
• Diferencial de Alíquotas 
 
 
As empresas optantes pelo Simples Nacional estão sujeitas a incidência do 
diferencial de alíquotas do ICMS relativo as operações de entradas de 
mercadoria vindas de outros Estados. 
63 
Assistente Fiscal 
 
 
• Diferencial de Alíquotas
Uma empresa optante pelo simples nacional quando adquirir produtos para 
industrialização, revenda, despesa ou até mesmo ativo imobilidade deverá 
calcular a diferença entre a alíquota interestadual da operação destacada no 
documento fiscal, caso o contribuinte remetente também for optante pelo 
simples nacional a empresa adquirente deve considerar a alíquota 
interestadual comum entre os Estados daquela operação, e a alíquota interna 
dos produtos relacionados no documentos fiscal, essa diferença deve ser 
recolhida para o Estado destinatário da operação. 
 
 
• PIS/COFINS Monofásico 
 
 
As empresas optantes pelo Simples Nacional também estão sujeitas a 
incidência do PIS e da COFINS no regime monofásico. Isso que dizer que as 
saídas de produtos que estão sujeito ao regime monofásico do PIS e COFINS 
pelo simples nacional deve ser apurado e recolhido através de DARF fora do 
Simples Nacional. 
64 
Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS Monofásico 
 
 
Assim também as empresas varejistas e atacadistas que receberem um 
produto que tenha sido recolhido o PIS e COFINS monofásico deverá retirar 
da sua apuração do simples o PIS e a COFINS pois esses tributos já foram 
recolhidos anteriormente. 
 
As atividades sujeitas ao regime monofásico do PIS e da COFINS são 
geralmente as empresas industriais pois dessa forma a fiscalização se 
concentra em apenas uma etapa da cadeia comercial. 
 
Como consultar os produtos sujeitos a incidência monofásica do PIS e da 
COFINS? 
 
 
• Atividades Impeditivas 
 
 
Para poder optar pelo regime do simples nacional além das questões 
societárias e também de faturamento a empresa que deseja se enquadrar 
deve observar se sua atividade não está impedida optar por esse regime. 
65 
Assistente Fiscal 
 
 
• Atividades Impeditivas 
 
 
O art. 17 da Lei Complementar 123/2006 traz quais são as atividades que 
não podem optar pelo regime do simples nacional. 
 
 
• Apuração de Deduções 
 
 
O valor que será considerado como faturamento/receita bruta é o valor que a 
empresa optante pelo simples nacional emitiu em seus documentos fiscais. 
Assim temos o inicio da apuração das empresas optantes pelo simples 
nacional que é o levantamento/apuração da receita bruta. 
 
As deduções ou exclusões da receita são valores que acresceram o valor da 
receita bruta mais com base na legislação devem ser deduzidos. Exemplo – 
Vendas Canceladas, Desconto Incondicionais, ICMS-ST e Devolução de 
venda. 
 
Art.3º Lei Complementar123/2006 
66 
Assistente Fiscal 
 
 
• Apuração de Deduções 
 
 
§ 1º Considera-se receita bruta, para fins do disposto no caput deste artigo, 
o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o 
preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, 
não incluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais 
concedidos. 
 
Receita Bruta 
 
• Venda de Produtos Produzidos pela Empresa 
• Revenda de Produtos Adquirido de Terceiros 
• Serviços Prestados pela Empresa 
• (-) Vendas Canceladas 
• (-) Desconto Incondicional Concedido 
• (-) ICMS-ST, (-) Devolução de Venda 
• (=) Base de Cálculo para apuração do DAS antes da segregação 
67 
Assistente Fiscal 
 
 
• Obrigação Acessória PGDAS 
 
 
68 
Assistente Fiscal 
 
 
• Obrigação Acessória PGDAS 
 
 
69 
Assistente Fiscal 
 
 
• Obrigação Acessória PGDAS 
 
 
70 
Assistente Fiscal 
 
 
• Obrigação Acessória PGDAS 
 
 
71 
Assistente Fiscal 
 
 
• Obrigação Acessória PGDAS 
 
 
72 
Assistente Fiscal 
 
 
• DeSTDA 
 
 
As empresas optantes pelo simples nacional estão obrigadas a apresentar a 
DeSTDA a partir de 01/01/20216. A obrigatoriedade se aplica a todos os 
estabelecimentos contribuintes do ICMS. 
 
Os optantes pelo Simples Nacional deverão declarar o seguinte: 
 
• O ICMS retido como substituto tributário (operações antecedentes, 
concomitantes e subsequentes); 
O ICMS devido em operações com bens ou mercadorias sujeitas ao 
regime de antecipação do recolhimento do imposto, nas aquisições em 
outros Estados e Distrito Federal; 
• OICMS devido em aquisições em outros Estados e no Distrito Federal de 
bens ou mercadorias, não sujeitas ao regime de antecipação do 
recolhimento do imposto, relativo à diferença entre a alíquota interna e a 
interestadual; 
O ICMS devido nas operações e prestações interestaduais que destinem 
bens e serviços a consumidor final não contribuinte do imposto. 
A declaração ainda não permite informar valores relativos ao adicional do 
Fundo Estadual de Combate à Pobreza. 
73 
Assistente Fiscal 
 
 
• DeSTDA 
 
 
O arquivo digital da DeSTDA deverá ser enviado, à administração tributária do 
Estado de localização do estabelecimento, até o dia 20 do mês 
subsequente ao encerramento do período de apuração, ou quando for o caso, 
até o primeiro dia útil imediatamente seguinte. Confira no quadro abaixo as 
datas de entrega. 
RETIFICAÇÃO DO ARQUIVO 
 
O contribuinte poderá retificar a DeSTDA da seguinte forma: 
 
a) até o dia 20 do mês subsequente ao encerramento do período de 
apuração, ou quando for o caso, até o primeiro dia útil imediatamente 
seguinte, independentemente de autorização da administração tributária; 
b) após o dia 20 do mês subsequente ao encerramento do período de 
apuração, ou quando for o caso, até o primeiro dia útil imediatamente 
seguinte, conforme estabelecido pela Unidade Federada à qual deva ser 
prestada a informação. 
 
A retificação será efetuada mediante envio de outro arquivo para 
substituição integral do arquivo digital da DeSTDA regularmente recebida... 
74 
Assistente Fiscal 
 
 
• DeSTDA 
 
 
... pela administração tributária, sendo observados os mesmos 
procedimentos para verificação e validação do arquivo original. 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
Breve Histórico 
 
No Brasil os serviços começaram a ser tributados pro volta do ano 1812 por 
determinação de D. Joao VI, embora neste período não houvesse um tributo 
especifico sobre serviços. 
 
Em 1860 a Lei Orçamentária instituiu o Imposto de Industrias e Profissões. 
 
A primeira constituição de 1891 passou a competência desse tributo para os 
Estados, podendo ser transferido para os municípios, essa transferência 
ocorreu em 1891 através da Lei Estadual 16/1891 
75 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
Em 1965 com a Emenda Constitucional surgem o ISS, IPI e o ICMS. 
 
Em 1967 entra em vigor a Lei 5172/76 que continua a disciplinar matérias 
sobre o Tributo, que em sequencia essa Lei é denominada como Código 
Tributário Nacional. 
 
Em 1968 o Decreto-Lei 406/68 faz a primeira grande reformulação no ISS, 
este decreto sofreu diversas alterações ao longo do tempo e disciplinou a 
incidência do ISSQN por mais de trinta anos. 
 
Em 2003 entra em vigor a Lei Complementar 116/03 revogando praticamente 
todo o Decreto-Lei 406/68 e desde então a LC regulamenta o tributos até os 
dias de hoje. 
 
• Espécie – Imposto 
• Apuração – Regime Normal 
• Tributo Indireto 
76 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
As Leis e Decretos municipais em suas instituições do ISS devem observar 
as “regras” que estão estabelecidas na Lei Complementar 116/03, ocorre que 
isso na maioria das vezes não acontece. Além de observar a LC 116/03 os 
municípios devem observar ao instituírem o ISS as limitações e diretrizes 
 
No Brasil existem aproximadamente 5.570 municípios ou seja são 5.570 
legislação instituindo, regulamentando e tratando assuntos sobre ISS. 
 
Com base no art. 4º da LC 116/03 considera-se estabelecimento prestador: 
• Art. 4º Considera-se estabelecimento prestador o local
onde o 
contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo 
permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou 
profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de 
sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de 
representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser 
utilizadas. 
 
O contribuinte do ISS é definido no art. 5 da LC 116/03: 
• Art. 5º Contribuinte é o prestador do serviço. 
77 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
Para definirmos o fato gerador do ISS primeiro devemos observar a regra 
matriz desse tributo: 
 
• Critério Material – prestação dos serviços constantes na lista anexa à Lei 
Complementar 116/03 
• Critério Espacial – Município 
• Critério Temporal – Momento da incidência em que o serviço é 
disponibilizado ao tomador. 
 
O Fato Gerador do ISS é a prestação do serviço propriamente dita conforme 
diz o art. 1º da LC 116/03, assim prestação de serviço é a obrigação de 
fazer(esforço humano). Não é uma obrigação de dar algo. O Fato Gerador é 
considerado como ocorrido com a realização do serviço. 
 
Art. 1º O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos 
Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação de 
serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como 
atividade preponderante do prestador. 
78 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
§ 1º O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do 
País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. 
§ 2º Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa, os serviços nela 
mencionados não ficam sujeitos ao Imposto Sobre Operações Relativas à 
Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte 
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, ainda que sua 
prestação envolva fornecimento de mercadorias. 
§ 3º O imposto de que trata esta Lei Complementar incide ainda sobre os 
serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos 
explorados economicamente mediante autorização, permissão ou 
concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final 
do serviço. 
§ 4º A incidência do imposto não depende da denominação dada ao serviço 
prestado. 
 
O ISS incidirá sobre os serviços relacionados na lista anexa à LC 116/03 
 
Além de compreendermos a incidência do ISS também precisamos entender 
as hipóteses de não incidência do tributo, essas hipóteses estão... 
79 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
... relacionadas no art. 2º da LC. 
 
Art. 2º O imposto não incide sobre: 
I – as exportações de serviços para o exterior do País; 
II – a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores 
avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho 
fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos 
gerentes-delegados; 
III – o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor 
dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos 
a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. 
Parágrafo único. Não se enquadram no disposto no inciso I os serviços 
desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o 
pagamento seja feito por residente no exterior. 
O imposto não incide sobre Tipos de Serviços 
Item 1 1. Nas prestações de serviços para o exterior do País, cujo resultado não seja verificado 
no Brasil. 
1. Serviços em relação de emprego, 
Item 2 2. Dos trabalhadores avulsos, 
3. Dos diretores e membros de conselhos consultivo ou de conselho fiscal de sociedades 
e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados. 
80 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
O art. 7 trata a base de cálculo do tributo de forma bem simples 
 
Art. 7º A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. 
§ 1º Quando os serviços descritos pelo subitem 3.04 da lista anexa forem 
prestados no território de mais de um Município, a base de cálculo será 
proporcional, conforme o caso, à extensão da ferrovia, rodovia, dutos e 
condutos de qualquer natureza, cabos de qualquer natureza, ou ao número 
de postes, existentes em cada Município. 
§ 2º Não se incluem na base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de 
Qualquer Natureza: 
I - o valor dos materiais fornecidos pelo prestador dos serviços previstos nos 
itens 7.02 e 7.05 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar; 
O imposto não incide 
sobre 
Tipos de Serviços 
Item 3 
 
1. Valores intermediados no mercado de títulos e valores 
mobiliários, 
2. Valores dos depósitos bancários, 
3. Principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações 
de créditos realizadas por instituições financeiras. 
81 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
As alíquota do ISS estão definidas nos arts. 8 e 8-4. O ISS é um tributo que 
tem bem definido pela lei sua alíquota máxima (5%) e mínima (2%) a grande 
questão é que as definições ficam flutuando entre esses valores. 
 
Cada município definirá sua alíquota para cada serviço com base na lista de 
serviços assim mais uma vez temos um grande questão de conflito no 
momento das retenções do tributo. 
 
Art. 8º As alíquotas máximas do Imposto Sobre Serviços de Qualquer 
Natureza são as seguintes: 
(...) 
II – demais serviços, 5% (cinco por cento). 
Art. 8º-A. A alíquota mínima do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza 
é de 2% (dois por cento). (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
§ 1º O imposto não será objeto de concessão de isenções, incentivos ou 
benefícios tributários ou financeiros, inclusive de redução de base de cálculo 
ou de crédito presumido ou outorgado, ou sob qualquer outra forma que 
resulte, direta ou indiretamente, em carga tributária menor que a decorrente... 
82 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
... da aplicação da alíquota mínima estabelecida no caput, exceto para os 
serviços a que se referem os subitens 7.02, 7.05 e 16.01 da lista anexa a esta 
Lei Complementar. (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
§ 2º É nula a lei ou o ato do Município ou do Distrito Federal que não respeite 
as disposições relativas à alíquota mínima previstas neste artigo no caso de 
serviço prestado a tomador ou intermediário localizado em Município diverso 
daquele onde está localizado o prestador do serviço. (Incluído pela Lei 
Complementar nº 157, de 2016) 
§ 3º A nulidade a que se refere o § 2º deste artigo gera, para o prestador do 
serviço, perante o Município ou o Distrito Federal que não respeitar as 
disposições deste artigo, o direito à restituição do valor efetivamente pago do 
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza calculado sob a égide da lei 
nula. 
 
A retenção do serviço pela regra geral ficaria condicionada quando o ISS for 
devido no local da prestação do serviço conforme as exceções destacadas 
no art. 3º. Assim fica a cargo do tomador do serviço a responsabilidade da 
retenção do imposto no momento de sua apuração. 
83 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
Acontece que na prática isso não funciona conforme está exemplificado na 
LC116/03 pois cada município por possuir sua própria regulamentação do 
ISS acaba que alteração o local onde o ISS deve ser retido. 
 
Devemos sempre observa a regra geral da LC116/03 como norteador do 
nosso entendimento mais no momento de apurarmos o tributo deveremos 
observar o regulamento interno de cada município. 
 
I – do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de 
estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, na
hipótese do § 1o do art. 
1o desta Lei Complementar; 
II – da instalação dos andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas, no 
caso dos serviços descritos no subitem 3.05 da lista anexa; 
III – da execução da obra, no caso dos serviços descritos no subitem 7.02 e 
7.19 da lista anexa; 
IV – da demolição, no caso dos serviços descritos no subitem 7.04 da lista 
anexa; 
V – das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres, no caso 
dos serviços descritos no subitem 7.05 da lista anexa; 
84 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
VI – da execução da varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, 
reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos 
quaisquer, no caso dos serviços descritos no subitem 7.09 da lista anexa; 
VII – da execução da limpeza, manutenção e conservação de vias e 
logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e 
congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da lista anexa; 
VIII – da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no 
caso dos serviços descritos no subitem 7.11 da lista anexa; 
IX – do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes 
físicos, químicos e biológicos, no caso dos serviços descritos no subitem 
7.12 da lista anexa; 
XII - do florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação, reparação de 
solo, plantio, silagem, colheita, corte, descascamento de árvores, silvicultura, 
exploração florestal e serviços congêneres indissociáveis da formação, 
manutenção e colheita de florestas para quaisquer fins e por quaisquer 
meios; (Redação dada pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XIII – da execução dos serviços de escoramento, contenção de encostas e 
congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.17 da lista anexa; 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
XIV – da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos no subitem 
7.18 da lista anexa; 
XV – onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços 
descritos no subitem 11.01 da lista anexa; 
XVI - dos bens, dos semoventes ou do domicílio das pessoas vigiados, 
segurados ou monitorados, no caso dos serviços descritos no subitem 11.02 
da lista anexa; (Redação dada pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XVII – do armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda do 
bem, no caso dos serviços descritos no subitem 11.04 da lista anexa; 
XVIII – da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e 
congêneres, no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12, exceto 
o 12.13, da lista anexa; 
XIX - do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos 
serviços descritos pelo item 16 da lista anexa; (Redação dada pela Lei 
Complementar nº 157, de 2016) 
XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de 
estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos 
pelo subitem 17.05 da lista anexa; 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o 
planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos 
pelo subitem 17.10 da lista anexa; 
XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou 
metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. 
XXIII - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 
5.09; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de 
estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos 
pelo subitem 17.05 da lista anexa; 
XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o 
planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos 
pelo subitem 17.10 da lista anexa; 
XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou 
metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. 
XXIII - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 
5.09; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de 
estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços... 
87 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
... descritos pelo subitem 17.05 da lista anexa; 
XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o 
planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos 
pelo subitem 17.10 da lista anexa; 
XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou 
metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. 
XXIII - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 
5.09; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XXIV - do domicílio do tomador do serviço no caso dos serviços prestados 
pelas administradoras de cartão de crédito ou débito e demais descritos no 
subitem 15.01; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XXV - do domicílio do tomador do serviço do subitem 15.09. (Redação dada 
pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
§ 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista anexa, 
considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município 
em cujo território haja extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e 
condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, 
arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou 
não. (Vide ADIN 3142) 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
XXIV - do domicílio do tomador do serviço no caso dos serviços prestados 
pelas administradoras de cartão de crédito ou débito e demais descritos no 
subitem 15.01; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) 
XXV - do domicílio do tomador do serviço do subitem 15.09. (Redação dada 
pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
§ 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista anexa, 
considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município 
em cujo território haja extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e 
condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, 
arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou 
não. (Vide ADIN 3142) 
§ 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem 22.01 da lista anexa, 
considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município 
em cujo território haja extensão de rodovia explorada. 
§ 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do 
estabelecimento prestador nos serviços executados em águas marítimas, 
excetuados os serviços descritos no subitem 20.01. 
§ 4º Na hipótese de descumprimento do disposto no caput ou no § 1º, 
ambos do art. 8º-A desta Lei Complementar, o imposto será devido no local... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
... do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de 
estabelecimento, onde ele estiver domiciliado. (Incluído pela Lei 
Complementar nº 157, de 2016) 
§ 5º Ressalvadas as exceções e especificações estabelecidas nos §§ 6º a 12 
deste artigo, considera-se tomador dos serviços referidos nos incisos XXIII, 
XXIV e XXV do caput deste artigo o contratante do serviço e, no caso de 
negócio jurídico que envolva estipulação em favor de unidade da pessoa 
jurídica contratante, a unidade em favor da qual o serviço foi estipulado, 
sendo irrelevantes para caracterizá-la as denominações de sede, filial, 
agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou 
contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. (Incluído
pela Lei 
Complementar nº 175, de 2020) 
§ 6º No caso dos serviços de planos de saúde ou de medicina e congêneres, 
referidos nos subitens 4.22 e 4.23 da lista de serviços anexa a esta Lei 
Complementar, o tomador do serviço é a pessoa física beneficiária vinculada 
à operadora por meio de convênio ou contrato de plano de saúde individual, 
familiar, coletivo empresarial ou coletivo por adesão. (Incluído pela Lei 
Complementar nº 175, de 2020) 
90 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
§ 7º Nos casos em que houver dependentes vinculados ao titular do plano, 
será considerado apenas o domicílio do titular para fins do disposto no § 6º 
deste artigo. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
§ 8º No caso dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e 
congêneres, referidos no subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei 
Complementar, prestados diretamente aos portadores de cartões de crédito 
ou débito e congêneres, o tomador é o primeiro titular do cartão. (Incluído 
pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
§ 9º O local do estabelecimento credenciado é considerado o domicílio do 
tomador dos demais serviços referidos no subitem 15.01 da lista de serviços 
anexa a esta Lei Complementar relativos às transferências realizadas por 
meio de cartão de crédito ou débito, ou a eles conexos, que sejam prestados 
ao tomador, direta ou indiretamente, por: (Incluído pela Lei Complementar nº 
175, de 2020) 
 
I - bandeiras; (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
II - credenciadoras; ou (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
III - emissoras de cartões de crédito e débito. (Incluído pela Lei 
Complementar nº 175, de 2020) 
91 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
§ 10. No caso dos serviços de administração de carteira de valores 
mobiliários e dos serviços de administração e gestão de fundos e clubes de 
investimento, referidos no subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei 
Complementar, o tomador é o cotista. (Incluído pela Lei Complementar nº 
175, de 2020) 
§ 11. No caso dos serviços de administração de consórcios, o tomador de 
serviço é o consorciado. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 
§ 12. No caso dos serviços de arrendamento mercantil, o tomador do serviço 
é o arrendatário, pessoa física ou a unidade beneficiária da pessoa jurídica, 
domiciliado no País, e, no caso de arrendatário não domiciliado no País, o 
tomador é o beneficiário do serviço no País. (Incluído pela Lei Complementar 
nº 175, de 2020) 
Quando houve a retenção do ISS na operação, o valor que seria devido pelo 
responsável do recolhimento será deduzido do valor do serviço cobrado(base 
de cálculo). 
92 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
Exemplo: 
 
Valor do Serviço – R$ 1.000,00 
Base de Cálculo do Serviço – R$ 1.000,00 
Alíquota de ISS da operação – 5% 
Valor do ISS devido – 50,00 
Valor da Retenção do ISS – 50,00 
Valor Líquido da Nota Fiscal de Serviços – 950,00 
 
O lançamento fiscal nada mais que a preparação para a apuração do ISS, no 
lançamento devemos avaliar quais são as informações que precisamos 
captar nos documentos fiscais que são imprescindíveis para o 
preenchimento do lançamento fiscais: 
• Data de Emissão 
• Data de Execução ou Conclusão do Serviço 
• Número 
• CNPJ/CPF 
• CNPJ/CPF Local da Prestação 
93 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
• Código do Serviço 
• Modelo do Documento Fiscal 
• Serie do Documento fiscal 
• Valor Total do Documento Fiscal 
• Valor dos Materiais 
• Base de Cálculo do ISS 
• Alíquota do ISS 
• Valor do ISS 
• ISS Retido 
• Outras Retenções 
• Valor Líquido do Documentos Fiscal 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
95 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
96 
Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
A apuração nada mais que a consolidação dos lançamentos fiscais por isso 
é imprescindível o domínio dos lançamentos para que no momento da 
consolidação não tenha erros na consolidação. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
É a apuração que vai definir o valor total do imposto a ser recolhido no final 
do período de apuração e também defini o valor total do faturamento bruto e 
líquido dos serviços do período de apuração. 
 
O produto da apuração são os livros de apuração do ISS e as guias de 
recolhimento. 
 
 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ISS – Imposto Sobre Serviços 
 
 
99 
Assistente Fiscal 
 
 
• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Breve Histórico 
 
Em 31.12.1922 a união por meio da Lei 4.625 criou na constituição de 1891 o 
IVM – Imposto sobre Vendas Mercantis. 
Anos depois na constituição de 1932 o IVM foi transformado em IVC – 
Imposto sobre Vendas e Consignações de competência estadual. Este foi o 
primeiro tributo que tinha como base de tributação o consumo interno. 
Com o advento da constituição de 1967 houve uma reforma tributária 
enorme no STN, e esta constituição trouxe a substituição do IVC pelo ICM – 
Imposto sobre Circulação de Mercadoria. 
Os impostos sobre consumo nasceram juntos e foram divididos em três 
esferas de governo, IPI – Federal, ICM – Estadual e ISS – Municipal. 
Com a promulgação da constituição de 1988 a base de tributação do ICM foi 
ampliada, alçando assim base de outros tributos entre eles transporte, 
comunicação, energia elétrica entre outras e assim passou a se denominar 
como ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Estrutura Legislativa 
Constituição Federal – Art. 155 – Inciso II 
• ” Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos 
sobre: (...) 
 
• II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de 
serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, 
ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior; 
Código Tributário Nacional/Lei 5172/76 
Lei Complementar 87/1996 – Lei Kandir 
• Regula os pontos básicos para instituição do tributo e deve server de base 
para as leis estaduais que criam o ICMS 
Lei Ordinária Estados e Distrito Federal. 
• Cria o ICMS nos Estados e no DF, não pode alterar o que já está disposto 
na LC, mais tem poder de definir as alíquotas internas e as penalidades 
Decreto Estadual 
• Aprova o Regulamento do ICMS e cria as obrigações acessórias 
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Assistente Fiscal 
 
 
• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Portarias, Resoluções...etc. 
• Normas complementares para explicar ou disciplinas o cumprimento da 
legislação 
Convênios CONFAZ 
• São acordos entre os Estados que tratam sobre benefícios fiscais e 
outros assuntos de relevância do ICMS. 
 
• Espécie – Imposto 
• Apuração – Regime Normal 
• Tributo Indireto 
 
ICMS é um dos maiores tributos devido sua complexidade e quantidade de 
legislações 
§ 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte: 
I - será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação 
relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o 
montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo 
Distrito Federal; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
II - a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da 
legislação: 
a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas 
operações ou prestações seguintes; 
b) acarretará a anulação
do crédito relativo às operações anteriores; 
III - poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos 
serviços; 
IV - resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República ou 
de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus 
membros, estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações, 
interestaduais e de exportação; 
V - é facultado ao Senado Federal: 
a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas, mediante 
resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus 
membros; 
b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito 
específico que envolva interesse de Estados, mediante resolução de iniciativa 
da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
VI - salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal, nos 
termos do disposto no inciso XII, "g", as alíquotas internas, nas operações 
relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços, não 
poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais; 
VII - em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a 
consumidor final localizado em outro Estado, adotar-se-á: 
a) a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto; 
b) a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele; 
VII - nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor 
final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, adotar-se-á 
a alíquota interestadual e caberá ao Estado de localização do destinatário o 
imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado 
destinatário e a alíquota interestadual; 
VIII - na hipótese da alínea "a" do inciso anterior, caberá ao Estado da 
localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a 
alíquota interna e a interestadual; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
VIII - a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à 
diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que trata o inciso VII 
será atribuída: 
ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto; 
ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto; 
IX - incidirá também: 
a) sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, ainda quando se 
tratar de bem destinado a consumo ou ativo fixo do estabelecimento, assim 
como sobre serviço prestado no exterior, cabendo o imposto ao Estado onde 
estiver situado o estabelecimento destinatário da mercadoria ou do serviço; 
a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa 
física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, 
qualquer que seja a sua finalidade, assim como sobre o serviço prestado no 
exterior, cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o 
estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviço; 
b) b) sobre o valor total da operação, quando mercadorias forem fornecidas 
com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios; 
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X - não incidirá: 
a) sobre operações que destinem ao exterior produtos industrializados, 
excluídos os semielaborados definidos em lei complementar; 
a) sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, nem sobre 
serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a manutenção e o 
aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e 
prestações anteriores; 
b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo, inclusive 
lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia 
elétrica; 
c) sobre o ouro, nas hipóteses definidas no art. 153, § 5º; 
d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de 
radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita; 
XI - não compreenderá, em sua base de cálculo, o montante do imposto 
sobre produtos industrializados, quando a operação, realizada entre 
contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à 
comercialização, configure fato gerador dos dois impostos; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
XII - cabe à lei complementar: 
a) definir seus contribuintes; 
b) dispor sobre substituição tributária; 
c) disciplinar o regime de compensação do imposto; 
d) fixar, para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento 
responsável, o local das operações relativas à circulação de mercadorias e 
das prestações de serviços; 
e) excluir da incidência do imposto, nas exportações para o exterior, serviços 
e outros produtos além dos mencionados no inciso X, "a" 
f) prever casos de manutenção de crédito, relativamente à remessa para 
outro Estado e exportação para o exterior, de serviços e de mercadorias; 
g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito 
Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e 
revogados. 
h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto incidirá 
uma única vez, qualquer que seja a sua finalidade, hipótese em que não se 
aplicará o disposto no inciso X, b ; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
i) fixar a base de cálculo, de modo que o montante do imposto a integre, 
também na importação do exterior de bem, mercadoria ou serviço. 
 
§ 3º À exceção dos impostos de que tratam o inciso II do caput deste artigo 
e o art. 153, I e II, nenhum outro imposto poderá incidir sobre operações 
relativas a energia elétrica, serviços de telecomunicações, derivados de 
petróleo, combustíveis e minerais do País. 
 
§ 4º Na hipótese do inciso XII, h, observar-se-á o seguinte: 
I - nas operações com os lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo, 
o imposto caberá ao Estado onde ocorrer o consumo; 
II - nas operações interestaduais, entre contribuintes, com gás natural e seus 
derivados, e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste 
parágrafo, o imposto será repartido entre os Estados de origem e de destino, 
mantendo-se a mesma proporcionalidade que ocorre nas operações com as 
demais mercadorias; 
III - nas operações interestaduais com gás natural e seus derivados, e 
lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo,... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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... destinadas a não contribuinte, o imposto caberá ao Estado de origem; IV - 
as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação dos Estados e 
Distrito Federal, nos termos do § 2º, XII, g , observando-se o seguinte: 
serão uniformes em todo o território nacional, podendo ser diferenciadas por 
produto; 
poderão ser específicas, por unidade de medida adotada, ou ad valorem , 
incidindo sobre o valor da operação ou sobre o preço que o produto ou seu 
similar alcançaria em uma venda em condições de livre concorrência; 
c) poderão ser reduzidas e restabelecidas, não se lhes aplicando o disposto 
no art. 150, III, b . 
 
§ 5º As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4º, inclusive as 
relativas à apuração e à destinação do imposto, serão estabelecidas 
mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do § 2º, 
XII, g 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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Limitações
Tributárias 
Incidência: origem legal sobre um evento, que fará nascer a obrigação 
tributária. 
 
Diferimento: transferência do fato gerador para outra etapa, ou seja, uma 
espécie de adiantamento do pagamento do imposto. Art.260 RICMS. 
 
Isenção: dispensa legal do pagamento do tributo específico de um evento. 
Art.175 do CTN. Prevista do Anexo I do RICMS. Exemplo: exposição ou feiras, 
amostra grátis, remessa de vasilhame. 
 
Suspensão: deixar de cobrar o tributo por determinado período, ou seja, é 
adiado para um momento futuro, sem transferir a responsabilidade tributária. 
Exemplo: demonstração (art.319, § 1º - sessenta dias), industrialização 
(art.402 – 180 dias, art. 409), ambos do RICMS. 
 
Imunidade: limitação constitucional de não poder tributar em evento 
específico. Exemplo: livros, jornais e periódicos. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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Alíquota zero: evento tributável mas que, momentaneamente, sofre 
tributação nula. 
 
Não incidência: competência existente sobre a tributação específica de um 
evento, ou seja, fato ou ato praticado não se enquadra na lei tributária como 
sendo devido ao imposto. Prevista no Art.7º do RICMS. Exemplo: saída para 
o ativo imobilizado, conserto, locação. 
 
Contribuinte do ICMS – Art. 4º Lei Complementar 87/96 
Contribuinte do ICMS é qualquer pessoa física ou jurídica, que realize 
operações de circulação de mercadoria (transferência de posse) ou 
prestação de transporte intermunicipal e interestadual, comunicação e 
energia elétrica, operações de importação. 
 
Contribuinte do ICMS: Responsável 
Contribuinte do ICMS responsável como o próprio nome já diz é aquele que 
por lei tem a obrigação de fazer o recolhimento do ICMS, ou seja assume a 
obrigação de pagar o tributo, bem como os atos a ele decorrentes. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Contribuinte do ICMS: Substituto 
Contribuinte do ICMS substituto é a pessoa obrigada ao pagamento do 
tributo objeto de obrigação e de cujo fato gerador não participou 
diretamente. 
 
Contribuinte do ICMS: Substituído 
Contribuinte do ICMS substituído que causa o fato gerador mais pela 
legislação fica dispensada do recolhimento. 
 
Art. 4º Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com 
habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de 
circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte 
interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e 
as prestações se iniciem no exterior. 
 
Parágrafo único. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, 
mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
I – importe mercadorias ou bens do exterior, qualquer que seja a sua 
finalidade; 
II - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se 
tenha iniciado no exterior; 
III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou 
abandonados; 
IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de 
petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado, quando não destinados 
à comercialização ou à industrialização. 
 
Art. 2° O imposto incide sobre: 
I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento 
de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos 
similares; 
II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por 
qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; 
III - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio,... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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... inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a 
retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer 
natureza; 
IV - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não 
compreendidos na competência tributária dos Municípios; 
V - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao 
imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei 
complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto 
estadual. 
 
§ 1º O imposto incide também: 
I - sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou 
jurídica, ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo 
permanente do estabelecimento; 
I - sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa 
física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, 
qualquer que seja a sua finalidade; 
 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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II - sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado 
no exterior; 
III - sobre a entrada, no território do Estado destinatário, de petróleo, inclusive 
lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia 
elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, 
decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto ao Estado onde 
estiver localizado o adquirente. 
 
§ 2º A caracterização do fato gerador independe da natureza jurídica da 
operação que o constitua. 
Art. 3º O imposto não incide sobre: 
I - operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua 
impressão; 
II - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive 
produtos primários e produtos industrializados semielaborados, ou serviços; 
III - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive 
lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando 
destinados à industrialização ou à comercialização; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
IV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou 
instrumento cambial; 
V - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a 
ser utilizadas na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de 
qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto 
sobre serviços, de competência dos Municípios, ressalvadas as hipóteses 
previstas na mesma lei complementar; 
 VI - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de 
propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie; 
VII - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a 
operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do 
devedor; 
VIII - operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do 
bem arrendado ao arrendatário; 
IX - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens 
móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. 
Parágrafo único. Equipara-se às operações de que trata o inciso II a saída de 
mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior,... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
... destinada a: 
I - empresa comercial exportadora, inclusive tradings ou outro 
estabelecimento da mesma empresa; 
II - armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. 
 
Art. 12. Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento: 
I - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para 
outro estabelecimento do mesmo titular; 
II - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por 
qualquer estabelecimento; 
III - da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral 
ou
em depósito fechado, no Estado do transmitente; 
IV - da transmissão de propriedade de mercadoria, ou de título que a 
represente, quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento 
transmitente; 
V - do início da prestação de serviços de transporte interestadual e 
intermunicipal, de qualquer natureza; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
VI - do ato final do transporte iniciado no exterior; 
VII - das prestações onerosas de serviços de comunicação, feita por qualquer 
meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a 
retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer 
natureza; 
VIII - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: 
a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios; 
b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação 
expressa de incidência do imposto de competência estadual, como definido 
na lei complementar aplicável; 
IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do 
exterior; 
X - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior; 
XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados 
do exterior e apreendidos ou abandonados; 
XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis 
líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro 
Estado, quando não destinados à comercialização ou à industrialização; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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XIII - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha 
iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação 
subsequente. 
 
§ 1º Na hipótese do inciso VII, quando o serviço for prestado mediante 
pagamento em ficha, cartão ou assemelhados, considera-se ocorrido o fato 
gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao 
usuário. 
 
§ 2º Na hipótese do inciso IX, após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo 
depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser 
autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço, que somente se 
fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto 
incidente no ato do despacho aduaneiro, salvo disposição em contrário. 
 
§ 3º Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior 
antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador neste 
momento, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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... contrário, exigir a comprovação do pagamento do imposto. 
 
O art. 13 da LC 87/96 trata da regra geral da formação da Base de Cálculo 
Art. 13. A base de cálculo do imposto é: 
I - na saída de mercadoria prevista nos incisos I, III e IV do art. 12, o valor da 
operação; 
II - na hipótese do inciso II do art. 12, o valor da operação, compreendendo 
mercadoria e serviço; 
III - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação, o preço do serviço; 
IV - no fornecimento de que trata o inciso VIII do art. 12; 
a) o valor da operação, na hipótese da alínea a; 
b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada, na hipótese da 
alínea b; 
V - na hipótese do inciso IX do art. 12, a soma das seguintes parcelas: 
a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, 
observado o disposto no art. 14; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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b) imposto de importação; 
c) imposto sobre produtos industrializados; 
d) imposto sobre operações de câmbio; 
e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas 
aduaneiras; 
VI - na hipótese do inciso X do art. 12, o valor da prestação do serviço, 
acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a sua 
utilização; 
VII - no caso do inciso XI do art. 12, o valor da operação acrescido do valor 
dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as 
despesas cobradas ou debitadas ao adquirente; 
VIII - na hipótese do inciso XII do art. 12, o valor da operação de que decorrer 
a entrada; 
IX - na hipótese do inciso XIII do art. 12, o valor da prestação no Estado de 
origem. 
 
§ 1º Integra a base de cálculo do imposto, inclusive na hipótese do inciso V 
do caput deste artigo: 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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I - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera 
indicação para fins de controle; 
II - o valor correspondente a: 
a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem 
como descontos concedidos sob condição; 
b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua 
conta e ordem e seja cobrado em separado. 
 
§ 2º Não integra a base de cálculo do imposto o montante do Imposto sobre 
Produtos Industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e 
relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, 
configurar fato gerador de ambos os impostos. 
 
§ 3º No caso do inciso IX, o imposto a pagar será o valor resultante da 
aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a 
interestadual, sobre o valor ali previsto. 
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§ 4º Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outro 
Estado, pertencente ao mesmo titular, a base de cálculo do imposto é: 
I - o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria; 
II - o custo da mercadoria produzida, assim entendida a soma do custo da 
matéria-prima, material secundário, mão-de-obra e acondicionamento; 
III - tratando-se de mercadorias não industrializadas, o seu preço corrente no 
mercado atacadista do estabelecimento remetente. 
 
§ 5º Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de 
contribuintes diferentes, caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da 
prestação, a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do 
remetente ou do prestador. 
 
As alíquotas serão definidas baseadas no princípio da seletividade. 
 
Como cada Estado tem capacidade de instituir o tributo com as alíquotas 
não é diferente, cada Estado define suas alíquotas internas. As alíquotas 
interestaduais são definidas pelo Senado, assim os Estado não pode... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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... alterar esses percentuais. 
 
Assim temos as alíquotas internas são aquelas regulamentas pela legislação 
do próprio Estado e são utilizadas somente nas operações realizadas dentro 
do território do Estado. A alíquotas interestaduais são regulamentadas pelo 
Senado e são utilizadas nas operações realizadas entre os estados 
 
Cada Estado define sua alíquota comum, ou seja a alíquota comum é 
alíquota incidente na maior para das operações tratadas pela legislação. Os 
Estados também definem alíquota reduzidas como “benefícios” e também 
alíquotas majoradas onde a tributação será mais alta visando a desestimular 
o consumo de produtos específicos. 
 
As alíquotas internas não podem ser menores do que as alíquotas previstas 
para as operações interestaduais. 
 
Alíquotas Interestaduais. 
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Operações realizadas do Sul e Sudeste (menos ES) para Norte, Nordeste, 
Centro-Oeste e Espirito Santo – 7% 
 
Operações realizadas
do Sul e Sudeste (menos ES) para do Sul e Sudeste 
(menos ES) – 12% 
 
Operação com Produtos Importados – 4% 
 
Existem outras alíquotas que são tratadas como benefícios fiscal. 
 
Alíquotas Internas 
 
As alíquota internas dos Estados giram entre 17% – 17,5% - 18% - 20% - 21% - 
22% 
 
Também existem alíquotas internas maiores ou menores que as comuns 
mais são muitos especificas de cada regulamento. 
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Como o ICMS é um imposto regido pelo princípio da não-cumulatividade é 
permitido o aproveitamento de crédito relativo as operação de entrada. Os 
créditos são realizado com base na atividade da empresa, assim não é 
permitido crédito relativo a produtos que não façam parte da atividade fim da 
empresa. 
 
É importante ressaltar desde já que cada tributo regido pela não-
cumulatividade tem sua particularidade, então para cada tributa sujeito a 
este regime devemos considerar suas particularidades. 
 
Para considerar os crédito é preciso entender a atividade desenvolvida pela 
empresa, para assim possamos considerar quais serão os possíveis créditos 
para aquela empresa. 
 
Créditos possíveis 
• Mercadorias adquiridas para revenda; 
• Matéria-Prima e Insumos integrados ao processo produtivo; 
• Ativo Imobilizado – CIAP; 
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• Energia Elétrica; 
• Combustível; 
• Fretes; 
• Devolução; 
• Simples Nacional; 
• Matéria-Prima e Insumo adquirida com ICMS retido; 
• Créditos Outorgados e Presumidos. 
 
