Prévia do material em texto
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 1 TEXTO 1 Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, (01) necessitamos de informação para sobreviver, como necessitamos de alimento (02), calor ou contato social. Nas ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite não apenas (06) prever como também (06) controlar os acontecimentos de nosso meio. Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial porque (07) os fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, portanto, (07) ainda mais incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da aprendizagem é que, em vez de (08) ter de buscar ativamente a informação com que alimentar nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de informação, na maioria das vezes em formato fast food (03). Sofremos uma certa obesidade (04) informativa, consequência de uma dieta (05) pouco equilibrada. Juan Ignácio Pozo. Aprendizes e mestres. (Fragmento.) QUESTÃO 1 Sobre o modo como se relacionam as ideias no texto, é correto afirmar: ( ) A comparação é um dos recursos empregados pelo autor no início do texto. ( ) As expressões “não apenas ... como também” (06) relacionam argumentos contrários entre si. ( ) Na frase (07), as palavras “porque” e “portanto” introduzem, respectivamente, uma causa e uma conclusão. ( ) A expressão “em vez de” (08) pode ser substituída por “não obstante”, sem que se modifique o sentido do texto. a) F - V - V - F b) V - V - F - V c) V - F - V - F d) F - V - V - V e) F - F - V - V Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 2 Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte anos, o amor da Pátria tomou-o todo inteiro. Não fora o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento sério, grave e absorvente. Nada de ambições políticas ou administrativas; o que Quaresma pensou, ou melhor, o que o patriotismo o fez pensar, foi um conhecimento inteiro do Brasil, levando-o a meditações sobre os seus recursos, para depois então apontar os remédios, as medidas progressivas, com pleno conhecimento de causa. [...] Logo aos dezoito anos quis fazer-se militar; mas a junta de saúde julgou-o incapaz. Desgostou-se, sofreu, mas não maldisse a Pátria. O ministério era liberal, ele se fez conservador e continuou mais do que nunca 1 a amar a “terra que o viu nascer”. Impossibilitado de evoluir-se sob os dourados do exército, procurou a administração e dos seus ramos escolheu o militar. Era onde estava bem. No meio de soldados, de canhões, de veteranos, de papelada inçada de quilos de pólvora, de nomes de fuzis e termos técnicos de artilharia, aspirava diariamente aquele hálito de guerra, de bravura, de vitória, de triunfo, que é bem o hálito da Pátria. (Lima Barreto, Triste Fim de Policarpo Quaresma. Adaptado) QUESTÃO 2 O sentido que contém as informações do período - Não fora o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento sério, grave e absorvente. - está corretamente indicado na seguinte reescrita: a) Não fora o amor comum, palrador e vazio; mas um sentimento sério, grave e absorvente. b) Não fora o amor comum, palrador e vazio; portanto um sentimento sério, grave e absorvente. c) Não fora o amor comum, palrador e vazio; como um sentimento sério, grave e absorvente. d) Não fora o amor comum, palrador e vazio; nem um sentimento sério, grave e absorvente. Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 3 A saúde na era do jogo digital Com a popularização intensa dos jogos digitais, surgem vários questionamentos sobre a forma como eles nos afetam e sobre quais efeitos podem causar em nossa saúde. Praticamente desde o surgimento dos primeiros jogos digitais comerciais, há questionamentos sobre os seus supostos perigos. As perguntas vão se tornando mais numerosas à medida que a indústria cresce e esses jogos se multiplicam na sociedade. As acusações vão desde provocar sedentarismo nos jovens a causar danos à postura e, mais frequentemente, provocar comportamentos violentos. Entretanto, nenhuma dessas acusações foi provada ainda de forma convincente por pesquisas científicas. Talvez a preocupação mais recorrente seja com a relação entre jogos e violência. Embora tenha se percebido que pessoas com temperamento violento tendem a preferir filmes, livros e jogos violentos, essa relação não indica que é o jogo a fonte da violência. Isso