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Professor Monqueiro O motor a diesel surgiu em 1892 com outro engenheiro alemão, Rudolph Diesel, sendo projetado para ser mais pesado e mais potente do que os motores a gasolina e utiliza óleo diesel, óleo pesado e modernamente o biodiesel como combustível. Quando de quatro tempos, seu funcionamento é similar ao do motor de centelha, porém, o combustível não é misturado ao ar durante a admissão e somente o ar é comprimido na fase de compressão. Modernamente, a taxa de compressão pode atingir a faixa de 12 a 24, elevando a pressão e a temperatura no final da fase de compressão a valores suficientes para espontaneamente iniciar a combustão do combustível injetado no final da fase de compressão. A alta pressão na combustão força o pistão para baixo como no motor de centelha. Nos motores de ignição por compressão (Diesel) o motor admite somente ar e, o mesmo, é comprimido a uma temperatura acima da temperatura de auto-ignição do combustível. A combustão é iniciada à medida que o combustível é injetado e entra em contato com o ar aquecido. Sendo assim elimina-se a vela de ignição e instala-se um injetor de combustível. Nos motores diesel não há risco de auto- ignição, pois o mesmo só comprime o ar. Sendo assim, este tipo de motor pode operar com taxas de compressão mais elevadas variando de 12 a 24. O processo de ignição de combustível dos motores a diesel começa quando o pistão se aproxima do PMS e continua durante a primeira parte do tempo de expansão. Portanto, o processo de combustão nesses motores ocorre em um intervalo mais longo. Sendo assim, o processo de combustão do ciclo Diesel ideal é aproximado como um processo de fornecimento de calor a pressão constante. video Funcionamento de um Motor Ciclo Diesel.avi Esse processo, ou seja, a combustão, é o único processo que diferencia o Ciclo Otto do Ciclo Diesel. Os outros três processos são idênticos. DIESEL O ciclo Diesel é executado em um sistema fechado pistão-cilindro. Portanto 𝒒𝒆 −𝒘𝟐−𝟑 = ∆𝒖𝟐−𝟑 𝒒𝒆 = 𝑷𝟐. 