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Preparação Completa Residências Como estudar para as Residências Curso Completo de Enfermagem Plano de Estudo* Coleção 2100 Questões Comentadas de Enfermagem Mentoria Residências Livro do SUS Videoaulas Revisões de Residências *Os Planos de Estudo para as Residências estão na disciplina E01 do Curso Completo no site RP. Os nossos alunos também podem usar o filtro de disciplinas. + + + + Assistência ao Recém-nascido (RN) Cuidados na Hora do Nascimento Preparo para atender o RN na sala de parto realização de anamnese materna; disponibilidade do material para atendimento*; presença de equipe treinada em reanimação neonatal. *Material para admissão do RN, como berço de calor irradiante, material para Reanimação Cardiopulmonar (RCP) etc. Fonte: BRASIL, 2017a. De acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, todos os locais de parto devem manter os seguintes cuidados: Cuidados para os locais de parto planejar o cuidado e ter em mente que pode ser necessário chamar por ajuda se o recém-nascido precisar de ressuscitação; desenvolver fluxogramas de emergência e implementá-los se necessário; assegurar que existam recursos para ressuscitação e para transferência do recém-nascido para outro local se necessário. Imediatamente depois do nascimento, a necessidade de reanimação depende da avaliação rápida de quatro situações referentes à vitalidade do RN. São feitas as seguintes perguntas (BRASIL, 2014a): *De acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, se houver mecônio significativo, e o recém-nascido não apresentar respiração, frequência cardíaca e tônus normais, ele deve ser assistido segundo as diretrizes reconhecidas de reanimação neonatal, incluindo a realização precoce de laringoscopia e sucção sob visão direta; se houver mecônio significativo e a criança estiver saudável, ela deve ser observada em uma unidade com acesso imediato a um neonatologista. Essas observações devem ser realizadas com uma e 2 horas de vida, e depois, de 2 em 2 horas por 12 horas; se não houver mecônio significativo, observar o recém-nascido com 1 e 2 horas de vida em todos os locais de parto (BRASIL, 2017). Gestação a termo? Tônus muscular bom? Respirando ou chorando? Ausência de mecônio?* Vitalidade ao nascer Atenção! Se a resposta for sim para as quatro perguntas, considera-se que o RN está com boa vitalidade e não necessita de manobras de reanimação (BRASIL, 2014a). Para a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP, 2016), as decisões sobre estabilizar/reanimar dependem da avaliação simultânea da respiração e da frequência cardíaca. Vejamos, no próximo esquema, essas informações: Necessidade de reanimação e avaliação de sua eficácia frequência cardíaca respiração A respiração deve ser regular e suficiente para manter a FC em aproximadamente 100 bpm. De acordo com o Manual de Atenção à Saúde do Recém-Nascido: guia para os profissionais de saúde, a frequência cardíaca adequada para recém-nascido (RN) varia, em média, de 120 a 140 bpm. RNs em repouso com frequência cardíaca acima de 160 bpm (taquicardia) devem ser mais bem avaliados (BRASIL, 2014a; HOCKENBERRY; WILSON, 2014). frequência respiratória > 60 irpm presença de gemidos; saturação de oxigênio < 95%*; *A medida da saturação de oxigênio é opcional depois de mecônio não significativo. Fonte: BRASIL, 2017a. presença de cianose central confirmada pela oximetria de pulso, se disponível. frequência cardíaca < 100 bpm ou > 160 bpm; enchimento capilar > 3 segundos; temperatura corporal ≥ 38 °C ou 37,5 °C em 2 ocasiões, com 30 minutos de intervalo; Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal 1. (Residência em Enfermagem Obstétrica/CEPUERJ/UERJ/2020) A determinação da necessidade de reanimação e a avaliação de sua eficácia dependem da avaliação simultânea de dois sinais, que são: a) tônus muscular e frequência cardíaca. b) coloração da pele e respiração. c) frequência cardíaca e respiração. d) coloração da pele e tônus muscular. 2. (Residência em Enfermagem Obstétrica/CEPUERJ/UERJ/2020) No caso de um neonato com líquido meconial fluido ou espesso que, logo após o nascimento, não apresente ritmo respiratório regular e/ou tônus muscular, esteja flácido e/ou sua frequência cardíaca seja menor que 100 bpm, o enfermeiro prioritariamente deverá: a) avaliar novamente a frequência cardíaca em pulso apical e observar expansão torácica. b) secar o recém-nascido sob fonte de calor radiante e avaliar novamente a frequência cardíaca em pulso apical. c) aspirar o excesso de secreções da boca com sonda de aspiração traqueal nº 6 e avaliar expansão torácica. d) realizar a retirada do mecônio residual da hipofaringe e da traqueia sob visualização direta e fonte de calor radiante. 3. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) Um cuidado importante ao recém-nato (RN), ainda na sala de parto, consiste em manter as vias aéreas superiores pérveas. Para tanto, recomenda-se: a) posicionar o RN em decúbito ventral, com o pescoço ligeiramente estendido para proceder à aspiração. b) proceder primeiramente à aspiração do nariz e, em seguida, realizar a aspiração da cavidade oral do RN. c) lateralizar a cabeça do RN quando houver grande quantidade de secreção na boca. d) posicionar o pescoço do RN de forma a mantê-lo fletido para facilitar a entrada de ar nos pulmões. Assistência Imediata ao RN OBJETIVOS promover e manter o equilíbrio orgânico; estabelecer a permeabilidade das vias aéreas superiores, mas não aspirar de rotina*; manter a temperatura corporal: secar e aquecer o RN e garantir a temperatura ambiente na sala de parto entre 23°C e 26°C; incentivar o aleitamento materno na 1ª hora de vida. *Não se recomendam a aspiração orofaringeana nem a nasofaringeana sistemática do recém-nascido saudável (BRASIL, 2017a). Fonte: BRASIL, 2014. 4. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFF/2020) A assistência imediata ao recém-nascido (RN) segue normas estabelecidas que objetivam prestar uma assistência de qualidade. Assim, os cuidados imediatos ao RN sem complicações são: a) recebê-lo, secá-lo e colocá-lo em campo estéril e aquecido sob o calor radiante; identificá-lo com uma braçadeira, com o nome da mãe, no antebraço e tornozelo; aspirar boca e depois narinas. b) identificá-lo com uma braçadeira, com o nome da mãe, no antebraço e tornozelo; verificar sua vitalidade através do índice de Apgar; realizar higiene corporal completa. 4. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFF/2020) c) recebê-lo, secá-lo e colocá-lo em campo estéril e aquecido sob o calor radiante; verificar sua vitalidade através do índice de Apgar; realizar exame físico completo tendo os reflexos avaliados. d) aspirar boca e depois narinas; realizar higiene corporal completa; avaliar perda ponderal. 5. (Residência em Enfermagem/CEPUERJ/UERJ/2019) Para evitar a perda de calor, os cuidados imediatos na sala de parto são: manter a temperatura ambiental entre 23 a 26ºC e secar o recém-nascido. Esses cuidados evitam a perda de calor, respectivamente, através dos mecanismos de: a) evaporação e condução. b) condução e convecção. c) radiação e evaporação. d) convecção e radiação. 6. (Residência Uni/Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) Considerando que a hipotermia está relacionada ao aumento da mortalidade e da morbidade, principalmente de neonatos prematuros, julgue os mecanismos de perda de calor subsequentes: ( ) Radiação: transferência de calor corporal para superfícies frias do ambiente que não estão em contato com o corpo (ex.: as paredes da incubadora). ( ) Condução: perda de calor por contato direto de um corpo com o outro. ( ) Convecção: envolve a perda de calor através do movimento do ar ao passar pela superfície da pele. ( ) Evaporação: perda de calor durante a conversão do estado líquido para o gasoso, através da pele e do trato intestinal. a) F, V, V, V. b) V, F, V, F. c) V, V, F, V. d) V, V, V, F. e) F, F, V, V. 7. (RESMULTI/UFC/2019) Todo recém-nascido deve ser mantidoem ambiente de termoneutralidade, ou seja, na faixa de temperatura ambiente na qual a taxa metabólica é mínima e a temperatura corporal é mantida sem alteração na produção ou perda de calor. Controlar a temperatura dos recém- nascidos, especialmente dos pré-termo, resulta em maior sobrevida e melhor prognóstico. A sobrevivência e as morbidades dos RNs estão intimamente ligadas à manutenção da temperatura corporal. Um desequilíbrio na temperatura corporal pode resultar em danos para sua saúde. Marque a alternativa correta sobre medidas para evitar a perda de calor do recém- nascido. a) RNPT abaixo de 34 semanas, não secar e envolver o corpo abaixo do pescoço em saco de polietileno. 7. (RESMULTI/UFC/2019) b) Transportar o RN nos braços, garantindo um melhor aquecimento e monitorando a temperatura. Somente pesar o RNPT caso a temperatura esteja maior que 36°C. c) Dar banho no RN logo após o nascimento com água morna para colaborar com a elevação da temperatura; em situações especiais, somente após estabilidade térmica e deve ser acompanhado do contato pele a pele. d) Prestar os cuidados imediatos ao recém-nascido de baixo peso (RNBP), ao recém-nascido prematuro (RNPT) ou ao recém-nascido a termo (RNT) que não está bem em berço comum e transportar o RN nos braços com cuidados aumentando o aquecimento do RN. Realizar o clampeamento do cordão umbilical entre um e cinco minutos ou de forma fisiológica quando cessar a pulsação, exceto se houver alguma contraindicação em relação ao cordão ou necessidade de reanimação neonatal. Se o recém-nascido necessitar de ressuscitação básica, iniciar com ar ambiente. Minimizar a separação do recém-nascido e sua mãe, levando em consideração as circunstâncias clínicas. Estimular as mulheres a terem contato pele-a-pele imediato com a criança logo depois do nascimento*. Cobrir a criança com um campo ou toalha morna para mantê-la aquecida enquanto mantém o contato pele a pele. C o n d u ta s n a as si st ên ci a im ed ia ta a o R N *O contato pele a pele imediatamente depois do nascimento, em temperatura ambiente de 26 °C, reduz o risco de hipotermia em RNs a termo que nascem com respiração espontânea e não necessitam de ventilação, desde que cobertos com campos preaquecidos. Nesse momento, pode-se iniciar a amamentação (BRASIL, 2012; 2014). Estimular o início precoce do aleitamento materno, idealmente na primeira hora de vida. Registrar a circunferência cefálica, a temperatura corporal e o peso depois da primeira hora de vida. Realizar exame físico inicial para detectar qualquer anormalidade física maior e para identificar problemas que possam requerer transferência**. Avaliar o índice de Apgar no 1º e no 5º minutos de vida, rotineiramente.C o n d u ta s n a as si st ên ci a im e d ia ta a o R N **Assegurar que qualquer exame, intervenção ou tratamento da criança seja realizado com o consentimento dos pais e em sua presença ou, se isso não for possível, com o seu conhecimento (BRASIL, 2017a). avaliação transicional durante os períodos de reatividade avaliação da idade gestacional exame físico sistemático avaliação inicial: índice de apgar Fases da avalição física depois do nascimento Recém-nascidos exigem observação habilidosa e completa para se adaptar satisfatoriamente à vida extrauterina. A avaliação física depois do nascimento pode ser dividida em quatro fases (HOCKENBERRY; WILSON, 2014): 8. (Residência em Enfermagem Obstétrica/COREMU/UFF/2020) No decorrer do exame físico de recém-nascidos, uma das preocupações do enfermeiro é o estilo de choro que o bebê produz. Sobre esse aspecto, o choro referente aos processos infecciosos e desconforto respiratório é: a) chiado com secreção. b) forte e agudo. c) fraco ou gemente. d) monótono e intermitente. 9. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2018) O exame físico do recém-nascido visa à prevenção, à identificação e ao tratamento de doenças. Desse modo, também é necessário identificar sinais não comuns. É considerado achado incomum na pele: a) manchas mongólicas. b) eritema tóxico. c) melanose pustular. d) dermatite atópica. e) milium sebáceo. 10. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2019) O exame físico do recém-nascido fornece informações de saúde e oportuniza a identificação de sinais de normalidade e anormalidade. Em relação aos sinais detectados no exame do recém-nascido nas primeiras 24 horas de vida, é correto afirmar: a) Batimento de asas de nariz, na ausência de choro, é sinal de normalidade. b) Sopros cardíacos, especialmente no primeiro dia de vida, indicam possível doença cardíaca importante. c) Ausência de ruídos hidroaéreos indica sinal de alerta para anormalidade. d) Aparência azulada dos testículos, quando observados através do escroto, é sinal de torção. e) Secreção vaginal mucoide, com raias de sangue, indica anormalidade. O método mais utilizado para avaliar a adaptação imediata do recém- nascido à vida extrauterina é o sistema de pontuação Apgar, que é baseado na frequência cardíaca, no esforço respiratório, no tônus muscular, na irritabilidade reflexa e na cor (HOCKENBERRY; WILSON, 2014). na observação da frequência cardíaca; no tônus muscular; no esforço respiratório; na irritabilidade reflexa e na cor. O índice baseia-se: Avaliar o Apgar no 1º e no 5º minutos Ín d ic e d e A p ga r Frequência cardíaca ausente lenta < 100 bpm normal > 100 bpm; Esforço respiratório ausente irregular (lento, choro fraco) regular (bom e forte); Tônus muscular flacidez total alguma flexão dos membros nas extremidades boa movimentação; Irritabilidade reflexa ausente alguma reação (careta) choro, espirro; Cor cianose, palidez cutânea corpo róseo, extremidades cianóticas completamente rosa. 0 1 2 1º minutos de vida 5º minutos de vida Parâmetros devem ser avaliados: Caso a pontuação esteja ↓ de 7 no 5º minutos de vida o RN deve ser reavaliado a cada 5 minutos até 20 minutos de vida A cada item atribui-se um escore de 0, 1 ou 2. As avaliações de todas as cinco categorias são feitas em um e cinco minutos depois do nascimento e repetidas até a condição do recém-nascido estabilizar. Os escores totais de 0 a 3 representam sofrimento grave, escores de 4 a 6 significam dificuldade moderada, e escores de 7 a 10 indicam ausência de dificuldade de adaptação à vida extrauterina. Essas informações estão no esquema a seguir (HOCKENBERRY; WILSON, 2014). A maior parte das questões sobre o índice de Apgar explora a pontuação desse indicador. Nesse sentido, é interessante lembrarmos dos seguintes detalhes: função ausente 0 ponto função presente, mas alterada 1 ponto função presente e normal 2 pontos Classificação do Índice de Apgar Sofrimento grave Sofrimento moderado Ausência de dificuldade na adaptação à vida extrauterina 0 a 3 pontos 4 a 6 pontos 7 a 10 pontos Classificação do índice de Apgar O índice de Apgar é influenciado pelo grau de imaturidade fisiológica, infecção, malformações congênitas, sedação ou analgesia materna e distúrbios neuromusculares (HOCKENBERRY; WILSON, 2014). 11. (Residência de Enfermagem em Neonatologia/PRIMAPS/UFTM/2019) Após o nascimento de um recém-nascido deve-se avaliar a vitalidade ao nascer. Considera-se boa vitalidade, quando o recém-nascido é: a) termo, respira ou chora, mecônio ausente e tônus muscular em flexão. b) termo, respira ou chora e apresenta tônus muscular em flexão. c) termo, respira ou chora, mecônio ausente e tônus muscular em extensão. d) termo ou pós-termo, respira ou chora, mecônio ausente e tônus muscular em extensão. e) termo, respira ou chora, mecônio ausente e reflexos primitivos. 12. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFF/2020) O índice de Apgar, um dos parâmetros utilizados na avaliação do recém-nascido na sala de parto: a) avalia apenas quatro sinais: frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular e cor. b) é aplicado inicialmente no 3º e 5º minutos de vida, e os escores atribuídos por esseíndice são de 1 a 3, de acordo com os aspectos avaliados, somando um total de até doze pontos finais. c) deve ser verificado a cada 5 minutos quando é menor que 7 no 5º minuto. d) deve ser usado para avaliar a necessidade de reanimação do recém- nascido. 13. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) O boletim de Apgar é utilizado para avaliar o ajuste imediato do recém-nascido à vida extrauterina. Nele, são avaliados a frequência cardíaca, a respiração, o tônus muscular, a irritabilidade reflexa e a cor da pele. O somatório da pontuação (no mínimo 0 e no máximo 10) resultará no índice de Apgar. Ele é útil para avaliar a resposta do recém nascido e é aplicado inicialmente no primeiro e no quinto minutos de vida e, se necessário, no décimo, décimo quinto e vigésimo minutos. Um RN que apresente no primeiro minuto de vida frequência cardíaca < 100 BPM, respiração irregular, alguma flexão de extremidade, espirros e corpo róseo com extremidades cianóticas terá uma nota de Apgar igual a: a) 9. b) 8. c) 7. d) 6. 14. (RESMULTI/UFC/2019) O Índice ou escore de Apgar permite uma avaliação rápida da transição do recém-nascido (RN) para a existência extra uterina, com base em sinais que indicam o estado fisiológico do RN. Sobre o Índice ou escore de Apgar é correto afirmar que: a) Pontuações de 7 a 10 indicam que o neonato está em sofrimento grave. b) O índice de Apgar tem como base quatro parâmetros: frequência cardíaca, cor, tônus e esforço respiratório. c) Se a reanimação for necessária, deve ser iniciada antes da determinação do índice de Apgar no primeiro minuto. d) Pontuações de 0 (zero) a 3 (três) indicam que o neonato está tendo dificuldade mínima ou nenhuma na adaptação a vida extra uterina. 15. