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Prévia do material em texto

Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 1
TEXTO 1
Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, (01) necessitamos de
informação para sobreviver, como necessitamos de alimento (02), calor ou contato social.
Nas ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza
de um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite não
apenas (06) prever como também (06) controlar os acontecimentos de nosso meio. Previsão
e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos organismos mais
simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial porque (07) os fenômenos que
nos rodeiam são complexos e cambiantes e, portanto, (07) ainda mais incertos do que os que
afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade atual, como consequência
da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de mudança em todos os setores
da vida. Um traço característico de nossa cultura da aprendizagem é que, em vez de (08)
ter de buscar ativamente a informação com que alimentar nossa ânsia de previsão e controle,
estamos sendo abarrotados, superalimentados de informação, na maioria das vezes em formato
fast food (03). Sofremos uma certa obesidade (04) informativa, consequência de uma dieta
(05) pouco equilibrada.
Juan Ignácio Pozo. Aprendizes e mestres. (Fragmento.)
QUESTÃO 1
Sobre o modo como se relacionam as ideias no texto, é correto afirmar:
( ) A comparação é um dos recursos empregados pelo autor no início do texto.
( ) As expressões “não apenas ... como também” (06) relacionam argumentos contrários
entre si.
( ) Na frase (07), as palavras “porque” e “portanto” introduzem, respectivamente, uma
causa e uma conclusão.
( ) A expressão “em vez de” (08) pode ser substituída por “não obstante”, sem que se
modifique o sentido do texto.
a) F - V - V - F
b) V - V - F - V
c) V - F - V - F
d) F - V - V - V
e) F - F - V - V
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 2
Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte anos, o amor da Pátria tomou-o todo inteiro. Não
fora o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma pensou, ou melhor, o que o patriotismo o fez pensar, foi um
conhecimento inteiro do Brasil, levando-o a meditações sobre os seus recursos, para depois então apontar
os remédios, as medidas progressivas, com pleno conhecimento de causa.
[...]
Logo aos dezoito anos quis fazer-se militar; mas a junta de saúde julgou-o incapaz. Desgostou-se, sofreu,
mas não maldisse a Pátria. O ministério era liberal, ele se fez conservador e continuou mais do que nunca
1
a amar a “terra que o viu nascer”. Impossibilitado de evoluir-se sob os dourados do exército, procurou a
administração e dos seus ramos escolheu o militar.
Era onde estava bem. No meio de soldados, de canhões, de veteranos, de papelada inçada de quilos de
pólvora, de nomes de fuzis e termos técnicos de artilharia, aspirava diariamente aquele hálito de guerra,
de bravura, de vitória, de triunfo, que é bem o hálito da Pátria.
(Lima Barreto, Triste Fim de Policarpo Quaresma. Adaptado)
QUESTÃO 2
O sentido que contém as informações do período - Não fora o amor comum, palrador e vazio; fora um
sentimento sério, grave e absorvente. - está corretamente indicado na seguinte reescrita:
a) Não fora o amor comum, palrador e vazio; mas um sentimento sério, grave e absorvente.
b) Não fora o amor comum, palrador e vazio; portanto um sentimento sério, grave e absorvente.
c) Não fora o amor comum, palrador e vazio; como um sentimento sério, grave e absorvente.
d) Não fora o amor comum, palrador e vazio; nem um sentimento sério, grave e absorvente.
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 3
A saúde na era do jogo digital
Com a popularização intensa dos jogos digitais, surgem vários questionamentos sobre a forma como
eles nos afetam e sobre quais efeitos podem causar em nossa saúde.
Praticamente desde o surgimento dos primeiros jogos digitais comerciais, há questionamentos sobre os
seus supostos perigos. As perguntas vão se tornando mais numerosas à medida que a indústria cresce
e esses jogos se multiplicam na sociedade. As acusações vão desde provocar sedentarismo nos jovens a
causar danos à postura e, mais frequentemente, provocar comportamentos violentos. Entretanto, nenhuma
dessas acusações foi provada ainda de forma convincente por pesquisas científicas.
Talvez a preocupação mais recorrente seja com a relação entre jogos e violência. Embora tenha se
percebido que pessoas com temperamento violento tendem a preferir filmes, livros e jogos violentos, essa
relação não indica que é o jogo a fonte da violência.
Isso não significa dizer que não existem práticas de jogo problemáticas. Uma preocupação, comum a
muitos pais, é com o chamado “vício em jogos” – o jogo compulsivo durante longos períodos, negligenciando
outras atividades.
O acesso de menores a um determinado jogo deve, de fato, ser avaliado pelos pais e responsáveis; de
preferência, baseando-se na classificação indicativa em vigor no Brasil.