𝒗𝟑 − 𝒗𝟐 + 𝒖𝟑 − 𝒖𝟐 𝒒𝒆 = 𝒉𝟑 − 𝒉𝟐 = 𝒄𝒑. 𝑻𝟑 − 𝑻𝟐 𝒒𝒔 = 𝒖𝟒 − 𝒖𝟏 = 𝒄𝒗. 𝑻𝟒 − 𝑻𝟏 A eficiência térmica do ciclo é dada por: 𝜼𝒕 = 𝒘𝒄 𝒒𝒆 = 𝒒𝒆 − 𝒒𝒔 𝒒𝒆 = 𝟏 − 𝒒𝒔 𝒒𝒆 = 𝟏 − 𝒖𝟒 − 𝒖𝟏 𝒉𝟑 − 𝒉𝟐 𝜼𝒕 = 𝒘𝒄 𝒒𝒆 = 𝒒𝒆 − 𝒒𝒔 𝒒𝒆 = 𝟏 − 𝒒𝒔 𝒒𝒆 = 𝟏 − 𝒄𝒗. 𝑻𝟒 − 𝑻𝟏 𝒄𝒑. 𝑻𝟑 − 𝑻𝟐 = 𝟏 − 𝑻𝟒 − 𝑻𝟏 𝒌. 𝑻𝟑 − 𝑻𝟐 Como no ciclo Otto, a eficiência térmica do ciclo Diesel aumenta com a razão de compressão. Para avaliar a eficiência térmica nas equações anteriores necessita-se dos valores para u1, u4, h2 e h3 ou as temperaturas equivalentes nos principais estados do ciclo. Para uma dada temperatura inicial T1 e taxa de compressão r, a temperatura no estado 2 pode ser encontrada usando a seguinte relação isentrópica e dados vr 𝒗𝒓𝟐 = 𝑽𝟐 𝑽𝟏 . 𝒗𝒓𝟏 = 𝟏 𝒓 . 𝒗𝒓𝟏 𝑻𝟑 = 𝑽𝟑 𝑽𝟐 . 𝑻𝟐 = 𝒓𝒄. 𝑻𝟐 onde rc= re = (V3/ V2), chamado de razão de corte ou razão de injeção V1 = V4 e rc= (V3/ V2), pode-se ter as seguintes relações 𝑽𝟒 𝑽𝟑 = 𝑽𝟒 𝒙 𝑽𝟐 𝑽𝟐 𝒙 𝑽𝟑 = 𝑽𝟏 𝑽𝟐 𝒙 𝑽𝟐 𝑽𝟑 = 𝒓 𝒙 𝟏 𝒓𝒄 = 𝒓 𝒓𝒄 𝒗𝒓𝟒 = 𝑽𝟒 𝑽𝟑 . 𝒗𝒓𝟑 = 𝒓 𝒓𝒄 . 𝒗𝒓𝟑 Em uma análise de ar frio, as expressões apropriadas para avaliação de T2 e T4 são 𝑻𝟐 𝑻𝟏 = 𝑽𝟏 𝑽𝟐 𝒌−𝟏 = 𝒓𝒌−𝟏 𝑻𝟒 𝑻𝟑 = 𝑽𝟑 𝑽𝟒 𝒌−𝟏 = 𝒓𝒄 𝒓 𝒌−𝟏 Como no ciclo Otto, a eficiência térmica do ciclo Diesel aumenta com o aumento da taxa de compressão. Isso pode ser trazido simplesmente usando uma análise de ar frio. De acordo com um padrão de ar frio, a eficiência térmica do ciclo Diesel pode ser expressa como 𝜼 = 𝟏 − 𝟏 𝒓𝒌−𝟏 𝒙 𝒓𝒄 𝒌 − 𝟏 𝒌 𝒙 𝒓𝒄 − 𝟏 Diesel Otto rc= (V3/ V2) A relação mostrada na figura anterior é para condição de k = 1.4. Equação da eficiência térmica para o ciclo Diesel 𝜼 = 𝟏 − 𝟏 𝒓𝒌−𝟏 𝒙 𝒓𝒄 𝒌 − 𝟏 𝒌 𝒙 𝒓𝒄 − 𝟏 difere da Equação para o ciclo Otto apenas pelo termo entre parênteses, que para rc > 1 é maior que a unidade. Assim, quando a taxa de compressão é a mesma, a eficiência térmica do ciclo Diesel padrão de ar frio seria menor do que o padrão de ar frio Otto