não significa dizer que não existem práticas de jogo problemáticas. Uma preocupação, comum a muitos pais, é com o chamado “vício em jogos” – o jogo compulsivo durante longos períodos, negligenciando outras atividades. O acesso de menores a um determinado jogo deve, de fato, ser avaliado pelos pais e responsáveis; de preferência, baseando-se na classificação indicativa em vigor no Brasil. (Marcelo Simão de Vasconcellos. Em: http://cienciahoje.org.br. Adaptado) QUESTÃO 3 Na passagem do 2º parágrafo – Entretanto, nenhuma dessas acusações foi provada ainda de forma convincente por pesquisas científicas. –, a conjunção em destaque estabelece com as informações anteriores uma relação de sentido de a) oposição, contestando a ideia de que os jogos digitais afetam a saúde dos jovens. b) adição, confirmando a ideia de que os jogos digitais promovem o desenvolvimento. 2 c) conclusão, reiterando a ideia de que os jovens correm sérios riscos com os jogos digitais. d) explicação, recorrendo às pesquisas para orientar os jovens a afastarem-se dos jogos. Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 4 No Ceará é assim Eu só queria Que você fosse um dia Ver as praias bonitas do meu Ceará Tenho certeza Que você gostaria Dos mares bravios Das praias de lá Onde o coqueiro Tem palma bem verde Pertinho do céu E lá nasceu a virgem do poema A linda Iracema dos lábios de mel Oh! Quanta saudade Que eu tenho de lá Oh! Quanta saudade A jangadinha vai no mar deslizando O pescador O peixe vai pescando O verde mar ... Que não tem fim No Ceará é assim. Carlos Barroso QUESTÃO 4 No enunciado "O coqueiro tem palma verde e lá nasceu Iracema", a oração destacada é classificada como oração coordenada sindética: a) adversativa. b) aditiva. c) explicativa. d) conclusiva. 3 QUESTÃO 5 Classifique as conjunções coordenativas destacadas nas frases abaixo: A) Luiz Cláudio estudou e passou. B) Luis Cláudio estudou, mas não passou. C) Luiz Cláudio não estudou nem passou. QUESTÃO 6 Procure unir as orações de cada um dos pares seguintes, utilizando uma conjunção coordenativa. A) Este é um país rico. A maior parte de seu povo é pobre. B) Fique descansado. Eu tomarei as providências necessárias. C) Choveu durante a noite. As ruas estão molhadas. QUESTÃO 7 Menina Thayara conta mitos indígenas em escolas públicas de Manaus Curitibana e neta de índios guaranis, a menina vive atualmente em Manaus, onde se diverte narrando histórias em escolas públicas. Mas as apresentações têm uma pitada especial. Honrando o sangue de seus ancestrais, Thayara mostra a magia das lendas e dos mitos indígenas para as crianças da Amazônia. [...] Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 4 set. 2013 (adaptado). No trecho “Mas as apresentações têm uma pitada especial”, o conectivo mas tem a função de: a) adicionar uma informação ao texto. b) condicionar as ações da narrativa. c) contrastar duas ideias opostas. d) explicar um ponto de vista. QUESTÃO 8 Leia o fragmento da canção a seguir. Chega de Saudade texto adaptado – (Vinícius de Moraes) Vai minha tristeza E diz a ela que sem ela não pode ser 4 Diz-lhe numa prece Que ela regresse Porque não posso mais sofrer Chegade saudade A realidade é que sem ela Não há paz, não há beleza É só tristeza e a melancolia Que não sai de mim Não sai de mim Não sai Mas, se ela voltar Se ela voltar Que coisa linda! Que coisa louca! Pois há menos peixinhos a nadar no mar Do que os beijinhos que darei na sua boca [...] Na canção, o uso da conjunção adversativa marca uma mudança significativa, do ponto de vista semântico, de estado de ânimo doeu lírico. Marque o trecho que exemplifica essa mudança. a) Que coisa linda! b) Mas, se ela voltar. c) Que sem ela não pode ser. d) Porque não posso mais sofrer. QUESTÃO 9 Leia o texto abaixo: A importância do Consumo Consciente O consumo incontrolável da sociedade vem trazendo muitas consequências negativas para o meio ambiente, para a economia e para quem compra. Cada novo produto comprado representa um gasto adicional de recursos naturais (como água, petróleo, energia, entre outros) e recursos humanos, o que pode levar a um desequilíbrio ambiental. Por esta razão, o consumo consciente, também chamado de consumo sustentável, é de extrema importância para a mudança dos hábitos de consumo, bem como avaliar a necessidade do que consumimos bem como os impactos dessa compra. Assim, podemos dizer que o consumo consciente é a busca por produtos e/ou serviços ecologicamente corretos, a reciclagem e reutilização dos materiais, além da utilização dos bens até o fim de sua vida útil. [...] MARTINS, Caroline. A importância do Consumo Consciente. Trilho Ambiental. 