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BIOLOGIA
BIOLOGIA A
ASSUNTO:
EMBRIOLOGIA
Embriologia 
Desenvolvimento embrionário humano 
PADRÃO GERAL DE DESENVOLVIMENTO 
• De uma maneira geral, animais apresentam 
seu desenvolvimento embrionário dividido em 
três fases: segmentação, gastrulação e 
organogênese.
SEGMENTAÇÃO 
• Durante o processo de segmentação, o embrião 
passa por diversas etapas, incluindo a 
formação da mórula, uma massa compacta que 
se assemelha a uma amora e é composta por 16 
a 32 pequenas células chamadas blastômeros. 
Após a conclusão da segmentação, o embrião se 
transforma em uma estrutura conhecida como 
blástula, que possui uma cavidade interna 
chamada blastocele e é composta por cerca de 
100 blastômeros. Nesse estágio, que é chamado 
de fase de segmentação, os humanos 
apresentam o momento ideal para obter 
células-tronco embrionárias totipotentes, que 
têm grande potencial em aplicações médicas 
variadas.
2. GASTRULAÇÃO 
 A gastrulação continua com as divisões celulares, 
embora num ritmo bem mais lento. Nesta fase, o 
embrião começa a aumentar de volume, e esse 
aumento é mantido até a idade adulta.
O processo de gastrulação caracteriza-se 
basicamente por:
1. aparecimento da cavidade digestiva primitiva, dita 
gastrocele ou arquênteron;
2. aparecimento do blastóporo, orifício do arquênteron, 
que originará o ânus ou a boca do embrião;
 3. aparecimento dos folhetos embrionários 
(endoderme, mesoderme e ectoderme).
FOLHETOS EMBRIONÁRIOS
 - Os folhetos embrionários ou folhetos germinativos 
são tecidos de características embrionárias, que se 
diferenciam nos tecidos adultos do organismo. Os 
folhetos embrionários correspondem a:
 - ectoderme, mais externa;
- mesoderme, intermediária, normalmente formada 
somente na organogênese, e podendo estar ausente;
- endoderme, mais interna.
3. ORGANOGENESE 
 A organogênese caracteriza-se pelo aparecimento 
dos primeiros tecidos já diferenciados e dos órgãos e 
sistemas. Ela se divide em:
1. Neurulação, quando o embrião assume a forma 
de neurulação, caracterizada pela formação de
— tubo nervoso
— MEsoderme
— Notocorda
2. ORGANOGENESE propriamente dita, caracterizada 
pelo surgimento de 
— primeiros tecidos adultos
— primeiros órgãos 
TIPOS DE ÓVULOS QUANTO A QUALIDADE DE VITELO 
1. ALÉCITO (SEM VITELO): Na maioria dos mamíferos, 
o óvulo é prat camente desprovido de vitelo, uma 
vez que a nutrição do embrião é basicamente 
placentária, podendo ser considerado como um 
óvulo alécito. Ocorrência: mamíferos pla- 
centários (eutérios).
2. OLIGOLECITO OU ISOLECITO: Possui pequena 
quantidade de vitelo, quase homogeneamente 
distribuído pelo citoplasma, Ocorrência: poríferos, 
cnidários, alguns platelmintos, nematel- mintos, 
alguns moluscos, equinodermos e proto- cordados 
(ascídia, anfioxo).
3. HETEROLECITO OU TELOLECITO COMPLETO
Possui quantidade mediana de vitelo, havendo 
nítida distinção entre polo animal, com menos 
vitelo e onde se localiza o núcleo, e polo 
vegetativo, com mais vitelo. Ocorrência: alguns 
platelmintos, alguns moluscos, anelídeos, alguns 
peixes e anfíbios
4. TELOLÉCITO COMPLETO OU MEGALÉCITO: Possui 
grande quantidade de vitelo, sendo bastante 
grande, também havendo nítida distinção entre 
o polo animal e polo vegetativo. O núcleo fica 
muito deslocado para o polo animal, numa região 
denominada cicatrícula, que é onde as clivagens 
ocorrerão na segmentação. Ocorrência: 
moluscos cefalópodes, alguns peixes, répteis, 
aves e mamíferos ovíparos (ornitorrinco, 
équidna).
5. CENTROLÉCITO: Possui grande quantidade de 
vitelo, ocupando praticamente toda a célula, 
ficando a porção do citoplasma sem vitelo 
reduzida a uma pequena região na periferia da 
célula e junto ao núcleo. Ocorrência: maioria dos 
artrópodes
SEGMENTAÇÃO
• O processo de segmentação consiste nas 
primeiras divisões mitóticas do zigoto (clivagens) 
e ocorre de tal maneira que não ocorre alteração 
no volume celular. Em outras palavras, a soma do 
volume de todas as células geradas na 
segmentação é igual ao volume inicial do próprio 
zigoto.
TIPOS DE SEGMENTAÇÃO 
1. SEGMENTAÇÃO HOLOBLÁSTICA OU TOTAL: A 
segmentação total ocorre em zigotos proveni- 
entes de óvulos com pequena quantidade de vite- 
lo, de maneira que ocorre segmentação em toda 
a extensão do ovo. Este tipo de segmentação 
ocorre nos óvulos alécitos, oligolécitos e 
heterolécitos.
2. SEGMENTAÇÃO MEROBLÁSTICA OU PARCIAL: Nos 
zigotos provenientes de óvulos com grandes 
quantidades de vitelo, algumas áreas dos óvulos não 
chegam sequer a sofrer segmentação, devido à 
enorme quantidade de vitelo. Assim, certas áreas do 
óvulo sofrem segmentação e outras não.
A segmentação parcial ocorre em óvulos telolécitos e 
centrolécitos. 
PROCESSO DE SEGMENTAÇÃO 
• A segmentação, de uma maneira geral, envolve 
três etapas: segmentação propriamente dita, 
mórula e blástula.
• A fase inicial é a de segmentação propriamente 
dita. Nela, ocorrem as clivagens, com a produção 
dos blastômeros. A primeira divisão ocorre num 
determinado plano, a segunda num plano perpen- 
dicular ao primeiro, a terceira num plano perpen- 
dicular aos dois primeiros.
• Quando o embrião possui cerca de 32 a 64 célu- 
las, assume a forma de uma massa 
aproximadamente esférica e multicelular 
semelhante a uma amora, assumindo o nome de 
mórula. A mórula apresenta exatamente o mesmo 
volume do zigoto inicial.
• Depois da mórula, começa a haver a entrada de 
líquido no embrião, o que leva ao surgimento de 
uma cavidade interna denominada blastocele, o 
que caracteriza a fase de blástula. Devido à 
entrada de água, o embrião aumenta de volume, 
Entretan- to, não há aumento no volume total de 
células, que ainda é o mesmo do zigoto.
ORGANOGENESE 
• A organogênese caracteriza-se pela 
diferenciação de tecidos a partir dos folhetos 
germinativos e pela reunião desses tecidos de 
modo a formarem órgãos.
• O processo de organogênese em sua fase 
inicial é denominado nêurula, e se caracteriza 
pela formação dos somitos mesodérmicos e 
pelo aparecimento da notocorda e do tubo 
neural nos cordados.
• Uma vez que essas estruturas são formadas, 
começa a diferenciação dos folhetos 
germinativos em tecidos adultos.
• Para compreender-se melhor o processo de 
organogênese, será descrito o processo no 
anfioxo, que por ser bastante simples auxilia 
a compreensão do processo nos vertebrados.
ASSUNTO:
BIOLOGIA MOLECULAR 
Biologia molecular 
Água, sais minerais, glicídios e lipídeos 
ÁGUA
1. É um excelente solvente
• usado para transportar substancias e para a 
excreção (urina)
2. Possui alto calor especifico
• ajuda na manutenção da temperatura, tanto 
em ectotermicos como em endotérmico 
3. Participam de muitas reações químicas
• hidrolise: a água é usada para quebrar outras 
molecular
• Quanto maior o metabolismo de um tecido, 
maior a proporção de agua. Logo, quanto mais 
novo for o indivíduo, maior a quantidade de 
água. 
CARBOIDRATOS
• São a principal fonte de energia da célula
CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS
1. Monossacarídeo: sao os menores e mais 
simples. Apresentam de 3 a 7 carbonos. 
Exemplo: trios, teatrões, pentose, hexose..
• desoxirribose: componente do RNA
• Ribose: componente do RNA
• Glicose: usada como fonte de energia
• Frutose: papel energético 
• Galactose: papel energético 
DISSACARIDEOS 
• Formados pela união de dois monossacarideos 
CLASSIFICAÇÃO DOS DISSACARÍDEOS 
1. SACAROSE: Glicose + glicose
• encontrada em muitos vegetais e abundante na 
cana de açúcar e beterraba. Papel energético 
2. LACTOSE: Glicose + galactose
• encontrada no leite. Papel energético
3. MALTOSE: glicose + glicose. Encontrado em alguns 
vegetais. Papel energético 
POLISSACARÍDEO
• São os maiores e mais complexos carboidratos 
encontrados na natureza. Insolúveis na agua 
geralmente
CLASSIFICAÇÃO DOS POLISSACARIDEOS 
1. AMIDO: polissacarídeo de reserva energética 
vegetal2. GLICOGÊNIO: polissacarídeo de reserva 
energética animal e dos fungos
3. CELULOSE: componente da parede celular
4. QUITINA: componente do exoesqueleto 
LIPÍDEOS 
• São a principal reserva energética do corpo
• isolante térmico
• Função estrutural: como na camada lipídica
• Hormonal: alguns hormônios sao lipídeos 
(TESTORESTONA, PROGESTERONA, 
ESTROGÊNIO)
CLASSIFICAÇÃO
1. Triglicerídeos: um glicerol unido a 3 cadeias de 
ácidos graxos
2. Esteroides: o colesterol é um esteroide 
COLESTEROL RUIM (LDL): pode causar 
aterosclerose 
COLESTEROL BOM (HDL): recolhe o excesso de 
colesterol 
CLASSE DOS LIPÍDEOS SIMPLES
1. Glicerídeos - óleos e gorduras. Reserva 
energética de animais e vegetais. As 
gorduras, nas aves e mamíferos, funcionam 
como isolante térmico, impedindo perda de 
calor na pele.
2. Cervídeos - ceras. Impermeabilização de 
superfícies sujeitas a desidratação 
3. Esteróis - cortisona, testosterona e 
progesterona - antialérgico, hormônios 
vegetais 
CLASSE DOS LIPÍDEOS COMPLEXOS
1. Fosfolipideos: principal componente da 
membrana celular 
Biologia molecular 
Enzimas e proteinas 
PROTEÍNAS 
• São polímeros de aminoácidos. No corpo dos 
animais sao as moléculas orgânicas mais 
abundantes
• Aminoácidos também chamados de peptídeos, 
sao as micromoleculas formadoras de 
proteinas. Naturalmente existem 20 tipos de 
aminoácidos
1. ESSENCIAIS: Fenilalanina, Valina, Triptofano, 
Treonina, Lisina, Leucina, Isoleucina, Metionina
2. NATURAIS: Glicina, Alanina, Serina, Cisteína 
Tirosina, Ácido aspártico, Glutamina, Prolina 
Histidina, Aspargina, Ácido glutâmico
3. SEMIESSENCIAL: arginina 
ESTRUTURA DOS AMINOÁCIDOS
• Apresentam um carbono alfa fazendo quatro 
ligações com: radical carboxila, amina, 
hidrogênio e um último radical que difere de 
aminoácido para aminoácido.
• Os aminoácidos se unem através de ligações 
peptídicas e formam um número imenso de 
proteínas diferentes que constroem os seres 
vivos
CLASSIFICAÇÃO DAS PROTEÍNAS
1. Simples: sao formadas por aminoácidos 
2. Conjugadas: sao formadas por aminoácidos 
unidos. 
ESTRUTURA DAS PROTEÍNAS 
1. Estrutura primaria: sequencia linear. 
2. Estrutura secundaria: alfa-hélice
3. Estrutura terciária: proteina longa que forma 
dobras
4. Estrutura quartenaria: associacao de varias 
cadeias polipeptidicas 
OBS: em algumas situações as proteinas podem 
sofrer desnaturação pelo calor, ph, 
detergentes,,, que é a perda de seu aspecto 
tridimensional
FUNCAO DAS PROTEÍNAS 
1. ESTRUTURAL (construção): proteinas constroem 
tensões, cartilagens e outras estruturas
2. ENZIMÁTICA: biocatalisadores que aceleram a 
velocidade das reações químicas
3. HORMONAL: como é o caso da insulina
4. ENERGÉTICA: Podem ser quebradas para a 
liberação de energia
5. TRANSPORTE DE GASES: como acontece com a 
hemoglobina no sangue
6. ABSORÇÃO DA LUZ: como é o caso da clorofila
7. RESISTÊNCIA AOS TECIDOS: como é o caso do 
colágeno 
8. CONTRAÇÃO MUSCULAR: como é o caso das 
proteinas actina e miosina
9. REVESTIMENTO E IMPERBEABILIZANTE: realizada 
pela queratina
10. COAGULAÇÃO DO SANGUE: é feita pelo 
fibrinogênio 
ENZIMAS 
• Com exceção de um pequeno grupo de 
moléculas de RNA (ácido ribonucleico) que 
apresentam função biocatalisadora, todas as 
enzimas são proteínas. As enzimas apresentam 
as seguintes características:
a) são proteínas biocatalisadoras;
b) diminuem a energia de ativação das reações
químicas;
c) aumentam a velocidade das reações químicas;
d) não se misturam aos produtos formados, isto é, 
não são consumidas nas reações químicas. São 
totalmente recuperadas no final das reações 
químicas. Uma mesma enzima pode ser reuti- 
lizada várias vezes;
e) são produzidas de acordo com informações 
contidas no DNA (DNA → RNA → ENZIMAS).
c) aumentam a velocidade das reações químicas;
d) não se misturam aos produtos formados, isto é, 
não são consumidas nas reações químicas. São 
totalmente recuperadas no final das reações 
químicas. Uma mesma enzima pode ser reuti- 
lizada várias vezes;
e) são produzidas de acordo com informações 
contidas no DNA (DNA → RNA → ENZIMAS)
CLASSIFICAÇÃO DAS ENZIMAS
• De acordo com o local de ação 
a) endocelulares: atuam nas mesmas células onde 
são produzidas;
b) ectocelulares: são produzidas nas células de uma 
região do corpo para trabalharem em outras 
partes. Exemplo: a amilase pancreática é produzida 
no pâncreas e atua no intestino. 
• E também de acordo com a composição química 
em: 
c) simples: são as enzimas formadas apenas por
aminoácidos, unidos por ligações peptídicas;
d) conjugadas: apresentam uma parte proteica 
(denominada apoenzima) e uma parte não proteica 
ou radical prostético (denominada coenzima).
CARACTERÍSTICAS DAS ENZIMAS 
1. ESPECIFICIDADE DE SUBSTRATO: As enzimas são 
específicas para um determinado tipo de 
substrato. Substrato é o nome dado à molécula 
que irá se encaixar e reagir na presença da 
enzima. Para cada enzima, normalmente, só 
existe um tipo de substrato. As enzimas 
apresentam pontos de encaixe denominados 
de centros ativos ou sítios ativos que se ligam 
temporariamente aos substratos, 
aproximando- -os e facilitando assim as 
reações. Os encaixes entre enzimas e 
substratos lembram os encaixes entre chave e 
fechadura porque são altamente específico
2. REVERSIBILIDADE DE ACAO: Enzimas são capazes 
de realizarem reações reversíveis, isto é, podem 
realizar reações de construção (anabolismo) de 
moléculas e também de quebra (catabolismo).
3. INIBIÇÃO COMPETITIVA: Algumas moléculas 
apresentam semelhanças nas suas formas com 
alguns tipos de substratos, competindo assim pelo 
sítio ativo de uma determinada enzima, po- dendo 
se encaixar na enzima e torná-la inibida (inativa). 
Em alguns casos, a inibição é reversível e, em 
outros, é irreversível. Alguns medicamentos atuam 
como inibido- res de enzimas, bloqueando reações 
químicas necessá- rias à reprodução de bactérias 
e evitando infecções.
ACAO INFLUENCIADA PELO PH: Para cada enzima, 
existe um pH ideal para se atingir o máximo da 
velocidade de reação. Mudanças leves acima ou 
abaixo do pH ideal provocam mudanças sensíveis 
na velocidade de reação, porém se o pH do meio 
for corrigido, a velocidade voltará ao normal. 
Mudanças de grande porte no pH podem provocar 
a desnaturação enzimática com perda do sítio 
ativo e inativação da enzima.
ACAO INFLUENCIADA PELA TEMPERATURA 
• Para cada enzima, existe uma temperatura 
ideal para se atingir o máximo da velocidade de 
reação. Nos seres hu- manos a temperatura 
está em torno de 36 a 37°C. Acima de 38°C, já 
estamos entrando num quadro de febre. Em 
algas que se desenvolvem em ambiente 
marinho nos polos, por exemplo, a temperatura 
de funcionamento das enzimas é muito baixa. 
Oscilações leves de temperatura podem provo- 
car queda da velocidade de reações e, se a 
temperatura for muito alta, poderá provocar 
desnaturação enzimática com perda de sítio de 
ligação e inativação da enzima. Para algu- mas 
enzimas, a intensidade de ação de uma enzima 
duplica ou triplica para um aumento de 10°C e 
reduz-se à terça parte a cada 10°C de 
diminuição de temperatura do meio.
Vírus 
VÍRUS - CARACTERÍSTICAS
• São seres extremamente simples na sua 
estrutura e composição 
1. ACELULARES: nao sao formados por células. O 
corpo proteico, denominado cápsula 
(capsídeo), que reveste e protege uma parte 
interna constituída por um ácido nucleico, 
DNA ou RNA. Pelo fato de os vírus possuírem 
material genético (DNA ou RNA), conclui-se 
que estes seres apresentam hereditariedade, 
portanto são capazes de passar suas 
informações aos descendentes
 BACTERIOFAFO: vírus parasita de bactérias 
2. AMETABOLICOS: nao possuem metabolismo 
próprio e por isso são obrigados a roubar 
metabolismo de células hospedeiras, sendo assim, 
classificados como parasitas intrace- lulares 
obrigatórios. 
OS VÍRUS APRESENTAM: 
a)Hereditariedade
b) Adaptação ao meio
c) Mutação
d) Reprodução por montagem de cápsulas
e) O mesmo código genético encontrado nas células
f) Evolução
CLASSIFICAÇÃO DOS VÍRUS 
1. DNA VÍRUS: são os que apresentam o DNA (uma 
hélice ou dupla-hélice) como material genético, por 
exemplo, o HPV, hepatite B e o bacteriófago (vírus 
que ataca bactéria).
2. RNAvírus: são os que apresentam RNA (uma hélice 
ou dupla-hélice) como material genético. Alguns 
vírus apresentam RNA e se reproduzem através da 
enzima RNApolimerase, fabricada pela célula 
hospedeira, sob o comando do vírus, como o vírus da 
gripe (influenza). Outros vírus portadores de RNA 
são classificados como RETROVÍRUS porque são 
capazes de comandar a produção de uma enzima 
viral, a transcriptase reversa, podendo assim 
realizar a retrotranscrição (transcrição reversa), 
como o vírus causador da AIDS, o HIV. A re- 
trotranscrição é a produção de DNA a partir de 
RNA. Reforçando: para ser retrovírus, é necessário 
ter RNA, transcriptase reversa e realizar a 
retrotranscrição.
SDNA
* capsula
proteica
↳>
fibras
proteicag
REPRODUÇÃO DOS VÍRUS 
• Para se reproduzir, um vírus pode atacar uma 
célula e provocar a morte celular, ciclo lítico, ou 
ainda se repro- duzir no interior da célula sem 
matá-la, ciclo lisogênico.
CICLO LÍTICO - ETAPAS
1. Fixação: o vírus, usando proteínas da cápsula, 
prende-se à célula hospedeira.
2. Injeção ou infecção: o vírus injeta o material 
genético viral no interior da célula hospedeira, 
infectando. a. A cápsula vazia não ataca outras 
células.
3. Montagem: nesta etapa o vírus produz cópias 
do seu material genético e proteínas para a 
montagem de novas cápsulas (capsídeos), sempre 
usando o metabolismo da célula hospedeira.
4. Lise(quebra): O vírus comanda a produção de 
enzimas que quebram as membranas das células 
hospedeiras, liberando os novos vírus. Todo esse 
processo, em alguns casos, pode durar menos de 
30 minutos e produzir em torno de duzentos 
descendentes. Quando um vírus só se reproduz 
por meio de ciclo lítico, é denominado virulento.
CICLO LISOGÊNICO 
• Quando um vírus se reproduz através de 
ciclo lisogênico (lisogenia = fusão de material 
genético), ocorre fusão de material 
genético do vírus e da célula hospedeira, 
sem que isso provoque a morte celular. Ao 
se reproduzir, a célula hospedeira reproduz 
também o material genético viral, 
transmitindo às células-filhas, que, então, já 
nascem contaminadas. Os vírus que se 
reproduzem por meio de ciclo lisogênico são 
chamados temperados (misturados).
REPRODUÇÃO DO HIV 
1. Ligação e entrada: O vírus liga-se às células 
CD4 do sistema imunológico humano através 
de proteínas na sua superfície. Após a ligação, 
o vírus funde-se com a membrana da célula e 
liberta o seu material genético no interior da 
mesma.
2. Transcrição reversa: Uma vez dentro da célula, 
o RNA do HIV é convertido em DNA através da 
enzima transcriptase reversa. Este DNA viral é 
então integrado no DNA da célula hospedeira.
3. Integração: O DNA viral integrado é chamado de 
provírus. Ele permanece no DNA da célula 
hospedeira, podendo permanecer inativo durante 
um tempo variável.
4. Transcrição e tradução: A célula hospedeira 
começa a transcrever e traduzir o DNA viral 
integrado, produzindo proteínas virais e material 
genético.
5. Montagem e libertação: As proteínas virais são 
montadas para formar novas partículas virais. 
Estas partículas são libertadas a partir da célula 
hospedeira e podem infetar outras células CD4.
6. Ciclo de infecção: O processo continua, com 
novas células CD4 sendo infetadas e o vírus a 
replicar-se, levando gradualmente à deterioração 
do sistema imunológico do hospedeiro.
GRIPE (INFLUENZA) 
• É uma doença encontrada, geralmente, em aves e 
mamíferos, causada por um RNAvírus envelopado 
(H1N1, H1N2, H1N3... etc). Nas aves, este vírus se aloja 
no intestino e se espalha através das fezes, sendo 
deixado na água, solo e vegetais, durante as 
migrações. Nos humanos, o vírus da gripe se aloja 
nas vias aéreas e se espalha através de gotículas 
expelidas em espirros e tosses que contaminam 
pessoas e objetos. O vírus da gripe já foi 
identificado em hu- manos, aves domésticas e 
selvagens, porcos, baleias, tigres e outros 
mamíferos. Os vírus da gripe que atacam humanos 
são diferentes dos que atacam aves e outros 
mamíferos, sendo provenientes de mutações. A 
gripe não é letal para a maioria das pessoas, porém 
o vírus pode sofrer mutações e se tornar letal. 
VIROIDES 
• São os menores causadores de doença conhecidos. 
São constituídos por fitas simples – RNA, circulares, 
fechadas e de pequeno tamanho (246 até 375 
nucleo- tídeos). Não apresentam uma cápsula 
proteica, o que difere dos vírus. Apresentam 
replicação do RNA no interior da célula hospedeira. 
Podem ser encontrados no interior de células 
vegetais superiores. Ao infectarem as células 
provocam doenças em plantações de frutas cítricas 
no Brasil.
ASSUNTO:
PROCARIONTES E EUCARIONTES 
Procariontes e eucariontes 
PROCARIONTES
• Nao possuem núcleo revestido pela cariomem- 
brana (membrana nuclear) 
• Nao possuem organelas membranosas 
espalhadas pelo citoplasma. Todos os 
procariontes são classificados dentro do Reino 
Monera, sendo seres unicelulares. 
• Não formam tecidos, nem órgãos.
• Alguns representantes do Reino Monera são: 
bactérias, cianobactérias (cianofíceas), 
riquétsias, clamídias e micoplasmas (PPLO = 
Pleuropneumonia-Like Organisms). Clamídias, 
riquétsias e micoplasmas são células parasitas. 
Cianobactérias (cianofíceas) são células 
autótrofas que realizam fotossíntese. 
• Bactérias são seres extremamente 
abundantes na natureza, podendo ser 
autótrofos, através de fotossíntese ou 
quimiossíntese, ou ainda heterótrofos, através 
de: simbiose, decomposi- ção, parasitismo, 
fermentação, entre outras.
• Bactérias parasitas causam doenças 
denominadas bacterioses, sendo combatidas 
através de vacinações e uso de antibióticos. 
Algumas bacterioses são: hanseníase, sífilis, 
tuberculose, blenorragia (gonorreia) e me- 
ningite meningocócica. 
 
• As cianobactérias (cianofíceas), também 
denomi- nadas algas azuis, são seres de vida 
livre, podendo se desenvolver em ambientes 
aquáticos, solos úmidos e sobre as rochas. Além 
de realizarem fotossíntese, são organismos 
pioneiros na colonização de ambientes em 
processo de sucessão ecológica. Estão entre os 
procariontes mais evoluídos e de maior tamanho, 
em- bora ainda microscópicos. Apresentam 
lamelas que são membranas que carregam 
clorofila, ficocianina e outros pigmentos que 
absorvem luz e participam da fotossíntese
• Cianobactérias nao possuem cloroplastos e nem 
leucoplasto. Por serem procariontes tambem 
nao possuem organelas,
• No citoplasma é possível encontrar ribossomos 
responsáveis pela síntese proteica
• O dna e rna fica disperso no interior do 
citoplasma 
CÉLULA BACTERIANA
Possuem:
• membrana plasmática lipoproteína que realiza 
permeabilidade seletiva 
• Mesossomo
• Parede celular que realiza proteção e 
sustentação 
• e, em algumas bactérias, ainda é possível ocorrer 
uma terceira camada de revestimento: uma 
cápsula gelatinosa de composição química 
variada. A presença de cápsula deixa a bactéria 
bastante protegida, o que dificulta a sua 
destruição por outras células.
• O citoplasma é preenchido por um gel (coloide), o 
hialoplasma, rico em água, proteínas, vitaminas, 
enzimas, lipídios e glicídios, sendo o local de 
ocorrência das reações do metabolismo. 
• No interior do hialoplasma, encontramos 
ribossomos realizando síntese proteica
• os ribossomos dos procariontes são menores do 
que os dos eucariontes e ambos são 
microscópicos. 
• Ainda no hialoplasma encontramos o nucleoide, 
região que concentra o principal material 
genético, DNA e RNA, não havendo membrana 
nuclear que os envolva, portanto o materialgenético está disperso. 
• É possível também encontrar um pequeno anel 
de DNA, denominado plasmídeo, que carrega 
alguns poucos genes relacionados à defesa da 
bactéria. Perceba que em nenhum momento a 
célula de um procarionte apresenta: retículo 
endoplasmático, lisossomo, Sistema complexo 
golgiense, mitocôndrias, centríolos ou plastos, 
pois estas estruturas só ocorrem em 
eucariontes. Presença de citoesqueleto.
EUCARIONTES 
São os seres vivos formados por células eucariotas, ou 
seja, células que apresentam núcleo revestido pela 
membrana nu- clear (cariomembrana) e o citoplasma é 
rico em organelas citoplasmáticas. Quatro Reinos são 
formados por seres eucarion- tes: Metazoa (animal), 
Metaphyta (vegetal), Fungi (fungos) e Protista 
(protozoários e algas eucariontes). As células eucariotas 
apresentam três compartimentos bem nítidos: 
membrana plasmática, citoplasma e núcleo. O núcleo é 
revestido pela cariomembrana (membrana nuclear) e 
carrega no seu interior: nucleoplasma (gel), cromatina 
(DNA associada a proteínas histonas) e nucléolo (RNAR). 
No citoplasma, são encontradas várias estruturas com 
funções específicas, resumidas no quadro a seguir e que 
serão estudadas detalhadamente nas próximas aulas. 
Células eucariotas ainda apresentam filamentos protei- 
cos de actina e microtúbulos de tubulina que dão 
movimento e atuam na manutenção da forma da célula, 
pois promovem sustentação interna. Esta rede de 
filamentos proteicos denomina-se citoesqueleto.
ENDOSSIBIOSE: é a teoria que explica como algumas 
organelas das células eucarióticas, como as mitocôndrias 
e os cloroplastos, podem ter surgido a partir da 
incorporação simbiótica de bactérias antigas. Isso 
resultou em uma relação benéfica em que as bactérias 
forneceram funções metabólicas essenciais às células 
hospedeiras, levando à evolução de células mais 
complexas.
ASSUNTO:
MEMBRANA PLASMÁTICA 
Membrana plasmática 
INTRODUÇÃO 
• É um revestimento presente em todas as 
células procariotas e eucariotas, ausente nos 
vírus. Realiza a seleção do material que pode 
entrar ou sair da célula, ou seja, realiza a 
permeabilidade seletiva. Possui constituição 
lipopro- teica e em alguns tipos celulares pode 
apresentar glicídios formando uma estrutura 
glicolipoproteica denominada gicocálice 
(glicocálix). É bastante elástica permitindo à 
célula realizar deformações como 
invaginações, evaginações e pseudópodos.
MODELO DO MOSAICO FLUIDO 
• estudo bioquímico revelou que a membrana é 
formada por uma bicamada de fosfolipídios 
que se deslocam continuamente sem perder o 
contato entre si. Ao longo da bicamada de 
fosfolipídios, encontramos proteínas que se 
apresentam superficialmente aderidas 
(proteínas extrínsecas) e outras que estão 
mergulhadas nos lipídios (proteína intrínseca 
ou transmembrana). 
PROTEÍNAS - FUNÇÕES 
• As proteínas da membrana também se 
deslocam ao longo da bicamada de fosfolipídio 
e apresentam muitas funções, como:
• formar canais para passagem de íons e 
moléculas; se encaixar e carregar íons e 
moléculas; ser receptora de moléculas 
sinalizadoras, como hormônios e, também, 
realizar reconhecimento de outras células. 
COLESTEROL - FUNÇÃO 
• As membranas de células animais também 
apresentam colesterol, um componente que 
apresenta função estrutural e ajuda a dar 
fluidez à membrana. O colesterol não está 
presente na membrana plasmática vegetal. Nos 
vegetais, a membrana plasmática apresenta o 
esteroide ESTIGMASTEROL. Pelo fato de as 
moléculas formadoras da membrana estarem 
em constante movimento (fluidez), dois 
cientistas,
OLIGOSSACARIDEOS 
• cadeias pequenas de açúcares interligados 
entre si e unidos às proteínas. Esses 
oligossacarídeos vão constituir o glicocálix.
ESPECIALIZAÇÕES DA MEMBRANA 
• Nas células de alguns tecidos, a membrana 
plasmá- tica apresenta modificações para 
realizar outras funções especiais.
MICROVILOSIDADES
 - Aparecem, por exemplo, no epitélio de revestimento 
interno do intestino delgado para aumentar a superfí- 
cie de absorção dos alimentos.
DESMOSSOMOS 
• São corpúsculos densos que aparecem na membra- 
na de células adjacentes na maioria dos tipos de 
tecidos epiteliais de revestimento, com a função de 
proporcio- nar coesão entre essas células.
• São formados por filamentos de proteínas que se 
depositam na membrana celular. Na célula vizinha, 
na mesma altura, ocorre a formação de uma 
estrutura igual. Os filamentos de proteínas das 
duas células se entrela- çam no espaço 
intercelular, formando pontos de grande aderência 
entre elas
INTERDIGITACOES 
 - A membrana plasmática de uma célula sofre, ao 
longo de sua superfície de contato com outra célula vi- 
zinha, uma série de invaginações (dobras da 
membrana para o lado interno da célula). A membrana 
da célula vizinha projeta-se para o interior dessas 
invaginações, formando interdigitações. Essas 
formações aumentam a superfície entre as duas 
células, facilitando o intercâm- bio de substâncias e 
possibilitando, ao mesmo tempo, maior coesão entre 
elas. As interdigitações são observadas em vários tipos 
de tecidos epiteliais de revestimento.
CILIOS E FLAGELOS 
• São expansões ou prolongamentos da membrana 
plasmática, formando filamentos dotados de 
contratibilidade e visíveis ao microscópio óptico 
(MO). 
• Dependendo da quantidade e do tamanho, 
podem- -se diferenciar em:
• cílios – são mais curtos e numerosos. Ocorrem em 
muitos protozoários, nas larvas de animais aquáticos, 
na epiderme das planárias, no epitélio de revesti- 
mento das vias aéreas dos mamíferos, no epitélio do 
oviduto humano, nos zoósporos das algas e fungos;
• flagelos – mais longos e em menor número. São ob- 
servados nos protozoários flagelados, nos esperma- 
tozoides de muitos animais, em vários tipos de algas, 
nos anterozoides dos musgos e das samambaias e 
algumas bactérias.
Fisiologia da membrana 
TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA
1. TRANSPORTE PASSIVO 
• Algumas moléculas podem atravessar a 
membrana plasmática, sem que haja gasto de 
energia, a favor do gradiente de concentração, 
passando do meio em que se encontram em 
maior concentração para o meio onde se 
encontram em menor concentração. São 
exemplos de transporte passivo: osmose, difusão 
simples e difusão facilitada.
• OSMOSE: difusão da agua 
— Osmose é o movimento passivo de água através de 
uma membrana semipermeável, indo de uma área de 
menor concentração de solutos para uma área de 
maior concentração, a fim de equilibrar as 
concentrações de solutos dos dois lados da 
membrana.
• DIFUSÃO SIMPLES (DIÁLISE)
— É a passagem de soluto, através da membrana 
plas- mática, do meio mais concentrado (hipertônico) 
para o meio menos concentrado (hipotônico), 
portanto a favor do gradiente de concentração, sem 
que ocorra gasto significativo de energia. Este 
fenômeno também é espontâneo e ocorre devido a 
uma diferença de concentração entre dois meios.
— DIFUSÃO FACILITADA 
• É a passagem de soluto do meio mais 
concentrado (hipertônico) para o meio menos 
concentrado (hipotônico), portanto a favor do 
Gradiente de concentração, sem que ocorra 
gasto significativo de energia e envolvendo a 
presença de proteínas carreadoras, as 
permeases. 
TRANSPORTE ATIVO 
• É a passagem de soluto, através da membrana 
plasmática, do meio menos concentrado 
(hipotônico) para o meio mais concentrado 
(hipertônico), portanto contra gradiente de 
concentração, envolvendo obrigatoriamente 
gasto de energia do metabolismo celular
BOMBA SÓDIO E POTÁSSIO 
• bomba de sódio e potássio é uma proteína 
presente nas membranas celulares que regula 
ativamente os níveis de sódio e potássio dentro 
e fora das células. Ela transporta sódio para 
fora da célula e potássio para dentro, 
consumindo energia na forma de ATP. Esse 
processo mantém o equilíbrio eletroquímico 
necessário para funções celulares, como 
transmissão nervosae contração muscular.
ALTERAÇÃO NO VOLUME DAS CÉLULAS
1. PLASMÓLISE: Quando uma célula é colocada num meio hi- pertônico, portanto mais concentrado, 
passa a perder água por osmose, diminuindo seu volume total. Essa retração do volume celular 
recebe o nome de plasmólise e a célula re- cebe o nome de plasmolisada. 
2. TURGIDA: Quando a célula é colocada num meio hipotônico, portanto menos concentrado, passa a 
ganhar água por osmose e aumentar seu volume. Esse ganho de volume celular recebe o nome de 
deplasmólise ou turgência (turgescência) e a célula é denominada de cheia ou túrgida. 
Para hemácias, existem termos especiais para identificar alterações do seu volume. A concentração 
interna de NaCl na hemácia é de 0,9%. Quando uma hemácia é colocada num meio mais concentrado, 
hipertônico, passa a perder água, por osmose, e retrair o seu volume. Essa retração de volume da 
hemácia chama-se crenação e nada mais é do que uma plasmólise. Por outro lado, se co- locarmos 
hemácias em uma solução menos concentrada, hipotônica, haverá ganho de água por osmose e o 
volume da célula aumentará, ou seja, ocorrerá turgência. Se a hemácia permanecer muito tempo em 
meio hipotônico, ganhará muita água, por osmose, e isso pode provocar o rompimento da membrana 
plasmática e a destruição celular. A destruição da hemácia pelo ganho excessivo de volume recebe o 
nome de hemólise e nada mais é do que uma plasmóptise.
ASSUNTO:
REPLICAÇÃO, TRANSCRIÇÃO 
E TRADUÇÃO
DNA e replicação 
ESTRUTURA DO DNA
• DNA é formado por uma dupla hélice 
• Ha um pareamento especifico de bases A-T e C-G
• O que une as bases nitrogenadas sao as ligações 
de hidrogênio
• Guanina e citocina sao unidas por três ligações
• Adenina e timina por duas ligações de hidrogênio
• O que une nucleotídeos de duas fitas são 
ligações covalente (fosfodiester) entre o 
fosfato de um com o carbono três da pentose do 
outro 
• No DNA, as finas são paralelas, mas a orientação 
é antiparalela (um vai e outro vem)
• O DNA é uma molécula hereditária e por isso 
precisa ter duas propriedades básicas
PROPRIEDADES BÁSICAS
• REPLICAÇÃO: é necessário eu conseguir fazer 
uma cópia dela para que eu consiga passar para 
o meu descendente 
• INFORMAÇÃO: é preciso carregar informações de 
como construir e manter o ser vivo 
REPLICAÇÃO DO DNA
• Só ocorre se a celula for se dividir. A replicação 
está ligada com a reprodução. Porque se ela vai 
se dividir, ela ira precisar de uma copia do DNA 
para cada célula filha
• Neurônios nao se dividem, logo, nao faz replicação 
• O DNA é a menor partícula do corpo a se dividir e 
reproduzir 
• Base molecular da reprodução da vida 
• É possível a replicação gracas ao pareamento 
especifico das bases 
• Logo a replicação é semiconvervativa. Isso porque 
usando uma fita como molde, a celula uma fita 
nova 
OBS: A FITA NOVA FORMADA NÃO É IDÊNTICA A ANTIGA. 
ELA É COMPLEMENTAR 
Uma molecula de DNA será idêntica a outra e ambas 
serão identicas ao DNA original, mas a fina nova não é 
idêntica a fita velha, mas sim complementar 
Pareamento
A T c c G especificos
TAGGC de bases.
↳5.Sasainifatapordinaree
Transcrição 
• Assunto: Onde esta a informação que o DNA 
carrega e como a célula utiliza essa informação 
• A expressão da informação genética é usar a 
informação que esta no DNA para fazer as 
proteínas 
• A informação esta na sequencia de bases e nao 
no pareamento (nao é uma regra para a 
sequencia, apenas para o pareamento)
• A replicação do DNA é base molecular da 
reprodução da vida. A variação na sequencia de 
bases é base molecular da diversidade de vida na 
terra. A estrutura da molecula de DNA é a mesma 
em todos os indivíduos o que muda é a sequencia 
das bases nitrogenadas.
• Se o dna sofreu uma mutação, logo, houve uma 
alteração na sequencia de bases 
• A expressão da informação genética envolve duas 
etapas. Para do DNA você pegue informações e 
faça proteínas você precisa da transição e 
tradução 
TRANSCRIÇÃO 
• Na transcrição, o DNA é usado como molde para 
fazer o RNA (não há uma transformação de dna 
em rna) 
• Apenas os trechos do DNA que sao genes podem 
ser transcritos em RNA 
• Nao é o DNA inteiro que é transcrito em RNA. 
Tem trechos no DNA que são transcritos em 
RNA 
• Esses trechos sao chamados de genes 
• Quem vai fazer a transição é enzima RNA 
polimerase 
• Como o dna inteiro nao é transcrito, somente 
uma parte, como a enzima polimerase sabe 
qual trecho fazer a transcrição? Simples, 
antes do gene haverá uma sequencia de bases 
chamado de promotor. O promotor é uma 
sequencia a rna polimerase reconhece, se liga a 
ele para transcrever o gene 
ETAPAS 
• Perceba que quem determinou a sequencia do 
RNA foi a sequencia de bases do DNA. 
• RNA nao tem timina, somente uracila 
1. Reconheceu o promotor se ligou a ele
2.
↳
Abrir a duplahelice e perorreu o gene, fazendo au
molecula de RNA
-
ERNA pronto para a próxima etapa
Tradução 
TRADUÇÃO 
• O RNAm (mensageiro) que foi produzido na 
transcrição através da molecula de DNA é 
usado como molde para fazer a proteina (o 
rna nao se transforma em proteina, mas sim, 
é usado como molde)
• Ocorre nos ribossomos 
• A medida que o RNA mensageiro passa pelos 
ribossomos as proteínas vão sendo feitas 
• A sequencia de bases do RNA mensageiro, vai 
determinar a sequencia de aminoácidos das 
proteínas (o que diferencia uma proteina da 
outra é a sequencia de aminoácidos) 
CÓDIGO GENÉTICO 
• nos informa qual aminoácido sera 
acrescentado a proteina em funcao de cada 
trio de bases do RNA mensageiro 
• 3 bases do rna mensageiro, vai determinar a 
entrada de um aminoácido a proteina 
COMO OCORRE A TRADUÇÃO: 
-
b
&O Ribossomo
② Entrada do
RNA transportador
iniciadorAnticódon Stransporta o aminoácido
que neste caso éamet)
③
~ador
↳RNA mensageira pareia
seu códon ao anticódoy
⑭
chegada subunidade
maior do ribossomos
⑲ encaixe
ONA. RNA a PROTEiNg
formacosdecobonst met ⑤ outros aminoácido
UHA long
&
iniciador CABUSA ④ quando chega no
unsG
uniãoaminóacido UGA Parada
parada
sitio e éliberado
ASSUNTO:
ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS
Organelas citoplasmáticas
Ribossomo, retículo endoplasmatico e complexo golgiense 
CITOPLASMA
• Hianoplasma (citosol): gel de preenchimento e 
local de muitas reações químicas, muito rico em 
enzimas
• Organelas citoplasmaticas: ribossomo, retículo 
endoplasmatico granuloso e liso, complexo 
golgiense, lisossomo, mitocôndrias, cloroplastos, 
centríolo, peroxissomos, glioxisommos 
• Citoesqueleto: rede de filamentos proteicos: 
actina, miosina e tubulina. Forma sustentação 
e movimento. Participam da formação de cílios, 
flagelos, desmossomo, centríolo e 
microvilosidade
RIBOSSOMO
• Ocorrência: eucariontes e procarionte em 
excessão dos vírus
• Composição química: RNAr + proteínas
• Localização: uma parte espalhada no 
hialoplasma, e outros aderidos ao retículo 
endoplasmatico rugoso e também no interior 
de cloroplastos e mitocôndria
• São difíceis de serem vistas, sao muito 
pequenas e apenas vistos em microscópicos 
eletrônicos 
• Formam polirribossomos: ligam-se a fita de rna 
mensageiros para a síntese proteica 
As proteinas dos ribossomos no hianoplasma serao 
destinados aos:
• peroxissomo
• Cloroplastos e mitocôndrias 
• Núcleo e cromossômica (histona)
• Citoesqueleto
• Hianoplasma 
RETÍCULO ENDOPLASMATICO
• Rede de canais membranoso lipoproteicos
• Ocorrência: eucariontes
• Visíveis somente no microscópico eletronico’
• tipos: R.E RUGOSO E R.E LISO
• Funções
• RER: síntese proteinas, transporte de 
moléculas e íons, glicolisacao de proteinas, 
modifica as moléculas 
• REL: síntese de ácidos-graxos, lipídeos e 
colesterol, transporte de moléculas e íons, 
desintoxicação celular e quebra do glicogênio (o 
retículo endoplasmatico liso forma a oleosidade 
da pele e cera nos ouvidos responsáveis pela 
proteção) (aumenta a taxa de glicose no 
sangue,o glicogênio é estocado no músculo e 
fígado 
RETÍCULO ENDOPLASMATICO LISO
• metaboliza álcool, remédios, pesticida drogas e 
desintoxicação celular
• Os peroxissomos também fazem a 
desintoxicação celular
• Pessoas que sao fortes para álcool normalmente 
tomam muito álcool, as enzimas de destruição do 
álcool necessitam cada vez mais de bebidas. O 
problema do alcoólico é o excesso
• A destruição das enzimas é mais rápida 
COMPLEXO GOLGIENSE
• Ocorrência somente nos eucariontes
• Bolsas membranosas, achatadas e empalhadas 
de forma organizada
• Composição química: membranas lipoproteicas 
• Bastante desenvolvido em celulas secretoras
FUNÇÃO 
1. Armazenar: lipídeos proteinas e glicéreos
2. Modificar moléculas: glicoproteína e glicolipideos
3. Secretar: glicocalix, lamela media, acrossomos, 
lisossomo e enzimas digestivas 
Organelas citoplasmáticas
Lisossomos, peroxissomos, glioxissomos e centríolos
LISOSSOMOS (LISE=QUEBRAR, DIGERIR)
• Ocorrência: eucariontes
• Composição química: veseiculas membranosas, 
lipoproteícas repletas de enzimas (lipases, 
proteazes, fosfatases)
• FUNÇÕES
1. Digestão intracelular: endocitose fagocitose
2. Digestão extracelular: exocitose clasmocitose 
3. Reciclagem de macromolécula
• ORIGEM: a partir do complexo golgiense e 
retículo endoplasmatico rugoso
DOENÇAS RELACIONADAS
• silicose: a silica fura os Lisossomos, as enzimas 
vazam e digerem as celulas pulmonares 
• Asbestose: longos períodos de inalação de 
fibras de amianto que furam Lisossomos, as 
enzimas vazam e digerem celulas pulmonares
• Necrose: morte celular causada por toxinas. A 
celula incha, estoura e os restos celulares são 
digertidos por fagócito
• Apoptose: morte celular programada por 
genes. Produção de enzimas que digerem e 
reciclam. Gasto de energia, processo natural 
PEROXISSOMOS (desintoxicação celular)
• ocorrência: eucariontes
• Vesículas membranosas repletas de enzimas 
oxidante
• Função: desintoxicação celular
• No fígado participam da síntese de ácidos 
biliares e de colesterol
• Atuam na destruição de peróxidos e outras 
moléculas prejudiciais a célula 
GLIOXISSOMOS (peroxissomos vegetais)
• Ocorrência: vegetais
• Composição química: vesículas membranosas 
lipoproteicas repletas de enzimas oxidante
• Função: conversão de triglicerídeos em glicideos
CENTRÍOLOS
• Ocorrência: eucariontes, exceto gimnosperma e 
angiosperma
• Origem: autoduplicacao 
• Função: orienta a formação de cílios, flagelos e 
fibras da divisão celular (fuso)
• Composição química: 9 trincas de microtúbulo 
de tubulina (proteina)
• Visíveis somente ao microscópico eletrônico 
• Ausência de membranas lipoproteicas 
 
Organelas citoplasmáticas
Plastos e vacúolo 
PLASTOS (plastídeos)
• visível ao microscópico óptico
• Ocorrência: algas eucariontes e vegetais
• O cloroplasto esta na teoria da endossimbiose 
• são divididos em leucoplastos (branco) e 
cromoplastos (coloridos)
LEOCOPLASTOS
• Plastos esbranquiçados, nao possuindo pigmentos 
fotossinterizantes 
• Função: armazenam substâncias de reserva
• Amiloplastos: armazenam amido
• Proteoplastos: armazenam proteinas
• Lipoplastos: armazenam lipídeos 
CROMOPLASTOS
• Plastos coloridos, dotados de pigmentos 
fotossintéticos, responsáveis pela fotossíntese
• Cloroplasto (verde): ricos em pigmento verde, a 
clorofila. 