ciclo No ciclo Diesel de 2 tempos, a admissão e o escape ocorrem simultaneamente com a compressão e a expansão. No ciclo Diesel de 4 tempos, o óleo diesel é injetado na câmara de combustão no tempo de combustão. No início do processo de compressão de um ciclo Diesel padrão de ar que opera com uma taxa de compressão de 18, a temperatura é de 300 K e a pressão é de 0,1 MPa. A relação de corte para o ciclo é 2. Determine (a) a temperatura e a pressão no final de cada processo do ciclo, (b) a eficiência térmica, (c) a pressão efetiva média, em MPa. Dado Rar = 287 J/(kg.K) (a) A análise começa por determinar as propriedades em cada estado principal do ciclo. Com T1= 300 K, a Tabela fornece: u1 = 214.07 kJ / kg e vr1= 621.2. Para o processo de compressão isentrópica 1-2 𝒗𝒓𝟐 = 𝑽𝟐 𝑽𝟏 . 𝒗𝒓𝟏 = 𝟏 𝒓 . 𝒗𝒓𝟏 = 𝟔𝟐𝟏, 𝟐 𝟏𝟖 = 𝟑𝟒, 𝟓𝟏 Interpolando na tabela, temos T2= 898,3 K e h2 = 930,98 kJ / kg. Com a equação do gás ideal 𝒑𝟐 = 𝒑𝟏. 𝑻𝟐 𝑻𝟏 . 𝑽𝟏 𝑽𝟐 = 𝟎, 𝟏 𝑴𝑷𝒂 𝒙 𝟖𝟗𝟖, 𝟑 𝑲 𝟑𝟎𝟎 𝑲 𝒙𝟏𝟖 = 𝟓, 𝟑𝟗 𝑴𝑷𝒂 A pressão no estado 2 pode ser avaliada alternativamente usando a relação isentrópica, p2 = p1 (pr2/pr1). Uma vez que o Processo 2-3 ocorre a pressão constante, a equação de gás ideal do estado dá 𝑻𝟑 = 𝑽𝟑 𝑽𝟐 . 𝑻𝟐 = 𝒓𝒄. 𝑻𝟐 = 𝟐 𝐱 𝟖𝟗𝟖, 𝟑 𝐊 = 𝟏𝟕𝟗𝟔, 𝟔 𝐊 Interpolando na tabela para T3 = 1796,6 K , temos h3 = 1999.1 kJ / kg e vr3 = 3.97. Para o processo de expansão isentrópico 3-4 𝒗𝒓𝟒 = 𝑽𝟒 𝑽𝟑 . 𝒗𝒓𝟑 = 𝑽𝟒 𝑽𝟐 𝒙 𝑽𝟐 𝑽𝟑 𝒙 𝒗𝒓𝟑 = 𝒓 𝒓𝒄 . 𝒗𝒓𝟑 = 𝟏𝟖 𝟐 𝒙 𝟑, 𝟗𝟕 = 𝟑𝟓, 𝟕𝟑 Interpolando na tabela com vr4, nós obtemos u4 = 664,3 kJ / kg e T4 = 887,7 K. A pressão no estado 4 pode ser encontrada usando a relação isentrópica p4 = p3 (pr4/pr3) ou a equação de estado do gás ideal aplicada nos estados 1 e 4. 35,73 Com V4 = V1, a equação de estado do gás ideal 𝒑𝟒 = 𝒑𝟏. 