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Assistente Fiscal Assistente Fiscal O que você aprenderá: 2 Quem vai te ensinar: Executive Education – Valuation, MBA em Gestão Tributária, Bacharel em Ciências, Contábeis, Gerente Contábil, Professor e palestrante. Assista a este conteúdo. Aponte a câmera para o código QR ao lado ou acesse: www.cefis.com.br Matheus Henrique Retamero Assistente Fiscal • Decreto Legislativo .......................................................................... 9 • Tributos ........................................................................................... 24 • Simples Nacional ........................................................................... 40 • PIS/COFINS Monofásico ............................................................... 63 • ISS – Imposto Sobre Serviços ....................................................... 74 • ICMS ............................................................................................... 99 • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados .......................... 141 • PIS/COFINS ................................................................................... 166 • CST – Código de Situação Tributária .......................................... 207 • CEST – Código Especificador da Substituição Tributária .......... 213 https://cefis.com.br/curso/assistente-fiscal/2635 https://cefis.com.br/curso/assistente-fiscal/2635 https://cefis.com.br/curso/assistente-fiscal/2635 3 Assistente Fiscal • Constituição Federal A Constituição Federal foi promulgada em 1988 e é a lei máxima e fundamental do Estado. Ela está no topo da hierarquia e por este motivo sobrepõem-se sobre qualquer instrumento legislativo. Por isso o outros instrumentos devem se harmonizar, para que não percam eficácia pelo motivo de inconstitucionalidade. Define a organização administrativa, financeira e política do Estado. Ela também define Direito e Deveres. Não cria tributos, mas da a competência para que os órgãos façam isso através de lei, institui os limites ao poder de tributar, disciplina a regulação do processo produtivo de normas tributária e o espaço de atuação de cada uma delas (institui a pirâmide). 4 Assistente Fiscal • Emenda à Constituição Federal A Emenda Constitucional tem como objetivo fazer modificações na Constituição sem abolir a vigente ou construir uma nova, este é o único instrumento hábil para fazer modificações na CF. Criada pela Constituição da Pensilvânia de 1776, aprovada em 1787, desde então foi adaptada por muitos outros países. Antes desse instrumento, as mudanças constitucionais eram marcadas por revoltas e violência, pois interferia diretamente em interesses políticos. Para ser aprovada, ela passa por exigências superiores às necessárias de uma lei ordinária. Após aprovado o texto da ECF, incorpora-se ao corpo da CF. E então ficam com a mesma hierarquia. Exemplo: Alteração do ICMS com relação ao DIFAL. 5 Assistente Fiscal • Lei Complementar Lei que tem propósito de “complementar”, explicar, adicionar algo à Constituição. A LC difere da Lei ordinária em sua aprovação, pois exige maioria absoluta para sua aprovação, estabelecem as normas gerais em matéria tributária, como, por exemplo, conflitos de competência tributária entre a União, Estados, DF e os Municípios, espécies de tributos. Nem todas destinam-se a complementar diretamente o texto constitucional. São matérias de especial importância ou matérias polêmicas. Não cria tributos, exceto empréstimos compulsórios e competência residual da União. • Lei Ordinária A lei ordinária é um ato normativo primário, e contém, em regra, normas... 6 Assistente Fiscal • Lei Ordinária ... gerais e abstratas. Embora as leis sejam definidas, normalmente, pelas generalidade e abstração (“lei material”), estas contêm, não raramente, normas singulares (“lei formal” ou “ato normativo de efeitos concretos”). Este é o instrumento normativo capaz de instituir, aumentar, ou extinguir tributos. Todos os tributos devem ser criados por leis ordinárias. Lei Delegada Elaborada pelo chefe do poder executivo nos âmbitos federal, estadual e municipal, autorizada por sua respectiva casa legislativa. É feita em casos de relevância e urgência. Se aprovada pelo Legislativo, entra no sistema jurídico na qualidade de Lei Ordinária. 7 Assistente Fiscal • Lei Ordinária Não admitem emendas. Existem apenas 13, sendo a última editada em 1992. Com a possibilidade de edição de medida provisória, caiu em desuso. • Medida Provisória Ato unipessoal do Presidente da República, com força de lei sem, participação do Poder Legislativo. Pressuposto da MP é URGÊNCIA e RELEVÂNCIA – Cumulativamente. Mesmo tendo força de Lei, não é verdadeiramente uma lei, pois não existiu processo legislativo para sua formação. Vigoram por 60 dias, podendo ser prorrogáveis por mais 60. Após isso, o... 8 Assistente Fiscal • Medida Provisória ... Congresso Nacional pode aprová-la convertendo-a em lei. Proibições: É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: I. relativa: a. nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; b. direito penal, processual penal e processual civil; c. organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; d. planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares ressalvado o previsto no art. 167 parágrafo 3º. II. que vise a detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; III. reservada a lei complementar IV. já disciplinada em projeto de lei aprovada pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do presidente da República. 9 Assistente Fiscal • Decreto Legislativo Atos do Congresso Nacional que disciplinam matérias privativas do Congresso, de competência exclusiva do Poder Legislativo com eficácia análoga a uma Lei. Conforme os arts. 49 e 62, parágrafo 3º da Constituição Federal, o decreto legislativo tem como objeto matérias apontadas como de competência exclusiva do Congresso Nacional. Como, por exemplo: as relações jurídicas decorrentes de medida provisória não convertida em lei; as resoluções definitivas sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional; autorização ao presidente da República para declarar guerra ou para celebrar a paz; e a autorização ao presidente e ao vice-presidente da República para se ausentar do país por mais de quinze dias. Aplica-se ao D. Tributário quando aprova tratados e acordos internacionais sobre tributação. Resolução Legislativa A Resolução Legislativa visa a regulamentar matéria de interesse interno de... 10 Assistente Fiscal • Decreto Legislativo ... ambas as Casas do Congresso Nacional, quais sejam, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, em conjunto ou de cada uma delas em particular. Resolução Ato legislativo de conteúdo concreto e de efeitos internos. É a forma que reveste determinadas deliberações da Assembleia da República. As resoluções não estão, em princípio, sujeitas à promulgação e ao controle preventivo da constitucionalidade, exceto as que aprovem acordos internacionais. Portarias Ato administrativo de qualquer autoridade pública que contém instruções acerca de aplicação de leis ou regulamentos, recomendações de caráter geral, normas de execução de serviço, nomeações, demissões, punições, ou qualquer outra determinação de sua competência. Instrução Normativa Ato administrativo que visa regulamentar os atos ministeriais, suas... 11 Assistente Fiscal • Decreto Legislativo ... maneiras de agir ou na criação de atos do ministérios. São normas de caráter geral. Uniforme, endereçadas a todos os órgãos que tenham a mesma condição, tendo caráter obrigatório apenas para os subordinados a uma autoridade Circular Norma Jurídica produzida em todos os níveis da adm. Pública, onde o superior define a padronização de condutas e regras. Assim, sua função é uniformizadora, destinando-se aos funcionários de certo setor, que devem conhecê-la amplamente. Daí provém o nome “circular”, que indica a necessidade de uma correta divulgação entre seus destinatários, devendo “transitar” entre eles. Parecer Nada mais que a análise, explicação de determinada consulta. Tem o objetivo de deixa claro que está sendo questionado. 12 Assistente Fiscal • Decreto Legislativo Ato Declaratório Ato administrativo cuja prática declara a existência de uma relação jurídica entre o Estado e o particular. Comunicado CAT Equivalem a esclarecimento adicional sobre aquilo que ainda não ficou claro na legislação. • Estrutura dos textos das Leis Devemos ter conhecimento básico sobre a estrutura textual dos instrumentos normativos. • Caput • Artigo • Parágrafo 13 Assistente Fiscal • Estrutura dos textos das Leis • Estrutura dos textos das Leis • Inciso • Alínea • Item Caput. Termo de origem latina, muito comum em textos jurídicos. O caput é a “cabeça” de um artigo de lei. Ou seja, abaixo do caput há os parágrafos, incisos, alíneas, itens. É como se fosse um “subtítulo”, uma identificação mais precisa do trecho do artigo de lei a que se refere no texto. Artigo (art., Art.). O artigo é a unidade básica da lei. Toda lei tem no mínimo um artigo, e ele é a forma mais prática para localizar alguma informação dentro da lei. O artigo é expresso com a abreviatura “art.” ou “Art.” seguida de um número natural. Por exemplo: art. 1, art. 1o, art. 10 (ou Art. 1, Art. 1o, Art. 10). É correto ler “artigo um”, “artigo dez”, e também “artigo primeiro”, “artigo dez”. De um a nove pode-se ler como número ordinal; ou seja, “artigo primeiro”, “artigo segundo”, “artigo terceiro”, “artigo quarto”... “artigo nono” ou, simplesmente,... 14 Assistente Fiscal • Estrutura dos textos das Leis ... “artigo um”, “artigo dois”, “artigo três”... “artigo nove”. Do dez em diante, deve ser lido normalmente: “artigo dez”, “artigo onze”, “artigo vinte” etc. Não se diz “artigo décimo primeiro”, por exemplo. Parágrafo (§). O parágrafo é um desdobramento da norma de determinado artigo. Ele a complementa ou indica alguma exceção. A numeração segue a sistemática explicada no caso dos artigos. Ou seja, para § 2 ou § 2o, é possível dizer “parágrafo dois” ou “parágrafo segundo”. De dez em diante, “parágrafo dez”, “parágrafo onze” etc. Inciso (I -, II -, III -, IV -). O inciso pode ser um desdobramento do artigo ou do parágrafo. É expresso em números romanos. Também pode ser lido das duas formas até o número 9. Por exemplo, “III” é “inciso três” ou “inciso terceiro”. Alínea [a), b), c)]. A alínea é o desdobramento dos incisos ou dos parágrafos. É representada por letras minúsculas: alínea a, alínea b, c, d, etc. 15 Assistente Fiscal • Estrutura dos textos das Leis Item (1., 2., 3.). O item é o desdobramento da alínea. É representado por numerais seguidos de ponto final. • Competências Tributárias Competência é uma condição de atribuição e capacidade, imposta ou atribuída a alguém. É necessário conhecer a competência de cada tributo para saber quem será capaz de fiscalizar as operações para aquele determinado tributo, para também conhecermos a abrangência do tributo em um determinado espaço territorial. É importante conhecer a atividade em que estamos e quais tributos estamos sujeitos. Isto é, numa abertura de empresa ou em uma alteração de objeto social, quais os impostos que podemos ter em um novo cenário. 16 Assistente Fiscal • Competências Tributárias A CF faz a “distribuição” dos tributos para os agentes legisladores e essa condição é facultativa. “Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: I - impostos; II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição; III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.” As competências tributárias são de grande importância para o desenvolvimento do nosso curso, para conhecermos as regras que deverão ser aplicadas a cada tributo. Após conhecermos as competências, passamos a saber qual tributo será tributado e por qual ente público. 17 Assistente Fiscal • Competências Tributárias Os agentes legisladores são: • União; • Estados; • Municípios; • Distrito Federal. União Compete a União em criação e alterações: IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados e o IR - Imposto de Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Há também os impostos sobre importação e exportação, sobre operações de crédito - IOF, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários; ITR - propriedade territorial rural; IGF - grandes fortunas, sobre ouro, empréstimos compulsórios e contribuições sociais, imposto extraordinário de guerra e de calamidade pública. Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: I - importação de produtos estrangeiros; 18 Assistente Fiscal • Competências Tributárias II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados; III - renda e proventos de qualquer natureza; IV - produtos industrializados; (...) Estados e Distrito Federal Compete aos Estados e ao Distrito Federal em criação e alteração: transmissão “causa mortis” e doação de bens e direitos; relativos a circulação de mercadorias (incidindo sobre minerais, lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos e energia elétrica) e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (transmissão e recepção de mensagens escritas, faladas, visuais, através de rádio, telex, televisão etc.); propriedade de veículos automotores. Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: 19 Assistente Fiscal • Competências Tributárias I - transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos; II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior; III - propriedade de veículos automotores. Municípios e Distrito Federal Compete aos Estados e ao Distrito Federal em criação e alteração: sobre a propriedade predial e territorial urbana; sobre transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis (como a venda, permuta, compra, transferência de financiamentos, exceto hipoteca, incorporação de patrimônio, fusão, cisão, extinção de pessoa jurídica); sobre vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos, exceto óleo diesel; sobre serviços de qualquer natureza. Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: I - propriedade predial e territorial urbana; 20 Assistente Fiscal • Competências Tributárias II - transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos a sua aquisição; III - serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, definidos em lei complementar. As limitações do poder de tributar são “mecanismo” instituídos pela CF para regular a sede de tributar dos entes. Assim essa limitações são como as regras de um jogo e caso ao criar um instrumento legislativo não observa-la terá a eficácia desses instrumento invalida. A cobrança dos tributos não pode acontecer de forma ilimitada, ou seja da forma que os fiscais/pessoas querem, ela deve seguir exatamente o que está previsto em lei. Isso está previsto nos art. 150 a 152 da CF. Princípio da Legalidade É vedado instituir ou aumentar tributos sem que a lei estabeleça (art. 150, I da CF) 21 Assistente Fiscal • Princípio Tributários – Limitações do Poder de Tributar Existem algumas exceções na questão de alteração das alíquotas onde um simples ato do poder executivo pode alterar as alíquotas dos tributos – IE, II, IOF, e IPI desde que observados os limites estabelecidos em lei. Princípio da Legalidade É vedado instituir ou aumentar tributos sem que a lei estabeleça (art. 150, I da CF) Existem algumas exceções na questão de alteração das alíquotas onde um simples ato do poder executivo pode alterar as alíquotas dos tributos – IE, II, IOF, e IPI desde que observados os limites estabelecidos em lei. Princípio da Isonomia ou Igualdade Todos são iguais perante a lei.(art. 150, II, da CF) Princípio da Irretroatividade Determina que a lei nova que instituir ou aumentar o tributo não pode atingir fatos gerados ocorridos antes de sua vigência (art. 150,III, a da CF) 22 Assistente Fiscal • Princípio Tributários – Limitações do Poder de Tributar Princípio da Anterioridade A criação ou o aumento dos tributos já existentes somente poderá ocorrer a partir do primeiro dia do ano seguinte da publicação da Lei (art. 150, III, b e art. 195, §6º da CF) Anterioridade Nonagesimal – a Lei somente terá efeito após 90 dias de sua criação, utilizado muito em contribuições sociais. A CF determina que o II, IE, IPI, IOF e empréstimos compulsórios não estão sujeitos ao princípio da anterioridade. (art. 148, I e II da CF) Princípio do Não-Confisco O Estado fica impedido de se apossar de bens do indivíduo a pretexto de cobrar tributos (art. 150, IV da CF) Princípio da Liberdade de Tráfego É a liberdade de locomoção de pessoas e bens, assim a CF proíbe que se estabeleçam por meio de tributos intermunicipais ou interestaduais,... 23 Assistente Fiscal • Princípio Tributários – Limitações do Poder de Tributar ... limitações de ir e vir, exceto pela cobrança de pedágio (art. 150, V da CF) Princípio da Capacidade Contributiva ou Econômica Expressa a ideia que de cada contribuinte seja exigido o tributo adequado a sua capacidade econômica, visa evitar tributação excessiva (art. 145 §1º da CF) Princípio da Não-Cumulatividade Aplica-se a tributos específicos, evita sucessivas operações onde será apurado o tributo (art. 155 §2º da CF) Princípio da Imunidade Trata da impossibilidade de tributar a renda das obrigações da dívida pública dos estados, do distrito federal ou dos municípios (art. 151 da CF). Princípio da Seletividade Garante que produtos considerados como essenciais tenham tributação reduzida (art. 151 da CF) 24 Assistente Fiscal • Princípio Tributários – Limitações do Poder de Tributar Princípio da Transparência dos Impostos Determina que os consumidos sejam esclarecidos acerca dos impostos incidentes sobre mercadoria e serviços (art. 150 §5º da CF) • Tributos Tributo Pecuniária que dizer que o tributo só pode ser devido em dinheiro. • Que envolve dinheiro • O porquê de o tributo existir Compulsória que dizer que o dever de pagar o tributo nasce independente da vontade particular • Obrigatória 25 Assistente Fiscal • Tributos • Ilegal A definição de tributo está no art. 3º do CTN: “é toda prestação pecuniária compulsiva, em moeda ou cujo valor nela possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada”. Classes de Tributo • Imposto; • Taxa; • Contribuição de Melhoria; • Contribuição Especial; • Empréstimo Compulsório. Imposto Tem como fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte (isto está descrito no art. 16 do CTN). Ou seja, imposto é o tributo que não está vinculado a uma... 26 Assistente Fiscal • Tributos ... contraprestação direta a quem paga. Isso quer dizer que o que é arrecadado com impostos não é destinado a custear obras ou serviços em prol do pagante. Neste caso, as receitas são usadas para custear as despesas gerais do Estado. Exemplos: ICMS, IPI, ISS. 27 Assistente Fiscal • Tributos Taxa Este tipo de tributo está explicado no art. 77 do CTN. De acordo com a definição, existe a contraprestação de serviços públicos ou de benefícios feitos, postos à disposição ou custeados pelo Estado, em favor de quem paga. Ou seja, é uma quantia obrigatória em dinheiro paga em troca de algum serviço público fundamental (ou para o exercício do poder de polícia) oferecido diretamente pelo Estado. Podem receber definições como: tarifas, contas, preços públicos ou passagens. Podem ser consequentes do exercício do poder de polícia administrativo, proveniente da fiscalização. Podem ser consequentes da utilização ou não dos serviços públicos – específicos e divisíveis: • Serviço efetivamente prestado ao contribuinte; • Serviço potencial posto à disposição do contribuinte. 28 Assistente Fiscal • Tributos Contribuição de Melhoria É o tributo cobrado pela União, por estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios com o objetivo de fazer face ao custo de obra pública da qual... 29 Assistente Fiscal • Tributos ... decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que resultar da obra para cada imóvel beneficiado (art. 81 do CTN). Exemplos: pavimentação e calçamento. Está relacionado diretamente a realização de obras públicas. 1 - Contribuições de Melhorias instituídas pela União 2 - Contribuições de Melhorias instituídas pelos Estados 3 - Contribuições de Melhorias instituídas pelos municípios Contribuição Especial Está prevista nos artigos 149 e 149-A da Constituição Federal. É o tributo cobrado para custeio de atividades paraestatais e pode ser social, de intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias econômicas ou profissionais. Exemplos: contribuição social, contribuição previdenciária. 30 Assistente Fiscal • Tributos Contribuições sobre o faturamento ou sobre o lucro 1 – Contribuição social para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) 2 – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CLL) 3 – PIS/PASEP Contribuições sobre as importações 1 – Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) 2 – PIS/PASEP Contribuições trabalhistas ou sobre a folha de pagamento 1 – PIS/PASEP 31 Assistente Fiscal • Tributos Empréstimo Compulsório É o tributo que só pode ser instituído pela união, por lei complementar. 32 Assistente Fiscal • Tributos Ocorre em casos de: calamidade publica, guerras externas, necessidades de recursos iminentes, investimento publico de caráter urgente, relevante e de interesse nacional. 1 – Empréstimo compulsório instituído por ocasião de guerra externa ou de sua iminência; (CF, art. 148) 2 – Empréstimo compulsório instituído por ocasião de calamidade pública que exija auxílio federal impossível de atender com os recursos orçamentários disponíveis; (CF, art. 148) 3 – Empréstimo compulsório instituído por ocasião de conjuntura que exija a absorção temporária de poder aquisitivo, (CTN, art. 15) – este dispositivo não foi recepcionado pela CF 4 – Empréstimo compulsório instituído no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional (CF, art. 148) 33 Assistente Fiscal • Diretos e Indiretos Impostos Indiretos Por definição é quando ocorre a transferência do ônus de pagamento total ou parcial, para terceiros. São os impostos que incidem sobre os produtos e serviços que as pessoas consomem. São cobrados de produtores e comerciantes, porém acabam atingindo indiretamente os consumidores, pois estes impostos são repassados para os preços destes produtos e serviços. Exemplos: ICMS, IPI e ISS Impostos Diretos Quando o recolhimento é feito pelo contribuinte direto, a quem a lei impõe o dever de paga-lo. São os impostos que os governos (federal, estadual e municipal) arrecadam sobre o patrimônio (bens) e renda (salários, aluguéis, rendimentos de aplicações financeiras) dos trabalhadores. São considerados impostos diretos, pois o governo arrecada diretamente dos cidadãos. 34 Assistente Fiscal • Diretos e Indiretos Exemplos: IRPF, IPVA, IPTU • Obrigação Principal e Obrigação Acessória Obrigação tributária principal. É a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência, isto é, o próprio pagamento do tributo devido. O recolhimento de imposto é um exemplo. Obrigação tributária acessória. É qualquer situação que, na forma da legislação, imponha a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação tributária principal, ou seja, procedimentos que nos levem a conhecer o montante da obrigação principal. Exemplos: GIA-ICMS, escrituração de livros, emissão de nota fiscal. Aqui, você, profissional de escrituração fiscal, vê claramente o ponto em que sua atividade se encaixa; trata-se de uma amostra clara de sua função na grande engrenagem que é o sistema tributário de um país. 35 Assistente Fiscal • Regimes Tributários Os regimes tributário são as forma de apuração dos tributos onde o contribuinte faz a sua opção com base na especificações de cada regimes, são eles: • MEI; • Simples Nacional; • Imunes e Isentas; • Lucro Presumido; • Lucro Arbitrado; • Lucro Real. • Conceitos Lei. É principal elemento da obrigação, pois cria a situação de ocorrer incidência tributária sobre o ato, o fato ou o negócio jurídico. 36 Assistente Fiscal • Conceitos Fato gerador. É a ação que gera a incidência tributária. Sujeito ativo. Como já visto, é o poder tributante (o governo). É quem recebe. Sujeito passivo. É quem paga o tributo; é o contribuinte. Objeto. É o pagamento do tributo ou a penalidade pecuniária. O ato mais importante da legislação tributária é a sua publicação, pois só assim ela entra em vigor. Alíquota. É o percentual definido em lei que, aplicado sobre a base de cálculo, determina o montante do tributo a ser recolhido. 37 Assistente Fiscal • Conceitos Base de cálculo. É o valor sobre o qual será aplicada a alíquota (percentual), com finalidade de apurar o montante a ser recolhido. Imposto devido. É o resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo de cada operação ou prestação sujeita a incidência de tributo. Imposto anteriormente cobrado. É o imposto destacado no documento fiscal de compra. Substituto. É aquele que a legislação determina como responsável pelo recolhimento do imposto. Cabe ressaltar que, embora o pagamento do imposto seja de responsabilidade do substituto, ele cobra do substituído o imposto retido e destacado na nota fiscal de venda da mercadoria. 38 Assistente Fiscal • Conceitos Substituído. É aquele que dá causa ao fato gerador, mas a legislação o dispensa de recolhimento, pois atribui ao substituto essa obrigação. Documento fiscal hábil. É aquele que atende a todos os requisitos da legislação, devendo ser emitido por contribuinte regularmente inscrito. Tributo Credor É quando ao final da apuração do tributo o saldo fica positivo e esse saldo é carregado para o mês seguinte da apuração. • Regime de Caixa e Regime de Competência O regime de caixa e o regime de competência são forma de apuração do reconhecimento da Receita, ou seja é a forma em que a empresa ia realizar... 39 Assistente Fiscal • Regime de Caixa e Regime de Competência ... o reconhecimento do faturamento para apuração dos tributos. Regime de Competência No R. de competência as receita são reconhecidas na data do fato gerado(ou data da emissão), assim o reconhecimento das receita ocorrem independentemente do recebimento financeiro. Regime de Caixa No R. de caixa as receita são reconhecidas somente são reconhecidas quando houver o recebimento financeiro. • Regime Cumulativo e não Cumulativo O regime de cumulativo e o regime não cumulativo são formas de apuração dos tributos. 40 Assistente Fiscal • Regime Cumulativo e não Cumulativo Regime Cumulativo No regime cumulativo o faturamento é apurado com base em todos os documentos emitidos, permitindo desconto como IPI, ICMS-ST, devoluções e vendas canceladas. Regime Não Cumulativo O regime não cumulativo é um método onde se permite o aproveitamento de créditos relativos as operações de entradas que posteriormente serão descontados dos débitos das operações de saídas. • Simples Nacional Breve Histórico O sistema de arrecadação simplificado de vários tributos surge no Brasil em 1996 através da Lei 9.316, e tem como foco principal microempresas e empresas de pequeno porte. 41 Assistente Fiscal • Simples Nacional O Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples permitia que essas empresas recolhessem através de um único documento os seguinte tributos: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI e também contribuições para seguridade social. O ICMS e o ISS poderiam ser incluídos nesse recolhimento desde que os Estados ou os Municípios realizassem a adesão mediante convênio. Essa forma de recolhimento vigorou até 30/06/2007 quando então surge o Regime Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional que foi instituído pela Lei Complementar 123/2006. A grande diferença destacada entre as duas formas de recolhimento, é que no Simples Nacional o ICMS e o ISS já estão inclusos no recolhimento sem que houvesse necessidade dos Estados ou Municípios aderissem ao recolhimento através de convênio. Essa inclusão só foi possível a partir da Emenda a Constituição 42/2003, que inseriu na CF um dispositivo que possibilitava através de Lei Complementar um tratamento diferenciado e favorecido as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. 42 Assistente Fiscal • Simples Nacional Estrutura Legislativa Constituição Federal – Art. 179 Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 Lei Complementar 123/2006 e suas alterações Ex. Lei Complementar 155/2016. Decretos, Resoluções do CGSN, Portarias do CGSN, Recomendações do CGSN, Instruções Normativas. Art. 179. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei. Todas a regras e diretrizes desse regime dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam trazer um melhor... 43 Assistente Fiscal • Simples Nacional ... entendimento da legislação. O Simples Nacional nada mais é que um regime (unificado) compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos que são aplicáveis as ME e EPP. E, com base na atividade desenvolvida pela empresa, ela será enquadrada em um dos 5 anexos do Simples Nacional. O Simples Nacional abrange tributos da União como PIS,COFINS, IRPJ,CSLL, IPI, CPP/INSS – tributos Estaduais como ICMS e tributos Municipais como ISS. É administrado por um Comitê Gestor, que é composto por oito integrantes: quatro da Secretária da Receita Federal do Brasil, dois dos Estados e dois dos Municípios. Para que uma empresa possa ser enquadrada ele deve cumprir alguns aspectos: 44 Assistente Fiscal • Simples Nacional • Enquadrar-se na definição de Microempresa (faturamento de R$ 0,00 a 360.000,00 no ano calendário) ou Empresa de Pequeno Porte (faturamento de R$ 360.000,01 a 4.800.000,00 no ano calendário); • Cumprir os requisitos previstos na legislação, exemplo: composição do quadro societário, ou atividade exercida pela empresa, inexistência de débitos com tributos a lista de vedações está descrita no art.3 da LC 123/2006; • E por último formalizar sua opção ao regime do Simples Nacional. Empresas que realizam exportações tem o limite de 4.800.000,00 “dobrado”, ou seja a empresa pode faturar no mercado interno R$ 4.800.000,00 e no mercado externo R$ 4.800.000,00, essas receitas não são somadas para fins do cálculo do estouro do simples nacional. Caso alguma das receita estoure o limite, a empresa será desenquadrada do regime de apuração. Algumas características do Simples Nacional: • Ser facultativo; • Ser irretratável para todo o ano-calendário; 45 Assistente Fiscal • Simples Nacional • Abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, COFINS, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP); • Recolhimento dos tributos abrangidos mediante documento único de arrecadação - DAS; • Disponibilização às ME/EPP de sistema eletrônico para a realização do cálculo do valor mensal devido, geração do DAS e, a partir de janeiro de 2012, para constituição do crédito tributário; • Apresentação de declaração única e simplificada de informações socioeconômicas e fiscais; • Prazo para recolhimento do DAS até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta; • Possibilidade de os Estados adotarem sublimites para EPP em função da respectiva participação no PIB. Os estabelecimentos localizados nesses Estados cuja receita bruta total extrapolar o respectivo sublimite deverão recolher o ICMS e o ISS diretamente ao Estado ou ao Município. 46 Assistente Fiscal • Simples Nacional A pessoa física que for sócia de várias empresas enquadradas no Simples Nacional, deve sempre estar atenta a somatória dos faturamentos dessas empresas, pois o somatório desse faturamento não deve ultrapassar o limite deste regime, caso isso ocorrer todas as empresas que este estiver composto no quadro societário perderão automaticamente o regime do Simples Nacional. Também é possível que uma pessoa física seja social de uma empresa enquadrada no Simples Nacional e também de outras empresas enquadradas em outros regimes. A única questão que deve ser observada nesse ponto, é que sua participação não pode exceder 10% em cada uma das empresas não enquadradas no Simples Nacional. A legislação também determina que no quadro societário da empresa optante pelo Simples Nacional não é permitido sócios Pessoa Jurídica. O sócio da empresa optante pelo Simples Nacional poderá figurar como administrador de outra pessoa jurídica desde que a receita bruta somada não ultrapasse o limite estabelecido em lei para o Simples Nacional. 47 Assistente Fiscal • Simples Nacional Com as alterações trazidas pela LC 155/2016 na última faixa de faturamento do Simples Nacional é retirado do recolhimento unificado o ICMS e o ISS, assim esses impostos passam a serem recolhimento da forma normal de recolhimento com base em casa Estado e Município. Os Estados cuja a participação no PIB for até 1% poderá optar em antecipar esse sublimite para R$ 1.800.000,00, assim as empresa estabelecidas nesses Estados passam a recolher o ICMS na forma normal antes de atingirem a última faixa do Simples Nacional. • Inicio de Atividade A opção ao simples nacional deve ser feita sempre no mês de janeiro de cada ano. As empresas que optarem pelo Simples Nacional no início de suas atividades, vão considerar, ao realizar a apuração deste regime, a proporcionalização da receita bruta com base no mês de início de suas... 48 Assistente Fiscal • Inicio de Atividade Exemplo: Uma empresa que iniciou suas atividades em abril/2020. Proporcionalização – R$ 4.800.000,00 ÷ 12 (meses) = R$ 400.000,00 esse é valor que uma empresa poderia faturar mensalmente para se manter no simples nacional. Como a empresa iniciou suas atividades em abril devemos contar a quantidade de meses de abril a dezembro: Quantidade de mês – R$ 400.000,00 x 9 = 3.600.000,00 esse é o novo limite de faturamento para a empresa neste ano, no próximo ano não irá mais ter a proporcionalidade. A mesma equação deve ser aplicada para as questões do recolhimento do ICMS e do ISS fora do Simples Nacional. 49 Assistente Fiscal • Conceito Na apuração do Simples Nacional temos dois conceitos que são primordiais para a continuação desse modulo, esses conceitos são RBT12 – Receita Bruta Total dos Últimos 12 meses, RBA – Receita Bruta acumulada no ano calendário corrente. Primeiro vamos compreender a composição da Receita Bruta (RB) para o Simples Nacional, no SN receita bruta é o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. Também deve ser excluído da RB o valor do ICMS-ST quando o contribuinte estiver na condição de Substituto Tributário. RBT12 - Receita Bruta Total dos Últimos 12 meses, nada mais é que a somatória da RB dos últimos meses do período de apuração (PA) que está sendo calculado. A RBT12 é que determinará qual é a faixa de faturamento a empresa estará inserida, assim com ela podemos iniciar o cálculo para apuração do Simples Nacional. 50 Assistente Fiscal • Conceito RBA – Receita Bruta acumulada no ano calendário corrente é a somatória da RB do ano corrente e é essa informação que precisamos estar atentos para questão de exclusão do Simples Nacional ou exclusão do ICMS e/ou do ISS do cálculo do Simples Nacional. Alíquota Nominal é o percentual que é apresentado nas tabelas dos anexos do Simples Nacional, essa alíquota é utilizada para calcular a alíquota efetiva. Alíquota Efetiva é o percentual que será aplicado sobre a receita bruta do mês para apurar o valor do Simples Nacional devido. Formula para apuração da alíquota efetiva: (RBT12 x Alq. Nom) – PD = Alíquota Efetiva RBT12 Receita Bruta Mensal x Alíquota Efetiva = DAS Devido 51 Assistente Fiscal • Conceito ISS Fixo – Alguns municípios podem definir um valor de ISS fixo para algumas atividades assim o ISS devido dentro do simples é desconsiderado pois a empresa que estiver enquadrada nessa condição ira recolher um guia de ISS nos moldes que cada prefeitura definir. • Fator R O Fator R é a relação da folha de pagamento(funcionários + pró-labore + terceiros) dos últimos 12 meses pela receita bruta dos últimos 12 meses. Algumas atividades que são tributadas no anexo V do simples nacional podem ter sua tributação reduzida sendo tributadas no anexo III do simples nacional. Para essas empresa possam ter esse “benefício” a relação apurada no fator R precisa ser maior ou igual a 28%, ou seja quer dizer que a folha de pagamento dos últimos 12 meses precisa representar pelo menos 28% do faturamento dos últimos 12 meses. 52 Assistente Fiscal • Fator R Se a relação do fator R for atendida a empresa passa a tributada o no anexo 3 naquele PA. Formula: Fopag Ult.. 12 meses Receita Bruta Ult. 12 meses • Regime de Caixa e Competência A empresa optante do Simples Nacional poderá optar pelo Regime de Reconhecimento por Caixa ou Competência. A opção é realizado no mês de novembro de cada ano e nos caso de inicio de atividade a empresa deve fazer a opção pelo regime antes da primeira apuração, essa opção é irretratável por todo ano calendário. 53 Assistente Fiscal • Regime de Caixa e Competência No Regime de Competência a receita será reconhecida pela data de emissão e o Regime de Caixa é reconhecido na data do recebimento financeiro. No caso do Regime de Caixa existem 3 hipóteses em que a receita deve ser reconhecida mesmo não havendo efetivo recebimento: • Encerramento de Atividades; • Retorno ao regime de competência; • Exclusão do Simples Nacional. Mesmo que a empresa opte pelo Regime de Caixa para realizar a apuração da receita bruta mensal e a RBT12 para fins do cálculo da alíquota será utilizado o Regime de Competência. 54 Assistente Fiscal • Regime de Caixa e Competência 55 Assistente Fiscal • Regime de Caixa e Competência 56 Assistente Fiscal • Excesso 20% Sub-Limite A legislação do simples prevê o excesso de sublimite da receita em 20% do limite de faturamento do simples do limite de faturamento para exclusão do ICMS e do ISS e para exclusão da empresa do regime simples nacional. Esse excesso é como um gargalo para que o contribuinte possa se ajustar a um novo modelo de tributação no caso do ICMS e do ISS e/ou se adequar a um novo regime tributário devido a exclusão do simples. No caso da exclusão do ICMS e do ISS do simples o limite de faturamento é R$ 3.600.000,00 assim o sublimite fica (3.600.000,00+20%) R$ 4.320.000,00. Se a empresa ultrapassar os 3.600.000,00 em até 20% ou seja ficar dentro dos 4.320.000,00 ela irá retirar o ICMS e o ISS a partir do próximo ano calendário. Se a empresa ultrapassar os 3.600.000,00 mais que 20% ou seja passar os 4.320.000,00 ela vai retirar o ICMS e o ISS no mês seguinte em que houve o estouro. 57 Assistente Fiscal • Excesso 20% Sub-Limite No caso da exclusão do Regime o limite de faturamento é R$ 4.800.000,00 assim o sublimite fica (4.800.000,00+20%) R$ 5.760.000,00 Se a empresa ultrapassar os 4.800.000,00 em até 20% ou seja ficar dentro dos 5.760.000,00 ela será excluída do simples somente no ano calendário seguinte. Se a empresa ultrapassar os 4.800.000,00 mais que 20% ou seja passar os 5.760.000,00 ela será excluída do simples no mês seguinte em que ocorreu o estouro. • Substituição Tributária As empresas optantes pelo Simples Nacional também estão sujeitas a incidência da substituição tributária tanto na condição de substituto tributário quanto na condição de substituído. 58 Assistente Fiscal • Substituição Tributária Para os contribuinte substitutos a única diferença que existe com relação as empresas do regime normal é que os optantes pelo simples não utilizam o IVA-Ajustado para realizar o cálculo do ICMS-ST da operação. Hipóteses onde os optantes pelo Simples devem verificar a incidência da Substituição Tributária: • Saída de mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária por estabelecimento industrial/equiparado ou atacadistas; • Entrada de mercadorias sujeita ao regime da substituição tributária vinda de outro Estado; • Saída de mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária para outro Estado por estabelecimento atacadista ou varejista que tenha recebido com ICMS-ST já retido. Para realizar o calculo da ST o contribuinte optante do simples deve observar a alíquota do ICMS para o produto que está sujeito a ST mesmo que o mesmo não ira realizar o destaque da operação própria no documento fiscal. 59 Assistente Fiscal • Substituição Tributária Quando não ocorre a Substituição Tributária Podem ocorrer situações onde a operação/mercadoria está sujeita ao regime da substituição tributária mais por alguma condição não ira ocorrer a incidência da ST, as condições são: • Venda para consumidor final(CPF oi CNPJ sem IE); • Venda para empresas que irão utilizar o produto no processo produtivo; • Venda para empresas que irão utilizar o produto como uso e consumo ou ativo imobilizado. Cálculo Base de Cálculo ICMS-ST Para realizar o cálculo da BC ICMS ST vamos fazer da seguinte forma: 60 Assistente Fiscal • Substituição Tributária Operação Própria: Valor do Produtos + IPI + Frete + Despesas Acessórias + Seguros = BC ICMS BC ICMS * IVA = “X” X + BC ICMS = BC ICMS ST ICMS-ST Para calcular o ICMS-ST valor utilizar o produto “X” do cálculo anterior. X * Alíquota de ICMS da Operação = ICMS-ST • Preenchimento do Documento Fiscal • BC ICMS 61 Assistente Fiscal • Preenchimento do Documento Fiscal • ICMS • BC ICMS ST • ICMS-ST • VL TOT PROD • FRETE • DESCONTO • OTS DESP • IPI • VL TOT NF-E • DIFAL As empresas optantes pelo Simples Nacional também não estão sujeitas a incidência do DIFAL nas saídas destinadas a consumidor final ou empresas não contribuintes do ICMS. 62 Assistente Fiscal • DIFAL A emenda constitucional 87/2015 instituiu o DIFAL para as saídas destinadas a consumidor final pessoa física ou empresas não contribuinte do ICMS no primeiro momento a incidência dessa alteração legislativa alcançava todos os contribuintes que realizassem esse tipo de operação até mesmo os optantes do simples nacional. Como as empresas do simples não tem a apropriação dos créditos relativos as entradas das mercadoria verificou-se que essas empresas estavam perdendo competitividade ao apurar o DIFAL e recolher esse tributo no momento da venda, com isso foi feito uma ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5.464 onde através dessa ADI as empresas optantes pelo sistema foram retiradas do rol de incidência do DIFAL. • Diferencial de Alíquotas As empresas optantes pelo Simples Nacional estão sujeitas a incidência do diferencial de alíquotas do ICMS relativo as operações de entradas de mercadoria vindas de outros Estados. 63 Assistente Fiscal • Diferencial de Alíquotas Uma empresa optante pelo simples nacional quando adquirir produtos para industrialização, revenda, despesa ou até mesmo ativo imobilidade deverá calcular a diferença entre a alíquota interestadual da operação destacada no documento fiscal, caso o contribuinte remetente também for optante pelo simples nacional a empresa adquirente deve considerar a alíquota interestadual comum entre os Estados daquela operação, e a alíquota interna dos produtos relacionados no documentos fiscal, essa diferença deve ser recolhida para o Estado destinatário da operação. • PIS/COFINS Monofásico As empresas optantes pelo Simples Nacional também estão sujeitas a incidência do PIS e da COFINS no regime monofásico. Isso que dizer que as saídas de produtos que estão sujeito ao regime monofásico do PIS e COFINS pelo simples nacional deve ser apurado e recolhido através de DARF fora do Simples Nacional. 64 Assistente Fiscal • PIS/COFINS Monofásico Assim também as empresas varejistas e atacadistas que receberem um produto que tenha sido recolhido o PIS e COFINS monofásico deverá retirar da sua apuração do simples o PIS e a COFINS pois esses tributos já foram recolhidos anteriormente. As atividades sujeitas ao regime monofásico do PIS e da COFINS são geralmente as empresas industriais pois dessa forma a fiscalização se concentra em apenas uma etapa da cadeia comercial. Como consultar os produtos sujeitos a incidência monofásica do PIS e da COFINS? • Atividades Impeditivas Para poder optar pelo regime do simples nacional além das questões societárias e também de faturamento a empresa que deseja se enquadrar deve observar se sua atividade não está impedida optar por esse regime. 