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RESIDÊNCIA MÉDICA 2019 – 1ª FASE ACESSO DIRETO – PROVA 1 ACESSO DIRETO – PROVA 1 Instruções para a realização da prova Esta prova é composta de 80 questões de múltipla escolha. Para cada questão, há 4 alternativas, devendo ser marcada apenas uma. Assine a folha de respostas com caneta esferográfica preta e transcreva para essa folha as respostas escolhidas. Ao marcar o item correto, preencha completamente o campo correspondente, utilizando caneta esferográfica preta. Não deixe nenhuma das questões em branco na folha de respostas. A duração total da prova é de 4 horas. NÃO haverá tempo adicional para transcrição de gabarito. Você somente poderá deixar a sala após 2h do início da prova, podendo levar consigo APENAS o CONTROLE DE RESPOSTAS DO CANDIDATO e a DECLARAÇÃO DE PRESENÇA (abaixo). CONTROLE DE RESPOSTAS DO CANDIDATO – PROVA 1 V 1 11 21 31 41 51 61 71 2 12 22 32 42 52 62 72 3 13 23 33 43 53 63 73 4 14 24 34 44 54 64 74 5 15 25 35 45 55 65 75 6 16 26 36 46 56 66 76 7 17 27 37 47 57 67 77 8 18 28 38 48 58 68 78 9 19 29 39 49 59 69 79 10 20 30 40 50 60 70 80 DECLARAÇÃO DE PRESENÇA Declaramos que o candidato abaixo, inscrito no PROCESSO SELETIVO RESIDÊNCIA MÉDICA 2019, compareceu à prova da 1ª Fase realizada no dia 04 de novembro de 2018. Nome: Documento: Coordenação de Logística Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp ASSINATURA DO CANDIDATO INSCRIÇÃO ESCOLA SALA LUGAR NA SALA NOME V PROC_QT2 Retângulo VALORES DE REFERÊNCIA Hb (hemoglobina) 12-14 g/dL Tempo protrombina (TP) 11-12,5 seg. Ht (hematócrito) 35-49% Tempo de tromboplastina ativada (TTPA) 30-43 seg. HCM 26-34 g/L R < 1,2 VCM 78-100fl RNI < 1,25 Reticulócitos 25.000 – 75000 mm3 0,5 – 1,5% Leucócitos 5.000 – 10.000 mm3 Eletroforese de hemoglobina HbA1 > 95% HbA2 1,5 – 3,7% Hb fetal < 2% Plaquetas 150.000 a 4000.000mm3 AST 10-30 U/L Proteinúria < 0,15g/24h ALT 10-40 U/L Fosfatase Alcalina Homem 40 – 129 U/L Mulher 35 – 104 U/L Gama-GT 7-50 UI/L Bilirrubina total 0,2- 1,0 mg/dl Bilirrubina direta 0,1 – 0,4 mg/dl Colesterol total < 200mg/dL Sódio 135 – 145 mEq/L HDL colesterol > 40 mg/dL Potássio 3,5 – 5,5 mEq/L LDL colesterol < 130 mg/dL Cálcio 8,4 – 10 mg/dL Triglicérides < 160 mg/dL Cloreto 98 – 106 mMol/L TIBC 242 – 450 µg/dL Lactato 0,5 – 1, 6 mMol/L Ferro sérico 30 – 160 µg/dL Glicemia 74-99 mg/dL Ferritina 23-336ng/mL homen 11-306 ng/mL mulher FSH 5 – 30 mi/mL LH 5 – 25 mUI/mL Prolactina 2 – 29 ng/mL TSH 2 –11 µU/mL T4 livre 0.9 – 1,8ng/dL Complemento C3 90-170mg/dL Lactatodesidrogenase 140-271 U/L Creatinofosfoquinase (CK) Homem < 171 U/L Mulher < 145 U/L Creatinina 0,4 – 1,2 mg/dL Ureia 15 – 45 mg/dL Haptoglobina 30 – 230 mg/dL Gasometria arterial pH 7,35 – 7,45 PO2 83 – 108 mmHg PCO2 32 – 48 mmHg HCO3 19 – 24 mmmol/L BE -2 – 3 mmol/L Hemoglobina glicada (HbA1c) Ate 6% 1. Homem, 66a, com dor no ombro direito, fraqueza e dormência no membro superior esquerdo há 2 meses. Exame físico: Neurológico: leve ptose palpebral à direita e miose ipsilateral. O QUADRO CLÍNICO PODE SER EXPLICADO POR: a. Neoplasia de pequenas células de pulmão. b. Tumor neuroendócrino bem diferenciado de pulmão. c. Neoplasia não pequenas células de pulmão. d. Adenocarcinoma de pulmão. 2. Mulher, 57a, relata febre vespertina há 30 dias, inchaço progressivo e piora do controle pressórico há 10 dias. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus controladas com uso regular de hidroclorotiazida, enalapril, metformina e glipizida. Exame físico: PA= 188X104 mmHg, descorada +/4+; Cabeça e Pescoço: edema bipalpebral; fundo de olho: normal; Coração: sopro sistólico em foco aórtico 3+/4+, rude, com irradiação para as carótidas; Abdome: ascite; Membros: edema de membros inferiores 2+/4+ e de membros superiores +/4+, petéquias subungueais em mãos e pés. Hemograma: hemoglobina= 10,1 g/dL; leucócitos= 15.500mm3; plaquetas= 184.000 mm3; creatinina= 4,5mg/dL; ureia= 134 mg/dL; glicemia= 142 mg/dL; hemoglobina glicada= 6,9 g/dL; potássio= 6,2 mEq/L; Exame sumário de urina= hemácias: >100 por campo, dismorfismo eritrocitário: presente, proteína 1+/4+. O DIAGNÓSTICO É: a. Síndrome nefrítica. b. Síndrome nefrótica. c. Nefropatia diabética. d. Nefropatia maligna hipertensiva. 3. Mulher, 36a, queixa-se de evacuações aquosas com grande quantidade de gotas de gordura, urina bem vermelha e manchas roxas nas pernas e braços há 10 dias. Hábito intestinal: duas evacuações diárias de grande volume há vários anos. Exame físico: Membros: equimoses disseminadas em pernas e braços. Hemograma; Hb= 11,7 g/dL, Plaquetas= 140.000 mm3, ALT= 44 UI/L, AST= 66 UI/L, RNI= 13,6, tempo de tromboplastina parcial= 81,5 segundos, tempo de protrombina= 146,7 segundos. A CONDUTA É: a. Vitamina K. b. Plasmaferese. c. Concentrado de plaquetas. d. Ácido épsilon-aminocaproico. 4. Homem, 46a, refere cefaleia frequente, há 9 meses, concomitante ao diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, em uso de enalapril, espironolactona e furosemida. Antecedentes Familiares: pais hipertensos. Exame físico: PA= 210X130 mmHg. Creatinina= 4,9 mg/dL, ureia= 132 mg/dL, sódio= 136 mEq/L, potássio= 3,7 mEq/L, exame sumário de urina: densidade= 1020, pH= 6,0, leucócitos= 2/campo, hemácias= 2/campo, Proteinúria= 0,6 g/24horas. ECG= sobrecarga ventricular esquerda. O DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO ESPERADO É: a. Nefroesclerose benigna. b. Glomerulonefrite crônica. c. Nefrite intersticial. d. Glomeruloesclerose focal e segmentar. 5. Mulher, 41a, procura a Unidade Pronto Atendimento com história de mal-estar e fraqueza. Refere ter interrompido há um dia o consumo de bebida alcoólica. Antecedentes Pessoais: uso de 1 garrafa de aguardente/dia há 20 anos. Durante a consulta a paciente apresenta repentinamente movimentos tônico-clônicos generalizados, acompanhados de incontinência urinária e perda da consciência com duração de um minuto, com recuperação total do nível de consciência. ALÉM DE GARANTIR AS VIAS AÉREAS PÉRVIAS A CONDUTA É: a. Administrar fenitoina e tiamina intravenosos. b. Administrar benzodiazepínico e fenitoina intravenosos. c. Avaliar níveis de glicose e administrar benzodiazepínico intravenoso. d. Avaliar níveis de glicose e administrar tiamina intravenosa. 6. Mulher, 58a, é trazida ao Pronto Socorro com náuseas, vômitos, epistaxe, diaforese e perda da consciência, após ter ingerido intencionalmente vários comprimidos. Antecedentes Pessoais: diabetes mellitus tipo 2 em uso de glibenclamida e metformina e esquizofrenia em uso irregular de haloperidol e biperideno. Exames Complementares: pH= 7,1, pO2= 98 mmHg, pCO2= 26 mmHg HCO3 -= 9,9 mEq/L, Lactato= 15mmol/L, Ureia= 81,9 mg/dL, Creatinina= 3,1mg/dL, Sódio= 135 mEq/L, Potássio= 6,6 mEq/L, Cloro= 104 mEq/L, Glicemia= 66mg/dL. TRATA-SE DE INTOXICAÇÃO POR: a. Glibenclamida. b. Metformina. c. Haloperidol. d. Biperideno. 