Prévia do material em texto
Paradigmas Educacionais e Inovação Responsável pelo Conteúdo: Prof. João Menoni Revisão Textual: Prof. Me. Claudio Brites Redes Sociais Digitais Redes Sociais Digitais • Conhecer a origem e o desenvolvimento das redes sociais digitais; • Compreender como é possível a utilização das redes sociais digitais nas empresas e instituições; • Proporcionar uma reflexão sobre as vantagens e desvantagens das redes sociais digitais no mundo contemporâneo; • Apresentar as principais plataformas de redes sociais. OBJETIVOS DE APRENDIZADO • Redes Sociais Digitais; • Plataformas Mais Usadas. UNIDADE Redes Sociais Digitais Redes Sociais Digitais Fenômeno recente, as redes sociais digitais – sites e aplicativos que operam em diversos níveis como profissional, de relacionamento, entre outros, mas sempre per- mitindo o compartilhamento de informações entre pessoas, empresas e instituições – estão modificando a maneira como as pessoas se relacionam, aprendem e se co- municam por meio das tecnologias da informação e comunicação (computadores, celulares, smartphones, tablets). Entretanto, os conceitos de redes sociais não são novos. Um ensaio de Joseph Carl Robnett Lickli e Robert W. Taylor, intitulado O computador como dispositivo de comunicação, publicado em 1968, já questionava sobre como seriam as comu- nidades interativas compostas por membros geograficamente distantes (ROCHA; SOUZA FILHO, 2016). Em 1976, a AT&T Bell Laboratories desenvolveu o protocolo Unix-to-Unix CoPy (UUCP) – sistema de comunicação entre computadores – e, baseado nele, em 1979, foi criada a Usenet pelos estudantes norte-americanos da Duke University, Tom Truscott e Jim Ellis, que tiveram a ideia de ligar um par de computadores dessa universidade e da University of North Carolina (com a ajuda de Steve Bellovin) para trocar informações técnicas, formando grupos de discussão onde as pessoas podiam compartilhar informações, ideias, dicas e opiniões. O sistema funciona até hoje. A Usenet foi o primeiro serviço que teve um grande número de usuários não técnicos, muito antes da World Wide Web. Assim, os grupos on-line e as salas de bate-papo (chats) ganhavam a cada dia mais adeptos. O serviço postal francês, por exemplo, em 1982, levou ao seu público consumidor de massa o serviço nacional on-line chamado Minitel. Em 1985, apa- receu a America On-line, inicialmente com outro nome, e, em pouco tempo, essa passou a dominar o negócio nos Estados Unidos. Em 1988, a IBM e Sears criaram o Prodigy. No início dos anos 1990, foi a vez do correio eletrônico começar a ser usado por pessoas comuns. Em 1997, a empresa nova-iorquina Sixdegrees inaugurou um serviço inovador com o uso de nomes reais, dando início à era das redes sociais modernas. A patente da SixDegrees era abrangente e descrevia um serviço de rede social que matinha uma base de dados, permitindo a um membro criar uma conta e incentivava o con- vite para outras pessoas se conectarem à sua rede através de e-mail. Se as pessoas aceitassem o convite, criava-se ali uma comunicação de mão dupla. Essa é a base das redes sociais. (KIRKPATRICK, 2010 apud ROCHA; SOUZA FILHO, 2016) Mais e mais sites e aplicativos com o objetivo de conectar pessoas, seja pessoal ou profissionalmente, foram surgindo como o LinkedIn, Tribe, MySpace, Orkut, Facebook, entre outros, a partir do início dos anos 2000. No início de 2014, o site mais acessado do Brasil era o Facebook, superando o Orkut (desativado em 2014), que por anos foi a rede mais acessada e, também, ultrapassando o gigante Google. A visibilidade e interação que as redes sociais geram constituem parte indispen- sável dentro dessas mídias, pois o conteúdo replicado dentro de um grupo influencia 8 9 seus membros, tornando-se algo viral, capaz de levar a mensagem a várias pessoas. Essas redes sociais reúnem milhões de membros e uma quantidade cada vez maior de funções que permitem às pessoas interagirem de várias maneiras. Geralmente, cada rede tem sua regra, que estabelece o comportamento de seus participantes e define a maneira de interação mais eficiente. O Brasil se rendeu à internet. Os números apontam isso e crescem em grande progressão. Atualmente, com base nas pesquisas das empresas Alexa, Nielsen, Ibope Media, Cetic (ROCHA; SOUZA FILHO, 2016), que oferecem serviços de mensuração e análise de dados de navegação na internet, o Brasil é o país que maior tempo gasta na frente de seu microcomputador, com cerca de 69 horas mensais. Em 2000, o tempo máximo conectado era de 8 horas. Com as redes sociais se tornaram acessíveis novas possibilidades de relaciona- mento, abrindo espaço para um grande número de usuários, isso pelas inúmeras possibilidades de construção de grupos e de produção de conteúdo, como também por meio da interação com o outro. Por outro lado, alguns autores falam sobre uma suposta banalização das relações desenvolvidas nas redes sociais, os usuários dese- jam alcançar a popularidade que se traduz no número de amigos que fazem parte de seu perfil e pelo número de mensagens recebidas. “Porém estes comportamentos devem também ser entendidos como uma oportunidade