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Nexo Causal (Relação de Causalidade)
Concausas
Causas relativamente independentes
Preexistente
Concomitante
Superveniente*
Nexo Causal (Relação de Causalidade)
Concausas
Causas relativamente independentes
Superveniente que não produz por si só o resultado
Superveniente que, por si só, gerou o resultado
Art. 13, § 1º, CP - “A superveniência de causa relativamente independente exclui a imputação
quando, por si só, produziu o resultado; os fatos anteriores, entretanto, imputam-se a quem os
praticou.”
Nexo Causal (Relação de Causalidade)
Causas Momento Consequência Teoria
Absolutamente 
independentes
Preexistente O agente só responde pelo atos 
praticados, uma vez que sua 
conduta não foi a causa que 
produziu o resultado. Haverá o 
rompimento do nexo causal.
Teoria da equivalência 
dos antecedentesConcomitante
Superveniente
Relativamente 
independentes
Preexistente O agente responde pelo resultado 
naturalístico.
Teoria da equivalência 
dos antecedentesConcomitante
Superveniente
Não produziu o 
resultado por si 
só
Produziu por si 
só o resultado
Rompe o nexo causal, de forma que 
o agente só responde pelos atos 
praticados e não pelo resultado.
Teoria da causalidade 
adequada (art. 13, § 1º, 
CP)
Questão de prova
(FUMARC - 2011 - PC-MG - Delegado de Polícia) Considerando-se a relação de causalidade,
é INCORRETO afirmar que
a) o Código Penal adota a teoria da equivalência dos antecedentes causais.
b) a superveniência de causa relativamente independente exclui o crime quando, por si só,
produzir o resultado, podendo, entretanto, os fatos anteriores serem imputados a quem os
praticou.
c) o agente que efetua disparo de arma de fogo contra outrem, atingindo-o e, arrependido, leva
a vítima para o hospital, vindo esta a falecer, em razão de infecção hospitalar, responde pelo
crime de homicídio consumado.
d) pratica crime comissivo por omissão, o delegado de polícia que, de forma indulgente, deixa de
lavrar auto de prisão em flagrante no qual o conduzido é seu vizinho.
Gabarito: Letra D
(CESPE - 2014 - TJ-SE - Técnico Judiciário - Área Judiciária) A respeito do princípio da
legalidade, da relação de causalidade, dos crimes consumados e tentados e da
imputabilidade penal, julgue os itens seguintes.
Considere que Alfredo, logo depois de ter ingerido veneno com a intenção de
suicidar-se, tenha sido alvejado por disparos de arma de fogo desferidos por Paulo,
que desejava matá-lo. Considere, ainda, que Alfredo tenha morrido em razão da
ingestão do veneno. Nessa situação, o resultado morte não pode ser imputado a
Paulo.
Questão de prova
Questão de prova
(CESPE - 2019 - TJ-BA - Juiz de Direito Substituto) João, com a intenção de matar José, seu
desafeto, efetuou disparos de arma de fogo contra ele. José foi atingido pelos projéteis e
faleceu. Considere que, depois de feitos os exames necessários, se tenha constatado uma
das seguintes hipóteses relativamente à causa da morte de José. Nessa situação hipotética,
conforme a teoria dos antecedentes causais adotada pelo CP, João responderá pela morte
de seu desafeto caso se enquadre em uma das hipóteses previstas nos itens
I Apesar dos disparos sofridos pela vítima, a causa determinante da sua morte foi
intoxicação devido ao fato de ela ter ingerido veneno minutos antes de ter sido alvejada.
II A morte decorreu de ferimentos causados por disparos de arma de fogo efetuados por
terceiro no mesmo momento em que João agiu e sem o conhecimento deste.
Questão de prova
Cont.(CESPE - 2019 - TJ-BA - Juiz de Direito Substituto)
III A vítima faleceu em razão dos ferimentos sofridos, os quais foram agravados por sua
condição de hemofílica.
IV A morte decorreu de uma infecção hospitalar que acometeu a vítima quando do
tratamento dos ferimentos causados pelos tiros.
a) I e II. d) I, II e IV.
b) I e III. e) II, III e IV.
c) III e IV.
Gabarito: Letra C
Questão de prova
(MPDFT - 2015 - MPDFT - Promotor de Justiça) Sobre o nexo de causalidade, à luz do
Código Penal brasileiro, assinale a opção CORRETA:
a) Por aplicação direta da teoria da causalidade adequada, adotada como regra pelo
Código Penal brasileiro, “Télamon", operário da mina de extração de ferro, agindo
sem dolo ou culpa, não pode ser responsabilizado pelo homicídio praticado com a
arma de fogo produzida com aquele minério.
b) “Páris", com ânimo de matar, fere “Nestor", o qual, vindo a ser transportado em
ambulância, morre em decorrência de lesões experimentadas em acidente
automobilístico a caminho do hospital, sendo o acidente, no caso, causa
superveniente e relativamente independente, respondendo “Páris" por homicídio
consumado.
Questão de prova
Cont. (MPDFT - 2015 - MPDFT - Promotor de Justiça)
c) “Aquiles", sabendo que “Heitor" é hemofílico, fere-o, com intuito homicida, ocorrendo
efetivamente a morte, em virtude de hemorragia derivada da doença da qual “Heitor"
era portador, situação essa que leva à punição de “Aquiles" por homicídio tentado,
sendo a hemofilia, nesse caso, considerada concausa.
d) “Menelau", inimigo do condenado à morte “Tideu", presenciando os instantes
anteriores à execução, antecipa-se ao carrasco e mata o sentenciado, caso em que sua
conduta não é punível, por falta de configuração jurídica de causa do resultado morte,
que se daria de qualquer maneira.
e) “Pátroclo", com o intuito de matar “Eneas", dispara contra ele com arma de fogo,
ferindo-o, sobrevindo a morte de “Eneas", exclusivamente por intoxicação causada por
envenenamento provocado no dia anterior por “Ulisses", devendo “Pátroclo", nessa
situação, responder por homicídio tentado, porque o envenenamento é considerado
causa absolutamente independente preexistente.