7. Mulher, 56a, procura atendimento médico por dor abdominal, evacuações líquidas com sangue e náusea há 4 dias. Exame físico: PA= 110X68 mmHg, T= 36,7°C, saturação de O2 (ar ambiente) = 95%, Abdome= difusamente doloroso. Hemograma: hemoglobina= 12,6 g/dL, leucócitos= 7600mm3, plaquetas 96.000 mm3, creatinina= 1,52 mg/dL, ureia= 72 mg/dL, sódio= 132 mEq/L e potássio= 4,5 mEq/L. Após 2 dias, com hidratação e antibioticoterapiaadequadas, apresentou confusão mental e anúria. Novos exames: creatinina= 6,1 mg/dL, Hemograma: hemoglobina= 8,9 g/dL, plaquetas= 62.000 mm3 e série vermelha: grande quantidade de esquizócitos; desidrogenase láctica= 1112 U/L, haptoglobina< 6,63 mg/dL, C3= 62mg/dL e ADAMTS13 dentro dos valores da normalidade. A CONDUTA É: a. Imunoglobulina humana. b. Plasmaférese. c. Heparina. d. Metilprednisolona. 8. Mulher, 22a, vem para consulta na Unidade Básica Saúde queixando-se de dor para urinar acompanhada de aumento da frequência há três dias, nega febre e corrimento vaginal. Antecedentes Pessoais: nega quadro clínico semelhante anterior, última menstruação há 7 dias. Exame físico: Abdome: sinal de Giordano negativo. Exame de urina feito com tira reagente evidenciou pH= 5,0; nitrito= positivo e leucoesterase= +++/3+. A CONDUTA É: a. Tratar com nitrofurantoína. b. Solicitar urocultura e tratar com norfloxacino. c. Solicitar urocultura e iniciar antimicrobiano baseado no antibiograma. d. Solicitar urocultura caso sintomas persistam após 5 dias de uso de fenazopiridina. 9. Homem, 47a, retorna ao Ambulatório para resultado de exames. Antecedentes Pessoais: insuficiência cardíaca por miocardiopatia dilatada há 1 ano, com melhora dos sintomas após instituição de furosemida 80 mg/dia por via oral. No momento está assintomático. Exame físico: FC= 72 bpm, PA= 128x82 mmHg; Coração: Bulhas rítmicas em 2 tempos, com sopro sistólico 1+/4+ em foco mitral. Creatinina= 0,78mg/dL, Potássio= 3,5mg/dL. Ecocardiograma: dilatação leve das câmaras esquerdas, com fração de ejeção de 39% (normal > 50%). A CONDUTA É: a. Manter somente a furosemida. b. Iniciar hidralazina e nitrato. c. Iniciar ivabradina. d. Iniciar enalapril e carvedilol. 10. Mulher, 77a, com história de febre diária há 1 mês associada a dor intensa em região lombo-sacra direita com irradiação para extremidades que piora com o movimento. Antecedentes Pessoais: diabetes mellitus tipo 2 em uso de metformina, hipertensão arterial sistêmica em uso de ramipril e hidroclorotiazida e dislipidemia em uso de rosuvastatina. Hemoglobina= 8,2 g/dL, Leucócitos= 17.700/mm3, neutrófilos= 10.200/mm3, PCR= 265 mg/l (VR: < 5 mg/l). Corte de tomografia computadorizada do quadril abaixo: O AGENTE ETIOLÓGICO MAIS PREVALENTE É: a. Pseudomonas aeruginosa. b. Streptococcus pyogenes. c. Serratia marcescens. d. Staphylococcus aureus. 11. Homem, 63 a, com cansaço progressivo aos esforços há 5 meses. Antecedentes Pessoais: espondilite anquilosante há 10 anos. Exame físico: PA= 148X52 mmHg, FC= 92 bpm. Coração: ritmo cardíaco regular e um sopro, que está representado abaixo: O SINAL SEMIOLÓGICO ESPERADO É: a. Atrito pericárdico. b. Pulsação da úvula. c. Sopro audível na cabeça. d. Diminuição de pulsos nos membros inferiores. 12. Mulher, 43a, procura atendimento médico queixando-se de dor em abdome inferior de moderada intensidade, 2-3x/semana, acompanhada por distensão abdominal recorrente há 1 ano e diarreia 3-4 episódios/dia sem muco ou sangue. A dor e a distensão são piores imediatamente antes e aliviadas pela evacuação. O quadro é agravado pelo estresse e pela ingestão de alimentos condimentados, frituras e bebida alcoólica. Exame físico: IMC= 26kg/m2, toque retal: sem alterações. A CONDUTA PARA INVESTIGAÇÃO DIAGNÓSTICA É: a. Colonoscopia. b. Endoscopia digestiva alta. c. Hemograma e proteína C reativa. d. Balanço de gordura nas fezes. 1ª Bulha 2ª Bulha 1ª Bulha 13. Considere os seguintes resultados laboratoriais: 1) HBsAg reagente; anti-HBc reagente; anti-HBs não reagente; anti-HBe não reagente; HBeAg reagente; ALT = 150 U/L. 2) HBsAg reagente; anti-HBc não reagente; anti-HBs não reagente; anti-HBe não reagente; HBeAg reagente; ALT = 350 U/L. O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO: a. (1) Hepatite B crônica persistente; sem indicação de tratamento. (2) Hepatite B aguda; sem indicação de tratamento. b. (1) Hepatite B aguda; sem indicação de tratamento. (2) Hepatite B crônica ativa; com indicação de tratamento. c. (1) Hepatite B aguda; sem indicação de tratamento. (2) Hepatite B crônica persistente; sem indicação de tratamento. d. (1) Hepatite B crônica ativa; com indicação de tratamento. (2) Hepatite B aguda; sem indicação de tratamento. 14. Homem, 71a, relata emagrecimento de 8kg nos últimos 2 meses, associado a fraqueza para subir escadas e pentear o cabelo. Há 2 semanas com aumento da frequência das evacuações, cefaleia e palpitações. Antecedentes pessoais: diabetes mellitus em uso de insulina e metformina, além de tabagismo 80 maços/ano. Exame físico: PA= 162x104 mmHg, FC= 108bpm, FR= 21irpm, T= 37,3oC, oximetria de pulso (ar ambiente) = 96%; Neurológico: hiperreflexia global e fraqueza muscular proximal em membros superiores e inferiores grau IV. Eletrocardiograma: A CONDUTA É: a. Eletroneuromiografia e hemoglobina glicada. b. TSH, T4 livre, metoprolol e rivaroxabana. c. Coprocultura e ciprofloxacino. d. Tomografia de crânio e coletar liquor. 