para que eles possam se projetar através de máscaras que são construídas a partir de seus desejos de identifi- cação projetiva”, afirma Corrêa (2013, p. 33). Figura 1 – Redes sociais: muitas possibilidades de conexões e relacionamentos Fonte: Freepik Bauman (2011), conforme Corrêa (2013), afirma que as relações estabelecidas através da Internet são muito mais superficiais do que as vividas pelas gerações ante- riores. Segundo esse autor, embora as pessoas prezem por ter uma rede de relacio- namento on-line vasta, a intensidade da maioria dessas relações é tão insignificante que pouco lhe custam em termos afetivos, de forma que o estabelecimento de uma aliança ou o seu rompimento se resume ao esforço de um “click”. O fazer sobre o qual se escrevem mensagens no Twitter talvez não signi- fique mais que dizer “estou comendo pizza aos quatro queijos”, ou “estou olhando pela janela”, ou “com sono e indo pra cama”, ou “morto de tédio”. (...) O que nós e todos os nossos iguais somos levados a compreender é 9 UNIDADE Redes Sociais Digitais que a única coisa que importa é saber e contar aos demais o que estamos fazendo – neste momento ou em qualquer outro; o que importa é “ser visto”. Não tem importância alguma saber por que fazemos tal coisa, o que estamos pensando, desejando, sonhando, o que nos alegra ou entris- tece quando a fazemos, ou mesmo outras razões que nos inspiram a usar o Twitter, além de manifestar nossa presença. (BAUMAN, 2011 apud CORRÊA, 2013, p. 34) Entretanto, conforme Corrêa (2013), muitos autores não compartilham da visão pessimista de Bauman, como Lemos e Lévy, que argumentam que também pode- mos encontrar atuações de pessoas que buscam o conhecimento, a aprendizagem, a expressão e a produção de novos sentidos. De acordo com Lemos e Lévy (2010 apud CORRÊA, 2013, p. 34): Elas comentam em blogs, trocam arquivos torrent em redes peer to peer, atualizam em poucas palavras suas ações cotidianas em microblogs, tra- balham cooperativamente em wikis, produzem e disseminam softwares de fonte aberta, reciclam e tornam visíveis o que era considerado lixo pela indústria de massa. As redes sociais na internet, muitas vezes chamadas de sites de relacionamento, por possibilitarem essa troca de informação pelas pessoas e para as pessoas, têm o poder de formar opiniões, o que deu grande força a essas mídias, alterando, por exemplo, o comportamento do consumidor, que antes apenas assistia à propaganda de seu produto, e que agora vai até a Internet e procura informações e opiniões de quem teve experiências com tal produto. Dessa forma, essas mídias podem contri- buir para a construção de uma marca ou até mesmo prejudicar sua reputação. Assim, podemos elencar inúmeras vantagens e desvantagens das redes sociais, como, por exemplo (Quadro 1): Quadro 1 – Vantagens e desvantagensdas redes sociais digitais Vantagens • Aproxima as pessoas que vivem em locais diferentes, pois é uma maneira fácil de manter as relações e o contato; • Possibilita a interação em tempo real; • Facilita a relação com quem está mais perto, permitindo manter uma relação de proximidade sem se encontrar fisicamente; • Oferece uma forma rápida e eficaz de comunicar algo para um grande número de pessoas ao mesmo tempo; • Permite avisar sobre um acontecimento, a preparação de uma manifestação ou a mobilização de um grupo para um protesto; • Facilita a organização de eventos, enviando convites e solicitando a confirmação de presença. Desvantagens • Falta de privacidade; • Exige cuidado na divulgação de certos pormenores da vida de cada um; • Crianças e adolescentes divulgam informações sobre a escola e locais que frequentam; • Pode causar dependência, pois, em alguns casos, as pessoas não conseguem se “desligar” das redes sociais, deixando coisas importantes por fazer; • Criação de perfis falsos para veiculação de comentários violentos, preconceituosos e racistas; • Facilidade de divulgação de notícias, fatos e imagens sem a verificação da fonte, podendo ser fake News (notícias falsas). 10 11 As Redes Sociais e as Empresas e Instituições A internet transformou de uma forma radical a comunicação no mundo. Ela pode ser considerada como um mecanismo de propagação de informações com abrangên- cia mundial somada à interação de seus usuários e de seus computadores indepen- dentemente da localização geográfica de cada um. E, as redes sociais passam a ser constituídas de fluxos informacionais, refletindo a era da conexão. Ao mesmo tempo, essas conversações públicas também oferecem um substrato para novas formas de serviços, marketing e publicidade mais direcionados e mais conversacionais. “A era do relacionamento é o novo momento, um novo contexto, onde consumidores estão em rede, comentando, discutindo, participando” (ZENHA, 2018, p. 28). O diferencial da publicidade on-line em relação às outras mídias tradi- cionais é a interação dos usuários com os materiais publicitários expostos na internet. Nessa interação, os consumidores podem clicar em algo de seu interesse dando, assim, um passo à frente no processo de comunicação. De acordo com Zeff e Brad (2000 apud RIBEIRO, 2010, p. 18), existem