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2019) Bebês pós maduros, também denominados pós-data, podem apresentar sofrimento fetal, aspiração de mecônio, policitemia e hipoglicemia neonatal. Essas intercorrências são comumente resultantes de: a) insuficiência placentária. b) emergência obstétrica. c) trauma no parto. d) indução inoportuna do parto. e) complicações cardíacas. Pinçamento e secção do cordão umbilical Identificação do RN Administrar Vitamina K Profilaxia da oftalmia Neonatal Determinar medidas antropométricas Assistência Imediata ao RN Seguem algumas informações acerca da vitamina K e do Nitrato de prata, de acordo com as recomendações das Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal (BRASIL, 2017a). As manifestações clínicas predominantes da carência da vitamina K hemorragias; decorrentes da não ativação das proteínas dependentes da vitamina. Apesar de ocorrer em qualquer faixa etária, o recém-nascido é mais susceptível à doença, por apresentar níveis mais baixos de fatores da coagulação e menores reservas de vitamina K (FIGUEIREDO et al., 1998). De acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal (2017a), todos os recém-nascidos devem receber vitamina K para a profilaxia da doença hemorrágica. Vitamina K (fitomenadiona) via intramuscular (IM); *Esse método apresenta a melhor relação de custo-efetividade. dose única de 1 mg;* Se os pais recusarem a administração intramuscular, deve ser oferecida a administração oral da vitamina K, e eles devem ser advertidos de que esse método deve seguir as recomendações do fabricante e exige múltiplas doses. uma dose de 2 mg 2 mg ao nascer ou logo depois; entre o 4º e o 7º dia. Vitamina K (fitomenadiona) via oral (VO) Para recém-nascidos em aleitamento materno exclusivo, em adição às recomendações para todos os neonatos, uma dose de 2 mg via oral deve ser administrada 4 a 7 semanas depois, por causa dos níveis variáveis e baixos da vitamina K no leite materno e da produção endógena inadequada (BRASIL, 2017a). Profilaxia da Oftalmia Neonatal Fonte: BRASIL, 2020.Fonte: BRASIL, 2017.Fonte: BRASIL, 2014. Profilaxia da Oftalmia Neonatal Essa doença é um agravante para a saúde dos RNs devido ao risco de perfurar o globo ocular e de cegueira. Eles podem contraí-la durante o nascimento no contato com as secreções maternas contaminadas por diferentes agentes microbianos, como as transmitidas sexualmente. Esses principais agentes são: a Neisseria gonorrhoeae, que ocasiona a forma mais grave da doença, e a Chlamydia trachomatis, a forma mais comum. Conjuntivite neonatal Oftalmia neonatal identificada nos recém- nascidos secreção purulenta edema eritema Sintomas BRASIL, 2014 Instilar uma gota de nitrato de prata a 1% no fundo do saco lacrimal inferior de cada olho 1ª hora depois do nascimento, tanto no parto vaginal quanto no cesáreo BRASIL, 2017 pomada de eritromicina a 0,5% e, como alternativa, a tetraciclina a 1% até quatro horas depois do nascimento O nitrato de prata a 1% só deve ser aplicado quando não houver disponibilidade de eritromicina ou tetraciclina BRASIL, 2020 nitrato de prata a 1% 1ª hora depois do nascimento ou tetraciclina a 1% (colírio) P ro fi la xi a d a O ft al m ia N e o n at al 16. (RESMULTI/UFC/2019) O atendimento ao recém-nascido a termo saudável na sala de parto tem sofrido uma série de modificações nos últimos anos e um dos objetivos é diminuir o excesso de intervenções a ele aplicadas logo após o nascimento. Sobre a assistência prestada ao recém-nascido (RN) imediatamente após o parto é correto afirmar: a) Realizar o índice de Apgar no primeiro e quinto minutos de vida, somente nos RN´s que apresentarem dificuldade respiratória ou hipotonia. b) Os recém-nascidos devem receber vitamina K para a profilaxia da doença hemorrágica, apenas se os pais assim desejarem, e em caso positivo a vitamina K deve ser administrada por via intradérmica, na dose única de 1 mg. 16. (RESMULTI/UFC/2019) c) Recomenda-se a aspiração orofaringeana e nasofaringeana sistemática do recém-nascido saudável, bem como, recomenda-se realizar a passagem sistemática de sonda nasogástrica e retal para descartar atresias no recém- nascido saudável. d) A profilaxia da oftalmia neonatal deve ser realizada de rotina nos cuidados com o recém-nascido e o tempo de administração dessa profilaxia pode ser ampliado em até 4 horas após o nascimento, sendo recomendada a utilização da pomada de eritromicina a 0,5% e, como alternativa, tetraciclina a 1% para realização da profilaxia da oftalmia neonatal. A utilização de nitrato de prata a 1% deve ser reservado apenas em caso de não se dispor de eritromicina ou tetraciclina. 17. (Residência em Enfermagem Obstétrica/SMS do Rio de Janeiro-RJ/2019) Se, ao nascimento, verifica-se que o recém-nascido(RN) é a termo, está respirando ou chorando e com tônus muscular em flexão, sem a presença de líquido amniótico meconial, a criança apresenta boa vitalidade e não necessita de qualquer manobra de reanimação. Nesse caso, iniciam-se os cuidados de rotina na sala de parto. O cuidado instituído após o nascimento com o intuito de prevenir a oftalmia gonocócica é a: a) aplicação da vitamina K; b) profilaxia com colírio lubrificante; c) limpeza ocular com água destilada; d) profilaxia com colírio de nitrato de prata a 1%. São cuidados prestados no alojamento conjunto Evitar a separação mãe-filho na primeira hora após o nascimento para procedimentos de rotina tais como, pesar, medir e dar banho; imunização com BCG e Hepatite B; higiene do coto umbilical (com álcool a 70%); exame físico; estímulo ao aleitamento materno. Seguem abaixo as condutas relacionadas com a assistência mediata do RN: Assistência Mediata ao RN 18. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) Os cuidados com a pele de recém-nascidos, lactentes e crianças devem buscar preservar a integridade cutânea, prevenir toxicidades e evitar exposições químicas e outras, que sejam prejudiciais à pele. São aspectos que devem ser considerados nos cuidados a serem prestados com a pele de recém-nascidos: a) realizar o banho rotineiramente, como método preventivo de infecções, recomendado para logo após o nascimento. b) utilizar álcool a 70% no cotoumbilical nos primeiros dez dias de vida ou até o coto umbilical cair, como método preventivo de infecções. c) limpar as evacuações da região perianal do recém-nascido com lenços umedecidos após cada eliminação fecal. d) usar óleos ou loções umectantes após o banho para manter a hidratação da pele e evitar descamações. 19. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) Uma enfermeira de plantão na unidade de terapia neonatal (UTIN) admite um recém-nascido pré- termo (RNPT) e inicia o planejamento dos cuidados a serem prestados pela enfermagem. Em relação aos cuidados com o neonato, para o manejo da pele deste é importante saber que: a) o uso de sabão alcalino ou com hexaclorofeno é a forma eficaz de manutenção do manto ácido cutâneo do RNPT, em razão da elevada fragilidade e sensibilidade de sua pele. b) no tratamento do coto umbilical deve-se utilizar exclusivamente a clorexidina alcoólica a 2%. Não se deve usar iodopovidona pelo risco de absorção sistêmica do iodo e surgimento de hipotireoidismo transitório. 19. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) c) os curativos semipermeáveis podem ser utilizados para fixar acessos intravenosos, sondas gástricas, cateteres, mas deve-se evitar sua remoção por pelo menos 24 horas após sua aplicação. d) o uso de emolientes melhora as condições da pele do RNPT e diminui o risco de infecção por estafilococos coagulase negativo. No entanto, deve-se evitar o uso de emolientes à base de petrolato sem corante, pelo risco aumentado de irritação grave na pele. Recém-nascido: conceito e classificação RECÉM-NASCIDO Toda criança nascida viva com até 28 dias de vida extrauterina. CLASSIFICAÇÃO idade gestacional; peso ao nascer. CLASSIFICAÇÃO idade gestacional RN a termo: 37s a 41s 6d; RN pré-termo: até 36s 6d; RN pós-termo: com 42s ou mais. A criança que nasce com peso menor de 2.500g é considerada com baixo peso. Já caiu em prova! Em relação ao peso do recém-nascido, temos: • baixo peso < 2.500g; • muito baixo peso < 1.500g; • extremo baixo peso < 1.000g. 20. (Residência em Saúde Uni/Multiprofissional/COPERVES/UFSM/2020) Em relação à prematuridade, nascer antes do tempo e nascer muito pequeno não é o desejado para nenhum recém nascido (RN); porém, um número significativo de recém-nascidos acaba chegando ao mundo antes do tempo previsto. Sabe-se que o recém-nascido prematuro apresenta maiores suscetibilidades fisiológicas, metabólicas, psicológicas. Com relação a esse contexto, considere as afirmativas a seguir. I - É considerado recém-nascido pré-termo (RNPT) todo bebê que nasceu antes de 36 semanas e 6 dias de gestação. II - A idade corrigida do recém-nascido é utilizada para o calendário de vacinas. 20. (Residência em Saúde Uni/Multiprofissional/COPERVES/UFSM/2020) III - Ao nascer de forma prematura, o bebê apresenta nível de desenvolvimento compatível com sua idade gestacional, sendo utilizada a idade corrigida para avaliação do crescimento e desenvolvimento. IV - São considerados de maior risco todos os recém-nascidos com peso abaixo de 2.000g ao nascer e de extremo risco aqueles que nasceram com menos de 1.000 g e/ou Idade Gestacional menor do que 30 semanas. Está(ão) correta(s): a) Apenas II. c) Apenas I e IV. e) I, II, III e IV. b) Apenas I e III. d) Apenas II e III. 21. (Residência Multiprofissional em Saúde da Família/UEFS/2020) O recém-nascido (RN) é a criança que se encontra no período correspondente do nascimento até o: a) 28º dia de vida. b) 15º dia de vida. c) 29º dia de vida d) 20º dia de vida. e) 30º dia de vida. 22. (Residência Uni/Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) Considerando que o Ministério da Saúde preconiza que o recém-nascido prematuro precisa ter a idade gestacional corrigida para prematuridade, é incorreto afirmar: a) A idade gestacional corrigida para prematuridade é utilizada para a introdução da dieta complementar, feita a partir de 6 meses (idade corrigida). b) Utilizada para a avaliação do crescimento (peso, estatura e perímetro cefálico) e para o desenvolvimento (motor, linguagem), geralmente até os 2 anos de idade. c) É calculada usando o referencial de 40 semanas e descontado a idade gestacional em semanas. A diferença encontrada é o tempo que faltou para a idade de termo. 22. (Residência Uni/Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) d) Deverá ser corrigida em todos os recém-nascidos prematuros com idade gestacional ≤ 35 semanas. e) A idade gestacional do recém-nascido prematuro geralmente é corrigida até 2 anos de idade e até 3 anos, se o idade gestacional for menor do que 28 semanas. 23. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) Um neonato de alto risco pode ser definido como um recém-nascido (RN), independentemente da idade gestacional ou do peso de nascimento, que tem chance média maior de morbidade ou mortalidade devido a condições ou circunstâncias associadas ao nascimento e ao ajuste à adaptação extrauterina. Em relação ao RN de alto risco, analise as afirmativas abaixo. I A hidratação adequada é importante no RN pré-termo porque seu conteúdo de água extracelular é mais alto (70% em RN a termo e até 90% em RN pré-termo), sua superfície corporal é maior e a capacidade de lidar com mudanças de líquidos é limitada devido à imaturidade dos rins. II Quando várias amostras de sangue precisam ser retiradas do RN, é importante manter registro acurado da quantidade de sangue colhida, especialmente no RN de peso muito baixo e no RN de peso extremamente baixo ao nascimento, que pode adoecer mais por ter seu suprimento de sangue depletado durante a fase aguda da doença. 23. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) III O uso de incubadoras de parede simples associada a uma atmosfera de baixa umidade melhora significativamente a capacidade do RN de manter uma temperatura desejável e reduz a perda de calor por radiação. IV O leite materno produzido pelas mães cujos RN nascem antes do termo contém concentrações mais baixas de proteínas, sódio, cloreto e imunoglobulina A, pois esses recém-nascidos são incapazes de mamar ao seio por demonstrar maior incidência de queda de saturação de oxigênio e bradicardia em relação ao uso da mamadeira. Entre as afirmativas, estão corretas: a) I e IV. b) I e II. c)II e III. d) III e IV. Icterícia fisiológica surge após 48 - 72h e tem como causa a imaturidade das células hepáticas/hemólise exagerada. A icterícia constitui-se em um dos problemas mais frequentes no período neonatal e corresponde à expressão clínica da hiperbilirrubinemia. De acordo com o Manual de Atenção à Saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde voltado para intervenções comuns, icterícia e infecções, hiperbilirrubinemia é a concentração sérica de bilirrubina indireta (BI) maior do que 1,5 mg/dl ou de bilirrubina direta (BD) maior do que 1,5 mg/dl, desde que represente mais de 10% do valor de bilirrubina total (BT) (BRASIL, 2014c). A presença de icterícia, antes de 24 horas de vida, ou de valores de BT > 12 mg/dl, independentemente da idade pós-natal, alerta para a investigação de processos patológicos. Fonte: BRASIL, 2014c. O sucesso depende da transformação fotoquímica da bilirrubina nas áreas expostas à luz. Modalidade terapêutica mais utilizada mundialmente para o tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal. Essas reações alteram a estrutura da molécula de bilirrubina e permitem que os fotoprodutos sejam eliminados pelos rins ou pelo fígado, sem sofrerem modificações metabólicas. Portanto, o mecanismo de ação básico da fototerapia é a utilização de energia luminosa na transformação da bilirrubina em produtos mais hidrossolúveis. As formas de tratar a icterícia em recém-nascidos incluem a fototerapia, a exsanguineotransfusão e, em alguns casos, a imunoglobulina standard endovenosa. O papel da equipe de enfermagem em relação ao RN submetido à fototerapia é de garantir a segurança e a eficácia do tratamento e de evitar complicações (BRASIL, 2014c; GUTIERREZ, 2019). Fototerapia Existem diversos aparelhos defototerapia disponíveis no mercado nacional com diferentes tipos de lâmpadas e distância da pele. Seguem as principais recomendações para fototerapia, de acordo com o Guia para os Profissionais de Saúde sobre Atenção à Saúde do Recém-nascido (BRASIL, 2014c). proteger os olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; verificar a temperatura corporal a cada 3 horas para detectar hipotermia ou hipertermia, e o peso diariamente; Cuidados durante a Fototerapia Cuidados durante a Fototerapia aumentar a hidratação aumentar a hidratação, pois a fototerapia com lâmpada fluorescente ou halógena pode provocar elevação da temperatura; cobrir a solução parenteral e o equipo com papel alumínio ou usar extensores impermeáveis a luz; adotar a prática da descontinuidade da fototerapia durante a alimentação, inclusive com a retirada da cobertura dos olhos, desde que a bilirrubina não esteja muito elevada. Indicações Exsanguineotransfusão A exsanguineotransfusão é indicada quando houver necessidade de (BRASIL, 2014c): Diminuir os níveis séricos de bilirrubina e reduzir o risco de lesão cerebral; (kernicterus). Remover as hemácias com anticorpos ligados a sua superfície e os anticorpos livres; circulantes Corrigir a anemia e melhorar a função cardíaca nos RNs hidrópicos por doença hemolítica 24. (RESMULTI/UFC/2019) A icterícia constitui-se em um dos problemas mais frequentes no período neonatal e corresponde à expressão clínica da hiperbilirrubinemia. As formas de terapia mais utilizadas no tratamento da hiperbilirrubinemia indireta compreendem a fototerapia e exsanguineotransfusão. Marque a alternativa que apresenta os cuidados que devem ser seguidos durante o uso de fototerapia. a) Verificar a temperatura corporal a cada quatro horas; diminuir a oferta hídrica. b) Verificar a temperatura corporal a cada seis horas; não há necessidade de cobrir a solução parenteral e o equipo com papel alumínio ou usar extensores impermeáveis à luz. 24. (RESMULTI/UFC/2019) c) Verificar a temperatura corporal a cada três horas; aumentar a oferta hídrica; proteger os olhos com cobertura radiopaca; cobrir a solução parenteral e o equipo com papel alumínio ou usar extensores impermeáveis à luz. d) Verificar a temperatura corporal a cada quatro horas; não utilizar ou suspender a fototerapia se os níveis de bilirrubina direta estiverem elevados ou se houver colestase; cobrir a solução parenteral e o equipo com papel alumínio ou usar extensores impermeáveis à luz. 25. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) A icterícia neonatal é a condição fisiológica mais comum encontrada em recém-nascidos (RNs). Cerca de 60% dos RNs a termo, saudáveis, e até mesmo um percentual maior de crianças amamentadas com leite materno, apresentam algum grau de icterícia visível na primeira semana de vida. Na sua classificação, utiliza-se como critério o acometimento de áreas corporais, denominadas como “zonas”. Desta forma, considera-se que o RN que apresente acometimento de cabeça, pescoço e tórax até a linha umbilical encontra-se na zona: a) 1. b) 2. c) 3. d) 4. 26. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) Assinale a alternativa correta quanto à icterícia neonatal: a) A icterícia abaixo do umbigo é sinal de alerta. b) A icterícia fisiológica (após 24h de vida) deve ser encaminhada imediatamente para hospital. c) A icterícia do leite materno não é motivo de interrupção da amamentação. d) A febre está ausente. 27. (RESMULTI/UFC/2019) A icterícia constitui-se em um dos problemas mais frequentes no período neonatal e corresponde à expressão clínica da hiperbilirrubinemia. Na prática, 98% dos RN apresentam níveis séricos de bilirrubina indireta (BI) acima de 1mg/dL durante a primeira semana de vida, o que, na maioria das vezes, reflete a adaptação neonatal ao metabolismo da bilirrubina. É a chamada hiperbilirrubinemia fisiológica. Sobre icterícia neonatal, leia os itens abaixo: I. Presença de icterícia antes de 24 horas de vida e valores de BT >12mg/dL, independentemente da idade pós-natal, alerta para a investigação da causa. II. A icterícia por hiperbilirrubinemia indireta apresenta progressão céfalo- caudal. 