• Xantoplastos (amarelo): plastos quando 
apresentam xantofila, um pigmento carotenoide 
(lipídeo), ou sao alaranjado quando apresentam 
(caroteno)
• Eritroblastos (vermelho): vegetais superiores que 
apresentam um pigmento vermelho chamado 
licopeno, colorindo flores e frutos, como o tomate 
• Feoplastos: são plastos de coloração pardo 
escuro pela presença de um pigmento 
carotenoide a feofeina. É típico nas algas parda
CLOROPLASTO 
• Plastos mais importantes e abundantes na 
natureza
• Responsáveis pela realização da fotossíntese
• O numero de cloroplasto por celula varia 
bastante
• Existem cloroplasto ovoides, espiralados, 
estrelados e em forma de ferradura
ESTRUTURA INTERNA DO CLOROPLASTO
• Dupla membrana lipoproteína: uma interna e 
outra externa; a externa possui composição 
diferente da interna, sugerindo a hipótese da 
endossimbiose
• A membrana interna sofre invaginacoes 
formando dobras chamadas de LAMELAS 
• Nas lamelas estão presas bolsas membranosas 
chamadas de tilacoides. Os tilacoides carregam 
a clorofila em grandes quantidades, portanto 
ocorre a etapa clara da fotossíntese
• Possuem dna e rna e ribossomos próprios. O 
dna do cloroplasto nao segue as leis de Mendel 
-
↳
Butoduplicacao
• os ribossomos sao menores do que aqueles 
encontrados no citoplasma das celulas 
eucariotas
• No interior do cloroplasto de algas pôde-se 
encontrar um pequeno corpúsculo denominado 
pirenoide, responsável pela produção de amido
ORIGEM DOS PLASTOS
• Os plastos sao provenientes de pequenas 
vesículas denominavas proplastos. Os proplastos 
carregam enzimas necessárias a sua 
multiplicação 
• Na presença de luz os proplastos se 
transformam em plastos coloridos e na ausência 
de luz originam os leucoplastos 
VACUOLOS 
• Membranas lipoproteína de tamanhos variados 
provenientes do retículo endoplasmatico ou 
complexo golgiense ou membrana plasmática 
1. Digestivos: apresentam enzimas digestiva, 
realizam a digestão de macromolécula e a 
reciclagem de organelas e partículas estranhas
2. contrátil (pulsátil): eliminar excesso de água
3. Armazenamento: armazenam substâncias de 
reserva
4. VACÚOLO DE SUCO CELULAR: exclusivos de celulas 
vegetais. São volumosos e provenientes da 
fusão de vacuolos menores 
• Podem conter enzimas hidroliticas que atuam 
na digestão e reciclagem de organelas, 
assemelhando as funções do lisossomos
• Nas celula dos meristemas vegetais jovens, os 
vacuolos são pequenos e numerosos
• Em uma célula velha, os vacuolos se fundem 
formando um vacúolo maior 
• Nas celulas adultas o suco celular ocupa 90% 
do volume celular
Respiração celular 
E mitocôndria 
CONJUNTO DE REAOES DE DEGRADAÇÃO DA GLICÓLISE 
GLICÓLISE —> CICLO DE KREBS —> CADEIA RESPIRATÓRIA
GLICÓLISE: quebra da glicose 
CICLO DE KREBS OU CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO 
• Ocorre na matriz mitocondrial 
• gera dois atps
• 6 NADH2
• 2 FADH2
GATP OGADP + 2pi
E NADHa
Ácido pirúvico
* ou pirovato
CoHs06 frutose 1,6
*
NBD
Bifosfato( NaDH2 Ácido pirívicod
NAD
ou pirurato
E
4ADP+4P;YDTP
Glicólise (Hianoplasmal
2ATP + 2 NaDH2
AH2
↓ Aldo cítrico
*
NaD
(22) citrato)
Acido pirúvico * Acetil-Coar (6C) SNAD
~3NADH2
ou pirovato coenzimat
ID-
IFADH2
(3C) 2NAD E
*Dado axalacético Sacos
GATPE
CADEIA RESPIRATÓRIA / CADEIA DE ELETONS / 
FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA 
• Ocorre nas cristas mitocôndriais 
etapas anteriores
LONADH2
2FADHa
YATP
ASSUNTO:
ANÁLISE CROMOSSÔMICA
 E CICLO CELULAR
Núcleo da célula eucariota 
NÚCLEO INTERFÁSICO 
• Interfase: período que antecede a divisão 
celular 
• Núcleo interfásico: núcleo de uma célula que 
não esta em divisão celular 
ESTRUTURA
CARIOTECA: reveste a célula. Formada por dupla 
membrana plasmática (duas bicamadas)
CROMATINA: moléculas de DNA + HISTONAS 
presente no núcleo
EUCROMATINA: Parte mais clara. Região ativa na 
transcrição. Grau de compactação pequena, mais 
linear 
HETEROCROMATINA: Região inativa na 
transcrição. Mais condensado 
NUCLÉOLO: Região de síntese de RNAr 
OBS: O que faz uma celula ser diferente uma da 
outra é justamente a cromatina. Uma celula pode 
ter o mesmo dna, mas é diferente uma da outra 
devido a região ativa e inativa do dna 
EPIGENÉTICA: alteração do funcionamento do 
gene sem que haja mutação genica. O gene não 
mudou, mas existem processos celulares - como a 
metilação - que mudam o funcionamento do 
gene. Nao altera a sequencia 
CROMOSSOMOS (DNA + HISTONAS)
• quimicamente igual a cromatina
• O dna se enrola no histona = NUCLEOSSOMA 
• Após, o o nucleossoma ira se enrolar de forma 
helicoidal, o que compactaainda mais
• O arranjo helicoidal começa a se enrolar ainda 
mais, CROMONEMA 
• CROMOSSOMO: grau máximo de condensação. 
Visíveis somente durante a divisão celular.
NÚCLEO 
• CROMOSSOMOS
— classificação quanto a posição do centrômero 
A - CROMOSSOMO METACENTRICO 
B - SUBMETACENTRICO 
C - ACROCENTRICO 
D - TELOCENTRICO 
CROMOSSOMOS HOMÓLOGOS (semelhantes) 
ht⑧
e
aantromete↳ cinetócoro.
A B C D
⑳
8
8
- -----------------
/maioria dos humanos
(10,10)
InãoTemos
E: cromossomos gigantes politênicos:muitas duplicações sem divisão
0 semelhançaquanto aosMaternoateracentriste I---
cor -------- --cor genes que recebem
=----
Glocs: posicaofisica do gene
CARIÓTIPO HUMANO 
↳. 46XX (ou 44D +XX):mulher
C↳ 46 Xy(ou 44D +XY):homem
Análise cromossômica 
O QUE SÃO CROMOSSOMOS?
• Cromossomos sao moléculas de DNA altamente 
condensadas para poderem ser transportadas 
com segurança durante a divisão celular
CÉLULAS SOMÁTICAS
• Responsáveis pelo funcionamento do 
organismo
CÉLULAS REPRODUTIVAS
• Os gametas sao conhecidos como células 
reprodutivas 
• Células reprodutivas possuem a metade do 
numero de cromossomos das células somáticas
CROMOSSOMOS HOMÓLOGOS
• São pares cada um vindo de um progenitor, 
que possuem mesmo tamanho, forma e genes 
equivalentes 
GENE
• Unidade fisica e funcional básica da 
hereditariedade
CÉLULAS DIPLOIDE
• Células que possuem pares de homólogos (2n) 
CÉLULA HAPLOIDE 
• Células que possuem apenas um conjunto de 
cromossomos (n)
SERES HUMANOS POSSUEM 46 CROMOSSOMOS NAS 
CÉLULAS SOMÁTICAS E 23 CROMOSSOMOS NAS 
CÉLULAS REPRODUTIVAS 
IDENTIDADE DAS CÉLULAS 
CÉLULA HAPLOIDE (n): 1 conjunto cromossômico
• nao apresenta cromossomos homólogos
CÉLULA DIPLOIDE (2N): 2 conjuntos cromossômicos 
• tem par(es) de cromossomos homologos
MITOSE: divisão equacional
MEIOSE: Divisão reducional + divisão equacional 
TODA DIVISÃO CELULAR COMEÇA COM CROMOSSOMOS 
DUPLOS E TERMINA COM CROMOSSOMOS SIMPLES 
88
83
88
215 =4 no =2
* 8o
21d =G ng =4
Ciclo celular
Interfase e mitose 
MITOSE
• Divisão equacional
• O numero de cromossomos da célula original 
depois da mitose será igual das células filhas 
• Origina duas células filhas 
• Se começou haploide ira terminar haploide 
• Ocorre em um ciclo
ETAPAS
• Prófase
• Metáfase
• Anáfase
• Telófase
FUNÇÕES ANIMAIS
• Crescimento/desenvolvimento: segmentação ou 
clivagem na embriologia (por mitoses) 
• Regeneração 
FUNÇÕES NAS PLANTAS
• Crescimento
• Regeneração
• Produção de gametas 
A proliferação de mitoses (proliferação 
desordenada de células causa o câncer) 
INTERFASE
• Fase mais longa das três etapas 
Ciclo celular
Meiose 
MEIOSE - OBJETIVO 
• Pegar uma célula diploide e a partir dela 
produzir células haploide
• Isso é importante para a reprodução, é 
necessário um mecanismo que reduza o numero 
de cromossomos a metade na hora de formar 
espermatozoides e óvulos, para que na 
fecundação restaure a quantidade normal de 
cromossomos na especie
COMO OCORRE A MEIOSE:
Assim como na mitose, antes de começar a meiose 
ocorre os períodos G1, S e G2. No período S ocorre a 
duplicação do DNA 
MEIOSE I é dividia em:
1. PRÓFASE I: leptóteno, zigóteno, paquíteno, 
diplóteno e diacinese 
2. METÁFASE I
3. ANÁFASE I
4. TELÓFASE I 
PRÓFASE I - LEPTOTENO 
• Ocorre a comparação do DNA, deixa o DN mais 
protegido para nao quebrar na hora da separação 
PRÓFASE I - ZIGOTENO 
• Exclusivo da meiose I. Ocorre o pareamento 
(sinapse) dos cromossomos homólogos 
• O pareamento é colocar um cromossomo homólogo 
do lado de outro cromossomo. Para ficarem bem 
unidos, entre eles é formado um complexo 
sinaptonemico. Quando os cromossomos homologos 
estão bem unidos é chamados de bivalentes ou 
tétrades 
PRÓFASE I - PAQUÍTENO 
• O complexo sinaptonemico foi fundamental para 
que no paquíteno ocorra a permutação 
• Permutação = crossing over 
• Ocorre a permutação para aumentar a variedade 
genética 
PRÓFASE I - DIPLOTENO 
• Feito a permutação, já nao é mais preciso 
complexo sinaptonemico, nesta fase o complexo é 
eliminado 
~formafilas
* n
A
A n
.complexo sinaptonêmico
meiose! A N n &
ER Reduconal
r
meios t
I
B equacional A D
,Ek
Bivalente ou tétrades
·fase reducional -
↳ metade de cromossomos da
mat
• quando o complexo sinaptonemico é desfeito, os 
cromossomos se afastam um pouco, mas ficam 
unidos apenas pelo ponto onde ocorreu a 
permutação. Esse ponto é chamado de QUIASMA 
• No diploteno conseguimos visualizar o quiasma 
PRÓFASE I - DIACINESE 
• Fragmenta-se o envelope nuclear e os 
cromossomos se ligam ao fuso, essa é uma 
outra diferença fundamental entre a meiose I a 
meiose II e a mitose 
• Agora o envelope nuclear se fragmenta, e os 
cromossomos agora estão no citoplasma pronto 
para serem unidos ao fuso 
METÁFASE I 
• Forma-se a placa equatorial ou metafísica 
• Deixam os cromossomos no meio da celula para 
ajudar a anáfase a mover metade dos 
cromossomos para cada lado 
ANÁFASE I
• Momento de mover metade dos cromossomos 
para cada lado
• Segregação dos cromossomos homólogos (na 
mitose ocorre a separação das cromátide irmãs, 
que são idênticas, por isso formam clones). Já 
na meiose, pares de homólogos sao separados 
(nao são idênticos, portanto, geram celulas 
diferentes entre si) 
TELÓFASE I 
• Refaz o envolve nuclear e ocorre a citocinese, divisão 
da celula formando duas celulas haploides 
INTERCINESE 
• Há a duplicação de centrôssomero e centríolo 
• ‘É importante duplicar o centrossomo para que fique 
um centrossomo de cada lado, porque é ele que forma 
o fuso acromático 
MEIOSE II: a meiose II e a mitose sao quase a mesma coisa, 
a única coisa que muda é que a mitose ocorreria com uma 
celula humana diploide, já a meiose II ocorre com a celula 
haploide
PRÓFASE II
• Cromossomos sao unidos ao fuso pelos dois lados ao 
mesmo tempo 
• Os cromossomos iniciam a condensação e 
progressivamente vão desaparecendo 
METÁFASE II 
• Forma a placa equatorial e deixa os cromossomos no 
meio, um embaixo do outro 
ANÁFASE II 
• Separa as cromátide irmãs 
TELÓFASE II
• Ocorre a citocinese formando 4 células haploide 
a fase equacional,
número comossomos iguais.
↳em pares
Tipos de meiose 
MEIOSE FINAL OU GAMÉTICA (DIPLONTES) 
• Na maioria das espécies de animais, a fase 
haploide, chamada de haplófase, é observada nos 
gametas. Estes gametas, sendo haploides, unem-
se e formam o zigoto, que é diploide. A partir daí 
desenvolve-se o embrião e depois o adulto, 
sempre com todos os tecidos formados por 
células diploides. Esta é a diplófase, que é muito 
longa, enquanto a haplófase é muito curta. Os 
seres que se enquadram nesse conceito 
(inclusive a espécie humana) são classificados 
como diplobiontes
• Nos seres diplobiontes, a meiose ocorre quando o 
indivíduo está totalmente formado, apto para a 
reprodução, devendo para isso formar gametas. 
Dessa forma, diz-se que a meiose é final ou 
gamética, porque ocorre somente quando o 
indivíduo já está totalmente formado.
MEIOSE INICIAL OU ZIGOTICA (HAPLONTES) 
0 Existem espécies cujos indivíduos possuem as 
células somáticas haploides, como algumas algas e 
alguns fungos. Essas espécies são classificadas como 
haplobiontes. Como elas se reproduzem por fecunda- 
ção, as células haploides de seus organismos 
produzem gametas também haploides, porém 
através de mitose.
Quando ocorre a fecundação, surge o zigoto diploide. 
Para que este zigoto diploide possa formar indivíduo 
haploide e não diploide, deverá sofrer logo uma 
meiose para formar quatro células haploides, que 
darão origem a seres haploides. Como a meiose 
ocorre logo no início da formação do ser, ou seja, no 
zigoto, é então chamada de meiose inicial ou zigótica.
MEIOSE INTERMEDIÁRIA OU ESPÓRICA (HAPLONTE-
DIPLONTE) 
• seres haplodiplobiontes, como as samambaias, os 
musgos, as gimnospermas e as angiospermas, 
passam por uma alternância de geraçõesdurante 
a vida. Há uma geração em que se mostram 
haploides e uma em que são diploides, daí serem 
denominados haplodiplobion- tes. Quando as 
células são haploides, seu organismo é chamado 
de gametófito e nessa fase formam gametas. 
Posteriormente, os gametas se fecundam e 
resultam no esporófito, que é diploide. Este, para 
formar os esporos, que são haploides, sofre 
meiose. A meiose é intermediária ou espórica 
porque ocorre entre a fase haploide e diploide, 
formando os esporos. Neste ciclo reprodutivo 
ocorre um adulto haploide se alternando com um 
adulto diploide 
Mutações cromossômicas 
DEFINIÇÃO 
• São alterações que ocorrem no número ou na 
estrutura dos cromossomos, podendo assim 
gerar va- riabilidade genética. 
TIPOS DE ALTERAÇÕES 
• numéricas – quando ocorrem em cromossomos
inteiros (faltam ou sobram cromossomos);
• estruturais – quando ocorrem internamente, 
em um ou mais genes ou segmentos 
cromossômicos.
MUTAÇÕES NUMÉRICAS
• Podem ser de dois tipos
1. Euploidias (envolvem números inteiros): 
monoploidia (n); triploidia (3n); poliploidia (3n)
2. Aneuploidias (envolvem parte do genoma): 
monossomia (2n-2); trissomia (2n+1); 
polissemia (2n+2, 3 ou 4)
EUPLOIDIA 
• Na grande maioria das espécies, as células 
somáticas são diploides (2n). Existem casos, 
no entanto, em que pode ocorrer diminuição 
ou aumento do número de genomas
Monoploidia (n): quando há apenas um genoma, 
ou seja, um número haploide. Ex.: zangões, os 
machos das abelhas, que são formados por 
partenogênese (desenvolvimento a partir de um 
óvulo haploide não fecundado).
• Triploidia (3n): quando há três genomas. 
Raramente existe organismo totalmente triploide. 
Há indivíduos que possuem algumas células 
triploides no corpo, inclusive na espécie humana, 
sem causar qualquer prejuízo. Um exemplo 
clássico de estrutura triploide normal é o do 
endosperma das sementes das angiospermas.
• Poliploidia (4n, 5n, etc.): quando há quatro ou 
mais genomas. Muitas plantas cultivadas são 
poliploides. Existem variedades de café que são 
tetraploides (4n), de trigo que são hexaploides 
(6n), etc.
ANEUPLOIDIAS 
• São alterações que abrangem apenas uma 
parte do genoma, envolvendo diminuição ou 
acréscimo de um ou mais cromossomos no 
cariótipo normal: Os principais tipos são:
• Nulissomia (2n – 2): quando falta um dos pares 
de cromossomos. Na espécie humana é letal. Nos 
seres poliploides, pode ser viável.
• Monossomia (2n – 1): quando falta um 
cromossomo de um dos pares. Há um cromossomo 
a menos no total do cariótipo
• Trissomia (2n + 1): quando há um cromossomo a 
mais em um dos pares, portanto um cromossomo 
a mais no cariótipo. As principais trissomias na 
espécie humana são apresentadas a seguir.
SÍNDROMES 
• Síndrome de Klinefelter: ocorre em indivíduos do 
sexo masculino com cariótipo 47, XXY ou 44A + 
XXY = 47 (com cromatina sexual positiva, pois 
possuem dois cromossomos X), portanto é uma 
trissomia dos cromossomos sexuais.
• Síndrome de Down ou mongolismo: ocorre em 
pessoas do sexo masculino com cariótipo 47, XY + 
21 ou 45A + XY = 47, ou do sexo feminino com 
cariótipo 47, XX + 21 ou 45A + XX = 47, portanto com 
um cromosso- mo autossômico 21 a mais.
• Síndrome do Triplo X (47, XXX): ocorre em 
indivíduos do sexo feminino, com aparência 
normal, geralmente férteis (15 a 25% 
apresentam leve retardamento mental).
• 47, XYY: síndrome encontrada nos homens, de 
apa- rência normal, porém com comportamento 
agressivo.
• Síndrome de Edwards (trissomia do cromossomo 
18): 
os indivíduos com essa síndrome geralmente 
morrem antes dos seis meses de vida e apresentam 
atrofia do sistema nervoso, retardo de crescimento, 
anomalia no septo ventricular cardíaco e orelhas 
deformadas.
• Síndrome de Patau (trissomia do cromossomo 
13): os indivíduos com essa síndrome 
apresentam poli- dactilia, atrofia do sistema 
nervoso, calcanhares com proeminências, 
deficiência mental e testa inclinada.
• Polissomia (2n + 2, 3 ou 4) – quando há n cromos- 
somos em um dos pares. Existem casos de 
síndrome de Klinefelter com 48, XXXY e 49, 
XXXXY.
• Quimerismo: é a ocorrência de diferentes 
linhagens celulares no mesmo indivíduo, 
provenientes de cé- lulas de dois embriões 
distintos que se fundem para dar origem a um 
único indivíduo.
• Mosaicismo: é a ocorrência de duas ou mais 
linha- gens celulares derivadas de mutações que 
ocorreram em células de um único embrião. 
Assim, no mosaico, algumas células são 
geneticamente iguais as iniciais e outras são 
modificações destas.
BIOLOGIA B
ASSUNTO:
ECOLOGIA 
Ecologia 
Introdução 
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA ECOLOGIA
1. POPULAÇÃO: Conjunto de seres vivos de uma 
mesma espécie que vivem em uma mesma área 
de influência
2. COMUNIDADE OU BIOCENOSE: A comunidade ou 
biocenose, também chamada de biota, é o 
conjunto formado por todas as populações que 
interagem em um determinado ambiente. 
Assim, todas as populações de peixes, anfíbios, 
moluscos, algas e demais vegetais formam, por 
exemplo, a comunidade de organismos de uma 
lagoa.
3. HABITAT: É o local preferencial onde vive e se 
desenvolve determinado ser vivo. 
4. NICHO ECOLÓGICO: O nicho ecológico diz respeito 
à atividade que o ser exerce na comunidade em 
que vive, isto é, aquilo que o ser faz no lugar 
onde vive. O nicho ecológico, portanto, refere-se 
ao tipo e modo de alimentação, tipo de abrigo, 
de reprodução, bem como sua influência no 
ambiente.
5. ECOSSISTEMA: Ecossistema é o conjunto 
formado pela comunidade biótica e o meio 
físico-químico (biótopo) do qual essa 
comunidade depende e interage..
BIOSFERA: O conjunto formado por todos os 
ecossistemas da Terra forma uma unidade 
gigantesca e complexa cha mada biosfera ou gaia.
AUTO-ORGANIZAÇÃO
1. As células organizam-se formando estruturas 
maiores e mais complexas chamadas tecidos.
2. Os tecidos organizam-se entre si, formando os 
órgãos. O órgão estômago, por exemplo, é uma es- 
trutura complexa formada pela associação de 
tecido epitelial, nervoso, muscular, conjuntivo e 
adiposo, entre outros.
3. Os órgãos, por sua vez, organizam-se entre si, 
for- mando os sistemas
4. Os sistemas formam o organismo 
5. Os organismos se associam com outros 
organismos de sua mesma especie formando 
populações
6. As populações formam comunidades
7. As comunidades associadas com elementos físico-
químicos formam os ecossistemas
8. Os ecossistemas organizam-se formando a 
biosfera 
Estrutura do ecossistema 
CONCEITO 
• O ecossistema é o conjunto formado pelos 
organis- mos e os elementos físico-químicos de 
um determinado ambiente. O ecossistema se 
caracteriza pelo inter-relacionamento 
constante entre suas partes. Assim, os seres 
vivos ao mesmo tempo que se relacionam 
entre si, influenciando-se mutuamente, 
influenciam e são influenciados pelo ambiente 
físico-químico.
ESTRUTURA DO ECOSSISTEMA 
1. FATORES ABIÓTICOS – elementos físicoquímicos 
→ água, luz, calor, pressão, temperatura, 
clima, gra- vidade, solo, sais minerais, etc.
2. FATORES BIOTICOS - SERES VIVOS → 
correspondem à comunidade ou biocenose de 
organismos que compõem o ecossistema.
ORGANIZAÇÃO DOS FATORES BIOTICOS
• Podemos classificar em produtores, 
consumidores e decompositores
PRODUTORES OU AUTOTRÓFOS 
• São aqueles organismos capazes de realizar a 
fotossíntese ou a quimiossíntese. Os 
produtores fotossintetizantes são os únicos 
seres capazes de utilizar diretamente a 
energia solar para transformar matéria 
inorgânica em matéria orgânica,
que passará a constituir o corpo destes 
organismos. Os produtores, portanto, in- 
troduzem a energia nos sistemas vivos e servem 
de base alimentar para todos os demais seres do 
ecossistema. Ex.: vegetais, cianobactérias 
(cianofíceas) e bactérias quimiossintetizantes
CONSUMIDORES 
• Os consumidores correspondem ao grupo de 
heteró- trofos que, sendo incapazes de produzirmatéria orgânica a partir de matéria inorgânica, 
alimentam-se de outros organismos para obterem 
matéria e energia. Assim, os consumidores 
dependem de outros organismos para 
sobreviverem. São, portanto, heterótrofos
Os consumidores apresentam várias denominações 
em função do tipo de alimento que consomem:
• fitófagos – alimentam-se de vegetais;
• ictiófagos – alimentam-se de peixes;
• planctófagos – alimentam-se de plâncton;
• coprófagos – alimentam-se de fezes;
• detritívoros – alimentam-se de restos e detritos de 
animais e vegetais.
• onívoro: quando se alimenta de vegetais e animais, 
podendo ser consumidor primário, secundário ou 
terciário 
DECOMPOSITORES 
• Decompositores ou saprófitos são aqueles organis- 
mos que obtêm matéria e energia a partir da 
decompo- sição de matéria orgânica dos cadáveres 
e excrementos orgânicos produzidos pelos seres 
vivos. Dessa forma, os decompositores são também 
heterótrofos.
Pirâmides ecológicas 
DEFINIÇÃO
• As pirâmides ecológicas são gráficos que 
represen- tam valores referentes às cadeias 
alimentares de um ecossistema. 
PIRÂMIDES DE NÚMERO 
• Cada degrau da pirâmide dos números indica a 
quantidade de organismos existentes em um 
nível determinado de uma cadeia alimentar. 
Normalmente o número de indivíduos de cada 
nível é decrescente, sendo os produtores, 
primeiro nível trófico, aqueles que apresentam 
a maior quantidade de organismos.
PIRÂMIDE DE BIOMASSA 
• A pirâmide da biomassa informa a quantidade 
total de massa viva (biomassa) de cada nível 
trófico. Assim, se colocarmos toda a vegetação 
de um ecossistema em uma balança, 
poderemos constatar que a massa de toda a 
vegetação reunida é muito maior que toda a 
massa de animais que esses vegetais 
sustentam. A massa de todos os consumidores 
primários reunidos é muito maior que a dos 
consumidores secundários e, assim, 
sucessivamente. 
A pirâmide de biomassa também pode ser invertida, 
no caso de os produtores pesarem menos do que os 
con- sumidores. Este fenômeno ocorre em raros 
momentos quando a falta de luz reduz as populações 
de fitoplâncton (algas), fazendo com que a biomassa 
animal se torne, temporariamente, maior que a 
vegetal.
PIRÂMIDE DE ENERGIA 
• A pirâmide de energia indica a quantidade 
energé- tica armazenada nas moléculas 
orgânicas dos organis- mos de cada nível trófico. 
Essa pirâmide nunca pode ser invertida, pois a 
quantidade de energia que passa de um nível 
trófico a outro é sempre menor. 
DINÂMICA DAS POPULAÇÕES 
• As populações em um ecossistema não se 
apresentam estáticas. Vários são os fatores que 
interferem na taxa de crescimento e na 
distribuição de uma população. O estudo da 
dinâmica populacional consiste em identificar e 
verificar a contribuição desses fatores nesse 
desenvolvimento. Os fatores estudados pela 
dinâmica populacional são o crescimento e a 
densidade populacional
POTENCIAL BIÓTICO 
• O potencial biótico informa a capacidade de 
crescimento e sobrevivência de uma 
determinada população em seu ambiente. Assim, 
quanto maior a capacidade de reprodução e 
adaptação ao meio, maior será o potencial biótico 
da espécie
RESISTÊNCIA DO MEIO 
• A resistência do meio representa todas as forças 
que se opõem ao crescimento de uma população. 
Exemplos: a competição com outras espécies, a 
desidratação, a seca, as doenças, as enchentes, 
os vulcões, etc
CRESCIMENTO POPULACIONAL: A tendência de 
crescimento de qualquer população é sempre o 
infinito
Se o espaço e os recursos disponíveis fossem 
ilimitados, o número de indivíduos nunca mais iria 
parar de crescer. Na prática, é claro, isso não 
acontece, pois, à medida que uma população cresce, 
os recursos naturais começam a se tornar 
escassos. 
DENSIDADE POPULACIONAL 
• É a relação entre o número de indivíduos que 
constituem a população e o espaço por ela 
ocupado: D = número de indivíduos/área ou 
volume. Tanto a taxa de natalidade e de 
mortalidade quanto a de imigração e a de 
emigração interferem na densidade 
populacional.
TAXA DE NATALIDADE 
• Avalia a quantidade de organismos que nascem 
num determinado período.
TAXA DE MORTALIDADE
• Número de mortes em determinado período.
IMIGRAÇÃO 
Entrada de indivíduos em uma dada área.
EMIGRAÇÃO 
Saída de indivíduos de uma dada área.
Ciclos biogeoquímicos
CICLO DO CARBONO 
• O carbono é um elemento essencial para os 
seres vivos, pois faz parte de todas as 
moléculas orgânicas presentes nos 
organismos.
ABSORÇÃO DO CARBONO 
• A fonte primária de C é o CO2 atmosférico. 
Este gás é absorvido por difusão simples para 
a realização da fotossíntese pelos vegetais. O 
CO2 fornece os átomos de carbono 
necessários para a produção biológica de 
glicose (C6H12O6) que servirá como fonte 
armazena- dora de energia, bem como 
matéria-prima para que o vegetal produza 
outras moléculas orgânicas mais complexas 
como gorduras, aminoácidos, celulose, ácidos 
nucleicos, etc., necessárias à construção do 
seu próprio corpo.
DEVOLUÇÃO DO CARBONO 
• – O retorno do carbono ao ambiente ocorre 
por várias reações químicas, como a queima 
de combustíveis fósseis, a decomposição dos 
organismos, a respiração aeróbia e a 
fermentação, processos que liberam o CO2 
novamente na atmosfera.
ABSORVE CO2: fotossíntese
DEVOLVEM CO2: respiração celular, fermentação, 
combustão, decomposição
PROBLEMA DOS COMBUSTÍVEIS FOSSEIS
• O carbono contido nas moléculas dos combustíveis 
fósseis não faz parte da contabilidade geral de 
carbono da biosfera atual, uma vez que estes 
combustíveis estão enterrados há milhões de anos 
no subsolo. Assim, quan- do são trazidos à 
superfície e queimados pelos carros, fábricas e 
usinas de energia, os combustíveis fósseis liberam 
grandes quantidades de CO2 para a atmosfera. 
Estas doses adicionais, segundo algumas hipóteses, 
desequilibram o biogeociclo do carbono aumentando 
a retenção de calor na atmosfera através do 
aumento do efeito estufa (aquecimento global).
CICLO DO OXIGENIO 
• O ciclo do oxigênio é um processo biogeoquímico que 
envolve a troca de oxigênio entre a atmosfera, os 
organismos vivos e a litosfera. Ele inclui a 
fotossíntese, realizada por plantas e algumas 
bactérias, que produz oxigênio a partir do dióxido de 
carbono, e a respiração, feita por organismos que 
consomem oxigênio para liberar energia. Além disso, 
a decomposição de matéria orgânica também libera 
dióxido de carbono e oxigênio de volta na 
atmosfera. 
Ciclos biogeoquímicos
CICLO DO NITROGÊNIO 
• O nitrogênio é um elemento fundamental na 
constituição bioquímica dos seres vivos, pois faz 
parte da estrutura das principais moléculas 
orgânicas. 
• O nitrogênio faz parte das bases nitrogenadas 
que compõem os ácidos nucleico para a formação 
do DNA e RNA
• O nitrogênio faz parte dos aminoácidos (Na 
porção amina - NH2), portanto é fundamental na 
produção de proteinas
• Algumas vitaminas sao feitas a bases de 
nitrogênio. Etc 
ETAPAS DO CICLO 
1. Fixação: Bactérias (rizobium) fixadoras de 
nitrogênio atmosférico convertem o nitrogênio 
gasoso (N2) em compostos nitrogenados como 
amônia (NH3) e nitratos (NO3-).
2. Nitrificação: Bactérias nitrificantes convertem a 
amônia em primeiro lugar em nitritos (NO2-) e 
depois em nitratos, tornando-os disponíveis para 
as plantas. Esse mecanismo ocorre em duas 
etapas: a nitrosacao e a nitratacao 
3. Nitrosacao: a amonia é transformada em nitrito 
pela ação das bactérias nitrossomas. O nitrito 
(NO2) é eliminado no ambiente, onde será 
utilizado por um novo grupo bacteriano 
4. Nitratacao: os íons nitritos, produzidos é excretado 
pelas nitrossomas serão oxidados em nitrato pela ação 
das bactérias nitrobacter
Nitrificação: nitrosação + nitratação.
Nitrosação: transformação de amônia em nitritos. 
Nitratação: transformação de nitritos em nitratos.
RETORNO AO NITROGÊNIO A ATMOSFERA 
1. Decomposição, desnitrificacao e adubo orgânicoCICLO DA ÁGUA 
1. Evaporação: A água dos oceanos, lagos e rios é aquecida 
pelo sol e se transforma em vapor de água, subindo 
para a atmosfera.
2. Condensação: O vapor de água na atmosfera se resfria e 
se condensa em pequenas gotículas de água, formando 
nuvens.
3. Precipitação: As gotículas de água nas nuvens se unem e 
caem de volta à superfície 
4. Escoamento superficial: A água da chuva que atinge a 
superfície da Terra flui por rios, riachos e córregos, 
eventualmente chegando a oceanos e lagos.
5. Infiltração: Parte da água da chuva é absorvida pelo solo, 
movendo-se lentamente através dele e recarregando os 
aquíferos subterrâneos.
6. Transpiração: As plantas absorvem água através de suas 
raízes e liberam vapor de água
7. Evapotranspiração: É a combinação da evaporação e 
transpiração,
Sucessão ecológica
INTRODUÇÃO: Nenhum ecossistema é permanente. 
Alguns mudam abruptamente, outros mais 
lentamente, mas todos acabam sofrendo alterações 
decorrentes de modificações ambientais. Durante o 
processo de sucessão ecológica, comunidades mais 
simples vão sendo gradualmente substituídas por 
comunidades mais complexas até que se estabeleça 
um equilíbrio entre comunidade e ambiente, sendo 
esta comunidade final denominada clímax.
FASES DE UMA SUCESSÃO 
1. Pioneiros ou Eceses
• Organismos simples que iniciam a conquista de 
um ambiente
2. Intermediários ou Séries
• Comunidade um pouco mais complexa que 
substitui os pioneiros
3. Clímax
• É a comunidade máxima que pode se desenvolver
em um determinado ambiente
PIONEIROS OU ECESES
• São os primeiros organismos a se instalarem no 
ambiente: liquens, musgos, gramíneas e insetos. 
Simples e resistentes, são de grande importância 
por serem os responsáveis pela criação de 
condições ambientais favo- ráveis à instalação de 
outros organismos mais complexos.
PORQUE SÃO BONS COLONIZADORES?
• Apresentam uma grande produção líquida, ou 
seja, a taxa de fotossíntese é bem superior à 
taxa de respiração e com isso produzem muito 
mais matéria orgânica do que consomem. O 
excedente de matéria orgânica pode ser 
liberado no solo, melhorando as condições do 
ambiente
• Entre os organismos pioneiros, destacam-se os 
liquens.
• Alem disso, uma vez que vivem em condições 
ambientais desfavoráveis, os pioneiros utilizam 
a maior parte de seu suprimento energético 
para a reprodução e dispersão de sementes e 
esporos. 
INTERMEDIÁRIOS OU SÉRIES 
• Organismos que começam a se instalar após os 
pioneiros terem criado condições necessárias às 
suas exigências. Normalmente, são 
representados por uma vegetação arbustiva e 
herbácea. Por apresentarem um porte um pouco 
superior ao dos pioneiros, promovem um 
sombreamento que retém umidade no solo, me- 
lhorando ainda mais as condições de vida do 
ambiente. Apresentam uma produção líquida 
menor que a dos pio- neiros, pois já necessitam 
gastar mais matéria or
CLÍMAX 
• Corresponde à comunidade mais desenvolvida 
que pode ocorrer em um ecossistema, ou seja, 
aquela que explora ao máximo todas as 
potencialidades do meio. Apresenta grande 
biomassa, grande diversidade de espécies e de 
nichos ecológicos. Representa um ecos- sistema 
estável e duradouro, com pequena produção 
líquida, mesmo com uma alta taxa de 
fotossíntese
O QUE ACONTECE AO LONGO DE UMA SUCESSÃO: 
Biodiversidade. AUMENTA
Biomassa. AUMENTA
Taxa de fotossíntese AUMENTA 
Complexidade. AUMENTA 
Número de nichos ecológicos AUMENTA 
Homeostase. AUMENTA 
Produção bruta AUMENTA
Produção líquida AUMENTA 
Taxa de reprodução. AUMENTA 
TIPOS DE SUCESSÕES ECOLÓGICAS
1. SUCESSÃO PRIMÁRIA: Ocorre em locais nunca 
antes habitados. Uma rocha, por exemplo, ao 
ser invadida por liquens, torna-se um solo 
simples e capaz de abrigar organismos também 
simples, como musgos
SUCESSÃO SECUNDÁRIA 
— Ocorre em locais que já foram anteriormente po- 
voados e tiveram sua comunidade extinta por 
fatores climáticos ou naturais, como inundações, 
queimadas e desmatamentos. Quando uma 
comunidade clímax é destruída, a nova sucessão 
ecológica não precisa terminar com uma comunidade 
clímax semelhante à anterior. Se o novo clímax 
diferir do anterior, será definido como disclímax
PORQUE A AMAZÔNIA NÃO É O PULMÃO DO MUNDO?
• Sendo uma comunidade clímax, a Amazônia apre- 
senta uma pequena produção líquida, isto é, a 
floresta consome praticamente todo o oxigênio 
que produz, nao acrescentando quantidades 
significativas deste gás à biosfera. Dessa forma, 
a Floresta Amazônica é considerada o ar 
condicionado do mundo, uma vez que afeta muito 
mais o clima do que a taxa de oxigênio 
atmosférico.
Relações ecológicas 
Relações entre seres vivos 
Alterações ambientais 
‘TIPOS DE POLUENTES 
1. Poluentes quantitativos: São substâncias 
naturalmente presentes no meio ambiente, porém 
eliminadas em quantidade superior a que o meio é 
capaz de reciclar. Assim, o acúmulo gradativo e o 
aumento da concentração dessas substâncias 
passam a ser nocivos aos organismos. Exemplos: 
liberação excessi- va de gás carbônico, enxofre e 
ácido sulfúrico.
2. Poluentes qualitativos: São aqueles que não ocorrem 
naturalmente nos ecos- sistemas. É o caso de produtos 
sintéticos, que na maioria das vezes não são nem 
mesmo degradados, acumulando- -se, assim, em 
concentrações nocivas à vida. Exemplos: pesticidas, 
compostos radioativos e derivados de petróleo.
PRINCIPAIS POLUENTES E SEUS EFEITOS
1. Gás carbônico: A queima excessiva de combustí- 
veis fósseis, como o petróleo, gás na- tural (CH4) e 
o carvão mineral, bem como o intenso 
desmatamento do planeta, contribuem para 
aumentar significativamente a concentração de 
gás carbônico na atmosfera.
EFEITO ESTUFA 
• O efeito estufa é um fenômeno natural na 
atmosfera de nosso planeta. Por esse 
fenômeno, uma pequena parcela de calor é 
retida, o que proporciona na biosfera 
temperaturas compatíveis com a vida.
• Para que ocorra o efeito estufa, os fatos 
seguem uma determinada ordem.
1a. A atmosfera permite a entrada de uma grande 
quantidade de radiações provenientes do Sol.
2a. A maior parte dessas radiações sofre reflexão 
na superfície e na atmosfera e volta para o espaço. 
Uma pequena parte é absorvida por gases 
atmosféricos, pelo solo e pelos oceanos.
3a. Parte da energia luminosa é absorvida e 
reemitida para o ambiente, na forma de calor.
4a. A maior parte desse calor perde-se no espaço, 
enquanto uma pequena parte é absorvida, 
principalmente pelo gás carbônico, metano e vapor-
d’água, nas baixas camadas atmosféricas. Assim, o 
efeito estufa acaba criando um manto morno na 
superfície da Terra. 
5a. A atmosfera retém uma pequena parte do calor, 
con- tribuindo para a manutenção de uma 
temperatura global média de aproximadamente 
15°C.
Aquecimento global, chuva ácida, inversão térmica 
Eutrofização das águas 
TIPOS DE POLUENTES 
1. Biodegradáveis – são substâncias capazes de 
serem decompostas pela ação de seres vivos, 
geralmente bactérias e fungos. O esgoto 
doméstico, por exemplo, é composto 
fundamentalmente de material orgânico, que, 
uma vez liberado no ambiente, será decomposto 
pela ação de micro-organismos, ou seja, será 
biodegradado, biologica- mente destruído.
2. Não biodegradáveis – são substâncias químicas 
incapazes de serem decompostas pelos seres vivos. 
Consequen- temente, acabam acumulando-se no 
ambiente, provocando problemas ambientais por um 
longo período. Podem ser absorvidas pelos organismos 
vivos e passar de uns para os outros através das 
cadeias alimentares. Exemplos: mercúrio, chumbo, 
DDT, materiais radioativos, plástico, amianto e 
alumínio
EUTROFIZAÇÃO 
 Eutrofização é um desequilíbrio provocado pelo 
acúmulo de sais minerais em ambientes aquáticos,o 
que favorece a proliferação excessiva de vegetais 
nestes ambientes. A população excessiva de vegetais 
diminui a penetração de luz na água, o que reduz 
sensivelmente a fotossíntese nas camadas 
inferiores. Com a redução na taxa de fotossíntese, 
ocorre também uma redução no teor de oxigênio 
dissolvido na água, o que, por sua vez, prejudica os 
organismos aeróbios
COMO ACONTECE - PASSO A PASSO
 1. Os esgotos biodegradáveis são lançados nos rios sem 
tratamento
2. A população de micro-organismos aeróbios aumenta 
em função do aumento de material orgânico nutritivo 
3. Com o aumento da população de micro-organismos 
aeróbicos, o oxigenio dissolvido na agua reduz 
dramaticamente 
4. Os peixes, crustáceos, moluscos e outros animais 
morrem por asfixia e entram em decomposição, 
aumentando ainda mais o numero de organismos e 
reduzindo o oxigenio dissolvido 
5. Com a redução dos níveis de oxigenio, as populações 
de micro-organismos anaeróbicos aumentam 
6. A decomposição desta massa morta produz uma 
grande quantidade de sais minerais que se dissolvem 
na agua 
7. Com abundância desses sais, as algas crescem e 
dificultam a passagem de luz 
8. As algas no fundo começam a morrer, o que reduz 
ainda mais a disponibilidade de oxigenio 
A camada de ozônio 
O QUE É
• A camada de ozônio é uma fina faixa gasosa 
presente na estratosfera (de 15 a 45 km de 
altitude), onde está presente o gás ozônio 
(O3). As moléculas de ozônio têm a 
capacidade de absorver a maior parte da 
radiação ultra- violeta proveniente do Sol. 