02 de setembro de 2019. Disponível em: <https://www.trilhoambiental.org/post/a-importancia-do- consumo-consciente >. Acesso em: 24 maio 2021. Adaptado. A conjunção “assim”, em destaque no texto, poderia ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por: 5 a) Contudo. b) Porquanto. c) Portanto. d) Pois. QUESTÃO 10 Leia o primeiro verso do poema, analisando a conjunção presente. Nasce o Sol, e não dura mais que um dia [...] MATOS, Gregório de. Seleção de Obras Poéticas. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=1827 Acesso em: 02 nov. 2023. No trecho, a conjunção "e" pode ser substituída por: a) nem. b) mas. c) pois. d) logo. QUESTÃO 11 Leia o texto. Lixo espacial: os garis do Universo No dia 11 de janeiro de 2007, a China lançou um míssil com um alvo certo: seu satélite meteorológico Fengyun-1C, em órbita a 865 quilômetros de altitude. O objetivo dos chineses era exibir seu poderio militar, mas o que fez os cientistas coçar a cabeça foram os milhares de pedaços de sucata espacial que a explosão lançou ao redor da Terra – tornando 2007 o ano em que a humanidade mais poluiu sua órbita. (www.super.abril.uol.com.br/tecnologia/lixo-espacial-garis-universo-447900.shtml) De acordo com o texto, a) os cientistas ficaram confusos com a quantidade de pedaços de sucata espacial que havia antes do lançamento do míssil chinês. b) é comum a existência de destroços na órbita terrestre, o que não preocupa nenhum país em seus objetivos de pesquisa espacial. c) embora o objetivo da China tenha sido alcançado, o resultado de sua ação, com a sucata espacial, trouxe preocupações aos cientistas. d) o objetivo da China era exibir seu poderio militar e isso foi alcançado, mesmo com a objeção dos cientistas no que se refere ao lixo espacial. Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 12 6 Demorou, para dar com a avó em casa, que assim lhe respondeu, quando ela, toque, toque, bateu: — Quem é? — Sou eu. . . — e Fita-Verde descansou a voz. — Sou sua linda netinha, com cesto e pote, com a fita verde no cabelo, que a mamãe me mandou. Vai, a avó, difícil, disse: — Puxa o ferrolho de pau da porta, entra e abre. Deus te abençoe. Fita-Verde assim fez, e entrou e olhou. A avó estava na cama, rebuçada e só. Devia, para falar agagado e fraco e rouco, assim, de ter apanhado um ruim defluxo. Dizendo: — Depõe o pote e o cesto na arca, e vem para perto de mim, enquanto é tempo. Mas agora Fita-Verde se espantava, além de entristecer se de ver que perdera em caminho sua grande fita verde no cabelo atada; e estava suada, com enorme fome de almoço Ela perguntou: — Vovozinha, que braços tão magros, os seus, e que mãos tão trementes! — É porque não vou poder nunca mais te abraçar, minha neta. . . — a avó murmurou. — Vovozinha, mas que lábios, aí, tão arroxeados! — É porque não vou nunca mais poder te beijar, minha neta. . . — a avó suspirou. — Vovozinha, e que olhos tão fundos e parados, nesse rosto encovado, pálido? — É porque já não estou te vendo, nunca mais, minha netinha. . . — a avó ainda gemeu. Fita-Verde mais se assustou, como se fosse ter juízo pela primeira vez. Gritou: — Vovozinha, eu tenho medo do Lobo!. . . Mas a avó não estava mais lá, sendo que demasiado 7 ausente, a não ser pelo frio, triste e tão repentino corpo. (Guimarães Rosa, “Fita Verde no Cabelo”. Em: O Estado de S.Paulo, 08.02.1964) QUESTÃO 12 Observe a passagem: – Puxa o ferrolho de pau da porta, entra e abre. Deus te abençoe. Fita-Verde assim fez, e entrou e olhou. No texto, a repetição da conjunção “e”, em destaque, tem a função de a) intensificar as ações apresentadas. b) marcar oposição entre as orações. c) indicar ações de causa e de efeito. d) sugerir comparação entre as ações. QUESTÃO 13 Leia o texto para responder a questão a seguir: A música na escola Pesquisadores e professores discutem, no Rio, uma proposta que pode mudar os currículos escolares: eles querem que a música volte a ser uma disciplina obrigatória. (...) "A melhor coisa que a escola me deu foi a música", diz uma aluna. Mas é algo que nem toda