15. início Ante amlo cons sem A CO a) Ca b) Ad c) Am d) He 16. M 38º crôni Obst bom Hem 23% COL CON a. Al domi b. Al térm c. In d. In pelas Homem, o súbito há cedentes P odipina. Exa sciente, orie sopros, Ele ONDUTA É ardioversão denosina in miodarona i eparina sub Mulher, 67a C), associa ica, iniciou trutiva Crôn estado ge mograma mo , linfócitos LETA DE NDUTA TER lta com an icílio. lta com am ica no dom nternação pa nternação pa s culturas e 72a, é ad á 1 hora. N Pessoais: h ame físico entado; Pul etrocardiogr : o elétrica. travenosa. intravenosa bcutânea. a, procura a ada a aste tratamento nica em us ral, FC= 94 ostra: Hb= 71%, monó HEMOCUL RAPÊUTICA ntitérmicos, moxicilina+ icílio. ara antibiot ara observa e exames de dmitido no Nega dispne ipertensão : Bom esta mões: Aus rama: a. a unidade d enia e tont o quimioterá o de bronc 4 bpm, PA= 12,3g/dL, V ócitos 6%), LTURA, UR A É: orientaçõe clavulanato icoterapia d ação da cur e imagem. Pronto Soc eia, síncop arterial sis ado geral, sculta: sem de emergê tura. Antec ápico há c codilatador = 126x69 m VCM= 86 f plaquetas= ROCULTUR es sobre s o, orientaçõ de amplo es rva térmica corro com e ou queix stêmica em FR= 24 ir alterações ncia por feb cedentes P erca de 14 e corticoid mmHg, T= L, leucócito = 143.000m RA, RADIO sinais de a ões sobre spectro intra e início pre história de xas prévias uso de hid rpm, PA= ; Coração: bre há 8 ho Pessoais: le 4 dias e Do de inalatório 37,2ºC, des os= 890mm mm3. APÓS OGRAMA alerta e cu sinais de avenosa. ecoce de an e palpitaçõe de palpita droclorotiaz 112X68 m bulhas rítm oras (2 pico eucemia lin oença Pulm o. Exame f sidratada 2 m3 (segmen HIDRATAÇ DE TÓRA urva térmic alerta e ntibióticos g es de ções. zida e mHg, micas os de nfoide monar físico: 2+/4+. tados ÇÃO, AX A ca no curva uiado 17. Homem, 22a, vítima de acidente motociclístico, deu entrada na UTI com trauma cranioencefálico grave. As pupilas evoluíram para midríase e não fotorreagentes à estímulo luminoso. O PROTOCOLO DE MORTE ENCEFÁLICA DEFINE QUE: a. Os dois exames clínicos devem ter no mínimo o intervalo de 1 hora. b. Deve-se manter medicações sedativas até o término do protocolo. c. Um dos exames clínicos deve ser realizado por um médico da equipe de transplante. d. Deve ser iniciado após autorização dos parentes de primeiro e segundo graus. 18. Homem, 69a, submetido a cirurgia de urgência para correção de aneurisma roto de aorta abdominal. No pós-operatório imediato apresentadébito urinário de 350ml/24horas. Ureia= 90 mg/dL; e creatinina= 1,8 mg/dL; densidade urinária= 1035; fração excretada de sódio= menor que 1%. O TRATAMENTO É: a. Reposição volêmica. b. Dobutamina. c. Terapia de substituição renal. d. Furosemida intravenosa. 19. Homem, 38a, retorna para reavaliação de ferida decorrente de ferimento corto- contuso em panturrilha esquerda há 7 dias, a qual não foi suturada, pois o mesmo procurou atendimento após 12 horas do trauma, sendo orientado apenas curativos e vacinação antitetânica. Exame físico: ferida com secreção serosa, bordas bem definidas com hiperemia discreta e interior com tecido vermelho vivo de aspecto granuloso, sangrando facilmente ao toque. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA EM RELAÇÃO À FERIDA: a. Está infectada pelo aspecto e pela secreção, devendo ser desbridada e iniciada antibioticoterapia sistêmica. b. Está no processo esperado de cicatrização, na fase proliferativa, podendo manter os curativos e orientado retorno para reavaliação. c. Está na fase inflamatória, devendo-se retirar os coágulos que estão a recobrindo para facilitar a cicatrização. d. Está no processo definido como fechamento em primeira intenção, o que permite a sutura da mesma, já que não há secreção purulenta. 20. Mulher, 32a, procura atendimento médico por febre e dor abdominal em hipocôndrio direito há 1 dia. Antecedentes pessoais: litíase biliar e esteatose hepática diagnosticadas por ultrassonografia há seis meses. Exame físico: icterícia +++/4+, desidratada +/4+, corada, T= 38o C, FR= 26 irpm, FC= 120 bpm; Abdome: Dor a palpação em hipocôndrio direito no rebordo costal, Sinal de Murphy negativo, descompressão brusca dolorosa ausente. ALT= 250 UI/L; AST= 300 UI/L; Bilirrubina direta= 6,7mg/dL, Bilirrubina Indireta= 0,6 mg/dL; Gama-GT= 336mg/dL, Fosfatase alcalina= 680UI/L, Leucócitos= 16.400mm3, (Bastonete 8%, Segmentado 71%, Linfócitos 15%, monócitos 4% eosinófilos 2%) HB= 13,1g/dL, Ht= 40%. O QUADRO DESCRITO É UMA COMPLICAÇÃO DE: a. Colecistite aguda. b. Coledocolitíase. c. Pancreatite aguda. d. Esteatohepatite. 21. Mulher, 63a, consulta na Unidade Básica de Saúde trazendo colonoscopia com o diagnóstico de Doença Diverticular dos Cólons. AS ORIENTAÇÕES SÃO: a. Antibioticoterapia profilática periódica e aumento de ingesta hídrica. b. Dieta balanceada rica em fibras vegetais e aumento de ingesta hídrica. c. Antibioticoterapia profilática periódica e ressecção endoscópica dos divertículos. d. Colonoscopia e pesquisa de sangue oculto semestral. 22. Menino, 6 meses de idade, trazido ao Pronto Socorro porque está alternando períodos de choro e calma, aumento do volume abdominal, vômitos amarelados e evacuação com sangue e catarro há 12 horas. Exame Físico: Abdome distendido com massa palpável à direita. O DIAGNÓSTICO E O EXAME A SER REALIZADO SÃO: a. Enterocolite necrosante; radiograma simples de abdome. b. Estenose hipertrófica do piloro; endoscopia digestiva alta. c. Intussuscepção intestinal; ultrassonografia abdominal. d. Apendicite aguda; tomografia computadorizada. 23. Homem, 65a, dá entrada no Pronto Socorro com distensão abdominal e parada de eliminação de fezes e flatos, episódios de vômitos com aspecto fecaloide há 48 horas. Indicado procedimento cirúrgico com episódio de vômito durante a indução anestésica. No segundo dia pós-operatório apresentou febre alta contínua, presença de estertores subcrepitantes e roncos em ausculta respiratória e expectoração abundante e amarelada. Radiograma de tórax: opacidade homogênea em base de pulmão direito. A CONDUTA É: a. Amoxicilina-clavulanato. b. Ceftriaxona. c. Macrolídeo e vancomicina. d. Metronidazol e aminoglicosídeo. 24. Mulher, 65a, vem à consulta referindo dor em panturrilhas ao caminhar em torno de 200 metros, em subidas. Antecedentes pessoais: diabetes mellitus, nega tabagismo e hipertensão arterial sistêmica. Exame físico: pulsos poplíteos e tibiais palpáveis simétricos bilateralmente. O EXAME A SER REALIZADO É: a. Medida do índice pressórico tornozelo/braço em repouso e pós caminhada. b. Mapeamento arterial dos membros inferiores por ultrassonografia duplex. c. Angioressonância magnética com gadolínio. d. Cateterismo para arteriografia por subtração digital. 25. Homem, 26a, é trazido pelo SAMU para um Centro de Referência após queda de motocicleta em rodovia. Exame físico: consciente, orientado, PA= 125 x 85 mmHg, FC= 88 bpm, FR= 18 irpm, oximetria de pulso em máscara 100%; Abdome: abrasões e escoriações na parede anterior; Extremidades: fratura fechada de cotovelo direito. Focused Assessment with Sonography for Trauma (FAST): espaço hepatorrenal (Morisson) com imagem anecoica sugestiva de líquido. A CONDUTA É: a. Tratamento não operatório da lesão hepática. b. Realizar punção do líquido guiada por ultrassonografia. c. Dosagem de transaminases, bilirrubinas, hematócrito e hemoglobina. d. Realizar tomografia computadorizada contrastada de abdome. 