Como a radiação ultravioleta é um agente 
altamente mutagênico, a camada de ozônio 
funciona como um protetor para os 
ecossistemas.
IMPORTÂNCIA DA CAMADA 
• A camada de ozônio retém grande parte da 
ra- diação ultravioleta, evitando que ela 
incida em ex- cesso na superfície terrestre
ALTERAÇÕES NA CAMADA DE OZÔNIO 
• Em virtude da ação de vários poluentes 
liberados pela atividade humana, a camada 
de ozônio tem sofrido o que se denomina de 
“buraco na camada de ozônio”.
• Os principais poluentes que alteram a 
camada de ozônio são:
1. óxidos de nitrogênio produzidos por indústrias 
e aviões a jato;
2. compostos à base de clorofluorcarbonetos 
(CFC)
EFEITOS BIOLÓGICOS DA DESTRUIÇÃO DA CAMADA
• Com a maior penetração de radiação ultravioleta, 
pode ser esperado:
• aumento das taxas de mutações na maioria dos seres 
vivos, bem como queimaduras na pele de organismos 
mais sensíveis;
• cegueira em muitos insetos, o que, por sua vez, pode 
contribuir em reduzir os níveis de polinização vegetal;
• morte de grandes quantidades de fitoplâncton, alte- 
rando as cadeias alimentares aquáticas;
• alterações no clima terrestre, pela morte de algas, as 
quais produzem dimetilsulfeto, substância que auxilia a 
formação das nuvens;
• aumento na incidência de casos de câncer de pele.
DESMATAMENTO E A LIXIVIAÇÃO DO SOLO 
• A água, quando se infiltra no solo, arrasta uma 
grande quantidade de sais minerais para as camadas 
mais profundas (lixiviação). As raízes dos vegetais 
maiores, no entanto, recuperam esses sais minerais e 
os devolvem à superfície, em um processo cíclico. Com 
o desmatamento, esse ciclo se rompe, pois os sais não 
são resgatados. Consequente- mente, haverá um 
processo acelerado de empobrecimento do solo, que 
não mais servirá para a agricultura (isso já está 
ocorrendo na Amazônia, por exemplo). Essa perda de 
sais minerais e nutrientes chama-se lixiviação.
E o desmatamento 
AQUECIMENTO GLOBAL 
• Atualmente, o aumento da concentração de gás 
carbônico na atmosfera está diretamente 
relacionado ao aumento da retenção de calor 
pelo efeito estufa.
CONSEQUÊNCIAS
1. Elevação da temperatura atmosférica, 
aumentando a evaporação dos oceanos e o teor 
de vapor na atmosfera, o que retroalimenta o 
efeito estufa.
2. Mudança nas direções de certas correntes de 
vento, o que poderia alterar de forma 
imprevisível o ritmo e a distribuição das chuvas 
pelo globo.
3. Aumento da temperatura, possível responsável 
pelo degelo das calotas polares, que, uma vez se 
acentuando, pode aumentar o nível dos mares, 
provocando grandes inundações, em zonas 
costeiras.
4. Alterações nas comunidades dos ecossistemas, 
determinando a extinção de especies 
GASES DO EFEITO ESTUFA
• CO2
• CH4
• VAPOR DE ÁGUA 
• N2O e CFC’S
CHUVA ÁCIDA 
• Com a queima de óleos e combustíveis fósseis, 
ocorre desprendimento de SO2 e óxidos de 
nitrogênio. Ao chegarem à atmosfera, esses e 
outros óxidos reagem com o vapor-d’água e 
formam ácidos, como o sulfúrico e o nitroso, 
extremamente perigosos à saúde humana e ao 
ambiente. Quando chove, esses ácidos são trazidos 
para a terra, contaminando rios, lagos e 
vegetações. O excesso de acidez na água acaba 
prejudicando a micro- fauna e a microflora, o que, 
por sua vez, prejudica toda a cadeia alimentar. 
INVERSÃO TÉRMICA 
 Num ambiente normal:
• À medida que o dia vai passando, a lâmina de ar que 
está em contato com a superfície vai se aquecendo 
graças ao calor liberado pelo solo, asfalto, telhados e 
paredes da cidade;
• uma vez aquecido, o ar tende a subir para as 
camadas mais altas e frias da atmosfera, levando 
consigo substâncias e partículas poluentes liberadas 
durante o dia. Nas camadas atmosféricas mais altas, 
os poluentes se dispersam e são distribuídos para todo 
o planeta.
 Durante a inversão térmica: Ocorre a interposição de 
uma camada de ar quente entre a superfície do 
planeta e a massa de ar frio do alto. Assim, o ar da 
superfície terrestre fica impossibilitado de subir
• como o ar da superfície, contendo os poluentes, não 
pode subir, esses poluentes não serão dispersos
Evoluções biológicas 
TEORIA SINTÉTICA/MODERNA DA EVOLUÇÃO 
• aprimoramento da teoria darwiniana turbinada 
com os conhecimentos da genética
PILARES 
1. SELEÇÃO NATURAL DE DARWIN: bactérias sensíveis 
a antibióticos x bactérias resistentes. 
Sobrevivência dos mais aptos
2. MUTAÇÃO GENÉTICA: erro aleatório do DNA. Fonte 
importante de variabilidade genética que pode 
gerar características vantajosas ou não. A 
recombinação genica ou crossing-over também é 
importante fonte de variabilidade genética. 
3. ESPECIAÇÃO; formação de novas espécies. A 
especiação pode se dar de duas formas
—- Anagênese: em linha
— Cladogenese: ramificação 
1. ISOLAMENTO GEOGRÁFICO (RAÇA): geleiras, 
desertos e etc, barreiras geográficas que 
impedem a reprodução de especies. Indivíduos de 
uma população não isolada geograficamente 
encontram-se facilmente e se cruzam, 
espalhando de forma aleatório seus genes. Dessa 
maneira as características se distribuem de 
forma mais ou menos uniforme, os membros da 
população nao isolada sao mais parecido do ponto 
de vista genético. 
• A existência de uma barreira impede o 
cruzamento. 
• as mutações que ocorre em um lado da barreira 
nao passara para os indivíduos do outro lado
• Lenta e gradativamente os dois lados começam a 
acumular pequenas diferenças genéticas entre si 
e começam a se diferenciar aos poucos - início da 
raciação 
• Depois de um tempo algumas pequenas 
diferenças começam a surgir, apesar de ainda 
cruzarem entre si e produzirem descentres 
férteis, caracterizando os dois grupos como raças 
ou subespécies da mesma especie original 
• Depôs de um longo tempo de isolamento as 
diferenças genéticas ser tornam bem 
significativas impedindo a produção de 
descendentes férteis, isto é, não sao da mesma 
especie
TIPOS DE ISOLAMENTO REPRODUTIVO
1. Pré-zigótico: impedem o processo de fecundação 
entre os gametas
— habitacional: habitats distintos
— sazonal: amadurecimento em épocas distintas 
— etológico: mudanças comportamentais 
— mecânico: órgãos genitais não se encaixam
2. Pós-zigotos: o zigoto é formado mas os híbridos 
perdem ou reduzem a fertilidade
ASSUNTO:
ORIGEM DA VIDA
E EVOLUÇÃO
Origem da vida 
HIPÓTESE CRIACIONISTA
• O Criacionismo englobatodas as concepções 
que envolvem uma origem sobrenatural para o 
fenômeno da vida, isto é, Deus (para os 
monoteístas) ou deuses (para os politeístas) 
estariam por trás deste processo e a vida, após 
criada.
HIPÓTESE FIXISTA 
• Esta hipótese afirma que as espécies surgiram 
sobre a Terra já completamente adaptadas ao 
ambiente onde foram criadas e desde então 
permanecem imutáveis, reproduzindo-se 
através dos séculos
ABIOGÊNESE 
Afirma a origem da vida na geração espontânea, 
isto é, a matéria morta possuiria um princípio ativo 
capaz de se transformar em matéria viva.
Foi defendida por grandes cientistas como Aristó- 
teles, Van Helmont, Newton, Harwey, Descartes e 
John Needham.
BIOGÊNESE 
• Afirma a origem de um ser vivo somente a 
partir de outro ser vivo. Foi defendida por 
Francisco Redi, Lázaro Spallanzani e Louis 
Pasteur.
HIPÓTESE AUTOTRÓFICA (quimiolitoautotróficos)
• Segundo esta hipótese, os primeiros seres vivos 
produziam matéria orgânica a partir da energia 
liberada por reações químicas (ferro e enxofre) 
da crosta terrestre.
Ex.: FeS + H2S → FeS2 + H2 + energia
HIPÓTESE DA PANSPERMIA OU COSMOGÊNESE 
• Segundo esta concepção, a vida teria se 
originado em outras partes do universo e de 
alguma forma chegado à Terra e se 
desenvolvido. Esta hipótese, apesar de estranha, 
não resolve o problema, apenas o transfere de 
lugar.
HIPÓTESE HETEROTRÓFICA
• O cientista soviético Aleksander Ivanovitch 
Oparin, no início de 1924, preocupou-se em 
saber como surgiu a matéria orgânica 
necessária para a formação dos primeiros 
seres vivos, enquanto o meio científico da 
época procurava saber como o primeiro ser 
vivo surgiu na Terra.
• Por meio da análise dos fósseis, acredita-se 
que os primeiros seres vivos devem ter surgido 
na Terra há aproximadamente 3,5 bilhões de 
anos. Nessa época, o nosso planeta ainda 
estava em fase de formação e apre- sentava 
condições geológicas e atmosféricas 
totalmente distintas das atuais 
• A atmosfera primitiva era formada, 
principalmente, pelos gases amônia, metano, 
hidrogênio e água vapo- rizada, apresentando, 
portanto, um caráter químico redutor e não 
oxidante. O gás oxigênio só passou a fazer 
parte da atmosfera após o surgimento dos 
primeiros seres vivos fotossintetizantes, 
muitos de milhões de anos após a vida ter 
surgido na Terra.
• Em virtude da ausência de O2 na atmosfera 
primi- tiva, também não existia a camada de 
ozônio. Dessa forma a radiação ultravioleta 
alcançava livremente a superfície terrestre.
Além disso, o movimento de rotação terrestre era mais 
rápido do que o atual, levando a uma grande amplitude 
térmica devido à rápida sucessão entre dia e noite. 
Consequentemente, as massas de ar movimentavam-
se violentamente, varrendo a superfície com 
vendavais e furacões. O movimento intenso das 
massas de ar também provocava frequentes 
descargas elétricas, criando um ambiente altamente 
agitado, quente, carregado eletricamente e instável.
FORMAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA 
• À medida que a atmosfera se agitava pelo calor da 
superfície, pelas radiações ionizantes, pelas 
tempesta- des e pelas violentas erupções 
vulcânicas, seus com- postos reagiam entre si, 
formando diversos compostos químicos orgânicos.
• Enquanto os primeiros compostos orgânicos eram 
formados na atmosfera primitiva, na superfície 
terrestre ocorriam erupções vulcânicas que 
expeliam magma, gases e imensas quantidades de 
vapor-d’água que se misturavam à atmosfera 
reativa.
• Durante milhões de anos, a atmosfera foi 
recebendo vapor-d’água oriundo do magma, até 
que a supersaturação levou à condensação dessa 
água na forma de chuva.
ESPECIAÇÃO E TERRITÓRIO
• O tipo de território exerce um papel importante 
no processo de formação de novas especies
1. ESPECIAÇÃO ALOPÁTRICA: quando ocorre 
isolamento geográfico entre as população da 
mesma espécie formando novas especies 
2. ESPECIAÇÃO SIMPÁTRICA: formação de novas 
especies sem o isolamento geográfico da 
mesma especie 
Evolução biológica 
Evidências do processo evolutivo 
EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO BIOLÓGICA: 
1. Evidências fosseis: mais importantes evidencias do 
processo evolutivo. Por meio dos fosseis 
evidenciam-se as diferenças e semelhanças 
evolutivas entre especies extintas e atuais.
EVIDÊNCIAS ANATÔMICAS DA EVOLUÇÃO
1. Órgãos homólogos
• possuem a mesma origem embriológica
• Apresentam o mesmo esquema estrutural básico
• São evidencias de parentesco entre organismos
2. Órgãos análogos 
• DIFERENTE origem embrionária
• DIFERENTE estrutura básica 
• A função desempenhada é a mesma ‘
3. Irradiação adaptativa
• naturalmente uma especie tende a conquistar 
novos territórios e se espalhar pelo ambiente nas 
condições em que encontra favorável
• A partir do ponto inicial onde a especie se 
desenvolveu ela vai se irradiando para novas 
regiões 
• Em regiões diferentes a especie encontra 
condições ambientais também diferentes
• lentamente o processo de seleção vai selecionando 
em meio a diversidade genética encontrada na 
especie aquelas formas que melhor se adaptam
• Assim, ao longo do empório, em ambientes 
diferentes a especie original vai originar novas 
especies em um processo chamado irradiação 
adaptativa 
4. Convergência adaptativa
• os órgãos análogos fornecem indícios da 
adaptação de estruturas de diferentes 
organismos a uma mesma variável ambiental. 
Quando os organismos nao intimamente 
aparentados apresentam estruturas semelhantes 
exercendo a mesma função, dizemos que elas 
sofreram evolução convergente 
EVIDÊNCIAS EMBRIOLOGICAS 
1. Órgãos vestígiais 
• os órgãos vestigiais sao estruturas anatômicas 
formadas por vestígios de órgãos que foram 
desenvolvidas no passado de uma espécie 
• Ex: apêndice no intestino, cóccix na base da coluna 
vertebral, etc 
TIPOS DE SELEÇÃO NATURAL
1. Seleção direcional 
• ocorre quando um fenótipo fora da media é 
favorecido e tende aumentar sua frequência 
na população 
ex: resistência de bactérias a antibióticos, 
sobrevivência a agrotóxicos, e etc 
2. Seleção estabilizadora ou normalizadora
• esse tipo de seleção verifica em populacao que 
vivem em ambientes estáveis. Nesses casos a 
maioria dos indivíduos se encontram na media 
3. Seleção disruptiva
• corre quando os fenótipo extremos são 
favorecidos 
Evolução biológica 
Evolução humana 
1 Australopithecus: Surgiram entre 4 e 2 milhões 
de anos atrás. Os Australopithecus eram 
bípedes, mas tinham cérebros relativamente 
pequenos em comparação com os humanos 
modernos. Eles viveram em ambientes 
florestais e savanas e foram os primeiros 
hominídeos a caminhar de forma ereta.
2 Homo habilis: Apareceu há cerca de 2,4 milhões 
de anos. O Homo habilis tinha cérebros um 
pouco maiores que os Australopithecus e era 
capaz de fabricar e usar ferramentas 
rudimentares de pedra. Essa habilidade lhe 
conferiu uma vantagem adaptativa 
significativa.
3 Homo erectus: Surgiu por volta de 1,9 milhão de 
anos atrás. O Homo erectus tinha uma postura 
ereta e cérebros maiores em comparação com 
as espécies anteriores. Eles foram os primeiros 
hominídeos a deixar a África e se espalhar por 
outras partes do mundo, como a Ásia e a 
Europa.
4 Homo neanderthalensis: Viveu entre cerca de 
400.000 e 40.000 anos atrás, principalmente na 
Europa e partes do Oriente Médio. Os 
Neandertais tinham uma estrutura física 
robusta e cérebros ligeiramente maiores do 
que os humanos modernos. Eles foram capazes 
de criar ferramentas avançadas, enterravam 
seus mortos e possuíam uma forma 
rudimentar de cultura.
5 Homo sapiens: O Homo sapiens, ou ser humano 
moderno, surgiu na África há cerca de 300.000 
anos. Essa espécie possui um cérebro 
altamente desenvolvido e habilidades 
cognitivas avançadas. Os seres humanos 
modernos têm uma capacidade única de 
comunicação, uso de ferramentas complexas, 
habilidades sociais e culturais, o que os tornou 
a espécie dominante no planeta.Desde o surgimento do Homo sapiens, houve um 
desenvolvimento contínuo da cultura humana, 
incluindo avanços tecnológicos, sociais e científicos, 
que permitiram a expansão e o sucesso da espécie 
em todo o mundo.
ASSUNTO:
FISIOLOGIA HUMANA
Sistema digestório 
Da boca ao estômago 
O QUE É DIGESTÃO?
• é um processo que começa na boca e termina 
no anus.
• é a transformação de macromolécula não 
absorvíveis em pequenas moléculas absorvíveis 
PRODUTOS DA DIGESTÃO 
AMIDO E GLICOGÊNIO —-> GLICOSE
PROTEÍNAS —-> AMINOÁCIDOS
LIPÍDEOS —-> ÁCIDOS GRAXOS E GLICEROL
DNA E RNA —-> NUCLEOTÍDEOS 
Água
Vitaminas
Sais minerais
Álcool 
ANATOMIA 
1. BOCA
2. ESÔFAGO
3. ESTÔMAGO
4. DUODENO
5. JEJUO-INEO 
6. CÓLON ASCENDENTE 
7. CÓLON TRANSVERSO
8. CÓLON DESCENDENTE
9. CURVA SIGMOIDE
10. RETO
11. FIOFÓ 
Não são digeridos. São moléculas 
muito pequenas absorvidas 
diretamente 
1. BOLO ALIMENTAR; amido começa na boca. Mais 
ou menos neutro 
2. QUIMO: alimento no estômago. Proteína. Meio 
ácido 
3. QUILO: alimento no intestino. Gorduras, amido, 
ácidos nucleicos e etc. Meio básico 
ESTRUTURA DO DENTE
1. ESMALTE: o mais resiste e mineralizado tecido 
do corpo
2. DENTINA: absorve impactos no dente para 
proteger o esmalte de rupturas 
3. NÚCLEO (POLPA): vasos sanguíneos e nervo 
dentário 
4. COROA: parte visível do dente
5. RAIZ: parte que parente o dente no osso da 
mandíbula 
ARCADA DENTÁRIA INFERIOR
4 dentes incisivos
2 dentes caninos
4 dentes pré molares
6 dentes molares
Arcada dentária inferior + arcada superior
32 dentes, sendo:
8 insicivos
4 caninos
8 pré molares
12 molares
3
GLÂNDULAS SALIVARES
• Produzem o primeiro suco digestivo
• O ph da saliva oscila entre 6,8 e 7,4
FUNÇÕES DA SALIVA
• umedecer os alimentos
• Ação bactericida
• inicia a digestão do amido pela enzima ptialina 
ou amilase salivar 
AMILASE SALIVAR: AMIDO 
• a ptialina é uma enzima da amilase
• Inicia a digestão quebrando essas moléculas 
por hidrolise e produzindo um açúcar mais 
simples formado de duas dessas moléculas de 
glicose - a maltose (um dissacarídeo)
2. ESÔFAGO: tubo rico em músculos lisos e 
involuntário que empurram o bolo alimentar da 
faringe ate o estômago 
Reversão peristáltica: vomito 
ESTÔMAGO 
• Estômago e seus dois esfíncteres 
1. Esfíncter esofagiano: controla a entrada de 
bolo alimentar do esôfago para o estômago
2. Esfíncter pilórico: controla a saída de quimo do 
estômago para o duodeno 
ÁCIDO CLORÍDRICO 
1. BACTERICIDA: mata bactérias presentes no 
alimento 
2. CONVERTE PEPSINOGENIO EM PEPSINA ATIVA: a 
pepsina é produzida de forma inativa a fim de 
evitar a auto destruição da glândula pela própria 
pepsina 
3. AMOLECE ALIMENTOS DUROS: a ação do HCL 
desmoraliza ossos, escamas e espinhos, o que 
facilita a digestão e evita perfurações no 
estômago 
PORQUE A PEPSINA NÃO DESTRÓI A PROPRO ESTÔMAGO 
• Para evitar a autodigestão ou autolise, o estomago 
produz em suas glândulas uma forma inativa da 
enzima pepsina
Sistema digestório 
Do intestino delgado ao intestino grosso 
Digestão: transformação de macromolécula não 
absorvíveis para macromolécula absorvíveis 
Boca —> saliva (Ptialina - amido) —> estômago 
(pepsina - proteina - pepsinogenio (forma 
inativa)) 
INTESTINO 
• É dividido em duas partes
• Parte mais fina: intestino delgado
• Parte grossa: intestino grosso 
INTESTINO DELGADO
Dividido em três parte
• Duodeno: primeira parte do intestino na qual 
estão presentes três sucos digestivos: suco 
pancreático, bile e o suco entérico 
• Jejuno
• Íleo 
SUCO PANCREÁTICO —> liberado no duodeno 
• Pâncreas produz o suco pancreático que é 
lançado no duodeno. O suco é composto de: 
• 1. bicarbonato (neutraliza a acidez)
• 2. enzimas digestivas (amilase pancreática) 
• 2.1 (tripsina - digere proteinas) 
• 2.2. (lipase - digere lipídeos) 
• 2.3. nucleases (digerem dna e rna) 
BILE
• O fígado produz a bile que é produzida pelo 
fígado
• Armazenado na vesícula biliar
• Liberadas no duodeno pelo canal colédoco 
• A bile nao tem função enzimática, apenas 
amulatou os lipídeos 
SUCO ENTÉRICO 
• Suco digestivo produzido pelo intestino 
delgado na região duodeno e contem 
enzimas digestivas para o processo final da 
digestão 
• As enzimas do suco entérico sao 
• 1. Peptidases: digerem os polipeptídeo
• 2. Nucleotidases: digerem os nucleotídeos em 
fosfato, pentose e base nitrogenada
• 3. Dissacaridases: digerem dissacarídeo em 
monossacarideos 
JEJUNO E ILEO 
• Local do intestino delgado em que ocorre a 
absorção de nutrientes
INTESTINO GROSSO
• Após a absorção dos nutrientes restam 
dentro do tubo digestório celulose, água 
fibras e bactérias.
No intestino vai ocorrer a absorção dessa água e 
o conteúdo restante vai ser transformada em 
fezes, os quais sao eliminados pelo reto e anus.
• no intestino grosso também ocorre a 
produção de vitaminas, como a vitamina K e 
a B12 pela presença de bactérias simbiontes 
que contituem a flora intestinal 
Sistema digestório 
Controle hormonal da digestão 
Nessa aula aprenderemos: 
1. Hormônio digestivo
2. Intolerância à lactose 
3. Doença celíaca: intolerância ao glúten 
HORMÔNIOS DA DIGESTÃO
• Gastrina
• Secretina
• Colecistocinina
• Enterogastrona 
Aprendemos que o alimento no estomago recebe 
um banho de suco gástrico
Suco gástrico = HCL = pepsina (enzima que inicia 
a digestão das proteínas)
Mas….
Como o estômago sabe o momento que precisa 
liberar o suco gástrico?
1. A mastigação e a dilatação provocada pelo 
alimento contra as paredes do estômago 
estimulam pequenas glândulas da parede 
estomacal a liberarem nos vasos sanguíneos 
do estômago um hormônio chamado 
GASTRINA 
Leptina: reduz apetite 
GASTRINA
Produtor: estômago
Órgão-alvo: estômago 
Ação: estímula a liberação do suco gástrico 
Resumo: a Gastrina é um hormônio proteico 
produzido por células endócrinas do estomago, 
atua no próprio estomago. Estimula a secreção do 
ácido clorídrico e estimula a motilidade do estomago 
2. Depois que o estomago trabalha e a pepsina inicia 
fazendo a digestão da proteína. O estômago se 
contrai e empurra o quimo para o intestino. O 
material que chega no intestino é bem ácido 
(porque foi digerido no ph acido do estomago). Isso 
irrita a parede do duodeno o que estimula a 
secretína
SECRETINA
Produtor: duodeno
Órgão-alvo: pâncreas (bicabornato e enzimas)
Ação: estimula o pâncreas a liberar bicabornato de 
sódio no duodeno para neutralizar o elemento acido 
Resumo: a secretina é um hormônio proteicos 
produzido por células endócrinas do duodeno em 
resposta do ph entre 2 e 4,5 (muito acido) do quimo 
que vem do estomago. A secretina estimula a 
secreção de bicabornato de sódio do pâncreas no 
alimento que esta no duodeno 
S
' 19:32
3. O duodeno é um tubo formado por celulas. 
Essas celulas são revestidas por membrana 
plasmática. A membrana plasmática possui 
proteínas. Algumas dessas proteínas sao 
receptores. Quando moléculas de gorduras ligam 
em receptores corretos é ativados mecanismos 
corretos. A gordura estimula pequenas glândulas 
da parede do duodeno a produz um outro 
hormônio chamado de:
COLECISTOCININA 
• Produtor: duodeno
• Órgão alvo: pâncreas e vesícula biliar 
• Ação: estimula a liberação de enzima 
pancreática e a bike da vesícula biliar 
• Resumo: a Colecistocinina estimula a 
contração da vesícula biliar, o que injeta a 
bike no duedeno para a emulsão de gorduras. 
Também atua no pâncreas estimulando a 
secreção de enzimas digestivas no duodeno. 
Está relacionado com a sensação de 
saciedade
4. Após todos esses processos, está perfeito. O ph 
está básico com a ação do pâncreas e a bile. Mas 
o estomago se contrai, e o alimento que esta no 
estomago é acido, se algum fragmento acido cair 
no duodeno acaba toda a perfeição, e é ai que 
entra uma outra enzima 
ENTEROGASTRONA 
Produtor: duodeno
Órgão-alvo: estomago
Ação: paralisa ascontrações peristáltico do 
estomago que empurram o quimo para o duodeno 
Resumo: a Enterogastrona é um hormônio proteico 
produzido por células endócrinas da parede do 
duedeno. Atua no estomago inibindo as contrações 
peristalticas da musculatura estomacal que 
empurram o quimo acido para o duodeno 
INTOLERÂNCIA A LACTOSE
• Ausência ou baixa produção da enzima LACTASE 
que digere a lactose (açúcar do leite)
• Todos nos somos intolerantes, uns mais outros 
menos
• Sintomas: diarreia, fermentação intestinal, perda 
de nutrientes com as fases
DOENÇA CELÍACA 
• Intolerância ao glúten (proteína presente no 
trigo, aveia, cevada e centeio)
• Em certas pessoas o gluten provoca grade 
inflamação na parede do intestino delgado
• As microvilosidades do intestino sao afetadas 
• Destruição das vilosidade
• Entrada de bactérias no sangue
• Redução da superficie
• Diminuição da capacidade de absorver nutrientes
-
Fisiologia humana 
Vitaminas 
VITAMINAS: substâncias orgânicas que apresentam 
um ou mais radicais ligados ao nitrogênio 
• O ser humano nao é capaz de produzir 
vitaminas, necessariamente é preciso obtê-las 
por meio da alimentação 
• A maioria das vitaminas atua como cofator 
enzimático, isto é, ativadores de enzimas. 
ENZIMA É UM CATALISADOR BIOLÓGICO QUE 
ACELERA OU RETARDA UMA REAÇÃO QUÍMICA
ENZIMA + VITAMINA = ENZIMA TURBINADA
• Acelera as reações químicas
• Acelera o metabolismo 
VITAMINAS SÃO ANTIOXIDANTES
• Combatem radicais livres
• Reduzem a oxidação celular
• Principais: vitaminas c e E
As vitaminas se dividem em dois grupos
1. Solúveis em gordura - LIPOSSOLUVEIS
2. Solúveis em água - HIDROSSOLÚVEIS
VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS 
1. A (RETINOL): VISÃO 
• xeroflamina: ressecamento dos olhos
• Hemeralopia: cegueira noturna, baixa produção 
na retina de uma substancia fotossensível 
chamada rodopsina 
• Fontes de vitamina A: vegetais amarelo, folhas 
verdes, óleo de fígado de peixe, ovos, manteiga e 
leite 
2. D (CALCIFEROL): ANTI-RAQUÍTICA
• carência: ma formação do esqueleto pela falta de 
cálcio 
• Principais fontes: carnes, peixes, frutos do mar, 
ovo, leite, cogumelos e algumas verduras 
3. E (TOCOFEROL): seQUexo
Carência: parto, gestação, e tudo relacionado a sexo
4. K (FILOQUINONA): Anti-hemorrágiKa
• carência: afeta a circulação do sangue 
VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS
1. B (COMPLEXO B)
2. C (ÁCIDO ASCÓRBICO): antioxidantes
3. P (RUTINA): vasos sanguíneos, varizes 
Sistema respiratório 
Nariz, fossas nasais, faringe, laringe, traqueia, brônquios, brônquiolos, alvéolos pulmonares 
NARIZ / FOSSAS NASAIS
• É a porta de entradas
• Filtra, aquece, umedece o ar 
FARINGE
• Área comum entre o sistema respiratório e 
sistema digestório 
• A faringe é apenas uma estrutura de passagem 
do ar, nao participando de nenhuma função 
respiratória especial 
• Nessa regiao, cabe lembrar da funcao da úvula, 
tem como funcao impedir, no momento da 
deglutindo que o alimento suba em direção as 
narinas 
• A faringe é um local de alta contaminação 
• A faringe é protegida pelas tonsilas faringeas, 
elas se localizam atrás das cavidades nasais e 
acima do patalo mole. Produzem anticorpos e 
fazem parte do sistema imunológico na defesa 
contra a invasão de agentes estranhos 
LARINGE 
Órgão que liga a faringe a traqueia
Na laringe possui a epiglote, que funciona como uma 
porta que impede o alimento de passar pela via 
errada
Quando não estamos engolindo a epiglote permanece 
aberta para a passagem do ar
TRAQUEIA 
• Tubo formado por anéis cartilaginoso 
• A traqueia é revestida por um epitélio 
Pseudoestraficado ciliado mucoso responsável em 
fazer a filtração do ar
• Partículas de poeira, vírus e bactérias que passam 
na filtração dos pelos nas fossas nasais acabam 
aderindo na viscosidade do muco traqueal 
• Efeitos nocivos do cigarro: o cigarro transforma o 
epitélio ciliado mucoso em um epitélio pavimentoso 
que nao filtra as impurezas direito 
BRÔNQUIOS E BRONQUÍOLOS 
• No tórax, a traqueia se bifurca, formando os 
brônquios, dois canais que entram nos pulmões e se 
ramificam em bronquiolos 
ALVÉOLOS PULMONARES
• No final dos bronquiolos encontram se pequenos 
sacos membranoso que lembram cachos de uva que 
sao os alvéolos pulmonares 
• Os alvéolo sao revestidos por uma malha de 
finíssimos capilares sanguíneos - tem sangue 
venoso chegando nos tecidos do corpo e sangue 
arterial oxigenado saindo 
• Hematose: corresponde as trocas gasosas que 
ocorre entre o sangue venoso que chega nos 
alvéolos e o ar que chegou do exterior do corpo 
durante a inspiração e encheu as bolsas alveolares
Sistema respiratório 
MECÂNICA RESPIRATÓRIA
1. INSPIRAÇÃO: entrada de ar
• Contração dos músculos intercostal externos 
(sobem) e do diafragma (abaixa)
• Contração do diafragma
• Aumento do volume do torax
• redução da pressão
• O ar entra nos pulmões 
2. EXPIRAÇÃO: expulsão do ar do interior pulmonar 
• contração da musculatura intercostal interna e 
relaxamento do diafragma (sobe(
• As costelas abaixam provocando uma redução do 
volume torácico
• Aumento da pressão no interior dos pulmões
• Expulsão do ar para o exterior 
TRANSPORTE DE CO2 NA CORRENTE SANGUÍNEA
• A função do aparelho respiratório é fornecer 
oxigenio para as células e eliminar o gás carbônico 
• O gás carbônico é uma substância tóxica produzida 
como subproduto da atividade celular. Ele deve ser 
eliminado imediatamente do organismo para evitar 
toxidez e acidez excessiva no sangue. É 
transportado de três formas distintas: 
• 5% dissolvido no plasma
• 25% combinados a hemoglobina (carbohemoglobina)
• 70% sob forma de ions bicarbonatos HCO3- no plasma 
ETAPAS NO PROCESSO DE TRANSPORTE DE CO2
1. O gás carbônico produzido no metabolismo 
celular, passa, por difusão simples, na corrente 
sanguínea, onde rapidamente penetra o interior 
das hemácias 
2. No interior das hemácias existe uma enzima 
chamada anidrase carbônica, enzima que 
catalisa a reação quimica de transformação de 
gás carbônico e água em ácido carbônico 
OBS: o ácido carbônico dissocia-se em H+ e ions 
HCO3- (bicarbonato) que se dissolvem para o plasma 
sanguíneo 
3. Esses íons H+ formados sao, na verdade, prótons 
livres e prejudiciais ao equilíbrio do PH, uma vez que 
aumenta o aumento do acidez do meio 
4. O problema de acidez é contornado porque a 
oximoglobina que chega aos tecidos captura os íons 
hidrogênio, liberando seu oxigeno que se funde 
para as celulas 
NOS ALVÉOLOS PULMONARES
• Quando o sangue venoso, rico em bicarbonato, 
chega aos pulmões ocorrerá tudo ao contrario
• O sangue venoso será convertido em sangue 
arterial durante a hematose e o co2 será 
eliminado 
COG +Ha0 - H2903
Hb02 +H
*
- H
*HD +02
• o gás carbônico voltara a ser formado a partir 
dos íons bicarbonato (HCO3), onde foi 
transportado de forma disfarçada afim de 
evitar a formação de bolhas de gás na 
corrente sanguínea 
REGULAÇÃO DO RITMO RESPIRATÓRIO 
• Quem regula o ritmo da nossa respiração é o 
sistema nervoso central 
• O sistema nervoso é formado por duas partes. 
Encéfalo e medula espinhal. No tronco 
cerebral, mais especificamente no bulbo 
encefálico ocorre o controle da respiração 
• Sangue acido: muitos íons hidrogênio, muito 
CO2, muito ativo, a frequência respiratória 
aumenta para a entrada de oxigenio e 
expulsão do co2 para diminuir a acidez
•
Sistema cardiovascular chegeteiclavas
N Mediastino:local onde vive o coraçad
4veias O lado direito mandar sangue pro pulmão
O lado esquerdo manda sangue para o corpo⑲A pulmonares
↳
mais forte! logo, émaior.
Nvalvula N
Tricuspicher valvular bicusp.
un
↳
ou nitral
lado direito Arteria
sangue arterial Duas circulaçãoao mesmo tempo
porta ⑮
circula sangue
venoso. Éuma CONDO 3. Pequena circulação ou circulação pulmonar
Artéria!((02) ↳O ventriculo direito envia sangue para
Arteria pulmonar
Hematose perto, isto é, para os pulmõesCPC
Vaiparao pulmão Alveologos2. Grande circulaçãoou circulação sistemical
↳ envia sangue para o corpo todo, atravésdo
&·
Tudo que chega no coraçãoéumaveia ventriculo esquerdo e daarteria aortar
Tudo o que sai éarterial C
⑧ A valvula bicuspide impede o refluxo⑧
de sangue. Fazendo o ventriculo
esquerdo se contrair em cistole.
(contração
&O ventriculo esquerdo se enche e
manda o sangue arterial para o corpo.
·Arterial aorta:mandar sangue arterial
para o corpo.
&O sangue venoso retorna ao coraçãopelos
reias cava
Sistema cardiovascular 
ARTERIA
• Vaso pelo qual o sangue sai do coração pelas 
artérias
• Logo, precisam suportar uma pressão maior, 
logo as artérias sao ricas em musculatura lisa
VEIAS
• Vaso pelo qual o sangue chega ao coração
• Mais pobres em musculatura, já que a pressão 
do sangue é menor
• A veia é um vaso que possui válvulas, pois como 
a pressão esta baixa, nas veias há o risco do 
sangue retornar, logo é evitado o refluxo 
VEIA CAVA INFERIOR E SUPERIOR 
• A veia cava inferior recolhe o sangue que veio 
da parte inferior - abdômen, pernas -
• já a veia cava superior recolhe o sangue vindo 
da parte superior do corpo - braços, cabeça -
ÁTRIO DIREITO 
• Esse sangue vindo do corpo com menos 
oxigenio é recebido pelo átrio direito. Logo, o 
átrio direito recebe o sangue das veias cavas 
VENTRÍCULO DIREITO 
• Do átrio direito, o sangue passa para o 
ventrículo direito. Recebe sangue pobre em O2
ARTÉRIA PULMONAR 
• Do ventrículo direito, o sangue sai do coração 
pelas artérias pulmonares. As artérias 
palmares levarão sangue aos pulmões onde lá 
farão a hematose 
VEIAS PULMONARES
• O sangue é oxigenado no pulmão e retorna ao 
coração pelas veias pulmonares
ÁTRIO ESQUERDO
• O sangue já oxigenado é recebido no átrio 
esquerdo 
VENTICULO ESQUERDO 
• Do átrio esquerdo é passado para o ventrículo 
esquerda
ARTÉRIA AORTA
• Quando o ventrículo esquerdo contrai, o 
sangue sai do coração pela artéria aorta e vai 
para todo o corpo
rico
em
/ 02
Anatomia do sistema cardiovascular 
VASOS SANGUÍNEOS 
• Artérias: vasos eferentes, vasos que levam 
sangue do coração para outro lugar
• Veias: vasos aferentes, trazem sangue ao 
coração 
• Capilares: vasos sanguíneos muito finos, é 
através deles que acontecem as trocas 
• Artérias tem a túnica media mais espessa, lá 
tem músculo liso + fibras elásticas maiores 
para aguentar maiores pressões 
• Artérias possuem túnica adventícia pequenas, 
as veias possuem túnicas adventícias maiores
VÁLVULAS VENOSAS
• Evitam o refluxo sanguíneo 
• Dispositivo que evita que o sangue retorne 
para o caminho contrário devido a gravidade 
OBS: VARIZES —> dilatação anormal que faz ocorrer 
o refluxo sanguíneo 
NÓDULO SINOATRIAL (marca passo) 
• Em cima do átrio 
• É um nódulo de células musculares 
especializadas na condução de impulso elétrico 
o que gera a sístole 
• Quem esta mais próximo do nódulo sinoatrial 
contrai primeiro. Átrio contrai primeiro, 
entrada em sístole, o sangue vai para os 
ventrículos 
• Os ventrículos se enchem de sangue e entram 
em sístole e o sangue sai do coração pelas 
artérias 
Eitasin
⑳agroe
Nutrição do músculo cardíaco e controle do rítmico 
NUTRIÇÃO DO MÚSCULO CARDÍACO 
• A nutrição do miocárdio/músculo cardíaco, se 
da por um vaso sanguíneo que é um ramo da 
aorta. É da aorta que sai sangue arterial (rico 
em o2)
• Esse ramo é chamado de coronárias 
• Se houver uma obstrução coronariana ocorre 
um infarto; uma área que morre com a falta 
de nutrientes e oxigenação 
STENT
• Tecnologia que o médico consegue através da 
virilha e por um cateter, chegar a artéria 
parcialmente obstruída e solta uma mola que 
abre o vaso sanguíneo restabelecendo o fluxo 
sanguíneo 
PONTE DE SAFENA (veia)
• pega-se do próprio paciente uma safena 
compatível e faz a inserção no coração 
desviando o fluxo sanguíneo - mais agressivo
RITMO CARDÍACO 
• Marcado por células musculares 
especializadas no desencadeamento do 
impulso elétrico 
Sistema excretor 
INTRODUÇÃO 
• Excreção é a eliminação, para o exterior do corpo, 
de substâncias tóxicas produzidas pelo 
metabolismo ou de substâncias acumuladas em 
excesso no organismo.
Homeostase: é a capacidade dos seres vivos em 
manter, por autorregulação, condições internas equi- 
libradas e compatíveis com a vida.
ÓRGÃOS QUE TRABALHAM PARA O SISTEMA EXCRETOR
1. PULMÕES: Eliminam o gás carbônico produzido 
pela respiração celular e ajudam a eliminar o 
excesso de água
2. PELE Ajuda a eliminar o excesso de água e sais 
minerais.
3. FÍGADO: elimina (através da bile) algumas 
substâncias tóxicas do sangue. Transforma algumas 
toxinas em moléculas reconhecíveis pelo sistema 
urinário, para que sejam expulsas na forma de urina. 
SISTEMA URINÁRIO (RINS E ÓRGÃOS ANEXOS)
• Sistema é composto dos seguintes órgãos: rins, 
ureteres, bexiga e uretra
RINS E A EXCREÇÃO 
• Os rins são órgãos abdominais em forma de 
grãos de feijão, medindo aproximadamente 12 
cm de comprimento. Microscopicamente, 
possuem duas regiões dis- tintas, o córtex 
(periférico) e a medula (internamente), por 
onde penetram os vasos sanguíneos: artéria e 
veias renais.
• Sobre cada um dos dois rins estão colocadas 
as glândulas suprarrenais ou adrenais, 
responsáveis pela produção de alguns 
hormônios vitais ao organismo. Apesar de sua 
localização, elas não dependem nem possuem 
relação direta com os rins.
ESTRUTURA DOS RINS 
• Na porção cortical dos rins, encontramos 
centenas de milhares de pequeníssimas 
estruturas fibrosas denominadas néfrons, 
que são as unidades funcionais dos rins.
• O sangue a ser filtrado entra nos rins pelas 
artérias renais – uma para cada rim –, as quais 
se ramificam em milhares de finíssimas 
arteríolas em direção à zona cortical dos rins, 
onde estão localizados os néfrons. Cada 
arteríola entra numa cápsula de Bowman de 
um néfron (arteríola aferente) e se enovela, 
formando uma estrutura chamada glomérulo 
renal. A seguir, ela sai da cápsula (arteríola 
eferente) e se enrola ao redor do tubo do 
néfron.
• Para a filtração do sangue e formação da 
urina, observam-se as seguintes etapas:
FILTRAÇÃO GLOMERULAR 
• O sangue entra no glomérulo sob alta pressão 
e parte do plasma (aproximadamente 20%) 
passa para o interior do tubo do néfron: é a 
filtração glomerular.
• É importante salientar que, nesse processo de 
filtração glomerular, os elementos figurados 
do sangue (plaquetas, hemácias e glóbulos 
brancos), assim como macromoléculas 
proteicas, não conseguem atravessar as 
paredes do glomérulo. Assim, quando estes 
elemen- tos aparecem na urina, temos um 
indicativo de lesão urinária.
URINA PRIMÁRIA 
• O plasma desprovido de proteínas, que se 
forma na cápsula de Bowman, é chamado de 
urina primária ou filtrado glomerular. O 
plasma segue pelo néfron e chega ao tubo 
proximal. As células dessa região realizam 
intenso transporte ativo. Dessa forma, uma 
grande parte dos sais minerais, glicose, 
aminoácidos e hormônios contidos na urina 
primária são reabsorvidos e devolvidos à 
corrente sanguínea, pois ainda são úteis ao 
organismo.
• A reabsorção dos sais minerais (que se 
encontram na forma de íons) é fortemente 
estimulada pela ação do hormônio aldosterona, 
produzido no córtex das suprarrenais.
REABSORÇÃO RENAL 
• No tubo contorcido distal, o transporte ativo 
volta a funcionar e mais glicose, sais minerais, 
hormônios e aminoácidos são reabsorvidos e 
devolvidos à corrente sanguínea. Nessa região 
ocorre também a ação do ADH (hormônio 
antidiurético ou vasopressina), que aumenta
Órgãos dos sentidos 
OLHO E VISÃO HUMANA
• Os olhos são órgãos mais ou menos esféricos 
inseridos em cavidades ósseas da face. O. globo 
ocular apresenta as seguintes estruturas: esclera, 
córnea, coroide, íris, pupila, retina, humor vítreo, 
humor aquoso e cristalino.
ESCLERÓTICA E CÓRNEA 
• A esclera ou esclerótica é a parte branca dos olhos, 
formada poruma camada resistente de tecido 
conjunti- vo fibroso, o que confere proteção e 
sustentação para as estruturas internas do olho. 
CORÓIDE 
• A coroide é uma camada de tecido conjuntivo rica- 
mente vascularizada, logo abaixo da esclerótica, 
com função de nutrir e oxigenar a retina.
ÍRIS E PUPILA 
• Na região frontal do olho, atrás da córnea, a coroide 
forma a íris, disco colorido que dá cor ao olho e tem 
como função controlar a entrada de luz para o 
interior do globo ocular.
• A pupila é um orifício encontrado na região central 
da íris, e tem a abertura controlada por uma 
muscula- tura lisa e involuntária. A pupila se dilata 
mais quando estamos em ambientes escuros, 
permitindo uma maior passagem da luz ao interior 
do globo ocular, e quase se fecha em ambientes 
muito iluminados.
RETINA 
• A retina é uma fina camada que reveste o globo 
ocular internamente e é formada por uma rede 
de neu- rônios fotossensíveis. Os mais 
importantes neurônios da retina são os cones e os 
bastonetes.
• OBS: A rodopsina é o pigmento produzido e 
utilizado pela retina para a percepção dos raios 
luminosos. Quando atingida pela luz, essa 
substância sofre decomposição e libera elétrons 
que ativam os neu- rônios sensores. A vitamina A 
(retinol) participa na formação da rodopisina, o 
que explica o quadro de cegueira noturna em 
indivíduos que apresentam ca- rência desta 
vitamina.