escola tem. "Na minha outra escola não tinha música, agora eu chego aqui, tem música, eu fico admirada", diz outra estudante. A escola pública no bairro pobre do Rio tem até banda. Música já foi uma disciplina obrigatória nas escolas brasileiras, mas a lei que regulamenta o ensino mudou e a música virou parte do conteúdo de uma outra matéria, a educação artística, que também reúne o teatro e as artes plásticas. Trinta e três anos depois da mudança, grupos se mobilizam e pedem a volta da música ao currículo escolar. É o que se discute no Rio, em um seminário de pesquisadores e professores de música do país todo. "O país dito como musical não pode prescindir de ter música também nas suas escolas", diz uma pesquisadora. Fonte: Globo.com. www.netmusicos.com.br/artigo141.htm. O uso da palavra MAS, no 2◦ parágrafo, estabelece uma relação de a) confirmação do expresso por uma aluna, retratado no 1◦ parágrafo. b) oposição à opinião expressa no 1◦ parágrafo. c) comparação às assertivas do 1◦ parágrafo. 8 d) suposição ao exposto na fala da estudante. QUESTÃO 14 Considere os três períodos abaixo: I. O estado de saúde do menino piorou. II. A família levou-o para atendimento médico. III. O hospital estava lotado e não havia vaga para internação do enfermo. Formando um só período com as orações expressas nas sentenças, assinale a alternativa que traz a correta sequência das conjunções coordenativas que explicitam corretamente a relação de sentido entre elas. a) mas - e b) pois - portanto c) logo - porque d) por isso - entretanto QUESTÃO 15 Classifique as conjuções coordenativas abaixo. A) e, nem, não só... B) mas, porém, todavia... C) ora...ora, ou...ou... D) logo, portanto, pois... E) que..., porque... Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 16 Por causa de uma vírgula mal-encarada E na tarde que o Dr. Feitosa de Castro, diretor das Águas e Encanamentos de São João da Laje, pediu que o escrevente Porfírio Freixeiras retirasse certa vírgula de certo ofício, Freixeiras tremeu nos borzeguins*. Espumou gramática, pronomes e crases. Em vinte anos de Águas e Encanamentos, de ofícios e pareceres, nunca chefe algum, em tempo algum, mandou que ele extraísse essa ou aquela vírgula de seus escritos. Com o papel na mão, ficou remoendo, remoendo, tira-a-vírgula, não-tira-a-vírgula. Até que tomou uma decisão definitiva. Chegou juntoda mesa de Feitosa de Castro e expediu o seguinte ultimato: – Ou o doutor deixa a vírgula ou eu peço transferência de repartição. Feitosa, que era homem de pontos de vista firmados, foi claro: – A vírgula sai e o distinto amigo também. 9 O resto veio no Diário Oficial. Vejam que barbaridade! Por causa de uma simples vírgula, de uma inútil vírgula, Freixeiras foi redigir ofícios em Barro Amarelo, lugar que não dava a menor importância às crases, quanto mais às vírgulas. (José Cândido de Carvalho, Por que Lulu Bergantim não atravessou o Rubicon. Adaptado) *tremeu nos borzeguins: irritou-se, tremeu nas botas. QUESTÃO 16 Observe: — Ou o doutor deixa a vírgula ou eu peço transferência de repartição. — A vírgula sai e o distinto amigo também. No contexto em que estão empregadas, as conjunções ou e e estabelecem entre as orações, respectivamente, sentido de: a) condição e consequência. b) exclusão e adição. c) adversidade e causa. d) alternância e tempo. QUESTÃO 17 Leia a notícia a seguir: Moradores registraram neste domingo (29) a tonalidade escura da água no trecho do rio Tietê que passa por Salto, no interior de São Paulo. O cenário chegou a preocupar os moradores por causa da mudança de cor da água.[...] Não é a primeira vez que a água do rio Tietê fica escura. Em agosto de 2017, a mesma situação foi registrada. Além disso, um pouco antes, em novembro de 2014, o rio ficou com cor escura e provocou a morte de 40 toneladas de peixes, que foram retirados do córrego do Ajudante, um afluente que desagua no rio Tietê. Neste sábado (28), após um mês de estiagem, foi registrada chuva em cidades do interior e na capital do estado de São Paulo. Segundo o Satélite Somar da Defesa Civil Estadual de São Paulo, a chuva que ocorreu é considerada uma das mais volumosas de 2021. 10 TV TEM. Moradores de Salto registram água preta no rio Tietê: ’Parece petróleo’. G1. 