27. (RESMULTI/UFC/2019) III. Na presença de cefalohematoma, equimoses ou outros sangramentos, a hiperbilirrubinemia se manifesta 48 a 72 horas após o extravasamento sanguíneo, e pode causar icterícia prolongada. IV. As formas de terapia mais utilizadas no tratamento da hiperbilirrubinemia indireta compreendem a fototerapia e a exsanguineotransfusão. Marque a alternativa correta. a) Apenas os itens I, II e III estão corretos. b) Apenas os itens I, III e IV estão corretos. c) Apenas os itens II, III e IV estão corretos. d) Os itens I, II, III e IV estão corretos. Exames de Triagem Neonatal Todo bebê que nasce no Brasil tem direito de ser submetido gratuitamente a alguns exames muito importantes para a saúde. São as triagens neonatais universais (TNU) que têm repercussão transversal às redes temáticas prioritárias do SUS, em especial, à Rede Cegonha, à Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas e à Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. A implantação das TNU tem o objetivo de identificar distúrbios e/ou doenças em RNs e lactentes em tempo oportuno, a fim de intervir de forma adequada e garantir o tratamento e o acompanhamento contínuo, com vistas a reduzir a morbimortalidade e melhorar a qualidade de vida das crianças (BRASIL, 2018a). realizado entre o 3º e o 5º dias de vida do bebê e detecta precocemente seis doenças congênitas realizado antes da alta da maternidade e duas a três vezes ao ano nos três primeiros anos de vida; detecta deficiências visuais realizado, de preferência, nos primeiros dias de vida (24 a 48 horas), na maternidade e até o 1º mês de vida; detecta deficiência auditiva. realizado entre 24 e 48 horas de vida, na maternidade, em RNs com idade gestacional superior a 34 semanas; detecta cardiopatias congênitas críticas Teste do Pezinho Exames de Triagem Neonatal Teste do Olhinho Teste da Orelhinha Teste do Coraçãozinho Teste da Linguinha realizado entre 24 e 48 horas de vida na maternidade; detecta a anquiloglossia Exames de Triagem Neonatal Vejamos as principais características e recomendações do teste do pezinho, conforme disposições do manual técnico para triagem neonatal biológica (BRASIL, 2016): • Recomenda-se que o período ideal de coleta da primeira amostra esteja compreendido entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê, devido às especificidades das doenças diagnosticadas atualmente. Fonte: MACEDO - UFPE, 2016. Teste do Pezinho • Punção da face lateral do calcanhar do bebê para obtenção de amostras de sangue colhidas em papel filtro. Para que haja uma boa circulação de sangue nos pés da criança, suficiente para a coleta, o calcanhar deve sempre estar abaixo do nível do coração. Obs.: Deve ser considerada como uma condição de exceção toda coleta realizada após o 28º dia de vida, mesmo que não recomendada, por se tratar de um exame fora do período neonatal. FIGURA - Locais para coleta da amostra. Fonte: BRASIL, 2016. Fonte: BRASIL, 2016. FIGURA - Exemplo de coleta adequada. Detecta Precocemente 6 Doenças Congênitas fenilcetonúria hipotireoidismo congênito fibrose cística hiperplasia adrenal congênita deficiência de biotinidase doença falciforme e outras hemoglobinopatias O teste do pezinho detecta precocemente 6 doenças congênitas: Exame do Reflexo Vermelho (Teste do Olhinho) Capaz de identificar a presença de diversas enfermidades visuais como: retinopatia da prematuridade; retinoblastoma; catarata congênita; Glaucoma; Infecções; traumas do parto; cegueira. Todos os RNs devem ser submetidos ao TRV antes da alta da maternidade e pelo menos 2 a 3 vezes ao ano nos 3 primeiros anos de vida. Fonte: BRASIL, 2016b. Exame do Reflexo Vermelho (Teste do Olhinho) Importante é que o oftalmoscópio ilumine os dois olhos simultaneamente,para se observar o reflexo vermelho nos dois olhos; se for notado um reflexo diferente entre os olhos ou a presença de opacidade; criança deverá ser avaliada por um oftalmologista com urgência, pois poderá ter problemas. Fonte: BRASIL, 2016b. Exame do Reflexo Vermelho (Teste do Olhinho) FIGURA - Reflexo vermelho presente (simétricos) em ambos os olhos: Reflexo normal em ambos os olhos (SBP, 2018). Exame do Reflexo Vermelho (Teste do Olhinho) FIGURA - Reflexo vermelho duvidoso (assimétricos). Estrabismo: reflexo brilhante e mais claro no OE estrábico (SBP, 2018). Triagem Auditiva Neonatal (Teste da Orelhinha) Triagem Auditiva Neonatal Teste da Orelhinha FINALIDADE identificação o mais precocemente possível da deficiência auditiva nos neonatos e lactentes. Consiste teste e reteste, com medidas fisiológicas e eletrofisiológicas da audição. Objetivo de encaminhá-los para diagnóstico dessa deficiência, e intervenções adequadas. Deve ser realizado, preferencialmente, nos primeiros dias de vida (24 a 48 horas) na maternidade, e, no máximo, durante o primeiro mês de vida. Fonte: BRASIL, 2012b. Triagem Auditiva Neonatal (Teste da Orelhinha) Fonte: BRASIL, 2012. utiliza-se o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE); Para os neonatos e lactentes SEM indicador de risco utiliza-se o teste de Peate-Automático ou em modo triagem (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico). Para os neonatos e lactentes COM indicador de risco ATENÇÃO! Caso não se obtenha resposta satisfatória (falha) em neonatos e lactentes sem indicador de risco, repetir o teste de EOAE, ainda nesta etapa de teste. Caso a falha persista, realizar de imediato o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (Peate-Automático ou em modo triagem). 28. (Residência Multiprofissional em Saúde da Família/UEFS/2020) O Teste do Pezinho é um exame inserido no Programa Nacional de Triagem Neonatal que detecta mais de 50 doenças, no entanto, as doenças obrigatórias no Sistema Público no Brasil, são: a) Hipertireoidismo congênito, fenilcetonúria, anemia falciforme, fibrose cística. b) Fenilcetonúria, sífilis congênita, anemia falciforme, fibrose cística. c) Fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. d) Hipotireoidismo, fenilcetonúria, anemia falciforme, fibrose cística. e) Febre reumática, hipotireoidismo, fenilcetonúria, fibrose cística, hemoglobinopatias. 29. (RESMULTI/UFC/2020) Um recém-nascido a termo é avaliado pelo enfermeiro do alojamento conjunto, que procede com as informações à equipe para realização da triagem neonatal, conhecida como “teste do pezinho”. São orientações pertinentes sobre esta ferramenta de prevenção a saúde, de acordo com o Manual Técnico de Triagem Neonatal Biológica do Ministério da Saúde (2016): a) O teste deve ser realizado até o 10º dia de vida do bebê. b) O teste possibilita a identificação precoce de doenças infecciosas, metabólicas, genéticas, enzimáticas, endocrinológicas. 29. (RESMULTI/UFC/2020) c) Crianças que não tenham realizado o teste no período neonatal devem ser avaliadas para orientação e investigação diagnóstica específica. d) As amostras residuais de sangue seco não podem ser descartadas em lixo comum, sendo consideradas material biológico com necessidades de descarte especial. 30. (Residência Multiprofissional/UPENET/IAUPE/UPE/2020) Sobre as Triagens Neonatais Universais (TNU), que integram o eixo estratégico de Atenção Humanizada e Qualificada à Gestação, ao Parto, ao Nascimento e ao Recém-Nascido da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiro e F nas Falsas. ( ) As TNU têm como objetivo identificar distúrbios e/ou doenças em recém- nascidos e lactentes em tempo oportuno, para intervenção adequada, garantindo tratamento e acompanhamento contínuo, conforme estabelecido nas linhas de cuidado, com vistas a reduzir a morbimortalidade e melhorar a qualidade de vida. 30. (Residência Multiprofissional/UPENET/IAUPE/UPE/2020) ( ) O Teste do pezinho é realizado por meio da coleta e análise de amostras biológicas, coletadas entre o 3º o 5º dia de vida, para rastreio dos seguintes distúrbios congênitos e hereditários: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. ( ) A Triagem Neonatal Auditiva, ou Teste da Orelhinha, utiliza o teste de Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico (Peate) para identificar deficiências auditivas em todos os neonatos e lactentes. Deve ser realizada na maternidade, antes da alta hospitalar, entre 24 e 48 horas de vida. ( ) O Teste do Coraçãozinho deve ser realizado de forma universal, nos recém-nascidos, entre 24 e 48 horas de vida, antes da alta hospitalar, conforme regulamentação por meio da Portaria n.º 20, de 10 de junho de 2014. 30. (Residência Multiprofissional/UPENET/IAUPE/UPE/2020) Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA. a) V, V, V, V. b) V, F, F, V. c) V, V, F, V. d) F, F, V, F. e) F, V, F, F. ANULADA Triagem do Frênulo Lingual (Teste da Linguinha) A Nota Técnica do Ministério da Saúde nº 09 de 2016 informa que a Triagem do Frênulo Lingual (teste da linguinha) tem o objetivo de (BRASIL, 2016c: Caracteriza-se Anquiloglossia por um frênulo lingual anormalmente curto que pode restringir, em diferentes graus, os movimentos da língua e deve ser realizado antes da alta hospitalar (24/48h de vida do RN) A espessura, elasticidade e local de fixação do frênulo na língua e no assoalho da boca podem variar amplamente. Teste da Oximetria de pulso (Teste do Coraçãozinho) De acordo com a Portaria do Ministério da Saúde (MS) nº 20/2014, deve-se aferir a oximetria de pulso (teste do coraçãozinho) em todo recém-nascido aparentemente saudável com idade gestacional > 34 semanas, antes da alta da unidade neonatal (BRASIL, 2014e). Membro Superior Direito (MSD) e em um dos Membros Inferiores (MI). Para a adequada aferição, é necessário que o recém-nascido esteja com as extremidades aquecidas e o monitor evidencie uma onda de traçado homogêneo. Local de aferição Momento da aferição: entre 24 e 48 horas de vida, antes da alta hospitalar. O resultado do exame pode ser da seguinte forma: Saturação periférica ≥ 95% em ambas as medidas diferença menor de 3% nas medidas do MSD e MI Teste normal Saturação periférica < 95% em qualquer medida diferença ≥ de 3% nas medidas do MSD e MI Repetir o teste Dentro de 1 hora Se persistir a alteração TESTE POSITIVO Ecocardiograma dentro das 24 horas seguintes Fonte: BRASIL, 2018b. OU Fonte: SBP, 2012. FIGURA - Exemplo de um oxímetro de pulso utilizado para aferição da saturação periférica de oxigênio. Fonte: SBP, 2012. FIGURA - Sensor do oxímetro sendo colocado na mão direita do recém-nascido. Fonte: SBP, 2012. FIGURA - Oximetria de pulso aferida no pé direito mostrando uma saturação periférica de 96%. Observação: Nos casos que necessitar fazer o ecocardiograma, o profissional de saúde não deve dar alta ao RN até que o diagnóstico esteja esclarecido (BRASIL, 2018b). Nos casos que necessitar fazer o ecocardiograma o profissional de saúde não deve dar alta ao RN o diagnóstico esteja esclarecido. ATÉ Fonte: (BRASIL, 2018b). 31. (Residência em Enfermagem/CEPUERJ/UERJ/2019) A oximetria de pulso (teste do coraçãozinho) foi incorporada à triagem neonatal a fim de detectar cardiopatia congênita no recém-nascido. Esse teste é recomendado para recém-nascidos: a) prematuros extremos. b) que apresentam cianose. c) com idade gestacional > 34 semanas. d) entre 24 e 72 horas de vida, antes da alta. Prevenção de Morte Súbita em Recém-Nascidos A pastoral da criança lidera uma campanha no sentido de informar a população sobre a importância de colocar os bebês para dormirem de barriga para cima (posição supina); Seuma criança está deitada de barriga para cima e se afoga, sua tendência, por instinto, é tossir e com isso chamar a atenção dos pais; No caso da morte súbita, essa reação não acontece e a morte se dá de forma ‘‘silenciosa’’. Durante o sono, além de possibilitar que o bebê respire melhor, a posição supina (decúbito dorsal) diminui o risco de engasgo, já que ele pode girar a cabeça para o lado em caso de vômito. São fatores de risco que podem contribuir para a morte súbita em lactentes: colchões macios ou superfícies moles; posição vertral; pré-natal tardio ou inexistente; idade da criança entre 2 e 4 meses; sexo masculino; mães adolescentes; mães com baixa escolaridade; mães tabagistas. Figura - Posição Supina (Pastoral da Criança). De acordo com o Ministério da Saúde, os pais e cuidadores devem ser alertados sobre o risco de morte súbita de crianças no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros seis meses. Eles devem receber a orientação de que a melhor maneira de prevenir casos assim é colocando a criança para dormir de “barriga para cima” (posição supina), e não, de lado ou de bruços. A cama ou o berço deve ser firme e não deve haver lençóis ou cobertores frouxos ou objetos macios em volta da criança (BRASIL, 2012a). 32. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) A campanha “Dormir de frente”, iniciada em 1994, defende que as crianças não durmam na posição prona, para prevenir a Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL). Desde o início dessa campanha, os profissionais de saúde têm observado aumento na incidência a) da plagiocefalia posicional. b) do estiramento do músculo esternoclidomastóideo. c) da craniossinostose. d) do cefalohematoma calcificado. 1ª etapa Ocorre na unidade intensiva neonatal ou na unidade de cuidado intermediário neonatal convencional (UCINCo).Dentre outros cuidados, deve-se propiciar o contato pele a pele precoce, respeitando as condições clínicas do recém-nascido e a disponibilidade de aproximação e interação dos pais com o recém-nascido. A posição canguru consiste em manter o RN em contato pele a pele, somente de fraldas, na posição vertical junto ao peito dos pais, guardando o tempo mínimo necessário para respeitar a estabilização do RN e pelo tempo máximo que ambos entenderem ser prazeroso e suficiente. Deve ser realizada de maneira orientada, segura e acompanhada de suporte assistencial por uma equipe de saúde adequadamente capacitada. Esse método pode ser divido em três etapas (BRASIL, 2017): 2ª etapa O recém-nascido pré-termo (RNPT) é transferido para uma unidade de cuidado intermediário neonatal canguru (UCINCa) próxima ou dentro da unidade neonatal. O recém-nascido permanece de maneira contínua com sua mãe e a posição canguru será realizada pelo maior tempo possível. A presença e a participação do pai nos cuidados devem ser estimuladas. São critérios de elegibilidade para esta etapa em relação ao recém-nascido: estabilidade clínica; nutrição enteral plena e peso mínimo de 1.250 g. 3ª etapa Os RNs pré-termo e/ou de baixo peso (RNBP) receberão alta hospitalar e serão acompanhados de forma compartilhada pela equipe do hospital e da atenção básica do método canguru. São critérios de elegibilidade para esta etapa em relação ao recém- nascido: peso mínimo de 1.600 g; ganho de peso nos 3 dias que antecederem a alta hospitalar e sucção exclusiva ao peito ou, em situações especiais, mãe e família habilitados a realizar a complementação. São critérios de elegibilidade para esta etapa em relação à equipe: a 1ª consulta pela equipe hospitalar, no hospital ou domicílio, deverá ser realizada até 48 horas depois da alta e as demais, no mínimo, 1 vez por semana; assegurar acompanhamento ambulatorial do recém-nascido até o peso de 2.500 g, compartilhado com a Atenção Básica de acordo com a agenda proposta pelo Método Canguru e garantir o atendimento na unidade hospitalar de origem, a qualquer momento, até a alta da 3ª etapa. 33. (Residência em Enfermagem Obstétrica/COREMU/UFF/2020) O Método Canguru é um modelo de assistência perinatal que reúne estratégias de intervenção biopsicossocial, numa vinculação mãe-bebê, dividido em três etapas. Na segunda etapa, o bebê permanece de maneira contínua com sua mãe e a posição canguru deve ser realizada pelo maior tempo possível. Considera-se um critério de elegibilidade para permanência nessa etapa: a) a deglutição e a sucção presentes. b) a estabilidade clínica da criança. c) a insegurança materna. d) o peso mínimo de 1.550g. 34. (Residência de Enfermagem em Neonatologia/PRIMAPS/UFTM/2019) Quanto à posição do Recém-nascido utilizada no Método Canguru, o mesmo deverá ser colocado rigorosamente em posição: a) vertical ou diagonal elevada, entre as mamas, no seio, mantendo a posição da cabeça hiperextendida. b) vertical ou diagonal elevada, entre as mamas, no seio, mudando a posição da cabeça de um lado para o outro. c) vertical ou diagonal elevada, entre as mamas, no seio, mantendo a abdução exagerada do quadril e a extensão das pernas. 34. (Residência de Enfermagem em Neonatologia/PRIMAPS/UFTM/2019) d) vertical ou diagonal elevada, entre as mamas, no seio, mantendo membros superiores hiperextendidos, com cotovelos e membros inferiores estendidos em abdução. e) horizontal oblíqua elevada, entre as mamas, no seio, mantendo a posição da cabeça na linha média do tórax materno. 35. (Residência de Enfermagem em Neonatologia/PRIMAPS/UFTM/2019) A pele atua como órgão de proteção, não só mecânica, mas também imunológica. Fenômenos transitórios manifestam-se durante os primeiros dias ou semanas de vida do recém-nascido. São exemplos desses fenômenos: a) Icterícia fisiológica; Impetigo; Pérolas de Epstein; Bossa serosanguínea. b) Síndrome de Ritter; Ictiose; Pérolas de Epstein; Bossa serosanguínea. c) Icterícia fisiológica; Milium sebáceo; Pérolas de Epstein; Bossa serosanguínea. d) Dermatite atópica; Milium sebáceo; Pérolas de Epstein; Onfalite. e) Icterícia fisiológica; Impetigo; Dermatite seborreica; Escabiose neonatal. A parte 2 desta aula está disponível exclusivamente para os alunos da Mentoria Residências do site www.romulopassos.com.br. Todos os alunos da Coleção 2.100 Questões Comentadas de Enfermagem recebem as Mentorias como bônus. A parte 2 desta aula está disponível exclusivamente para os alunos da Mentoria Residências do site www.romulopassos.com.br Parte 2 - Crescimento e Desenvolvimento Infantil Crescimento CRESCIMENTO ↑ do tamanho corporal até o final da vida, substituição e regeneração de tecidos e órgãos constitui um dos indicadores de saúde da criança CRESCIMENTO Fatores Intrínsecos genéticos Fatores Extrínsecos ambientais Crescimento Conforme o Caderno da Atenção Básica nº 33 sobre o crescimento e o desenvolvimento da criança, o acompanhamento sistemático do crescimento e do ganho de peso possibilita identificar crianças com mais riscos de morbimortalidade por meio da sinalização precoce da subnutrição e da obesidade. O melhor método para acompanhar o crescimento infantil é o registro periódico do peso, da estatura e do IMC na Caderneta de Saúde da Criança (BRASIL, 2012a). Crescimento Caderneta da Saúde da Criança Parâmetros para avaliação do crescimento de crianças (menores de 10 anos): • Perímetro cefálico (de zero a 2 anos); • Peso para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos); • Comprimento/estatura para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos); • Índice de Massa Corporal (IMC) para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos). Fonte: BRASIL, 2019c. Vigilância do Crescimento Infantil Diversas partes do corpo apresentam diferentes ritmos de crescimento A velocidade de crescimento geral não é uniforme A cabeça no feto aos 2 meses de vida intrauterina → proporcionalmente, 50% do corpo; no RN, representa 25%; e na idade adulto 10% A partir do 5º ano: velocidade de crescimento → praticamente constante, de 5 a 6 cm/ano atéo início do estirão da adolescência (11 anos → meninas e 13 anos → meninos) Observações Importantes 1. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) O crescimento e desenvolvimento da criança é o principal indicador de suas condições de saúde. Em relação ao crescimento e desenvolvimento infantil, assinale a alternativa correta. a) Na avaliação do crescimento infantil, é considerada com peso adequado para a idade a criança que estiver entre o escore z > -3 e < -2 na curva de peso para a idade da caderneta da criança. b) O perímetro cefálico (PC) deve ser verificado em todas as crianças de zero a 18 meses. Crianças com PC escore z > que -2 escores ou > que +2 escores apresentam risco de atraso no desenvolvimento. c) O melhor método de acompanhamento do crescimento infantil é o registro periódico do peso, da estatura e do IMC da criança na Caderneta de Saúde da Criança. 1. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) d) Espera-se que aos seis meses a criança consiga se manter sentada, sem apoio. e) Aos 15 meses, a criança deve ficar de pé e andar com apoio de um adulto. 2. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFG/2020) Durante a consulta de enfermagem em puericultura, faz-se necessária a aferição das medidas antropométricas e outras medidas, dentre elas, o perímetro torácico. A técnica para verificação do perímetro torácico consiste em colocar: a) a régua Toesa, paralelamente, ao neonato, verificando a medida que corresponde ao comprimento entre a região cervical e a região abdominal. b) a fita métrica sob as costas do neonato e passá-la firmemente ao redor do tórax, utilizando o ponto de referência da preferência do examinador. c) a fita métrica sob as costas e ao redor do tórax, utilizando a linha mamilar como referência, e mantendo-a nivelada nas partes anterior e posterior. d) a régua Toesa, paralelamente, ao neonato, verificando a medida, em centímetros, que corresponda exatamente ao segmento do tórax. ASPECTOS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA DE 0 A 10 Vamos sintetizar os marcos do desenvolvimento infantil, conforme o Caderno da Atenção Básica nº 33 sobre o crescimento e o desenvolvimento da criança (BRASIL, 2012a). Veja a seguir a descrição de alguns reflexos: • Entre 1 e 2 m: percepção melhor de um rosto; • Entre 2 e 3 m: sorriso social; • Entre 2 e 4 m: bebê fica de bruços, levanta a cabeça e os ombros; • Em torno de 2 m: inicia-se a ampliação do seu campo de visão; • Aos 3 m: o bebê adquire noção de profundidade; • Aos 4 m: preensão voluntária das mãos; • Entre 4 a 6 m: o bebê vira a cabeça na direção de uma voz ou de um objeto sonoro; • Em torno dos 6 m: inicia-se a noção de “permanência do objeto”. Entre 1 e 2 meses: predomínio do tônus flexor, assimetria postural e preensão reflexa. o bebê se senta sem apoio o bebê se arrasta, engatinha o bebê apresenta reações a pessoas estranhas A partir do 7º mês Entre 6 e 8 mesesEntre 6 e 9 meses anda sozinho possui acuidade visual de um adulto corre ou sobe degraus baixos diz seu próprio nome e nomeia objetos reconhece-se no espelho e brinca de faz de conta retira as fraldas e usa penico Entre 1 ano e 1 ano e 6 meses Em torno de 1 ano Entre 1 ano e 6 meses a 2 anos Entre 2 e 3 anos Em torno dos 2 anos Entre 2 e 3 anos Entre 3 e 4 anos: veste-se com auxílio Entre 4 e 5 anos: conta ou inventa pequenas histórias A partir dos 6 anos a criança passa a pensar com lógica ↑ Memória e ↑ habilidade com linguagem autoimagem se desenvolve os amigos assumem importância fundamental começa a compreender a constância de gênero A partir dos 7 anos A partir dos 10 anos mudanças relacionadas à puberdade estirão do crescimento (meninas, em torno dos 11 anos e meninos , em torno dos 13 anos começa a desenvolver o julgamento global de autovalor ↑influência dos pares (amigos, colegas da mesma idade) e ↓Influência dos pais Veja, a seguir, a descrição de alguns reflexos (BRASIL, 2012a): REFLEXOS apoio plantar, sucção e preensão palmar: desaparecem até o 6º mês reflexo cutâneo plantar: estímulo da porção lateral do pé do RN → ocorre a extensão do hálux; a partir do 13º m → ocorre a flexão do hálux, a partir dessa idade a extensão é patológica preensão dos artelhos: desaparece até o 11º mês rotação da cabeça p/ um lado, → extensão do Membro Superior (MS) e Membro Inferior (MI) do lado facial e flexão dos membros contralaterais; a atividade é realizada bilateralmente → simétrica. Desaparece até o 3º mês. Reflexo tônico-cervical segurar a criança pelas mãos e liberar bruscamente seus braços → simétrico; é incompleto aos 3º mês e não deve existir a partir do 6º mês. Reflexo Moro REFLEXOS 3. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Considerando aspectos dos marcos do desenvolvimento infantil, é correto afirmar que, uma criança aos 4 meses de vida apresente respostas como: a) Preensão voluntária das mãos. b) Sentar-se sem apoio. c) Reações a pessoas estranhas. d) Capacidade de percebe r que os objetos que estão fora do seu campo visual continuam existindo. e) Arrasta-se ou engatinha. 4. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Em nenhum outro período de nossas vidas as mudanças corporais e o desenvolvimento ocorrem de maneira mais dramática que na infância. Em relação ao desenvolvimento Motor Grosso é correto afirmar: a) Recém-nascido a termo pode momentaneamente manter a cabeça na linha média e paralela, quando o corpo é suspenso ventralmente, e podem levantar e girar a cabeça de um lado para outro, quando estão em decúbito ventral. b) O recém-nascido apresenta o controle da cabeça quando puxamos da posição deitada para posição sentada. c) Aos 2 meses o lactente já consegue levantar a cabeça e a parte frontal do peitoral em aproximadamente 60 graus. 4. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) d) Lactentes apresentam o controle necessário para levantar a cabeça para fora da depressão causada pela superfície e, portanto, o risco de sufocamento é insignificante durante a primeira fase da infância. e) Aos 3 meses o controle da cabeça do lactente já está estabilizado. Consultas da Criança (puericultura) Fonte: VIEIRA et al., 2018. A consulta de puericultura é uma ferramenta essencial para a integralidade do cuidado infantil, porquanto é uma atividade dinâmica e de baixa complexidade, que oportuniza a implementação da vigilância do crescimento e do desenvolvimento infantil. Na puericultura, são realizadas ações de proteção, prevenção de agravos e promoção da saúde. Quando incorporada ao processo de trabalho do enfermeiro, é denominada de consulta de enfermagem de crianças com até 2 anos e se caracteriza como uma atividade prioritária da Enfermagem. • O Ministério da Saúde recomenda sete (07) consultas de rotina no primeiro ano de vida (na 1ª semana, no 1º mês, no 2º mês, no 4º mês, no 6º mês, no 9º mês e 12º mês), além de 2 consultas no 2º ano de vida (no 18º e no 24º mês) e a partir do 2º ano de vida, consultas anuais, próximas ao mês do aniversário. • Essas faixas etárias são selecionadas porque representam momentos de oferta de imunizações e de orientações de promoção de saúde e prevenção de doenças. As crianças que necessitem de maior atenção devem ser vistas com maior frequência. Fonte: BRASIL, 2004; BRASIL, 2012; BRASIL, 2018. Consultas da Criança (puericultura) Fonte: BRASIL, 2004; BRASIL, 2012; BRASIL, 2018. 5. (Residência em Enfermagem Saúde Coletiva/COREMU/UFF/2020) A primeira consulta do recém nascido como defende a “Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução da Mortalidade Infantil”. Deverá ocorrer: a) no décimo quinto dia de vida do bebê. b) a critério dos pais. c) na segunda semana de vida do bebê. d) na primeira semana de vida do bebê. 6. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) A primeira consulta do recém-nascido deverá ocorrer na sua primeira semana de vida, que constitui um momento propício para estimular e auxiliar a família em algumas necessidades,EXCETUANDO: a) Dificuldades do aleitamento materno exclusivo. b) Orientar e realizar imunizações. c) Verificar a realização da triagem neonatal (teste do pezinho) e para estabelecer ou reforçar a rede de apoio à família. d) Verificação da Caderneta de Saúde da Criança. e) Identificação de riscos, vulnerabilidades ao nascer, excetuando avaliação da saúde da puérpera, que é feito em uma consulta a parte. 7. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) O crescimento e o desenvolvimento, em geral referidos como uma unidade, expressam a soma de muitas alterações que ocorrem durante o ciclo de vida de um indivíduo. Em relação ao crescimento e ao desenvolvimento da criança e do adolescente, analise as afirmativas abaixo. I Um marco do desenvolvimento é um conjunto de habilidades e de competências específicas a cada estágio de desenvolvimento que as crianças precisam alcançar ou dominar para desempenharem funções de modo efetivo dentro de seu ambiente. II Existem padrões ou tendências definidos e previsíveis no crescimento e desenvolvimento, e um deles é a diferenciação que se aplica ao conceito de linha média para periferia. III Diferentemente de outros tecidos corporais, que crescem lentamente antes do nascimento, o sistema nervoso cresce proporcionalmente com mais rapidez após o nascimento e desacelera na primeira infância. 7. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) IV A medida mais precisa do desenvolvimento geral é a idade óssea ou esquelética e mostra correlação mais íntima como outros parâmetros da maturidade fisiológica que com a idade cronológica ou altura. Entre as afirmativas, estão corretas: a) III e IV. b) I e II. c) II e III. d) I e IV. 8. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) De acordo com o Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde nº 33 – Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento, publicado em 2012, a criança, em seu processo natural de crescimento e desenvolvimento e com seu comportamento exploratório, enfrenta situações que podem colocar em risco a sua integridade. Qual das situações abaixo não ocorre conforme: o sexo, a faixa etária e a fase do desenvolvimento da criança? a) Menores de 2 anos estão sujeitos a riscos impostos por terceiros, como queimaduras, intoxicações, colisão de automóvel e quedas. b) Meninas estão mais propensas a sofrer acidentes do que os meninos. c) Pré-escolares (de 2 a 6 anos) sofrem mais atropelamentos, acidentes por submersão, quedas de lugares altos, ferimentos, lacerações e queimaduras. 8. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) d) Crianças na idade escolar (de 6 a 10 anos) podem ser vítimas de atropelamentos, quedas de bicicletas, quedas de lugares altos, traumatismos dentários, ferimentos com armas de fogo e lacerações. e) Pré-escolares (de 2 a 6 anos) sofrem mais colisão de automóvel, acidentes por submersão, quedas de lugares altos, ferimentos, lacerações, abuso sexual e queimaduras. 9. (Residência Multiprofissional/UPENET/IAUPE/UPE/2020) A vigilância do desenvolvimento infantil compreende todas as atividades relacionadas à promoção do desenvolvimento normal e à detecção de problemas que possam interferir nesse processo e na atenção primária à saúde da criança. Sobre esse tema, assinale a alternativa CORRETA. a) Considera-se como provável atraso no desenvolvimento infantil, durante a avaliação da criança, a ausência de um ou mais marcos para sua faixa etária; ou perímetro cefálico <z-2 ou >z+2; ou a presença de até 3 alterações fenotípicas. b) Para a criança que apresenta desenvolvimento normal, o profissional de saúde deverá elogiar o(a) cuidador(a), orientar sobre a estimulação da criança e sinais de alerta para retornar e marcar retorno para até 30 dias. 9. (Residência Multiprofissional/UPENET/IAUPE/UPE/2020) c) Na criança que apresenta desenvolvimento normal com fatores de risco, o profissional identificará na avaliação o seguinte: todos os marcos presentes para sua faixa etária; perímetro cefálico entre z-2 e z+2; um ou mais fatores de risco. d) A criança com possível atraso no desenvolvimento apresenta ausência de dois ou mais marcos para sua faixa etária. e) Para a criança classificada com possível atraso no desenvolvimento, o profissional de saúde deve orientar o(a) cuidador(a) sobre como estimular corretamente a criança, marcar retorno com 30 dias e informar sobre os sinais de alerta para retornar antes dos 30 dias. O exame físico completo deve ser realizado na 1ª consulta de puericultura (BRASIL, 2004a). O quadro a seguir se refere às recomendações de exame físico nas primeiras semanas de vida (DEMOTT et al., 2006; PORTO ALEGRE, 2004). Fonte: BRASIL, 2012. 10. (Residência em Enfermagem Obstétrica/COREMU/UFF/2020) Há três classificações para o estado nutricional de um recém-nascido que se pode verificar quando a mãe o leva a Unidade Básica de Saúde nos dez primeiros dias de vida. Considera-se um problema grave de nutrição se a criança: a) tem um peso para a sua idade abaixo de -2 escores Z, se tem uma tendência horizontal. b) não perdeu peso, mas está letárgica, faz pega ao seio incorreta e não mama sobre livre demanda. c) tem tendência de crescimento horizontal ou em declínio ou baixo ganho ponderal (< 600g/mês). d) tiver perdido mais de 10% de seu peso ao nascer na primeira semana de vida. 11. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Sobre o acompanhamento do desenvolvimento da criança é correto afirmar, EXCETO: a) O conceito de desenvolvimento é amplo e refere-se a uma transformação complexa, contínua, dinâmica e progressiva, que inclui, além do crescimento, maturação, aprendizagem e aspectos psíquicos e sociais. b) Costuma-se falar em desenvolvimento de forma distinta entre desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial, como uma forma de facilitar o estudo do desenvolvimento humano. Mas cabe apontar que tais aspectos estão interligados e influenciam-se mutuamente durante a vida do indivíduo. c) Na estrutura fisiológica humana, o que é inato não é suficiente para produzir um indivíduo sem a participação do meio ambiente. Tudo em um ser humano (suas características, seus modos de agir, pensar, sentir, seus valores, etc.) depende da sua interação com o meio social em que vive. 11. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) d) O desenvolvimento da criança será sempre mediado por outras pessoas, pelas famílias, pelos profissionais de saúde, da educação, entre outros, que delimitam e atribuem significados à sua realidade. A interação da criança com os membros de sua família e com a sua rede social de proteção assegura a sua sobrevivência e a sua relação com o mundo, contribuindo para o seu desenvolvimento psicossocial. e) Durante os dois primeiros anos, um aspecto irrelevante a ser observado na criança é o desenvolvimento afetivo, caracterizado no apego, que é o vínculo afetivo básico. 12. (UNIRIO/2020) No Brasil, o Ministério da Saúde tem destacado a primeira infância como etapa relevante para o desenvolvimento infantil e para o desenvolvimento do ser humano. A faixa etária corresponde à primeira infância é de: a) 0 (zero) a 15 (quinze) anos. b) 0 (zero) a 5 (cinco) anos. c) 0 (zero) a 9 (nove) anos. d) 0 (zero) a 4 (quatro) anos. e) 0 (zero) a 2 (dois) anos. Todos os alunos da Coleção 2.100 Questões Comentadas de Enfermagem recebem as Mentorias como bônus A parte 3 desta aula está disponível exclusivamente para os alunos da Mentoria Residências do site www.romulopassos.com.br Parte 3 - Alimentação Infantil Alimentação Infantil Amamentar é muito mais do que nutrir a criança; É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho. ▪ no estado nutricional da criança; Com repercussões ▪ em sua habilidade de se defender de infecções; ▪ em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional; ▪ além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe. Aleitamento materno exclusivo - só leite materno + medicamentos; Aleitamento materno predominante - leite materno, água ou bebidasà base de água; Aleitamento materno - leite materno, independentemente de outros alimentos; Aleitamento materno complementado - leite materno + alimento sólido ou semisólido para complementá-lo, e não substituí-lo; I II III IV Aleitamento materno misto ou parcial - leite materno + outros tipos de leite. V O aleitamento materno é classificado em: Aleitamento materno exclusivo Aleitamento materno complementado ATÉ 2 ANOS OU MAIS ATÉ 6 MESES rico em gorduras rico em proteínas Leite materno colostro maduro (a partir do 7º ao 10º dia pós-parto) A principal proteína do leite materno é a lactoalbumina e a do leite de vaca é a caseína, de difícil digestão para a espécie humana. Principal Proteína leite materno leite de vaca caseína. lactoalbumina; Fonte: BRASIL, 2015b. • O leite humano possui numerosos fatores imunológicos que protegem a criança contra infecções. • A IgA secretória é o principal anticorpo, atuando contra microrganismos presentes nas superfícies mucosas. • A concentração de gordura no leite aumenta no decorrer de uma mamada. • Assim, o leite do final da mamada (chamado leite posterior) é mais rico em energia (calorias) e sacia melhor a criança, daí a importância de a criança esvaziar bem a mama. • O esvaziamento das mamas é importante também para o ganho adequado de peso do bebê e para a manutenção da produção de leite suficiente para atender às demandas do bebê. • O leite materno pode ser conservado na geladeira por 12 horas e no freezer ou congelador por até 15 dias. Aleitamento Materno 1. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) Já está devidamente comprovada, por estudos científicos, a superioridade do leite materno sobre os leites de outras espécies. São argumentos em favor do aleitamento materno, EXCETO: a) O aleitamento materno evita infecção respiratória, diminui o risco de alergias e promoção do vínculo mãe e filho. b) O aleitamento materno diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes. c) O aleitamento materno reduz a chance de obesidade, melhora a nutrição e evita diarreia. 1. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) d) O aleitamento materno protege contra câncer de mama materno, evita nova gravidez e menor custo financeiro. e) O aleitamento materno tem efeito positivo na inteligência, proporciona melhor desenvolvimento dos dentes e previne o câncer de boca. 2. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2018) A promoção, a proteção e o apoio ao aleitamento materno e à alimentação complementar saudável são funções de todos os profissionais da saúde. Assinale a alternativa que corresponde ao tempo mínimo para o aleitamento materno exclusivo (AE) e para a amamentação (AM). a) Três meses (AE) e um ano (AM). b) Quatro meses (AE) e um ano (AM). c) Seis meses (AE) e dois anos (AM). d) Oito meses (AE) e dezoito meses (AM). e) Doze meses (AE) e dois anos (AM). 3. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFF/2020) Entende-se como aleitamento materno exclusivo o período em que a criança: a) recebe, além do leite materno, água ou bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), sucos de frutas. b) só recebe leite materno, seja diretamente do seio ou ordenhado da própria mãe, ou ainda leite humano de banco de leite, e não recebe nenhum outro líquido ou alimento sólido. c) recebe, além do leite materno, qualquer alimento sólido ou semissólido com a finalidade de complementá-lo, e não de substituí-lo. d) recebe leite materno e outros tipos de leite. 4. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2020) Seguem abaixo as definições de aleitamento materno adotadas pela Organização Mundial da Saúde. Marque a alternativa INCORRETA: a) Aleitamento materno exclusivo – quando a criança recebe somente leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes contendo vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos minerais ou medicamentos. b) Aleitamento materno predominante – quando a criança recebe, além do leite materno, água ou bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), sucos de frutas e fluidos rituais. c) Aleitamento materno – quando a criança recebe leite materno (direto da mama ou ordenhado), independentemente de receber outros alimentos. 4. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2020) d) Aleitamento materno complementado – quando a criança recebe, além do leite materno, qualquer alimento sólido ou semissólido com a finalidade de complementá-lo e substituí-lo. e) Aleitamento materno misto ou parcial – quando a criança recebe leite materno e outros tipos de leite. 5. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) A introdução alimentar (IA) é um momento de grande expectativa e de desafios para os bebês e seus cuidadores, devendo ser considerada a maturidade fisiológica e neuromuscular da criança e suas necessidades nutricionais. Sobre o processo de introdução alimentar (IA), é CORRETO afirmar: a) Nos meses iniciais, por conta do reflexo de protrusão, os bebês toleram somente alimentos pastosos. b) O ideal é que a IA aconteça a partir dos quatro meses de vida, quando a criança já tem desenvolvidos os reflexos necessários para a deglutição, como o reflexo lingual c) O aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses de vida favorece o processo de IA pois as crianças desenvolvem a capacidade de autocontrole da ingestão, aprendendo a distinguir as sensações de fome e saciedade. 5. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) d) Nos primeiros dias da introdução dos alimentos complementares, é importante que haja o controle rigoroso da quantidade de alimento ingerido para que não haja déficit na ingestão de nutrientes e comprometimento no crescimento desenvolvimento infantil. e) No início os alimentos devem ser amassados com o garfo, se possível liquidificados ou peneirados, de forma a prevenir engasgos e garantir sua aceitação pela criança. 6. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2020) A Organização Mundial da Saúde recomenda aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Não há vantagens em se iniciar os alimentos complementares antes dos seis meses, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde da criança, pois a introdução precoce de outros alimentos está associada a: Marque a alternativa INCORRETA: a) Maior absorção de nutrientes como o zinco. b) Maior número de episódios de diarreia. c) Maior número de hospitalizações por doença respiratória. d) Risco de desnutrição se os alimentos introduzidos forem nutricionalmente inferiores ao leite materno. e) Menor duração do aleitamento materno. mães infectadas pelo HIV; mães infectadas pelo HTLV1 e HTLV2 (vírus linfotrópico humano de linfócitos T); uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação, podendo ser contraindicação absoluta ou relativa; criança portadora de galactosemia. I II III IV Interrupção Permanente da Amamentação Fonte: BRASIL, 2015. Nas seguintes situações, o ALEITAMENTO MATERNO não deve ser recomendado (interrupção permanente/contraindicação): Já nas seguintes situações maternas, recomenda-se a interrupção temporária da amamentação: Interrupção Temporária da Amamentação INFECÇÃO HERPÉTICA quando há vesículas localizadas na pele da mama, a amamentação mantida na mama sadia; VARICELA se a mãe apresentar vesículas na pele 5 dias antes do parto ou até 2 dias após o parto, recomenda-se o isolamento da mãe até que as lesões adquiram a forma de crosta. Durante isso, deve-se ordenhar do leite; DOENÇAS DE CHAGAS na fase aguda da doença ou quando houver sangramento mamilar evidente; Interrupção Temporária da Amamentação ABSCESSO MAMÁRIO até que ele tenha sido drenado e a antibioticoterapia iniciada; a amamentação deve ser na mama sadia; CONSUMO DE DROGAS o tempo de interrupção depende da droga. Ex.: após 24 horas para maconha, cocaína, crack; 24 a 36 horas para anfetamina e ecstasy; 48 horas para LSD; e 1 hora por dose ou até estar sóbria, para etanol. Fonte:BRASIL, 2015. 7. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) O cuidado longitudinal à saúde da criança consiste no atendimento compreendido entre zero a dez anos de idade, sendo uma função primordial da Atenção Básica em saúde. Referente à amamentação, relacione a Coluna 1 à Coluna 2. Coluna 1 1. Contraindicação para amamentação. 2. Interrupção temporária da amamentação. Coluna 2 ( ) Uso abusivo de álcool e outras drogas pela mãe. ( ) Mãe infectada pelo vírus HIV. ( ) Doença de Chagas na fase aguda da doença. ( ) Criança portadora de galactesemia. 7. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: a) 1, 2, 1, 2. b) 2, 1, 2, 1. c) 2, 1, 1, 2. d) 1, 2, 2, 1. 8. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2019) Lactantes expostas ao HIV devem ser orientadas a interromper a amamentação: a) após resultado do teste positivo para HIV. b) durante o período de janela imunológica. c) imediatamente após a exposição. d) até 24 horas após o início da profilaxia pós-exposição. e) de acordo com o tempo entre a exposição e o atendimento médico. Problemas relacionados às mamas Fonte: BRASIL, 2015. Mastite Puerperal é uma das complicações frequentes durante a fase do aleitamento materno definida como um processo inflamatório das mamas. o acúmulo de leite nos ductos mamários é o responsável pela inflamação os micro-organismos penetram nas glândulas mamárias e se multiplicam mastite não infecciosa mastite infecciosa Classificação Problemas relacionados às mamas Fonte: BRASIL, 2015. Principais sinais e sintomas mal-estar calafrios abscessos febre poderá evoluir para uma septicemiase não for tratada Em casos mais graves No Brasil, a mastite puerperal é considerada um problema de saúde pública porque a dor e o desconforto ocasionados pelas feridas e pela falta de informação da mãe sobre como utilizar a mama afetada para alimentar o lactente resultam no desmame precoce do bebê. Esses problemas podem prejudicar o crescimento e o desenvolvimento infantil. Portanto, a orientação adequada para as mães sobre os cuidados durante o aleitamento materno é um importante fator para prevenir essas complicações durante a amamentação (MOTA et al., 2019). Fonte: BRASIL, 2019.FIGURA – Mastite. 9. (Residência Uni/Multiprofissional/COPERVES/UFSM/2020) O aleitamento materno é uma estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Com relação a esse tema, considere as afirmativas a seguir. I - Durante a mamada, o leite materno é produzido pelo estímulo da prolactina e da ocitocina. Durante a amamentação, o volume de leite produzido depende da quantidade e da frequência das mamadas. Em geral, a quantidade de leite produzida é maior que a necessária para a criança. 9. (Residência Uni/Multiprofissional/COPERVES/UFSM/2020) II - O leite materno apresenta composição semelhante para todas as mulheres que amamentam, com exceção de mães com desnutrição grave. Nos primeiros dias, o leite materno é o colostro, que contém mais gorduras que o leite maduro. A concentração de proteína no leite aumenta a partir do primeiro mês, quando aumenta a produção do fator imunológico IgA. III - A mastite é um complicador do aleitamento materno. O processo inflamatório ocorre a partir da estase do leite, que provoca aumento da pressão intraductal e achatamento das células alveolares e consequente formação de espaços entre as células. Nesse tecido intersticial danificado pode se instalar a infecção, comumente por Staphylococcus aureus e S. albus. 9. (Residência Uni/Multiprofissional/COPERVES/UFSM/2020) IV - O aleitamento materno não pode ser recomendado em situações como: mães infectadas pelo HIV; mães infectadas pelo HTLV1 e HTLV2; utilização de medicamentos incompatíveis com a amamentação, e criança portadora de galactosemia. Está(ão) correta(s): a) Apenas I. b) Apenas I e II. c) Apenas II e III. d) Apenas III e IV. e) Apenas I, III e IV. Posicionamento e Pega adequados • o rosto do bebê de frente para a mama, com o nariz na altura do mamilo; • o corpo do bebê próximo ao corpo da mãe; • o bebê com a cabeça e o tronco alinhados (pescoço não torcido); • bebê bem apoiado. • mais aréola visível acima da boca do bebê; • boca bem aberta; • lábio inferior virado para fora; • queixo tocando a mama. Pontos-chave do POSICIONAMENTO adequado Pontos-chave da PEGA adequada Fonte: BRASIL, 2015. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca quatro pontos-chave que caracterizam o posicionamento e a pega adequados. FIGURA - Pega adequada ou boa pega. Além de dificultar a retirada do leite, a má pega machuca os mamilos. Quando o bebê tem uma boa pega, o mamilo fica em uma posição dentro da boca da criança que o protege da fricção e compressão, prevenindo, assim, lesões mamilares. Obs.: A má pega dificulta o esvaziamento da mama, levando a uma diminuição da produção do leite FIGURA - Posição adequada da mãe na amamentação. Fonte: BRASIL, 2014. Sinais indicativos de Técnica inadequada da pega bochechas do bebê encovadas a cada sucção1. ruídos na língua2. mama aparentando estar esticada ou deformada durante a mamada3. mamilos com estrias vermelhas ou áreas esbranquiçadas ou achatadas quando o bebê solta a mama 4. dor ao amamentar5. Características da má pega Além de dificultar a retirada do leite, a má pega machuca os mamilos. FIGURA - Pega inadequada ou má pega. FIGURA – Pega inadequada: criança sugando somente o mamilo. Fonte: BRASIL, 2019. 10. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFF/2020) Com relação à amamentação, além do bebê realizar uma sucção longa, seguida de pausas e pequenas sucções, não trazendo dor à mãe, são características indicativas de uma pega correta: a) corpo do bebê próximo ao da mãe; rosto do bebê de frente para a mama, com nariz na altura do mamilo; boca do bebê bem aberta. b) rosto do bebê de frente para a mama, com nariz na altura do mamilo; boca do bebê bem aberta. c) boca do bebê bem aberta abocanhando toda a parte inferior da aréola e parte da superior. d) bebê com cabeça e tronco alinhados; boca do bebê bem aberta abocanhando toda a parte inferior da aréola e parte da superior. 11. (Residência USP/FUVEST/2019) No puerpério, habitualmente as mulheres apresentam fissuras quando: a) a criança não consegue retirar leite suficiente da mama, acarretando agitação e choro do bebê. b) as mamas ficam doloridas, edemaciadas, com a pele brilhante e, às vezes, avermelhada. c) há um processo inflamatório ou infeccioso, habitualmente a partir da segunda semana após o parto. d) as mamas ficam flácidas e doloridas após as mamadas. e) a amamentação é praticada com o bebê posicionado de forma errada ou quando a pega está incorreta. 12. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) A alimentação saudável nos primeiros anos de vida, que inclui a prática do aleitamento materno exclusivo até seis meses de idade e a introdução de alimentos complementares de qualidade em tempo oportuno, mantendo o leite materno até 2 anos de idade ou mais, resulta em inúmeros benefícios para a saúde das crianças em todos os ciclos de vida. No Brasil, ações complementares são desenvolvidas para a prevenção e controle das carências nutricionais na infância por meio de programas e estratégias desenvolvidas do âmbito da Atenção Primária à Saúde. Sobre os programas e estratégias definidos pelo Ministério da Saúde no território nacional para a prevenção e controle das carências nutricionais na infância, é CORRETO afirmar que: 12. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) I. O Programa Nacional de Suplementação de Ferro, além da fortificação das farinhas de trigo e de milho e das ações educativas, se destina à suplementação preventivade todas as crianças de 6 a 24 meses com sulfato ferroso. II. O NutriSUS consiste na adição direta de nutrientes em pó (vitaminas e minerais) na alimentação que as crianças de 6 a 48 meses de idade irão consumir em uma de suas refeições diárias. III. O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A consiste na suplementação com megadose de vitamina A em crianças de 6 a 59 meses de idade. 12. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFJF/2019) IV. As crianças que participam da estratégia NutriSUS devem receber concomitantemente o sulfato ferroso ou outras formas de suplementação de ferro. V. As crianças que recebem megadose de vitamina A na atenção básica não podem fazer uso concomitante do sachê com múltiplos micronutrientes. a)Estão corretas as alternativas I, II e III. b) Estão corretas as alternativas I, III e IV. c) Estão corretas as alternativas II, II e IV. d) Estão corretas alternativas I, III e V. e) Todas as alternativas estão corretas. 13. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2018) Apesar de a sucção do recém-nascido ser um ato reflexo, ele precisa aprender a retirar o leite do peito de forma eficiente. Avaliar a técnica de amamentação é relevante para apoiar o aleitamento materno e contribuir para seu sucesso. Com relação à referida técnica, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: ( ) Boca bem aberta é indicativo de técnica adequada. ( ) Ruído da língua é indicativo de técnica adequada. ( ) Mais aréola visível acima da boca do bebê é indicativo de técnica adequada. ( ) Lábio inferior virado para fora é indicativo de técnica adequada. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 13. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFPR/2018) a) V, V, V, V. b) F, V, F, F. c) F, F, F, V. d) V, V, V, F. e) V, F, V, V. 14. (Residência em Enfermagem Obstétrica/COREMU/UFF/2020) Quando, por alguma razão, o bebê não estiver sugando ou a sucção é ineficaz, e a mãe deseja amamentá-lo, ela deve ser orientada a estimular a sua mama regularmente por meio de: a) ordenha manual três vezes ao dia. b) ordenha manual ou por bomba de sucção pelo menos cinco vezes ao dia. c) bomba de sucção cinco vezes ao dia. d) ordenha manual ou por bomba de sucção pelo menos três vezes ao dia. 15. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFPI/2019) Sobre o aleitamento materno, assinale V (Verdadeiro) e F (Falso). ( ) O leite materno pode ter aspecto azulado ou esverdeado quando a mãe ingere grande quantidade de vegetais verdes. ( ) A presença de sangue no leite materno, dá a ele uma cor avermelhada. Esse fenômeno é passageiro e costuma ocorrer nas primeiras 48 horas após o parto, devido ao rompimento de capilares provocado pela diminuição súbita da pressão dentro dos alvéolos mamários. ( ) As mulheres que amamentam devem ser encorajadas a ingerir líquidos em quantidades suficientes para saciar a sua sede. 15. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFPI/2019) ( ) No ingurgitamento mamário patológico, a mama fica excessivamente distendida, o que causa grande desconforto, às vezes acompanhado de febre e mal estar. Pode haver áreas difusas avermelhadas, edemaciadas e brilhantes. ( ) O sabor do leite materno costuma alterar-se nas mastites, tornando-se mais doce devido a aumento dos níveis de lactose e diminuição dos níveis de sódio. Tal alteração de sabor pode ocasionar rejeição do leite pela criança. Assinale a opção com a sequência CORRETA. a) V, V, V, F, V. c) F, V, F, V, V. e) V, F, F, V, F. b) V, F, V, V, F. d) F, V, V, F, V. 16. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) A amamentação comumente é associada a mitos e verdades relativas, apresentando influência de diferentes culturas. Em relação ao comportamento do bebê, é correto afirmar que: a) A amamentação em livre demanda não está indicada no primeiro mês. b) Uma importante causa de desmame é o choro do bebê. c) Água, chás e fórmulas lácteas podem ser usadas como complemento para diminuir morbimortalidade infantil. d) Crianças que chupam chupetas, em geral, são amamentadas com maior frequência. 17. (Residência Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. Nesse contexto, é incorreto afirmar que: a) O tamanho da mama não tem relação com a produção do leite, ou seja, as mamas grandes e pequenas em geral têm a capacidade de secretarem o mesmo volume de leite em um dia. b) O tamanho das mamas não exerce nenhuma influência no número de mamadas da criança por dia. c) Recomenda-se que a criança seja amamentada sem restrições de horários e de tempo de permanência na mama. É o que se chama de amamentação em livre demanda. 17. (Residência Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) d) Mesmo ingerindo pouco colostro nos primeiros dois a três dias de vida, recém-nascidos normais não necessitam de líquidos adicionais além do leite materno, pois nascem com níveis de hidratação tecidual relativamente altos. e) O leite pode ter aspecto azulado ou esverdeado quando a mãe ingere grande quantidade de vegetais verdes. 