(Marcelo Simão de Vasconcellos. Em: http://cienciahoje.org.br. Adaptado)
QUESTÃO 3
Na passagem do 2º parágrafo – Entretanto, nenhuma dessas acusações foi provada ainda de forma
convincente por pesquisas científicas. –, a conjunção em destaque estabelece com as informações anteriores
uma relação de sentido de
a) oposição, contestando a ideia de que os jogos digitais afetam a saúde dos jovens.
b) adição, confirmando a ideia de que os jogos digitais promovem o desenvolvimento.
2
c) conclusão, reiterando a ideia de que os jovens correm sérios riscos com os jogos digitais.
d) explicação, recorrendo às pesquisas para orientar os jovens a afastarem-se dos jogos.
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 4
No Ceará é assim
Eu só queria
Que você fosse um dia
Ver as praias bonitas do meu Ceará
Tenho certeza
Que você gostaria
Dos mares bravios
Das praias de lá
Onde o coqueiro
Tem palma bem verde
Pertinho do céu
E lá nasceu a virgem do poema
A linda Iracema dos lábios de mel
Oh! Quanta saudade
Que eu tenho de lá
Oh! Quanta saudade
A jangadinha
vai no mar deslizando
O pescador
O peixe vai pescando
O verde mar ...
Que não tem fim
No Ceará é assim.
Carlos Barroso
QUESTÃO 4
No enunciado "O coqueiro tem palma verde e lá nasceu Iracema", a oração destacada é classificada
como oração coordenada sindética:
a) adversativa.
b) aditiva.
c) explicativa.
d) conclusiva.
3
QUESTÃO 5
Classifique as conjunções coordenativas destacadas nas frases abaixo:
A) Luiz Cláudio estudou e passou.
B) Luis Cláudio estudou, mas não passou.
C) Luiz Cláudio não estudou nem passou.
QUESTÃO 6
Procure unir as orações de cada um dos pares seguintes, utilizando uma conjunção coordenativa.
A) Este é um país rico. A maior parte de seu povo é pobre.
B) Fique descansado. Eu tomarei as providências necessárias.
C) Choveu durante a noite. As ruas estão molhadas.
QUESTÃO 7
Menina Thayara conta mitos indígenas em escolas públicas de Manaus
Curitibana e neta de índios guaranis, a menina vive atualmente em Manaus, onde se diverte narrando
histórias em escolas públicas.
Mas as apresentações têm uma pitada especial. Honrando o sangue de seus ancestrais, Thayara mostra a
magia das lendas e dos mitos indígenas para as crianças da Amazônia.
[...]
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 4 set. 2013 (adaptado).
No trecho “Mas as apresentações têm uma pitada especial”, o conectivo mas tem a função de:
a) adicionar uma informação ao texto.
b) condicionar as ações da narrativa.
c) contrastar duas ideias opostas.
d) explicar um ponto de vista.
QUESTÃO 8
Leia o fragmento da canção a seguir.
Chega de Saudade
texto adaptado – (Vinícius de Moraes)
Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
4
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque não posso mais sofrer
Chegade saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
Mas, se ela voltar
Se ela voltar
Que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que darei na sua boca [...]
Na canção, o uso da conjunção adversativa marca uma mudança significativa, do ponto de vista semântico,
de estado de ânimo doeu lírico. Marque o trecho que exemplifica essa mudança.
a) Que coisa linda!
b) Mas, se ela voltar.
c) Que sem ela não pode ser.
d) Porque não posso mais sofrer.
QUESTÃO 9
Leia o texto abaixo:
A importância do Consumo Consciente
O consumo incontrolável da sociedade vem trazendo muitas consequências negativas para o meio ambiente,
para a economia e para quem compra. Cada novo produto comprado representa um gasto adicional de
recursos naturais (como água, petróleo, energia, entre outros) e recursos humanos, o que pode levar a um
desequilíbrio ambiental.
Por esta razão, o consumo consciente, também chamado de consumo sustentável, é de extrema importância
para a mudança dos hábitos de consumo, bem como avaliar a necessidade do que consumimos bem como
os impactos dessa compra. Assim, podemos dizer que o consumo consciente é a busca por produtos e/ou
serviços ecologicamente corretos, a reciclagem e reutilização dos materiais, além da utilização dos bens
até o fim de sua vida útil. [...]
MARTINS, Caroline. A importância do Consumo Consciente. Trilho Ambiental. 02 de
setembro de 2019. Disponível em: <https://www.trilhoambiental.org/post/a-importancia-do-
consumo-consciente >. Acesso em: 24 maio 2021. Adaptado.