CRISTALINO 
• O cristalino projeta na retina uma imagem inver- 
ida e menor do que a real.
HUMOR VÍTREO 
• É o líquido que preenche a maior parte do olho, 
está presente na cavidade do olho entre o 
cristalino e a retina. Tem aspecto de um gel claro, 
composto de água (99%) e glicoproteínas.
VISÃO 
HUMOR AQUOSO 
É o liquido que preenche a cavidade anterior do 
olho entre a córnea e o cristalino
DEFEITOS DA VISÃO 
1. MIOPIA 
• Na miopia, o globo ocular é mais alongado do 
que o normal, fazendo com que a imagem 
forme-se antes da retina, isto é, fora de 
foco. Na miopia, o indivíduo tem dificuldades 
em enxergar objetos distantes. A correção 
da miopia faz-se com o uso de lentes 
divergentes.
2. HIPERMETROPIA 
• Na hipermetropia, o olho é mais estreito que 
o normal, e a imagem forma-se atrás da 
retina, isto é, fora de foco. Na 
hipermetropia, o indivíduo tem dificuldade 
em enxergar objetos próximos. A correção da 
hipermetropia faz-se com lentes 
convergentes.
3. ASTIGMATISMO 
• É um defeito da curvatura da córnea, tendo 
como con- sequência a difusão dos raios 
luminosos; logo a imagem sofrerá distorção. 
Normalmente o problema é resolvido com 
lentes esferocilíndricas.
CATARATA 
• Caracteriza-se pela perda da transparência 
do cristalino que ocorre, principalmente, em 
função da idade. O cristalino é uma lente 
transparente que apresenta uma grande 
quantidade de proteínas em sua estrutura, 
as quais, com o passar do tempo, sofrem 
alterações químicas, e o cristalino vai se 
tornando opaco, até que a pessoa perca 
completamente a visão. A correção da 
catarata é cirúrgica, havendo a retirada do 
cristalino e a implantação de uma lente 
sintética
GLAUCOMA
• É o aumento da pressão intraocular 
provocado pela obstrução do sistema de 
canais responsável pelo esco- amento do 
humor aquoso. Este aumento de pressão 
provoca danos à retina e ao nervo óptico.
Órgãos dos sentidos 
Audição e olfato e gustação 
AUDIÇÃO 
• O aparelho auditivo humano apresenta duas 
funções distintas: au- dição e equilíbrio. Para 
que as duas funções sejam desempenhadas, 
a orelha apresenta várias estruturas. De 
acordo com a posição considera- da em 
relação ao osso do crânio, a orelha divide-se 
em três partes;
ORELHA EXTERNA 
• É formada pelo pavilhão auditivo e pelo canal 
auditivo externo, terminando na membrana 
timpânica.
ORELHA MÉDIA 
• Cavidade formada entre a mem- brana 
timpânica e o osso do crânio. Contém os três 
menores ossos do corpo: martelo, bigorna e 
estribo. Comunica-se com a faringe através 
da trompa de Eustáquio ou tuba auditiva, 
cuja função é equilibrar a pressão entre a 
orelha externa e orelha média.
ORELHA INTERNA 
É formada por duas estruturas fundamentais: a 
cóclea ou caracol, relacionada com a audição, e os 
canais semicirculares ou labirinto, responsáveis 
pelo equilíbrio e sensação de movimento em 
nosso organismo.
• Para que ocorra a audição, as vibrações sonoras são 
captadas pelas orelhas e dirigidas para o tímpano 
através do canal auditivo. O tímpano vibra e 
transmite suas vibrações para o martelo, a bigor- na 
e o estribo. O estribo, por sua vez, liga-se à cóclea, 
numa região denominada janela oval. A vibração 
passa, então, para o líquido coclear e é captada por 
pelos sensoriais.
OLFATO 
• O olfato é um dos sentidos humanos responsáveis 
pela percepção dos odores. Funciona através da 
detecção de moléculas odoríferas presentes no ar, 
que interagem com os receptores olfativos na parte 
superior do nariz. Esses receptores enviam sinais 
para o bulbo olfatório no cérebro, onde os sinais são 
processados e interpretados, permitindo a 
identificação e diferenciação de diversos odores. O 
olfato desempenha um papel importante na 
detecção de alimentos, alerta para perigos e até 
mesmo na formação de memórias emocionais 
associadas a certos cheiros.
GUSTAÇÃO: O sentido do paladar ou gustação é 
percebido por quimiorreceptores que formam as papilas 
gustativas da língua. Existem quatro sensações 
gustativas fundamentais: o ácido, o doce, o salgado e o 
amargo, resultando da sua combinação os demais 
sabores.
Imunologia 
TIPOS DE IMUNIDADE
• Um indivíduo pode se tornar imune, ou seja, 
prote- gido contra um dado antígeno, de duas 
formas básicas: entrando em contato com esse 
antígeno – imunidade ativa – ou recebendo 
anticorpos prontos contra ele – imunidade 
passiva. 
1. ATIVA —> Naturalmente adquirira
2. PASSIVA —> Naturalmente adquirira e 
artificialmente adquirida (soroterapia) 
IMUNIDADE ATIVA 
• A imunidade ativa é um tipo de resposta 
imunológica em que o próprio sistema 
imunológico do organismo é estimulado a 
produzir uma defesa duradoura contra um 
patógeno específico. Isso ocorre quando o 
corpo entra em contato com o patógeno, seja 
através da exposição natural à infecção ou 
através de uma vacinação. Os linfócitos B e T 
desempenham um papel crucial na imunidade 
ativa, reconhecendo o patógeno e produzindo 
anticorpos ou células imunes que são 
específicas para combatê-lo. A imunidade 
ativa cria uma memória imunológica, 
permitindo que o corpo responda de maneira 
mais rápida e eficaz se for exposto ao mesmo 
patógeno no futuro.
IMUNIDADE ATIVA NATURAL 
• A imunidade ativa natural ocorre quando o sistema 
imunológico desenvolve uma resposta de defesa 
contra um patógeno específico após a exposição 
natural a uma infecção. Nesse processo, o organismo é 
infectado pelo patógeno, e o sistema imunológico 
responde criando anticorpos e células de memória 
imunológica. Isso permite que o corpo fique protegido 
contra futuras infecções pelo mesmo patógeno, 
respondendo de maneira mais rápida e eficaz.
IMUNIDADE ATIVA ARTIFICIAL 
A imunidade ativa artificial é induzida por meio de 
intervenções médicas, como vacinação. Nesse processo, 
uma forma enfraquecida, inativada ou partes específicas 
de um patógeno são introduzidas no corpo por meio de 
uma vacina. O sistema imunológico reconhece esses 
elementos como estranhos e responde produzindo 
anticorpos e células de memória imunológica. Mesmo que 
o patógeno real não cause a doença, o sistema 
imunológico aprende a combatê-lo. Dessa forma, a 
imunidade ativa artificial cria uma memória imunológica 
sem que a pessoa precise passar pela doença completa. 
Isso ajuda a proteger o indivíduo contra infecções 
futuras e também contribui para a proteção coletiva da 
população contra doenças infecciosas. 
IMUNIDADE PASSIVA 
• Ocorre quando o indivíduo recebe anticorpos 
prontos,isto é, já formados em outros organismos.
• Esse tipo de imunização é sempre temporária, pois 
os anticorpos acabam sendo destruídos pelos 
macrófagos juntamente com os antígenos, e a 
célula de memória não é formada. Também pode ser 
natural ou artificial.
IMUNIDADE PASSIVA NATURAL 
• É o caso da imunidade verificada em fetos e recém-
nascidos, que recebem anticorpos maternos prontos 
via placentária ou por meio do leite materno.
IMUNIDADE PASSIVA ARTIFICIAL (SOROTERAPIA) 
• Certos antígenos têm uma ação tão fulminante que 
dificilmente o organismo consegue desenvolver anti- 
corpos a tempo de reagir, e a morte acaba 
ocorrendo. É o caso de toxinas, como peçonha de 
cobras, tétano e raiva, que normalmente matam 
antes de o organismo conseguir reagir. Nesses 
casos, utiliza-se a técnica da soroterapia, que 
consiste na inoculação de anticorpos previamente 
fabricados em outro organismo ou por meio de 
técnicas de engenharia genética. Este processo de 
imunização, apesar de rápida eficácia, tem curta 
duração, uma vez que não será armazenado na 
memória imunológica do corpo.
Exemplos de soros
a) peçonha de cobra – soro antiofídico;
b) peçonha de escorpião – soro antiescorpiônico;
c) peçonha da aranha-marrom – soro 
antiloxoscélico;
d) raiva canina (hidrofobia) – soro antirrábico;
e) bactéria do tétano – soro antitetânico.
CONCEITOS IMPORTANTES
1. INFECÇÃO: É a penetração, a multiplicação e o 
desenvolvimento de parasitas no interior do 
organismo animal. Exemplos: bactérias, vírus.
2. INFESTAÇÃO: É a doença causada por 
artrópodes na superfície do corpo.
3. AGENTE ETIOLÓGICO: é o agente responsável 
pela doença (causador)
4. VETOR OU TRANSMISSOR: é todo agente que 
passa a transmitir uma doença 
5. EPIDEMIA: Quando ocorre, em curto período de 
tempo, um grande número de casos de uma 
doença.
6. Endemia: Entende-se por endemia quando uma 
determinada doença afeta sempre uma 
mesma área de forma contínua ou se 
manifesta ciclicamente num período de tempo 
conhecido e esperado. Exemplos: mal de 
Chagas e malária.
BIOLOGIA C
ASSUNTO:
ZOOLOGIA
ZOOLOGIA
TABELA COM AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
@steffstudies
filo
cnidários
PORÍFEROS
platelmintos
nematodas
moluscos
anelídos
A) OLIGOQUETAS
B) POLIQUETAS
C) ACHAETAS
ARTOPODES
A) INSETOS
B) ARACNÍDEOS
EQUINODERMATAS
CORDADOS
ANFÍBIOS
RÉPTEIS
AVES
MAMÍFEROS
CARACTERÍSTICAS
gerais EXEMPLO EMBRIOLOGIA DIGESTÃO RESPIRAÇÃO CIRCULAÇÃO EXCREÇÃO COORDENAÇÃO/
locomoção
NERVOSO reprodução
- parazoários: sem tecidos verdadeiros
- possuem células especializadas
- capacidade de regeneração 
- Diblásticos: ectoderma e endoderma 
- Simetria radial 
- Dois estágios de vida: pólipo e medusa 
- Cavidade gastrovascular
- São vermes achatados 
- Triblásticos 
- Acelomados
- Corpo segmentado
- São vermes cilindricos lisos
- Simetria bilateral 
- Pseudocelomados 
- Tfiblásticos 
- São animais de corpo mole e não segmentado.
- Celomados
- Corpo dividido em cabeça, pé e massa visceral
- Presença de concha
- São vermes cilindricos segmentados
- Triblásticos
- Celomados (esquizocélicos)
- Simetria bilateral 
- Possuem corpo cilindrico e alongado com 
segmentos poucos distintos 
- Não possuem parapódios desenvolvidos 
- Comumente em ambiente terrestre e água doce
- Possuem o corpo mais variado, com apêndice e 
segmentação mais evidente 
- Parapódios (estruturas que tem cerdas) evidentes
- Ambiente marinho e ambientes bentônicos
- Possuem ventosas bem desenvolvidas 
- A maioria são hematófaga (se alimenta de 
sangue)
- Corpo alongado, cilindrico e segmentado 
- Patas e corpos articulados
- Segmentados (metameria)
- Exoesqueleto quitinoso
- Celomados 
- Habitat mais variado 
- Principalmente terrestres
- 3 pares de patas (hexápodos)
- Com mandibulas
- Principalmente terrestres
- 4 pares de patas (octópodos)
- Sem mandibula 
- Espinhos na pele, exclusivamente marinhos
- Ácefalos, nunca parasitas
- Celomados (enterocélicos)
- Bentônicos 
- Celomados (enterocélicos)
- SImetria bilateral (artizoários)
- Corpo segmentado (musculatura)
- Presenca da notocorda, tubo neural dorsal, 
fendas branquiais e cauda pós-anal
- Primeiros vertebrados tetrápodos
- Transição entre aquáticos e terrestres
- Pecilotermos (ectotérmicos) 
- Metamorfose 
- Primeiros vertebrados a conquistar ambiente 
terrestre
- Pecilotermos (ectotermos)
- Grande resistência a desidratação
- Maioria tetrápodos 
- Tetrápodos 
- Homeotermos (endotermos)
- Originam-se a partir dos répteis
- Maioria capaz de voar
- Tetrápodos 
- Homeotermos (endotermos)
- Habitam todos os ambientes
- Presença de glândulas mamárias
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Esponjas
Águas vivas, corais 
anêmonas, e hidras
Tênia, planária, 
schistossomas
Ascaris Lumbricoides
Enterobius vermiculares
Caramujos, mexilhões. 
polvos, lesmas do mar
Minhocas e 
sanguessugas
Eunice viridis (palolo)
Nereis (nereide)
Minhoca da praia
Sanguesugas
besouros, borboletas, 
mosquitos, abelhas, 
vespas, moscas..
Insetos, aracnideos,
crustáceos...
carrapatos, ácaros, 
escorpiões e aranhas.
Serpente do mar, estrela do 
mar, bolacha do mar, lírio do 
mar
anfioxos, ascídias, peixes, 
anfíbios, répteis, aves e 
mamíferos
sapos, rãs, pererecas, 
salamandras, tritões, 
cobras-cegas e cecílias.
serpentes, crocodilos, 
jacarés, lagartos e 
tartarugas.
Papagaio, tucano, tuiuiú, 
bem-te-vi, arara-azul, entre 
tantos outros exemplo
baleia orca, peixe-boi, golfinho, 
baleia jubarte, baleia azul, 
homem, girafa. leão, e etc
Lombriga
Minhoca louca
Michocuçu
Não passam pela gástrula.
Não posuem boca nem anus 
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Protostômios
Deuterôstomios
Deuterôstomios
Deuterôstomios
Deuterôstomios
Deuterôstomios
Deuterôstomios
Digestão intracelular 
Coánocitos são celulas 
responsáveis pela digestão
Sistema digestório 
incompleto. Possuem boca 
mas não posuem ânus
Sistema digestório 
incompleto. Possuem boca 
mas não posuem ânus
Sistema digestório 
completo, indo da boca até 
o anus. Digestão 
exclusivamente extracelular
Sistema digestório 
completo e extracelular. 
Presença de rádula para 
raspar alimentos 
Sistema digestório 
completo e extracelular. 
Tiflossole nas minhocas 
para aumentar absorção
O tubo digestório das 
minhocas é dividido em 
esfôfago, intestino e moela. 
Possuem uma boca e um 
tubo digestório que se 
estende ao longo do corpo. 
Posuem cirros 
Possuem boca e ventosa 
anterior. Mandibula, três 
maxilas, estômago e 
intestino 
O sistema digestório é 
completo. Apresenta 
glândulas e presença de 
mandíbulas A digestão é 
extracelular, 
Apresentam sistema 
digestório completo, se 
inicia na boca e termina 
com as excretas sendo 
liberadas pelo ânus
Contam com um aparelho 
digestivo que possibilita uma 
digestão completa. Toda a 
alimentação é liquefeita,
Completo na maioria. A boca 
é o ventral e o ânus dorsal. 
Nos ouriços a boca 
apresenta a lanterna-de- 
aristóteles
Completo
Válvula espiral (cartilaginoso)
A digestão processada no 
estômago e no intestino
- Ausencia de dentes
- Glândulas salivares
- Cloaca
- Boca com dentes fortes
- Intesino termina em cloaca
- Boca bico córneo
- Ausência de dentes e 
intestino grosso
- Cloaca
- Presença de papo e moela
Apresentam digestão 
completa: boca, esôfago. 
estômago, intestinos grosso 
e delgado (digestão especial 
nos ruminantes)
São filtradores. Fazem 
trocas gasosas por filtração
Não posuem sistema 
respiratório. Fazem trocas 
gasosas por difusão 
Não posuem sistema 
respiratório. Fazem trocas 
gasosas por difusão 
Não posuem sistema 
respiratório. A respiração é 
cutânea ou anaeróbia 
Respiração branquial, 
pulmonar e cutânea 
Cutãnea na maioria e 
branquial nos poliquetas 
Cutãnea 
Branquial 
Cutãnea 
Pode ser branquial e 
traquel 
Traqueal 
Maioria filotraquel
 (pulmões foliáceos)
A respiração da maioria
é do tipo branqueal 
A respiração da maioria
é do tipo branquealna 
maioria. Pulmonar nos 
dipnoicos (bexiga natátoria)
- Branquial (larvas)
- Cutânea
- Pulmonar
- Bucofarínge 
Todos tem respiração 
pulmonar
Exclusivamente respiração 
pulmonar
Siringe: órgão do canto
Exclusivamente respiração 
pulmonar
Pulmões alveolares
Laringe com cordas vocais
Não envolve um sistema 
circulatório. No geral, entra 
pelo poro, passa pelo átrio 
e sai pelo ósculo 
Não possuem um sistema. 
A cavidade gastrovascular 
fornece um meio para a 
distribuição por difusao
Não possuem um sistema. 
circulátorio especializado. A 
difusão ocorre atráves das 
superfícies corporais 
Não possuem um sistema. 
circulátorio especializado. A 
difusão ocorre atráves das 
superfícies corporais 
Aberto ou lacunar, 
apresentam hemocianina e 
coração dorsal. (com 
excessão polvos e lulas)
Sistema fechado. Sangue 
com Hemoglobina. As 
minhocas possuem 5 pares 
de corações 
Possuem vaso dorsal que 
contrai-se ritmica e 
peristalticamente.
Possuem um sistema mais 
complexo que o anterior. 
Sistema fechado, o sangue 
circula pelos vasos
Semelhantes aos 
poliquetas. Não posuem 
vasos sanguineos dorsais e 
ventrais distintos 
Do tipo aberto, ou seja, o 
sangue não corre 
exclusivamente dentro de 
vasos
Não possui sistema 
excretor. A excreção ocorre 
por difusão 
Não possuem órgãos 
especializados. A Excrecão 
ocorre por difusão atráves 
de células epiteliais 
A excreção ocorre na forma de 
amônia. Os tubos de excreção 
possuem células especializadas 
(células-flama)
Por tubos de Malpighi ou tubos 
em H. Estruturas tubulares 
especializadas na remoção de 
resíduos 
Realizada por “rins”ou netrídeos 
ligados a camera pericárdia e 
terminando na cavidade do 
manto
Realizada por nefrídeos ou 
metanefrídeos. 
Realizada por nefrídeos ou 
metanefrídeos. 
Realizada por nefrídeos ou 
metanefrídeos. 
Realizada por nefrídeos ou 
metanefrídeos. 
Feita, na maioria deles, por meio 
de tubos de Malpighi
Realizada por tubos de malpighi
(ácido úrico)
Aberta
 sangue com hemocianina
Não há um sistema circulatório. 
Na cavidade celomática existe 
um líquido denominado 
pseudo-hremal, incolor e com 
células livres (amebócitos)
Circulação fechada e simples
Coração com duas cavidades
Hemácias anucleadas 
Circulação fechada, dupla e 
incompleta
- Coração com 3 cavidades
- Hemácias nucleadas e ovais
Circulação fechada, dupla e 
incompleta
- Coração com 3 cavidades
- Hemácis nucleadas, 
bicôncavas e ovais
Circulação fechada, dupla e 
completa
- Coração com 4cavidades
- Hemácias nucleadas, 
bicôncavas e ovais
Circulação fechada, dupla e 
completa
- Coração com 4cavidades
- Hemácias anucleadas, 
bicôncavas 
Aberta
 sangue sem pigmentos
Maioria realizada por glândulas 
coxais (guanina e ácido úrico)
Não há. A excreção se faz por 
difusão
RIns mesonefros nos adultos
Excretam predominantemente 
uréia. Amônia nos alevinos
RIns mesonefros nos adultos
Principal produto da excreção: 
uréia (ureotélicos)
RIns metanefros (filtram apenas 
o sangue)
Principal produto de excreção: 
ácido úrico 
RIns metanefros 
- Ausência de bexiga urinária
Principal produto da excreção: 
ácido úrico 
RIns metanefros
Principal produto da excreção: 
uréia
São organismos 
predominantemente 
sésseis. adaptados a uma 
vida fixa 
Pólipo: forma séssil 
Medusa: forma livre 
Movimentos por contrações 
musculares, cilios e 
flagelos, mucosidade e 
deslocamento passivo 
Movimentos por contrações 
musculares. O esqueleto é 
ausente. Sustentação pelo 
esqueleto hidrostático 
Rastejamento, natação, 
escaladas e por cavamento
Por contrações musculares 
e movimentos de extensão 
e retração do corpo
Por contrações musculares 
e movimentos de extensão 
e movimentos ondulatórios
Algumas utilizam 
parapódias (apêndices 
laterais) e outras fazem 
projeções e retratações 
Utilizam ventosas para fixar 
a superfícies. Se 
movimentam por 
movimenos ondulatórios
As patas articuladas 
permitem movimentos, 
muito bem definidos e 
elaborados. 
Marchas, voos, escaladas, 
natações, rastejamento..
Marcha, saltos, natação, 
rastejamento, etc
locomovem-se graças à 
presença de um sistema 
denominado sistema 
ambulacrário ou 
hidrovascular.
Cordados possuem uma 
cauda que confere 
capacidade de locomoção 
em meio aquático. 
Combinação dos 
movimentos das patas com 
ondulações laterais de seu 
corpo. Presença de caudas 
longas.
locomoção por meio do 
rastejamento, roçando o 
ventre no solo..
A locomoção das aves pode 
ocorrer de diversas formas, 
como pela corrida, natação e 
voo
Os mamíferos normalmente 
deslocam-se com o auxílio 
dos seus membros; 
É do tipo ganglionar e 
ventral 
É do tipo ganglionar e 
ventral 
É do tipo ganglionar e 
ventral 
É do tipo ganglionar e 
ventral 
Sistema nervoso central 
e sistema nervoso 
periférico 
Olhos compostos
- díceros (duas antenas)
Acelos (sem olhos 
compostos)
[Aceros (sem antenas)
Não existem ganglios, 
apenas um anel nervoso ao 
redor da regiao bocal onde 
partem 5 nervos 
10 pares de nervos craniados. 
Linha lateral (fonorrecepção e 
orientação na água)
Sem côndilo no occipital 
10 pares de nervos craniados. 
2 côndilos no occipital
Orelha interna e média 
12 pares de nervos craniados. 
Orgãos de Jacobson
Fossetas loreais (cabeças 
peçonhentas)
12 pares de nervos craniados. 
Encéfalo desenvolvido
Visão, audição e equilibrio 
desenvolvidos
12 pares de nervos craniados. 
Cérebro e cerebelo 
desenvolvidos
2 côndilos no occipital
Aneumiários (sem sistema 
nervoso)
Sistema nervoso difuso que 
consiste em uma rede de 
células nervosas
Sistema nervoso 
centralizado e ganglionar 
Sistema nervoso do tipo 
glanglionar 
Sistema nervoso glanglionar, 
descentralizado na maioria. 
Ganglios (na cabeça), pediais 
(pé), viscerais e pleurais (no 
manto)
Reprodução assexuada por 
brotamento e regeneração
Sexuada por produção de 
gametas e fertilização externa
Assexuada por brotamento, 
estrobilação e fragmentação
Sexuada por produção de gametas, 
fertilização externa e interna
Assexuada por brotamento e 
regeneração
Sexuada por autofecundação, 
fecundação cruzada e copulação 
A maioria é dioica. Fecundação 
interna e desenvolvimento indireto. 
ovos muitos resistentes e larvas 
desprovidas de cilios e flagelos 
Pode-ser monoicos ou dioicos. 
Os bivalves são dioicos e 
cefálopodos dioicos. Nos terrestres 
desenvolvimento direto, 
aquaticos indiretos 
Pode ser direto ou indireto 
Os oligoquetos são monoicos e
 hermafroditas com fecundação 
externa e desenvolvimento direto. 
Possuem citelo 
Os aquetos são monoicos e
 hermafroditas com fecundação 
externa e desenvolvimento direto. 
Possuem citelo 
Os artrópodes são dioicos 
(indivíduos com órgãos reprodutores 
masculinos e indivíduos com órgãos 
reprodutores femininos) e a maioria 
faz fecundação interna. 
Sexuada, as espécies são dioicas. O 
macho libera os espermatozoides que 
ficam armazenados na espermateca e 
depois são fecundados. Fecundação é 
interna (algumas espécies também 
pode ser externa)
Fecundação interna e o desenvolvimento 
é direto .Logo que nascem os aracnídeos 
são pequenos e têm o exoesqueleto 
menos endurecido. Dimorfismo sexual. 
podem ser ovíparos ou vivíparos
Dióicos e sem dismorfismo 
sexual. A fecundação é externa 
e o desenvolvimento indreto 
com larvas de simetria bilateral 
Dióicos e sem dismorfismo 
sexual. A fecundação é externa 
e o desenvolvimento indreto 
com larvas de simetria bilateral 
Dioicos
Ovos ricos em vitelo
Unico anexo embrionário: saco 
vitelinico 
Dioicos, fecundação externa 
com cópula em anuros e interna 
em urudelos e ápodos
Desenvolvimento indireto 
Dioicos, fecundação interna com 
órgãos copuladores, 
desenvolvimento direto, femêas 
ovíparas na maioria
Dioicos, fecundação externa 
femêas ovíparas
desenvolvimento direto
ovos com casca 
Macho: pênis
fecundação interna
desenvolvimento geralmente no 
útero
placenta e cordão umbilical
Não há citelo, o desenvolvimento é 
indireto, apresentando uma larva 
denominada trocófora 
filo
cnidários
PORÍFEROS
platelmintos
nematodasmoluscos
anelídos
A) OLIGOQUETAS
B) POLIQUETAS
C) ACHAETAS
ARTOPODES
A) INSETOS
B) ARACNÍDEOS
EQUINODERMATAS
CORDADOS
ANFÍBIOS
RÉPTEIS
AVES
MAMÍFEROS
CARACTERÍSTICAS
gerais EXEMPLO EMBRIOLOGIA DIGESTÃO RESPIRAÇÃO CIRCULAÇÃO EXCREÇÃO COORDENAÇÃO/
locomoção
NERVOSO reprodução
Taxonomia 
OBJETIVO DA TAXONOMIA 
O maior objetivo da taxionomia é o de determinar 
filogenia ou árvore filogenética (evolutiva) que 
relaciona todas as espécies viventes ou extintas, 
utilizando como
critério de classificação dados referentes a 
paleontologia, fisiologia, anatomia, citologia, 
embriologia, etc. 
CLASSIFICAÇÃO ATUAL 
REINO → FILO → CLASSE → ORDEM → FAMÍLIA → 
GÊNERO → ESPÉCIE
ESPECIE
• Espécie é a unidade básica de classificação, sendo 
um conjunto de indivíduos semelhantes, com o 
mesmo cariótipo (conjunto de cromossomos) e 
capazes de trocar genes entre si
RAÇA
• Subespécie ou raça surge em razão de um 
isolamento geográfico por meio do fenômeno 
chamado raciação.
ESPECIAÇÃO 
• Se nas raças ocorrer um isolamento reprodutivo, 
surgem novas espécies, e o fenômeno é dito 
especiação.
HÍBRIDOS 
• Às vezes, organismos pertencentes a espécies 
distintas se cruzam, tendo como resultado 
descendentes es- téreis (animais híbridos). 
Como exemplo, citamos o caso do cruzamento 
entre a égua e o jumento, originando a mula ou 
o burro.
REGRAS DE NOMENCLATURA
1. Todo nome científico deve ser escrito em latim, 
pois é uma língua universal já morta
2. O nome será composto de duas palavras. O 
primeiro refere-se ao gênero e deve ser escrito 
com inicial maiúscula e o segundo o epíteto 
especifico (especie) escrito com inicial 
minúscula
3. Serão escritos em itálico ou negritos, e grifados 
quando escrito manualmente 
Reprodução animal 
O QUE É REPRODUÇÃO
• Reprodução é o processo biológico que permite 
aos seres vivos a conservação da espécie, pelo 
aumento do número de indivíduos ou por 
modificação genética 
TIPOS DE REPRODUÇÃO
1. REPRODUÇÃO GAMICA OU SEXUADA
• Reprodução que se verifica com a participação de 
gametas
2. REPRODUÇÃO AGAMICA OU ASSEXUADA
• Reprodução que se verifica sem a participação 
de gametas. Como não ocorre recombinação 
gênica, as probabilidades de adaptação ao meio 
são bem menores
O QUE SÃO GAMETAS?
• São células especializadas, portadores de genes, 
responsáveis pela transmissão das 
características hereditárias da especie 
FECUNDAÇÃO 
• É o fenômeno biológico que consiste na 
penetração do espermatozoide no interior da 
célula feminina, o óvulo, ocorrendo, logo após, a 
singamia ou cariogamia. Assim, cada gameta 
colabora com 50% dos genes na formação do 
zigoto.
 
SINGAMIA OU CARIOGAMIA 
• É a união dos núcleos masculino, presente no 
espermatozoide, e feminino, presente no óvulo.
• Monospermia – Entrada de um só espermatozoide 
no óvulo.
• Polispermia – Penetração de vários espermatozoides 
no óvulo.
TIPOS DE REPRODUÇÃO ASSEXUADA
1. Cissiparidade, divisão binária ou bipartição: 
Organismos unicelulares se dividem em dois, de uma 
forma rápida e simples.
2. Esquizogênese e laceração: São divisões de certos 
animais em dois ou mais fragmentados, originando 
indivíduos iguais (clones)
3. Estrobilizacao: estrobilização é um método de 
reprodução assexuada em certas plantas, como 
samambaias e gimnospermas. Envolve a formação 
de estruturas chamadas estrobilhos, que contêm 
esporângios. Esses esporângios liberam esporos que 
germinam em gametófitos, levando à produção de 
gametas e à formação de novas plantas. Isso ocorre 
em plantas que não produzem flores, ao contrário 
das angiospermas, que têm um processo de 
reprodução mais complexo.
4. Esporulação ou divisão múltipla: Ocorre nos 
protozoários da Classe Sporozoa (Plas- modium sp., 
causador da malária). Primeiramente, o núcleo da 
célula se divide várias vezes (cariocineses), para 
 depois ocorrer divisão do citoplasma (citocinese). O 
número de indivíduos formados é igual ao número de 
núcleos pré-formados.
Quando a divisão múltipla é precedida de uma fase 
sexuada, denomina-se esporogonia e, quando não, 
esquizogonia.
5. Gemiparidade ou brotamento: Tipo de reprodução 
assexuada em que se formam gemas ou brotos no 
corpo do animal. À medida que os brotos crescem, 
podem se separar do corpo do animal original, 
desenvolvendo-se em um novo organismo, ou 
permanecerem fixos, formando as colônias.
6. Gemulação: A gemulação ocorre nas esponjas 
dulcícolas e consiste na formação de pequenos 
brotos internos, denominados gêmulas, que 
protegem a espécie de condições desfavoráveis, 
como o frio ou a seca. 
7. Regeneração: A regeneração não é propriamente 
um tipo de reprodução e, sim, um fenômeno 
complementar de certos tipos de reprodução.
Consiste na capacidade que os seres vivos apresen- 
tam, em diversos graus, de substituírem partes 
perdidas, natural ou acidentalmente.
CASOS ESPECIAIS DE REPRODUÇÃO 
1. Partenogênese: Partenogênese é o 
desenvolvimento de um embrião a partir de um 
óvulo não fertilizado. Não há participação do 
gameta masculino, portanto não ocorre troca de 
material genético, propiciando uma baixa 
variabilidade genética.
A partenogênese pode ser:
• arrenótoca: dá origem somente a machos.
Exemplo: zangões.
• teliótoca: dá origem apenas a fêmeas. 
Exemplos: pulgões (insetos) e crustáceos.
• deuterótoca: dá origem a machos e fêmeas.
Exemplo: borboletas.
2. Poliembrionia: Consiste na formação de gêmeos 
idênticos, também chamados de verdadeiros, uni- 
vitelinos ou monozigóticos (MZ), como resultado da 
fecundação de um só óvulo por um espermatozoide.
3. Poliovulacao: Formação de gêmeos bivitelinos também 
chamados de fraternos, falsos, pluri- vitelinos ou 
dizigóticos (DZ), como resultado da liberação de vários 
óvulos, os quais serão fecundados, individualmente, por 
espermatozoides diferentes. O número de indivíduos 
formados depende da quantidade de óvulos 
fecundados.
Reino protista 
Protozoa
MODOS DE VIDA E CARACTERÍSTICAS 
• Protozoários sao unicelulares
• Eucariontes e heterótrofos
• As diferentes espécies tem habitats 
específicos sempre úmidos, desde água doce, 
salobra ou salgada ou em matéria orgânica em 
decomposição até ao interior do corpo de 
outros organismos
• Podem exibir vida livre ou associar-se a outros 
organismos
CLASSIFICAÇÃO DOS PROTOZOÁRIOS 
1. Filo Sarcomastigophora 
• subfilo sacordina: locomoção através de 
pseudópodos (amebas)
• Subfilo mastigophora: locomoção através de 
flagelos (tripanossoma cruzy)
2. Filo apicomplexa
• sem organelas de locomoção. Todos parasitas 
(plasmodium spp)
3. Filo ciliophora 
• locomoção através de cilios (paramecium 
caudatum) 
SUBFILO SACORDINA 
1. Digestão: do tipo intracelular
2. Osmorregulação: As células dos protozoários de água 
doce são hipertônicas em relação ao meio externo. 
Nesse caso, por osmose, ocorre entrada de água na 
célula. Como a diferença entre as concentrações da 
célula e da água doce é suficiente para que entre 
muita água na célula, esta acabaria por se romper. 
Entretanto, nas amebas e em outros protozoários de 
água doce, existem organelas citoplasmáticas 
denominadas vacúolos contráteis ou pulsáteis que, de 
tempos em tempos, eliminam o exces- so de água que 
penetrou por osmose na célula. Alguns autores 
consideram esses vacúolo pulsáteis como organelas 
excretores análogas a rins. (Nos protozoários de água 
salgada e nos parasitas, não há vacúolos pulsáteis, pois 
a concentração do meio externo é semelhante à do 
citoplasma) 
3. Reprodução: Os sarcodíneos reproduzem-se 
assexuadamente por divisão binária (cissiparidade ou 
bipartição).
PARASITOLOGIA - AMEBÍASE 
• Agente etiológico (causador): Entamoeba histolytica, 
parasita monóxeno.
• Transmissão: ingestão de água ou alimentos conta- 
minados por cistos (transmissão indireta).
• Hábitat: intestino grosso.
• Sintomas: disenteria (diarreia com sangue e 
muco), por causa dorompimento dos vasos 
sanguíneos intestinais.
• Patologia: pode, eventualmente, a ameba 
penetrar na corrente sanguínea e dirigir-se ao 
fígado, pulmões e cérebro, causando abscessos 
que, em muitos casos, são fatais.
• Profilaxia: saneamento básico, lavar bem 
frutas e verduras e manter a higiene
SUBFILO MASTIGOPHORA 
• São flagelados 
1. DOENÇA DE CHAGAS
• É uma endemia da região do Nordeste do Brasil
• Agente etiológico: A tripanossomíase é causada 
pelo protozoário flage- lado Trypanosoma cruzi, 
normalmente encontrado no sangue de vários 
animais, como tatus, tamanduás, morcegos, 
preguiças, macacos, ratos, cães, gatos, gambás, 
raposas e cutias. Esses animais são chamados 
reservatórios naturais do tripanossomo.
• Transmissor (vetor): transmitida pelas fazes 
do barbeiro (não pela picada). 
• Sintomas: cardiopatia (aumento do coração)
• Medidas profiláticas: substituição de habitações 
de pau a pique por alvenaria. Combate aos 
triatomíneo (barbeiros) com inseticidas) 
• combate aos animais com reservatório (tatus, 
ratos, gatos, etc)
• Triste em sangue em doadores
• Vacina (em teste final)
LEISHMANIOSE OU ÚLCERA DE BAURU OU FERIDA BRAVA 
• Agente etiológico: leishmania brazilensis 
• Transmissor (vetor): transmitida pelas fêmeas do 
mosquito malha
• Sintoma: As leishmanias produzem feridas 
(cancros leishmanióticos) na pele, também 
designadas por úlcera de Bauru ou ferida brava.
LEISHMANIA DONAVONI
• Muito comum na Índia, na Bacia do Mediterrâneo e 
África. Causa a leishmaniose visceral, também 
cha- mada de febre dum-dum ou calazar. Ataca 
as vísceras humanas, sendo a doença muito mais 
grave que a cau- sada pela Leishmania 
brazilienses. Causa hepatoesplenomegalia, ulce- 
rações intestinais e redução do tecido 
hematopoiético (medula óssea, que produz o 
sangue).
LAISHMANIA TROPICA 
• Causa a leishmaniose cutânea, que se limita ao 
tecido cutâneo. É chamada vulgarmente de botão 
do oriente ou de bag- dá, por ser comum nos 
países da Bacia do Mediterrâneo. Também existe 
em algumas regiões africanas.
TRICOMONOSE 
• Agente etiológico: Trichomonas vaginalis
• Transmissão: por relações sexuais
• Sintomas: Uretrite, vaginite, leucorreia 
(corrimentos) e pruridos genitais.
GIARDÍASE OU GIARDIOSE
• Agente etiológico: Giardia lamblia
• Transmissão: Não existem animais vetores. A 
transmissão é feita por água e alimentos 
contendo cistos. 
• Sintomas: Diarreia, cólicas intestinais e 
duodenite.
FILO APICOMPLEXA
• Nao apresentam organelas de locomoção 
MALÁRIA 
• Agente etiológico: causado por protozoário do 
gênero Plasmodium
• Transmissor (vetor): pelas fêmeas do mosquito 
prego
• Sintomas: anemia, coloração amarela, hipóxia, 
lesões nos vãos sanguíneos, aglutinação das 
paredes dos vasos e bloqueio de capilares, 
febre intermitente
• Profilaxia: Drenando-se valas e banhados, as 
fêmeas dos mosquitos não terão mais local 
apropriado para a postura de ovos.
• A criação de peixes larvófagos, isto é, que se 
alimentam de larvas, produz bons resul- 
tados.
• O combate também pode ser feito por meio 
de inseticidas.
• O uso de repelentes (pomadas) e a 
utilização de tela nas janelas impedem que o 
Anopheles se aproxime do homem.
• Atualmente, não existe vacina eficaz.
TOXOPLASMOSE 
• Agente etiológico: toxoplasma gondiii
• Transmissor (vetor): gatos e outros felídeo. 
A transmissão ocorre através da ingestão de 
cistos presentes na água e alimentos como 
frutas, verduras e carnes cruas ou 
malpassadas de porco ou carneiro.
• Profilaxia: Evitar ingestão de carnes cruas ou 
malcozidas.
– Comer apenas frutas e frutos bem lavados em 
água corrente.
– Evitar contato com fezes de gato.
– Testedesangueemgestantes.
Poriferos 
REINO ANIMAL 
O reino animal é subdividido em sub-reinos. Os dois
mais importantes são:
1. Parazoa: incluem-se aqui as esponjas (Phylum 
Porifera); 
2. Eumetazoa: todos os outros animais.
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• Diferenciação histológica pouco acentuada, 
praticamente não formando tecidos 
verdadeiros.
• Aneuromiários.
• Assimétricos ou simetria radial.
• Portadores de inúmeros poros.
• Maioria marinhos.
• Sésseis na fase adulta.
TIPOS ANATÔMICOS
1. Ascon: Trajetória da água: poro → átrio → 
ósculo
2. Sycon: Trajetória da água: poro → canal 
inalante → canal exalante → átrio → ósculo
3. Leucon: Trajetória da água: poro → canal 
inalante → câmara vibrátil → canal exalante → 
átrio → ósculo
CÉLULAS ENCONTRADAS NAS ESPONJAS 
1. Coanócitos: células com flagelo que captam, 
englobam e digerem as substancias nutritivas 
(digestão intracelular) 
2. ESPONGIOBLASTOS ou ESPONGIÓCITOS – Células 
formadoras de espongina (esqueleto orgânico 
macio).
3. AMEBÓCITOS – Células que englobam substâncias 
nutritivas por pseudópodes. 
4. ESCLEROBLASTOS ou ESCLERÓCITOS – Células 
formadoras de espí- culas (esqueleto mineral – 
SiO2, óxido de silício, ou CaCO3, carbonato de cálcio).
5. MESOGLEIA – Camada gelatinosa que preenche toda 
a esponja. 
6. MESOGLEIA – Camada gelatinosa que preenche toda 
a esponja. 
É PRESENTE NOS PORÍFEROS 
1. Tegumento: Representado por células acha- tadas 
chamadas pinacócitos (com posição variada 
dependendo do tipo anatômico considerado).
2. Esqueleto: esponjas apresentam Endoesqueleto 
presente na mesogleia formado por espiculas de 
cilica ou cálcio 
3. Digestão: exclusivamente intracelular 
4. Reprodução assexuada por brotamento, 
regeneração e gemulacao 
5. Reprodução sexuada: podem ser monoicas ou 
dióicas
Cnidários 
CARACTERÍSTICAS GERAIS
• Eumetazoa.
• Diblásticos (ectoderme e endoderme).
• Neuromiários.
• Protostômios.
• Simetria radial ou birradiada.
• Isolados ou coloniais.
• Todos aquáticos (principalmente marinhos).
• Aproximadamente 10 000 espécies.
TIPOS MORFOLÓGICOS 
1. Pólipo: Em geral é fixo (séssil) a um substrato 
em regiões profundas (bentônico). Apresenta 
tamanhos variados: desde microscópicos até 
aproximadamente 3 metros de comprimento.
2. Medusa: em geral é de vida livre. O corpo da 
medusa é gelatinoso 
CLASSIFICAÇÃO (SISTEMÁTICA)
1. Hydrozoa: predominantemente formada por 
pólipos
Ex: Physalia pelagica (caravela – colônia polimórfi- 
ca); Hydra sp. (hidra-de-água doce); Obelia sp.
2. Schyphozoa: predominantemente formada por 
medusas, sendo os pólipos diminutos em tamanho.
Ex.: Aurelia sp., Cyanea sp.
3. Anthozoa: classe formada exclusivamente por póli- pos, 
todos marinhos.
Ex.: Corallium rubrum (coral vermelho), Bunodosoma 
caissarum (rosa-do-mar-roxa), anêmonas, gorgônias 
(corais moles), etc.
4. Cubozoa: A forma predominante é a medusoide
variando geralmente de 2 a 3 cm. As medusas são 
predadoras vorazes e podem proporcionar envene- 
namentos fatais ao ser human
PRINCIPAL CELULA
1. Cnidoblasto ou nematoblasto: célula urticante que 
predomina nos tentáculos. Exclusiva dos cnidários, 
destina-se ao ataque, defesa, fixação e captura de 
alimentos.
NÃO HÁ NOS COELENTERATA
• Sistema respiratório: a respiração é cutânea, 
realizada diretamente com o meio líquido (difusão dos 
gases O2 e CO2 );
• Sistema excretor;
• Sistema circulatório.
HÁ NOS COLENTERATA 
1. Sistema tegumentario: formam esse sistema a 
ectoderme e a endoderme, histologicamente bem 
constituídas, e uma camada gelatinosa entre ambas, 
a mesogleia. 
2. Sistema esquelético ou de sustentação: Em hidras 
comuns de água doce, medusas em geral e anêmonas 
não há esqueleto, a água presente na cavidade 
gastrovascular serve como esqueleto hidrostático.
3. Sistema digestório: é incompleto, ou seja, não há 
ânus
4. Sistema nervoso: do tipo difuso. São os primeiros 
animais a apresentarem um arco reflexo (célula sen- 
sitiva, célula nervosa e célula muscular). As células 
sensoriais recebem os estímulos, os quais são passa- 
dos para as células nervosas, que os transmitem às 
células musculares e estas, por sua vez, reagem aos 
estímulos iniciais;
5. Sistema muscular: formadopor células mioepiteliais 
que contêm miofibrilas contráteis nas bases.
6. Reprodução:
– Assexuada: pode ser por brotamento, estrobiliza-
ção ou fragmentação.
– Sexuada: as espécies podem ser monoicas ou dioicas. 
A fecundação pode ser externa ou interna. O 
desenvolvimento pode ser direto nas hidras ou, mais 
comumente, indireto (larva plânula).
• Metagênese: também conhecida por alternância 
de gerações. Nela, o animal realiza as duas formas 
de reprodução: assexuada (pólipos) e sexuada 
(medusas). Encontrada nas classes Hydrozoa, 
Scyphozoa e Cuboa 
• Regeneração: capacidade de restaurar partes 
perdidas 
Platyhelminthes 
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• Corpo achatado dorsoventralmente.
1. Triblásticos.
2. Acelomados.
3. Neuromiários.
4. Protostômios.
5. Simetria bilateral (pela 1a. vez na escala 
evolutiva).