65 Assistente Fiscal • Atividades Impeditivas O art. 17 da Lei Complementar 123/2006 traz quais são as atividades que não podem optar pelo regime do simples nacional. • Apuração de Deduções O valor que será considerado como faturamento/receita bruta é o valor que a empresa optante pelo simples nacional emitiu em seus documentos fiscais. Assim temos o inicio da apuração das empresas optantes pelo simples nacional que é o levantamento/apuração da receita bruta. As deduções ou exclusões da receita são valores que acresceram o valor da receita bruta mais com base na legislação devem ser deduzidos. Exemplo – Vendas Canceladas, Desconto Incondicionais, ICMS-ST e Devolução de venda. Art.3º Lei Complementar123/2006 66 Assistente Fiscal • Apuração de Deduções § 1º Considera-se receita bruta, para fins do disposto no caput deste artigo, o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. Receita Bruta • Venda de Produtos Produzidos pela Empresa • Revenda de Produtos Adquirido de Terceiros • Serviços Prestados pela Empresa • (-) Vendas Canceladas • (-) Desconto Incondicional Concedido • (-) ICMS-ST, (-) Devolução de Venda • (=) Base de Cálculo para apuração do DAS antes da segregação 67 Assistente Fiscal • Obrigação Acessória PGDAS 68 Assistente Fiscal • Obrigação Acessória PGDAS 69 Assistente Fiscal • Obrigação Acessória PGDAS 70 Assistente Fiscal • Obrigação Acessória PGDAS 71 Assistente Fiscal • Obrigação Acessória PGDAS 72 Assistente Fiscal • DeSTDA As empresas optantes pelo simples nacional estão obrigadas a apresentar a DeSTDA a partir de 01/01/20216. A obrigatoriedade se aplica a todos os estabelecimentos contribuintes do ICMS. Os optantes pelo Simples Nacional deverão declarar o seguinte: • O ICMS retido como substituto tributário (operações antecedentes, concomitantes e subsequentes); O ICMS devido em operações com bens ou mercadorias sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, nas aquisições em outros Estados e Distrito Federal; • OICMS devido em aquisições em outros Estados e no Distrito Federal de bens ou mercadorias, não sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual; O ICMS devido nas operações e prestações interestaduais que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do imposto. A declaração ainda não permite informar valores relativos ao adicional do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. 73 Assistente Fiscal • DeSTDA O arquivo digital da DeSTDA deverá ser enviado, à administração tributária do Estado de localização do estabelecimento, até o dia 20 do mês subsequente ao encerramento do período de apuração, ou quando for o caso, até o primeiro dia útil imediatamente seguinte. Confira no quadro abaixo as datas de entrega. RETIFICAÇÃO DO ARQUIVO O contribuinte poderá retificar a DeSTDA da seguinte forma: a) até o dia 20 do mês subsequente ao encerramento do período de apuração, ou quando for o caso, até o primeiro dia útil imediatamente seguinte, independentemente de autorização da administração tributária; b) após o dia 20 do mês subsequente ao encerramento do período de apuração, ou quando for o caso, até o primeiro dia útil imediatamente seguinte, conforme estabelecido pela Unidade Federada à qual deva ser prestada a informação. A retificação será efetuada mediante envio de outro arquivo para substituição integral do arquivo digital da DeSTDA regularmente recebida... 74 Assistente Fiscal • DeSTDA ... pela administração tributária, sendo observados os mesmos procedimentos para verificação e validação do arquivo original. • ISS – Imposto Sobre Serviços Breve Histórico No Brasil os serviços começaram a ser tributados pro volta do ano 1812 por determinação de D. Joao VI, embora neste período não houvesse um tributo especifico sobre serviços. Em 1860 a Lei Orçamentária instituiu o Imposto de Industrias e Profissões. A primeira constituição de 1891 passou a competência desse tributo para os Estados, podendo ser transferido para os municípios, essa transferência ocorreu em 1891 através da Lei Estadual 16/1891 75 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços Em 1965 com a Emenda Constitucional surgem o ISS, IPI e o ICMS. Em 1967 entra em vigor a Lei 5172/76 que continua a disciplinar matérias sobre o Tributo, que em sequencia essa Lei é denominada como Código Tributário Nacional. Em 1968 o Decreto-Lei 406/68 faz a primeira grande reformulação no ISS, este decreto sofreu diversas alterações ao longo do tempo e disciplinou a incidência do ISSQN por mais de trinta anos. Em 2003 entra em vigor a Lei Complementar 116/03 revogando praticamente todo o Decreto-Lei 406/68 e desde então a LC regulamenta o tributos até os dias de hoje. • Espécie – Imposto • Apuração – Regime Normal • Tributo Indireto 76 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços As Leis e Decretos municipais em suas instituições do ISS devem observar as “regras” que estão estabelecidas na Lei Complementar 116/03, ocorre que isso na maioria das vezes não acontece. Além de observar a LC 116/03 os municípios devem observar ao instituírem o ISS as limitações e diretrizes No Brasil existem aproximadamente 5.570 municípios ou seja são 5.570 legislação instituindo, regulamentando e tratando assuntos sobre ISS. Com base no art. 4º da LC 116/03 considera-se estabelecimento prestador: • Art. 4º Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. O contribuinte do ISS é definido no art. 5 da LC 116/03: • Art. 5º Contribuinte é o prestador do serviço. 77 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços Para definirmos o fato gerador do ISS primeiro devemos observar a regra matriz desse tributo: • Critério Material – prestação dos serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar 116/03 • Critério Espacial – Município • Critério Temporal – Momento da incidência em que o serviço é disponibilizado ao tomador. O Fato Gerador do ISS é a prestação do serviço propriamente dita conforme diz o art. 1º da LC 116/03, assim prestação de serviço é a obrigação de fazer(esforço humano). Não é uma obrigação de dar algo. O Fato Gerador é considerado como ocorrido com a realização do serviço. Art. 1º O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador. 78 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços § 1º O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. § 2º Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa, os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. § 3º O imposto de que trata esta Lei Complementar incide ainda sobre os serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização, permissão ou concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço. § 4º A incidência do imposto não depende da denominação dada ao serviço prestado. O ISS incidirá sobre os serviços relacionados na lista anexa à LC 116/03 Além de compreendermos a incidência do ISS também precisamos entender as hipóteses de não incidência do tributo, essas hipóteses estão... 79 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços ... relacionadas no art. 2º da LC. Art. 2º O imposto não incide sobre: I – as exportações de serviços para o exterior do País; II – a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados; III – o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. Parágrafo único. Não se enquadram no disposto no inciso I os serviços desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior. O imposto não incide sobre Tipos de Serviços Item 1 1. Nas prestações de serviços para o exterior do País, cujo resultado não seja verificado no Brasil. 1. Serviços em relação de emprego, Item 2 2. Dos trabalhadores avulsos, 3. Dos diretores e membros de conselhos consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados. 80 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços O art. 7 trata a base de cálculo do tributo de forma bem simples Art. 7º A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. § 1º Quando os serviços descritos pelo subitem 3.04 da lista anexa forem prestados no território de mais de um Município, a base de cálculo será proporcional, conforme o caso, à extensão da ferrovia, rodovia, dutos e condutos de qualquer natureza, cabos de qualquer natureza, ou ao número de postes, existentes em cada Município. § 2º Não se incluem na base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza: I - o valor dos materiais fornecidos pelo prestador dos serviços previstos nos itens 7.02 e 7.05 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar; O imposto não incide sobre Tipos de Serviços Item 3 1. Valores intermediados no mercado de títulos e valores mobiliários, 2. Valores dos depósitos bancários, 3. Principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de créditos realizadas por instituições financeiras. 81 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços As alíquota do ISS estão definidas nos arts. 8 e 8-4. O ISS é um tributo que tem bem definido pela lei sua alíquota máxima (5%) e mínima (2%) a grande questão é que as definições ficam flutuando entre esses valores. Cada município definirá sua alíquota para cada serviço com base na lista de serviços assim mais uma vez temos um grande questão de conflito no momento das retenções do tributo. Art. 8º As alíquotas máximas do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza são as seguintes: (...) II – demais serviços, 5% (cinco por cento). Art. 8º-A. A alíquota mínima do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza é de 2% (dois por cento). (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) § 1º O imposto não será objeto de concessão de isenções, incentivos ou benefícios tributários ou financeiros, inclusive de redução de base de cálculo ou de crédito presumido ou outorgado, ou sob qualquer outra forma que resulte, direta ou indiretamente, em carga tributária menor que a decorrente... 82 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços ... da aplicação da alíquota mínima estabelecida no caput, exceto para os serviços a que se referem os subitens 7.02, 7.05 e 16.01 da lista anexa a esta Lei Complementar. (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) § 2º É nula a lei ou o ato do Município ou do Distrito Federal que não respeite as disposições relativas à alíquota mínima previstas neste artigo no caso de serviço prestado a tomador ou intermediário localizado em Município diverso daquele onde está localizado o prestador do serviço. (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) § 3º A nulidade a que se refere o § 2º deste artigo gera, para o prestador do serviço, perante o Município ou o Distrito Federal que não respeitar as disposições deste artigo, o direito à restituição do valor efetivamente pago do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza calculado sob a égide da lei nula. A retenção do serviço pela regra geral ficaria condicionada quando o ISS for devido no local da prestação do serviço conforme as exceções destacadas no art. 3º. Assim fica a cargo do tomador do serviço a responsabilidade da retenção do imposto no momento de sua apuração. 83 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços Acontece que na prática isso não funciona conforme está exemplificado na LC116/03 pois cada município por possuir sua própria regulamentação do ISS acaba que alteração o local onde o ISS deve ser retido. Devemos sempre observa a regra geral da LC116/03 como norteador do nosso entendimento mais no momento de apurarmos o tributo deveremos observar o regulamento interno de cada município. I – do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, na hipótese do § 1o do art. 1o desta Lei Complementar; II – da instalação dos andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas, no caso dos serviços descritos no subitem 3.05 da lista anexa; III – da execução da obra, no caso dos serviços descritos no subitem 7.02 e 7.19 da lista anexa; IV – da demolição, no caso dos serviços descritos no subitem 7.04 da lista anexa; V – das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.05 da lista anexa; 84 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços VI – da execução da varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer, no caso dos serviços descritos no subitem 7.09 da lista anexa; VII – da execução da limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da lista anexa; VIII – da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no caso dos serviços descritos no subitem 7.11 da lista anexa; IX – do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos, no caso dos serviços descritos no subitem 7.12 da lista anexa; XII - do florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação, reparação de solo, plantio, silagem, colheita, corte, descascamento de árvores, silvicultura, exploração florestal e serviços congêneres indissociáveis da formação, manutenção e colheita de florestas para quaisquer fins e por quaisquer meios; (Redação dada pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XIII – da execução dos serviços de escoramento, contenção de encostas e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.17 da lista anexa; 85 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços XIV – da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos no subitem 7.18 da lista anexa; XV – onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços descritos no subitem 11.01 da lista anexa; XVI - dos bens, dos semoventes ou do domicílio das pessoas vigiados, segurados ou monitorados, no caso dos serviços descritos no subitem 11.02 da lista anexa; (Redação dada pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XVII – do armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda do bem, no caso dos serviços descritos no subitem 11.04 da lista anexa; XVIII – da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e congêneres, no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12, exceto o 12.13, da lista anexa; XIX - do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo item 16 da lista anexa; (Redação dada pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.05 da lista anexa; 86 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.10 da lista anexa; XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. XXIII - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 5.09; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.05 da lista anexa; XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.10 da lista anexa; XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. XXIII - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 5.09; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços... 87 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços ... descritos pelo subitem 17.05 da lista anexa; XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.10 da lista anexa; XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. XXIII - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 5.09; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XXIV - do domicílio do tomador do serviço no caso dos serviços prestados pelas administradoras de cartão de crédito ou débito e demais descritos no subitem 15.01; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XXV - do domicílio do tomador do serviço do subitem 15.09. (Redação dada pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista anexa, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município em cujo território haja extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não. (Vide ADIN 3142) 88 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços XXIV - do domicílio do tomador do serviço no caso dos serviços prestados pelas administradoras de cartão de crédito ou débito e demais descritos no subitem 15.01; (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) XXV - do domicílio do tomador do serviço do subitem 15.09. (Redação dada pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista anexa, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município em cujo território haja extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não. (Vide ADIN 3142) § 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem 22.01 da lista anexa, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município em cujo território haja extensão de rodovia explorada. § 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do estabelecimento prestador nos serviços executados em águas marítimas, excetuados os serviços descritos no subitem 20.01. § 4º Na hipótese de descumprimento do disposto no caput ou no § 1º, ambos do art. 8º-A desta Lei Complementar, o imposto será devido no local... 89 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços ... do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado. (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) § 5º Ressalvadas as exceções e especificações estabelecidas nos §§ 6º a 12 deste artigo, considera-se tomador dos serviços referidos nos incisos XXIII, XXIV e XXV do caput deste artigo o contratante do serviço e, no caso de negócio jurídico que envolva estipulação em favor de unidade da pessoa jurídica contratante, a unidade em favor da qual o serviço foi estipulado, sendo irrelevantes para caracterizá-la as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 6º No caso dos serviços de planos de saúde ou de medicina e congêneres, referidos nos subitens 4.22 e 4.23 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar, o tomador do serviço é a pessoa física beneficiária vinculada à operadora por meio de convênio ou contrato de plano de saúde individual, familiar, coletivo empresarial ou coletivo por adesão. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 90 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços § 7º Nos casos em que houver dependentes vinculados ao titular do plano, será considerado apenas o domicílio do titular para fins do disposto no § 6º deste artigo. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 8º No caso dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e congêneres, referidos no subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar, prestados diretamente aos portadores de cartões de crédito ou débito e congêneres, o tomador é o primeiro titular do cartão. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 9º O local do estabelecimento credenciado é considerado o domicílio do tomador dos demais serviços referidos no subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar relativos às transferências realizadas por meio de cartão de crédito ou débito, ou a eles conexos, que sejam prestados ao tomador, direta ou indiretamente, por: (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) I - bandeiras; (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) II - credenciadoras; ou (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) III - emissoras de cartões de crédito e débito. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) 91 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços § 10. No caso dos serviços de administração de carteira de valores mobiliários e dos serviços de administração e gestão de fundos e clubes de investimento, referidos no subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar, o tomador é o cotista. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 11. No caso dos serviços de administração de consórcios, o tomador de serviço é o consorciado. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) § 12. No caso dos serviços de arrendamento mercantil, o tomador do serviço é o arrendatário, pessoa física ou a unidade beneficiária da pessoa jurídica, domiciliado no País, e, no caso de arrendatário não domiciliado no País, o tomador é o beneficiário do serviço no País. (Incluído pela Lei Complementar nº 175, de 2020) Quando houve a retenção do ISS na operação, o valor que seria devido pelo responsável do recolhimento será deduzido do valor do serviço cobrado(base de cálculo). 92 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços Exemplo: Valor do Serviço – R$ 1.000,00 Base de Cálculo do Serviço – R$ 1.000,00 Alíquota de ISS da operação – 5% Valor do ISS devido – 50,00 Valor da Retenção do ISS – 50,00 Valor Líquido da Nota Fiscal de Serviços – 950,00 O lançamento fiscal nada mais que a preparação para a apuração do ISS, no lançamento devemos avaliar quais são as informações que precisamos captar nos documentos fiscais que são imprescindíveis para o preenchimento do lançamento fiscais: • Data de Emissão • Data de Execução ou Conclusão do Serviço • Número • CNPJ/CPF • CNPJ/CPF Local da Prestação 93 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços • Código do Serviço • Modelo do Documento Fiscal • Serie do Documento fiscal • Valor Total do Documento Fiscal • Valor dos Materiais • Base de Cálculo do ISS • Alíquota do ISS • Valor do ISS • ISS Retido • Outras Retenções • Valor Líquido do Documentos Fiscal 94 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços 95 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços 96 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços A apuração nada mais que a consolidação dos lançamentos fiscais por isso é imprescindível o domínio dos lançamentos para que no momento da consolidação não tenha erros na consolidação. 97 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços É a apuração que vai definir o valor total do imposto a ser recolhido no final do período de apuração e também defini o valor total do faturamento bruto e líquido dos serviços do período de apuração. O produto da apuração são os livros de apuração do ISS e as guias de recolhimento. 98 Assistente Fiscal • ISS – Imposto Sobre Serviços 99 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Breve Histórico Em 31.12.1922 a união por meio da Lei 4.625 criou na constituição de 1891 o IVM – Imposto sobre Vendas Mercantis. Anos depois na constituição de 1932 o IVM foi transformado em IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações de competência estadual. Este foi o primeiro tributo que tinha como base de tributação o consumo interno. Com o advento da constituição de 1967 houve uma reforma tributária enorme no STN, e esta constituição trouxe a substituição do IVC pelo ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadoria. Os impostos sobre consumo nasceram juntos e foram divididos em três esferas de governo, IPI – Federal, ICM – Estadual e ISS – Municipal. Com a promulgação da constituição de 1988 a base de tributação do ICM foi ampliada, alçando assim base de outros tributos entre eles transporte, comunicação, energia elétrica entre outras e assim passou a se denominar como ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços. 10 0 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Estrutura Legislativa Constituição Federal – Art. 155 – Inciso II • ” Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: (...) • II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior; Código Tributário Nacional/Lei 5172/76 Lei Complementar 87/1996 – Lei Kandir • Regula os pontos básicos para instituição do tributo e deve server de base para as leis estaduais que criam o ICMS Lei Ordinária Estados e Distrito Federal. • Cria o ICMS nos Estados e no DF, não pode alterar o que já está disposto na LC, mais tem poder de definir as alíquotas internas e as penalidades Decreto Estadual • Aprova o Regulamento do ICMS e cria as obrigações acessórias 10 1 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Portarias, Resoluções...etc. • Normas complementares para explicar ou disciplinas o cumprimento da legislação Convênios CONFAZ • São acordos entre os Estados que tratam sobre benefícios fiscais e outros assuntos de relevância do ICMS. • Espécie – Imposto • Apuração – Regime Normal • Tributo Indireto ICMS é um dos maiores tributos devido sua complexidade e quantidade de legislações § 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte: I - será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal; 10 2 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços II - a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes; b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores; III - poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços; IV - resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros, estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação; V - é facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas, mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros; b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados, mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros; 10 3 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços VI - salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do disposto no inciso XII, "g", as alíquotas internas, nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços, não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais; VII - em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado, adotar-se-á: a) a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto; b) a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele; VII - nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, adotar-se-á a alíquota interestadual e caberá ao Estado de localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual; VIII - na hipótese da alínea "a" do inciso anterior, caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual; 10 4 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços VIII - a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que trata o inciso VII será atribuída: ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto; ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto; IX - incidirá também: a) sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo fixo do estabelecimento, assim como sobre serviço prestado no exterior, cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o estabelecimento destinatário da mercadoria ou do serviço; a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade, assim como sobre o serviço prestado no exterior, cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviço; b) b) sobre o valor total da operação, quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios; 10 5 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços X - não incidirá: a) sobre operações que destinem ao exterior produtos industrializados, excluídos os semielaborados definidos em lei complementar; a) sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores; b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia elétrica; c) sobre o ouro, nas hipóteses definidas no art. 153, § 5º; d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita; XI - não compreenderá, em sua base de cálculo, o montante do imposto sobre produtos industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configure fato gerador dos dois impostos; 10 6 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços XII - cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes; b) dispor sobre substituição tributária; c) disciplinar o regime de compensação do imposto; d) fixar, para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável, o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços; e) excluir da incidência do imposto, nas exportações para o exterior, serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X, "a" f) prever casos de manutenção de crédito, relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior, de serviços e de mercadorias; g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto incidirá uma única vez, qualquer que seja a sua finalidade, hipótese em que não se aplicará o disposto no inciso X, b ; 10 7 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços i) fixar a base de cálculo, de modo que o montante do imposto a integre, também na importação do exterior de bem, mercadoria ou serviço. § 3º À exceção dos impostos de que tratam o inciso II do caput deste artigo e o art. 153, I e II, nenhum outro imposto poderá incidir sobre operações relativas a energia elétrica, serviços de telecomunicações, derivados de petróleo, combustíveis e minerais do País. § 4º Na hipótese do inciso XII, h, observar-se-á o seguinte: I - nas operações com os lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo, o imposto caberá ao Estado onde ocorrer o consumo; II - nas operações interestaduais, entre contribuintes, com gás natural e seus derivados, e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo, o imposto será repartido entre os Estados de origem e de destino, mantendo-se a mesma proporcionalidade que ocorre nas operações com as demais mercadorias; III - nas operações interestaduais com gás natural e seus derivados, e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo,... 10 8 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... destinadas a não contribuinte, o imposto caberá ao Estado de origem; IV - as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação dos Estados e Distrito Federal, nos termos do § 2º, XII, g , observando-se o seguinte: serão uniformes em todo o território nacional, podendo ser diferenciadas por produto; poderão ser específicas, por unidade de medida adotada, ou ad valorem , incidindo sobre o valor da operação ou sobre o preço que o produto ou seu similar alcançaria em uma venda em condições de livre concorrência; c) poderão ser reduzidas e restabelecidas, não se lhes aplicando o disposto no art. 150, III, b . § 5º As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4º, inclusive as relativas à apuração e à destinação do imposto, serão estabelecidas mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do § 2º, XII, g 10 9 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Limitações Tributárias Incidência: origem legal sobre um evento, que fará nascer a obrigação tributária. Diferimento: transferência do fato gerador para outra etapa, ou seja, uma espécie de adiantamento do pagamento do imposto. Art.260 RICMS. Isenção: dispensa legal do pagamento do tributo específico de um evento. Art.175 do CTN. Prevista do Anexo I do RICMS. Exemplo: exposição ou feiras, amostra grátis, remessa de vasilhame. Suspensão: deixar de cobrar o tributo por determinado período, ou seja, é adiado para um momento futuro, sem transferir a responsabilidade tributária. Exemplo: demonstração (art.319, § 1º - sessenta dias), industrialização (art.402 – 180 dias, art. 409), ambos do RICMS. Imunidade: limitação constitucional de não poder tributar em evento específico. Exemplo: livros, jornais e periódicos. 11 0 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Alíquota zero: evento tributável mas que, momentaneamente, sofre tributação nula. Não incidência: competência existente sobre a tributação específica de um evento, ou seja, fato ou ato praticado não se enquadra na lei tributária como sendo devido ao imposto. Prevista no Art.7º do RICMS. Exemplo: saída para o ativo imobilizado, conserto, locação. Contribuinte do ICMS – Art. 4º Lei Complementar 87/96 Contribuinte do ICMS é qualquer pessoa física ou jurídica, que realize operações de circulação de mercadoria (transferência de posse) ou prestação de transporte intermunicipal e interestadual, comunicação e energia elétrica, operações de importação. Contribuinte do ICMS: Responsável Contribuinte do ICMS responsável como o próprio nome já diz é aquele que por lei tem a obrigação de fazer o recolhimento do ICMS, ou seja assume a obrigação de pagar o tributo, bem como os atos a ele decorrentes. 11 1 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Contribuinte do ICMS: Substituto Contribuinte do ICMS substituto é a pessoa obrigada ao pagamento do tributo objeto de obrigação e de cujo fato gerador não participou diretamente. Contribuinte do ICMS: Substituído Contribuinte do ICMS substituído que causa o fato gerador mais pela legislação fica dispensada do recolhimento. Art. 4º Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. Parágrafo único. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: 11 2 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços I – importe mercadorias ou bens do exterior, qualquer que seja a sua finalidade; II - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados; IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado, quando não destinados à comercialização ou à industrialização. Art. 2° O imposto incide sobre: I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; III - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio,... 11 3 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; IV - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios; V - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. § 1º O imposto incide também: I - sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo permanente do estabelecimento; I - sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade; 11 4 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços II - sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; III - sobre a entrada, no território do Estado destinatário, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. § 2º A caracterização do fato gerador independe da natureza jurídica da operação que o constitua. Art. 3º O imposto não incide sobre: I - operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão; II - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e produtos industrializados semielaborados, ou serviços; III - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou à comercialização; 11 5 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços IV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial; V - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar; VI - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie; VII - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor; VIII - operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário; IX - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. Parágrafo único. Equipara-se às operações de que trata o inciso II a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior,... 11 6 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... destinada a: I - empresa comercial exportadora, inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa; II - armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. Art. 12. Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento: I - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento; III - da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado, no Estado do transmitente; IV - da transmissão de propriedade de mercadoria, ou de título que a represente, quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente; V - do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, de qualquer natureza; 11 7 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços VI - do ato final do transporte iniciado no exterior; VII - das prestações onerosas de serviços de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; VIII - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios; b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual, como definido na lei complementar aplicável; IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior; X - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior; XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados; XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado, quando não destinados à comercialização ou à industrialização; 11 8 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços XIII - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente. § 1º Na hipótese do inciso VII, quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha, cartão ou assemelhados, considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. § 2º Na hipótese do inciso IX, após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço, que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, salvo disposição em contrário. § 3º Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador neste momento, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em... 11 9 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... contrário, exigir a comprovação do pagamento do imposto. O art. 13 da LC 87/96 trata da regra geral da formação da Base de Cálculo Art. 13. A base de cálculo do imposto é: I - na saída de mercadoria prevista nos incisos I, III e IV do art. 12, o valor da operação; II - na hipótese do inciso II do art. 12, o valor da operação, compreendendo mercadoria e serviço; III - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, o preço do serviço; IV - no fornecimento de que trata o inciso VIII do art. 12; a) o valor da operação, na hipótese da alínea a; b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada, na hipótese da alínea b; V - na hipótese do inciso IX do art. 12, a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, observado o disposto no art. 14; 12 0 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços b) imposto de importação; c) imposto sobre produtos industrializados; d) imposto sobre operações de câmbio; e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas aduaneiras; VI - na hipótese do inciso X do art. 12, o valor da prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a sua utilização; VII - no caso do inciso XI do art. 12, o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente; VIII - na hipótese do inciso XII do art. 12, o valor da operação de que decorrer a entrada; IX - na hipótese do inciso XIII do art. 12, o valor da prestação no Estado de origem. § 1º Integra a base de cálculo do imposto, inclusive na hipótese do inciso V do caput deste artigo: 12 1 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços I - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle; II - o valor correspondente a: a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como descontos concedidos sob condição; b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. § 2º Não integra a base de cálculo do imposto o montante do Imposto sobre Produtos Industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configurar fato gerador de ambos os impostos. § 3º No caso do inciso IX, o imposto a pagar será o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, sobre o valor ali previsto. 12 2 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços § 4º Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outro Estado, pertencente ao mesmo titular, a base de cálculo do imposto é: I - o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria; II - o custo da mercadoria produzida, assim entendida a soma do custo da matéria-prima, material secundário, mão-de-obra e acondicionamento; III - tratando-se de mercadorias não industrializadas, o seu preço corrente no mercado atacadista do estabelecimento remetente. § 5º Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes, caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação, a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. As alíquotas serão definidas baseadas no princípio da seletividade. Como cada Estado tem capacidade de instituir o tributo com as alíquotas não é diferente, cada Estado define suas alíquotas internas. As alíquotas interestaduais são definidas pelo Senado, assim os Estado não pode... 12 3 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... alterar esses percentuais. Assim temos as alíquotas internas são aquelas regulamentas pela legislação do próprio Estado e são utilizadas somente nas operações realizadas dentro do território do Estado. A alíquotas interestaduais são regulamentadas pelo Senado e são utilizadas nas operações realizadas entre os estados Cada Estado define sua alíquota comum, ou seja a alíquota comum é alíquota incidente na maior para das operações tratadas pela legislação. Os Estados também definem alíquota reduzidas como “benefícios” e também alíquotas majoradas onde a tributação será mais alta visando a desestimular o consumo de produtos específicos. As alíquotas internas não podem ser menores do que as alíquotas previstas para as operações interestaduais. Alíquotas Interestaduais. 12 4 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Operações realizadas do Sul e Sudeste (menos ES) para Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Espirito Santo – 7% Operações realizadas do Sul e Sudeste (menos ES) para do Sul e Sudeste (menos ES) – 12% Operação com Produtos Importados – 4% Existem outras alíquotas que são tratadas como benefícios fiscal. Alíquotas Internas As alíquota internas dos Estados giram entre 17% – 17,5% - 18% - 20% - 21% - 22% Também existem alíquotas internas maiores ou menores que as comuns mais são muitos especificas de cada regulamento. 12 5 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Como o ICMS é um imposto regido pelo princípio da não-cumulatividade é permitido o aproveitamento de crédito relativo as operação de entrada. Os créditos são realizado com base na atividade da empresa, assim não é permitido crédito relativo a produtos que não façam parte da atividade fim da empresa. É importante ressaltar desde já que cada tributo regido pela não- cumulatividade tem sua particularidade, então para cada tributa sujeito a este regime devemos considerar suas particularidades. Para considerar os crédito é preciso entender a atividade desenvolvida pela empresa, para assim possamos considerar quais serão os possíveis créditos para aquela empresa. Créditos possíveis • Mercadorias adquiridas para revenda; • Matéria-Prima e Insumos integrados ao processo produtivo; • Ativo Imobilizado – CIAP; 12 6 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços • Energia Elétrica; • Combustível; • Fretes; • Devolução; • Simples Nacional; • Matéria-Prima e Insumo adquirida com ICMS retido; • Créditos Outorgados e Presumidos. Créditos Vedados • Uso e Consumo; • Operações subsequentes Isentas e Não Tributadas; • Operações não relacionada a atividade fim da empresa; • Comunicação; • Documento Inidôneo. 12 7 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Benefícios fiscais são situações colocadas pela legislação onde resulte direta ou indiretamente nas postergação do prazo de recolhimento do tributo, dispensa ou redução, total ou parcial, do valor do imposto de determinada operação. Os benefícios fiscais que temos para o ICMS são: • Isenção; • Não Tributação; • Diferimento; • Suspenção; • Redução da Base de Calculo; • Redução da Carga Tributária; • Crédito Outorgado ou Presumido; • Manutenção do Crédito; • Devolução do Crédito Total ou Parcial. Os benefícios além se estarem ligado as questões do princípio da... 12 8 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... seletividade eles também são gatilhos para estimular determinados pontos da economia. A substituição tributária (ST) é um “mecanismo” criado desde a vigência do ICM na década de 70, esse mecanismo ele foi criado com intuito de facilitar o controle de arrecadação do tributo, ou seja a ST nada mais é que uma concentração da arrecadação do tributo em um único momento da cadeia comercial. Com isso começam as surgir as questões polemicas como as antecipações dos fatos geradores futuros. Como o próprio nome já define a substituição tributária substitui fato geradores sejam eles anteriores ao fato gerador atual, concomitantes ou subsequentes(posteriores ao fato gerador atual): Fatos Anteriores: Conhecida como substituição tributária para trás geralmente está ligada a operações com estabelecimentos produtores rurais com destino a estabelecimentos industriais(Diferimento). 