Créditos Vedados 
• Uso e Consumo; 
• Operações subsequentes Isentas e Não Tributadas; 
• Operações não relacionada a atividade fim da empresa; 
• Comunicação; 
• Documento Inidôneo. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
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Benefícios fiscais são situações colocadas pela legislação onde resulte 
direta ou indiretamente nas postergação do prazo de recolhimento do tributo, 
dispensa ou redução, total ou parcial, do valor do imposto de determinada 
operação. 
 
Os benefícios fiscais que temos para o ICMS são: 
• Isenção; 
• Não Tributação; 
• Diferimento; 
• Suspenção; 
• Redução da Base de Calculo; 
• Redução da Carga Tributária; 
• Crédito Outorgado ou Presumido; 
• Manutenção do Crédito; 
• Devolução do Crédito Total ou Parcial. 
 
Os benefícios além se estarem ligado as questões do princípio da... 
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... seletividade eles também são gatilhos para estimular determinados 
pontos da economia. 
 
A substituição tributária (ST) é um “mecanismo” criado desde a vigência do 
ICM na década de 70, esse mecanismo ele foi criado com intuito de facilitar o 
controle de arrecadação do tributo, ou seja a ST nada mais é que uma 
concentração da arrecadação do tributo em um único momento da cadeia 
comercial. Com isso começam as surgir as questões polemicas como as 
antecipações dos fatos geradores futuros. 
 
Como o próprio nome já define a substituição tributária substitui fato 
geradores sejam eles anteriores ao fato gerador atual, concomitantes ou 
subsequentes(posteriores ao fato gerador atual): 
 
Fatos Anteriores: Conhecida como substituição tributária para trás 
geralmente está ligada a operações com estabelecimentos produtores rurais 
com destino a estabelecimentos industriais(Diferimento). 
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Fatos Posteriores: Este é o “modelo” mais comum onde a responsabilidade 
do recolhimento do tributo de fatos geradores futuros é assumida pelo 
substituto tributário – também pode ser chamado de fato gerador presumido 
pois como os fatos geradores futuros ainda não ocorreram o fisco acaba 
impondo ao contribuinte uma situação que pode não ocorrer no 
futuro(Retenção na fonte). 
 
Concomitantes: Essa modalidade é a condição onde a responsabilidade do 
recolhimento do tributo a outro contribuinte, e não aquele que está realizando 
a operação simultaneamente com a ocorrência do fato gerador. 
 
Os principais motivos para a existência da ST é a simplificação da 
fiscalização – pequeno número de fabricantes em frente a varejistas, e 
também a tendência é que as empresa varejista são menores que os 
fabricantes – alta rotatividade – fácil identificação – preços mais estáveis e 
uniformes. 
 
A ST das operações posteriores não possuía previsão na constituição e... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
... nem no CTN, por este motivo houve diversos questionamentos acerda da 
inconstitucionalidade dessa cobrança. 
 
IVA ou MVA – Índice de valor agregado ou margem de valor agregado 
 
O IVA e/ou MVA é um percentual estipulado pelo fisco onde este valor é 
calculo com base em estudos de mercado, esse percentual é agregado ao 
valor da operação que será realizada a fim de agregar a operação a “margem 
de lucro” da operações futuras para que possa ser recolhido 
antecipadamente o tributo referido. 
 
IVA ou MVA – Ajustado 
 
O IVA e/ou MVA Ajustado é utilizado nas operações interestaduais pois o IVA 
ou MVA definido pelos Estados está harmonizado em sua alíquota interna 
(comum) então quando é realizado a operação interestadual o percentual 
precisa ser harmonizado na alíquota interestadual. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Quando ajusta o IVA e quando não ajusta? 
 
Convênios e Protocolos 
 
A Substituição Tributária também é tratada muitas das vezes nas operações 
interestaduais devido as diferenças das alíquotas interestaduais e das 
alíquotas internas. Assim os convênios e protocolos vem para harmonizar o 
recolhimento do tributo. 
 
GNRE 
 
Guia Nacional de Recolhimentos de Tributos Estaduais é o documento 
emitido para realizar os recolhimentos do imposto nas operações 
interestaduais da substituição tributária. 
 
Cálculo 
 
Base de Cálculo ICMS-ST 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Para realizar o cálculo da BC ICMS ST vamos fazer da seguinte forma: 
 
Operação Própria: Valor do Produtos + IPI + Frete + Despesas Acessórias + 
Seguros = BC ICMS 
 
BC ICMS * IVA = “X” 
 
X + BC ICMS = BC ICMS ST 
 
ICMS-ST 
 
Para calcular o ICMS-ST valor utilizar o produto “X” do cálculo anterior. 
 
X * Alíquota de ICMS da Operação = ICMS-ST 
 
IVA Ajustado 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
IVA ou MVA Ajustado = ((1+IVA Original)*(1-Alíquota Interestadual)/(1-
Alíquota Interna))-1 
 
Simples Nacional 
Para empresas optante do simples nacional a Substituição Tributária 
ocorrerá da mesma forma em que ocorre em uma empresa do regime 
normal, assim todos os cálculos são considerados da mesma forma na 
condição da ST, somente a operação própria será recolhida dentro do 
Simples Nacional. 
 
Quando não ocorre a Substituição Tributária 
 
Podem ocorrer situações onde a operação/mercadoria está sujeita ao regime 
da substituição tributária mais por alguma condição não ira ocorrer a 
incidência da ST, as condições são: 
 
• Venda para consumidor final(CPF oi CNPJ sem IE); 
• Venda para empresas que irão utilizar o produto no processo produtivo; 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
• Venda para empresas que irão utilizar o produto como uso e consumo ou 
ativo imobilizado.
Quais Produtos Estão sujeito as ST 
 
CEST 
O CEST – Código Especificador da Substituição Tributária é como se fosse o 
RG da substituição tributária é esse código que ira identificar o produto nas 
condições da substituição tributária. No desenvolver de nosso curso iremos 
nos aprofundar mais sobre este código. 
 
Diferencial de Alíquotas 
 
O diferencial de alíquotas nada mais é uma operação que ocorre entre 
empresas de Estados diferentes onde nossa operação será considerada a 
alíquota interna do Estado do destinatário e a alíquota interestadual que 
estará destacada no documentos fiscal do remetente da operação. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Naturalmente as alíquotas internas são maiores que as alíquotas 
interestaduais e por este motivo ocorre o diferencial de alíquotas. 
 
Em uma empresa do regime normal o diferencial de alíquotas será apurado 
nas operações de aquisição de produtos utilizados como uso e consumo e 
os produtos destinados a integração do ativo imobilizado da empresa. No 
Simples Nacional o diferencial de alíquotas será considerado em todas as 
operações de aquisição interestadual. 
 
Precisamos observar também que se caso o produto esteja sujeito a 
substituição tributária na operação interestadual não haverá a incidência do 
diferencial de alíquotas. 
 
DIFAL 
 
Para entendermos o DIFAL primeiro vamos falar como ocorriam as operação 
antes da instituição do DIFAL na Constituição Federal, Antes de 2016 as... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
... operações interestaduais de saídas destinadas a consumidor final ou 
empresa não contribuintes do ICMS o ICMS destacado no documento fiscal 
era a alíquota de ICMS da operação interna do Estado do remetente da 
operação. 
 
O recolhimento do ICMS ficava para o Estado de origem da operação, com 
isso nasceu uma das “Guerra Fiscal” relacionadas ao ICMS pois no caso em 
questão os Estados de destino requeriam que o ICMS dessas operações 
fossem recolhidos no destino, ou seja eles queriam aquele imposto para 
eles. 
 
Como essa situação era definida através da constituição federal precisava de 
uma emenda a constituição para que o recolhimento passasse a ser feito 
nos Estados de destinos das operações. 
 
Com o grande crescimento das operações não presenciais (vendas pela 
internet) começou a ser mais discutido essa condição e em 2015 onde foi 
criada a Emenda Constitucional 87/2015, que a partir de 2016 tivemos a... 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
... alteração dessas operações. 
 
A partir de 2016 essas operações foram alteradas na medida em que a 
alíquota da operação destacada no documento fiscal é a alíquota 
interestadual e a partir dessa alteração o contribuinte remetente da operação 
passou a recolher para o Estado de destino a diferença da alíquota 
interestadual com a alíquota interna do destino assim no fim das contas o 
valor recolhido acaba sendo o mesmo como era antes da alterações, a 
alteração também trouxe uma condição onde era repartido o ICMS da 
diferença entre as alíquotas conforme falamos anteriormente para o Estado 
de destino e do Estado de origem, até que em 2019 o recolhimento dessa 
diferença foi totalmente transferida para o Estado de destino da operação. 
 
Com o advento do DIFAL as empresa do simples nacional no primeiro 
momento também ficaram sujeitas a esse recolhimento e acabaram 
perdendo a competitividade, com isso foi feita a ADI – Ação Direta de 
Inconstitucionalidade 5.464 onde foi retirada essa obrigatoriedade de 
recolhimento por parte das empresas optantes do Simples Nacional. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
Lançamento Fiscal 
 
Lançamento Fiscal nada mais é que o registro das operações de entradas e 
saídas relacionados ao ICMS, temos como padrão uma estrutura básico 
onde podemos validar esse lançamentos. O que precisamos é compreender 
a fundo essa estrutura pois é esse o ponto de partida para compreender a 
mecânica nos sistema contábeis e ERP’s. 
 
Valor Contábil + Base de Cálculo + Isento Não Tributado + Outras + IPI + 
ICMS-ST 
 
Apuração 
 
A apuração do ICMS nada mais é que a reunião dos lançamentos fiscais 
onde é feita a verificação se ao final de um período de apuração o 
contribuinte teve mais créditos onde esses valores serão transferidos para 
períodos futuros ou débito onde após a apuração deverá ser recolhido o 
imposto. 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
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• ICMS – Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços 
 
 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
Breve Histórico 
 
O IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados nasce em 30 de novembro 
de 1964 através da Lei 4.502/64 como Imposto de Consumo. 
 
Em 18 de novembro de 1966 através do Decreto Lei 34/66 adota o nome 
definitivo de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados. 
 
Somente em 2010 através do Decreto 7.212/2010 temos uma alteração 
grande no Regulamento deste Imposto. 
 
Em 2011 o Decreto 7.660/2011 traz a TIPI – Tabela de Incidência do IPI 
 
Constituição Federal – Art. 153 – Inciso IV 
 
Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
Regulamento do IPI – Decreto 7.212/10 
 
Decretos, Instruções Normativas 
” Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre (...) 
 
IV - produtos industrializados; 
 
Todas a regras e diretrizes do imposto. 
 
Dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam 
trazer um melhor entendimento da legislação. 
 
§ 1º É facultado ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites 
estabelecidos em lei, alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos 
incisos I, II, IV e V. 
 
§ 3º O imposto previsto no inciso IV: 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
I - será seletivo, em função da essencialidade do produto; 
II - será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação 
com o montante cobrado nas anteriores; 
III - não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. 
IV - terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de bens de capital pelo 
contribuinte do imposto, na forma da lei. 
 
Princípio Constitucionais 
 
Princípio da Legalidade 
 
Este princípio aplica-se parcialmente ao IPI pois o Poder Executivo pode 
aumentar em até 30% ou reduzir a zero a alíquota do imposto. 
 
Princípio da Anterioridade 
 
A alínea b do art. 150 não alcança o IPI então as alterações relacionadas... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... a alíquota passam a valer na data de publicação do decreto que fez a 
alteração. Agora altera quando houver um lei que alterar questões 
relacionadas a BC do IPI essa deverá observar o princípio da noventena. 
 
Primeiro devemos entender o que é um estabelecimento industrial e o que 
são os estabelecimentos equiparados a industrial: 
 
Estabelecimento Industrial 
 
Art. 8º Estabelecimento industrial é o que executa qualquer das operações 
referidas no art. 4º, de que resulte produto tributado, ainda que de alíquota 
zero ou isento 
 
Estabelecimentos Equiparados a Industrial 
 
Art. 9º Equiparam-se a estabelecimento industrial: 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados
I - os estabelecimentos importadores de produtos de procedência 
estrangeira, que derem saída a esses produtos; 
II - os estabelecimentos, ainda que varejistas, que receberem, para 
comercialização, diretamente da repartição que os liberou, produtos 
importados por outro estabelecimento da mesma firma; 
III - as filiais e demais estabelecimentos que exercerem o comércio de 
produtos importados, industrializados ou mandados industrializar por outro 
estabelecimento da mesma firma, salvo se aqueles operarem 
exclusivamente na venda a varejo e não estiverem enquadrados na hipótese 
do inciso II; 
IV - os estabelecimentos comerciais de produtos cuja industrialização tenha 
sido realizada por outro estabelecimento da mesma firma ou de terceiro, 
mediante a remessa, por eles efetuada, de matérias-primas, produtos 
intermediários, embalagens, recipientes, moldes, matrizes ou modelos 
V - os estabelecimentos comerciais de produtos do Capítulo 22 da TIPI, cuja 
industrialização tenha sido encomendada a estabelecimento industrial, sob 
marca ou nome de fantasia de propriedade do encomendante, de terceiro ou 
do próprio executor da encomenda; 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
VI - os estabelecimentos comerciais atacadistas dos produtos classificados 
nas Posições 71.01 a 71.16 da TIPI (Lei nº 4.502, de 1964, Observações ao 
Capítulo 71 da Tabela); 
VII - os estabelecimentos atacadistas e cooperativas de produtores que 
derem saída a bebidas alcoólicas e demais produtos, de produção nacional, 
classificados nas Posições 22.04, 22.05, 22.06 e 22.08 da TIPI e 
acondicionados em recipientes de capacidade superior ao limite máximo 
permitido para venda a varejo, com destino aos seguintes 
estabelecimentos (Lei nº 9.493, de 1997, art. 3º): 
 
a) industriais que utilizarem os produtos mencionados como matéria-prima 
ou produto intermediário na fabricação de bebidas; 
b) atacadistas e cooperativas de produtores; ou 
c) engarrafadores dos mesmos produtos; 
 
VIII - os estabelecimentos comerciais atacadistas que adquirirem de 
estabelecimentos importadores produtos de procedência estrangeira, 
classificados nas Posições 33.03 a 33.07 da TIP I (Medida Provisória... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, art. 39); 
IX - os estabelecimentos, atacadistas ou varejistas, que adquirirem produtos 
de procedência estrangeira, importados por encomenda ou por sua conta e 
ordem, por intermédio de pessoa jurídica importadora; 
X - os estabelecimentos atacadistas dos produtos da Posição 87.03 da 
TIPI (Lei n o 9.779, de 19 de janeiro de 1999, art. 12) 
XI - os estabelecimentos comerciais atacadistas dos produtos classificados 
nos Códigos e Posições 2106.90.10 Ex. 02, 22.01, 22.02, exceto os Ex. 01 e 
Ex. 02 do Código 2202.90.00, e 22.03, da TIPI , de fabricação nacional, 
sujeitos ao imposto conforme regime geral de tributação de que trata o art. 
222; 
XII - os estabelecimentos comerciais varejistas que adquirirem os produtos 
de que trata o inciso XI, diretamente de estabelecimento industrial, ou de 
encomendante equiparado na forma do inciso XIII; 
XIII - os estabelecimentos comerciais de produtos de que trata o inciso XI, 
cuja industrialização tenha sido por eles encomendada a estabelecimento 
industrial, sob marca ou nome de fantasia de propriedade do encomendante, 
de terceiro ou do próprio executor da encomenda; 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
XIV - os estabelecimentos comerciais atacadistas dos produtos classificados 
nos Códigos e Posições 2106.90.10 Ex 02, 22.01, 22.02, exceto os Ex 01 e Ex 
02 do Código 2202.90.00, e 22.03, da TIPI, de procedência estrangeira, 
sujeitos ao imposto conforme regime geral de tributação de que trata o art. 
222; e 
XV - os estabelecimentos comerciais varejistas que adquirirem os produtos 
de que trata o inciso XIV, diretamente de estabelecimento importador. 
 
§ 1º Nas hipóteses do inciso IX, a Secretaria da Receita Federal do Brasil: 
 
I - deverá estabelecer requisitos e condições para a atuação de pessoa 
jurídica importadora: 
 
a) por conta e ordem de terceiro; ou 
b) que adquira mercadorias no exterior para revenda a encomendante 
predeterminado; e 
 
II - poderá exigir prestação de garantia como condição para a entrega de... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... mercadorias, quando o valor das importações for incompatível com o 
capital social ou o patrimônio líquido do importador ou encomendante 
predeterminado ou, no caso de importação por conta e ordem, do adquirente. 
 
§ 2º Presume-se por conta e ordem de terceiro, ressalvado o disposto no § 
3º, a operação de comércio exterior realizada nas condições previstas no 
inciso IX: 
 
I - mediante utilização de recursos daquele; ou 
II - em desacordo com os requisitos e condições estabelecidos nos termos 
da alínea “b” do inciso I do § 1º 
 
§ 3º Considera-se promovida por encomenda, nos termos do inciso IX, não 
configurando importação por conta e ordem, a importação realizada com 
recursos próprios da pessoa jurídica importadora que adquira mercadorias 
no exterior para revenda a encomendante predeterminado, participando ou 
não o encomendante das operações comerciais relativas à aquisição dos... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... produtos no exterior, ressalvado o disposto na alínea “b” do inciso I do § 1º 
 
§ 4º No caso do inciso X, a equiparação aplica-se, inclusive, ao 
estabelecimento fabricante do produtos da Posição 87.03 da TIPI, em 
relação aos produtos da mesma Posição, produzidos por outro fabricante, 
ainda que domiciliado no exterior, que revender. 
 
§ 5 º O disposto nos incisos XI a XV, relativamente aos produtos 
classificados nas posições 22.01 e 22.02 da TIPI, alcança exclusivamente 
aqueles mencionados no parágrafo único do art. 222. 
 
§ 6º Os estabelecimentos industriais quando derem saída a matéria-prima, 
produto intermediário e material de embalagem, adquiridos de terceiros, com 
destino a outros estabelecimentos, para industrialização ou revenda, serão 
considerados estabelecimentos comerciais de bens de produção e 
obrigatoriamente equiparados a estabelecimento industrial em relação a... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... essas operações 
 
§ 7º Aos estabelecimentos comerciais atacadistas e varejistas de cigarros e 
cigarrilhas dos Códigos 2402.20.00, excetuados os classificados no Ex. 01, e 
2402.10.00 da TIPI , de fabricação nacional ou importados, não se aplicam 
as equiparações a estabelecimento industrial previstas na legislação do 
imposto 
 
§ 8º O previsto no § 7 º não se aplica aos estabelecimentos comerciais 
atacadistas e varejistas que receberem, com suspensão do imposto, cigarros 
saídos do estabelecimento industrial até 30 de abril de 2009 e cigarrilhas 
saídas do estabelecimento industrial até 31 de agosto de 2011 
 
Art. 10. São equiparados a estabelecimento industrial os estabelecimentos 
atacadistas que adquirirem os produtos relacionados no Anexo III da Lei 
nº 7.798, de 10 de julho de 1989 , de estabelecimentos industriais ou dos 
estabelecimentos equiparados a industriais de que tratam os incisos I a V do 
art. 9º 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
§ 1º O disposto neste artigo aplica-se nas hipóteses em que o adquirente e o 
remetente dos produtos sejam empresas controladoras ou controladas - Lei 
n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, art. 243
, coligadas - Lei n o 10.406, de 
10 de janeiro de 2002, art. 1.099 , e Lei no 11.941, de 27 de maio de 2009, art. 
46, parágrafo único , interligadas - Decreto-Lei n o 1.950, de 14 de julho de 
1982, art. 10, § 2º - ou interdependentes (Lei nº 7.798, de 1989, art. 7º § 1º). 
 
§ 2º Da relação de que trata o caput poderão, mediante decreto, ser 
excluídos produtos ou grupo de produtos cuja permanência se torne 
irrelevante para arrecadação do imposto, ou incluídos outros cuja alíquota 
seja igual ou superior a quinze por cento. 
 
Equiparados a Industrial por Opção 
 
Art. 11. Equiparam-se a estabelecimento industrial, por opção: 
 
I - os estabelecimentos comerciais que derem saída a bens de produção,... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... para estabelecimentos industriais ou revendedores, observado o disposto 
na alínea “a” do inciso I do art. 14; e 
II - as cooperativas, constituídas nos termos da Lei nº 5.764, de 16 de 
dezembro de 1971, que se dedicarem à venda em comum de bens de 
produção, recebidos de seus associados para comercialização. 
 
O Contribuintes do IPI são definidos ali no art. 24 do RIPI 
 
Art. 24. São obrigados ao pagamento do imposto como contribuinte: 
 
I - o importador, em relação ao fato gerador decorrente do desembaraço 
aduaneiro de produto de procedência estrangeira; 
II - o industrial, em relação ao fato gerador decorrente da saída de produto 
que industrializar em seu estabelecimento, bem como quanto aos demais 
fatos geradores decorrentes de atos que praticar; 
III - o estabelecimento equiparado a industrial, quanto ao fato gerador relativo 
aos produtos que dele saírem, bem como quanto aos demais fatos geradores 
decorrentes de atos que praticar; e 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
IV - os que consumirem ou utilizarem em outra finalidade, ou remeterem a 
pessoas que não sejam empresas jornalísticas ou editoras, o papel destinado 
à impressão de livros, jornais e periódicos, quando alcançado pela imunidade 
prevista no inciso I do art. 18 ( Lei nº 9.532, de 1997, art. 40 ). 
Parágrafo único. Considera-se contribuinte autônomo qualquer 
estabelecimento de importador, industrial ou comerciante, em relação a cada 
fato gerador que decorra de ato que praticar ( Lei nº 5.172, de 1966, art. 51, 
parágrafo único ). 
 
Estabelecimentos Atacadistas e Varejistas 
 
Art. 14. Para os efeitos deste Regulamento, consideram-se: 
 
I - estabelecimento comercial atacadista, o que efetuar vendas: 
 
a) de bens de produção, exceto a particulares em quantidade que não exceda 
a normalmente destinada ao seu próprio uso; 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
b) de bens de consumo, em quantidade superior àquela normalmente 
destinada a uso próprio do adquirente; e 
c) a revendedores; e 
 
II - estabelecimento comercial varejista, o que efetuar vendas diretas a 
consumidor, ainda que realize vendas por atacado esporadicamente, 
considerando-se esporádicas as vendas por atacado quando, no mesmo 
semestre civil, o seu valor não exceder a vinte por cento do total das vendas 
realizadas 
 
O fato gerado do IPI é constituído no RIPI no art. 35 e no art. 36 temos a 
hipóteses onde são considerados como ocorrido o fato gerador 
 
Art. 35. Fato gerador do imposto é: 
 
I - o desembaraço aduaneiro de produto de procedência estrangeira; ou 
II - a saída de produto do estabelecimento industrial, ou equiparado a 
industrial. 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
Parágrafo único. Para efeito do disposto no inciso I, considerar-se-á ocorrido 
o respectivo desembaraço aduaneiro da mercadoria que constar como tendo 
sido importada e cujo extravio ou avaria venham a ser apurados pela 
autoridade fiscal, inclusive na hipótese de mercadoria sob regime suspensivo 
de tributação 
 
A Base de Cálculo do IPI está definida no arts. 190 a 194 do RIPI 
 
Primeiro o regulamento constitui a formação da base de cálculo para 
produtos de procedência estrangeira 
 
I - dos produtos de procedência estrangeira: 
 
a) o valor que servir ou que serviria de base para o cálculo dos tributos 
aduaneiros, por ocasião do despacho de importação, acrescido do montante 
desses tributos e dos encargos cambiais efetivamente pagos pelo 
importador ou dele exigíveis (Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, inciso I, alínea 
“b”); e 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
b) o valor total da operação de que decorrer a saída do estabelecimento 
equiparado a industrial (Lei nº 4.502, de 1964, art. 18); 
 
E posteriormente o inciso II traz a formação para produtos nacionais: 
 
II - dos produtos nacionais, o valor total da operação de que decorrer a saída 
do estabelecimento industrial ou equiparado a industrial. 
 
§ 1º O valor da operação referido na alínea “b” do inciso I e no inciso II 
compreende o preço do produto, acrescido do valor do frete e das demais 
despesas acessórias, cobradas ou debitadas pelo contribuinte ao comprador 
ou destinatário 
 
§ 2º Será também considerado como cobrado ou debitado pelo contribuinte, 
ao comprador ou destinatário, para efeitos do disposto no § 1º, o valor do 
frete, quando o transporte for realizado ou cobrado por firma controladora ou 
controlada - Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, art. 243, coligadas - Lei 
nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, art. 1.099, e Lei nº 11.941,... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... de 27 de maio de 2009, art. 46, parágrafo único, ou interligada - Decreto-Lei 
nº 1.950, de 1982, art. 10, § 2º - do estabelecimento contribuinte ou por firma 
com a qual este tenha relação de interdependência, mesmo quando o frete 
seja subcontratado (Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, § 3º, e Lei nº 7.798, de 
1989, art. 15 ). 
 
§ 3º Não podem ser deduzidos do valor da operação os descontos, 
diferenças ou abatimentos, concedidos a qualquer título, ainda que 
incondicionalmente ( Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, § 2º, Decreto-Lei nº 1.593, 
de 1977, art. 27, e Lei nº 7.798, de 1989, art. 15 ). 
 
§ 4º Nas saídas de produtos a título de consignação mercantil, o valor da 
operação referido na alínea “b” do inciso I e no inciso II do caput , será o 
preço de venda do consignatário, estabelecido pelo consignante. 
 
§ 5º Poderão ser excluídos da base de cálculo do imposto os valores 
recebidos pelo fabricante ou importador nas vendas diretas ao consumidor 
final dos veículos classificados nas Posições 87.03 e 87.04 da TIPI,... 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... por conta e ordem dos concessionários de que trata a Lei nº 6.729, de 28 
de novembro de 1979, a estes devidos pela intermediação ou entrega dos 
veículos, nos termos estabelecidos nos respectivos contratos de 
concessão (Lei nº 10.485, de 2002, art. 2º ). 
 
§ 6º Os valores referidos no § 5º não poderão exceder a nove por cento do 
valor total da operação 
 
Art. 191. Nos casos de produtos industrializados por encomenda, será 
acrescido, pelo industrializador, ao valor da operação definido no art. 190 , 
salvo se se tratar de insumos usados, o valor das matérias-primas, dos 
produtos intermediários e dos materiais de embalagem, fornecidos pelo 
encomendante, desde que este não destine os produtos industrializados (Lei 
nº 4.502, de 1964, art. 14, § 4º, Decreto-Lei nº 1.593, de 1977, art. 27, e Lei nº 
7.798, de 1989, art. 15 ): 
 
I - a comércio; 
II - a emprego, como matéria-prima ou produto intermediário, em nova...
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... industrialização; ou 
III - a emprego no acondicionamento de produtos tributados. 
 
Art. 192. Considera-se valor tributável o preço corrente do produto ou seu 
similar, no mercado atacadista da praça do remetente, na forma do disposto 
nos arts. 195 e 196 , na saída do produto do estabelecimento industrial ou 
equiparado a industrial, quando a saída se der a título de locação ou 
arrendamento mercantil ou decorrer de operação a título gratuito, assim 
considerada também aquela que, em virtude de não transferir a propriedade 
do produto, não importe em fixar-lhe o preço (Lei nº 4.502, de 1964, art. 16). 
 
Art. 193. Na saída de produtos do estabelecimento do importador, em 
arrendamento mercantil, nos termos da Lei n o 6.099, de 12 de setembro de 
1974, o valor tributável será: 
 
I - o preço corrente do mercado atacadista da praça em que o 
estabelecimento arrendador estiver domiciliado (Lei nº 6.099, de 1974, art. 
18, e Lei nº 7.132, de 26 de outubro de 1983, art. 1º, inciso III ); ou 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
II - o valor que serviu de base de cálculo do imposto no desembaraço 
aduaneiro, se for demonstrado comprovadamente que o preço dos produtos 
importados é igual ou superior ao que seria pago pelo arrendatário se os 
importasse diretamente (Lei nº 6.099, de 1974, art. 18, § 2º). 
 
Art. 226. Os estabelecimentos industriais e os que lhes são equiparados 
poderão creditar-se (Lei nº 4.502, de 1964, art. 25): 
 
I - do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de 
embalagem, adquiridos para emprego na industrialização de produtos 
tributados, incluindo-se, entre as matérias-primas e os produtos 
intermediários, aqueles que, embora não se integrando ao novo produto, 
forem consumidos no processo de industrialização, salvo se compreendidos 
entre os bens do ativo permanente; 
II - do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de 
embalagem, quando remetidos a terceiros para industrialização sob 
encomenda, sem transitar pelo estabelecimento adquirente; 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
III - do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de 
embalagem, recebidos de terceiros para industrialização de produtos por 
encomenda, quando estiver destacado ou indicado na nota fiscal; 
IV - do imposto destacado em nota fiscal relativa a produtos industrializados 
por encomenda, recebidos do estabelecimento que os industrializou, em 
operação que dê direito ao crédito; 
V - do imposto pago no desembaraço aduaneiro; 
VI - do imposto mencionado na nota fiscal que acompanhar produtos de 
procedência estrangeira, diretamente da repartição que os liberou, para 
estabelecimento, mesmo exclusivamente varejista, do próprio importador; 
VII - do imposto relativo a bens de produção recebidos por comerciantes 
equiparados a industrial; 
VIII - do imposto relativo aos produtos recebidos pelos estabelecimentos 
equiparados a industrial que, na saída destes, estejam sujeitos ao imposto, 
nos demais casos não compreendidos nos incisos V a VII; 
IX - do imposto pago sobre produtos adquiridos com imunidade, isenção ou 
suspensão quando descumprida a condição, em operação que dê direito ao 
crédito; e 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
Os estabelecimentos industriais e os que lhes são equiparados poderão 
creditar-se (Lei nº 4.502, de 1964, X - do imposto destacado nas notas fiscais 
relativas a entregas ou transferências simbólicas do produto, permitidas 
neste Regulamento. 
 
Parágrafo único. Nas remessas de produtos para armazém-geral ou 
depósito fechado, o direito ao crédito do imposto, quando admitido, é do 
estabelecimento depositante. 
 
Art. 227. Os estabelecimentos industriais, e os que lhes são equiparados, 
poderão, ainda, creditar-se do imposto relativo a matéria-prima, produto 
intermediário e material de embalagem, adquiridos de comerciante 
atacadista não contribuinte, calculado pelo adquirente, mediante aplicação 
da alíquota a que estiver sujeito o produto, sobre cinquenta por cento do seu 
valor, constante da respectiva nota fiscal (Decreto-Lei n o 400, de 1968, art. 
6º ). 
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• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
Art. 228. As aquisições de produtos de estabelecimentos optantes pelo 
Simples Nacional, de que trata o art. 177 , não ensejarão aos adquirentes 
direito a fruição de crédito do imposto relativo a matéria-prima, produto 
intermediário e material de embalagem 
 
Art. 229. É permitido ao estabelecimento industrial, ou equiparado a 
industrial, creditar-se do imposto relativo a produtos tributados recebidos em 
devolução ou retorno, total ou parcial (Lei nº 4.502, de 1964, art. 30). 
 
Art. 230. No caso de locação ou arrendamento, a reentrada do produto no 
estabelecimento remetente não dará direito ao crédito do imposto, salvo se o 
produto tiver sido submetido a nova industrialização e ocorrer nova saída 
tributada. 
 
Imunidade – Estabelecidas na CF 
 
Ex: Livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão – 
Produtos destinados a exportação – Ouro definido em lei como ativo... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
... financeiro ou instrumento cambial – Energia elétrica, derivados de 
petróleo, combustível e minerais do país. 
 
Isenção – Estimular setores da economia 
 
Ex: Amostra grátis – Caixões funerários. 
 
Suspensão – Postergação do fato para outro momento 
 
Ex: Insumos destinados a industrialização – Produtos destinados a 
exportadoras(fim específico exportação). 
 
Substituição Tributária: 
 
A substituição tributária do IPI só é aplicável mediante concessão de regime 
especial aprovada pela Instituição Federal. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IPI – Imposto sobre Produtos 
Industrializados 
 
 
Não Tributados 
 
Alíquota Zero 
 
Lançamento Fiscal 
 
Lançamento Fiscal nada mais é que o registro das operações de entradas e 
saídas relacionados ao IPI, temos como padrão uma estrutura básico onde 
podemos validar esse lançamentos. O que precisamos é compreender a 
fundo essa estrutura pois é esse o ponto de partida para compreender a 
mecânica nos sistema contábeis e ERP’s. 
• PIS/COFINS 
 
 
PIS/PASEP – Programa de Integração Social / Programa de formação do... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
... Patrimônio do Servidor Público 
 
COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social 
 
Breve Histórico 
 
O PIS foi instituído em 1097 pela Lei Complementar 7/1970 e o Pasep no 
mesmo ano pela Lei Complementar 8/1970 e somente em 1976 através da 
Lei Complementar 26/1975, os objetivos eram: 
 
• Integrar o empregado na vida e no desenvolvimento das empresas; 
• Assegurar ao empregado e ao servidor público o usufruto de patrimônio 
individual progressivo; 
• Estimular a poupança e corrigir distorções na distribuição de renda; 
• Possibilitar a paralela utilização dos recursos acumulados em favor do 
desenvolvimento econômico-social. 
 
Com a promulgação da CF/88 esses objetivos foram alterados pelo art. 238... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
... vinculando a arrecadação do PIS/Pasep ao custeio do seguro-desemprego 
e do abono aos empregados com média de até dois salários mínimos de 
remuneração mensal, além de financiar programas do BNDES. 
 
A COFINS é instituída somente 21 anos depois da criação do PIS em 1991 
através da Lei
Complementar 70/1991, ela vem para suceder o Fundo de 
Investimento Social (Finsocial), a COFINS se destina para despesas com 
atividades fins da saúde, previdência e assistência social. 
 
Estrutura Legislativa 
 
Constituição Federal – Art. 149 
 
Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 
 
• Lei 10.637/02 (PIS/PASEP) 
• Lei 10.833/03 (COFINS) 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
• Lei 10.865/04 (Incidência sobre Importação) 
 
Decretos, Instruções Normativas 
 
Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de 
intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias 
profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas 
respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem 
prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que 
alude o dispositivo.; 
 
Todas a regras e diretrizes das contribuições 
 
Dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam 
trazer um melhor entendimento da legislação. 
 
Art. 149 (...) 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
§ 2º As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que 
trata o caput deste artigo: 
 
I - não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação; 
II - incidirão também sobre a importação de produtos estrangeiros ou 
serviços; 
III - poderão ter alíquotas: 
 
a) ad valorem, tendo por base o faturamento, a receita bruta ou o valor da 
operação e, no caso de importação, o valor aduaneiro; 
b) específica, tendo por base a unidade de medida adotada. 
 
§ 3º A pessoa natural destinatária das operações de importação poderá ser 
equiparada a pessoa jurídica, na forma da lei. 
 
§ 4º A lei definirá as hipóteses em que as contribuições incidirão uma única 
vez. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma 
direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos 
orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e 
das seguintes contribuições sociais: 
 
I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, 
incidentes sobre: 
 
a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, 
a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo 
empregatício; 
 
PIS/PASEP sobre a folha de salários: MP nº 2.158-35/2001 
 
Contribuição Previdenciária Patronal: Lei nº 82.12/91 
 
Podemos ter contribuições incidindo sobre a mesma base, a destinação da 
contribuição quando isso ocorrer deverá ser diferente. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
Art. 195.(...) 
 
b) a receita ou o faturamento; 
 
PIS/PASE Cumulativo e Não Cumulativo: Leis nº 9.718/98 e 10.637/02 
 
COFINS Cumulativa e Não Cumulativa: Leis nº 9.718/98 e 10.833/03 
 
Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta – CPRB: Lei nº 
12.546/2011 
 
CSLL – PJ Lucro Presumido/Arbitrado: Lei 9.430/96 
 
c) o lucro; (...) 
 
CSLL – PJ Lucro Real – Lei º 9.430/96 
 
IV - do importador de bens ou serviços do exterior, ou de quem a lei a ele... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
equiparar. (...) 
 
§ 9º As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste artigo 
poderão ter alíquotas diferenciadas em razão da atividade econômica, da 
utilização intensiva de mão de obra, do porte da empresa ou da condição 
estrutural do mercado de trabalho, sendo também autorizada a adoção de 
bases de cálculo diferenciadas apenas no caso das alíneas "b" e "c" do inciso 
I do caput. 
 
(...) 
 
§ 12. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as 
contribuições incidentes na forma dos incisos I, b; e IV do caput, serão não-
cumulativas. 
 
Imposto de Renda 
• CSLL 
• COFINS 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
• PIS/PASEP 
 
A apuração do IR que irá definir a apuração das contribuições 
 
Imposto de Renda (Lucro Real) 
 
• CSLL BC = Lucro 
• COFINS Cumulativa / Não Cumulativa 
• PIS/PASEP Cumulativo / Não Cumulativo 
 
Imposto de Renda (Lucro Presumido/Arbitrado) 
 
• CSLL BC = Receita 
• COFINS Cumulativa 
• PIS/PASEP Cumulativo 
 
O contribuinte do PIS e da COFINS é definido no art. 4º da Lei 10.637/02 e no 
art. 5º da Lei 10.833/03 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/COFINS 
 
 
Art. 4º O contribuinte da contribuição para o PIS/Pasep é a pessoa jurídica 
que auferir as receitas a que se refere o art. 1º. 
 
Art. 5º O contribuinte da COFINS é a pessoa jurídica que auferir as receitas a 
que se refere o art. 1º 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
Até 2002, essas contribuições incidiam sobre a receita/faturamento das 
empresa somente sobre a modalidade cumulativa. 
 
Após isso, foi criado um segundo regime a “não-cumulatividade” seguindo, 
basicamente, a mesma sistemática do ICMS e do IPI. 
 
Ou seja, basta a pessoa jurídica ter faturamento, essas contribuições... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
... incidirão sobre. Elas também incidem sobre a importação de bens ou 
serviços do exterior. 
 
Receita Bruta: 
 
Art. 12. A receita bruta compreende: 
 
I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; 
II - o preço da prestação de serviços em geral; 
III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e 
IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não 
compreendidas nos incisos I a III. 
 
§ 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: 
 
I - devoluções e vendas canceladas; 
II - descontos concedidos incondicionalmente; 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
III - tributos sobre ela incidentes; e 
IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII 
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, das 
operações vinculadas à receita bruta. 
 
ICMS Destacado no Documento Fiscal 
 
Lei 9.718/98 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9718.htm 
 
Lei 10.637/02 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10637.htm 
 
Lei 10.833/03 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.833.htm 
 
Decreto-Lei 1.598/77 art. 12 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-
Lei/Del1598.htm#art12 
 
IN 2121/2022 e suas alterações 
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• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
Cumulativo 
 
Neste regime não existe mecanismo de dedução a partir de créditos como no 
IPI e ICMS, sendo assim a base de calculo é: 
 
(+) Receita Bruta 
(-) ICMS-ST 
(-) IPI 
(-) ICMS Destacado no doc. fiscal 
(-) Devoluções de Venda 
(=) Base de Calculo do PIS e da COFINS Cumulativa 
 
Sendo assim a Receita Bruta é compreendida como Faturamento da empresa 
(art. 12 do Dec. – Lei 1.598/1977) 
 
Art. 12. A receita bruta compreende: 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; 
II - o preço da prestação de serviços em geral; 
III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e 
IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não 
compreendidas nos incisos I a III. 
 
§ 1º - A receita líquida de vendas e serviços será a receita bruta diminuída 
das vendas canceladas, dos descontos
concedidos incondicionalmente e dos 
impostos incidentes sobre vendas. 
 
§ 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: 
 
I - devoluções e vendas canceladas; 
II - descontos concedidos incondicionalmente; 
III - tributos sobre ela incidentes; e 
IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o das 
operações vinculadas à receita bruta. 
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• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
Reconhecimento das Receitas 
 
Regime de COMPETÊNCIA Tributação incide sobre a receita bruta pela 
emissão da nota fiscal, independente do seu recebimento. 
 