A conjunção “assim”, em destaque no texto, poderia ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:
5
a) Contudo.
b) Porquanto.
c) Portanto.
d) Pois.
QUESTÃO 10
Leia o primeiro verso do poema, analisando a conjunção presente.
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia [...]
MATOS, Gregório de. Seleção de Obras Poéticas. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=1827
Acesso em: 02 nov. 2023.
No trecho, a conjunção "e" pode ser substituída por:
a) nem.
b) mas.
c) pois.
d) logo.
QUESTÃO 11
Leia o texto.
Lixo espacial: os garis do Universo
No dia 11 de janeiro de 2007, a China lançou um míssil com um alvo certo: seu satélite meteorológico
Fengyun-1C, em órbita a 865 quilômetros de altitude. O objetivo dos chineses era exibir seu poderio
militar, mas o que fez os cientistas coçar a cabeça foram os milhares de pedaços de sucata espacial que a
explosão lançou ao redor da Terra – tornando 2007 o ano em que a humanidade mais poluiu sua órbita.
(www.super.abril.uol.com.br/tecnologia/lixo-espacial-garis-universo-447900.shtml)
De acordo com o texto,
a) os cientistas ficaram confusos com a quantidade de pedaços de sucata espacial que havia antes do
lançamento do míssil chinês.
b) é comum a existência de destroços na órbita terrestre, o que não preocupa nenhum país em seus
objetivos de pesquisa espacial.
c) embora o objetivo da China tenha sido alcançado, o resultado de sua ação, com a sucata espacial,
trouxe preocupações aos cientistas.
d) o objetivo da China era exibir seu poderio militar e isso foi alcançado, mesmo com a objeção dos
cientistas no que se refere ao lixo espacial.
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 12
6
Demorou, para dar com a avó em casa, que assim lhe respondeu, quando ela, toque, toque, bateu:
— Quem é?
— Sou eu. . . — e Fita-Verde descansou a voz. — Sou sua linda netinha, com cesto e pote, com a
fita verde no cabelo, que a mamãe me mandou.
Vai, a avó, difícil, disse:
— Puxa o ferrolho de pau da porta, entra e abre. Deus te abençoe.
Fita-Verde assim fez, e entrou e olhou.
A avó estava na cama, rebuçada e só. Devia, para falar agagado e fraco e rouco, assim, de ter apanhado
um ruim defluxo. Dizendo:
— Depõe o pote e o cesto na arca, e vem para perto de mim, enquanto é tempo.
Mas agora Fita-Verde se espantava, além de entristecer se de ver que perdera em caminho sua grande
fita verde no cabelo atada; e estava suada, com enorme fome de almoço
Ela perguntou:
— Vovozinha, que braços tão magros, os seus, e que mãos tão trementes!
— É porque não vou poder nunca mais te abraçar, minha neta. . . — a avó murmurou.
— Vovozinha, mas que lábios, aí, tão arroxeados!
— É porque não vou nunca mais poder te beijar, minha neta. . . — a avó suspirou.
— Vovozinha, e que olhos tão fundos e parados, nesse rosto encovado, pálido?
— É porque já não estou te vendo, nunca mais, minha netinha. . . — a avó ainda gemeu.
Fita-Verde mais se assustou, como se fosse ter juízo pela primeira vez. Gritou:
— Vovozinha, eu tenho medo do Lobo!. . .
Mas a avó não estava mais lá, sendo que demasiado
7
ausente, a não ser pelo frio, triste e tão repentino corpo.
(Guimarães Rosa, “Fita Verde no Cabelo”. Em: O Estado de S.Paulo, 08.02.1964)
QUESTÃO 12
Observe a passagem:
– Puxa o ferrolho de pau da porta, entra e abre. Deus te abençoe.
Fita-Verde assim fez, e entrou e olhou.
No texto, a repetição da conjunção “e”, em destaque, tem a função de
a) intensificar as ações apresentadas.
b) marcar oposição entre as orações.
c) indicar ações de causa e de efeito.
d) sugerir comparação entre as ações.
QUESTÃO 13
Leia o texto para responder a questão a seguir:
A música na escola
Pesquisadores e professores discutem, no Rio, uma proposta que pode mudar os currículos escolares: eles
querem que a música volte a ser uma disciplina obrigatória. (...) "A melhor coisa que a escola me deu foi
a música", diz uma aluna.
Mas é algo que nem toda escola tem. "Na minha outra escola não tinha música, agora eu chego aqui, tem
música, eu fico admirada", diz outra estudante.