12 9 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Fatos Posteriores: Este é o “modelo” mais comum onde a responsabilidade do recolhimento do tributo de fatos geradores futuros é assumida pelo substituto tributário – também pode ser chamado de fato gerador presumido pois como os fatos geradores futuros ainda não ocorreram o fisco acaba impondo ao contribuinte uma situação que pode não ocorrer no futuro(Retenção na fonte). Concomitantes: Essa modalidade é a condição onde a responsabilidade do recolhimento do tributo a outro contribuinte, e não aquele que está realizando a operação simultaneamente com a ocorrência do fato gerador. Os principais motivos para a existência da ST é a simplificação da fiscalização – pequeno número de fabricantes em frente a varejistas, e também a tendência é que as empresa varejista são menores que os fabricantes – alta rotatividade – fácil identificação – preços mais estáveis e uniformes. A ST das operações posteriores não possuía previsão na constituição e... 13 0 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... nem no CTN, por este motivo houve diversos questionamentos acerda da inconstitucionalidade dessa cobrança. IVA ou MVA – Índice de valor agregado ou margem de valor agregado O IVA e/ou MVA é um percentual estipulado pelo fisco onde este valor é calculo com base em estudos de mercado, esse percentual é agregado ao valor da operação que será realizada a fim de agregar a operação a “margem de lucro” da operações futuras para que possa ser recolhido antecipadamente o tributo referido. IVA ou MVA – Ajustado O IVA e/ou MVA Ajustado é utilizado nas operações interestaduais pois o IVA ou MVA definido pelos Estados está harmonizado em sua alíquota interna (comum) então quando é realizado a operação interestadual o percentual precisa ser harmonizado na alíquota interestadual. 13 1 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Quando ajusta o IVA e quando não ajusta? Convênios e Protocolos A Substituição Tributária também é tratada muitas das vezes nas operações interestaduais devido as diferenças das alíquotas interestaduais e das alíquotas internas. Assim os convênios e protocolos vem para harmonizar o recolhimento do tributo. GNRE Guia Nacional de Recolhimentos de Tributos Estaduais é o documento emitido para realizar os recolhimentos do imposto nas operações interestaduais da substituição tributária. Cálculo Base de Cálculo ICMS-ST 13 2 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Para realizar o cálculo da BC ICMS ST vamos fazer da seguinte forma: Operação Própria: Valor do Produtos + IPI + Frete + Despesas Acessórias + Seguros = BC ICMS BC ICMS * IVA = “X” X + BC ICMS = BC ICMS ST ICMS-ST Para calcular o ICMS-ST valor utilizar o produto “X” do cálculo anterior. X * Alíquota de ICMS da Operação = ICMS-ST IVA Ajustado 13 3 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços IVA ou MVA Ajustado = ((1+IVA Original)*(1-Alíquota Interestadual)/(1- Alíquota Interna))-1 Simples Nacional Para empresas optante do simples nacional a Substituição Tributária ocorrerá da mesma forma em que ocorre em uma empresa do regime normal, assim todos os cálculos são considerados da mesma forma na condição da ST, somente a operação própria será recolhida dentro do Simples Nacional. Quando não ocorre a Substituição Tributária Podem ocorrer situações onde a operação/mercadoria está sujeita ao regime da substituição tributária mais por alguma condição não ira ocorrer a incidência da ST, as condições são: • Venda para consumidor final(CPF oi CNPJ sem IE); • Venda para empresas que irão utilizar o produto no processo produtivo; 13 4 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços • Venda para empresas que irão utilizar o produto como uso e consumo ou ativo imobilizado. Quais Produtos Estão sujeito as ST CEST O CEST – Código Especificador da Substituição Tributária é como se fosse o RG da substituição tributária é esse código que ira identificar o produto nas condições da substituição tributária. No desenvolver de nosso curso iremos nos aprofundar mais sobre este código. Diferencial de Alíquotas O diferencial de alíquotas nada mais é uma operação que ocorre entre empresas de Estados diferentes onde nossa operação será considerada a alíquota interna do Estado do destinatário e a alíquota interestadual que estará destacada no documentos fiscal do remetente da operação. 13 5 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Naturalmente as alíquotas internas são maiores que as alíquotas interestaduais e por este motivo ocorre o diferencial de alíquotas. Em uma empresa do regime normal o diferencial de alíquotas será apurado nas operações de aquisição de produtos utilizados como uso e consumo e os produtos destinados a integração do ativo imobilizado da empresa. No Simples Nacional o diferencial de alíquotas será considerado em todas as operações de aquisição interestadual. Precisamos observar também que se caso o produto esteja sujeito a substituição tributária na operação interestadual não haverá a incidência do diferencial de alíquotas. DIFAL Para entendermos o DIFAL primeiro vamos falar como ocorriam as operação antes da instituição do DIFAL na Constituição Federal, Antes de 2016 as... 13 6 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... operações interestaduais de saídas destinadas a consumidor final ou empresa não contribuintes do ICMS o ICMS destacado no documento fiscal era a alíquota de ICMS da operação interna do Estado do remetente da operação. O recolhimento do ICMS ficava para o Estado de origem da operação, com isso nasceu uma das “Guerra Fiscal” relacionadas ao ICMS pois no caso em questão os Estados de destino requeriam que o ICMS dessas operações fossem recolhidos no destino, ou seja eles queriam aquele imposto para eles. Como essa situação era definida através da constituição federal precisava de uma emenda a constituição para que o recolhimento passasse a ser feito nos Estados de destinos das operações. Com o grande crescimento das operações não presenciais (vendas pela internet) começou a ser mais discutido essa condição e em 2015 onde foi criada a Emenda Constitucional 87/2015, que a partir de 2016 tivemos a... 13 7 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ... alteração dessas operações. A partir de 2016 essas operações foram alteradas na medida em que a alíquota da operação destacada no documento fiscal é a alíquota interestadual e a partir dessa alteração o contribuinte remetente da operação passou a recolher para o Estado de destino a diferença da alíquota interestadual com a alíquota interna do destino assim no fim das contas o valor recolhido acaba sendo o mesmo como era antes da alterações, a alteração também trouxe uma condição onde era repartido o ICMS da diferença entre as alíquotas conforme falamos anteriormente para o Estado de destino e do Estado de origem, até que em 2019 o recolhimento dessa diferença foi totalmente transferida para o Estado de destino da operação. Com o advento do DIFAL as empresa do simples nacional no primeiro momento também ficaram sujeitas a esse recolhimento e acabaram perdendo a competitividade, com isso foi feita a ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.464 onde foi retirada essa obrigatoriedade de recolhimento por parte das empresas optantes do Simples Nacional. 13 8 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Lançamento Fiscal Lançamento Fiscal nada mais é que o registro das operações de entradas e saídas relacionados ao ICMS, temos como padrão uma estrutura básico onde podemos validar esse lançamentos. O que precisamos é compreender a fundo essa estrutura pois é esse o ponto de partida para compreender a mecânica nos sistema contábeis e ERP’s. Valor Contábil + Base de Cálculo + Isento Não Tributado + Outras + IPI + ICMS-ST Apuração A apuração do ICMS nada mais é que a reunião dos lançamentos fiscais onde é feita a verificação se ao final de um período de apuração o contribuinte teve mais créditos onde esses valores serão transferidos para períodos futuros ou débito onde após a apuração deverá ser recolhido o imposto. 13 9 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços 14 0 Assistente Fiscal • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços 14 1 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados Breve Histórico O IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados nasce em 30 de novembro de 1964 através da Lei 4.502/64 como Imposto de Consumo. Em 18 de novembro de 1966 através do Decreto Lei 34/66 adota o nome definitivo de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados. Somente em 2010 através do Decreto 7.212/2010 temos uma alteração grande no Regulamento deste Imposto. Em 2011 o Decreto 7.660/2011 traz a TIPI – Tabela de Incidência do IPI Constituição Federal – Art. 153 – Inciso IV Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 14 2 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados Regulamento do IPI – Decreto 7.212/10 Decretos, Instruções Normativas ” Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre (...) IV - produtos industrializados; Todas a regras e diretrizes do imposto. Dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam trazer um melhor entendimento da legislação. § 1º É facultado ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei, alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I, II, IV e V. § 3º O imposto previsto no inciso IV: 14 3 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados I - será seletivo, em função da essencialidade do produto; II - será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores; III - não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. IV - terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de bens de capital pelo contribuinte do imposto, na forma da lei. Princípio Constitucionais Princípio da Legalidade Este princípio aplica-se parcialmente ao IPI pois o Poder Executivo pode aumentar em até 30% ou reduzir a zero a alíquota do imposto. Princípio da Anterioridade A alínea b do art. 150 não alcança o IPI então as alterações relacionadas... 14 4 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... a alíquota passam a valer na data de publicação do decreto que fez a alteração. Agora altera quando houver um lei que alterar questões relacionadas a BC do IPI essa deverá observar o princípio da noventena. Primeiro devemos entender o que é um estabelecimento industrial e o que são os estabelecimentos equiparados a industrial: Estabelecimento Industrial Art. 8º Estabelecimento industrial é o que executa qualquer das operações referidas no art. 4º, de que resulte produto tributado, ainda que de alíquota zero ou isento Estabelecimentos Equiparados a Industrial Art. 9º Equiparam-se a estabelecimento industrial: 14 5 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados I - os estabelecimentos importadores de produtos de procedência estrangeira, que derem saída a esses produtos; II - os estabelecimentos, ainda que varejistas, que receberem, para comercialização, diretamente da repartição que os liberou, produtos importados por outro estabelecimento da mesma firma; III - as filiais e demais estabelecimentos que exercerem o comércio de produtos importados, industrializados ou mandados industrializar por outro estabelecimento da mesma firma, salvo se aqueles operarem exclusivamente na venda a varejo e não estiverem enquadrados na hipótese do inciso II; IV - os estabelecimentos comerciais de produtos cuja industrialização tenha sido realizada por outro estabelecimento da mesma firma ou de terceiro, mediante a remessa, por eles efetuada, de matérias-primas, produtos intermediários, embalagens, recipientes, moldes, matrizes ou modelos V - os estabelecimentos comerciais de produtos do Capítulo 22 da TIPI, cuja industrialização tenha sido encomendada a estabelecimento industrial, sob marca ou nome de fantasia de propriedade do encomendante, de terceiro ou do próprio executor da encomenda; 14 6 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados VI - os estabelecimentos comerciais atacadistas dos produtos classificados nas Posições 71.01 a 71.16 da TIPI (Lei nº 4.502, de 1964, Observações ao Capítulo 71 da Tabela); VII - os estabelecimentos atacadistas e cooperativas de produtores que derem saída a bebidas alcoólicas e demais produtos, de produção nacional, classificados nas Posições 22.04, 22.05, 22.06 e 22.08 da TIPI e acondicionados em recipientes de capacidade superior ao limite máximo permitido para venda a varejo, com destino aos seguintes estabelecimentos (Lei nº 9.493, de 1997, art. 3º): a) industriais que utilizarem os produtos mencionados como matéria-prima ou produto intermediário na fabricação de bebidas; b) atacadistas e cooperativas de produtores; ou c) engarrafadores dos mesmos produtos; VIII - os estabelecimentos comerciais atacadistas que adquirirem de estabelecimentos importadores produtos de procedência estrangeira, classificados nas Posições 33.03 a 33.07 da TIP I (Medida Provisória... 14 7 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, art. 39); IX - os estabelecimentos, atacadistas ou varejistas, que adquirirem produtos de procedência estrangeira, importados por encomenda ou por sua conta e ordem, por intermédio de pessoa jurídica importadora; X - os estabelecimentos atacadistas dos produtos da Posição 87.03 da TIPI (Lei n o 9.779, de 19 de janeiro de 1999, art. 12) XI - os estabelecimentos comerciais atacadistas dos produtos classificados nos Códigos e Posições 2106.90.10 Ex. 02, 22.01, 22.02, exceto os Ex. 01 e Ex. 02 do Código 2202.90.00, e 22.03, da TIPI , de fabricação nacional, sujeitos ao imposto conforme regime geral de tributação de que trata o art. 222; XII - os estabelecimentos comerciais varejistas que adquirirem os produtos de que trata o inciso XI, diretamente de estabelecimento industrial, ou de encomendante equiparado na forma do inciso XIII; XIII - os estabelecimentos comerciais de produtos de que trata o inciso XI, cuja industrialização tenha sido por eles encomendada a estabelecimento industrial, sob marca ou nome de fantasia de propriedade do encomendante, de terceiro ou do próprio executor da encomenda; 14 8 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados XIV - os estabelecimentos comerciais atacadistas dos produtos classificados nos Códigos e Posições 2106.90.10 Ex 02, 22.01, 22.02, exceto os Ex 01 e Ex 02 do Código 2202.90.00, e 22.03, da TIPI, de procedência estrangeira, sujeitos ao imposto conforme regime geral de tributação de que trata o art. 222; e XV - os estabelecimentos comerciais varejistas que adquirirem os produtos de que trata o inciso XIV, diretamente de estabelecimento importador. § 1º Nas hipóteses do inciso IX, a Secretaria da Receita Federal do Brasil: I - deverá estabelecer requisitos e condições para a atuação de pessoa jurídica importadora: a) por conta e ordem de terceiro; ou b) que adquira mercadorias no exterior para revenda a encomendante predeterminado; e II - poderá exigir prestação de garantia como condição para a entrega de... 14 9 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... mercadorias, quando o valor das importações for incompatível com o capital social ou o patrimônio líquido do importador ou encomendante predeterminado ou, no caso de importação por conta e ordem, do adquirente. § 2º Presume-se por conta e ordem de terceiro, ressalvado o disposto no § 3º, a operação de comércio exterior realizada nas condições previstas no inciso IX: I - mediante utilização de recursos daquele; ou II - em desacordo com os requisitos e condições estabelecidos nos termos da alínea “b” do inciso I do § 1º § 3º Considera-se promovida por encomenda, nos termos do inciso IX, não configurando importação por conta e ordem, a importação realizada com recursos próprios da pessoa jurídica importadora que adquira mercadorias no exterior para revenda a encomendante predeterminado, participando ou não o encomendante das operações comerciais relativas à aquisição dos... 15 0 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... produtos no exterior, ressalvado o disposto na alínea “b” do inciso I do § 1º § 4º No caso do inciso X, a equiparação aplica-se, inclusive, ao estabelecimento fabricante do produtos da Posição 87.03 da TIPI, em relação aos produtos da mesma Posição, produzidos por outro fabricante, ainda que domiciliado no exterior, que revender. § 5 º O disposto nos incisos XI a XV, relativamente aos produtos classificados nas posições 22.01 e 22.02 da TIPI, alcança exclusivamente aqueles mencionados no parágrafo único do art. 222. § 6º Os estabelecimentos industriais quando derem saída a matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem, adquiridos de terceiros, com destino a outros estabelecimentos, para industrialização ou revenda, serão considerados estabelecimentos comerciais de bens de produção e obrigatoriamente equiparados a estabelecimento industrial em relação a... 15 1 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... essas operações § 7º Aos estabelecimentos comerciais atacadistas e varejistas de cigarros e cigarrilhas dos Códigos 2402.20.00, excetuados os classificados no Ex. 01, e 2402.10.00 da TIPI , de fabricação nacional ou importados, não se aplicam as equiparações a estabelecimento industrial previstas na legislação do imposto § 8º O previsto no § 7 º não se aplica aos estabelecimentos comerciais atacadistas e varejistas que receberem, com suspensão do imposto, cigarros saídos do estabelecimento industrial até 30 de abril de 2009 e cigarrilhas saídas do estabelecimento industrial até 31 de agosto de 2011 Art. 10. São equiparados a estabelecimento industrial os estabelecimentos atacadistas que adquirirem os produtos relacionados no Anexo III da Lei nº 7.798, de 10 de julho de 1989 , de estabelecimentos industriais ou dos estabelecimentos equiparados a industriais de que tratam os incisos I a V do art. 9º 15 2 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados § 1º O disposto neste artigo aplica-se nas hipóteses em que o adquirente e o remetente dos produtos sejam empresas controladoras ou controladas - Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, art. 243 , coligadas - Lei n o 10.406, de 10 de janeiro de 2002, art. 1.099 , e Lei no 11.941, de 27 de maio de 2009, art. 46, parágrafo único , interligadas - Decreto-Lei n o 1.950, de 14 de julho de 1982, art. 10, § 2º - ou interdependentes (Lei nº 7.798, de 1989, art. 7º § 1º). § 2º Da relação de que trata o caput poderão, mediante decreto, ser excluídos produtos ou grupo de produtos cuja permanência se torne irrelevante para arrecadação do imposto, ou incluídos outros cuja alíquota seja igual ou superior a quinze por cento. Equiparados a Industrial por Opção Art. 11. Equiparam-se a estabelecimento industrial, por opção: I - os estabelecimentos comerciais que derem saída a bens de produção,... 15 3 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... para estabelecimentos industriais ou revendedores, observado o disposto na alínea “a” do inciso I do art. 14; e II - as cooperativas, constituídas nos termos da Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971, que se dedicarem à venda em comum de bens de produção, recebidos de seus associados para comercialização. O Contribuintes do IPI são definidos ali no art. 24 do RIPI Art. 24. São obrigados ao pagamento do imposto como contribuinte: I - o importador, em relação ao fato gerador decorrente do desembaraço aduaneiro de produto de procedência estrangeira; II - o industrial, em relação ao fato gerador decorrente da saída de produto que industrializar em seu estabelecimento, bem como quanto aos demais fatos geradores decorrentes de atos que praticar; III - o estabelecimento equiparado a industrial, quanto ao fato gerador relativo aos produtos que dele saírem, bem como quanto aos demais fatos geradores decorrentes de atos que praticar; e 15 4 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados IV - os que consumirem ou utilizarem em outra finalidade, ou remeterem a pessoas que não sejam empresas jornalísticas ou editoras, o papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, quando alcançado pela imunidade prevista no inciso I do art. 18 ( Lei nº 9.532, de 1997, art. 40 ). Parágrafo único. Considera-se contribuinte autônomo qualquer estabelecimento de importador, industrial ou comerciante, em relação a cada fato gerador que decorra de ato que praticar ( Lei nº 5.172, de 1966, art. 51, parágrafo único ). Estabelecimentos Atacadistas e Varejistas Art. 14. Para os efeitos deste Regulamento, consideram-se: I - estabelecimento comercial atacadista, o que efetuar vendas: a) de bens de produção, exceto a particulares em quantidade que não exceda a normalmente destinada ao seu próprio uso; 15 5 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados b) de bens de consumo, em quantidade superior àquela normalmente destinada a uso próprio do adquirente; e c) a revendedores; e II - estabelecimento comercial varejista, o que efetuar vendas diretas a consumidor, ainda que realize vendas por atacado esporadicamente, considerando-se esporádicas as vendas por atacado quando, no mesmo semestre civil, o seu valor não exceder a vinte por cento do total das vendas realizadas O fato gerado do IPI é constituído no RIPI no art. 35 e no art. 36 temos a hipóteses onde são considerados como ocorrido o fato gerador Art. 35. Fato gerador do imposto é: I - o desembaraço aduaneiro de produto de procedência estrangeira; ou II - a saída de produto do estabelecimento industrial, ou equiparado a industrial. 15 6 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados Parágrafo único. Para efeito do disposto no inciso I, considerar-se-á ocorrido o respectivo desembaraço aduaneiro da mercadoria que constar como tendo sido importada e cujo extravio ou avaria venham a ser apurados pela autoridade fiscal, inclusive na hipótese de mercadoria sob regime suspensivo de tributação A Base de Cálculo do IPI está definida no arts. 190 a 194 do RIPI Primeiro o regulamento constitui a formação da base de cálculo para produtos de procedência estrangeira I - dos produtos de procedência estrangeira: a) o valor que servir ou que serviria de base para o cálculo dos tributos aduaneiros, por ocasião do despacho de importação, acrescido do montante desses tributos e dos encargos cambiais efetivamente pagos pelo importador ou dele exigíveis (Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, inciso I, alínea “b”); e 15 7 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados b) o valor total da operação de que decorrer a saída do estabelecimento equiparado a industrial (Lei nº 4.502, de 1964, art. 18); E posteriormente o inciso II traz a formação para produtos nacionais: II - dos produtos nacionais, o valor total da operação de que decorrer a saída do estabelecimento industrial ou equiparado a industrial. § 1º O valor da operação referido na alínea “b” do inciso I e no inciso II compreende o preço do produto, acrescido do valor do frete e das demais despesas acessórias, cobradas ou debitadas pelo contribuinte ao comprador ou destinatário § 2º Será também considerado como cobrado ou debitado pelo contribuinte, ao comprador ou destinatário, para efeitos do disposto no § 1º, o valor do frete, quando o transporte for realizado ou cobrado por firma controladora ou controlada - Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, art. 243, coligadas - Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, art. 1.099, e Lei nº 11.941,... 15 8 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... de 27 de maio de 2009, art. 46, parágrafo único, ou interligada - Decreto-Lei nº 1.950, de 1982, art. 10, § 2º - do estabelecimento contribuinte ou por firma com a qual este tenha relação de interdependência, mesmo quando o frete seja subcontratado (Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, § 3º, e Lei nº 7.798, de 1989, art. 15 ). § 3º Não podem ser deduzidos do valor da operação os descontos, diferenças ou abatimentos, concedidos a qualquer título, ainda que incondicionalmente ( Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, § 2º, Decreto-Lei nº 1.593, de 1977, art. 27, e Lei nº 7.798, de 1989, art. 15 ). § 4º Nas saídas de produtos a título de consignação mercantil, o valor da operação referido na alínea “b” do inciso I e no inciso II do caput , será o preço de venda do consignatário, estabelecido pelo consignante. § 5º Poderão ser excluídos da base de cálculo do imposto os valores recebidos pelo fabricante ou importador nas vendas diretas ao consumidor final dos veículos classificados nas Posições 87.03 e 87.04 da TIPI,... 15 9 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... por conta e ordem dos concessionários de que trata a Lei nº 6.729, de 28 de novembro de 1979, a estes devidos pela intermediação ou entrega dos veículos, nos termos estabelecidos nos respectivos contratos de concessão (Lei nº 10.485, de 2002, art. 2º ). § 6º Os valores referidos no § 5º não poderão exceder a nove por cento do valor total da operação Art. 191. Nos casos de produtos industrializados por encomenda, será acrescido, pelo industrializador, ao valor da operação definido no art. 190 , salvo se se tratar de insumos usados, o valor das matérias-primas, dos produtos intermediários e dos materiais de embalagem, fornecidos pelo encomendante, desde que este não destine os produtos industrializados (Lei nº 4.502, de 1964, art. 14, § 4º, Decreto-Lei nº 1.593, de 1977, art. 27, e Lei nº 7.798, de 1989, art. 15 ): I - a comércio; II - a emprego, como matéria-prima ou produto intermediário, em nova... 16 0 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... industrialização; ou III - a emprego no acondicionamento de produtos tributados. Art. 192. Considera-se valor tributável o preço corrente do produto ou seu similar, no mercado atacadista da praça do remetente, na forma do disposto nos arts. 195 e 196 , na saída do produto do estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, quando a saída se der a título de locação ou arrendamento mercantil ou decorrer de operação a título gratuito, assim considerada também aquela que, em virtude de não transferir a propriedade do produto, não importe em fixar-lhe o preço (Lei nº 4.502, de 1964, art. 16). Art. 193. Na saída de produtos do estabelecimento do importador, em arrendamento mercantil, nos termos da Lei n o 6.099, de 12 de setembro de 1974, o valor tributável será: I - o preço corrente do mercado atacadista da praça em que o estabelecimento arrendador estiver domiciliado (Lei nº 6.099, de 1974, art. 18, e Lei nº 7.132, de 26 de outubro de 1983, art. 1º, inciso III ); ou 16 1 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados II - o valor que serviu de base de cálculo do imposto no desembaraço aduaneiro, se for demonstrado comprovadamente que o preço dos produtos importados é igual ou superior ao que seria pago pelo arrendatário se os importasse diretamente (Lei nº 6.099, de 1974, art. 18, § 2º). Art. 226. Os estabelecimentos industriais e os que lhes são equiparados poderão creditar-se (Lei nº 4.502, de 1964, art. 25): I - do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem, adquiridos para emprego na industrialização de produtos tributados, incluindo-se, entre as matérias-primas e os produtos intermediários, aqueles que, embora não se integrando ao novo produto, forem consumidos no processo de industrialização, salvo se compreendidos entre os bens do ativo permanente; II - do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem, quando remetidos a terceiros para industrialização sob encomenda, sem transitar pelo estabelecimento adquirente; 16 2 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados III - do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem, recebidos de terceiros para industrialização de produtos por encomenda, quando estiver destacado ou indicado na nota fiscal; IV - do imposto destacado em nota fiscal relativa a produtos industrializados por encomenda, recebidos do estabelecimento que os industrializou, em operação que dê direito ao crédito; V - do imposto pago no desembaraço aduaneiro; VI - do imposto mencionado na nota fiscal que acompanhar produtos de procedência estrangeira, diretamente da repartição que os liberou, para estabelecimento, mesmo exclusivamente varejista, do próprio importador; VII - do imposto relativo a bens de produção recebidos por comerciantes equiparados a industrial; VIII - do imposto relativo aos produtos recebidos pelos estabelecimentos equiparados a industrial que, na saída destes, estejam sujeitos ao imposto, nos demais casos não compreendidos nos incisos V a VII; IX - do imposto pago sobre produtos adquiridos com imunidade, isenção ou suspensão quando descumprida a condição, em operação que dê direito ao crédito; e 16 3 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados Os estabelecimentos industriais e os que lhes são equiparados poderão creditar-se (Lei nº 4.502, de 1964, X - do imposto destacado nas notas fiscais relativas a entregas ou transferências simbólicas do produto, permitidas neste Regulamento. Parágrafo único. Nas remessas de produtos para armazém-geral ou depósito fechado, o direito ao crédito do imposto, quando admitido, é do estabelecimento depositante. Art. 227. Os estabelecimentos industriais, e os que lhes são equiparados, poderão, ainda, creditar-se do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem, adquiridos de comerciante atacadista não contribuinte, calculado pelo adquirente, mediante aplicação da alíquota a que estiver sujeito o produto, sobre cinquenta por cento do seu valor, constante da respectiva nota fiscal (Decreto-Lei n o 400, de 1968, art. 6º ). 16 4 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados Art. 228. As aquisições de produtos de estabelecimentos optantes pelo Simples Nacional, de que trata o art. 177 , não ensejarão aos adquirentes direito a fruição de crédito do imposto relativo a matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem Art. 229. É permitido ao estabelecimento industrial, ou equiparado a industrial, creditar-se do imposto relativo a produtos tributados recebidos em devolução ou retorno, total ou parcial (Lei nº 4.502, de 1964, art. 30). Art. 230. No caso de locação ou arrendamento, a reentrada do produto no estabelecimento remetente não dará direito ao crédito do imposto, salvo se o produto tiver sido submetido a nova industrialização e ocorrer nova saída tributada. Imunidade – Estabelecidas na CF Ex: Livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão – Produtos destinados a exportação – Ouro definido em lei como ativo... 16 5 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ... financeiro ou instrumento cambial – Energia elétrica, derivados de petróleo, combustível e minerais do país. Isenção – Estimular setores da economia Ex: Amostra grátis – Caixões funerários. Suspensão – Postergação do fato para outro momento Ex: Insumos destinados a industrialização – Produtos destinados a exportadoras(fim específico exportação). Substituição Tributária: A substituição tributária do IPI só é aplicável mediante concessão de regime especial aprovada pela Instituição Federal. 16 6 Assistente Fiscal • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados Não Tributados Alíquota Zero Lançamento Fiscal Lançamento Fiscal nada mais é que o registro das operações de entradas e saídas relacionados ao IPI, temos como padrão uma estrutura básico onde podemos validar esse lançamentos. O que precisamos é compreender a fundo essa estrutura pois é esse o ponto de partida para compreender a mecânica nos sistema contábeis e ERP’s. • PIS/COFINS PIS/PASEP – Programa de Integração Social / Programa de formação do... 16 7 Assistente Fiscal • PIS/COFINS ... Patrimônio do Servidor Público COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Breve Histórico O PIS foi instituído em 1097 pela Lei Complementar 7/1970 e o Pasep no mesmo ano pela Lei Complementar 8/1970 e somente em 1976 através da Lei Complementar 26/1975, os objetivos eram: • Integrar o empregado na vida e no desenvolvimento das empresas; • Assegurar ao empregado e ao servidor público o usufruto de patrimônio individual progressivo; • Estimular a poupança e corrigir distorções na distribuição de renda; • Possibilitar a paralela utilização dos recursos acumulados em favor do desenvolvimento econômico-social. Com a promulgação da CF/88 esses objetivos foram alterados pelo art. 238... 16 8 Assistente Fiscal • PIS/COFINS ... vinculando a arrecadação do PIS/Pasep ao custeio do seguro-desemprego e do abono aos empregados com média de até dois salários mínimos de remuneração mensal, além de financiar programas do BNDES. A COFINS é instituída somente 21 anos depois da criação do PIS em 1991 através da Lei Complementar 70/1991, ela vem para suceder o Fundo de Investimento Social (Finsocial), a COFINS se destina para despesas com atividades fins da saúde, previdência e assistência social. Estrutura Legislativa Constituição Federal – Art. 149 Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 • Lei 10.637/02 (PIS/PASEP) • Lei 10.833/03 (COFINS) 16 9 Assistente Fiscal • PIS/COFINS • Lei 10.865/04 (Incidência sobre Importação) Decretos, Instruções Normativas Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.; Todas a regras e diretrizes das contribuições Dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam trazer um melhor entendimento da legislação. Art. 149 (...) 17 0 Assistente Fiscal • PIS/COFINS § 2º As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo: I - não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação; II - incidirão também sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços; III - poderão ter alíquotas: a) ad valorem, tendo por base o faturamento, a receita bruta ou o valor da operação e, no caso de importação, o valor aduaneiro; b) específica, tendo por base a unidade de medida adotada. § 3º A pessoa natural destinatária das operações de importação poderá ser equiparada a pessoa jurídica, na forma da lei. § 4º A lei definirá as hipóteses em que as contribuições incidirão uma única vez. 17 1 Assistente Fiscal • PIS/COFINS Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício; PIS/PASEP sobre a folha de salários: MP nº 2.158-35/2001 Contribuição Previdenciária Patronal: Lei nº 82.12/91 Podemos ter contribuições incidindo sobre a mesma base, a destinação da contribuição quando isso ocorrer deverá ser diferente. 17 2 Assistente Fiscal • PIS/COFINS Art. 195.(...) b) a receita ou o faturamento; PIS/PASE Cumulativo e Não Cumulativo: Leis nº 9.718/98 e 10.637/02 COFINS Cumulativa e Não Cumulativa: Leis nº 9.718/98 e 10.833/03 Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta – CPRB: Lei nº 12.546/2011 CSLL – PJ Lucro Presumido/Arbitrado: Lei 9.430/96 c) o lucro; (...) CSLL – PJ Lucro Real – Lei º 9.430/96 IV - do importador de bens ou serviços do exterior, ou de quem a lei a ele... 17 3 Assistente Fiscal • PIS/COFINS equiparar. (...) § 9º As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste artigo poderão ter alíquotas diferenciadas em razão da atividade econômica, da utilização intensiva de mão de obra, do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho, sendo também autorizada a adoção de bases de cálculo diferenciadas apenas no caso das alíneas "b" e "c" do inciso I do caput. (...) § 12. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as contribuições incidentes na forma dos incisos I, b; e IV do caput, serão não- cumulativas. Imposto de Renda • CSLL • COFINS 17 4 Assistente Fiscal • PIS/COFINS • PIS/PASEP A apuração do IR que irá definir a apuração das contribuições Imposto de Renda (Lucro Real) • CSLL BC = Lucro • COFINS Cumulativa / Não Cumulativa • PIS/PASEP Cumulativo / Não Cumulativo Imposto de Renda (Lucro Presumido/Arbitrado) • CSLL BC = Receita • COFINS Cumulativa • PIS/PASEP Cumulativo O contribuinte do PIS e da COFINS é definido no art. 4º da Lei 10.637/02 e no art. 5º da Lei 10.833/03 17 5 Assistente Fiscal • PIS/COFINS Art. 4º O contribuinte da contribuição para o PIS/Pasep é a pessoa jurídica que auferir as receitas a que se refere o art. 1º. Art. 5º O contribuinte da COFINS é a pessoa jurídica que auferir as receitas a que se refere o art. 1º • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais Até 2002, essas contribuições incidiam sobre a receita/faturamento das empresa somente sobre a modalidade cumulativa. Após isso, foi criado um segundo regime a “não-cumulatividade” seguindo, basicamente, a mesma sistemática do ICMS e do IPI. Ou seja, basta a pessoa jurídica ter faturamento, essas contribuições... 17 6 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais ... incidirão sobre. Elas também incidem sobre a importação de bens ou serviços do exterior. Receita Bruta: Art. 12. A receita bruta compreende: I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II - o preço da prestação de serviços em geral; III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III. § 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: I - devoluções e vendas canceladas; II - descontos concedidos incondicionalmente; 17 7 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais III - tributos sobre ela incidentes; e IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, das operações vinculadas à receita bruta. ICMS Destacado no Documento Fiscal Lei 9.718/98 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9718.htm Lei 10.637/02 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10637.htm Lei 10.833/03 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.833.htm Decreto-Lei 1.598/77 art. 12 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto- Lei/Del1598.htm#art12 IN 2121/2022 e suas alterações 17 8 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais Cumulativo Neste regime não existe mecanismo de dedução a partir de créditos como no IPI e ICMS, sendo assim a base de calculo é: (+) Receita Bruta (-) ICMS-ST (-) IPI (-) ICMS Destacado no doc. fiscal (-) Devoluções de Venda (=) Base de Calculo do PIS e da COFINS Cumulativa Sendo assim a Receita Bruta é compreendida como Faturamento da empresa (art. 12 do Dec. – Lei 1.598/1977) Art. 12. A receita bruta compreende: 17 9 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II - o preço da prestação de serviços em geral; III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III. § 1º - A receita líquida de vendas e serviços será a receita bruta diminuída das vendas canceladas, dos descontos concedidos incondicionalmente e dos impostos incidentes sobre vendas. § 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: I - devoluções e vendas canceladas; II - descontos concedidos incondicionalmente; III - tributos sobre ela incidentes; e IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o das operações vinculadas à receita bruta. 18 0 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais Reconhecimento das Receitas Regime de COMPETÊNCIA Tributação incide sobre a receita bruta pela emissão da nota fiscal, independente do seu recebimento. Regime de CAIXA Com base na Instrução Normativa 247 de 21/11/2002, as pessoas jurídicas optantes pelo regime de tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido poderão adotar o regime de caixa para fins da incidência do PIS/Pasep e da COFINS. A adoção do regime de caixa, para o PIS e a COFINS, condiciona o mesmo critério em relação ao Imposto de Renda e à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). As Alíquotas básicas, no regime cumulativo, são: a) 0,65% para o PIS b) 3% para a COFINS Contudo é importante ressaltar que há possibilidade de haver alíquota zero... 18 1 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais ... no caso de haver benefício fiscal, e de haver alíquotas diferenciadas, no caso da incidência monofásica. As receitas de venda de álcool para fins carburantes, de venda de produtos sujeitos à substituição tributária, de venda de veículos usados, de energia elétrica e outras dispostas em lei, são consideradas de incidência cumulativa. Isto por não estarem alcançadas pela incidência não cumulativa estabelecida pelas Leis nº 10.637, de 2002 e nº 10.833, de 2003, embora tenham características próprias de incidência. Alíquota por Unidade de Medida Os fabricantes e importadores de combustíveis e álcool ou bebidas frias podem optar por regime especial em que as contribuições serão calculadas a partir de “unidade de medida” do produto. Nestes casos em vez aplicar as alíquotas diferencias sobre a receita auferida, são aplicados valores em reais sobre a quantidade produzida. 18 2 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais Exemplificando: No caso de venda de óleo diesel as alíquotas que seriam aplicada a operação seriam 4,21% (PIS) e 19,42% (COFINS) sobre a receita auferida, no caso do regime especial por unidade de medida será multiplicado um valor pela quantidade produzida no caso do óleo diesel o PIS será R$ 26,36 e a COFINS R$ 121,64. Uma peculiaridade dessa opção é a obrigatoriedade da instalação de medidores de vazão para controlar a quantidade produzida do produto. Como a cobrança das contribuições não será realizada através da Receita Auferida o fisco precisa de um mecanismo para controlar essa arrecadação. Benefícios fiscais e Regimes Especiais Para que o contribuinte possa utilizar da melhor forma possível os benefícios a que ele se enquadra, é necessário que as tabelas da RFB sempre sejam consultadas, e essas tabelas são constantemente atualizadas na... 18 3 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais ... internet: receita.fazenda.gov.br/sistemas/efd-contribuições/tabela- códigos/tabelas-de-códigos.htm A consulta será feita através dos Códigos de Receita, e também pode ser identificada a legislação a qual a exclusão da BC está embasada. Benefícios Fiscais – Isenções e Não Incidência Existem tipos de receitas e até produtos que são alcançados pelo beneficio da Isenção ou Não Incidência, essas receitas não terão a tributação do PIS e nem da COFINS. Os benefícios fiscais alcançam os 2 regimes e pode ser excluídas da Receita Bruta: Receitas Isentas ou alcançadas pela não incidência Alíquota “0” 18 4 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais Substituição Tributária e Incidência Monofásica A Substituição Tributária e a Incidência Monofásica nada mais é que a transferência da obrigação do recolhimento do tributos para um terceiro. Na maioria dos casos esse terceiro sempre será o Fabricante/Importado, mais sempre devemos analisar casos especiais onde essas condição é colocada ao Atacadista ou Varejista. Substituição Tributária – cigarros e cigarrilhas – motocicletas, semeadores e automóveis Possuem alíquotas diferencias(sempre maiores que as alíquotas básicas) Essas condições estão diretamente ligadas ao produto ou alguma operação muito especifica. Exemplo: é o que está previsto no artigo 47 do Decreto 4.524/02 a respeito do fabricante e importador de cigarros. Por esta regra, o fabricante de cigarros, ao efetuar a venda do seu produto, irá calcular o PIS e a COFINS... 