18. (Residência Multiprofissional/UPF/2020) Em relação à fisiologia da amamentação é correto afirmar que: a) A mama, durante a gravidez, é preparada para a amamentação sob a ação de diferentes hormônios, sobretudo do paratormônio. b) A ocitocina, produzida pela hipófise posterior em resposta à sucção da criança, leva à contração das células mioepiteliais que envolvem os alvéolos, expulsando o leite neles contido. c) A descida do leite ocorre no 10° dia pós parto, e ocorre mesmo se a criança não sugar o seio. d) Com o nascimento da criança, há inibição de prolactina pela hipófise anterior, iniciando se a lactogênese e a secreção do leite. e) No s primeiros dias, o leite materno é isento de proteínas e gorduras sendo chamado de colostro. A parte 4 desta aula está disponível exclusivamente para os alunos da Mentoria Residências do site www.romulopassos.com.br Parte 4 Doenças Prevalentes na Infância • A Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI) busca reduzir a morbimortalidade relacionada a doenças como desidratação, diarreia, infecções do trato respiratório, desnutrição, entre outras, a fim de contribuir para o crescimento e o desenvolvimento infantil sadio (SIMIÃO et al., 2017). • Essa atenção à criança representa um campo prioritário da saúde, pois é uma faixa etária susceptível ao adoecimento e às enfermidades, que podem se agravar devido à fragilidade própria da idade e levá-las à hospitalização (BARBOSA; COSTA; VIEIRA, 2017). Doenças prevalentes na infância Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. Crianças doentes: sinais gerais de perigo 1. (Residência Uni/Multiprofissional/COPERVES/UFSM/2020) A Estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (Aidpi Criança) tem por objetivo diminuir a morbidade e a mortalidade de crianças entre 2 meses a 5 anos de idade. Nesse sentido, é fundamental identificar nas crianças doentes a presença de sinais gerais de perigo, que são: I - consegue beber, mas mama pouco no peito. II - vomita tudo o que ingere. III - apresenta tempo de enchimento capilar > 2 seg. IV - teve convulsões ou movimentos anormais. Está(ão) correta(s): a) Apenas I. c) Apenas III e IV. e) I, II, III e IV. b) Apenas I e II. d) Apenas II, III e IV. 2. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFPI/2019) Nas visitas domiciliares, de acordo com Brasil (2012) é fundamental que o profissional de saúde saiba identificar sinais de perigo à saúde da criança. As crianças menores de 2 meses podem adoecer e morrer em um curto espaço de tempo por infecções bacterianas graves. Dentre os sinais que indicam a necessidade de encaminhamento da criança ao serviço de referência com urgência, destaque a opção CORRETA. a) Recusa alimentar (a criança não consegue beberou mamar) e Vômitos importantes (ela vomita apenas o que bebe). b) Convulsões ou apneia (a criança fica em torno de 20 segundos sem respirar) e Frequência cardíaca maior de 100bpm. c) Letargia ou inconsciência e Respiração rápida (abaixo de 60mrm). 2. (Residência Multiprofissional/COPESE/UFPI/2019) d) Atividade reduzida (a criança movimenta-se mais do que o habitual) e Febre (37,0 °C ou mais). e) Frequência cardíaca abaixo de 100 bpm e Febre (37,5°C ou mais). 3. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Em todas as visitas domiciliares, é fundamental que o profissional de saúde saiba identificar sinais de perigo à saúde da criança. As crianças menores de 2 meses podem adoecer e morrer em um curto espaço de tempo por infecções bacterianas graves. Analise as questões abaixo e marque a alternativa correta que apresenta os sinais que indicam a necessidade de encaminhamento da criança ao serviço de referência com urgência (AMARAL, 2004): a) Hipotermia (mais do que 35,5°C). b) Frequência cardíaca acima de 100bpm. c) Temperatura (37,0°C ou menos). d) Umbigo hiperemiado (hiperemia estendida à pele da parede abdominal) e/ou com secreção purulenta (indicando onfalite). e) Respiração rápida (abaixo de 50mrm). Diarreia e Desidratação DIARREIA É reconhecida também como evacuações amolecidas ou aquosas. Fezes com aspecto normal, mesmo frequentes, não constituem diarreia e, geralmente, a quantidade de evacuações diárias depende da dieta e da idade da criança. Em muitas regiões, a diarreia é definida como presença de três ou mais evacuações amolecidas em um período de 24 horas. A quantidade de água das fezes é maior do que a normal. Características da Doença Diarreica Perda de água e eletrólitos maior que a normal = no aumento do volume e da frequência das evacuações e diminuição da consistência das fezes. Uma das principais causas de morbimortalidade infantil no Brasil, especialmente nas crianças menor de 6 meses que não estão em AME. O nº de evacuações/dia normal varia com a dieta e a idade da criança. Fonte: BRASIL, 2017b. Características da Doença Diarreica Percepção materna → extremamente confiável na identificação da diarreia de seus filhos. Os lactentes amamentados exclusivamente → geralmente fezes amolecidas, não devendo ser considerado diarreia. A mãe → criança que mama pode reconhecer a diarreia → consistência ou a frequência das fezes é diferente do habitual. A maioria das diarreias é causada por vírus, bactérias ou parasitas. Características da Doença Diarreica É importante identificar sinais de gravidade de desidratação, tais como: Letargia Inconsciência Inquietude e irritação Olhos fundos Sinal da prega presente Criança não consegue mamar ou beber líquidos Vejamos as condutadas indicadas pelo Manual de Quadros de Procedimentos do Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) e com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, AIDPI Criança: 2 meses a 5 anos sobre o cuidado voltado para as crianças com desidratação (BRASIL, 2017b). Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. 4. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) Na atenção à criança com queixa de vômito e ou diarreia, é importante classificar a diarreia segundo o grau de desidratação. Referente a esses graus, relacione a Coluna 1 à Coluna 2: Coluna 1 1. Criança hidratada. 2. Criança desidratada. 3. Criança muito desidratada. Coluna 2 ( ) Bregma normotenso. ( ) Diurese oligúria/anúria. ( ) Olhos encovados. 4. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: a) 1, 2, 3. b) 1, 3, 2. c) 2, 1, 3. d) 3, 2, 1. Todos os planos elencados a seguir estão de acordo com o Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos (2017b). Planos de tratamento em casos de desidratação Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. GRUPO A: CRIANÇA HIDRATADA • criança alerta; • olhos brilhantes com lágrima; • mucosas úmidas; • bregma normotensa; • turgor cutâneo normal; • pulso cheio; • perfusão normal (menor que 2”); • circulação/pressão arterial normal; • diurese normal. GRUPO B: CRIANÇA DESIDRATADA • criança irritada, com sede; • olhos encovados; • mucosas secas; • bregma deprimida; • turgor cutâneo pouco diminuído; • pulso palpável; • perfusão normal (menor que 2”); • circulação/pressão arterial normal; • diurese pouco diminuída; Veja, abaixo, as principais características dos grupos referidos: Fonte: Protocolos da atenção básica: saúde da criança, 2016d. GRUPO C: MUITO DESIDRATADA • criança deprimida/comatosa; • olhos muito encovados, sem lágrimas; • mucosas muito secas; • bregma muito deprimida; • turgor cutâneo muito diminuído; • pulso rápido, ausente ou débil; • perfusão alterada (maior que 2”); • circulação/pressão arterial alterada; • diurese com oligúria/anúria; Fonte: Protocolos da atenção básica: saúde da criança, 2016d. 5. (Residência em Enfermagem de Família e Comunidade/SMS/RJ/2020) Considere o seguinte texto para responder a próxima questão. A unidade de Saúde da Família Beija-Flor está localizada no bairro Floresta. De acordo com o último censo do IBGE, a população desta localidade corresponde a 16.535 pessoas, cobertas por cinco equipes de Saúde da Família. O bairro conta com duas escolas e três creches, transporte público e alternativo; a renda média das famílias é de dois salários mínimos. Uma das microáreas da equipe Pardal situa-se próximo ao rio Flores, que, ao longo dos anos, tornou-se poluído pelo despejo de esgoto sem tratamento, e onde se concentra região mais empobrecida do bairro. Neste local, há famílias morando em casas de material reaproveitável e em cômodos sem janela ou sem piso. Maria (40a), José (43a), Guilherme (18a), Juliana (16a), Lucas (13a), Anita (3a) e Ludmila (4 dias) compõem uma das famílias da profissional, responsável por essa microárea. 5. (Residência em Enfermagem de Família e Comunidade/SMS/RJ/2020) Maria e José estão juntos desde a adolescência. Maria tornou-se diabética insulinodependente após a gestação de Lucas. Guilherme, seu filho mais velho, foi pai aos 15 anos de idade. Guilherme e Juliana são pais de Anita (que está na creche Jardim Feliz) e da recém-nascida Ludmila. A enfermeira Judite soube que, entre as crianças com diarreia, estava Anita e que Juliana chegou da maternidade ontem. Entre as orientações dadas pela enfermeira à família durante a visita domiciliar, estão: a) aumento da ingesta hídrica e oferta de soro de reidratação oral, reconhecimento de sinais de alerta de desidratação, o agendamento do acolhimento mãe-pai-bebê na unidade de saúde, atenção para sinais de alerta no recém-nascido e puérpera. 5. (Residência em Enfermagem de Família e Comunidade/SMS/RJ/2020) b) notificação do caso, realização de exame de fezes e urina, ingestão apenas de alimentos cozidos, aleitamento materno exclusivo, agendamento do BCG e teste do pezinho, uso do preservativo e licença paternidade. c) tratamento para parasitose intestinal, oferecer soro de reidratação oral, amamentação em livre demanda, higiene do coto umbilical e encaminhamento para planejamento familiar na unidade de saúde. d) ingesta de água filtrada ou fervida, lavagem das mãos antes e após ir ao banheiro, suplementação de ferro, verificação da caderneta de vacinação, agendamento de acolhimento mãe-bebê. 6. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) O intestino do lactente é extremamente vulnerável a infecções que provocam diarreia e alterações no equilíbrio hidroeletrolítico. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta. a) A diarreia é definida como a ocorrência de três ou mais dejeções amolecidas oulíquidas em um período de 24 horas. É considerada diarreia aguda a presença deste quadro por um período inferior a 21 dias. b) A diarreia com sangue, com ou sem muco, é chamada disenteria. O agente etiológico mais comum da disenteria é a bactéria Gram-positiva Shigella. c) A desidratação isotônica ocorre, na maioria das situações, na criança; ou seja, as perdas de sódio e água se equivalem. O sódio sérico varia de 130 a 150 mEq/L, com pequena alteração da osmolaridade. 6. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) d) Na desidratação leve, existem perdas de até 5% dos líquidos (3 a 5%); na moderada, entre 5 e 10%; e na grave, acima de 10% de perda de líquidos ou, mesmo, choque. e) Crianças com mais de seis meses e quadro de disenteria devem receber 10 mg de zinco oral por cinco dias. Infecções do Trato Respiratório – ITR ITR Podem ocorrer em qualquer parte do aparelho respiratório, como nariz, garganta, laringe, traqueia, brônquios ou pulmões. Indivíduos de todas as idades; mais comuns nas crianças, nos idosos e nos imunossuprimidos. Causadas por vírus, fungos ou bactérias. Geram doenças como: faringite, rinite, sinusite, rinossinusite, pneumonia, asma e bronquiolite. frequência respiratória em 1 min realizar ausculta respiratória se há tiragem subcostal se a criança apresenta sibilância ocasional ou frequentehá quanto tempo Se a criança apresenta tosse ou dificuldade para respirar, é importante saber: ATENÇÃO! Os sintomas da infecção respiratória são: febre tosse mal estar catarro pode haver dor abdominal (principalmente nas crianças) pode haver dor de ouvido dor torácica Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. Fonte: Manual de Quadros de Procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos, p. 11, 2017b. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_quadros_procedimentos_aidpi_crianca_2meses_5anos.pdf 7. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) A maioria das crianças menores de 5 anos tem de quatro a oito infecções respiratórias agudas (IRA) por ano. Dessas, apenas 2-3% evoluem para pneumonia, ressaltando-se que 80% das mortes por IRA estão relacionadas a esse agravo (BRASIL, 2017). Sobre a pneumonia, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas: ( ) Nas situações em que o(a) enfermeiro(a) examinar uma criança com queixa de tosse e dificuldade para respirar, na faixa etária de 2 meses a menor de 5 anos, deverá avaliar a duração dessa sintomatologia, a frequência, intensidade e o ritmo respiratórios, além da ausculta pulmonar, para definir a gravidade do caso. ( ) As crianças na faixa etária de 1 e 4 anos com frequência respiratória superior a 30 incursões respiratórias por minuto serão consideradas taquipneicas ou com respiração rápida. 7. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) ( ) Crianças menores de 5 anos que apresentem, durante o exame físico, presença de estridor ou tiragem intercostal deverão receber diagnóstico de pneumonia grave, segundo o protocolo de Atenção Integral às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI). ( ) Segundo o AIDPI, a criança com idade entre 2 meses e menos de 5 anos, com quadro de pneumonia não grave pode receber tratamento domiciliar. O(A) enfermeiro(a) deverá tratar o quadro com antibioticoterapia por 7 dias e medidas de alívio da tosse. É necessária a avaliação clínica dois dias após o atendimento inicial. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. a) V, V, F, V. c) V, F, F, V. e) F, V, F, F. b) V, F, V, V. d) V, F, V, F. Bronquiolite Provoca inflamação e edema de bronquíolos, dificultando o fluxo. A bronquiolite está presente em média de 11,8% dos pacientes e 14,8% internações. 2 a 3% dos casos de bronquiolite necessitam de hospitalização. Geralmente ocorre na primavera e inverno (por VSR). Infecção dos bronquíolos de origem viral causam, com frequência, hospitalização nos 2 primeiros anos de vida, com predominância do vírus sincicial respiratório (VSR) (53,4%). O quadro é mais grave e mais frequente em menores de 6 meses (mortalidade >). Bronquiolite Bronquiolite ou bronquite? Quem é o VSR? Sintomas: tosse, espirros, febre, coriza e crises de sibilância. Podendo ir até desconforto respiratório severo, cianose, retrações e insuficiência respiratória. Conduta na Bronquiolite • Exame físico rápido e completo: Investigar sibilância pulmonar e/ou associação com outros ruídos adventícios, cianose, sinais de desconforto respiratório, letargia. Normalmente acompanhada de hipoxemia. • Geralmente apenas casos graves são internados: desconforto respiratório persistente, retração intercostal, batimento asa nariz, FR >70 irpm ou apneia. Atelectasia em RX. • Bronquiolite não grave: suporte e informação aos pais. Hidratação adequada, alivio da congestão nasal e monitoramento em poucos dias • Bronquiolite grave: Broncodilatadores inalatórios (salbutamol ou epinefrina), manter hidratação (se necessário, usar sondagens) e manter oxigenação (SatO2 92 a 94%). Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem – Bronquiolite Diagnósticos Intervenções Permeabilidade das Vias Aéreas Prejudicadas Realizar nebulização prescrita para fluidificas a secreção Estimular a expectoração e tosse Administrar broncodilatador prescrito Manter cabeceira elevada Instalar monitoração por oximetria de pulso Observar respiração e possíveis alterações Troca de gases prejudicada Avaliar o nível de consciência Manter a via aérea desobstruída (aspirar s/n) Risco de hipertermia Verificar regularmente a temperatura corporal Administrar medicação prescrita ou segundo protocolo Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem – Bronquiolite Caso a oxigenoterapia por cateter não seja efetiva, opta-se por VNI ou VI. A fisioterapia respiratória só é indicada na VI. Atenção Fonte: https://www.educarsaude.com/bronquiolite 8. (Residência em Enfermagem/CEPUERJ/UERJ/2019) Para o lactente menor de 1 ano, com bronquiolite causada pelo vírus sincicial respiratório, são resultados esperados dos cuidados de enfermagem durante a hospitalização: a) temperatura axilar ≤ 38,5°C, respiração em ar ambiente e aceitação de líquidos. b) frequência respiratória ≤ 60 irpm, saturação ≥ 90% e ingesta de líquidos adequada. c) diminuição dos sons respiratórios e da tosse seca e manutenção de dieta por sonda orogástrica. d) melhora do quadro de letargia, frequência cardíaca ≤ 50bpm e manutenção do aleitamento materno. Infecção do Trato Urinário (ITU) • ITU: todos os casos de bacteriúria que acometem o Trato Geniturinário (manifestada poro cistite ou pielonefrite). • Agente mais comum: Escherichia Coli (80 a 95% dos casos) idepen. sexo criança. • Predomínio sexo masculino até 6 meses. Após 1 ano: feminino. • Principal via de contaminação é ascendente perianal. • Sinais e sintomas: ardência, urgência miccional, retenção urinária por medo de disúria, alterações no odor da urina e polaciúria. • RN: Agitação, irritabilidade, ausência de ganho de peso e febre de 30 a 40% dos casos. • Pielonefrite: dor lombar referida ou notada (Giordano), febre alta (38,5 a 30ºC), calafrios e vômitos. Conduta ITU Anamnese e exame físico: doença renal prévia, malformações conhecidas no trato urinário, jato urinário fraco, bexiga palpável, secreção vaginal ou peniana, sinal de Giordano positivo, presença de vaginites. Análise de urina e urocultura. O tratamento objetiva o quanto antes esterilizar a urina e o parênquima renal. Além de reduzir os sintomas e prevenir a disseminação bacteriana. Antibioticoterapia. • Amoxicilina-Clavulanato (20-40 mg/kg/dia/8hrs). • Sulfametoxazol-Trimetropina (30-60 mg/kg/dia/12hrs). • Cefalexina (50-100 mg/kg/dia/6hrs). • Ceftriaxona (75mg/kg-150mg/kg/ 24hrs). • Gentamicina (7,5mg/kg/24hrs). • Amicacina (15mg/kg/24hrs). Diagnósticos Intervenções Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem – ITU • Verificar regularmente a temperatura corporal. • Administrar medicação prescrita ou segundo protocolo. • Aplicarcompressas frias s/n. Temperatura corporal aumentada • Realizar avaliação de dor com frequência ou quando solicitado. • Utilizar medidas não farmacológicas para alívio da dor. • Administrar medicações prescritas ou segundo protocolo. Dor aguda • Orientar sobre medicações e procedimentos realizados. • Orientar quanto a higienização no sentido anteroposterior. • Estimular a criança a urinar corretamente e nos horários corretos. Grau de conhecimento sobre a doença deficiente 9. (Residência em Enfermagem/CEPUERJ/UERJ/2019) A infecção do trato urinário na infância tem como organismo entérico responsável, em 80% dos casos, e fator predisponente, respectivamente: a) Escherichi coli / constipação. b) Proteus / uretra feminina curta. c) Pseudomonas / urina concentrada. d) Staphylococcus aureus / distenção da bexiga. 10. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Acerca da infecção do trato urinário (ITU), considerada uma das doenças mais comuns na pediatria, assinale a alternativa correta. a) A infecção urinária compreende a fixação e a multiplicação bacteriana no trato urinário de crianças. Considera-se infecção do trato urinário baixo e alto, respectivamente, o acometimento do parênquima renal e da bexiga. b) Em crianças pré-escolares e escolares, a febre é a principal manifestação clínica e, muitas vezes, o único sinal de ITU. A criança pode apresentar outros sintomas inespecíficos, como: vômitos, inapetência e polidipsia. c) Os lactentes com maior comprometimento clínico, em decorrência da ITU, apresentam: adinamia, calafrios, dor abdominal, além de enurese, urgência, polaciúria, disúria, incontinência e/ou retenção urinária com urina fétida e turva. 10. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) d) Existe maior incidência de ITU no sexo masculino até o terceiro ano de vida; após essa faixa etária, há predomínio dos casos no sexo feminino. e) São medidas de prevenção da ITU realizadas pela(o) enfermeira(o): orientar a higiene perineal no sentido anteroposterior e o aumento da ingestão hídrica; verificar a presença de vaginite ou oxiúros, especialmente quando existe prurido entre as pernas. VARICELA Sinonímia: “Catapora” Infecção viral primária /Vírus varicela-zoster, Família Herpetoviridae Alta Contagiosidade - Acomete, principalmente, crianças e jovens menores de 14 anos Crianças → benigna e autolimitada Adolescentes e adultos → quadro clínico tende a ser mais grave e sujeita a complicações, como a pneumonia. Fonte: https://i0.wp.com/mamaepratica.com.br/wp-content/uploads/2015/08/foto.jpg?ssl=1 Varicela Quadro clínico Surgimento de lesões de pele maculopapulares, que progridem: pápulas vesículas crostapústula Varicela Febre moderada Prostação Cefaleia Prurido Dor de garganta Falta de apetite Varicela • Pessoa a pessoa, em ambiente fechado por mais de 1 hora. • Contato direto com gotículas de um indivíduo infectado ou com o líquido das vesículas. • Durante a gestação (da mãe para o feto), através da placenta. Transmissão 2 dias antes do aparecimento do exantema e estende-se até que as lesões estejam na fase de crosta. Transmissibilidade Varicela Rubéola Sinonímia: “ Sarampo Alemão”. Alta Contagiosidade/ Rubivírus da família Togaviridae. Síndrome da Rubéola Congênita (SRC). Risco é maior no primeiro trimestre da gestação; abortos espontâneos ou morte fetal. Rubéola Síndrome da Rubéola Congênita Hepatoesplenomegalia, Cardiopatia congênita, Trombocitopenia, Lesões ósseas, Rash cutâneo, Lesões neurológicas (meningoencefalite, alterações do comportamento e atraso mental), Lesões oculares (catarata, glaucoma, microftalmia e retinopatia). • Febre baixa. • Linfoadenopatia retro auricular, occipital e cervical. • Dor muscular e nas articulações. • Dor de garganta. • Cefaleia. • Exantema máculo-papular. Rubéola Quadro Clínico Rubéola Transmissão Pessoa a pessoa, por meio das secreções nasofaríngeas. Durante a gestação (da mãe para o feto), através da placenta. Transmissibilidade De 5 a 7 dias antes do início do exantema e de até 7 dias após. Rubéola Imunidade A imunidade passiva é adquirida através dos anticorpos maternos. Filhos de mães imunes permanecem protegidos, em média, até os 9 meses de vida. Imunidade ativa é adquirida através da infecção natural ou por vacinação. 11. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) Na infância, as doenças exantemáticas exigem identificação e manejo por parte da equipe de saúde. Sobre elas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F se falsas. ( ) Varicela caracteriza-se por lesões que progridem da seguinte forma: mácula – pápula – vesícula – crosta, estas aparecendo em tempos diferentes no curso da doença. ( ) Na rubéola, o exantema é maculopapular róseo descendente e dura de 3 a 5 dias. ( ) Escarlatina pode apresentar sinal de pastia (linha vermelha em região de prega, especialmente cotovelo). A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: a) V, F, F. b) F, V, F. c) F, V, V. d) V, F, V. Dermatite amoniacal Lesões eritematosas exsudativas eritemato-papulosas descamativas Fonte: BRASIL,2002. É uma dermatite de contato por irritação primária, caracterizada por irritação na pele, causada pelo contato com a urina e as fezes retidas pelas fraldas. Acomete a criança de 0 a 2 anos. Fonte: FERNANDES; MACHADO; OLIVEIRA; 2009. FIGURA - Dermatite da área das fraldas irritativa primaria. Lesões eritematosas descamativas, edematosas na região da fralda, poupando pregas. • Frequentemente surge infecção secundária por Candida ou por bactérias como Bacillos faecallis, Proteus, Pseudomonas, Staphylococcus e Streptococcus. • O uso de pós, óleos, sabões e pomadas irritantes agravam o quadro clínico. Fonte: BRASIL, 2002. Dermatite amoniacal Dermatite amoniacal Complicações infecção secundária por Candida albicans, Bacillos faecallis, Proteus, Pseudomonas, Staphylococcus e Streptococcus Prevenção cuidados higiênicos, troca frequente de fraldas ou retirada das mesmas Fonte: BRASIL,2002. Fonte: BRASIL,2002. Tratamento cuidados higiênicos troca frequente de fraldas ou retirada das mesmas Limpeza da região e aplicação de pasta de óxido de zinco ou pasta d’água nas trocas de fraldas Nos casos mais agudos uso de cremes à base de hidrocortisona; e nistatina ou antimicóticos imidazólicos na suspeita de contaminação por Candida Vernix caseosa • Substancia gordurosa, branca (células e secreções). • Lubrifica e protege a pele. • 10% lipídios e 80% água. • Remover aos poucos, a partir de 24 h (1º banho). • Não esfregar. Lanugo • Pelagem fina e abundante • Troca natural nas primeiras semanas. Alterações da pele do RN Milia ou Milium • Pápulas branco-amareladas, múltiplas, na face. • Cistos com material sebáceo. • Regressão espontânea. Miliária ou Brotoeja • Obstrução e imaturidade das glândulas sudoríparas. • Calor. • Banhos frios e camomila (compressa). Mancha mongólica • Azul ou acinzentada. • Relação com a etnia. • Dorso, glúteo e sacro. • Regressão até 4 anos. Eritema tóxico • Primeiros dias de vida. • Lesões vermelhas papulosas ou Vesiculares. • BENIGNO. • Atrito na pele. • Não é IMPETIGO. Telangiectasia • Cutis marmorata telangiectásica congênita. • Rede de capilares dilatados. • Malformação associada a outras alterações. 12. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) Os principais problemas de pele do recém-nascido e lactante são motivo de frequentes consultas na Atenção Básica. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir: I. Recomenda-se retirar as escamas ativamente, na seborreia do lactente, para evitar infecção secundária. II. As lesões satélites (pápulas ou pústulas ao redor da área do rash) podem estar presentes na candidíase de fraldas. III. A dermatite amoniacal é maior em crianças em uso de fórmulas lácteas. IV. A mancha mongólica é de tamanho definido e não desaparece até os 5 anos de idade.Quais estão corretas? a) Apenas I e II. b) Apenas I e III. c) Apenas II e III. d) Apenas II e IV. 13. (Residência Multiprofissional - PSU/RMS/FUNDATEC/2019) As características abaixo definem a(o): • É uma doença dermatológica aguda infecciosa bacteriana. • A inoculação é facilitada por escoriações, picadas de insetos e traumas. • Os principais agentes causadores são o estreptococo beta-hemolítico e o staphylococcus aureus. • Áreas expostas, como face e extremidades, são mais afetadas. a) Impetigo. b) Escarlatina. c) Escabiose. d) Psoríase. 14. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) A síndrome nefrótica é uma doença, que apresenta relação com fatores genéticos e geográficos, com incidência estimada em 1 a 3 novos casos/100.000 habitantes com menos de 16 anos. Sobre esse agravo, assinale a alternativa CORRETA. a) A síndrome nefrótica caracteriza-se, essencialmente, pela presença de proteinúria maciça, de caráter nefrótico e hipoalbuminemia (≤ 2,5 g/dL), além de edema, alteração da pressão arterial e hipolipidemia. b) Na infância, 80 a 90% dos casos correspondem às causas secundárias, relacionadas a doenças sistêmicas, metabólicas, infecciosas, doenças autoimunes e drogas. Os demais casos se caracterizam como síndrome nefrótica primária ou idiopática, com lesão mínima. 14. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) c) A proteinúria da síndrome nefrótica classicamente se caracteriza por valores ≥ 50 g/kg/dia. Entretanto, existe dificuldade de coleta de proteinúria de 24h na faixa pediátrica, sendo a tendência atual utilizar a relação proteína/creatinina em amostra isolada, definida como proteinúria nefrótica para apoio diagnóstico. d) A principal manifestação clínica da síndrome nefrótica é o edema. Na doença primária, o edema geralmente é intenso, duro, frio, sujeito à ação da gravidade, podendo evoluir para anasarca. e) Dentre os cuidados de enfermagem, estão a monitorização contínua da retenção ou excreção de líquidos, pesagem diária, avaliação do perímetro abdominal e dos sinais vitais, além da avaliação do edema e da textura e coloração da pele. A parte 5 desta aula está disponível exclusivamente para os alunos da Mentoria Residências do site www.romulopassos.com.br Parte 5 - Saúde do Adolescente Adolescência é o período de transição entre a infância e a vida adulta, caracterizado pelos impulsos do desenvolvimento físico, mental, emocional, sexual e social e pelos esforços do indivíduo em alcançar os objetivos relacionados às expectativas culturais da sociedade em que vive (EISENSTEIN, 2005). Saúde do Adolescente Fases da Adolescência Início Mudanças corporais da puberdade. Final Indivíduo consolida seu crescimento e sua personalidade, obtendo progressivamente sua independência econômica, além da integração em seu grupo social. Puberdade Fenômeno biológico que se refere às mudança. Morfológicas e fisiológicas (forma, tamanho e função) resultantes. Reativação dos mecanismos neuro- hormonais. Do eixo hipotalâmico- hipofisário-adrenal- gonadal. Crescimento esquelético linear.I Alteração da forma e composição corporal.II Desenvolvimento dos órgãos e sistemas.III Desenvolvimento das gônadas e dos caracteres sexuais secundários.IV De forma didática, considera-se que a puberdade é caracterizada, fundamentalmente, pelos seguintes eventos: Conforme o Manual de Saúde do Adolescente na Atenção Básica, vejamos a avaliação dos critérios de Tanner na puberdade (BRASIL, 2017): Estágios de desenvolvimento das mamas Estágio 1 Mamas Infantis. (M1) Estágio 2 O broto mamário forma-se com uma pequena saliência com elevação da mama e da papila e ocorre o aumento do diâmetro areolar. Melhor visualizarlateralmente. (M2) Estágio 3 Maior aumento da aréola e da papila sem separação do contorno damama. (M3) Estágio 4 • Aumento continuado e projeção da aréola e da papila formando uma segunda saliência acima do nível da mama. (M4) Estágio 5 • Mama com aspecto adulto, com retração da aréola para o contorno da mama e projeção da papila. (M5) Estágios de desenvolvimento das mamas Estágios de desenvolvimento dos pelos pubianos Estágio 1 Ausência de pelos ou pelugem natural. (P1) Estágio 2 Pelos iniciam-se com uma pelugem fina, longa, um pouco mais escura, na linha central da região pubiana. (P2) Estágio 3 Pelos em maior quantidade, mais escuros e mais espessos, e discretamente encaracolados, com distribuição em toda a região pubiana. (P3) Estágios de desenvolvimento dos pelos pubianos Estágio 4 Pelos do tipo adulto, encaracolados, mais distribuídos, e ainda em pouca quantidade. (P4) Estágio 5 Pelos tipo adulto, com maior distribuição na região pubiana, e na raiz da coxa. (P5) Estágios de desenvolvimento da genitália Estágio 1 Genitália pré-puberal ou infantil. (G1) Estágio 2 Aparece um afinamento e hipervascularização da bolsa escrotal, e aumento do volume testicular sem aumento do tamanho do pênis. (G2) Estágio 3 Ocorre aumento da bolsa escrotal e do volume testicular, com aumento do comprimento do pênis. (G3) Estágios de desenvolvimento da genitália Estágio 4 Maior aumento e hiperpigmentação da bolsa escrotal, maior volume testicular com aumento do pênis em comprimento e diâmetro, e desenvolvimento da glande. (G4) Estágio 5 Genitália adulta em tamanho e forma e volume testicular. (G5) Estágios de desenvolvimento dos pelos pubianos Estágio 1 Pelugem pré-puberal ou infantil, nenhum pelo pubiano. (P1) Estágio 2 Ocorre o início do crescimento de alguns pelos finos, longos, escuros e lisos na linha medial ou na base do pênis. (P2) Estágio 3 Aparecimento de maior quantidade de pelos, mais escuros e mais espessos, e discretamente encaracolados, com distribuição em toda a região pubiana. (P3) Estágios de desenvolvimento dos pelos pubianos Estágio 4 Pelos escuros, espessos, encaracolados, do tipo adulto, mas ainda em menor quantidade na sua distribuição na região pubiana. (P4) Estágio 5 Pelos do tipo adulto, em maio quantidade, cobrindo toda a região pubiana, e estendendo-se até a superfície interna das coxas. (P5) 1. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) O período da adolescência é marcado por intensa metamorfose física e psicossocial. Sobre esse período de crescimento e desenvolvimento humano, leia as proposições abaixo: I. Durante esse período, ocorre a ativação gonadal; do desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e do sistema cardiovascular, além de mudanças na composição corporal. II. O acompanhamento do crescimento físico é realizado com o apoio de gráficos específicos, definidos pela Organização Mundial de Saúde. Podemos considerar como adequados para idade valores de estatura ≥ - 2 desvios padrões na curva de escore z encontrada na Caderneta do Adolescente durante avaliação antropométrica. 1. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) III. A primeira manifestação clínica da puberdade na menina é o aparecimento do broto mamário (telarca) em resposta ao início da produção estrogênica pelos ovários. No menino, observa-se como primeira manifestação o aumento de volume testicular, atingindo 4 ml ou cm3. IV. Considera-se atraso puberal a falta de desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários aos 12 anos de idade nas meninas e 13 anos nos meninos. Estão CORRETAS apenas: a) I, II e III. c) I, III e IV. e) III e IV. b) II, III e IV. d) I e II. 2. (Residência Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) A puberdade, precoce e tardia, refere-se ao aparecimento de características sexuais secundárias em idades cronológicas que podem ser consideradas prematuras ou atrasadas para este desenvolvimento. Com relação a velocidade e anormalidades dos eventos puberais femininos e masculinos, é incorreto afirmar: a) Considera-se micropênis sempre que, em qualquer idade, o tamanho peniano for menor que 1,9 cm, medido da base até a ponta e esticado. b) Nas meninas é considerada puberdade precoce, qualquer sinal de maturação sexual antes dos 8 anos de idade. c) Nosmeninos é considerada puberdade precoce, quando ocorre o aumento do volume testicular e dos pelos pubianos antes dos 8 anos de idade. 2. (Residência Uni/Multiprofissional/RIMUSH/UFPB/2019) d) O aparecimento anormal de pelos no corpo feminino, em quantidade excessiva é chamado de Hirsutismo. e) A ginecomastia consiste no aumento visível ou palpável da glândula mamária do adolescente do sexo masculino. Pode ser uni ou bilateral, aparecendo em torno dos 13 e 14 anos, durante o estirão puberal, regredindo, naturalmente, em 12 a 18 meses. 3. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) Sobre o atendimento do(a) adolescente na atenção primária, assinale a alternativa CORRETA. a) Na avaliação antropométrica do(a) adolescente, são considerados estatura adequada valores de escore z ≥ -2 e de IMC entre > -2 e < +1. b) De acordo com o princípio bioético da autonomia, adolescentes, de ambos os sexos, podem ser atendidos sozinhos, caso desejem. O direito à privacidade é um elemento indispensável para a melhoria da qualidade da prevenção, assistência e promoção de sua saúde. c) Durante a consulta ao adolescente, o profissional de saúde deve ficar restrito a obter informações sobre o motivo que levou o(a) adolescente ao serviço de saúde, seguindo um roteiro de anamnese. 3. (Residência Multiprofissional/IAUPE/UPE/2020) d) De acordo com os protocolos de controle de pressão arterial, todos os adolescentes e jovens deverão ter sua pressão arterial aferida a cada dois anos. e) Os adolescentes deverão receber esclarecimentos sobre cuidados com a saúde bucal e hábitos nutricionais adequados. O aconselhamento de práticas sexuais responsáveis e seguras só deverá ocorrer após consentimento dos responsáveis. 4. (Residência Enfermagem Saúde da Família/CEPUERJ/UERJ/2020) Adolescente de 16 anos buscou ajuda da equipe de saúde frente ao quadro de tristeza e isolamento. Durante a consulta na Unidade de Saúde da Família, a enfermeira realizou uma abordagem mais empática e detalhada. Descobriu que o adolescente tem consumido bebidas alcoólicas com maior frequência, sua primeira experiência com bebida ocorreu aos 12 anos, e que isso tem sido uma prática comum em sua família e vizinhança. Para a tomada de decisão frente ao alcoolismo, a enfermeira utilizou em sua abordagem o: a) AUDIT com intervenção breve. b) SNELLEN como terapia comportamental. c) APGAR Familiar, como recurso terapêutico. d) CAGE, para conhecer comorbidades associadas. 5. (Residência Multiprofissional/COREMU/UFF/2020) Em crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade, a suspeita ou a confirmação de abuso sexual deve, obrigatoriamente, ser comunicada: a) à Vara de Justiça existente no local ou à Delegacia e na falta destes ao Conselho Tutelar ou à Vara da Infância e da Juventude. b) às Delegacias da Mulher e da Criança e do Adolescente ou ao Conselho de Direitos de Crianças e Adolescentes e na falta destes à Vara de Justiça existente no local ou à Delegacia. c) ao Conselho de Direitos de Crianças e Adolescentes ou à Vara de Justiça existente no local e na falta destes às Delegacias da Mulher e da Criança e do Adolescente. d) ao Conselho Tutelar ou à Vara da Infância e da Juventude e, na falta destes, à Vara de Justiça existente no local ou à Delegacia. 