A escola pública no bairro pobre do Rio tem até banda. Música já foi uma disciplina obrigatória nas
escolas brasileiras, mas a lei que regulamenta o ensino mudou e a música virou parte do conteúdo de uma
outra matéria, a educação artística, que também reúne o teatro e as artes plásticas. Trinta e três anos
depois da mudança, grupos se mobilizam e pedem a volta da música ao currículo escolar. É o que se
discute no Rio, em um seminário de pesquisadores e professores de música do país todo. "O país dito
como musical não pode prescindir de ter música também nas suas escolas", diz uma pesquisadora.
Fonte: Globo.com. www.netmusicos.com.br/artigo141.htm.
O uso da palavra MAS, no 2◦ parágrafo, estabelece uma relação de
a) confirmação do expresso por uma aluna, retratado no 1◦ parágrafo.
b) oposição à opinião expressa no 1◦ parágrafo.
c) comparação às assertivas do 1◦ parágrafo.
8
d) suposição ao exposto na fala da estudante.
QUESTÃO 14
Considere os três períodos abaixo:
I. O estado de saúde do menino piorou.
II. A família levou-o para atendimento médico.
III. O hospital estava lotado e não havia vaga para internação do enfermo.
Formando um só período com as orações expressas nas sentenças, assinale a alternativa que traz a correta
sequência das conjunções coordenativas que explicitam corretamente a relação de sentido entre elas.
a) mas - e
b) pois - portanto
c) logo - porque
d) por isso - entretanto
QUESTÃO 15
Classifique as conjuções coordenativas abaixo.
A) e, nem, não só...
B) mas, porém, todavia...
C) ora...ora, ou...ou...
D) logo, portanto, pois...
E) que..., porque...
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 16
Por causa de uma vírgula mal-encarada
E na tarde que o Dr. Feitosa de Castro, diretor das Águas e Encanamentos de São João da Laje, pediu que
o escrevente Porfírio Freixeiras retirasse certa vírgula de certo ofício, Freixeiras tremeu nos borzeguins*.
Espumou gramática, pronomes e crases. Em vinte anos de Águas e Encanamentos, de ofícios e pareceres,
nunca chefe algum, em tempo algum, mandou que ele extraísse essa ou aquela vírgula de seus escritos.
Com o papel na mão, ficou remoendo, remoendo, tira-a-vírgula, não-tira-a-vírgula. Até que tomou uma
decisão definitiva. Chegou juntoda mesa de Feitosa de Castro e expediu o seguinte ultimato:
– Ou o doutor deixa a vírgula ou eu peço transferência de repartição.
Feitosa, que era homem de pontos de vista firmados, foi claro:
– A vírgula sai e o distinto amigo também.
9
O resto veio no Diário Oficial. Vejam que barbaridade! Por causa de uma simples vírgula, de uma inútil
vírgula, Freixeiras foi redigir ofícios em Barro Amarelo, lugar que não dava a menor importância às
crases, quanto mais às vírgulas.
(José Cândido de Carvalho, Por que Lulu Bergantim não atravessou o Rubicon.
Adaptado)
*tremeu nos borzeguins: irritou-se, tremeu nas botas.
QUESTÃO 16
Observe:
— Ou o doutor deixa a vírgula ou eu peço transferência de repartição.
— A vírgula sai e o distinto amigo também.
No contexto em que estão empregadas, as conjunções ou e e estabelecem entre as orações, respectivamente,
sentido de:
a) condição e consequência.
b) exclusão e adição.
c) adversidade e causa.
d) alternância e tempo.
QUESTÃO 17
Leia a notícia a seguir:
Moradores registraram neste domingo (29) a tonalidade escura da água no trecho do rio Tietê que passa
por Salto, no interior de São Paulo.
O cenário chegou a preocupar os moradores por causa da mudança de cor da água.[...]
Não é a primeira vez que a água do rio Tietê fica escura. Em agosto de 2017, a mesma situação foi
registrada.
Além disso, um pouco antes, em novembro de 2014, o rio ficou com cor escura e provocou a morte de 40
toneladas de peixes, que foram retirados do córrego do Ajudante, um afluente que desagua no rio Tietê.
Neste sábado (28), após um mês de estiagem, foi registrada chuva em cidades do interior e na capital
do estado de São Paulo. Segundo o Satélite Somar da Defesa Civil Estadual de São Paulo, a chuva que
ocorreu é considerada uma das mais volumosas de 2021.
10
TV TEM. Moradores de Salto registram água preta no rio Tietê: ’Parece petróleo’.
G1. 29 de agosto de 2021. Disponível em: <https://g1.globo.com/sp/sorocaba-
jundiai/noticia/2021/08/29/moradores-de-salto-registram-agua-preta-no-rio-tiete-parece-
petroleo.ghtml>. Acesso em: 29 ago. 2021.