18 5 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais ... devidos por toda a cadeia comercial, até que chegue o preço de venda ao consumidor, e fazer o recolhimento do PIS e da COFINS. Para a prática da substituição tributária é preciso que haja previsão legal sobre o valor da base de cálculo, que poderá ser um percentual estabelecido ou um preço máximo de venda ao consumidor. Há, ainda, determinados casos em que existem diferentes alíquotas para os respectivos cálculos a serem aplicados sobre as bases da substituição Lançamento Fiscal Lançamento Fiscal nada mais é que o registro das operações de entradas e saídas relacionados ao PIS e a COFINS, temos como padrão uma estrutura básico onde podemos validar esse lançamentos. O que precisamos é compreender a fundo essa estrutura pois é esse o ponto de partida para compreender a mecânica nos sistema contábeis e ERP’s. 18 6 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais Exclusão do ICMS na BC do PIS e da COFINS Em março de 2017 o STF julgou o Recurso Extraordinário 574.706 que tinha como objetivo o tema da exclusão do ICMS na Base de Cálculo do PIS e da COFINS, a decisão foi sobre a impossibilidade do ICMS compor a BC do PIS e da COFINS devido este imposto ser um imposto calculado por dentro e por este motivo ele é composto dentro da formação do preço final do produto. A decisão em si gerou muita discussão pois as legislações que tratando todas as questões das contribuições não falam em nenhum momento sobre a exclusão do ICMS da BC, com exceção do ICMS-ST. Com isso para que o contribuinte possa aproveitar desse desconto ele precisa ajuizar uma ação para se beneficiar. Após isso houve uma grande demanda de contribuintes entrando com essas ações para tal exclusão, o fisco de viu em uma situação complicada pois além da exclusão da BC do períodos futuros os contribuinte também solicitavam o retroativo recolhido a maior dos últimos 5 anos, assim o... 18 7 Assistente Fiscal • PIS/Pasep e COFINS – Contribuições Sociais ... montante que o governo iria devolver para os contribuinte seria absurdamente alto. O valor de pode ser descontado da BC é o valor do débito de ICMS das operações que compõem faturamento assim esse valor no final da apuração deverá ser descontado para que seja realizada a apuração das contribuições. Mediante esse cenário o fisco elaborou a IN 1.911/2019 que traz aos contribuinte a oportunidade de aproveitar a exclusão sem que precise ajuizar qualquer tipo de ação a única questão é que dessa forma o contribuinte poderá descontar o ICMS recolhido e não o ICMS de débito das operações. • IRPJ/CSLL IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica CSLL – Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido 18 8 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Breve Histórico IRPJ O Imposto de Renda é instituído no Brasil através da Lei 4.625 em 1922 com a competência já estabelecida para União. Antes de 1922 havia o Imposto sobre Vencimentos que foi criado em 1843 e suprimos dois anos após, mas que voltou depois a ser cobrando sobre Lucros e Dividendos. A Constituição Federal de 88 trouxe diversas novidades com relação ao IR Os critérios pelos quais o IR será informado, a não incidência do IR, são provenientes da Carta Constitucional de 1988 (CC/1988). CSLL A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido foi criada em 1988 pela Lei 7.689/88 e sofreu diversas alterações pelas Leis 7.988/89, 8.034/90 e 9.249/95 18 9 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL São aplicadas a CSLL as mesmas normas estabelecidas para o IRPJ. Para as empresas em geral, a Lei 7.856/89 determinou o aumento, a partir de 1990, de 8% para 10%. Com a Lei 9.249/95, a alíquota geral voltou a ser de 8% a partir de 1996, e permaneceu assim até maio de 1999, quando a primeira versão da MP 2.158- 35/01 impôs um adicional de quatro pontos percentuais, completando 12% até 31 de janeiro de 2000. De 1º de fevereiro de 2000 até 31 de dezembro de 2002, o adicional continuou com um ponto percentual (9% ao todo). Esse índice foi mantido pela Lei 10.637/02 e pela MP 413/08. Estrutura Legislativa Constituição Federal – Art. 153 inciso III Código Tributário Nacional - Lei 5172/76 19 0 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Decreto 9.580/2018 (RIR/18) (IRPJ) Lei 7.689/88, Lei 8.981/95 e Lei 11.727/08 (CSLL) Decretos, Instruções Normativas Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: (...) III - renda e proventos de qualquer natureza; Todas a regras e diretrizes desses tributos Dispõe sobre alterações no regulamento, alterações nas alíquotas e buscam trazer um melhor entendimento da legislação. 19 1 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Art. 153 Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: (...) III - renda e proventos de qualquer natureza; § 1º É facultado ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei, alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I, II, IV e V. § 2º O imposto previsto no inciso III: I - será informado pelos critérios da generalidade, da universalidade e da progressividade, na forma da lei; • Generalidade: a incidência do imposto é sobre todas as espécies de IR e proventos de qualquer natureza 19 2 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL • Universalidade: auferidas por todas as pessoas, de acordo com os limites da própria competência tributária, e • Progressividade: quanto maior é acréscimo do patrimônio, maior deverá ser a alíquota aplicável Formas de Apuração • Lucro Real • Lucro Arbitrado • Lucro Presumido • Simples Nacional • Imunes • Isentas • MEI Base de Cálculo Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza 19 3 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Art. 43. O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica: I - de renda, assim entendido o produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos; II - de proventos de qualquer natureza, assim entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos no inciso anterior. § 1º A incidência do imposto independe da denominação da receita ou do rendimento, da localização, condição jurídica ou nacionalidade da fonte, da origem e da forma de percepção. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001) § 2º Na hipótese de receita ou de rendimento oriundos do exterior, a lei estabelecerá as condições e o momento em que se dará sua disponibilidade, para fins de incidência do imposto referido neste artigo. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001) Art. 44. A base de cálculo do imposto é o montante, real, arbitrado ou... 19 4 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL ... presumido, da renda ou dos proventos tributáveis. Art. 45. Contribuinte do imposto é o titular da disponibilidade a que se refere o artigo 43, sem prejuízo de atribuir a lei essa condição ao possuidor, a qualquer título, dos bens produtores de renda ou dos proventos tributáveis. Parágrafo único. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam. Definido pelo Código Tributário Nacional (CTN) para o IR/CSLL: Art. 43: O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica: • De Renda: produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos • De Proventos de qualquer natureza, como acréscimos patrimoniais não compreendidos no inciso anterior (Art. 43 do CTN) Essa tributação também é conhecida como tributo sobre o lucro. 19 5 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL E, há dois tributos incidentes sobre o lucro: IRPJ e a CSLL. No caso da CSLL, quando a receita é oriunda do exterior, a lei estabelecerá as condições na LC 104, de 10.01.2001. Os Contribuintes são Pessoas Jurídicas e equiparadas domiciliadas no Brasil. Lucro Presumido Critérios para que a PJ possa optar pelo Lucro Presumido: a) O faturamento do ano-calendário anterior deve ser igual ou inferior a R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais), ou R$ 6.500.000,00 (seis milhões e quinhentos mil reais) multiplicado pelo número de meses em atividade no ano-calendário anterior b) PJ’s que não estejam obrigadas à tributação pelo lucro real c) Quando a empresa estiver no Lucro Presumido e tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior, automaticamente ela vai para o Lucro Real, inclusive, no trimestre da ocorrência do fato –... 19 6 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL ... Normativo: ADI SRF nº 5, de 2001 d) Tal situação também é possível de ocorrer na hipótese de exclusão do Refis de empresa incluída neste programa como sendo do lucro presumido, embora obrigada ao lucro real Nessa modalidade de tributação, a base de cálculo é o lucro da empresa. Contudo, não é o lucro contábil “convencional”. Neste caso, o governo assume que o lucro da empresa é uma porcentagem do faturamento, dependendo da atividade exercida pela entidade. Em outros termos: o governo presume o lucro da empresa com base no faturamento. A apuração é trimestral e a opção é irretratável para todo o ano-calendário. A opção pelo Lucro presumido é feita da seguinte forma: • Primeiro recolhimento com código de DARF que indique opção pelo Lucro Presumido, ou; • Primeira DCTF enviada indicando a opção 19 7 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Dentre as duas a que ocorrer primeiro. A opção é irretratável para o ano-calendário, a única forma de exclusão é o faturamento ou a comprovação da deterioração dos documentos contábeis e fiscais. Atividades obrigadas a apuração do Lucro Real a) pessoas jurídicas cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguro privado e de capitalização e entidades de previdência privada aberta; b) pessoas jurídicas que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior; c) pessoas jurídicas que, autorizadas pela legislação tributária, queiram usufruir de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto de renda; 19 8 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL d) pessoas jurídicas que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado o recolhimento mensal com base em estimativa; e) pessoas jurídicas que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). Presumir Tirar uma conclusão antecipada, baseada em indícios e suposições, e não em fatos comprovados; conjecturar, supor. supor antecipadamente; prever, pressupor, achar Definição de Receita Bruta 1ª Obs: O DL 1.598/77 mostra a definição de receita bruta: 19 9 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL “Art. 12. A receita bruta compreende: (Redação dada pela Lei nº 12.973, de 2014) I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II - o preço da prestação de serviços em geral; III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III. § 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: I - devoluções e vendas canceladas; II - descontos concedidos incondicionalmente; III - tributos sobre ela incidentes; e IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente.” - todos os itens foram Incluídos pela Lei nº 12.973, de 2014 2ª Obs: A BC do imposto e adicional no regime do lucro presumido, será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: 20 0 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL a) valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 32 da IN RFB 1.700, de 2017 (tabelas abaixo), sobre a receita bruta definida deduzida das devoluções e vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos b) ao resultado obtido na forma do item a), anterior, deverão ser acrescidos: 1. os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo item 1, auferidos no mesmo período 2. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa e renda variável 3. os juros sobre o capital próprio auferidos 4. os valores recuperados, correspondentes a custos e despesas, inclusive com perdas no recebimento de crédito, salvo se a pessoa jurídica comprovar não os ter deduzido em período anterior no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro real ou que se refiram a período no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro presumido ou arbitrado 5. o valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 33 da IN RFB 1.700, de 2017, sobre a parcela das receitas auferidas em cada... 20 1 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL ... atividade, no respectivo período de apuração, nas exportações às pessoas vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma prevista na IN RFB nº 1.312, de 2012 6. a diferença de receita financeira, calculada conforme o disposto no Capítulo V e art. 58 da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 2012; e 7. as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica, ainda que a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato, observado o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 79 da IN RFB nº 1.700, de 2017 Receitas não incluídas na BC: • Recuperações de créditos que não representem ingressos de novas receitas • Reversão de saldo de provisões anteriormente constituídas • Os lucros e dividendos de participações societárias avaliadas pelo custo de aquisição (ou ao valor justo) • Receitas de equivalência patrimonial • Subvenções para investimentos 20 2 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL • Prêmio na emissão de debêntures • Ajustes positivos ao valor justo • Realização do ajuste ao valor presente • Ganho por compra vantajosa Alíquotas IRPJ: • 15% sobre o lucro tributável apurado • Alíquota adicional de 10% sobre o lucro que exceder R$ 20.000,00/mês, ou R$ 240.000,00/ano. • A alíquota adicional é única para todas as pessoas jurídicas. CSLL: 9% para as PJ’s em geral 20% para instituições financeiras seguradoras e empresas de capitalização; 20 3 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL A apuração do Imposto de renda da pessoa jurídica e da contribuição social sobre o lucro líquido é realizada trimestralmente e não há outro período de apuração para esses tributos na opção do lucro presumido. 1º Trimestre – Janeiro – Fevereiro – Março ► Vencimento em Abril 2º Trimestre – Abril – Maio – Junho ► Vencimento em Julho 3º Trimestre – Julho – Agosto – Setembro ► Vencimento em Outubro 4º Trimestre – Outubro – Novembro – Dezembro ► Vencimento em Janeiro do ano seguinte O vencimento será sempre no último dia útil. Para realizar a apuração, é necessário fazer a segregação das receitas que a empresa auferir em determinado período de apuração. A segregação das receita nada mais é que fazer a separação das receita auferidas com base na tabela de presunção que já vimos anteriormente. Após realizar a segregação, devemos aplicar os percentuais sobre os valores segregados. O resultado encontrado deve ser somado, e então teremos o... 20 4 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL ... valor da base de cálculo do IRPJ e da CSLL. Após encontrarmos os valores da base de cálculo, devemos aplicar as alíquotas desses tributos para assim encontrarmos o valor devido para aquele período de apuração. Adicional de Imposto de Renda O adicional de imposto de renda, é um valor que será acrescido ao valor do tributos devido. Para calcularmos, precisamos da base de cálculo do IRPJ que já encontramos durante a apuração. Para calcular o adicional, vamos utilizar a base de cálculo do IRPJ e deduzir uma parcela mensal de R$ 20.000,00; como o lucro presumido é apurado de forma trimestral então iremos deduzir R$ 60.000,00. Então, se a base de cálculo do IRPJ for menor que o valor da parcela que vamos deduzir, então não iremos fazer o cálculo do adicional do IRPJ. Agora, se a base de cálculo do IRPJ for maior que a parcela a deduzir, então prosseguimos com o cálculo. 20 5 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Cálculo: Base de Cálculo do IRPJ – Parcela a Deduzir = Base de Cálculo do Adicional de IRPJ Após encontrarmos a BC do Adicional, vamos aplicar a alíquota de 10% e o resultado será somando no valor do IRPJ devido. Antecipação de Recolhimento Como o IRPJ e a CSLL tem suas apurações de forma trimestral, muitas empresas não conseguem se planejar para realizar esse recolhimento ao final do trimestre. Com isso, podemos realizar a apuração mensal com base na receita mensal auferida e realizar o recolhimento antecipado para que assim a empresa possa ajustar esse recolhimento em seu fluxo de caixa. A única questão é que o adicional para ser calculado precisa da receita do trimestre, assim ele será calculado somente no fechamento do trimestre, não podendo ser antecipado. 20 6 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL Regime de Caixa e Competência No lucro presumido é possível optar entre o regime de caixa e competência, durante nosso curso já estudamos esses regime de reconhecimento de receitas e agora vamos entender como eles são utilizado no lucro presumido. No regime de competência a receita é reconhecida com base na data de emissão do documento fiscal ou no documento que fizer o registro da receita, nesse regime não é considerado o recebimento financeiro e sim somente o momento em que é emitido o documento. No regime de caixa a receita é reconhecida quando há efetivamente o recebimento financeiro, assim nesse regime para o reconhecimento da receita não é considerado a emissão do documento fiscal mais sim quando houver a disponibilidade financeira. Parcelamento e Pagamento: • Além da antecipação do recolhimento do IRPJ e da CSLL o contribuinte... 20 7 Assistente Fiscal • IRPJ/CSLL ... tem a opção de pagar o IRPJ/CSLL em até 3 quotas mensais, iguais e sucessivas, que vencem no último dia útil dos três meses subsequentes ao do encerramento do trimestre • Nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1.000,00, e o tributo e valor inferior a R$ 2.000,00 será pago em quota única, até o último dia útil do mês subsequente ao do trimestre • Às quotas serão acrescidas de juros SELIC, acumulada mensalmente, calculados a partir do 1º dia do segundo mês subsequente ao do trimestre de apuração, até o último dia do mês anterior ao do pagamento, e de 1% no mês de pagamento • CST – Código de Situação Tributária O CST é o código que define como será a tributação de determinada operação, ele estará sempre vinculado diretamente a operação(CFOP) ou ao produto(NCM), assim o conhecimento deste código é de suma importância para o desenvolvimento no conhecimento da tributação. 20 8 Assistente Fiscal • CST – Código de Situação Tributária O CST é um campo de preenchimento obrigatório nos documentos fiscais, para cada tributo(ICMS, IPI, PIS e COFINS) existe uma tabela de CST definido as tributações possíveis. CST/ICMS A CST de ICMS será utilizada nos documentos fiscais que estiverem sob a incidência desse tributo, e somente as empresas do Regime Normal para o ICMS que vão fazer isso dessa tabela, para as empresas optantes pelo Simples Nacional temos o CSOSN que vamos abordar mais a frente. A CST de IPI será utilizada nos documentos fiscais que estiverem sob a incidência desse tributo, e somente pelas empresas que forem contribuintes desse tributo, mesmo que essa empresa for optante do Simples Nacional. Estrutura 00 Tabela A estrutura da CST de IPI é formada por dois dígitos que definem qual será a tributação no documento fiscal, não nessa CST a identificação da origem como ocorre na CST de ICMS, sendo que na tabela temos a diferença dos... 20 9 Assistente Fiscal • CST – Código de Situação Tributária ... códigos para operações de entradas e operações de saídas. Do código 00 a 49 – Operações de Entradas e do código 50 a 99 – Operações de Saídas CST/PIS/COFINS A CST de PIS e a CST da COFINS embora são constituídas em tabelas separadas a codificação é exatamente igual para os dois tributos, elas são utilizadas em praticamente todos os documentos fiscais mesmo que a empresa emitente seja optante do Simples Nacional. Estrutura 00 Tabela A estrutura da CST do PIS e da COFINS é formada por dois dígitos que definem qual será a tributação no documento fiscal, não nessa CST a identificação da origem como ocorre na CST de ICMS, sendo que na tabela temos a diferença dos códigos para operações de entradas e operações de saídas. 21 0 Assistente Fiscal • CST – Código de Situação Tributária Do código 00 a 49 – Operações de Saídas e do código 50 a 99 – Operações de Entradas. • NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul A NCM é um código que possibilita a identificação do produto e é fundamental para determinar quais são os tributos incidentes sobre aquele produto. Toda e qualquer mercadoria que circular em território nacional deve ser classificada com um código NCM. A NCM é adotada por todos os países membros do Mercosul. Países Membros efetivos: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela (2012) Países Membros associados do Mercosul: Bolívia (1996), Chile (1996),... 21 1 Assistente Fiscal • NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul ... Peru (2003), Colômbia (2004), Equador (2004), Guiana (2013) e Suriname (2013) Membros observadores do Mercosul: México (2006) e Nova Zelândia (2010). A TIPI-Tabela de Incidência do IPI é a tabela onde podemos consultar as alíquotas do IPI e também as NCM’s existentes. As mercadorias na TIPI são ordenadas sistematicamente de forma progressiva de acordo com seu grau de elaboração, iniciando pelos animais vivos e terminando com obras de arte. Assim quanto mais participação do homem para elaboração da mercadoria mais elevado é o número do capitulo na tabela. Existem cerca de mais de 10.000 NCM, para que a classificação seja realizada é necessário observar que o código tenha os 8 dígitos e também a indicação da tributação do IPI. 21 2 Assistente Fiscal • NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul NCM 3102.50.11: Capítulo 31: adubos ou fertilizantes; Posição 3102: adubos ou fertilizantes minerais ou químicos nitrogenados; Subposição 3102.50: nitrato de sódio; Item 3102.50.1: natural; Subitem 3102.50.11: com teor de nitrogênio não superior a 16,3% em peso. 21 3 Assistente Fiscal • CEST – Código Especificador da Substituição Tributária O Convenio ICMS 92/2015 – Institui o CEST com o intuito de criar uma sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária (ICMS-ST) e de antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação. Com a criação do CEST, as Secretarias Estaduais de Fazenda (no âmbito do Confaz) pretenderam terminar com as dúvidas quanto à sujeição ou não da mercadoria ao regime jurídico de substituição tributária do ICMS (ICMS-ST). Obrigatoriedade: 01/07/2017, para a indústria e o importador; 01/10/2017, para o atacadista; 01/04/2018, para os demais segmentos econômicos Estrutura: O CEST, que é o mesmo para o Brasil inteiro, é composto por 7 (sete) dígitos, sendo que: 21 4 Assistente Fiscal • CEST – Código Especificador da Substituição Tributária 1º (primeiro) e o 2º (segundo) correspondem ao segmento da mercadoria ou bem; 3º (terceiro) ao 5º (quinto) correspondem ao item de um segmento de mercadoria ou bem; 6º (sexto) e o 7º (sétimo) correspondem à especificação do item. Para fins o Convênio ICMS nº 92/2015, considera-se: 21 5 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Manual Todos os contribuintes dos tributos estão obrigados a emitir documentos fiscais para acobertar suas operações e prestação perante o fisco, caso houver uma negligencia por parte do contribuinte sanções baseadas na legislação serão aplicadas. A Nota Fiscal Manual foi um dos primeiros documento fiscal a ser criado, esse documento fiscal poderia ser confeccionado em talão de nota com uma via fixa e as demais destacáveis ou poderia ser confeccionado em formulário continuo para impressão em impressora térmica também com via destinadas ao fisco, destinatário e remetente da operação. A NF Manual tinha em média 35 a 45 campos para ser preenchidos a quantidade de campos poderia varias conforme o layout e/ou com a legislação de cada Estado. Com advento do SPED a NF Manual acabou em desuso pois foi implantado em praticamente todo território nacional a Nota Fiscal Eletrônica. Para que uma NF Manual fosse cancelada era necessário reunir todas as... 21 6 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Manual ... vias e assim literalmente escreve nelas “canceladas”. Caso um NF Manual fosse extraviada era necessário publicar no Diário Oficial essa situação. Como a NF Manual não possuía nenhum registro eletrônico o fisco somente poderia verificar e validar ela com a legislação com a NF física em mão assim inviabilizava a quantidade de fiscalizações que eram necessárias para verificação dos contribuintes. • Nota Fiscal Eletrônica - NFe A Nota Fiscal Eletrônica é o primeiro passo do projeto SPED afim de torna toda a escrituração contábil, fiscal e do departamento pessoal(folha de pagamento) eletrônica. A NFe foi desenvolvida de forma integrada pelas SEFAZ dos Estados e também pela Receita Federal. A NFe é um documento de existência exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente com intuito de documento uma operação... 21 7 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe ... realizada pelo contribuinte. A validade jurídica da NFe é garantida pela assinatura digital do certificado digital. Melhorias apontadas pelo fisco - Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal; Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos; Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito; Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação; Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais; Fortalecimento da integração entre os fiscos, facilitando a fiscalização realizada pelas Administrações Tributárias devido ao compartilhamento das informações das NF-e; Rapidez no acesso às informações; Eliminação do papel; Aumento da produtividade da auditoria através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos; Possibilidade do cruzamento eletrônico de informações. A NFe possui mais de 250 campos preenchíveis. 21 8 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – é um documento fiscal auxiliar que poderá ser impresso em papel. A DANFE não é a nota fiscal e nem a substitui ela serve somente para auxiliar as operações e o transporte delas, a DANFE também serve para que o destinatário possa validar a emissão através da chave de acesso. Chave de Acesso Posição Informação Caracteres Campo 1 Código da UF do emitente do Documento Fiscal 02 cUF 2 Ano e Mês de emissão da NF-e 04 AAMM 3 CNPJ/CPF do emitente 14 CNPJ/CPF 4 Modelo do Documento Fiscal 02 mod 5 Série do Documento Fiscal 03 serie 6 Número do Documento Fiscal 09 nNF 7 Forma de emissão da NF-e 01 tpEmis 8 Código Numérico que compõe a Chave de Acesso 08 cNF 9 Dígito Verificador da Chave de Acesso 01 cDV 21 9 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 0 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 1 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 2 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 3 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 4 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 5 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe 22 6 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe Eventos de Manifestação Confirmação da Operação O evento de “Confirmação da Operação” pelo destinatário confirma a operação e o recebimento da mercadoria (para as operações com circulação de mercadoria). Se ocorrer a devolução total ou parcial das mercadorias, além do procedimento atual de geração da Nota Fiscal de devolução, também poderá ser comandado o evento da “Confirmação da Operação”. Desconhecimento da Operação Uma empresa pode ficar sabendo das operações destinadas a um determinado CNPJ/CPF consultando o “Serviço de Consulta da Relação de Documentos Destinados” ao seu CNPJ/CPF. O evento de “Desconhecimento da Operação” permite ao destinatário informar o seu desconhecimento de uma determinada operação que conste nesta relação, por exemplo. Operação Não Realizada Em algumas situações, a empresa destinatária informa que a operação... 22 7 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe ... não foi realizada (com Recusa de Recebimento da mercadoria e outros motivos), não cabendo neste caso a emissão de uma Nota Fiscal de devolução. Este evento permite o registro da declaração de Operação não Realizada pelo destinatário, permitindo também a informação complementar da justificativa desta informação. Evento de “Ciência da Operação ou Ciência da Emissão” Neste evento, o destinatário declara ter ciência sobre uma determinada operação destinada ao seu CNPJ ou CPF, mas não possui elementos suficientes para apresentar a sua manifestação conclusiva sobre a operação citada. O evento de “Ciência da Emissão” é um evento opcional e pode ser evitado, já que normalmente o destinatário da NF-e deve possuir o arquivo XML da NF-e enviado e/ou disponibilizado pelo emitente. Após um período determinado, todas as operações com “Ciência da Emissão” deverão obrigatoriamente ter a manifestação final do... 22 8 Assistente Fiscal • Nota Fiscal Eletrônica - NFe ... destinatário declarada em um dos eventos de Confirmação da Operação, Desconhecimento ou Operação não Realizada. Mudança de Manifestação O destinatário poderá enviar uma única mensagem de Confirmação da Operação, Desconhecimento da Operação ou Operação não Realizada, valendo apenas a última mensagem registrada. Exemplo: o destinatário pode desconhecer uma operação que havia confirmado inicialmente ou confirmar uma operação que havia desconhecido inicialmente. O evento de “Ciência da Emissão” não configura a manifestação final do destinatário, portanto não cabe o registro deste evento após a manifestação final do destinatário. Os demais eventos representam uma manifestação conclusiva do destinatário sobre a operação representada pela NF-e. 22 9 Assistente Fiscal • Cancelamento – NFe O prazo de cancelamento da NFe é especificado no ATO COTEPE ICMS 13/2010 em seu art. 1º Art. 1º Passa a vigorar com a seguinte redação o art. 1º do Ato COTEPE/ICMS n º 33 , de 29 de setembro de 2008: “Art. 1º Poderá o emitente solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não superior a 24 horas, contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às demais normas constantes do Ajuste SINIEF 07/05, de 5 de outubro de 2005.”. Alguns Estado pode definir prazo diferentes ao prazo do Ato COTEPE como por exemplo Mato Grosso que institui que o cancelamento deve ser solicitado em um prazo não superior a 2 horas contada a partir da autorização. Após o prazo padrão de 24 horas o contribuinte deverá verificar junto a SEFAZ qual é o procedimento para realizar o cancelamento. 23 0 Assistente Fiscal • Carta de Correção Eletrônica A Carta de Correção Eletrônica – CC-e foi criada pelo Ajuste SINIEF 01/2007, antes da instituição da CC-e os contribuintes realizavam as correções nos documentos ficais através da Carta de Correção Manual ou Carta de Correção de Papel onde era possível praticamente alterar todos os campos existente da NFe. Cláusula primeira Fica acrescentado o § 1º-A ao art. 7º do Convênio S/N, de 15 de dezembro de 1970: "§ 1º-A Fica permitida a utilização de carta de correção, para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal, desde que o erro não esteja relacionado com: I - as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação; II - a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; III - a data de emissão ou de saída.". 23 1 Assistente Fiscal • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e A NFSe foi criada para substituir a Nota Fiscal de Serviço Manual, com objetivo de facilitar a fiscalização por parte das Fazendas Municipais, ocorre que cada município possui um sistema para que os contribuinte utilizem e assim não existem uma integração assim como existe na NFe. Hoje o maior interessado nas NFSe além dos municípios é a Receita Federal pois além da incidência do ISS temos a incidência dos tributos federais, já existem um projeto de NFSe Nacional que está sendo desenvolvido pela Receita Federal e pela Associação das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf). A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) é um documento de existência digital, gerado e armazenado eletronicamente em Ambiente Nacional pela RFB, pela prefeitura ou por outra entidade conveniada, para documentar as operações de prestação de serviços. Esse projeto visa o benefício das administrações tributárias padronizando e melhorando a qualidade das informações, racionalizando os custos e gerando maior eficácia, bem como o aumento da competitividade das... 23 2 Assistente Fiscal • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e ... empresas brasileiras pela racionalização das obrigações acessórias (redução do custo-Brasil), em especial a dispensa da emissão e guarda de documentos em papel. No intuito de prover uma solução de contingência para o contribuinte, foi criado o Recibo Provisório de Serviços (RPS), que é um documento de posse e responsabilidade do contribuinte, que deverá ser gerado manualmente ou por alguma aplicação local, possuindo uma numeração sequencial crescente e devendo ser convertido em NFS-e no prazo estipulado pela legislação tributária municipal. Este documento atende, também, àqueles contribuintes que, porventura, não dispõem de infraestrutura de conectividade com a secretaria em tempo integral, podendo gerar os documentos e enviá-los, em lote, para processamento e geração das respectivas NFS-e. 23 3 Assistente Fiscal • CF-e / SAT / NFCe A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e (modelo 65) – é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar as operações comerciais devenda presencial ou venda para entrega em domicílio a consumidor final (pessoa física ou jurídica)em operação interna e sem geração de crédito de ICMS ao adquirente. A NFC-e substitui a nota fiscal de venda a consumidor, modelo 2, e o cupom fiscal emitido por ECF. Portanto é utilizada na venda a consumidor final. A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e visa oferecer uma nova alternativa totalmente eletrônica para os atuais documentos fiscais em papel utilizados no varejo, reduzindo custos de obrigações acessórias aos contribuintes, ao mesmo tempo que possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas Administrações Tributárias. Possibilita ao consumidor a conferência da validade e autenticidade do documento fiscal recebido, como também propõe o estabelecimento de um padrão nacional de documento fiscal eletrônico, baseado nos padrões técnicos de sucesso da Nota Fiscal Eletrônica modelo 55, todavia adequado às particularidades do varejo. 23 4 Assistente Fiscal • CTe O Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) é o novo modelo de documento fiscal eletrônico, instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07, de 25/10/2007, que poderá ser utilizado para substituir um dos seguintes documentos fiscais: • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8; • Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9; • Conhecimento Aéreo, modelo 10; • Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11; • Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27; • Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas. O CT-e também poderá ser utilizado como documento fiscal eletrônico no transporte duto viário e, atualmente, nos transportes Multimodais. Podemos conceituar o CT-e como um documento de existência exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar uma prestação de serviços de transportes, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de... 23 5 Assistente Fiscal • CTe ... Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. O Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é desenvolvido, de forma integrada, pelas Secretarias de Fazenda dos Estados e Receita Federal do Brasil, a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006, de 10/11/2006, que atribui ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto CT-e. • MDFe Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, para vincular os documentos fiscais transportados na unidade de carga utilizada, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pelo Ambiente Autorizador. 23 6 Assistente Fiscal • MDFe O MDF-e deverá ser emitido por empresas prestadoras de serviço de transporte para prestações com mais de um conhecimento de transporte ou pelas demais empresas nas operações, cujo transporte seja realizado em veículos próprios, arrendados, ou mediante contratação de transportador autônomo de cargas, com mais de uma nota fiscal. A finalidade do MDF-e é agilizar o registro em lote de documentos fiscais em trânsito e identificar a unidade de carga utilizada e demais características do transporte. 23 7 Assistente Fiscal • Dec. Municipal 23 8 Assistente Fiscal • Dec. Municipal 23 9 Assistente Fiscal • Operações Fiscais • Venda • Devolução • Transferências • Remessas e retorno – conserto, industrialização • Bonificação • Amostra grátis • A prestação será feita no “quadro” exemplificando de forma prática cada uma das operações 24 0 https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.cefis.cefisapp&hl=pt_BR https://apps.apple.com/br/app/cefis/id1353968500 Anexos SN (1).pdf Anexo Fator R CNAE Alíq Descrição I Não 0111-3/01 4.0 Cultivo de arroz I Não 0111-3/02 4.0 Cultivo de milho I Não 0111-3/03 4.0 Cultivo de trigo I Não 0111-3/99 4.0 Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente I Não 0112-1/01 4.0 Cultivo de algodão herbáceo I Não 0112-1/02 4.0 Cultivo de juta I Não 0112-1/99 4.0 Cultivo de outras fibras de lavoura temporária não especificadas anteriormente I Não 0113-0/00 4.0 Cultivo de cana-de-açúcar I Não 0114-8/00 4.0 Cultivo de fumo I Não 0115-6/00 4.0 Cultivo de soja I Não 0116-4/01 4.0 Cultivo de amendoim I Não 0116-4/02 4.0 Cultivo de girassol I Não 0116-4/03 4.0 Cultivo de mamona I Não 0116-4/99 4.0 Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária não especificadas anteriormente I Não 0119-9/01 4.0 Cultivo de abacaxi I Não 0119-9/02 4.0 Cultivo de alho I Não 0119-9/03 4.0 Cultivo de batata-inglesa I Não 0119-9/04 4.0 Cultivo de cebola I Não 0119-9/05 4.0 Cultivo de feijão I Não 0119-9/06 4.0 Cultivo de mandioca I Não 0119-9/07 4.0 Cultivo de melão I Não 0119-9/08 4.0 Cultivo de melancia I Não 0119-9/09 4.0 Cultivo de tomate rasteiro I Não 0119-9/99 4.0 Cultivo de outras plantas de lavoura temporária não especificadas anteriormente I Não 0121-1/01 4.0 Horticultura, exceto morango I Não 0121-1/02 4.0 Cultivo de morango I Não 0122-9/00 4.0 Cultivo de flores e plantas ornamentais I Não 0131-8/00 4.0 Cultivo de laranja I Não 0132-6/00 4.0 Cultivo de uva I Não 0133-4/01 4.0 Cultivo de açaí I Não 0133-4/02 4.0 Cultivo de banana I Não 0133-4/03 4.0 Cultivo de caju I Não 0133-4/04 4.0 Cultivo de cítricos, exceto laranja I Não 0133-4/05 4.0 Cultivo de coco-da-baía I Não 0133-4/06 4.0 Cultivo de guaraná I Não 0133-4/07 4.0 Cultivo de maçã I Não 0133-4/08 4.0 Cultivo de mamão I Não 0133-4/09 4.0 Cultivo de maracujá I Não 0133-4/10 4.0 Cultivo de manga I Não 0133-4/11 4.0 Cultivo de pêssego I Não 0133-4/99 4.0 Cultivo de frutas de lavoura permanente não especificadas anteriormente I Não 0134-2/00 4.0 Cultivo de café I Não 0135-1/00 4.0 Cultivo de cacau I Não 0139-3/01 4.0 Cultivo de chá-da-índia I Não 0139-3/02 4.0 Cultivo de erva-mate I Não 0139-3/03 4.0 Cultivo de pimenta-do-reino I Não 0139-3/04 4.0 Cultivo de plantas para condimento, exceto pimenta-do-reino I Não 0139-3/05 4.0 Cultivo de dendê I Não 0139-3/06 4.0 Cultivo de seringueira I Não 0139-3/99 4.0 Cultivo de outras plantas de lavoura permanente não especificadas anteriormente I Não 0141-5/01 4.0 Produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras para pasto I Não 0141-5/02 4.0 Produção de sementes certificadas de forrageiras para formação de pasto I Não 0142-3/00 4.0 Produção de mudas e outras formas de propagação vegetal, certificadas I Não 0151-2/01 4.0 Criação de bovinos para corte I Não 0151-2/02 4.0 Criação de bovinos para leite I Não 0151-2/03 4.0 Criação de bovinos, exceto para corte e leite I Não 0152-1/01 4.0 Criação de bufalinos I Não 0152-1/02 4.0 Criação de eqüinos I Não 0152-1/03 4.0 Criação de asininos e muares I Não 0153-9/01 4.0 Criação de caprinos I Não 0153-9/02 4.0 Criação de ovinos, inclusive para produção de lã I Não 0154-7/00 4.0 Criação de suínos I Não 0155-5/01 4.0 Criação de frangos para corte I Não 0155-5/02 4.0 Produção de pintos de um dia I Não 0155-5/03 4.0 Criação de outros galináceos, exceto para corte I Não 0155-5/04 4.0 Criação de aves, exceto galináceos I Não 0155-5/05 4.0 Produção de ovos I Não 0159-8/01 4.0 Apicultura I Não 0159-8/02 4.0 Criação de animais de estimação I Não 0159-8/03 4.0 Criação de escargô I Não 0159-8/04 4.0 Criação de bicho-da-seda I Não 0159-8/99 4.0 Criação de outros animais não especificados anteriormente III Não 0161-0/01 6.0 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas III Não 0161-0/02 6.0 Serviço de poda de árvores para lavouras III Não 0161-0/03 6.0 Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita III Não 0161-0/99 6.0 Atividades de apoio à agricultura não especificadas anteriormente III Não 0162-8/02 6.0 Serviço de tosquiamento de ovinos III Não 0162-8/03 6.0 Serviço de manejo de animais III Não 0162-8/99 6.0 Atividades de apoio à pecuária não especificadas anteriormente III Não 0163-6/00 6.0 Atividades de pós-colheita I Não 0170-9/00 4.0 Caça e serviços relacionados I Não 0210-1/01 4.0 Cultivo de eucalipto I Não 0210-1/02 4.0 Cultivo de acácia-negra I Não 0210-1/03 4.0 Cultivo de pinus I Não 0210-1/04 4.0 Cultivo de teca I Não 0210-1/05 4.0 Cultivo de espécies madeireiras, exceto eucalipto, acácia- negra, pinus e teca I Não 0210-1/06 4.0 Cultivo de mudas em viveiros florestais I Não 0210-1/07 4.0 Extração de madeira em florestas plantadas I Não 0210-1/08 4.0 Produção de carvão vegetal – florestas plantadas I Não 0210-1/09 4.0 Produção de casca de acácia-negra – florestas plantadas I Não 0210-1/99 4.0 Produção de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas plantadas I Não 0220-9/01 4.0 Extração de madeira em florestas nativas I Não 0220-9/02 4.0 Produção de carvão vegetal – florestas nativas I Não 0220-9/03 4.0 Coleta de castanha-do-pará em florestas nativas I Não 0220-9/04 4.0 Coleta de látex em florestas nativas I Não 0220-9/05 4.0 Coleta de palmito em florestas nativas I Não 0220-9/06 4.0 Conservação de florestas nativas I Não 0220-9/99 4.0 Coleta de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas nativas III Não 0230-6/00 6.0 Atividades de apoio à produção florestal I Não 0311-6/01 4.0 Pesca de peixes em água salgada I Não 0311-6/02 4.0 Pesca de crustáceos e moluscos em água salgada I Não 0311-6/03 4.0 Coleta de outros produtos marinhos III Não 0311-6/04 6.0 Atividades de apoio à pesca em água salgada I Não 0312-4/01 4.0 Pesca de peixes em água doce I Não 0312-4/02 4.0 Pesca de crustáceos e moluscos em água doce I Não 0312-4/03 4.0 Coleta de outros produtos aquáticos de água doce III Não 0312-4/04 6.0 Atividades de apoio à pesca em água doce I Não 0321-3/01 4.0 Criação de peixes em água salgada e salobra I Não 0321-3/02 4.0 Criação de camarões em água salgada e salobra I Não 0321-3/03 4.0 Criação de ostras e mexilhões em água salgada e salobra I Não 0321-3/04 4.0 Criação de peixes ornamentais em água salgada e salobra III Não 0321-3/05 6.0 Atividades de apoio à aqüicultura em água salgada e salobra I Não 0321-3/99 4.0 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água salgada e salobra não especificados anteriormente I Não 0322-1/01 4.0 Criação de peixes em água doce I Não 0322-1/02 4.0 Criação de camarões em água doce I Não 0322-1/03 4.0 Criação de ostras e mexilhões em água doce I Não 0322-1/04 4.0 Criação de peixes ornamentais em água doce I Não 0322-1/05 4.0 Ranicultura I Não 0322-1/06 4.0 Criação de jacaré III Não 0322-1/07 6.0 Atividades de apoio à aqüicultura em água doce I Não 0322-1/99 4.0 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água doce não especificados anteriormente I Não 0500-3/01 4.0 Extração de carvão mineral I Não 0500-3/02 4.0 Beneficiamento de carvão mineral I Não 0600-0/01 4.0 Extração de petróleo e gás natural I Não 0600-0/02 4.0 Extração e beneficiamento de xisto I Não 0600-0/03 4.0 Extração e beneficiamento de areias betuminosas I Não 0710-3/01 4.0 Extração de minério de ferro II Não 0710-3/02 4.5 Pelotização, sinterização e outros beneficiamentos de minério de ferro I Não 0721-9/01 4.0 Extração de minério de alumínio II Não 0721-9/02 4.5 Beneficiamento de minério de alumínio I Não 0722-7/01 4.0 Extração de minério de estanho II Não 0722-7/02 4.5 Beneficiamento de minério de estanho I Não 0723-5/01 4.0 Extração de minério de manganês II Não 0723-5/02 4.5 Beneficiamento de minério de manganês I Não 0724-3/01 4.0 Extração de minério de metais preciosos II Não 0724-3/02 4.5 Beneficiamento de minério de metais preciosos I Não 0725-1/00 4.0 Extração de minerais radioativos I Não 0729-4/01 4.0 Extração de minérios de nióbio e titânio I Não 0729-4/02 4.0 Extração de minério de tungstênio I Não 0729-4/03 4.0 Extração de minério de níquel I Não 0729-4/04 4.0 Extração de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não-ferrosos não especificados anteriormente II Não 0729-4/05 4.5 Beneficiamento de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não-ferrosos não especificados anteriormente I Não 0810-0/01 4.0 Extração de ardósia e beneficiamento associado I Não 0810-0/02 4.0 Extração de granito e beneficiamento associado I Não 0810-0/03 4.0 Extração de mármore e beneficiamento associado I Não 0810-0/04 4.0 Extração de calcário e dolomita e beneficiamento associado I Não 0810-0/05 4.0 Extração de gesso e caulim I Não 0810-0/06 4.0 Extração