6. (RESMULTI/UFC/2020) Uma adolescente de 16 anos comparece à unidade de atenção primária à saúde. Durante a consulta, relata à enfermeira ter sido vítima de abuso sexual na escola. Qual a conduta profissional mais apropriada? a) Acolher a adolescente, salvaguardando sigilo, privacidade e confidencialidade da situação. b) Proceder com quebra do sigilo pela notificação ao Conselho Tutelar ou à Vara da Infância e da Juventude. c) Evitar a presença de outro profissional da saúde no atendimento, prevenindo situações que comprometam a conduta da enfermeira. d) Quebrar, compulsoriamente, o sigilo para pais ou responsáveis legais, para garantia dos cuidados necessários à saúde da adolescente. 7. (Residência em/UFC/2020) O bullying é reconhecido como uma forma de violência comum nos ambientes escolares. Em todas as situações são praticados atos de violência física, emocional ou psicológica a crianças e adolescentes nesse espaço. Diante dessa definição, é correto afirmar que: a) os alvos podem ser pessoas inseguras, com baixa autoestima e com pouca habilidade de fazer cessar a violência, as quais têm maiores chances de apresentar sentimentos de angústia, tristeza e solidão, depressão e ideias suicidas. b) é um problema que atinge América Latina, Caribe e continente africano, pela alta concentração populacional com baixa escolaridade, e tendo maior prevalência nas meninas, por apresentarem-se em situação de maior vulnerabilidade social. 7. (Residência em Saúde da Família/CEPUERJ/UERJ/2020) c) é um tipo de maus-tratos que, pela natureza comum da sua ocorrência no ambiente escolar, não se inclui como uma condição de notificação de caso de violência, podendo ser resolvido facilmente com a aplicação de sanções disciplinares pela instituição educacional. d) esse tipo de violência pode ocorrer com qualquer pessoa, sem distinção de classe social, e tende a se expressar apenas pela implicância, colocação de apelidos e exclusão de grupos, o que não está relacionado a atos esporádicos de intimidação, assédio, humilhação, difamação e ameaças. 8. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) A adolescência é marcada por um complexo processo de crescimento e desenvolvimento biopsicossocial. Sobre os fatores de risco relacionados aos agravos físicos, psíquicos e sociais na adolescência, assinale a alternativa correta. a) São considerados risco biológico na adolescência, a depressão e o uso e abuso de drogas. b) A depressão, uso e abuso de drogas são considerados fatores de risco emocional na adolescência. c) Pais alcoolistas, com transtornos mentais, são fatores de risco inerentes à adolescência. d) Morar em áreas de tráfico de drogas e pobreza extrema são riscos inerentes à faixa etária. e) Obesidade e doenças crônicas não acometem gravemente os adolescentes. 9. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) A parentalidade recorrente em adolescente é um fenômeno complexo, de inesgotável possibilidade, cujas diversas vivências dependem do contexto social que define os desejos, os projetos e as significações nas distintas classes sociais (CARVALHO, MERIGHI E JESUS, 2009). Os autores afirmam que há fatores protetores para diminuição dos danos, marque a alternativa correta: a) O apoio familiar, psicológico e social. b) O apoio apenas dos familiares e amigos, é suficiente. c) O apoio dos familiares e amigos que eu considero. d) o apoio familiar e psicológico, são suficientes. e) Não há danos ou perdas, segundo as autoras. A parte 6 desta aula está disponível exclusivamente para os alunos da Mentoria Residências do site www.romulopassos.com.br Parte 6 Temas Diversos LACTENTE 29 dias - 12 meses CRIANÇA 1 ano - 12 anos Faixas Etárias Parada Cardiorrespiratória na Infância - SBV Os 4 passos iniciais do Suporte Básico de Vida na Infância A criança ou bebê responde ao chamado?1. Vou chamar ajuda e pedir o DEA.2. A criança ou bebê tem pulso CENTRAL e movimentos respiratórios? Iniciar imediatamente Compressão e ventilação 3. Desfibrilar os mais precocemente possível.4. Fonte: UNASUS, 2019. Fonte: PASSOS et. Al., 2018. Figura – Posicionamento para realização das compressões torácicas e ventilação em recém-nascidos. Fonte: edisciplinas.usp.br Velocidade das Compressões Torácicas compressões por minuto 100 a 120 https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4343068/mod_resource/content/1/Amanda%20R%20Marques-Camargo%20-%20Assist%C3%AAncia%20de%20Enfermagem%20na%20RCP-%20Pedi%C3%A1trica.pdf Profundidade das Compressões Torácicas Profundidade das compressões torácicas Crianças Lactentes no mínimo, 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax, cerca 2 polegadas (5 cm); no mínimo, 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax, cerca 1,5 polegadas (4 cm);Relação compressão e ventilação (até a colocação da Via aérea avançada) Crianças Bebês 30:2 -> 1 socorrista; 15:2 -> 2 ou mais socorristas; 30:2 -> 1 socorrista; 15:2 -> 2 ou mais socorristas. Relação Compressão/Ventilação na criança Resumo dos Componentes de uma RCP de Alta Qualidade *A relação entre compressões e ventilações é da seguinte forma: 30:2 para adultos e adolescentes com 1 ou 2 socorristas; para crianças e bebês com 1 socorrista é 30:2; e com 2 ou mais socorristas é 15:2. Segurança do local Verificar responsividade Profundidade - entre 5 até 6 cm em adultos Frequência de 100 a 120/min Compressões torácicas / ventilações Iniciar 30:2 e/ou 15:2* Desfibrilação (DEA) Reinicie imediatamente a RCP, após o choque Acionar o Serviço Médico de Emergência (SME) Avaliar respiração e checar o pulso simultaneamente Cuidados pós-PCR Ressuscitação Neonatal 90 compressões e 30 ventilações/minuto ABC Asfixia = 3:1 Causa cardíaca = 15:2 por exemplo Em neonatos, a relação de compressões torácicas para ventilação é 3:1, com frequência de 120 eventos por minuto, perfazendo 90 compressões cardíacas e 30 ventilações. Se houver suspeita da PCR por causas cardíacas, a exemplo de portadores de cardiopatias congênitas, a relação deve ser 15 compressões torácicas para cada 2 ventilações (15:2). Lactentes: Crianças: Atenção! Se o socorrista não se sentir apto OU não for treinado para ventilar, é aceitável fazer a RCP apenas com a COMPRESSÃO TORÁCICA. boca a boca-nariz boca a boca Respiração boca a boca 1. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) O Suporte Avançado de Vida em Pediatria, baseado nas Diretrizes da American Heart de 2015, são ações que visam a sobrevivência de crianças em risco de morte, tanto no ambiente extra-hospitalar como intra-hospitalar. Em um atendimento a lactente que tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória, extra-hospitalar deve-se checar seu pulso por meio da artéria: a) Temporal. b) Carotídea. c) Braquial. d) Radial. e) Poplítea. 2. (RESMULTI/UFC/2019) A mãe de uma criança, sexo masculino, 8 anos, internada na clínica cirúrgica em pós-operatório imediato de cirurgia de adenoamigdalectomia, foi ao posto e chamou o enfermeiro para ver seu filho, que estava muito sonolento. Ao avaliar a criança, o enfermeiro identificou que estava em parada cardiorrespiratória. Aponte as condutas adequadas da equipe de saúde na reanimação cardiopulmonar dessa criança. a) Realizar compressões torácicas numa proporção de 30:2 (30 compressões para 2 ventilações) independente do número de profissionais, com profundidade de 4 a 5 cm do tórax, desfibrilação precoce e administração de epinefrina. b) Realizar compressões torácicas numa proporção de 15:2 (15 compressões para 2 ventilações) independente do número de profissionais, com profundidade de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax e administração de vasopressina. 2. (RESMULTI/UFC/2019) c) Iniciar compressões torácicas numa proporção de 30:2 (30 compressões para 2 ventilações) se um profissional ou 15:2 (15 compressões para 2 ventilações) se houver dois profissionais, com profundidade de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, desfibrilação precoce se chocável e administração de epinefrina. d) Iniciar compressões torácicas numa proporção de 30:2 (30 compressões para 2 ventilações) se um profissional ou 15:1 (15 compressões para 1 ventilação) se houver dois profissionais, com profundidade de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, desfibrilação se chocável e administração de vasopressina. OVACE Intrínseca Extrínseca queda da língua ou edema de glote. alimento ou objeto. A obstrução das vias aéreas por corpo estranho (OVACE) é desencadeada por causas extrínsecas (alimento ou objetos) ou intrínseca, ou seja, do próprio organismo (queda de língua ou edema de glote). Obstrução da Via Aérea por Corpo Estranho - OVACE Obstrução de Via Aérea Superior Principal manifestação: Estridor Dificuldade na fala/choro, palidez intensa ou cianose Parada respiratória Sintomas alérgicos: angioedema , exantema Desobstrução de vias aéreas em crianças e bebês FIGURA - Manobras para desobstrução de vias aéreas em crianças e bebês. A manobra de Heimilich para desobstrução de vias aéreas superiores em bebê grave responsivo consiste em 5 golpes entre as escapulas do paciente com a região hipotenar da mão, seguidos de 5 compressões torácicas, até que o objeto seja expelido ou o bebê fique irresponsivo. Se isso ocorrer, deve ser iniciada a RCP e cessar os golpes no dorso. Desobstrução de Vias Aéreas em Crianças e Bebês 3. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) A Obstrução de vias aéreas superiores por corpo estranho - OVACE é considerado uma emergência e em casos graves, pode levar a pessoa à morte por asfixia ou deixá-la inconsciente por um tempo. Sendo assim, agir rapidamente evita complicações. Assinale a alternativa correta acerca do engasgo em crianças. a) Ao desconfiar da presença de um corpo estranho, é indicado tentar retirá- lo com a mão em pinça, mesmo que o objeto não seja visualizado. b) A manobra de Heimlich só é indicada para crianças maiores de 5 anos. Antes dessa idade, proceder a técnica de percussão nas costas. c) Os sinais de alerta para o engasgo são dificuldade súbita para respirar, presença ou não de tosse, ruído na inspiração, chiado, abafamento da voz, lábios cianóticos. IDADE IPM Até 1a 30 a 60 1a - 3a 24 a 40 3a - 6a 22 a 34 6a - 10a 18 a 30 > 10a 12 a 16 Fonte: AHA, 2019. Frequência respiratória na infância IDADE IPM 0m - 2m 60 2m - 12m 50 1a - 5a 40 Fonte: AIDIPI, 2017. 4. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a frequência respiratória é considerada normal de acordo com as seguintes faixas etárias: I - De 0 a 2 meses até 60 mrm. II - De 2 a 11 meses até 50 mrm. III - De 12 meses a 5 anos até 40 mrm. IV - De 6 a 8 anos até 30 mrm. V - Acima de 8 anos até 20 mrm. a) Apenas a alternativa I está correta. b) As alternativas V e III estão erradas. c) Apenas a alternativa I está errada. d) Nenhuma das alternativas estão corretas. e) Todas as alternativas estão corretas. Sondagem Gastrintestinal Quando o paciente é incapaz de ingerir alimentos, mas ainda é capaz de digeri-los e absorver os nutrientes, a alimentação enteral por sonda é indicada. Sondas de alimentação são inseridas (Gastrostomia Endoscópia Percutânea (GEP) ou Jejunostomia Endoscópica Percutâneas (JEP) Endoscopicamente (nasogástrica e nasoenteral)Nariz (gastrostomia e jejunostomia)Cirurgicamente 5. (Residência em Enfermagem Obstétrica/CEPUERJ/UERJ/2020) Para a prevenção de infecções respiratórias em recém-nascidos alimentados por sonda gástrica, é recomendado que eles sejam mantidos em decúbito elevado a 30º e que essa sonda seja trocada a cada: a) 12 a 24 horas. b) 24 a 48 horas. c) 48 a 72 horas. d) 72 a 96 horas. 6. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) A nutrição enteral é bastante utilizada em crianças e neonatos. É indicada em muitas situações específicas, podendo ter início no período neonatal, e sua indicação adequada e aplicabilidade correta podem proporcionar melhora do estado nutricional da criança e evitar complicações. Dessa forma, a sondagem gástrica e enteral são procedimentos de enfermagem frequentes nas unidades pediátricas, sendo assim, o enfermeiro deve ter o conhecimento acerca das indicações, contraindicações e complicações, bem como os tipos de sondas mais recomendadas para cada criança ou adolescente e os cuidados que deve prescrever na escolha de cada uma delas. Analise as afirmativas abaixo e marque a alternativa INCORRETA. a) A sondagem orogástrica é preferível nos lactentes no primeiro semestre de vida. 6. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) b) Na sondagem nasogástrica ou na orogástrica a medida padrão para mensuração é quando coloca-se a ponta da sonda na ponta do nariz até o lóbulo da orelha, e do lóbulo daorelha até o apêndice xifóide. c) A sondagem orogástrica é a mais utilizada em crianças, permitindo maior liberdade e conforto para a criança durante seu manuseio; d) A sondagem nasogástrica é contraindicada quando houver obstrução ou malformação do septo nasal e atrizes de coanas. e) A via de acesso nasal ou oral é escolhida de acordo com o objetivo proposto para a sondagem, o tempo de permanência da sonda e a facilidade no seu manuseio. Via mais fácil e mais comumente utilizada, ação mais lenta e um efeito prolongado. Sublingual rápida absorção. Aplicação na pele e nas mucosas, geralmente geram efeitos locais. Podendo causar também efeitos sistêmicos ( adesivo). Ex: medicamentos administrados no olho, ouvido, nariz, garganta, vagina e reto. Os medicamentos são prontamente absorvidos e atuam rapidamente devido à rica vascularização aveolocapilar presente no tecido pulmonar. Via Oral Via Tópica Via de Inalação Vias de Administração de Medicamentos Envolve injetar um medicamento nos tecidos corporais via que não utiliza o trato gastrointestinal existem quatro principais locais para injeção. Fonte: POTTER & PERRY, 2013. Injeção na derme, exatamente abaixo da epiderme Injeção nos tecidos abaixo da derme da pele Injeção no músculo Injeção na veia Vias de Administração de Medicamentos Intradérmica (ID) Subcutânea (SC) Intramuscular (IM) Intravenoso (IV/EV) Vias Parenterais Vias de Administração de Medicamentos Vias de Administração de Medicamentos Existem outras vias parenterais. Geralmente a enfermagem não é responsável pela realização delas, porém o profissional é responsável pelo seu monitoramento. Cateter no espaço epidural Cateter implatado no cérebro Infusão direta na medula óssea Medicamentos infundidos na cavidade peritoneal Epidural Intratecal Intraóssea Intraperitoneal Vias Parenterais Tubo torácico no espaço pleural; Medicamentos direto nas artérias. Intrapleural Intra-arterial Fonte: POTTER & PERRY, 2013. 7. (Residência em Enfermagem/CEPUERJ/UERJ/2019) Ao administrar um medicamento em crianças e adolescentes por via intramuscular, recomenda- se como local de escolha o músculo que é relativamente livre de nervos importantes e estruturas vasculares, denominado: a) deltoide. b) vastolateral. c) dorsoglúteo. d) ventroglúteo. 8. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) O local escolhido para perfusão intravenosa (PIV) depende da acessibilidade e da conveniência, sendo importante considerar, ao selecionar o local, as necessidades de desenvolvimento, cognitivas e de mobilidade da criança. Em relação ao local e aos equipamentos utilizados na terapia de fluidos parenterais em pediatria, analise as afirmativas abaixo. I Para a punção venosa das veias de extremidades, indica-se iniciar com o local mais proximal e evitar a mão favorecida da criança a fim de reduzir a incapacidade relacionada com o procedimento. II As veias do couro cabeludo não são indicadas para punção porque possuem válvulas, a inserção é mais difícil e somente podem ser usadas em crianças até aproximadamente de 2 meses de idade. 8. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) III O uso do transiluminador ajuda a encontrar e avaliar as veias para o acesso e, apesar de não ser tão poderoso quanto o ultrassom, exige treinamento e experiência mínimos para seu uso. IV Deve-se escolher um cateter com menor calibre, mas que possa manter um fluxo adequado da solução de infusão na veia canulada enquanto permite um fluxo de sangue adequado ao redor das paredes do cateter para promover a hemodiluição adequada da solução infundida. Entre as afirmativas, estão corretas: a) I e III. b) I e II. c) III e IV. d) II e IV. 9. (Residência em Enfermagem Obstétrica/CEPUERJ/UERJ/2020) Segundo a padronização de soluções antissépticas utilizadas para a prevenção de infecções em procedimentos vasculares invasivos realizados nos recém- nascidos, a terceira solução a ser aplicada deve ser: a) clorexidina alcoólica. b) PVP-I alcoólico. c) soro fisiológico. d) álcool a 70%. 10. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) Síndrome da Alienação Parental é um distúrbio da infância caracterizado pela doutrinação do menor, usualmente por parte do genitor guardião, a fim de alienar o outro progenitor da vida da criança. Conforme o exposto, essa síndrome caracteriza qual tipo de violência? a) Violência física. b) Violência de gênero. c) Violência estrutural. d) Violência doméstica e) Violência psicológica. 11. (Residência Multiprofissional/COREMU/UNIFAP/2020) São sinais físicos e comportamentais e os sentidos decorrentes de violência sexual na criança, exceto: a) Ansiedade extrema. b) Euforia. c) Dilatação himenal. d) Ambivalência. e) depressão. 12. (Residência em Enfermagem/CEPUERJ/UERJ/2019) Ao atender uma adolescente vítima de violência sexual, a profilaxia antirretroviral do HIV deve ser iniciada em até, no máximo, 72 horas após a ocorrência do ato: a) realizado cronicamente pelo mesmo agressor. b) com penetração oral protegida sem ejaculação. c) com penetração anal desprotegida e ejaculação. d) realizado por agressor sabidamente HIV negativo. 13. (Residência Multiprofissional/COMPERVE/UFRN/2019) A compreensão de crianças e adolescentes em relação à morte e suas reações diante desta se apresentam de maneira diferente de acordo com a fase em que se encontram. Nesse contexto, uma das reações das crianças em idade escolar à morte é que: a) podem se sentir culpadas e responsáveis pela morte de um irmão. b) podem ficar curiosas sobre o que acontece com o corpo. c) podem continuar a agir como se a pessoa estivesse viva. d) podem ter maior dificuldade em lidar com a iminência de sua própria morte. Referências ALMEIDA, MFB; GUINSBURG, R. Reanimação do recém-nascido≥ 34 semanas em sala de parto: Diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de Pediatria. Programa de Reanimação neonatal. São Paulo: SBP, 2016. BARBOSA, S. F. A.; COSTA, F. M. da.; VIEIRA, M.A. Causas de hospitalização de crianças: uma revisão integrativa da realidade brasileira. Espaço para a Saúde, Revista de Saúde Pública do Paraná, Londrina, v. 18, n. 2, p. 129-137, 2017. 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