6. Com cefalização (pela 1a. vez na escala 
evolutiva).
7. Vida livre (aquáticos ou solo úmido) ou parasitas.
8. Aproximadamente 10 000 espécies.
CLASSIFICAÇÃO 
1. Turbelária: Classe mais numerosa, são animais 
de vida livre e com corpo não segmentado. A 
maioria mede menos de 50 mm de comprimento, 
podendo al- gumas planárias atingir 500 mm de 
comprimento. A planária de água doce (Dugesia 
tigrina) é o principal representante.
2. Trematoda: Os representantes dessa classe são 
todos parasitas. Exemplo (Schistosoma 
Mansoni)
3. Cestoda: Animais alongados e com o corpo 
segmentado, sendo todos endoparasitas. 
Exemplos: Taenia solium, Taenia saginata
NÃO HÁ NOS PLATHYHELMINTHES
1. Esqueleto
2. Sistema respiratório 
3. Sistema circulatório 
HÁ NOS Platyhelminthes
1. Sistema tegumentário: Na Classe Turbellaria, 
a epiderme ventral pode-se apresentar 
ciliada e serve principalmente para a 
locomoção. Os representantes da Classe 
Trematoda possuem ventosas para a fixa- 
ção, e os da Classe Cestoda possuem ganchos 
e(ou) ventosas, também para a fixação.
2. Sistema muscular e de sustentação: possuem 
uma musculatura lisa bem desenvolvida, 
formada por três camadas: a circular, 
localizada logo abaixo do epité- lio (diminui o 
diâmetro e aumenta o comprimento do 
corpo), a longitudinal, logo abaixo da camada 
circular (encurta o corpo) e a dorsoventral, 
que liga o dorso ao ventre, possibilitando ao 
animal achatar mais o seu corpo.
3. Sistema digestório: com exceção dos repre- 
sentantes da Classe Cestoda, todos os demais 
apresentam sistema digestório incompleto 
(boca, faringe e intestino ramificado; não há 
ânus).
4. Sistema excretor: para eliminar as excreções 
oriundas do metabolismo celular, apresentam um 
sistema excretor protonefridiano, que compreende 
dois ductos longitudinais ligados a uma rede de 
túbulos que se ramificam pelo corpo e terminam em 
muitas células-flama ou solenócitos.
5. Sistema nervoso: é mais organizado que a rede ner- 
vosa difusa dos cnidários. Na região cefálica, abaixo 
dos olhos, existem dois gânglios cerebrais ligados 
entre si por cordões nervosos.
6. Reprodução: pode ser sexuada ou assexuada
CLASSE CESTODA
1. TENÍASE: A teníase é uma infecção causada por 
parasitas chamados tênias ou solitárias. Esses 
parasitas habitam o intestino humano, onde se 
fixam e crescem. As pessoas podem adquirir a 
teníase ao consumir carne crua ou mal cozida 
contaminada com os estágios larvais das tênias. 
Os sintomas podem incluir desconforto abdominal, 
náuseas e perda de peso, embora muitas vezes a 
infecção seja assintomática. O diagnóstico é feito 
por exames de fezes ou imagens médicas. O 
tratamento envolve medicamentos específicos 
para eliminar as tênias do corpo.
CICLO EVOLUTIVO DA TAENIA SOLIUM 
CLASSE TREMATODA
1. ESQUISTOSSOMOSE OU BARRIGA D’ÁGUA
• A esquistossomose é uma verminose causada 
pelo verme Schistosoma mansoni, originária da 
África e trazida ao Brasil no período da 
escravatura. A doença caracteriza-se pela 
penetração das larvas do verme pela pele ou 
pelas mucosas de indivíduos que entram em 
lagoas ou rios para tomar banho, lavar roupa 
ou até mesmo beber água.
• PROFILAXIA: Saneamento básico, evitando 
contaminação das águas.
• Combate ao caramujo (planorbídeo) vetor.
• Tratamento dos doentes.
• Evitar nadar em água desconhecida.
Nemathelminthes 
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• corpo cilíndrico não segmentado
• triblásticos;
• pseudocelomados;
• protostômios;
• simetria bilateral.
MORFOLOGIA, ANATOMIA E FISIOLOGIA
1. Tegumento e sistema muscular: O corpo é 
delgado e cilíndrico, afinando-se na direção das 
extremidades. É revestido de uma cutícula 
forte, contendo estriações diminutas.
A parede do corpo é constituída de:
1. cutícula acelular, proteica, lisa e pouco elástica, 
secre- tada pela epiderme.
2. epiderme, fina camada do tipo sincício, isto é, 
com muitos núcleos, sem paredes celulares;
3. camada muscular de fibras longitudinais. O 
pseu- doceloma é preenchido por líquido, que, 
além de funcionar como esqueleto hidrostático, 
auxilia na distribuição de alimentos e oxigênio.
SISTEMA DIGESTÓRIO
• São os primeiros animais a apresentar o 
sistema digestório completo, constituído por 
boca, faringe, esôfago, intestino e ânus.
• Nas formas livres, a digestão é extracelular,
SISTEMA RESPIRATÓRIO 
• Não há. A respiração é feita pela difusão dos gases 
através da superfície do corpo. Alguns parasitas 
são anaeróbios facultativos.
SISTEMA CIRCULATÓRIO 
• Não possuem sangue nem sistema cardiovascular. 
A distribuição dos nutrientes é realizada pelo líquido 
pseudocelomático.
SISTEMA NERVOSO 
• Apresentam um anel periesofagiano de onde par- 
tem seis cordões nervosos anteriores curtos e seis 
ou oito cordões nervosos posteriores longos. Há 
também diversos gânglios, de onde saem feixes 
nervosos que vão inervar os diferentes órgãos 
(sendo, portanto, do tipo ganglionar).
• Os principais órgãos dos sentidos localizam-se na 
superfície do corpo. Os nematódeos de vida livre 
apre- sentam anfídios, que são estruturas 
quimiossensitivas localizadas na cutícula.
REPRODUÇÃO
• São animais dioicos (existem algumas exceções), 
com diferentes estágios larvais, com fecundação 
interna e desenvolvimento indireto, quase sempre 
com dimor- fismo sexual. 
Nemathelminthes parasitas 
ENTEROBIOSE OU OXIUROSE 
• Agente etiológico: enterobius vermicularis 
(oxiurus)
• Transmissão: ingestão de ovos do parasita
• Sintomas típico: prurido anal 
• Habitat: intestino grosso
• Hospedeiro: homem 
• Os ovos podem espalhar-se pelas unhas também. 
Para o tratamento é recomendado a higienização 
do local de moradia 
ANCILOSTOMOSE E NECATOSE (doença do Jeca tatu)
• Amarelão 
• Agente etiologico: ancylostoma duodenale
• Transmissão: larvas filarioides —> planta dos pés 
• Habitat: intestino delgado, lá se reproduzem e 
sao expulsos pelas fezes
• Os vermes rasgada as paredes intestinais, 
sugado sangue e provocam hemorragias e 
anemia. As larvas podem produzir lesões 
pulmonares
• Prevenção: saneamento básico, educação 
sanitária e uso de calçados 
• Sintomas: anemia, fraqueza severa
• Mais comum no nordeste 
DRACUNCULOSE (filária de Medina)
Habitat: tecido subcutâneo (perna)
Transmissão: ingestão do cyclops contendo larvas
Sintomas: ulcerações e tumores na perna
Ocorrência: África 
ELEFANTÍASE
Agente etiológico: wucheria bancrofi 
Vetor: pernilongo culex 
Habitat: sistema linfático das pernas, glândulas 
mamarias, saco escrotal e etc
Sintomas: edema
Hospedeiro: homem (hospedeiro definitivo) mosquito 
(hospedeiro intermediário)
Transmissão: picada do mosquito contaminado 
Os vermes adultos estão no linfático, as larvinhas 
estão nos vasos sanguíneos 
Normalmente a elefantíase não é revesivel, sendo 
necessário recorrer a amputação 
ONCOCERCOSE (CEGUEIRA DOS RIOS)
Transmissão pelo mosquito simulium (borrachudo). Os 
mosquitos ficam contaminados na Amazônia 
Homem hospedeiro definitivo. Mosquito intermediário 
Habitat: olho 
ASCARIDÍASE 
• o grande responsável pela disseminação é o ovodo ascaris 
• Transmissão: ingestão de ovos 
• Sintomas: sono intranquilo, desconforto 
abdominal, convulsões, desnutrição, anemia, 
febre, diarreia..
• Se não tiver cuidados, crianças podem morrer 
asfixiadas com vermes saindo de orifícios 
ANCYLOSTOMA BRASILIENSE (BICHO GEOGRÁFICO) 
• Larvas migrans penetram por penetração ativa 
na pele
• O ideal é passar pomada
• Cachorro 
Phylum Annelida 
CARACTERÍSTICAS 
• Corpo segmentado com anéis, segmentos 
• A vantagem do corpo segmentado permite 
movimentos mais finos de escavação, alem da 
proteção de partes do corpo
• Triblasticos (três folhetos embrionários)
• Celomados: primeiro surgimento, acomoda os 
órgãos, da sustentação, prende os órgãos ao 
invés de deixar solto 
• Celomados esquizocélicos: não vem do 
arquentero 
• Protostomios 
• Simetria bilateral 
CLASSIFICAÇÃO SISTEMÁTICA
• Polychaeta: muita cerdas, annelidos marinhos. 
Constitui a maior parte do snanelidos
• Oligochaeta: minhocas. Animais que vivem em 
terras úmidas, apresentam poucas cerdas, 
cavam a terra permitindo a penetração = de 
água e oxigenio. Produzem umus, o melhor 
fertilizante 
• Archaeta ou hirudinea: sem cerdas, 
sanguesugas. Geralmente vivem em água 
doce ou lugares umidos. Na saliva possui uma 
enzima anestésica, anticoagulante 
ESTRUTURA DA MINHOCA
1. TEGUMENTO (PELE): a superfície é revestida 
pela epiderme com uma cutícula permeável. 
Nessa epiderme localizam-se glândulas 
mucosas que manter a pele úmida para a 
respiração. Também contem cerdas quitinas 
que auxiliam na locomoção de fixação 
2. MUSCULATURA: dois músculos. Um circular e 
outro longitudinal. A locomoção é feita pela 
contração dos músculos 
3. ESQUELETO: não possuem esqueleto 
característico. A sustentação é feito pelo 
liquido que preenche o celoma, que constitui 
num esqueleto hidrostático
SISTEMA DIGESTÓRIO 
• Sistema digestório completo, isto é, inicia-se na 
boca e termina no anus
• Digestão extracelular
• A minhoca come alimentos em decomposição e 
terra
1. O alimento é sugado pela faringe
2. No esôfago as glândulas liberam cálcio
3. O alimento é armazenado no papo
4. O alimento é triturado pela moela 
5. No intestino o alimento sofrera digestão 
química e será absorvido pela prega tiflossole
SISTEMA RESPIRATÓRIO 
• Minhocas e sanguessugas (oligoqueta e 
hirudienso): respiração cutânea, precisa ter 
pele úmida 
• Poliquetos (marinhos): apresentam-se 
parapodios aonde saem as muitas cerdas, a 
respiração é branqueal (primeira vez)
SISTEMA CIRCULATÓRIO 
• fechado: o sangue circula somente no interior 
dos vasos
• O sangue possui a proteína hemoglobina 
dentro do plasma 
• grande capacidade de secreção pelos 
chamados corações
SISTEMA EXCRETOR
• A excreção é feita por um par de nefrideos 
(filtram celoma). O produto de excreção é a 
amônia,
SISTEMA NERVOSO
• Sistema nervoso do tipo ganglionar. 
Apresentam dois ganglios cerebrais
REPRODUÇÃO 
• Poliquetos (marinhos): dióicos, dois sexos 
separado. Únicos que tem larva
Oligoquetos (minhocas): monoicos, hermafroditas, 
reprodução cruzada
• na época reprodutiva o clitelo une centralmente 
a região do outro animal. Fecundação externa, 
desenvolvimento direto 
Phylum arthropoda
INTRODUÇÃO 
• Filo de maior sucesso na terra
• Os artrópodes domina todos os ecossistemas 
terrestres e aquáticos em numero de especies e 
indivíduos 
• Vivem nos mais variados habitats, ate mesmo nas 
grandes cidades
• por vezes podem ser pragas que transmitem 
doenças aos homens e animais domésticos 
• Também podem ser uteis para o homem, como é o 
caso das abelhas 
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
1. Patas articuladas
2. Exoesqueleto quitinoso
3. Triblasticos
4. Celomados; esquizocelico 
5. Protostomios: origem a boca 
6. Corpo segmentado: anelídeos artrópodes e 
condados 
7. Simetria bilateral 
8. Tagmatizacao: anéis se fundem para formar uma 
peca
O exoesqueleto de quitina é o grande responsável 
pelo sucesso dos artrópodes 
Os artrópodes sao pequenos devido ao seu esqueleto 
(em excessão de um carangueijo). A quitina deixa 
muito pesado, o que impede ser grande 
FUNÇÃO DO EXOESQUELETO
• Proteção mecânica
• Proteção contra desidratação 
• Os músculos sao extremamente fortes, 
formigas conseguem levantar um peso 10x maior 
que o dela 
CRESCIMENTO DO ARTRÓPODE 
MUDA OU ECDISE
• Troca de esqueleto para o crescimento
• A nova casca é relativamente mole que permite 
que o animal cresça
• O esqueleto velho é chamado de exúvia 
CLASSIFICAÇÃO
1. Insecta: pernilongos, moscas, baratas, mosquitos, 
pulgas, gafanhotos, etc
2. Crustácea: siris, carangueijo, camarões, lagostas, 
etc
3. Aracnídea: aranhas, escorpião, carrapatos, 
ácaros, etc
4. Diplopoda: piolho de cobra, embuas, etc
5. Chilopoda: lacraia, centopeia, etc 
m as escadinhas representam a
Troca do esqueleto para o
M crescimento
It
circulação
aberta TEMPO
exclusivos deI Artropodes
Phylum arthropoda
Classe insecta I 
INTRODUÇÃO 
• A classe insecta é a mais numerosa, com 
aproximadamente 97% dos artrópodes 
• Os insetos são animais bem adaptados na 
natureza
• Os únicos invertebrados capazes de voar 
• Existem especies aquáticas, terrestres, 
voadoras, que vivem sob plantas ou animais 
em decomposição, e ate mesmo dentro de 
animais causando-lhe doenças
MORFOLOGIA EXTERNA
• Os insetos apresentam o corpo dividido em 
três tagalas
• 1. Cabeça
• 2. Tórax
• 3. Abdômen 
CABEÇA 
• É formada pela fusão de seis segmentos da 
casca quitininosa. Conte-me:
• Par de antenas delicadas: sao chamadas de 
díceros com funções táteis e olfativa
• Palpos bucais, com funções táteis e gustativas 
(quimiorrecepcao)
• Dois olhos compostos constituídos de unidades 
visuais chamados de omitideos. Formam 
imagens quadriculadas (mosaicos)
• Três olhos simples ou acelos: sensíveis a luz, 
mas que não formam imagens 
• Mastigador (o mais primitivo): as mandíbulas 
são fortes e denteadas com a finalidade de 
cortar (barata, besouro e grilo) 
• Lambedor: o lábio e as maxilas se alinham, 
formando uma língua com cerdas para 
lamber o pólen e aspirar o néctar (abelha e 
mosca) 
• Sugador: alongamento das maxilas que soldam 
formando uma tromba sugadora (borboleta e 
mariposa)
• Picador: peças perfurantes (mosquito, 
percevejos, cigarra, pulgão) 
TÓRAX 
• dividido em três partes
• 1. Protórax: região anterior bem desenvolvido 
• 2. Mesotórax: porção intermediaria
• 3. Metatorax: região posterior 
PATAS
• Seis patas
ASAS
• As asas são extensões da epiderme 
• Díptero (um par de asas). Mesotórax 
(segundo par). Balancis (equilíbrio). Apteros 
(sem asas) 
TIPOS DE ASAS QUANTO A CONSISTÊNCIA
• Elitros: consistência coriácea. É o caso do 
primeiro par de asas do besouro 
• Hemiélitro: o primeiro par é reforçado apenas 
na base, ou seja, parte élitro e parte 
membranoso
• Tegminas: consistência mais ou menos 
pergaminosa (grilo, gafanhoto)
• Membranoso: frágil e transparente (moscas, 
libélulas, borboletas e etc)
ABDÔMEN 
• Nitidamente metamerização apresentando no 
mínimo 7 segmentos e no máximo onze
• No abdômen possuem orifícios que sao os 
estigmas, abertura do aparelho respiratório 
traqueal 
• Na parte terminal encontramos o anus, 
ovopositor nas fêmeas e aguilhão nas abelhas 
e vespas 
• No abdômen encerra a maior parte dos 
órgãos internos 
SISTEMA DIGESTÓRIO 
• Completo
• Digestão extracelular 
• Conta com glândulas salivares, fígados e 
pâncreas 
SISTEMA RESPIRATÓRIO 
• Do tipo traqueal 
• No abdômen possuem orifícios chamados de 
estigmas, ligados a tubo ou traqueies bem 
ramificados
• Alguns insetos possuem sacos aéreos. 
Dilatações da traqueia servem como 
respiratórios de ar 
• Quitina na traqueia que ajuda a respiração
SISTEMA CIRCULATÓRIO
• Sistema dos insetos é aberto ou lacunar
• O coração é dorsal
• A função do sistema circulatório é 
transportar alimentos, enzimas, hormônios e 
etc 
• Portanto, nos insetos,o sistema respiratório 
não esta associado ao circulatório 
SISTEMA EXCRETOR
• A eliminação das excreções que circulam no 
sangue dos insetos é feita através dos tubos 
malpighi 
Classe insecta 
REPRODUÇÃO DOS INSETOS
• Dióicos: sexos separados 
• Fecundação interna: ovíparos
• Partenogênese (alguns): desenvolvimento sem a 
participação dos pais, a exemplo das abelhas 
• AMETÁBOLOS (sem metamorfose): 
desenvolvimento direto, sem a fase larval, do ovo 
para o adulto 
• HEMIMETÁBOLOS (metamorfose incompleta): ovo 
—> ninfa —> adulto. Desenvolvimento indireto. 
(Percevejos, gafanhotos, libelulas)
• HOLOMETÁBOLOS (metamorfose completa): ovo —> 
larva —> pupa —> imago. Possuem fase larval. 
Adulto e a larva possuem alimentação 
diferentes. A pupa nao se alimenta. Sem toda 
larva come folhas
INSETOS - AMETÁBOLOS: nao tem larva
1. ORDEM THYSANURA: traça 
INSETOS - HEMIMETÁBOLOS: tem ninfa 
A exemplo dos gafanhotos, grilos, bicho-pau, piolho. 
São herbívoros. Enxergam o macho como fonte de 
proteínas. 
INSETOS - HOLOMETÁBOLOS - possuem larvas 
• borboletas, mariposa, mosca, pulga, bicho de pé, 
joanina, formiga, abelha, vagalume 
Classe Crustacea 
Chilopoda e diplópode 
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• Praticamente aquáticos de água salgada
• Apresentam exoesqueleto extremamente 
rígidos pois a cutícula de quitina é impregnada 
de sais de cálcio 
• São representadas por camarões, lagostas, 
siris, carangueijo, tatuzinho-de-jardim, entre 
outros
• A maioria apresenta vida livre, mas podem ser 
parasitas, como as cratas.
• Melacrustaceo (tatu do jardim): o único 
terrestre
MORFOLOGIA EXTERNA
• o corpo dos crustáceos é dividido em 
cefalotórax (cabeça e tórax unidos) e 
abdomen
• 4 antenas (tetráceros)
• nao há um número definido de patas, mas os 
crustáceos superiores apresentam cinco 
pares de patas bem desenvolvidas
• Em algumas especies o primeiro par de 
pareopodes é transformado de pinça ou quela 
• Olhos compostos 
SISTEMA DIGESTÓRIO 
• Completo - digestão extracelular 
SISTEMA RESPIRATÓRIO
• Respiração branqueal (maioria)
SISTEMA CIRCULATÓRIO 
• circulação aberta. Coração dorsal de onde partem 
vasos sanguíneos 
• Sangue com hemocianina 
SISTEMA EXCRETOR
• Secretam por estruturas localizadas na cabeça, 
próximo a antenas. Os resíduos orgânicos 
(amônia) sao retirados e eliminado por ductos
SISTEMA NERVOSO
• Do tipo ganglionar ventral, formado por um par 
de cordões nervosos localizado ao longo do corpo
REPRODUÇÃO 
• A maioria apresenta sexos separados (dióicos)
• Fecundação externa
• Desenvolvimento indireto (maioria)
CHILOPODA 
• Classe myriapodaa 
• Lacraias, centopeia e no grupo dos diplópodes, os 
embuas, também chamados de piolho de cobra 
• Espécies terrestre
• 1 par de patas por segmento, carnívoros, 
movimentos rápidos 
Classe aracnídea 
MORFOLOGIA EXTERNA
• Cefalotórax e abdômen 
• Sem antenas
• Nao possui olho composto 
• Cerdas sensoriais, sao as cerdas que dão 
sensibilidade 
• 6 pares de apêndices 
• 4 pares de patas
• Todos os aracnídeos tem quelíceras (ganchos 
venenosos)
• Palpos para pegar coisas
• Fiandeiras (onde é fabricado fios ou teias) 
SISTEMA DIGESTÓRIO
• Completo - digestão extracelular 
• Ausência de mandíbulas 
SISTEMA RESPIRATÓRIO
• Filotraqueias ou pulmões foliáceos
• invaginação pregueadas da parede ventral do 
abdômen
• Altamente vascularizaras
SISTEMA CIRCULATÓRIO
• Aberto
• Coração dorsal
• Sangue com hemocianina
SISTEMA EXCRETOR
• Túbulos de malpigui
• Glândulas coxais
• Excreções: ácido úrico e guanina 
SISTEMA NERVOSO
• Do tipo ganglionar ventral 
• Apresentam cerdas ou pelos sensitivos
• Possuem 8 olhos simples
REPRODUÇÃO
• Dióicos
• Fecundação interna
• Desenvolvimento direto -> aranhas e 
escorpiões
• Desenvolvimento indireto -> ácaros e 
carrapatos 
• Larva -> ninfa -> adultos 
ORDEM ARANEIDA 
• inclui aranhas sendo a maioria inofensiva 
• Mesmo grandes nao oferecem perigo
• A picada de pequenas aranhas marrons 
causam dor e ulceras, as complicações podem 
levar a morte
• Viúva negra vive em penhascos. A fêmea 
adulta é preta, brilhante com um desenho 
vermelho no abdômen. 
• Vendem o veneno da aranha que é muito 
lucrativo
ORDEM CYLOSA
• Aranha de jardim, tarântula
• Veneno necrosante
ORDEM LOXOSCELES - ARANHA MARROM
• Pequenas, atingindo ate 3 cm
• Hábitos noturnos
• Nao sao agressivas
• Veneno hemolítico e proteolítico 
ORDEM ESCORPIONEIDA 
• Escorpiões 
• Apresentam télson, ultimo anel da cauda que 
possui ferrão contendo glândula de veneno
ORDEM ACARINA
• Sarcoptes scabieni: Sarna ou escabiose 
• Démodéx folliculorum: cravo de pele
DOENÇA DE LYME
• Agente etiológico: borrelia burgodefit 
(bactéria)
• Vetor: carrapato 
FEBRE MACULOSA
• Agente etiológico: rickettsia rickettssi
• Vetor: carrapato (cavalos) e capivaras 
• Confundida com a dengue (é tratado com 
antibiótico)
Moluscos 
INTRODUÇÃO
• Segundo maior filo animal
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• Corpo mole
• Caneca, pé e massa visceral
• Concha
• Triblasticos
• Celomados
• Protostomios
• Simetria bilateral 
SISTEMÁTICA
• Gastropoda
• Bivalvia
• Cephalopoda
• Polyplacophora
• Scaphopoda 
GASTROPODA
• Encontra-se na terra úmida, água doce e água 
salgada
• Andam com a barriga
• Caracóis, caramujos, lesmas e escargos 
• A lesma é uma excessão dos moluscos sem 
conchas 
CLASSE BIVALVIA
• Apresentam duas conchas, apenas divididos em 
pé e massa visceral. Nao possuem cabeça 
(acéfalos) 
• São exclusivamente aquáticos 
CEPHALAPODA
• Somente de água salgada, todos marinhos
• Polvos, Lulas e náutilos
• São os moluscos mais desenvolvimentos 
estruturalmente
• Possuem tentáculos que saem da cabeça
• A massa visceral é globosa nos polvos e 
alongada nas lulas
• Alem de rastejarem, utilizando as ventosas, se 
deslocam por jatos de águas emitidos por um 
sifão 
• Quando ameaçados jogam tintas nao tóxicas
CLASSE POLYPLACOPHORA
• Representada pelos quitons
• 8 conchas 
• Moluscos primitivos, geralmente encontrados 
sobre rochas
• O corpo é dividido em cabeça, pé e massa 
visceral 
3 ausi,are
-&
Is
↓
CLASSE SCAPHOPODA
• Apresentam corpo delgado dorsoventralmente 
circundado pelo manto que secreta uma 
concha tubular
• Lembra um dente de elefante
• O corpo divide em pé e massa visceral 
• é um escavador
• Todos marinhos e passam maior tempo na areia 
TEGUMENTO E ESQUELETO 
1. MANTO: uma dobra de pele que envolve a 
massa visceral como se fosse um telhado. 
Secreta a concha 
2. CONCHA: É dividido em 
• perióstraco ou cuticula: é a estrutura mais 
externa (substancia colorida)
• Camada prismática ou óstraco ou testa: 
formada por cristais, que é o carbonato de 
cálcio
• Madrepérola, camada nacarada: formada por 
conchiolina e aragonita
3. PÉROLA: Quando um parasita ou grão de areia se 
introduz entre o manto do concha inicia-se uma 
reação de defesa, que consiste em secretar uma 
camada que envolve o corpo estrangeiro. 
SISTEMA DIGESTÓRIO
• Completo (da boca até o anus).
• Predominantemente extracelular
• RÁDULA: língua móvel denteada para raspar 
alimentos 
SISTEMA RESPIRATÓRIO 
• Pulmonar: Gastropoda-terrestres 
• Branquial: na maioria dos aquáticos
• Cutânea: alguns moluscos aquáticos 
SISTEMA CIRCULATÓRIO
• Sistema do tipo aberto ou lacunar
• Apresenta o pigmento respiratório 
hemocianina 
• Coração dorsal com 1 ou 2 aurículas e 1 
ventrículo 
OBS: os cefalópodes (polvos e lulas) possuem 
sistema fechado, como os vertebrados e sangue 
com hemoglobina 
SISTEMA EXCRETOR
• A excreção é realizada por rins, também 
denominados nefrideos ou órgãos bojanur 
SISTEMA NERVOOSO
• Do tipo ganglionar, descentralizado na maioria 
Equinodermatas 
EQUINODERMATAS
• ultimo invertebrado 
CARACTERÍSTICAS
• Espinhos na pele 
• Exclusivamente marinhos
• Acéfalos 
• Triblasticos
• Celomados (entercocelicos)
• Deuteristomios 
• Simetria bilateral (larva) e radial (adulto)SISTEMÁTICA
1. Ophiuroidea: serpentes do mar. Possuem cinco 
braço 
2. Asteroida: estrela. Possuem cinco braços, seis, 
doze e quatorze
3. Echinoidea: espinhos, ouriços do mar
4. Crinoidea: lírio do mar, parente mais próximo dos 
animais. 
5. Holoturoidea: pepino do mar, mole, sem 
esqueleto . Solta o estomago para pegar a presa 
ESQUELETO
• Endoesqueleto: toda a superfície externa 
coberta por espinhos, extremamente rígidos. 
Endoesqueleto de origem mesodermica 
• composto por inúmeras placas calcarias 
firmemente unidas entre si 
SISTEMA DIGESTÓRIO
• Completo
• Apenas os ouriços tem uma prega vocal com 5: 
lanterna de Aristoteles 
SISTEMA RESPIRATÓRIO
• Branquial 
Phylum chordata 
CARACTERÍSTICAS EXCLUSIVAS 
• Possuem notocorda pelo menos na fase 
embrionária: tubo responsável pela 
sustentação. A notocorda desaparece e no 
lugar aparece a coluna vertebral 
• Tubo neural dorsal
• Presença de fendas branquiais na faringe; os 
seres humanos no útero da mae possuem as 
fendas branquias que nao serve para nada 
• Cauda pós anal 
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• Eumetazoa
• Triblasticos
• Celomados do tipo enterocelico
• Simetria bilateral
• Corpo segmentado 
• Deuterostomios 
CLASSIFICAÇÃO DOS CORDATOS 
• Dividido em três subfilos
1. URUCHORDATA 
• Principal representante é a ascidia nigri
• São animais que, quando adultos, vivem presos 
nas rochas. São todos marinhos, isolados ou 
coloniais. Ao redor do corpo apresentam uma 
túnica protetorado, semelhante a celulose; a 
tunicina 
• A notocorda esta restrita a Cauda da larva, os 
adultos nao possuem 
• Sistema cardiovascular aberto, o sangue é 
esverdeado
2. CEPHALOCHORDATA
• Principal representante o anfioxo 
branchiostoma lanceolatum 
• Animais marinhos com notocorda bem 
desenvolvida, estendendo-se da cauda ate a 
cabeça
• Respiram por branquias
• Inicia-se uma circulação fechada rudimentar
• Vivem am águas rasas
3. VERTEBRATA
• Crânio + coluna 
• São formados por dois grupos: agnatha e 
gnastomata 
AGNATHA (CLASSE CICLOSTOMATA)
• VERTEBRADOS SEM MANDÍBULA 
• São vertebrados mais primitivos
• Os representantes sao as lampreias e os peixes 
bruxas
• Corpo alongado e cilíndrico
• Vivem em agua doce salgada ou encerrados no 
lodo
GNATOSTOMADA: vertebrados com mandíbula
Possuem mandíbula, crânio e coluna 
1. SUPERCLASSE PISCES
• chondrichtyles (cartilaginosos): tubarões e raias 
• actinopterigii (Ósseos): peixes comuns, piranhas 
• Sarcopterigii (Ósseos primitivos); peixes 
estranhos 
2. SUPERCLASSE TETRÁPODE
• anfíbios: sai da agua para dar umas voltas, mas 
é dependente da agua 
• Répteis: primeiro a conquistar o ambiente 
terrestre 
• Aves: sangue quente
• Mamíferos: sangue quente 
Superclasse pisces 
(Peixes) 
PEIXES COM MANDÍBULAS (os primeiros a terem) 
• São vertebrados inferiores, tem o corpo 
fusiforme, recoberto de escamas, na maioria das 
vezes movimentando-se por nadadeiras pares e 
impares
• São divididos em três classes: 
CHONDRICHTYES (peixes cartilaginosos) 
1. Subclasse Eslamobranchii: tubarões e raias. 
Apresentam órgãos dos sentidos bem 
desenvolvidos, com maxilas poderosas, 
musculatura apta para a natação e hábitos 
predatórios 
2. Subclasse holocephalii: sao as quimeras, nao 
apresentam interesses comerciais, sao cheios de 
espinhos 
ACTINOPTERIGII (peixes ósseos)
• Inclui peixes ósseos (Osteichyes) com nadadeiras 
raiadas 
• Exemplos: cavalo-marinho, salmão, peixe-palhaço, 
moreira, dourado, pintado, peixe-espada
SARCOPTERIGII (segunda linhagem de peixes ósseos) 
• Uma segunda linhagem de peixes ósseos com 
nadadeiras lombadas (carnosas) representadas 
por apenas sete especies de peixes pulmonados 
entre eles a piramboia e o celacanto. 
CARATERÍSTICAS GERAIS 
• Gnatosmatas (com mandíbula) 
• Saco vitelínico (único anexo embrionário)
• Ecnotérmicos (pecilotérmos): nao produz calor, 
o calor vem de fora. A temperatura é variados
• Ovos telolecitos completos (megalécitos) 
TIPOS DE NADADEIRAS 
• As nadadeiras, atuam como remos, garantido a 
rápida mudança na posição do corpo
1. PARES: correspondem aos membros locomotora 
dos vertebrados, possuindo esqueleto (dorsal, 
caudal, anal)
2. ÍMPARES: simples expansão do tegumento 
(pélvicas ou abdominais, peitorais ou torácicas) 
ESCAMAS 
• Poucos peixes ósseos possuem pelo nua 
desprovida de escamas. A maioria dos peixes 
ósseos apresentam escamas de origem 
dérmica (cicloides, ctenoides e as vezes 
ganoides) 
↳simettore descentes lados iguais
• Os peixes cartilaginosos apresentam escamas 
dermoepidermicas (placoides) 
• Os peixes possuem a pele com numerosas 
glândulas mucosas. O muco diminui o atrito 
com a agua durante o deslocamento e ainda 
serve como proteção contra a entrada de 
organismos causadores de doenças 
TIPOS DE ESCAMAS
1. Escama placoide (origem dermoepidérmica): 
ocorre em peixes cartilaginosos
2. ESCAMA GANOIDE (origem dérmica): ocorre em 
peixes ósseos 
SISTEMA DIGESTÓRIO - CARTILAGINOSOS 
• Boca ventral, com dentes pontiagudos e iguais 
entre si. Possuem fortes mandíbulas e uma 
língua espessa e imóvel 
• Intestino: válvula espiral que serve para 
aumentar a superfície de absorção (análogo as 
vilosidades intestinais nos humanos) 
• Cloaca: terminação do intestino. A cloaca é uma 
bolsa que recebe três sistemas: fezes (do 
digestório), urina (do excretor) e gametas (do 
reprodutor) 
SISTEMA DIGESTÓRIO - PEIXES ÓSSEOS 
• Vai da boca ate o anus sem válvula espiral 
• Boca anterior ou terminal, com língua pequena e 
imóvel. 
• Esôfago curto, intestino longo
• Termina em anus 
SISTEMA RESPIRATÓRIO - CARTILAGINOSO 
• 5 a 7 pares de branquias visíveis externamente 
• Existem pares de orifícios frontais chamados de 
espiráculos, que serve para a entrada e saída de 
agua no momento da respiração 
SISTEMA DIGESTÓRIO - PEIXES ÓSSEOS 
• Apresentam 4 pares de branquias protegidas 
pelo opérculo (placa que protege as brânquias) 
cenoide
com espinhos)
Cicloide (a maiorial
SISTEMA CIRCULATÓRIO 
• Coração com 2 cavidades (1 átrio e 1 ventrículo)
• Circulação fechada e simples 
• Pelo coração só passa sangue venoso, pois 
provem do corpo (nao passa pelas branquias) 
• Possui hemoglobina como pigmento respiratório 
nas hemácias 
SISTEMA EXCRETOR
• A excreção é renal (pronefros nos peixes jovens 
e mesofreno nos adultos ). A ureia é o principal 
produto de secreção nos peixes adultos marinhos 
e cartilaginosos. Já nos peixes adultos ósseos o 
principal produto é a amônia 
• A Urina de peixes cartilaginosos é eliminada pela 
cloaca, enquanto nos peixes ósseos existe um 
orifício situado atrás do anus 
SISTEMA NERVOSO 
• 10 pares de nervos cranianos 
• Sem condilos no occipital 
• Orelha interna 
• Linha lateral -> pressão da agua e vibrações 
• Visão e olfato desenvolvidos: enxerga em cores
• Ampolas de lorenzini - detectam ondas 
eletromagnéticas (tubarões) 
REPRODUÇÃO - PEIXES ÓSSEOS 
• Fecundação interna -> claspers 
• Ovuliparos (na maioria) 
• Desenvolvido indireto - larva alevino 
PEIXES CATILAGINOSOS 
• Fecundação interna -> claspers 
• Ovoviparos (maioria) 
• Desenvolvimento no interior da mae
• Nutrientes providentes do saco vitelínico 
• Desenvolvimento direto 
BEXIGA NATATÓRIA 
• Exclusiva dos peixes ósseos
• Hidrostática 
• Respiratória -> dipnóicos ou pulmonares
• Acústica 
Classe amphibia 
CLASSE AMPHIBIA 
• Os anfíbios são os primeiros vertebrados 
tetrápodes. Originaram-se a partir de peixes 
semelhantes aos dipnoicos atuais. O termo 
“anfíbio” quer dizer que apresentam um ciclo de 
vida duplo, iniciando com uma larva aquática, 
que sofre metamorfose e se transforma em 
adulto terrestre, necessitando retornar para a 
água para colocar seus ovos. Alguns sapos, 
cobras-cegas e salamandras, no entanto, 
possuem desenvolvimento direto, isto é, sem a 
presença de larvas.
CARACTERÍSTICAS GERAIS
• Gnatostomata (com mandíbula)
• Tetrápodes
•Ectotérmicos
• Com saco vitelino (único anexo embrionário)
CLASSIFICAÇÃO 
1. ANURA/SALIENTIA: Compreende os sapos, as rãs e 
pererecas. Caracteri- zam-se por apresentarem 
larvas (girinos) com cauda e adultos sem cauda.
2. CAUDATA/URODELA: , tanto as larvas quanto os 
adultos pos- suem cauda. É representada pelas 
salamandras, pelos tritões, proteus e necturoS
3. GYMNOPHIONA/APODA: Ordem representada 
pela cobra-cega ou cecília. Exis- tem somente 10 
espécies no Brasil.
SISTEMA TEGUMENTÁRIO
• A pele da maioria dos anfíbios é úmida e 
altamente vascularizada para favorecer a 
respiração cutânea. A umidade é mantida pela 
secreção de muitas glândulas presentes na 
pele. Além dessas glândulas, os sapos são 
dotados de glândulas paratoides ou serosas 
(glândulas salivares modificadas), que 
produzem um líquido leitoso e venenoso, para 
a sua defesa contra predadores. Ao serem 
comprimidas, liberam toxinas de origem 
alcalina, causando diferentes efeitos em seus 
agressores.
SUSTENTAÇÃO E LOCOMOÇÃO 
• No crânio dos anfíbios, encontram-se dois 
côndilos occipitais, que se articulam com a 
primeira vértebra cervical. Por isso, há uma 
limitação nos movimentos, cuja cabeça só se 
movimenta para baixo e para cima. O 
esqueleto dos anfíbios é quase que 
totalmente ossificado.
SISTEMA DIGESTÓRIO 
• Do tipo completo, iniciando na boca e 
terminando na cloaca
• O alimento é ingerido inteiro, sem mastigação, 
e por isso o estômago é bastante volumoso. 
SISTEMA RESPIRATÓRIO 
• Pode ser branquial (larvas e algumas 
salamandras adultas), pulmonar, cutânea e 
bucofaríngea (muco- sa da cavidade bucal, 
nos sapos, nas rãs e pererecas adultos).
SISTEMA CIRCULATÓRIO 
• A circulação é fechada (interior dos vasos), 
dupla (sangues venoso e arterial) e 
incompleta (sangues arterial e venoso se 
misturam). O coração possui três cavidades: 
dois átrios e um ventrículo. É no ventrículo 
que ocorre a mistura dos sangues venoso e 
arterial.
SISTEMA EXCRETOR 
• A excreção é renal. Os rins são do tipo 
mesonefros, de forma alongada, próximos à 
coluna vertebral. Existem ainda dois ureteres 
e uma bexiga urinária que desembo- ca na 
cloaca. O produto final da excreção é a ureia.
SISTEMA NERVOSO
• É dividido em sistema nervoso central (SNC) 
formado por um pequeno encéfalo e uma 
medula; e sistema nervoso periférico (SNP) 
contendo 10 pares de nervos cranianos e 10 
pares de nervos raquidianos.
REPRODUÇÃO
• São na maioria animais dioicos. Entretanto, em 
alguns sapos, os machos apresentam, sobre 
cada testículo, uma pequena formação 
denominada órgão de Bidder. Trata-se de um 
ovário rudimentar, com potencial para se 
desenvolver e funcionar quando os testículos 
estiverem inativados.
• Anuros: a fecundação geralmente é externa e 
o desenvolvimento é indireto. A larva típica é o 
girino, aquático de respiração branquial.
• Ápodas: A fecundação é interna e o desenvolvi- 
mento dos ovos normalmente ocorre no solo 
úmido, próximo à água, sendo, portanto 
ovíparos a maioria, mas algumas espécies 
podem ser vivíparas. O desen- volvimento pode 
ser direto ou indireto com larvas aquáticas.
• Urodelos: A fecundação geralmente é interna 
(ovíparos) e o desenvolvimento é indireto com 
larva aquática axolote.
Classe Reptilia 
O QUE SÃO
• Os répteis foram os primeiros vertebrados a 
conquis- tarem definitivamente o ambiente 
terrestre, graças ao aparecimento de 
algumas características adaptativas, tais 
como:
• pele seca e impermeável;
• ovo com casca;
• pulmões eficientes;
• fecundação interna;
• excreção de ácido úrico;
• anexos embrionários eficientes (amniotas e 
alantoidianos).
CARACTERÍSTICAS
• tetrápodes;
• gnatostomatas;
• pecilotermos (ectotérmicos);
• presença de saco vitelino, âmnio, cório e 
alantoide.
CLASSIFICAÇÃO 
1. Ordem chelonia: Caracterizam-se por 
apresentarem o corpo com carapaça dorsal 
arredondada, boca sem dentes. Incluem as 
tartarugas (marinhas e dulcícolas), jabutis 
(terrestres) e cágados (dulcícolas) 
2. Ordem squamata: A pele dos animais dessa ordem 
apresenta-se cober- ta por escamas ou placas 
epidérmicas córneas. 
3. Ordem crocodila: Crocodilos, jacarés e outros. Corpo 
alongado com quatro patas terminadas em garras. A 
cauda é bastante desenvolvida, possuem poderosas 
mandíbulas, com muitos dentes. Não apresentam bexiga 
urinária.
SISTEMA TEGUMENTÁRIO 
• Pelo fato de não apresentarem glândulas, a pele é 
seca, rica em queratina, com camada córnea 
bastante desenvolvida. Essas características 
favorecem a adaptação à vida terrestre. A epiderme 
em cobras e lagartos apresenta-se com escamas, 
em crocodilianos com placas córneas e nas 
tartarugas existe uma carapaça de origem óssea.
SUSTENTAÇÃO E LOCOMOÇÃO 
• Os crocodilianos têm patas fortes para sustentação 
na terra e membros posteriores poderosos que 
funcionam como pás na água, permitindo natação 
eficiente. A cauda é muscular e move-se de lado a 
lado para propulsão na água. Seu corpo 
hidrodinâmico minimiza o arrasto enquanto nadam. 
Garras nas patas ajudam na locomoção terrestre e 
adaptações nas mandíbulas facilitam a captura de 
presas.
Uma válvula especial no coração ajuda a direcionar 
o fluxo sanguíneo durante mergulhos. Essas 
características permitem que os crocodilianos 
tenham sucesso em diferentes ambientes.
SISTEMA DIGESTÓRIO 
• É completo, iniciando-se na boca e terminando 
na cloaca. A boca é em geral grande, com 
dentes bem desenvolvidos (exceto as 
tartarugas, que não possuem dentes). Uma das 
características dos répteis é engolir suas 
presas inteiras, sem mastigá-las.
SISTEMA RESPIRATÓRIO 
• A respiração é pulmonar, não havendo 
necessidade de outros meios para respirar, pois 
os pulmões efetuam eficientes trocas gasosas.
SISTEMA CIRCULATÓRIO 
• A circulação é fechada, dupla e incompleta. O 
coração é incompletamente dividido em três 
cavida- des, sendo 2 átrios e 2 ventrículos 
incompletamente separados por um septo 
chamado septo de Sabatier. O coração dos 
crocodilianos possui 4 cavidades, com dois 
ventrículos bem formados e separados, porém 
possui o forâmen de Panizza, um orifício que 
mantém a comunicação entre essas duas 
cavidades, ocorrendo, portanto, mistura 
sanguínea. As hemácias são nucleadas e ovais.
SISTEMA EXCRETOR 
• Os répteis possuem dois rins metanefros, que 
excre- tam principalmente ácido úrico, uma 
substância pouco solúvel, sendo uma das 
adaptações dos répteis à vida terrestre. Dos 
rins, a excreção segue pelos ureteres até 
atingir a cloaca, donde sai para o exterior.
SISTEMA NERVOSO 
• Os répteis possuem sistema nervoso central e 
periférico (com doze pares de nervos 
cranianos e um côndilo occipital).
REPRODUÇÃO
 São animais dioicos com pouco dimorfismo sexual, 
com fecundação interna e órgãos copuladores na 
cloaca. O desenvolvimento é direto. 
BIOLOGIA D
ASSUNTO:
BOTÂNICA
Histologia vegetal 
Tecidos vegetais - meristemas 
TECIDOS MERISTEMÁTICOS OU MERISTEMAS 
• Também chamados de tecidos jovens ou 
embrionários, são formados por células 
indiferenciadas responsáveis pelo crescimento 
do vegetal. Todos os tecidos diferenciados ou 
permanentes têm origem a partir dos 
meristemas. Os meristemas são divididos em dois 
grupos: meristemas primários e secundários.