de areia, cascalho ou pedregulho e beneficiamento associado I Não 0810-0/07 4.0 Extração de argila e beneficiamento associado I Não 0810-0/08 4.0 Extração de saibro e beneficiamento associado I Não 0810-0/09 4.0 Extração de basalto e beneficiamento associado II Não 0810-0/10 4.5 Beneficiamento de gesso e caulim associado à extração I Não 0810-0/99 4.0 Extração e britamento de pedras e outros materiais para construção e beneficiamento associado I Não 0891-6/00 4.0 Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos I Não 0892-4/01 4.0 Extração de sal marinho I Não 0892-4/02 4.0 Extração de sal-gema II Não 0892-4/03 4.5 Refino e outros tratamentos do sal I Não 0893-2/00 4.0 Extração de gemas (pedras preciosas e semipreciosas) I Não 0899-1/01 4.0 Extração de grafita I Não 0899-1/02 4.0 Extração de quartzo I Não 0899-1/03 4.0 Extração de amianto I Não 0899-1/99 4.0 Extração de outros minerais não-metálicos não especificados anteriormente III Não 0990-4/01 6.0 Atividades de apoio à extração de minério de ferro III Não 0990-4/02 6.0 Atividades de apoio à extração de minerais metálicos não- ferrosos III Não 0990-4/03 6.0 Atividades de apoio à extração de minerais não-metálicos II Não 1011-2/01 4.5 Frigorífico – abate de bovinos II Não 1011-2/02 4.5 Frigorífico – abate de eqüinos II Não 1011-2/03 4.5 Frigorífico – abate de ovinos e caprinos II Não 1011-2/04 4.5 Frigorífico – abate de bufalinos II Não 1011-2/05 4.5 Matadouro – abate de reses sob contrato, exceto abate de suínos II Não 1012-1/01 4.5 Abate de aves II Não 1012-1/02 4.5 Abate de pequenos animais II Não 1012-1/03 4.5 Frigorífico – abate de suínos II Não 1012-1/04 4.5 Matadouro – abate de suínos sob contrato II Não 1013-9/01 4.5 Fabricação de produtos de carne II Não 1013-9/02 4.5 Preparação de subprodutos do abate II Não 1020-1/01 4.5 Preservação de peixes, crustáceos e moluscos II Não 1020-1/02 4.5 Fabricação de conservas de peixes, crustáceos e moluscos II Não 1031-7/00 4.5 Fabricação de conservas de frutas II Não 1032-5/01 4.5 Fabricação de conservas de palmito II Não 1032-5/99 4.5 Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito II Não 1033-3/01 4.5 Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes II Não 1033-3/02 4.5 Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados II Não 1041-4/00 4.5 Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho II Não 1042-2/00 4.5 Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho II Não 1043-1/00 4.5 Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos não-comestíveis de animais II Não 1051-1/00 4.5 Preparação do leite II Não 1052-0/00 4.5 Fabricação de laticínios II Não 1053-8/00 4.5 Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis II Não 1061-9/01 4.5 Beneficiamento de arroz II Não 1061-9/02 4.5 Fabricação de produtos do arroz II Não 1062-7/00 4.5 Moagem de trigo e fabricação de derivados II Não 1063-5/00 4.5 Fabricação de farinha de mandioca e derivados II Não 1064-3/00 4.5 Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho II Não 1065-1/01 4.5 Fabricação de amidos e féculas de vegetais II Não 1065-1/02 4.5 Fabricação de óleo de milho em bruto II Não 1065-1/03 4.5 Fabricação de óleo de milho refinado II Não 1066-0/00 4.5 Fabricação de alimentos para animais II Não 1069-4/00 4.5 Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente II Não 1071-6/00 4.5 Fabricação de açúcar em bruto II Não 1072-4/01 4.5 Fabricação de açúcar de cana refinado II Não 1072-4/02 4.5 Fabricação de açúcar de cereais (dextrose) e de beterraba II Não 1081-3/01 4.5 Beneficiamento de café II Não 1081-3/02 4.5 Torrefação e moagem de café II Não 1082-1/00 4.5 Fabricação de produtos à base de café II Não 1091-1/00 4.5 Fabricação de produtos de panificação II Não 1091-1/01 4.5 Fabricação de produtos de panificação industrial I Não 1091-1/02 4.0 Fabricação de produtos de padaria e confeitaria com predominância de produção própria II Não 1092-9/00 4.5 Fabricação de biscoitos e bolachas II Não 1093-7/01 4.5 Fabricação de produtos derivados do cacau e de chocolates II Não 1093-7/02 4.5 Fabricação de frutas cristalizadas, balas e semelhantes II Não 1094-5/00 4.5 Fabricação de massas alimentícias II Não 1095-3/00 4.5 Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos II Não 1096-1/00 4.5 Fabricação de alimentos e pratos prontos II Não 1099-6/01 4.5 Fabricação de vinagres II Não 1099-6/02 4.5 Fabricação de pós alimentícios II Não 1099-6/03 4.5 Fabricação de fermentos e leveduras II Não 1099-6/04 4.5 Fabricação de gelo comum II Não 1099-6/05 4.5 Fabricação de produtos para infusão (chá, mate, etc.) II Não 1099-6/06 4.5 Fabricação de adoçantes naturais e artificiais II Não 1099-6/07 4.5 Fabricação de alimentos dietéticos e complementos alimentares II Não 1099-6/99 4.5 Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados anteriormente II Não 1121-6/00 4.5 Fabricação de águas envasadas II Não 1122-4/02 4.5 Fabricação de chá mate e outros chás prontos para consumo II Não 1122-4/04 4.5 Fabricação de bebidas isotônicas II Não 1210-7/00 4.5 Processamento industrial do fumo II Não 1311-1/00 4.5 Preparação e fiação de fibras de algodão II Não 1312-0/00 4.5 Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão II Não 1313-8/00 4.5 Fiação de fibras artificiais e sintéticas II Não 1314-6/00 4.5 Fabricação de linhas para costurar e bordar II Não 1321-9/00 4.5 Tecelagem de fios de algodão II Não 1322-7/00 4.5 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão II Não 1323-5/00 4.5 Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas II Não 1330-8/00 4.5 Fabricação de tecidos de malha II Não 1340-5/01 4.5 Estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário II Não 1340-5/02 4.5 Alvejamento, tingimento e torção em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário II Não 1340-5/99 4.5 Outros serviços de acabamento em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário II Não 1351-1/00 4.5 Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico II Não 1352-9/00 4.5 Fabricação de artefatos de tapeçaria II Não 1353-7/00 4.5 Fabricação de artefatos de cordoaria II Não 1354-5/00 4.5 Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos II Não 1359-6/00 4.5 Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anteriormente II Não 1411-8/01 4.5 Confecção de roupas íntimas II Não 1411-8/02 4.5 Facção de roupas íntimas II Não 1412-6/01 4.5 Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida II Não 1412-6/02 4.5 Confecção, sob medida, de peças do vestuário, exceto roupas íntimas II Não 1412-6/03 4.5 Facção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas II Não 1413-4/01 4.5 Confecção de roupas profissionais, exceto sob medida II Não 1413-4/02 4.5 Confecção, sob medida, de roupas profissionais II Não 1413-4/03 4.5 Facção de roupas profissionais II Não 1414-2/00 4.5 Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção II Não 1421-5/00 4.5 Fabricação de meias II Não 1422-3/00 4.5 Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias II Não 1510-6/00 4.5 Curtimento e outras preparações de couro II Não 1521-1/00 4.5 Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material II Não 1529-7/00 4.5 Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente II Não 1531-9/01 4.5 Fabricação de calçados de couro III Não 1531-9/02 6.0 Acabamento de calçados de couro sob contrato II Não 1532-7/00 4.5 Fabricação de tênis de qualquer material II Não 1533-5/00 4.5 Fabricação de calçados de material sintético II Não 1539-4/00 4.5 Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente II Não 1540-8/00 4.5 Fabricação de partes para calçados, de qualquer material II Não 1610-2/01 4.5 Serrarias com desdobramento de madeira II Não 1621-8/00 4.5 Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada II Não 1622-6/01 4.5 Fabricação de casas de madeira pré-fabricadas II Não 1622-6/02 4.5 Fabricação de esquadrias de madeira e de peças de madeira para instalações industriais e comerciais II Não 1622-6/99 4.5 Fabricação de outros artigos de carpintaria para construção II Não 1623-4/00 4.5 Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira II Não 1629-3/01 4.5 Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto móveis II Não 1629-3/02 4.5 Fabricação de artefatos diversos de cortiça, bambu, palha, vime e outros materiais trançados, exceto móveis II Não 1710-9/00 4.5 Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel II Não 1721-4/00 4.5 Fabricação de papel II Não 1722-2/00 4.5 Fabricação de cartolina e papel-cartão II Não 1731-1/00 4.5 Fabricação de embalagens de papel II Não 1732-0/00 4.5 Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão II Não 1733-8/00 4.5 Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado II Não 1741-9/01 4.5 Fabricação de formulários contínuos II Não 1741-9/02 4.5 Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório II Não 1742-7/01 4.5 Fabricação de fraldas descartáveis II Não 1742-7/02 4.5 Fabricação de absorventes higiênicos II Não 1742-7/99 4.5 Fabricação de produtos de papel para uso doméstico e higiênico-sanitário não especificados anteriormente II Não 1749-4/00 4.5 Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente II Não 1811-3/01 4.5 Impressão de jornais II Não 1811-3/02 4.5 Impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas II Não 1812-1/00 4.5 Impressão de material de segurança III Não 1813-0/01 6.0 Impressão de material para uso publicitário III Não 1813-0/99 6.0 Impressão de material para outros usos III Não 1821-1/00 6.0 Serviços de pré-impressão III Não 1822-9/00 6.0 Serviços de acabamentos gráficos III Não 1822-9/01 6.0 Serviços de encadernação e plastificação III Não 1822-9/99 6.0 Serviços de acabamentos gráficos, exceto encadernação e plastificação III Não 1830-0/01 6.0 Reprodução de som em qualquer suporte III Não 1830-0/02 6.0 Reprodução de vídeo em qualquer suporte V Não 1830-0/03 15.5 Reprodução de software em qualquer suporte II Não 1910-1/00 4.5 Coquerias II Não 1921-7/00 4.5 Fabricação de produtos do refino de petróleo II Não 1922-5/01 4.5 Formulação de combustíveis II Não 1922-5/02 4.5 Rerrefino de óleos lubrificantes II Não 1922-5/99 4.5 Fabricação de outros produtos derivados do petróleo, exceto produtos do refino II Não 1931-4/00 4.5 Fabricação de álcool II Não 1932-2/00 4.5 Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool II Não 2011-8/00 4.5 Fabricação de cloro e álcalis II Não 2012-6/00 4.5 Fabricação de intermediários para fertilizantes II Não 2013-4/00 4.5 Fabricação de adubos e fertilizantes II Não 2013-4/01 4.5 Fabricação de adubos e fertilizantes organo-minerais II Não 2013-4/02 4.5 Fabricação de adubos e fertilizantes, exceto organo-minerais II Não 2014-2/00 4.5 Fabricação de gases industriais II Não 2019-3/01 4.5 Elaboração de combustíveis nucleares II Não 2019-3/99 4.5 Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente II Não 2021-5/00 4.5 Fabricação de produtos petroquímicos básicos II Não 2022-3/00 4.5 Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e fibras II Não 2029-1/00 4.5 Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente II Não 2031-2/00 4.5 Fabricação de resinas termoplásticas II Não 2032-1/00 4.5 Fabricação de resinas termofixas II Não 2033-9/00 4.5 Fabricação de elastômeros II Não 2040-1/00 4.5 Fabricação de fibras artificiais e sintéticas II Não 2051-7/00 4.5 Fabricação de defensivos agrícolas II Não 2052-5/00 4.5 Fabricação de desinfestantes domissanitários II Não 2061-4/00 4.5 Fabricação de sabões e detergentes sintéticos II Não 2062-2/00 4.5 Fabricação de produtos de limpeza e polimento II Não 2063-1/00 4.5 Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal II Não 2071-1/00 4.5 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas II Não 2072-0/00 4.5 Fabricação de tintas de impressão II Não 2073-8/00 4.5 Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins II Não 2091-6/00 4.5 Fabricação de adesivos e selantes II Não 2092-4/02 4.5 Fabricação de artigos pirotécnicos II Não 2092-4/03 4.5 Fabricação de fósforos de segurança II Não 2093-2/00 4.5 Fabricação de aditivos de uso industrial II Não 2094-1/00 4.5 Fabricação de catalisadores II Não 2099-1/01 4.5 Fabricação de chapas, filmes, papéis e outros materiais e produtos químicos para fotografia II Não 2099-1/99 4.5 Fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente II Não 2110-6/00 4.5 Fabricação de produtos farmoquímicos II Não 2121-1/01 4.5 Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano II Não 2121-1/02 4.5 Fabricação de medicamentos homeopáticos para uso humano II Não 2121-1/03 4.5 Fabricação de medicamentos fitoterápicos para uso humano II Não 2122-0/00 4.5 Fabricação de medicamentos para uso veterinário II Não 2123-8/00 4.5 Fabricação de preparações farmacêuticas II Não 2211-1/00 4.5 Fabricação de pneumáticos e de câmaras-de-ar II Não 2219-6/00 4.5 Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente II Não 2221-8/00 4.5 Fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico II Não 2222-6/00 4.5 Fabricação de embalagens de material plástico II Não 2223-4/00 4.5 Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na construção II Não 2229-3/01 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para uso pessoal e doméstico II Não 2229-3/02 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais II Não 2229-3/03 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para uso na construção, exceto tubos e acessórios II Não 2229-3/99 4.5 Fabricação de artefatos de material plástico para outros usos não especificados anteriormente II Não 2311-7/00 4.5 Fabricação de vidro plano e de segurança II Não 2312-5/00 4.5 Fabricação de embalagens de vidro II Não 2319-2/00 4.5 Fabricação de artigos de vidro II Não 2320-6/00 4.5 Fabricação de cimento II Não 2330-3/01 4.5 Fabricação de estruturas pré-moldadas de concreto armado, em série e sob encomenda II Não 2330-3/02 4.5 Fabricação de artefatos de cimento para uso na construção II Não 2330-3/03 4.5 Fabricação de artefatos de fibrocimento para uso na construção II Não 2330-3/04 4.5 Fabricação de casas pré-moldadas de concreto II Não 2330-3/05 4.5 Preparação de massa de concreto e argamassa para construção II Não 2330-3/99 4.5 Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes II Não 2341-9/00 4.5 Fabricação de produtos cerâmicos refratários II Não 2342-7/01 4.5 Fabricação de azulejos e pisos II Não 2342-7/02 4.5 Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos II Não 2349-4/01 4.5 Fabricação de material sanitário de cerâmica II Não 2349-4/99 4.5 Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários não especificados anteriormente II Não 2391-5/01 4.5 Britamento de pedras, exceto associado à extração II Não 2391-5/02 4.5 Aparelhamento de pedras para construção, exceto associado à extração II Não 2391-5/03 4.5 Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em mármore, granito, ardósia e outras pedras II Não 2392-3/00 4.5 Fabricação de cal e gesso II Não 2399-1/01 4.5 Decoração, lapidação, gravação, vitrificação e outros trabalhos em cerâmica, louça, vidro e cristal II Não 2399-1/02 4.5 Fabricação de abrasivos II Não 2399-1/99 4.5 Fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos não especificados anteriormente II Não 2411-3/00 4.5 Produção de ferro-gusa II Não 2412-1/00 4.5 Produção de ferroligas II Não 2421-1/00 4.5 Produção de semi-acabados de aço II Não 2422-9/01 4.5 Produção de laminados planos de aço ao carbono, revestidos ou não II Não 2422-9/02 4.5 Produção de laminados planos de aços especiais II Não 2423-7/01 4.5 Produção de tubos de aço sem costura II Não 2423-7/02 4.5 Produção de laminados longos de aço, exceto tubos II Não 2424-5/01 4.5 Produção de arames de aço II Não 2424-5/02 4.5 Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço, exceto arames II Não 2431-8/00 4.5 Produção de tubos de aço com costura II Não 2439-3/00 4.5 Produção de outros tubos de ferro e aço II Não 2441-5/01 4.5 Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias II Não 2441-5/02 4.5 Produção de laminados de alumínio II Não 2442-3/00 4.5 Metalurgia dos metais preciosos II Não 2443-1/00 4.5 Metalurgia do cobre II Não 2449-1/01 4.5 Produção de zinco em formas primárias II Não 2449-1/02 4.5 Produção de laminados de zinco II Não 2449-1/03 4.5 Produção de ânodos para galvanoplastia II Não 2449-1/99 4.5 Metalurgia de outros metais não-ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente II Não 2451-2/00 4.5 Fundição de ferro e aço II Não 2452-1/00 4.5 Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas II Não 2511-0/00 4.5 Fabricação de estruturas metálicas II Não 2512-8/00 4.5 Fabricação de esquadrias de metal II Não 2513-6/00 4.5 Fabricação de obras de caldeiraria pesada II Não 2521-7/00 4.5 Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para aquecimento central II Não 2522-5/00 4.5 Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto para aquecimento central e para veículos II Não 2531-4/01 4.5 Produção de forjados de aço II Não 2531-4/02 4.5 Produção de forjados de metais não-ferrosos e suas ligas II Não 2532-2/01 4.5 Produção de artefatos estampados de metal II Não 2532-2/02 4.5 Metalurgia do pó III Não 2539-0/00 6.0 Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais (este serviço foi analisado como sendo prestado para terceiros. As empresas que realizam a produção própria para venda deverá utilizar o Sim II para tributar esta parte das receitas) III Não 2539-0/01 6.0 Serviços de usinagem, tornearia e solda III Não 2539-0/02 6.0 Serviços de tratamento e revestimento em metais II Não 2541-1/00 4.5 Fabricação de artigos de cutelaria II Não 2542-0/00 4.5 Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias II Não 2543-8/00 4.5 Fabricação de ferramentas II Não 2591-8/00 4.5 Fabricação de embalagens metálicas II Não 2592-6/01 4.5 Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados II Não 2592-6/02 4.5 Fabricação de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados II Não 2593-4/00 4.5 Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e pessoal II Não 2599-3/01 4.5 Serviços de confecção de armações metálicas para a construção III Não 2599-3/02 6.0 Serviço de corte e dobra de metais II Não 2599-3/99 4.5 Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente II Não 2610-8/00 4.5 Fabricação de componentes eletrônicos II Não 2621-3/00 4.5 Fabricação de equipamentos de informática II Não 2622-1/00 4.5 Fabricação de periféricos para equipamentos de informática II Não 2631-1/00 4.5 Fabricação de equipamentos transmissores de comunicação, peças e acessórios II Não 2632-9/00 4.5 Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios II Não 2640-0/00 4.5 Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo II Não 2651-5/00 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e controle II Não 2652-3/00 4.5 Fabricação de cronômetros e relógios II Não 2660-4/00 4.5 Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação II Não 2670-1/01 4.5 Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios II Não 2670-1/02 4.5 Fabricação de aparelhos fotográficos e cinematográficos, peças e acessórios II Não 2680-9/00 4.5 Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas II Não 2710-4/01 4.5 Fabricação de geradores de corrente contínua e alternada, peças e acessórios II Não 2710-4/02 4.5 Fabricação de transformadores, indutores, conversores, sincronizadores e semelhantes, peças e acessórios II Não 2710-4/03 4.5 Fabricação de motores elétricos, peças e acessórios II Não 2721-0/00 4.5 Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores II Não 2722-8/01 4.5 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos automotores II Não 2722-8/02 4.5 Recondicionamento de baterias e acumuladores para veículos automotores II Não 2731-7/00 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica II Não 2732-5/00 4.5 Fabricação de material elétrico para instalações em circuito de consumo II Não 2733-3/00 4.5 Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados II Não 2740-6/01 4.5 Fabricação de lâmpadas II Não 2740-6/02 4.5 Fabricação de luminárias e outros equipamentos de iluminação II Não 2751-1/00 4.5 Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios II Não 2759-7/01 4.5 Fabricação de aparelhos elétricos de uso pessoal, peças e acessórios II Não 2759-7/99 4.5 Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente, peças e acessórios II Não 2790-2/01 4.5 Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e grafita para uso elétrico, eletroímãs e isoladores II Não 2790-2/02 4.5 Fabricação de equipamentos para sinalização e alarme II Não 2790-2/99 4.5 Fabricação de outros equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente II Não 2811-9/00 4.5 Fabricação de motores e turbinas, peças e acessórios, exceto para aviões e veículos rodoviários II Não 2812-7/00 4.5 Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, peças e acessórios, exceto válvulas II Não 2813-5/00 4.5 Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes, peças e acessórios II Não 2814-3/01 4.5 Fabricação de compressores para uso industrial, peças e acessórios II Não 2814-3/02 4.5 Fabricação de compressores para uso não-industrial, peças e acessórios II Não 2815-1/01 4.5 Fabricação de rolamentos para fins industriais II Não 2815-1/02 4.5 Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais, exceto rolamentos II Não 2821-6/01 4.5 Fabricação de fornos industriais, aparelhos e equipamentos não-elétricos para instalações térmicas, peças e acessórios II Não 2821-6/02 4.5 Fabricação de estufas e fornos elétricos para fins industriais, peças e acessórios II Não 2822-4/01 4.5 Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de pessoas, peças e acessórios II Não 2822-4/02 4.5 Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios II Não 2823-2/00 4.5 Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial, peças e acessórios II Não 2824-1/01 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso industrial II Não 2824-1/02 4.5 Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial II Não 2825-9/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental, peças e acessórios II Não 2829-1/01 4.5 Fabricação de máquinas de escrever, calcular e outros equipamentos não-eletrônicos para escritório, peças e acessórios II Não 2829-1/99 4.5 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente, peças e acessórios II Não 2831-3/00 4.5 Fabricação de tratores agrícolas, peças e acessórios II Não 2832-1/00 4.5 Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola, peças e acessórios II Não 2833-0/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária, peças e acessórios, exceto para irrigação II Não 2840-2/00 4.5 Fabricação de máquinas-ferramenta, peças e acessórios II Não 2851-8/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo, peças e acessórios II Não 2852-6/00 4.5 Fabricação de outras máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, peças e acessórios, exceto na extração de petróleo II Não 2853-4/00 4.5 Fabricação de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas II Não 2854-2/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para terraplenagem, pavimentação e construção, peças e acessórios, exceto tratores II Não 2861-5/00 4.5 Fabricação de máquinas para a indústria metalúrgica, peças e acessórios, exceto máquinas-ferramenta II Não 2862-3/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo, peças e acessórios II Não 2863-1/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil, peças e acessórios II Não 2864-0/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias do vestuário, do couro e de calçados, peças e acessórios II Não 2865-8/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos, peças e acessórios II Não 2866-6/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria do plástico, peças e acessórios II Não 2869-1/00 4.5 Fabricação de máquinas e equipamentos para uso industrial específico não especificados anteriormente, peças e acessórios II Não 2910-7/02 4.5 Fabricação de chassis com motor para automóveis, camionetas e utilitários II Não 2910-7/03 4.5 Fabricação de motores para automóveis, camionetas e utilitários II Não 2920-4/01 4.5 Fabricação de caminhões e ônibus II Não 2920-4/02 4.5 Fabricação de motores para caminhões e ônibus II Não 2930-1/01 4.5 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhões II Não 2930-1/02 4.5 Fabricação de carrocerias para ônibus II Não 2930-1/03 4.5 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos automotores, exceto caminhões e ônibus II Não 2941-7/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de veículos automotores II Não 2942-5/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão de veículos automotores II Não 2943-3/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios de veículos automotores II Não 2944-1/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e suspensão de veículos automotores II Não 2945-0/00 4.5 Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias II Não 2949-2/01 4.5 Fabricação de bancos e estofados para veículos automotores II Não 2949-2/99 4.5 Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente III Não 2950-6/00 6.0 Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores II Não 3011-3/01 4.5 Construção de embarcações de grande porte II Não 3011-3/02 4.5 Construção de embarcações para uso comercial e para usos especiais, exceto de grande porte II Não 3012-1/00 4.5 Construção de embarcações para esporte e lazer II Não 3031-8/00 4.5 Fabricação de locomotivas, vagões e outros materiais rodantes II Não 3032-6/00 4.5 Fabricação de peças e acessórios para veículos ferroviários II Não 3041-5/00 4.5 Fabricação de aeronaves II Não 3042-3/00 4.5 Fabricação de turbinas, motores e outros componentes e peças para aeronaves II Não 3050-4/00 4.5 Fabricação de veículos militares de combate II Não 3091-1/02 4.5 Fabricação de peças e acessórios para motocicletas II Não 3092-0/00 4.5 Fabricação de bicicletas e triciclos não-motorizados, peças e acessórios II Não 3099-7/00 4.5 Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente II Não 3101-2/00 4.5 Fabricação de móveis com predominância de madeira II Não 3102-1/00 4.5 Fabricação de móveis com predominância de metal II Não 3103-9/00 4.5 Fabricação de móveis de outros materiais, exceto madeira e metal II Não 3104-7/00 4.5 Fabricação de colchões II Não 3211-6/01 4.5 Lapidação de gemas II Não 3211-6/02 4.5 Fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria II Não 3211-6/03 4.5 Cunhagem de moedas e medalhas II Não 3212-4/00 4.5 Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes II Não 3220-5/00 4.5 Fabricação de instrumentos musicais, peças e acessórios II Não 3230-2/00 4.5 Fabricação de artefatos para pesca e esporte II Não 3240-0/01 4.5 Fabricação de jogos eletrônicos II Não 3240-0/02 4.5 Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e acessórios não associada à locação II Não 3240-0/99 4.5 Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos não especificados anteriormente II Não 3250-7/01 4.5 Fabricação de instrumentos não-eletrônicos e utensílios para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório II Não 3250-7/02 4.5 Fabricação de mobiliário para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório II Não 3250-7/03 4.5 Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral sob encomenda II Não 3250-7/04 4.5 Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral, exceto sob encomenda II Não 3250-7/05 4.5 Fabricação de materiais para medicina e odontologia III Sim 3250-7/06 6.0 Serviços de prótese dentária V Sim 3250-7/06 15.5 Serviços de prótese dentária II Não 3250-7/07 4.5 Fabricação de artigos ópticos II Não 3250-7/08 4.5 Fabricação de artefatos de tecido não tecido para uso odontomédicohospitalar III Sim 3250-7/09 6.0 Serviço de laboratório óptico V Sim 3250-7/09 15.5 Serviço de laboratório óptico II Não 3291-4/00 4.5 Fabricação de escovas, pincéis e vassouras II Não 3292-2/01 4.5 Fabricação de roupas de proteção e segurança e resistentes a fogo II Não 3292-2/02 4.5 Fabricação de equipamentos e acessórios para segurança pessoal e profissional II Não 3299-0/01 4.5 Fabricação de guarda-chuvas e similares II Não 3299-0/02 4.5 Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para escritório II Não 3299-0/03 4.5 Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, exceto luminosos II Não 3299-0/04 4.5 Fabricação de painéis e letreiros luminosos II Não 3299-0/05 4.5 Fabricação de aviamentos para costura II Não 3299-0/06 4.5 Fabricação de velas, inclusive decorativas II Não 3299-0/99 4.5 Fabricação de produtos diversos não especificados anteriormente III Não 3311-2/00 6.0 Manutenção e reparação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras, exceto para veículos III Não 3312-1/01 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos transmissores de comunicação III Não 3312-1/02 6.0 Manutenção e reparação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle III Não 3312-1/03 6.0 Manutenção e reparação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação III Não 3312-1/04 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos e instrumentos ópticos III Não 3313-9/01 6.0 Manutenção e reparação de geradores, transformadores e motores elétricos III Não 3313-9/02 6.0 Manutenção e reparação de baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos III Não 3313-9/99 6.0 Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos não especificados anteriormente III Não 3314-7/01 6.0 Manutenção e reparação de máquinas motrizes não-elétricas III Não 3314-7/02 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, exceto válvulas III Não 3314-7/03 6.0 Manutenção e reparação de válvulas industriais III Não 3314-7/04 6.0 Manutenção e reparação de compressores III Não 3314-7/05 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos de transmissão para fins industriais III Não 3314-7/06 6.0 Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e equipamentos para instalações térmicas III Não 3314-7/07 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial III Não 3314-7/08 6.0 Manutenção e reparação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas III Não 3314-7/09 6.0 Manutenção e reparação de máquinas de escrever, calcular e de outros equipamentos não-eletrônicos para escritório III Não 3314-7/10 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente III Não 3314-7/11 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para agricultura e pecuária III Não 3314-7/12 6.0 Manutenção e reparação de tratores agrícolas III Não 3314-7/13 6.0 Manutenção e reparação de máquinas-ferramenta III Não 3314-7/14 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo III Não 3314-7/15 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, exceto na extração de petróleo III Não 3314-7/16 6.0 Manutenção e reparação de tratores, exceto agrícolas III Não 3314-7/17 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de terraplenagem, pavimentação e construção, exceto tratores III Não 3314-7/18 6.0 Manutenção e reparação de máquinas para a indústria metalúrgica, exceto máquinas-ferramenta III Não 3314-7/19 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo III Não 3314-7/20 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil, do vestuário, do couro e calçados III Não 3314-7/21 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a indústria de celulose, papel e papelão e artefatos III Não 3314-7/22 6.0 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a indústria do plástico III Não 3314-7/99 6.0 Manutenção e reparação de outras máquinas e equipamentos para usos industriais não especificados anteriormente III Não 3315-5/00 6.0 Manutenção e reparação de veículos ferroviários III Não 3316-3/01 6.0 Manutenção e reparação de aeronaves, exceto a manutenção na pista III Não 3316-3/02 6.0 Manutenção de aeronaves na pista III Não 3317-1/01 6.0 Manutenção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes III Não 3317-1/02 6.0 Manutenção e reparação de embarcações para esporte e lazer III Não 3319-8/00 6.0 Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não especificados anteriormente III Não 3321-0/00 6.0 Instalação de máquinas e equipamentos industriais III Não 3329-5/01 6.0 Serviços de montagem de móveis de qualquer material III Não 3329-5/99 6.0 Instalação de outros equipamentos não especificados anteriormente II Não 3520-4/01 4.5 Produção de gás processamento de gás natural I Não 3520-4/02 4.0 Distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas II Não 3530-1/00 4.5 Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado I Não 3600-6/02 4.0 Distribuição de água por caminhões IV Não 3702-9/00 4.5 Atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão de redes III Não 3811-4/00 6.0 Coleta de resíduos não-perigosos III Não 3812-2/00 6.0 Coleta de resíduos perigosos II Não 3831-9/01 4.5 Recuperação de sucatas de alumínio II Não 3831-9/99 4.5 Recuperação de materiais metálicos, exceto alumínio II Não 3832-7/00 4.5 Recuperação de materiais plásticos II Não 3839-4/01 4.5 Usinas de compostagem II Não 3839-4/99 4.5 Recuperação de materiais não especificados anteriormente IV Não 4120-4/00 4.5 Construção de edifícios IV Não 4211-1/01 4.5 Construção de rodovias e ferrovias III Não 4211-1/02 6.0 Pintura para sinalização em pistas rodoviárias e aeroportos III Não 4212-0/00 6.0 Construção de obras-de-arte especiais IV Não 4213-8/00 4.5 Obras de urbanização – ruas, praças e calçadas IV Não 4221-9/01 4.5 Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica IV Não 4221-9/02 4.5 Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica III Não 4221-9/03 6.0 Manutenção de redes de distribuição de energia elétrica IV Não 4221-9/04 4.5 Construção de estações e redes de telecomunicações III Não 4221-9/05 6.0 Manutenção de estações e redes de telecomunicações IV Não 4222-7/01 4.5 Construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas, exceto obras de irrigação IV Não 4222-7/02 4.5 Obras de irrigação IV Não 4223-5/00 4.5 Construção de redes de transportes por dutos, exceto para água e esgoto IV Não 4291-0/00 4.5 Obras portuárias, marítimas e fluviais IV Não 4292-8/01 4.5 Montagem de estruturas metálicas IV Não 4292-8/02 4.5 Obras de montagem industrial IV Não 4299-5/01 4.5 Construção de instalações esportivas e recreativas IV Não 4299-5/99 4.5 Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente IV Não 4311-8/01 4.5 Demolição de edifícios e outras estruturas IV Não 4311-8/02 4.5 Preparação de canteiro e limpeza de terreno IV Não 4312-6/00 4.5 Perfurações e sondagens IV Não 4313-4/00 4.5 Obras de terraplenagem IV Não 4319-3/00 4.5 Serviços de preparação do terreno não especificados anteriormente IV Não 4321-5/00 4.5 Instalação e manutenção elétrica IV Não 4322-3/01 4.5 Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás III Não 4322-3/02 6.0 Instalação e manutenção de sistemas centrais de ar condicionado, de ventilação e refrigeração III Não 4322-3/03 6.0 Instalações de sistema de prevenção contra incêndio III Não 4329-1/01 6.0 Instalação de painéis publicitários III Não 4329-1/02 6.0 Instalação de equipamentos para orientação à navegação marítima, fluvial e lacustre III Não 4329-1/03 6.0 Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes III Não 4329-1/04 6.0 Montagem e instalação de sistemas e equipamentos de iluminação e sinalização em vias públicas, portos e aeroportos III Não 4329-1/05 6.0 Tratamentos térmicos, acústicos ou de vibração III Não 4329-1/99 6.0 Outras obras de instalações em construções não especificadas anteriormente IV Não 4330-4/01 4.5 Impermeabilização em obras de engenharia civil IV Não 4330-4/02 4.5 Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias e armários embutidos de qualquer material IV Não 4330-4/03 4.5 Obras de acabamento em gesso e estuque IV Não 4330-4/04 4.5 Serviços de pintura de edifícios em geral IV Não 4330-4/05 4.5 Aplicação de revestimentos e de resinas em interiores e exteriores IV Não 4330-4/99 4.5 Outras obras de acabamento da construção IV Não 4391-6/00 4.5 Obras de fundações III Não 4399-1/02 6.0 Montagem e desmontagem de andaimes e outras estruturas temporárias IV Não 4399-1/03 4.5 Obras de alvenaria III Não 4399-1/04 6.0 Serviços de operação e fornecimento de equipamentos para transporte e elevação de cargas e pessoas para uso em obras IV Não 4399-1/05 4.5 Perfuração e construção de poços de água IV Não 4399-1/99 4.5 Serviços especializados para construção não especificados anteriormente I Não 4511-1/01 4.0 Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos I Não 4511-1/02 4.0 Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários usados I Não 4511-1/03 4.0 Comércio por atacado de automóveis, camionetas e utilitários novos e usados I Não 4511-1/04 4.0 Comércio por atacado de caminhões novos e usados I Não 4511-1/05 4.0 Comércio por atacado de reboques e semi-reboques novos e usados I Não 4511-1/06 4.0 Comércio por atacado de ônibus e microônibus novos e usados V Sim 4512-9/01 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores I Não 4512-9/02 4.0 Comércio sob consignação de veículos automotores III Não 4520-0/01 6.0 Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores III Não 4520-0/02 6.0 Serviços de lanternagem ou funilaria e pintura de veículos automotores III Não 4520-0/03 6.0 Serviços de manutenção e reparação elétrica de veículos automotores III Não 4520-0/04 6.0 Serviços de alinhamento e balanceamento de veículos automotores III Não 4520-0/05 6.0 Serviços de lavagem, lubrificação e polimento de veículos automotores III Não 4520-0/06 6.0 Serviços de borracharia para veículos automotores III Não 4520-0/07 6.0 Serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores III Não 4520-0/08 6.0 Serviços de capotaria I Não 4530-7/01 4.0 Comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores I Não 4530-7/02 4.0 Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-de-ar I Não 4530-7/03 4.0 Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores I Não 4530-7/04 4.0 Comércio a varejo de peças e acessórios usados para veículos automotores I Não 4530-7/05 4.0 Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras-de-ar V Sim 4530-7/06 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos automotores I Não 4541-2/01 4.0 Comércio por atacado de motocicletas e motonetas I Não 4541-2/02 4.0 Comércio por atacado de peças e acessórios para motocicletas e motonetas I Não 4541-2/03 4.0 Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas I Não 4541-2/04 4.0 Comércio a varejo de motocicletas e motonetas usadas I Não 4541-2/05 4.0 Comércio a varejo de peças e acessórios para motocicletas e motonetas V Sim 4542-1/01 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas, peças e acessórios I Não 4542-1/02 4.0 Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas III Não 4543-9/00 6.0 Manutenção e reparação de motocicletas e motonetas V Sim 4611-7/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de matérias-primas agrícolas e animais vivos V Sim 4612-5/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de combustíveis, minerais, produtos siderúrgicos e químicos V Sim 4613-3/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de madeira, material de construção e ferragens V Sim 4614-1/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de máquinas, equipamentos, embarcações e aeronaves V Sim 4615-0/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de eletrodomésticos, móveis e artigos de uso doméstico V Sim 4616-8/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de têxteis, vestuário, calçados e artigos de viagem V Sim 4617-6/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de produtos alimentícios, bebidas e fumo V Sim 4618-4/01 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de medicamentos, cosméticos e produtos de perfumaria V Sim 4618-4/02 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de instrumentos e materiais odonto-médico-hospitalares V Sim 4618-4/03 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de jornais, revistas e outras publicações V Sim 4618-4/99 15.5 Outros representantes comerciais e agentes do comércio especializado em produtos não especificados anteriormente V Sim 4619-2/00 15.5 Representantes comerciais e agentes do comércio de mercadorias em geral não especializado I Não 4621-4/00 4.0 Comércio atacadista de café em grão I Não 4622-2/00 4.0 Comércio atacadista de soja I Não 4623-1/01 4.0 Comércio atacadista de animais vivos I Não 4623-1/02 4.0 Comércio atacadista de couros, lãs, peles e outros subprodutos não-comestíveis de origem animal I Não 4623-1/03 4.0 Comércio atacadista de algodão I Não 4623-1/04 4.0 Comércio atacadista de fumo em folha não beneficiado I Não 4623-1/05 4.0 Comércio atacadista de cacau I Não 4623-1/06 4.0 Comércio atacadista de sementes, flores, plantas e gramas I Não 4623-1/07 4.0 Comércio atacadista de sisal I Não 4623-1/08 4.0 Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada I Não 4623-1/09 4.0 Comércio atacadista de alimentos para animais I Não 4623-1/99 4.0 Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas não especificadas anteriormente I Não 4631-1/00 4.0 Comércio atacadista de leite e laticínios I Não 4632-0/01 4.0 Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados I Não 4632-0/02 4.0 Comércio atacadista de farinhas, amidos e féculas I Não 4632-0/03 4.0 Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados, farinhas, amidos e féculas, com atividade de fracionamento e acondicionamento associada I Não 4633-8/01 4.0 Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, hortaliças e legumes frescos I Não 4633-8/02 4.0 Comércio atacadista de aves vivas e ovos I Não 4633-8/03 4.0 Comércio atacadista de coelhos e outros pequenos animais vivos para alimentação I Não 4634-6/01 4.0 Comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e derivados I Não 4634-6/02 4.0 Comércio atacadista de aves abatidas e derivados I Não 4634-6/03 4.0 Comércio atacadista de pescados e frutos do mar I Não 4634-6/99 4.0 Comércio atacadista de carnes e derivados de outros animais I Não 4635-4/01 4.0 Comércio atacadista de água mineral I Não 4635-4/02 4.0 Comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante I Não 4635-4/03 4.0 Comércio atacadista de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada I Não 4636-2/01 4.0 Comércio atacadista de fumo beneficiado I Não 4637-1/01 4.0 Comércio atacadista de café torrado, moído e solúvel I Não 4637-1/02 4.0 Comércio atacadista de açúcar I Não 4637-1/03 4.0 Comércio atacadista de óleos e gorduras I Não 4637-1/04 4.0 Comércio atacadista de pães, bolos, biscoitos e similares I Não 4637-1/05 4.0 Comércio atacadista de massas alimentícias I Não 4637-1/06 4.0 Comércio atacadista de sorvetes I Não 4637-1/07 4.0 Comércio atacadista de chocolates, confeitos, balas, bombons e semelhantes I Não 4637-1/99 4.0 Comércio atacadista especializado em outros produtos alimentícios não especificados anteriormente I Não 4639-7/01 4.0 Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral I Não 4639-7/02 4.0 Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral, com atividade de fracionamento e acondicionamento associada I Não 4641-9/01 4.0 Comércio atacadista de tecidos I Não 4641-9/02 4.0 Comércio atacadista de artigos de cama, mesa e banho I Não 4641-9/03 4.0 Comércio atacadista de artigos de armarinho I Não 4642-7/01 4.0 Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios, exceto profissionais e de segurança I Não 4642-7/02 4.0 Comércio atacadista de roupas e acessórios para uso profissional e de segurança do trabalho I Não 4643-5/01 4.0 Comércio atacadista de calçados I Não 4643-5/02 4.0 Comércio atacadista de bolsas, malas e artigos de viagem I Não 4644-3/01 4.0 Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso humano I Não 4644-3/02 4.0 Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso veterinário I Não 4645-1/01 4.0 Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios I Não 4645-1/02 4.0 Comércio atacadista de próteses e