Regime de CAIXA Com base na Instrução Normativa 247 de 21/11/2002, as 
pessoas jurídicas optantes pelo regime de tributação do Imposto de Renda 
com base no lucro presumido poderão adotar o regime de caixa para fins da 
incidência do PIS/Pasep e da COFINS. A adoção do regime de caixa, para o 
PIS e a COFINS, condiciona o mesmo critério em relação ao Imposto de 
Renda e à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 
 
As Alíquotas básicas, no regime cumulativo, são: 
 
a) 0,65% para o PIS 
b) 3% para a COFINS 
 
Contudo é importante ressaltar que há possibilidade de haver alíquota zero... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
... no caso de haver benefício fiscal, e de haver alíquotas diferenciadas, no 
caso da incidência monofásica. 
 
As receitas de venda de álcool para fins carburantes, de venda de produtos 
sujeitos à substituição tributária, de venda de veículos usados, de energia 
elétrica e outras dispostas em lei, são consideradas de incidência 
cumulativa. Isto por não estarem alcançadas pela incidência não cumulativa 
estabelecida pelas Leis nº 10.637, de 2002 e nº 10.833, de 2003, embora 
tenham características próprias de incidência. 
 
Alíquota por Unidade de Medida 
 
Os fabricantes e importadores de combustíveis e álcool ou bebidas frias 
podem optar por regime especial em que as contribuições serão calculadas a 
partir de “unidade de medida” do produto. 
 
Nestes casos em vez aplicar as alíquotas diferencias sobre a receita 
auferida, são aplicados valores em reais sobre a quantidade produzida. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
Exemplificando: 
 
No caso de venda de óleo diesel as alíquotas que seriam aplicada a operação 
seriam 4,21% (PIS) e 19,42% (COFINS) sobre a receita auferida, no caso do 
regime especial por unidade de medida será multiplicado um valor pela 
quantidade produzida no caso do óleo diesel o PIS será R$ 26,36 e a COFINS 
R$ 121,64. 
 
Uma peculiaridade dessa opção é a obrigatoriedade da instalação de 
medidores de vazão para controlar a quantidade produzida do produto. Como 
a cobrança das contribuições não será realizada através da Receita Auferida 
o fisco precisa de um mecanismo para controlar essa arrecadação. 
 
Benefícios fiscais e Regimes Especiais 
 
Para que o contribuinte possa utilizar da melhor forma possível os benefícios 
a que ele se enquadra, é necessário que as tabelas da RFB sempre sejam 
consultadas, e essas tabelas são constantemente atualizadas na... 
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• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
... internet: receita.fazenda.gov.br/sistemas/efd-contribuições/tabela-
códigos/tabelas-de-códigos.htm 
 
A consulta será feita através dos Códigos de Receita, e também pode ser 
identificada a legislação a qual a exclusão da BC está embasada. 
 
Benefícios Fiscais – Isenções e Não Incidência 
 
Existem tipos de receitas e até produtos que são alcançados pelo beneficio 
da Isenção ou Não Incidência, essas receitas não terão a tributação do PIS e 
nem da COFINS. 
 
Os benefícios fiscais alcançam os 2 regimes e pode ser excluídas da Receita 
Bruta: 
 
Receitas Isentas ou alcançadas pela não incidência 
 
Alíquota “0” 
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• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
Substituição Tributária e Incidência Monofásica 
 
A Substituição Tributária e a Incidência Monofásica nada mais é que a 
transferência da obrigação do recolhimento do tributos para um terceiro. 
Na maioria dos casos esse terceiro sempre será o Fabricante/Importado, 
mais sempre devemos analisar casos especiais onde essas condição é 
colocada ao Atacadista ou Varejista. 
 
Substituição Tributária – cigarros e cigarrilhas – motocicletas, semeadores e 
automóveis 
 
Possuem alíquotas diferencias(sempre maiores que as alíquotas básicas) 
Essas condições estão diretamente ligadas ao produto ou alguma operação 
muito especifica. 
 
Exemplo: é o que está previsto no artigo 47 do Decreto 4.524/02 a respeito 
do fabricante e importador de cigarros. Por esta regra, o fabricante de 
cigarros, ao efetuar a venda do seu produto, irá calcular o PIS e a COFINS... 
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• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
... devidos por toda a cadeia comercial, até que chegue o preço de venda ao 
consumidor, e fazer o recolhimento do PIS e da COFINS. 
 
Para a prática da substituição tributária é preciso que haja previsão legal 
sobre o valor da base de cálculo, que poderá ser um percentual estabelecido 
ou um preço máximo de venda ao consumidor. 
 
Há, ainda, determinados casos em que existem diferentes alíquotas para os 
respectivos cálculos a serem aplicados sobre as bases da substituição 
 
Lançamento Fiscal 
 
Lançamento Fiscal nada mais é que o registro das operações de entradas e 
saídas relacionados ao PIS e a COFINS, temos como padrão uma estrutura 
básico onde podemos validar esse lançamentos. O que precisamos é 
compreender a fundo essa estrutura pois é esse o ponto de partida para 
compreender a mecânica nos sistema contábeis e ERP’s. 
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• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
Exclusão do ICMS na BC do PIS e da COFINS 
 
Em março de 2017 o STF julgou o Recurso Extraordinário 574.706 que tinha 
como objetivo o tema da exclusão do ICMS na Base de Cálculo do PIS e da 
COFINS, a decisão foi sobre a impossibilidade do ICMS compor a BC do PIS e 
da COFINS devido este imposto ser um imposto calculado por dentro e por 
este motivo ele é composto dentro da formação do preço final do produto. 
 
A decisão em si gerou muita discussão pois as legislações que tratando 
todas as questões das contribuições não falam em nenhum momento sobre 
a exclusão do ICMS da BC, com exceção do ICMS-ST. Com isso para que o 
contribuinte possa aproveitar desse desconto ele precisa ajuizar uma ação 
para se beneficiar. 
 
Após isso houve uma grande demanda de contribuintes entrando com essas 
ações para tal exclusão, o fisco de viu em uma situação complicada pois 
além da exclusão da BC do períodos futuros os contribuinte também 
solicitavam o retroativo recolhido a maior dos últimos 5 anos, assim o... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• PIS/Pasep e COFINS – Contribuições 
Sociais 
 
 
... montante que o governo iria devolver para os contribuinte seria 
absurdamente alto. 
 
O valor de pode ser descontado da BC é o valor do débito de ICMS das 
operações que compõem faturamento assim esse valor no final da apuração 
deverá ser descontado para que seja realizada a apuração das contribuições. 
 
Mediante esse cenário o fisco elaborou a IN 1.911/2019 que traz aos 
contribuinte a oportunidade de aproveitar a exclusão sem que precise ajuizar 
qualquer tipo de ação a única questão é que dessa forma o contribuinte 
poderá descontar o ICMS recolhido e não o ICMS de débito das operações. 
• IRPJ/CSLL 
 
 
IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica 
CSLL – Contribuição
Social Sobre o Lucro Líquido 
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• IRPJ/CSLL 
 
 
Breve Histórico 
IRPJ 
O Imposto de Renda é instituído no Brasil através da Lei 4.625 em 1922 com 
a competência já estabelecida para União. 
 
Antes de 1922 havia o Imposto sobre Vencimentos que foi criado em 1843 e 
suprimos dois anos após, mas que voltou depois a ser cobrando sobre 
Lucros e Dividendos. 
 
A Constituição Federal de 88 trouxe diversas novidades com relação ao IR 
Os critérios pelos quais o IR será informado, a não incidência do IR, são 
provenientes da Carta Constitucional de 1988 (CC/1988). 
 
CSLL 
A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido foi criada em 1988 pela Lei 
7.689/88 e sofreu diversas alterações pelas Leis 7.988/89, 8.034/90 e 
9.249/95 
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9 
Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
São aplicadas a CSLL as mesmas normas estabelecidas para o IRPJ. 
 
Para as empresas em geral, a Lei 7.856/89 determinou o aumento, a partir de 
1990, de 8% para 10%. 
 
Com a Lei 9.249/95, a alíquota geral voltou a ser de 8% a partir de 1996, e 
permaneceu assim até maio de 1999, quando a primeira versão da MP 2.158-
35/01 impôs um adicional de quatro pontos percentuais, completando 12% 
até 31 de janeiro de 2000. De 1º de fevereiro de 2000 até 31 de dezembro de 
2002, o adicional continuou com um ponto percentual (9% ao todo). Esse 
índice foi mantido pela Lei 10.637/02 e pela MP 413/08. 
 
Estrutura Legislativa 
 
Constituição Federal – Art. 153 inciso III 
 
Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
Decreto 9.580/2018 (RIR/18) (IRPJ) 
 
Lei 7.689/88, Lei 8.981/95 e Lei 11.727/08 
(CSLL) 
 
Decretos, Instruções Normativas 
 
Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: 
 
(...) 
 
III - renda e proventos de qualquer natureza; 
 
Todas a regras e diretrizes desses tributos 
 
Dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam 
trazer um melhor entendimento da legislação. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
Art. 153 Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: 
 
(...) 
 
III - renda e proventos de qualquer natureza; 
 
§ 1º É facultado ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites 
estabelecidos em lei, alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos 
incisos I, II, IV e V. 
 
§ 2º O imposto previsto no inciso III: 
 
I - será informado pelos critérios da generalidade, da universalidade e da 
progressividade, na forma da lei; 
 
• Generalidade: a incidência do imposto é sobre todas as espécies de IR e 
proventos de qualquer natureza 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
• Universalidade: auferidas por todas as pessoas, de acordo com os limites 
da própria competência tributária, e 
• Progressividade: quanto maior é acréscimo do patrimônio, maior deverá 
ser a alíquota aplicável 
 
Formas de Apuração 
 
• Lucro Real 
• Lucro Arbitrado 
• Lucro Presumido 
• Simples Nacional 
• Imunes 
• Isentas 
• MEI 
Base de Cálculo 
 
Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
Art. 43. O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de 
qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade 
econômica ou jurídica: 
 
I - de renda, assim entendido o produto do capital, do trabalho ou da 
combinação de ambos; 
II - de proventos de qualquer natureza, assim entendidos os acréscimos 
patrimoniais não compreendidos no inciso anterior. 
 
§ 1º A incidência do imposto independe da denominação da receita ou do 
rendimento, da localização, condição jurídica ou nacionalidade da fonte, da 
origem e da forma de percepção. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001) 
 
§ 2º Na hipótese de receita ou de rendimento oriundos do exterior, a lei 
estabelecerá as condições e o momento em que se dará sua disponibilidade, 
para fins de incidência do imposto referido neste artigo. (Incluído pela Lcp nº 
104, de 2001) 
 
Art. 44. A base de cálculo do imposto é o montante, real, arbitrado ou... 
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4 
Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
... presumido, da renda ou dos proventos tributáveis. 
Art. 45. Contribuinte do imposto é o titular da disponibilidade a que se refere 
o artigo 43, sem prejuízo de atribuir a lei essa condição ao possuidor, a 
qualquer título, dos bens produtores de renda ou dos proventos tributáveis. 
 
Parágrafo único. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos 
proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção 
e recolhimento lhe caibam. 
 
Definido pelo Código Tributário Nacional (CTN) para o IR/CSLL: 
Art. 43: O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de 
qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade 
econômica ou jurídica: 
 
• De Renda: produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos 
• De Proventos de qualquer natureza, como acréscimos patrimoniais não 
compreendidos no inciso anterior (Art. 43 do CTN) 
 
Essa tributação também é conhecida como tributo sobre o lucro. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
E, há dois tributos incidentes sobre o lucro: IRPJ e a CSLL. No caso da CSLL, 
quando a receita é oriunda do exterior, a lei estabelecerá as condições na LC 
104, de 10.01.2001. 
 
Os Contribuintes são Pessoas Jurídicas e equiparadas domiciliadas no 
Brasil. 
 
Lucro Presumido 
 
Critérios para que a PJ possa optar pelo Lucro Presumido: 
 
a) O faturamento do ano-calendário anterior deve ser igual ou inferior a R$ 
78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais), ou R$ 6.500.000,00 (seis 
milhões e quinhentos mil reais) multiplicado pelo número de meses em 
atividade no ano-calendário anterior 
b) PJ’s que não estejam obrigadas à tributação pelo lucro real 
c) Quando a empresa estiver no Lucro Presumido e tiverem lucros, 
rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior, automaticamente ela 
vai para o Lucro Real, inclusive, no trimestre da ocorrência do fato –... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
... Normativo: ADI SRF nº 5, de 2001 
d) Tal situação também é possível de ocorrer na hipótese de exclusão do 
Refis de empresa incluída neste programa como sendo do lucro presumido, 
embora obrigada ao lucro real 
 
Nessa modalidade de tributação, a base de cálculo é o lucro da empresa. 
Contudo, não é o lucro contábil “convencional”. 
 
Neste caso, o governo assume que o lucro da empresa é uma porcentagem 
do faturamento, dependendo da atividade exercida pela entidade. Em outros 
termos: o governo presume o lucro da empresa com base no faturamento. A 
apuração é trimestral e a opção é irretratável para todo o ano-calendário. 
 
A opção pelo Lucro presumido é feita da seguinte forma: 
 
• Primeiro recolhimento com código de DARF que indique opção pelo Lucro 
Presumido, ou; 
• Primeira DCTF enviada indicando a opção 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
Dentre as duas a que ocorrer primeiro. 
 
A opção é irretratável para o ano-calendário, a única forma de exclusão é o 
faturamento ou a comprovação da deterioração dos documentos contábeis e 
fiscais. 
 
Atividades obrigadas a apuração do Lucro Real 
 
a) pessoas jurídicas cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de 
investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades 
de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, 
sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, empresas de 
arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguro 
privado e de capitalização e entidades de previdência privada
aberta; 
b) pessoas jurídicas que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital 
oriundos do exterior; 
c) pessoas jurídicas que, autorizadas pela legislação tributária, queiram 
usufruir de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto de 
renda; 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
d) pessoas jurídicas que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado o 
recolhimento mensal com base em estimativa; 
e) pessoas jurídicas que explorem as atividades de prestação cumulativa e 
contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de 
crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, 
compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo 
ou de prestação de serviços (factoring). 
 
Presumir 
 
Tirar uma conclusão antecipada, baseada em indícios e suposições, e não 
em fatos comprovados; conjecturar, supor. 
supor antecipadamente; prever, pressupor, achar 
 
Definição de Receita Bruta 
 
1ª Obs: O DL 1.598/77 mostra a definição de receita bruta: 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
“Art. 12. A receita bruta compreende: (Redação dada pela Lei nº 12.973, de 
2014) 
 
I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; 
II - o preço da prestação de serviços em geral; 
III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e 
IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não 
compreendidas nos incisos I a III. 
§ 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: 
I - devoluções e vendas canceladas; 
II - descontos concedidos incondicionalmente; 
III - tributos sobre ela incidentes; e 
IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente.” - todos os itens foram 
Incluídos pela Lei nº 12.973, de 2014 
 
2ª Obs: A BC do imposto e adicional no regime do lucro presumido, será o 
montante determinado pela soma das seguintes parcelas: 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
a) valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 32 da IN 
RFB 1.700, de 2017 (tabelas abaixo), sobre a receita bruta definida deduzida 
das devoluções e vendas canceladas e dos descontos incondicionais 
concedidos 
b) ao resultado obtido na forma do item a), anterior, deverão ser acrescidos: 
 
1. os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos decorrentes 
de receitas não abrangidas pelo item 1, auferidos no mesmo período 
2. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de 
renda fixa e renda variável 
3. os juros sobre o capital próprio auferidos 
4. os valores recuperados, correspondentes a custos e despesas, inclusive 
com perdas no recebimento de crédito, salvo se a pessoa jurídica comprovar 
não os ter deduzido em período anterior no qual tenha se submetido ao 
regime de tributação com base no lucro real ou que se refiram a período no 
qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro 
presumido ou arbitrado 
5. o valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 33 da IN 
RFB 1.700, de 2017, sobre a parcela das receitas auferidas em cada... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
... atividade, no respectivo período de apuração, nas exportações às pessoas 
vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já 
apropriado na escrituração da empresa, na forma prevista na IN RFB nº 
1.312, de 2012 
6. a diferença de receita financeira, calculada conforme o disposto no 
Capítulo V e art. 58 da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 2012; e 
7. as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa 
jurídica, ainda que a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato, 
observado o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 79 da IN RFB nº 1.700, de 2017 
 
Receitas não incluídas na BC: 
 
• Recuperações de créditos que não representem ingressos de novas 
receitas 
• Reversão de saldo de provisões anteriormente constituídas 
• Os lucros e dividendos de participações societárias avaliadas pelo custo 
de aquisição (ou ao valor justo) 
• Receitas de equivalência patrimonial 
• Subvenções para investimentos 
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• IRPJ/CSLL 
 
 
• Prêmio na emissão de debêntures 
• Ajustes positivos ao valor justo 
• Realização do ajuste ao valor presente 
• Ganho por compra vantajosa 
 
Alíquotas 
IRPJ: 
 
• 15% sobre o lucro tributável apurado 
• Alíquota adicional de 10% sobre o lucro que exceder R$ 20.000,00/mês, 
ou R$ 240.000,00/ano. 
• A alíquota adicional é única para todas as pessoas jurídicas. 
 
CSLL: 
 
9% para as PJ’s em geral 
20% para instituições financeiras seguradoras e empresas de capitalização; 
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• IRPJ/CSLL 
 
 
A apuração do Imposto de renda da pessoa jurídica e da contribuição social 
sobre o lucro líquido é realizada trimestralmente e não há outro período de 
apuração para esses tributos na opção do lucro presumido. 
 
1º Trimestre – Janeiro – Fevereiro – Março ► Vencimento em Abril 
2º Trimestre – Abril – Maio – Junho ► Vencimento em Julho 
3º Trimestre – Julho – Agosto – Setembro ► Vencimento em Outubro 
4º Trimestre – Outubro – Novembro – Dezembro ► Vencimento em Janeiro 
do ano seguinte 
 
O vencimento será sempre no último dia útil. 
 
Para realizar a apuração, é necessário fazer a segregação das receitas que a 
empresa auferir em determinado período de apuração. A segregação das 
receita nada mais é que fazer a separação das receita auferidas com base na 
tabela de presunção que já vimos anteriormente. 
 
Após realizar a segregação, devemos aplicar os percentuais sobre os valores 
segregados. O resultado encontrado deve ser somado, e então teremos o... 
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• IRPJ/CSLL 
 
 
... valor da base de cálculo do IRPJ e da CSLL. 
 
Após encontrarmos os valores da base de cálculo, devemos aplicar as 
alíquotas desses tributos para assim encontrarmos o valor devido para 
aquele período de apuração. 
 
Adicional de Imposto de Renda 
 
O adicional de imposto de renda, é um valor que será acrescido ao valor do 
tributos devido. Para calcularmos, precisamos da base de cálculo do IRPJ 
que já encontramos durante a apuração. 
 
Para calcular o adicional, vamos utilizar a base de cálculo do IRPJ e deduzir 
uma parcela mensal de R$ 20.000,00; como o lucro presumido é apurado de 
forma trimestral então iremos deduzir R$ 60.000,00. Então, se a base de 
cálculo do IRPJ for menor que o valor da parcela que vamos deduzir, então 
não iremos fazer o cálculo do adicional do IRPJ. Agora, se a base de cálculo 
do IRPJ for maior que a parcela a deduzir, então prosseguimos com o 
cálculo. 
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• IRPJ/CSLL 
 
 
Cálculo: 
 
Base de Cálculo do IRPJ – Parcela a Deduzir = Base de Cálculo do Adicional 
de IRPJ 
 
Após encontrarmos a BC do Adicional, vamos aplicar a alíquota de 10% e o 
resultado será somando no valor do IRPJ devido. 
 
Antecipação de Recolhimento 
 
Como o IRPJ e a CSLL tem suas apurações de forma trimestral, muitas 
empresas não conseguem se planejar para realizar esse recolhimento ao 
final do trimestre. Com isso, podemos realizar a apuração mensal com base 
na receita mensal auferida e realizar o recolhimento antecipado para que 
assim a empresa possa ajustar esse recolhimento em seu fluxo de caixa. 
 
A única questão é que o adicional para ser calculado precisa da receita do 
trimestre, assim ele será calculado somente no fechamento do trimestre, não 
podendo ser antecipado. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
Regime de Caixa e Competência 
 
No lucro presumido é possível optar entre o regime de caixa e competência, 
durante
nosso curso já estudamos esses regime de reconhecimento de 
receitas e agora vamos entender como eles são utilizado no lucro presumido. 
 
No regime de competência a receita é reconhecida com base na data de 
emissão do documento fiscal ou no documento que fizer o registro da 
receita, nesse regime não é considerado o recebimento financeiro e sim 
somente o momento em que é emitido o documento. 
 
No regime de caixa a receita é reconhecida quando há efetivamente o 
recebimento financeiro, assim nesse regime para o reconhecimento da 
receita não é considerado a emissão do documento fiscal mais sim quando 
houver a disponibilidade financeira. 
 
Parcelamento e Pagamento: 
 
• Além da antecipação do recolhimento do IRPJ e da CSLL o contribuinte... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• IRPJ/CSLL 
 
 
... tem a opção de pagar o IRPJ/CSLL em até 3 quotas mensais, iguais e 
sucessivas, que vencem no último dia útil dos três meses subsequentes ao 
do encerramento do trimestre 
• Nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1.000,00, e o tributo e valor 
inferior a R$ 2.000,00 será pago em quota única, até o último dia útil do 
mês subsequente ao do trimestre 
• Às quotas serão acrescidas de juros SELIC, acumulada mensalmente, 
calculados a partir do 1º dia do segundo mês subsequente ao do 
trimestre de apuração, até o último dia do mês anterior ao do pagamento, 
e de 1% no mês de pagamento 
• CST – Código de Situação Tributária 
 
 
O CST é o código que define como será a tributação de determinada 
operação, ele estará sempre vinculado diretamente a operação(CFOP) ou ao 
produto(NCM), assim o conhecimento deste código é de suma importância 
para o desenvolvimento no conhecimento da tributação. 
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• CST – Código de Situação Tributária 
 
 
O CST é um campo de preenchimento obrigatório nos documentos fiscais, 
para cada tributo(ICMS, IPI, PIS e COFINS) existe uma tabela de CST definido 
as tributações possíveis. 
 
CST/ICMS 
 
A CST de ICMS será utilizada nos documentos fiscais que estiverem sob a 
incidência desse tributo, e somente as empresas do Regime Normal para o 
ICMS que vão fazer isso dessa tabela, para as empresas optantes pelo 
Simples Nacional temos o CSOSN que vamos abordar mais a frente. 
 
A CST de IPI será utilizada nos documentos fiscais que estiverem sob a 
incidência desse tributo, e somente pelas empresas que forem contribuintes 
desse tributo, mesmo que essa empresa for optante do Simples Nacional. 
Estrutura 00 Tabela 
 
A estrutura da CST de IPI é formada por dois dígitos que definem qual será a 
tributação no documento fiscal, não nessa CST a identificação da origem 
como ocorre na CST de ICMS, sendo que na tabela temos a diferença dos... 
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• CST – Código de Situação Tributária 
 
 
... códigos para operações de entradas e operações de saídas. 
 
Do código 00 a 49 – Operações de Entradas e do código 50 a 99 – 
Operações de Saídas 
 
CST/PIS/COFINS 
 
A CST de PIS e a CST da COFINS embora são constituídas em tabelas 
separadas a codificação é exatamente igual para os dois tributos, elas são 
utilizadas em praticamente todos os documentos fiscais mesmo que a 
empresa emitente seja optante do Simples Nacional. 
 
Estrutura 00 Tabela 
 
A estrutura da CST do PIS e da COFINS é formada por dois dígitos que 
definem qual será a tributação no documento fiscal, não nessa CST a 
identificação da origem como ocorre na CST de ICMS, sendo que na tabela 
temos a diferença dos códigos para operações de entradas e operações de 
saídas. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• CST – Código de Situação Tributária 
 
 
Do código 00 a 49 – Operações de Saídas e do código 50 a 99 – Operações 
de Entradas. 
• NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul 
 
 
A NCM é um código que possibilita a identificação do produto e é 
fundamental para determinar quais são os tributos incidentes sobre aquele 
produto. Toda e qualquer mercadoria que circular em território nacional deve 
ser classificada com um código NCM. 
 
A NCM é adotada por todos os países membros do Mercosul. 
 
Países Membros efetivos: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela 
(2012) 
 
Países Membros associados do Mercosul: Bolívia (1996), Chile (1996),... 
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• NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul 
 
 
... Peru (2003), Colômbia (2004), Equador (2004), Guiana (2013) e Suriname 
(2013) 
 
Membros observadores do Mercosul: México (2006) e Nova Zelândia (2010). 
 
A TIPI-Tabela de Incidência do IPI é a tabela onde podemos consultar as 
alíquotas do IPI e também as NCM’s existentes. 
 
As mercadorias na TIPI são ordenadas sistematicamente de forma 
progressiva de acordo com seu grau de elaboração, iniciando pelos animais 
vivos e terminando com obras de arte. Assim quanto mais participação do 
homem para elaboração da mercadoria mais elevado é o número do capitulo 
na tabela. 
 
Existem cerca de mais de 10.000 NCM, para que a classificação seja 
realizada é necessário observar que o código tenha os 8 dígitos e também a 
indicação da tributação do IPI. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul 
 
 
NCM 3102.50.11: 
Capítulo 31: adubos ou fertilizantes; 
Posição 3102: adubos ou fertilizantes minerais ou químicos nitrogenados; 
Subposição 3102.50: nitrato de sódio; 
Item 3102.50.1: natural; 
Subitem 3102.50.11: com teor de nitrogênio não superior a 16,3% em peso. 
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• CEST – Código Especificador da 
Substituição Tributária 
 
 
O Convenio ICMS 92/2015 – Institui o CEST com o intuito de criar uma 
sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens 
passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária (ICMS-ST) e de 
antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação. 
 
Com a criação do CEST, as Secretarias Estaduais de Fazenda (no âmbito do 
Confaz) pretenderam terminar com as dúvidas quanto à sujeição ou não da 
mercadoria ao regime jurídico de substituição tributária do ICMS (ICMS-ST). 
Obrigatoriedade: 
 
01/07/2017, para a indústria e o importador; 01/10/2017, para o atacadista; 
 
01/04/2018, para os demais segmentos econômicos 
 
Estrutura: 
 
O CEST, que é o mesmo para o Brasil inteiro, é composto por 7 (sete) dígitos, 
sendo que: 
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Assistente Fiscal 
 
 
• CEST – Código Especificador da 
Substituição Tributária 
 
 
1º (primeiro) e o 2º (segundo) correspondem ao segmento da mercadoria ou 
bem; 
 
3º (terceiro) ao 5º (quinto) correspondem ao item de um segmento de 
mercadoria ou bem; 
 
6º (sexto) e o 7º (sétimo) correspondem à especificação do item. Para fins 
o Convênio ICMS nº 92/2015, considera-se: 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Manual 
 
 
Todos os contribuintes dos tributos estão obrigados a emitir documentos 
fiscais para acobertar suas operações e prestação perante o fisco, caso 
houver uma negligencia por parte do contribuinte sanções baseadas na 
legislação serão aplicadas. 
 
A Nota Fiscal Manual foi um dos primeiros documento fiscal a ser criado, 
esse documento fiscal poderia ser confeccionado em talão de nota com uma 
via fixa e as demais destacáveis ou poderia ser confeccionado em formulário 
continuo para impressão em impressora térmica também com via 
destinadas ao fisco, destinatário e remetente da operação. 
 
A NF Manual tinha em média 35 a 45 campos para ser preenchidos a 
quantidade de campos poderia varias conforme o layout e/ou com a 
legislação de cada Estado. 
 
Com advento do SPED a NF Manual acabou em desuso pois foi implantado 
em praticamente todo território nacional a Nota Fiscal Eletrônica. 
 
Para
que uma NF Manual fosse cancelada era necessário reunir todas as... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Manual 
 
 
... vias e assim literalmente escreve nelas “canceladas”. Caso um NF Manual 
fosse extraviada era necessário publicar no Diário Oficial essa situação. 
 
Como a NF Manual não possuía nenhum registro eletrônico o fisco somente 
poderia verificar e validar ela com a legislação com a NF física em mão 
assim inviabilizava a quantidade de fiscalizações que eram necessárias para 
verificação dos contribuintes. 
• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
A Nota Fiscal Eletrônica é o primeiro passo do projeto SPED afim de torna 
toda a escrituração contábil, fiscal e do departamento pessoal(folha de 
pagamento) eletrônica. A NFe foi desenvolvida de forma integrada pelas 
SEFAZ dos Estados e também pela Receita Federal. 
 
A NFe é um documento de existência exclusivamente digital, emitido e 
armazenado eletronicamente com intuito de documento uma operação... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
... realizada pelo contribuinte. A validade jurídica da NFe é garantida pela 
assinatura digital do certificado digital. 
 
Melhorias apontadas pelo fisco - Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal; 
Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor 
intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos; Redução de 
custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela 
fiscalização de mercadorias em trânsito; Diminuição da sonegação e 
aumento da arrecadação; Suporte aos projetos de escrituração eletrônica 
contábil e fiscal da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas 
Estaduais; Fortalecimento da integração entre os fiscos, facilitando a 
fiscalização realizada pelas Administrações Tributárias devido ao 
compartilhamento das informações das NF-e; Rapidez no acesso às 
informações; Eliminação do papel; Aumento da produtividade da auditoria 
através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos; Possibilidade do 
cruzamento eletrônico de informações. 
 
A NFe possui mais de 250 campos preenchíveis. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – é um documento 
fiscal auxiliar que poderá ser impresso em papel. A DANFE não é a nota fiscal 
e nem a substitui ela serve somente para auxiliar as operações e o transporte 
delas, a DANFE também serve para que o destinatário possa validar a 
emissão através da chave de acesso. 
 
Chave de Acesso 
 
 
Posição Informação Caracteres Campo 
1 Código da UF do emitente do 
Documento Fiscal 
02 cUF 
2 Ano e Mês de emissão da NF-e 04 AAMM 
3 CNPJ/CPF do emitente 14 CNPJ/CPF 
4 Modelo do Documento Fiscal 02 mod 
5 Série do Documento Fiscal 03 serie 
6 Número do Documento Fiscal 09 nNF 
7 Forma de emissão da NF-e 01 tpEmis 
8 Código Numérico que compõe a Chave 
de Acesso 
08 cNF 
9 Dígito Verificador da Chave de Acesso 01 cDV 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
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• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
Eventos de Manifestação 
 
Confirmação da Operação 
O evento de “Confirmação da Operação” pelo destinatário confirma a 
operação e o recebimento da mercadoria (para as operações com circulação 
de mercadoria). Se ocorrer a devolução total ou parcial das mercadorias, 
além do procedimento atual de geração da Nota Fiscal de devolução, 
também poderá ser comandado o evento da “Confirmação da Operação”. 
 
Desconhecimento da Operação 
Uma empresa pode ficar sabendo das operações destinadas a um 
determinado CNPJ/CPF consultando o “Serviço de Consulta da Relação de 
Documentos Destinados” ao seu CNPJ/CPF. O evento de “Desconhecimento 
da Operação” permite ao destinatário informar o seu desconhecimento de 
uma determinada operação que conste nesta relação, por exemplo. 
 
Operação Não Realizada 
 
Em algumas situações, a empresa destinatária informa que a operação... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
... não foi realizada (com Recusa de Recebimento da mercadoria e outros 
motivos), não cabendo neste caso a emissão de uma Nota Fiscal de 
devolução. Este evento permite o registro da declaração de Operação não 
Realizada pelo destinatário, permitindo também a informação complementar 
da justificativa desta informação. 
 
Evento de “Ciência da Operação ou Ciência da Emissão” 
 
Neste evento, o destinatário declara ter ciência sobre uma determinada 
operação destinada ao seu CNPJ ou CPF, mas não possui elementos 
suficientes para apresentar a sua manifestação conclusiva sobre a operação 
citada. 
 
O evento de “Ciência da Emissão” é um evento opcional e pode ser evitado, já 
que normalmente o destinatário da NF-e deve possuir o arquivo XML da NF-e 
enviado e/ou disponibilizado pelo emitente. 
 
Após um período determinado, todas as operações com “Ciência da 
Emissão” deverão obrigatoriamente ter a manifestação final do... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal Eletrônica - NFe 
 
 
... destinatário declarada em um dos eventos de Confirmação da Operação, 
Desconhecimento ou Operação não Realizada. 
 
Mudança de Manifestação 
 
O destinatário poderá enviar uma única mensagem de Confirmação da 
Operação, Desconhecimento da Operação ou Operação não Realizada, 
valendo apenas a última mensagem registrada. Exemplo: o destinatário pode 
desconhecer uma operação que havia confirmado inicialmente ou confirmar 
uma operação que havia desconhecido inicialmente. 
 
O evento de “Ciência da Emissão” não configura a manifestação final do 
destinatário, portanto não cabe o registro deste evento após a manifestação 
final do destinatário. 
 
Os demais eventos representam uma manifestação conclusiva do 
destinatário sobre a operação representada pela NF-e. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Cancelamento – NFe 
 
 
O prazo de cancelamento da NFe é especificado no ATO COTEPE ICMS 
13/2010 em seu art. 1º 
 
Art. 1º Passa a vigorar com a seguinte redação o art. 1º do Ato 
COTEPE/ICMS n º 33 , de 29 de setembro de 2008: 
“Art. 1º Poderá o emitente solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não 
superior a 24 horas, contado do momento em que foi concedida a respectiva 
Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da 
mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às demais normas 
constantes do Ajuste SINIEF 07/05, de 5 de outubro de 2005.”. 
 
Alguns Estado pode definir prazo diferentes ao prazo do Ato COTEPE como 
por exemplo Mato Grosso que institui que o cancelamento deve ser 
solicitado em um prazo não superior a 2 horas contada a partir da 
autorização. 
 
Após o prazo padrão de 24 horas o contribuinte deverá verificar junto a 
SEFAZ qual é o procedimento para realizar o cancelamento. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Carta de Correção Eletrônica 
 
 
A Carta de Correção Eletrônica – CC-e foi criada pelo Ajuste SINIEF 01/2007, 
antes da instituição da CC-e os contribuintes realizavam as correções nos 
documentos ficais através da Carta de Correção Manual ou Carta de 
Correção de Papel onde era possível praticamente alterar todos os campos 
existente da NFe. 
 
Cláusula
primeira Fica acrescentado o § 1º-A ao art. 7º do Convênio S/N, de 
15 de dezembro de 1970: 
 
"§ 1º-A Fica permitida a utilização de carta de correção, para regularização 
de erro ocorrido na emissão de documento fiscal, desde que o erro não 
esteja relacionado com: 
 
I - as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de 
cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da 
prestação; 
II - a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou 
do destinatário; 
III - a data de emissão ou de saída.". 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e 
 
 
A NFSe foi criada para substituir a Nota Fiscal de Serviço Manual, com 
objetivo de facilitar a fiscalização por parte das Fazendas Municipais, ocorre 
que cada município possui um sistema para que os contribuinte utilizem e 
assim não existem uma integração assim como existe na NFe. 
 
Hoje o maior interessado nas NFSe além dos municípios é a Receita Federal 
pois além da incidência do ISS temos a incidência dos tributos federais, já 
existem um projeto de NFSe Nacional que está sendo desenvolvido pela 
Receita Federal e pela Associação das Secretarias de Finanças das Capitais 
(Abrasf). 
 
A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) é um documento de existência 
digital, gerado e armazenado eletronicamente em Ambiente Nacional pela 
RFB, pela prefeitura ou por outra entidade conveniada, para documentar as 
operações de prestação de serviços. 
 
Esse projeto visa o benefício das administrações tributárias padronizando e 
melhorando a qualidade das informações, racionalizando os custos e 
gerando maior eficácia, bem como o aumento da competitividade das... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e 
 
 
... empresas brasileiras pela racionalização das obrigações acessórias 
(redução do custo-Brasil), em especial a dispensa da emissão e guarda de 
documentos em papel. 
 
No intuito de prover uma solução de contingência para o contribuinte, foi 
criado o Recibo Provisório de Serviços (RPS), que é um documento de posse 
e responsabilidade do contribuinte, que deverá ser gerado manualmente ou 
por alguma aplicação local, possuindo uma numeração sequencial crescente 
e devendo ser convertido em NFS-e no prazo estipulado pela legislação 
tributária municipal. 
 
Este documento atende, também, àqueles contribuintes que, porventura, não 
dispõem de infraestrutura de conectividade com a secretaria em tempo 
integral, podendo gerar os documentos e enviá-los, em lote, para 
processamento e geração das respectivas NFS-e. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• CF-e / SAT / NFCe 
 
 
A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e (modelo 65) – é um 
documento de existência apenas digital, emitido e armazenado 
eletronicamente, com o intuito de documentar as operações comerciais 
devenda presencial ou venda para entrega em domicílio a consumidor final 
(pessoa física ou jurídica)em operação interna e sem geração de crédito de 
ICMS ao adquirente. 
 
A NFC-e substitui a nota fiscal de venda a consumidor, modelo 2, e o cupom 
fiscal emitido por ECF. Portanto é utilizada na venda a consumidor final. 
 
A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e visa oferecer uma 
nova alternativa totalmente eletrônica para os atuais documentos fiscais em 
papel utilizados no varejo, reduzindo custos de obrigações acessórias aos 
contribuintes, ao mesmo tempo que possibilita o aprimoramento do controle 
fiscal pelas Administrações Tributárias. Possibilita ao consumidor a 
conferência da validade e autenticidade do documento fiscal recebido, como 
também propõe o estabelecimento de um padrão nacional de documento 
fiscal eletrônico, baseado nos padrões técnicos de sucesso da Nota Fiscal 
Eletrônica modelo 55, todavia adequado às particularidades do varejo. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• CTe 
 
 
O Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) é o novo modelo de 
documento fiscal eletrônico, instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07, de 
25/10/2007, que poderá ser utilizado para substituir um dos seguintes 
documentos fiscais: 
• Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8; 
• Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9; 
• Conhecimento Aéreo, modelo 10; 
• Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11; 
• Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27; 
• Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em 
transporte de cargas. 
 
O CT-e também poderá ser utilizado como documento fiscal eletrônico no 
transporte duto viário e, atualmente, nos transportes Multimodais. 
 
Podemos conceituar o CT-e como um documento de existência 
exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito 
de documentar uma prestação de serviços de transportes, cuja validade 
jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de... 
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Assistente Fiscal 
 
 
• CTe 
 
 
... Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. 
 
O Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é desenvolvido, de 
forma integrada, pelas Secretarias de Fazenda dos Estados e Receita Federal 
do Brasil, a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006, de 10/11/2006, 
que atribui ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores 
Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo 
desenvolvimento e implantação do Projeto CT-e. 
• MDFe 
 
 
Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido 
e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, para vincular os 
documentos fiscais transportados na unidade de carga utilizada, cuja 
validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização 
de uso pelo Ambiente Autorizador. 
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Assistente Fiscal 
 
 
• MDFe 
 
 
O MDF-e deverá ser emitido por empresas prestadoras de serviço de 
transporte para prestações com mais de um conhecimento de transporte ou 
pelas demais empresas nas operações, cujo transporte seja realizado em 
veículos próprios, arrendados, ou mediante contratação de transportador 
autônomo de cargas, com mais de uma nota fiscal. A finalidade do MDF-e é 
agilizar o registro em lote de documentos fiscais em trânsito e identificar a 
unidade de carga utilizada e demais características do transporte. 
 