MERISTEMA PRIMÁRIO (crescimento em altura) 
• São tecidos formados por células 
indiferenciadas, a partir da multiplicação das 
células do embrião, que promovem o crescimento 
longitudinal ou em altura de um vegetal. Na raiz 
esse meristema localiza- se na zona lisa e no 
caule na região das gemas ou brotos (ápice).
• São representados pela protoderme, pelo 
meristema fundamental e pelo procâmbio os 
quais, através de um processo de diferenciação, 
dão origem aos tecidos primários da planta:
• A protoderme origina a epiderme —> tecido 
primário de revestimento 
• O meristema fundamental dá origem aos tecidos 
fundamentais, como os osparênquimas e tecidos 
de sustentação, como o colênquima e o 
esclerênquima.
• O procâmbio forma os tecidos primários de con- 
dução que são o xilema (lenho) e floema (líber) 
primários.
MERISTEMAS SECUNDÁRIOS 
• Os meristemas secundários são tecidos 
relacionados com o crescimento secundário do 
vegetal, ou seja, com o crescimento em espessura 
ou transversal da planta.
• São formados pela desdiferenciação de células 
adultas. São dois os meristemas secundários 
1. Felogênio: ocorre no córtex, originando o súber 
para fora e a feloderme para dentro
2. Câmbio: ocorre no cilindro central, originando o 
floema para fora e o xilema para dentro 
OBS: O conjunto felogênio, feloderme e súber é 
chamado de periderme 
Tecidos vegetais 
Sistema de revestimento 
INTRODUÇÃO 
• As células meristemáticas se dividem 
continuadamente, fazendo o vegetal crescer. 
Entretanto, quando algumas delas param de se 
dividir, começam a crescer e formar os 
diferentes tecidos adultos da planta. É o que 
chamamos de diferenciação.
• Os tecidos adultos (permanentes) são 
geralmente incapazes de se dividir e 
especializam-se em várias funções, 
organizando-se em três diferentes sistemas: 
revestimento, fundamental e vascular.
SISTEMAS DE REVESTIMENTO 
• Também chamados de tecidos tegumentários, 
são aqueles que revestem as partes externas 
de uma planta.
• Caracterizam-se por apresentarem pouca 
permeabilidade ao ar e à água, são maus 
condutores de calor e protegem a planta contra 
variações bruscas de temperatura. Os tecidos 
de revestimento apresentam três funções 
principais:
1. proteção contra agressões, desidratação e 
variação de temperatura;
2. trocas gasosas efetuadas com o meio em que 
se encontram;
3. absorção de água e nutrientes do solo.
• Há dois tipos principais de tecidos de 
revestimento, a epiderme e o súber.
EPIDERME - CARACTERÍSTICAS
• A epiderme, bastante delgada, recobre folhas e 
partes jovens do caule e da raiz. A epiderme de 
uma folha é fina, porque normalmente 
apresenta uma única camada de células, ou seja, 
é uniestratificada. 
• Além disso, as células epidérmicas em geral são 
aclorofiladas. Isso é vantajoso, pois permite a 
entrada de luz empregada na fotossíntese, que 
ocorre no parênquima.
• Por outro lado, a pequena espessura da 
epiderme tem como desvantagem a facilidade 
de perda de água para a atmosfera (isso é 
contornado pela presença de uma cobertura 
impermeável, a cutícula, constituída de cera 
ANEXOS DA EPIDERME 
• A epiderme pode sofrer algumas modificações 
em sua estrutura, dando origem assim a alguns 
anexos, como pelos, escamas, acúleos, papilas, os 
estômatos e os hidatódios.
PELOS OU TRICOMAS
• São expansões das células epidérmicas, uni ou 
pluricelulares. Possuem funções variadas 
(absorventes, urticantes, disseminadores, etc.).
ESCAMAS 
• As escamas são tricomas modificados que 
atuam impedindo a perda de água em 
excesso. Em plantas epífitas (que se apoiam 
em outras plantas), como as bromélias, têm a 
função de absorção de água.
PAPILAS 
• São formações epidérmicas onduladas que 
conferem o aspecto aveludado característico 
de algumas pétalas. Em algumas xerófitas 
(plantas de clima seco), mostram-se cobertas 
de cera atuando assim na proteção contra a 
luz do sol e a perda excessiva de água.
ACÚLEOS 
• são estruturas pontiagudas da epiderme de 
caules, empregadas como defesa; aparecem, 
por exemplo nas roseiras (NÃO SÃO 
ESPINHOS) 
ESTOMATOS
• diferenciações de células epidérmicas das 
folhas relacionadas com as trocas gasosas da 
respiração e fotossíntese, além da 
transpiração. 
HIDATÓDIOS
• Na epiderme das folhas de certas plantas, podem 
ser encontradas estruturas denominadas 
hidatódios. Localizadas nos bordos das folhas, tais 
estruturas têm a função de eliminar o excesso de 
água na forma líquida, fenômeno conhecido como 
gutação. Ocorre, por exemplo, em folhas do 
morangueiro.
SÚBER 
• Já o súber é bastante espesso, envolvendo partes 
mais velhas do caule e da raiz, onde ocorre 
crescimento em espessura. Na realidade, quando a 
raiz ou o caule crescem em espessura, sua 
epiderme é rompida, sendo substituída pelo súber. 
Trata-se de um tecido constituído por várias 
camadas de células mortas (pluriestratificado), 
geradas a partir da atividade do felogênio.
• As células do felogênio dividem-se para dentro e 
para fora. Internamente diferenciam-se num tipo 
de parênquima denominado feloderme. Já as células 
formadas para fora diferenciam- se em súber; 
neste processo a parede tem grande deposição de 
suberina, uma substância impermeável, provocando 
a morte das células. Todo o seu interior fica cheio de 
ar, que atua como um isolante térmico.
• Súber, felogênio e feloderme constituem a 
periderme da planta.
Tecidos vegetais 
Sistema fundamental 
INTRODUÇÃO 
• O sistema fundamental das plantas é composto 
por dois grupos de tecidos: os parênquimas, 
tecidos de preenchimento que desempenham 
diversas funções; e os tecidos de sustentação, 
representados pelo colênquima e pelo 
esclerênquima.
PARENQUIMAS
• Parênquimas são tecidos que atuam no 
preenchimento e desempenham diferentes 
funções no corpo da planta.
PARÊNQUIMA CLOROFILIANO 
• É também conhecido como parênquima assimilador 
ou simplesmente clorênquima. Suas células 
apresentam grande quantidade de cloroplastos 
onde é realizado o processo de fotossíntese. São 
encontrados nas partes verdes das plantas, 
especialmente nas folhas, onde constituem o 
mesofilo (interior da folha). Nessa região 
encontramos dois tipos de parênquimas 
clorofilianos: o paliçádico (com células alongadas e 
justapostas) e o lacunoso (formado por células de 
aspecto arredondado com inúmeros espaços entre 
elas).
PARÊNQUIMA DE RESERVA OU ARMAZENAMENTO 
• armazenar diversos tipos de materiais. O 
parênquima amilífero armazena amido, sendo 
encontrado, por exemplo, na semente de arroz 
e na raiz de mandioca. Já o parênquima 
aquífero apresenta grande quantidade de 
água, sendo comum nas cactáceas. Por outro 
lado, o parênquima aerífero ou aerênquima é 
bem desenvolvido em plantas flutuantes, tais 
como a vitória-régia e o aguapé.
TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO:
• As células desses tecidos possuem paredes 
espessadas devido ao depósito de substâncias 
como lignina ou celulose
COLENQUIMA
• Trata-se de um tecido de sustentação de 
órgãos jovens em crescimento. É constituído 
por células vivas cujas paredes sofrem 
espessamento e reforço de celulose, 
especialmente em seus ângulos.
ESCLERENQUIMA 
• O esclerênquima é um tecido morto, com 
células apresentando grande deposição de 
lignina em sua parede. A lignina é uma 
substância de grande rigidez. 
Tecidos vegetais 
Sistema vascular 
INTRODUÇÃO 
• Os sistema vascular das plantas é formado 
por dois tipos de tecidos responsáveis pelo 
transporte das seivas pelo vegetal: o xilema e 
o floema.
• As plantas dotadas de sistema vascular são 
deno- minadas vasculares ou traqueófitas e 
compreendem as pteridófitas, gimnospermas 
e angiospermas.
XILEMA OU LENHO
• É um tecido morto que conduz seiva bruta ou 
inorgânica (água e sais minerais) desde a raiz 
até as folhas, para que possam ser utilizadas 
na fotossíntese.
• Constituído por células alongadas e cilíndricas 
dotadas de paredes reforçadas que morreram 
durante a diferenciação e ficaram ocas, 
formam um sistema contínuo ascendente 
onde se observam os seguintes elementos:
• Elementos de vaso: suas células caracterizam- 
se por apresentar reforços de lignina. Nas 
gimnospermas e pteridófitas encontramos 
apenas as traqueídes. Nas angiospermas 
encontramos traqueídes e os elementos de 
vaso (estruturas mais especializadas).
• Parênquima lenhoso: formado de células 
vivas responsáveis pelo transporte e 
armazenamento de substâncias energéticas. 
Forma as tilas, cuja função é obstruir parcial 
ou totalmente os vasos lenhosos. Essas tilas 
são formaçõesirreversíveis.
• Fibras de esclerênquima: são células 
lignificadas, mortas situadas junto aos vasos 
para sustentá-los.
FLOEMA OU LIBER 
• É um tecido vivo que conduz a seiva 
elaborada ou orgânica (água e glicose) desde 
as folhas até as raízes. Apresenta na sua 
formação, células cilíndricas e vivas. No 
sistema liberiano, encontramos os seguintes 
elementos:
• Elementos de tubos crivados: são células 
vivas que sofrem diferenciação, sem 
contudo morrerem por isso. Os tubos 
crivados são formados pela sobreposição 
dessas células, que apresentam nas paredes 
transversais, grande número de poros, que 
lhes confere um aspecto de crivo daí 
receberem o nome de placas crivadas.
• Células anexas ou companheiras: estão 
ligadas diretamente aos tubos crivados 
através de plasmodesmos. 
diferenciação.
Parênquima liberiano: constituído por células 
vivas que envolvem os vasos liberianos. Sua 
função é de reserva.
Fibras esclerenquimáticas: com a função de 
sustentar e proteger; as fibras de 
esclerênquima são células mortas, alongadas 
dispostas junto aos vasos.
São células vivas responsáveis pelas funções 
metabólicas para os tubos crivados, que perdem 
algumas de suas organelas e o núcleo durante a 
diferenciação.
• Parênquima liberiano: constituído por células 
vivas que envolvem os vasos liberianos. Sua 
função é de reserva.
• Fibras esclerenquimáticas: com a função de 
sustentar e proteger; as fibras de 
esclerênquima são células mortas, alongadas 
dispostas junto aos vasos.
Tecidos vegetais 
Estruturas de secreção 
TECIDOS OU GLÂNDULAS DE SECREÇÃO 
• São tecidos ligados a eliminação de restos do 
metabolismo celular, substâncias que evitam o 
apodrecimento, ou ainda secretam substâncias 
com objetivo de atrair ou afastar animais. As 
secreções são produzidas no citoplasma das 
células, as quais geralmente se localizam entre os 
parênquimas ou como diferenciações da 
epiderme. Os mais importantes são:
CÉLULAS SECRETORAS 
• São células isoladas encontradas no meio dos 
tecidos de preenchimento e secretam restos do 
metabolismo da célula. Um importante exemplo de 
secreção de algumas plantas é o cálcio,que forma 
cristais de cálcio.
• Esses cristais podem apresentar formas 
estreladas, chamados então de drusas, comum 
em tomates, ou ainda formarem agulhas de 
cristais, sendo chamados de ráfides, como ocorre 
por exemplo em células de repolho. Existem ainda 
os cistólitos, em forma de carbonato de cálcio, 
presos por um filamento de celulose proveniente 
da parede celular, comum em seringueiras.
BOLSAS SECRETORAS
• É o conjunto de várias células secretoras que 
definem um espaço, onde as substâncias são 
armazenadas.
• Alguns alcaloides podem ser encontrados nessas 
bolsas, como o café da cafeína, a morfina da 
papoula, a estricnina da noz-moscada, a nicotina 
do tabaco, entre outros. Atuam na proteção 
contra predadores.
VASOS LACTÍFEROS
• São canais que secretam o látex, uma substância 
leitosa antisséptica, cicatrizante e evita o 
apodrecimento do vegetal. Esses canais são 
formados pela união de diversas células (sincício), 
as quais perdem a parede de separação, por isso 
são estruturas intracelulares. É característico de 
angiospermas. O látex é bastante usado na 
indústria da borracha.
VASOS RESINÍFEROS
• Esses vasos são comuns em gimnospermas e são 
estruturas formadas entre células, portanto são 
intercelulares. Da mesma forma que o látex, a 
resina funciona como substância antisséptica, 
cicatrizante e evita o apodrecimento vegetal. Em 
contato com o ar, se solidifica transformando- se 
em um desinfetante. É bastante usado na 
indústria de incenso e mirra.
NECTÁRIOS
• São glândulas encontradas principalmente nas 
flores, onde liberam o néctar, secreção 
açucarada que atrai animais polinizadores. 
Quando localizados fora da estrutura floral são 
denominados nectários extraflorais.
GLÂNDULAS DIGESTIVAS
• As glândulas digestivas são estruturas secretoras 
encontradas em folhas de plantas insetívoras 
(carnívoras). Produzem enzimas digestivas que 
digerem pequenos animais atraídos até a planta. 
As proteínas desses animais são a prin- cipal 
fonte de nitrogênio para as plantas insetívoras, 
que têm suas necessidades nutricionais oriundas 
da fotossíntese.
HIDATÓDIOS 
• Também chamados de estômatos aquíferos, pois 
eliminam água (seiva bruta) em forma líquida. 
Realizam a gutação ou sudação. Essas estruturas 
encontram-se na epiderme de folhas.
PELOS GLANDULARES
• São anexos da epiderme, uni ou pluricelulares. 
Eliminam substâncias aromáticas das folhas, 
flores e caules, que atraem animais para a 
polinização. Outras eliminam substâncias tóxicas, 
como é o caso da urtiga e do caule do tomate, 
secretando substâncias alergênicas.
Organologia vegetal 
Raiz 
RAIZ
• A raiz é um órgão vegetativo, geralmente 
subterrâneo e aclorofilado com geotropismo e 
hidrotropismo positivo e, fototropismo 
negativo. 
• Origina-se a partir da radícula do embrião e 
tem funções de absorção de água e sais 
minerais, fixação, condução de seivas, além de 
também armazenar reservas nutritivas em 
alguns vegetais. As raízes são classificadas de 
acordo com o ambiente em que se encontram. 
São aéreas, subterrâneas e aquáticas.
AS REGIÕES DA RAIZ 
1. COIFA: - originada do caliptrogênio (meristema 
primário), é uma estrutura que protege a 
ponta da raiz à medida que ela cresce e se 
aprofunda, evitando um desgaste devido ao 
atrito com o solo. 
2. ZONA LISA OU DE CRESCIMENTO: é subdividida em 
três partes: meristemática por onde ocorre as 
divisões celulares; alongamento onde as células 
aumentam de volume e maturação onde as células 
iniciam-se a diferenciação em tecidos adultos.
3. ZONA PILIFERA OU DE ABSORÇÃO: é a região 
responsável em absorver água e sais minerais do solo. 
Possui inúmeros pelos absorventes de origem 
epidérmica que, em conjunto, multiplicam mais de 
cem vezes a área de absorção da raiz.
4. ZONA SUBEROSA OU DE RAMIFICAÇÃO: é a parte 
mais espessa e antiga da raiz. Caracteriza- se pela 
presença de suberina em suas células, dessa região 
partem as ramificações da raiz, ou seja, as raízes 
secundárias, as quais têm uma origem endógena, de 
uma camada chamada periciclo. Também auxiliam a 
fixação do vegetal e aumentam a capacidade de 
absorção. Em cada raiz secundária existem as 
mesmas regiões já descritas.
CLASSIFICAÇÃO DAS RAIZES - RAIZES SUBTERRÂNEAS 
1. Axial ou pivotante: são raízes que possuem
um eixo principal maior, perpendicular ao solo, do qual 
partem ramificações de menor porte (radicelas).
Encontrada em dicotiledôneas e gimnospermas.
2. Fasciculada ou Cabeleira: são sistemas radiculares 
onde não existe diferenciação entre a raiz principal e 
as raízes secundárias. Elas surgem de pontos muito 
próximos, não se aprofundam muito e geralmente 
pertencem a plantas de estrutura ou porte menor. 
São características de plantas monocotiledôneas.
Ex.: arroz, trigo, mamona, grama, etc.
3. Tuberosa: são raízes que além de desempenharem 
as funções básicas de raiz, acumulam substâncias de 
reserva, principalmente o amido. São raízes que se
desenvolvem além do normal e podem ser pivotantes 
ou fasciculadas.
Ex.: cenoura, mandioca, beterraba, rabanete, etc.
CLASSIFICAÇÃO DAS RAIZES AÉREAS 
• São chamadas de raízes aéreas aquelas que se 
desenvolvem acima do solo, em contato total ou 
parcial com a atmosfera
1. Suportes ou escoras: partem do caule e auxiliam a 
sustentação do vegetal não tanto pelo porte, mas 
pelo tipo de terreno em que estão instaladas.
• Ex.: plantas de mangue, milho, cana-de-açúcar
2. Cintura: são raízes que se desenvolvem geralmente 
sobre árvores ou pedras, sem serem parasitas. São 
características das epífitas. Ex.: bromélia, orquídea.
3. Estrangulantes: raízes não parasitas que vivem 
sobre outro vegetal apenas envolvendo-o. Devido ao 
crescimento em espessura, as raízes estrangulantesvão comprimindo o tronco suporte e acaba por 
estrangulá-lo. Ex: cipó-mata-pau.
4. Respiratórias ou pneumatóforas: são raízes que 
apresentam geotropismo negativo e desempenham 
função de arejamento. Ocorrem em plantas
de terreno alagadiço como pântanos, onde o solo se 
apresenta com baixo teor de oxigênio. Desenvolvem-se 
a partir de raízes subterrâneas secundárias e 
apresentam orifícios característicos denominados 
pneumatódios. Ex.: avicenia
5. Sugadoras ou Haustórios: são características de 
plantas parasitas. Penetram até o sistema vascular 
da planta hospedeira da qual retira os nutrientes. 
Podem ser hemiparasitas (parasita parcial), quando 
retiram apenas a seiva bruta, como por exemplo a 
erva-de passarinho ou holoparasitas (parasita 
total), quando retiram a seiva elaborada, como o 
cipó-chumbo.
6. Tabulares: são raízes que crescem a partir do 
caule de árvores de grande porte. Aumentam a 
estabilidade e auxiliam as trocas gasosas, 
permitindo a respiração em solos pobres em 
oxigênio devido à presença de grande quantidade 
de matéria orgânica em decomposição.
Ex.: flamboyant, figueira.
7. Grampiformes: têm função de fixação de plantas 
trepadeiras. São pequenas com aspecto de grampos 
que brotam da face sombreada de alguns caules. 
Produzem uma substância cimentante que acaba 
por fixar a planta no substrato. Ex.: hera.
RAIZES AQUÁTICAS 
• São características de plantas aquáticas, 
podendo ficar ou não submersas. Possuem 
parênquima aerífero bem desenvolvido para 
auxiliar na flutuação e aeração da planta.
• Ex.: aguapé, vitória-régia.
Anatomia da raiz 
INTRODUÇÃO 
• Podemos estudar a anatomia de uma raiz em dois 
momentos: estrutura primária e estrutura 
secundária.
ESTRUTURA PRIMÁRIA 
• Para observarmos a anatomia primária da raiz, 
deve-se fazer um corte na região pilífera. 
Nitidamente distingue-se duas regiões: casca e 
cilindro central.
• A casca é composta pela epiderme, parênquima 
cortical e endoderme. A epiderme é aclorofilada, 
uni estratificada, sem estômatos e sem cutícula. 
O parênquima cortical ocupa a maior área da 
casca primária, suas células são geralmente 
aclorofiladas e armazenam substâncias, 
apresentando ainda a função de aeração da raiz. 
A endoderme é um tecido une estratificado, e 
compreende a parte mais interna da casca da 
raiz. A endoderme se caracteriza pela presença 
de uma camada de suberina, formando as estrias 
de Caspary, impermeáveis. Estas controlam a 
quantidade de água que chega ao cilindro central. 
Nas plantas que não possuem crescimento 
secundário, como nas monocotiledôneas, as 
células da endoderme recebem um reforço de 
lignina, que em corte transversal lembram células
em “U”. Em algumas células da endoderme não existe o 
reforço de lignina, formando as células de passagem, 
através das quais a água e demais nutrientes 
alcançam o cilindro central 
O cilindro central é formado pelo periciclo, localizado 
logo após a endoderme da casca, pelos feixes 
condutores e pelo parênquima medular. O periciclo é 
responsável em originar as raízes laterais ou 
secundárias.
• Os feixes condutores estão dispostos 
alternadamente separados por células de 
parênquimas, formando os feixes chamados 
radiais. O parênquima medular ou medula são 
células de preenchimento na região mais central 
da raiz.
ESTRUTURA SECUNDÁRIA (dicotiledônea e 
gimnosperma) 
• A estrutura secundária da raiz é observada 
fazendo um corte na região suberosa.
No cilindro central inicia-se a formação do câmbio, que 
primeiramente coloca- se entre os feixes radiais, para 
depois assumir a posição circular, produzindo xilema 
para dentro e floema para fora. A casca acompanha o 
crescimento do cilindro central, através da formação 
do felogênio, que origina para dentro a feloderme e o 
súber para fora, constituindo a casca secundaria ou 
periderme da raiz 
OBS: em monocotiledôneas geralmente não ocorre o 
espessamento da raiz, devido à falta de meristemas 
secundários e também pelo pouco tempo de vida que 
possuem. Os tecidos de condução se originam 
diretamente do meristema primário pleroma e situam-
se
Caule 
O QUE É:
• O caule é um órgão vegetativo geralmente aéreo 
com função de sustentar ramos, folhas e frutos, 
além de elevar as folhas em direção à luz e 
distribuir seiva pelo organismo vegetal. Apresenta 
geotropismo e hidrotropismo negativo e 
fototropismo positivo. Apresentam dois tipos de 
ramificações: monopodial, com caule principal, de 
onde partem ramos laterais de crescimento 
indeterminado devido à presença de meristema 
primário em suas gemas ou brotos, e simpodial, 
sem eixo principal, onde cada ramo tem 
crescimento limitado e ao parar de crescer origina 
outro ramo. Da mesma forma que as raízes, os 
caules são classificados de acordo com o ambiente 
em: aéreos, aquáticos e subterrâneos.
REGIÕES DO CAULE
As partes de um caule são:
a) gema apical: responsável pelo crescimento 
em extensão, devido à presença do meristema 
primário. Situa-se na ponta superior do caule.
b) gemas laterais: distribuídas pelas laterais do 
caule, são responsáveis pelo desenvolvimento 
dos ramos, botões florais e até raizes
c) nó: região onde brotam as folhas. Também 
apresenta tecido meristemático.
d) entrenó: região situada entre dois nós
CLASSIFICAÇÃO - CAULES AÉREOS ERETOS
1. Tronco: : caule lenhoso com ramificações 
desde a base e bastante resistente. É 
característico de plantas frondosas do 
grupo das angiospermas dicotiledôneas e 
das gimnospermas.
• Ex.: mangueira, pessegueiro, etc.
2. Estipe: caule cilíndrico, alongado e resistente 
com ramificações apenas no ápice nas regiões 
de inflorescências.
Ex.: coqueiro, palmeira.
3. Colmo: caule cilíndrico com divisão em nós e 
entrenós bem nítida, formando gomos. Típico 
de algumas monocotiledôneas. Pode ser oco, 
como no bambu ou então, como na cana- de-
açúcar ser suculento.
4) Haste: caule pouco desenvolvido, flexível e 
geralmente clorofilado. Típico de ervas, como 
couve, salsinha, etc.
CLASSIFICAÇÃO - CAULES AÉREOS TREPADORES 
• São aqueles que se apoiam num suporte. 
Podem ser de dois tipos:
1. Sarmentosos: quando apresentam elementos 
de fixação como as gavinhas do chuchu.
2. Volúveis: quando simplesmente se enrolam no 
suporte através do caule principal, como na 
madressilva, lúpulo e feijão.
CAULES AÉREOS RASTEJANTES 
• São aqueles que se desenvolvem rente ao solo, 
não conseguem manter-se eretos e também 
não se apoiam em nenhuma superfície. O tipo 
mais conhecido é o estolho ou estolão, de cujos 
nós partem raízes adventícias.
• Ex.: morangueiro, aboboreira, grama.
CAULES SUBTERRÂNEOS 
1. Rizoma: cresce horizontalmente em relação ao 
solo, emitindo de espaços em espaços, brotos 
aéreos folhosos e floríferos. Apresentam 
raízes adventícias.
• Ex: bananeira, samambaia.
2. Tubérculo: é a porção terminal de certos caules 
subterrâneos que são intumescidos pelo acúmulo 
de substâncias nutritivas. Apresentam gemas das 
quais saem ramificações e não apresentam raízes. 
Ex.: cará. Inhame, batata- inglesa, cará.
3. Bulbo: consiste, geralmente, de um eixo caulinar 
curto achatado (prato ou disco), envolvido por 
folhas modificadas que são os catáfilos. Podem ser 
tunicados (cebola), escamosos (alho) ou sólidos 
(palma).
CAULES AQUÁTICOS 
• São pouco desenvolvidos, quase sempre 
clorofilados, com aerênquimas facilitando 
retenção a de gases (para a respiração e 
fotossíntese) e a flutuação do vegetal.
• Ex.: vitória-régia.
CAULES MODIFICADOS
• São caules que apresentam adaptações 
estruturais que lhes permite uma melhor 
adaptação ao ambiente. Os principais são:
1. Gavinhas: típicas de plantas trepadeiras. Tem o 
aspecto de uma mola e atua na fixação dessas 
plantas. Ex.: Gavinha em videira
2. Espinhos: Estas estruturas geralmente se 
apresentam pontiagudos e rígidos. Protegem a 
planta de predadores, como exemplo, o limão, a 
laranja, etc.3. Caule alado: caule achatado em forma de folha. 
4, Cladódios / Suculentos: comuns em algumas 
espécies de cactos, sendo achatados, clorofilados e 
com reserva de água.
5. Xilopódios: caules subterrâneos, resistentes e que 
armazenam substâncias de reserva. Típicos de 
plantas de cerrado.
ANATOMIA DOS CAULES 
• As angiospermas possuem dois tipos de 
estruturas caulinares: eustélica e astélica 
(atactostélica).
ESTRUTURA EUSTÉLICA 
Estrutura Eustélica Primária
• Ocorre em dicotiledôneas e gimnospermas. Assim 
como nas raízes distinguimos a casca e o cilindro 
central.
• Na casca encontra-se a epiderme, geralmente 
cutinizado, com estomatos e sem pelos 
absorventes. O parênquima cortical ou córtex, 
que é composto por células parenquimáticas onde 
eventualmente existem cloroplastos e por células 
de colênquima para sustentação e a endoderme, 
parte mais central da casca, a qual contêm amido 
como substância de reserva.
• No cilindro central encontra-se o periciclo, de 
difícil visualização, dele podem sair raízes,
A partir do segundo ano de vida de uma 
gimnosperma ou de uma dicotiledônea, inicia-se o 
crescimento secundário do caule.
separados pelo câmbio e a medula, formada por 
parênquima central.
Estrutura Eustélica Secundária
• A partir do segundo ano de vida de uma gimnosperma 
ou de uma dicotiledônea, inicia-se o crescimento 
secundário do caule.
• Na casca o felogênio origina o súber para fora e a 
feloderme para dentro e no cilindro central, o câmbio 
origina da mesma forma que nas raízes, o xilema para 
dentro e o floema para fora. O xilema apresenta-se 
dividido em duas regiões: alburno e cerne.
• alburno constitui o xilema funcional, ou seja, nele 
ocorre o transporte da seiva bruta. Enquanto que no 
cerne, esta condução não acontece mais. Pois as células 
de xilema mais central foram entupidas por células de 
parênquimas (tilas) constituindo o xilema não 
funcional, ideal para os trabalhos de marcenaria. Ainda 
o cerne contribui na sustentação do vegetal
Estrutura Astélica ou Atactostélica
Típica de monocotiledôneas, pois não possui os meristemas 
secundários, não apresentando, portanto, o crescimento 
secundário (espessura). Os feixes de condução ficam 
dispostos aleatoriamente no caule, não obedecendo padrão.
Folha 
INTRODUÇÃO 
• As folhas são órgãos vegetativos, geralmente 
clorofiladas, e têm como principais funções a 
fotossíntese e a transpiração. Em alguns 
casos, atuam como órgãos de armazenamento 
de água ou de substâncias nutritivas. Po- dem 
estar adaptadas para a defesa ou ainda atuar 
como atrativo aos animais polinizadores
PARTES DE UMA FOLHA 
1. Llimbo: região onde se encontra o parênquima 
clorofiliano, geralmente laminar. É no limbo 
que se realizam as funções da folha.
2. pecíolo: haste que prende a folha ao caule.
3. bainha: região alargada do pecíolo, junto ao
tronco, com função de proteção e fixação
4. estipulas: projeções do pecíolo geralmente com 
função protetora, podendo em alguns casos se 
transformar em espinhos.
5, nervuras: correspondem ao sistema de vasos 
condutores de seiva bruta e elaborada.
Quando uma folha não apresenta todas as partes 
descritas, é dita incompleta e sua denominação 
depende da parte que está ausente.
1. Folhas pecioladas: Não possuem bainha. Ex.: 
abóbora.
2. Folhas invaginantes: a bainha abraça o caule, 
portanto não possui pecíolo. Ex.: milho, grama.
3. Folhas sésseis: Não apresentam pecíolo e bainha. Ex.: 
fumo. 
As folhas podem ser divididas em dois grupos básicos: 
folhas simples (quando o limbo se apresenta em uma 
única lâmina) e compostas (quando o limbo está 
dividido em porções laminares denominadas folíolos)
FOLHAS MODIFICADAS
• As folhas podem apresentar modificações, como 
adaptação a diversas condições ambientais.
1. Espinhos: folhas com o limbo reduzido apenas a 
nervura principal como adaptação a ambientes 
áridos.
2. Gavinhas: pequenas folhas de plantas trepadoras 
modificadas para auxiliar o vegetal em sua fixação.
3. Brácteas: são folhas destinadas à proteção das 
flores. Podem atrair animais para a polinização.
4. Espata: são folhas (brácteas) modificadas 
destinadas à proteção de inflorescências 
(espádice). Podem também atrair animais para a 
polinização.
5. Escamas e catafilos: atuam na proteção das gemas e 
em alguns casos armazenam substâncias nutritivas 
(cebola).
6. Carnívoras ou insetívoros: são folhas adaptadas à 
captura de insetos e posterior digestão por meio de 
enzimas secretadas pela planta. Os nutrientes são 
absorvidos posteriormente pelo vegetal, como fonte 
adicional na alimenta- ção, especialmente de nitrogênio. 
Exemplos: Dionea e Nepenthes.
ANATOMIA DAS FOLHAS
• Na estrutura foliar, podemos evidenciar:
EPIDERME 
As células da epiderme se mostram de modo compacto 
e são recobertas por uma cutícula, que reduz a perda 
de água. Possuem estômatos, que podem ocorrer em 
ambos os lados das folhas, somente na face da 
epiderme inferior ou, ainda, somente na face da 
epiderme superior (folhas que vivem sobre a água, 
como a vitória-régia).
MESÓFILO 
É a porção da folha responsável pela realização da 
fotossíntese, por ser formado de células 
parenquimáticas ricas em cloroplastos. As células de 
parênquima se organizam de duas formas distintas: 
quando estão bem unidas e alon- gadas, formam o 
parênquima paliçádico; quando apresentam lacunas 
entre elas, formam o parênquima lacunoso (ou 
esponjoso).
1. MESÓFILO ASSIMÉTRICO 
• Típico de dicotiledôneas, onde o mesófilo é 
formado por uma camada de parênquima 
paliçádico e uma logo abaixo de parênquima 
lacunoso. Neste tipo de anatomia, os 
estômatos se encontram na epiderme de 
baixo, sendo por isso chamadas de folhas 
hipoestomáticas.
2. MESOFILO SIMÉTRICO 
Típico de monocotiledôneas, onde o mesófilo é 
formado por duas camadas de parênquima 
paliçádico, sendo que entre estas duas camadas, 
situa-se uma camada de parênquima lacunoso. 
Os estômatos, nesta anatomia, se encontram 
nas duas epidermes, por isso, as folhas são 
chamadas de anfiestomáticas.
3. MESOFILO INDIFERENCIADO 
Neste tipo de mesófilo, não existe diferença de 
parênquimas, pois as células são todas do mesmo 
tamanho. É comum em algumas 
monocotiledôneas e algumas plantas aquáticas.
Flor 
INTRODUÇÃO 
• A flor corresponde ao aparelho reprodutor das 
fanerógamas. É formada por conjuntos de 
folhas modificadas, que têm por função 
produzir e proteger as estruturas 
encarregadas da reprodução sexuada.
• As flores são formadas por quatro verticilos 
(cálice, corola, androceu e gineceu), 
receptáculo e pedúnculo. 
CONSTITUIÇÃO DE UMA FLOR 
1. PEDÚNCULO OU HASTE: é um ramo de caule que 
prende a flor à planta.
2. RECEPTÁCULO: é a região do pedúnculo que 
serve de ponto de sustentação para os verticilos.
3. VERTICILOS FLORAIS: É a denominação de cada 
conjunto da flor, formado por peças iguais (folhas 
modificadas denominadas antó- filos). São elas:
VERTICILO DE PROTEÇÃO 
1. Cálice: verticilo protetor formado por folhas 
modificadas, geralmente verdes denominadas 
sépalas.
2. Corola: verticilo protetor formado por folhas 
modificadas denominadas pétalas. Geralmente é 
colorida e tem como função atrair agentes de 
polinização.
VERTICILO DE REPRODUÇÃO
1. Gineceu: verticilo reprodutor feminino. Formado 
por folhas modificadas denominadas carpelos ou 
pistilos.
2. Androceu: verticilo de reprodução masculino 
formado por folhas modificadas denominadas 
estames.
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO NÚMERO DE VERTICILOS
1. Aclamídeas: sem cálice e sem corola. Exemplo: 
gramíneas.
2. Monoclamídeas: possuem cálice ou corola. 
 3. Diclamídeas: quando possuem cálice e
corola
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO SEXO DAS FLORES 
1. Monóclinas ou Hermafroditas: possuem os dois 
sexos, androceu e gineceu. Ex.: cravo, laranjeira.
2. Díclina ou Unissexuada: possui apenas androceu ou 
gineceu. Ex.: abóbora, mamão.
3. Estéreis: não possuemandroceu ou gineceu, ou se 
apresentam, mas não são férteis. Ex. margarida.
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO NÚMERO DE PEÇAS POR 
VERTICILO 
1. Trímeras: três ou múltiplo de três peças. Ex.: 
Monocotiledôneas.
2. Dímeras, Tetrâmeras, Pentâmeras: duas, quatro, 
cinco peças, respectivamente, por verticilo. Ex.: 
Dicotiledôneas.
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO AGNTE POLINIZADOR 
• Ornitófila: polinizada por pássaros 
• Anemófila: polinizada pelo vento 
• Quiropterófila: polinizada por morcegos 
• Entomófilas: polinizada por insetos 
• Antropófila: polinizada pelo homem
ORGAOS REPRODUTORES DA FLOR 
1. ANDROCEU: Cada uma das folhas modificadas – o 
estame é formado por: filete, conectivo e antera. O 
conjunto de todos os estames forma o androceu. Os 
estames estão presos ao receptáculo pelo filete; na 
porção superior deste, nota-se uma região de fixação, o 
conectivo, que prende a região alargada denominada 
antera, dentro da qual formam-se os grãos de pólen.
FORMAÇÃO DO GRÃO DE PÓLEN 
• Os grãos de pólen formam-se nos sacos polínicos da 
antera. Os sacos polínicos estão envolvidos por um 
tecido denominado tapetum, que também nutre as 
células. São quatro sacos polínicos, cada dois em 
uma teca. Quando a antera se torna adulta os 
sacos polínicos se rompem liberando os grãos de 
pólen.
ESTRUTURA DO GRÃO DE PÓLEN 
• Os grãos de pólen são formados por células 
haploides com dois núcleos: um vegetativo com 
função de formar o tubo polínico e outro 
reprodutivo com função de fecundar o óvulo.
2. GINECEU OU PISTILO 
• É o verticilo feminino formado por folhas 
modificadas denominadas carpelos. Cada carpelo é 
formado de três partes: estigma, estilete e ovário. 
O estigma é a região superior do gineceu preparada 
para receber os grãos de pólen. O estilete é um tubo 
através do qual os núcleos do grão de pólen descem 
para atingir a célula de reprodução feminina que 
fica abrigada no óvulo. Este, por sua vez está 
encerrado no ovário que corresponde à parte 
inferior alargada do gineceu.
• O gineceu pode ser simples, quando é formado por 
um só carpelo, apocárpico, quando o gineceu é 
formado por vários carpelos separados e sincárpico, 
quando o gineceu é formado por vários carpelos 
unidos.
SIMETRIA 
• Importante para o estudo da sistemática vegetal, 
pode ser:
1. radial ou actinomorfa: quando a forma da flor 
permite que se tracem vários planos de simetria.
2. bilateral ou zigomorfa: com apenas um plano de 
simetria
3. assimétrica: sem nenhum plano de simetria
DIAGRAMA FLORAL 
Outra maneira de se reconhecer uma flor é pela 
fórmula floral, que pode ser representada pelos 
seguintes símbolos:
K = cálice (ou S de sépalas);
C = corola (ou P de pétalas);
A = androceu (ou E de estames);
G = gineceu (ou C de carpelos);
T = tépalas (sépalas = pétalas);
(algarismo) = para indicar o número de peças; 
Parênteses ao redor do algarismo para indicar que as 
peças estão unidas;
.
FECUNDAÇÃO 
O óvulo se forma no interior do ovário, por meio das 
seguintes etapas:
1. inicialmente dentro do ovário forma-se um pequeno 
aglomerado de células, no qual se encontra a célula 
mãe do saco embrionário;
2. A célula mãe (2n) sofre meiose e origina 4 novas 
células haploides chamadas megásporos;
3. Três desses megásporos se degeneram e 
desaparecem, restando apenas uma única célula;
4. Por mitose, o megásporo origina 8 núcleos: uma 
oosfera, duas sinérgides, três antípodas e dois núcleos 
polares. Esses oito núcleos fazem parte do saco 
embrionário;
5. Ao redor do saco embrionário, formam- se camadas de 
proteção e nutrição do óvulo (primina e secundina).
O processo de fecundação acontece da seguinte maneira 
1. inicia-se a formação do tubo polínico através do núcleo 
vegetativo.
2. o próprio óvulo secreta substâncias químicas para atrair 
o núcleo vegetativo. O tubo penetra pela micrópila do 
óvulo.
3. o núcleo vegetativo se degenera
4. o núcleo reprodutivo inicia a descida e sofre
mitose, formando dois núcleos espermáticos.
5. ocorre a dupla fecundação, onde um núcleo espermático 
fecunda a oosfera originando o zigoto (2n) e o outro 
fecunda os dois núcleos polares, formando o endosperma 
ou albúmen (3n), responsável em nutrir o zigoto.
Fruto 
• É o produto do desenvolvimento do ovário após a 
fecundação, sendo exclusivo das angiospermas. 
O fruto tem por função principal proteger a 
semente, além de armazenar reservas 
nutritivas e facilitar a disseminação das 
sementes no ambiente.
• Um fruto é formado pelo pericarpo e pelas 
sementes. O pericarpo é formado por três 
camadas: epicarpo (mais externa), mesocarpo 
(intermediária) e endocarpo (mais interna), e a 
semente apresenta duas partes: o tegumento ou 
casca e a amêndoa. 
CLASSIFICAÇÃO DOS FRUTOS
• Os frutos podem ser classificados em carnosos e 
secos. E ainda podem ser classificados também 
quanto a capacidade de abrirem para liberar 
suas sementes.
1. SECOS INDEISCENTES 
• São os frutos que não se abrem. Para que a 
dispersão das sementes aconteça precisam ser 
rompidos por algum agente externo como 
impacto ao cair da árvore ou serem ingeridos por 
um animal. Exemplo: girassol
2. SECOS DEISCENTES
• Aquênio: com uma única semente presa ao 
pericarpo apenas por um folículo.
Ex: morango, caju, dente- de-leão, girassol.
• Cariopse: com a semente ligada ao pericarpo em 
toda sua extensão. Ex.: grão de milho, de trigo, de 
arroz.
• Noz: semelhante ao aquênio, porém o tegumento é 
bastante rígido.
• Folículo: fruto com diversas sementes, formado 
por um só carpelo. Apresenta uma abertura lateral 
por onde as sementes são liberadas. Ex.: peroba.
• Vagem/legume: fruto que se abre 
longitudinalmente pelas suturas. Ex.: feijão, ervilha, 
amendoim (fruto subterrâneo).
• Síliqua: fruto que apresenta vários carpelos com 
várias sementes. Ex.: couve, repolho.
• Cápsula: fruto que apresenta abertura por fendas 
longitudinais ou poros. Ex.: eucalipto, papoula.
3. CARNOSOS 
• Cápsula carnosa: fruto com várias sementes 
presas no endocarpo com o interior oco. Ex.: pepino-
selvagem, melão-de-são-caetano.
• Baga: fruto com sementes livres, isto é, sem 
caroço. Ex.: laranja, melancia, uva, limão, tomate, 
pimentão.
• Drupa: fruto que apresenta o endocarpo 
esclerosado por lignina formando o caroço. Ex.: 
pêssego, azeitona, manga, ameixa, abacate.
PSEUDOFRUTO 
Quando o fruto se desenvolve a partir de uma 
parte da flor que não o ovário, ele é designado 
como pseudofruto. Assim como os frutos 
verdadeiros, eles podem ser classificados em: 
pseudofrutos simples, múltiplos e compostos.
PSEUDOFRUTO SIMPLES 
• proveniente do receptáculo de uma só flor 
envolvendo o fruto verdadeiro. Ex.: maçã, 
pêra, caju.
PSEUDOFRUTO MÚLTIPLO 
• formado por diversas flores (inflorescência) 
que se desenvolvem e acabam por se fundir.
Ex.: abacaxi, amora, jaca, figo.
PSEUDOFRUTO COMPOSTO 
• formado por diversos ovários de uma mesma 
flor.
Ex.: morango.
OBS.: A banana é um fruto originado por 
partenocarpia, ou seja, os óvulos se atrofiam e 
não são fecundados. Por isso a banana não 
possui semente.
Semente 
O QUE É E SUA IMPORTÂNCIA 
• A semente é o resultado do óvulo desenvolvido após 
o processo de fecundação. Compreende o embrião 
protegido juntamente com suas reservas 
alimentares. As plantas que apresentam sementes 
são denominadas espermatófitas e englobam as 
gimnospermas (com sementes nuas, ou seja, sem 
frutos) e as angiospermas (com sementes no 
interior dos frutos).
• O surgimento das sementes constitui um dos 
principais eventos na evolução das plantas, pois, 
além da proteção e presença de substâncias 
nutritivas para o embrião, a semente permite uma 
dispersão mais eficiente dando ainda ao embrião a 
condição de se desenvolver em situações 
favoráveis.
ESTRUTURA DA SEMENTE 
• Basicamente, uma semente de angiosperma 
compreende duas partes: o tegumento (casca) e a 
amêndoa.
• O tegumento é a estrutura protetorageralmente 
constituída por duas camadas; uma externa 
denominada testa e outra interna conhecida como 
tégmen. A amêndoa, por sua vez, é formada pelo 
embrião (juntamente com os cotilédones) e o 
endosperma ou albúmen (tecido de reserva).
SEMENTE DAS ANGIOSPERMAS - MONOCOTILEDONEAS
• As sementes de monocotiledôneas, em especial as 
gramíneas, estão normalmente concrescidas 
(unidas) ao pericarpo. Verifica-se a presença de 
endosperma muito desenvolvido e apenas um único 
cotilédone, também chamado de escutelo. Este atua 
na transferência das reservas alimentares do 
endosperma para o embrião. Portanto, no cotilédone 
de monocotiledôneas não se verifica 
armazenamento de nutrientes.
• O embrião é constituído de radícula (raiz embrio- 
nária), caulículo (origina o caule) e gêmula ou 
plúmula (origina parte do caule e folhas). A radícula 
e a gêmula estão protegidas por estruturas 
denominadas respecti- vamente de coleorriza e 
coleóptile.
SEMENTE DAS EUCOTILEDONEAS
• Em sementes de eudicotiledôneas, o embrião apre- 
senta dois cotilédones e raramente notamos a 
presença do endosperma desenvolvido, uma vez que 
grande parte da reserva alimentar é absorvida e 
armazenada nos pró- prios cotilédones. Somente em 
algumas espécies (mamona, por exemplo) o 
endosperma mostra-se desenvolvido.