quatro van- tagens na publicidade on-line com relação à publicidade tradicional, off-line (Quadro 2): Quadro 2 – Vantagens da publicidade on-line em comparação com a off -line Focalização Por meio de um banco de dados que pode conter desde comportamento, região, faixa etária, classe social e gênero, os anunciantes direcionam as mensagens a um determinado público-alvo de acordo com seu segmento. Monitoramento A partir do momento em que o usuário acessa algum material de publicidade on-line ficará registrado e será monitorado por profissionais de marketing que poderão avaliar determinados interesses e mensurar o alcance com mais precisão, diferente das mídias tradicionais. Entrega e fl exibilidade O retorno na publicidade on-line é imediato, já que o interesse dos usuários é monitorado por profissionais. Sendo assim, qualquer material publicitário na Web pode ser lançado, alterado ou até mesmo cancelado se o objetivo da comunicação não estava sendo alcançado. Isso já não é possível em jornais e revistas, pois a alteração só pode ocorrer depois da publicação de uma nova edição; e para televisão, o custo seria maior para um novo desenvolvimento de material publici- tário depois desse ter sido divulgado. Interatividade Um dos maiores diferenciais, já que a publicidade on-line disponibiliza testes de produtos, opiniões dos consumidores e informações detalhadas sem o consumidor precisar sair de casa, o que transforma o consumidor em comprador mais facilmente. Fonte: Zeff e Brad (2000 apud RIBEIRO, 2010, p. 18) Entretanto, Ribeiro (2010, p. 19) salienta que As mídias sociais não surgiram para substituir as mídias tradicionais, pois estas também são importantes para as empresas, elas são como um com- plemento de atividades que podem ser utilizadas nas estratégias da empresa. Para a autora, cada rede social digital funciona de uma forma: suas ferramentas, entre elas Twitter, Facebook e Youtube, por exemplo, possibilitam a publicação de conteúdos por qualquer pessoa, atividades que incluem compartilhamento e criação de palavras, fotos, vídeos e áudios. “A rede social proporciona ao consumidor colocá-lo 11 UNIDADE Redes Sociais Digitais realmente no lugar onde ele precisa estar, numa posição em que é capaz de escolher o que quer ver, quando quer ver e da maneira que quer ver”. Com o surgimento e crescimento das redes sociais e suas diversas ferramentas de co- municação, o mercado, em relação às suas estratégias de marketing, sentiu necessidade de se adaptar a essa nova situação, pois hoje em dia as pessoas não buscam mais por notícias, as notícias as encontram, não vão buscar por serviços e produtos, eles também irão encontrá-las, tudo isso por meio das redes sociais digitais (RIBEIRO, 2010). Com o estímulo das redes sociais, a estratégia de comunicação das empresas e instituições, com seus clientes e usuários, está mudando. Hoje existe a possibilidade de ir para onde está o seu público, ao invés de fazer com que o público vá até a empresa, até porque os novos consumidores estão mais informados e esse relacio- namento não é mais baseado em apenas transmitir mensagens e informações, mas também em receber o retorno do público, que é capaz de filtrar, acessar e reagir a essas mensagens. Para aderir às redes sociais, segundo Ribeiro (2010), a empresa precisa saber quais utilizar e em qual momento as deve utilizar, pois, a partir da participação nes- sas novas ferramentas, ela estará exposta e deverá movimentá-las, criar conteúdo, interagir com as pessoas e encontrar novas pessoas, e não esperar que seu perfil na internet se atualize sozinho, pois é preciso chamar a atenção de forma criativa e ao mesmo tempo agregar valor à empresa. Vamos conferir algumas utilidades das redes sociais digitais para empresas e ins- tituições: • Compartilhar a visão da empresa: as redes sociais são uma espécie de vitrine da empresa ou instituição; é nelas que o empreendedor poderá mostrar a visão do negócio, no que acredita; • Personalização da mensagem e interação direta com o cliente: nas redes sociais, é possível ter um relacionamento muito mais customizado e direto com cada cliente ou possível cliente, já que é possível entrar em contato com cada um, seja para resolver problemas ou descobrir novas informações; • Possibilidade de segmentação do público: ao publicar nas redes sociais, é possível segmentar posts de acordo com as características da audiência, direcio- nando esforços para aquelas parcelas do público que possuem mais afinidade com a solução da empresa ou instituição; • Poder saber mais sobre cada um dos seus clientes: as pessoas compartilham seus gostos, desejos e outras informações que podem ser valiosas para as em- presas na hora dessas se aproximarem do seu público-alvo. Importante é ficar atento ao que é relevante para a audiência para se conectar melhor a essa; • Possibilidade de vender por esses canais: da mesma forma que é possível se relacionar com o público por meio das redes sociais, é também possível utilizá-las para vender produtos ou serviços, principalmente em relação à audiência que já tem um relacionamento com a empresa ou instituição; 12 13 • Possibilidade de divulgação para empresas com baixo orçamento: ao contrário dos meios tradicionais, anunciar nas redes sociais possui um custo mais baixo, além da vantagem de que na Web é mais fácil mensurar os resultados; • Informação em tempo real: as redes sociais permitem comunicar mensagens de empresas e instituições urgentes em um canal oficial. Isso é muito importante no caso de gestão de crise, por exemplo, em que é necessário que a marca se posicione rapidamente, evitandoassim que tome maiores proporções. Erros e Acertos nas Redes Sociais Pontos cruciais como qual rede social escolher, como se portar, como dar retorno aos consumidores e usuários, qual o melhor momento para utilizar e, principalmen- te, qual o foco e objetivo da empresa ou instituição com a utilização das redes sociais, são de fundamental importância na gestão dessas ferramentas. Ribeiro (2010, p. 29) apresenta os sete erros e acertos do mundo corporativo nas redes sociais digitais, segundo reportagem da revista IstoÉ (Quadro 3). Quadro 3 – Erros e acertos do mundo corporativo nas redes sociais digitais Pecados Regras de ouro 1 Querer entrar em todas as redes ao mesmo tempo. É preciso ter foco. Conhecimento. Pesquise antes qual é a melhor rede social para o seu objetivo, de acordo com o perfil de cada serviço. 2 Enviar muitas mensagens seguidas, de maneira a superlotar a página do usuário. Discrição. É importante mostrar que há uma pessoa atrás do perfil, mas sem personalizar muito. 3 Deixar de entregar um produto ou prestar um serviço. Uma boa reputação pode levar anos para ser construída e se- gundos para ser destruída. Dedicação. Certifique-se de que terá tempo suficiente para atender a todas as dúvidas e aos pedidos dos internautas. 4 Deixar de responder às dúvidas dos internautas em menos de 48 horas. Na era da informação instantânea, os clientes esperam velocidade de resposta. Interação. Não tenha medo de trocar ideias e até mesmo pedir opiniões para os usuários das redes sociais. 5 Deixar de atualizar seu perfil. Quanto mais novidades, mais visualizações. Mas fique atento ao pecado nº 2. Transparência. Surgiu um problema e a entrega vai atrasar? Explicar ao cliente o que houve será melhor do que fingir que nada aconteceu. 6 Agir de forma impessoal. As pessoas esperam encontrar gente como elas nas redes sociais, e não máquinas de respostas. Autenticidade. Seja você mesmo. Os internautas tendem a se identificar com um perfil quando percebem que ele fala de algo que realmente gosta, não apenas de conteúdo para vender. 7 Cometer erros de gramática e ortografia. Escrever uma pa- lavra de maneira errada pode dar uma impressão pior do que uma vitrine pichada. Produção. Foi-se o tempo em que fotos e vídeos caseiras, ama- doras faziam sucesso. Gaste algum tempo para produzir belas imagens. Plataformas Mais Usadas Em relação às redes sociais digitais, o relatório Digital in 2019, feito pela We Are Social em parceria com a Hootsuite, apontou que 66% da população brasileira é usuária dessas redes, representando mais de 140 milhões de usuários ativos. O Brasil, segundo o relatório, foi um dos países com maior aumento no número de usuários nas redes, com mais de 10 milhões de novos usuários. (COSTA, 2019) 13 UNIDADE Redes Sociais Digitais O levantamento identificou as 10 redes sociais digitais mais usadas no país. Com um crescimento de mais de 58% usuários no Brasil nos últimos anos, o YouTube é, hoje, a maior rede no Brasil, segundo o relatório. Conforme dados da pesquisa, 95% dos entrevistados afirmaram que o site de vídeos é a plataforma mais usada. Hoje ela é utilizada para assistir programas, escutar músicas, ver jogos, acompanhar os youtubers e fazer marketing. Em segundo lugar vem o Facebook. Com mais de 2 bilhões de usuários, ele con- quistou o posto de rede social mais popular do mundo em meados de 2008 e passou a ser destaque no Brasil em 2012. “Não é surpresa que a rede esteja em segundo lugar no país: 90% dos respondentes afirmaram usar da plataforma de interação social”, salienta Costa (2019). O Brasil é o terceiro país mais ativo no Facebook, perdendo apenas para Estados Unidos e Índia. O grande número de usuários e as diversas possibilidades de uso da rede são grandes atrativos para as empresas. Figura 2 – Brasil é o terceiro país mais ativo no Facebook Fonte: Freepik No ranking das 10 redes sociais digitais mais usadas no Brasil, segundo o relatório Digital in 2019, em terceiro lugar está o WhatsApp. Se antes essa rede era usada ape- nas para conversas com amigos e familiares, hoje ela é um dos principais aplicativos de mensagens e de comunicação, e não só do Brasil, como do mundo — o aplicativo conta com 1,5 bilhão de usuários globalmente. “E, se muitas marcas não usavam o aplicativo pelas limitações para fazer negócio, esse cenário pode estar mudando com o anúncio do WhatsApp Business, com novas possibilidades para as empresas”, afirma Costa (2019). Para completar a lista, seguem, em ordem, Instagram, Messenger, Twitter, LinkedIn, Pinterest, Skype e Snapchat. Vamos conferir as principais redes sociais digitais em uso no Brasil e suas carac- terísticas