26. Mulher, 71a, sofreu queda da própria altura com fratura do colo do fêmur esquerdo. Foi mantida em tração cutânea por 48 horas e submetida a cirurgia de troca de articulação do quadril por prótese. No terceiro dia de pós-operatório apresenta dispneia, dor torácica em pontada em hemitórax direito, acompanhada de sensação de morte iminente. Exame físico: edema de todo o membro inferior esquerdo. A PRIMEIRA CONDUTA É: a. Ultrassonografia duplex dos membros inferiores para investigar trombose venosa profunda no membro operado. b. Angiotomografia de tórax complementada pela cintilografia pulmonar para diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. c. Anticoagulação sistêmica com medicação de ação rápida para atingir um tempo de tromboplastina ativada 1,5 a 2 vezes o padrão. d. Filtro de veia cava inferior para evitar embolia pulmonar fatal, enquanto se atinge níveis corretos de anticoagulação sistêmica. 27. Homem, 45a, será submetido a um procedimento cirúrgico eletivo com abertura da cavidade abdominal. Antecedentes Pessoais: trombose venosa profunda ocorrida há 4 meses, em uso de warfarina. Após cinco dias de suspensão do uso de warfarina, RNI foi de 1,9. A CONDUTA É: a. Infundir sulfato de protamina na indução anestésica. b. Liberar para realização da cirurgia. c. Transfundir plasma fresco congelado duas horas antes da cirurgia. d. Administrar vitamina K e controle de RNI em seis horas. 28. Homem, 28a, atendido no Pronto Socorro com história de dor precordial de forte intensidade, de início súbito, com irradiação para o dorso há 3 horas. Antecedentes pessoais: Síndrome de Marfan. Exame físico: Regular estado geral, pulsos: pulso radial direito mais intenso que o radial esquerdo, sudorese fria, PA= 90x66 mmHg, FC= 98 bpm; Coração: abafamento de bulhas com sopro diastólico em foco aórtico acessório++/4+. Angiotomografia computadorizada: A CONDUTA É: a. Tratamento cirúrgico por via endovascular. b. Tratamento clínico com analgesia e reavaliação em 6 horas. c. Troca da aorta ascendente em caráter de emergência. d. Tratamento clínico e controle do duplo-produto. 29. Mulher, 20a, refere sangramento vermelho vivo nas fezes e dor de forte intensidade às evacuações há 2 semanas. Antecedentes Pessoais: constipação intestinal crônica. O DIAGNÓSTICO E O EXAME PARA CONFIRMAÇÃO SÃO: a. Doença hemorroidária; retossigmoidoscopia. b. Abscesso anorretal; tomografia computadorizada. c. Retocolite ulcerativa; colonoscopia. d. Fissura anal; exame físico. 30. Ciclista, 26a, sofre atropelamento por carro. É trazido por populares até a Unidade de Emergência. Exame físico: Consciente, orientado, PA= 100 x 70 mmHg, FC= 116 bpm, FR= 20 irpm; Abdome: dor a palpação profunda, sem irritação peritoneal, Pelve: dor à palpação da sínfise púbica enos trocânteres. Focused Abdominal Sonography for Trauma (FAST)= negativo. Realizado: imobilização cervical com colar, suplementação de oxigênio, acesso venoso periférico calibroso, coleta de tipagem sanguínea e infusão de 1,0 litro Ringer com lactato aquecido. NA SEQUÊNCIA O PRÓXIMO PASSO SERÁ: a. Realizar tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve. b. Imobilizar a pelve com lençol. c. Transfundir hemoderivados e internar em UTI. d. Controlar hemoglobina, hematócrito e pressão arterial. 31. Homem, 28a, teve queda de 2,5 metros de altura há 30 minutos. Trazido pelo SAMU à Unidade de Pronto Atendimento, com imobilização cervical e em prancha rígida, acesso venoso periférico e com drenagem torácica à direita com saída de 600 ml de sangue e ar. Exame físico: consciente, orientado, PA= 110x70 mmHg, FR= 20irpm, FC= 100bpm; Tórax: crepitação e dor à palpação na região média do gradil costal direito; Pulmão: murmúrio vesicular presente anteriormente e bilateralmente, sem ruídos adventícios. Radiograma de tórax realizado na sala de urgência: opacidade em todo hemitórax direito. A OPACIDADE CORRESPONDE A: a. Lesão traumática do diafragma. b. Tórax instável. c. Pneumotórax hipertensivo. d. Hemotórax residual. 32. Mulher, 28a, há 5 dias com dor no último molar inferior esquerdo, procurou atendimento médico por dor cervical e dificuldade de abertura da cavidade oral nas últimas 24 horas. Exame físico: consciente, orientada, PA= 88x62 mmHg, FC= 128 bpm, FR= 24irpm, Oximetria de pulso (ar ambiente) = 93%; Face: hiperemia, calor, dor e área de flutuação na região mandibular e submandibular esquerda com extensão para região cervical. Tomografia computadorizada cervical e torácica: áreas de coleções acima da carina até pescoço associados com espessamentos dos tecidos adjacentes e níveis hidroaéreos. ALÉM DE COLETA DE EXAMES LABORATORIAIS, HEMOCULTURAS, EXPANSÃO VOLÊMICA, ANTIBIOTICOTERAPIA, OXIGÊNIO SUPLEMENTAR, A CONDUTA SEGUINTE É: a. Aguardar resultados de culturas para redirecionar antibioticoterapia. b. Realizar broncoscopia. c. Realizar drenagem cervical cirúrgica. d. Reavaliar exames laboratoriais e de imagem após 24 horas. 33. Menina, 6a, chega à Unidade de Emergência Pediátrica com quadro de cefaleia holocraniana contínua há 2 dias, sem remissão com uso de analgésicos, associada à mudança do padrão do sono, vômitos e irritabilidade. Mãe relata inchaço nos olhos e de membros inferiores nos últimos 3 dias. Antecedentes pessoais: doença no rim, diagnosticada há 3 anos. Exame físico: regular estado geral, sonolenta, descorada +/4+, T= 36,2ºC, FR= 24irpm, FC= 106bpm, pressão arterial sistólica no percentil 75 para idade, tempo de enchimento capilar: 2 segundos; face: edema bipalpebral +/4+; Abdome: presença de ascite, sem sinais de irritação peritoneal; Membros: edema membros inferiores +/4+. OS DIAGNÓSTICOS SÃO: a. Síndrome nefrítica e meningite bacteriana. b. Síndome nefrótica e encefalopatia hipertensiva. c. Síndrome nefrítica e insuficiência renal aguda. d. Síndome nefrótica e trombose de seio venoso cerebral. 34. OS CHAMADOS EXAMES DA TRIAGEM NEONATAL NO BRASIL SÃO: a. Teste da linguinha, teste da bolinha, triagem auditiva e reflexo de olho vermelho. b. Triagem neonatal biológica, triagem de cardiopatia crítica, triagem auditiva e reflexo de olho vermelho. c. Triagem neonatal biológica, triagem de cardiopatia crítica, triagem auditiva e teste da linguinha. d. Triagem auditiva, teste da bolinha, teste da linguinha e reflexo de olho vermelho. 35. Recém-nascido a termo, filho de mãe colonizada por Streptococcus agalactiae nasce de parto vaginal, em boas condições de vitalidade e encontra-se bem. Mãe recebeu ampicilina 5 horas antes do parto. A CONDUTA PARA ESSE RECÉM- NASCIDO É: a. Coleta de hemocultura e internação em Unidade Semi-intensiva. b. Coleta de hemocultura e Alojamento Conjunto. c. Coleta de hemograma e proteína C-reativa. d. Observação clínica em Alojamento Conjunto. 