𝑻𝟒 𝑻𝟏 . = 𝟎, 𝟏 𝑴𝑷𝒂 𝒙 𝟖𝟖𝟕, 𝟕 𝑲 𝟑𝟎𝟎 𝑲 = 𝟎, 𝟑 𝑴𝑷𝒂 (b) A eficiência térmica é encontrada usando 𝜼𝒕 = 𝒘𝒄 𝒒𝒆 = 𝒒𝒆 − 𝒒𝒔 𝒒𝒆 = 𝟏 − 𝒒𝒔 𝒒𝒆 = 𝟏 − 𝒖𝟒 − 𝒖𝟏 𝒉𝟑 − 𝒉𝟐 𝜼𝒕 = 𝟏 − 𝟔𝟔𝟒, 𝟑 − 𝟐𝟏𝟒, 𝟎𝟕 𝟏𝟗𝟗𝟗, 𝟏 − 𝟗𝟑𝟎, 𝟗𝟖 = 𝟎, 𝟓𝟕𝟖 𝒐𝒖 𝟓𝟕, 𝟖% (c) A pressão efetiva média escrita em termos de volumes específicos é O trabalho líquido do ciclo é igual ao calor líquido adicionado 𝑷𝑬𝑴 = 𝒘𝒄 𝒗𝟏 − 𝒗𝟐 = 𝒘𝒄 𝒗𝟏 𝟏 − 𝟏 𝒓 𝒘𝒄 = 𝒒𝟐−𝟑 − 𝒒𝟒−𝟏 = 𝒉𝟑 − 𝒉𝟐 − 𝒖𝟒 − 𝒖𝟏 𝒘𝒄 = 𝟏𝟗𝟗𝟗, 𝟏 − 𝟗𝟑𝟎, 𝟗𝟖 − 𝟔𝟔𝟒, 𝟑 − 𝟐𝟏𝟒, 𝟎𝟕 = 𝟔𝟏𝟕, 𝟗 𝒌𝑱 𝒌𝒈 O volume específico no estado 1 é 𝒗𝟏 = ഥ𝑹 𝑴 𝒙 𝑻𝟏 𝒑𝟏 = 𝟖, 𝟑𝟏𝟒 𝟎, 𝟎𝟐𝟖𝟗𝟕 𝑵.𝒎 𝒌𝒈.𝑲 𝒙 𝟑𝟎𝟎 𝑲 𝟏𝟎𝟓 𝑵 𝒎𝟐 = 𝟎, 𝟖𝟔𝟏 𝒎𝟑 𝒌𝒈 𝑷𝑬𝑴 = 𝒘𝒄 𝒗𝟏 𝟏 − 𝟏 𝒓 = 𝟔𝟏𝟕, 𝟗 𝒌𝑱 𝒌𝒈 𝟎, 𝟖𝟔𝟏 𝒎𝟑 𝒌𝒈 𝒙 𝟏 − 𝟏 𝟏𝟖 ≅ 𝟕𝟔𝟎 𝒌𝑵.𝒎 𝒎𝟑 = 𝟎, 𝟕𝟔𝑴𝑷𝒂 𝑹 = ഥ𝑹 𝑴 = 𝟖, 𝟑𝟏𝟒 𝑱 𝒎𝒐𝒍. 𝑲 𝟎, 𝟎𝟐𝟖𝟗𝟕 𝒌𝒈 𝒎𝒐𝒍 = 𝟐𝟖𝟔, 𝟗𝟕 𝑱 𝒌𝒈.𝑲 ≅ 𝟐𝟖𝟕 𝑵.𝒎 𝒌𝒈.𝑲 Um grupo Diesel Gerador de 4T de um navio mercante tem rotação de 750 RPM e relação de injeção (razão de corte)de 2,3. A relação de compressão é de 14 e o ar é aspirado da praça de máquinas a 35ºC e é alimentado para o motor por meio de um turbo alimentador a 1,4 bar absolutos. Cada cilindro do motor tem diâmetro de 185 mm e curso de 200 mm e o motor possui seis cilindros em linha. Determine a eficiência térmica teórica, o trabalho do ciclo, a potência teórica indicada do motor, o calor do ciclo e a pressão, o volume e a temperatura em cada ponto do ciclo. • Volume da câmara de combustão (V2) e volume total do cilindro (V1). P1=1,4bar = 140kPa, T1= 308K, d = 0,185m, curso = 0,2m, r = 14, re = 2,3 • Volume deslocado (cilindrada) e dado por: • Volume no final da injeção e volume no final do escape de gases 𝑽𝒅 = 𝝅 𝒙 𝒅𝟐 𝟒 𝒙 𝒄𝒖𝒓𝒔𝒐 = 𝟑, 𝟏𝟒 𝒙 𝟎, 𝟏𝟖𝟓𝟐𝟒 𝒙 𝟎, 𝟐 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟒 𝒎𝟑 𝒓 = 𝑽𝟏 𝑽𝟐 = 𝑽𝟐 + 𝑽𝒅 𝑽𝟐 → 𝑽𝟐 = 𝑽𝒅 𝒓 − 𝟏 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟒 𝟏𝟑 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟎𝟒𝟏𝟓𝒎𝟑 𝑽𝟏 = 𝑽𝟐 + 𝑽𝒅 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟒 + 𝟎, 𝟎𝟎𝟎𝟒𝟏𝟓 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟖𝟏𝟓𝒎𝟑 𝑽𝟑 = 𝑽𝟐. 𝒓𝒆 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟎𝟒𝟏𝟓𝒎𝟑𝒙 𝟐, 𝟑 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟎𝟗𝟓𝟒𝟓𝒎𝟑 𝑽𝟒 = 𝑽𝟏 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟖𝟏𝟓𝒎𝟑 • Temperatura e pressão no final da compressão. 