29 de agosto de 2021. Disponível em: <https://g1.globo.com/sp/sorocaba- jundiai/noticia/2021/08/29/moradores-de-salto-registram-agua-preta-no-rio-tiete-parece- petroleo.ghtml>. Acesso em: 29 ago. 2021. Releia o trecho abaixo: “Além disso, um pouco antes, em novembro de 2014, o rio ficou com cor escura e provocou a morte de 40 toneladas de peixes, que foram retirados do córrego do Ajudante, um afluente que desagua no rio Tietê.” Em relação a ideia expressa no parágrafo anterior, o trecho destacado tem o sentido de a) contraste b) identidade. c) igualdade. d) concessão. e) inclusão. QUESTÃO 18 Em relação à classificação das conjunções coordenativas destacadas, coloque C para certo ou E para errado. A seguir, assinale a sequência correta. ( ) O pai muito chateado disse a filha que não aprovava nem permitiria o casamento dela. (alternativa) ( ) Não brinque com arma de fogo, que pode ser perigoso.(explicativa) ( ) Você já estudou bastante, contudo precisa se concentrar mais. (adversativa) ( ) Ora você chora, ora você ri, a vida sempre continua.(aditiva) a) E − C − C − E b) C − E − C − E c) C − C − E − C d) E − C − C − C Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 19 Pequenas grandes mulheres A esta altura acho que todo mundo concorda: a ginasta Daiane dos Santos e as moças da seleção brasileira de futebol feminino são as derrotadas mais vitoriosas da Olimpíada de Atenas. A primeira porque deu ao país e ao mundo uma lição de grandeza e sobriedade ao recusar as lamentações, as desculpas e as lágrimas, dizendo simplesmente: "Errei. Isso acontece no esporte". As câmeras ávidas pelo espetáculo do martírio e da catarse não tiveram o que mostrar, senão a imagem límpida e serena daquela pequena grande mulher consciente de seu imenso valor, mas também de sua falibilidade humana. 11 As garotas do futebol, por sua vez, mostraram uma garra e um talento que surpreenderam a todos, até mesmo aos que seguem mais ou menos de perto o futebol feminino. O fato de terem jogado a final contra os Estados Unidos dá à sua saga uma aura simbólica. Poucas vezes ficaram expostos tão claramente os contrastes entre as condições materiais dos dois países. A luta de nossas jogadoras, dentro de campo, contra esse descompasso estrutural foi uma das coisas mais belas e comoventes dos últimos tempos. Confesso que, antes da Olimpíada, eu tinha uma simpatia apenas teórica, de princípio, pelo futebol feminino. Como a maioria dos brasileiros, não via muita graça nos jogos entre mulheres. Pois bem. Marta, Formiga, Cristiane, Pretinha, Rosana e companhia me conquistaram plenamente. Poucas vezes na vida vibrei e torci tanto quanto na final de anteontem. E garanto que não foi por paternalismo, condescendência ou compaixão, e sim pelo que elas jogaram. Não vou repisar o que todo mundo já leu ou ouviu a respeito das precárias circunstâncias em que nossas futebolistas praticam, ou tentam praticar, o seu ofício. Como bem escreveu Mário Magalhães ontem neste espaço, a seleção feminina de futebol é a cara do Brasil. Mas não é só a cara do Brasil que está aí, com todas as suas enormes distorções, carências e injustiças. É também a cara do Brasil que pode vir a existir, um país construído com arte, empenho e solidariedade. Mais do que apenas treinar essas moças, o que o técnico Renê Simões fez foi ajudá-las a descobrir em si mesmas seu valor e suas possibilidades até então adormecidas. Talvez seja isso o que elas, sem palavras, apenas com o seu jogo, tenham feito também pelas mulheres pobres e batalhadoras deste país. A mensagem que elas escreveram com os pés é clara: a despeito das adversidades, da exclusão social, da indiferença das elites e da apatia das massas, é possível construir um destino diferente daquele que traçaram para nós os deuses do Olimpo ou do Fundo Monetário Internacional. É a luta da vontade humana contra a dureza do mundo. Por enquanto, a bola está batendo na trave. Com um pouco mais de treino e perseverança talvez ela entre no gol. COUTO, José Geraldo. Folha de S.Paulo, 28 ago. 2004. Glossário: • Sobriedade: moderação, equilíbrio emocional. • Ávidas: ansiosas. • Martírio: sofrimento intenso. • Catarse: purificação; liberação de emoções ou tensões reprimidas. 