 
GERMINAÇÃO DAS SEMENTES 
• A germinação é o processo pelo qual o embrião, 
contido no interior da semente, inicia seu 
desenvolvimento.
• Ao consumir as reservas nutritivas contidas na 
semente, o embrião se comporta como um ser 
heterótrofo.
• A germinação está na dependência de 
determinados fatores:
FATORES QUE INFLUENCIAM NA GERMINAÇÃO 
• Fatores internos ou intrínsecos: São aqueles 
relacionados com a própria estrutura da 
semente.São eles:
1. A maturidade – A semente deve estar bem 
desenvolvida. O período de maturidade é relativo 
e depende de cada vegetal. Existem sementes 
que amadurecem até mesmo antes que os 
frutos.
2. A boa constituição – As sementes devem 
apresentar todas as suas partes totalmente 
desenvolvidas.
3. Fatores externos ou extrínsecos: São condições 
proporcionadas pelo ambiente assim como:
4. Água – as sementes maduras, em sua maioria, são 
extrema- mente secas, contendo nor- malmente de 
5 a 20% de água em relação ao peso total. 
Após a absorção da água, enzimas contidas na 
semente, atuam na hidrólise das reservas com a for- 
mação de substâncias que serão utilizadas na 
respiração celular.
5. Ar: o solo deve estar bem arejado para fornecer 
oxigênio, por isso é que se ara a terra.
6. Calor – embora as sementes germinem dentro de 
uma faixa bastante ampla de temperatura, cada 
espécie tem uma temperatura ótima de germinação.
7. Luz – algumas sementes só germinam no claro 
(fotoblásticas positivas), outras no escuro 
(fotoblásticas negativas) e outras ainda germinam 
indiferentemente na claridade ou no escuro.
TIPOS DE GERMINAÇÃO
1. Epígea – quando o hipocótilo cresce e vai 
“empurrando” os cotilédones para fora da terra. É 
característico das eudicotiledôneas e 
gimnospermas.
2. Hipógea – quando o hipocótilo não cresce, o 
cotilédone permanece embaixo da terra e apenas o 
epicótilo sai dela. É característico das 
monocotiledôneas.
DORMÊNCIA E QUIESCÊNCIA
• O processo de dispersão é de extrema importância 
para garantir a so- brevivência das plantas, uma 
vez que evita a concentração de um grande 
número de descendentes em uma área muito 
pequena. 
Além desse fato, a dispersão aumenta as chances 
de as sementes caírem em meio favorável a sua 
germinação. A unidade de dispersão pode ser 
unicamente a semente ou o fruto com a semente 
em seu interior e, tal qual a polinização, o processo 
envolve também uma grande diversidade de 
agentes:
MÉTODOS DE DISPERSÃO 
1. Anemocoria – Dispersão pelo vento: frutos alados 
como as sâmaras, sementes plumosas ou muito 
pequenas podem ser transportadas pelo vento.
2. Hidrocoria – Dispersão pela água: alguns frutos e 
sementes podem estar adaptados a flutuação.
3. Zoocoria – Dispersão por animais: frutos carnosos 
e coloridos e sementes com arilo comestível 
podem ser ingeridos e posteriormente dispersos 
por animais.
4. Antropocoria – Dispersão pelo ser humano.
5. Autocoria – O próprio fruto lança suas sementes a 
grandes distâncias.
6. Frutos geocárpicos: Enterram suas próprias 
sementes. Exemplo: amendoim.
Fisiologia vegetal 
Absorção e transpiração 
ABSORÇÃO 
• As plantas absorvem água e minerais do solo 
principalmente através da região pilífera de 
suas raizes que aumentam a zona de absorção 
• A água passa de celula a celula por transporte 
horizontal
• Para ocorrer absorção é importante que o solo 
esteja hipotônico e a raiz hipertônica
• A água possui dóis caminhos até chegar ao 
xilema: de celula a celula (via simplasto) ou 
entre as celulas (via apoplasto)
• Quando chega na endoderme somente a 
apoplasto permanece pois possuem estrias de 
caspary que impede a entrada entre celulas 
• Se a água continuar entrando na raiz, ocorre a 
chance de raiz e solo ficarem isotônicos, isso é 
ruim para planta pois ela deixa de ganhar água 
• A raiz precisa dar um jeito de estar sempre 
mais concentrada. Ela retira sais do solo, sais 
esses que entram por transporte ativo 
SECA FISIOLÓGICA 
• Em certas situações o vegetal fica 
incapacitado de absorver água. Esse fenômeno 
é chamado de seca fisiológica
• Quando o solo (meio externo) encontra-se mais 
concentrado (hipertônico) do que a raiz (meio 
interno). Isso ocorre em ambientes de alta 
salinifade
• Em temperaturas muito baixas
• Locais ou situações em que o excesso de água 
diminui o oxigênio disponível.
• Presença de substâncias tóxicas
TRANSPIRAÇÃO 
• É a perda de água na forma de vapor
• O principal órgão de transpiração é a folha 
• A maior parte da transpiração se da pelos 
estomatos (transpiração estomática) e 
apenas uma pequena parte ocorre pela 
cutícula (transpiração cutícular)
MOVIMENTOS ESTOMÁTICOS
• Pode ser controlada pelos movimentos de 
abertura e fechamento dos estômago
• ÁGUA (movimento hidroativo); com as células-
guardas turgidas o estômatos abrem 
Fisiologia vegetal 
Condução das seivas 
SEIVA BRUTA
• Único sentido/unidirecional: da raiz as folhas
• Fenômenos envolvidos no processo de condução 
1. CAPILARIDADE: envolve a coesão intermolecular 
da água e a adesão de suas moléculas as 
paredes dos vasos do xilema. Tal fato permitiria 
a ascensão da água pela planta 
2. PRESSÃO POSITIVA DA RAIZ: fenômeno 
ocasionado pelos tecidos da raiz que 
‘’empurraria’’ a seiva para cima, em um 
movimento ascendente. Tal pressão é 
determinada pelo fato de que a solução 
existente no xilema apresenta alta 
concentração em relação aquela existente no 
solo. Assim a água é puxada para o cilindro 
central e uma vez ali é impelida para cima. A 
pressão positiva da raiz pode ser verificada 
através da exsudacao, ou seja, água em partes 
secionadas de algumas plantas. Não explica em 
plantas grandes 
(GUTAÇÃO E A PRESSÃO POSITIVA DA RAIZ): em 
algumas plantas da raiz é responsável pelo 
fenômeno de gutação - eliminação de água na 
forma líquida pelas folhas - esse fenômeno ocorre 
nos hidatódios e é verificado quando o solo está 
bem suprido de água, a umidade do ar é elevada e 
a temperatura é baixa
3. TEORIA DA COESÃO-TENSAO OU TEORIA DE DIXON
• A água é puxada para cima 
• Essa teoria propõe que a subida de seiva esta 
relacionada a perda de água pelas folhas 
através da transpiração que, dessa forma, 
atuaria como uma forca de sucção sobre a 
água presente no xilema
• Quando as folhas transpiram cria-se uma 
sucção que eleva a água pelo xilema, as 
moléculas se mantem em coesão o que gera 
uma tensão que eleva a água pelo xilema 
• Quando caem as folhas, a água fica parada 
no xilema
CONDUÇÃO DA SEIVA ELABORADA 
• O transporte da seiva elaborada é feito pelo 
floema. 
• A comprovação desse transporteé pelo ANEL 
DE MALPIGUI (corte no caule) ou pelo 
estrangulamento do caule com um arame. 
Verifica-se com esse experimento que acima 
do corte forma-se um espessamento de 
tecidos ocasionado pelo acumulo de material 
orgânico que nao pode passar devido a 
retirada parte do floema. Nesse caso, as 
raizes passam a nao receber seiva elaborada, 
provocando a morte da planta 
Fisiologia vegetal 
Fotossíntese 
FOTOSSÍNTESE: processo de nutrição em que a 
planta transforma energia luminosa em energia 
química 
• A planta tem uma antena chamada clorofila 
que consegue captar a energia 
• Os vegetais produzem alimentos 
(principalmente carboidratos) a partir de 
compostos simples, como água e gás carbônico, 
utilizando a luz como fonte de energia.
LUZ E FOTOSSÍNTESE 
A EXPERIÊNCIA DE ENGELMANN
• Experimento realizado para demonstrar a 
eficiência da fotossíntese em relação a 
absorção de luz nos diferentes comprimentos 
de onda 
• Engelmann iluminou algas do gênero spirogrya 
com um feixe de luz branca. Como esse feixe 
passava por um prisma, a luz se dispersou e, 
dessa forma passou a ser iluminado com uma 
cor diferente. Bactérias aeróbicas presentes 
no meio migraram e se concentraram na alga 
iluminada pelas cores azul e vermelha, 
revelando que ali ocorre mais liberação de O2
PIGMENTOS DA FOTOSSÍNTESE
• As clorofilas são pigmentos fotorreceptores, ou 
seja, responsável por absorver energia luminosa 
transformando-a em energia química. 
• Além da clorofila outros pigmentos podem atuar 
de forma coadjuvante no processso, como os 
carotenoide e ficobilinas
• A clorofila e os demais pigmentos estão dispostos 
nos tilacoides dos cloroplasto, compondo os 
chamados fotossistemas
• Fotossistema I: clorofila P700 (pigmento de 
absorção de luz de 700 nanômetros)
• Fotossistema II: clorofila P680 (pigmento cujo pico 
de absorção é 680nm)
REAÇÃO QUÍMICA DA FOTOSSÍNTESE 
ETAPA FOTOQUÍMICA OU CLARA
• Ocorre nos cloroplastos —> tilacoides
• Resumindo, durante a fase clara da fotossíntese, 
a luz do sol é absorvida pela clorofila das células 
das folhas. Essa luz excita a clorofila, gerando 
energia que é usada para dividir moléculas de 
água em oxigênio e elétrons. Os elétrons são 
transportados e geram energia, enquanto a luz 
também é usada para produzir ATP, uma molécula 
de energia.
Gas carbônico + H20 Glicose + oxigénio
estômato:por difusão
a
mais absorvido
↑ mais refletivo
Luz ·
mais absorvidae
PRISMA
6002 + 12H20 - C6H1206 +6H20 +
602
FASE CLARA (ETAPA FOTOQUÍMICA)
• ABSORÇÃO DE LUZ (CLOROFiLA)
• FOTÓLiSE DA ÁGUA (H2O)
• FORMAÇÃO DE NADPH
• LIBERAÇÃO DE OXiGÊNIO (02)
• PRODUÇÃO DE ATP (FOTOFOSFORiLAÇÃO)
FASE ESCURA (ETAPA QUÍMiCA)
• CAPTAÇÃO DE CO2 (ESTOMATOS)
• CO2 E H2 (NADPH2)
• ENTRAM NO CiCLO DE CALVIN (DAS PENTOSES)
• FORMAÇÃO DE GLiCOSE
O
·I
↳LUZ eH20 &CO2
fage clara ATP fase escuraNADPH2
EstromaEaâ ca1206 Rubisco
[6H1206
Cocarbono vem do CO2C
Hidrogênio vem da H20.
Fotossíntese 
Fatores que influenciam a fotossíntese 
FATORES LIMITANTES DA FOTOSSÍNTESE 
• Existem fatores que podem influenciar o processo da 
fotossíntese. Além da intensidade luminosa, podemos 
citar a concentração de gás carbônico, a água e a 
temperatura como os mais importantes.
LUZ 
• Uma planta não irá realizar a fotossíntese no escuro. 
Aumentando-se a intensidade luminosa a taxa de 
fotossíntese também irá aumentar até um 
determinado ponto onde essa taxa deixa de aumentar. 
A esse ponto, damos o nome de Ponto de saturação 
luminosa (PSL). 
CO2 
• O CO2 participa das reações de escuro da fotossín- 
tese e, portanto, a presença desse gás é fundamental 
para a produção de carboidratos. É o mais comum dos 
fatores limitantes da fotossíntese quando a 
intensidade luminosa é suficiente. Sua própria 
concentração na atmosfera (0,035%) comprova tal fato, 
uma vez que as plantas podem elevar sua taxa 
fotossintetizante em concentrações maiores. 
TEMPERATURA 
• Sendo um processo metabólico, a fotossíntese é 
fortemente influenciada pela temperatura. A 
temperatura ótima para a fotossíntese da 
maioria das plantas situa-se em um intervalo 
entre 25oC e 35oC. Temperaturas muito 
superiores a esses valores fazem cair a taxa de 
fotos- síntese, uma vez que pode ocorrer 
desnaturação das enzimas que atuam no 
processo. 
PONTO DE COMPENSAÇÃO FOTICO 
• O ponto de compensação fótico (ou luminoso) é 
a intensidade luminosa na qual a fotossíntese e 
a respiração se equivalem. 
• Uma planta respira tanto na presença como na 
ausência de luz, portanto a respiração 
independe da intensidade luminosa mantendo 
sua taxa constante em relação a esse fator. A 
fotossíntese, no entanto, só ocorre em presença 
da luz. Aumentando-se, portanto, a intensidade 
luminosa a taxa de fotossíntese irá também 
aumentar e, num determinado instante, iguala-
se à taxa de respiração. Neste momento a planta 
está em seu ponto de compensação fótico. 
Hormônios vegetais 
Auxina, giberelina, citocinina, etileno, acido abscísico 
Fito-hormônios ou 
AUXINA (ÁCIDO INDOL ACÉTICO AIA) 
• Foi descoberta no século XX por um cientista 
holandês chamado fritz went
• Hormônio responsável pelo crescimento da 
planta 
• Esse hormônio é produzido na extremidade e vai 
de uma ponta ate a outra. POLARIZADO
• A auxina faz a parede celular ficar mais elástica. 
DISTENSÃO CELULAR 
PRINCIPAIS EFEITOS DAS AUXINAS
1. Crescimento: o hormônio age na parede celular, 
deixando-a mais elástica e promovendo dessa 
forma, a distensão celular. O efeito da 
concentração da auxina varia de órgão para 
órgão 
2. Herbicida: as auxinas podem ser empregadas na 
agricultura no controle de ervas doninhas.
3. Formação de frutos e obtenção de frutos 
partenocárpicos: após a fecundação, os óvulos 
originam as sementes que ao se desenvolverem 
produzem auxinas. Essas auxinas agem no ovário 
contribuindo para a formação do fruto. Frutos 
partenocárpico podem ser obtidos como o uso do 
AIA em flores fecundados. Nesse caso, nao se 
formam sementes 
4. Tropismo: as auxinas atual nos movimentos de 
curvatura dos vegetais (fototropismo)
5. DOMINÂNCIA APICAL: A auxina pela gema apical 
provoca a inibição do desenvolvimento das gemas 
laterais e a consequente formação de ramos. É 
nesse fato que se baseia a técnica da poda
6. ABSCISÃO DAS FOLHAS: As auxinas controlam a 
formação da camada de abscisão. Essa camada é 
uma região que se forma nos pecíolos das folhas. 
Esse fenômeno se da devido a uma diminuição da 
síntese de auxina no limbo foliar diminuindo seu 
transporte para o pecíolo 
7. ENRAIZAMENTO DE ESTACAS: provocam o 
desenvolvimento de raizes adventistas, facilitando 
o enraizamento de folhas ou ramos 
GIBERELINA (ÁCIDO GIBERÉLICO GA3)
• As giberelinas foram descobertas por uma 
equipe de pesquisadores japoneses, que na 
década de 1920 estavam estudando uma doença 
que atacava plantações de arroz. Essa doença 
fazia a planta alongar em demasia “doença das 
plantinhas loucas”. Descobriu-se então que as 
plantas de arroz estavam infectadas por um 
fungo o qual produzia uma substancia indutora 
do crescimento
PRINCIPAIS EFEITOS DA GIBERELINA
1. Alongamento de caules 
2. Germinação de sementes
3. Desenvolvimento de frutos e estímulo da flor 
CITOCININA 
• Hormônios estimulantes da divisão celular
• Retarda o envelhecimento (senescencia foliar)
ETILENO 
• Único hormônio gasoso 
• Relaciona-se com a maturação do fruto. O 
conhecido procedimento de se embrulhar frutas 
verdes para se obter o amadurecimento de 
frutos 
• Promove o envelhecimento
ÁCIDO ABSCISICO (ABA) 
• Inibe o crescimento da planta
• Retarda o desenvolvimento de embriões e conduz 
o vegetais a estado de dormência 
• Atua também no fechamento dos estomatos 
Movimentos vegetais 
1. TROPISMOS 
• Movimentos de curvatura orientados em relação 
a um excitante externo, os tropismos podem ser 
negativos ou positivos.
1. Positivos: quando a curvaturaocorre na direção 
do agente excitante;
2. Negativos: quando a curvatura afasta a planta 
do agente excitante.
Como os tropismos se acham na dependência da 
ação das auxinas, torna-se necessário um 
comentário preliminar. As raízes geralmente 
apresentam uma concentração de auxinas acima da 
concentração ótima: por isso, aumentos na 
concentração normal inibem o crescimento; em 
contrapartida, ligeiras diminuições aproximam a 
concentração do ponto ótimo, favorecendo o 
crescimento. Os caules, geralmente exibem 
concentrações de auxinas abaixo do ponto ótimo: por 
isso, ligeiros aumentos na concentração normal 
favorecem o crescimento e qualquer diminuição 
reduz o crescimento.
Os principais tipos de tropismos são:
FOTOTROPISMO 
• o agente excitante é a luz. Os caules aproximam-
se da fonte luminosa e, portanto, têm 
fototropismo positivo.
Já as raízes curvam-se em direção oposta à fonte 
luminosa apresentando fototropismo negativo. 
Quando se ilumina um caule de maneira 
unilateral, na face iluminada ocorre 
fotodestruição de parte do AIA ali existente, o que 
inibe o crescimento naquela região. Com isso, o 
lado que permanece no escuro cresce mais 
determinando a curvatura do caule em direção à 
fonte luminosa. Nas raízes, ao contrário, a 
inativação de parte do AIA presente na face 
iluminada favorece seu crescimento: daí a 
curvatura desses órgãos em direção oposta à 
fonte de luz.
GEOTROPISMO 
• Tropismo provocado pela ação da gravidade. Os 
caules desenvolvem- se na direção oposta ao 
centro da Terra: apresentam, portanto, 
geotropismo negativo. As raízes têm seu 
desenvolvimento em direção ao centro da 
Terra: apresentando geotropismo positivo.
TIGMOTROPISMO: é o tropismo típico das gavinhas 
que se enrolam em torno de um suporte, 
respondendo a um estímulo mecânico. As gavinhas 
são folhas ou ramos modificados que promovem a 
fixação da planta num suporte qualquer.
QUIMIOTROPISMO: Ocorre quando o estímulo é de 
origem química. É o caso do crescimento do tubo 
polínico em direção ao óvulo.
2, NASTISMOS 
• Movimentos não-orientados, os nastismos 
independem da direção ou da origem do 
estímulo. Esses movimentos desenvolvem-se de 
acordo com a simetria do órgão reagente.
FOTONASTISMO: nastismo verificado em flores, 
como a dama-da-noite, cujas pétalas voltam- se 
para cima durante o dia com a corola fechada e 
para baixo durante a noite, posição que promove a 
abertura da corola.
TIGMONASTISMO: movimento característico das 
folhas de Dionaea sp devido ao contato de um 
inseto.
SEISMONASTISMO: movimento particular das 
mimosas também conhecidas como sensitivas e 
dormideiras. Quando a planta é tocada seus folíolos 
perdem rapidamente a água do lado superior - que 
se desloca para os ramos - e dobram-se para cima.
3. TACTISMOS 
• São movimentos de deslocamento orientados 
em relação a um excitante externo. Podem ser 
positivos ou negativos.
FOTOTACTISMO POSITIVO: compreende o deslocamento 
do organismo em direção a uma fonte de luz como 
acontece com certas algas unicelulares (euglenas, por 
exemplo).
QUIMIOTACTISMO POSITIVO: é o caso, por exemplo, do 
deslocamento de anterozoides em direção à oosfera 
como ocorre nas briófitas e pteridófitos.
AEROTACTISMO POSITIVO: compreende o deslocamento
Esquema de resposta das plantas ao fotoperiodismo.
Fisiologia vegetal 
Influência da luz e temperatura sobre as plantas 
FOTOPERIODISMO 
• A luz influencia muitos processos vitais em uma 
planta. Além da importância na fotossíntese, a 
luz exerce influência na produção e 
desenvolvimento. A floração e o crescimento sao 
condicionados aos períodos de horas de 
iluminação ou de escuridão a que a plantas é 
exposta. A esse fenômeno é o que damos ao 
nome de fotoperiodismo 
PLANTA DE DIAS LONGOS (PDL) 
• São plantas que florescem quando períodos de 
iluminação a que são expostas ultrapassa um 
determinado período, que é denominado 
FOTOPERIODO CRÍTICO
• Essas plantas, geralmente florescem no final da 
primavera e no verão, quando os dias se tornam 
mais longos 
• Exemplo: se uma planta de dia longo apresenta 
fotoperiodo critico de 10 horas, ela ira florescer 
somente quando for esposa a períodos de luz 
igual ou superiores a 10 horas
• As plantas de dia longo, mesmo quando expostas 
a períodos de iluminação menores que o 
fotoperiodo crítico, poderão florescer se o 
período de escuridão for interrompido. Isso pode 
ser feito acedendo uma lâmpada, mesmo de 
baixa intensidade por alguns instantes 
PLANTAS DE DIA CURTO
• São plantas que florescem quando o período de 
iluminação a que sao expostas é inferior a um 
determinado fotoperiodo critico. 
• Essas plantas geralmente florescem no outono/
inverno ou no inicio da primavera, quando os 
dias tornam-se mais curtos
• Sendo assim, se uma planta de dia curto 
apresenta fotoperiodo critico de 9 horas, ela ira 
florescer somente quando for exposta a 
períodos de luz iguais ou inferiores a nove
• Mas se uma planta de dia curto tiver seu 
período de escuridão interrompido por um breve 
período de iluminação, sua floração nao ocorre 
FITOCROMO - UM COMPUTADOR BIOLÓGICO
• As diferentes respostas de uma planta aos 
estímulos luminosos envolvem um pigmento 
fotossensível denominado fitocromo (fica na 
folha). A molecula deste pigmento pode se 
apresentar de duas formas: 
• 1. FITOCROMO PR
• 2. FITOCROMO PFR 
écrítico para
a floraçãoa
noite longa e não o dia curto
PDC PDL
-
⑧ i ↓
Ig
FITOCROMO PFR: é considerado a forma ativa e 
desencadeia respostas fisiológicas, como floração, 
germinação e abertura de estomatos
• ao absorver a luz vermelha-curta o FITOCROMO 
pr se converte em FITOCROMO PFR, este, por 
sua vez, se converte em fitocromo R quando 
absorve Luz vermelha longa 
A LUZ E O ESTIOLAMENTO 
• O estiolamento se caracteriza pelo crescimento 
anormal de um vegetal quando colocado no 
escuro ou luz insuficiente
• O estiolamento é um fenômeno que também 
esta ligado as respostas do fitocromo 
• As características de uma planta estiolada, 
alem do crescimento anormal, sao o pouco 
desenvolvimento das folhas, ausência de 
clorofila e ápice caulinar com aspectos de 
gancho 
• Trata-se portanto de uma especie de defesa 
da planta que germina na profundado do solo,
LUZ E GERMINAÇÃO E O FOTOBLASTISMO 
• Em certos casos a luz tambem atua no controle 
da germinação de sementes, constituindo o 
fotoblastismo 
• FOTOPBLASTISMO POSITIVOS: so podem 
germinar se receberem luz suficiente (alface) 
• FOTOBLASTISMO NEGATIVO: germinam somente 
no escuro (melancia)
EFEITOS DA TEMPERATURA - TERMOPERIODISMO
VERNALIZACAO: floresce no inverno 
fitocromopfr PDL-eme
(capta a informação Vermelnolongo -
1
da Luz
↳.Pr * PDC -e
ver, curto
Noite o fitocromo ativo Pfr se converte em
fitocromo inativo
Reprodução por propagação vegetativa 
• A raiz, o caule e a folha são órgãos vegetativos 
(nao participam da reprodução)
• Flor, semente e frutos são órgãos reprodutivos 
• Propagação vegetativa é uma forma de reprodução 
assexuada em que por exemplo, um galho é enviado 
no chão e dali nasce uma arvore, gerando plantas 
geneticamente iguais
VANTAGENS DA REPRODUÇÃO SEXUADA E ASSEXUADA
• Sexuada: se uma plantação há diferentes 
plantações e uma praga surgir, nao sao todas as 
plantas que serão afetadas
• Assexuada: processo mais rápido 
ESTAQUIA 
• Utiliza-se uma estaca para a reprodução
(roseiras, mandioca, cana sao exemplos) 
MERGULHIA 
• A mergulhia é utilizada em vegetais que tem o caule 
muito flexível
• Nesse método, o ramo do caule é vergado ate uma 
parte que fique totalmente mergulhado na terra, e 
com isso, inicia—se a formação de raizes
ALPORQUIA OU ALPORQUE 
• Um pedaço de ramo é envolvido por terra ou músico 
empregando-se um plástico ou pano umedecido 
• Apos algum tempo, formam-se raizes, e o ramo 
pode ser destacado e replantado 
 EXERTIA 
• Trata-se de um método assexuado de 
reproduçãobastante sofisticado, em que 
algumas partes de um vegetal (cavaleiro) são 
implantadas sobre outro vegetal (cavalo). 
Algumas vezes, neste processo, é necessário que 
o meristema secundário (câmbio) de ambas as 
plantas entre em contato perfeito. Devido à 
rápida regeneração de tecidos vegetais, as duas 
plantas se fundem e passam a viver como uma 
única planta.
CULTURA DE TECIDOS 
• Além das técnicas descritas, a propagação 
vegetativa pode se dar pela cultura de tecidos. 
Neste caso, células ou tecidos vegetais são 
cultivados em meios de cultura para se obterem 
plantas inteiras. Nos meios de cultura, além de 
substâncias nutritivas são empregados 
hormônios como auxinas e citocininas.
Reino plantae 
BRIÓFITAS 
• São vegetais autótrofos, pluricelulares, sem 
flores (criptógamos) e de pequeno porte, devido 
à ausência de tecidos de condução (avasculares), 
chegando no máximo a 20 cm de altura. O 
transporte de água e nutrientes ocorre por 
difusão e por osmose de célula para célula.
• Foram os primeiros vegetais a conquistarem o 
ambiente terrestre, porém ainda dependem da 
água para a reprodução. 
• São encontradas geralmente em ambientes 
quentes e úmidos, especialmente em áreas 
tropicais e subtropicais. Assim, como os liquens, 
as briófitas são muito sensíveis à poluição.
• Existem evidências que esses vegetais tenham 
surgido das clorófitas (algas verdes).
• Não apresentam raízes, caules e folhas típicas, 
porém possuem estruturas semelhantes, 
denominadas rizoides, cauloides e filoides.
IMPORTÂNCIA DAS BRIÓFITAS
• Embora simples, esses vegetais possuem uma 
importância ecológica e auxiliam a manter a 
integridade de uma encosta, pelo entrelaçamento dos 
rizoides. Algumas apresentam a capacidade de 
formarem turfas, formando extensas turfeiras. As 
turfeiras produzem ácidos e substâncias 
antissépticas que matam fungos e bactérias.
CICLO BIOLÓGICO 
• Caracterizam-se por apresentar uma alternância de 
gerações bem definida. Os gametófitos (n) verdes e 
duradouros e os esporófitos (2n), formados pela união 
dos gametas e transitórios.
• Existem órgãos especializados na produção dos 
gametas, são chamados gametângios e estão 
localizados no ápice dos gametófitos. O gametângio 
masculino é o anterídeo, que produz os anterozoides e 
o gametângio feminino é o arquegônio, produzindo 
apenas um gameta feminino, a oosfera.
• O gametófito é a fase duradoura, adulta. Os gametas 
são de sexos separados. Para que ocorra a 
fecundação é necessária a presença de água, onde 
então, os anterozoides entram no arquegônio e 
apenas um atinge a oosfera. Forma-se o zigoto (2n). 
Este germinará no interior do gametófito para 
esporófito (2n). Quando o esporófito se tornar 
maduro se desprende do gametófito e liberta os 
esporos haploides (resultados de meiose), para dar 
início a um novo indivíduo.
Briófitas e pteridófita 
PTERIDÓFITAS 
• São as espécies conhecidas como xaxins, 
samambaias, cavalinhas, avencas, entre outras. 
• Juntamente com as briófitas, compreendem o 
grupo das Criptógamas, vegetais que não possuem 
flores. 
• Geralmente terrestres e estão distribuídas por 
todas as zonas climáticas, porém preferem 
ambientes úmidos.
• Um tipo de caule bastante comum nesses vegetais 
é um caule subterrâneo chamado rizoma, suas 
folhas são muitas vezes longas apresentando 
divisões (folíolos) e as raízes são adventícias e 
fasciculares.
• Nas folhas das pteridófitas encontram-se os 
esporângios (células que por meiose origina 
esporos)
esses esporângios em conjunto são chamados soros, 
que se tornam negros na época de reprodução
IMPORTÂNCIA 
• O caule de algumas samambaias é utilizado para a 
fabricação de vasos para plantas, porém uma 
grande importância do grupo é a formação de 
combustíveis fósseis, que resultam da decomposição 
parcial de vegetais.
CICLO BIOLÓGICO 
• Assim como as briófitas, as pteridófitas também 
apresentam uma alternância de gerações 
(metagênese). Porém, a fase predominante é a 
esporofítica (2n), sendo a geração gametofítica (n, 
denominado prótalo) temporária.
• No esporófito adulto, células diploides originam por 
meiose os esporos (n). Caindo em local apropriado e 
úmido estes esporos germinam produzindo o 
gametófito (prótalo), uma estrutura fina, com uma 
forma semelhante a um coração. Tanto os 
anterídeos como os arquegônios se desenvolvem na 
superfície inferior do prótalo. Nesta região, os 
anterozoides nadam (portanto há necessidade de 
água) em direção a oosfera. Desenvolve-se um 
jovem esporófito e ao mesmo tempo ocorre a 
degeneração do prótalo. O esporófito cresce e surge 
a planta adulta, fechando o ciclo.
Reino plantae 
Gimnosperma e angiosperma 
GIMNOSPERMAS 
• São plantas que possuem sementes nuas, sem 
frutos, pois suas flores não possuem ovário.
• Juntamente com as Angiospermas, pertencem ao 
grupo das fanerógamas (com flores) e 
espermatófitas (com sementes). 
• Compreende geralmente vegetais de grande 
porte, como gigantescas sequoias (até 117 metros), 
as quais pertencem ao grupo das coníferas, a mais 
significante e maior classe das gimnospermas, 
pinheiros, ciprestes, cedros, entre outros. 
• Atualmente existem aproximadamente 650 
espécies descritas que habitam zonas frias e 
temperadas.
• São dotadas de folhas longas e finas (acículas) ou 
curtas e espessas em forma de escamas, tronco 
espesso com muitos galhos. As flores desses 
vegetais são atípicas e reúnem-se em estruturas 
denominadas estróbilos ou cones
• Existe uma diferença anatômica no tecido de 
condução de seiva bruta de angiosperma e 
gimnosperma.
• Em gimnosperma este tecido, ou seja, o xilema é 
formado por vasos do tipo traqueíde, um cilindro 
com muitos orifícios chamados pontuações. 
Também o floema, tecido de condução de seiva 
elaborada apresenta-se diferente das 
angiospermas, pois não apresentam células 
companheiras. 
IMPORTÂNCIA 
• Têm grande importância como fornecedoras de 
matéria-prima, madeira, celulose, resinas, 
medicamentos, gomas, essências, além de 
algumas sementes servirem de alimento.
CICLO BIOLÓGICO 
• A reprodução das gimnospermas também se 
caracteriza pela alternância de gerações, sendo a 
geração esporofítica (2n) a fase duradoura, 
enquanto que a geração gametofítica (n) é 
temporária.
• O esporófito adulto produz estróbilos 
(microstróbilos – masculinos e/ou megastróbilos 
ou pinhas – femininos) que correspondem às 
flores, ou inflorescências. No cone feminino 
existem esporângios, chamados óvulos, 
produtores de megásporos. Em cada óvulo, 
apenas uma célula-mãe de megásporo, diploide, 
se divide por meiose e origina 4 novas células: 3 
pequenas que degeneram e outra maior que se 
diferenciará no megásporo funcional. Esse 
megásporo germina dentro do próprio óvulo por 
mitoses, originando o gametófito feminino, que 
amadurece, surgindo os arquegônios com uma 
oosfera em cada um.
• Nos cones masculinos, os esporângios 
produzirão micrósporos a partir de células- 
mães que se dividem por meiose. Esses 
micrósporos germinam dentro dos esporângios, 
originando vários gametófitos masculinos, que 
constituem os grãos de pólen.
• A polinização geralmente ocorre na primavera. 
Aproximadamente 15 meses após a polinização, 
o tubo polínico (gametófito masculino maduro) 
atinge o gametófito feminino. As plantas que 
possuem tubo polínico são ditas sifonógamas.
• A oosfera é então fecundada. Para isso não há 
a necessidade da presença da água, o que 
constitui um importante passo evolutivo na 
conquista do meio terrestre.
• A oosfera fecundada transforma-se em zigoto 
e em embrião, o qual permanecerá no 
gametófito feminino. Esse por sua vez passa a 
nutrir o embrião através das reservas 
nutritivas, passando a se chamar endosperma 
(n).
• O embrião mais o endosperma, além dos 
cotilédones (folhas embrionárias) constituem 
agora a semente.
ANGIOSPERMAS
• A característica maismarcante das 
angiospermas é a produção de frutos (pela 
presença de ovários na flor) protegendo as 
sementes, sendo, portanto, também vegetais 
espermatófitos. Acredita-se que esses vegetais 
tenham se originado de alguma gimnosperma 
primitiva.
• São predominantemente terrestres, sendo 
algumas dulcícolas (água doce) e raramente 
marinhas. 
• A maioria é de vida livre, existindo poucas 
espécies parasitas. Algumas são epífitas (vivem 
sobre outras plantas, sem parasitá-las), outras 
são trepadeiras, fixando-se em árvores, muros, e 
atingindo grandes alturas no interior das 
florestas.
• São vegetais fanerógamos, porém, suas flores 
são mais especializadas e completas. Podem se 
reunir em conjuntos formando as 
inflorescências. O xilema também se diferencia 
das gimnospermas, pois formam traqueias, as 
quais mostram-se anatomicamente diferentes do 
xilema (traqueíde) das gimnospermas. No floema 
existem células anexas, possuem com frequência 
o látex, uma secreção de extrema importância à 
planta.
IMPORTÂNCIA 
• São frequentemente utilizadas na alimentação 
(arroz, feijão, milho, soja, tomate, batata, canela, 
café, trigo, alface, palmito, manga, beterraba e 
muitos outros). Possuem o látex, utilizado em 
indústrias, muitas espécies possuem propriedades 
medicinais, outras já são tóxicas. E ainda são muito 
utilizadas na confecção de roupas.
CICLO BIOLÓGICO
• Do mesmo modo que as gimnospermas, as 
angiospermas possuem a geração esporofítica (2n) 
predominante, e a geração gametofítica (n) 
temporária. A polinização pode ser feita de formas 
diferentes, como vento, água, insetos, aves ou até 
mesmo o homem, apresentando com isso maiores 
adaptações à vida terrestre.
• O gametófito masculino se caracteriza pelo grão de 
pólen, o qual possui duas células, uma vegetativa 
responsável pela formação do tubo polínico 
(sifonógamas) e outra célula reprodutiva, que 
participará do processo de fecundação. O 
gametófito feminino compreende o saco embrionário 
(dentro do óvulo), formado por oito células, e após a 
fecundação abrigará o embrião. Três dessas oito 
células participarão do processo de fecundação: 
oosfera e 2 núcleos polares. Então, a célula 
reprodutiva masculina ao sofrer uma mitose, origina
duas novas células iguais, sendo que uma delas 
fecunda a oosfera, originando o embrião (2n) e a 
outra atinge os dois núcleos polares formando o 
endosperma ou albúmen (3n). Portanto, em 
angiospermas, ocorre uma dupla fecundação 
diferentemente das gimnospermas. Agora, o 
embrião (que apresenta os cotilédones 
necessários) mais o endosperma constitui a 
semente.
• Após esse processo, o ovário por ação 
hormonal passa a amadurecer e a se 
transformar em fruto, protegendo a 
semente. Esta por sua vez, terá oportunidade 
de dar início a uma nova vida vegetal através 
da germinação.
BIOLOGIA E
Conceitos básicos da genética 
1. Cromossomos homólogos: são cromossomos que 
pertencem ao mesmo par, apresentam a mesma 
forma, o mesmo tamanho, a mesma posição do 
centrômero e carregam genes que atuarão na 
deter- minação das mesmas características ou 
fenótipos. 
2. Lócus: local ocupado por um gene em um 
cromossomo
3. Gene: é um segmento de DNA capaz de 
determinar um caráter hereditário. Em resumo 
pode ser definido como uma unidade de 
transmissão hereditária 
4. Genes alelos: são genes que ocupam o mesmo 
lócus em cromossomos homólogos e atuam na 
determi- nação de uma mesma característica, 
podendo ser iguais ou diferentes
5. Gene dominante: é aquele que manifesta a 
mesma característica, tanto em homozigose 
quanto em heterozigose. Pode ser representado 
por uma letra maiúscula do alfabeto. 
6. Gene recessivo: os genes recessivos são repre- 
sentados por letras minúsculas do alfabeto e só 
se manifestam quando estão em homozigose.
7. Gene selvagem: o gene alelo comum e abundante 
encontrado na natureza pode ser chamado de 
selvagem e representado por um sinal (+). O 
gene selvagem pode ser um dominante ou um 
recessivo.
8. Genótipo: é a constituição gênica do indivíduo. É o 
conjunto de todos os genes do indivíduo, que recebeu 
de seus pais, podendo ser transmitidos aos 
descendentes. Quanto ao genótipo, os indivíduos 
podem ser:
9. Fenótipo: é a manifestação de uma característica, 
como, por exemplo, a cor do cabelo, o tipo do sangue, 
altura da pessoa etc. 
10. Genoma: é o lote haploide de cromossomos de 
uma célula. Um ser humano é formado por dois 
genomas: um proveniente da mãe e outro do pai. 
11. Cariótipo: conjunto de cromossomos de uma 
espesse
12. Gene pleiotrópico: o gene que determina o apare-
cimento de várias características (fenótipos).
GENEALOGIA 
• Para o estudo do tipo de herança de uma 
caracte- rística hereditária em um grupo de 
famílias, usa-se a genealogia ou heredograma,
Primeira lei de Mendel 
O QUE É
• essa lei fala da segregação ou separação dos 
fatores (caracteres ou genes) na formação 
dos gametas, ou seja, na transformação de 
uma célula 2n (diploide) em gametas 
haploides (n), como vimos na aula anterior.
• A 1a. Lei de Mendel pode ser assim expressa: 
Nas células somáticas, os genes se encontram 
empre aos pares, mas durante a formação 
dos ga- metas eles se separam, mostrando-se 
isolados ou segregados.
O TRABALHO DE MENDEL 
• Ao estudar a transmissão de características, 
Mendel obteve os melhores resultados 
trabalhando com ervilhas. Essa planta 
apresenta uma série de características 
vantajosas, tais como:
1. ser de fácil cultivo, pouco exigente quanto à 
nutrição e ao espaço;
2. gerar um grande número de descendentes, 
para que os resultados obtidos tenham validade 
estatística;
3. alcançarem a maturidade sexual rapidamente, 
para que o pesquisador possa observar várias 
gerações sucessivas em um curto espaço de 
tempo;
suas flores só realizam autofecundação, ou seja, 
os gametas femininos de uma flor só podem ser 
fecundados por gametas masculinos da mesma 
flor.
MAS PORQUE ISSO REPRESENTA UMA VANTAGEM?
• Não ocorrendo fecundação cruzada, inexiste 
a possibilidade de, em um canteiro, os 
cruzamentos ocorrerem ao acaso. Com o 
auxílio de um pincel, Mendel retirava o pólen 
de uma flor e colocava-o sobre o sistema 
reprodutor feminino de uma outra flor.
• Mendel removia o sistema reprodutor 
masculino de algumas plantas antes que elas 
alcançassem a maturidade sexual, e essas 
plantas eram fecundadas artificialmente. 
Dessa forma, Mendel obtinha controle 
absoluto sobre os cruzamentos que iriam ou 
não ocorrer.
• Mendel teve mais duas preocupações, além 
da adequada escolha do material de trabalho: 
analisava apenas uma ou duas 
características em cada cruzamento e 
observava apenas características para as 
quais havia variedades bem discrepantes e 
fáceis de serem diferenciadas.
• Os dois primeiros anos de seus trabalhos com 
as ervilhas-de-cheiro foram dedicados à 
obtenção de linhagens puras, resultantes de 
inúmeras gerações de plantas obtidas por 
autofecundação, sempre idênticas às plantas 
ancestrais.
• Uma vez separadas todas essas variedades 
puras em canteiros distintos, Mendel 
começou a realizar hibridizações, ou seja, 
cruzamentos entre plantas de linhagens 
diferentes. Suas mais importantes 
conclusões foram obtidas ao analisar os 
resultados dessas hibridizações.
• Vamos tomar como primeiro exemplo a cor 
das ervilhas: Mendel cruzou plantas puras de 
ervilhas amarelas com plantas puras de 
ervilhas verdes. A geração constituída por 
plantas puras diferentes para certa 
característica era chamada geração 
parental, representada pela letra P. A 
primeira geração de descendentes é a 
primeira geração filial, ou geração F1.
• As plantas da geração F1, descendentes do 
cruzamento das duas variedades puras da 
geração parental, eram plantas que geravam 
ervilhas amarelas. A característica que se 
manifesta em todos os indivíduos da geração 
F1 foi chamadapor Mendel de dominante; a 
característica encoberta era a recessiva.
•
Nessa segunda geração, Mendel obteve, 
novamente, plantas ervilhas amarelas, mas 
voltaram a aparecer plantas de ervilhas verdes. 
Uma constatação importante foi que, em todos 
os cruzamentos realizados, a proporção obtida 
na geração F2 era sempre a mesma: 3 plantas de 
ervilhas amarelas para 1 planta de ervilha verde 
(3:1).
Promovendo cruzamentos em que outras 
características eram analisadas, como a cor
• As plantas da geração F1 foram, então, 
autofecundadas, e a geração resultante foi 
chamada de segunda geração filial, ou geração 
F2.
• Nessa segunda geração, Mendel obteve, 
novamente, plantas ervilhas amarelas, mas 
voltaram a aparecer plantas de ervilhas verdes. 
Uma constatação importante foi que, em todos 
os cruzamentos realizados, a proporção obtida 
na geração F2 era sempre a mesma: 3 plantas 
de ervilhas amarelas para 1 planta de ervilha 
verde (3:1).
• Promovendo cruzamentos em que outras 
características eram analisadas, como a cor das 
flores ou a forma das vagens, por exemplo, 
Mendel obtinha sempre os mesmos resultados. 
Havia três perguntas a serem respondidas:
1. Por que a característica ervilha verde havia 
aparentemente “desaparecido” na geração F1?
2. Por que tal característica voltava a se 
manifestar na geração F2?
3. Por que, na geração F2, a proporção entre 
plantas de ervilhas amarelas e plantas de 
ervilhas verdes era sempre igual a 3:1?
Mendel propôs três explicações:
• Todas as características são condicionadas por 
um par de fatores, que podem ser encontrados 
em duas formas alternativas. Para a cor das 
ervilhas, um fator condiciona o aparecimento de 
ervilha amarela e outro fator condiciona o 
aparecimento de ervilha branca. Em um par de 
fatores, cada um foi recebido de um dos dois 
ancestrais.
• Se uma planta tem dois fatores diferentes para 
uma mesma característica, um deles se 
manifesta e o outro permanece oculto. O que se 
expressa é o dominante; o que permanece oculto 
é o recessivo.
• Durante a formação dos gametas, que são as 
células reprodutivas, cada par de fatores 
segrega-se, ou seja, separa-se de tal forma que 
cada gameta recebe apenas um fator de cada 
par, sendo sempre puro.
• A partir destas perguntas, Mendel propôs alguns 
princípios que depois viriam a ser chamados de 
Leis de Mendel, cujas aplicações são largamente 
utilizadas em pesquisas genéticas até hoje.
Polialelia, Fator RH e sistema ABO 
AUSÊNCIA DE DOMINÂNCIA OU CODOMINÂNCIA 
• Em determinados pares de alelos, um não é 
dominante em relação ao outro. Nesses casos, 
dizemos se tratar de um par de alelos com 
ausência de dominância. A interação do par de 
alelos dá ao híbrido um fenótipo intermediário 
e diferente dos pais.
• Um exemplo conhecido é a cor das flores da 
Mirabilis jalappa, mais conhecida como 
maravilha. São duas as variedades puras: uma 
com flores vermelhas e outra com flores 
brancas. Quando cruzadas, os híbridos da 
geração F1 têm flores rosa. Quando plantas de 
flores rosa são autofecundadas, a geração F2 
apresenta 25% de plantas com flores 
vermelhas, 50% com flores rosa e 25% com 
flores brancas.