 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Dec. Municipal 
 
 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Dec. Municipal 
 
 
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Assistente Fiscal 
 
 
• Operações Fiscais 
 
 
• Venda 
• Devolução 
• Transferências 
• Remessas e retorno – conserto, industrialização 
• Bonificação 
• Amostra grátis 
• A prestação será feita no “quadro” exemplificando de forma prática cada 
uma das operações 
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0 
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.cefis.cefisapp&hl=pt_BR
https://apps.apple.com/br/app/cefis/id1353968500
Anexos SN (1).pdf
Anexo Fator R 
CNAE 
 Alíq Descrição 
I Não 0111-3/01 4.0 Cultivo de arroz 
I Não 0111-3/02 4.0 Cultivo de milho 
I Não 0111-3/03 4.0 Cultivo de trigo 
I Não 0111-3/99 4.0 Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente 
I Não 0112-1/01 4.0 Cultivo de algodão herbáceo 
I Não 0112-1/02 4.0 Cultivo de juta 
I Não 0112-1/99 4.0 Cultivo de outras fibras de lavoura temporária não 
especificadas anteriormente 
I Não 0113-0/00 4.0 Cultivo de cana-de-açúcar 
I Não 0114-8/00 4.0 Cultivo de fumo 
I Não 0115-6/00 4.0 Cultivo de soja 
I Não 0116-4/01 4.0 Cultivo de amendoim 
I Não 0116-4/02 4.0 Cultivo de girassol 
I Não 0116-4/03 4.0 Cultivo de mamona 
I Não 0116-4/99 4.0 Cultivo de outras oleaginosas
de lavoura temporária não 
especificadas anteriormente 
I Não 0119-9/01 4.0 Cultivo de abacaxi 
I Não 0119-9/02 4.0 Cultivo de alho 
I Não 0119-9/03 4.0 Cultivo de batata-inglesa 
I Não 0119-9/04 4.0 Cultivo de cebola 
I Não 0119-9/05 4.0 Cultivo de feijão 
I Não 0119-9/06 4.0 Cultivo de mandioca 
I Não 0119-9/07 4.0 Cultivo de melão 
I Não 0119-9/08 4.0 Cultivo de melancia 
I Não 0119-9/09 4.0 Cultivo de tomate rasteiro 
I Não 0119-9/99 4.0 Cultivo de outras plantas de lavoura temporária não 
especificadas anteriormente 
I Não 0121-1/01 4.0 Horticultura, exceto morango 
I Não 0121-1/02 4.0 Cultivo de morango 
I Não 0122-9/00 4.0 Cultivo de flores e plantas ornamentais 
I Não 0131-8/00 4.0 Cultivo de laranja 
I Não 0132-6/00 4.0 Cultivo de uva 
I Não 0133-4/01 4.0 Cultivo de açaí 
I Não 0133-4/02 4.0 Cultivo de banana 
I Não 0133-4/03 4.0 Cultivo de caju 
I Não 0133-4/04 4.0 Cultivo de cítricos, exceto laranja 
I Não 0133-4/05 4.0 Cultivo de coco-da-baía 
I Não 0133-4/06 4.0 Cultivo de guaraná 
I Não 0133-4/07 4.0 Cultivo de maçã 
I Não 0133-4/08 4.0 Cultivo de mamão 
I Não 0133-4/09 4.0 Cultivo de maracujá 
I Não 0133-4/10 4.0 Cultivo de manga 
I Não 0133-4/11 4.0 Cultivo de pêssego 
I Não 0133-4/99 4.0 Cultivo de frutas de lavoura permanente não especificadas 
anteriormente 
I Não 0134-2/00 4.0 Cultivo de café 
I Não 0135-1/00 4.0 Cultivo de cacau 
I Não 0139-3/01 4.0 Cultivo de chá-da-índia 
I Não 0139-3/02 4.0 Cultivo de erva-mate 
I Não 0139-3/03 4.0 Cultivo de pimenta-do-reino 
I Não 0139-3/04 4.0 Cultivo de plantas para condimento, exceto pimenta-do-reino 
I Não 0139-3/05 4.0 Cultivo de dendê 
I Não 0139-3/06 4.0 Cultivo de seringueira 
I Não 0139-3/99 4.0 Cultivo de outras plantas de lavoura permanente não 
especificadas anteriormente 
I Não 0141-5/01 4.0 Produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras 
para pasto 
I Não 0141-5/02 4.0 Produção de sementes certificadas de forrageiras para 
formação de pasto 
I Não 0142-3/00 4.0 Produção de mudas e outras formas de propagação vegetal, 
certificadas 
I Não 0151-2/01 4.0 Criação de bovinos para corte 
I Não 0151-2/02 4.0 Criação de bovinos para leite 
I Não 0151-2/03 4.0 Criação de bovinos, exceto para corte e leite 
I Não 0152-1/01 4.0 Criação de bufalinos 
I Não 0152-1/02 4.0 Criação de eqüinos 
I Não 0152-1/03 4.0 Criação de asininos e muares 
I Não 0153-9/01 4.0 Criação de caprinos 
I Não 0153-9/02 4.0 Criação de ovinos, inclusive para produção de lã 
I Não 0154-7/00 4.0 Criação de suínos 
I Não 0155-5/01 4.0 Criação de frangos para corte 
I Não 0155-5/02 4.0 Produção de pintos de um dia 
I Não 0155-5/03 4.0 Criação de outros galináceos, exceto para corte 
I Não 0155-5/04 4.0 Criação de aves, exceto galináceos 
I Não 0155-5/05 4.0 Produção de ovos 
I Não 0159-8/01 4.0 Apicultura 
I Não 0159-8/02 4.0 Criação de animais de estimação 
I Não 0159-8/03 4.0 Criação de escargô 
I Não 0159-8/04 4.0 Criação de bicho-da-seda 
I Não 0159-8/99 4.0 Criação de outros animais não especificados anteriormente 
III Não 0161-0/01 6.0 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas 
III Não 0161-0/02 6.0 Serviço de poda de árvores para lavouras 
III Não 0161-0/03 6.0 Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita 
III Não 0161-0/99 6.0 Atividades de apoio à agricultura não especificadas 
anteriormente 
III Não 0162-8/02 6.0 Serviço de tosquiamento de ovinos 
III Não 0162-8/03 6.0 Serviço de manejo de animais 
III Não 0162-8/99 6.0 Atividades de apoio à pecuária não especificadas 
anteriormente 
III Não 0163-6/00 6.0 Atividades de pós-colheita 
I Não 0170-9/00 4.0 Caça e serviços relacionados 
I Não 0210-1/01 4.0 Cultivo de eucalipto 
I Não 0210-1/02 4.0 Cultivo de acácia-negra 
I Não 0210-1/03 4.0 Cultivo de pinus 
I Não 0210-1/04 4.0 Cultivo de teca 
I Não 0210-1/05 4.0 Cultivo de espécies madeireiras, exceto eucalipto, acácia-
negra, pinus e teca 
I Não 0210-1/06 4.0 Cultivo de mudas em viveiros florestais 
I Não 0210-1/07 4.0 Extração de madeira em florestas plantadas 
I Não 0210-1/08 4.0 Produção de carvão vegetal – florestas plantadas 
I Não 0210-1/09 4.0 Produção de casca de acácia-negra – florestas plantadas 
I Não 0210-1/99 4.0 Produção de produtos não-madeireiros não especificados 
anteriormente em florestas plantadas 
I Não 0220-9/01 4.0 Extração de madeira em florestas nativas 
I Não 0220-9/02 4.0 Produção de carvão vegetal – florestas nativas 
I Não 0220-9/03 4.0 Coleta de castanha-do-pará em florestas nativas 
I Não 0220-9/04 4.0 Coleta de látex em florestas nativas 
I Não 0220-9/05 4.0 Coleta de palmito em florestas nativas 
I Não 0220-9/06 4.0 Conservação de florestas nativas 
I Não 0220-9/99 4.0 Coleta de produtos não-madeireiros não especificados 
anteriormente em florestas nativas 
III Não 0230-6/00 6.0 Atividades de apoio à produção florestal 
I Não 0311-6/01 4.0 Pesca de peixes em água salgada 
I Não 0311-6/02 4.0 Pesca de crustáceos e moluscos em água salgada 
I Não 0311-6/03 4.0 Coleta de outros produtos marinhos 
III Não 0311-6/04 6.0 Atividades de apoio à pesca em água salgada 
I Não 0312-4/01 4.0 Pesca de peixes em água doce 
I Não 0312-4/02 4.0 Pesca de crustáceos e moluscos em água doce 
I Não 0312-4/03 4.0 Coleta de outros produtos aquáticos de água doce 
III Não 0312-4/04 6.0 Atividades de apoio à pesca em água doce 
I Não 0321-3/01 4.0 Criação de peixes em água salgada e salobra 
I Não 0321-3/02 4.0 Criação de camarões em água salgada e salobra 
I Não 0321-3/03 4.0 Criação de ostras e mexilhões em água salgada e salobra 
I Não 0321-3/04 4.0 Criação de peixes ornamentais em água salgada e salobra 
III Não 0321-3/05 6.0 Atividades de apoio à aqüicultura em água salgada e salobra 
I Não 0321-3/99 4.0 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água salgada e 
salobra não especificados anteriormente 
I Não 0322-1/01 4.0 Criação de peixes em água doce 
I Não 0322-1/02 4.0 Criação de camarões em água doce 
I Não 0322-1/03 4.0 Criação de ostras e mexilhões em água doce 
I Não 0322-1/04 4.0 Criação de peixes ornamentais em água doce 
I Não 0322-1/05 4.0 Ranicultura 
I Não 0322-1/06 4.0 Criação de jacaré 
III Não 0322-1/07 6.0 Atividades de apoio à aqüicultura em água doce 
I Não 0322-1/99 4.0 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água doce não 
especificados anteriormente 
I Não 0500-3/01 4.0 Extração de carvão mineral 
I Não 0500-3/02 4.0 Beneficiamento de carvão mineral 
I Não 0600-0/01 4.0 Extração de petróleo e gás natural 
I Não 0600-0/02 4.0 Extração e beneficiamento de xisto 
I Não 0600-0/03 4.0 Extração e beneficiamento de areias betuminosas 
I Não 0710-3/01 4.0 Extração de minério de ferro 
II Não 0710-3/02 4.5 Pelotização, sinterização e outros beneficiamentos de minério 
de ferro 
I Não 0721-9/01 4.0 Extração de minério de alumínio 
II Não 0721-9/02 4.5 Beneficiamento de minério de alumínio 
I Não 0722-7/01 4.0 Extração de minério de estanho 
II Não 0722-7/02 4.5 Beneficiamento de minério de estanho 
I Não 0723-5/01 4.0 Extração de minério de manganês 
II Não 0723-5/02 4.5 Beneficiamento de minério de manganês 
I Não 0724-3/01 4.0 Extração de minério de metais preciosos 
II Não 0724-3/02 4.5 Beneficiamento de minério de metais preciosos 
I Não 0725-1/00 4.0 Extração de minerais radioativos 
I Não 0729-4/01 4.0 Extração de minérios de nióbio e titânio 
I Não 0729-4/02 4.0 Extração de minério de tungstênio 
I Não 0729-4/03 4.0 Extração de minério de níquel 
I Não 0729-4/04 4.0 Extração de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros 
minerais metálicos não-ferrosos não especificados 
anteriormente 
II Não 0729-4/05 4.5 Beneficiamento de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros 
minerais metálicos não-ferrosos não especificados 
anteriormente 
I Não 0810-0/01 4.0 Extração de ardósia e beneficiamento
associado 
I Não 0810-0/02 4.0 Extração de granito e beneficiamento associado 
I Não 0810-0/03 4.0 Extração de mármore e beneficiamento associado 
I Não 0810-0/04 4.0 Extração de calcário e dolomita e beneficiamento associado 
I Não 0810-0/05 4.0 Extração de gesso e caulim 
I Não 0810-0/06 4.0 Extração de areia, cascalho ou pedregulho e beneficiamento 
associado 
I Não 0810-0/07 4.0 Extração de argila e beneficiamento associado 
I Não 0810-0/08 4.0 Extração de saibro e beneficiamento associado 
I Não 0810-0/09 4.0 Extração de basalto e beneficiamento associado 
II Não 0810-0/10 4.5 Beneficiamento de gesso e caulim associado à extração 
I Não 0810-0/99 4.0 Extração e britamento de pedras e outros materiais para 
construção e beneficiamento associado 
I Não 0891-6/00 4.0 Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes 
e outros produtos químicos 
I Não 0892-4/01 4.0 Extração de sal marinho 
I Não 0892-4/02 4.0 Extração de sal-gema 
II Não 0892-4/03 4.5 Refino e outros tratamentos do sal 
I Não 0893-2/00 4.0 Extração de gemas (pedras preciosas e semipreciosas) 
I Não 0899-1/01 4.0 Extração de grafita 
I Não 0899-1/02 4.0 Extração de quartzo 
I Não 0899-1/03 4.0 Extração de amianto 
I Não 0899-1/99 4.0 Extração de outros minerais não-metálicos não especificados 
anteriormente 
III Não 0990-4/01 6.0 Atividades de apoio à extração de minério de ferro 
III Não 0990-4/02 6.0 Atividades de apoio à extração de minerais metálicos não-
ferrosos 
III Não 0990-4/03 6.0 Atividades de apoio à extração de minerais não-metálicos 
II Não 1011-2/01 4.5 Frigorífico – abate de bovinos 
II Não 1011-2/02 4.5 Frigorífico – abate de eqüinos 
II Não 1011-2/03 4.5 Frigorífico – abate de ovinos e caprinos 
II Não 1011-2/04 4.5 Frigorífico – abate de bufalinos 
II Não 1011-2/05 4.5 Matadouro – abate de reses sob contrato, exceto abate de 
suínos 
II Não 1012-1/01 4.5 Abate de aves 
II Não 1012-1/02 4.5 Abate de pequenos animais 
II Não 1012-1/03 4.5 Frigorífico – abate de suínos 
II Não 1012-1/04 4.5 Matadouro – abate de suínos sob contrato 
II Não 1013-9/01 4.5 Fabricação de produtos de carne 
II Não 1013-9/02 4.5 Preparação de subprodutos do abate 
II Não 1020-1/01 4.5 Preservação de peixes, crustáceos e moluscos 
II Não 1020-1/02 4.5 Fabricação de conservas de peixes, crustáceos e moluscos 
II Não 1031-7/00 4.5 Fabricação de conservas de frutas 
II Não 1032-5/01 4.5 Fabricação de conservas de palmito 
II Não 1032-5/99 4.5 Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto 
palmito 
II Não 1033-3/01 4.5 Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e 
legumes 
II Não 1033-3/02 4.5 Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto 
concentrados 
II Não 1041-4/00 4.5 Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho 
II Não 1042-2/00 4.5 Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho 
II Não 1043-1/00 4.5 Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais e de 
óleos não-comestíveis de animais 
II Não 1051-1/00 4.5 Preparação do leite 
II Não 1052-0/00 4.5 Fabricação de laticínios 
II Não 1053-8/00 4.5 Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis 
II Não 1061-9/01 4.5 Beneficiamento de arroz 
II Não 1061-9/02 4.5 Fabricação de produtos do arroz 
II Não 1062-7/00 4.5 Moagem de trigo e fabricação de derivados 
II Não 1063-5/00 4.5 Fabricação de farinha de mandioca e derivados 
II Não 1064-3/00 4.5 Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de 
milho 
II Não 1065-1/01 4.5 Fabricação de amidos e féculas de vegetais 
II Não 1065-1/02 4.5 Fabricação de óleo de milho em bruto 
II Não 1065-1/03 4.5 Fabricação de óleo de milho refinado 
II Não 1066-0/00 4.5 Fabricação de alimentos para animais 
II Não 1069-4/00 4.5 Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não 
especificados anteriormente 
II Não 1071-6/00 4.5 Fabricação de açúcar em bruto 
II Não 1072-4/01 4.5 Fabricação de açúcar de cana refinado 
II Não 1072-4/02 4.5 Fabricação de açúcar de cereais (dextrose) e de beterraba 
II Não 1081-3/01 4.5 Beneficiamento de café 
II Não 1081-3/02 4.5 Torrefação e moagem de café 
II Não 1082-1/00 4.5 Fabricação de produtos à base de café 
II Não 1091-1/00 4.5 Fabricação de produtos de panificação 
II Não 1091-1/01 4.5 Fabricação de produtos de panificação industrial 
I Não 1091-1/02 4.0 Fabricação de produtos de padaria e confeitaria com 
predominância de produção própria 
II Não 1092-9/00 4.5 Fabricação de biscoitos e bolachas 
II Não 1093-7/01 4.5 Fabricação de produtos derivados do cacau e de chocolates 
II Não 1093-7/02 4.5 Fabricação de frutas cristalizadas, balas e semelhantes 
II Não 1094-5/00 4.5 Fabricação de massas alimentícias 
II Não 1095-3/00 4.5 Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos 
II Não 1096-1/00 4.5 Fabricação de alimentos e pratos prontos 
II Não 1099-6/01 4.5 Fabricação de vinagres 
II Não 1099-6/02 4.5 Fabricação de pós alimentícios 
II Não 1099-6/03 4.5 Fabricação de fermentos e leveduras 
II Não 1099-6/04 4.5 Fabricação de gelo comum 
II Não 1099-6/05 4.5 Fabricação de produtos para infusão (chá, mate, etc.) 
II Não 1099-6/06 4.5 Fabricação de adoçantes naturais e artificiais 
II Não 1099-6/07 4.5 Fabricação de alimentos dietéticos e complementos 
alimentares 
II Não 1099-6/99 4.5 Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados 
anteriormente 
II Não 1121-6/00 4.5 Fabricação de águas envasadas 
II Não 1122-4/02 4.5 Fabricação de chá mate e outros chás prontos para consumo 
II Não 1122-4/04 4.5 Fabricação de bebidas isotônicas 
II Não 1210-7/00 4.5 Processamento industrial do fumo 
II Não 1311-1/00 4.5 Preparação e fiação de fibras de algodão 
II Não 1312-0/00 4.5 Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão 
II Não 1313-8/00 4.5 Fiação de fibras artificiais e sintéticas 
II Não 1314-6/00 4.5 Fabricação de linhas para costurar e bordar 
II Não 1321-9/00 4.5 Tecelagem de fios de algodão 
II Não 1322-7/00 4.5 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão 
II Não 1323-5/00 4.5 Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas 
II Não 1330-8/00 4.5 Fabricação de tecidos de malha 
II Não 1340-5/01 4.5 Estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis e 
peças do vestuário 
II Não 1340-5/02 4.5 Alvejamento, tingimento e torção em fios, tecidos, artefatos 
têxteis e peças do vestuário 
II Não 1340-5/99 4.5 Outros serviços de acabamento em fios, tecidos, artefatos 
têxteis e peças do vestuário 
II Não 1351-1/00 4.5 Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico 
II Não 1352-9/00 4.5 Fabricação de artefatos de tapeçaria 
II Não 1353-7/00 4.5 Fabricação de artefatos de cordoaria 
II Não 1354-5/00 4.5 Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos 
II Não 1359-6/00 4.5 Fabricação de outros produtos têxteis não especificados 
anteriormente 
II Não 1411-8/01 4.5 Confecção de roupas íntimas 
II Não 1411-8/02 4.5 Facção de roupas íntimas 
II Não 1412-6/01 4.5 Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas e as 
confeccionadas sob medida 
II Não 1412-6/02 4.5 Confecção, sob medida, de peças do vestuário, exceto roupas 
íntimas 
II Não 1412-6/03 4.5 Facção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas 
II Não 1413-4/01 4.5 Confecção de roupas profissionais, exceto sob medida 
II Não 1413-4/02 4.5 Confecção, sob medida, de roupas profissionais 
II Não 1413-4/03 4.5 Facção de roupas profissionais 
II Não 1414-2/00 4.5 Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança 
e proteção 
II Não 1421-5/00 4.5 Fabricação de meias 
II Não 1422-3/00 4.5 Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias 
e tricotagens, exceto meias 
II Não 1510-6/00 4.5 Curtimento e outras preparações de couro 
II Não 1521-1/00 4.5 Fabricação de artigos para viagem, bolsas
e semelhantes de 
qualquer material 
II Não 1529-7/00 4.5 Fabricação de artefatos de couro não especificados 
anteriormente 
II Não 1531-9/01 4.5 Fabricação de calçados de couro 
III Não 1531-9/02 6.0 Acabamento de calçados de couro sob contrato 
II Não 1532-7/00 4.5 Fabricação de tênis de qualquer material 
II Não 1533-5/00 4.5 Fabricação de calçados de material sintético 
II Não 1539-4/00 4.5 Fabricação de calçados de materiais não especificados 
anteriormente 
II Não 1540-8/00 4.5 Fabricação de partes para calçados, de qualquer material 
II Não 1610-2/01 4.5 Serrarias com desdobramento de madeira 
II Não 1621-8/00 4.5 Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira 
compensada, prensada e aglomerada 
II Não 1622-6/01 4.5 Fabricação de casas de madeira pré-fabricadas 
II Não 1622-6/02 4.5 Fabricação de esquadrias de madeira e de peças de madeira 
para instalações industriais e comerciais 
II Não 1622-6/99 4.5 Fabricação de outros artigos de carpintaria para construção 
II Não 1623-4/00 4.5 Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de 
madeira 
II Não 1629-3/01 4.5 Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto móveis 
II Não 1629-3/02 4.5 Fabricação de artefatos diversos de cortiça, bambu, palha, 
vime e outros materiais trançados, exceto móveis 
II Não 1710-9/00 4.5 Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de 
papel 
II Não 1721-4/00 4.5 Fabricação de papel 
II Não 1722-2/00 4.5 Fabricação de cartolina e papel-cartão 
II Não 1731-1/00 4.5 Fabricação de embalagens de papel 
II Não 1732-0/00 4.5 Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão 
II Não 1733-8/00 4.5 Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado 
II Não 1741-9/01 4.5 Fabricação de formulários contínuos 
II Não 1741-9/02 4.5 Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e 
papelão ondulado para uso comercial e de escritório 
II Não 1742-7/01 4.5 Fabricação de fraldas descartáveis 
II Não 1742-7/02 4.5 Fabricação de absorventes higiênicos 
II Não 1742-7/99 4.5 Fabricação de produtos de papel para uso doméstico e 
higiênico-sanitário não especificados anteriormente 
II Não 1749-4/00 4.5 Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, 
papel-cartão e papelão ondulado não especificados 
anteriormente 
II Não 1811-3/01 4.5 Impressão de jornais 
II Não 1811-3/02 4.5 Impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas 
II Não 1812-1/00 4.5 Impressão de material de segurança 
III Não 1813-0/01 6.0 Impressão de material para uso publicitário 
III Não 1813-0/99 6.0 Impressão de material para outros usos 
III Não 1821-1/00 6.0 Serviços de pré-impressão 
III Não 1822-9/00 6.0 Serviços de acabamentos gráficos 
III Não 1822-9/01 6.0 Serviços de encadernação e plastificação 
III Não 1822-9/99 6.0 Serviços de acabamentos gráficos, exceto encadernação e 
plastificação 
III Não 1830-0/01 6.0 Reprodução de som em qualquer suporte 
III Não 1830-0/02 6.0 Reprodução de vídeo em qualquer suporte 
V Não 1830-0/03 15.5 Reprodução de software em qualquer suporte 
II Não 1910-1/00 4.5 Coquerias 
II Não 1921-7/00 4.5 Fabricação de produtos do refino de petróleo 
II Não 1922-5/01 4.5 Formulação de combustíveis 
II Não 1922-5/02 4.5 Rerrefino de óleos lubrificantes 
II Não 1922-5/99 4.5 Fabricação de outros produtos derivados do petróleo, exceto 
produtos do refino 
II Não 1931-4/00 4.5 Fabricação de álcool 
II Não 1932-2/00 4.5 Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool 
II Não 2011-8/00 4.5 Fabricação de cloro e álcalis 
II Não 2012-6/00 4.5 Fabricação de intermediários para fertilizantes 
II Não 2013-4/00 4.5 Fabricação de adubos e fertilizantes 
II Não 2013-4/01 4.5 Fabricação de adubos e fertilizantes organo-minerais 
II Não 2013-4/02 4.5 Fabricação de adubos e fertilizantes, exceto organo-minerais 
II Não 2014-2/00 4.5 Fabricação de gases industriais 
II Não 2019-3/01 4.5 Elaboração de combustíveis nucleares 
II Não 2019-3/99 4.5 Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos não 
especificados anteriormente 
II Não 2021-5/00 4.5 Fabricação de produtos petroquímicos básicos 
II Não 2022-3/00 4.5 Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e 
fibras 
II Não 2029-1/00 4.5 Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados 
anteriormente 
II Não 2031-2/00 4.5 Fabricação de resinas termoplásticas 
II Não 2032-1/00 4.5 Fabricação de resinas termofixas 
II Não 2033-9/00 4.5 Fabricação de elastômeros 
II Não 2040-1/00 4.5 Fabricação de fibras artificiais e sintéticas 
II Não 2051-7/00 4.5 Fabricação de defensivos agrícolas 
II Não 2052-5/00 4.5 Fabricação de desinfestantes domissanitários 
II Não 2061-4/00 4.5 Fabricação de sabões e detergentes sintéticos 
II Não 2062-2/00 4.5 Fabricação de produtos de limpeza e polimento 
II Não 2063-1/00 4.5 Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de 
higiene pessoal 
II Não 2071-1/00 4.5 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 
II Não 2072-0/00 4.5 Fabricação de tintas de impressão 
II Não 2073-8/00 4.5 Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins 
II Não 2091-6/00 4.5 Fabricação de adesivos e selantes 
II Não 2092-4/02 4.5 Fabricação de artigos pirotécnicos 
II Não 2092-4/03 4.5 Fabricação de fósforos de segurança 
II Não 2093-2/00 4.5 Fabricação de aditivos de uso industrial 
II Não 2094-1/00 4.5 Fabricação de catalisadores 
II Não 2099-1/01 4.5 Fabricação de chapas, filmes, papéis e outros materiais e 
produtos químicos para fotografia 
II Não 2099-1/99 4.5 Fabricação de outros produtos químicos não especificados 
anteriormente 
II Não 2110-6/00 4.5 Fabricação de produtos farmoquímicos 
II Não 2121-1/01 4.5 Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano 
II Não 2121-1/02 4.5 Fabricação de medicamentos homeopáticos para uso humano 
II Não 2121-1/03 4.5 Fabricação de medicamentos fitoterápicos para uso humano 
II Não 2122-0/00 4.5 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 
II Não 2123-8/00 4.5 Fabricação de preparações farmacêuticas 
II Não 2211-1/00 4.5 Fabricação de pneumáticos e de câmaras-de-ar 
II Não 2219-6/00 4.5 Fabricação de artefatos de borracha não especificados 
anteriormente 
II Não 2221-8/00 4.5 Fabricação de laminados planos e tubulares de material 
plástico 
II Não 2222-6/00 4.5 Fabricação de embalagens de material plástico 
II Não 2223-4/00 4.5 Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso 
na construção 
II Não 2229-3/01 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para uso pessoal 
e doméstico 
II Não 2229-3/02 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para usos 
industriais 
II Não 2229-3/03 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para uso na 
construção, exceto tubos e acessórios 
II Não 2229-3/99 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para outros usos 
não especificados anteriormente 
II Não 2311-7/00 4.5 Fabricação de vidro plano e de segurança 
II Não 2312-5/00 4.5 Fabricação de embalagens de vidro 
II Não 2319-2/00 4.5 Fabricação de artigos de vidro 
II Não 2320-6/00 4.5 Fabricação de cimento 
II Não 2330-3/01 4.5 Fabricação de estruturas pré-moldadas de concreto armado, 
em série e sob encomenda 
II Não 2330-3/02 4.5 Fabricação de artefatos de cimento para uso na construção 
II Não 2330-3/03 4.5 Fabricação de artefatos de fibrocimento para uso na 
construção 
II Não 2330-3/04 4.5 Fabricação de casas pré-moldadas de concreto 
II Não 2330-3/05 4.5 Preparação de massa de concreto e argamassa para 
construção 
II Não 2330-3/99 4.5 Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, 
cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes 
II Não 2341-9/00 4.5 Fabricação de produtos cerâmicos refratários 
II Não 2342-7/01 4.5 Fabricação de azulejos e pisos 
II Não 2342-7/02 4.5 Fabricação de artefatos de cerâmica
e barro cozido para uso 
na construção, exceto azulejos e pisos 
II Não 2349-4/01 4.5 Fabricação de material sanitário de cerâmica 
II Não 2349-4/99 4.5 Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários não 
especificados anteriormente 
II Não 2391-5/01 4.5 Britamento de pedras, exceto associado à extração 
II Não 2391-5/02 4.5 Aparelhamento de pedras para construção, exceto associado 
à extração 
II Não 2391-5/03 4.5 Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em 
mármore, granito, ardósia e outras pedras 
II Não 2392-3/00 4.5 Fabricação de cal e gesso 
II Não 2399-1/01 4.5 Decoração, lapidação, gravação, vitrificação e outros 
trabalhos em cerâmica, louça, vidro e cristal 
II Não 2399-1/02 4.5 Fabricação de abrasivos 
II Não 2399-1/99 4.5 Fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos não 
especificados anteriormente 
II Não 2411-3/00 4.5 Produção de ferro-gusa 
II Não 2412-1/00 4.5 Produção de ferroligas 
II Não 2421-1/00 4.5 Produção de semi-acabados de aço 
II Não 2422-9/01 4.5 Produção de laminados planos de aço ao carbono, revestidos 
ou não 
II Não 2422-9/02 4.5 Produção de laminados planos de aços especiais 
II Não 2423-7/01 4.5 Produção de tubos de aço sem costura 
II Não 2423-7/02 4.5 Produção de laminados longos de aço, exceto tubos 
II Não 2424-5/01 4.5 Produção de arames de aço 
II Não 2424-5/02 4.5 Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço, 
exceto arames 
II Não 2431-8/00 4.5 Produção de tubos de aço com costura 
II Não 2439-3/00 4.5 Produção de outros tubos de ferro e aço 
II Não 2441-5/01 4.5 Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias 
II Não 2441-5/02 4.5 Produção de laminados de alumínio 
II Não 2442-3/00 4.5 Metalurgia dos metais preciosos 
II Não 2443-1/00 4.5 Metalurgia do cobre 
II Não 2449-1/01 4.5 Produção de zinco em formas primárias 
II Não 2449-1/02 4.5 Produção de laminados de zinco 
II Não 2449-1/03 4.5 Produção de ânodos para galvanoplastia 
II Não 2449-1/99 4.5 Metalurgia de outros metais não-ferrosos e suas ligas não 
especificados anteriormente 
II Não 2451-2/00 4.5 Fundição de ferro e aço 
II Não 2452-1/00 4.5 Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas 
II Não 2511-0/00 4.5 Fabricação de estruturas metálicas 
II Não 2512-8/00 4.5 Fabricação de esquadrias de metal 
II Não 2513-6/00 4.5 Fabricação de obras de caldeiraria pesada 
II Não 2521-7/00 4.5 Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras 
para aquecimento central 
II Não 2522-5/00 4.5 Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto para 
aquecimento central e para veículos 
II Não 2531-4/01 4.5 Produção de forjados de aço 
II Não 2531-4/02 4.5 Produção de forjados de metais não-ferrosos e suas ligas 
II Não 2532-2/01 4.5 Produção de artefatos estampados de metal 
II Não 2532-2/02 4.5 Metalurgia do pó 
III Não 2539-0/00 6.0 Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento em 
metais (este serviço foi analisado como sendo prestado para 
terceiros. As empresas que realizam a produção própria para 
venda deverá utilizar o Sim II para tributar esta parte das 
receitas) 
III Não 2539-0/01 6.0 Serviços de usinagem, tornearia e solda 
III Não 2539-0/02 6.0 Serviços de tratamento e revestimento em metais 
II Não 2541-1/00 4.5 Fabricação de artigos de cutelaria 
II Não 2542-0/00 4.5 Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias 
II Não 2543-8/00 4.5 Fabricação de ferramentas 
II Não 2591-8/00 4.5 Fabricação de embalagens metálicas 
II Não 2592-6/01 4.5 Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados 
II Não 2592-6/02 4.5 Fabricação de produtos de trefilados de metal, exceto 
padronizados 
II Não 2593-4/00 4.5 Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e pessoal 
II Não 2599-3/01 4.5 Serviços de confecção de armações metálicas para a 
construção 
III Não 2599-3/02 6.0 Serviço de corte e dobra de metais 
II Não 2599-3/99 4.5 Fabricação de outros produtos de metal não especificados 
anteriormente 
II Não 2610-8/00 4.5 Fabricação de componentes eletrônicos 
II Não 2621-3/00 4.5 Fabricação de equipamentos de informática 
II Não 2622-1/00 4.5 Fabricação de periféricos para equipamentos de informática 
II Não 2631-1/00 4.5 Fabricação de equipamentos transmissores de comunicação, 
peças e acessórios 
II Não 2632-9/00 4.5 Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros 
equipamentos de comunicação, peças e acessórios 
II Não 2640-0/00 4.5 Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e 
amplificação de áudio e vídeo 
II Não 2651-5/00 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e 
controle 
II Não 2652-3/00 4.5 Fabricação de cronômetros e relógios 
II Não 2660-4/00 4.5 Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e 
equipamentos de irradiação 
II Não 2670-1/01 4.5 Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e 
acessórios 
II Não 2670-1/02 4.5 Fabricação de aparelhos fotográficos e cinematográficos, 
peças e acessórios 
II Não 2680-9/00 4.5 Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas 
II Não 2710-4/01 4.5 Fabricação de geradores de corrente contínua e alternada, 
peças e acessórios 
II Não 2710-4/02 4.5 Fabricação de transformadores, indutores, conversores, 
sincronizadores e semelhantes, peças e acessórios 
II Não 2710-4/03 4.5 Fabricação de motores elétricos, peças e acessórios 
II Não 2721-0/00 4.5 Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, 
exceto para veículos automotores 
II Não 2722-8/01 4.5 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos 
automotores 
II Não 2722-8/02 4.5 Recondicionamento de baterias e acumuladores para veículos 
automotores 
II Não 2731-7/00 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e 
controle de energia elétrica 
II Não 2732-5/00 4.5 Fabricação de material elétrico para instalações em circuito 
de consumo 
II Não 2733-3/00 4.5 Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados 
II Não 2740-6/01 4.5 Fabricação de lâmpadas 
II Não 2740-6/02 4.5 Fabricação de luminárias e outros equipamentos de 
iluminação 
II Não 2751-1/00 4.5 Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e 
secar para uso doméstico, peças e acessórios 
II Não 2759-7/01 4.5 Fabricação de aparelhos elétricos de uso pessoal, peças e 
acessórios 
II Não 2759-7/99 4.5 Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos não 
especificados anteriormente, peças e acessórios 
II Não 2790-2/01 4.5 Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e 
grafita para uso elétrico, eletroímãs e isoladores 
II Não 2790-2/02 4.5 Fabricação de equipamentos para sinalização e alarme 
II Não 2790-2/99 4.5 Fabricação de outros equipamentos e aparelhos elétricos não 
especificados anteriormente 
II Não 2811-9/00 4.5 Fabricação de motores e turbinas, peças e acessórios, exceto 
para aviões e veículos rodoviários 
II Não 2812-7/00 4.5 Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, 
peças e acessórios, exceto válvulas 
II Não 2813-5/00 4.5 Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes, 
peças e acessórios 
II Não 2814-3/01 4.5 Fabricação de compressores para uso industrial, peças e 
acessórios 
II Não 2814-3/02 4.5 Fabricação de compressores para uso não-industrial, peças e 
acessórios 
II Não 2815-1/01 4.5 Fabricação de rolamentos para fins industriais 
II Não 2815-1/02 4.5 Fabricação de equipamentos de transmissão para fins 
industriais, exceto rolamentos 
II Não 2821-6/01 4.5 Fabricação de fornos industriais, aparelhos e equipamentos 
não-elétricos para instalações térmicas, peças e acessórios 
II Não 2821-6/02 4.5 Fabricação de estufas e fornos elétricos para fins industriais, 
peças e acessórios 
II Não 2822-4/01 4.5 Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para 
transporte e elevação de pessoas, peças e acessórios 
II Não
2822-4/02 4.5 Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para 
transporte e elevação de cargas, peças e acessórios 
II Não 2823-2/00 4.5 Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e 
ventilação para uso industrial e comercial, peças e acessórios 
II Não 2824-1/01 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado 
para uso industrial 
II Não 2824-1/02 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado 
para uso não-industrial 
II Não 2825-9/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento 
básico e ambiental, peças e acessórios 
II Não 2829-1/01 4.5 Fabricação de máquinas de escrever, calcular e outros 
equipamentos não-eletrônicos para escritório, peças e 
acessórios 
II Não 2829-1/99 4.5 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral 
não especificados anteriormente, peças e acessórios 
II Não 2831-3/00 4.5 Fabricação de tratores agrícolas, peças e acessórios 
II Não 2832-1/00 4.5 Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola, peças e 
acessórios 
II Não 2833-0/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a agricultura e 
pecuária, peças e acessórios, exceto para irrigação 
II Não 2840-2/00 4.5 Fabricação de máquinas-ferramenta, peças e acessórios 
II Não 2851-8/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e 
extração de petróleo, peças e acessórios 
II Não 2852-6/00 4.5 Fabricação de outras máquinas e equipamentos para uso na 
extração mineral, peças e acessórios, exceto na extração de 
petróleo 
II Não 2853-4/00 4.5 Fabricação de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas 
II Não 2854-2/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para terraplenagem, 
pavimentação e construção, peças e acessórios, exceto 
tratores 
II Não 2861-5/00 4.5 Fabricação de máquinas para a indústria metalúrgica, peças e 
acessórios, exceto máquinas-ferramenta 
II Não 2862-3/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de 
alimentos, bebidas e fumo, peças e acessórios 
II Não 2863-1/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria 
têxtil, peças e acessórios 
II Não 2864-0/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias do 
vestuário, do couro e de calçados, peças e acessórios 
II Não 2865-8/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de 
celulose, papel e papelão e artefatos, peças e acessórios 
II Não 2866-6/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria do 
plástico, peças e acessórios 
II Não 2869-1/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para uso industrial 
específico não especificados anteriormente, peças e 
acessórios 
II Não 2910-7/02 4.5 Fabricação de chassis com motor para automóveis, 
camionetas e utilitários 
II Não 2910-7/03 4.5 Fabricação de motores para automóveis, camionetas e 
utilitários 
II Não 2920-4/01 4.5 Fabricação de caminhões e ônibus 
II Não 2920-4/02 4.5 Fabricação de motores para caminhões e ônibus 
II Não 2930-1/01 4.5 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para 
caminhões 
II Não 2930-1/02 4.5 Fabricação de carrocerias para ônibus 
II Não 2930-1/03 4.5 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros 
veículos automotores, exceto caminhões e ônibus 
II Não 2941-7/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de 
veículos automotores 
II Não 2942-5/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha 
e transmissão de veículos automotores 
II Não 2943-3/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios de 
veículos automotores 
II Não 2944-1/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e 
suspensão de veículos automotores 
II Não 2945-0/00 4.5 Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos 
automotores, exceto baterias 
II Não 2949-2/01 4.5 Fabricação de bancos e estofados para veículos automotores 
II Não 2949-2/99 4.5 Fabricação de outras peças e acessórios para veículos 
automotores não especificadas anteriormente 
III Não 2950-6/00 6.0 Recondicionamento e recuperação de motores para veículos 
automotores 
II Não 3011-3/01 4.5 Construção de embarcações de grande porte 
II Não 3011-3/02 4.5 Construção de embarcações para uso comercial e para usos 
especiais, exceto de grande porte 
II Não 3012-1/00 4.5 Construção de embarcações para esporte e lazer 
II Não 3031-8/00 4.5 Fabricação de locomotivas, vagões e outros materiais 
rodantes 
II Não 3032-6/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para veículos ferroviários 
II Não 3041-5/00 4.5 Fabricação de aeronaves 
II Não 3042-3/00 4.5 Fabricação de turbinas, motores e outros componentes e 
peças para aeronaves 
II Não 3050-4/00 4.5 Fabricação de veículos militares de combate 
II Não 3091-1/02 4.5 Fabricação de peças e acessórios para motocicletas 
II Não 3092-0/00 4.5 Fabricação de bicicletas e triciclos não-motorizados, peças e 
acessórios 
II Não 3099-7/00 4.5 Fabricação de equipamentos de transporte não especificados 
anteriormente 
II Não 3101-2/00 4.5 Fabricação de móveis com predominância de madeira 
II Não 3102-1/00 4.5 Fabricação de móveis com predominância de metal 
II Não 3103-9/00 4.5 Fabricação de móveis de outros materiais, exceto madeira e 
metal 
II Não 3104-7/00 4.5 Fabricação de colchões 
II Não 3211-6/01 4.5 Lapidação de gemas 
II Não 3211-6/02 4.5 Fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria 
II Não 3211-6/03 4.5 Cunhagem de moedas e medalhas 
II Não 3212-4/00 4.5 Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes 
II Não 3220-5/00 4.5 Fabricação de instrumentos musicais, peças e acessórios 
II Não 3230-2/00 4.5 Fabricação de artefatos para pesca e esporte 
II Não 3240-0/01 4.5 Fabricação de jogos eletrônicos 
II Não 3240-0/02 4.5 Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e acessórios não 
associada à locação 
II Não 3240-0/99 4.5 Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos não 
especificados anteriormente 
II Não 3250-7/01 4.5 Fabricação de instrumentos não-eletrônicos e utensílios para 
uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório 
II Não 3250-7/02 4.5 Fabricação de mobiliário para uso médico, cirúrgico, 
odontológico e de laboratório 
II Não 3250-7/03 4.5 Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de 
defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral sob 
encomenda 
II Não 3250-7/04 4.5 Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de 
defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral, exceto sob 
encomenda 
II Não 3250-7/05 4.5 Fabricação de materiais para medicina e odontologia 
III Sim 3250-7/06 6.0 Serviços de prótese dentária 
V Sim 3250-7/06 15.5 Serviços de prótese dentária 
II Não 3250-7/07 4.5 Fabricação de artigos ópticos 
II Não 3250-7/08 4.5 Fabricação de artefatos de tecido não tecido para uso 
odontomédicohospitalar 
III Sim 3250-7/09 6.0 Serviço de laboratório óptico 
V Sim 3250-7/09 15.5 Serviço de laboratório óptico 
II Não 3291-4/00 4.5 Fabricação de escovas, pincéis e vassouras 
II Não 3292-2/01 4.5 Fabricação de roupas de proteção e segurança e resistentes a 
fogo 
II Não 3292-2/02 4.5 Fabricação de equipamentos e acessórios para segurança 
pessoal e profissional 
II Não 3299-0/01 4.5 Fabricação de guarda-chuvas e similares 
II Não 3299-0/02 4.5 Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para escritório 
II Não 3299-0/03 4.5 Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, 
exceto luminosos 
II Não 3299-0/04 4.5 Fabricação de painéis e letreiros luminosos 
II Não 3299-0/05 4.5 Fabricação de aviamentos para costura 
II Não 3299-0/06 4.5 Fabricação de velas, inclusive decorativas 
II Não 3299-0/99 4.5 Fabricação de produtos diversos não especificados 
anteriormente 
III Não 3311-2/00 6.0 Manutenção e reparação de tanques, reservatórios metálicos 
e caldeiras, exceto para veículos 
III Não 3312-1/01 6.0
Manutenção e reparação de equipamentos transmissores de 
comunicação 
III Não 3312-1/02 6.0 Manutenção e reparação de aparelhos e instrumentos de 
medida, teste e controle 
III Não 3312-1/03 6.0 Manutenção e reparação de aparelhos eletromédicos e 
eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação 
III Não 3312-1/04 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos e instrumentos 
ópticos 
III Não 3313-9/01 6.0 Manutenção e reparação de geradores, transformadores e 
motores elétricos 
III Não 3313-9/02 6.0 Manutenção e reparação de baterias e acumuladores 
elétricos, exceto para veículos 
III Não 3313-9/99 6.0 Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e materiais 
elétricos não especificados anteriormente 
III Não 3314-7/01 6.0 Manutenção e reparação de máquinas motrizes não-elétricas 
III Não 3314-7/02 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos hidráulicos e 
pneumáticos, exceto válvulas 
III Não 3314-7/03 6.0 Manutenção e reparação de válvulas industriais 
III Não 3314-7/04 6.0 Manutenção e reparação de compressores 
III Não 3314-7/05 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos de transmissão 
para fins industriais 
III Não 3314-7/06 6.0 Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e 
equipamentos para instalações térmicas 
III Não 3314-7/07 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos de 
refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial 
III Não 3314-7/08 6.0 Manutenção e reparação de máquinas, equipamentos e 
aparelhos para transporte e elevação de cargas 
III Não 3314-7/09 6.0 Manutenção e reparação de máquinas de escrever, calcular e 
de outros equipamentos não-eletrônicos para escritório 
III Não 3314-7/10 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para 
uso geral não especificados anteriormente 
III Não 3314-7/11 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para 
agricultura e pecuária 
III Não 3314-7/12 6.0 Manutenção e reparação de tratores agrícolas 
III Não 3314-7/13 6.0 Manutenção e reparação de máquinas-ferramenta 
III Não 3314-7/14 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a 
prospecção e extração de petróleo 
III Não 3314-7/15 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para 
uso na extração mineral, exceto na extração de petróleo 
III Não 3314-7/16 6.0 Manutenção e reparação de tratores, exceto agrícolas 
III Não 3314-7/17 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de 
terraplenagem, pavimentação e construção, exceto tratores 
III Não 3314-7/18 6.0 Manutenção e reparação de máquinas para a indústria 
metalúrgica, exceto máquinas-ferramenta 
III Não 3314-7/19 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para 
as indústrias de alimentos, bebidas e fumo 
III Não 3314-7/20 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a 
indústria têxtil, do vestuário, do couro e calçados 
III Não 3314-7/21 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a 
indústria de celulose, papel e papelão e artefatos 
III Não 3314-7/22 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a 
indústria do plástico 
III Não 3314-7/99 6.0 Manutenção e reparação de outras máquinas e 
equipamentos para usos industriais não especificados 
anteriormente 
III Não 3315-5/00 6.0 Manutenção e reparação de veículos ferroviários 
III Não 3316-3/01 6.0 Manutenção e reparação de aeronaves, exceto a manutenção 
na pista 
III Não 3316-3/02 6.0 Manutenção de aeronaves na pista 
III Não 3317-1/01 6.0 Manutenção e reparação de embarcações e estruturas 
flutuantes 
III Não 3317-1/02 6.0 Manutenção e reparação de embarcações para esporte e 
lazer 
III Não 3319-8/00 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não 
especificados anteriormente 
III Não 3321-0/00 6.0 Instalação de máquinas e equipamentos industriais 
III Não 3329-5/01 6.0 Serviços de montagem de móveis de qualquer material 
III Não 3329-5/99 6.0 Instalação de outros equipamentos não especificados 
anteriormente 
II Não 3520-4/01 4.5 Produção de gás processamento de gás natural 
I Não 3520-4/02 4.0 Distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas 
II Não 3530-1/00 4.5 Produção e distribuição de vapor, água quente e ar 
condicionado 
I Não 3600-6/02 4.0 Distribuição de água por caminhões 
IV Não 3702-9/00 4.5 Atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão de redes 
III Não 3811-4/00 6.0 Coleta de resíduos não-perigosos 
III Não 3812-2/00 6.0 Coleta de resíduos perigosos 
II Não 3831-9/01 4.5 Recuperação de sucatas de alumínio 
II Não 3831-9/99 4.5 Recuperação de materiais metálicos, exceto alumínio 
II Não 3832-7/00 4.5 Recuperação de materiais plásticos 
II Não 3839-4/01 4.5 Usinas de compostagem 
II Não 3839-4/99 4.5 Recuperação de materiais não especificados anteriormente 
IV Não 4120-4/00 4.5 Construção de edifícios 
IV Não 4211-1/01 4.5 Construção de rodovias e ferrovias 
III Não 4211-1/02 6.0 Pintura para sinalização em pistas rodoviárias e aeroportos 
III Não 4212-0/00 6.0 Construção de obras-de-arte especiais 
IV Não 4213-8/00 4.5 Obras de urbanização – ruas, praças e calçadas 
IV Não 4221-9/01 4.5 Construção de barragens e represas para geração de energia 
elétrica 
IV Não 4221-9/02 4.5 Construção de estações e redes de distribuição de energia 
elétrica 
III Não 4221-9/03 6.0 Manutenção de redes de distribuição de energia elétrica 
IV Não 4221-9/04 4.5 Construção de estações e redes de telecomunicações 
III Não 4221-9/05 6.0 Manutenção de estações e redes de telecomunicações 
IV Não 4222-7/01 4.5 Construção de redes de abastecimento de água, coleta de 
esgoto e construções correlatas, exceto obras de irrigação 
IV Não 4222-7/02 4.5 Obras de irrigação 
IV Não 4223-5/00 4.5 Construção de redes de transportes por dutos, exceto para 
água e esgoto 
IV Não 4291-0/00 4.5 Obras portuárias, marítimas e fluviais 
IV Não 4292-8/01 4.5 Montagem de estruturas metálicas 
IV Não 4292-8/02 4.5 Obras de montagem industrial 
IV Não 4299-5/01 4.5 Construção de instalações esportivas e recreativas 
IV Não 4299-5/99 4.5 Outras obras de engenharia civil não especificadas 
anteriormente 
IV Não 4311-8/01 4.5 Demolição de edifícios e outras estruturas 
IV Não 4311-8/02 4.5 Preparação de canteiro e limpeza de terreno 
IV Não 4312-6/00 4.5 Perfurações e sondagens 
IV Não 4313-4/00 4.5 Obras de terraplenagem 
IV Não 4319-3/00 4.5 Serviços de preparação do terreno não especificados 
anteriormente 
IV Não 4321-5/00 4.5 Instalação e manutenção elétrica 
IV Não 4322-3/01 4.5 Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás 
III Não 4322-3/02 6.0 Instalação e manutenção de sistemas centrais de ar 
condicionado, de ventilação e refrigeração 
III Não 4322-3/03 6.0 Instalações de sistema de prevenção contra incêndio 
III Não 4329-1/01 6.0 Instalação de painéis publicitários 
III Não 4329-1/02 6.0 Instalação de equipamentos para orientação à navegação 
marítima, fluvial e lacustre 
III Não 4329-1/03 6.0 Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e 
esteiras rolantes 