Releia o trecho abaixo:
“Além disso, um pouco antes, em novembro de 2014, o rio ficou com cor escura e provocou a morte
de 40 toneladas de peixes, que foram retirados do córrego do Ajudante, um afluente que desagua no rio
Tietê.”
Em relação a ideia expressa no parágrafo anterior, o trecho destacado tem o sentido de
a) contraste
b) identidade.
c) igualdade.
d) concessão.
e) inclusão.
QUESTÃO 18
Em relação à classificação das conjunções coordenativas destacadas, coloque C para certo ou E para
errado. A seguir, assinale a sequência correta.
( ) O pai muito chateado disse a filha que não aprovava nem permitiria o casamento dela. (alternativa)
( ) Não brinque com arma de fogo, que pode ser perigoso.(explicativa)
( ) Você já estudou bastante, contudo precisa se concentrar mais. (adversativa)
( ) Ora você chora, ora você ri, a vida sempre continua.(aditiva)
a) E − C − C − E
b) C − E − C − E
c) C − C − E − C
d) E − C − C − C
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 19
Pequenas grandes mulheres
A esta altura acho que todo mundo concorda: a ginasta Daiane dos Santos e as moças da seleção brasileira
de futebol feminino são as derrotadas mais vitoriosas da Olimpíada de Atenas.
A primeira porque deu ao país e ao mundo uma lição de grandeza e sobriedade ao recusar as lamentações,
as desculpas e as lágrimas, dizendo simplesmente: "Errei. Isso acontece no esporte".
As câmeras ávidas pelo espetáculo do martírio e da catarse não tiveram o que mostrar, senão a imagem
límpida e serena daquela pequena grande mulher consciente de seu imenso valor, mas também de sua
falibilidade humana.
11
As garotas do futebol, por sua vez, mostraram uma garra e um talento que surpreenderam a todos, até
mesmo aos que seguem mais ou menos de perto o futebol feminino.
O fato de terem jogado a final contra os Estados Unidos dá à sua saga uma aura simbólica. Poucas vezes
ficaram expostos tão claramente os contrastes entre as condições materiais dos dois países. A luta de
nossas jogadoras, dentro de campo, contra esse descompasso estrutural foi uma das coisas mais belas e
comoventes dos últimos tempos.
Confesso que, antes da Olimpíada, eu tinha uma simpatia apenas teórica, de princípio, pelo futebol
feminino. Como a maioria dos brasileiros, não via muita graça nos jogos entre mulheres.
Pois bem. Marta, Formiga, Cristiane, Pretinha, Rosana e companhia me conquistaram plenamente.
Poucas vezes na vida vibrei e torci tanto quanto na final de anteontem. E garanto que não foi por
paternalismo, condescendência ou compaixão, e sim pelo que elas jogaram.
Não vou repisar o que todo mundo já leu ou ouviu a respeito das precárias circunstâncias em que nossas
futebolistas praticam, ou tentam praticar, o seu ofício.
Como bem escreveu Mário Magalhães ontem neste espaço, a seleção feminina de futebol é a cara do
Brasil.
Mas não é só a cara do Brasil que está aí, com todas as suas enormes distorções, carências e injustiças. É
também a cara do Brasil que pode vir a existir, um país construído com arte, empenho e solidariedade.
Mais do que apenas treinar essas moças, o que o técnico Renê Simões fez foi ajudá-las a descobrir em si
mesmas seu valor e suas possibilidades até então adormecidas. Talvez seja isso o que elas, sem palavras,
apenas com o seu jogo, tenham feito também pelas mulheres pobres e batalhadoras deste país.
A mensagem que elas escreveram com os pés é clara: a despeito das adversidades, da exclusão social,
da indiferença das elites e da apatia das massas, é possível construir um destino diferente daquele que
traçaram para nós os deuses do Olimpo ou do Fundo Monetário Internacional.
É a luta da vontade humana contra a dureza do mundo. Por enquanto, a bola está batendo na trave.
Com um pouco mais de treino e perseverança talvez ela entre no gol.
COUTO, José Geraldo. Folha de S.Paulo, 28 ago. 2004.
Glossário:
• Sobriedade: moderação, equilíbrio emocional.
• Ávidas: ansiosas.
• Martírio: sofrimento intenso.
• Catarse: purificação; liberação de emoções ou tensões reprimidas.
12
• Falibilidade: qualidade daquele que pode falhar, errar.
• Saga: história rica em incidentes; aventura desafiadora.
• Aura: brilho, glória.
• Condescendência: ato de ceder ao apelo de alguém ou de uma situação.