artigos de ortopedia I Não 4645-1/03 4.0 Comércio atacadista de produtos odontológicos I Não 4646-0/01 4.0 Comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria I Não 4646-0/02 4.0 Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal I Não 4647-8/01 4.0 Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria I Não 4647-8/02 4.0 Comércio atacadista de livros, jornais e outras publicações I Não 4649-4/01 4.0 Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico I Não 4649-4/02 4.0 Comércio atacadista de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico I Não 4649-4/03 4.0 Comércio atacadista de bicicletas, triciclos e outros veículos recreativos I Não 4649-4/04 4.0 Comércio atacadista de móveis e artigos de colchoaria I Não 4649-4/05 4.0 Comércio atacadista de artigos de tapeçaria persianas e cortinas I Não 4649-4/06 4.0 Comércio atacadista de lustres, luminárias e abajures I Não 4649-4/07 4.0 Comércio atacadista de filmes, CDs, DVDs, fitas e discos I Não 4649-4/08 4.0 Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar I Não 4649-4/09 4.0 Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar, com atividade de fracionamento e acondicionamento associada I Não 4649-4/10 4.0 Comércio atacadista de jóias, relógios e bijuterias, inclusive pedras preciosas e semipreciosas lapidadas I Não 4649-4/99 4.0 Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente I Não 4651-6/01 4.0 Comércio atacadista de equipamentos de informática I Não 4651-6/02 4.0 Comércio atacadista de suprimentos para informática I Não 4652-4/00 4.0 Comércio atacadista de componentes eletrônicos e equipamentos de telefonia e comunicação I Não 4661-3/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso agropecuário; partes e peças I Não 4662-1/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas, equipamentos para terraplenagem, mineração e construção; partes e peças I Não 4663-0/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso industrial partes e peças I Não 4664-8/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso odonto-médico-hospitalar; partes e peças I Não 4665-6/00 4.0 Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso comercial partes e peças I Não 4669-9/01 4.0 Comércio atacadista de bombas e compressores partes e peças I Não 4669-9/99 4.0 Comércio atacadista de outras máquinas e equipamentos não especificados anteriormente partes e peças I Não 4671-1/00 4.0 Comércio atacadista de madeira e produtos derivados I Não 4672-9/00 4.0 Comércio atacadista de ferragens e ferramentas I Não 4673-7/00 4.0 Comércio atacadista de material elétrico I Não 4674-5/00 4.0 Comércio atacadista de cimento I Não 4679-6/01 4.0 Comércio atacadista de tintas, vernizes e similares I Não 4679-6/02 4.0 Comércio atacadista de mármores e granitos I Não 4679-6/03 4.0 Comércio atacadista de vidros, espelhos e vitrais I Não 4679-6/04 4.0 Comércio atacadista especializado de materiais de construção não especificados anteriormente I Não 4679-6/99 4.0 Comércio atacadista de materiais de construção em geral I Não 4681-8/01 4.0 Comércio atacadista de álcool carburante, biodiesel, gasolina e demais derivados de petróleo, exceto lubrificantes, não realizado por transportador retalhista (TRR) I Não 4681-8/02 4.0 Comércio atacadista de combustíveis realizado por transportador retalhista (TRR) I Não 4681-8/03 4.0 Comércio atacadista de combustíveis de origem vegetal, exceto álcool carburante I Não 4681-8/04 4.0 Comércio atacadista de combustíveis de origem mineral em bruto I Não 4681-8/05 4.0 Comércio atacadista de lubrificantes I Não 4682-6/00 4.0 Comércio atacadista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) I Não 4683-4/00 4.0 Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo I Não 4684-2/01 4.0 Comércio atacadista de resinas e elastômeros I Não 4684-2/02 4.0 Comércio atacadista de solventes I Não 4684-2/99 4.0 Comércio atacadista de outros produtos químicos e petroquímicos não especificados anteriormente I Não 4685-1/00 4.0 Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, exceto para construção I Não 4686-9/01 4.0 Comércio atacadista de papel e papelão em bruto I Não 4686-9/02 4.0 Comércio atacadista de embalagens I Não 4687-7/01 4.0 Comércio atacadista de resíduos de papel e papelão I Não 4687-7/02 4.0 Comércio atacadista de resíduos e sucatas não-metálicos, exceto de papel e papelão I Não 4687-7/03 4.0 Comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicos I Não 4689-3/01 4.0 Comércio atacadista de produtos da extração mineral, exceto combustíveis I Não 4689-3/02 4.0 Comércio atacadista de fios e fibras beneficiados I Não 4689-3/99 4.0 Comércio atacadista especializado em outros produtos intermediários não especificados anteriormente I Não 4691-5/00 4.0 Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios I Não 4692-3/00 4.0 Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de insumos agropecuários I Não 4693-1/00 4.0 Comércio atacadista de mercadorias em geral, sem predominância de alimentos ou de insumos agropecuários I Não 4711-3/01 4.0 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados I Não 4711-3/02 4.0 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – supermercados I Não 4712-1/00 4.0 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns I Não 4713-0/01 4.0 Lojas de departamentos ou magazines I Não 4713-0/02 4.0 Lojas de variedades, exceto lojas de departamentos ou magazines I Não 4713-0/03 4.0 Lojas duty free de aeroportos internacionais I Não 4721-1/01 4.0 Padaria e confeitaria com predominância de produção própria I Não 4721-1/02 4.0 Padaria e confeitaria com predominância de revenda I Não 4721-1/03 4.0 Comércio varejista de laticínios e frios I Não 4721-1/04 4.0 Comércio varejista de doces, balas, bombons e semelhantes I Não 4722-9/01 4.0 Comércio varejista de carnes – açougues I Não 4722-9/02 4.0 Peixaria I Não 4723-7/00 4.0 Comércio varejista de bebidas I Não 4724-5/00 4.0 Comércio varejista de hortifrutigranjeiros I Não 4729-6/01 4.0 Tabacaria I Não 4729-6/02 4.0 Comércio varejista de mercadorias em lojas de conveniência I Não 4729-6/99 4.0 Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente I Não 4731-8/00 4.0 Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores I Não 4732-6/00 4.0 Comércio varejista de lubrificantes I Não 4741-5/00 4.0 Comércio varejista de tintas e materiais para pintura I Não 4742-3/00 4.0 Comércio varejista de material elétrico I Não 4743-1/00 4.0 Comércio varejista de vidros I Não 4744-0/01 4.0 Comércio varejista de ferragens e ferramentas I Não 4744-0/02 4.0 Comércio varejista de madeira e artefatos I Não 4744-0/03 4.0 Comércio varejista de materiais hidráulicos I Não 4744-0/04 4.0 Comércio varejista de cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas I Não 4744-0/05 4.0 Comércio varejista de materiais de construção não especificados anteriormente I Não 4744-0/06 4.0 Comércio varejista de pedras para revestimento I Não 4744-0/99 4.0 Comércio varejista de materiais de construção em geral I Não 4751-2/00 4.0 Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática I Não 4751-2/01 4.0 Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática III Não 4751-2/02 6.0 Recarga de cartuchos para equipamentos de informática I Não 4752-1/00 4.0 Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação I Não 4753-9/00 4.0 Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo I Não 4754-7/01 4.0 Comércio varejista de móveis I Não 4754-7/02 4.0 Comércio varejista de artigos de colchoaria I Não 4754-7/03 4.0 Comércio varejista de artigos de iluminação I Não 4755-5/01 4.0 Comércio varejista de tecidos I Não 4755-5/02 4.0 Comércio varejista de artigos de armarinho I Não 4755-5/03 4.0 Comércio varejista de artigos de cama, mesa e banho I Não 4756-3/00 4.0 Comércio varejista especializado de instrumentos musicais e acessórios I Não 4757-1/00 4.0 Comércio varejista especializado de peças e acessórios para aparelhos eletroeletrônicos para uso doméstico, exceto informática e comunicação I Não 4759-8/01 4.0 Comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e persianas I Não 4759-8/99 4.0 Comércio varejista de outros artigos de uso doméstico não especificados anteriormente I Não 4761-0/01 4.0 Comércio varejista de livros I Não 4761-0/02 4.0 Comércio varejista de jornais e revistas I Não 4761-0/03 4.0 Comércio varejista de artigos de papelaria I Não 4762-8/00 4.0 Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas I Não 4763-6/01 4.0 Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos I Não 4763-6/02 4.0 Comércio varejista de artigos esportivos I Não 4763-6/03 4.0 Comércio varejista de bicicletas e triciclos peças e acessórios I Não 4763-6/04 4.0 Comércio varejista de artigos de caça, pesca e camping I Não 4763-6/05 4.0 Comércio varejista de embarcações e outros veículos recreativos peças e acessórios I Não 4771-7/01 4.0 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas I Não 4771-7/02 4.0 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulas I Não 4771-7/03 4.0 Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos I Não 4771-7/04 4.0 Comércio varejista de medicamentos veterinários I Não 4772-5/00 4.0 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal I Não 4773-3/00 4.0 Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos I Não 4774-1/00 4.0 Comércio varejista de artigos de óptica I Não 4781-4/00 4.0 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios I Não 4782-2/01 4.0 Comércio varejista de calçados I Não 4782-2/02 4.0 Comércio varejista de artigos de viagem I Não 4783-1/01 4.0 Comércio varejista de artigos de joalheria I Não 4783-1/02 4.0 Comércio varejista de artigos de relojoaria I Não 4784-9/00 4.0 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) I Não 4785-7/01 4.0 Comércio varejista de antigüidades I Não 4785-7/99 4.0 Comércio varejista de outros artigos usados I Não 4789-0/01 4.0 Comércio varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos I Não 4789-0/02 4.0 Comércio varejista de plantas e flores naturais I Não 4789-0/03 4.0 Comércio varejista de objetos de arte I Não 4789-0/04 4.0 Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação I Não 4789-0/05 4.0 Comércio varejista de produtos saneantes domissanitários I Não 4789-0/06 4.0 Comércio varejista de fogos de artifício e artigos pirotécnicos I Não 4789-0/07 4.0 Comércio varejista de equipamentos para escritório I Não 4789-0/08 4.0 Comércio varejista de artigos fotográficos e para filmagem I Não 4789-0/09 4.0 Comércio varejista de armas e munições I Não 4789-0/99 4.0 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente III Não 4911-6/00 6.0 Transporte ferroviário de carga III Não 4912-4/02 6.0 Transporte ferroviário de passageiros municipal e em região metropolitana III Não 4912-4/03 6.0 Transporte metroviário III Não 4921-3/01 6.0 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal III Não 4922-1/03 6.0 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, internacional III Não 4923-0/01 6.0 Serviço de táxi III Não 4923-0/02 6.0 Serviço de transporte de passageiros – locação de automóveis com motorista III Não 4924-8/00 6.0 Transporte escolar III Não 4929-9/01 6.0 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, municipal III Não 4929-9/03 6.0 Organização de excursões em veículos rodoviários próprios, municipal III Não 4930-2/01 6.0 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal III Não 4930-2/02 6.0 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional III Não 4930-2/03 6.0 Transporte rodoviário de produtos perigosos III Não 4930-2/04 6.0 Transporte rodoviário de mudanças III Não 4940-0/00 6.0 Transporte dutoviário III Não 4950-7/00 6.0 Trens turísticos, teleféricos e similares III Não 5011-4/01 6.0 Transporte marítimo de cabotagem – Carga III Não 5012-2/01 6.0 Transporte marítimo de longo curso – Carga III Não 5012-2/02 6.0 Transporte marítimo de longo curso – Passageiros III Não 5021-1/01 6.0 Transporte por navegação interior de carga, municipal, exceto travessia III Não 5021-1/02 6.0 Transporte por navegação interior de carga, intermunicipal, interestadual e internacional, exceto travessia III Não 5022-0/01 6.0 Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares, municipal, exceto travessia III Não 5022-0/02 6.0 Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares, intermunicipal, interestadual e internacional, exceto travessia III Não 5030-1/01 6.0 Navegação de apoio marítimo III Não 5030-1/02 6.0 Navegação de apoio portuário III Não 5030-1/03 6.0 Serviço de rebocadores e empurradores III Não 5091-2/01 6.0 Transporte por navegação de travessia, municipal III Não 5099-8/01 6.0 Transporte aquaviário para passeios turísticos III Não 5099-8/99 6.0 Outros transportes aquaviários não especificados anteriormente III Não 5111-1/00 6.0 Transporte aéreo de passageiros regular III Não 5112-9/01 6.0 Serviço de táxi aéreo e locação de aeronaves com tripulação III Não 5112-9/99 6.0 Outros serviços de transporte aéreo de passageiros não- regular III Não 5120-0/00 6.0 Transporte aéreo de carga III Não 5130-7/00 6.0 Transporte espacial III Não 5211-7/01 6.0 Armazéns gerais – emissão de warrant III Não 5211-7/02 6.0 Guarda-móveis III Não 5211-7/99 6.0 Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto armazéns gerais e guarda-móveis III Não 5212-5/00 6.0 Carga e descarga III Não 5221-4/00 6.0 Concessionárias de rodovias, pontes, túneis e serviços relacionados III Não 5223-1/00 6.0 Estacionamento de veículos III Não 5229-0/01 6.0 Serviços de apoio ao transporte por táxi, inclusive centrais de chamada III Não 5229-0/02 6.0 Serviços de reboque de veículos III Não 5229-0/99 6.0 Outras atividades auxiliares dos transportes terrestres não especificadas anteriormente III Não 5231-1/02 6.0 Atividades do Operador Portuário III Não 5231-1/03 6.0 Gestão de terminais aquaviários III Não 5239-7/00 6.0 Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não especificadas anteriormente III Não 5239-7/01 6.0 Serviços de praticagem III Não 5239-7/99 6.0 Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não especificadas anteriormente III Não 5240-1/99 6.0 Atividades auxiliares dos transportes aéreos, exceto operação dos aeroportos e campos de aterrissagem III Não 5250-8/03 6.0 Agenciamento de cargas, exceto para o transporte marítimo III Não 5310-5/02 6.0 Atividades de franqueadas e permissionárias do Correio Nacional III Não 5320-2/01 6.0 Serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional III Não 5320-2/02 6.0 Serviços de entrega rápida III Não 5510-8/01 6.0 Hotéis III Não 5510-8/02 6.0 Apart-hotéis III Não 5510-8/03 6.0 Motéis III Não 5590-6/01 6.0 Albergues, exceto assistenciais III Não 5590-6/02 6.0 Campings III Não 5590-6/03 6.0 Pensões (alojamento) III Não 5590-6/99 6.0 Outros alojamentos não especificados anteriormente I Não 5611-2/01 4.0 Restaurantes e similares I Não 5611-2/02 4.0 Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas I Não 5611-2/03 4.0 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares I Não 5612-1/00 4.0 Serviços ambulantes de alimentação I Não 5620-1/01 4.0 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas III Não 5620-1/02 6.0 Serviços de alimentação para eventos e recepções – bufê I Não 5620-1/02 4.0 Serviços de alimentação para eventos e recepções – bufê I Não 5620-1/03 4.0 Cantinas – serviços de alimentação privativos I Não 5620-1/04 4.0 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar III Não 5811-5/00 6.0 Edição de livros III Não 5812-3/00 6.0 Edição de jornais III Não 5812-3/01 6.0 Edição de jornais diários III Não 5812-3/02 6.0 Edição de jornais não diários III Não 5813-1/00 6.0 Edição de revistas III Não 5819-1/00 6.0 Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos III Não 5821-2/00 6.0 Edição integrada à impressão de livros III Não 5822-1/00 6.0 Edição integrada à impressão de jornais III Não 5822-1/01 6.0 Edição integrada à impressão de jornais diários III Não 5822-1/02 6.0 Edição integrada à impressão de jornais não diários III Não 5823-9/00 6.0 Edição integrada à impressão de revistas III Não 5829-8/00 6.0 Edição integrada à impressão de cadastros, listas e outros produtos gráficos III Não 5911-1/01 6.0 Estúdios cinematográficos III Não 5911-1/02 6.0 Produção de filmes para publicidade III Não 5911-1/99 6.0 Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente III Não 5912-0/01 6.0 Serviços de dublagem III Não 5912-0/02 6.0 Serviços de mixagem sonora em produção audiovisual III Não 5912-0/99 6.0 Atividades de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente III Não 5913-8/00 6.0 Distribuição cinematográfica, de vídeo e de programas de televisão III Não 5914-6/00 6.0 Atividades de exibição cinematográfica III Não 5920-1/00 6.0 Atividades de gravação de som e de edição de música III Não 6010-1/00 6.0 Atividades de rádio III Não 6021-7/00 6.0 Atividades de televisão aberta III Não 6022-5/01 6.0 Programadoras III Não 6110-8/01 6.0 Serviços de telefonia fixa comutada – STFC III Não 6110-8/02 6.0 Serviços de redes de transporte de telecomunicações – SRTT III Não 6110-8/03 6.0 Serviços de comunicação multimídia – SCM III Não 6110-8/99 6.0 Serviços de telecomunicações por fio não especificados anteriormente III Não 6120-5/01 6.0 Telefonia móvel celular III Não 6120-5/02 6.0 Serviço móvel especializado – SME III Não 6120-5/99 6.0 Serviços de telecomunicações sem fio não especificados anteriormente III Não 6130-2/00 6.0 Telecomunicações por satélite III Não 6141-8/00 6.0 Operadoras de televisão por assinatura por cabo III Não 6142-6/00 6.0 Operadoras de televisão por assinatura por microondas III Não 6143-4/00 6.0 Operadoras de televisão por assinatura por satélite III Não 6190-6/01 6.0 Provedores de acesso às redes de comunicações III Não 6190-6/02 6.0 Provedores de voz sobre protocolo internet – VOIP III Não 6190-6/99 6.0 Outras atividades de telecomunicações não especificadas anteriormente V Não 6201-5/00 15.5 Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda III Sim 6201-5/01 6.0 Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda V Sim 6201-5/01 15.5 Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda III Sim 6201-5/02 6.0 Web design V Sim 6201-5/02 15.5 Web design V Sim 6202-3/00 15.5 Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis III Sim 6202-3/00 6.0 Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis III Sim 6203-1/00 6.0 Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis V Sim 6203-1/00 15.5 Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis V Sim 6204-0/00 15.5 Consultoria em tecnologia da informação III Sim 6209-1/00 6.0 Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação V Sim 6209-1/00 15.5 Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação V Sim 6311-9/00 15.5 Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet III Sim 6311-9/00 6.0 Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet III Sim 6319-4/00 6.0 Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet V Sim 6319-4/00 15.5 Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet III Não 6391-7/00 6.0 Agências de notícias III Não 6399-2/00 6.0 Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente III Não 6493-0/00 6.0 Administração de consórcios para aquisição de bens e direitos V Sim 6621-5/01 15.5 Peritos e avaliadores de seguros V Sim 6621-5/02 15.5 Auditoria e consultoria atuarial III Não 6622-3/00 6.0 Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde I Não 6810-2/01 4.0 Compra e venda de imóveis próprios III Não 6821-8/01 6.0 Corretagem na compra e venda e avaliação de imóveis III Não 6821-8/02 6.0 Corretagem no aluguel de imóveis III Sim 6822-6/00 6.0 Gestão e administração da propriedade imobiliária V Sim 6822-6/00 15.5 Gestão e administração da propriedade imobiliária IV Não 6911-7/01 4.5 Serviços advocatícios V Sim 6911-7/03 15.5 Agente de propriedade industrial III Não 6920-6/01 6.0 Atividades de contabilidade V Sim 6920-6/02 15.5 Atividades de consultoria e auditoria contábil e tributária V Sim 7020-4/00 15.5 Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica III Sim 7111-1/00 6.0 Serviços de arquitetura V Sim 7112-0/00 15.5 Serviços de engenharia V Sim 7119-7/01 15.5 Serviços de cartografia, topografia e geodésia V Sim 7119-7/02 15.5 Atividades de estudos geológicos V Sim 7119-7/03 15.5 Serviços de desenho técnico relacionados à arquitetura e engenharia V Sim 7119-7/04 15.5 Serviços de perícia técnica relacionados à segurança do trabalho V Sim 7119-7/99 15.5 Atividades técnicas relacionadas à engenharia e arquitetura não especificadas anteriormente V Sim 7120-1/00 15.5 Testes e análises técnicas V Sim 7210-0/00 15.5 Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais V Sim 7220-7/00 15.5 Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas V Sim 7311-4/00 15.5 Agências de publicidade III Não 7312-2/00 6.0 AGENCIAMENTO DE ESPAÇOS PARA PUBLICIDADE, EXCETO EM VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO V Sim 7319-0/01 15.5 Criação de estandes para feiras e exposições III Não 7319-0/02 6.0 Promoção de vendas III Não 7319-0/03 6.0 Marketing direto V Sim 7319-0/04 15.5 Consultoria em publicidade III Não 7319-0/99 6.0 Outras atividades de publicidade não especificadas anteriormente V Sim 7320-3/00 15.5 Pesquisas de mercado e de opinião pública IV Sim 7410-2/02 4.5 Design de interiores V Sim 7410-2/02 15.5 Design de interiores V Sim 7410-2/03 15.5 Design de produto V Sim 7410-2/99 15.5 Atividades de design não especificadas anteriormente III Não 7420-0/01 6.0 Atividades de produção de fotografias, exceto aérea e submarina III Não 7420-0/02 6.0 Atividades de produção de fotografias aéreas e submarinas III Não 7420-0/03 6.0 Laboratórios fotográficos III Não 7420-0/04 6.0 Filmagem de festas e eventos III Não 7420-0/05 6.0 Serviços de microfilmagem V Sim 7490-1/01 15.5 Serviços de tradução, interpretação e similares III Não 7490-1/02 6.0 Escafandria e mergulho V Sim 7490-1/03 15.5 Serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias V Sim 7490-1/04 15.5 Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários V Sim 7490-1/05 15.5 Agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artísticas V Sim 7490-1/99 15.5 Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente V Sim 7500-1/00 15.5 Atividades veterinárias III Não 7711-0/00 6.0 Locação de automóveis sem condutor III Não 7719-5/01 6.0 Locação de embarcações sem tripulação, exceto para fins recreativos III Não 7719-5/02 6.0 Locação de aeronaves sem tripulação III Não 7719-5/99 6.0 Locação de outros meios de transporte não especificados anteriormente, sem condutor III Não 7721-7/00 6.0 Aluguel de equipamentos recreativos e esportivos III Não 7722-5/00 6.0 Aluguel de fitas de vídeo, DVDs e similares III Não 7723-3/00 6.0 Aluguel de objetos do vestuário, jóias e acessórios III Não 7729-2/01 6.0 Aluguel de aparelhos de jogos eletrônicos III Não 7729-2/02 6.0 Aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e pessoal; instrumentos musicais III Não 7729-2/03 6.0 Aluguel de material médico III Não 7729-2/99 6.0 Aluguel de outros objetos pessoais e domésticos não especificados anteriormente III Não 7731-4/00 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador III Não 7732-2/01 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador, exceto andaimes III Não 7732-2/02 6.0 Aluguel de andaimes III Não 7733-1/00 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos para escritório III Não 7739-0/01 6.0 Aluguel de máquinas e equipamentos para extração de minérios e petróleo, sem operador III Não 7739-0/02 6.0 Aluguel de equipamentos científicos, médicos e hospitalares, sem operador III Não 7739-0/03 6.0 Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário, exceto andaimes III Não 7739-0/99 6.0 Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador V Sim 7740-3/00 15.5 Gestão de ativos intangíveis não-financeiros V Sim 7810-8/00 15.5 Seleção e agenciamento de mão-de-obra III Não 7911-2/00 6.0 Agências de viagens III Não 7912-1/00 6.0 Operadores turísticos III Não 7990-2/00 6.0 Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente IV Não 8011-1/01 4.5 Atividades de vigilância e segurança privada III Não 8011-1/02 6.0 Serviços de adestramento de cães de guarda IV Não 8012-9/00 4.5 Atividades de transporte de valores IV Não 8020-0/00 4.5 Atividades de monitoramento de sistemas de segurança IV Não 8020-0/01 4.5 Atividades de monitoramento de sistemas de segurança eletrônico IV Não 8020-0/02 4.5 Outras atividades de serviços de segurança V Sim 8030-7/00 15.5 Atividades de investigação particular IV Não 8111-7/00 4.5 Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais IV Não 8121-4/00 4.5 Limpeza em prédios e em domicílios IV Não 8122-2/00 4.5 Imunização e controle de pragas urbanas IV Não 8129-0/00 4.5 Atividades de limpeza não especificadas anteriormente IV Não 8130-3/00 4.5 Atividades paisagísticas III Não 8211-3/00 6.0 Serviços combinados de escritório e apoio administrativo III Não 8219-9/01 6.0 Fotocópias III Não 8219-9/99 6.0 Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente III Não 8220-2/00 6.0 Atividades de teleatendimento III Não 8230-0/01 6.0 Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas III Não 8230-0/02 6.0 Casas de festas e eventos III Não 8291-1/00 6.0 Atividades de cobrança e informações cadastrais III Não 8292-0/00 6.0 Envasamento e empacotamento sob contrato III Não 8299-7/01 6.0 Medição de consumo de energia elétrica, gás e água III Não 8299-7/03 6.0 Serviços de gravação de carimbos, exceto confecção III Não 8299-7/06 6.0 Casas lotéricas III Não 8299-7/07 6.0 Salas de acesso à internet V Sim 8299-7/99 15.5 Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente III Sim 8299-7/99 6.0 Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente III Não 8511-2/00 6.0 Educação infantil – creche III Não 8512-1/00 6.0 Educação infantil – pré-escola III Não 8513-9/00 6.0 Ensino fundamental III Não 8520-1/00 6.0 Ensino médio V Sim 8531-7/00 15.5 Educação superior – graduação V Sim 8532-5/00 15.5 Educação superior – graduação e pós-graduação V Sim 8533-3/00 15.5 Educação superior – pós-graduação e extensão III Não 8541-4/00 6.0 Educação profissional de nível técnico V Sim 8542-2/00 15.5 Educação profissional de nível tecnológico V Sim 8550-3/02 15.5 Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares V Sim 8591-1/00 15.5 Ensino de esportes III Sim 8591-1/00 6.0 Ensino de esportes III Sim 8592-9/01 6.0 Ensino de dança V Sim 8592-9/01 15.5 Ensino de dança III Não 8592-9/02 6.0 Ensino de artes cênicas, exceto dança III Não 8592-9/03 6.0 Ensino de música III Não 8592-9/99 6.0 Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente III Não 8593-7/00 6.0 Ensino de idiomas III Não 8599-6/01 6.0 Formação de condutores III Não 8599-6/02 6.0 Cursos de pilotagem III Não 8599-6/03 6.0 Treinamento em informática III Não 8599-6/04 6.0 Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial III Não 8599-6/05 6.0 Cursos preparatórios para concursos III Não 8599-6/99 6.0 Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente III Sim 8610-1/01 6.0 Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto-socorro e unidades para atendimento a urgências III Sim 8610-1/02 6.0 Atividades de atendimento em pronto-socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências III Sim 8621-6/01 6.0 UTI móvel III Sim 8621-6/02 6.0 Serviços móveis de atendimento a urgências, exceto por UTI móvel V Sim 8622-4/00 15.5 Serviços de remoção de pacientes, exceto os serviços móveis de atendimento a urgências III Sim 8630-5/01 6.0 Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos III Sim 8630-5/02 6.0 Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares III Sim 8630-5/03 6.0 Atividade médica ambulatorial restrita a consultas III Sim 8630-5/04 6.0 Atividade odontológica III Sim 8630-5/06 6.0 Serviços de vacinação e imunização humana III Sim 8630-5/07 6.0 Atividades de reprodução humana assistida III Sim 8630-5/99 6.0 Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente III Sim 8640-2/01 6.0 Laboratórios de anatomia patológica e citológica V Sim 8640-2/01 15.5 Laboratórios de anatomia patológica e citológica V Sim 8640-2/02 15.5 Laboratórios clínicos III Sim 8640-2/02 6.0 Laboratórios clínicos III Sim 8640-2/03 6.0 Serviços de diálise e nefrologia III Sim 8640-2/04 6.0 Serviços de tomografia V Sim 8640-2/04 15.5 Serviços de tomografia V Sim 8640-2/05 15.5 Serviços de diagnóstico por imagem com uso de radiação ionizante, exceto tomografia III Sim 8640-2/05 6.0 Serviços de diagnóstico por imagem com uso de radiação ionizante, exceto tomografia III Sim 8640-2/06 6.0 Serviços de ressonância magnética V Sim 8640-2/06 15.5 Serviços de ressonância magnética V Sim 8640-2/07 15.5 Serviços de diagnóstico por imagem sem uso de radiação ionizante, exceto ressonância magnética III Sim 8640-2/07 6.0 Serviços de diagnóstico por imagem sem uso de radiação ionizante, exceto ressonância magnética V Sim 8640-2/08 15.5 Serviços de diagnóstico por registro gráfico – ECG, EEG e outros exames análogos III Sim 8640-2/08 6.0 Serviços de diagnóstico por registro gráfico – ECG, EEG e outros exames análogos III Sim 8640-2/09 6.0 Serviços de diagnóstico por métodos ópticos – endoscopia e outros exames análogos V Sim 8640-2/09 15.5 Serviços de diagnóstico por métodos ópticos – endoscopia e outros exames análogos III Sim 8640-2/10 6.0 Serviços de quimioterapia III Sim 8640-2/11 6.0 Serviços de radioterapia III Sim 8640-2/12 6.0 Serviços de hemoterapia III Sim 8640-2/13 6.0 Serviços de litotripsia III Sim 8640-2/14 6.0 Serviços de bancos de células e tecidos humanos III Sim 8640-2/99 6.0 Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica não especificadas anteriormente III Sim 8650-0/01 6.0 Atividades de enfermagem III Sim 8650-0/02 6.0 Atividades de profissionais da nutrição III Sim 8650-0/03 6.0 Atividades de psicologia e psicanálise III Sim 8650-0/04 6.0 Atividades de fisioterapia III Sim 8650-0/04 6.0 Atividades de fisioterapia III Sim 8650-0/05 6.0 Atividades de terapia ocupacional III Sim 8650-0/06 6.0 Atividades de fonoaudiologia V Sim 8650-0/07 15.5 Atividades de terapia de nutrição enteral e parenteral V Sim 8650-0/99 15.5 Atividades de profissionais da área de saúde não especificadas anteriormente V Sim 8660-7/00 15.5 Atividades de apoio à gestão de saúde V Sim 8690-9/01 15.5 Atividades de práticas integrativas e complementares em saúde humana III Sim 8690-9/02 6.0 Atividades de bancos de leite humano III Sim 8690-9/03 6.0 Atividades de acupuntura III Sim 8690-9/04 6.0 Atividades de podologia V Sim 8690-9/99 15.5 Outras atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente V Sim 8711-5/01 15.5 Clínicas e residências geriátricas III Não 8711-5/02 6.0 Instituições de longa permanência para idosos V Sim 8711-5/03 15.5 Atividades de assistência a deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes V Sim 8711-5/04 15.5 Centros de apoio a pacientes com câncer e com AIDS III Não 8711-5/05 6.0 Condomínios residenciais para idosos III Não 8712-3/00 6.0 Atividades de fornecimento de infra-estrutura de apoio e assistência a paciente no domicílio V Sim 8720-4/01 15.5 Atividades de centros de assistência psicossocial V Sim 8720-4/99 15.5 Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química não especificadas anteriormente III Não 8730-1/01 6.0 Orfanatos III Não 8730-1/02 6.0 Albergues assistenciais V Sim 8730-1/99 15.5 Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares não especificadas anteriormente V Sim 8800-6/00 15.5 Serviços de assistência social sem alojamento III Não 9001-9/01 6.0 Produção teatral III Não 9001-9/02 6.0 Produção musical III Não 9001-9/03 6.0 Produção de espetáculos de dança III Não 9001-9/04 6.0 Produção de espetáculos circenses, de marionetes e similares III Não 9001-9/05 6.0 Produção de espetáculos de rodeios, vaquejadas e similares III Não 9001-9/06 6.0 Atividades de sonorização e de iluminação III Não 9001-9/99 6.0 Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificados anteriormente V Sim 9002-7/01 15.5 Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores III Não 9002-7/02 6.0 Restauração de obras de arte III Não 9003-5/00 6.0 Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas III Não 9101-5/00 6.0 Atividades de bibliotecas e arquivos III Não 9102-3/01 6.0 Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares III Não 9102-3/02 6.0 Restauração e conservação de lugares e prédios históricos III Não 9103-1/00 6.0 Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental III Não 9200-3/01 6.0 Casas de bingo III Não 9200-3/02 6.0 Exploração de apostas em corridas de cavalos III Não 9200-3/99 6.0 Exploração de jogos de azar e apostas não especificados anteriormente III Não 9311-5/00 6.0 Gestão de instalações de esportes III Não 9312-3/00 6.0 Clubes sociais, esportivos e similares V Sim 9313-1/00 15.5 Atividades de condicionamento físico III Sim 9313-1/00 6.0 Atividades de condicionamento físico III Não 9319-1/01 6.0 Produção e promoção de eventos esportivos III Não 9319-1/99 6.0 Outras atividades esportivas não especificadas anteriormente III Não 9321-2/00 6.0 Parques de diversão e parques temáticos III Não 9329-8/01 6.0 Discotecas, danceterias, salões de dança e similares III Não 9329-8/02 6.0 Exploração de boliches III Não 9329-8/03 6.0 Exploração de jogos de sinuca, bilhar e similares III Não 9329-8/04 6.0 Exploração de jogos eletrônicos recreativos III Não 9329-8/99 6.0 Outras atividades de recreação e lazer não especificadas anteriormente III Não 9511-8/00 6.0 Reparação e manutenção de computadores e de equipamentos periféricos III Não 9512-6/00 6.0 Reparação e manutenção de equipamentos de comunicação III Não 9521-5/00 6.0 Reparação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos de uso pessoal e doméstico III Não 9529-1/01 6.0 Reparação de calçados, bolsas e artigos de viagem III Não 9529-1/02 6.0 Chaveiros III Não 9529-1/03 6.0 Reparação de relógios III Não 9529-1/04 6.0 Reparação de bicicletas, triciclos e outros veículos não- motorizados III Não 9529-1/05 6.0 Reparação de artigos do mobiliário III Não 9529-1/06 6.0 Reparação de jóias III Não 9529-1/99 6.0 Reparação e manutenção de outros objetos e equipamentos pessoais e domésticos não especificados anteriormente III Não 9601-7/01 6.0 Lavanderias III Não 9601-7/02 6.0 Tinturarias III Não 9601-7/03 6.0 Toalheiros III Não 9602-5/01 6.0 Cabeleireiros, manicure e pedicure III Não 9602-5/02 6.0 Atividades de Estética e outros serviços de cuidados com a beleza III Não 9603-3/01 6.0 Gestão e manutenção de cemitérios III Não 9603-3/02 6.0 Serviços de cremação III Não 9603-3/03 6.0 Serviços de sepultamento III Não 9603-3/04 6.0 Serviços de funerárias III Não 9603-3/05 6.0 Serviços de somatoconservação III Não 9603-3/99 6.0 Atividades funerárias e serviços relacionados não especificados anteriormente III Não 9609-2/02 6.0 Agências matrimoniais III Não 9609-2/03 6.0 Alojamento, higiene e embelezamento de animais III Não 9609-2/04 6.0 Exploração de máquinas de serviços pessoais acionadas por moeda III Não 9609-2/05 6.0 Atividades de sauna e banhos III Não 9609-2/06 6.0 Serviços de tatuagem e colocação de piercing III Não 9609-2/07 6.0 Alojamento de animais domésticos III Não 9609-2/08 6.0 Higiene e embelezamento de animais domésticos III Não 9609-2/99 6.0 Outras atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente IV Não 9700-5/00 4.5 Serviços domésticos IV Não 9900-8/00 4.5 Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais SIGLAS SN (1).pdf 2 – SIGLAS CGSN Comitê Gestor do Simples Nacional CNAE Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica Cofins Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social CPF Cadastro de Pessoa Física CPP Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido DAS Documento de Arrecadação do Simples Nacional DF Distrito Federal EPP Empresa de Pequeno Porte FS12 Folha de Salários, incluindo encargos, acumulada da empresa nos 12 meses anteriores ao PA ICMS Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestaduais e Intermunicipais e de Comunicação IN Instrução Normativa INSS Instituto Nacional do Seguro Social IPI Imposto sobre Produtos Industrializados IRPJ Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica ISS Imposto Sobre Serviços ME Microempresa PA Período de Apuração PGDAS-D Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório PIS Programa de Integração Social PJ Pessoa Jurídica r - (Fator) Relação entre a FS12 e a RBT12 RBA Receita Bruta Acumulada no ano-calendário corrente (mercado interno + mercado externo) RBA int Receita Bruta Acumulada no ano-calendário corrente no mercado interno RBA ext Receita Bruta Acumulada no ano-calendário corrente no mercado externo RBAA Receita Bruta Acumulada no ano-calendário anterior (mercado interno + mercado externo) RBAA int Receita Bruta Acumulada no ano-calendário anterior no mercado interno RBAA ext Receita Bruta Acumulada no ano-calendário anterior no mercado externo RPA Receita Bruta Total do PA RPA int Receita Bruta Total do PA no mercado interno RPA ext Receita Bruta Total do PA no mercado externo RBT12 Receita Bruta Acumulada da empresa nos 12 meses anteriores ao PA (mercado interno + mercado externo) RBT12 int Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado interno RBT12 ext Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado externo RBT12 int prop Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado interno proporcionalizada RBT12 ext prop Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao PA no mercado externo proporcionalizada RFB Secretaria da Receita Federal do Brasil SE Secretaria Executiva Selic Sistema Especial de Liquidação e Custódia (juros) SPE Sociedade de Propósito Específico UF Unidade da Federação 7 MANUAL SPED (1).pdf Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 1 de 357 GUIA PRÁTICO DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – EFD-ICMS/IPI Capítulo I – Informações gerais sobre a EFD-ICMS/IPI Seção 1 – Apresentação Seção 2 – Legislação Seção 3 – Da apresentação do arquivo da EFD-ICMS/IPI Seção 4 – Periodicidade das informações Seção 5 – Da assinatura com certificado digital Seção 6 – Da prestação e da guarda de informações Seção 7 – Outras Informações Seção 8 – Cópia de Segurança, Exportação de TXT e o Arquivo Original da EFD-ICMS/IPI Seção 9 – Importação de blocos da EFD-ICMS/IPI Capítulo II – Informações para geração dos arquivos da EFD-ICMS/IPI Seção 1 – Dos blocos e registros da EFD-ICMS/IPI Subseção 1 – Alterações leiaute 2010. Subseção 2 – Alterações leiaute 2011. Subseção 3 – Alterações leiaute 2012 (julho). Subseção 4 – Alterações leiaute 2015. Subseção 5 – Alterações leiaute 2016. Subseção 6 – Alterações leiaute 2017. Subseção 7 – Alterações leiaute 2018. Subseção 8 – Alterações leiaute 2019. Subseção 9 – Alterações leiaute 2020. Subseção 10 – Alterações leiaute 2021. Subseção 11 – Alterações leiaute 2022. Subseção 12 – Alterações leiaute 2023. Seção 2 – Registros a serem apresentados conforme perfil do declarante. Seção 3 – Preenchimento de campos. Seção 4 – Detalhamento dos registros que compõem a EFD-ICMS/IPI. Seção 5 – Obrigatoriedade dos registros Capítulo III – Registros da EFD-ICMS/IPI Seção 1 – Bloco 0 Seção 2 – Bloco B Seção 3 – Bloco C Seção 4 – Bloco D Seção 5 – Bloco E Seção 6 – Bloco G Seção 7 – Bloco H Seção 8 – Bloco K Seção 9 – Bloco 1 Seção 10 – Bloco 9 Capítulo IV – Outras Informações Seção 1 – Tabelas utilizadas pelo Programa de Validação e Assinatura. Seção 2 – Relação dos e-mails corporativos. Seção 3 – Da apresentação do arquivo da EFD-ICMS/IPI. Seção 4 – Alterações do Guia Prático da EFD-ICMS/IPI. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 2 de 357 GUIA PRÁTICO DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – EFD-ICMS/IPI Conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44 de 07 de agosto de 2018 e alterações. Capítulo I – Informações gerais sobre a EFD-ICMS/IPI Seção 1 – Apresentação Este Guia Prático visa orientar a geração, em arquivo digital, dos dados relativos à Escrituração Fiscal Digital (EFD- ICMS/IPI) pelo contribuinte do ICMS e/ou IPI, pessoa física ou jurídica, inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal e esclarecer aspectos referentes à apresentação dos registros e conteúdo de alguns campos, estrutura e apresentação do arquivo digital para entrega ao Fisco, na forma do Ato COTEPE/ICMS Nº 44, de 08 de agosto de 2018 e suas atualizações. Este documento não pretende contemplar todas as orientações técnicas sobre a elaboração do arquivo digital, cuja orientação integral sobre sua estrutura e apresentação deve ser buscada no Manual de Orientação, estabelecido pela Nota Técnica EFD ICMS IPI, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/18 e alterações, bem como na legislação de cada uma das unidades federadas e da Receita Federal do Brasil. Com o objetivo de simplificar os processos e reduzir as obrigações acessórias impostas aos contribuintes, foi instituída a EFD-ICMS/IPI, pela qual o contribuinte apresentará na forma digital, com transmissão via Internet, os registros dos documentos fiscais da escrituração e os respectivos demonstrativos de apuração dos impostos IPI e ICMS de cada período de apuração, bem como outras informações de interesse econômico-fiscais. Objetivos A Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI é parte integrante do projeto SPED a que se refere o Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, que busca promover a integração dos fiscos federal, estaduais e do Distrito Federal mediante a padronização, racionalização e compartilhamento das informações fiscais digitais, bem como integrar todo o processo relativo à escrituração fiscal, com a substituição do atual documentário em meio físico (papel) por documento eletrônico com validade jurídica para todos os fins. Para tanto, todos os documentos eletrônicos são assinados digitalmente com uso de Certificados Digitais, do tipo A1 ou A3, expedidos, em conformidade com as regras do ICP-Brasil, pelos representantes legais ou seus procuradores, tendo este arquivo validade jurídica para todos os fins, nos termos dispostos na MP-2200-2, de 24 de agosto de 2001. Para ser possível alcançar os objetivos propostos, ocorreu a união de esforços de representantes, não só dos Órgãos de Controle e de Fiscalização Tributária, mas também de representantes da iniciativa privada de diversos segmentos da vida econômica do País que atuaram de forma decisiva, como parceiros na elaboração das especificações do projeto. Seção 2 – Legislação ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – EFD-ICMS/IPI Dispõe o Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de 2006 e posteriormente o Ajuste Sinief 02, de 03 de abril de 2009, acerca da instituição da Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI - em arquivo digital, de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS e/ou do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI - e que se constitui de um conjunto de registros de apuração de impostos, referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte, bem como de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil. O contribuinte deve gerar e manter uma EFD-ICMS/IPI para cada estabelecimento, devendo esta conter todas as informações referentes aos períodos de apuração do(s) imposto(s). Estabelecem ainda os referidos Convênio e Ajuste que o contribuinte deve manter todos os documentos fiscais que deram origem à escrituração, na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária, observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. O Ato COTEPE/ICMS nº 44, de 08 de agosto de 2018, e suas atualizações definiram os documentos fiscais, as especificações técnicas do leiaute do arquivo digital da EFD-ICMS/IPI, que contém informações fiscais e contábeis, bem como Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 3 de 357 quaisquer outras informações que venham a repercutir na apuração, pagamento ou cobrança de tributos de competência dos entes conveniados. A partir de 01 de janeiro de 2009, os contribuintes obrigados à Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI devem escriturá-la e transmiti-la, via Internet. A obrigatoriedade da EFD-ICMS/IPI encontra-se na legislação estadual. O Protocolo ICMS 03, de 1º de abril de 2011, fixou o prazo máximo de 1º de janeiro de 2014 para a obrigatoriedade da EFD ICMS/IPI dos contribuintes ainda não obrigados, excetuando-se contribuintes do Simples Nacional, cujo prazo máximo para obrigatoriedade foi estabelecido para 1º de janeiro de 2016, podendo ser antecipado a critério de cada estado. Entretanto ocorreu uma mudança com a publicação da Lei Complementar 147/2014 e do Protocolo ICMS 49/2015, que dispôs: Cláusula primeira O parágrafo único da cláusula segunda do Protocolo ICMS 3/11, de 1º de abril de 2011, passa a vigorar com a seguinte redação: “Parágrafo único. A dispensa prevista no caput não se aplica para os estabelecimentos mencionados no inciso II cuja Unidade Federada tenha estabelecido a obrigatoriedade até o primeiro trimestre de 2014, conforme § 4º C do art. 26 da Lei Complementar nº 123/2006”. Dessa forma, nos estados que obrigaram os contribuintes optantes pelo Simples Nacional até o primeiro trimestre de 2014, estes continuam obrigados a enviar a EFD-ICMS/IPI. Seção 3 – Da apresentação do arquivo da EFD-ICMS/IPI O arquivo digital deve ser submetido a um programa validador, fornecido pelo SPED – Sistema Público de Escrituração Digital – por meio de download, o qual verifica a consistência das informações prestadas no arquivo. Após essas verificações, o arquivo digital é assinado por meio de certificado digital, tipo A1 ou A3, emitido por autoridade certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil e transmitido. As regras de negócio ou de validação, ora implementadas, podem ser alteradas a qualquer tempo, visto que têm por finalidade única e exclusivamente verificar as consistências das informações prestadas pelos contribuintes. Ainda que determinados registros e/ou campos não contenham regras específicas de validação de conteúdo ou de obrigatoriedade, esta ausência não dispensa, em nenhuma hipótese, a não apresentação de dados existentes nos documentos e/ou de informação solicitada pelos fiscos. Via de regra, se existir a informação, o contribuinte está obrigado a prestá-la. A omissão ou inexatidão de informações poderá acarretar penalidades e a obrigatoriedade de reapresentação do arquivo integral, de acordo com as regras estabelecidas pela Administração Tributária. A EFD-ICMS/IPI representa a escrituração fiscal do contribuinte e deve ser apresentada em conformidade com as disposições previstas na legislação tributária. Seção 4 – Periodicidade das informações Os arquivos da EFD-ICMS/IPI têm periodicidade mensal e devem apresentar informações relativas a um mês civil ou fração, ainda que as apurações dos impostos (ICMS e IPI) sejam efetuadas em períodos inferiores a um mês, segundo a legislação de cada imposto. Sendo assim, a data inicial constante do registro 0000, via de regra, deve ser o primeiro dia do mês. As exceções ficam por conta dos casos de início das atividades ou de qualquer outro evento que altere a forma e período de escrituração fiscal do estabelecimento, quando a data inicial corresponderá à data do evento. A data final constante do mesmo registro deve ser o último dia do mesmo mês informado na data inicial ou a data de encerramento das atividades ou de qualquer outro fato determinante para paralisação das atividades do informante. No caso de encerramento de atividades, o contribuinte deve consultar a data fim do credenciamento para entrega do arquivo em: https://www.sped.fazenda.gov.br/spedfiscalserver/ConsultaContribuinte/Default.aspx Seu último arquivo deve conter esta data fim do credenciamento (registro 0000). Existindo dúvida quanto à data fim, dirija a questão à SEFAZ do seu domicílio fiscal por meio do e-mail corporativo listado no endereço: http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1577. Os prazos para a transmissão dos arquivos são definidos por legislação estadual. Seção 5 – Da assinatura com certificado digital Poderão assinar a EFD-ICMS/IPI, com certificados digitais do tipo A1 ou A3: 1. e-PJ ou e-CNPJ que contenha a mesma base do CNPJ (8 primeiros caracteres) do estabelecimento; Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 4 de 357 2. e-PF ou e-CPF do produtor rural ou do representante legal da empresa no cadastro CNPJ; 3. no caso de sucessão, a EFD-ICMS/IPI pode ser assinada com certificado digital da sucessora se o CNPJ da sucedida estiver extinto no cadastro CNPJ da RFB por um dos seguintes eventos: incorporação, fusão ou cisão total e se a EFD-ICMS/IPI referir-se a período de apuração anterior ao da data da sucessão. 4. a pessoa jurídica ou a pessoa física com procuração eletrônica cadastrada no site da RFB, por estabelecimento. 5. Inventariante com procuração eletrônica cadastrada no site da RFB. Cadastramento de Procuração Eletrônica: No site da RFB, http://receita.economia.gov.br/, clicar em “Serviços”, selecionar: Procuração e-CAC Eletrônica – Cadastrar/Consultar/Cancelar > Atendimento e-CAC certificado digital. Ou acessar diretamente: https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/Login . Login com certificado digital de pessoa jurídica ou pessoa física (produtor rural), selecionar “Procuração eletrônica”: a) Selecionar “Cadastrar Procuração” ou outra opção, se for o caso; b) Selecionar “Solicitação de procuração para a Receita Federal do Brasil”; c) Preencher os dados do formulário apresentado e selecionar a opção “Assinatura da Escrituração Fiscal Digital EFD-ICMS/IPI”, constante do quadro “Destinados tanto a Pessoa Física quanto a Pessoa Jurídica”. d) Para finalizar, clicar em “Cadastrar procuração”. Obs.: No caso de estabelecer Procuração Eletrônica em nome de filial para terceiros: a) https://cav.receita.fazenda.gov.br/scripts/CAV/login/login.asp b) Login com certificado digital de pessoa jurídica; c) Na opção “Alterar perfil de acesso”, selecionar “CNPJ matriz atuando como CNPJ filial” e alterar; d) Preencher os dados do formulário apresentado e selecionar a opção “Assinatura da Escrituração Fiscal Digital (EFD-ICMS/IPI) do Sistema Público de Escrituração Digital”, constante do quadro “Destinados tanto a Pessoa Física quanto a Pessoa Jurídica”. e) Para finalizar, clicar em “Cadastrar procuração” ou “Limpar” ou “Voltar”. Seção 6 – Da prestação e da guarda de informações O arquivo digital da EFD-ICMS/IPI será gerado pelo contribuinte de acordo com as especificações do leiaute definido em Ato COTEPE e conterá a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês civil, inclusive. Conforme consta no Ajuste SINIEF 02/09, fica dispensada a impressão dos livros fiscais. Considera-se totalidade das informações: 1 - as relativas às entradas e saídas de mercadorias bem como aos serviços prestados e tomados, incluindo a descrição dos itens de mercadorias, produtos e serviços. 2 - as relativas à quantidade, descrição e valores de mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários, materiais de embalagem, produtos manufaturados e produtos em fabricação, em posse ou pertencentes ao estabelecimento do contribuinte declarante, ou fora do estabelecimento e em poder de terceiros e de terceiros de posse do informante; 3 - as relativas à produção de produtos em processo e produtos acabados e respectivos consumos de insumos, tanto no estabelecimento do contribuinte quanto em estabelecimento de terceiro, bem como o estoque escriturado; 4 - qualquer informação que repercuta no inventário físico e contábil, no processo produtivo, na apuração, no pagamento ou na cobrança de tributos de competência dos entes conveniados ou outras de interesse das administrações tributárias. https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/Login https://cav.receita.fazenda.gov.br/scripts/CAV/login/login.asp Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 5 de 357 Qualquer situação de exceção na tributação do ICMS ou IPI, tais como isenção, imunidade, não-incidência, diferimento ou suspensão do recolhimento, também deverá ser informada no arquivo digital, indicando-se o respectivo dispositivo legal. As informações deverão ser prestadas sob o enfoque do declarante. O contribuinte deverá armazenar o arquivo digital da EFD-ICMS/IPI transmitido, observando os requisitos de segurança, autenticidade, integridade e validade jurídica, pelo mesmo prazo estabelecido pela legislação para a guarda dos documentos fiscais. A geração, o armazenamento e o envio do arquivo digital não dispensam o contribuinte da guarda dos documentos que deram origem às informações nele constantes, na forma e prazos estabelecidos pela legislação aplicável. O arquivo a ser mantido é o arquivo TXT gerado e transmitido (localizado em diretório definido pelo usuário), não se tratando, pois, da cópia de segurança. Os contribuintes obrigados à EFD-ICMS/IPI, mesmo que estejam com suas atividades paralisadas, devem apresentar os registros obrigatórios (notação = “O”), informando, portanto, a identificação do estabelecimento, período a que se refere a escrituração e declarando, nos demais blocos, valores zerados, o que significa que não efetuou qualquer atividade. Seção 7 – Outras Informações. Escrituração extemporânea de documentos – Os documentos que deveriam ter sido escriturados em períodos anteriores devem ser registrados na EFD-ICMS/IPI com COD_SIT igual a 1, 3 ou 7. Nestes casos, a data de emissão e a data de entrada ou saída não devem pertencer ao período da escrituração informado no registro 0000. Observe-se que, quando se tratar de documento fiscal de saída de produtos ou prestação de serviços, os valores de impostos não serão totalizados no período da EFD-ICMS/IPI, devendo os tributos ser recolhidos com os acréscimos legais cabíveis. Para documentos fiscais de entrada, os créditos serão considerados normalmente na apuração. Verificar a legislação de cada UF, quanto à escrituração destes documentos. Notas fiscais complementares: ver exceções descritas no registro C100. Documentos fiscais de modelos 1 ou 1A que forem emitidos em situações especiais. Ver exceções descritas no registro específico. Alguns registros (relativos ao ICMS) não serão utilizados por todas as UF, como por exemplo: C176, C179, C197, C597, D197 e 1200. Neste Guia Prático, esses tipos de registros estão identificados. As SEFAZ orientam os contribuintes localizados em seus respectivos territórios sobre a forma de preenchimento de registros para adequar a situações especiais previstas em suas respectivas legislações. Se determinada tabela (conferir no endereço eletrônico: http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1578) não for disponibilizada pela Administração Tributária e não houver tabela genérica correspondente, significa que o registro a ela vinculado NÃO será informado. Os prazos de entrega do arquivo digital são estabelecidos pelas Administrações Tributárias Estaduais. Para contribuintes do IPI de PE e do DF, o prazo foi estabelecido pela IN RFB nº 1371/2013 e pela IN 1685/2017, respectivamente. A partir de setembro de 2017, havendo legislação específica de PE e DF estabelecendo novos prazos, esta prevalecerá. Com a publicação do Ajuste Sinief 11/2012, que define regras padronizadas em todo o território nacional para a retificação da EFD ICMS/IPI, a partir de janeiro de 2013, o procedimento deve ser o seguinte: 1. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro de 2009 a dezembro de 2012 pode ser retificada, sem autorização, até 30 de abril de 2013; 2. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro de 2013 em diante, pode ser retificada, sem autorização, até o último dia do terceiro mês subsequente ao encerramento do mês da apuração (Ex.: Janeiro de 2013 pode ser retificado até 30 de abril de 2013); 3. Cumpridos estes prazos, retificações somente serão possíveis com autorização, de acordo com o que determina o referido Ajuste No caso de retificação de EFD-ICMS/IPI, deverá ser utilizado o leiaute vigente no período de apuração. O PVA a ser utilizado deverá ser a versão atualizada da data da transmissão. Para as SEFAZ que exigem a informação do hash do arquivo, trata-se do hash do arquivo RETIFICADOR assinado. Para obtê- lo, utilizar a opção “Dados da Escrituração” da aba Relatórios, o hash está identificado com o nome “ID do Arquivo Assinado (hash)”, contendo 32 caracteres. A dispensa de obrigações acessórias é efetuada por ato normativo próprio de cada Administração Tributária que as instituiu. Código da Situação do Documento (COD_SIT) – ver tabela capítulo IV, subseção 1.3. Considerando a implementação da EFD – Contribuições (Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012) ficam dispensados de preenchimento os campos relativos ao PIS e à COFINS, constantes da EFD-ICMS/IPI – Escrituração Fiscal Digital. Ou seja, deverão ser apresentados com conteúdo VAZIO “||”. Carta de Correção e Carta de Correção Eletrônica (CC-e) não são informadas na EFD-ICMS/IPI. Informe o documento já corrigido. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 6 de 357 Informações adicionais dos ajustes da apuração do IPI – Identificação dos documentos fiscais (01 e 55) Seção 8 – Cópia de Segurança, Exportação de TXT e Arquivo Original da EFD-ICMS/IPI. O contribuinte deve guardar a EFD-ICMS/IPI transmitida (gravada no diretório escolhido pelo contribuinte na máquina que efetuou a transmissão) acompanhado do recibo da transmissão, pelo prazo previsto na legislação. Não se trata do arquivo gerado utilizando a funcionalidade Cópia de Segurança e nem pela funcionalidade Exportação do Arquivo TXT, ambas do PVA. O recibo de entrega é gerado pelo ReceitaNet, com o mesmo nome do arquivo para entrega, com a extensão “REC” e será gravado sempre no mesmo diretório do arquivo transmitido. No arquivo do recibo, constam a identificação e também o “hash code” do arquivo transmitido. Para visualização do recibo, com prévia importação da EFD-ICMS/IPI no PVA, os arquivos TXT: enviado e recibo – devem estar no mesmo diretório. O Arquivo TXT exportado (opção Exportar do menu Escrituração Fiscal) leva os dados apenas daquela EFD-ICMS/IPI a qual ele se refere, sem assinatura e nem dados das demais tabelas constantes do banco de dados do PVA. O Arquivo da Cópia de Segurança gera uma cópia de todos os dados constantes na base do PVA, incluindo as tabelas auxiliares atualizadas, se assim estiverem no PVA, na data da cópia. A partir da versão 2.3.0 (publicada em novembro/2016), o PVA passou a permitir a seleção múltipla de arquivos para geração, restauração e exportação de cópia segurança. Se o recibo for extraviado, basta se certificar de que a EFD esteja na base do Sped, instalando o ReceitanetBX, disponível em http://receita.economia.gov.br/programas-para-download/receitanetbx/receitanetbx (necessária certificação digital). Se você consegue visualizar a EFD, é prova suficiente que a referida EFD foi transmitida e, portanto, está na base do Sped. A tela de consulta informa o CNPJ, IE, Período, Finalidade, Identificador do Arquivo e Data de Transmissão. Se você ainda possuir o arquivo transmitido, basta tentar transmiti-lo novamente que o recibo será gravado (tem que ser exatamente o arquivo transmitido originalmente). Caso não possua o arquivo transmitido, este está disponível para download por meio do aplicativo ReceitanetBX, com certificação digital. Seção 9 – Importação de Blocos da EFD ICMS/IPI O Programa de Validação e Assinatura da EFD-ICMS/IPI (PVA-EFD-ICMS/IPI), na versão 2.0.6 e seguintes, permite a importação de qualquer bloco que esteja completo estruturalmente com sobreposição de todas as informações existentes no bloco da EFD-ICMS/IPI anteriormente importada. A opção somente será disponibilizada quando a EFD-ICMS/IPI a ser alterada estiver aberta no PVA-EFD-ICMS/IPI. O bloco a ser importado deverá estar estruturado, contendo: o registro de abertura do arquivo digital e identificação da entidade (idêntico ao da EFD-ICMS/IPI a ser alterada); o registro de abertura do bloco; registros a serem incluídos; e o registro de encerramento do bloco. Serão validadas as informações constantes nos registros 0000 de ambos os arquivos. A partir da versão 2.3.0 (publicada em novembro/2016), o PVA passou a permitir a seleção múltipla de arquivos para importação. Capítulo II – Informações para geração dos arquivos da EFD-ICMS/IPI Seção 1 – Dos blocos e registros da EFD-ICMS/IPI Blocos: Entre o registro inicial (registro 0000) e o registro final (9999), o arquivo digital é constituído de blocos, cada qual com um registro de abertura, com registros de dados e com um registro de encerramento, referindo-se cada um deles a um agrupamento de documentos e de outras informações econômico-fiscais. É obrigatória a apresentação de todos os blocos, na sequência, conforme Tabela Blocos abaixo: Tabela Blocos Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 7 de 357 Bloco Descrição 0 Abertura, Identificação e Referências B*** Escrituração e Apuração do ISS C Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI) D Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS) E Apuração do ICMS e do IPI G* Controle do Crédito de ICMS do Ativo Permanente – CIAP H Inventário Físico K** Controle da Produção e do Estoque 1 Outras Informações 9 Controle e Encerramento do Arquivo Digital *Bloco G incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2011. ** Bloco K incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2017, conforme Ajuste SINIEF 02/2009 e suas alterações. *** Bloco B incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2019 - Apuração do ISS, exclusivo para contribuintes do Distrito Federal. Organização dos Blocos: Os blocos devem ser organizados e dispostos na sequência estabelecida na tabela indicada, ou seja, inicia-se com o bloco 0 e seus registros, na sequência o bloco B (a partir de 2019), bloco C e registros correspondentes, depois o bloco D e os outros, e, ao final, o bloco 9, que encerra o arquivo da EFD-ICMS/IPI. Quando uma EFD-ICMS/IPI for digitada diretamente no PVA, os registros de abertura e fechamento de blocos serão gerados automaticamente e não serão visualizados. Registros: Os registros são compostos de campos que devem ser apresentados de forma sequencial e conforme estabelecido no leiaute do respectivo registro com todos os campos previstos independentemente de haver ou não informação a ser prestada naquele campo (a exclusão de campos ocasiona erro na estrutura do registro). Dentro da hierarquia, a ordem de apresentação dos registros é sequencial e ascendente. Todos os registros com a observação de “registro obrigatório” devem constar do arquivo. Observações: Os registros que contêm a indicação “Ocorrência - um (por arquivo)” devem figurar uma única vez no arquivo digital; Os registros que contêm itens de tabelas, totalizações, documentos, dentre outros, podem ocorrer uma ou mais vezes no arquivo por determinado tipo de situação. Estes registros trazem a indicação “Ocorrência - vários (por arquivo)”, “Ocorrência - um (por período)”, “Ocorrência - vários (por período)”, etc. Um “Registro Pai” pode ocorrer mais de uma vez no arquivo e traz a indicação "Ocorrência - vários por arquivo"; Um registro dependente (Registro Filho) detalha o registro principal e traz a indicação: "Ocorrência - 1:1" significa que somente deve haver um único registro Filho para o respectivo registro Pai; "Ocorrência - 1:N" significa que pode haver vários registros Filhos para o respectivo registro Pai. A geração do arquivo requer a existência de um “Registro Pai”, quando houver um “Registro Filho”. São mutuamente excludentes os registros referentes à representação do documento, na íntegra (e os respectivos registros dependentes), e os registros referentes a resumos do mesmo documento. Ou seja, somente uma das ocorrências será aceita, de acordo com o perfil de apresentação da EFD-ICMS/IPI. Não devem ser incluídos na EFD-ICMS/IPI registros para os quais não existam informações a serem prestadas. Exemplo: registro C110 – Não deve ser apresentado, quando não houver informações no quadro Dados Adicionais da nota fiscal. Organização dos Registros dentro dos Blocos: Dentro de cada bloco, os registros devem ser dispostos de forma sequencial e ascendente, conforme estruturados (ver Tabela registros e de obrigatoriedade de apresentação – item 2.6.1). Devem ser apresentados e agrupados todos os registros do mesmo tipo existentes no período e, após o término daquele documento, na sequência, serão apresentados os demais registros. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 8 de 357 Exemplo: se a empresa utiliza notas fiscais modelo 1 ou 1A (código 01) e cupom fiscal, deve assim dispor os registros no arquivo: para cada documento modelo 01 ou 1A, informar um registro C100 e seus respectivos registros “filhos” e, após, informar, por equipamento ECF, os registros C400 e seus respectivos “Registros Filhos”. Deve haver correlação entre os modelos de documentos fiscais e os registros da EFD-ICMS/IPI correspondentes. Ou seja, é vedada a apresentação de informações de documento fiscal em registro diverso do estabelecido para aquele modelo. Exemplo: recebimento ou emissão de um conhecimento de transporte – Registro D100 Venda ou aquisição por meio de NF-e – Registro C100. Aquisição de energia elétrica pelo consumidor final – Registro C500 (se código do documento for 06). Aquisição de serviços de comunicação – Registro D500. Venda de bilhete de passagem com emissor ECF – Registro D350. Venda com emissão manual de NF ao consumidor – Registro C300 ou C350. Ver tabela de modelo de documentos fiscais e registros correspondentes na subseção 1.4. SUBSEÇÃO 1 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2010. REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2010 Registro Descrição C105 OPERAÇÕES COM ICMS ST RECOLHIDO PARA UF DIVERSA DO DESTINATÁRIO DO DOCUMENTO FISCAL (CÓDIGO 55) 1700 DOCUMENTOS FISCAIS UTILIZADOS 1710 DOCUMENTOS FISCAIS CANCELADOS/INUTILIZADOS 1800 DCTA – DEMONSTRATIVO DE CRÉDITO DO ICMS SOBRE TRANSPORTE AÉREO CAMPOS INCLUÍDOS NOS REGISTROS A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2010 Registro Número do Campo Nome do Campo 0205 05 COD_ANT_ITEM C120 06 NUM_ACDRAW C190 12 COD_OBS C500 26 TP_LIGACAO C500 27 COD_GRUPO_TENSAO D500 24 TP_ASSINANTE 1500 26 TP_LIGACAO 1500 27 COD_GRUPO_TENSAO SUBSEÇÃO 2 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2011. REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2011. 1. No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foi inserido o Bloco G, a ser informado por todos os contribuintes, a partir do período de apuração de janeiro de 2011. Foram acrescentados os seguintes registros: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro (Todos os contribuintes) 0 Cadastro de bens ou componentes do Ativo Imobilizado 0300 2 V OC 0 Informação sobre a Utilização do Bem 0305 3 1:1 OC 0 Plano de contas contábeis 0500 2 V O (se existir 0300) 0 Centro de custos 0600 2 V O (se existir 0305) G Abertura do Bloco G G001 1 1 O G ICMS – Ativo Permanente – CIAP G110 2 V OC Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 9 de 357 G Movimentação de bem ou componente do Ativo Imobilizado G125 3 1:N O (se existir G110) G Outros créditos CIAP G126 4 1:N OC G Identificação do documento fiscal G130 4 1:N O (se existir G125) G Identificação do item do documento fiscal G140 5 1:N O (se existir G130) G Encerramento do Bloco G G990 1 1 O Obs.: Caso a empresa não utilize créditos oriundos do CIAP, não deverá apresentar os registros acima. Deverá apenas informar os registros G001 e G990. CAMPOS INCLUÍDOS NOS REGISTROS A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2011 Registro Número do Campo Nome do Campo E116 10 MES_REF E250 10 MES_REF DEMAIS REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2011. No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos registros para serem utilizados por contribuinte onde a Administração Tributária Estadual exige, por meio de legislação específica, outras apurações do ICMS. A utilização só se dará nos Estados que instituírem e disponibilizarem a Tabela 5.3 com códigos que contenham “3”, “4” e 5” no quarto caractere (“Tipos de Apuração de ICMS”). Foram acrescentados os seguintes registros: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro (Contribuintes Obrigados à Apuração do ICMS em Separado) 1 Indicador de Sub-apuração do ICMS 1900 2 V OC (se existir C197 onde o 4º (quarto) dígito do COD_AJ, campo 02, for 3, 4 e 5, saldo credor anterior (campo 08 maior que zero) do registro 1920 1 Período da Sub-apuração do ICMS 1910 3 1:N OC 1 Sub-apuração do ICMS 1920 4 1:1 OC 1 Ajuste/Benefício/Incentivo da Sub- apuração do ICMS 1921 5 1:N OC 1 Informações Adicionais dos Ajustes da Sub-apuração do ICMS 1922 6 1:N OC 1 Informações Adicionais dos Ajustes da Sub-apuração do ICMS – Identificação dos Documentos Fiscais 1923 6 1:N OC 1 Informações Adicionais da Sub- apuração – Valores Declaratórios 1925 5 1:N OC 1 Obrigações do ICMS A Recolher – Operações referentes à Sub-apuração 1926 5 1:N OC SUBSEÇÃO 3 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2012 (JULHO) REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JULHO DE 2012. No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes registros: Registro D195 – Observações do lançamento fiscal; Registro D197 – Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes do documento fiscal. Registro H020 – Informação complementar do Inventário. Registro 1010 – Obrigatoriedade de registros do Bloco 1 Registro 1390 – Controle de produção de usina. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 10 de 357 Registro 1391 – Produção diária da usina. 2. Alteração do Registro H005, com a inclusão do campo 04 - MOT_INV. 3. Alteração da regra de validação para os contribuintes dos estados que exigem os registros 1900 e filhos: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro (Contribuintes Obrigados à Apuração do ICMS em Separado) 1 Indicador de Sub-apuração do ICMS 1900 2 V OC (se existir C197 ou D197 onde o 4º (quarto) dígito do COD_AJ, campo 02, for 3, 4 e 5, saldo credor anterior (campo 08 maior que zero) do registro 1920 SUBSEÇÃO 4 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2015 CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2015. Registro Número do Campo Nome do Campo H010 11 VL_ITEM_IR SUBSEÇÃO 5 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2016 REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2016. No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes registros relativos ao Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque (RCPE): Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do registro (Todos os contribuintes) 0 Consumo Específico Padronizado 0210 3 1:N OC Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) K Abertura do Bloco K K001 1 1 O K Período de Apuração do ICMS/IPI K100 2 V OC K Estoque Escriturado K200 3 1:N OC K Outras Movimentações Internas entre Mercadorias K220 3 1:N OC K Itens Produzidos K230 3 1:N OC K Insumos Consumidos K235 4 1:N OC K Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens Produzidos K250 3 1:N OC K Industrialização em Terceiros – Insumos Consumidos K255 4 1:N OC K Encerramento do Bloco K K990 1 1 O Obs.: Caso a empresa não seja obrigada a escriturar o RCPE, não deverá apresentar os registros acima. Deverá apenas informar os registros K001 e K990. Relativamente à Emenda Constitucional 87/2015: Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 11 de 357 Obrigatoriedade do Registro Perfil A Perfil B Perfil C Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Entrada Saída Entrada Saída Entrada Saída C Informação complementar dos documentos fiscais quando das operações interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte - EC 87/15 C101 3 1:1 OC OC OC OC OC OC Obrigatoriedade do Registro Perfil A Perfil B Perfil C Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Entrada Saída Entrada Saída Entrada Saída D Informação complementar dos documentos fiscais quando das prestações interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte - EC 87/15 D101 3 1:1 OC OC OC OC OC OC Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) E Período de Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E300 2 V OC E Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E310 3 1:1 OC E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E311 4 1:N OC E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E312 5 1:N OC E Informações Adicionais da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 Identificação dos Documentos Fiscais E313 5 1:N OC E Obrigações do ICMS recolhido ou a recolher – Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E316 4 1:N OC SUBSEÇÃO 6 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2017 No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes campos e registros: REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2017. Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) K Desmontagem de mercadorias – Item de Origem K210 3 1:N OC K Desmontagem de mercadorias – Item de Destino K215 4 1:N OC Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 12 de 357 K Reprocessamento/Reparo de Produto/Insumo K260 3 1:N OC K Reprocessamento/Reparo – Mercadorias Consumidas e/ou Retornadas K265 4 1:N OC K Correção de Apontamento dos Registros K210, K220, K230, K250 e K260 K270 3 1:N OC K Correção de Apontamento e Retorno de Insumos dos Registros K215, K220, K235, K255 e K265 K275 4 1:N OC K Correção de Apontamento – Estoque Escriturado K280 3 1:N OC CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2017 Registro Número do Campo Nome do Campo C176 10 CHAVE_NFE_ULT_E C176 11 NUM_ITEM_ULT_E C176 12 VL_UNIT_BC_ICMS_ULT_E C176 13 ALIQ_ICMS_ULT_E C176 14 VL_UNIT_LIMITE_BC_ICMS_ULT_E C176 15 VL_UNIT_ICMS_ULT_E C176 16 ALIQ_ST_ULT_E C176 17 VL_UNIT_RES C176 18 COD_RESP_RET C176 19 COD_MOT_RES C176 20 CHAVE_NFE_RET C176 21 COD_PART_NFE_RET C176 22 SER_NFE_RET C176 23 NUM_NFE_RET C176 24 ITEM_NFE_RET C176 25 COD_DA C176 26 NUM_DA 0200 13 CEST C113 10 CHV_DOCe E113 10 CHV_DOCe E240 10 CHV_DOCe 1210 05 CHV_DOCe 1923 10 CHV_DOCe Registro E310 (alteração na numeração dos campos existentes e inclusão de novos campos): Registro Número do Campo Nome do Campo E310 01 REG E310 02 IND_MOV_FCP_DIFAL E310 03 VL_SLD_CRED_ANT_DIFAL E310 04 VL_TOT_DEBITOS_DIFAL E310 05 VL_OUT_DEB_DIFAL E310 06 VL_TOT_CREDITOS_DIFAL E310 07 VL_OUT_CRED_DIFAL E310 08 VL_SLD_DEV_ANT_DIFAL E310 09 VL_DEDUÇÕES_DIFAL E310 10 VL_RECOL_DIFAL E310 11 VL_SLD_CRED_TRANSPORTAR_DIFAL E310 12 DEB_ESP_DIFAL E310 13 VL_SLD_CRED_ANT_FCP E310 14 VL_TOT_DEB_FCP Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 13 de 357 E310 15 VL_OUT_DEB_FCP E310 16 VL_TOT_CRED_FCP E310 17 VL_OUT_CRED_FCP E310 18 VL_SLD_DEV_ANT_FCP E310 19 VL_DEDUÇÕES_FCP E310 20 VL_RECOL_FCP E310 21 VL_SLD_CRED_TRANSPORTAR_FCP E310 22 DEB_ESP_FCP SUBSEÇÃO 7 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2018 No leiaute estabelecido no Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008 e alterações, foram inseridos os seguintes campos e registros: CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2018: Registro Número do Campo Nome do Campo K220 06 QTD_DEST D100 24 COD_MUN_ORIG D100 25 COD_MUN_DEST REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2018: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) E Informações adicionais dos ajustes da apuração do IPI – Identificação dos documentos fiscais (01 e 55) E531 5 1:N OC SUBSEÇÃO 8 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2019 No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, que recepcionou as alterações do Ato COTEPE/ICMS nº 09/2008, foram inseridos os seguintes campos e registros: REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2019: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) B Abertura do Bloco B B001 1 1 O B Nota Fiscal (código 01), Nota Fiscal de Serviços (código 03), Nota Fiscal de Serviços Avulsa (código 3B), Nota Fiscal de Produtor (código 04), Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (código 08), NF-e (código 55) e NFC-e (código 65) B020 2 V OC B Detalhamento por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 B025 3 1:N OC B Nota fiscal de Serviços Simplificada (código 3A) B030 2 V OC B Detalhamento por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 B035 1:N OC B Serviços prestados por insituições financeiras B350 2 V OC Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 14 de 357 B Totalização dos valores de serviços prestados por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 B420 2 V OC B Totalização dos valores retidos B440 2 V OC B Deduções do ISS B460 2 V OC B Apuração do ISS B470 2 1 OC B Apuração do ISS sociedade uniprofissional B500 2 1 OC B Uniprofissional – empregados e sócios B510 3 V OC B Encerramento do Bloco B B990 1 1 O C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – FCP – na NF-e (código 55) C191 4 1:1 OC K Produção Conjunta – Ordem de Produção K290 3 1:N OC K Produção Conjunta – Itens Produzidos K291 4 1:N OC K Produção Conjunta – insumos Consumidos K292 4 1:N OC K Produção Conjunta – Industrialização efetuada por terceiros K300 3 1:N OC K Produção Conjunta – Industrialização efetuada por terceiros – Itens Produzidos K301 4 1:N OC K Produção Conjunta – Industrialização efetuada por terceiros – Insumos Consumidos K302 4 1:N OC C Complemento de Item – Outras informações (Cód. 01, 55) – (Válido a partir de 01/01/2019) C177 4 1:N OC 1 GIAF 1 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: indústria (crédito presumido) 1960 2 1:N OC 1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: importação (diferimento na entrada e crédito presumido na saída subsequente) 1970 2 1:N OC 1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: importação (saídas internas por faixa de alíquota) 1975 3 1:4 OC 1 GIAF 4 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: central de distribuição (entradas/saídas) 1980 2 1 OC Registros 1960, 1970, 1975 e 1980: são exclusivos para contribuintes domiciliados em Pernambuco, conforme legislação estadual. CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2019 Registro Número do Campo Nome do Campo C176 27 VL_UNIT_RES_FCP C170 38 VL_ABAT_NT SUBSEÇÃO 9 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2020 No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes campos e registros: REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2020: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) C Informações complementares das operações de entrada de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55) C180 4 1:1 OC Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 15 de 357 C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55) C185 3 1:N OC C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02) C330 5 1:1 OC C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02) C380 4 1:1 OC C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02, 2D e 60) C430 6 1:N OC C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02, 2D e 60) C480 6 1:1 OC C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – FCP na NF3e (código 66) C591 4 1:1 OC C Observações do Lançamento Fiscal (códigos 06, 28, 29 e 66) C595 3 1:N OC C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de documento fiscal. C597 4 1:N OC C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – SAT (CF-E-SAT) (código 59) C810 3 1:N OC C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (CF-E-SAT) (código 59) C815 4 1:1 OC C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – SAT (CF-E-SAT) (código 59) C870 3 1:N OC C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (CF-E-SAT) (código 59) C880 4 1:1 OC 0 Classificação do Estabelecimento Industrial ou Equiparado a Industrial 0002 2 1 por arquivo OC H Informações complementares do inventário das mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária H030 4 1:1 OC 1 Informações consolidadas de saldos de restituição, ressarcimento e complementação do ICMS 1250 2 1:1 OC 1 Informações consolidadas de saldos de restituição, ressarcimento e complementação do ICMS por motivo 1255 3 1:N OC CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2020. Registro Número do Campo Nome do Campo C500 28 CHV_DOCe C500 29 FIN_DOCe C500 30 CHV_DOCe_REF C500 31 IND_DEST C500 32 COD_MUN_DEST C500 33 COD_CTA G130 09 NUM_DA Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 16 de 357 G140 04 QTDE G140 05 UNID G140 06 VL_ICMS_OP_APLICADO G140 07 VL_ICMS_ST_APLICADO G140 08 VL_ICMS_FRT_APLICADO G140 09 VL_ICMS_DIF_APLICADO 1010 14 IND_REST_RESSARC_COMPL_ICMS 1391 18 COD_ITEM 1391 19 TP_RESIDUO 1391 20 QTD_RESIDUO SUBSEÇÃO 10 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2021 No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes registros: REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2021: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) C Informações complementares das operações de devolução de saídas de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). C181 4 1:N OC C Informações complementares das operações de devolução de entradas de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). C186 3 1:N OC SUBSEÇÃO 11 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2022 No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes registros: REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2022: Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) 1 Operações com instrumentos de pagamentos eletrônicos 1601 2 1:N OC CAMPOS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2022. Registro Número do Campo Nome do Campo 0220 04 COD_BARRA C500 34 COD_MOD_DOC_REF C500 35 HASH_DOC_REF C500 36 SER_DOC_REF C500 37 NUM_DOC_REF C500 38 MES_DOC_REF C500 39 ENER_INJET C500 40 OUTRAS_DED SUBSEÇÃO 12 – ALTERAÇÕES NO LEIAUTE 2023 Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 17 de 357 No leiaute estabelecido na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações, foram inseridos os seguintes registros: REGISTROS INCLUÍDOS NO LEIAUTE A PARTIR DO PERÍODO DE APURAÇÃO DE JANEIRO DE 2023: Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência Obrigatoriedade do bloco (Todos os contribuintes) K Informação sobre o tipo de leiaute (simplificado / completo) K010 2 1 OC 0 Correlação entre códigos de itens comercializados 0221 3 1:N OC C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C855 3 1:N OC C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de documento fiscal. C857 4 1:N OC C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C895 3 1:N OC C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de documento fiscal. C897 4 1:N OC D Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D700 2 V OC D Registro analítico Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D730 3 1:N OC D Informações do fundo de combate à pobreza – FCP – (Código 62) D731 4 1:1 OC D Observações do lançamento fiscal (Código 62) D735 3 1:N OC D Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores proveniente de documento fiscal D737 4 1:N OC D Escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D750 2 1:N OC D Registro analítico da escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D760 3 1:N OC D Informações do fundo de combate à pobreza FCP – (Código 62) D761 4 1:1 OC Seção 2 – Registros a serem apresentados – Perfil do informante. Os fiscos estaduais determinam o enquadramento dos estabelecimentos nos perfis de apresentação dos arquivos. O preenchimento de registros está condicionado ao perfil de enquadramento das pessoas jurídicas e/ou produtores rurais, de acordo com as operações de entradas e saídas ocorridas no período. Via de regra, o perfil “A” determina a apresentação dos registros mais detalhados e o perfil “B” trata as informações de forma sintética (totalizações por período: por exemplo, diário e mensal). O perfil “C” é mais sintético que o B. As tabelas de obrigatoriedade de registros de acordo com o perfil constam do item 2.6.1 e seguintes da Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. É facultado aos fiscos estaduais dispensar a apresentação dos registros não obrigatórios, como por exemplo, os registros C176 e 1400. Observações: Se especificado “O” na coluna de obrigatoriedade, significa que o registro deve ser sempre apresentado. Se especificado “O (...)” na coluna de obrigatoriedade, significa que, quando ocorrer a condição estabelecida, o registro deve ser apresentado. Se especificado “OC” na coluna de obrigatoriedade, significa que o registro deve ser apresentado sempre que houver informação a ser prestada. Se especificado “N” na coluna de obrigatoriedade, significa que o registro não pode ser apresentado. Exemplo: registro 0015 – consta “OC” – significa que o registro deve ser apresentado, quando o informante do arquivo for substituto tributário e possuir inscrição estadual na UF do contribuinte substituído. Para empresas de energia elétrica, comunicação e telecomunicação: Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 18 de 357 Registros obrigatórios a serem apresentados pelas empresas de energia elétrica (NF - código 06) Empresas obrigadas aos arquivos previstos no Convênio 115/03 Documentos previstos no Convênio (via única) Demais documentos não abrangidos pelo Convênio C700, C790, C791 e 1500 C500, C510 e C590 Empresas NÃO obrigadas ao Convênio 115/03 (C500, C510 e C590) ou (C600, C601, C610 e C690) Registros obrigatórios a serem apresentados pelas empresas de energia elétrica (NF3e - código 66) C500, C590 e C591 Registros obrigatórios a serem apresentados pelas empresas prestadoras de serviços de comunicação e telecomunicação (NF - códigos 21 e 22) Empresas obrigadas aos arquivos previstos no Convênio 115/03 Documentos previstos no Convênio (via única) Demais documentos não abrangidos pelo Convênio D695 e D696 D500, D510, D530 e D590 D695 e D696 (A serem apresentados pelas empresas do Convênio ICMS nº 52/05, na UF do tomador de serviço) D695, D696 e D697 (Obs.: D697 específico para informar valor de ICMS de outras UFs, conforme Convênio ICMS nº 52/05, na UF do prestador de serviços) Empresas NÃO obrigadas aos arquivos previstos no Convênio 115/03 (D500, D510, D530 e D590) ou (D600, D610 e D690) Obs.: Verificar, junto à Secretaria Estadual de Fazenda, as regras específicas para apresentação desses registros. Seção 3 – Preenchimento de campos Para campos alfanuméricos, representados por "C", podem ser usados todos os caracteres da Tabela ASCII, exceto os caracteres "|" (Pipe, código 124 da Tabela ASCII) e os não-imprimíveis (caracteres 00 a 31 da Tabela ASCII). Todos os campos alfanuméricos terão tamanho máximo de 255 caracteres, exceto se houver indicação distinta, onde, neste caso, este tamanho distinto prevalecerá. Não poderão ser informados espaços “em branco” no início ou ao final da informação. Para campos numéricos, representados por "N", podem ser usados algarismos das posições de 48 a 57 da Tabela ASCII. Para campos numéricos nos quais há indicação de casas decimais: a) deverão ser preenchidos sem os separadores de milhar, sinais ou quaisquer outros caracteres (tais como: "." "-" "%"), devendo a vírgula ser utilizada como separador decimal (vírgula: caractere 44 da Tabela ASCII); b) não há limite de caracteres para os campos numéricos. O caractere * (Asterisco) aposto ao lado do tamanho do campo indica que o campo deve ser informado com aquela quantidade exata de caracteres; c) observar a quantidade máxima de casas decimais que constar no respectivo campo (exemplo: para os campos “Alíquota de ICMS” com tamanho máximo de 06 caracteres considerando a vírgula e duas decimais, o valor máximo a ser informado é 999,99); d) preencher os valores percentuais desprezando-se o símbolo (%), sem nenhuma convenção matemática. Exemplo (valores monetários, quantidades, percentuais, etc): $ 1.129.998,99: |1129998,99| 1.255,42: |1255,42| 234,567: |234,567| 10.000: |10000| 10.000,00: |10000| ou |10000,00| 17,00 %: |17,00| ou |17| 18,50 % : |18,5| ou |18,50| 30: |30| 1.123,456 kg: |1123,456| 0,010 litros: |0,010| Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 19 de 357 0,00 : |0| ou |0,00| 0: |0| campo vazio: || e) Caracteres maiúsculos e minúsculos são considerados iguais. Atualização de tabelas: As tabelas externas estão disponibilizadas no endereço eletrônico: http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1578. O PVA efetua a atualização automática de tabelas externas, bem como o controle de suas versões. Demais regras de preenchimento de campo, consultar a Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. Seção 4 – Detalhamento dos registros que compõem a EFD-ICMS/IPI. Em relação ao leiaute, na Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e suas alterações, foram acrescentadas neste Guia as colunas de obrigatoriedade de preenchimento dos campos, com as especificações abaixo: • O “O” significa que o campo deve ser sempre preenchido. Por exemplo: nos registros analíticos dos blocos “C” e “D” e nos registros de apuração (Bloco E) todos os campos numéricos devem ser preenchidos, com valores ou com “0” (zero); • O “OC” significa que o campo deve ser preenchido sempre que houver a informação. Exemplo: caso o contribuinte esteja estabelecido na área de controle e possua inscrição na SUFRAMA, o preenchimento da inscrição é obrigatório. Capítulo III – Registros da EFD-ICMS/IPI Seção 1 – Bloco 0 Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 0 Abertura do Arquivo Digital e Identificação da entidade 0000 0 1 0 Abertura do Bloco 0 0001 1 1 0 Classificação do Estabelecimento Industrial ou Equiparado a Industrial 0002 2 1 0 Dados Complementares da entidade 0005 2 1 0 Dados do Contribuinte Substituto ou Responsável pelo ICMS Destino 0015 2 V 0 Dados do Contabilista 0100 2 1 0 Tabela de Cadastro do Participante 0150 2 V 0 Alteração da Tabela de Cadastro de Participante 0175 3 1:N 0 Identificação das unidades de medida 0190 2 V 0 Tabela de Identificação do Item (Produtos e Serviços) 0200 2 V 0 Alteração do Item 0205 3 1:N 0 Código de produto conforme Tabela ANP 0206 3 1:1 0 Consumo Específico Padronizado 0210 3 1:N 0 Fatores de Conversão de Unidades 0220 3 1:N 0 Correlação entre códigos de itens comercializados 0221 3 1:N 0 Cadastro de bens ou componentes do Ativo Imobilizado 0300 2 V 0 Informação sobre a Utilização do Bem 0305 3 1:1 0 Tabela de Natureza da Operação/ Prestação 0400 2 V 0 Tabela de Informação Complementar do documento fiscal 0450 2 V 0 Tabela de Observações do Lançamento Fiscal 0460 2 V 0 Plano de contas contábeis 0500 2 V http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1578 Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 20 de 357 0 Centro de custos 0600 2 V 0 Encerramento do Bloco 0 0990 1 1 Seção 2 – Bloco B Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência B Abertura do Bloco B B001 1 1 B Nota Fiscal (código 01), Nota Fiscal de Serviços (código 03), Nota Fiscal de Serviços Avulsa (código 3B), Nota Fiscal de Produtor (código 04), Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (código 08), NF-e (código 55) e NFC-e (código 65) B020 2 V B Detalhamento por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 B025 3 1:N B Nota Fiscal de Serviços Simplificada (código 3A) B030 2 V B Detalhamento por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 B035 1:N B Serviços prestados por instituições financeiras B350 2 V B Totalização dos valores de serviços prestados por combinação de alíquota e item da lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003 B420 2 V B Totalização dos valores retidos B440 2 V B Deduções do ISS B460 2 V B Apuração do ISS B470 2 1 B Apuração do ISS sociedade uniprofissional B500 2 1 B Uniprofissional – empregados e sócios B510 3 V B Encerramento do Bloco B B990 1 1 Seção 3 – Bloco C Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência C Abertura do Bloco C C001 1 1 C Documento - Nota Fiscal (código 01), Nota Fiscal Avulsa (código 1B), Nota Fiscal de Produtor (código 04), Nota Fiscal Eletrônica (código 55) e Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final (código 65) C100 2 V C Informação complementar dos documentos fiscais quando das operações interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte EC 87/15 (código 55) C101 3 1:1 C Operações com ICMS ST recolhido para UF diversa do destinatário do documento fiscal (Código 55) C105 3 1:1 C Complemento de Documento - Informação Complementar da Nota Fiscal (código 01, 1B, 55) C110 3 1:N C Complemento de Documento - Processo referenciado C111 4 1:N C Complemento de Documento - Documento de Arrecadação Referenciado C112 4 1:N C Complemento de Documento - Documento Fiscal Referenciado C113 4 1:N C Complemento de Documento - Cupom Fiscal Referenciado C114 4 1:N C Local de coleta e/ou entrega (CÓDIGOS 01, 1B e 04) C115 4 1:N C Cupom Fiscal Eletrônico - CF-e referenciado C116 4 1:N C Complemento de Documento - Operações de Importação (código 01 e 55) C120 3 1:N C Complemento de Documento - ISSQN, IRRF e Previdência Social C130 3 1:1 C Complemento de Documento - Fatura (código 01) C140 3 1:1 C Complemento de Documento - Vencimento da Fatura (código 01) C141 4 1:N C Complemento de Documento - Volumes Transportados (código 01 e 04) Exceto Combustíveis C160 3 1:1 Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 21 de 357 C Complemento de Documento - Operações com combustíveis (código 01) C165 3 1:N C Complemento de Documento - Itens do Documento (código 01, 1B, 04 e 55) C170 3 1:N C Complemento de Item - Armazenamento de Combustíveis (código 01,55) C171 4 1:N C Complemento de Item - Operações com ISSQN (código 01) C172 4 1:1 C Complemento de Item - Operações com Medicamentos (código 01,55) C173 4 1:N C Complemento de Item - Operações com Armas de Fogo (código 01) C174 4 1:N C Complemento de Item - Operações com Veículos Novos (código 01,55) C175 4 1:N C Complemento de Item -Ressarcimento de ICMS em operações com Substituição Tributária (código 01,55) C176 4 1:N C Complemento de Item – Outras informações (Cód. 01, 55) – (Válido a partir de 01/01/2019) C177 4 1:1 C Complemento de Item - Operações com Produtos Sujeitos a Tributação de IPI por Unidade ou Quantidade de produto C178 4 1:1 C Complemento de Item - Informações Complementares ST (código 01) C179 4 1:1 C Informações complementares das operações de entrada de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55) C180 4 1:1 C Informações complementares das operações de devolução de saídas de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). C181 4 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55) C185 3 1:N C Informações complementares das operações de devolução de entradas de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 01, 1B, 04 e 55). C186 3 1:N C Registro Analítico do Documento (código 01, 1B, 04, 55 e 65) C190 3 1:N C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – FCP – na NF-e (Código 55) C191 4 1:1 C Complemento do Registro Analítico - Observações do Lançamento Fiscal (código 01, 1B, 04 e 55) C195 3 1:N C Outras Obrigações Tributárias, Ajustes e Informações provenientes de Documento Fiscal C197 4 1:N C Documento - Resumo Diário das Notas Fiscais de Venda a Consumidor (código 02) C300 2 V C Documentos Cancelados de Nota Fiscal de Venda a Consumidor (código 02) C310 3 1:N C Registro Analítico das Notas Fiscais de Venda a Consumidor (código 02) C320 3 1:N C Itens dos Resumos Diários dos Documentos (código 02) C321 4 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02) C330 5 1:1 C Nota Fiscal de venda a consumidor (código 02) C350 2 V C Itens do documento (código 02) C370 3 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02) C380 4 1:1 C Registro Analítico das Notas Fiscais de Venda a Consumidor (código 02) C390 3 1:N C Equipamento ECF (código 02, 2D e 60) C400 2 V C Redução Z (código 02, 2D e 60) C405 3 1:N C PIS e COFINS Totalizados no Dia (código 02 e 2D) C410 4 1:1 C Registro dos Totalizadores Parciais da Redução Z (código 02, 2D e 60) C420 4 1:N C Resumo de itens do movimento diário (código 02 e 2D) C425 5 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02, 2D e 60) C430 6 1:N C Documento Fiscal Emitido por ECF (código 02, 2D e 60) C460 4 1:N C Complemento do Cupom Fiscal Eletrônico Emitido por ECF - CF-e-ECF (código 60) C465 5 1:1 C Itens do Documento Fiscal Emitido por ECF (código 02 e 2D) C470 5 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (código 02, 2D e 60) C480 6 1:1 C Registro Analítico do movimento diário (código 02, 2D e 60) C490 4 1:N Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 22 de 357 C Resumo Mensal de Itens do ECF por Estabelecimento (código 02 e 2D e 2E) C495 2 V C Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (código 06), Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica (código 66) , Nota Fiscal/Conta de fornecimento dágua canalizada (código 29) e Nota Fiscal/Consumo Fornecimento de Gás (Código 28) C500 2 V C Itens do Documento - Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (código 06), Nota Fiscal/Conta de fornecimento d'água canalizada (código 29) e Nota Fiscal/Conta Fornecimento de Gás (Código 28) C510 3 1:N C Registro Analítico do Documento - Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (código 06), Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica (código 66), Nota Fiscal/Conta de fornecimento d'água canalizada (código 29) e Nota Fiscal/Conta Fornecimento de Gás (Código 28) C590 3 1:N C Informações do Fundo de Combate à Pobreza – FCP na NF3e (código 66) C591 4 1:1 C Observações do Lançamento Fiscal (códigos 06, 28, 29 e 66) C595 3 1:N C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de documento fiscal. C597 4 1:N C Consolidação Diária de Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica (Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (código 29) e Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás (Código 28) - (Empresas não obrigadas ao Convênio ICMS 115/03) C600 2 V C Documentos cancelados - Consolidação diária de notas fiscais/conta de energia elétrica (Código 06), nota fiscal/conta de fornecimento de água (código 29) e nota fiscal/conta de fornecimento de gás (código 28) C601 3 1:N C Itens do Documento Consolidado - Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica (Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (código 29) e Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás (Código 28) - (Empresas não obrigadas ao Convênio ICMS 115/03) C610 3 1:N C Registro Analítico dos Documentos - Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica (Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (código 29) e Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás (Código 28) C690 3 1:N C Consolidação dos Documentos Nota Fiscal/Conta Energia Elétrica (código 06) emitidas em via única - (Empresas obrigadas à entrega do arquivo previsto no Convênio ICMS 115/03), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás Canalizado (Código 28) e Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica (código 66) C700 2 V C Registro Analítico dos Documentos (Códigos 06, 28 e 66) C790 3 1:N C Registro de Informações de ICMS ST por UF (Código 06 e 66) C791 4 1:N C Registro Cupom Fiscal Eletrônico - CF-e (Código 59) C800 2 V C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – SAT (CF-E-SAT) (código 59) C810 3 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (CF-E-SAT) (código 59) C815 4 1:1 C Registro Analítico do CF-e (Código 59) C850 3 1:N C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C855 3 1:N C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de documento fiscal. C857 4 1:N C Identificação do equipamento SAT-CF-e (Código 59) C860 2 V C Itens do documento do cupom fiscal eletrônico – SAT (CF-E-SAT) (código 59) C870 3 1:N C Informações complementares das operações de saída de mercadorias sujeitas à substituição tributária (CF-E-SAT) (código 59) C880 4 1:1 C Resumo diário de CF-e (Código 59) por equipamento SAT-CF-e C890 3 1:N C Observações do lançamento fiscal (Código 59) C895 3 1:N C Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes de documento fiscal. C897 4 1:N Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 23 de 357 C Encerramento do Bloco C C990 1 1 Seção 4 – Bloco D Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência D Abertura do Bloco D D001 1 1 D Nota Fiscal de Serviço de Transporte (código 07), Conhecimentos de Transporte Rodoviário De Cargas (código 08), Conhecimentos de Transporte de Cargas Avulso (código 8b), Aquaviário de Cargas (código 09), Aéreo (código 10), Ferroviário de Cargas (código 11), Multimodal de Cargas (código 26), Nota Fiscal de Transporte Ferroviário de Carga (código 27), Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e (código 57), Conhecimento de Transporte Eletrônico para Outros Serviços - CT-e OS (código 67) e Bilhete de Passagem Eletrônico (código 63) D100 2 V D Informação complementar dos documentos fiscais quando das prestações interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte EC 87/15 (código 57 e 67) D101 3 1:1 D Itens do documento - Nota Fiscal de Serviços de Transporte (código 07) D110 3 1:N D Complemento da Nota Fiscal de Serviços de Transporte (código 07) D120 4 1:N D Complemento do Conhecimento Rodoviário de Cargas (código 08) e Conhecimento de Transporte de Cargas Avulso (Código 8B) D130 3 1:N D Complemento do Conhecimento Aquaviário de Cargas (código 09) D140 3 1:1 D Complemento do Conhecimento Aéreo de Cargas (código 10) D150 3 1:1 D Carga Transportada (CÓDIGO 08, 8B, 09, 10, 11, 26 E 27) D160 3 1:N D Local de Coleta e Entrega (códigos 08, 8B, 09, 10, 11 e 26) D161 4 1:1 D Identificação dos documentos fiscais (código 08,8B, 09,10,11,26 e 27) D162 4 1:N D Complemento do Conhecimento Multimodal de Cargas (código 26) D170 3 1:1 D Modais (código 26) D180 3 1:N D Registro Analítico dos Documentos (CÓDIGO 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27, 57 e 67) D190 3 1:N D Observações do lançamento (CÓDIGO 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27, 57 e 67) D195 3 1:N D Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores provenientes do documento fiscal. D197 4 1:N D Registro Analítico dos bilhetes consolidados de Passagem Rodoviário (código 13), de Passagem Aquaviário (código 14), de Passagem e Nota de Bagagem (código 15) e de Passagem Ferroviário (código 16) D300 2 V D Documentos cancelados dos Bilhetes de Passagem Rodoviário (código 13), de Passagem Aquaviário (código 14), de Passagem e Nota de Bagagem (código 15) e de Passagem Ferroviário (código 16) D301 3 1:N D Complemento dos Bilhetes (código 13, código 14, código 15 e código 16) D310 3 1:N D Equipamento ECF (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D350 2 V D Redução Z (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D355 3 1:N D PIS E COFINS totalizados no dia (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D360 4 1:1 D Registro dos Totalizadores Parciais da Redução Z (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D365 4 1:N D Complemento dos documentos informados (Códigos 13, 14, 15, 16 E 2E) D370 5 1:N D Registro analítico do movimento diário (Códigos 13, 14, 15, 16 E 2E) D390 4 1:N D Resumo do Movimento Diário (código 18) D400 2 V D Documentos Informados (Códigos 13, 14, 15 e 16) D410 3 1:N Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 24 de 357 D Documentos Cancelados dos Documentos Informados (Códigos 13, 14, 15 e 16) D411 4 1:N D Complemento dos Documentos Informados (Códigos 13, 14, 15 e 16) D420 3 1:N D Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (código 21) e Serviço de Telecomunicação (código 22) D500 2 V D Itens do Documento - Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (código 21) e Serviço de Telecomunicação (código 22) D510 3 1:N D Terminal Faturado D530 3 1:N D Registro Analítico do Documento (códigos 21 e 22) D590 3 1:N D Consolidação da Prestação de Serviços - Notas de Serviço de Comunicação (código 21) e de Serviço de Telecomunicação (código 22) D600 2 V D Itens do Documento Consolidado (códigos 21 e 22) D610 3 1:N D Registro Analítico dos Documentos (códigos 21 e 22) D690 3 1:N D Consolidação da Prestação de Serviços - Notas de Serviço de Comunicação (código 21) e de Serviço de Telecomunicação (código 22) D695 2 V D Registro Analítico dos Documentos (códigos 21 e 22) D696 3 1:N D Registro de informações de outras UFs, relativamente aos serviços “não- medidos” de televisão por assinatura via satélite D697 4 1:N D Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D700 2 V D Registro analítico Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D730 3 1:N D Informações do fundo de combate à pobreza – FCP – (Código 62) D731 4 1:1 D Observações do lançamento fiscal (Código 62) D735 3 1:N D Outras obrigações tributárias, ajustes e informações de valores proveniente de documento fiscal D737 4 1:N D Escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D750 2 1:N D Registro analítico da escrituração consolidada da Nota Fiscal Fatura Eletrônica de Serviços de Comunicação – NFCom (Código 62) D760 3 1:N D Informações do fundo de combate à pobreza FCP – (Código 62) D761 4 1:1 D Encerramento do Bloco D D990 1 1 Seção 5 – Bloco E Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência E Abertura do Bloco E E001 1 1 E Período de Apuração do ICMS E100 2 V E Apuração do ICMS - Operações Próprias E110 3 1:1 E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS E111 4 1:N E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS E112 5 1:N E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS - Identificação dos documentos fiscais E113 5 1:N E Informações Adicionais da Apuração do ICMS - Valores Declaratórios E115 4 1:N E Obrigações do ICMS Recolhido ou a Recolher - Obrigações Próprias E116 4 1:N E Período de Apuração do ICMS - Substituição Tributária E200 2 V E Apuração do ICMS - Substituição Tributária E210 3 1:1 Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 25 de 357 E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS - Substituição Tributária E220 4 1:N E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Substituição Tributária E230 5 1:N E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Substituição Tributária - Identificação dos documentos fiscais E240 5 1:N E Obrigações do ICMS a Recolher - Substituição Tributária E250 4 1:N E Período de Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E300 2 1:N E Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E310 3 1:1 E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E311 4 1:N E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E312 5 1:N E Informações Adicionais da Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 Identificação dos Documentos Fiscais E313 5 1:N E Obrigações do ICMS recolhido ou a recolher – Diferencial de Alíquota – UF Origem/Destino EC 87/15 E316 4 1:N E Período de Apuração do IPI E500 2 V E Consolidação dos Valores de IPI E510 3 1:N E Apuração do IPI E520 3 1:1 E Ajustes da Apuração do IPI E530 4 1:N E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do IPI – Identificação dos Documentos Fiscais (01 e 55) E531 5 1:N E Encerramento do Bloco E E990 1 1 Seção 6 – Bloco G Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência G Abertura do Bloco G G001 1 1 G ICMS – Ativo Permanente – CIAP G110 2 V G Movimentação de Bem do Ativo Imobilizado G125 3 1:N G Outros créditos CIAP G126 4 1:N G Identificação do documento fiscal G130 4 1:N G Identificação do item do documento fiscal G140 5 1:N G Encerramento do Bloco G G990 1 1 Seção 7 – Bloco H Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência H Abertura do Bloco H H001 1 1 H Totais do Inventário H005 2 V H Inventário H010 3 1:N H Informação complementar do Inventário H020 4 1:N H Informações complementares do inventário das mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária H030 4 1:1 H Encerramento do Bloco H H990 1 1 Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 26 de 357 Seção 8 – Bloco K Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência K Abertura do Bloco K K001 1 1 K Informação sobre o Tipo de Leiaute (Simplificado / Completo) K010 2 1 K Período de Apuração do ICMS/IPI K100 2 V K Estoque Escriturado K200 3 1:N K Desmontagem de mercadorias – Item de Origem K210 3 1:N K Desmontagem de mercadorias – Item de Destino K215 4 1:N K Outras Movimentações Internas entre Mercadorias K220 3 1:N K Itens Produzidos K230 3 1:N K Insumos Consumidos K235 4 1:N K Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens Produzidos K250 3 1:N K Industrialização em Terceiros – Insumos Consumidos K255 4 1:N K Reprocessamento/Reparo de Produto/Insumo K260 3 1:N K Reprocessamento/Reparo – Mercadorias Consumidas e/ou Retornadas K265 4 1:N K Correção de Apontamento dos Registros K210, K220, K230, K250 e K260 K270 3 1:N K Correção de Apontamento e Retorno de Insumos dos Registros K215, K220, K235, K255 e K265 K275 4 1:N K Correção de Apontamento – Estoque Escriturado K280 3 1:N K Produção Conjunta – Ordem de Produção K290 3 1:N K Produção Conjunta – Itens Produzidos K291 4 1:N K Produção Conjunta – Insumos Consumidos K292 4 1:N K Produção Conjunta – Industrialização Efetuada por Terceiros K300 3 1:N K Produção Conjunta – Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens Produzidos K301 4 1:N K Produção Conjunta – Industrialização Efetuada por Terceiros – Insumos Consumidos K302 4 1:N K Encerramento do Bloco K K990 1 1 Seção 9 – Bloco 1 Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 1 Abertura do Bloco 1 1001 1 1 1 Obrigatoriedade de registros do Bloco 1 1010 2 1 1 Registro de Informações sobre Exportação 1100 2 V 1 Documentos Fiscais de Exportação 1105 3 1:N 1 Operações de Exportação Indireta - Mercadorias de terceiros 1110 4 1:N 1 Controle de Créditos Fiscais - ICMS 1200 2 V 1 Utilização de Créditos Fiscais - ICMS 1210 3 1:N 1 Informações consolidadas de saldos de restituição, ressarcimento e complementação do ICMS 1250 2 1:1 1 Informações consolidadas de saldos de restituição, ressarcimento e complementação do ICMS por motivo 1255 3 1:N 1 Movimentação diária de combustíveis 1300 2 V 1 Movimentação diária de combustíveis por tanque 1310 3 1:N Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 27 de 357 1 Volume de vendas 1320 4 1:N 1 Bombas 1350 2 V 1 Lacres das bombas 1360 3 1:N 1 Bicos da bomba 1370 3 1:N 1 Controle de produção de Usina 1390 2 V 1 Produção diária da usina 1391 3 1:N 1 Informação sobre Valor Agregado 1400 2 V 1 Nota fiscal/Conta de energia elétrica (código 06) - Operações Interestaduais 1500 2 V 1 Itens do documento Nota fiscal/Conta de energia elétrica (código 06) 1510 3 1:N 1 Total das operações com cartão de crédito e/ou débito 1600 2 V 1 Operações com instrumentos de pagamentos eletrônicos 1601 2 V 1 Documentos fiscais utilizados 1700 2 V 1 Documentos fiscais cancelados/inutilizados 1710 3 1:N 1 DCTA - Demonstrativo de crédito do ICMS sobre transporte aéreo 1800 2 1 1 Indicador de sub-apuração do ICMS 1900 2 V 1 Período da sub-apuração do ICMS 1910 3 1:N 1 Sub-apuração do ICMS 1920 4 1:1 1 Ajuste/benefício/incentivo da sub-apuração do ICMS 1921 5 1:N 1 Informações adicionais dos ajustes da sub-apuração do ICMS 1922 6 1:N 1 Informações adicionais dos ajustes da sub-apuração do ICMS - Identificação dos documentos fiscais 1923 6 1N 1 Informações adicionais da sub-apuração do ICMS - Valores declaratórios 1925 5 1:N 1 Obrigações do ICMS a recolher - Operações referentes à sub-apuração do ICMS 1926 5 1:N 1 GIAF 1 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: indústria (crédito presumido) 1960 2 1:N 1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: importação (diferimento na entrada e crédito presumido na saída subsequente) 1970 2 1:N 1 GIAF 3 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: importação (saídas internas por faixa de alíquota) 1975 3 1:4 1 GIAF 4 - Guia de informação e apuração de incentivos fiscais e financeiros: central de distribuição (entradas/saídas) 1980 2 1 1 Encerramento do Bloco 1 1990 1 1 Seção 10 – Bloco 9 Bloco Descrição Reg. Nível Ocorrência 9 Abertura do Bloco 9 9001 1 1 9 Registros do Arquivo 9900 2 V 9 Encerramento do Bloco 9 9990 1 1 9 Encerramento do Arquivo Digital 9999 0 1 Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 28 de 357 BLOCO 0: ABERTURA, IDENTIFICAÇÃO E REFERÊNCIAS REGISTRO 0000: ABERTURA DO ARQUIVO DIGITAL E IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Este Registro é obrigatório e corresponde ao primeiro registro do arquivo. Nos casos de EFD-ICMS/IPI apresentadas por estabelecimentos situados em outra UF e que possuam Inscrição Estadual nos termos do Convênio ICMS nº 113/04 (serviços de comunicação definidos pela Anatel), bem como as distribuidoras que forneçam energia elétrica a consumidor localizado em UF diversa da sede do estabelecimento deverão observar o seguinte procedimento para preenchimento do registro 0000: 1) Informar o campo UF da unidade federada do tomador de serviços/consumidor de energia elétrica; 2) Informar no campo IE a inscrição estadual na unidade federada do tomador de serviços/consumidor de energia elétrica; 3) Informar no campo COD_MUN o código de município correspondente à capital do estado do tomador de serviços/consumidor de energia elétrica. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo “0000”. C 004 - O 02 COD_VER Código da versão do leiaute conforme a tabela indicada no Ato COTEPE. N 003* - O 03 COD_FIN Código da finalidade do arquivo: 0 - Remessa do arquivo original; 1 - Remessa do arquivo substituto. N 001 - O 04 DT_INI Data inicial das informações contidas no arquivo. N 008* - O 05 DT_FIN Data final das informações contidas no arquivo. N 008* - O 06 NOME Nome empresarial da entidade. C 100 - O 07 CNPJ Número de inscrição da entidade no CNPJ. N 014* - OC 08 CPF Número de inscrição da entidade no CPF. N 011* OC 09 UF Sigla da unidade da federação da entidade. C 002* - O 10 IE Inscrição Estadual da entidade. C 014 - O 11 COD_MUN Código do município do domicílio fiscal da entidade, conforme a tabela IBGE N 007* - O 12 IM Inscrição Municipal da entidade. C - - OC 13 SUFRAMA Inscrição da entidade na SUFRAMA C 009* - OC 14 IND_PERFIL Perfil de apresentação do arquivo fiscal; A – Perfil A; B – Perfil B.; C – Perfil C. C 001 - O 15 IND_ATIV Indicador de tipo de atividade: 0 – Industrial ou equiparado a industrial; 1 – Outros. N 001 - O Observações: Nível hierárquico - 0 Ocorrência - um por arquivo. Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0000] Campo 02 (COD_VER) - Preenchimento: o código da versão do leiaute informado é validado conforme a data referenciada no campo DT_FIN. Verificar na Tabela Versão do Leiaute (item 3.1.1 da Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações). Validação: Válido para o período informado. A versão do leiaute informada no arquivo deverá ser válida na data final da escrituração (campo DT_FIN do registro 0000). Campo 03 (COD_FIN) - Valores Válidos: [0, 1] Preenchimento: dentro do prazo normal de entrega o arquivo pode ser substituído. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 29 de 357 Após o vencimento do prazo de entrega, com a publicação do Ajuste Sinief 11/2012, que define regras padronizadas em todo o território nacional para a RETIFICAÇÃO DA EFD-ICMS/IPI, a partir de janeiro de 2013, o procedimento deve ser o seguinte: 1. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro de 2009 a dezembro de 2012 pode ser retificada, sem autorização, até 30 de abril de 2013; 2. EFD-ICMS/IPI de mês de referência janeiro de 2013 em diante, pode ser retificada, sem autorização, até o último dia do terceiro mês subsequente ao encerramento do mês da apuração (exemplo: Janeiro de 2013 pode ser retificado até 30 de abril de 2013); 3. Cumpridos estes prazos, retificações somente serão possíveis com autorização, de acordo com o que determina o referido Ajuste, exceto, a partir de 03.09.20, se a autorização para retificação da EFD for dispensada a critério da Secretaria de Fazenda, Receita, Finanças, Economia ou Tributação do domicílio fiscal do contribuinte, quando se tratar de ICMS, conforme Ajuste SINIEF 27/20. Para a entrega da EFD-ICMS/IPI deverá ser utilizado o leiaute vigente à época do período de apuração e, para validação e transmissão, a versão do Programa de Validação e Assinatura - PVA atualizada. Obs.: Para as SEFAZ que exigem a informação do hash do arquivo, esse refere-se ao hash do arquivo RETIFICADOR assinado. Para obtê-lo utilizar a opção “Dados da Escrituração” da aba Relatórios, o hash está identificado com o nome “ID do Arquivo Assinado (hash)”, contendo 32 caracteres. Campo 04 (DT_INI) - Preenchimento: informar o período de validade das informações contidas neste registro, no padrão “diamêsano” (ddmmaaaa), excluindo-se quaisquer caracteres de separação, tais como: ".", "/", "-". O valor informado deve ser o primeiro dia do mês, exceto no caso de início de atividades ou de qualquer outro evento que altere a forma e o período de escrituração fiscal do estabelecimento. Campo 05 (DT_FIN) - Preenchimento: informar a última data do período da escrituração, no padrão “ddmmaaa”, excluindo- se quaisquer caracteres de separação, tais como: “.”, “/”, “-”. Validação: Verifica se a data informada neste campo pertence ao mesmo mês/ano da data informada no campo DT_INI. O valor informado deve ser o último dia do mesmo mês da data inicial, exceto no caso de encerramento de atividades ou de qualquer outro fato determinante para paralisação das atividades do estabelecimento. Campo 07 (CNPJ) - Preenchimento: informar o número do CNPJ do contribuinte. Se o contribuinte for pessoa física (por exemplo: produtor rural), deixar o campo em branco. Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CNPJ informado. Campo 08 (CPF) - Preenchimento: informar o número de inscrição do contribuinte no cadastro do CPF. Obrigatório, se o informante do arquivo for pessoa física e não obrigado à inscrição no CNPJ. Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CPF informado. Os campos CNPJ e CPF são mutuamente excludentes, ou seja, é obrigatório o preenchimento de apenas um deles. Campo 09 (UF) - Validação: o valor deve ser a sigla da unidade da federação (UF) do informante. Campo 10 (IE) - Validação: será conferido o dígito verificador (DV) da Inscrição Estadual informada, considerando-se a UF do informante. Campo 11 (COD_MUN) – Preenchimento: Os estabelecimentos situados em outra unidade da federação, sem ter endereço e/ou estabelecimento físico na unidade federada, devem informar o código de município da capital do estado, constante da Tabela de Municípios do IBGE. Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Municípios do IBGE, possuindo 7 dígitos. Campo 13 (SUFRAMA) - Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do número de inscrição na SUFRAMA, se informado. Campo 14 (IND_PERFIL) - Valores Válidos: [A, B, C] Preenchimento: informar o perfil de apresentação do arquivo, conforme definido pelo Fisco Estadual para o informante da EFD-ICMS/IPI. O arquivo será rejeitado se o declarante informar a EFD-ICMS/IPI em perfil diferente do estabelecido. Campo 15 (IND_ATIV) - Valores Válidos: [0, 1] Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 30 de 357 Preenchimento: informar “0”, se o contribuinte é industrial ou equiparado a industrial, conforme legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Se o estabelecimento não se enquadrar no disposto nos art. 8º, 9º, 10 e 11 e cujas operações não se enquadrem dentro do campo de incidência do IPI, conforme parágrafo único do art. 2º, todos do Decreto nº 7.212/2010, ainda que seja uma indústria, deve informar a opção "1 - Outras" no campo IND_ATIV do registro 0000.Se o contribuinte do IPI for optante pelo Simples Nacional, deve informar a opção “1 – Outras” no campo IND_ATIV, conforme o art. 179, do Decreto n. 7.212/2010. Se campo CPF for informado, então o campo IND_ATIV deve ser igual a 1. Se campo IND_ATIV for igual a 1, não deve existir o registro E500. REGISTRO 0001: ABERTURA DO BLOCO 0 Este registro deve ser gerado para abertura do bloco 0 e indica as informações previstas para este bloco. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo “0001”. C 004 - O 02 IND_MOV Indicador de movimento: 0- Bloco com dados informados; 1- Bloco sem dados informados. N 001 - O Observações: Nível hierárquico - 1 Ocorrência – um por arquivo Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0001] Campo 02 (IND_MOV) - Valor Válido: [0] REGISTRO 0002: CLASSIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL OU EQUIPARADO A INDUSTRIAL O registro deve ser informado quando o campo IND_ATIV do registro 0000 for igual a “0”. Quando existir mais de um tipo de modalidade, informar a classificação que for mais relevante no estabelecimento. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo “0002”. C 004 - O 02 CLAS_ESTAB_IND Informar a classificação do estabelecimento conforme tabela 4.5.5 N 002 - O Nível hierárquico - 2 Ocorrência – um por arquivo Campo 02 (CLAS_ESTAB_IND) Validação: o valor informado deve constar na Tabela 4.5.5 – Classificação de Contribuintes do IPI REGISTRO 0005: DADOS COMPLEMENTARES DA ENTIDADE Registro obrigatório utilizado para complementar as informações de identificação do informante do arquivo. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo “0005” C 004 - O 02 FANTASIA Nome de fantasia associado ao nome empresarial. C 060 - O 03 CEP Código de Endereçamento Postal. N 008* - O 04 END Logradouro e endereço do imóvel. C 060 - O 05 NUM Número do imóvel. C 010 - OC 06 COMPL Dados complementares do endereço. C 060 - OC 07 BAIRRO Bairro em que o imóvel está situado. C 060 - O 08 FONE Número do telefone (DDD+FONE). C 11 - OC Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 31 de 357 09 FAX Número do fax. C 11 - OC 10 EMAIL Endereço do correio eletrônico. C - - OC Observações: Nível hierárquico - 2 Ocorrência – um por arquivo Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0005] Campo 02 (FANTASIA) – Preenchimento: caso não possua nome de fantasia, preencher com parte da razão social pela qual é conhecida. REGISTRO 0015: DADOS DO CONTRIBUINTE SUBSTITUTO OU RESPONSÁVEL PELO ICMS DESTINO Registro obrigatório para todos os contribuintes substitutos tributários do ICMS, conforme definidos na legislação pertinente. Deve ser gerado um registro para cada uma das inscrições estaduais cadastradas nas unidades federadas dos contribuintes substituídos, ainda que não tenha tido movimentação no período, ficando obrigado à apresentação dos registros E200, E300 e respectivos filhos. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo "0015" C 004 - O 02 UF_ST Sigla da unidade da federação do contribuinte substituído ou unidade de federação do consumidor final não contribuinte - ICMS Destino EC 87/15. C 002* - O 03 IE_ST Inscrição Estadual do contribuinte substituto na unidade da federação do contribuinte substituído ou unidade de federação do consumidor final não contribuinte - ICMS Destino EC 87/15. C 014 - O Observações: Nível hierárquico - 2 Ocorrência – vários (por arquivo) Campo 01 (REG) - Valor Válido: [0015] Campo 02 (UF_ST) - Preenchimento: informar a sigla da UF onde o contribuinte possui inscrição como substituto tributário. Validação: O valor deve ser a sigla de uma unidade da federação existente. Campo 03 (IE_ST) - Preenchimento: informar a inscrição estadual do contribuinte na unidade de federação onde ele estiver inscrito como substituto tributário. Validação: valida a Inscrição Estadual, considerando a UF informada no registro. REGISTRO 0100: DADOS DO CONTABILISTA Registro utilizado para identificação do contabilista responsável pela escrituração fiscal do estabelecimento, mesmo que o contabilista seja funcionário da empresa ou prestador de serviço. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo “0100”. C 004 - O 02 NOME Nome do contabilista. C 100 - O 03 CPF Número de inscrição do contabilista no CPF. N 011* - O 04 CRC Número de inscrição do contabilista no Conselho Regional de Contabilidade. C 015 - O 05 CNPJ Número de inscrição do escritório de contabilidade no CNPJ, se houver. N 014* - OC 06 CEP Código de Endereçamento Postal. N 008* - OC Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 32 de 357 07 END Logradouro e endereço do imóvel. C 060 - OC 08 NUM Número do imóvel. C 010 - OC 09 COMPL Dados complementares do endereço. C 060 - OC 10 BAIRRO Bairro em que o imóvel está situado. C 060 - OC 11 FONE Número do telefone (DDD+FONE). C 11 - OC 12 FAX Número do fax. C 11 - OC 13 EMAIL Endereço do correio eletrônico. C - - O 14 COD_MU N Código do município, conforme tabela IBGE. N 007* - O Observações: Nível hierárquico – 2 Ocorrência – um por arquivo Campo 01 (REG) - Valor válido: [0100] Campo 02 (NOME) - Preenchimento: informar o nome do contabilista responsável. Campo 03 (CPF) - Preenchimento: informar o número do CPF do contabilista responsável; não utilizar os caracteres especiais de formatação, tais como: ".", "/", "-". Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CPF informado. Campo 04 (CRC) - Preenchimento: informar o número de inscrição do contabilista no Conselho Regional de Contabilidade na UF do estabelecimento. Campo 05 (CNPJ) - Preenchimento: informar o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do escritório de contabilidade; não informar caracteres de formatação, tais como: ".", "/", "-". Validação: será conferido o dígito verificador (DV) do CNPJ informado. Campo 06 (CEP) - Preenchimento: informar o número do Código de Endereçamento Postal - CEP, conforme cadastro nos CORREIOS. Campo 07 (END) - Preenchimento: informar o endereço do contabilista/escritório de contabilidade. Campo 13(EMAIL) - Preenchimento: informar o endereço de correio eletrônico do contabilista/escritório de contabilidade. Este endereço de e-mail poderá ser utilizado para envio de correspondências. Campo 14 (COD_MUN) - Preenchimento: informar o código do município do domicílio fiscal do contabilista/escritório de contabilidade. Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Municípios do IBGE (combinação do código da UF e o código de município), possuindo 7 dígitos. REGISTRO 0150: TABELA DE CADASTRO DO PARTICIPANTE Registro utilizado para informações cadastrais das pessoas físicas ou jurídicas envolvidas nas transações comerciais com o estabelecimento, no período. Participantes sem movimentação no período não devem ser informados neste registro. Obs.: Não devem ser informados como participantes os CNPJ e CPF apenas citados nos registros C350 – Nota Fiscal de Venda ao Consumidor, C460 – Documento Fiscal emitido por ECF e no C100, quando se tratar de NFC-e - Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor Final - modelo 65. O código a ser utilizado é de livre atribuição pelo contribuinte e possui validade para o arquivo informado. Este código deve ser único para o participante, não havendo necessidade, sempre que possível, de se criar um código para cada período. Não podem ser informados dois ou mais registros com o mesmo Código de Participante. Para o caso de participante pessoa física com mais de um endereço, podem ser fornecidos mais de um registro, com o mesmo NOME e CPF. Neste caso, deve ser usado um COD_PART para cada registro, alterando os demais dados. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 33 de 357 As informações deste registro representam os dados atualizados no último evento fiscal (emissão/recebimento de documento fiscal) da EFD-ICMS/IPI. Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec Obrig 01 REG Texto fixo contendo “0150”. C 004 - O 02 COD_PART Código de identificação do participante no arquivo. C 060 - O 03 NOME Nome pessoal ou empresarial do participante. C 100 - O 04 COD_PAIS Código do país do participante, conforme a tabela indicada no item 3.2.1 N 005 - O 05 CNPJ CNPJ do participante. N 014* - OC 06 CPF CPF do participante. N 011* - OC 07 IE Inscrição Estadual do participante. C 014 - OC 08 COD_MUN Código do município, conforme a tabela IBGE N 007* - OC 09 SUFRAMA Número de inscrição do participante na SUFRAMA. C 009* - OC 10 END Logradouro e endereço do imóvel C 060 - O 11 NUM Número do imóvel C 010 - OC 12 COMPL Dados complementares do endereço C 060 - OC 13 BAIRRO Bairro em que o imóvel está situado C 060 - OC Observações: Nível hierárquico - 2 Ocorrência –vários por arquivo Campo 01 (REG) - Valor válido: [0150] Campo 02 (COD_PART) - Preenchimento: informar o código de identificação do participante no arquivo. Esta tabela pode conter COD_PART e respectivo registro 0150 com dados do próprio contribuinte informante, quando apresentar documentos emitidos contra si próprio, em situações específicas (Exemplo: emissão de Nota Fiscal em operação de retorno de produtos saídos para venda ambulante ou a negociar fora do estabelecimento). Validação: o valor informado no campo COD_PART deve existir em, pelo menos, um registro dos demais blocos. O código de participante, campo COD_PART, é de livre atribuição do estabelecimento, observado o disposto no item 2.4.2.1 da Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. Campo 04 (COD_PAIS) - Preenchimento: informar o código do país, conforme tabela indicada no item 3.2.1 da Nota Técnica, conforme Ato COTEPE/ICMS nº 44/2018 e alterações. O código de país pode ser informado com 05 caracteres ou com 04 caracteres (desprezando o caractere “0” (zero) existente à esquerda). Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Países. Informar, inclusive, quando o participante for estabelecido ou residente no Brasil (01058 ou 1058). Campo 05 (CNPJ) - Preenchimento: informar o número do CNPJ do participante, não informar caracteres de formatação, tais como: ".", "/", "-". Se COD_PAIS diferente de Brasil, o campo não deve ser preenchido. Validação: é conferido o dígito verificador (DV) do CNPJ informado. Obrigatoriamente um dos campos, CPF ou CNPJ, deverá ser preenchido. Campo 06 (CPF) - Preenchimento: informar o número do CPF do participante; não utilizar os caracteres especiais de formatação, tais como: “.”, “/”, “-”. Se COD_PAIS diferente de Brasil, o campo não deve ser preenchido. Validação: é conferido o dígito verificador (DV) do CPF informado. Obrigatoriamente um dos campos, CPF ou CNPJ, deverá ser preenchido. Obs.: Os campos 05 e 06 são mutuamente excludentes, sendo obrigatório o preenchimento de um deles quando o campo 04 estiver preenchido com “01058” ou “1058” (Brasil). Campo 07 (IE) - Validação: valida a Inscrição Estadual de acordo com a UF informada no campo COD_MUN (dois primeiros dígitos do código de município). Campo 08 (COD_MUN) - Validação: o valor informado no campo deve existir na Tabela de Municípios do IBGE (combinação do código da UF e o código de município), possuindo 7 dígitos. Guia Prático EFD-ICMS/IPI – Versão 3.1.3 Atualização: 01 de março de 2023 Página 34 de 357 Obrigatório se campo COD_PAIS for igual a “01058” ou “1058”(Brasil). Se for exterior, informar campo “vazio” ou preencher com o código “9999999”. Campo 09 (SUFRAMA) - Preenchimento: informar o número de Inscrição do participante na SUFRAMA, se houver. Validação: é conferido o dígito verificador (DV) do número de inscrição na SUFRAMA, se informado. Campo 10 (END) - Preenchimento: informar o logradouro e endereço do imóvel. Se o participante for do exterior, preencher inclusive com a cidade e país. REGISTRO 0175: ALTERAÇÃO DA TABELA DE CADASTRO DE PARTICIPANTE Este registro é de preenchimento obrigatório quando houver, dentro do período, alteração nos dados informados no registro 0150, campos: NOME, COD_PAIS, CNPJ, CPF, COD_MUN, SUFRAMA, END, NUM, COMPL e BAIRRO. Não pode ser utilizado, em um mesmo arquivo, um mesmo código para representar um participante diferente do referenciado anteriormente por tal código. Os dados informados neste registro serão considerados até as 24:00 horas do dia anterior à data de alteração. Quando houver mudança