III Não 4329-1/04 6.0 Montagem e instalação de sistemas e equipamentos de 
iluminação e sinalização em vias públicas, portos e aeroportos 
III Não 4329-1/05 6.0 Tratamentos térmicos, acústicos ou de vibração 
III Não 4329-1/99 6.0 Outras obras de instalações em construções não especificadas 
anteriormente 
IV Não 4330-4/01 4.5 Impermeabilização em obras de engenharia civil 
IV Não 4330-4/02 4.5 Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias e armários 
embutidos de qualquer material 
IV Não 4330-4/03 4.5 Obras de acabamento em gesso e estuque 
IV Não 4330-4/04 4.5 Serviços de pintura de edifícios em geral 
IV Não 4330-4/05 4.5 Aplicação de revestimentos e de resinas em interiores e 
exteriores 
IV Não 4330-4/99 4.5 Outras obras de acabamento da construção 
IV Não 4391-6/00 4.5 Obras de fundações 
III Não 4399-1/02 6.0 Montagem e desmontagem
de andaimes e outras estruturas 
temporárias 
IV Não 4399-1/03 4.5 Obras de alvenaria 
III Não 4399-1/04 6.0 Serviços de operação e fornecimento de equipamentos para 
transporte e elevação de cargas e pessoas para uso em obras 
IV Não 4399-1/05 4.5 Perfuração e construção de poços de água 
IV Não 4399-1/99 4.5 Serviços especializados para construção não especificados 
anteriormente 
I Não 4511-1/01 4.0 Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários 
novos 
I Não 4511-1/02 4.0 Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários 
usados 
I Não 4511-1/03 4.0 Comércio por atacado de automóveis, camionetas e utilitários 
novos e usados 
I Não 4511-1/04 4.0 Comércio por atacado de caminhões novos e usados 
I Não 4511-1/05 4.0 Comércio por atacado de reboques e semi-reboques novos e 
usados 
I Não 4511-1/06 4.0 Comércio por atacado de ônibus e microônibus novos e 
usados 
V Sim 4512-9/01 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos 
automotores 
I Não 4512-9/02 4.0 Comércio sob consignação de veículos automotores 
III Não 4520-0/01 6.0 Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos 
automotores 
III Não 4520-0/02 6.0 Serviços de lanternagem ou funilaria e pintura de veículos 
automotores 
III Não 4520-0/03 6.0 Serviços de manutenção e reparação elétrica de veículos 
automotores 
III Não 4520-0/04 6.0 Serviços de alinhamento e balanceamento de veículos 
automotores 
III Não 4520-0/05 6.0 Serviços de lavagem, lubrificação e polimento de veículos 
automotores 
III Não 4520-0/06 6.0 Serviços de borracharia para veículos automotores 
III Não 4520-0/07 6.0 Serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios 
para veículos automotores 
III Não 4520-0/08 6.0 Serviços de capotaria 
I Não 4530-7/01 4.0 Comércio por atacado de peças e acessórios novos para 
veículos automotores 
I Não 4530-7/02 4.0 Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-de-ar 
I Não 4530-7/03 4.0 Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos 
automotores 
I Não 4530-7/04 4.0 Comércio a varejo de peças e acessórios usados para veículos 
automotores 
I Não 4530-7/05 4.0 Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras-de-ar 
V Sim 4530-7/06 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e 
acessórios novos e usados para veículos automotores 
I Não 4541-2/01 4.0 Comércio por atacado de motocicletas e motonetas 
I Não 4541-2/02 4.0 Comércio por atacado de peças e acessórios para 
motocicletas e motonetas 
I Não 4541-2/03 4.0 Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas 
I Não 4541-2/04 4.0 Comércio a varejo de motocicletas e motonetas usadas 
I Não 4541-2/05 4.0 Comércio a varejo de peças e acessórios para motocicletas e 
motonetas 
V Sim 4542-1/01 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
motocicletas e motonetas, peças e acessórios 
I Não 4542-1/02 4.0 Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas 
III Não 4543-9/00 6.0 Manutenção e reparação de motocicletas e motonetas 
V Sim 4611-7/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
matérias-primas agrícolas e animais vivos 
V Sim 4612-5/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
combustíveis, minerais, produtos siderúrgicos e químicos 
V Sim 4613-3/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
madeira, material de construção e ferragens 
V Sim 4614-1/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
máquinas, equipamentos, embarcações e aeronaves 
V Sim 4615-0/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
eletrodomésticos, móveis e artigos de uso doméstico 
V Sim 4616-8/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de têxteis, 
vestuário, calçados e artigos de viagem 
V Sim 4617-6/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
produtos alimentícios, bebidas e fumo 
V Sim 4618-4/01 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
medicamentos, cosméticos e produtos de perfumaria 
V Sim 4618-4/02 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
instrumentos e materiais odonto-médico-hospitalares 
V Sim 4618-4/03 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de jornais, 
revistas e outras publicações 
V Sim 4618-4/99 15.5 Outros representantes comerciais e agentes do comércio 
especializado em produtos não especificados anteriormente 
V Sim 4619-2/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de 
mercadorias em geral não especializado 
I Não 4621-4/00 4.0 Comércio atacadista de café em grão 
I Não 4622-2/00 4.0 Comércio atacadista de soja 
I Não 4623-1/01 4.0 Comércio atacadista de animais vivos 
I Não 4623-1/02 4.0 Comércio atacadista de couros, lãs, peles e outros 
subprodutos não-comestíveis de origem animal 
I Não 4623-1/03 4.0 Comércio atacadista de algodão 
I Não 4623-1/04 4.0 Comércio atacadista de fumo em folha não beneficiado 
I Não 4623-1/05 4.0 Comércio atacadista de cacau 
I Não 4623-1/06 4.0 Comércio atacadista de sementes, flores, plantas e gramas 
I Não 4623-1/07 4.0 Comércio atacadista de sisal 
I Não 4623-1/08 4.0 Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas com 
atividade de fracionamento e acondicionamento associada 
I Não 4623-1/09 4.0 Comércio atacadista de alimentos para animais 
I Não 4623-1/99 4.0 Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas não 
especificadas anteriormente 
I Não 4631-1/00 4.0 Comércio atacadista de leite e laticínios 
I Não 4632-0/01 4.0 Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados 
I Não 4632-0/02 4.0 Comércio atacadista de farinhas, amidos e féculas 
I Não 4632-0/03 4.0 Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados, 
farinhas, amidos e féculas, com atividade de fracionamento e 
acondicionamento associada 
I Não 4633-8/01 4.0 Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, 
hortaliças e legumes frescos 
I Não 4633-8/02 4.0 Comércio atacadista de aves vivas e ovos 
I Não 4633-8/03 4.0 Comércio atacadista de coelhos e outros pequenos animais 
vivos para alimentação 
I Não 4634-6/01 4.0 Comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e derivados 
I Não 4634-6/02 4.0 Comércio atacadista de aves abatidas e derivados 
I Não 4634-6/03 4.0 Comércio atacadista de pescados e frutos do mar 
I Não 4634-6/99 4.0 Comércio atacadista de carnes e derivados de outros animais 
I Não 4635-4/01 4.0 Comércio atacadista de água mineral 
I Não 4635-4/02 4.0 Comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante 
I Não 4635-4/03 4.0 Comércio atacadista de bebidas com atividade de 
fracionamento e acondicionamento associada 
I Não 4636-2/01 4.0 Comércio atacadista de fumo beneficiado 
I Não 4637-1/01 4.0 Comércio atacadista de café torrado, moído e solúvel 
I Não 4637-1/02 4.0 Comércio atacadista de açúcar 
I Não 4637-1/03 4.0 Comércio atacadista de óleos e gorduras 
I Não 4637-1/04 4.0 Comércio atacadista de pães, bolos, biscoitos e similares 
I Não 4637-1/05 4.0 Comércio atacadista de massas alimentícias 
I Não 4637-1/06 4.0 Comércio atacadista de sorvetes 
I Não 4637-1/07 4.0 Comércio atacadista de chocolates, confeitos, balas, bombons 
e semelhantes 
I Não 4637-1/99 4.0 Comércio atacadista especializado em outros produtos 
alimentícios não especificados anteriormente 
I Não 4639-7/01 4.0 Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral 
I Não 4639-7/02 4.0 Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral, com 
atividade de fracionamento e acondicionamento associada 
I Não 4641-9/01 4.0 Comércio atacadista de tecidos 
I Não 4641-9/02 4.0 Comércio atacadista de artigos de cama, mesa e banho 
I Não 4641-9/03 4.0 Comércio atacadista de artigos de armarinho 
I Não 4642-7/01 4.0 Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios, 
exceto profissionais e de segurança 
I Não 4642-7/02 4.0 Comércio atacadista de roupas e acessórios para uso 
profissional e de segurança do trabalho 
I Não 4643-5/01 4.0 Comércio atacadista
de calçados 
I Não 4643-5/02 4.0 Comércio atacadista de bolsas, malas e artigos de viagem 
I Não 4644-3/01 4.0 Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso 
humano 
I Não 4644-3/02 4.0 Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso 
veterinário 
I Não 4645-1/01 4.0 Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso 
médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios 
I Não 4645-1/02 4.0 Comércio atacadista de próteses e artigos de ortopedia 
I Não 4645-1/03 4.0 Comércio atacadista de produtos odontológicos 
I Não 4646-0/01 4.0 Comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria 
I Não 4646-0/02 4.0 Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal 
I Não 4647-8/01 4.0 Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria 
I Não 4647-8/02 4.0 Comércio atacadista de livros, jornais e outras publicações 
I Não 4649-4/01 4.0 Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso 
pessoal e doméstico 
I Não 4649-4/02 4.0 Comércio atacadista de aparelhos eletrônicos de uso pessoal 
e doméstico 
I Não 4649-4/03 4.0 Comércio atacadista de bicicletas, triciclos e outros veículos 
recreativos 
I Não 4649-4/04 4.0 Comércio atacadista de móveis e artigos de colchoaria 
I Não 4649-4/05 4.0 Comércio atacadista de artigos de tapeçaria persianas e 
cortinas 
I Não 4649-4/06 4.0 Comércio atacadista de lustres, luminárias e abajures 
I Não 4649-4/07 4.0 Comércio atacadista de filmes, CDs, DVDs, fitas e discos 
I Não 4649-4/08 4.0 Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e 
conservação domiciliar 
I Não 4649-4/09 4.0 Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e 
conservação domiciliar, com atividade de fracionamento e 
acondicionamento associada 
I Não 4649-4/10 4.0 Comércio atacadista de jóias, relógios e bijuterias, inclusive 
pedras preciosas e semipreciosas lapidadas 
I Não 4649-4/99 4.0 Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso 
pessoal e doméstico não especificados anteriormente 
I Não 4651-6/01 4.0 Comércio atacadista de equipamentos de informática 
I Não 4651-6/02 4.0 Comércio atacadista de suprimentos para informática 
I Não 4652-4/00 4.0 Comércio atacadista de componentes eletrônicos e 
equipamentos de telefonia e comunicação 
I Não 4661-3/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos 
para uso agropecuário; partes e peças 
I Não 4662-1/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas, equipamentos para 
terraplenagem, mineração e construção; partes e peças 
I Não 4663-0/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso 
industrial partes e peças 
I Não 4664-8/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos 
para uso odonto-médico-hospitalar; partes e peças 
I Não 4665-6/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso 
comercial partes e peças 
I Não 4669-9/01 4.0 Comércio atacadista de bombas e compressores partes e 
peças 
I Não 4669-9/99 4.0 Comércio atacadista de outras máquinas e equipamentos não 
especificados anteriormente partes e peças 
I Não 4671-1/00 4.0 Comércio atacadista de madeira e produtos derivados 
I Não 4672-9/00 4.0 Comércio atacadista de ferragens e ferramentas 
I Não 4673-7/00 4.0 Comércio atacadista de material elétrico 
I Não 4674-5/00 4.0 Comércio atacadista de cimento 
I Não 4679-6/01 4.0 Comércio atacadista de tintas, vernizes e similares 
I Não 4679-6/02 4.0 Comércio atacadista de mármores e granitos 
I Não 4679-6/03 4.0 Comércio atacadista de vidros, espelhos e vitrais 
I Não 4679-6/04 4.0 Comércio atacadista especializado de materiais de construção 
não especificados anteriormente 
I Não 4679-6/99 4.0 Comércio atacadista de materiais de construção em geral 
I Não 4681-8/01 4.0 Comércio atacadista de álcool carburante, biodiesel, gasolina 
e demais derivados de petróleo, exceto lubrificantes, não 
realizado por transportador retalhista (TRR) 
I Não 4681-8/02 4.0 Comércio atacadista de combustíveis realizado por 
transportador retalhista (TRR) 
I Não 4681-8/03 4.0 Comércio atacadista de combustíveis de origem vegetal, 
exceto álcool carburante 
I Não 4681-8/04 4.0 Comércio atacadista de combustíveis de origem mineral em 
bruto 
I Não 4681-8/05 4.0 Comércio atacadista de lubrificantes 
I Não 4682-6/00 4.0 Comércio atacadista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) 
I Não 4683-4/00 4.0 Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, 
fertilizantes e corretivos do solo 
I Não 4684-2/01 4.0 Comércio atacadista de resinas e elastômeros 
I Não 4684-2/02 4.0 Comércio atacadista de solventes 
I Não 4684-2/99 4.0 Comércio atacadista de outros produtos químicos e 
petroquímicos não especificados anteriormente 
I Não 4685-1/00 4.0 Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, 
exceto para construção 
I Não 4686-9/01 4.0 Comércio atacadista de papel e papelão em bruto 
I Não 4686-9/02 4.0 Comércio atacadista de embalagens 
I Não 4687-7/01 4.0 Comércio atacadista de resíduos de papel e papelão 
I Não 4687-7/02 4.0 Comércio atacadista de resíduos e sucatas não-metálicos, 
exceto de papel e papelão 
I Não 4687-7/03 4.0 Comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicos 
I Não 4689-3/01 4.0 Comércio atacadista de produtos da extração mineral, exceto 
combustíveis 
I Não 4689-3/02 4.0 Comércio atacadista de fios e fibras beneficiados 
I Não 4689-3/99 4.0 Comércio atacadista especializado em outros produtos 
intermediários não especificados anteriormente 
I Não 4691-5/00 4.0 Comércio atacadista de mercadorias em geral, com 
predominância de produtos alimentícios 
I Não 4692-3/00 4.0 Comércio atacadista de mercadorias em geral, com 
predominância de insumos agropecuários 
I Não 4693-1/00 4.0 Comércio atacadista de mercadorias em geral, sem 
predominância de alimentos ou de insumos agropecuários 
I Não 4711-3/01 4.0 Comércio varejista de mercadorias em geral, com 
predominância de produtos alimentícios – hipermercados 
I Não 4711-3/02 4.0 Comércio varejista de mercadorias em geral, com 
predominância de produtos alimentícios – supermercados 
I Não 4712-1/00 4.0 Comércio varejista de mercadorias em geral, com 
predominância de produtos alimentícios – minimercados, 
mercearias e armazéns 
I Não 4713-0/01 4.0 Lojas de departamentos ou magazines 
I Não 4713-0/02 4.0 Lojas de variedades, exceto lojas de departamentos ou 
magazines 
I Não 4713-0/03 4.0 Lojas duty free de aeroportos internacionais 
I Não 4721-1/01 4.0 Padaria e confeitaria com predominância de produção própria 
I Não 4721-1/02 4.0 Padaria e confeitaria com predominância de revenda 
I Não 4721-1/03 4.0 Comércio varejista de laticínios e frios 
I Não 4721-1/04 4.0 Comércio varejista de doces, balas, bombons e semelhantes 
I Não 4722-9/01 4.0 Comércio varejista de carnes – açougues 
I Não 4722-9/02 4.0 Peixaria 
I Não 4723-7/00 4.0 Comércio varejista de bebidas 
I Não 4724-5/00 4.0 Comércio varejista de hortifrutigranjeiros 
I Não 4729-6/01 4.0 Tabacaria 
I Não 4729-6/02 4.0 Comércio varejista de mercadorias em lojas de conveniência 
I Não 4729-6/99 4.0 Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou 
especializado em produtos alimentícios não especificados 
anteriormente 
I Não 4731-8/00 4.0 Comércio varejista de combustíveis para veículos 
automotores 
I Não 4732-6/00 4.0 Comércio varejista de lubrificantes 
I Não 4741-5/00 4.0 Comércio varejista de tintas e materiais para pintura 
I Não 4742-3/00 4.0 Comércio varejista de material elétrico 
I Não 4743-1/00 4.0 Comércio varejista de vidros 
I Não 4744-0/01 4.0 Comércio varejista de ferragens e ferramentas 
I Não 4744-0/02 4.0 Comércio varejista de madeira e artefatos 
I Não 4744-0/03 4.0 Comércio varejista de materiais hidráulicos 
I Não 4744-0/04 4.0 Comércio varejista de cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas 
I Não 4744-0/05 4.0 Comércio varejista de materiais de construção não 
especificados anteriormente 
I Não 4744-0/06 4.0 Comércio varejista
de pedras para revestimento 
I Não 4744-0/99 4.0 Comércio varejista de materiais de construção em geral 
I Não 4751-2/00 4.0 Comércio varejista especializado de equipamentos e 
suprimentos de informática 
I Não 4751-2/01 4.0 Comércio varejista especializado de equipamentos e 
suprimentos de informática 
III Não 4751-2/02 6.0 Recarga de cartuchos para equipamentos de informática 
I Não 4752-1/00 4.0 Comércio varejista especializado de equipamentos de 
telefonia e comunicação 
I Não 4753-9/00 4.0 Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e 
equipamentos de áudio e vídeo 
I Não 4754-7/01 4.0 Comércio varejista de móveis 
I Não 4754-7/02 4.0 Comércio varejista de artigos de colchoaria 
I Não 4754-7/03 4.0 Comércio varejista de artigos de iluminação 
I Não 4755-5/01 4.0 Comércio varejista de tecidos 
I Não 4755-5/02 4.0 Comércio varejista de artigos de armarinho 
I Não 4755-5/03 4.0 Comércio varejista de artigos de cama, mesa e banho 
I Não 4756-3/00 4.0 Comércio varejista especializado de instrumentos musicais e 
acessórios 
I Não 4757-1/00 4.0 Comércio varejista especializado de peças e acessórios para 
aparelhos eletroeletrônicos para uso doméstico, exceto 
informática e comunicação 
I Não 4759-8/01 4.0 Comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e 
persianas 
I Não 4759-8/99 4.0 Comércio varejista de outros artigos de uso doméstico não 
especificados anteriormente 
I Não 4761-0/01 4.0 Comércio varejista de livros 
I Não 4761-0/02 4.0 Comércio varejista de jornais e revistas 
I Não 4761-0/03 4.0 Comércio varejista de artigos de papelaria 
I Não 4762-8/00 4.0 Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas 
I Não 4763-6/01 4.0 Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos 
I Não 4763-6/02 4.0 Comércio varejista de artigos esportivos 
I Não 4763-6/03 4.0 Comércio varejista de bicicletas e triciclos peças e acessórios 
I Não 4763-6/04 4.0 Comércio varejista de artigos de caça, pesca e camping 
I Não 4763-6/05 4.0 Comércio varejista de embarcações e outros veículos 
recreativos peças e acessórios 
I Não 4771-7/01 4.0 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem 
manipulação de fórmulas 
I Não 4771-7/02 4.0 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com 
manipulação de fórmulas 
I Não 4771-7/03 4.0 Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos 
I Não 4771-7/04 4.0 Comércio varejista de medicamentos veterinários 
I Não 4772-5/00 4.0 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e 
de higiene pessoal 
I Não 4773-3/00 4.0 Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos 
I Não 4774-1/00 4.0 Comércio varejista de artigos de óptica 
I Não 4781-4/00 4.0 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 
I Não 4782-2/01 4.0 Comércio varejista de calçados 
I Não 4782-2/02 4.0 Comércio varejista de artigos de viagem 
I Não 4783-1/01 4.0 Comércio varejista de artigos de joalheria 
I Não 4783-1/02 4.0 Comércio varejista de artigos de relojoaria 
I Não 4784-9/00 4.0 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) 
I Não 4785-7/01 4.0 Comércio varejista de antigüidades 
I Não 4785-7/99 4.0 Comércio varejista de outros artigos usados 
I Não 4789-0/01 4.0 Comércio varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos 
I Não 4789-0/02 4.0 Comércio varejista de plantas e flores naturais 
I Não 4789-0/03 4.0 Comércio varejista de objetos de arte 
I Não 4789-0/04 4.0 Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos 
para animais de estimação 
I Não 4789-0/05 4.0 Comércio varejista de produtos saneantes domissanitários 
I Não 4789-0/06 4.0 Comércio varejista de fogos de artifício e artigos pirotécnicos 
I Não 4789-0/07 4.0 Comércio varejista de equipamentos para escritório 
I Não 4789-0/08 4.0 Comércio varejista de artigos fotográficos e para filmagem 
I Não 4789-0/09 4.0 Comércio varejista de armas e munições 
I Não 4789-0/99 4.0 Comércio varejista de outros produtos não especificados 
anteriormente 
III Não 4911-6/00 6.0 Transporte ferroviário de carga 
III Não 4912-4/02 6.0 Transporte ferroviário de passageiros municipal e em região 
metropolitana 
III Não 4912-4/03 6.0 Transporte metroviário 
III Não 4921-3/01 6.0 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário 
fixo, municipal 
III Não 4922-1/03 6.0 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário 
fixo, internacional 
III Não 4923-0/01 6.0 Serviço de táxi 
III Não 4923-0/02 6.0 Serviço de transporte de passageiros – locação de automóveis 
com motorista 
III Não 4924-8/00 6.0 Transporte escolar 
III Não 4929-9/01 6.0 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de 
fretamento, municipal 
III Não 4929-9/03 6.0 Organização de excursões em veículos rodoviários próprios, 
municipal 
III Não 4930-2/01 6.0 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e 
mudanças, municipal 
III Não 4930-2/02 6.0 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e 
mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 
III Não 4930-2/03 6.0 Transporte rodoviário de produtos perigosos 
III Não 4930-2/04 6.0 Transporte rodoviário de mudanças 
III Não 4940-0/00 6.0 Transporte dutoviário 
III Não 4950-7/00 6.0 Trens turísticos, teleféricos e similares 
III Não 5011-4/01 6.0 Transporte marítimo de cabotagem – Carga 
III Não 5012-2/01 6.0 Transporte marítimo de longo curso – Carga 
III Não 5012-2/02 6.0 Transporte marítimo de longo curso – Passageiros 
III Não 5021-1/01 6.0 Transporte por navegação interior de carga, municipal, exceto 
travessia 
III Não 5021-1/02 6.0 Transporte por navegação interior de carga, intermunicipal, 
interestadual e internacional, exceto travessia 
III Não 5022-0/01 6.0 Transporte por navegação interior de passageiros em linhas 
regulares, municipal, exceto travessia 
III Não 5022-0/02 6.0 Transporte por navegação interior de passageiros em linhas 
regulares, intermunicipal, interestadual e internacional, 
exceto travessia 
III Não 5030-1/01 6.0 Navegação de apoio marítimo 
III Não 5030-1/02 6.0 Navegação de apoio portuário 
III Não 5030-1/03 6.0 Serviço de rebocadores e empurradores 
III Não 5091-2/01 6.0 Transporte por navegação de travessia, municipal 
III Não 5099-8/01 6.0 Transporte aquaviário para passeios turísticos 
III Não 5099-8/99 6.0 Outros transportes aquaviários não especificados 
anteriormente 
III Não 5111-1/00 6.0 Transporte aéreo de passageiros regular 
III Não 5112-9/01 6.0 Serviço de táxi aéreo e locação de aeronaves com tripulação 
III Não 5112-9/99 6.0 Outros serviços de transporte aéreo de passageiros não-
regular 
III Não 5120-0/00 6.0 Transporte aéreo de carga 
III Não 5130-7/00 6.0 Transporte espacial 
III Não 5211-7/01 6.0 Armazéns gerais – emissão de warrant 
III Não 5211-7/02 6.0 Guarda-móveis 
III Não 5211-7/99 6.0 Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto armazéns 
gerais e guarda-móveis 
III Não 5212-5/00 6.0 Carga e descarga 
III Não 5221-4/00 6.0 Concessionárias de rodovias, pontes, túneis e serviços 
relacionados 
III Não 5223-1/00 6.0 Estacionamento de veículos 
III Não 5229-0/01 6.0 Serviços de apoio ao transporte por táxi, inclusive centrais de 
chamada 
III Não 5229-0/02 6.0 Serviços de reboque de veículos 
III Não 5229-0/99 6.0 Outras atividades auxiliares dos transportes terrestres não 
especificadas anteriormente 
III Não 5231-1/02 6.0 Atividades do Operador Portuário 
III Não 5231-1/03 6.0 Gestão de terminais aquaviários 
III Não 5239-7/00 6.0 Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não 
especificadas anteriormente 
III Não 5239-7/01 6.0 Serviços de praticagem 
III Não 5239-7/99 6.0 Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não 
especificadas anteriormente 
III Não 5240-1/99 6.0 Atividades auxiliares dos transportes aéreos, exceto operação 
dos aeroportos e campos de aterrissagem 
III Não 5250-8/03 6.0 Agenciamento de cargas, exceto para o transporte marítimo
III Não 5310-5/02 6.0 Atividades de franqueadas e permissionárias do Correio 
Nacional 
III Não 5320-2/01 6.0 Serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional 
III Não 5320-2/02 6.0 Serviços de entrega rápida 
III Não 5510-8/01 6.0 Hotéis 
III Não 5510-8/02 6.0 Apart-hotéis 
III Não 5510-8/03 6.0 Motéis 
III Não 5590-6/01 6.0 Albergues, exceto assistenciais 
III Não 5590-6/02 6.0 Campings 
III Não 5590-6/03 6.0 Pensões (alojamento) 
III Não 5590-6/99 6.0 Outros alojamentos não especificados anteriormente 
I Não 5611-2/01 4.0 Restaurantes e similares 
I Não 5611-2/02 4.0 Bares e outros estabelecimentos especializados em servir 
bebidas 
I Não 5611-2/03 4.0 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 
I Não 5612-1/00 4.0 Serviços ambulantes de alimentação 
I Não 5620-1/01 4.0 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente 
para empresas 
III Não 5620-1/02 6.0 Serviços de alimentação para eventos e recepções – bufê 
I Não 5620-1/02 4.0 Serviços de alimentação para eventos e recepções – bufê 
I Não 5620-1/03 4.0 Cantinas – serviços de alimentação privativos 
I Não 5620-1/04 4.0 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente 
para consumo domiciliar 
III Não 5811-5/00 6.0 Edição de livros 
III Não 5812-3/00 6.0 Edição de jornais 
III Não 5812-3/01 6.0 Edição de jornais diários 
III Não 5812-3/02 6.0 Edição de jornais não diários 
III Não 5813-1/00 6.0 Edição de revistas 
III Não 5819-1/00 6.0 Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos 
III Não 5821-2/00 6.0 Edição integrada à impressão de livros 
III Não 5822-1/00 6.0 Edição integrada à impressão de jornais 
III Não 5822-1/01 6.0 Edição integrada à impressão de jornais diários 
III Não 5822-1/02 6.0 Edição integrada à impressão de jornais não diários 
III Não 5823-9/00 6.0 Edição integrada à impressão de revistas 
III Não 5829-8/00 6.0 Edição integrada à impressão de cadastros, listas e outros 
produtos gráficos 
III Não 5911-1/01 6.0 Estúdios cinematográficos 
III Não 5911-1/02 6.0 Produção de filmes para publicidade 
III Não 5911-1/99 6.0 Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de 
programas de televisão não especificadas anteriormente 
III Não 5912-0/01 6.0 Serviços de dublagem 
III Não 5912-0/02 6.0 Serviços de mixagem sonora em produção audiovisual 
III Não 5912-0/99 6.0 Atividades de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de 
programas de televisão não especificadas anteriormente 
III Não 5913-8/00 6.0 Distribuição cinematográfica, de vídeo e de programas de 
televisão 
III Não 5914-6/00 6.0 Atividades de exibição cinematográfica 
III Não 5920-1/00 6.0 Atividades de gravação de som e de edição de música 
III Não 6010-1/00 6.0 Atividades de rádio 
III Não 6021-7/00 6.0 Atividades de televisão aberta 
III Não 6022-5/01 6.0 Programadoras 
III Não 6110-8/01 6.0 Serviços de telefonia fixa comutada – STFC 
III Não 6110-8/02 6.0 Serviços de redes de transporte de telecomunicações – SRTT 
III Não 6110-8/03 6.0 Serviços de comunicação multimídia – SCM 
III Não 6110-8/99 6.0 Serviços de telecomunicações por fio não especificados 
anteriormente 
III Não 6120-5/01 6.0 Telefonia móvel celular 
III Não 6120-5/02 6.0 Serviço móvel especializado – SME 
III Não 6120-5/99 6.0 Serviços de telecomunicações sem fio não especificados 
anteriormente 
III Não 6130-2/00 6.0 Telecomunicações por satélite 
III Não 6141-8/00 6.0 Operadoras de televisão por assinatura por cabo 
III Não 6142-6/00 6.0 Operadoras de televisão por assinatura por microondas 
III Não 6143-4/00 6.0 Operadoras de televisão por assinatura por satélite 
III Não 6190-6/01 6.0 Provedores de acesso às redes de comunicações 
III Não 6190-6/02 6.0 Provedores de voz sobre protocolo internet – VOIP 
III Não 6190-6/99 6.0 Outras atividades de telecomunicações não especificadas 
anteriormente 
V Não 6201-5/00 15.5 Desenvolvimento de programas de computador sob 
encomenda 
III Sim 6201-5/01 6.0 Desenvolvimento de programas de computador sob 
encomenda 
V Sim 6201-5/01 15.5 Desenvolvimento de programas de computador sob 
encomenda 
III Sim 6201-5/02 6.0 Web design 
V Sim 6201-5/02 15.5 Web design 
V Sim 6202-3/00 15.5 Desenvolvimento e licenciamento de programas de 
computador customizáveis 
III Sim 6202-3/00 6.0 Desenvolvimento e licenciamento de programas de 
computador customizáveis 
III Sim 6203-1/00 6.0 Desenvolvimento e licenciamento de programas de 
computador não-customizáveis 
V Sim 6203-1/00 15.5 Desenvolvimento e licenciamento de programas de 
computador não-customizáveis 
V Sim 6204-0/00 15.5 Consultoria em tecnologia da informação 
III Sim 6209-1/00 6.0 Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia 
da informação 
V Sim 6209-1/00 15.5 Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia 
da informação 
V Sim 6311-9/00 15.5 Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e 
serviços de hospedagem na internet 
III Sim 6311-9/00 6.0 Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e 
serviços de hospedagem na internet 
III Sim 6319-4/00 6.0 Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de 
informação na internet 
V Sim 6319-4/00 15.5 Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de 
informação na internet 
III Não 6391-7/00 6.0 Agências de notícias 
III Não 6399-2/00 6.0 Outras atividades de prestação de serviços de informação não 
especificadas anteriormente 
III Não 6493-0/00 6.0 Administração de consórcios para aquisição de bens e direitos 
V Sim 6621-5/01 15.5 Peritos e avaliadores de seguros 
V Sim 6621-5/02 15.5 Auditoria e consultoria atuarial 
III Não 6622-3/00 6.0 Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência 
complementar e de saúde 
I Não 6810-2/01 4.0 Compra e venda de imóveis próprios 
III Não 6821-8/01 6.0 Corretagem na compra e venda e avaliação de imóveis 
III Não 6821-8/02 6.0 Corretagem no aluguel de imóveis 
III Sim 6822-6/00 6.0 Gestão e administração da propriedade imobiliária 
V Sim 6822-6/00 15.5 Gestão e administração da propriedade imobiliária 
IV Não 6911-7/01 4.5 Serviços advocatícios 
V Sim 6911-7/03 15.5 Agente de propriedade industrial 
III Não 6920-6/01 6.0 Atividades de contabilidade 
V Sim 6920-6/02 15.5 Atividades de consultoria e auditoria contábil e tributária 
V Sim 7020-4/00 15.5 Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto 
consultoria técnica específica 
III Sim 7111-1/00 6.0 Serviços de arquitetura 
V Sim 7112-0/00 15.5 Serviços de engenharia 
V Sim 7119-7/01 15.5 Serviços de cartografia, topografia e geodésia 
V Sim 7119-7/02 15.5 Atividades de estudos geológicos 
V Sim 7119-7/03 15.5 Serviços de desenho técnico relacionados à arquitetura e 
engenharia 
V Sim 7119-7/04 15.5 Serviços de perícia técnica relacionados à segurança do 
trabalho 
V Sim 7119-7/99 15.5 Atividades técnicas relacionadas à engenharia e arquitetura 
não especificadas anteriormente 
V Sim 7120-1/00 15.5 Testes e análises técnicas 
V Sim 7210-0/00 15.5 Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas 
e naturais 
V Sim 7220-7/00 15.5 Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais 
e humanas 
V Sim 7311-4/00 15.5 Agências de publicidade 
III Não 7312-2/00 6.0 AGENCIAMENTO DE ESPAÇOS PARA PUBLICIDADE, EXCETO 
EM VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO 
V Sim 7319-0/01 15.5 Criação de estandes para feiras e exposições 
III Não 7319-0/02 6.0 Promoção de vendas 
III Não 7319-0/03 6.0 Marketing direto 
V Sim 7319-0/04 15.5 Consultoria em publicidade 
III Não 7319-0/99 6.0 Outras atividades de publicidade não especificadas 
anteriormente 
V Sim 7320-3/00 15.5 Pesquisas de mercado e de opinião pública 
IV Sim 7410-2/02 4.5 Design de interiores 
V Sim 7410-2/02 15.5 Design de interiores 
V Sim 7410-2/03 15.5 Design de produto 
V Sim 7410-2/99 15.5 Atividades de design não especificadas anteriormente 
III Não 7420-0/01 6.0 Atividades de
produção de fotografias, exceto aérea e 
submarina 
III Não 7420-0/02 6.0 Atividades de produção de fotografias aéreas e submarinas 
III Não 7420-0/03 6.0 Laboratórios fotográficos 
III Não 7420-0/04 6.0 Filmagem de festas e eventos 
III Não 7420-0/05 6.0 Serviços de microfilmagem 
V Sim 7490-1/01 15.5 Serviços de tradução, interpretação e similares 
III Não 7490-1/02 6.0 Escafandria e mergulho 
V Sim 7490-1/03 15.5 Serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas 
e pecuárias 
V Sim 7490-1/04 15.5 Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e 
negócios em geral, exceto imobiliários 
V Sim 7490-1/05 15.5 Agenciamento de profissionais para atividades esportivas, 
culturais e artísticas 
V Sim 7490-1/99 15.5 Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não 
especificadas anteriormente 
V Sim 7500-1/00 15.5 Atividades veterinárias 
III Não 7711-0/00 6.0 Locação de automóveis sem condutor 
III Não 7719-5/01 6.0 Locação de embarcações sem tripulação, exceto para fins 
recreativos 
III Não 7719-5/02 6.0 Locação de aeronaves sem tripulação 
III Não 7719-5/99 6.0 Locação de outros meios de transporte não especificados 
anteriormente, sem condutor 
III Não 7721-7/00 6.0 Aluguel de equipamentos recreativos e esportivos 
III Não 7722-5/00 6.0 Aluguel de fitas de vídeo, DVDs e similares 
III Não 7723-3/00 6.0 Aluguel de objetos do vestuário, jóias e acessórios 
III Não 7729-2/01 6.0 Aluguel de aparelhos de jogos eletrônicos 
III Não 7729-2/02 6.0 Aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e 
pessoal; instrumentos musicais 
III Não 7729-2/03 6.0 Aluguel de material médico 
III Não 7729-2/99 6.0 Aluguel de outros objetos pessoais e domésticos não 
especificados anteriormente 
III Não 7731-4/00 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador 
III Não 7732-2/01 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem 
operador, exceto andaimes 
III Não 7732-2/02 6.0 Aluguel de andaimes 
III Não 7733-1/00 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos para escritório 
III Não 7739-0/01 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos para extração de 
minérios e petróleo, sem operador 
III Não 7739-0/02 6.0 Aluguel de equipamentos científicos, médicos e hospitalares, 
sem operador 
III Não 7739-0/03 6.0 Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de uso 
temporário, exceto andaimes 
III Não 7739-0/99 6.0 Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e 
industriais não especificados anteriormente, sem operador 
V Sim 7740-3/00 15.5 Gestão de ativos intangíveis não-financeiros 
V Sim 7810-8/00 15.5 Seleção e agenciamento de mão-de-obra 
III Não 7911-2/00 6.0 Agências de viagens 
III Não 7912-1/00 6.0 Operadores turísticos 
III Não 7990-2/00 6.0 Serviços de reservas e outros serviços de turismo não 
especificados anteriormente 
IV Não 8011-1/01 4.5 Atividades de vigilância e segurança privada 
III Não 8011-1/02 6.0 Serviços de adestramento de cães de guarda 
IV Não 8012-9/00 4.5 Atividades de transporte de valores 
IV Não 8020-0/00 4.5 Atividades de monitoramento de sistemas de segurança 
IV Não 8020-0/01 4.5 Atividades de monitoramento de sistemas de segurança 
eletrônico 
IV Não 8020-0/02 4.5 Outras atividades de serviços de segurança 
V Sim 8030-7/00 15.5 Atividades de investigação particular 
IV Não 8111-7/00 4.5 Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto 
condomínios prediais 
IV Não 8121-4/00 4.5 Limpeza em prédios e em domicílios 
IV Não 8122-2/00 4.5 Imunização e controle de pragas urbanas 
IV Não 8129-0/00 4.5 Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 
IV Não 8130-3/00 4.5 Atividades paisagísticas 
III Não 8211-3/00 6.0 Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 
III Não 8219-9/01 6.0 Fotocópias 
III Não 8219-9/99 6.0 Preparação de documentos e serviços especializados de apoio 
administrativo não especificados anteriormente 
III Não 8220-2/00 6.0 Atividades de teleatendimento 
III Não 8230-0/01 6.0 Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e 
festas 
III Não 8230-0/02 6.0 Casas de festas e eventos 
III Não 8291-1/00 6.0 Atividades de cobrança e informações cadastrais 
III Não 8292-0/00 6.0 Envasamento e empacotamento sob contrato 
III Não 8299-7/01 6.0 Medição de consumo de energia elétrica, gás e água 
III Não 8299-7/03 6.0 Serviços de gravação de carimbos, exceto confecção 
III Não 8299-7/06 6.0 Casas lotéricas 
III Não 8299-7/07 6.0 Salas de acesso à internet 
V Sim 8299-7/99 15.5 Outras atividades de serviços prestados principalmente às 
empresas não especificadas anteriormente 
III Sim 8299-7/99 6.0 Outras atividades de serviços prestados principalmente às 
empresas não especificadas anteriormente 
III Não 8511-2/00 6.0 Educação infantil – creche 
III Não 8512-1/00 6.0 Educação infantil – pré-escola 
III Não 8513-9/00 6.0 Ensino fundamental 
III Não 8520-1/00 6.0 Ensino médio 
V Sim 8531-7/00 15.5 Educação superior – graduação 
V Sim 8532-5/00 15.5 Educação superior – graduação e pós-graduação 
V Sim 8533-3/00 15.5 Educação superior – pós-graduação e extensão 
III Não 8541-4/00 6.0 Educação profissional de nível técnico 
V Sim 8542-2/00 15.5 Educação profissional de nível tecnológico 
V Sim 8550-3/02 15.5 Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares 
V Sim 8591-1/00 15.5 Ensino de esportes 
III Sim 8591-1/00 6.0 Ensino de esportes 
III Sim 8592-9/01 6.0 Ensino de dança 
V Sim 8592-9/01 15.5 Ensino de dança 
III Não 8592-9/02 6.0 Ensino de artes cênicas, exceto dança 
III Não 8592-9/03 6.0 Ensino de música 
III Não 8592-9/99 6.0 Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente 
III Não 8593-7/00 6.0 Ensino de idiomas 
III Não 8599-6/01 6.0 Formação de condutores 
III Não 8599-6/02 6.0 Cursos de pilotagem 
III Não 8599-6/03 6.0 Treinamento em informática 
III Não 8599-6/04 6.0 Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial 
III Não 8599-6/05 6.0 Cursos preparatórios para concursos 
III Não 8599-6/99 6.0 Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 
III Sim 8610-1/01 6.0 Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto-socorro 
e unidades para atendimento a urgências 
III Sim 8610-1/02 6.0 Atividades de atendimento em pronto-socorro e unidades 
hospitalares para atendimento a urgências 
III Sim 8621-6/01 6.0 UTI móvel 
III Sim 8621-6/02 6.0 Serviços móveis de atendimento a urgências, exceto por UTI 
móvel 
V Sim 8622-4/00 15.5 Serviços de remoção de pacientes, exceto os serviços móveis 
de atendimento a urgências 
III Sim 8630-5/01 6.0 Atividade médica ambulatorial com recursos para realização 
de procedimentos cirúrgicos 
III Sim 8630-5/02 6.0 Atividade médica ambulatorial com recursos para realização 
de exames complementares 
III Sim 8630-5/03 6.0 Atividade médica ambulatorial restrita a consultas 
III Sim 8630-5/04 6.0 Atividade odontológica 
III Sim 8630-5/06 6.0 Serviços de vacinação e imunização humana 
III Sim 8630-5/07 6.0 Atividades de reprodução humana assistida 
III Sim 8630-5/99 6.0 Atividades de atenção ambulatorial não especificadas 
anteriormente 
III Sim 8640-2/01 6.0 Laboratórios de anatomia patológica e citológica 
V Sim 8640-2/01 15.5 Laboratórios de anatomia patológica e citológica 
V Sim 8640-2/02 15.5 Laboratórios clínicos 
III Sim 8640-2/02 6.0 Laboratórios clínicos 
III Sim 8640-2/03 6.0 Serviços de diálise e nefrologia 
III Sim 8640-2/04 6.0 Serviços de tomografia 
V Sim 8640-2/04 15.5 Serviços de tomografia 
V Sim 8640-2/05 15.5 Serviços de diagnóstico por imagem com uso de radiação 
ionizante, exceto tomografia 
III Sim 8640-2/05 6.0 Serviços de diagnóstico por imagem com uso de radiação 
ionizante, exceto tomografia 
III Sim 8640-2/06 6.0 Serviços de ressonância magnética 
V Sim 8640-2/06 15.5 Serviços de ressonância magnética 
V Sim 8640-2/07 15.5 Serviços de diagnóstico por imagem sem uso
de radiação 
ionizante, exceto ressonância magnética 
III Sim 8640-2/07 6.0 Serviços de diagnóstico por imagem sem uso de radiação 
ionizante, exceto ressonância magnética 
V Sim 8640-2/08 15.5 Serviços de diagnóstico por registro gráfico – ECG, EEG e 
outros exames análogos 
III Sim 8640-2/08 6.0 Serviços de diagnóstico por registro gráfico – ECG, EEG e 
outros exames análogos 
III Sim 8640-2/09 6.0 Serviços de diagnóstico por métodos ópticos – endoscopia e 
outros exames análogos 
V Sim 8640-2/09 15.5 Serviços de diagnóstico por métodos ópticos – endoscopia e 
outros exames análogos 
III Sim 8640-2/10 6.0 Serviços de quimioterapia 
III Sim 8640-2/11 6.0 Serviços de radioterapia 
III Sim 8640-2/12 6.0 Serviços de hemoterapia 
III Sim 8640-2/13 6.0 Serviços de litotripsia 
III Sim 8640-2/14 6.0 Serviços de bancos de células e tecidos humanos 
III Sim 8640-2/99 6.0 Atividades de serviços de complementação diagnóstica e 
terapêutica não especificadas anteriormente 
III Sim 8650-0/01 6.0 Atividades de enfermagem 
III Sim 8650-0/02 6.0 Atividades de profissionais da nutrição 
III Sim 8650-0/03 6.0 Atividades de psicologia e psicanálise 
III Sim 8650-0/04 6.0 Atividades de fisioterapia 
III Sim 8650-0/04 6.0 Atividades de fisioterapia 
III Sim 8650-0/05 6.0 Atividades de terapia ocupacional 
III Sim 8650-0/06 6.0 Atividades de fonoaudiologia 
V Sim 8650-0/07 15.5 Atividades de terapia de nutrição enteral e parenteral 
V Sim 8650-0/99 15.5 Atividades de profissionais da área de saúde não 
especificadas anteriormente 
V Sim 8660-7/00 15.5 Atividades de apoio à gestão de saúde 
V Sim 8690-9/01 15.5 Atividades de práticas integrativas e complementares em 
saúde humana 
III Sim 8690-9/02 6.0 Atividades de bancos de leite humano 
III Sim 8690-9/03 6.0 Atividades de acupuntura 
III Sim 8690-9/04 6.0 Atividades de podologia 
V Sim 8690-9/99 15.5 Outras atividades de atenção à saúde humana não 
especificadas anteriormente 
V Sim 8711-5/01 15.5 Clínicas e residências geriátricas 
III Não 8711-5/02 6.0 Instituições de longa permanência para idosos 
V Sim 8711-5/03 15.5 Atividades de assistência a deficientes físicos, 
imunodeprimidos e convalescentes 
V Sim 8711-5/04 15.5 Centros de apoio a pacientes com câncer e com AIDS 
III Não 8711-5/05 6.0 Condomínios residenciais para idosos 
III Não 8712-3/00 6.0 Atividades de fornecimento de infra-estrutura de apoio e 
assistência a paciente no domicílio 
V Sim 8720-4/01 15.5 Atividades de centros de assistência psicossocial 
V Sim 8720-4/99 15.5 Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores 
de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência 
química não especificadas anteriormente 
III Não 8730-1/01 6.0 Orfanatos 
III Não 8730-1/02 6.0 Albergues assistenciais 
V Sim 8730-1/99 15.5 Atividades de assistência social prestadas em residências 
coletivas e particulares não especificadas anteriormente 
V Sim 8800-6/00 15.5 Serviços de assistência social sem alojamento 
III Não 9001-9/01 6.0 Produção teatral 
III Não 9001-9/02 6.0 Produção musical 
III Não 9001-9/03 6.0 Produção de espetáculos de dança 
III Não 9001-9/04 6.0 Produção de espetáculos circenses, de marionetes e similares 
III Não 9001-9/05 6.0 Produção de espetáculos de rodeios, vaquejadas e similares 
III Não 9001-9/06 6.0 Atividades de sonorização e de iluminação 
III Não 9001-9/99 6.0 Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não 
especificados anteriormente 
V Sim 9002-7/01 15.5 Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e 
escritores 
III Não 9002-7/02 6.0 Restauração de obras de arte 
III Não 9003-5/00 6.0 Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras 
atividades artísticas 
III Não 9101-5/00 6.0 Atividades de bibliotecas e arquivos 
III Não 9102-3/01 6.0 Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios 
históricos e atrações similares 
III Não 9102-3/02 6.0 Restauração e conservação de lugares e prédios históricos 
III Não 9103-1/00 6.0 Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques 
nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental 
III Não 9200-3/01 6.0 Casas de bingo 
III Não 9200-3/02 6.0 Exploração de apostas em corridas de cavalos 
III Não 9200-3/99 6.0 Exploração de jogos de azar e apostas não especificados 
anteriormente 
III Não 9311-5/00 6.0 Gestão de instalações de esportes 
III Não 9312-3/00 6.0 Clubes sociais, esportivos e similares 
V Sim 9313-1/00 15.5 Atividades de condicionamento físico 
III Sim 9313-1/00 6.0 Atividades de condicionamento físico 
III Não 9319-1/01 6.0 Produção e promoção de eventos esportivos 
III Não 9319-1/99 6.0 Outras atividades esportivas não especificadas anteriormente 
III Não 9321-2/00 6.0 Parques de diversão e parques temáticos 
III Não 9329-8/01 6.0 Discotecas, danceterias, salões de dança e similares 
III Não 9329-8/02 6.0 Exploração de boliches 
III Não 9329-8/03 6.0 Exploração de jogos de sinuca, bilhar e similares 
III Não 9329-8/04 6.0 Exploração de jogos eletrônicos recreativos 
III Não 9329-8/99 6.0 Outras atividades de recreação e lazer não especificadas 
anteriormente 
III Não 9511-8/00 6.0 Reparação e manutenção de computadores e de 
equipamentos periféricos 
III Não 9512-6/00 6.0 Reparação e manutenção de equipamentos de comunicação 
III Não 9521-5/00 6.0 Reparação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos 
de uso pessoal e doméstico 
III Não 9529-1/01 6.0 Reparação de calçados, bolsas e artigos de viagem 
III Não 9529-1/02 6.0 Chaveiros 
III Não 9529-1/03 6.0 Reparação de relógios 
III Não 9529-1/04 6.0 Reparação de bicicletas, triciclos e outros veículos não-
motorizados 
III Não 9529-1/05 6.0 Reparação de artigos do mobiliário 
III Não 9529-1/06 6.0 Reparação de jóias 
III Não 9529-1/99 6.0 Reparação e manutenção de outros objetos e equipamentos 
pessoais e domésticos não especificados anteriormente 
III Não 9601-7/01 6.0 Lavanderias 
III Não 9601-7/02 6.0 Tinturarias 
III Não 9601-7/03 6.0 Toalheiros 
III Não 9602-5/01 6.0 Cabeleireiros, manicure e pedicure 
III Não 9602-5/02 6.0 Atividades de Estética e outros serviços de cuidados com a 
beleza 
III Não 9603-3/01 6.0 Gestão e manutenção de cemitérios 
III Não 9603-3/02 6.0 Serviços de cremação 
III Não 9603-3/03 6.0 Serviços de sepultamento 
III Não 9603-3/04 6.0 Serviços de funerárias 
III Não 9603-3/05 6.0 Serviços de somatoconservação 
III Não 9603-3/99 6.0 Atividades funerárias e serviços relacionados não 
especificados anteriormente 
III Não 9609-2/02 6.0 Agências matrimoniais 
III Não 9609-2/03 6.0 Alojamento, higiene e embelezamento de animais 
III Não 9609-2/04 6.0 Exploração de máquinas de serviços pessoais acionadas por 
moeda 
III Não 9609-2/05 6.0 Atividades de sauna e banhos 
III Não 9609-2/06 6.0 Serviços de tatuagem e colocação de piercing 
III Não 9609-2/07 6.0 Alojamento de animais domésticos 
III Não 9609-2/08 6.0 Higiene e embelezamento de animais domésticos 
III Não 9609-2/99 6.0 Outras atividades de serviços pessoais não especificadas 
anteriormente 
IV Não 9700-5/00 4.5 Serviços domésticos 
IV Não 9900-8/00 4.5 Organismos internacionais e outras instituições 
extraterritoriais 
 