36. A precária condição do saneamento básico em algumas localidades do Brasil, faz com que o país tenha diversos casos de doenças intestinais provocadas por bactérias, protozoários e vermes. CONSIDERANDO QUE CADA UM DOS AGENTES TEM SUAS PRÓPRIAS CARACTERÍSTICAS, ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: a. O Ascaris lumbricoides é o helminto mais frequentemente encontrado e localiza-se preferencialmente no canal pancreático, vias biliares e apêndice. b. O Trichuris trichiura localiza-se preferencialmente no ceco e cólon ascendente e pode ser tratado com mebendazol. c. Gestantes com presença de ovos de Schistosoma mansoni nas fezes, devem ser tratadas durante a gestação. d. Crianças com protoparasitológicos com presença de Entamoeba coli ou Endolimax nana ou Iodamoeba butschlii devem ser tratadas com metronidazol. 37. Menino, 3a, trazido ao pronto atendimento com febre não aferida e tosse há cinco dias. Exame físico: T=38,7°C, FR= 50irpm, tiragem subcostal; Pulmões: murmúrio vesicular presente, estertores crepitantes em ápice direito. Radiograma de tórax: opacidade homogênea em lobo superior direito e velamento do seio costofrênico ipsilateral. A CONDUTA É: a. Toracocentese e antibioticoterapia com penicilina cristalina. b. Drenagem torácica em selo d’água e antibioticoterapia com oxacilina. c. Antibioticoterapia com macrolídeo. d. Iniciar antibioticoterapia após resultado da hemocultura. 38. Criança, 4a, com diagnóstico de Glicogenose tipo I (Doença de Von Gierke) é atendida na Unidade de Emergência com palidez cutânea, sudorese e sonolência. Glicemia capilar= 32 mg/dL. Mãe refere que não está seguindo corretamente a dieta prescrita para o filho. O COMPONENTE QUE ESTÁ FALTANDO NA DIETA DA CRIANÇA É: a. Fruta. b. Leite. c. Amido de milho. d. Ovo. 39. Adolescente, 13a, com história de febre há 3 dias, associada a exantema generalizado, artralgia em mãos e edema em joelho esquerdo, com dificuldade para deambulação. O jovem referiu que há duas semanas apresentara quadro de disúria e secreção em pênis, para o qual não buscou auxílio médico. A BACILOSCOPIA DO LÍQUIDO SINOVIAL EVIDENCIARÁ: a. Bacilo gram-negativo. b. Bacilo álcool-ácido resistente. c. Diplococo gram-negativo. d. Cocobacilo gram-positivo. 40. Menino 12a, procura atendimento referindo mal-estar, febre e dor no corpo há 18 horas. Refere ter retirado carrapato da perna há 6 dias. Exame físico; T= 39oC, pulso cheios. Hb= 12,2 g/dL, Leucócitos= 12.300mm3 (3% bastões, 65%segmentados, 25% linfócitos, 7% monócitos) Plaquetas= 345.000 mm3. A CONDUTA É: a. Iniciar doxiciclina. b. Reavaliar em 24 horas. c. Iniciar cefalosporina de terceira geração. d. Investigar arbovirose. 41. Menino, 7m, é trazido a consulta ambulatorial por diarreia crônica. Antecedentes pessoais: duas internações por pneumonia com 2 e 5 meses, na última precisou de ventilação mecânica. Antecedentes familiares: irmão morreu com 22 dias de vida após cirurgia no intestino. Exame físico: regular estado geral, peso e estatura baixo percentil 3, descorado ++/+4; Pulmões: murmúrio vesicular presente simétrico, estertores subcrepitantes difusos; Abdome: distendido, fígado a 5 cm rebordo costal direito levemente endurecido. A CONDUTA É: a. Retirar o leite de vaca. b. Dosar sódio e cloro no suor. c. Dosar IgA e anticorpo antigliadina. d. Realizar coprocultura. 42. Menina, 4a, retorna para ver resultado de exames de fezes que colheu há 10 dias durante um quadro diarreico. Protoparasitológico: trofozoítos de Giardia lamblia e Entamoeba histolytica. O TRATAMENTO É PRESCREVER: a. Teclozam. b. Tiabendazol. c. Praziquantel. d. Metronidazol. 43. Menina, 60 dias, é trazida ao Pronto Socorro com queixa de tosse em crise e falta de ar há três dias. Mãe refere conjuntivite prévia. Negafebre. Antecedentes Pessoais: parto normal, peso= 3.000 g e comprimento= 50 cm. Exame físico: FR= 70irpm, FC= 160bpm, afebril, acianótica, anictérica, retração intercostal presente; Pulmões: estertores crepitantes em bases pulmonares. Radiograma de tórax: hiperinsuflação bilateral e aumento de trama vasobrônquica. Hb= 12,5 g/dL, Leucócitos= 10.000 mm3 (bastões 3%, segmentados 36%, eosinófilos 10%, linfócitos 48%, monócitos 3%). O TRATAMENTO É: a. Anticorpo monoclonal para vírus sincicial respiratório. b. Azitromicina. c. Oxacilina e amicacina. d. Ganciclovir. 44. Criança, 3a, trazida ao Pronto Socorro com quadro de sudorese profusa, vômitos incoercíveis, salivação excessiva, alternância de agitação com prostração, e bradicardia. Familiar refere que moram em área urbana com várias casas em construção ao redor e que a criança estava brincando na rua quando chegou chorando muito. O QUADRO CLÍNICO DESCRITO É COMPATÍVEL COM: a. Acidente loxoscélico. b. Acidente botrópico. c. Escorpionismo. d. Acidente crotálico. 45. Menino, 4a, comparece à Unidade Básica de Saúde para investigação de tuberculose. Antecedentes Familiares: pais em tratamento para tuberculose há 30 dias. Imunização adequada para a idade. Assintomática. Radiograma de tórax: sem alteração. Teste tuberculínico= 5 mm. A CONDUTA É: a. Iniciar tratamento de infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis. b. Repetir teste tuberculínico dentro de 8 a 12 semanas. c. Tratamento para tuberculose ativa. d. Observação clínica com seguimento ambulatorial. 46. Menina, 5a, é trazida ao Serviço de Emergência com história de ingestão de um pedaço de brinquedo há 3 horas. Mãe nega vômitos ou salivação excessiva. Radiograma de tórax e abdome: presença de imagem de duplo halo em terço proximal de esôfago. A CONDUTA É: a. Endoscopia digestiva alta. b. Acompanhamento radiológico a cada 72 horas. c. Uso de droga procinética via parenteral. d. Expectante até 120 horas pós ingestão. 47. A INTOXICAÇÃO POR DERIVADOS DE NAFAZOLINA, É CARACTERIZADA POR: a. Taquicardia e taquipneia. b. Depressão neurológica e taquipneia. c. Apneia e bradicardia. d. Agitação psicomotora e midríase. 48. Menino, 3a, é trazida a atendimento médico por febre e diarreia com muco e sangue há três dias. Mãe refere queda do estado geral há 1 dia, acompanhada de palidez cutânea e diminuição do volume urinário. Exame Físico: FR= 60 irpm, FC= 140 bpm, T= 37,5°C; hipoativo, irritado, perfusão periférica lentificada, olhos encovados, sangramento nos locais de punção e ausência de sinais meníngeos. Hb= 5,3g/dL; plaquetas= 85.000/mm3. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É: a. Diarréia aguda com desidratação e anemia ferropriva. b. Leucemia aguda. c. Lúpus eritematoso sistêmico. d. Síndrome hemolítico-urêmica. 