básicas: • Youtube: Compartilhamento de vídeos; • Facebook: Interação e expansão de contatos; • WhatsApp: Envio de mensagens instantâneas e chamadas de voz; 14 15 • Instagram: Compartilhamento de fotos e vídeos; • Messenger: Envio de mensagens instantâneas; • Twitter: Compartilhamento de pequenas publicações, tweets; • LinkedIn: Interação e expansão de contatos profissionais; • Pinterest: Compartilhamento de ideias de temas variados; • Skype: Chamada de voz e vídeo; • Snapchat: Compartilhamento de vídeos curtos, 10 segundos; • Flickr: Compartilhamento de imagens; • Tumblr: Compartilhamento de pequenas publicações. Conforme a pesquisa “O uso da internet por adolescentes”, conduzida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em 2013 (PIESCO, 2015, p. 102), o jovem brasileiro tem a internet como elemento central em sua vida cotidiana. Segundo a Unicef, 70% dos adolescentes brasileiros podem ser considerados “incluídos” no que diz respeito ao acesso à internet, dos quais 64% acessam a rede diariamente. Outro levantamento realizado pelo Ibope Media para o painel Conectaí, a pedido da YouPIX, em 2013, de acordo com Piesco (2015, p. 102), revelou que dos jovens brasileiros, entre 15 e 33 anos, com acesso à internet, é ainda mais marcante o uso das redes sociais: 95% têm contas no Facebook; 72%, no Twitter; e 63%, no WhatsApp. A pesquisa mostra ainda que 63% dizem acessar blogues regularmente e impressionantes 95% se autodeclaram “viciados em tecnologia”. A autora salienta também que esses mesmos jovens destacam a importância da internet no momento de escolher as atividades a serem exercidas no tempo livre, algo impressionante, em todo de “94,9% dos jovens afirmaram que consultam a internet para se informar sobre atividades sociais e culturais da cidade, enquanto só 29,1% disseram usar revistas para essa finalidade, e apenas 38,8% usam jornais” (PIESCO, 2015, p. 103), e continua: A internet desempenha um papel central na socialização desses jovens, por meio das redes sociais e serviços de mensagem, sendo que 45% dos jovens com acesso à internet alegam preferir conversas por redes sociais do que pessoalmente. Ainda que o acesso à internet seja maior entre jovens com maior poder aquisitivo, ela está passando por uma acelerada democratização no Brasil, movida tanto pelo barateamento dos planos de acesso à internet quanto pela popularização de aparelhos de acesso móvel, como celulares e tablets. (PIESCO, 2015, p. 103) O diferencial das redes sociais, conforme Zenha (2018), está na facilidade que possuem para construir as mensagens, facilidade na veiculação, no acesso rápido e em pontos distanciados que proporcionam as trocas de saberes disponibilizados pe- los pontos na rede social, além do gerenciamento de perfis para aceitar e propagar esses saberes. 15 UNIDADE Redes Sociais Digitais YouTube: A Maior Plataforma de Vídeos do Mundo O YouTube – atualmente de propriedade do Google – foi criado em 2005 quando Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim registraram o domínio youtube.com. A plataforma permite aos usuários a criação de um canal para armazenamento e compartilhamento de vídeos em formato digital de forma gratuita. O canal pode ser customizado, sendo possível colocar o nome da marca, imagem de fundo e descrição.O vídeo compartilhado exibe um campo para comentários, onde qualquer usuário pode participar e também avaliar o vídeo e os comentários de outros usuários. Além dessas formas de interação, existe ainda a possibilidade de compartilhar o vídeo em outras redes como Facebook, Twitter, Tumblr, bem como incorporá-lo em sites e blogues ou então enviá-lo por e-mail. Figura 3 – Youtuber produzindo um vídeo Fonte: Freepik Com o passar do tempo, os primeiros youtubers – esse termo nem existia ain- da – começaram a sair dos empregos originais para se dedicarem só à produção de conteúdo em vídeo. A existência da plataforma foi o suficiente para chamar a atenção da internet e também das marcas. A Nike, por exemplo, foi a primeira a aproveitar a nova plataforma com um vídeo histórico: Ronaldinho Gaúcho calça suas novas chuteiras e acerta chutes no travessão várias vezes seguidas. Uma cultura dos youtubers foi criada e vários dos influenciadores digitais de hoje em dia nas redes sociais começaram no YouTube. Já foram diversas as fases e modas, como a tendência dos canais de maquiagem, receitas, vlogues e esquetes de humor. Várias delas já passaram, mas deixaram muita gente famosa e relevante até hoje. O YouTube é o meio preferido das pessoas que assistem conteúdos em vídeo, estando na frente da Netflix e, até mesmo, das TVs aberta e paga. 16 17 Saiba mais Conheça agora os canais mais conhecidos no mundo que fazem muito sucesso na plataforma de vídeos segundo Souza (2020): • T-Series – 123 milhões de inscritos: A T-Series é uma gravadora e produtora indiana fundada por Gulshan Kumar em 1983. É mundialmente conhecida pelas músicas de Bollywood, além de trilhas sonoras e músicas indi-pop. O canal traz videoclipes e trailers de filmes. Tem mais de 123 milhões de inscritos e 94 bilhões de visualizações ; • PewDiePie – 102 milhões de inscritos: PewDiePie é o nickname de Felix Arvid Ulf Kjellberg, um comediante e produtor de vídeos sueco. Seu canal no YouTube lidera a plataforma desde o ano de 2013, chegando a ultrapassar canais oficiais de artistas como Rihanna. O canal tem mais de 102 milhões de inscritos e 24 bilhões de visualizações ; • Cocomelon – Nursery Rhymes : 69 milhões de inscritos. Mais uma vez as crianças mostram que são uma audiência assídua no YouTube! Com cantigas educativas infantis, o canal Cocomelon tem mais de 69 milhões de inscritos e 47 bilhões de visualizações. No Brasil, o canal KondZilla é o campeão de visualizações do YouTube. Ele ficou na primeira posição no ranking elaborado pela rede multiplataforma Sna- ck (SACCHITIELLO, 2019), que avaliou os canais brasileiros com maior número de visualizações em seus vídeos. O canal se autointitula como “o maior canal de funk do mundo”. Criado pelo produtor Konrad Dantas, aparece, em 2019, na primeira posição com um total de mais de 23 bilhões de visualizações (na soma de todos os vídeos postados). O canal tem 54 milhões de inscritos. A sequência do ranking brasileiro elaborado pela Snack é formada por canais de conteúdo infantil, de música, de games e de influenciadores. Galinha Pintadinha, que por muito tempo liderou o ranking de visualizações do YouTube no Brasil, apa- rece na segunda colocação, com um total de mais de 11 bilhões de visualizações. Facebook: Curtiu? Criado em 2004 pelos colegas de Universidade de Harvard, Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes, conforme descrição na própria página, a missão do Facebook é dar às pessoas o poder de compartilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado. Zuckerberg, fundador, presidente e CEO do Facebook, é responsável pela definição da estratégia global de direção e de produtos para a empresa. O Facebook é uma rede social na qual se cria uma conta gratuita e se recebe uma página com seu nome, onde você pode compartilhar e produzir conteúdo. Um dos 17 UNIDADE Redes Sociais Digitais principais objetivos é criar comunidades que irão ajudá-lo a se relacionar com seus colegas e amigos. É capaz de integrar várias funcionalidades como postagem de vídeos, fotos, textos e links, criação de grupos abertos ou privados, utilização de aplicativos, criação de perfil e páginas, além de oferecer espaço para anúncios. Figura 4 – Brasil tem 130 milhões de contas no Facebook Fonte: Freepik Você sabia? Em 2010, o Facebook lançou dois novos serviços: o Facebook Places – ferramenta que informava a localização do usuário – e o Facebook Sponsored Stories – recurso que permitia que empresas patrocinadoras do Facebook pudessem utilizar comentários positivos sobre seus negócios para gerar publicidade. Porém, ambos os serviços não se popularizaram. As páginas, conhecidas como fanpages, constituem-se como um espaço que serve para reunir públicos com interesses em comum, sendo utilizadas por artistas, empre- sas, marcas, organizações, entre outras finalidades. Está disponível aos administra- dores da página estatísticas sobre o acesso dos usuários, com dados como gênero, cidade, dispositivos utilizados no acesso, idade e até o envolvimento dos “fãs” com a marca, por isso se constitui como uma ótima ferramenta de marketing digital. De acordo com o site Statista (BRASIL, 2019), o Facebook é a rede social mais popular do mundo com 2,27 bilhões de usuários, tendo a Índia com o maior nú- mero de perfis: 300 milhões. Depois vêm os Estados Unidos, com 210 milhões e, em terceiro lugar, empatado com a Indonésia, aparece o Brasil, com 130 milhões de pessoas conectadas à rede social. WhatsApp: Popular Se partirmos da definição de rede social digital como uma estrutura composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que compartilham valores e objetivos em comum, também podemos encaixar o 18 19 WhatsApp como uma rede social digital, uma vez que, por meio do aplicativo, com- partilhamos várias situações, construímos relações e até podemos dizer que ele ajuda a atingir um objetivo em comum, já que muitas empresas utilizam o WhatsApp para a comunicação entre os seus funcionários. Além da função de troca de mensagens, é possível trocar fotos, vídeos e realizar até chamadas de voz pelo aplicativo. Figura 5 – Página inicial do WhatsApp no computador Fonte: Acervo do conteudista O WhatsApp vem contribuindo para que as pessoas estejam permanentemente conectadas por meio de seus smartphones e olhem para a tela praticamente a toda hora. Muitos não podem ver o sinal de notificação do aplicativo aparecer que na hora olham a mensagem. Nesta era da conectividade, na qual lidamos cada vez mais com pessoas, seja na vida pessoal ou profissional, o aplicativo é mais um ingrediente para nos ajudar a lidar com tantas situações e pessoas que transitam em nossa rotina. Whatsapp: é um trocadilho em inglês com a expressão “What’s up?”, que pode ser traduzida por “Como vai?” e “Qual a boa?”