SIGLAS SN (1).pdf
2 – SIGLAS
CGSN Comitê Gestor do Simples Nacional
CNAE Classificação Nacional de Atividades Econômicas 
CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
Cofins Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social 
CPF Cadastro de Pessoa Física
CPP Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social
CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
DAS Documento de Arrecadação do Simples Nacional
DF Distrito Federal
EPP Empresa de Pequeno Porte
FS12 Folha de Salários, incluindo encargos, acumulada da empresa nos 12 meses anteriores ao PA 
ICMS 
Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte
Interestaduais
e Intermunicipais e de Comunicação
IN Instrução Normativa
INSS Instituto Nacional do Seguro Social
IPI Imposto sobre Produtos Industrializados
IRPJ Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica
ISS Imposto Sobre Serviços
ME Microempresa
PA Período de Apuração
PGDAS-D Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório
PIS Programa de Integração Social 
PJ Pessoa Jurídica
r - (Fator) Relação entre a FS12 e a RBT12
RBA Receita Bruta Acumulada no ano-calendário corrente (mercado interno + mercado externo)
RBA int Receita Bruta Acumulada no ano-calendário corrente no mercado interno
RBA ext Receita Bruta Acumulada no ano-calendário corrente no mercado externo
RBAA Receita Bruta Acumulada no ano-calendário anterior (mercado interno + mercado externo)
RBAA int Receita Bruta Acumulada no ano-calendário anterior no mercado interno
RBAA ext Receita Bruta Acumulada no ano-calendário anterior no mercado externo
RPA Receita Bruta Total do PA 
RPA int Receita Bruta Total do PA no mercado interno
RPA ext Receita Bruta Total do PA no mercado externo
RBT12 Receita Bruta Acumulada da empresa nos 12 meses anteriores ao PA (mercado interno + mercado externo)
RBT12 int Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado interno 
RBT12 ext Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado externo
RBT12 int prop Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado interno proporcionalizada
RBT12 ext prop Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado externo proporcionalizada
RFB Secretaria da Receita Federal do Brasil
SE Secretaria Executiva
Selic Sistema Especial de Liquidação e Custódia (juros)
SPE Sociedade de Propósito Específico
UF Unidade da Federação
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MANUAL SPED (1).pdf
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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GUIA PRÁTICO DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – EFD-ICMS/IPI 
 
Capítulo I – Informações gerais sobre a EFD-ICMS/IPI 
Seção 1 – Apresentação 
Seção 2 – Legislação 
Seção 3 – Da apresentação do arquivo da EFD-ICMS/IPI 
Seção 4 – Periodicidade das informações 
Seção 5 – Da assinatura com certificado digital 
Seção 6 – Da prestação e da guarda de informações 
Seção 7 – Outras Informações 
Seção 8 – Cópia de Segurança, Exportação de TXT e o Arquivo Original da EFD-ICMS/IPI 
Seção 9 – Importação de blocos da EFD-ICMS/IPI 
 
Capítulo II – Informações para geração dos arquivos da EFD-ICMS/IPI 
Seção 1 – Dos blocos e registros da EFD-ICMS/IPI 
Subseção 1 – Alterações leiaute 2010. 
Subseção 2 – Alterações leiaute 2011. 
Subseção 3 – Alterações leiaute 2012 (julho). 
Subseção 4 – Alterações leiaute 2015. 
Subseção 5 – Alterações leiaute 2016. 
Subseção 6 – Alterações leiaute 2017. 
Subseção 7 – Alterações leiaute 2018. 
Subseção 8 – Alterações leiaute 2019. 
Subseção 9 – Alterações leiaute 2020. 
Subseção 10 – Alterações leiaute 2021. 
Subseção 11 – Alterações leiaute 2022. 
Subseção 12 – Alterações leiaute 2023. 
 
Seção 2 – Registros a serem apresentados conforme perfil do declarante. 
Seção 3 – Preenchimento de campos. 
Seção 4 – Detalhamento dos registros que compõem a EFD-ICMS/IPI. 
Seção 5 – Obrigatoriedade dos registros 
 
Capítulo III – Registros da EFD-ICMS/IPI 
Seção 1 – Bloco 0 
Seção 2 – Bloco B 
Seção 3 – Bloco C 
Seção 4 – Bloco D 
Seção 5 – Bloco E 
Seção 6 – Bloco G 
Seção 7 – Bloco H 
Seção 8 – Bloco K 
Seção 9 – Bloco 1 
Seção 10 – Bloco 9 
 
Capítulo IV – Outras Informações 
Seção 1 – Tabelas utilizadas pelo Programa de Validação e Assinatura. 
Seção 2 – Relação dos e-mails corporativos. 
Seção 3 – Da apresentação do arquivo da EFD-ICMS/IPI. 
Seção 4 – Alterações do Guia Prático da EFD-ICMS/IPI. 
 
 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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GUIA PRÁTICO DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – EFD-ICMS/IPI 
Conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44 de 07 de agosto de 2018 e alterações. 
 
Capítulo I – Informações gerais sobre a EFD-ICMS/IPI 
Seção 1 – Apresentação 
 
Este Guia Prático visa orientar a geração, em arquivo digital, dos dados relativos à Escrituração Fiscal Digital (EFD-
ICMS/IPI) pelo contribuinte do ICMS e/ou IPI, pessoa física ou jurídica, inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo 
órgão fiscal e esclarecer aspectos referentes à apresentação dos registros e conteúdo de alguns campos, estrutura e apresentação 
do arquivo digital para entrega ao Fisco, na forma do Ato COTEPE/ICMS Nº 44, de 08 de agosto de 2018 e suas atualizações. 
Este documento não pretende contemplar todas as orientações técnicas sobre a elaboração do arquivo digital, cuja 
orientação integral sobre sua estrutura e apresentação deve ser buscada no Manual de Orientação, estabelecido pela Nota 
Técnica EFD ICMS IPI, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/18 e alterações, bem como na legislação de cada uma das unidades 
federadas e da Receita Federal do Brasil. 
Com o objetivo de simplificar os processos e reduzir as obrigações acessórias impostas aos contribuintes, foi instituída 
a EFD-ICMS/IPI, pela qual o contribuinte apresentará na forma digital, com transmissão via Internet, os registros dos 
documentos fiscais da escrituração e os respectivos demonstrativos de apuração dos impostos IPI e ICMS de cada período de 
apuração, bem como outras informações de interesse econômico-fiscais. 
Objetivos 
A Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI é parte integrante do projeto SPED a que se refere o Decreto nº 6.022, 
de 22 de janeiro de 2007, que busca promover a integração dos fiscos federal, estaduais e do Distrito Federal mediante a 
padronização, racionalização e compartilhamento das informações fiscais digitais, bem como integrar todo o processo relativo 
à escrituração fiscal, com a substituição do atual documentário em meio físico (papel) por documento eletrônico com validade 
jurídica para todos os fins. 
Para tanto, todos os documentos eletrônicos são assinados digitalmente com uso de Certificados Digitais, do tipo A1 
ou A3, expedidos, em conformidade com as regras do ICP-Brasil, pelos representantes legais ou seus procuradores, tendo este 
arquivo validade jurídica para todos os fins, nos termos dispostos na MP-2200-2, de 24 de agosto de 2001. 
Para ser possível alcançar os objetivos propostos, ocorreu a união de esforços de representantes, não só dos Órgãos de 
Controle e de Fiscalização Tributária, mas também de representantes da iniciativa privada de diversos segmentos da vida 
econômica do País que atuaram de forma decisiva, como parceiros na elaboração das especificações do projeto. 
Seção 2 – Legislação 
 
ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – EFD-ICMS/IPI 
 
 Dispõe o Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de 2006 e posteriormente o Ajuste Sinief 02, de 03 de abril de 
2009, acerca da instituição da Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI - em arquivo digital, de uso obrigatório para os 
contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte 
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS e/ou do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI - e que se 
constitui de um conjunto de registros de apuração de impostos, referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte, 
bem como de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da 
Receita Federal do Brasil. 
 O contribuinte deve gerar e manter uma EFD-ICMS/IPI para cada estabelecimento, devendo esta conter todas as 
informações referentes aos períodos de apuração do(s) imposto(s). 
Estabelecem ainda os referidos Convênio e Ajuste que o contribuinte deve manter todos os documentos fiscais que 
deram origem à escrituração, na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária,
observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. 
 O Ato COTEPE/ICMS nº 44, de 08 de agosto de 2018, e suas atualizações definiram os documentos fiscais, as 
especificações técnicas do leiaute do arquivo digital da EFD-ICMS/IPI, que contém informações fiscais e contábeis, bem como 
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quaisquer outras informações que venham a repercutir na apuração, pagamento ou cobrança de tributos de competência dos 
entes conveniados. 
 A partir de 01 de janeiro de 2009, os contribuintes obrigados à Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI devem 
escriturá-la e transmiti-la, via Internet. A obrigatoriedade da EFD-ICMS/IPI encontra-se na legislação estadual. 
 O Protocolo ICMS 03, de 1º de abril de 2011, fixou o prazo máximo de 1º de janeiro de 2014 para a obrigatoriedade 
da EFD ICMS/IPI dos contribuintes ainda não obrigados, excetuando-se contribuintes do Simples Nacional, cujo prazo máximo 
para obrigatoriedade foi estabelecido para 1º de janeiro de 2016, podendo ser antecipado a critério de cada estado. Entretanto 
ocorreu uma mudança com a publicação da Lei Complementar 147/2014 e do Protocolo ICMS 49/2015, que dispôs: 
 Cláusula primeira O parágrafo único da cláusula segunda do Protocolo ICMS 3/11, de 1º de abril de 2011, passa a 
vigorar com a seguinte redação: 
 “Parágrafo único. A dispensa prevista no caput não se aplica para os estabelecimentos mencionados no inciso II cuja 
Unidade Federada tenha estabelecido a obrigatoriedade até o primeiro trimestre de 2014, conforme § 4º C do art. 26 da Lei 
Complementar nº 123/2006”. 
 
 Dessa forma, nos estados que obrigaram os contribuintes optantes pelo Simples Nacional até o primeiro trimestre de 
2014, estes continuam obrigados a enviar a EFD-ICMS/IPI. 
Seção 3 – Da apresentação do arquivo da EFD-ICMS/IPI 
 
O arquivo digital deve ser submetido a um programa validador, fornecido pelo SPED – Sistema Público de 
Escrituração Digital – por meio de download, o qual verifica a consistência das informações prestadas no arquivo. Após essas 
verificações, o arquivo digital é assinado por meio de certificado digital, tipo A1 ou A3, emitido por autoridade certificadora 
credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil e transmitido. 
 As regras de negócio ou de validação, ora implementadas, podem ser alteradas a qualquer tempo, visto que têm por 
finalidade única e exclusivamente verificar as consistências das informações prestadas pelos contribuintes. 
Ainda que determinados registros e/ou campos não contenham regras específicas de validação de conteúdo ou de 
obrigatoriedade, esta ausência não dispensa, em nenhuma hipótese, a não apresentação de dados existentes nos documentos 
e/ou de informação solicitada pelos fiscos. 
Via de regra, se existir a informação, o contribuinte está obrigado a prestá-la. A omissão ou inexatidão de informações 
poderá acarretar penalidades e a obrigatoriedade de reapresentação do arquivo integral, de acordo com as regras estabelecidas 
pela Administração Tributária. 
A EFD-ICMS/IPI representa a escrituração fiscal do contribuinte e deve ser apresentada em conformidade com as 
disposições previstas na legislação tributária. 
Seção 4 – Periodicidade das informações 
 
Os arquivos da EFD-ICMS/IPI têm periodicidade mensal e devem apresentar informações relativas a um mês civil ou 
fração, ainda que as apurações dos impostos (ICMS e IPI) sejam efetuadas em períodos inferiores a um mês, segundo a 
legislação de cada imposto. 
Sendo assim, a data inicial constante do registro 0000, via de regra, deve ser o primeiro dia do mês. As exceções ficam 
por conta dos casos de início das atividades ou de qualquer outro evento que altere a forma e período de escrituração fiscal do 
estabelecimento, quando a data inicial corresponderá à data do evento. A data final constante do mesmo registro deve ser o 
último dia do mesmo mês informado na data inicial ou a data de encerramento das atividades ou de qualquer outro fato 
determinante para paralisação das atividades do informante. 
No caso de encerramento de atividades, o contribuinte deve consultar a data fim do credenciamento para entrega do 
arquivo em: https://www.sped.fazenda.gov.br/spedfiscalserver/ConsultaContribuinte/Default.aspx 
Seu último arquivo deve conter esta data fim do credenciamento (registro 0000). Existindo dúvida quanto à data fim, dirija a 
questão à SEFAZ do seu domicílio fiscal por meio do e-mail corporativo listado no endereço: 
http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1577. 
 Os prazos para a transmissão dos arquivos são definidos por legislação estadual. 
Seção 5 – Da assinatura com certificado digital 
 
 Poderão assinar a EFD-ICMS/IPI, com certificados digitais do tipo A1 ou A3: 
 
1. e-PJ ou e-CNPJ que contenha a mesma base do CNPJ (8 primeiros caracteres) do estabelecimento; 
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2. e-PF ou e-CPF do produtor rural ou do representante legal da empresa no cadastro CNPJ; 
 
3. no caso de sucessão, a EFD-ICMS/IPI pode ser assinada com certificado digital da sucessora se o CNPJ da sucedida 
estiver extinto no cadastro CNPJ da RFB por um dos seguintes eventos: incorporação, fusão ou cisão total e se a EFD-ICMS/IPI 
referir-se a período de apuração anterior ao da data da sucessão. 
 
4. a pessoa jurídica ou a pessoa física com procuração eletrônica cadastrada no site da RFB, por estabelecimento. 
 
5. Inventariante com procuração eletrônica cadastrada no site da RFB. 
 
Cadastramento de Procuração Eletrônica: 
 
No site da RFB, http://receita.economia.gov.br/, clicar em “Serviços”, selecionar: Procuração e-CAC Eletrônica – 
Cadastrar/Consultar/Cancelar > Atendimento e-CAC certificado digital. Ou acessar diretamente: 
https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/Login . 
Login com certificado digital de pessoa jurídica ou pessoa física (produtor rural), selecionar “Procuração eletrônica”: 
a) Selecionar “Cadastrar Procuração” ou outra opção, se for o caso; 
b) Selecionar “Solicitação de procuração para a Receita Federal do Brasil”; 
c) Preencher os dados do formulário apresentado e selecionar a opção “Assinatura da Escrituração Fiscal Digital 
EFD-ICMS/IPI”, constante do quadro “Destinados tanto a Pessoa Física quanto a Pessoa Jurídica”. 
d) Para finalizar, clicar em “Cadastrar procuração”. 
Obs.: No caso de estabelecer Procuração Eletrônica em nome de filial para terceiros: 
 
a) https://cav.receita.fazenda.gov.br/scripts/CAV/login/login.asp 
b) Login com certificado digital de pessoa jurídica; 
c) Na opção “Alterar perfil de acesso”, selecionar “CNPJ matriz atuando como CNPJ filial” e alterar; 
d) Preencher os dados do formulário apresentado e selecionar a opção “Assinatura da Escrituração Fiscal Digital 
(EFD-ICMS/IPI) do Sistema Público de Escrituração Digital”, constante do quadro “Destinados tanto a Pessoa 
Física quanto a Pessoa Jurídica”. 
e) Para finalizar, clicar em “Cadastrar procuração” ou “Limpar” ou “Voltar”. 
Seção 6 – Da prestação e da guarda de informações 
 
O arquivo digital da EFD-ICMS/IPI será gerado pelo contribuinte de acordo com as especificações do leiaute definido 
em Ato COTEPE e conterá a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período 
compreendido entre o primeiro e o último dia do mês civil, inclusive. Conforme consta no Ajuste SINIEF 02/09, fica dispensada 
a impressão dos livros fiscais. 
 
Considera-se totalidade das informações: 
 
1 - as relativas às entradas e saídas de mercadorias bem como aos serviços prestados e tomados, incluindo a descrição dos itens 
de mercadorias, produtos e serviços. 
2 - as relativas à quantidade, descrição e valores de mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários,
materiais de 
embalagem, produtos manufaturados e produtos em fabricação, em posse ou pertencentes ao estabelecimento do contribuinte 
declarante, ou fora do estabelecimento e em poder de terceiros e de terceiros de posse do informante; 
3 - as relativas à produção de produtos em processo e produtos acabados e respectivos consumos de insumos, tanto no 
estabelecimento do contribuinte quanto em estabelecimento de terceiro, bem como o estoque escriturado; 
4 - qualquer informação que repercuta no inventário físico e contábil, no processo produtivo, na apuração, no pagamento ou na 
cobrança de tributos de competência dos entes conveniados ou outras de interesse das administrações tributárias. 
 
https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/Login
https://cav.receita.fazenda.gov.br/scripts/CAV/login/login.asp
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
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Qualquer situação de exceção na tributação do ICMS ou IPI, tais como isenção, imunidade, não-incidência, 
diferimento ou suspensão do recolhimento, também deverá ser informada no arquivo digital, indicando-se o respectivo 
dispositivo legal. 
 
As informações deverão ser prestadas sob o enfoque do declarante. 
 
O contribuinte deverá armazenar o arquivo digital da EFD-ICMS/IPI transmitido, observando os requisitos de 
segurança, autenticidade, integridade e validade jurídica, pelo mesmo prazo estabelecido pela legislação para a guarda dos 
documentos fiscais. 
 