• Compaixão: pena, dó.
• Repisar: repetir.
• Ofício: profissão.
• Distorções: alterações; mudanças em relação à direção ou intenção esperadas.
• A despeito de: apesar de.
• Adversidades: dificuldades; infelicidades, aborrecimentos.
• Apatia: falta de interesse, de emoção ou de sensibilidade.
QUESTÃO 19
Normalmente, a conjunção e expressa uma relação de adição. No 7º parágrafo, encontramos quatro
ocorrências desse termo. Em qual delas, claramente, a conjunção não possui valor aditivo? Copie o
trecho, substituindo a conjunção por outra de valor equivalente e indicando a relação de sentido que
estabelece.
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 20
O Vilares
Havia, no colégio, três companheiros desagradáveis. Um deles era o Vilares. Menino forte, cara
bexigosa, com um modo especial de carregar e de franzir as sobrancelhas autoritariamente.
Parecia ter nascido para senhor do mundo. No recreio queria dirigir as brincadeiras e mandar em todos
nós. Se a sua vontade não predominava, acabava brigando e desmanchava o brinquedo. Simplesmente
insuportável. Ninguém, a não ser ele, sabia nada; sem ele talvez não existisse o mundo. Vivia censurando
os companheiros, metendo-se onde não era chamado, implicando com um e com outro, mandando sempre.
(...)
Não tinha um amigo. A meninada do curso primário movia-lhe a guerra surda. E, um dia, os
mais taludos se revoltaram e deram-lhe uma sova. Foi um escândalo no colégio. O vigilante levou-os ao
gabinete do diretor. O velho Lobato repreendeu-os fortemente. Mais tarde, porém, chamou o Vilares e o
repreendeu também. Eu estava no gabinete e ouvi tudo.
— É necessário mudar esse feitio, menino.Você, entre os seus colegas, é uma espécie de galo de
terreiro. Quer sempre impor a sua vontade, quer mandar em toda a gente. Isso é antipático. Isso é feio.
Isso é mau. Caminha-se mais facilmente numa estrada lisa do que numa estrada cheia de pedras e buracos.
Você, com essa maneira autoritária, está cavando buracos e amontoando pedras na estrada de sua vida.
E, continuando:
— Você gosta de mandar. Mas é preciso lembrar-se de que ninguém gosta de ser mandado. Desde
que o mundo é mundo, a humanidade luta para ser livre. O sentimento de liberdade nasce com o homem
e do homem não sai nunca. É um sentimento tão natural, que os próprios irracionais o possuem. E louco
13
será, meu filho, quem tiver a pretensão de modificar sentimentos dessa ordem. Ou você muda de feitio,
ou você muito terá que sofrer na vida1.
CORREA, Viriato. Cazuza. São Paulo, Editora Nacional.
QUESTÃO 20
Observe a conjunção destacada no trecho a seguir.
"Ou você muda de feitio, ou você muito terá que sofrer na vida." (ref. 1)
As palavras destacadas são conjunções. Que relação o uso dessas orações indica entre as orações?
QUESTÃO 21
Soneto XIII
Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
BILAC, Olavo. Soneto XIII. Poesias. Via Láctea. 1888. Disponível em: https://www.academia.org.br/academicos/olavo-
bilac/textos-escolhidos. Acesso em: 19 nov. 2023.
Qual conjunção pode substituir a expressão destacada?
a) Assim.
b) Então.
c) Contudo.
d) Portanto.
QUESTÃO 22
Observe:
I. Eu posso reclamar, ___ estou na minha razão.
II. Houve avanços na negociação entre trabalhadores e empresários, ___ a situação ainda não foi
resolvida.
III. Apiedei-me da borboleta caída no chão, tomei-a na palmada mão ___ fui depô-la no peitoril da
janela.
IV. Não desista de seus sonhos, ___ eles são plenamente realizáveis.
Assinale a alternativa com os tipos de conjunções coordenativas que preenchem, correta e respectivamente,
as lacunas das frases acima.
a) explicativa, adversativa, aditiva, explicativa
14
b) aditiva, explicativa, adversativa, adversativa
c) adversativa, adversativa, aditiva, explicativa
d) explicativa, aditiva, explicativa, adversativa
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 23
Leia um parágrafo da história "O meu amigo pintor".
Era pra ele morrer só quando fosse velhíssimo1, mas ele era um artista, um pintor (olha só o pincel na
mão dele), tinha mania de viver pensando em cor. Acordava e, em vez de dizer feito todo o mundo, eu
estou triste3, eu estou contente, ele falava: hoje estou roxo, hoje eu fiquei tão amarelo, hoje eu acordei
meio roxo, mas2 fui amarelando lá pro fim da tarde. Pra ele, a coisa que tinha mais cor-de-morte era o
nevoeiro.
