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Prévia do material em texto

ANDRÉIA LIMA TOMÉ MELO
CARLA APARECIDA SILVA LIMA
JAQUELINE APARECIDA MENEGATTI
MARCELO DINIZ DOS SANTO
MICHELE LUNARDI
RICARDO CÉSAR TAVARES CARVALHO
RODRIGO DA SILVA CORRÊA
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM BIOCIÊNCIA ANIMAL
Editora Científica
2021
CARTILHA DESTINADO A EDUCAÇÃO INFANTIL: 
“Dengue: Prevenção é o melhor remédio.”
ANDRÉIA LIMA TOMÉ MELO
CARLA APARECIDA SILVA LIMA
JAQUELINE APARECIDA MENEGATTI
MARCELO DINIZ DOS SANTO
MICHELE LUNARDI
RICARDO CÉSAR TAVARES CARVALHO
RODRIGO DA SILVA CORRÊA
CARTILHA DESTINADO A EDUCAÇÃO INFANTIL: 
“Dengue: Prevenção é o melhor remédio.”
Material elaborado com o objetivo de sensibilizar a
comunidade escolar sobre a prevenção das doenças
endêmicas, Dengue, Zikavírus e Chikungunya,
transmitidas pelo vetor Aedes aegypti popularmente
conhecido como mosquito da Dengue e ensina-los a
reconhecer os criadouros e elimina-los, evitando assim a
proliferação desses vetores nas suas residências.
Cuiabá/MT
2021
E96
Dengue prevenção é o melhor. / Andreia Lima Tomé Melo, Carla Aparecida Silva Lima, Jaqueline
Aparecida Manegatti, Marcelo Diniz dos Santos, Michele Lunardi, Ricardo César Tavares
Carvalho, Rodrigo da Silva Corrêa. – Londrina: Editora Científica, 2021.
ISBN 978-65-00-28718-9
1. Aedes aegypti. 2. Prevenção. 3. Cuidados de Saúde I. Melo, Andreia Lima Tomé. II. Lima,
Carla Aparecida Silva. III. Manegatti, Jaqueline Aparecida. IV. Santos, Marcelo Diniz dos. V.
Lunardi, Michele. VI. Carvalho, Ricardo César Tavares. VII. Corrêa, Rodrigo da Silva. II.
Título.
CDD 616.9
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Selma Alice Ferreira Ellwein – CRB 9/1558
Introdução
A dengue pode acometer pessoas de todas as idades, manifestando-se
geralmente de forma mais grave em idosos acima de 65 anos e crianças, por
isso, é indispensável criar métodos de cuidado e prevenção para tal faixa etária,
pois a melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do
mosquito Aedes aegypti, eliminando recipientes que podem acumular água e se
tornar foco do vetor (BRASIL, 2016; CDC, 2018; VIANA e IGNOTTI, 2013; LOPES
et al., 2014).
Diversos fatores têm sido apontados como responsáveis pelo aumento
expressivo da doença, entre elas: vigilância falha, falta de recursos para a saúde
pública e pesquisa, ineficiência de programas de controle e prevenção,
mudanças climáticas, demográficas e sociais, urbanização desordenada,
precariedade de limpeza pública, baixo nível de escolaridade e principalmente
o trânsito internacional de pessoas e de produtos colaborando com a
propagação e dispersão mundial do vírus e do vetor (ALBARADO et al., 2021).
Uma das mais importantes e eficazes formas de se combater a dengue é 
o acesso à informação e ensino de como evitar criadouros para os vetores 
diminuindo assim sua propagação.
Justificativa
Sendo a dengue uma doença evitável, uma intervenção
educativa e ilustrativa para crianças visa disseminar o
conhecimento precoce de como evitar a propagação,
incentivando as crianças, seus familiares e a sociedade na
participação da eliminação dos possíveis criadouros.
As atividades de educação em saúde visam a diminuição dos
focos da dengue, principalmente em estação chuvosa onde o
vetor se beneficia para realizar seu ciclo de vida, quando se
conscientiza a população infantil e oferece conhecimentos
necessários para o combate haverá grande probabilidade da
redução da proliferação do vetor beneficiando toda a população.
Você conhece esse mosquito?
• Esse mosquito é o Aedes
aegypti, ele surgiu no
Egito e hoje vive em
vários lugares do mundo,
inclusive no Brasil e no
estado de Mato Grosso.
• Esse mosquito gosta de
viver nos quintais e
principalmente dentro
das casas, ele pode
transmitir doenças ao ser
humano.
Fonte: http://www.petquimica.ufc.br/aedes-aegypti-o-pequeno-grande-vilao
Como o mosquito nasce?
(FIOCRUZ, 2019)
Aedes aegypti – Adulto
Fonte: https://www.acritica.com/channels/cotidiano/news/especialistas-
É escuro, possui faixas brancas nas patas e escanas prateadas no tórax
formando um desenho de lira e pode viver de 30 a 35 dias.