49. Mulher, 23a, G1P0C0A0, 16ª semana de gestação, procura a Unidade Básica de Saúde referindo quadro de vermelhidão e coceira na pele há 2 dias, acompanhado de um episódio de febre de 38°C, além de dor articular. Exame físico: T= 37,8°C, FR= 18irpm, FC= 80bpm; Olhos: hiperemia conjuntival; Pele: exantema difuso discreto; Prova do laço: negativa. A CONDUTA É: a. Solicitar hemograma, AST/ALT, Ureia e creatinina, com monitoramento domiciliar da temperatura e retorno diário à Unidade. b. Solicitar Reação em Cadeia da Polimerase para Zika vírus e dengue; retorno diário para hemograma e hidratação domiciliar. c. Solicitar sorologia para Zika e para dengue; retorno diário para hemograma e hidratação domiciliar. d. Solicitar sorologia para Febre Amarela e Chikungunya, prescrever sintomáticos e hidratação domiciliar. 50. Mulher, 28a, G1P0C0A0, grávida de 14 semanas. Antecedentes Pessoais: diabetes mellitus tipo I há 15 anos, sobrepeso e hipertensão arterial sistêmica crônica controlada, em uso de insulina, metformina e captopril. Fundo de olho: retinopatia diabética. Proteinúria= 2g/24horas. A CONDUTA É: a. Internar para perfil glicêmico com dieta; manter captopril; suspender metformina; ajustar insulina de acordo com perfil glicêmico. b. Suspender metformina e captopril; iniciar metildopa, ácido acetilsalicílico e carbonato de cálcio; ajustar dose de insulina segundo perfil glicêmico; recomendar dieta. c. Internar para perfil glicêmico com dieta; suspender metformina; prescrever metildopa, ácido acetilsalicílico e heparina de baixo peso. d. Suspender captopril; manter metformina apenas se houver necessidade de dose total de insulina acima de 100 UI/dia; recomendar dieta e atividade física aeróbica. 51. Mulher, 23a, relata atraso menstrual de 10 dias e traz Beta-HCG cujo valor foi de 750 mUI/mL e ultrassonografia transvaginal: linha endometrial medindo 20 mm, Identificado no ovário esquerdo, cisto de conteúdo anecoico, permeado por debris, medindo 3,5 cm, apresentando vascularização periférica ao Doppler colorido; presença de conteúdo líquido laminar no fundo de saco posterior. O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO: a. Aborto retido; Curetagem uterina. b. Gestação inicial; Ultrassonografia em 15 dias. c. Gestação ectópica; Laparoscopia. d. Gestação anembrionada; Curetagem uterina. 52. Mulher, 42a, em consulta de rotina na Unidade Básica de Saúde. Antecedentes Pessoais: endometriose estádio IV em uso de progestageno intramuscular de depósito. A CONDUTA É: a. Acompanhamento clínico e ultrassom transvaginal. b. Acompanhamento clínico e dosagem de Ca125. c. Solicitar ultrassonografia transvaginal e dosagem de Ca125. d. Acompanhamento clínico e solicitar colonoscopia. 53.Mulher, 28a, comparece em consulta ginecológica com queixa de dor nas mamas há 15 dias. Refere que a dor tem ritmo catamenial, com piora na segunda fase do ciclo menstrual, e melhora importante na primeira fase. Antecedentes Pessoais: Nega trauma, mastite e tabagismo, nunca fez mamografia e refere uso regular de pílula anticoncepcional oral combinada, hoje no quarto dia de pausa. Antecedentes familiares: negativos para doenças oncológicas. Trabalha como manicure. Exame Físico: Mamas: médio volume, sem alterações às inspeções estática e dinâmica, palpação dolorosa em quadrantes superiores laterais bilateralmente, ausência de descarga papilar bilateralmente, regiões axilares sem linfonodomegalia, dor ao pinçamento da borda lateral da musculatura peitoral. A CONDUTA É: a. Não solicitar exames complementares. b. Solicitar mamografia. c. Mudar o método anticoncepcional. d. Solicitar ressonância magnética das mamas. 54. Mulher, 35a, G4P3C0A0, na 29a semana de idade gestacional, procura atendimento em uma maternidade sem qualquer retaguarda para casos graves de gestações de alto risco, queixando-se de cefaleia occipital há 6 horas. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica crônica. Exame físico: PA= 160X100mmHg, FC= 90 bpm, AU= 27cm, DU= ausente, BCF= 136bpm; neurológico: reflexos osteotendinosos profundos exaltados com aumento de área reflexógena. A CONDUTA É ADMINISTRAR: a. Duas ampolas de sulfato de magnésio a 50% intravenoso e transferir a gestante imediatamente para o hospital de referência. b. Um comprimido de 25mg de hidralazina via oral, uma ampola de sulfato de magnésio a 50% e uma ampola de diazepam de 10mg intravenosos e solicitar transferência após estabilização. c. Quatro ampolas de sulfato de magnésio a 10% intravenosa, duas ampolas de sulfato de magnésio 50% intramuscular profunda e transferência para hospital de referência. d. Um comprimido de 25 mg de hidralazina e 10mg de diazepam via oral, observação no pronto-atendimento e transferência se não houver melhora após observação. 55. Mulher 25a, G1P0C0A0, foi admitida em trabalho de parto e evoluiu para parto fórceps de Simpson para abreviação de período expulsivo. Após 20 minutos da dequitação apresentou sangramento vaginal intenso com instabilidade hemodinâmica. Exameobstétrico: útero amolecido, 5cm acima da cicatriz umbilical. Revisão de canal de parto e curagem sem alterações. Após receber 20 UI de ocitocina intravenosa, uma ampola de ergotamina intramuscular e uma ampola de ácido tranexâmico intravenoso persiste com sangramento. A CONDUTA A SEGUIR É: a. Inserção de Balão de Bakri. b. Realização de histerectomia. c. Administração de misoprostol por via retal. d. Embolização de artérias uterinas. 56. Mulher, 21a, G1P0C0A0, com idade gestacional de 10 semanas, retorna para resultados de exames. Antecedentes pessoais: anemia desde a infância. Hb= 10,5g/dL; Ht= 31,7%; VCM= 61fL; HCM= 20pg; RBC= 5,16 milhões; Eletroforese de hemoglobina: HbA= 92%; HbF= 2%; HbA2= 6%; Ferritina= 20mcg/dL e ferro sérico= 95mcg/dL. A CONDUTA É: a. Sulfato ferroso em dose terapêutica. b. Vitamina B12. c. Exsanguineotransfusão. d. Aconselhamento genético. 57. Mulher, 29a, procura atendimento por desejo de engravidar. Antecedentes pessoais: parada de menstruação há três anos; ciclos anteriores com duração de 35 a 45 dias. Sem outras queixas. Exame físico e ginecológico: sem alterações. OS EXAMES A SEREM SOLICITADOS SÃO: a. FSH e LH. b. LH e Prolactina. c. FSH e Prolactina. d. FSH e Testosterona total. 