12 • Falibilidade: qualidade daquele que pode falhar, errar. • Saga: história rica em incidentes; aventura desafiadora. • Aura: brilho, glória. • Condescendência: ato de ceder ao apelo de alguém ou de uma situação. • Compaixão: pena, dó. • Repisar: repetir. • Ofício: profissão. • Distorções: alterações; mudanças em relação à direção ou intenção esperadas. • A despeito de: apesar de. • Adversidades: dificuldades; infelicidades, aborrecimentos. • Apatia: falta de interesse, de emoção ou de sensibilidade. QUESTÃO 19 Normalmente, a conjunção e expressa uma relação de adição. No 7º parágrafo, encontramos quatro ocorrências desse termo. Em qual delas, claramente, a conjunção não possui valor aditivo? Copie o trecho, substituindo a conjunção por outra de valor equivalente e indicando a relação de sentido que estabelece. Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 20 O Vilares Havia, no colégio, três companheiros desagradáveis. Um deles era o Vilares. Menino forte, cara bexigosa, com um modo especial de carregar e de franzir as sobrancelhas autoritariamente. Parecia ter nascido para senhor do mundo. No recreio queria dirigir as brincadeiras e mandar em todos nós. Se a sua vontade não predominava, acabava brigando e desmanchava o brinquedo. Simplesmente insuportável. Ninguém, a não ser ele, sabia nada; sem ele talvez não existisse o mundo. Vivia censurando os companheiros, metendo-se onde não era chamado, implicando com um e com outro, mandando sempre. (...) Não tinha um amigo. A meninada do curso primário movia-lhe a guerra surda. E, um dia, os mais taludos se revoltaram e deram-lhe uma sova. Foi um escândalo no colégio. O vigilante levou-os ao gabinete do diretor. O velho Lobato repreendeu-os fortemente. Mais tarde, porém, chamou o Vilares e o repreendeu também. Eu estava no gabinete e ouvi tudo. — É necessário mudar esse feitio, menino.Você, entre os seus colegas, é uma espécie de galo de terreiro. Quer sempre impor a sua vontade, quer mandar em toda a gente. Isso é antipático. Isso é feio. Isso é mau. Caminha-se mais facilmente numa estrada lisa do que numa estrada cheia de pedras e buracos. Você, com essa maneira autoritária, está cavando buracos e amontoando pedras na estrada de sua vida. E, continuando: — Você gosta de mandar. Mas é preciso lembrar-se de que ninguém gosta de ser mandado. Desde que o mundo é mundo, a humanidade luta para ser livre. O sentimento de liberdade nasce com o homem e do homem não sai nunca. É um sentimento tão natural, que os próprios irracionais o possuem. E louco 13 será, meu filho, quem tiver a pretensão de modificar sentimentos dessa ordem. Ou você muda de feitio, ou você muito terá que sofrer na vida1. CORREA, Viriato. Cazuza. São Paulo, Editora Nacional. QUESTÃO 20 Observe a conjunção destacada no trecho a seguir. "Ou você muda de feitio, ou você muito terá que sofrer na vida." (ref. 1) As palavras destacadas são conjunções. Que relação o uso dessas orações indica entre as orações? QUESTÃO 21 Soneto XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... BILAC, Olavo. Soneto XIII. Poesias. Via Láctea. 1888. Disponível em: https://www.academia.org.br/academicos/olavo- bilac/textos-escolhidos. Acesso em: 19 nov. 2023. Qual conjunção pode substituir a expressão destacada? a) Assim. b) Então. c) Contudo. d) Portanto. QUESTÃO 22 Observe: I. Eu posso reclamar, ___ estou na minha razão. II. Houve avanços na negociação entre trabalhadores e empresários, ___ a situação ainda não foi resolvida. III. Apiedei-me da borboleta caída no chão, tomei-a na palmada mão ___ fui depô-la no peitoril da janela. IV. Não desista de seus sonhos, ___ eles são plenamente realizáveis. Assinale a alternativa com os tipos de conjunções coordenativas que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas das frases acima. a) explicativa, adversativa, aditiva, explicativa 14 b) aditiva, explicativa, adversativa, adversativa c) adversativa, adversativa, aditiva, explicativa d) explicativa, aditiva, explicativa, adversativa Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 23 Leia um parágrafo da história "O meu amigo pintor". Era pra ele morrer só quando fosse velhíssimo1, mas ele era um artista, um pintor (olha só o pincel na mão dele), tinha mania de viver pensando em cor. Acordava e, em vez de dizer feito todo o mundo, eu estou triste3, eu estou contente, ele falava: hoje estou roxo, hoje eu fiquei tão amarelo, hoje eu acordei meio roxo, mas2 fui amarelando lá pro fim da tarde. Pra ele, a coisa que tinha mais cor-de-morte era o nevoeiro. BOJUNGA, Lygia. O meu amigo pintor. 22.