. Como a pronúncia de “up” e “app” é parecida, o nome acabou se encaixando à proposta dos criadores. De acordo com Agrela (2019), pesquisa feita pela consultoria Croma Insights com 1.400 usuários do aplicativo no Brasil, mostrou que 65% das pessoas têm o hábito de utilizar o WhatsApp e metade dos entrevistados disseram usar o aplicativo logo que acor- dam. A pesquisa mostra também que as pessoas também costumam acessar o app de mensagens quanto estão comendo sozinhas (47%) e assistindo à televisão (45%). O levan- tamento aponta, ainda, que o WhatsApp é usado no trabalho por 60% dos entrevistados. O número é três vezes maior do que o e-mail, 20%, segundo os resultados da pesquisa. Ainda conforme Agrela (2019), no relatório Global Messaging Apps 2019, que anali- sa o setor de apps de mensagens no mundo, a consultoria americana eMarketer afirma que o WhatsApp é um dos aplicativos mais usados no mundo para enviar mensagens em mercados fora dos Estados Unidos. O Brasil é um dos principais países onde o aplicativo é popular, com 120 milhões de usuários ativos mensalmente. No mundo, são estimados mais de 800 milhões deusuários. 19 UNIDADE Redes Sociais Digitais Instagram: Não tem Segredo O Instagram é uma rede social criada em 2010 por Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger para o compartilhamento de fotos e vídeos. Dois anos depois, foi com- prado pelo Facebook. Assim como as outras redes sociais digitais, ele é gratuito e, para ser utilizado, é necessário o uso de um smartphone ou tablet com o aplicativo instalado disponibilizado para sistemas Android e iOS, ainda que tenham lançado o Instagram na Web, em fevereiro de 2013. Seja em casa, no trabalho ou no lazer, as pessoas se sentem à vontade para de- monstrar a sua vida para os amigos, familiares e até mesmo para desconhecidos. Suas funções são simples e rápidas, basta um clique e a escolha de um filtro para que as fotos e/ou vídeos se tornem visualizadas pelos usuários da própria rede e das demais redes sociais. Figura 6 – Aplicativo é sucesso em vários países Fonte: Getty Images O Instagram permite publicidade paga, onde as marcas podem publicar anúncios em forma de fotos através de seus perfis. Todo anúncio é identificado por um ícone e é mostrado no feed de usuários específicos, baseado em seus interesses e atividades no Instagram e Facebook. Os lugares mais visitados e, consequentemente, mais marcados no Instagram são os Parques da Disney e da Universal Studios, seguidos pela Times Square e pelo Central Park, em Nova York, a Torre Eiffel e o Museu do Louvre, em Paris. Em junho de 2018, o Instagram anunciou que bateu a marca de 1 bilhão de usuá- rios ativos, incluindo a rede social como uma das mais populares no mundo, ficando atrás somente de Facebook, YouTube, WhatsApp, Facebook Messenger e WeChat. Com 66 milhões de perfis, o Brasil é o segundo país que mais usa o Instagram no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 110 milhões de usuários ativos. 20 21 Twitter: O Essencial O Twitter é uma rede social gratuita com características bem simples, mas atraentes, que permite aos usuários o envio de mensagens com no máximo 280 caracteres (inicialmente eram 140 caracteres), conhecidos como tweets, com o objetivo de oferecer a todos o poder de criar e compartilhar ideias e informações instantaneamente. O formato de mensagens lembra o serviço de SMS (Short Messages Service) utilizado pelas empresas de telefonia, também conhecido como “torpedo”. A limitação de caracteres se dá exatamente pelo conceito inicial da ferramenta: mensagens SMS. Além disso, enviar mensagens curtas é o principal foco do serviço e principal difusor de sites encurtadores de URL, como o Bit.ly, Migre.me e outros. Figura 7 – Página inicial do Twitter Fonte: Acervo do conteudista Criada pelos programadores norte-americanos Evan Willians, Jack Dorsey e Biz Stone, em julho de 2006, a rede, muito utilizada por celebridades, intelectuais e políticos, é composta por seguidores, em que cada pessoa escolhe quem seguirá. É possível enviar mensagens privadas, a DM (Direct Message), ou ainda mensagens públicas direcionadas, para isso deve-se utilizar @ antes do nome do usuário de destino. O Twitter mistura diversos elementos de comunicação e de relacionamento e pode ser utilizado para integrar a comunicação com as demais redes sociais. É uma comunicação instantânea na internet disponível para o uso em computadores, tablets e celulares. A rede permite a realização de busca através do uso do caractere #, denominado hashtag. Utilizando essa ferramenta, é possível localizar todas as postagens lançadas com essa tag, que são chamados de trending topics ou TTs (assuntos do momento). Na tela, ficam disponíveis a todos os usuários um ranking com os assuntos mais mencionados no momento, facilitando uma visualização ampla do conteúdo. Em 2019, a rede social contabilizou 330 milhões de usuários em todo o mundo (NÚMERO..., 2019). O Brasil, segundo pesquisa do Cuponation (SILVA, 2019), está em 6º lugar na lista das dez nações com mais usuários no Twitter, com 8,28 milhões de usuários ativos. As duas primeiras posições ficam com Estados Unidos e Japão, que apresentam 48,65 milhões e 36,7 milhões de participantes, respectivamente. 