A geração, o armazenamento e o envio do arquivo digital não dispensam o contribuinte da guarda dos documentos 
que deram origem às informações nele constantes, na forma e prazos estabelecidos pela legislação aplicável. O arquivo a ser 
mantido é o arquivo TXT gerado e transmitido (localizado em diretório definido pelo usuário), não se tratando, pois, da cópia 
de segurança. 
Os contribuintes obrigados à EFD-ICMS/IPI, mesmo que estejam com suas atividades paralisadas, devem apresentar 
os registros obrigatórios (notação = “O”), informando, portanto, a identificação do estabelecimento, período a que se refere a 
escrituração e declarando, nos demais blocos, valores zerados, o que significa que não efetuou qualquer atividade. 
Seção 7 – Outras Informações. 
Escrituração extemporânea de documentos – Os documentos que deveriam ter sido escriturados em períodos anteriores devem 
ser registrados na EFD-ICMS/IPI com COD_SIT igual a 1, 3 ou 7. Nestes casos, a data de emissão e a data de entrada ou saída 
não devem pertencer ao período da escrituração informado no registro 0000. Observe-se que, quando se tratar de documento 
fiscal de saída de produtos ou prestação de serviços, os valores de impostos não serão totalizados no período da EFD-ICMS/IPI, 
devendo os tributos ser recolhidos com os acréscimos legais cabíveis. Para documentos fiscais de entrada, os créditos serão 
considerados normalmente na apuração. Verificar a legislação de cada UF, quanto à escrituração destes documentos. 
Notas fiscais complementares: ver exceções descritas no registro C100. 
Documentos fiscais de modelos 1 ou 1A que forem emitidos em situações especiais. Ver exceções descritas no registro 
específico. 
Alguns registros (relativos ao ICMS) não serão utilizados por todas as UF, como por exemplo: C176, C179, C197, C597, D197 
e 1200. Neste Guia Prático, esses tipos de registros estão identificados. As SEFAZ orientam os contribuintes localizados em 
seus respectivos territórios sobre a forma de preenchimento de registros para adequar a situações especiais previstas em suas 
respectivas legislações. 
Se determinada tabela (conferir no endereço eletrônico: http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1578) não for disponibilizada pela 
Administração Tributária e não houver tabela genérica correspondente, significa que o registro a ela vinculado NÃO será 
informado. 
Os prazos de entrega do arquivo digital são estabelecidos pelas Administrações Tributárias Estaduais. Para contribuintes do IPI 
de PE e do DF, o prazo foi estabelecido pela IN RFB nº 1371/2013 e pela IN 1685/2017, respectivamente. A partir de setembro 
de 2017, havendo legislação específica de PE e DF estabelecendo novos prazos, esta prevalecerá. 
Com a publicação do Ajuste Sinief 11/2012, que define regras padronizadas em todo o território nacional para a retificação da 
EFD ICMS/IPI, a partir de janeiro de 2013, o procedimento deve ser o seguinte: 1. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro 
de 2009 a dezembro de 2012 pode ser retificada, sem autorização, até 30 de abril de 2013; 2. EFD-ICMS/IPI de mês de 
referência janeiro de 2013 em diante, pode ser retificada, sem autorização, até o último dia do terceiro mês subsequente ao 
encerramento do mês da apuração (Ex.: Janeiro de 2013 pode ser retificado até 30 de abril de 2013); 3. Cumpridos estes prazos, 
retificações somente serão possíveis com autorização, de acordo com o que determina o referido Ajuste 
No caso de retificação de EFD-ICMS/IPI, deverá ser utilizado o leiaute vigente no período de apuração. O PVA a ser utilizado 
deverá ser a versão atualizada da data da transmissão. 
Para as SEFAZ que exigem a informação do hash do arquivo, trata-se do hash do arquivo RETIFICADOR assinado. Para obtê-
lo, utilizar a opção “Dados da Escrituração” da aba Relatórios, o hash está identificado com o nome “ID do Arquivo Assinado 
(hash)”, contendo 32 caracteres. 
A dispensa de obrigações acessórias é efetuada por ato normativo próprio de cada Administração Tributária que as instituiu. 
Código da Situação do Documento (COD_SIT) – ver tabela capítulo IV, subseção 1.3. 
Considerando a implementação da EFD – Contribuições (Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012) ficam 
dispensados de preenchimento os campos relativos ao PIS e à COFINS, constantes da EFD-ICMS/IPI – Escrituração Fiscal 
Digital. Ou seja, deverão ser apresentados com conteúdo VAZIO “||”. 
Carta de Correção e Carta de Correção Eletrônica (CC-e) não são informadas na EFD-ICMS/IPI. Informe o documento já 
corrigido. 
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Informações adicionais dos ajustes da apuração do IPI – Identificação dos documentos fiscais (01 e 55) 
Seção 8 – Cópia de Segurança, Exportação de TXT e Arquivo Original da EFD-ICMS/IPI. 
O contribuinte deve guardar a EFD-ICMS/IPI transmitida (gravada no diretório escolhido pelo contribuinte na 
máquina que efetuou a transmissão) acompanhado do recibo da transmissão, pelo prazo previsto na legislação. Não se trata do 
arquivo gerado utilizando a funcionalidade Cópia de Segurança e nem pela funcionalidade Exportação do Arquivo TXT, ambas 
do PVA. 
O recibo de entrega é gerado pelo ReceitaNet, com o mesmo nome do arquivo para entrega, com a extensão “REC” e 
será gravado sempre no mesmo diretório do arquivo transmitido. No arquivo do recibo, constam a identificação e também o 
“hash code” do arquivo transmitido. 
Para visualização do recibo, com prévia importação da EFD-ICMS/IPI no PVA, os arquivos TXT: enviado e recibo – 
devem estar no mesmo diretório. 
 
O Arquivo TXT exportado (opção Exportar do menu Escrituração Fiscal) leva os dados apenas daquela EFD-ICMS/IPI 
a qual ele se refere, sem assinatura e nem dados das demais tabelas constantes do banco de dados do PVA. 
 
O Arquivo da Cópia de Segurança gera uma cópia de todos os dados constantes na base do PVA, incluindo as tabelas 
auxiliares atualizadas, se assim estiverem no PVA, na data da cópia. 
 
A partir da versão 2.3.0 (publicada em novembro/2016), o PVA passou a permitir a seleção múltipla de arquivos para 
geração, restauração e exportação de cópia segurança. 
 
Se o recibo for extraviado, basta se certificar de que a EFD esteja na base do Sped, instalando o ReceitanetBX, 
disponível em http://receita.economia.gov.br/programas-para-download/receitanetbx/receitanetbx
(necessária certificação 
digital). Se você consegue visualizar a EFD, é prova suficiente que a referida EFD foi transmitida e, portanto, está na base do 
Sped. A tela de consulta informa o CNPJ, IE, Período, Finalidade, Identificador do Arquivo e Data de Transmissão. Se você 
ainda possuir o arquivo transmitido, basta tentar transmiti-lo novamente que o recibo será gravado (tem que ser exatamente o 
arquivo transmitido originalmente). Caso não possua o arquivo transmitido, este está disponível para download por meio do 
aplicativo ReceitanetBX, com certificação digital. 
 
Seção 9 – Importação de Blocos da EFD ICMS/IPI 
 
 O Programa de Validação e Assinatura da EFD-ICMS/IPI (PVA-EFD-ICMS/IPI), na versão 2.0.6 e seguintes, permite 
a importação de qualquer bloco que esteja completo estruturalmente com sobreposição de todas as informações existentes no 
bloco da EFD-ICMS/IPI anteriormente importada. 
 A opção somente será disponibilizada quando a EFD-ICMS/IPI a ser alterada estiver aberta no PVA-EFD-ICMS/IPI. 
 O bloco a ser importado deverá estar estruturado, contendo: 
o registro de abertura do arquivo digital e identificação da entidade (idêntico ao da EFD-ICMS/IPI a ser alterada); 
o registro de abertura do bloco; 
registros a serem incluídos; e 
o registro de encerramento do bloco. 
Serão validadas as informações constantes nos registros 0000 de ambos os arquivos. 
A partir da versão 2.3.0 (publicada em novembro/2016), o PVA passou a permitir a seleção múltipla de arquivos para 
importação. 
 
Capítulo II – Informações para geração dos arquivos da EFD-ICMS/IPI 
Seção 1 – Dos blocos e registros da EFD-ICMS/IPI 
 
Blocos: Entre o registro inicial (registro 0000) e o registro final (9999), o arquivo digital é constituído de blocos, cada 
qual com um registro de abertura, com registros de dados e com um registro de encerramento, referindo-se cada um deles a um 
agrupamento de documentos e de outras informações econômico-fiscais. É obrigatória a apresentação de todos os blocos, na 
sequência, conforme Tabela Blocos abaixo: 
 
Tabela Blocos 
 
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Bloco Descrição 
0 Abertura, Identificação e Referências 
B*** Escrituração e Apuração do ISS 
C Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI) 
D Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS) 
E Apuração do ICMS e do IPI 
G* Controle do Crédito de ICMS do Ativo Permanente – CIAP 
H Inventário Físico 
K** Controle da Produção e do Estoque 
1 Outras Informações 
9 Controle e Encerramento do Arquivo Digital 
*Bloco G incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2011. 
** Bloco K incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2017, conforme Ajuste SINIEF 02/2009 e suas 
alterações. 
*** Bloco B incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2019 - Apuração do ISS, exclusivo para 
contribuintes do Distrito Federal. 
 
 Organização dos Blocos: Os blocos devem ser organizados e dispostos na sequência estabelecida na tabela indicada, 
ou seja, inicia-se com o bloco 0 e seus registros, na sequência o bloco B (a partir de 2019), bloco C e registros 
correspondentes, depois o bloco D e os outros, e, ao final, o bloco 9, que encerra o arquivo da EFD-ICMS/IPI. Quando 
uma EFD-ICMS/IPI for digitada diretamente no PVA, os registros de abertura e fechamento de blocos serão gerados 
automaticamente e não serão visualizados. 
 
 Registros: Os registros são compostos de campos que devem ser apresentados de forma sequencial e conforme 
estabelecido no leiaute do respectivo registro com todos os campos previstos independentemente de haver ou não 
informação a ser prestada naquele campo (a exclusão de campos ocasiona erro na estrutura do registro). Dentro da 
hierarquia, a ordem de apresentação dos registros é sequencial e ascendente. Todos os registros com a observação de 
“registro obrigatório” devem constar do arquivo. 
 
Observações: 
 Os registros que contêm a indicação “Ocorrência - um (por arquivo)” devem figurar uma única vez no arquivo digital; 
 Os registros que contêm itens de tabelas, totalizações, documentos, dentre outros, podem ocorrer uma ou mais vezes 
no arquivo por determinado tipo de situação. Estes registros trazem a indicação “Ocorrência - vários (por arquivo)”, 
“Ocorrência - um (por período)”, “Ocorrência - vários (por período)”, etc. 
 Um “Registro Pai” pode ocorrer mais de uma vez no arquivo e traz a indicação "Ocorrência - vários por arquivo"; 
 Um registro dependente (Registro Filho) detalha o registro principal e traz a indicação: 
 "Ocorrência - 1:1" significa que somente deve haver um único registro Filho para o respectivo registro Pai; 
 "Ocorrência - 1:N" significa que pode haver vários registros Filhos para o respectivo registro Pai. 
 A geração do arquivo requer a existência de um “Registro Pai”, quando houver um “Registro Filho”. 
 São mutuamente excludentes os registros referentes à representação do documento, na íntegra (e os respectivos 
registros dependentes), e os registros referentes a resumos do mesmo documento. Ou seja, somente uma das 
ocorrências será aceita, de acordo com o perfil de apresentação da EFD-ICMS/IPI. 
 
 Não devem ser incluídos na EFD-ICMS/IPI registros para os quais não existam informações a serem prestadas. 
Exemplo: registro C110 – Não deve ser apresentado, quando não houver informações no quadro Dados Adicionais da nota 
fiscal. 
 
 Organização dos Registros dentro dos Blocos: 
 
Dentro de cada bloco, os registros devem ser dispostos de forma sequencial e ascendente, conforme estruturados (ver 
Tabela registros e de obrigatoriedade de apresentação – item 2.6.1). 
 
Devem ser apresentados e agrupados todos os registros do mesmo tipo existentes no período e, após o término daquele 
documento, na sequência, serão apresentados os demais registros. 
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Exemplo: se a empresa utiliza notas fiscais modelo 1 ou 1A (código 01) e cupom fiscal, deve assim dispor os registros 
no arquivo: para cada documento modelo 01 ou 1A, informar um registro C100 e seus respectivos registros “filhos” e, após, 
informar, por equipamento ECF, os registros C400 e seus respectivos “Registros Filhos”. 
 
Deve haver correlação entre os modelos de documentos fiscais e os registros da EFD-ICMS/IPI correspondentes. Ou 
seja, é vedada a apresentação de informações de documento fiscal em registro diverso do estabelecido para aquele modelo. 
Exemplo: recebimento ou emissão de um conhecimento de transporte – Registro D100 
Venda ou aquisição por meio de NF-e – Registro C100. 
Aquisição de energia elétrica pelo consumidor final – Registro C500 (se código do documento for 06). 
Aquisição de serviços de comunicação – Registro D500. 
Venda de bilhete de passagem com emissor ECF – Registro D350. 
Venda com emissão manual de NF ao consumidor – Registro C300 ou C350. 
 
Ver tabela de modelo de documentos fiscais e registros correspondentes na subseção 1.4. 
 
SUBSEÇÃO 1 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2010. 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2010 
 
Registro Descrição 
C105 OPERAÇÕES COM ICMS ST RECOLHIDO PARA UF DIVERSA DO DESTINATÁRIO DO DOCUMENTO 
FISCAL (CÓDIGO 55) 
1700 DOCUMENTOS FISCAIS UTILIZADOS 
1710 DOCUMENTOS FISCAIS CANCELADOS/INUTILIZADOS 
1800 DCTA – DEMONSTRATIVO DE CRÉDITO DO ICMS SOBRE TRANSPORTE AÉREO 
 
CAMPOS INCLUÍDOS NOS REGISTROS A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2010 
 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
0205 05 COD_ANT_ITEM 
C120 06 NUM_ACDRAW 
C190 12 COD_OBS 
C500 26 TP_LIGACAO 
C500 27 COD_GRUPO_TENSAO 
D500 24 TP_ASSINANTE 
1500 26 TP_LIGACAO 
1500 27 COD_GRUPO_TENSAO 
 
SUBSEÇÃO 2 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2011. 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO
DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2011. 
 
1. No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foi inserido o Bloco G, a ser informado por 
todos os contribuintes, a partir do período de apuração de janeiro de 2011. Foram acrescentados os seguintes registros: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro 
(Todos os contribuintes) 
0 
Cadastro de bens ou componentes do Ativo 
Imobilizado 
0300 2 V OC 
0 Informação sobre a Utilização do Bem 0305 3 1:1 OC 
0 Plano de contas contábeis 0500 2 V O (se existir 0300) 
0 Centro de custos 0600 2 V O (se existir 0305) 
G Abertura do Bloco G G001 1 1 O 
G ICMS – Ativo Permanente – CIAP G110 2 V OC 
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G Movimentação de bem ou componente do 
Ativo Imobilizado 
G125 3 1:N 
O (se existir G110) 
G Outros créditos CIAP G126 4 1:N OC 
G Identificação do documento fiscal G130 4 1:N O (se existir G125) 
G Identificação do item do documento fiscal G140 5 1:N O (se existir G130) 
G Encerramento do Bloco G G990 1 1 O 
Obs.: Caso a empresa não utilize créditos oriundos do CIAP, não deverá apresentar os registros acima. Deverá apenas informar os registros 
G001 e G990. 
 
CAMPOS INCLUÍDOS NOS REGISTROS A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2011 
 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
E116 10 MES_REF 
E250 10 MES_REF 
 
DEMAIS REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 
2011. 
 
No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos registros para serem utilizados 
por contribuinte onde a Administração Tributária Estadual exige, por meio de legislação específica, outras apurações do ICMS. 
A utilização só se dará nos Estados que instituírem e disponibilizarem a Tabela 5.3 com códigos que contenham “3”, “4” e 5” 
no quarto caractere (“Tipos de Apuração de ICMS”). Foram acrescentados os seguintes registros: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro 
(Contribuintes Obrigados à Apuração do 
ICMS em Separado) 
1 Indicador de Sub-apuração do ICMS 1900 2 V OC (se existir C197 onde o 4º (quarto) 
dígito do COD_AJ, campo 02, for 3, 4 e 5, 
saldo credor anterior (campo 08 maior que 
zero) do registro 1920 
1 Período da Sub-apuração do ICMS 1910 3 1:N OC 
1 Sub-apuração do ICMS 1920 4 1:1 OC 
1 Ajuste/Benefício/Incentivo da Sub-
apuração do ICMS 
1921 5 1:N 
OC 
1 Informações Adicionais dos Ajustes da 
Sub-apuração do ICMS 
1922 6 1:N OC 
1 Informações Adicionais dos Ajustes da 
Sub-apuração do ICMS – Identificação 
dos Documentos Fiscais 
1923 6 1:N OC 
1 Informações Adicionais da Sub-
apuração – Valores Declaratórios 
1925 5 1:N OC 
1 Obrigações do ICMS A Recolher – 
Operações referentes à Sub-apuração 
1926 5 1:N OC 
 
SUBSEÇÃO 3 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2012 (JULHO) 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JULHO DE 2012. 
 
No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes registros: 
 
Registro D195 – Observações do lançamento fiscal; 
Registro D197 – Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes do documento fiscal. 
Registro H020 – Informação complementar do Inventário. 
Registro 1010 – Obrigatoriedade de registros do Bloco 1 
Registro 1390 – Controle de produção de usina. 
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Registro 1391 – Produção diária da usina. 
 
2. Alteração do Registro H005, com a inclusão do campo 04 - MOT_INV. 
3. Alteração da regra de validação para os contribuintes dos estados que exigem os registros 1900 e filhos: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro (Contribuintes 
Obrigados à Apuração do ICMS em 
Separado) 
1 Indicador de Sub-apuração do ICMS 1900 2 V OC (se existir C197 ou D197 onde o 4º (quarto) 
dígito do COD_AJ, campo 02, for 3, 4 e 5, saldo 
credor anterior (campo 08 maior que zero) do 
registro 1920 
 
 
SUBSEÇÃO 4 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2015 
 
CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2015. 
 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
H010 11 VL_ITEM_IR 
 
SUBSEÇÃO 5 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2016 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2016. 
 
No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes registros relativos ao 
Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque (RCPE): 
 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro 
(Todos os contribuintes) 
0 Consumo Específico Padronizado 0210 3 1:N OC 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco 
(Todos os contribuintes) 
K Abertura do Bloco K K001 1 1 O 
K Período de Apuração do ICMS/IPI K100 2 V OC 
K Estoque Escriturado K200 3 1:N OC 
K Outras Movimentações Internas entre Mercadorias K220 3 1:N OC 
K Itens Produzidos K230 3 1:N OC 
K Insumos Consumidos K235 4 1:N OC 
K Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens 
Produzidos 
K250 3 1:N OC 
K Industrialização em Terceiros – Insumos 
Consumidos 
K255 4 1:N OC 
K Encerramento do Bloco K K990 1 1 O 
 
Obs.: Caso a empresa não seja obrigada a escriturar o RCPE, não deverá apresentar os registros acima. Deverá apenas informar 
os registros K001 e K990. 
 
Relativamente à Emenda Constitucional 87/2015: 
 
 
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 Obrigatoriedade do Registro 
Perfil A Perfil B Perfil C 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Entrada Saída Entrada Saída Entrada Saída 
C Informação 
complementar dos 
documentos fiscais 
quando das operações 
interestaduais destinadas 
a consumidor final não 
contribuinte - EC 87/15 
C101 3 1:1 OC OC OC OC OC OC 
 
 Obrigatoriedade do Registro 
Perfil A Perfil B Perfil C 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Entrada Saída Entrada Saída Entrada Saída 
D Informação 
complementar dos 
documentos fiscais 
quando das prestações 
interestaduais destinadas 
a consumidor final não 
contribuinte - EC 87/15 
D101 3 1:1 OC OC OC OC OC OC 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco 
(Todos os contribuintes) 
E Período de Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota 
– UF Origem/Destino EC 87/15 
E300 2 V OC 
E Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF 
Origem/Destino EC 87/15 
E310 3 1:1 OC 
E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS 
Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 
87/15 
E311 4 1:N OC 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do 
ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino 
EC 87/15 
E312 5 1:N OC 
E Informações Adicionais da Apuração do ICMS 
Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 
87/15 Identificação dos Documentos Fiscais 
E313 5 1:N OC 
E Obrigações do ICMS recolhido ou a recolher – 
Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 
87/15 
E316 4 1:N OC 
 
SUBSEÇÃO 6 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2017 
No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes campos e registros: 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2017. 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco 
(Todos os contribuintes) 
K Desmontagem de mercadorias – Item de Origem K210 3 1:N OC 
K Desmontagem de mercadorias – Item de Destino K215 4 1:N OC 
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K Reprocessamento/Reparo de Produto/Insumo K260 3 1:N OC 
K Reprocessamento/Reparo – Mercadorias 
Consumidas e/ou Retornadas 
K265 4 1:N OC 
K Correção de
Apontamento dos Registros K210, 
K220, K230, K250 e K260 
K270 3 1:N OC 
K Correção de Apontamento e Retorno de Insumos dos 
Registros K215, K220, K235, K255 e K265 
K275 4 1:N OC 
K Correção de Apontamento – Estoque Escriturado K280 3 1:N OC 
 
CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2017 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
C176 10 CHAVE_NFE_ULT_E 
C176 11 NUM_ITEM_ULT_E 
C176 12 VL_UNIT_BC_ICMS_ULT_E 
C176 13 ALIQ_ICMS_ULT_E 
C176 14 VL_UNIT_LIMITE_BC_ICMS_ULT_E 
C176 15 VL_UNIT_ICMS_ULT_E 
C176 16 ALIQ_ST_ULT_E 
C176 17 VL_UNIT_RES 
C176 18 COD_RESP_RET 
C176 19 COD_MOT_RES 
C176 20 CHAVE_NFE_RET 
C176 21 COD_PART_NFE_RET 
C176 22 SER_NFE_RET 
C176 23 NUM_NFE_RET 
C176 24 ITEM_NFE_RET 
C176 25 COD_DA 
C176 26 NUM_DA 
0200 13 CEST 
C113 10 CHV_DOCe 
E113 10 CHV_DOCe 
E240 10 CHV_DOCe 
1210 05 CHV_DOCe 
1923 10 CHV_DOCe 
 
Registro E310 (alteração na numeração dos campos existentes e inclusão de novos campos): 
 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
E310 01 REG 
E310 02 IND_MOV_FCP_DIFAL 
E310 03 VL_SLD_CRED_ANT_DIFAL 
E310 04 VL_TOT_DEBITOS_DIFAL 
E310 05 VL_OUT_DEB_DIFAL 
E310 06 VL_TOT_CREDITOS_DIFAL 
E310 07 VL_OUT_CRED_DIFAL 
E310 08 VL_SLD_DEV_ANT_DIFAL 
E310 09 VL_DEDUÇÕES_DIFAL 
E310 10 VL_RECOL_DIFAL 
E310 11 VL_SLD_CRED_TRANSPORTAR_DIFAL 
E310 12 DEB_ESP_DIFAL 
E310 13 VL_SLD_CRED_ANT_FCP 
E310 14 VL_TOT_DEB_FCP 
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E310 15 VL_OUT_DEB_FCP 
E310 16 VL_TOT_CRED_FCP 
E310 17 VL_OUT_CRED_FCP 
E310 18 VL_SLD_DEV_ANT_FCP 
E310 19 VL_DEDUÇÕES_FCP 
E310 20 VL_RECOL_FCP 
E310 21 VL_SLD_CRED_TRANSPORTAR_FCP 
E310 22 DEB_ESP_FCP 
 
 
SUBSEÇÃO 7 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2018 
 
No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes campos e registros: 
 
CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2018: 
 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
K220 06 QTD_DEST 
D100 24 COD_MUN_ORIG 
D100 25 COD_MUN_DEST 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2018: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos 
os contribuintes) 
E Informações adicionais dos ajustes da apuração 
do IPI – Identificação dos documentos fiscais (01 
e 55) 
E531 5 1:N OC 
 
SUBSEÇÃO 8 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2019 
 
No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, que recepcionou as alterações 
do Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008, foram inseridos os seguintes campos e registros: 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2019: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os 
contribuintes) 
B Abertura do Bloco B B001 1 1 O 
B Nota Fiscal (código 01), Nota Fiscal de Serviços 
(código 03), Nota Fiscal de Serviços Avulsa 
(código 3B), Nota Fiscal de Produtor (código 
04), Conhecimento de Transporte Rodoviário de 
Cargas (código 08), NF-e (código 55) e NFC-e 
(código 65) 
B020 2 V OC 
B Detalhamento por combinação de alíquota e item 
da lista de serviços da Lei Complementar nº 
116/2003 
B025 3 1:N OC 
B Nota fiscal de Serviços Simplificada (código 3A) B030 2 V OC 
B Detalhamento por combinação de alíquota e item 
da lista de serviços da Lei Complementar nº 
116/2003 
B035 1:N OC 
B Serviços prestados por insituições financeiras B350 2 V OC 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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B Totalização dos valores de serviços prestados por 
combinação de alíquota e item da lista de 
serviços da Lei Complementar nº 116/2003 
B420 2 V OC 
B Totalização dos valores retidos B440 2 V OC 
B Deduções do ISS B460 2 V OC 
B Apuração do ISS B470 2 1 OC 
B Apuração do ISS sociedade uniprofissional B500 2 1 OC 
B Uniprofissional – empregados e sócios B510 3 V OC 
B Encerramento do Bloco B B990 1 1 O 
C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – 
FCP – na NF-e (código 55) 
C191 4 1:1 OC 
K Produção Conjunta – Ordem de Produção K290 3 1:N OC 
K Produção Conjunta – Itens Produzidos K291 4 1:N OC 
K Produção Conjunta – insumos Consumidos K292 4 1:N OC 
K Produção Conjunta – Industrialização efetuada 
por terceiros 
K300 3 1:N OC 
K Produção Conjunta – Industrialização efetuada 
por terceiros – Itens Produzidos 
K301 4 1:N OC 
K Produção Conjunta – Industrialização efetuada 
por terceiros – Insumos Consumidos 
K302 4 1:N OC 
C Complemento de Item – Outras informações 
(Cód. 01, 55) – (Válido a partir de 01/01/2019) 
C177 4 1:N OC 
1 GIAF 1 - Guia de informação e apuração de 
incentivos fiscais e financeiros: indústria 
(crédito presumido) 
1960 2 1:N OC 
1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de 
incentivos fiscais e financeiros: importação 
(diferimento na entrada e crédito presumido na 
saída subsequente) 
1970 2 1:N OC 
1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de 
incentivos fiscais e financeiros: importação 
(saídas internas por faixa de alíquota) 
1975 3 1:4 OC 
1 GIAF 4 - Guia de informação e apuração de 
incentivos fiscais e financeiros: central de 
distribuição (entradas/saídas) 
1980 2 1 OC 
 
Registros 1960, 1970, 1975 e 1980: são exclusivos para contribuintes domiciliados em Pernambuco, conforme legislação estadual. 
CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2019 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
C176 27 VL_UNIT_RES_FCP 
C170 38 VL_ABAT_NT 
 
SUBSEÇÃO 9 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2020 
 
No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes 
campos e registros: 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2020: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos 
os contribuintes) 
C Informações complementares das operações de 
entrada de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (código 01, 1B, 04 e 55) 
C180 4 1:1 OC 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (código 01, 1B, 04 e 55) 
C185 3 1:N OC 
C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (código 02) 
C330 5 1:1 OC 
C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (código 02) 
C380 4 1:1 OC 
C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (código 02, 2D e 60) 
C430 6 1:N OC 
C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (código 02, 2D e 60) 
C480 6 1:1 OC 
C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – 
FCP na NF3e (código 66) 
C591 4 1:1 OC 
C Observações do Lançamento Fiscal (códigos 06, 
28, 29 e 66) 
C595 3 1:N OC 
C Outras obrigações tributárias, ajustes e 
informações de valores provenientes de 
documento fiscal. 
C597 4 1:N OC 
C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – 
SAT (CF-E-SAT) (código 59) 
C810 3 1:N OC 
C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (CF-E-SAT) (código 59) 
C815 4 1:1 OC 
C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – 
SAT (CF-E-SAT) (código 59) 
C870 3 1:N OC 
C Informações complementares das operações de 
saída de mercadorias sujeitas à substituição 
tributária (CF-E-SAT) (código 59) 
C880 4 1:1 OC 
0 Classificação do Estabelecimento Industrial ou 
Equiparado a Industrial 
0002 2 1 por 
arquivo 
OC 
H Informações complementares do inventário das 
mercadorias sujeitas ao regime de substituição 
tributária
H030 4 1:1 OC 
1 Informações consolidadas de saldos de restituição, 
ressarcimento e complementação do ICMS 
1250 2 1:1 OC 
1 Informações consolidadas de saldos de restituição, 
ressarcimento e complementação do ICMS por 
motivo 
1255 3 1:N OC 
CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2020. 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
C500 28 CHV_DOCe 
C500 29 FIN_DOCe 
C500 30 CHV_DOCe_REF 
C500 31 IND_DEST 
C500 32 COD_MUN_DEST 
C500 33 COD_CTA 
G130 09 NUM_DA 
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Atualização: 01 de março de 2023 
 
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G140 04 QTDE 
G140 05 UNID 
G140 06 VL_ICMS_OP_APLICADO 
G140 07 VL_ICMS_ST_APLICADO 
G140 08 VL_ICMS_FRT_APLICADO 
G140 09 VL_ICMS_DIF_APLICADO 
1010 14 IND_REST_RESSARC_COMPL_ICMS 
1391 18 COD_ITEM 
1391 19 TP_RESIDUO 
1391 20 QTD_RESIDUO 
 
SUBSEÇÃO 10 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2021 
 
No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes 
registros: 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2021: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência 
Obrigatoriedade do bloco 
(Todos os contribuintes) 
C Informações complementares das operações de 
devolução de saídas de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). 
C181 4 1:N OC 
C Informações complementares das operações de 
devolução de entradas de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). 
C186 3 1:N OC 
 
SUBSEÇÃO 11 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2022 
 
No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes 
registros: 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2022: 
 
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência 
Obrigatoriedade do bloco 
(Todos os contribuintes) 
1 Operações com instrumentos de pagamentos 
eletrônicos 
1601 2 1:N OC 
 
CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2022. 
 
Registro Número do Campo Nome do Campo 
0220 04 COD_BARRA 
C500 34 COD_MOD_DOC_REF 
C500 35 HASH_DOC_REF 
C500 36 SER_DOC_REF 
C500 37 NUM_DOC_REF 
C500 38 MES_DOC_REF 
C500 39 ENER_INJET 
C500 40 OUTRAS_DED 
 
SUBSEÇÃO 12 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2023 
 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes 
registros: 
 
REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2023: 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco 
(Todos os contribuintes) 
K Informação sobre o tipo de leiaute (simplificado / completo) K010 2 1 OC 
0 Correlação entre códigos de itens comercializados 0221 3 1:N OC 
C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C855 3 1:N OC 
C 
Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de 
valores provenientes de documento fiscal. 
C857 4 1:N OC 
C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C895 3 1:N OC 
C 
Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de 
valores provenientes de documento fiscal. 
C897 4 1:N OC 
D 
Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – 
NFCom (Código 62) 
D700 2 V OC 
D 
Registro analítico Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços 
de Comunicação – NFCom (Código 62) 
D730 3 1:N OC 
D 
Informações do fundo de combate à pobreza – FCP – 
(Código 62) 
D731 4 1:1 OC 
D Observações do lançamento fiscal (Código 62) D735 3 1:N OC 
D 
Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de 
valores proveniente de documento fiscal 
D737 4 1:N OC 
D 
Escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica de 
Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) 
D750 2 1:N OC 
D 
Registro analítico da escrituração consolidada da Nota Fiscal 
Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom 
(Código 62) 
D760 3 1:N OC 
D 
Informações do fundo de combate à pobreza FCP – (Código 
62) 
D761 4 1:1 OC 
 
Seção 2 – Registros a serem apresentados – Perfil do informante. 
 
 Os fiscos estaduais determinam o enquadramento dos estabelecimentos nos perfis de apresentação dos arquivos. O 
preenchimento de registros está condicionado ao perfil de enquadramento das pessoas jurídicas e/ou produtores rurais, de 
acordo com as operações de entradas e saídas ocorridas no período. Via de regra, o perfil “A” determina a apresentação dos 
registros mais detalhados e o perfil “B” trata as informações de forma sintética (totalizações por período: por exemplo, diário 
e mensal). O perfil “C” é mais sintético que o B. 
As tabelas de obrigatoriedade de registros de acordo com o perfil constam do item 2.6.1 e seguintes da Nota Técnica, 
conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. É facultado aos fiscos estaduais dispensar a apresentação dos registros 
não obrigatórios, como por exemplo, os registros C176 e 1400. 
 
Observações: 
Se especificado “O” na coluna de obrigatoriedade, significa que o registro deve ser sempre apresentado. 
Se especificado “O (...)” na coluna de obrigatoriedade, significa que, quando ocorrer a condição estabelecida, o registro deve 
ser apresentado. 
Se especificado “OC” na coluna de obrigatoriedade, significa que o registro deve ser apresentado sempre que houver 
informação a ser prestada. 
Se especificado “N” na coluna de obrigatoriedade, significa que o registro não pode ser apresentado. 
Exemplo: registro 0015 – consta “OC” – significa que o registro deve ser apresentado, quando o informante do arquivo for 
substituto tributário e possuir inscrição estadual na UF do contribuinte substituído. 
 
Para empresas de energia elétrica, comunicação e telecomunicação: 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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Registros obrigatórios a serem apresentados pelas empresas de energia elétrica (NF - código 06) 
Empresas obrigadas aos arquivos previstos no Convênio 115/03 
Documentos previstos no Convênio (via única) Demais documentos não abrangidos pelo Convênio 
C700, C790, C791 e 1500 C500, C510 e C590 
Empresas NÃO obrigadas ao Convênio 115/03 
(C500, C510 e C590) ou (C600, C601, C610 e C690) 
Registros obrigatórios a serem apresentados pelas empresas de energia elétrica (NF3e - código 66) 
C500, C590 e C591 
 
Registros obrigatórios a serem apresentados pelas empresas prestadoras de serviços de comunicação e telecomunicação (NF 
- códigos 21 e 22) 
Empresas obrigadas aos arquivos previstos no Convênio 115/03 
Documentos previstos no Convênio (via única) Demais documentos não abrangidos pelo Convênio 
D695 e D696 D500, D510, D530 e D590 
D695 e D696 (A serem apresentados pelas empresas do 
Convênio ICMS nº 52/05, na UF do tomador de serviço) 
D695, D696 e D697 (Obs.: D697 específico para informar 
valor de ICMS de outras UFs, conforme Convênio ICMS 
nº 52/05, na UF do prestador de serviços) 
 
Empresas NÃO obrigadas aos arquivos previstos no Convênio 115/03 
(D500, D510, D530 e D590) ou (D600, D610 e D690) 
 Obs.: Verificar, junto à Secretaria Estadual de Fazenda, as regras específicas para apresentação desses registros. 
Seção 3 – Preenchimento de campos 
 
Para campos alfanuméricos, representados por "C", podem ser usados todos os caracteres da Tabela ASCII, exceto os 
caracteres "|" (Pipe, código 124 da Tabela ASCII) e os não-imprimíveis (caracteres 00 a 31 da Tabela ASCII). Todos os campos 
alfanuméricos terão tamanho máximo de 255 caracteres, exceto se houver indicação distinta, onde, neste caso, este tamanho 
distinto prevalecerá. Não poderão ser informados espaços “em branco” no início ou ao final da informação. 
Para campos numéricos, representados por "N", podem ser usados algarismos das posições
de 48 a 57 da Tabela ASCII. Para 
campos numéricos nos quais há indicação de casas decimais: 
a) deverão ser preenchidos sem os separadores de milhar, sinais ou quaisquer outros caracteres (tais como: "." "-" "%"), 
devendo a vírgula ser utilizada como separador decimal (vírgula: caractere 44 da Tabela ASCII); 
b) não há limite de caracteres para os campos numéricos. O caractere * (Asterisco) aposto ao lado do tamanho do 
campo indica que o campo deve ser informado com aquela quantidade exata de caracteres; 
c) observar a quantidade máxima de casas decimais que constar no respectivo campo (exemplo: para os campos 
“Alíquota de ICMS” com tamanho máximo de 06 caracteres considerando a vírgula e duas decimais, o valor máximo a ser 
informado é 999,99); 
d) preencher os valores percentuais desprezando-se o símbolo (%), sem nenhuma convenção matemática. 
Exemplo (valores monetários, quantidades, percentuais, etc): 
$ 1.129.998,99: |1129998,99| 
1.255,42: |1255,42| 
234,567: |234,567| 
10.000: |10000| 
10.000,00: |10000| ou |10000,00| 
17,00 %: |17,00| ou |17| 
18,50 % : |18,5| ou |18,50| 
30: |30| 
1.123,456 kg: |1123,456| 
0,010 litros: |0,010| 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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0,00 : |0| ou |0,00| 
0: |0| 
campo vazio: || 
 
e) Caracteres maiúsculos e minúsculos são considerados iguais. 
 
 Atualização de tabelas: As tabelas externas estão disponibilizadas no endereço eletrônico: 
http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1578. O PVA efetua a atualização automática de tabelas externas, bem como o controle de 
suas versões. 
 
Demais regras de preenchimento de campo, consultar a Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e 
alterações. 
 
Seção 4 – Detalhamento dos registros que compõem a EFD-ICMS/IPI. 
 
 Em relação ao leiaute, na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e suas alterações, foram 
acrescentadas neste Guia as colunas de obrigatoriedade de preenchimento dos campos, com as especificações abaixo: 
• O “O” significa que o campo deve ser sempre preenchido. Por exemplo: nos registros analíticos dos blocos “C” e 
“D” e nos registros de apuração (Bloco E) todos os campos numéricos devem ser preenchidos, com valores ou com 
“0” (zero); 
• O “OC” significa que o campo deve ser preenchido sempre que houver a informação. 
Exemplo: caso o contribuinte esteja estabelecido na área de controle e possua inscrição na SUFRAMA, o preenchimento da 
inscrição é obrigatório. 
 