𝑻𝟐 = 𝑻𝟏. 𝒓 𝒌−𝟏 = 𝟑𝟎𝟖 𝑲 𝒙 𝟏𝟒𝟏 ,𝟒−𝟏 = 𝟖𝟖𝟓 𝑲 = 𝟔𝟏𝟐 º𝑪 𝑷𝟐 = 𝑷𝟏. 𝒓 𝒌 = 𝟏𝟒𝟎 𝒌𝑷𝒂 𝒙 𝟏𝟒𝟏 ,𝟒 = 𝟓𝟔𝟑𝟐 𝒌𝑷𝒂 = 𝟓𝟔 𝒃𝒂𝒓 𝒎 = 𝑷𝟏. 𝑽𝟏 𝑹𝒂𝒓. 𝑻𝟏 = 𝟏𝟒𝟎 𝒌𝑵 𝒎𝟐 𝒙 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟖𝟏𝟓𝒎 𝟑 𝟎, 𝟐𝟖𝟕 𝒌𝑵.𝒎 𝒌𝒈.𝑲 𝒙 𝟑𝟎𝟖 𝑲 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟗 𝒌𝒈 𝑻𝟑 = 𝑽𝟑 𝑽𝟐 . 𝑻𝟐 = 𝒓𝒄. 𝑻𝟐 = 𝟐, 𝟑 𝐱 𝟖𝟖𝟓 𝐊 = 𝟐𝟎𝟑𝟓, 𝟓 𝐊 • O rendimento térmico teórico do ciclo Diesel. • Temperatura e pressão após a combustão. 𝜼 = 𝟏 − 𝟏 𝒓𝒌−𝟏 𝒙 𝒓𝒄 𝒌 − 𝟏 𝒌 𝒙 𝒓𝒄 − 𝟏 = 𝟏 − 𝟏 𝟏𝟒𝟏,𝟒−𝟏 𝒙 𝟐, 𝟑𝟏,𝟒 − 𝟏 𝟏, 𝟒 𝒙 𝟐, 𝟑 − 𝟏 = 𝟓𝟕, 𝟕𝟓% 𝑻𝟒 = 𝑻𝟏. 𝒓𝒆 𝒌 = 𝟑𝟎𝟖 𝑲 𝒙 𝟐, 𝟑𝟏 ,𝟒 = 𝟗𝟖𝟓 𝑲 = 𝟕𝟏𝟓 º𝑪 𝑷𝟒 = 𝑷𝟑. 𝑽𝟑 𝑽𝟒 𝒌 = 𝑷𝟐. 𝑽𝟑 𝑽𝟒 𝒌 = 𝟓𝟔𝟑𝟐 𝒌𝑷𝒂 𝒙 𝟎, 𝟎𝟎𝟎𝟗𝟓𝟒𝟓 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟖𝟏𝟓 𝟏,𝟒 𝑷𝟒 = 𝟒𝟒𝟖, 𝟕𝒌𝑷𝒂 = 𝟒, 𝟒𝟖𝟕 𝒃𝒂𝒓 • Calor da combustão, calor rejeitado dos gases de exaustão e trabalho do ciclo. • Verificação da eficiência térmica 𝑸𝟐−𝟑 = 𝒎. 𝒄𝒑. 𝑻𝟑 − 𝑻𝟐 = 𝟎, 𝟎𝟎𝟗 𝒌𝒈 𝒙 𝟏, 𝟎𝟎𝟔 𝒌𝑱 𝒌𝒈.𝑲 𝒙 𝟐𝟎𝟑𝟓, 𝟓 − 𝟖𝟖𝟓 𝑲 = 𝟏𝟎, 𝟒𝟏 𝒌𝑱 𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 𝑸𝟒−𝟏 = 𝒎. 𝒄𝒗. 𝑻𝟒 − 𝑻𝟏 = 𝟎,𝟎𝟎𝟗𝒌𝒈 𝒙 𝟎, 𝟕𝟏𝟖 𝒌𝑱 𝒌𝒈.𝑲 𝒙 𝟗𝟖𝟖 − 𝟑𝟎𝟖 𝑲 = 𝟒, 𝟑𝟗 𝒌𝑱 𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 𝑾𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 = 𝑸𝟐−𝟑 − 𝑸𝟒−𝟏 = 𝟏𝟎, 𝟒𝟏 − 𝟒, 𝟑𝟗 = 𝟔, 𝟎𝟐 𝒌𝑱 𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 𝜼 = 𝑾𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 𝑸𝟐−𝟑 = 𝟔, 𝟎𝟐 𝟏𝟎, 𝟒𝟏 = 𝟓𝟕, 𝟖% 1 rotação por minuto 1 rotação por 60 s Motor 4T 2 rotações 120 s Potência Indicada Teórica do Motor Potência Efetiva Teórica do Motor 𝑻𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 𝟒𝑻 = 𝟏𝟐𝟎 𝑹𝑷𝑴 = 𝟏𝟐𝟎 𝟕𝟓𝟎 = 𝟎, 𝟏𝟔 𝒔 𝑰𝑯𝑷 = 𝑾𝒄 𝒙 𝒏𝒄𝒊𝒍𝒊𝒏𝒅𝒓𝒐𝒔 𝑻𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 = 𝟔, 𝟎𝟐 𝒌𝑱 𝒙 𝟔 𝟎, 𝟏𝟔 𝒔 = 𝟐𝟐𝟓, 𝟕𝟓 𝒌𝑾 𝑩𝑯𝑷 = 𝑰𝑯𝑷 𝒙 𝜼𝒎𝒆𝒄â𝒏𝒊𝒄𝒐 = 𝟐𝟐𝟓, 𝟕𝟓 𝒌𝑾 𝒙 𝟎, 𝟗 = 𝟐𝟎𝟑, 𝟏𝟕𝟓 𝒌𝑾 • Pressão Média Efetiva Teórica 𝑷𝑴𝑬 = 𝑩𝑯𝑷 𝒙 𝑻𝒄𝒊𝒄𝒍𝒐 𝑽𝒅 𝒙 𝒏𝒄𝒊𝒍𝒊𝒏𝒅𝒓𝒐𝒔 = 𝟐𝟎𝟑, 𝟏𝟕𝟓 𝒙 𝟎, 𝟏𝟔 𝟎, 𝟎𝟎𝟓𝟒 𝒙 𝟔 = 𝟏𝟎𝟎𝟑, 𝟑𝟑 𝒌𝑷𝒂 = 𝟏𝟎 𝒃𝒂𝒓