21 UNIDADE Redes Sociais Digitais As redes sociais on-line podem ser percebidas como espaço social favorável ao compartilhamento de informação e de conhecimento e podem também se configurar como espaços de ensino-aprendizagem, colaborando com a inovação pedagógica. Isso ocorre, segundo Zenha (2018, p. 39), “porque as redes sociais permitem aos usuários o acesso, a participação e a interação contínua das personagens na construção coletiva de novos saberes”. A aprendizagem acontece no momento em que os usuários dos grupos se propõem a trocar e compartilhar informações a respeito de um assunto para realizar uma determinada finalidade discursiva que resulta em novos olhares e novas posturas. 22 23 Material Complementar Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Filmes Privacidade Hackeada O escândalo da empresa de consultoria Cambridge Analytica e do Facebook é recontado através da história de um professor americano. Ao descobrir que, junto com 240 milhões de pessoas, suas informações pessoais foram hackeadas para criar perfis políticos e influenciar as eleições americanas de 2016, ele embarca em uma jornada para levar o caso à corte, já que a lei americana não protege suas informações digitais, mas a lei britânica sim. https://youtu.be/wjXYCrxRWqc A Rede Social Em uma noite de outono em 2003, Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), analista de sistemas graduado em Harvard, senta-se em seu computador e começa a trabalhar em uma nova ideia. Apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilionário da história com o sucesso da rede social Facebook. O sucesso, no entanto, o leva a complicações em sua vida social e profissional. https://youtu.be/6VtX6przSlI Leitura A influência das redes sociais e seu papel na sociedade BARROS, A. de A.; CARMO, M. F. A. do; SILVA, R. L. da. A influência das redes sociais e seu papel na sociedade. In: CONGRESSO NACIONAL UNIVERSIDADE, EAD E SOFTWARE LIVRE, 3., 2012, Minas Gerais. Anais [...] Minas Gerais: UFMG, 2012. https://bit.ly/3c3wgMd Redes sociais virtuais na sociedade da informação e do conhecimento: economia, poder e competência informacional ANGELO, E. Redes sociais virtuais na sociedade da informação e do conhecimento: economia, poder e competência informacional. Encontros Bibli – Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 21, n. 46, p. 71-80, maio/ago. 2016 https://bit.ly/3dZYVU1 23 UNIDADE Redes Sociais Digitais Referências AGRELA, L. Este é o hábito mais comum dos brasileiros no WhatsApp. Exame, 8 out. 2019. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/tecnologia/este-e-o- -habito-mais-comum-dos-brasileiros-no-whatsapp/>. Acesso em: 13 jan. 2020. BRASIL é o 3º país com o maior número de usuários do Facebook. R7, 2 mar. 2019. Disponível em: <https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/brasil-e-o-3-pais-com- -o-maior-numero-de-usuarios-do-facebook-02032019>. Acesso em: 9 jan. 2020. COSTA, T. Quais são as redes sociais mais usadas no Brasil em 2019? RockCon- tent, jan. 2020. <Disponível em: https://rockcontent.com/blog/redes-sociais-mais- -usadas-no-brasil/>. Acesso em: 7 jan. 2020. NÚMERO de usuários do Twitter cresce após limpeza na rede social. O Estado de S. Paulo, 23 abr. 2019, São Paulo. Disponível em: <https://link.estadao.com. br/noticias/empresas,numero-de-usuarios-do-twitter-cresce-apos-limpeza-na-rede- -social,70002800800>. Acesso em: 9 jan. 2020. RIBEIRO, J. F. Redes sociais e empresas. Dissertação (Trabalho de conclusão de curso Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda) – Centro Universitário de Brasília. Brasília. 2010. Disponível em: <https://repositorio.uniceub. br/jspui/bitstream/123456789/1118/2/20700578.pdf>. Acesso em: 8 jan. 2020. ROCHA, G. C.; SOUZA FILHO, V. B. Da guerra às emoções:história da internet e o controverso surgimento do Facebook. In: ENCONTRO REGIONAL NORTE DE HISTÓRIA DA MÍDIA, 4., Rio Branco. Anais [...] Rio Branco: Alcar – Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia, 2016. Disponível em: <http://www. ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/encontros-regionais/norte/4o-encontro-2016/ gt-historia-da-midia-digital/da-guerra-as-emocoes-historia-da-internet-e-o-controver- so-surgimento-do-facebook/view>. Acesso em: 18 dez. 2019. SACCHITIELLO, B. KondZilla é o campeão de views do YouTube. Meio & Mensa- gem, 20 mar. 2019. Disponível em: <https://www.meioemensagem.com.br/home/ midia/2019/03/20/kondzilla-e-o-campeao-de-views-do-youtube.html>. Acesso em: 9 jan. 2020. SILVA, D. V. Brasil é um dos 10 países com mais usuários no Twitter. Tecmundo, 10 ago. 2019. Disponível em: <https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/144654- -brasil-10-paises-usuarios-twitter.htm>. Acesso em: 9 jan. 2020. SOUZA, I. Veja quais são os 10 maiores canais do Youtube no Brasil e no mundo em 2020. Rockcontent, 6 jan. 2020. Disponível em: <https://rockcontent.com/ blog/maiores-canais-do-youtube/>. Acesso em: 13 jan. 2020. ZENHA, L. Redes sociais online: o que são as redes sociais e como se organizam? Caderno de Educação, ano 20, n. 49, v.1, p. 19-42, 2017/2018. Disponível em: <http://revista.uemg.br/index.php/cadernodeeducacao/article/view/2809/1541>. Acesso em: 8 jan. 2020. 24