Capítulo III – Registros da EFD-ICMS/IPI 
 
Seção 1 – Bloco 0 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
0 Abertura do Arquivo Digital e Identificação da entidade 0000 0 1 
0 Abertura do Bloco 0 0001 1 1 
0 Classificação do Estabelecimento Industrial ou Equiparado a Industrial 0002 2 1 
0 Dados Complementares da entidade 0005 2 1 
0 Dados do Contribuinte Substituto ou Responsável pelo ICMS Destino 0015 2 V 
0 Dados do Contabilista 0100 2 1 
0 Tabela de Cadastro do Participante 0150 2 V 
0 Alteração da Tabela de Cadastro de Participante 0175 3 1:N 
0 Identificação das unidades de medida 0190 2 V 
0 Tabela de Identificação do Item (Produtos e Serviços) 0200 2 V 
0 Alteração do Item 0205 3 1:N 
0 Código de produto conforme Tabela ANP 0206 3 1:1 
0 Consumo Específico Padronizado 0210 3 1:N 
0 Fatores de Conversão de Unidades 0220 3 1:N 
0 Correlação entre códigos de itens comercializados 0221 3 1:N 
0 Cadastro de bens ou componentes do Ativo Imobilizado 0300 2 V 
0 Informação sobre a Utilização do Bem 0305 3 1:1 
0 Tabela de Natureza da Operação/ Prestação 0400 2 V 
0 Tabela de Informação Complementar do documento fiscal 0450 2 V 
0 Tabela de Observações do Lançamento Fiscal 0460 2 V 
0 Plano de contas contábeis 0500 2 V 
http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1578
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
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0 Centro de custos 0600 2 V 
0 Encerramento do Bloco 0 0990 1 1 
 
Seção 2 – Bloco B 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
B Abertura do Bloco B B001 1 1 
B Nota Fiscal (código 01), Nota Fiscal de Serviços (código 03), Nota Fiscal de 
Serviços Avulsa (código 3B), Nota Fiscal de Produtor (código 04), 
Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (código 08), NF-e (código 
55) e NFC-e (código 65) 
B020 2 V 
B Detalhamento por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei 
Complementar nº 116/2003 
B025 3 1:N 
B Nota Fiscal de Serviços Simplificada (código 3A) B030 2 V 
B Detalhamento por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei 
Complementar nº 116/2003 
B035 1:N 
B Serviços prestados por instituições financeiras B350 2 V 
B Totalização dos valores de serviços prestados por combinação de alíquota e item 
da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 
B420 2 V 
B Totalização dos valores retidos B440 2 V 
B Deduções do ISS B460 2 V 
B Apuração do ISS B470 2 1 
B Apuração do ISS sociedade uniprofissional B500 2 1 
B Uniprofissional – empregados e sócios B510 3 V 
B Encerramento do Bloco B B990 1 1 
 
Seção 3 – Bloco C 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
C Abertura do Bloco C C001 1 1 
C Documento - Nota Fiscal (código 01), Nota Fiscal Avulsa (código 1B), Nota 
Fiscal de Produtor (código 04), Nota Fiscal Eletrônica (código 55) e Nota 
Fiscal Eletrônica para Consumidor Final (código 65) 
C100 2 V 
C Informação complementar dos documentos fiscais quando das operações 
interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte EC 87/15 
(código 55) 
C101 3 1:1 
C Operações com ICMS ST recolhido para UF diversa do destinatário do 
documento fiscal (Código 55) 
C105 3 1:1 
C Complemento de Documento - Informação Complementar da Nota Fiscal 
(código 01, 1B, 55) 
C110 3 1:N 
C Complemento de Documento - Processo referenciado C111 4 1:N 
C Complemento de Documento - Documento de Arrecadação Referenciado C112 4 1:N 
C Complemento de Documento - Documento Fiscal Referenciado C113 4 1:N 
C Complemento de Documento - Cupom Fiscal Referenciado C114 4 1:N 
C Local de coleta e/ou entrega (CÓDIGOS 01, 1B e 04) C115 4 1:N 
C Cupom Fiscal Eletrônico - CF-e referenciado C116 4 1:N 
C Complemento de Documento - Operações de Importação (código 01 e 55) C120 3 1:N 
C Complemento de Documento - ISSQN, IRRF e Previdência Social C130 3 1:1 
C Complemento de Documento - Fatura (código 01) C140 3 1:1 
C Complemento de Documento - Vencimento da Fatura (código 01) C141 4 1:N 
C Complemento de Documento - Volumes Transportados (código 01 e 04) 
Exceto Combustíveis 
C160 3 1:1 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
Atualização: 01 de março de 2023 
 
 Página 21 de 357 
 
C Complemento de Documento - Operações com combustíveis (código 01) C165 3 1:N 
C Complemento de Documento - Itens do Documento (código 01, 1B, 04 e 55) C170 3 1:N 
C Complemento de Item - Armazenamento de Combustíveis (código 01,55) C171 4 1:N 
C Complemento de Item - Operações com ISSQN (código 01) C172 4 1:1 
C Complemento de Item - Operações com Medicamentos (código 01,55) C173 4 1:N 
C Complemento de Item - Operações com Armas de Fogo (código 01) C174 4 1:N 
C Complemento de Item - Operações com Veículos Novos (código 01,55) C175 4 1:N 
C Complemento de Item -Ressarcimento de ICMS em operações com 
Substituição Tributária (código 01,55) 
C176 4 1:N 
C Complemento de Item – Outras informações (Cód. 01, 55) – (Válido a partir de 
01/01/2019) 
C177 4 1:1 
C Complemento de Item - Operações com Produtos Sujeitos a Tributação de IPI 
por Unidade ou Quantidade de produto 
C178 4 1:1 
C Complemento de Item - Informações Complementares ST (código 01) C179 4 1:1 
C Informações complementares das operações de entrada de mercadorias sujeitas 
à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55) 
C180 4 1:1 
C Informações complementares das operações de devolução
de saídas de 
mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). 
C181 4 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55) 
C185 3 1:N 
C Informações complementares das operações de devolução de entradas de 
mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). 
C186 3 1:N 
C Registro Analítico do Documento (código 01, 1B, 04, 55 e 65) C190 3 1:N 
C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – FCP – na NF-e (Código 55) C191 4 1:1 
C Complemento do Registro Analítico - Observações do Lançamento Fiscal 
(código 01, 1B, 04 e 55) 
C195 3 1:N 
C Outras Obrigações Tributárias, Ajustes e Informações provenientes de 
Documento Fiscal 
C197 4 1:N 
C Documento - Resumo Diário das Notas Fiscais de Venda a Consumidor 
(código 02) 
C300 2 V 
C Documentos Cancelados de Nota Fiscal de Venda a Consumidor (código 02) C310 3 1:N 
C Registro Analítico das Notas Fiscais de Venda a Consumidor (código 02) C320 3 1:N 
C Itens dos Resumos Diários dos Documentos (código 02) C321 4 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 02) 
C330 5 1:1 
C Nota Fiscal de venda a consumidor (código 02) C350 2 V 
C Itens do documento (código 02) C370 3 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 02) 
C380 4 1:1 
C Registro Analítico das Notas Fiscais de Venda a Consumidor (código 02) C390 3 1:N 
C Equipamento ECF (código 02, 2D e 60) C400 2 V 
C Redução Z (código 02, 2D e 60) C405 3 1:N 
C PIS e COFINS Totalizados no Dia (código 02 e 2D) C410 4 1:1 
C Registro dos Totalizadores Parciais da Redução Z (código 02, 2D e 60) C420 4 1:N 
C Resumo de itens do movimento diário (código 02 e 2D) C425 5 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 02, 2D e 60) 
C430 6 1:N 
C Documento Fiscal Emitido por ECF (código 02, 2D e 60) C460 4 1:N 
C Complemento do Cupom Fiscal Eletrônico Emitido por ECF - CF-e-ECF 
(código 60) 
C465 5 1:1 
C Itens do Documento Fiscal Emitido por ECF (código 02 e 2D) C470 5 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (código 02, 2D e 60) 
C480 6 1:1 
C Registro Analítico do movimento diário (código 02, 2D e 60) C490 4 1:N 
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C Resumo Mensal de Itens do ECF por Estabelecimento (código 02 e 2D e 2E) C495 2 V 
C Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (código 06), Nota Fiscal de Energia 
Elétrica Eletrônica (código 66) , Nota Fiscal/Conta de fornecimento dágua 
canalizada (código 29) e Nota Fiscal/Consumo Fornecimento de Gás (Código 
28) 
C500 2 V 
C Itens do Documento - Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (código 06), Nota 
Fiscal/Conta de fornecimento d'água canalizada (código 29) e Nota 
Fiscal/Conta Fornecimento de Gás (Código 28) 
C510 3 1:N 
C Registro Analítico do Documento - Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica 
(código 06), Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica (código 66), Nota 
Fiscal/Conta de fornecimento d'água canalizada (código 29) e Nota 
Fiscal/Conta Fornecimento de Gás (Código 28) 
C590 3 1:N 
C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – FCP na NF3e (código 66) C591 4 1:1 
C Observações do Lançamento Fiscal (códigos 06, 28, 29 e 66) C595 3 1:N 
C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de 
documento fiscal. 
C597 4 1:N 
C Consolidação Diária de Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica (Código 06), 
Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (código 29) e Nota Fiscal/Conta de 
Fornecimento de Gás (Código 28) - (Empresas não obrigadas ao Convênio 
ICMS 115/03) 
C600 2 V 
C Documentos cancelados - Consolidação diária de notas fiscais/conta de energia 
elétrica (Código 06), nota fiscal/conta de fornecimento de água (código 29) e 
nota fiscal/conta de fornecimento de gás (código 28) 
C601 3 1:N 
C Itens do Documento Consolidado - Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica 
(Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (código 29) e Nota 
Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás (Código 28) - (Empresas não obrigadas 
ao Convênio ICMS 115/03) 
C610 3 1:N 
C Registro Analítico dos Documentos - Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica 
(Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (código 29) e Nota 
Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás (Código 28) 
C690 3 1:N 
C Consolidação dos Documentos Nota Fiscal/Conta Energia Elétrica (código 06) 
emitidas em via única - (Empresas obrigadas à entrega do arquivo previsto no 
Convênio ICMS 115/03), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás 
Canalizado (Código 28) e Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica (código 
66) 
C700 2 V 
C Registro Analítico dos Documentos (Códigos 06, 28 e 66) C790 3 1:N 
C Registro de Informações de ICMS ST por UF (Código 06 e 66) C791 4 1:N 
C Registro Cupom Fiscal Eletrônico - CF-e (Código 59) C800 2 V 
C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – SAT (CF-E-SAT) (código 
59) 
C810 3 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (CF-E-SAT) (código 59) 
C815 4 1:1 
C Registro Analítico do CF-e (Código 59) C850 3 1:N 
C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C855 3 1:N 
C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de 
documento fiscal. 
C857 4 1:N 
C Identificação do equipamento SAT-CF-e (Código 59) C860 2 V 
C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – SAT (CF-E-SAT) (código 
59) 
C870 3 1:N 
C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à 
substituição tributária (CF-E-SAT) (código 59) 
C880 4 1:1 
C Resumo diário de CF-e (Código 59) por equipamento SAT-CF-e C890 3 1:N 
C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C895 3 1:N 
C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de 
documento fiscal. 
C897 4 1:N 
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C Encerramento do Bloco C C990 1 1 
 
Seção 4 – Bloco D 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
D Abertura do Bloco D D001 1 1 
D Nota Fiscal de Serviço de Transporte (código 07), Conhecimentos de Transporte 
Rodoviário De Cargas (código 08), Conhecimentos de Transporte de Cargas 
Avulso (código 8b), Aquaviário de Cargas (código 09), Aéreo (código 10), 
Ferroviário de Cargas (código 11), Multimodal de Cargas (código 26), Nota 
Fiscal de Transporte Ferroviário de Carga (código 27), Conhecimento de 
Transporte Eletrônico – CT-e (código 57), Conhecimento de Transporte 
Eletrônico para Outros Serviços - CT-e OS (código 67) e Bilhete de Passagem 
Eletrônico (código 63) 
D100 2 V 
D Informação complementar dos documentos fiscais quando das prestações 
interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte EC 87/15 (código 
57 e 67) 
D101 3 1:1 
D Itens do documento - Nota Fiscal de Serviços de Transporte (código 07) D110 3 1:N 
D Complemento da Nota Fiscal de Serviços de Transporte (código 07) D120 4 1:N 
D Complemento do Conhecimento Rodoviário de Cargas (código 08) e 
Conhecimento de Transporte de Cargas Avulso (Código 8B) 
D130 3 1:N 
D Complemento do Conhecimento Aquaviário de Cargas (código 09) D140 3 1:1 
D Complemento do Conhecimento Aéreo de Cargas (código 10) D150 3 1:1 
D Carga Transportada (CÓDIGO 08, 8B, 09, 10, 11, 26 E 27) D160 3 1:N 
D Local de Coleta e Entrega (códigos 08, 8B, 09, 10, 11 e 26) D161 4 1:1 
D Identificação dos documentos fiscais (código 08,8B, 09,10,11,26 e 27) D162 4 1:N 
D Complemento do Conhecimento Multimodal de Cargas
(código 26) D170 3 1:1 
D Modais (código 26) D180 3 1:N 
D Registro Analítico dos Documentos (CÓDIGO 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27, 
57 e 67) 
D190 3 1:N 
D Observações do lançamento (CÓDIGO 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27, 57 e 67) D195 3 1:N 
D Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes do 
documento fiscal. 
D197 4 1:N 
D Registro Analítico dos bilhetes consolidados de Passagem Rodoviário (código 
13), de Passagem Aquaviário (código 14), de Passagem e Nota de Bagagem 
(código 15) e de Passagem Ferroviário (código 16) 
D300 2 V 
D Documentos cancelados dos Bilhetes de Passagem Rodoviário (código 13), de 
Passagem Aquaviário (código 14), de Passagem e Nota de Bagagem (código 
15) e de Passagem Ferroviário (código 16) 
D301 3 1:N 
D Complemento dos Bilhetes (código 13, código 14, código 15 e código 16) D310 3 1:N 
D Equipamento ECF (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D350 2 V 
D Redução Z (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D355 3 1:N 
D PIS E COFINS totalizados no dia (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D360 4 1:1 
D Registro dos Totalizadores Parciais da Redução Z (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D365 4 1:N 
D Complemento dos documentos informados (Códigos 13, 14, 15, 16 E 2E) D370 5 1:N 
D Registro analítico do movimento diário (Códigos 13, 14, 15, 16 E 2E) D390 4 1:N 
D Resumo do Movimento Diário (código 18) D400 2 V 
D Documentos Informados (Códigos 13, 14, 15 e 16) D410 3 1:N 
Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 
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D Documentos Cancelados dos Documentos Informados (Códigos 13, 14, 15 e 
16) 
D411 4 1:N 
D Complemento dos Documentos Informados (Códigos 13, 14, 15 e 16) D420 3 1:N 
D Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (código 21) e Serviço de 
Telecomunicação (código 22) 
D500 2 V 
D Itens do Documento - Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (código 21) e 
Serviço de Telecomunicação (código 22) 
D510 3 1:N 
D Terminal Faturado D530 3 1:N 
D Registro Analítico do Documento (códigos 21 e 22) D590 3 1:N 
D Consolidação da Prestação de Serviços - Notas de Serviço de Comunicação 
(código 21) e de Serviço de Telecomunicação (código 22) 
D600 2 V 
D Itens do Documento Consolidado (códigos 21 e 22) D610 3 1:N 
D Registro Analítico dos Documentos (códigos 21 e 22) D690 3 1:N 
D Consolidação da Prestação de Serviços - Notas de Serviço de Comunicação 
(código 21) e de Serviço de Telecomunicação (código 22) 
D695 2 V 
D Registro Analítico dos Documentos (códigos 21 e 22) D696 3 1:N 
D Registro de informações de outras UFs, relativamente aos serviços “não-
medidos” de televisão por assinatura via satélite 
D697 4 1:N 
D Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 
62) 
D700 2 V 
D Registro analítico Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – 
NFCom (Código 62) 
D730 3 1:N 
D Informações do fundo de combate à pobreza – FCP – (Código 62) D731 4 1:1 
D Observações do lançamento fiscal (Código 62) D735 3 1:N 
D Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores proveniente de 
documento fiscal 
D737 4 1:N 
D Escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de 
Comunicação – NFCom (Código 62) 
D750 2 1:N 
D Registro analítico da escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica 
de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) 
D760 3 1:N 
D Informações do fundo de combate à pobreza FCP – (Código 62) D761 4 1:1 
D Encerramento do Bloco D D990 1 1 
 
Seção 5 – Bloco E 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
E Abertura do Bloco E E001 1 1 
E Período de Apuração do ICMS E100 2 V 
E Apuração do ICMS - Operações Próprias E110 3 1:1 
E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS E111 4 1:N 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS E112 5 1:N 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS - Identificação dos 
documentos fiscais 
E113 5 1:N 
E Informações Adicionais da Apuração do ICMS - Valores Declaratórios E115 4 1:N 
E Obrigações do ICMS Recolhido ou a Recolher - Obrigações Próprias E116 4 1:N 
E Período de Apuração do ICMS - Substituição Tributária E200 2 V 
E Apuração do ICMS - Substituição Tributária E210 3 1:1 
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E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS - Substituição Tributária E220 4 1:N 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Substituição 
Tributária 
E230 5 1:N 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Substituição 
Tributária - Identificação dos documentos fiscais 
E240 5 1:N 
E Obrigações do ICMS a Recolher - Substituição Tributária E250 4 1:N 
E Período de Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino 
EC 87/15 
E300 2 1:N 
E Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E310 3 1:1 
E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF 
Origem/Destino EC 87/15 
E311 4 1:N 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Diferencial de 
Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 
E312 5 1:N 
E Informações Adicionais da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF 
Origem/Destino EC 87/15 Identificação dos Documentos Fiscais 
E313 5 1:N 
E Obrigações do ICMS recolhido ou a recolher – Diferencial de Alíquota – UF 
Origem/Destino EC 87/15 
E316 4 1:N 
E Período de Apuração do IPI E500 2 V 
E Consolidação dos Valores de IPI E510 3 1:N 
E Apuração do IPI E520 3 1:1 
E Ajustes da Apuração do IPI E530 4 1:N 
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do IPI – Identificação dos 
Documentos Fiscais (01 e 55) 
E531 5 1:N 
E Encerramento do Bloco E E990 1 1 
 
 
Seção 6 – Bloco G 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
G Abertura do Bloco G G001 1 1 
G ICMS – Ativo Permanente – CIAP G110 2 V 
G Movimentação de Bem do Ativo Imobilizado G125 3 1:N 
G Outros créditos CIAP G126 4 1:N 
G Identificação do documento fiscal G130 4 1:N 
G Identificação do item do documento fiscal G140 5 1:N 
G Encerramento do Bloco G G990 1 1 
 
Seção 7 – Bloco H 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
H Abertura do Bloco H H001 1 1 
H Totais do Inventário H005 2 V 
H Inventário H010 3 1:N 
H Informação complementar do Inventário H020 4 1:N 
H Informações complementares do inventário das mercadorias sujeitas ao regime 
de substituição tributária 
H030 4 1:1 
H Encerramento do Bloco H H990 1 1 
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Seção 8 – Bloco K 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
K Abertura do Bloco K K001 1 1 
K Informação sobre o Tipo de Leiaute (Simplificado / Completo) K010 2 1 
K Período de Apuração do ICMS/IPI K100 2 V 
K Estoque Escriturado K200 3 1:N 
K Desmontagem de mercadorias – Item de Origem K210 3 1:N 
K Desmontagem de mercadorias – Item de Destino K215 4 1:N 
K Outras Movimentações Internas entre Mercadorias K220 3 1:N 
K Itens Produzidos K230 3 1:N 
K Insumos Consumidos K235 4 1:N 
K Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens Produzidos K250 3 1:N 
K Industrialização em Terceiros – Insumos Consumidos K255 4 1:N 
K Reprocessamento/Reparo de Produto/Insumo K260 3 1:N 
K Reprocessamento/Reparo – Mercadorias Consumidas e/ou Retornadas K265 4 1:N 
K Correção de Apontamento dos Registros K210, K220, K230, K250 e K260 K270 3 1:N 
K Correção de Apontamento e Retorno de Insumos dos Registros K215, K220, 
K235, K255 e K265 
K275 4 1:N 
K Correção de Apontamento – Estoque Escriturado K280 3 1:N 
K Produção Conjunta – Ordem de Produção K290 3 1:N 
K Produção Conjunta – Itens Produzidos K291 4 1:N 
K Produção Conjunta – Insumos Consumidos K292 4 1:N 
K Produção Conjunta – Industrialização Efetuada por Terceiros K300 3 1:N 
K Produção
Conjunta – Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens Produzidos K301 4 1:N 
K Produção Conjunta – Industrialização Efetuada por Terceiros – Insumos 
Consumidos 
K302 4 1:N 
K Encerramento do Bloco K K990 1 1 
 
Seção 9 – Bloco 1 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
1 Abertura do Bloco 1 1001 1 1 
1 Obrigatoriedade de registros do Bloco 1 1010 2 1 
1 Registro de Informações sobre Exportação 1100 2 V 
1 Documentos Fiscais de Exportação 1105 3 1:N 
1 Operações de Exportação Indireta - Mercadorias de terceiros 1110 4 1:N 
1 Controle de Créditos Fiscais - ICMS 1200 2 V 
1 Utilização de Créditos Fiscais - ICMS 1210 3 1:N 
1 Informações consolidadas de saldos de restituição, ressarcimento e 
complementação do ICMS 
1250 2 1:1 
1 Informações consolidadas de saldos de restituição, ressarcimento e 
complementação do ICMS por motivo 
1255 3 1:N 
1 Movimentação diária de combustíveis 1300 2 V 
1 Movimentação diária de combustíveis por tanque 1310 3 1:N 
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1 Volume de vendas 1320 4 1:N 
1 Bombas 1350 2 V 
1 Lacres das bombas 1360 3 1:N 
1 Bicos da bomba 1370 3 1:N 
1 Controle de produção de Usina 1390 2 V 
1 Produção diária da usina 1391 3 1:N 
1 Informação sobre Valor Agregado 1400 2 V 
1 Nota fiscal/Conta de energia elétrica (código 06) - Operações Interestaduais 1500 2 V 
1 Itens do documento Nota fiscal/Conta de energia elétrica (código 06) 1510 3 1:N 
1 Total das operações com cartão de crédito e/ou débito 1600 2 V 
1 Operações com instrumentos de pagamentos eletrônicos 1601 2 V 
1 Documentos fiscais utilizados 1700 2 V 
1 Documentos fiscais cancelados/inutilizados 1710 3 1:N 
1 DCTA - Demonstrativo de crédito do ICMS sobre transporte aéreo 1800 2 1 
1 Indicador de sub-apuração do ICMS 1900 2 V 
1 Período da sub-apuração do ICMS 1910 3 1:N 
1 Sub-apuração do ICMS 1920 4 1:1 
1 Ajuste/benefício/incentivo da sub-apuração do ICMS 1921 5 1:N 
1 Informações adicionais dos ajustes da sub-apuração do ICMS 1922 6 1:N 
1 Informações adicionais dos ajustes da sub-apuração do ICMS - Identificação 
dos documentos fiscais 
1923 6 1N 
1 Informações adicionais da sub-apuração do ICMS - Valores declaratórios 1925 5 1:N 
1 Obrigações do ICMS a recolher - Operações referentes à sub-apuração do 
ICMS 
1926 5 1:N 
1 GIAF 1 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: 
indústria (crédito presumido) 
1960 2 1:N 
1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: 
importação (diferimento na entrada e crédito presumido na saída subsequente) 
1970 2 1:N 
1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: 
importação (saídas internas por faixa de alíquota) 
1975 3 1:4 
1 GIAF 4 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: 
central de distribuição (entradas/saídas) 
1980 2 1 
1 Encerramento do Bloco 1 1990 1 1 
 
Seção 10 – Bloco 9 
 
Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 
9 Abertura do Bloco 9 9001 1 1 
9 Registros do Arquivo 9900 2 V 
9 Encerramento do Bloco 9 9990 1 1 
9 Encerramento do Arquivo Digital 9999 0 1 
 
 
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BLOCO 0: ABERTURA, IDENTIFICAÇÃO E REFERÊNCIAS 
REGISTRO 0000: ABERTURA DO ARQUIVO DIGITAL E IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 
 
 Este Registro é obrigatório e corresponde ao primeiro registro do arquivo. 
 
 Nos casos de EFD-ICMS/IPI apresentadas por estabelecimentos situados em outra UF e que possuam Inscrição 
Estadual nos termos do Convênio ICMS nº 113/04 (serviços de comunicação definidos pela Anatel), bem como as distribuidoras 
que forneçam energia elétrica a consumidor localizado em UF diversa da sede do estabelecimento deverão observar o seguinte 
procedimento para preenchimento do registro 0000: 
 
1) Informar o campo UF da unidade federada do tomador de serviços/consumidor de energia elétrica; 
2) Informar no campo IE a inscrição estadual na unidade federada do tomador de serviços/consumidor de energia elétrica; 
3) Informar no campo COD_MUN o código de município correspondente à capital do estado do tomador de 
serviços/consumidor de energia elétrica. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo “0000”. C 004 - O 
02 COD_VER Código da versão do leiaute conforme a tabela indicada no 
Ato COTEPE. 
N 003* - O 
03 COD_FIN Código da finalidade do arquivo: 
0 - Remessa do arquivo original; 
1 - Remessa do arquivo substituto. 
N 001 - O 
04 DT_INI Data inicial das informações contidas no arquivo. N 008* - O 
05 DT_FIN Data final das informações contidas no arquivo. N 008* - O 
06 NOME Nome empresarial da entidade. C 100 - O 
07 CNPJ Número de inscrição da entidade no CNPJ. N 014* - OC 
08 CPF Número de inscrição da entidade no CPF. N 011* OC 
09 UF Sigla da unidade da federação da entidade. C 002* - O 
10 IE Inscrição Estadual da entidade. C 014 - O 
11 COD_MUN Código do município do 
domicílio fiscal da entidade, 
conforme a tabela IBGE 
N 007* - O 
12 IM Inscrição Municipal da entidade. C - - OC 
13 SUFRAMA Inscrição da entidade na SUFRAMA C 009* - OC 
14 IND_PERFIL Perfil de apresentação do arquivo fiscal; 
A – Perfil A; 
B – Perfil B.; 
C – Perfil C. 
C 001 - O 
15 IND_ATIV Indicador de tipo de atividade: 
0 – Industrial ou equiparado a industrial; 
1 – Outros. 
N 001 - O 
Observações: 
Nível hierárquico - 0 
Ocorrência - um por arquivo. 
 
Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0000] 
 
Campo 02 (COD_VER) - Preenchimento: o código da versão do leiaute informado é validado conforme a data referenciada 
no campo DT_FIN. Verificar na Tabela Versão do Leiaute (item 3.1.1 da Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 
44/2018 e alterações). 
Validação: Válido para o período informado. A versão do leiaute informada no arquivo deverá ser válida na data final da 
escrituração (campo DT_FIN do registro 0000). 
 
Campo 03 (COD_FIN) - Valores Válidos: [0, 1] 
Preenchimento: dentro do prazo normal de entrega o arquivo pode ser substituído. 
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 Após o vencimento do prazo de entrega, com a publicação do Ajuste Sinief 11/2012, que define regras padronizadas em todo 
o território nacional para a RETIFICAÇÃO DA EFD-ICMS/IPI, a partir de janeiro de 2013, o procedimento deve ser o seguinte: 
1. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro de 2009 a dezembro de 2012 pode ser retificada, sem autorização, até 30 de 
abril de 2013; 
2. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro de 2013 em diante, pode ser retificada, sem autorização, até o último dia do 
terceiro mês subsequente ao encerramento do mês da apuração (exemplo: Janeiro de 2013 pode ser retificado até 30 de abril de 
2013); 
3. Cumpridos estes prazos, retificações somente serão possíveis com autorização, de acordo com o que determina o referido 
Ajuste, exceto, a partir de 03.09.20, se a autorização para retificação da EFD for dispensada a critério da Secretaria de Fazenda, 
Receita, Finanças, Economia ou Tributação do domicílio fiscal do contribuinte, quando se tratar de ICMS, conforme Ajuste 
SINIEF 27/20. 
 
Para a entrega da EFD-ICMS/IPI deverá ser utilizado o leiaute vigente à época do período de apuração e, para validação e 
transmissão, a versão do Programa de Validação e Assinatura - PVA atualizada. 
 
Obs.: Para as SEFAZ que exigem a informação do hash do arquivo, esse refere-se ao hash do arquivo RETIFICADOR assinado. 
Para obtê-lo utilizar a opção “Dados da Escrituração” da aba Relatórios, o hash está identificado com o nome “ID do Arquivo 
Assinado (hash)”, contendo 32 caracteres. 
 
Campo 04 (DT_INI) - Preenchimento: informar o período de validade das informações contidas neste registro, no padrão
“diamêsano” (ddmmaaaa), excluindo-se quaisquer caracteres de separação, tais como: ".", "/", "-". 
O valor informado deve ser o primeiro dia do mês, exceto no caso de início de atividades ou de qualquer outro evento que altere 
a forma e o período de escrituração fiscal do estabelecimento. 
 
Campo 05 (DT_FIN) - Preenchimento: informar a última data do período da escrituração, no padrão “ddmmaaa”, excluindo-
se quaisquer caracteres de separação, tais como: “.”, “/”, “-”. 
Validação: Verifica se a data informada neste campo pertence ao mesmo mês/ano da data informada no campo DT_INI. 
O valor informado deve ser o último dia do mesmo mês da data inicial, exceto no caso de encerramento de atividades ou de 
qualquer outro fato determinante para paralisação das atividades do estabelecimento. 
 
Campo 07 (CNPJ) - Preenchimento: informar o número do CNPJ do contribuinte. Se o contribuinte for pessoa física (por 
exemplo: produtor rural), deixar o campo em branco. 
Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CNPJ informado. 
 
Campo 08 (CPF) - Preenchimento: informar o número de inscrição do contribuinte no cadastro do CPF. Obrigatório, se o 
informante do arquivo for pessoa física e não obrigado à inscrição no CNPJ. 
Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CPF informado. 
 Os campos CNPJ e CPF são mutuamente excludentes, ou seja, é obrigatório o preenchimento de apenas um deles. 
 
Campo 09 (UF) - Validação: o valor deve ser a sigla da unidade da federação (UF) do informante. 
 
Campo 10 (IE) - Validação: será conferido o dígito verificador (DV) da Inscrição Estadual informada, considerando-se a UF 
do informante. 
 
Campo 11 (COD_MUN) – Preenchimento: Os estabelecimentos situados em outra unidade da federação, sem ter endereço 
e/ou estabelecimento físico na unidade federada, devem informar o código de município da capital do estado, constante da 
Tabela de Municípios do IBGE. 
Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Municípios do IBGE, possuindo 7 dígitos. 
 
Campo 13 (SUFRAMA) - Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do número de inscrição na SUFRAMA, se 
informado. 
 
Campo 14 (IND_PERFIL) - Valores Válidos: [A, B, C] 
Preenchimento: informar o perfil de apresentação do arquivo, conforme definido pelo Fisco Estadual para o informante da 
EFD-ICMS/IPI. O arquivo será rejeitado se o declarante informar a EFD-ICMS/IPI em perfil diferente do estabelecido. 
 
Campo 15 (IND_ATIV) - Valores Válidos: [0, 1] 
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Preenchimento: informar “0”, se o contribuinte é industrial ou equiparado a industrial, conforme legislação do Imposto sobre 
Produtos Industrializados (IPI). Se o estabelecimento não se enquadrar no disposto nos art. 8º, 9º, 10 e 11 e cujas operações 
não se enquadrem dentro do campo de incidência do IPI, conforme parágrafo único do art. 2º, todos do Decreto nº 7.212/2010, 
ainda que seja uma indústria, deve informar a opção "1 - Outras" no campo IND_ATIV do registro 0000.Se o contribuinte do 
IPI for optante pelo Simples Nacional, deve informar a opção “1 – Outras” no campo IND_ATIV, conforme o art. 179, do 
Decreto n. 7.212/2010. Se campo CPF for informado, então o campo IND_ATIV deve ser igual a 1. Se campo IND_ATIV for 
igual a 1, não deve existir o registro E500. 
 
REGISTRO 0001: ABERTURA DO BLOCO 0 
 
Este registro deve ser gerado para abertura do bloco 0 e indica as informações previstas para este bloco. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo “0001”. C 004 - O 
02 IND_MOV Indicador de movimento: 
0- Bloco com dados informados; 
1- Bloco sem dados informados. 
N 001 - O 
Observações: 
Nível hierárquico - 1 
Ocorrência – um por arquivo 
 
Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0001] 
 
Campo 02 (IND_MOV) - Valor Válido: [0] 
 
REGISTRO 0002: CLASSIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL OU 
EQUIPARADO A INDUSTRIAL 
 
O registro deve ser informado quando o campo IND_ATIV do registro 0000 for igual a “0”. 
Quando existir mais de um tipo de modalidade, informar a classificação que for mais relevante no estabelecimento. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo “0002”. C 004 - O 
02 CLAS_ESTAB_IND Informar a classificação do estabelecimento conforme 
tabela 4.5.5 
N 002 - O 
Nível hierárquico - 2 
Ocorrência – um por arquivo 
 
Campo 02 (CLAS_ESTAB_IND) 
Validação: o valor informado deve constar na Tabela 4.5.5 – Classificação de Contribuintes do IPI 
 
REGISTRO 0005: DADOS COMPLEMENTARES DA ENTIDADE 
 
Registro obrigatório utilizado para complementar as informações de identificação do informante do arquivo. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo “0005” C 004 - O 
02 FANTASIA Nome de fantasia associado ao nome empresarial. C 060 - O 
03 CEP Código de Endereçamento Postal. N 008* - O 
04 END Logradouro e endereço do imóvel. C 060 - O 
05 NUM Número do imóvel. C 010 - OC 
06 COMPL Dados complementares do endereço. C 060 - OC 
07 BAIRRO Bairro em que o imóvel está situado. C 060 - O 
08 FONE Número do telefone (DDD+FONE). C 11 - OC 
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09 FAX Número do fax. C 11 - OC 
10 EMAIL Endereço do correio eletrônico. C - - OC 
Observações: 
Nível hierárquico - 2 
Ocorrência – um por arquivo 
 
Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0005] 
 
Campo 02 (FANTASIA) – Preenchimento: caso não possua nome de fantasia, preencher com parte da razão social pela qual 
é conhecida. 
 
REGISTRO 0015: DADOS DO CONTRIBUINTE SUBSTITUTO OU RESPONSÁVEL PELO 
ICMS DESTINO 
 
 Registro obrigatório para todos os contribuintes substitutos tributários do ICMS, conforme definidos na legislação 
pertinente. Deve ser gerado um registro para cada uma das inscrições estaduais cadastradas nas unidades federadas dos 
contribuintes substituídos, ainda que não tenha tido movimentação no período, ficando obrigado à apresentação dos registros 
E200, E300 e respectivos filhos. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo "0015" C 004 - O 
02 UF_ST Sigla da unidade da federação do contribuinte substituído ou 
unidade de federação do consumidor final não contribuinte - ICMS 
Destino EC 87/15. 
C 002* - O 
03 IE_ST Inscrição Estadual do contribuinte substituto na unidade da 
federação do contribuinte substituído ou unidade de federação do 
consumidor final não contribuinte - ICMS Destino EC 87/15. 
C 014 - O 
Observações: 
Nível hierárquico - 2 
Ocorrência – vários (por arquivo) 
 
Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0015] 
 
Campo 02 (UF_ST) - Preenchimento: informar a sigla da UF onde o contribuinte possui inscrição como substituto tributário. 
Validação: O valor deve ser a sigla de uma unidade da federação existente. 
 
Campo 03 (IE_ST) - Preenchimento: informar a inscrição estadual do contribuinte na unidade de federação onde ele estiver 
inscrito como substituto tributário. 
Validação: valida a Inscrição Estadual, considerando a UF informada no registro. 
 
 
REGISTRO 0100: DADOS DO CONTABILISTA 
 
Registro utilizado para identificação do contabilista responsável pela escrituração fiscal do estabelecimento, mesmo 
que o contabilista seja funcionário da empresa ou prestador de serviço. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo “0100”. C 004 - O 
02 NOME Nome do contabilista. C 100 - O 
03 CPF Número de inscrição do contabilista no CPF. N 011* - O 
04 CRC Número de inscrição do contabilista no Conselho Regional de 
Contabilidade. 
C 015 - O 
05 CNPJ Número de inscrição do escritório de contabilidade no CNPJ, se 
houver. 
N 014* - OC 
06 CEP Código de Endereçamento Postal. N 008* - OC 
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07 END Logradouro e endereço do imóvel. C 060 - OC 
08 NUM Número do imóvel. C 010 - OC 
09 COMPL Dados complementares do endereço. C 060 - OC 
10 BAIRRO Bairro em que o imóvel está situado. C 060 - OC 
11 FONE Número do telefone (DDD+FONE). C 11 - OC 
12 FAX Número do fax. C 11 - OC 
13 EMAIL Endereço do correio eletrônico. C - - O 
14 COD_MU
N 
Código do município, conforme tabela IBGE. N 007* - O 
Observações: 
Nível hierárquico – 2 
Ocorrência – um por arquivo 
 
Campo 01 (REG) - Valor válido: [0100] 
 
Campo 02 (NOME) - Preenchimento: informar o nome do contabilista responsável. 
 
Campo 03 (CPF) - Preenchimento: informar o número do CPF do contabilista responsável; não utilizar os caracteres especiais 
de formatação, tais como: ".", "/", "-". 
Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CPF informado. 
 
Campo 04 (CRC) - Preenchimento: informar o número de inscrição do contabilista no Conselho Regional de Contabilidade na 
UF do estabelecimento. 
 
Campo 05 (CNPJ) - Preenchimento: informar o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do escritório de 
contabilidade; não informar caracteres de formatação, tais como: ".", "/", "-". 
Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CNPJ informado. 
 
Campo 06 (CEP) - Preenchimento: informar o número do Código de Endereçamento Postal - CEP, conforme cadastro nos 
CORREIOS. 
 
Campo 07 (END) - Preenchimento: informar o endereço do contabilista/escritório de contabilidade. 
 
Campo 13(EMAIL) - Preenchimento: informar o endereço de correio eletrônico do contabilista/escritório de contabilidade. 
Este endereço de e-mail poderá ser utilizado para envio de correspondências. 
 
Campo 14 (COD_MUN) - Preenchimento: informar o código do município do domicílio fiscal do contabilista/escritório de 
contabilidade. 
Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Municípios do IBGE (combinação do código da UF e o 
código de município), possuindo 7 dígitos. 
 
REGISTRO 0150: TABELA DE CADASTRO DO PARTICIPANTE 
 
Registro utilizado para informações cadastrais das pessoas físicas ou jurídicas envolvidas nas transações comerciais 
com o estabelecimento, no período. Participantes sem movimentação no período não devem ser informados neste registro. 
Obs.: Não devem ser informados como participantes os CNPJ e CPF apenas citados nos registros C350 – Nota Fiscal de Venda 
ao Consumidor, C460 – Documento Fiscal emitido por ECF e no C100, quando se tratar de NFC-e - Nota Fiscal Eletrônica ao 
Consumidor Final - modelo 65. 
O código a ser utilizado é de livre atribuição pelo contribuinte e possui validade para o arquivo informado. Este código 
deve ser único para o participante, não havendo necessidade, sempre que possível, de se criar um código para cada período. 
Não podem ser informados dois ou mais registros com o mesmo Código de Participante. 
Para o caso de participante pessoa física com mais de um endereço, podem ser fornecidos mais de um registro, com o 
mesmo NOME e CPF. Neste caso, deve ser usado um COD_PART para cada registro, alterando os demais dados. 
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As informações deste registro representam os dados atualizados no último evento fiscal (emissão/recebimento de 
documento fiscal) da EFD-ICMS/IPI. 
 
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 
01 REG Texto fixo contendo “0150”. C 004 - O 
02 COD_PART Código de identificação do participante no arquivo. C 060 - O 
03 NOME Nome pessoal ou empresarial do participante. C 100 - O 
04 COD_PAIS Código do país do participante, conforme a tabela 
indicada no item 3.2.1 
N 005 - O 
05 CNPJ CNPJ do participante. N 014* - OC 
06 CPF CPF do participante. N 011* - OC 
07 IE Inscrição Estadual do participante. C 014 - OC 
08 COD_MUN Código do município, conforme a tabela IBGE N 007* - OC 
09 SUFRAMA Número de inscrição do participante na SUFRAMA. C 009* - OC 
10 END Logradouro e endereço do imóvel C 060 - O 
11 NUM Número do imóvel C 010 - OC 
12 COMPL Dados complementares do endereço C 060 - OC 
13 BAIRRO Bairro em que o imóvel está situado C 060 - OC 
Observações: 
Nível hierárquico - 2 
Ocorrência –vários por arquivo 
 
Campo 01 (REG) - Valor válido: [0150] 
 
Campo 02 (COD_PART) - Preenchimento: informar o código de identificação do participante no arquivo. 
Esta tabela pode conter COD_PART e respectivo registro 0150 com dados do próprio contribuinte informante, quando 
apresentar documentos emitidos contra si próprio, em situações específicas (Exemplo: emissão de Nota Fiscal em operação de 
retorno de produtos saídos para venda ambulante ou a negociar fora do estabelecimento). 
Validação: o valor informado no campo COD_PART deve existir em, pelo menos, um registro dos demais blocos. 
O código de participante, campo COD_PART, é de livre atribuição do estabelecimento, observado o disposto no item 2.4.2.1 
da Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. 
 
Campo 04 (COD_PAIS) - Preenchimento: informar o código do país, conforme tabela indicada no item 3.2.1 da Nota Técnica, 
conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. O código de país pode ser informado com 05 caracteres ou com 04 
caracteres (desprezando o caractere “0” (zero) existente à esquerda). 
Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Países. Informar, inclusive, quando o participante for 
estabelecido ou residente no Brasil (01058 ou 1058). 
 
Campo 05 (CNPJ) - Preenchimento: informar o número do CNPJ do participante, não informar caracteres de formatação, tais 
como: ".", "/", "-". Se COD_PAIS diferente de Brasil, o campo não deve ser preenchido. 
Validação: é conferido o dígito verificador (DV) do CNPJ informado. Obrigatoriamente um dos campos, CPF ou CNPJ, deverá 
ser preenchido. 
 
Campo 06 (CPF) - Preenchimento: informar o número do CPF do participante; não utilizar os caracteres especiais de 
formatação, tais como: “.”, “/”, “-”. Se COD_PAIS diferente de Brasil, o campo não deve ser preenchido. 
Validação: é conferido o dígito verificador (DV) do CPF informado. Obrigatoriamente um dos campos, CPF ou CNPJ, deverá 
ser preenchido. 
 
Obs.: Os campos 05 e 06 são mutuamente excludentes, sendo obrigatório o preenchimento de um deles quando o campo 04 
estiver preenchido com “01058” ou “1058” (Brasil). 
 
Campo 07 (IE) - Validação: valida a Inscrição Estadual de acordo com a UF informada no campo COD_MUN (dois primeiros 
dígitos do código de município). 
 
Campo 08 (COD_MUN) - Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Municípios do IBGE (combinação 
do código da UF e o código de município), possuindo 7 dígitos. 
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Obrigatório se campo COD_PAIS for igual a “01058” ou “1058”(Brasil). Se for exterior, informar campo “vazio” ou preencher 
com o código “9999999”. 
 
Campo 09 (SUFRAMA) - Preenchimento: informar o número de Inscrição do participante na SUFRAMA, se houver. 
Validação: é conferido o dígito verificador (DV) do número de inscrição na SUFRAMA, se informado. 
 
Campo 10 (END) - Preenchimento: informar o logradouro e endereço do imóvel. Se o participante for do exterior, preencher 
inclusive com a cidade e país. 
 
REGISTRO 0175: ALTERAÇÃO DA TABELA DE CADASTRO DE PARTICIPANTE 
 
Este registro é de preenchimento obrigatório quando houver, dentro do período, alteração nos dados informados no 
registro 0150, campos: NOME, COD_PAIS, CNPJ, CPF, COD_MUN, SUFRAMA, END, NUM, COMPL e BAIRRO. 
Não pode ser utilizado, em um mesmo arquivo, um mesmo código para representar um participante diferente do referenciado anteriormente 
por tal código. 
Os dados informados neste registro serão considerados até as 24:00 horas do dia anterior à data de alteração. 
Quando houver mudança

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