ł ed. Rio de Janeiro: Editora Casa Lygia Bojunga, 2006, p. 27. QUESTÃO 23 Reescreva o trecho a seguir substituindo a conjunção destacada por outra, sem alterar o sentido e mantendo a correção: "Hoje eu acordei meio roxo, mas (ref. 2) fui amarelando lá pro fim da tarde." Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 24 TEXTO 1 Fuga Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala2, fazendo um barulho infernal. — Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira. — Pois então para de empurrar a cadeira. — Eu vou embora — foi a resposta. Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras6 , no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante. 15 A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante3 1 4. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino4 . Deu com a porta da rua aberta9 , correu até o portão7 : — Viu um menino saindo desta casa?13 — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua1 1, sentado no meio-fio. — Saiu agora mesmo com uma trouxinha1 — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro5 . A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia a distância. — Meu filho, cuidado! O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho: — Que susto você me passou, meu filho1 2 — e apertava-o contra o peito, fora de si. — Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. — Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas. — Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai. — Me larga8 . Eu quero ir embora. Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa. — Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando1 5. — Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou1 0. SABINO, Fernando. Fuga. In: SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 2008. QUESTÃO 24 No período “Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão: (...)” – (ref. 7) – a vírgula presente nessa frase poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, pela seguinte conjunção: a) todavia. 16 b) mas. c) pois. d) já que. e) e. GABARITO 1 Resposta C Resolução A expressão “não apenas... como também” estabelece uma relação de adição entre os argumentos apresentados, não de oposição, como sugeriu a afirmativa. A expressão “em vez de” possui o sentido de “no lugar de”, diferentemente de “ao invés de”, que assume sentido de “o contrário de”. Sendo assim, a expressão não pode ser substituída por “não obstante”, que apresenta oposição de ideias. GABARITO 2 Resposta B Resolução A conjunção "portanto" expressa conclusão, sendo esta a opção correta sem alterar o sentido da oração. GABARITO 3 Resposta A Resolução A conjunção “Entretanto” estabelece com as informações anteriores uma relação de sentido de oposição. Ela é usada para indicar uma contraposição ou oposição em relação ao que foi mencionado anteriormente. No contexto do parágrafo, o autor apresenta preocupações e acusações relacionadas aos jogos digitais e, em seguida, introduz a conjunção “Entretanto” para indicar que, apesar dessas preocupações, nenhuma das acusações foi provada de forma convincente por pesquisas científicas. Isso cria uma relação de oposição, destacando a falta de evidências para apoiar as alegações em relação aos jogos digitais. GABARITO 4 Resposta B Resolução O termo "e" indica adição; logo, é uma oração coordenada sindética aditiva. GABARITO 5 Resposta VEJA A RESOLUÇÃO Resolução A) Aditiva. B) Adversativa. 17 C) Aditiva. GABARITO 6 Resposta VEJA A RESOLUÇÃO Resolução A) Este é um país rico, mas a maior parte de seu povo é pobre. B) Fique descansado que eu tomarei as providências necessárias. C) Choveu durante a noite, porque as ruas estão molhadas. GABARITO 7 Resposta A Resolução No trecho “Mas as apresentações têm uma pitada especial”, o conectivo mas tem a função de: adicionar uma informação ao texto. A conjunção "mas" é frequentemente empregada para estabelecer um contraste ou uma oposição entre duas ideias. No entanto, neste contexto, ela está sendo usada para acrescentar uma informação adicional que destaca a singularidade ou particularidade dasapresentações da Menina Thayara. GABARITO 8 Resposta B Resolução A alternativa está correta porque é a única que apresenta um trecho da canção que contenha uma conjunção de cunho adversativo – “mas” –, cujo uso provoca a “mudança significativa, do ponto de vista semântico, de estado de ânimo” do