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Controle de Qualidade na Farmácia Magistral Os critérios para a realização do controle de qualidade de insumos farmacêutico e dos produtos manipulados estão presentes na RDC n° 67/07 da ANVISA, alterada pela RDC n° 87/08. De acordo com a Resolução do CFF nº 467/07, o controle de qualidade é definido pelo conjunto de operações, dentre elas: a programação, coordenação e execução, com o objetivo de verificar a conformidade das matérias-primas, materiais de embalagem e do produto acabado, com as especificações estabelecidas. A manipulação de fórmulas bem como o controle de qualidade de medicamentos e insumos farmacêuticos são atividades privativas do profissional farmacêutico. Decreto n° 85.878/81. Especificar a matéria-prima de acordo com a referência estabelecida. Aprovar ou rejeitar matéria-prima, produto semiacabado, produto acabado e material de embalagem. Estabelecer procedimentos para especificações, amostragens e métodos de ensaio. Manter o registro de todas as análises efetuadas. Garantir e registrar a manutenções dos equipamentos, bem como definir a periodicidade e registro da calibração deles sempre que aplicável. Selecionar e definir literatura, métodos e equipamentos. Controle de Qualidade na Farmácia Magistral Preparações sólidas devem conter descrição, aspecto, caracteres organolépticos, pH (quando aplicável) e peso médio. Conforme a RDC 67/2007 da Anvisa, as farmácias de manipulação devem contar com um laboratório para fazer o controle de qualidade dos medicamentos manipulados. Após análise da matéria prima, usar cores específicas: amarela: quarentena; verde: aprovado; vermelho: reprovado. Depois da identificação, prossiga com o armazenamento. Preparações líquidas não-estéreis devem conter descrição, aspecto, caracteres organolépticos, pH, peso ou volume antes do envase. A farmácia pode terceirizar algumas análises de controle de qualidade por meio de contrato entre empresas desde que os métodos de análises sejam estabelecidos. Água potável: análise no mínimo a cada 6 meses para verificar se suas condições de uso encontram-se adequadas para seus devidos fins posteriores. A água purificada utilizada nos processos deve ser analisada mensalmente para comprovação de sua devida qualidade. Preparações semissólidas devem conter descrição, aspecto, caracteres organolépticos, pH (quando aplicável) e peso. É importante sempre buscar por fornecedores de insumos farmacêuticos qualificados e que possuam condições de transporte adequados para os mesmos. Para assegurar a qualidade dos processos magistrais é importante controlar a entrada de insumos, garantir a integridade física dos produtos e identificar as matérias primas com informações como lote, data de fabricação, de entrega e de validade.