58. Mulher, 30a, G1P0C0A0, inicia pré-natal com idade gestacional de 10 semanas. Foi orientada a coletar exames de rotina pré-natal, iniciar suplementação de ferro e a atualização do calendário vacinal. Na avaliação da carteira de vacinação foi observado que a última vacina foi a antitetânica há 12 anos. Trabalha em uma universidade na qual houve um surto recente de caxumba. A ORIENTAÇÃO COM RELAÇÃO ÀS IMUNIZAÇÕES NESTE CASO É: a. Uma dose de dTPa; vacina para influenza; vacina para caxumba (SCR), vacina meningocócica ACWY. b. Vacina para influenza; três doses de dT; vacina para hepatite A; se anti-HbsAg negativo, vacina para hepatite B. c. Uma dose de dTPa; vacina para caxumba (SCR), vacina para varicela e febre amarela, se o risco de infecção supera os riscos potenciais da vacinação. d. Esquema completo para tétano com três doses, sendo a última de dTPa; vacina para influenza; se anti-HbsAg negativo, vacina para hepatite B. 59. Mulher, 25a, primigesta, idade gestacional de 39 semanas, apresentou evolução do trabalho de parto e parto de acordo com o partograma: AS COMPLICAÇÕES ASSOCIADAS A ESSA EVOLUÇÃO SÃO: a. Lesão de trajeto, hipotonia uterina e hemorragia ventricular no recém-nascido. b. Rotura uterina, sofrimento fetal agudo e distócia de ombro. c. Tocotraumatismo, sofrimento fetal agudo e distócia funcional. d. Atonia uterina, hemorragia ventricular no recém-nascido e distócia de ombro. 60. Adolescente, 14a, vem referindo cólicas menstruais intensas desde a menarca que foi há 12 meses, com melhora parcial com uso de antiinflamatórios. Ultrassonografia pélvica: corno uterino medindo 7,0 x 3,8 x 4,2 cm, com linha endometrial medindo 7mm. Identificada à direita do corno descrito, sem plano de clivagem com o mesmo, imagem com as mesmas características, medindo 4,0 x 2,5 x 2,8 cm, apresentando conteúdo anecoico com debris em suspensão (sugestivo de conteúdo hemático) na cavidade, medindo 3 x 2,0 x 2,1 cm; colo uterino único, visualizado sem alterações e ovários de tamanho normal. O DIAGNÓSTICO É: a. Útero unicorno com corno rudimentar. b. Endometriose uterina. c. Útero arqueado. d. Agenesia mulleriana bilateral. 61. Mulher, 35a, G1P1, vem encaminhada pelo setor de Oncologia do hospital para orientação de método contraceptivo. Antecedentes Pessoais: carcinoma ductal invasivo da mama, tratado há 3 meses com quadrantectomia, sem necessidade de linfadenectomia axilar ou quimioterapia. O MÉTODO CONTRACEPTIVO INDICADO É: a. Anticoncepcional oral combinado. b. Acetato de medroxiprogesterona injetável a cada 90 dias. c. DIU de cobre. d. DIU de levonorgestrel. 62. Mulher, 25a, chega ao serviço de emergência 5 horas depois de sofrer violência sexual. Houve ejaculação vaginal. OS ANTIBIÓTICOS A SEREM PRESCRITOS COMO PARTE DO PROTOCOLO DE ATENÇÃO DAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL SÃO: a. Metronidazol, azitromicina e doxiciclina. b. Ampicilina, metronidazol e doxiciclina. c. Ampicilina, gentamicina e metronidazol. d. Ceftriaxona, metronidazol e azitromicina. 63. Mulher, 36a, G3P2C0A1, procura Unidade Básica de Saúde por nódulo indolor em mama direita percebido há quatro meses, retorna com exames solicitados. Refere que não menstrua há 3 anos, em uso trimestral de acetato de medroxiprogesterona de depósito. Antecedentes oncológicos familiares: tia materna com câncer de mama tratado na pré-menopausa (viva) e avó paterna com câncer de mama tratado pós- menopausa (falecida). Mamografia: BIRADS®= 0 e ultrassonografia de mamas: lesão 15mm hipoecoide, microlobulada e irregular em mama esquerda, BIRADS®= 4. Exame das mamas: pequeno volume, ptose grau 1, levemente assimétricas, sendo a esquerda de menor tamanho. Mama esquerda com discreto abaulamento da pele na junção dos quadrantes superiores à inspeção estática; à palpação, identificada nodulação única de aproximadamente 20mm de diâmetro; mama direita semiologicamente normal; expressão das árvores ductais negativas bilateralmente. Axilas e fossas supraclaviculares bilateralmente livres. A CONDUTA É: a. Repetir ultrassonografia de mama em 6 meses. b. Solicitar tomografia computadorizada de mamas. c. Repetir mamografia com magnificação em 3 meses. d. Encaminhar ao centro de referência. 64. Mulher, 35a, G1P1A0C0, procura atendimento referindo perda urinária aos esforços após parto vaginal que ocorreu há 6 meses. Está em amamentação exclusiva desde o parto. Exame ginecológico: ausência de distopias. A CONDUTA É: a. Prescrever estrogênios vaginais. b. Treinamento dos músculos do assoalho pélvico. c. Indicar cirurgia de sling. d. Nenhum tratamento até 12 meses após o parto. 65. Homem, 55a, procura atendimento com queixa de falta de ar progressiva aos mínimos esforços e perda de peso de 6 kg nos últimos três meses. Histórico Profissional: motorista de taxi há 25 anos; trabalhou em fábrica de telhas de fibrocimento entre 1984 e 1993. Radiograma de tórax: imagem de linfonodos mediastinais calcificados, placas pleurais difusas e derrame pleural no seio costofrênico do pulmão direito. O DIAGNÓSTICO É: a. Tuberculose pleural. b. Silicose. c. Mesotelioma maligno. d. Sarcoidose. 66. Operador de máquina em indústria de autopeças. O trabalho consiste em pegar uma peça metálica (1kg) em uma caixa disposta sobre um palete à sua esquerda, colocá-la dentro do torno de usinagem que está à sua frente, na altura média da linha mamilar. A seguir, fecha a porta por acionamento automático, retira a peça após 5 segundos e a coloca em uma caixa à sua direita. Produção de 1200 peças por turno de 8 horas. O TRABALHO OFERECE RISCO PARA: a. Compressão de raiz nervosa cervical. b. Síndrome do Túnel do Carpo. c. Tendinite de Supraespinhal. d. Tendinite do cabo longo do bíceps. 67. Um estudo comparou as taxas de incidência de câncer de cólon em mulheres adultas em 10 países e as respectivas médias anuais de consumo de carne vermelha no ano de 2015. O DESENHO DO ESTUDO É: a. Coorte para detectar incidência de câncer entre as mulheres de risco. b. Caso controle para se detectar fatores de risco de câncer de cólon. c. Ecológico para se detectar correlações estatísticas. d. Estudo de caso de grupos de mulheres acometidas pela doença. 68. As figuras abaixo indicam a tendência dos coeficientes de incidência (linha contínua) e prevalência (linha pontilhada) de uma doença. A B C D ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: a. A figura B indica a diminuição da mortalidade e a figura C o aumento. b. A figura D indica o aumento da mortalidade da doença. c. A figuraD indica maior risco de adquirir a doença. d. A figura A indica um tratamento eficiente da doença. Casos/ 10000 tempo Casos/ 10000 tempo Casos/ 10000 tempo Casos/ 10000 tempo 69. Foi realizado ensaio clínico controlado em 200 homens adultos (100 com droga e 100 com placebo) com hipertensão arterial sistêmica grau I com queixas de cefaleia e escotomas. O objetivo do estudo foi avaliar a redução dessas queixas durante seguimento de dois anos. Em 100 indivíduos tratados com a droga ocorreu 1 caso de melhora e, entre o placebo, foram registrados 2 casos de melhora. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: a. O número necessário para tratar (NNT) para prevenir os sintomas usando a droga testada é 100 pacientes. b. A redução absoluta do risco entre tratamento com a droga e placebo é de 2 vezes. c. A incidência maior entre os tratados com a droga prevalece para a decisão de tratar. d. Será necessário tratar 2 pacientes para prevenir 1 caso de cefaleia e escotomas. 70. Um estudo experimental foi conduzido para comparar a efetividade de duas drogas em relação a placebo. Dados sócio-demográficos e clínicos foram considerados na análise multivariada. Tabela: Resultados de estimadores de recuperação clínica da doença nos três grupos, em análise univariada e multivariada (regressão logística), ajustados pelas variáveis sócio-demográficas e clínicas. Tratamento Análise univariada Odds Ratio IC (95%) Análise multivariada Odds Ratio IC (95%) Droga 1 1,4 0,83-5,01 1,84 0,78-4,8 Droga 2 1,9 0,91-4,2 2,1 0,89-3,2 Placebo 1 1 IC - Intervalo de Confiança ASSINALE ALTERNATIVA CORRETA: a. A droga 2 deve ser priorizada em relação à droga 1 na recuperação clínica. b. As drogas apresentaram efeito semelhante ao placebo para a recuperação clínica do paciente. c. A droga 1 apresentou melhor efeito na recuperação clínica em qualquer condição sócio-demográfica e clínica. d. As drogas apresentaram resultados positivos para a recuperação clínica em relação ao placebo. 71. Na saída de um plantão uma enfermeira de sua equipe pede para você acompanhá-la até o estacionamento do hospital. Durante o trajeto ela fica apreensiva, assustada e revela que não consegue andar sozinha porque revive pensamentos do assalto que sofreu há cerca de sete meses, no mesmo estacionamento, quando saia do plantão. O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO: a. Transtorno de ansiedade e notificação. b. Transtorno de estresse pós-traumático e notificação. c. Transtorno de ansiedade e não necessidade de notificação. d. Transtorno de estresse pós-traumático e não necessidade de notificação. 72. Um bebê de oito meses nasceu com diversas comorbidades e ficou hospitalizado em UTI Neonatal desde o nascimento com um quadro clínico degenerativo, incurável e que exigiu diversas intervenções terapêuticas invasivas para mantê-lo vivo. Não houve mudanças no quadro clínico e as medidas invasivas não modificaram ou reverteram o curso da doença. SE FOREM MANTIDAS, TAIS MEDIDAS CARACTERIZAM: a. Eutanásia. b. Distanásia. c. Ortotanásia. d. Calotanásia. 73. EM RELAÇÃO À VIGILÂNCIA EM SAÚDE, ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: a. A notificação compulsória tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica. b. Notificação é a comunicação feita à vigilância sanitária apenas pelo médico. c. Vigilância sanitária tem como finalidade recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. d. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi transformada na Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, em 1999. 74. Homem, 35a, é atendido no Pronto Socorro com queixa de fraqueza, cólicas abdominais, vômitos e espasmos musculares. Refere ser trabalhador rural há nove meses em lavoura de tomate e que aplicou veneno no último mês, em dias alternados. A ETIOLOGIA DA INTOXICAÇÃO AGUDA E O EXAME A SER REALIZADO SÃO: a. Piretróide e dosagem de colinesterase plasmática. b. Organofosforado e dosagem de colinesterase eritrocitária. c. Fungicida e dosagem de colinesterase eritrocitária. d. Organofosforado e dosagem de colinesterase plasmática. 75. Homem, 88a, retorna pelo achado laboratorial de elevação do colesterol (LDL colesterol= 165mg/dL, HDL colesterol= 40mg/dL e triglicerídes= 230mg/dL); Creatininofosfoquinase= 23U/L, AST= 10U/L, ALT= 12 U/L; Creatinina= 0,9mg/dL. Antecedentes Pessoais: hipertensão arterial sistêmica, intolerância à glicose e osteoartrite de quadril. Medicações em uso: hidroclorotiazida (25 mg/dia), losartana (50 mg/dia), metformina (850 mg 2x/dia), carbonato de cálcio (500 mg 2x/dia), paracetamol (500 mg 6/6 horas) e sulfato de glucosamina (1,5 mg/dia). A CONDUTA É: a. Manter as medicações em uso. b. Prescrever estatina e ácidos graxos ômega-3. c. Prescrever estatina e orientar caminhadas diárias. d. Prescrever ciprofibrato. 76. NO QUE DIZ RESPEITO AOS ATRIBUTOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (APS), ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: a. Quando os profissionais, durante a consulta, pedem informações sobre a saúde de outros membros da família, estão atuando segundo o atributo da centralidade na família. b. Orientação para a comunidade refere-se à educação em saúde baseada no saber popular. c. Competência cultural corresponde ao conhecimento e uso de protocolos e diretrizes destinados às doenças mais prevalentes na APS. d. Longitudinalidade é o acompanhamento específico de pessoas doentes que frequentam serviços especializados. 77. Mulher, 30a, primigesta, idade gestacional de 9 semanas, procura atendimento médico por apresentar mancha hipocrômica na coxa direita com diminuição da sensibilidade ao frio. Biópsia de pele: hanseníase. É CORRETO: a. Iniciar o tratamento com esquema poliquimioterápico e informar a paciente que a doença não tem cura, mas tem controle. b. Esperar o parto e o término da amamentação para iniciar o esquema poliquimioterápico. c. Iniciar tratamento com prednisona e talidomida, e após o parto iniciar esquema poliquimioterápico. d. Aplicar a vacina BCG intradérmica nos contatos intradomiciliares sem presença de sinais e sintomas de hanseníase. 78. DE ACORDO COM O CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA DO CFM, É PERMITIDO PRATICAR: a. Mistanásia. b. Ortotanásia. c. Distanásia. d. Obstinação terapêutica. 79. Menina, 5a, em consulta de rotina, apresenta ao exame físico hematoma em uma das nádegas, sem limitação da movimentação. Questionada, a mãe informa que a menina sofreu uma queda há poucos dias. A CONDUTA É: a. Solicitar hemograma e coagulograma. b. Recomendar retorno em 48 horas para reavaliação. c. Fazer o genograma e visita domiciliar. d. Receitar anti-inflamatório por 3 dias. 80. AO COMPARAR A PERDA AUDITIVA RELACIONADA AO RUÍDO OCUPACIONAL E A MÚSICA QUE OUVIMOS PODE-SE DIZER QUE: a. A música não induz à perda auditiva por ser um som harmônico. b. Com a mesma intensidade e tempo de exposição, a música é menos danosa. c. Com a mesma intensidade e tempo de exposição, a música é mais danosa. d. Ambos são danosos dependendo da intensidade e do tempo de exposição.