(BRASIL, 2016).
O que pode acontecer se a fêmea do mosquito picar você?
Você poderá adoecer, precisará ir ao
médico e não poderá brincar,
necessitando de repouso para se
recuperar.
Fonte: https://br.pinterest.com/pin/227150374943362926/
https://br.pinterest.com/pin/227150374943362926/
Quais doenças o mosquito Aedes 
aegypti pode transmitir? 
 Dengue;
 Zikavírus;
 Chikungunya.
O que sente uma pessoa com Dengue?
Fonte: https://br.pinterest.com/pin/634585403720390382/
TRATAMENTO CONTRA O VÍRUS DA DENGUE 
Fonte: https://3maiis.wordpress.com/2016/03/25/os-3-continentes-maiis-afetados-pela-dengue/
http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/02/charge-dengue-lixo-cidade.html
https://www.desentupidorasaojosedospinhais.com/dengue-mitos-e-verdades-desentupidora-sao-jose-dos-pinhais/
FOCOS DA DENGUE
O que posso fazer para esse
mosquito não nascer?
Fonte: Ministério da Saúde
“DENGUE: 
PREVENÇÃO É O 
MELHOR REMÉDIO.”
Exercitando...
1) Pinte a figura
abaixo e encontre
o mosquito Aedes
Aegypti.
Fonte: https://alunoon.com.br/infantil/atividades.php?c=9
2) Circule os
sintomas de dengue e
complete abaixo com as
letras faltosas.
(Fonte: https://br.pinterest.com/pin/138204282293509468/)
3) CRUZADINHA
Instruções: Preencha os quadros abaixo 
completando as frases.
1. Deixar o ____________ fechado.
2. A _____________________ é uma 
doença transmitida pela picada do 
mosquito Aedes Aegypti.
3. Em caso de suspeita de dengue não 
ingerir 
___________________________.
4. Coloque terra nos pratos das 
___________________.
5. Não deixar acumular agua em 
garrafas e _______________.
(Fonte: https://www.smartkids.com.br/atividade/prevenindo-dengue-local-foco)
4) Kid está na casa de seus avós e quer ajuda-
los a eliminar todos os focos do mosquito Aedes 
Aegypti. Participe também apontando os locais 
onde pode haver focos.
(Fonte: https://bncc.smartkids.com.br/atividades/prevencao-da-dengue/)
AGORA É SUA VEZ!!!
Verifique você também no
quintal da sua casa se tem
algum recipiente que
possa acumular água e
descreva o que você fez
para evitar que o mosquito
se desenvolva.
Fonte: https://www.blogfalandofrancamente.com/2016/02/sesi-mobiliza-
industria-e-trabalhadores.html
Referencias
• ALBARADO, Ádria Jane; MENDONCA, Ana Valéria Machado; JESUS, Elizabeth Alves de; SOUSA, Maria Fátima de. Controle do
Aedes: criação, recepção e percepções de campanhas audiovisuais em saúde pública em diferentes comunidades do Brasil.
Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 26, n. 2, p. 409-416, fev. 2021.
• Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Dengue: diagnóstico e manejo clínico. – Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2002.
• BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.
Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. 5ª edição. Brasília, 2016.
• Centro de Controle e Prevenção de Doenças, <https://www.cdc.gov/dengue/epidemiology/index.html>, acesso em: 17 de Abril de
2021.
• Santos et al. Aspectos epidemiológicos dos casos de dengue no sul de Mato Grosso, 2002 a 2016. D. A. S. Santos, A. C. F. R.
Freitas, E. R. M. Panham, L. S. Goulart, R. A. Olinda. Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Campus Universitário de
Rondonópolis Universidade Estadual da Paraíba. Disponível em:<
https://pdfs.semanticscholar.org/809d/e446dbd68cd2e92f0d7b35c54aa5971f04b0.pdf. Acesso em: Acesso em 20 abr. 2021.
• SINAN. SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO. DENGUE. Disponível
em:<http://portalsinan.saude.gov.br/dengue>. Acesso em: 13 dezembro de 2020.
• SILVA, M.S; JUNIOR,H.P.S; SOUSA, J.M.C; MULLER, J.B.B.S. HEPATOTOXICIDADE DO USO DE PARACETAMOL NO
TRATAMENTO DOS SINTOMAS DA DENGUE. Revista Interdisciplinar de Ciências Médicas – Anais. Disponível em:<
https://gpicursos.com/interagin/gestor/uploads/trabalhos-feirahospitalarpiaui/78290cc73ba315cb79d882fa266da9db.pdf>.Acesso em: Acesso em 20 de abril de 2021
• VIANA, Dione Viero; IGNOTTI, Eliane. A ocorrência da dengue e variações meteorológicas no Brasil: revisão sistemática. Rev.
Bras. Epidemiol., São Paulo, v. 16, n. 2, p. 240-256, 2013. .

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