BOJUNGA, Lygia. O meu amigo pintor. 22.ł ed. Rio de Janeiro: Editora Casa Lygia
Bojunga, 2006, p. 27.
QUESTÃO 23
Reescreva o trecho a seguir substituindo a conjunção destacada por outra, sem alterar o sentido e
mantendo a correção:
"Hoje eu acordei meio roxo, mas (ref. 2) fui amarelando lá pro fim da tarde."
Utilize o conteúdo a seguir para responder à questão 24
TEXTO 1
Fuga
Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala2, fazendo um
barulho infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava
fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
— Pois então para de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras6 , no ato de juntar do chão suas coisinhas,
enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas,
um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá
dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado
num barbante.
15
A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante3 1 4. De repente, o pai olhou ao redor e não
viu o menino4 . Deu com a porta da rua aberta9 , correu até o portão7 :
— Viu um menino saindo desta casa?13 — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro
lado da rua1 1, sentado no meio-fio.
— Saiu agora mesmo com uma trouxinha1 — informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro5 . A
trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de
biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o
passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia a
distância.
— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino,
assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
— Que susto você me passou, meu filho1 2 — e apertava-o contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. — Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o
caso de lhe dar umas palmadas.
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.
— Me larga8 . Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e
retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando1 5.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou1 0.
SABINO, Fernando. Fuga. In: SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro:
Record, 2008.
QUESTÃO 24
No período “Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão: (...)” – (ref. 7) – a vírgula presente
nessa frase poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, pela seguinte conjunção:
a) todavia.
16
b) mas.
c) pois.
d) já que.
e) e.
GABARITO 1
Resposta
C
Resolução
A expressão “não apenas... como também” estabelece uma relação de adição entre os argumentos
apresentados, não de oposição, como sugeriu a afirmativa. A expressão “em vez de” possui o sentido de
“no lugar de”, diferentemente de “ao invés de”, que assume sentido de “o contrário de”. Sendo assim, a
expressão não pode ser substituída por “não obstante”, que apresenta oposição de ideias.
GABARITO 2
Resposta
B
Resolução
A conjunção "portanto" expressa conclusão, sendo esta a opção correta sem alterar o sentido da oração.
GABARITO 3
Resposta
A
Resolução
A conjunção “Entretanto” estabelece com as informações anteriores uma relação de sentido de oposição.
Ela é usada para indicar uma contraposição ou oposição em relação ao que foi mencionado anteriormente.
No contexto do parágrafo, o autor apresenta preocupações e acusações relacionadas aos jogos digitais e, em
seguida, introduz a conjunção “Entretanto” para indicar que, apesar dessas preocupações, nenhuma das
acusações foi provada de forma convincente por pesquisas científicas. Isso cria uma relação de oposição,
destacando a falta de evidências para apoiar as alegações em relação aos jogos digitais.
GABARITO 4
Resposta
B
Resolução
O termo "e" indica adição; logo, é uma oração coordenada sindética aditiva.
GABARITO 5
Resposta
VEJA A RESOLUÇÃO
Resolução
A) Aditiva.
B) Adversativa.
17
C) Aditiva.
GABARITO 6
Resposta
VEJA A RESOLUÇÃO
Resolução
A) Este é um país rico, mas a maior parte de seu povo é pobre.
B) Fique descansado que eu tomarei as providências necessárias.
C) Choveu durante a noite, porque as ruas estão molhadas.
GABARITO 7
Resposta
A
Resolução
No trecho “Mas as apresentações têm uma pitada especial”, o conectivo mas tem a função de: adicionar
uma informação ao texto. A conjunção "mas" é frequentemente empregada para estabelecer um
contraste ou uma oposição entre duas ideias. No entanto, neste contexto, ela está sendo usada para
acrescentar uma informação adicional que destaca a singularidade ou particularidade dasapresentações
da Menina Thayara.
GABARITO 8
Resposta
B
Resolução
A alternativa está correta porque é a única que apresenta um trecho da canção que contenha uma
conjunção de cunho adversativo – “mas” –, cujo uso provoca a “mudança significativa, do ponto de vista
semântico, de estado de ânimo” do eu-lírico apontada pelo enunciado.
GABARITO 9
Resposta
C
Resolução
“Assim” e “portanto” são conjunções conclusivas, sendo assim, a substituição estaria adequada e manteria
a coesão e coerência no texto.