eu-lírico apontada pelo enunciado. GABARITO 9 Resposta C Resolução “Assim” e “portanto” são conjunções conclusivas, sendo assim, a substituição estaria adequada e manteria a coesão e coerência no texto. GABARITO 10 Resposta B Resolução No trecho, a conjunção "e" pode ser substituída por: mas. A vírgula antes da conjunção "e" indica o caráter de oposição, e não de soma. Sendo assim, a conjunção mais adequada para a substituição, sem alteração de sentido é mas. GABARITO 11 18 Resposta C Resolução Embora o objetivo da China tenha sido alcançado, o resultado de sua ação, com a sucata espacial, trouxe preocupações aos cientistas. “O objetivo dos chineses era exibir seu poderio militar”, foi alcançado porque colocaram seu satélite em órbita; o uso da conjunção adversativa “mas” e os vocábulos “coçar a cabeça” indicam a preocupação dos desdobramentos da ação com o lixo espacial. GABARITO 12 Resposta A Resolução No texto, a repetição da conjunção “e”, em destaque, tem a função de intensificar as ações apresentadas. Trata-se de uma conjunção coordenativa. Quando usa repetidamente pode indicar a intensificação de ações, reforçando como tudo ocorreu na história. GABARITO 13 Resposta B Resolução No fragmento apresentado, o "mas" está se opondo à ideia de incluir a música no currículo escolar, dizendo que toda escola tem. Trata-se de uma conjunção coordenativa adversativa. GABARITO 14 Resposta D Resolução É correta a alternativa que indica as conjunções coordenativas por isso e entretanto. Isso, porque ao formar um só período com as orações apresentadas, tem-se uma relação conclusiva entre a I e a II – mediada pela conjunção por isso; e uma relação adversativa entre a II e a III – mediada pela conjunção entretanto. GABARITO 15 Resposta VEJA A RESOLUÇÃO Resolução A) Aditivas. B) Adversativas. C) Alternativa. D) Conclusiva. E) Explicativa. 19 GABARITO 16 Resposta B Resolução Exclusão: a conjunção “ou ... ou” dá sentido de exclusão, pois só pode ser possível uma ação; e adição: a conjunção e demonstra que as duas ações serão realizadas (ideia de adição). GABARITO 17 Resposta E Resolução O termo destacado é uma conjunção coordenativa aditiva, ou seja, é responsável pela união entre duas ou mais orações com a intenção de exprimir ideia de acréscimo ou adição de uma informação. GABARITO 18 Resposta A Resolução A alternativa A é que indica corretamente a classificação das conjunções coordenativas destacadas. “Nem” não é uma conjunção alternativa, mas aditiva; enquanto “Ora. . . ora” não e uma conjunção aditiva, mas alternativa. As demais indicadas – “que” como explicativa e “contudo” como adversativa” – estão corretas. GABARITO 19 Resposta VEJA A RESOLUÇÃO Resolução Como o segmento “E garanto que não foi por paternalismo, condescendência ou compaixão, e sim pelo que elas jogaram.” apresenta uma contradição/oposição de ideias, deveria ser reescrito “(...), mas sim pelo que elas jogaram” - com a troca do termo “e” pela conjunção “mas”. GABARITO 20 Resposta VEJA A RESOLUÇÃO Resolução As palavras destacadas são conjunções coordenativas alternativas. Essas conjunções estabelecem, portanto, relação de alternância de situações que acontecem separadamente. GABARITO 21 Resposta C Resolução 20 A conjunção "contudo" expressa uma ideia de oposição ou contraste, o que se alinha ao sentido de "no entanto" na frase, indicando uma ressalva ou contraposição ao que foi dito anteriormente. As outras opções não têm o mesmo sentido de contraste ou oposição. GABARITO 22 Resposta A Resolução É correta a alternativa que indica a sequência de conjunções explicativa, adversativa, aditiva, explicativa. Na oração I, cabem os termos “porque” ou “pois”; na II, “mas”; na III, “e”; na IV, “porque” ou “pois”. GABARITO 23 Resposta VEJA A RESOLUÇÃO Resolução A conjunção "mas" é classificada em conjunção coordenativa adversativa, ou seja, introduz orações coordenadas que exprimem ideia de oposição, contraste. Outros exemplos de conjunções desse tipo são: porém, entretanto, no entanto, contudo, todavia, não obstante. Veja a sugestão de reescrita a seguir: "Hoje eu acordei meio roxo, contudo fui amarelando lá pro fim da tarde." GABARITO 24 Resposta E Resolução A vírgula poderia ser substituída pela conjunção aditiva e, pois está conectado orações coordenadas. “Deu com a porta da rua aberta e correu até o portão: (...)” 21