GENES LETAIS
• Existem genes que determinam a morte do 
indivíduo na fase embrionária ou após o 
nascimento, antes do período de maturidade.
• Por exemplo, nos ratos, o gene A é letal quando 
em homozigose (AlAl), provocando a morte do 
embrião, enquanto em heterozigose (Ala), 
condiciona pelagem amarela. O alelo a condiciona 
pelagem preta.
ALELOS MÚLTIPLOS 
• Até agora, os casos estudado envolviam sempre 
características determinadas por dois alelos um 
dominante e outro recessivo. Existem, no 
entanto, casos em que uma característica é 
determinada por mais de dois alelos, constituindo 
O que chamamos de alelos múltiplos. Tais alelos 
são produzidos por mutação de um gene inicial e 
ocupam o mesmo locus em cromossomos 
homólogos. As relações entre os diversos alelos da 
série são variáveis, podendo existir dominância 
completa e incompleta.
• Então, podemos dizer que: alelos múltiplos são 
séries de três ou mais formas alternativas de 
um mesmo gene, localizados no mesmo locus em 
cromossomos homólogos e interagindo dois a dois 
na determinação de um caráter.
EXEMPLO DE ALELOS MÚLTIPLOS 
SISTEMA ABO DE GRUPOS SANGUÍNEOS 
• Em 1900, o austríaco Karl Landsteiner descobriu 
o problema da incompatibilidade nas 
transfusões sanguíneas. Observava até então 
era que em alguns casos a transfusão dava 
certo e em outros o paciente morria. Parecia 
que nesses casos, o sangue transfundido 
funcionava como um veneno.
• A este processo de reação antígeno x anticorpo 
dá- se o nome de incompatibilidade sanguínea.
• Desta forma, a hemaglutinação somente ocorre 
quando os anticorpos do receptor reconhecem 
os antígenos do doador.
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA ABO 
• As hemácias humanas possuem aglutinogênios 
(antígenos) designados por A e B, enquanto o 
soro apresenta os anticorpos correspondentes, 
isto é, as aglutininas Anti-A e Anti-B. É evidente 
que num mesmo indivíduo não podem ocorrer 
antígenos e anticorpos correspondentes, o que 
provocaria uma aglutinação.
s em 4 grupos:
Logo, é possível identificar o tipo sanguíneo de 
alguém verificando a presença ou ausência de 
antígenos, como mostra o esquema a seguir:
POSSÍVEIS TRANSFUSÕES NO SISTEMA ABO 
A GENÉTICA DO SISTEMA ABO 
• Os grupos sanguíneos do sistema ABO são 
determinados por um sistema de alelos múltiplos, 
que envolve três genes: IA, IB e i. Os genes IA e IB 
são codominantes e ambos são dominantes sobre 
o recessivo i. A relação de dominância pode ser 
representada assim: IA = IB > i.
SISTEMA RH 
• Em 1940, Landsteiner e Wiener publicaram a 
descoberta de um antígeno denominado fator 
Rhesus (fator Rh). Eles verificaram que o sangue 
do macaco Rhesus, quando injetado em coelhos, 
induzia a formação de anticorpos (Anti-Rh), 
capazes de aglutinar também o sangue de uma 
certa porcentagem de pessoas
• O anti-Rh é capaz de aglutinar as hemácias 
humanas portadoras do antígeno 
correspondente, o chamado fator Rh. Os 
indivíduos, cujas hemácias são aglutinadas, são 
denominados Rh positivos (Rh+) e representam 
cerca de 85% das pessoas brancas. Já os 
chamados Rh negativos (Rh-) não possuem o 
fator Rh e, consequentemente, suas hemácias 
não são aglutinadas pelo Rh.
• Se uma pessoa Rh negativo receber várias 
transfusões de sangue Rh positivo, ela pode, 
eventualmente, formar anticorpos que vão reagir 
com essas células em futuras transfusões em 
que seja usado sangue Rh+.
ERITROBLASTOSE FETAL (D.H.R.N.) OU SENSIBILIDADE 
MATERNO-FETAL
• A eritroblastose fetal ou doença hemolítica do 
recém-nascido pode acontecer com uma criança 
Rh positiva, filha de uma mulher Rh negativa.
Segunda Lei de Mendel 
INTRODUÇÃO 
• Depois de estudar a herança de um único 
caráter hereditário (monoibridismo), Mendel 
passou a analisar a herança de dois 
caracteres combinados (diibridismo).
• Mendel tomou inicialmente linhagens de 
plantas com sementes amarelas lisas e outra 
linhagem de plantas de sementes verde 
rugosas, ambas puras, e as cruzou. Do 
cruzamento obteve plantas de sementes 
amarelas lisas. A experiência mostrou que os 
caracteres amarelo e liso dominam os 
caracteres verde e rugoso, respectivamente.
• Autofecundando os indivíduos de F1, Mendel 
obteve em F2 indivíduos de sementes 
amarelas lisas, amarelas rugosas, verdes lisas 
e verde rugosas
• As proporções de cada fenótipo obtido no 
cruzamento ilustrado acima são mostradas no 
esquema abaixo:
• Separando as sementes pela cor, Mendel notou 
que 3/4 eram amarelas e 1/4 era verde. Levando 
em conta a forma das sementes, Mendel notou 
que 3/4 das sementes amarelas eram lisas e 1/4 
era rugosa.
• Então, nesse cruzamento, chegamos à seguinte 
probabilidade:
9/16 – sementes Amarelas e Lisas (V_R_)
3/16 –sementes Amarelas Rugosas (V_rr)
 3/16 – sementes Verdes Lisas (vvR_)
 1/16 – sementes Verdes Rugosas (vvrr)
Isto significa que, para cada 16 ervilhas, 
estatisticamente há 9 amarelas lisas, 3 amarelas 
rugosas, 3 verdes lisas e uma 1 verde rugosa, o que 
confere com o resultado da experiência.
• Essa experiência demonstra a 2a Lei de 
Mendel ou Lei da Segregação Independente 
dos Fatores.
• Quando trabalhamos com mais de duas 
características ao mesmo tempo, podemos 
usar o seguinte recurso, para saber quantos 
tipos diferentes de gametas o indivíduo irá 
formar:
NÚMERO DE GAMETAS DIFERENTES = 2n, onde n é 
igual ao número de genes em heterozigose
Interações gênicas 
GENES COMPLEMENTARES (ou interação não epistática) 
• Muitos genes não agem sozinhos na determinação 
de um caráter, mas interagem com outros genes 
não-alelos. Nesses casos, fala-se em interação 
gênica. Ela ocorre quando um caráter é 
condicionado pela ação conjunta de dois ou mais 
pares de genes não alelos, com segregação 
independente.
• Nas diversas raças de galinhas encontramos quatro 
tipos de crista: rosa, ervilha, noz e simples.
• Cruzando um galo de crista rosa com uma galinha 
de crista ervilha produz-se uma F1 com crista noz. 
Se as aves de crista noz são acasaladas, obtém-se 
uma F2 com os quatro tipos de crista, na seguinte 
proporção:
9/16 noz : 3/16 rosa : 3/16 ervilha : 1/16 simples
Na determinação do tipo de crista interagem 
dois pares de alelos: Rr e Ee. A crista rosa é 
determinada pela interação de pelo menos um 
gene R com dois recessivos p. A crista ervilha é 
resultante de dois r recessivos interagindo com 
pelo menos um E dominante. A crista noz é 
causada pela combinação de pelo menos dois 
genes dominantes, um R e um E. A interação 
dos recessivos (rree) produz a crista simples.
Genótipos Fenótipo
 R_E_. Noz
 rrE_. Ervilha 
 R_ee. Rosa 
 rree. Simples 
EPISTASIA (inibição)
• Este é um tipo de interação gênica, na qual 
um gene, denominado epistático, impede a 
manifestação de outro gene, não-alelo, 
chamado de hipostático. O efeito da 
epistasia é semelhante àquele da 
dominância, exceto pelo fato de que a última 
se verifica entre dois alelos, enquanto a 
epistasia ocorre entre não-alelos. A epistasia 
pode ser exercida por um gene dominante 
ou por um gene recessivo.
EPISTASIA DOMINANTE
• Tomemos como exemplo a cor da moranga. 
Temos frutos brancos, amarelos e verdes. O 
gene V condiciona o caráter amarelo, seu alelo 
v produz verde. O gene E é epistático em 
relação aos genes V e v, de modo que basta a 
presença do gene E para o fruto ser branco. 
Assim, temos:
Genótipos Fenótipo
E_V ou E_vv. Fruto Branco
eeV_. Fruto Amarelo
eevv. Fruto Verde
EPISTASIA RECESSIVA
• Neste caso, o gene que impede a manifestação 
e outro é um gene recessivo. Em ratos, a 
coloração pode ser aguti, preta e albina. O gene 
P condiciona a pelagem preta enquanto seu 
alelo p condiciona a pelagem aguti (cinzento). 
O gene C permite a manifestação do gene P, 
enquanto seu alelo c é epistático, impedindo a 
manifestação da cor, formando ratos albinos.
Genótipos Fenótipo
 C_P_. Negro
 C_pp. Aguti ou Cinzento
 ccP_ , ccpp. Albino
HERANÇA QUANTITATIVA (POLIGENICA) 
• Neste caso, dois ou mais pares de genes atuam 
sobre o mesmo caráter, apresentando efeitos 
cumulativos e determinando diversas 
intensidades fenotípicas. Tal herança também 
é conhecida por herança multifatorial ou 
poligênica ou polimeria.
• Os genes envolvidos são designados 
cumulativos, aditivos, polímeros ou poligenes.
• A polimeria é o tipo de herança que intervém 
em caracteres que variam quantitativamente, 
como peso, altura, intensidade de coloração e 
outros.
Heranças sexuais 
DETERMINAÇÃO DO SEXO 
• Nas espécies animais os sexos podem ser 
distinguidos de várias maneiras: pelos órgãos 
reprodutores, pela forma do corpo 
(dimorfismo sexual) e também pelo cariótipo, 
ou seja, por um conjunto cromossômico em 
que se leva em conta o número, o tamanho e 
a forma desses cromossomos.
• Por exemplo, na Drosophila melanogaster 
(mosca-da-fruta) encontram-se, em suas 
células somáticas, oito cromossomos dispostos 
em quatro pares. Um desses pares se 
apresenta diferente nos machos.
• Os três pares de cromossomos semelhantes 
em ambos os sexos são denominados 
autossomos. Os cromossomos diferentes são 
denominados heterossomos. O cromossomo 
menor foi denominado Y e o outro, X. A fêmea 
não possui o cromossomo Y.
HERANÇA DOS CROMOSSOMOS SEXUAIS 
• Quando certos genes que determinam certas 
características estão localizados nos 
cromossomos sexuais, o tipo de herança que 
eles transmitem chama-se herança 
relacionada ao sexo.
• Os cromossomos X e Y apresentam regiões 
homólogas (nas quais os genes alelos se 
correspondem) e regiões não homólogas (onde 
não ocorre correspondência entre os genes e, 
portanto, não são alelos).
• Nessas regiões, existem genes que transmitem 
certos tipos de herança, como veremos adiante.
HERANÇA PARCIALMENTE LIGADA AO SEXO
• nesse caso, o gene determinante da 
característica hereditária está localizado na 
porção homóloga de X e Y. O mecanismo desse 
tipo de herança obedece ao padrão de uma 
herança autossômica. Como exemplos citamos a 
xeroderma pigmentosa (pele seca com 
pigmentos concentrados em certas regiões) e 
anopia óptica (cegueira total para cores).
HERANÇA LIGADA AO SEXO 
O gene que determina esse tipo de herança 
encontra-se na região não homóloga de X. 
Portanto, esse gene não tem homólogo na porção 
correspondente do cromossomo Y. O homem 
portador desse gene é chamado hemizigoto, 
enquanto que a mulher pode ser homozigota ou 
heterozigota. Como exemplos de herança ligada ao 
sexo, podemos citar a hemofilia, o daltonismo e a 
distrofia muscular progressiva.
DALTONISMO
• é uma anomalia para a visão das cores. O 
daltônico tem deficiência na distinção das cores 
vermelhas, verde e azul. A anomalia é 
condicionada por um gene recessivo (d) ligado ao 
sexo, sendo a visão normal condicionada por gene 
(D) dominante.
HEMOFILIA 
• é uma anomalia condicionada por um gene 
recessivo h. Caracteriza- se pela falta de 
coagulação no sangue, devido a isso qualquer 
pequeno ferimento pode provocar a morte por 
hemorragia. Estudos genéticos indicam que, 
geralmente, a hemofilia só atinge os homens, 
sendo as mulheres portadoras. A ausência de 
mulheres hemofílicas é determinada pela baixa 
frequência do gene h, que é igual a 1/10.000. Isto 
significa que um em cada 10.000 homens é 
afetado. A probabilidade de uma mulher afetada 
é igual a 1/10.000 x 1/10.000, ou seja, situação 
extremamente rara.
HERANÇA RESTRITA AO SEXO 
• também chamada de herança holândrica, é 
condicionada por genes situados no cromossomo 
Y. Tais genes só ocorrem em indivíduos do sexo 
masculino e passam de geração a geração 
sempre pela linhagem masculina.
• Atuando isoladamente, o gene holândrico 
nunca apresenta dominância ou recessividade. 
Como exemplo no homem, citaremos o 
responsável pela hipertricose auricular, que é 
a presença de pelos longos nas orelhas, que é 
determinado por um gene dominante
HERANÇA INFLUENCIADA PELO SEXO 
• é aquela em que os genes se comportam como 
dominantes em um sexo e recessivos no outro. 
Tais genes não se localizam nos cromossomos 
sexuais, mas sim, nos autossomos. Em outras 
palavras, a herança influenciada pelo sexo é 
uma herança autossômica que apresenta 
padrões diferentes de herança em homens e 
mulheres. O caso típico é o gene da calvície. A 
calvície é condicionada pelo gene C, que se 
comporta como dominantenos homens e como 
recessivo nas mulheres.
Linkage e genética de população 
Segregação independente x Linkage
• Mendel não preveu o Linkage (ou genes ligados)
• Linkage é uma variação na proporção esperada 
por Mendel 
• Na segregação independente há a existência de 
dois pares homólogos 
• A frequência na segregação esperada por 
Mendel era de 25% para cada
• No Linkage a frequência esperada é de 50% para 
cada
• Representação no Linkage: DF / df 
SEGREGAÇÃO INDEPENDENTE OUUUUUUU 
LINKAGE (GENES UNIDOS)
LINKAGE CIS (mesmo lado) / TRANS (do outro lado)
CIS TRANS 
CIS. I
TRANS 
LINKAGE INCOMPLETO (CROSSING OVER OU PERMUTAÇÃO)
• A troca ocorre na prófase 1
• O Linkage atua na variabilidade genética 
• Os que trocam os gametas sao recombinantes, e os 
que nao trocam sao parentais 
• A taxa de recombinação é a metade da taxa de 
crossing over 
38 e ge
meiosein
50
A I
-
·on
its amorei
A *
no Nights,
AAPDYHe I
A A
a aH:*g HqB
· · · ·
*4gB AppB appbapp4 Aypb Appb appb apph
⑨ ⑨ 2 ⑨8
25%pra cada
HiH, Linkage Cis
* ABlab, AB/lab,, 920%crossing
H H AB
=95%
· · as Babae ab.Usee
564 ↳ & ab 340 a=5%
E E
50pra cada
nente ?s Ir Taxa de recombinação10%
ab,e
Ab / aB Taxa de crossing 40%
EXEMPLO 2
40% AB
10% Ab
10% aB
40% aB 
1. Linkage ou segragacao independente?
R: Linkage! As porcentagens são diferentes. Se 
fosse segregação cada um teria 25%
2. Se é Linkage, qual a taxa de recombinação? 
R: 20% de taxa de recombinação. A taxa de 
recombinação é igual ao somatório da 
porcentagem de games recombinantes (Ab e aB). 
Já a taxa de crossing deve ser o dobro da taxa de 
recombinação 
3. Qual a distancia entre os genes?
R: a distância é igual a taxa de recombinação. Ou 
seja, 20 UR
Linkage Trans 
4. A Célula que sofreu recombinação estava em CIS 
ou TRANS?
40% AB: CIS
10% Ab: TRANS 
10% aB: TRANS 
40% ab: CIS
Há mais porcentagem de CIS logo, a resposta é CIS 
os?)ao ab
40%
crossing over
·↳*
a
a De/II B 0% 28e
Mapeamento cromossômico 
MAPEAMENTO GÊNICO / MAPA DE LIGAÇÃO GÊNICO 
• É a distribuição linear dos genes no cromossômica 
• Como descobrir a sequência? Pela frequência do 
crossing over. Se dois genes estiverem bem longe 
a taxa de crossing over é maior. Se a distancia 
entre dois genes for pequena a taxa de crossing 
over é menor 
• A taxa de recombinação indica a distancia entre os 
genes
• O mapeamento gênico é feito analisando a 
frequência dos recombinantes (os recombinantes 
sao os caras que vieram do crossing over e 
indicam a distancia entre os genes)
UNIDADE DE MEDIDA
• 1UR (unidade de recombinação): 1% de crossing 
over
• Quem estudou isso foi Thomas morgan, por isso 
pode ser chamada de morganideo 
• UM: unidade de mapa
• Cm
RECOMBINAÇÃO GENICA PODE SER:
• Crossing over ou permutação 
• Segregação independente (2 lei de mendel) 
ambos aumentam a variabilidade 
OUTROS FATORES QUE AUMENTAM A VARIABILIDADE MAS 
NÃO SÃO RECOMBINAÇÃO: 
1. Mutação 
2. Fecundação cruzada 
PRIMEIRA FORMA: DISTANCIA ENTRE OS GENES
AB: 30 UR (30%)
AC: 10 UR (10%)
CB: 20 UR (20%)
SEGUNDA FORMA: frequência dos genótipos e fenótipo 
SOUR
I P
↑
A 50 C ID B
Genética de populações 
• estudo do prol gênico de uma população
• Permite descobrir a frequência: 
PRINCÍPIO DE HARDY WEINBERG
• Condições: cruzamentos aleatório, sem fator 
evolutivos, população grande
freq. ↳Alelo dominante =F(D)
pleica Alelo recessivo ael freq, génica laléticalE
4 F(A) =P 3 p1q
=3
↳ f(a) =q
frea. Suhomozigoto dominante f(BA)Genotipica homozigoto recessivo faal freq. Genotípica
↓ Heterozigoto f(Bal ↳ F(AA) =2 (p+a). (p+a)
e
Ex:Uma populaça tem 50.000 individuos dos quais
de alerta Iapa +q2 =1
2000AD, 16.000 Da, 32.000 aa. Quaisas frequenas
genotípicas e génicos
Ex:Uma populaçãotem 50.000 individuos dos quais
f(AD) =2000/50.000 =4% 2000AD, 16.000 Da, 32.000 aa. Quaisas frequenas
f(Aa) =16.000/50.000 32% genotípicas e génicos
f(aa) =32.000/50.000 =64% f(BA) =2000150.000 =4%.=p2.p=0,2
2000AD =20001.2 =4000A número total
aseroe".pic
16.000 da =16.000 e 16.000a
de alelos
32000aa =64000aa
1100.000 2000DD =20001.2 =4000A número total
16.000 da =16.000 e 16.000a
de alelos
F(B) =20.000/100.000 =20%
I
32000aa =64000aa I 1500.000
F(a) =80.000/100.000 =
80%
F(B) =20.000/100.000 =20%
F(a) =80.000/100.000 =
80%
Histologia humana 
Tecido epitelial 
TECIDO - DEFINIÇÃO
• Conjunto de células especializado em realizar 
funções definidas 
TECIDO EPITELIAL - CARACTERÍSTICAS GERAIS
• Para que serve? O tecido epitelial serve para 
revestir e é também um tecido glandular
TECIDO EPITELIAL DE REVESTIMENTO 
• Apresenta células justapostas
• Pouca substancia intercelular 
• Avascular: sem tecido sanguíneo. Por isso, 
sempre associado ao tecido epitelial existe um 
tecido conjuntivo subjacente 
• Inervado: com nervos especializados no 
sensorial 
• Entre o epitelial e o conjuntivo existe uma 
estrutura que é feito de glicoproteína 
chamado de lâmina basal 
TIPOS DE CÉLULAS
1. Pavimentosa ou escamosa
2. Cúbica
3. Prismática ou colunar
NÚMERO DE CAMADAS 
1 camada: simples
Várias camadas: estratificada 
Pseudoestraficado 
ORIGENS EMBRIONÁRIAS DO TECIDO EPITELIAL 
• Endoderma: intestino
• Mesoderma: sistema urinário
• Ectoderma: epitélio 
TECIDO EPITELIAL SIMPLES PAVIMENTOSO 
1. Alvéolo pulmonar: tecido epitelial de revestimento 
simples pavimentoso. É melhor que o O2 e CO2 
passem por uma camada fina 
2. Endotélio (revestem os vasos sanguíneos): tecido 
epitelial simples pavimentoso 
TECIDO EPITELIAL SIMPLES CÚBICO 
1. Ovário: tecido epitelial de revestimento simples 
cúbico 
TECIDO EPITELIAL SIMPLES PRISMÁTICO
1. Liso: revestem a parede do estômago
2. Com microvilosidade: intestino. As dobra 
aumentam a área de contato, o que aumenta a 
absorção 
3. Ciliado: tuba uterina. Favorece a fecundação. 
Evita a gravidez ectotropica
TECIDO EPITELIAL ESTRATIFICADO PAVIMENTOSO 
1. Revestem a pele. 
• não queratinizado: mucosa, regiões úmidas 
• Queratinizado
·
TECIDO EPITELIAL ESTRATIFICADO PRISMÁTICO
• Na conjuntiva do olho 
TECIDO EPITELIAL DE REVESITMENTO DE TRANSIÇÃO 
• reveste a bexiga
Bexiga cheia: pavimentosa
Barriga normal: cúbica
TECIDO EPITELIAL DE REVESTIMENTO PSEUDOESTRAFICADO 
COM CÉLULAS CALCIFORMES CILIADO 
• Fossas nasais
• Traqueias
• produzem mucos e catarro 
Tecido epitelial glandular 
LOCAL ONDE A SECREÇÃO É DEPOSITADA
GLÂNDULAS EXÓCRINAS 
• fora da corrente sanguínea 
• Com ducto excretor 
GLÂNDULA MEROCRINA: se mantem integra 
(glândula salivar, lacrimar)
GLÂNDULA APOCRINA: parte do citoplasma é 
perdida (glândulas mamarias)
GLÂNDULA HOLÓCRINA: a glândula é toda perdida 
durante a secreção (glândula sudorípara)
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS CANAIS
1. Tubular simples: quando o canal possui forma 
de tubo e a glândula nao se ramifica
2. Tubular composta: quando o canal é 
ramificado
CLASSIFICAÇÃO QUANTO A POSIÇÃO SECRETORA
1. Tubulosa: a porção secretora tem a forma de 
um tubo. Ex: glândulas da parede do estomago 
que, nos adenomatosos secretam enzimas 
digestivas e nos canais secretam ácido 
clorídrico 
2. Alveolar ou acinosa: porção que tem forma 
arredondada. Glândula da Pele 
GLÂNDULA ENDÓCRINA: produz hormônios 
• Dentro do sangue
• Nao tem ductos
• CORDONAL: 
• VESICULAR: forma uma vesícula. Somente a 
tireoide é vesicular 
Sistema endócrino 
SISTEMA ENDÓCRINO 
• É um sistema que ajuda nosso organismo a 
trabalhar de forma integrada permitindo que 
células que estão distantes entre si se 
comuniquem por meio de substancias chamadas 
hormônios 
HORMÔNIOS 
• Os hormônios sao produzidos pelas glândulas 
endócrinas, isto é, glândulas que liberam 
secreções no sangue 
• No que cai no sangue, o hormônio corre por todo 
corpo, mas nao age no corpo todo 
• O hormônio atuam sobre as células algo 
• As células alvo possuem receptores para o 
hormônio 
GLÂNDULA HIPÓFISE
• Localiza-se na cabeça.A hipófise se divide em 
duas:
• ADENO HIPÓFISE OU HIPÓFISE ANTERIOR: 
conhecida como glândula mestra por produzir 
hormônios que controlam outras glândulas. 
Produz o TSH, o STH ou GH (crescimento nas 
crianças, hormônio anabolizante) , a prolactina, 
o FSH e o LSH
• Trófico: terminação que indica onde o hormônio 
age nao onde é produzido 
NEURO HIPÓFISE OU HIPÓFISE POSTERIOR
• A neuro hipófise, a rigor, não produz nenhum 
hormônio. Esses hormônios sao produzidos por 
hormônios que estão no hipotálamo 
• Do hipotálamo esses hormônio descem e sao 
armazenados e decretados pela neuro-hipófise 
• Na verdade, a neuro-hipófise armazena e 
secreta hormônios que são produzidos no 
hipotálamo
• A neuro hipófise produz hormônios chamados 
ocitocinas que promovem a contração das 
glândulas mamarias durante a amamentação e 
do útero durante o parto 
• ADH: hormônio anti-diurético: reduz a produção 
de urina aumentando a pressão sanguínea. O 
ADH tambem é conhecido como vaso opressina. 
Se o corpo produz menos urina, é retido mais 
liquido no organismo, e ao reter líquidos a 
pressão sanguínea sobe. Logo, se a pressão 
sanguínea cai, a neuro-hipófise secreta ADH 
que vai reter mais liquido no corpo para a 
pressão subir 
• Ao levar uma pessoa com crise hipertensiva ao 
ponto socorro, eles imediatamente dão 
diurético para aumentar a produção de urina 
• A falta de ADH produz diabetes INSIPIDUS (sem 
sabor), a pessoa começa a urinar mais.
GLÂNDULA TIREOIDE 
• Produz os hormônios T3 e T4. Hormônios que aceleram o 
metabolismo celular
• HIPOTIROIDISMO: pouca produção de t3 e t4, o que diminui 
o metabolismo. Ou por falta de iodo pela alimentação, 
logo a tireoide produz T3 e T4 sem iodo, o que faz o 
metabolismo nao subir. A tireoide tenta compensar isso 
produzindo mai hormônio, mas nao consegue. Esse 
trabalho exagerado da tireoide causa o BÓCIO 
(crescimento exagerado e anormal da tireoideno 
pescoço) 
• HIPERTIROIDISMO: O metabolismo é muito acelerado. A 
tireoide trabalha muito o que também causa bócio 
CALCITOCININA (TIREOIDE) E PARATORMONIO (PARATIREOIDE)
• A tireoide e a paratireoide produz hormônios chamados 
de calcitonina e paratormonio, que regulam a 
concentração de cálcio no sangue 
• Calcitonina: produzida pela tireoide. A tireoide libera 
calcitonina quando o nível de cálcio no sangue aumenta. 
Age nos osteoblastos, retirando cálcio do sangue e 
deposita nos ossos
• Paratormonio: produzida pela paratireoide. O objetivo é 
elevar o cálcio no sangue. Age nos osteoclastos retirando 
cálcio dos ossos e lançando no sangue 
Tecidos conjuntivos 
• Os tecidos conjuntivos são todos oriundos do 
mesoderma do embrião e caracterizam-se por 
apresentar grande quantidade de substância 
intercelular e poucas células.
• Com essas características básicas, encontramos 
seis tipos de tecidos conjuntivos:
1. Adiposo
2. Denso ou fibroso 
3. Cartilaginoso
4. Ósseo 
5. Hematopoiético
6. Frouxo ou propriamente dito 
CONJUNTIVO FROUXO OU PROPRIAMENTE DITO 
• O tecido conjuntivo frouxo possui função de 
preenchimento e união de espaços entre órgãos 
e tecidos.
• É formado por grande quantidade de substância 
amorfa e pequena quantidade de fibras 
colágenas, elásticas e reticulares. As células são 
encontradas em pequeno número, porém com 
várias formas e funções:
1. Fibroblastos (blastos = células jovens): produzem 
as fibras e a substância amorfa do tecido.
2. Adipócitos: células que migram do tecido adiposo e 
servem para armazenar lipídios.
3. Macrófagos: são células que migram do sangue 
para realizarem a defesa do tecido conjuntivo 
frouxo, através da fagocitose de micro-organismos.
4, Plasmócitos: fazem a defesa dos tecidos por meio da 
produção de anticorpos. São células também 
provenientes do sangue.
5, Mastócitos: células que ficam próximas aos vasos 
sanguíneos, onde lançam duas substâncias: a heparina, 
uma substância anticoagulante, e a histamina, 
substância que provoca vasodilatação para permitir 
maior chegada de sangue em algum tecido, como, por 
exemplo, região que necessite de defesa após a picada 
de um inseto.
CONJUNTIVO ADIPOSO 
• O tecido conjuntivo adiposo possui funções de 
reserva energética, amortecer impactos e 
isolamento térmico.
• Forma a camada abaixo da pele, a hipoderme, 
poden- do ainda ser encontrado ao redor de outros 
órgãos, como o coração e os rins, protegendo-os 
contra impactos.
• No interior dos adipócitos, podemos encontrar um 
glóbulo de gordura (tecido adiposo unilocular ou 
gordura amarela) ou, então, principalmente nos 
bebês recém-nascidos, vários glóbulos de gordura 
(multilocu- lar ou gordura marrom). 
CONJUNTO DENSO OU FIBROSO 
• O tecido conjuntivo denso possui função de liga- 
mento entre tecidos. Constituem os tendões, que 
ligam os músculos aos ossos, para permitir os
movimentos e os ligamentos que unem ossos a 
ossos.
• Precisa ser de grande resistência, por isso é 
rico em fibras colágenas produzidas pelos 
fibroblastos presentes também nesse tecido. 
Nos tendões e ligamentos, as fibras colágenas 
são todas paralelas, formando o tecido 
fibroso modelado. Existe um segundo tipo, o 
não modelado que reveste as cartilagens, 
nesse caso denominado pericôndrio e também 
o que reveste os ossos: externamente 
(periósteo) e internamente (endósteo).
TECIDO CARTILAGINOSO 
• O tecido conjuntivo cartilaginoso tem função 
de sustentação e flexibilidade. Pode ser 
encontrado, por exemplo, no nariz e na orelha 
(do tipo elástica), nos discos intervertebrais 
da coluna vertebral (do tipo fibrosa – mais 
resistente) e na traqueia (do tipo hialina – 
mais clara e mais mole).
• É um tecido avascular e não inervado, sendo 
assim recebe nutrientes e oxigênio de vasos 
sanguíneos que passam no pericôndrio, um 
tecido fibroso que reveste toda a cartilagem.
• As células jovens do tecido cartilaginoso são 
chamadas de condroblastos; as células 
adultas, de condrócitos e as células velhas, de 
condroclastos.
CONJUNTIVO ÓSSEO 
• O tecido ósseo é um tecido de sustentação 
originado, no feto, a partir de tecido cartilaginoso, 
que sofre impregnação de cálcio, fósforo e outros 
minerais, tornando-se rígido, mas deixando 
pequenos canais para a passagem de vasos e 
nervos.
• As células ósseas jovens são denominadas osteo- 
blastos, que por sua vez originam os osteócitos 
(células ósseas adultas). Além dessas, existem os 
osteoclastos, células grandes cuja função é 
destruir e reabsorver áreas envelhecidas e lesadas 
do osso. Para exercerem essa função, são capazes 
de realizar fagocitose, semelhante aos 
macrófagos do sangue.
tecido hematopoiético:
• Quando as células do sangue ficam velhas são 
retiradas da corrente circulatória e precisam 
ser repostas de alguma forma, para que o 
número necessário dessas células se mantenha 
constante.
• O trabalho de destruição das células velhas e 
produção de novas é realizado por um tipo 
especial de tecido conjuntivo, o tecido 
hematopoiético, que pode ser de dois tipos: 
mieloide e linfoide.
MIELOIDE
• É formado pela medula óssea vermelha 
encontrada no interior das cavidades de certos 
ossos, tais como: crânio, vértebras, esterno, 
costelas, alguns ossos curtos e epífises dos 
ossos longos.
• Apresenta uma matriz gelatinosa onde 
encontramos grande quantidade de finíssimos 
capilares sustentados por uma extensa rede de 
fibras colágenas e reticulares, entre as quais 
se encontram as células tronco-pluripotencial 
que são as precursoras de todas as células 
sanguíneas.
• A partir das células tronco-pluripotencial da 
medula óssea vermelha são produzidas as 
hemácias, os leucócitos granulócitos 
(neutrófilos, eosinófilos e basófilos), os 
monócitos (leucócito agranulócito) e as 
plaquetas.
LINFOIDE
• É encontrado nos seguintes órgãos: baço, timo, 
amígdalas, nódulos linfáticos e gânglios 
linfáticos. São órgãos constituídos por uma 
variedade de tecidoconjuntivo formado por uma 
rede, células reticulares e macrófagos fixos, 
sustentados pela matriz gelatinosa.
• Entre as malhas são encontrados linfoblastos 
oriundos da medula óssea os quais dão origem 
aos linfócitos, outra variedade de leucócitos 
agranulócitos.
TECIDO CONJUNTIVO SANGUÍNEO 
• No sangue, assim como nos demais tecidos 
conjuntivos, encontramos os três elementos 
básicos: células (glóbulos branco, vermelhos e as 
plaquetas), substância fundamental (o plasma) 
e a substância precursora da fibra (o 
fibrinogênio).
PLASMA: Corresponde a aproximadamente 55% do 
volume sanguíneo. A matriz fundamental ou plasma 
sanguíneo é formado por 92% de água, na qual se 
encontram várias proteínas, hormônios, sais, além 
de uma gama muito grande de substâncias.
HEMÁCIAS OU GLÓBULOS VERMELHOS: Também 
chamados de eritrócitos, são os elementos 
figurados que existem em maior quantidade no 
sangue: o homem tem em média 5 a 5,5 milhões de 
hemácias por mm3 e a mulher de 4,5 a 5 milhões. A 
função da hemácia é fazer o transporte dos gases 
respiratórios.
LEUCÓCITOS OU GLÓBULOS BRANCOS:
responsáveis pela defesa do organismo contra 
agentes estranhos, os leucócitos aparecem em 
número de 5.000 a 10.000 por mm3. Dependendo do 
tipo de doença que o indivíduo apresenta, esse 
número pode variar.
Os vários tipos de leucócitos podem ser agrupados 
em duas classes: os granulócitos e caracterizam- se 
por terem núcleos com formas variadas (com dois 
ou mais lóbulos). São, por isso, chamados de 
leucócitos polimorfonucleares. Por outro lado, os 
agranulócitos não apresentam grânulos no 
citoplasma e são chamados mononucleares.
Neutrófilos ou Segmentados: fagocitose de 
elementos estranhos (4.800/mm3).
Acidófilos ou eosinófilos: fagocitar apenas 
determinados elementos. Em doenças alérgicas ou 
provocadas por parasitas intestinais (360/mm3).
Basófilos: Liberar heparina (anticoagulante) e 
histamina (substância vasodilatadora liberada em 
processo alérgico) (80/mm3).
Monócitos: fagocitar bactérias, fungos, vírus (480/
mm3).
Linfócitos: Produção de anticorpos (2.400/ mm3).
PLAQUETAS OU TROMBÓCITOS: As plaquetas ou 
trombócitos são apenas fragmentos citoplasmáticos 
envolvidos por membrana que se originam por 
fragmentação dos megacariócitos (células especiais) 
da medula óssea.
Quando ocorre ruptura de um vaso sanguíneo, as 
plaquetas liberam tromboplastina. Na presença de 
cálcio, a protrombina se converte em uma enzima 
ativa, a trombina. Esta atua sobre o fibrinogênio 
transformando-o em fibrina, que vem a ser a fibra 
do tecido sanguíneo. A fibrina forma uma rede 
tridimensional que retém as hemácias formando o 
coágulo.
Tecido muscular 
• Sob o ponto de vista morfológico, o tecido 
muscular pode ser estriado ou liso; do ponto 
de vista funcional, temos o tecido muscular 
voluntário ou estriado esquelético, muscular 
involuntário liso e muscular involuntário 
estriado cardíaco.
• A contratilidade é uma das propriedades do 
tecido muscular, especializado em promover 
a movimentação do organismo. Para 
desempenhar bem essa função, as células 
musculares são alongadas, fusiformes e por 
isso também recebem o nome de fibras.
• Em função destas particularidades, as 
estruturas do tecido muscular recebem uma 
nomenclatura especial:
• Fibra .................................... célula muscular.
• Sarcoplasma ............................... citoplasma.
• Sarcolema...................membrana plasmática.
• Miofibrilas........fibrilas contráteis (actina e 
miosina).
No citoplasma dessas fibras encontramos 
proteínas estruturais que são as verdadeiras 
responsáveis pela contração do músculo: a 
actina e miosina.
TECIDO MUSCULAR ESQUELÉTICO 
• Neste tecido, as fibras chegam a atingir até 30 cm de 
comprimento, embora seu diâmetro não ultrapasse 
alguns micrômetros. No citoplasma dessas fibras, as 
proteínas se agrupam de tal maneira que formam 
faixas claras e escuras alternadas. Dispõem-se em 
feixes paralelos apresentando coincidência nas faixas 
claras e escuras que dão o aspecto estriado quando 
observadas.
• A contração do músculo esquelético é rápida e 
voluntária, ou seja, está sob o comando da nossa 
vontade. Na estruturação de um músculo, 
encontramos três camadas de tecido conjuntivo: o 
endomísio, que envolve cada uma das fibras; estas se 
agrupam em pequenos feixes recobertos pelo 
perimísio; os feixes agora, arranjam-se paralelamente 
uns aos outros, sendo totalmente recobertos pelo 
epimísio, que acaba envolvendo todo o músculo.
• Nessas bainhas conjuntivas existem capilares 
sanguíneos que alimentam as fibras. Os músculos 
prendem-se aos ossos através dos tendões.
• As proteínas que atuam na contração muscular estão 
dispostas de tal forma que constituem a unidade de 
contração denominada sarcômero. Cada fibra 
muscular possui mais de um sarcômero Quando o 
músculo se contrai, os filamentos finos de actina 
deslizam sobre os filamentos grossos de miosina, 
promovendo o encurtamento dos sarcômeros. O 
encurtamento de todos os sarcômeros ao mesmo 
tempo caracteriza a contração muscular.
As células estriadas esqueléticas apresentam no 
seu citoplasma, um grande número de 
mitocôndrias e reserva de glicogênio para a 
produção de ATP e vários núcleos periféricos, para 
manter a integridade das proteínas.
TECIDO MUSCULAR LISO 
• Quase todos os órgãos do corpo contêm 
músculo liso, o que significa que grande parte 
das nossas funções corporais dependem da 
contração deste músculo.
• Ele é composto por células alongadas, 
fusiformes, com apenas um núcleo central e 
não apresenta estriações transversais, pois os 
filamentos de actina e miosina não estão 
organizados como no músculo estriado. Porém, 
o mecanismo de contração é semelhante.
• Aqui também as fibras são mantidas unidas 
por um revestimento de tecido conjuntivo rico 
em fibras reticulares, suprindo a musculatura 
de inervação e vasos sanguíneos.
TECIDO MUSCULAR ESTRIADO CARDÍACO 
• A célula cardíaca é semelhante à fibra
esquelética, pois as miofibrilas de proteína se 
organizam da mesma maneira, formando as 
estriações características. Porém aqui, as células 
apresentam geralmente um núcleo, às vezes dois, 
localizados centralmente.
• Nessas células aparecem linhas escuras 
denominadas discos intercalares que 
representam complexos juncionais para manter 
uma maior coesão entre as fibras. Esses 
complexos são formados entre outras 
estruturas, por desmossomos.
• O tecido muscular estriado cardíaco é exclusivo 
do músculo do coração, o chamado Miocárdio
Sistema nervoso 
INTRODUÇÃO 
• O tecido nervoso é a mais alta expressão de 
especialização para o desempenho das duas 
propriedades da matéria viva: irritabilidade, 
que permite às células responderem a um 
estímulo interno ou externo e condutibilidade, 
que permite conduzir uma onda de excitação 
(impulso nervoso), por toda a extensão da 
célula.
FUNÇÕES 
• As funções fundamentais do tecido nervoso 
são: agir como tecido sensível a vários tipos de 
estímulos físicos ou químicos do meio ambiente 
e, o ser estimulado, conduzir impulsos nervosos 
com rapidez, havendo como consequência uma 
resposta quase imediata.
• O tecido nervoso se estende por quase todo o 
corpo, interligando-se de modo a formar uma 
grande unidade anatômica e funcional – 
sistema nervoso.
NEURÔNIOS
• Os neurônios são as células nervosas 
constituídas basicamente de:
1. corpo celular, que apresenta forma estrelada, 
uma membrana finíssima, núcleo, corpúsculos 
de Nissl além das demais organelas;
número variável, a célula nervosa recebe o impulso 
nervoso;
axônio, prolongamento único do corpo celular, com 
comprimento que varia desde uma fração de 
milímetro até um metro e que se origina de uma 
parte especial da periferia da célula – o cone de 
implantação.
2. dendritos, prolongamentos ou expansões 
citoplasmáticas que se estendem da superfície dosneurônios como se fossem ramificações de uma 
árvore; através dessas ramificações de número 
variável, a célula nervosa recebe o impulso nervoso;
3. axônio, prolongamento único do corpo celular, com 
comprimento que varia desde uma fração de 
milímetro até um metro e que se origina de uma parte 
especial da periferia da célula – o cone de implantação.
• Ao redor do axônio podem aparecer, além da 
membrana plasmática, duas outras bainhas: a 
bainha de mielina, substância gordurosa que se 
posiciona mais internamente e outra, mais 
externa, chamada bainha de Schwann, formada 
pelas células de mesmo nome que formam a 
bainha de mielina. Ambas são interrompidas a 
intervalos regulares, por regiões de 
estrangulamento, os nódulos de Ranvier.
• As células do tecido nervoso são sustentadas e 
nutridas por um grupo de células chamadas de 
neuroglia ou glia. São células muito mais 
numerosas e menores que os neurônios. Na glia 
distinguem-se três tipos principais de células:
Os gliócitos sao: 
Astrócitos: fixam-se aos neurônios através de 
terminações que permitem a passagem de nu- 
trientes para os neurônios.
• Oligodendrócitos: poucos prolongamentos que se 
destinam a dar sustentação para os neurônios, 
fixando-os a uma determinada região.
• Micróglia: células menores com muitas ramifica- 
ções para envolver e proteger os neurônios.
Obs.: As células de Schwann envolvem e prote- 
gem os neurônios, em suas porções que ficam 
situadas no Sistema nervoso periférico (SNP).
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
• Corresponde às porções do sistema nervoso 
protegidas por ossos:
1. encéfalo – formado pelo cérebro, cerebelo, 
ponte e bulbo, todos protegidos pelos ossos do 
crânio.
O cérebro é a parte principal do SNC, enquanto o 
cerebelo está ligado especialmente às funções de 
movimentos e fala. A ponte e o bulbo formam 
uma ponte de ligação entre o cérebro e a medula 
espinhal.
2. medula espinhal ou raquidiana – localiza-se no 
canal medular, que corre ao longo e por dentro 
da coluna vertebral.
Em sua extensão, a medula espinhal emite 31 pares de 
nervos raquidianos ou espinhais.
MENINGES
• As meninges são três membranas de tecidos 
conjuntivos, situadas entre os ossos e o tecido 
nervoso, com função de proteção tanto para o 
encéfalo quanto para a medula espinhal. As 
meninges são a dura-máter, a aracnoide e a pia-
máter.
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO - SNP
• O sistema nervoso periférico compreende toda a 
vasta rede de nervos espalhada pelo organismo. 
São 12 pares desses nervos que saem do cérebro, 
denominados de nervos cranianos. Outros 31 pares 
saem ao longo da medula raquidiana e são os 
nervos raquidianos ou espinhais.
Dependendo do seu funcionamento, o SNP é dividido 
em:
• Nervos de vida de relação: Possuem atividade 
voluntária, que permite sentir e realizar todos os 
movimentos desejados.
• Nervos da vida vegetativa: Compõem o sistema 
neurovegetativo ou sistema nervoso periférico 
autônomo (SNPA). Funcionam coordenando as 
atividades orgânicas ou viscerais, de forma 
involuntária
 
• Esse sistema está subdividido em dois 
subgrupos para permitir a autorregulação do 
organismo: os nervos do sistema simpático e 
os nervos do sistema parassimpático.
• O SNPA inerva os órgãos e tecidos de 
maneira involuntária.
• Os nervos do sistema simpático e do 
parassimpático têm funções antagônicas. 
Por exemplo, enquanto os ner- vos do 
sistema simpático aceleram os batimentos 
cardíacos, os do parassimpático diminuem a 
frequência cardíaca. Os nervos do simpático 
partem de neurônios situados no próprio 
cérebro ou de gânglios localizados ao longo 
da medula espinhal. Os neurônios do sistema 
parassimpático se originam em pequenos 
gânglios situados nos órgãos que controlam. 
No coração, por exemplo, há um gânglio 
parassimpático, que faz diminuir os 
batimentos cardíacos depois de algum 
estímulo.

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