GABARITO 10
Resposta
B
Resolução
No trecho, a conjunção "e" pode ser substituída por: mas. A vírgula antes da conjunção "e" indica o
caráter de oposição, e não de soma. Sendo assim, a conjunção mais adequada para a substituição, sem
alteração de sentido é mas.
GABARITO 11
18
Resposta
C
Resolução
Embora o objetivo da China tenha sido alcançado, o resultado de sua ação, com a sucata espacial, trouxe
preocupações aos cientistas.
“O objetivo dos chineses era exibir seu poderio militar”, foi alcançado porque colocaram seu satélite em
órbita; o uso da conjunção adversativa “mas” e os vocábulos “coçar a cabeça” indicam a preocupação
dos desdobramentos da ação com o lixo espacial.
GABARITO 12
Resposta
A
Resolução
No texto, a repetição da conjunção “e”, em destaque, tem a função de intensificar as ações
apresentadas. Trata-se de uma conjunção coordenativa. Quando usa repetidamente pode indicar a
intensificação de ações, reforçando como tudo ocorreu na história.
GABARITO 13
Resposta
B
Resolução
No fragmento apresentado, o "mas" está se opondo à ideia de incluir a música no currículo escolar, dizendo
que toda escola tem. Trata-se de uma conjunção coordenativa adversativa.
GABARITO 14
Resposta
D
Resolução
É correta a alternativa que indica as conjunções coordenativas por isso e entretanto. Isso, porque ao
formar um só período com as orações apresentadas, tem-se uma relação conclusiva entre a I e a II –
mediada pela conjunção por isso; e uma relação adversativa entre a II e a III – mediada pela conjunção
entretanto.
GABARITO 15
Resposta
VEJA A RESOLUÇÃO
Resolução
A) Aditivas.
B) Adversativas.
C) Alternativa.
D) Conclusiva.
E) Explicativa.
19
GABARITO 16
Resposta
B
Resolução
Exclusão: a conjunção “ou ... ou” dá sentido de exclusão, pois só pode ser possível uma ação; e adição:
a conjunção e demonstra que as duas ações serão realizadas (ideia de adição).
GABARITO 17
Resposta
E
Resolução
O termo destacado é uma conjunção coordenativa aditiva, ou seja, é responsável pela união entre duas ou
mais orações com a intenção de exprimir ideia de acréscimo ou adição de uma informação.
GABARITO 18
Resposta
A
Resolução
A alternativa A é que indica corretamente a classificação das conjunções coordenativas destacadas. “Nem”
não é uma conjunção alternativa, mas aditiva; enquanto “Ora. . . ora” não e uma conjunção aditiva, mas
alternativa. As demais indicadas – “que” como explicativa e “contudo” como adversativa” – estão corretas.
GABARITO 19
Resposta
VEJA A RESOLUÇÃO
Resolução
Como o segmento “E garanto que não foi por paternalismo, condescendência ou compaixão, e sim pelo
que elas jogaram.” apresenta uma contradição/oposição de ideias, deveria ser reescrito “(...), mas sim pelo
que elas jogaram” - com a troca do termo “e” pela conjunção “mas”.
GABARITO 20
Resposta
VEJA A RESOLUÇÃO
Resolução
As palavras destacadas são conjunções coordenativas alternativas.
Essas conjunções estabelecem, portanto, relação de alternância de situações que acontecem separadamente.
GABARITO 21
Resposta
C
Resolução
20
A conjunção "contudo" expressa uma ideia de oposição ou contraste, o que se alinha ao sentido de "no
entanto" na frase, indicando uma ressalva ou contraposição ao que foi dito anteriormente. As outras
opções não têm o mesmo sentido de contraste ou oposição.
GABARITO 22
Resposta
A
Resolução
É correta a alternativa que indica a sequência de conjunções explicativa, adversativa, aditiva, explicativa.
Na oração I, cabem os termos “porque” ou “pois”; na II, “mas”; na III, “e”; na IV, “porque” ou “pois”.
GABARITO 23
Resposta
VEJA A RESOLUÇÃO
Resolução
A conjunção "mas" é classificada em conjunção coordenativa adversativa, ou seja, introduz orações
coordenadas que exprimem ideia de oposição, contraste. Outros exemplos de conjunções desse tipo são:
porém, entretanto, no entanto, contudo, todavia, não obstante.
Veja a sugestão de reescrita a seguir:
"Hoje eu acordei meio roxo, contudo fui amarelando lá pro fim da tarde."
GABARITO 24
Resposta
E
Resolução
A vírgula poderia ser substituída pela conjunção aditiva e, pois está conectado orações coordenadas.
“Deu com a porta da rua aberta e correu até o portão: (...)”
21

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